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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Amnistía InternacionaI quer responsabilização dos violadores dos direitos humanos na Guiné-Bissau.

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Orgaização diz que situação dos direitos humanos melhorou no último ano.

A Amnistia Internacional(AI) revelou que as tensões políticas e os casos de violação de direitos humanos diminuíram depois das eleições gerais de 2014, mas a impunidade mantém-se em relação aos casos registados no passado.
No relatório divulgado hoje, 25, a AI diz  que, a nível social, o descontentamento também decresceu com "o retomar das ajudas internacionais", que permitiram "pagar ordenados em atraso" e reduzir a ameaça de greves.
O cenário global melhorou na Guiné-Bissau, mas a AI cita casos de ameaças, agressões e rapto de políticos por parte das forças de segurança durante os períodos de pré-campanha eleitoral, alegadamente com o intuito de condicionar o trabalho de alguns candidatos a favor de outros.
Para aquela organização de defesa dos direitos humanos no mundo, não houve investigações sobre estes incidentes e ninguém foi responsabilizado pelas violações de direitos humanos cometidas no contexto do golpe de Estado de 2012, nem pelos assassínios políticos de 2009.
Esta posição é corroborada pelo presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos Luís Vaz Martins em entrevista à Voz da América.
A nível social, o relatório da Amnistia Internacional cita a relatora das Nações Unidas para a pobreza extrema, para referir que "a desigualdade de género e discriminação são as principais causas de pobreza na Guiné-Bissau".
Entretanto, o presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos lamenta a ausência de referências aos casos de tráfico de pessoas, casamentos precoces e forçados e mutilação genital feminina.
Luís Vaz Martins congratula-se com a aprovação de leis para combater esses fenómenos, mas diz que a prática não acompanha a legislação.
Refira-se que em Angola, a AI denunciou os despejos forçados, a repressão aos direitos de liberdade de expressão e manifestação, os homicídios e o desaparecimento de pessoas.
Cabo Verde e São Tomé e Príncipe não foram citados no relatório.
#VOA

Guiné-Bissau: Parlamento discute estatuto do líder da oposição.

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A Assembleia Nacional Popular (ANP) da Guiné-Bissau iniciou esta semana um debate que irá durar até ao dia 7 de abril sobre o estatuto a atribuir ao líder da oposição.

A primeira sessão parlamentar decorreu na terça-feira, tendo o presidente da ANP, Cipriano Cassama, ficado satisfeito por, pela primeira vez, se discutir esta questão.

Os deputados analisaram, ainda, o tratamento a ser dado aos antigos titulares de cargos de soberania, o novo código do trabalho, projetos-lei sobre a disciplina militar e a alteração do estatuto dos parlamentares.

Durante a primeira sessão, foi ainda abordada a mesa redonda de doadores que decorrerá em Bruxelas, a 25 de março.

#abola.pt

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Bilhões escondidos atrás da desigualdade econômica na África.

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Os vendedores de rua em África refletem a desigualdade de renda que permeia o continente, em grande parte devido à corrupção. FOTO | JEFFREY MOYO

Relatórios deste ano de dinheiros ilícitos de países africanos guardados em um banco suíço - indicam que a corrupção está por trás da boa parte da desigualdade de renda que afeta o continente - isso já ganhou as manchetes de notícias internacionais.

Contas bancárias secretas na Suíça a braço com o banco privado do HSBC desenterrados este ano pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ) que têm como missão garantir a segurança de mais de US $ 100 bilhões, alguns dos quais vieram da África, incluindo algumas das nações mais pobres do continente.

Quando esses fundos deixam a região, negam as nações que mais precisam delas.

Por exemplo, pelo menos 57 clientes do banco suíço HSBC são associados a Uganda e foram relatados de possuir pelo menos, 159 milhões de dólares. O Banco Mundial estima que a Uganda perde mais de 174.5 milhões de dólares em corrupção anualmente.

Não é um crime que os africanos tenham uma conta bancária na Suíça. Mas as questões já estão sendo levantadas por serviços fiscais locais para saber se os impostos apropriados foram pagos sobre os valores escondidos.

Na África do Sul, o chefe do Serviço de Receita, Vlok Symington, disse que seu escritório estava analisando as informações.

"As primeiras indicações são de que alguns desses titulares de contas podem ter utilizado as suas contas do HSBC para burlar obrigações fiscais locais e / ou internacionais," Symington teria dito a Sunday Times da África do Sul.

"A desigualdade de renda começa com os nossos líderes políticos e empresários ricos corruptos que, na maioria das vezes, ilicitamente apossam dos recursos do continente", disse Claris Madhuku, diretor da Plataforma para o Desenvolvimento da Juventude, um grupo de lobby da democracia no Zimbabwe.

Diamonds, por exemplo, que fizeram muitos comerciantes tornarem-se ricos, muitas vezes são minados pelos mais pobres dos pobres, tratados quase como escravos em países africanos devastados pela guerra, apesar do Sistema de Certificação do Processo de Kimberley, que foi criada em 2003 impedir o fluxo destes diamantes.

"É um caso de ganância e corrupção", trovejou o zimbabweano e analista político independente, Ernst Mudzengi. "A África tem políticos parasitas que estão principalmente preocupados com o poder político egocêntrico e ganhos econômicos, quando africanos comuns permanecem na periferia da pobreza", disse Mudzengi.

Especialistas em desenvolvimento atribuem aqui as desigualdades de renda pelo relaxamento das leis anti-corrupções no continente.

"Os países africanos não têm leis anti-corrupção e os políticos ricos acumulam muito poder superando até mesmo os poderes da justiça local, que os deixam em liberdade para acumular riquezas durante a noite, por qualquer meio, sem serem questionados, disse " Nadege Kabuga, um especialista em desenvolvimento independente em Kigali, capital de Ruanda.

"É chocante como grandes bancos como o HSBC criaram um sistema de enorme especulação à custa de pessoas comuns pobres, pior ainda, ajudando inúmeros milionários da África, em especial, a evitar o pagamento de impostos, prejudicando a já pobre nação", explicou Zenzele Manzini, um economista independente sedeado em Mbabane, capital da Suazilândia.

"Muitas vezes, os diretores do governo, os ministros e seus secretários são os intermediários sobre as empresas do governo, concedendo a si mesmos enormes subsídios e os trabalhadores da administração pública coitados, estes continuam presos na periferia, sem benefícios extras além dos magros salários que recebem mensalmente," um funcionário do governo do Zimbábue do Ministério do Trabalho, disse à IPS sob a condição de anonimato, com medo de represálias.

Escrevendo para Financial Transparency Coalition, uma aliança global de organizações da sociedade civil e os governos que trabalham para combater as desigualdades no sistema financeiro, Koen Roovers, da coalizão da União Europeia (UE), o advogado que chumbou, fez a pergunta que não quer calar: "Como é que vamos evitar isso em primeiro lugar? "

Para pegar a fraude mais cedo ou mais tarde, a capacidade dos países em desenvolvimento deve ser aumentada, disse Roovers. "A escala do desafio é significativa: o centro de caridade com sede no Reino Unido "Christian Aid" estima que a África subsaariana precisaria de cerca de mais 650 mil funcionários da administração fiscal para alcançar a média mundial."

Países ricos prometeram ajuda aos países pobres para construir a capacidade que eles precisam, mas estes compromissos ainda não foram honrados.

Pesquisadores da Global Financial Integrity com sede nos EUA, uma organização sem fins lucrativos que trabalha para reduzir os fluxos financeiros ilícitos, disse que os países em desenvolvimento perderam quase um trilhão de dólares por meio de canais ilícitos.

Sem medidas para reduzir as desigualdades de rendimentos claramente definidos, os economistas dizem que o continente Africano pode ser dirigido para os piores níveis de pobreza  ainda mais difícil da já pobre nação.

"A África pode continuar enfrentando pobreza perpétua em meio a crescentes desigualdades de renda porque os governos do continente não têm instituições e competências para identificar e deter a lavagem de dinheiro por indivíduos ricos e políticos corruptos que sonegam impostos, disse " o economista independente zimbabweano, Kingston Nyakurukwa.

De acordo com Roovers, "criminosos e seus capacitadores são criativos, por isso a única maneira de evitar futuros escândalos é lançar luz sobre o que os criminosos e os sonegadores estão tentando esconder. É por isso que os registos on-line de ativos para todas as pessoas e arranjos legais são necessários e devem ser disponibilizados ao público.

"Se fecharmos os olhos para essas brechas", acrescentou ele, "o desenvolvimento econômico para todos continuará a ser minado por atores ilícitos que procuram explorá-lo."

-IPS

#africareview.com

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Saiba tudo que envolveu a Guiné-Equatorial, Beija-Flor e outros babados...

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Teodorin Obiang, da Guiné Equatorial, assiste ao desfile da Beija-flor (Foto: Daniel Marenco/Folhapress)

Agora a moda do momento é o título da Beija Flor e os tais R$ 10 milhões que lhe foi dado pelo governo da Guine Equatorial. Até as pedras do Centro Histórico sabem que as escolas de samba no Rio de Janeiro e até mesmo o futebol, navegam juntos com a contravenção pesada, e não é de hoje, mas sim, desde que existem escolas de samba no Rio e futebol.
Valter Xéu*
O Facebook tem essa facilidade de qualquer assunto que você joga nele, brotar uma enxurrada de especialistas de porra nenhum, na maior hipocrisia do mundo, dispostos a uma falação sem fim sobre o assunto.
No afã de atacar o PT, publicam constantemente fotos de Lula com o presidente da Guine Equatorial, como se isso no mundo das relações diplomáticas fosse uma coisa do outro planeta.
Quem mais desgraça praticou e pratica no mundo, o ditador da Guine ou o republicano Bush e o democrata Obama e o sei lá o que Netaniahu?
Temos hoje no Oriente Médio três países completamente destroçados, com grupos rivais se matando entre si e todos eles com o apoio made in América.
O Iraque, a Líbia e a Síria, (isso sem falar na Palestina), países que antes tinham lá seus problemas internos, mas a população vivia tranquilamente sem o misere diário de hoje, com milhões de refugiados espalhados pelo mundo.
Nada disso comovem os hipócritas de momento, nada disso se discute aqui. A Band mostrou recentemente áreas da região norte do Brasil em que nada difere dos lugares mais miseráveis da Guine Equatorial. (Já sei! Já sei! A culpa é da Dilma).
Mostram fotos da luxuosa mansão que o dito cujo presidente possui fora do seu pais.
Ora! Ora! Angola, nosso país irmão, rico produtor de petróleo e diamantes, mas onde o povo vive no mais completo misere, em nada difere da Guine, mas ninguém, por desconhecer ou por esse assunto Angola não estar na moda, ninguém dá à mínima.
Jose Eduardo Santos, desde a morte de Agostinho Neto, morto em setembro de 1979, está lá encastelado no poder absoluto com ou sem eleições.
A maioria dos generais, brigadeiros e civis do governo, todos eles possuem mansões muito mais elegantes na Riviera Francesa, em Portugal, Mônaco, Miami, que comparada com a do presidente da Guine não passa de uma casa mixuruca.
Mais isso não interessa, o que interessa mesmo é a Guine Equatorial com seus miseráveis problemas e que deu R$ 10 milhões para a Beija Flor, que eu portelense sem carteirinha (privilegio de Chico Bruno que ainda tem uma dos anos 80), pouco estou me lixando para a escola de Nilópolis, que constantemente ganha à zorra do desfile carioca.
O misere da Guiné é encontrado em todo continente africano, e até mesmo no país mais rico da África, que é a África do Sul. O que prova que miséria não é só exclusivo de país pobre. A Índia, que juntamente com África do Sul, China, Rússia e Brasil, faz parte dos BRICS, nesses países as diferenças sociais chocam qualquer um que os visite, onde castas abastadas vivem nababescamente e a maioria do povo na mais completa miséria estilo Guiné, Etiópia e outros países africanos.
Portanto senhoras e senhores especialistas do Facebook: Baixem a bola! Retirem os óculos de couro que cobrem seus olhos, deixem a hipocrisia de lado por um instante, e veja que o mundo é que é a verdadeira Guine Equatorial.
Longe de mim, querer defender Teodoro Obiang Nguema, sobre o qual pesam uma série de denúncias graves de violações de direitos humanos e corrupção. Não só ele como muitos outros, deveriam estar no banco dos réus no Tribunal Internacional de Haia.
Com o africano é bem provável que isso venha acontecer, já com o israelense, bastante improvável, pois Israel possui o direito divino para matar mulheres, crianças e toda a sorte de palestinos, enquanto o negão africano, foda-se! Temos que mostrar ao mundo que às vezes somos civilizados.
*Valter Xéu é diretor e editor de Pátria Latina
 #pravda.ru


domingo, 22 de fevereiro de 2015

África: A emergência passa por aliança através de parcerias pragmáticas como com a China.

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15e

A emergência da África no horizonte 2035 "Os Desafios e as Oportunidades" é o tema da 15ª edição do Fórum de Bamako, o espaço de reflexão de alto nível que reúne todos os anos centenas de intelectuais, chefes de empresas e líderes políticos.

Para concretizar esta ambição, os especialistas acreditam que seria necessário diagnosticar principalmente problemas relacionados com o desenvolvimento do continente, a fim de adotar as melhores estratégias para impulsionar o crescimento econômico, reduzir o desemprego e combater a pobreza e falta de renda.

A esse propósito, Alexis Kalambry, presidente da rede de analistas econômicos do Mali, estima que o "os país fundadores" (líderes da independência) não teriam rapidamente percebido o papel da iniciativa privada e foram "empurrados para um sistema centralizado do Estado, jacobino e paternalista ".

Ele também explica o subdesenvolvimento do continente por "má governação, corrupção e falta de treinamento para até mesmo permitir que haja transferência de tecnologia, processamento local de matérias-primas. A disfunção dos termos de troca fez o resto. "

Assim, no plano económico ", ele ainda tem um caminho, pensa " Pierre Gahimbare um economista de origem Burundense, presente no Forum em Bamako.

Especialistas incidiram principalmente sobre a falta de liderança em África como uma desvantagem para o desenvolvimento do continente.

"Na África Ocidental, por exemplo, Alassane Dramane Ouattara é quase o único chefe de Estado que têm visão. Hoje, a Costa do Marfim tem uma qualidade da assinatura e pratica empréstimos mais barato do que um país como o Portugal ", diz Alexis Kalambry.

Para Gahimbare, "Raros são os nossos dirigentes que entenderam que o programa de desenvolvimento é planejado e segmentado. Na África, pode-se mencionar a Costa do Marfim, Ruanda e Cabo Verde como os países cujos presidentes têm visão de desenvolvimento. Os outros estão barricados atrás de slogans vazios ".

"África deve deixar de ser vista como um continente a ficar para trás ... Ela precisa tomar iniciativas relevantes e inovar para controlar o seu próprio destino", desejou o presidente do Mali, Ibrahim Boubacar Keita abrindo o Forum de Bamako em 19 fevereiro de 2015.

São agora muitos os especialistas que acreditam que há esperança, porque, politicamente, "a África começa com as normas."

"Padrões democráticos são conhecidos e aqueles que os violam estão cada vez mais condenados ao ostracismo pela opinião pública Africana e não encontrarão espaço fora do continente, e aliados para os defender ", observa Kader Toé colunista independente da imprensa do Mali.

Ainda assim, os economistas como Kalambry, pensam que para emergir, os países africanos devem "evitar as armadilhas de parcerias para criarem em nosso continente um poder de compra capaz de fazer de nós mercados de consumo."

Assim, Kader Toé e Pierre Gahimbare estão convencidos de que a República Popular da China é o melhor aliado do continente na sua busca pela emergência.

"A China é o único verdadeiro aliado no desenvolvimento de África", também achou um diplomata Africano em Bamako.

Liga-se o atraso do continente em parte por "elefantes brancos", ou seja, o prestígio dos investimentos europeus que foram inúteis. "Realizações caras que tiveram outros resultados para empobrecer ainda mais os nossos países", achou Amadou Diallo, um professor de história em uma escola na capital do Mali.

"Os chineses são pragmáticos na sua abordagem de parceria. Eles dão empréstimos sem juros, investem em infra-estrutura e ajudam a desenvolver", disse o diplomata.

Para especialistas entrevistados, os críticos contra o Império do Meio "são infundadas." Em geral, ele é acusado de agravar a dívida da África.

"Esse argumento não se sustenta, se sabemos que os EUA estão endividados em mais de 1000% a França em mais de 150%, de modo que nenhum estado Africano deve mais de 40%. Além disso, é com as dívidas que você pode investir ", Alexis Kalambry contra ataque.

Para o presidente do Mali, o desafio é fazer com que  "África seja Atraente" para atrair o capital de seus filhos que são oferecidos aos outros "numa base competitiva."

De acordo com ele, a solução envolve, entre outros, uma melhor abordagem para questões de governança, a coragem dos bancos africanos para superar suas necessidades de financiamento, relutância a médio e longo prazo, apesar de um excesso de liquidez gritante.

#abidjan.net

Cuba: A informatização da sociedade, um motor da economia.

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Com a presença do membro do Bureau Político e primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel, foi inaugurado o 1º Workshop Nacional sobre Informatização e Segurança Cibernética

Mais de 30% dos profissionais da Informática e as Comunicações se reuniram ao longo do país. Photo:Abel Ernesto

NO contexto do 1º Workshop de Informatização e Segurança Cibernética, inaugurado na quarta-feira, 18 de fevereiro, precisou-se que converter as tecnologias de informação e comunicação (TICs) em um setor de desenvolvimento estratégico para o país é um dos principais desafios em que estão envolvidos especialistas nesta e outras áreas do conhecimento, com a liderança de topo do governo.
Este evento é um passo em frente para o trânsito, no âmbito da tecnologia, rumo a uma maior eficiência na gestão de políticas estatais, do governo e de massa, bem como para alcançar uma melhor qualidade de vida.
A sessão de abertura contou com a presença do primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros e membro do Bureau Político Miguel Díaz-Canel; do primeiro vice-ministro das Forças Armadas e chefe do Estado-Maior Geral, general-de-corpo-de-exército Alvaro Lopez Miera; da vice-presidenta do Conselho de Estado e primeira secretária do Partido em Havana;Mercedes López Acea e de Adel Yzquierdo, primeiro vice-ministro da Economia e Planejamento.
Embora as ações a serem tomadas para o efeito são inúmeras, os especialistas salientaram que Cuba tem cerca de três milhões de usuários com acesso a plataformas institucionais, incluindo redes, e-mail e à Internet.
E significaram a expansão dos serviços da Empresa das Telecomunicações de Cuba, que reúne 2,5 milhões de usuários com telefones celulares, 154 salas de navegação na Internet e mais de meio milhão de clientes com opção de correio eletrônico nos celulares.
Quanto à televisão digital - estendida a Havana, às capitais provinciais e a alguns municípios – soube-se que já mais de 250 mil pessoas aparecem como destinatários do serviço, sendo o principal desafio instalar mais transmissores.
Na sessão de abertura da oficina, realizada em Havana e transmitida juntamente a outros 20 locais em toda a Ilha, também foram apresentados os fundamentos da política para o desenvolvimento da informatização segura no país, as prioridades nacionais, e relataram a criação de uma organização que reunirá todos os profissionais da área: a União de Informáticos de Cuba.
#granma.cu

O Ataque à Caravana da UNITA e a Intolerância Política em Angola.

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Cassongo, vítima da intolerância política, luta pela vida no Hospital de Cafunfo.

Nos cuidados intensivos do Hospital de Cafunfo, um dos membros da UNITA, Cassongo, que se encontravam na caravana automóvel atacada a 16 de Fevereiro continua a lutar pela vida, com uma grave fractura craniana. Ainda não há qualquer reacção oficial à emboscada sofrida pela caravana em Cafunfo (Lunda-Norte), às mãos de elementos identificados como sendo do MPLA e apoiados pela polícia. Do ataque, resultaram 18 feridos da UNITA, uma viatura carbonizada e nove outras danificadas pelos atacantes.
Depois de duas noites internado devido aos ferimentos que sofreu no referido ataque, o secretário para a administração da UNITA no Cuango, João Muambongue, recebeu alta do Hospital de Cafunfo ontem à tarde, Depois , marcado com seis pontos na nuca, ferimentos nos ombros e nas costelas. Celestina Marco também passou dois dias internada, com ferimentos nas costelas e a cara muito inflamada. Ambos regressaram hoje ao hospital para prosseguirem com o tratamento.
O Ataque
Por volta das 7h45, a caravana da UNITA chegou à primeira aldeia da comuna do Luremo, Muacassenha, rumo à sede comunal, onde pretendia realizar a sua actividade política. “Vimos uma barricada na estrada com uma multidão à volta. Afrouxámos a marcha e começámos a ser apedrejados”, conta João Muambongue.
“O secretário do MPLA no Luremo, Lino, estava à frente da multidão, a dirigir o ataque. Ele também atirava pedras”, afirma o secretário da UNITA, acrescentando que alguns dos seus militantes se desdobraram em esforços para proteger os veículos e, na acção, “conseguimos apanhar o secretário do MPLA e um outro elemento do MPLA, que comandavam o ataque”.
A captura dos referidos elementos, segundo João Muambongue, causou a reacção imediata dos efectivos policiais que assistiam ao ataque. “A polícia efectuou disparos contra nós para nos forçar a soltar os membros do MPLA. Largámos o secretário”, continua o interlocutor.
João Muambongue explica terem batido em retirada do local, já com alguns feridos e vidros partidos, mas levando sob custódia um dos militantes do MPLA. “O homem que nós apanhámos levou umas chapadas e uns pontapés e trouxemo-lo para Cafunfo como prova do ataque que sofremos. Entregámo-lo à polícia.”
A Emboscada do Gika
Entretanto, no regresso a Cafunfo, às 11h12, já no Bairro Gika, a caravana viu-se novamente paralisada por uma barricada, controlada por um agente regulador do trânsito, com uma multidão à espera e os agentes policiais a dar-lhe cobertura.
Alguns jovens militantes do MPLA entrevistados pelo Maka Angola foram unânimes em revelar que a representação do MPLA no Luremo alertou, por via telefónica, o soba Manhinga, do Bairro Gika, sobre o seu membro que a UNITA levava sob custódia. “Os homens do Luremo ordenaram-nos que fizéssemos uma barricada no Gika e impedíssemos a passagem da UNITA”, revelou um dos jovens, sob anonimato.
Debaixo de uma chuva de pedras, paus e outros objectos contundentes, as primeiras viaturas furaram o cerco e dirigiram-se à Segunda Esquadra, do Bairro Gika, a uma ligeira distância do local da barricada. O secretário provincial da UNITA, Domingos de Oliveira, procedeu à entrega do homem que tinham capturado no Luremo.
Uma multidão também os havia seguido até à esquadra, em cujo quintalão o soba Manhinga tem a sua residência. Este, de fisga na mão, continuou a dirigir a operação de apedrejamento e a proferir ameaças mesmo diante da polícia, segundo depoimentos de várias testemunhas.
No local do cerco, a situação tornou-se trágica para os que lá ficaram. E aqueles que haviam chegado à polícia regressaram ao ponto da barricada, em solidariedade para com os seus colegas ali bloqueados.

























“O nosso carro [Toyota Hilux de cabine dupla], o que foi queimado (na foto), era o oitavo na caravana. Fomos retirados da viatura e espancados com pedras, na cabeça, na coluna, em todo o corpo. Retiraram-me o rádio de comunicações Motorola, 20000 kwanzas, e espancaram-me até não me poder levantar do chão”, relata a vítima. A viatura transportava 11 passageiros, seis dos quais mulheres.
“O comandante Ngonga, da Esquadra do Bairro Gika, fardado, arrastou-me para me afastar da viatura, chamando-me de bandido e dizendo que nós da UNITA devíamos morrer ali mesmo”, narra João Muambongue. Para desfazer quaisquer equívocos, revela: “O subinspector Ngonga estudou comigo, foi meu colega de turma, por isso não me posso enganar sobre quem ele é.” Aventa a possibilidade de ter sido mais espancado pela população, para além de ter sofrido algumas pedradas de agentes policiais. Afirma, no entanto, que o motorista da viatura carbonizada, que se encontra internado, “foi mesmo torturado pela polícia. Eu estava presente”.
Quando já estava a uma distância segura viu então, de acordo com o seu depoimento, “o secretário da JMPLA do Bairro Gika com um bidon de gasolina, de dez litros, a regar o carro e a incendiá-lo. Eu vi com os meus próprios olhos”.
Numa das fotografias a que o Maka Angola teve acesso, vê-se o comandante da unidade policial do Bala-Bala, inspector-chefe Galeano, a apreciar o incêndio do veículo sentado na sua motorizada.
“Os polícias assistiam ao ataque como se estivessem a ver um jogo de futebol. Só depois nos transportaram, os mais feridos, para a Segunda Esquadra, onde ficámos cerca de meia hora. Depois fomos levados ao hospital”, afirma Muambongue.
Por sua vez, o secretário provincial da UNITA, Domingos Oliveira, que dirigiu a comitiva, disse ao Maka Angola ter informado pessoalmente o administrador municipal do Cuango, no dia anterior, sobre a sua visita ao Luremo. “Era nosso desejo visitar essa comuna por causa da intolerância política que aí se verifica contra a oposição”, explica.
Domingos Oliveira também abordou a questão da viagem com o administrador do Luremo, Lourenço Sahunjo, “que nos garantiu que seríamos recebidos pelo seu adjunto, na comuna, e que a polícia garantiria a ordem e a tranquilidade”.
“A polícia deu protecção aos atacantes. É assim a resolução da intolerância política de que o senhor presidente José Eduardo dos Santos fala nos seus discursos. É essa a estabilidade política que temos no país?”, interroga-se o secretário provincial da Lunda-Norte, que escapou ileso dos ataques.
Por sua vez, o comandante municipal da Polícia Nacional no Cuango, superintendente Celestino Caetano Bravo, concentrou-se, com um forte dispositivo unificado de militares e agentes policiais, num dos principais largos de Cafunfo, junto aos contuários (postos de compra de diamantes) de Didi Kinwana e Baka. Centenas de efectivos da Polícia de Intervenção Rápida (PIR), soldados das FAA e agentes da Polícia Nacional haviam-se desdobrado pelas artérias da vila de Cafunfo, prontos a intervir.
Essa operação respondia às dinâmicas etnolinguísticas que animam as lutas políticas naquela região. A vila de Cafunfo é predominantemente habitado por tchokwés, o principal grupo etnolinguístico da região. Grande parte deste povo, naquela localidade, é considerada rebelde, contrária aos desígnios do poder. O Bairro Gika é dominado por bângalas e considerado o bastião do MPLA em Cafunfo.
Sobre o ataque à caravana da UNITA, Celestino Caetano Bravo negou o envolvimento de militantes do MPLA. “Não foi um ataque dos militantes do MPLA. Não dou entrevistas por telefone. Se quiser falar comigo pode vir ao município”, conclui abruptamente a conversa. Não mais responderia às tentativas de contacto por parte do Maka Angola.
Caça ao Homem no Luremo
No Luremo, vários militantes da UNITA e cidadãos oriundos do sul de Angola, Uíge e Malanje tiveram de refugiar-se no comando da Polícia de Fronteira, na localidade da Curva, onde passaram a noite.
Fontes locais afirmam ter havido ordens para capturar cidadãos oriundos das regiões acima mencionadas, “porque são esses que dão mimos à UNITA”. Um jovem do Uíge, conhecido apenas por Nando, viu a sua cantina ser destruída por uma horda de populares.
Alguns já se encontram deslocados em Cafunfo, onde se sentem mais seguros.
Como demonstram estes lamentáveis acontecimentos, é muito frágil a convivência democrática entre o partido no poder e os partidos da oposição. A tão propalada estabilidade política em Angola pode facilmente resvalar em massacres.






#makaangola.org 



sábado, 21 de fevereiro de 2015

Guiné-Conacri: PNUD, Helen Clark "a estagnação da infecção deve permanecer como a primeira prioridade nos países afectados pelo vírus Ebola".

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Depois de visitar por sete dias a Guiné-Conacri, a Libéria e Serra Leoa, os três países como o epicentro do surto de Ebola nos países da África Ocidental, a administradora do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (UNDP) , lembrou que o imperativo prioritário é para atingir a contenção de infecções. A Helen Clark conversou ao longo da semana passada com ministros, representantes de agências da ONU e parceiros internacionais e se reuniu com membros das comunidades afetadas pela doença nos três países. Ela voltou, profundamente impressionada com o papel essencial que estas comunidades continuam a desempenhar para impedir a propagação do vírus.


"Sem a mobilização e capacitação das comunidades, as mudanças comportamentais necessárias para acabar com o surto de Ebola não teriam ocorrido", disse ela.

A Sra Clark observou que as necessidades significativas tinham surgido na sequência da crise prolongada e seus impactos econômicos e sociais mais amplos.
"Muitas pessoas que não têm acesso a serviços básicos, tais medicamentos que salvam vidas, tais como anti-retrovirais para pessoas que vivem com HIV, as vacinas, cuidados obstétricos e educação. A doença tem gerou um grande número de órfãos e provocou um aumento no número de famílias chefiadas por mulheres. Temos agora de dar prioridade às necessidades dos grupos vulneráveis. As mulheres têm sido particularmente afectadas e esta realidade deve refletir  na resposta atual para Ebola ", disse ela.

"A Secretária-Geral das Nações Unidas mandatatada pelo PNUD para controlar a resposta da Organização e os esforços de recuperação da crise", disse aos repórteres a Sra Clark na conferência de imprensa que ela lhes deu em Freetown ( Sierra Leoa), no final da sua visita.
É importante agora que a comunidade internacional "mantenha o rumo" e manter seu apoio e medidas para controlar a doença e ajudar os países a se recuperarem. A Sra Clark observou que as três reuniões internacionais programadas em Bruxelas, Washington e Nova York ofereceriam aos países em um fórum onde pudessem apresentar as suas necessidades atuais e futuras para que os parceiros pudessem indicar como eles planejariam e continuariam a ajudá-los a lidar com a doença. "Será importante, segundo ela, que o planejamento de recuperação esteja intimamente ligada a programas nacionais de desenvolvimento. »

Durante seu tempo na Serra Leoa, a Sra Helen Clark reuniu com o presidente Ernest Bai Koroma para discutir os importantes esforços ainda necessários para erradicar o Ebola no país, bem como as posições e perspectivas de seu governo em relação à retomada do desenvolvimento após a crise .

Ela também se reuniu com ministros em Freetown, parceiros de desenvolvimento, colegas da ONU e moradores de assentamentos informais nas cidades Cinza Bush e Congo para determinar como eles agiram para evitar a propagação do vírus do Ebola. O PNUD tem apoiado activamente as comunidades e voluntários para aumentar a conscientização sobre as necessidades comportamentais necessárias e para canalizar a ajuda para as pessoas com deficiência.

#www.guineeconakry.info

Crise de Ebola: A Libéria abre as fronteiras por causa da queda de infecção.

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A Libéria vai reabrir suas fronteiras na sequência de uma redução do número de casos de Ebola que está sendo relatado no país.

A Presidente Ellen Johnson Sirleaf fez o anúncio nesta sexta-feira e disse que o toque de recolher em todo o país também seria levantado.

As novas infecções caíram para um décimo do nível visto quando o vírus estava em seu auge.

Mas as autoridades de saúde advertiram o declínio se estabilizou no último mês.

Dr Bruce Aylward da Organização Mundial da Saúde que lidera resposta ao tratamento do Ebola, disse que os dados mostraram que a diminuição acentuada das infecções estava agora achatada, e está a uma taxa de cerca de 120 em 150 novos casos registrados por semana.

"Este é o caso que me mantém acordado à noite no momento", disse Aylward. "Este não é o caso que queremos ver com Ebola."

Mais de 9.300 pessoas morreram desde o surto do vírus no início do ano passado.

No entanto, a Libéria, a Guiné-Conacri e a Serra Leoa se comprometeram a atingir zero infecções com Ebola dentro dos próximos dois meses.

A Libéria foi o país mais atingido pelo surto, mas tem vindo a liderar a recuperação, com apenas dois casos confirmados na semana que antecedeu a 12 de fevereiro. Isso se compara a 74 em Serra Leoa e 52 na Guiné.

Em um comunicado em seu site, a presidente Johnson Sirleaf disse que "os protocolos de saúde" seria para evitar que o vírus que está sendo diagnosticado para além das fronteiras do país, para quando reabrir as fronteiras no domingo.

As fronteiras foram fechadas no ano passado com um toque de recolher durante a noite que foi impostas como parte de estado de emergência.

As Escolas na Libéria também reabriram suas portas nas últimas semanas, em uma tentativa de ajudar o país a voltar à normalidade.

O pessoal recebeu termômetros para medir a temperatura e baldes de água coloridas para os alunos para que eles lavem as mãos.


#africareview.com

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Guiné-Conacri: A sociedade civil ameaça as autoridades de fazer povo sair na rua!

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Na quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015 a sociedade civil guineense realizou uma conferência na Casa da imprensa Coléah depois de ter sido impedida de realizar a sua marcha pacífica e legítima pelas autoridades guineenses. Para este fato de direito, Dansa Kourouma, Presidente de CNOSCG expressa o papel da sociedade civil guineense e fez saber que "eles não estão a cabeça da sociedade civil para compartilhar o bolo, mas para que a constituição guineense seja respeitada. Eu lanço um apelo muito urgente e isso é um aviso que lançamos. Nós não brigamos pela partilha do Bolo, mas contra aqueles que estão desperdiçando o dinheiro público e que está espreitando nas sombras e não está lutando para compartilhamento. Nós só pedimos que os cidadãos guineenses se sintam seguros, que sejam criadas as condições para que possamos sair para trabalhar à noite e alimentar nossas famílias! "


Segundo ele: "A Guiné é o único país onde não há vida noturna, porque as pessoas têm medo. Não existem vias, nem eletricidade, o banditismo e crime chegaram a um nível intolerável. Nós só denunciamos esta prática. Não é o nosso papel. Se persistir, nós vamos desfrutar de todos os poderes que a Constituição nos dá neste país e impor uma nova forma de gerir ... "

O Presidente do CNOSC pediu para que seja revisto o dispositivo antes de proibir qualquer marcha "Peço respeitosamente ao Sr governador de Conakry para rever o seu sistema, nós não teremos muito que aceitar quando ele não está indo bem no país, é a sociedade civil que surgiu para criar as melhores condições para o diálogo entre ele e os oficiais de justiça. Isto é o que lhe permitirá sair pela porta da frente. Portanto, esta é a advertência que lhe é dado, a próxima vez que enviarmos um boletim informativo para uma demonstração e ele se recusa, vamos pedir a todas as pessoas para saírem à rua !!! »
Dansa Kourouma precisou que não é uma ameaça, mas é uma realidade, acrescentou: "Nós somos capazes de fazê-lo. Nosso papel não é para desestabilizar o país, nós arriscamos nossas vidas em 2007, quando o estado de sítio foi levantado, nós nos encontrávamos em condições difíceis. Nós vamos continuar a marcha porque eles não querem nos entender, senão, seriam os partidos políticos que deviam empreender a marcha, mas eles têm outras actividades mais notórias que a marcha que vamos empreender. Faremos um "sit-in" por vários dias perante as instituições, tanto é que, se as soluções não forem encontradas, o "sit-in" não será levantado. Nós não marchamos por qualquer um, mas marchamos pela justiça, e pela unidade nacional! ".

Por: Mariame Sylla
#  GCI 2015 - Guineeconakry.info

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Testes de vacinas contra Ebola devem começar na Sierra Leoa em março.

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Ensaios para determinar a eficácia de uma das várias vacinas contra Ebola em desenvolvimento começará na Serra Leoa, em março, anunciaram  as autoridades nesta terça-feira.

Apelidado de Sierra Leone Ebola Vaccine Evaluation Study (SLEVES), os ensaios serão orientadas para três distritos e da capital, Freetown, compreendendo as áreas do país mais afetadas pela epidemia de Ebola.

Cerca de 6.000 participantes participarão nos ensaios, disse o Dr. Mohamed Samai, reitor da Faculdade de Medicina e Allied Health Sciences da Universidade de Serra Leoa.

O estudo que tinha gerado longo debate no país sobre os potenciais perigos que ela representa.

A vacina chamada rVSVD-EBOV foi desenvolvido pela Agência de Saúde Pública do Canadá e licenciada para os farmacêuticos e de negócios das empresas NewLink e Merck. Experimentos também estão acontecendo no Quênia, Gabão, EUA, Canadá, Alemanha e Suíça.

Mas as autoridades de Serra Leoa anteciparam claramente os problemas para convencer um público altamente cético, e assim começaram a contrariar quaisquer objecções potenciais.

Os Centros dos Estados Unidos para Controle de Diagnósticos (CDC) está financiando o processo em colaboração com o Ministério da Saúde e Saneamento da Universidade da Serra Leoa.

Apresentação nesta terça-feira foi feita inteiramente por funcionários locais que insistiram de que é uma iniciativa local.

"Estamos envolvidos no presente, porque acreditamos na ciência que estamos fazendo. É uma iniciativa local e que todos nós estaremos participando", disse Dr Samai, acrescentando que a vacina pode "sob nenhuma circunstância" provocar Ebola.

Crescente oposição
Além de ceticismo público, que de um modo geral levou à epidemia a ficar fora de controle, os funcionários estão antecipando oposição até mesmo para pessoas de alto perfil.

O ministro da Saúde do país continua a ser um fervoroso opositor e já havia expresso abertamente sua oposição à realização de quaisquer ensaios experimentais de qualquer tratamento com drogas ou vacinas para candidatos durante o período da epidemia. E em agosto passado, um parlamentar protestou contra o uso de serra-leoneses como "cobaias".

"É tudo sobre como salvar vidas", disse o embaixador norte-americano John Hoover na terça-feira, ressaltando o fato de que é uma iniciativa local.

Os ensaios vem em meio a um novo surto do vírus, que teve até agora mostrado sinais fortes de estar sob controle na Serra Leoa, um dos três países mais atingidos.
A vizinha Libéria foi apontada para iniciar os ensaios semelhantes, mas muito maiores do que este mês. Mas, ao contrário da Libéria, a Serra Leoa descartou o uso de placebos, disse o Dr. Samai.

Para a Universidade de Medicina da Serra Leoa, este será o seu maior estudo de sempre, disse o vice-chanceler e Professor Ekundayo Thompson.
Os profissionais de saúde e outros na linha de frente na luta contra a epidemia serão o alvo.

Serra Leoa perdeu 12 médicos, entre centenas de outros profissionais de saúde, para o vírus. Os trabalhadores do hospital e motoristas de ambulância também serão incluídos, mas numa base voluntária.


#africareview.com

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Segunda rodada de conversações Cuba-EUA.

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Em 27 de fevereiro próximo terá lugar em Washington, D.C., uma nova rodada de conversações entre Cuba e os Estados Unidos sobre o restabelecimento das relações diplomáticas.

Metade da riqueza do mundo está nas mãos de 80 pessoas.

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Metade da riqueza do mundo está nas mãos de 80 pessoas. 21668.jpeg

LONDRES/INGLATERRA - Apenas 80 pessoas detêm a mesma riqueza que metade da população mundial, ou 3,5 bilhões de pessoas, aponta relatório DA ONG britânica Oxfam. Os dados, de 2014, mostram um aumento da desigualdade, já que em 2013 eram 85 bilionários.

Por ANTONIO CARLOS LACERDA
Em 2009, o número era de 388. Por outro lado, a parcela do 1% mais rico da população mundial está perto de controlar a maior parte da riqueza global. O grupo detinha 48% de toda a riqueza mundial no ano passado, frente a uma fatia de 44% em 2009.
A previsão da organização é de que a participação deve passar de 50% em 2016. O alerta é direcionado aos participantes do Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça.
"A escala da desigualdade global está simplesmente excessiva. A diferença entre os ricos e os demais está aumentando em velocidade muito rápida", afirmou, em comunicado, a diretora-executiva da Oxfam, Winnie Byanyima.
Segundo a Oxfam, a crescente desigualdade está restringindo a luta contra a pobreza global e que, apesar do tema estar na agenda mundial, as diferenças estão aumentando. Winnie ressaltou que, embora líderes globais como o presidente dos Estados Unidos Barack Obama e a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI) venham defendendo a luta contra a extrema desigualdade econômica mundial, "ainda vemos muitos apenas falando".
"Queremos realmente viver em um mundo onde um por cento é dono de mais do que o resto de nós combinado? Manter os negócios como de costume para a elite não é uma opção sem custos. O fracasso em lidar com a desigualdade vai atrasar a luta contra a pobreza em décadas. Os pobres são atingidos duas vezes com a desigualdade crescente: eles recebem uma fatia menor do bolo econômico e, porque a extrema desigualdade prejudica o crescimento, há um bolo menor para ser compartilhado", disse Winnie.
A Oxfam informou que iria pedir durante o encontro realizado em Davos, este ano, que sejam tomadas atitudes para se lidar com a desigualdade crescente, incluindo a repressão contra a evasão fiscal por corporações e o avanço em direção a um acordo global sobre as mudanças climáticas.
De acordo com o Índice de Bilionários da Bloomberg, os mais ricos do mundo adicionaram US$ 92 bilhões a suas fortunas em 2014. O maior ganhador foi o fundador do site de e-commerce chinês Alibaba, Jack Ma, ao lado de outros ganhadores, como o megainvestidor Warren Buffett e o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg.

ANTONIO CARLOS LACERDA é Correspondente Internacional do PRAVDA.RU
 #pravda.ru

No Brasil, só 32% da população confiam no Judiciário e 33% na Polícia.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

No Brasil, só 32% da população confiam no Judiciário e 33% na Polícia. 21665.jpeg

BRASILIA/BRASIL - No Brasil, a desconfiança da população diante das instituições públicas do País faz com que 81% dos brasileiros concordem com a afirmação de que é "fácil" desobedecer as leis. O mesmo porcentual de pessoas também tem a percepção de que, sempre que possível, as pessoas escolhem "dar um jeitinho" no lugar de seguir as leis.
Por ANTONIO CARLOS LACERDA
Os dados são de uma pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas para o Fórum Brasileiro de Segurança Pública e revelam ainda que 32% da população confia no Poder Judiciário. Já a confiança na polícia fica um ponto porcentual acima, com 33%. Apesar de baixos, esses índices já foram menores - 29% e 31% respectivamente - em pesquisa anterior.
O levantamento mostra ainda que a ruptura entre os cidadãos e as instituições públicas ligadas à Justiça leva 57% da população a acreditar que "há poucos motivos para seguir as leis do Brasil", segundo o levantamento. Isso está relacionado à desconfiança que as pessoas têm no comprimento das leis.
O Índice de Confiança na Justiça Brasileira (ICJBrasil) está em sua 8ª edição. Ele faz parte do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. A pesquisa ouviu 7,1 mil pessoas em oito Estados, de abril de 2013 a março de 2014. Elas foram convidadas a assinalar desde "discordo muito" a "concordo muito" nas afirmações propostas.
O levantamento mostra ainda que a ruptura entre os cidadãos e as instituições públicas ligadas à Justiça leva 57% da população a acreditar que "há poucos motivos para seguir as leis do Brasil", segundo o levantamento. Isso está relacionado à desconfiança que as pessoas têm no comprimento das leis.
O Índice de Confiança na Justiça Brasileira (ICJBrasil) está em sua 8ª edição. Ele faz parte do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. A pesquisa ouviu 7,1 mil pessoas em oito Estados, de abril de 2013 a março de 2014. Elas foram convidadas a assinalar desde "discordo muito" a "concordo muito" nas afirmações propostas.
Os moradores do Distrito Federal, por exemplo, foram os que mais disseram acreditar na saída do "jeitinho" como regra nas relações. No total, 84% dos brasilienses disseram concordar ou concordar muito com a afirmação. Quem menos acredita no desrespeito às regras são os baianos, mas ainda assim, a porcentagem é alta: 71% deles responderam que concordavam com a percepção de que todos dão "um jeitinho", sempre.
A pesquisa também fez um corte por renda. E, quanto maior o rendimento da pessoa, mais alta é a sensação de que as leis não são cumpridas. De acordo com o estudo, 69% dos entrevistados que ganham até um salário mínimo concordaram que o "jeitinho" é a regra, porcentual que cresce para 86% na população que ganha mais de oito salários mínimos.
Já sobre a polícia, a renda não influencia a má avaliação. Entre as pessoas que ganham até um salário mínimo, 52% concordam que "a maioria dos policiais é honesta". Para quem ganha oito salários ou mais, o porcentual é de 50%.
No entanto, nem Justiça nem polícia são bem avaliadas. Se a polícia faz algo muito errado, isso reflete rapidamente na população, na confiança que se tem da polícia. No Judiciário, como as coisas são muito mais demoradas, esse erro demora mais, não tem reflexo imediato na confiança.
A impunidade faz com que as pessoas também passem a desafiar as leis. Se não tem punição para dar exemplo e fiscalização a sensação para quem faz algo errado é de que nada vai acontecer.
ANTONIO CARLOS LACERDA é Correspondente Internacional do PRAVDA.RU
 #pravda.ru

Senegal: Karim Wade risco de sete anos de prisão e mais de € 380 milhões de euros de multa.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Karim
© Diasporas-News par DR 
Karim Wade

Dakar  - A promotoria pediu esta terça-feira sete anos de prisão e mais de € 380 milhões em multa contra Karim Wade, filho e ex-ministro do ex-presidente senegalês Abdoulaye Wade, perante um tribunal anti-corrupção senegalês que também o condenou por "Cúmplices".

Cheikh Tidiane Mara, Procurador do Tribunal de repressão de enriquecimento ilícito (CREI, um tribunal especial) solicitou "sete anos de prisão, 250 bilhões de francos CFA de multa" (mais de 380 milhões de euros) contra Karim Wade e aplicação do artigo 34 do Código Penal senegalês, que prevê a proibição de direitos civis de um réu condenado, segundo jornalistas da AFP.

Ele também pediu o confisco de propriedade do Sr. Wade, que foi acusado de "enriquecimento ilícito e corrupção."

Karim Wade, de 38 anos sob custódia desde abril de 2013, é acusado de ilegalmente ter adquirido 178 milhões por meio de acordos financeiros complexos a partir do período que ele era ministro conselheiro do "céu e da terra" de seu pai que dirigiu o Senegal de 2000-2012.

Seus ativos incluem, de acordo com a acusação, os ativos imobiliários, empresas no Senegal e no exterior, contas bancárias e carros.

Segundo a defesa, o património que é de cerca de dois milhões, que ele ganhou principalmente quando ele era comerciante na Europa antes de trabalhar com o seu pai.

A acusação foi proferida na ausência de Karim Wade e seus advogados, que já não assistem às audiências do CREI desde meados de janeiro para reivindicar seus direitos.

"Não há nenhuma possibilidade de que ele (Karim Wade) escapa com convicção", disse nesta terça-feira o procurador-adjunto do CREI, Felix Antoine Diome.

- "Processo de "má governação" -

"Esse julgamento é um dos da má governação e o acusado Karim Wade é a expressão mais completa", disse um advogado do estado de Senegal  na segunda-feira, Sr. Moussa Sow Felix, o primeiro dia da articulação dos advogados.

"Karim Wade, embora seu nome não aparece claramente na maioria dos casos (os bens que lhe são atribuídos) tem um papel preponderante " na má governação do Senegal", enquanto seu pai estava no poder, referiu o Sr. Simon Ndiaye, outro advogado no Estado do Senegal.

Karim Wade está em julgamento desde 31 de julho de 2014, com uma dúzia de réus, "os indicados e cúmplices" de seu suposto enriquecimento ilícito, cinco dos quais estão "foragidos" e para os quais o Tribunal solicitou penas que vão de quatro a dez anos de prisão.

- Uma centena de testemunhas -

Este julgamento já viu depois de sua abertura passar quase uma centena de testemunhas.

O ex-Presidente senegalês, Abdoulaye Wade, que completa em breve 89 anos, disse em 4 de fevereiro, em um comício em Dakar, estar "disposto a dar" a "sua vida" para evitar a condenação de seu filho.

Ele acredita que o processo contra seu filho é "político" e é motivado pela vontade do presidente Macky Sall para impedi-lo de concorrer na eleição presidencial marcada para 2017.

Várias manifestações foram dispersas pela polícia, mas foram recentemente organizadas em Dakar por uma coalizão de oposição para exigir a libertação do ex-ministro.

Os defensores e advogados de Karim Wade também acusaram regularmente o presidente Sall de querer a condenação para evitar a corrida para a eleição presidencial de 2017, o que o poder tem defendido.

Chegou ao poder em março de 2012 o Presidente Sall e reativou o CREI, um tribunal criado pelo ex-presidente Abdou Diouf (1981-2000).

Muitos responsáveis do ex-poder são perseguidos no âmbito desta caçada por supostos bens ilícitos. Pelo menos dois deles estão atualmente na prisão, enquanto vários outros, incluindo ex-ministros, são proibidos durante vários meses para deixar o país.

str-mrb / sba

# abidjan.net

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