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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

quarta-feira, 4 de março de 2015

Governo guineense recebe apoio financeiro da UE superior a 100 milhões de euros.

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União Europeia vai ajudar o governo guineense (fotorgafia de arquivo)

O governo da Guiné-Bissau vai receber um apoio financeiro na ordem dos 105 milhões de euros por parte da União Europeia (UE). Esta ajuda é válida para os próximos cinco anos.

«O processo eleitoral de 2014, bem como a tomada de posse das autoridades legítimas permitiram o regresso à normalidade democrática e constitucional e, assim, abriram caminho para a normalização das relações e do diálogo político entre a União Europeia e a Guiné-Bissau», pode ler-se num comunicado da delegação da UE em Bissau.

#abola.pt

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Guiné-Bissau conta com o apoio de Cabo Verde na área da governação electrónica

A Guiné-Bissau conta com o apoio de Cabo Verde para desenvolver projectos sobre a governação electrónica, disse esta quarta-feira, 04 de março, o presidente da Assembleia Nacional Popular daquele país, Cipriano Cassamá. Para este responsável a governação electrónica é “muito bem estruturada e implementada” no nosso arquipélago.

Segundo Cassamá, que falava após um encontro de trabalho com dirigentes do Núcleo Operacional para a Sociedade e Informação (NOSI), o sistema desenvolvido pelo arquipélago é inédito na sub-região. Por isso o seu país pretende cooperar com Cabo Verde para desenvolver algumas acções neste sector, que “é muito importante para o seu país”.
Recorda-se que o presidente da Assembleia Nacional Popular da Guiné Bissau, Cipriano Cassamá, está em Cabo Verde onde cumpre uma visita de quatro dias na qual quer reforçar a amizade e ainda relançar a cooperação institucional entre os parlamentos entre os dois países irmãos.
Ainda esta quarta-feira Cassamá foi conhecer o Centro de Energias Renováveis, Parque Solar, e a Escola de Hotelaria e Turismo de Cabo Verde. Esta quinta, último dia da sua estada no arquipélago, será recebido pelo primeiro-ministro, José Maria Neves, e pelo Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca.Também vai assinar o programa de cooperação parlamentar entre as assembleias nacionais dos dois países com o seu homólogo Basílio Ramos.
#http://asemana.sapo.cv/

Guerra contra o Boko Haram: Idriss Déby desafia Abubakar Shekau Chad (613).

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Le président tchadien Idriss Déby Itno à Alger, le 27 décembre 2014.
Presidente do Chade, Idriss Deby em Argel, em 27 de Dezembro de 2014. © AFP

O Presidente do Chade, Idriss Déby, desfrutou de uma visita de trabalho do seu homólogo do Níger, Mahamadou Issoufou, nesta quarta-feira em N'Djamena para lançar uma mensagem para Abubakar Shekau. O líder do Boko Haram tem que se render ou ele será eliminado.

A mensagem de Déby para Shekau
O líder do Boko Haram, Abubakar Shekau, "está intimado a se render, nós sabemos onde ele está. Se ele se recusa a render, ele vai sofrer o mesmo destino que seus companheiros", disse nesta quarta - feira, 4 de março, o Chefe de "Estado do Chade, Idriss Déby, numa conferência de imprensa conjunta com o seu homólogo nigeriano Mahamadou Issoufou, em visita de trabalho a N'Djamena ". Shekau fugiu de Dikwa durante os recentes combates entre o exército e os rebeldes do Chade em 17 de fevereiro, ele continuou.

O comunicação do Boko Haram na era da "rede"?
"Vamos ganhar a guerra e nós estamos indo para destruir o Boko Haram ao contrário do que visa a crença de alguns meios de comunicação. As forças do Chade e da Nigéria continuarão a sua missão de colocar um fim definitivo para esta nebulosidade", disse Deby.
E de lançar: "Chegou a hora para todos os muçulmanos do Chad, do Níger e de outros para revelar e lidar com o chamado terrorismo islâmico devemos lidar com esses criminosos que estão destruindo nossa bela religião ".
"Idriss Déby, os reis de África (...) Eu vos desafio a me atacar agora. Eu estou pronto", disse Shekau no final de janeiro, ao chefe de Estado do Chade.

Duas mortes do lado nigeriano
Se a ofensiva chadiana dá bons frutos, os elementos do Boko Haram continuam a aparecer ameaçadores. Dois soldados nigerianos foram mortos e um terceiro ferido pela explosão de uma bomba por controle remoto na fronteira com a Nigéria.

Ataque mortal no Níger em uma ilha no lago Chadiano
"Temos perseguido e mortos ambos os lutadores responsáveis ​​por este ataque", perto de uma ponte sobre o rio Kamadougou, disse um oficial nigeriano.
Esta é a primeira vez que o exército diz que ele foi atacado por uma máquina remotamente ativado a partir do Níger. O Chade, Camarões e a Nigéria lançaram uma operação conjunta contra a seita islâmica.

O homem-bomba não era um só
Na Nigéria, o medo de ataques de Boko Haram ainda está presente. A polícia disse nesta quarta-feira que a jovem linchado até a morte por uma multidão nas ruas em 01 de março na cidade de Bauchi (Nordeste) não era uma suicida que estava prestes a cometer um ataque para o grupo islâmico, mas uma mulher com uma doença mental.
A vítima, cujo nome era Thabita Haruna e tinha 33 anos de acordo com informações fornecidas pela mãe, foi espancada até a morte e queimada no domingo, depois de se recusar a submeter a uma verificação de segurança em uma entrada mercado.

O Boko Haram, táticas de Butcher
"Todas as nossas pesquisas mostram que esta mulher estava sofrendo de uma doença mental e que ela não tinha a intenção de cometer suicídio", disse o porta-voz da polícia estadual em Bauchi,

Mohammed Haruna .
"As leis existem, de modo que os atacantes não teriam feito justiça pelas próprias mãos. Eles mataram e queimaram a minha filha", disse a mãe da vítima, Raabe Haruna.

# jeuneafrique (Com AFP)




terça-feira, 3 de março de 2015

Guiné-Bissau : M. Vaz assume alimentação Hospital de Cumura.

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O Presidente da República entregou quinta-feira um Cheque no valor de Nove Milhões de francos cfa ao Responsável do Hospital de Cumura.
O dinheiro é destinado às despesas de seis meses de alimentação dos doentes internados naquele centro hospitalar situado a cerca de 21 quilómetros de Bissau.
O Presidente, José Mário Vaz, decidiu apoiar o Hospital depois de um jantar que ofereceu a Missão Médica parceira da Fundação Ricardo Sanhá que se encontrava em Missão Humanitária no Hospital e Cumura e outros centros do interior da Guiné.
Durante o jantar, o Chefe do Estado ouviu do Frei Armando Cossa Responsável da Missão Católica de Cumura, como funciona o hospital,as dificuldades e quem são os benfeitores.
Sensibilizado com o nível de organização do hospital, da procura e dos tratamentos dados aos doentes, o Presidente decidiu ir no dia seguinte para um almoço com doentes internados.
E foi ali que anunciou em crioulo o seu compromisso em garantir alimentação dos doentes internados enquanto estiver no poder.
 " Vou entregar ao Bispo um cheque de nove milhões de francos cfa.
Enquanto eu estiver como Presidente da República a refeição de um milhão e meio está garantido até eu sair do poder na Guiné-Bissau".
"Por ser Presidente da República, Presidente de todos os guineenses estes doentes são meus doentes,são meus filhos porque me escolheram para ser Presidente",assegurou o Chefe do Estado.
Mensalmente a Direcção do Hospital gasta 1 milhão e meio de francos cfa,cerca de 2 mil e 400 euros. A partir de agora essa despesa vai ser acarretada pelo Presidente da República que vai disponibilizar 1 milhão de cfa e o Gabinete da Primeira Dama,Rosa Vaz vai afectar 500 mil fcfa.
O Hospital de Cumura foi construído por Dom Settímio Arturo Ferrazzetta,1º Bispo de Bissau, para o Tratamento dos doentes de Lepra.
Mais tarde com o crescimento da população em Cumura, o  Hospital alargou as áreas de serviço, tratando todas as patologias.
Indira Correia Baldé, em Bissau
#http://pt.radiovaticana.va

Empresários cabo-verdianos à procura de oportunidades de negócio na Guiné-Bissau.

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Empresários cabo-verdianos chegam esta quarta-feira à Guiné-Bissau

Um grupo de 80 empresários cabo-verdianos desloca-se esta quarta-feira a Guiné-Bissau, numa missão que visa avaliar oportunidades de negócios e estabelecer parcerias a classe empresarial guineense.

Esta missão empresarial tem também como objetivo reforçar as relações bilaterais e comerciais entre os dois países lusófonos.

Durante a sua estada de quatro dias na Guiné-Bissau, a missão terá encontros com empresários guineenses, bem como visitas a pontos de interesse empresarial.

Energias renováveis, saúde, educação, formação profissional, ensino superior, turismo, pescas, reforma do Estado, modernização da Administração Pública e Previdência Social são algumas das áreas que os dois governos querem ver reforçadas as relações de cooperação.
Daniel Almeida, Cabo Verde
#abola.pt

Sengal: Palestras em Dubai - Como o Presidente Macky Sall mantem os Emirados em Dakar.

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Os Emirados queriam bem suspender a sua companhia aérea com vôos entre Dakar-Dubai no próximo dia 27 de março, apesar da negação do Ministro do Turismo e de transportes aéreos, Abdoulaye Sarr Diouf.

De acordo com o “Libération” o presidente da República, Macky Sall, teria enviado uma missão para Dubai para salvar os males entendidos. Por que as autoridades dos Emirados Árabes Unidos estão dotados dos melhores sentimentos.

O presidente, de fato, deapachou para lá os seus ministros Amadou Bâ, Abdoulaye Diouf Sarr, Diène Farba Sarr e seu Director de gabinete Makhtar Cisse. Um resultado positivo é esperado. E para mostrar a sua boa-fé, os Emirados lançaram ontem o seu sistema de reservas que suspenderam por duas semanas, em preparação para a sua retirada.

De acordo com o "Liberation", Emirates teriam julgado o comportamento como inaceitável da Agência Nacional de Aviação Civil do Senegal (Anacim). Enquanto que a França assegura até lá a manutenção para aeronaves dessa companhia, o Anacim queria impor unilateralmente ... Ahs. Mas a companhia aérea dos Emirados, uma das melhores empresas do mundo, estimou que Ahs não tem as permissões necessárias para fornecer tal serviço. Os líderes desta empresa haviam deixado claro para o Anacim que eles não tinham a intenção de dar cumprimento à presente decisão. E enquanto o Anacim se mantiver preso a sua posição, os Emirados acabarão por decidir retirar-se de Dakar.

#seneweb.com

Curtas notícias da Guiné-Bissau.

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PAIGCS preocupado com desavenças entre os três principais dirigentes políticos
Domingos Simões Pereira, primeiro-ministro da Guiné-Bissau

O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, no poder), vai juntar à mesma mesa o Presidente da República, José Mário Vaz, o líder do parlamento, Cipriano Cassamá e o primeiro-ministro Domingos Simões Pereira, para um esclarecimento sobre os motivos das alegadas desavenças entre os três.

A informação sobre este encontro, cuja data não foi revelada, foi avançada por fonte da direção PAIGC e é uma das principais conclusões da reunião política que decorreu ontem, sábado, 28 de fevereiro, em Bissau.

Os veteranos do partido auscultaram individualmente José Mário Vaz, Cipriano Cassamá e Domingos SimõesPereira, para saber se as alegadas desavenças entre os três têm fundamento ou não e quais os motivos.

Após estas diligências, os veteranos do PAIGC, que se manifestaram «preocupados com a falta de sintonia entre principais dirigentes políticos», auscultaram os 91 membros do ´bureau´ político, que, por sua vez, sugeriram um encontro entre as partes.

«A ideia é juntar os três numa mesa redonda para esclarecer os eventuais mal entendidos que possam existir», assinalou a mesma fonte da direção do PAIGC.
A Redação

Corrida para liderança da Câmara do Comércio anima a Guiné-Bissau.
Uma das candidaturas à Câmara do Comércio foi apresentada em Bissau (fotografia de arquivo)

Já se mexem as eleições para a liderança da Câmara do Comercio da Guiné-Bissau, uma das mais importantes organizações da sociedade civil do país.

As eleições ainda não têm uma data marcada mas deverão ter lugar, impreterivelmente, no mês de Março para que a nova direcção possa entrar em funções em Abril, indicou uma fonte da organização.
Este sábado, dois empresários, que se assumem como homens de ruptura com o passado, os empresários Mama Saliu Lamba e Braima Canté lançaram publicamente as suas candidaturas em comícios que mais se assemelhavam às campanhas político-partidárias tal era o entusiasmo e número de apoiantes num lado e noutro.

Mama Saliu Lamba apresentou a sua candidatura em Bissau e Braima Canté na vila de Safim, nos arredores da capital guineense. Perante apoiantes entusiastas, Saliu Lamba (empresário do sector dos combustíveis) e Braima Canté (que se dedica ao comercio da castanha do caju), prometeram, cada um à sua maneira, mudar a Câmara do Comércio, Industria, Agricultura e Servicos (CCIAS) a partir das próximas eleições.

Lamba, actual vice-presidente da CCIAS para as relações internacionais, disse que vai introduzir «a cultura de prestação de contas e afastar a Câmara do Comercio do jogo político», numa referência directa ao actual presidente da organização, Braima Camara, que é deputado ao Parlamento e um dos conselheiros do Presidente guineense, José Mario Vaz.

Braiam Canté prometeu fazer da CCIAS «uma instituição forte, dinâmica e unificadora de todo sector privado» para que possa ajudar no desenvolvimento do país.

Na liderança da Câmara do Comércio guineense há 11 anos, Braima Camara, empresário que também se dedica ao negócio da castanha do caju (principal produto de exportação da Guiné-Bissau) e dono de um conhecido hotel de Bissau, ainda não assumiu oficialmente a recandidatura a um terceiro mandatado, mas fontes que lhe são próximas garantem que deve avançar nos próximos dias.
Mussa Baldé, Guiné-Bissau
#abola.pt

Gâmbia: Os jogos de azar e outros proibidos (Oficial).

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Presidente Gambiano - Sr. Yahya Jammeh

As Autoridades gambianas emitiram um comunicado à imprensa anunciando nesta segunda-feira a proibição de qualquer forma de atividades como jogos de azar "jogos a dinheiro", com efeito imediato em todo o território gambiano.
Portanto, o Estado ordenou a cessação imediata das actividades de loteria, casinos e outras formas de jogos de azar no país.
"A sociedade gambiana foi construída com base na promoção de valores sociais positivos, como poupança e integridade em vez de ganância e avareza que são valores negativos.

Por isso, é dever do governo gambiano proteger e promover o bem-estar dos seus cidadãos ", diz o comunicado.

Segundo o comunicado, o alarmante número de pessoas, incluindo crianças que fugiram da escola para se envolver nessas práticas, justifica esta proibição. A outra razão é que alguns chefes de famílias gastam seu dinheiro em paris, privando as despesas para as suas famílias, segundo o comunicado.

Nos últimos anos, a Gâmbia tem visto a criação de muitas empresas de PMU no país, Entre eles o Primeiro Jogo e Companhia de Lotto na África Ocidental.

Assinatura: APA

#seneweb.com

segunda-feira, 2 de março de 2015

Hifikepunye Pohamba ganha Prémio Mo Ibrahim de 2.014.

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Hifikepunye Pohamba da Namíbia. FOTO | ARQUIVO.

O Presidente reformado da Namíbia Hifikepunye Pohamba foi nomeado o vencedor do Prémio Mo Ibrahim de 2014  pelo Sucesso na Liderança Africana.

Sr Pohamba foi declarado o vencedor do prêmio em uma conferência de imprensa em Nairobi.

Ao anunciar o vencedor, o presidente do Comitê do Prêmio, o Sr. Salim Ahmed Salim, disse:

"O foco do Presidente Pohamba em forjar a coesão nacional e a reconciliação e o seu papel-chave na consolidação da democracia e do desenvolvimento social e econômico da Namíbia impressionaram o Comitê do Prêmio. Sua capacidade de comandar e a confiança de seu povo é um exemplo. Durante década de seu mandato presidencial, ele demonstrou liderança com voz e sabedoria. Ao mesmo tempo, ele manteve sua humildade no exercício do cargo Presidencial. "

Sr. Salim elogiou o compromisso do Presidente Pohamba pela democracia e governança.

"Durante década da Presidência de Hifikepunye Pohamba, sua reputação na Namíbia foi cimentada como um bom governante, consolidar a democracia estável e inclusiva com forte liberdade e respeito pelos direitos humanos e a mídia."

O Laureado do premio Ibrahim foi selecionado por um Comité do Prémio independente, composto por sete pessoas eminentes.

O Comitê do Prêmio avalia democraticamente os antigos Chefes de Estado ou de Governo de países africanos que exerceram o seu mandato dentro dos limites fixados pela constituição do seu país e ter deixado o cargo nos últimos três anos.

O Prémio Ibrahim é um prêmio avaliado em $ 5 milhões de dólares e pagos há mais de 10 anos e 200 mil dólares americanos anualmente para o resto da vida.

A Fundação Mo Ibrahim considera a concessão de mais US $ 200.000 por ano por um período de 10 anos para atividades de interesse público e boas causas defendidas pelos laureados de Ibrahim.

#africareview.com

"O meu coração bate pela Guiné-Bissau" - Cínzia D'Auria.

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Cinzia D’Auria, antropóloga italiana, é uma frequentadora da África e da sua cultura, sobre a qual procura lançar um olhar diferente daquela a que a Antropologia clássica nos habituou: a de ver as culturas dos outros como simples objectos de estudo. É com esse olhar diferente, isto é, com uma atitude interactiva em relação às culturas africanas que tem vindo a colaborar com Filomeno Lopes em projectos de educação para uma visão crítica das realidades sócio-culturais. E isto através de imagens e música, unidas em documentários audio-visuais. Um projecto que já a levou várias vezes à Guiné-Bissau, País pelo qual bate o seu coração - disse na rubrica "África.Vozes Femininas" 
Há vários anos que, eu Dulce Araújo, me cruzo com a Cinzia D’Auria na nossa Redacção. Ela saúda sempre com um sorriso e um ar muito tranquilo. Senta-se e espera um momentinho para falar com o Filomeno acerca dos projectos que levam avante conjuntamente.
Então, para além de ter já visto alguns documentários por ela realizados, lembrei-me de a convidar a falar da sua visão da África neste espaço dominical sobre as mulheres. Ela preferiu falar em italiano, pois que não se sente ainda muito à vontade no português ou mesmo no crioulo que, no entanto, compreende um pouco.
Cínzia começou por nos dizer que é formada em Ciências Sociais com orientação antropológica e que sempre sentiu o desejo de estudar outras culturas e de romper com essa série de estereótipos sobre a África, sobretudo, que é muitas vezes apresentada como uma África indigente, incapaz de resolver os seus problemas sózinha. Algo que sempre a perturbou imenso:
 “Essa visão sempre me perturbou de algum modo, porque não conseguia aceitar que um Continente tão rico em termos de identidade e de tradições fosse representado de forma tão negativa no imaginário ocidental, europeu. Daí nasceu, portanto, uma sede de justiça social no sentido de querer dar uma visão da África diferente daquela que tinha recebido dos estudos antropológicos; África e não só, porque os meus estudos eram ligados a povos indígenas, todos aqueles povos que eram sempre considerados à margem da história europeia e ocidental”.
Terminados os estudos, Cínzia passou a usar a câmara de filmar e a máquina fotográfica para procurar transmitir uma visão diferente da África. Foi assim que realizou um documentário sobre a religião Vudu, típica de alguns países africanos, como o Benin, o Togo, e foi apresentando esse filme num Festival que conheceu o Filomeno Lopes:
“O encontro com o Filomeno aconteceu num festival de cinema em que tinham seleccionado um documentário que eu tinha realizado sobre a África (Togo e Benin) através do qual tinha procurado dar uma visão diferente da África em relação ao Vudu, religião tradicional”
Já fazias, portanto, documentários como forma de expressão?!
“Sim, sim, digamos que o meu endereço de estudos foi Antropologia  da Comunicação Visual e sempre utilizei a imagem, o documentário para interpretar as outras culturas porque a imagem é uma forma de comunicação muito mais directa e imediata”
Uma sintonia de ideias e abordagens da cultura africana entre a Cínzia e o Filomeno que acabou por dar vida a uma relação de trabalho criativo. Ele com a música, ela com o documentário fílmico. Uma união de dois instrumentos pedagógicos num só, para formar, estimular as pessoas a reflectir criticamente, um instrumento que Cínzia considera mais adequado porque toca o âmago das pessoas e apazigua mesmo as formas de conflitualidade que podem assim ser colocadas com normalidade em forma de debates.
“A partir disso assumimos juntos esse desafio realizando, por um lado, uma série de documentários que enfrentam temáticas diferentes, entre os quais documentário sobre a liderança: que liderança para a África de hoje?, e outros sobre a importância da memória histórica para  a África (e não só) para se poder empreender o caminho em direcção ao Renascimento africano. E com a realização desses documentários empreendemos uma espécie de caminho, mesmo na Guiné-Bissau, caminho que nos levou a diversos lugares da memória histórica da Guiné-Bissau, entre os quais Cassaká, Ponte Balana, Cacheu, etc.
Projectamos o documentário, fizemos um concerto e, depois houve debate com as pessoas localmente. E devo dizer que isto deu lugar a momentos de grande entusiasmo, de grande interesse porque constatamos que realmente  o método que estamos a adoptar e que, na realidade, é um método experimental, tinha suscitado muito interesse e todos participaram activamente e de algum modo tinha-se criado um diálogo, um pouco à maneira tradicional da África, do Djemberém, e todos eram levados a procurar resolver as situações conflituais para empreender um caminho em direcção a um futuro de paz e reconciliação”
Esta colaboração com o Filomeno já levou a Cínzia várias vezes à Guiné-Bissau e desde o início teve uma impressão positiva do país:
“A impressão na Guiné-Bissau foi inicialmente muito forte.  O que mais me tocou foi a relação com as pessoas, no sentido de que estavam muito motivadas. E o que notava é que deviam ser, de algum modo,  estimuladas. Era necessário um desafio cultural que pudesse dar a possibilidade de fazer emergir as potencialidades que parecem estar adormecidas. Mas havia uma grande força, uma grande vontade de mudança e, por isso, achei que é preciso dar instrumentos que orientem essas mudanças em direcção ao Renascimento africano. Mesmo na Universidade "Colinas do Boé", onde projectamos os documentários, os estudantes participaram activamente e faziam muitas perguntas que serviam a eles próprios para um crescimento interior e para compreender melhor seja o próprio país seja a relação com outros países”.
Cínzia já visitou vários países da África: Benin, Togo, Mali, Etiópia, e através da Associação italiana Zoé, de que é membro, faz outros trabalhos sobre os países do Sul do mundo, mas o seu coração está mais virado para a Guiné-Bissau…
“Na realidade o meu coração está com a Guiné-Bissau porque se trata de um projecto, a meu ver, muito importante no sentido de que trabalha sobre a cultura, a formação e  são na minha opinião os projectos mais difíceis porque requerem muito tempo antes que se chegue a uma solução; é uma procura continua”.
Como foi a passagem dos livros para a realidade?
“Digamos que os textos da Universidade inicialmente eram sobre a Antropologia clássica que me deixava muito perplexa porque davam noções ligadas à tradição colonial; então procurei seguir caminhos que na gíria são identificados como a nova antropologia cultural que procura dar uma visão completamente diferente não só da África, mas também doutros países; enquanto que a Antropologia clássica tendia a considerar as culturas como objecto de estudo; eu não conseguia aceitar isso porque objecto significa coisificar  o que estás a estudar, quando na realidade o que acontece é uma troca contínua de emoções e sentimentos. Daí esse reinventar a Antropologia, estas novas vias, segundo as quais o antropólogo não deve estudar o objecto, mas deve interpretar através duma comunicação dialógica com as outras culturas. Disso nasceu, portanto a necessidade de adoptar uma metodologia diferente e de ter uma definição diferente do conceito de identidade que não seja algo fixo, imutável, como faz crer a Antropologia clássica, mas algo constantemente em mutação e transformação. Daí uma concepção diferente também da História, quer dizer a própria África era considera um continente sem história e nisto a filosofia de Hegel teve uma notável influência. Portanto, procurei  aplicar essas novas teorias da Antropologia à realidade concreta da Guiné-Bissau. E é verdade que a África, a própria Guiné-Bissau, é um cruzamento de culturas e identidades, e não se pode pensar numa identidade fixa, imutável e pretender preservá-la como tal. Isto seria um fechamento que levaria a uma negação da própria cultura. O projecto empreendido com o Filomeno é, no fundo, uma demonstração prática, no terreno, destas novas vias da Antropologia, vias que me levaram a fazer uso de instrumentos como a câmara de filmar ou a máquina fotográfica para poder entrar em contacto com outras culturas e fazer referência àqueles elementos da pessoa que são a emoção… e que na Antropologia clássica eram eliminadas porque – dizia-se – podiam falsificar a objectividades da cultura… Mas estes elementos entram todos em jogo e dão a possibilidade poder acolher aqueles elementos mais profundos de uma cultura para a poder compreender na sua profundidade”.
E a Antropologia como ciência mudou neste sentido que está a dizer ou antropólogos como tu que vão nesta linha são de algum modo marginais?
“Digamos que infelizmente, na Itália, a Antropologia é ainda de tipo tradicional. É difícil encontrar pessoas ou professores que tendem a seguir um novo caminho. Com efeito, esta nova linha é de antropólogos como Cliford, Marcus… que são antropólogos dos Estados Unidos. Por conseguinte, diria que, por um lado, (e é uma crítica que faço à Universidade) é mais fácil permanecer ancorados nos velhos conhecimentos do que elaborar novos que, no entanto, levam a uma maior abertura em relação aos outros povos e podem até ajudar na identificação de possíveis soluções para aquilo que é o problema das migrações que temos vindo a enfrentar nos últimos anos. Isto para dizer que algumas pessoas conseguem seguir aquilo que é  a nova antropologia, mas a tendência, infelizmente, na minha opinião, é a de seguir a antropologia clássica. É um trabalho mais pessoal, isso de abrir novos caminhos que, de forma experimental, dêem a possibilidade de ter uma leitura diferente daquele que é a realidade actual”.
Com o Filomeno colaboras há cerca de 10 anos nestes projectos de educação na Guiné-Bissau. Já se vêem resultados?
“Digamos que o trabalho é longo. Sim, nota-se uma maior disponibilidade e muitas vezes nos pedem para ir realizar esses encontros de reflexão. Devo dizer que desde a primeira vez que estive na Guiné-Bissau tenho notado mudanças positivas em termos de disponibilidade tanto das pessoas como de instituições… Tudo isso tendo em conta que no arco de 10 anos houve diversos golpes de Estado, de modo que da última vez que estivem lá, em 2013 vi ainda muito mais disponibilidade das pessoas à mudança e isto encheu-me de alegria, pois quer dizer que as coisas estão a mudar realmente e que há vontade interna de mudar, de chegar a uma cultura de paz, de reconciliação no país. Devagar, devagar grandes passos estão, portanto, a ser dados. E nós procuramos no nosso pequeno continuar com esses encontros para estimular as pessoas a reflectir e a desenvolver o sentido crítico em relação às problemáticas do país…
“Através do documentário são tratados temas como a liderança. Ao mesmo tempo, mesmo na canção há uma série de palavras que se referem à liderança ou à história da Guiné-Bissau. Daí se desenvolve depois o debate e nascem perguntas, as pessoas se interrogam sobre porque é que aquilo que foram os princípios, os valores, por ex. de um líder como A. Cabral não encontram lugar na sociedade actual, em que é que se errou, o que se pode fazer….Por isso, diria que é um debate muito construtivo, sobretudo porque ajuda as pessoas a mudar o modo de pensar, mas em sentido crítico, a interrogar sobre si mesmos e sobre os outros: o que se pode fazer para melhorar a própria situação e a do país. O que notei é que tem um impacto muito directo, um simples debate académico não consegue talvez atrair muito a atenção das pessoas, sobretudo dos jovens.” 
Cínzia, estamos na rubrica “África.Vozes Femininas”. Em todas essas suas viagens à África, que visão tens vindo a construir da mulher em África?
 “Olha…, dou-te somente este exemplo que me tocou muito: ao longo deste percurso que temos vindo a fazer sobre a memória histórica, fomos a Madina do Boé, o lugar onde foi proclamado a independência da Guiné-Bissau e ali encontramos uma senhora, uma ex-combatente que nos acompanhou ao lugar onde havia um primeiro destacamento de Amílcar Cabral. Essa mulher tocou-me muito porque estava profundamente emocionada e disse: “vocês vieram até aqui para valorizar a memória de Amílcar Cabral”. E enquanto dizia essas palavras chorava, e continuava a falar dizendo: “estais a ver o estado em que está o nosso país? Não era isto que Amílcar Cabral queria!”. Isto comoveu-me também a mim, porque pensei: olha esta mulher que combateu para a independência e está hoje num país que não corresponde àquilo que era o ideal de Amílcar Cabral… que participação, que sentimento, que força ela tem dentro de si… Então, a meu ver, a figura da mulher representada por essa senhora é uma figura muito forte, uma figura de mulheres que fizeram parte do processo de mudanças do país, e não são mulheres marginais que estão à margem do processo de mudança do país. Esta, digamos, foi a minha experiência, um envolvimento que não vi noutros países onde estive e onde as mulheres me pareciam  mais relegados à…. Bem, talvez tenha sido influência de Amílcar Cabral que envolvia as mulheres no processo de mudança do país” 
# (DA) em colaboração com radiovaticana.va

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Serra Leoa: Temores sobre amostras de sangue de Ebola interceptadas.

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Presidente da Serra Leoa - Ernest Bai Koroma - Foto Arquivo | NATION MEDIA GROUP

Funcionários da Serra Leoa estão confrontados com um grande escândalo que emana a segurança na interceptação por pessoal de amostras de sangue de vítimas de Ebola.

As amostras foram interceptadas no Aeroporto Internacional de Lungi em um momento em que o país estava tentando lidar com o aumento dos casos de novas infecções pelo Ebola.

A remessa totalizando 2.592 amostras de sangue estava contida em 72 caixas e 36 frascos.

Acredita-se ser de pessoas infectadas com o vírus Ebola e disseram ter sido obtida em um centro médico fora da capital, Freetown.

As autoridades médicas dizem que era para ser enviada para um laboratório na África do Sul para os estudos, mas persistem rumores que indicam o contrário.

O Ministério da Saúde e Saneamento (MoHS) declarou que as amostras de sangue são altamente infecciosas e foram feitos para seguir para o armazenamento seguro na África do Sul, que dizem ter o único laboratório de contenção máxima na África.

"A transferência é feita de acordo com um acordo entre o MoHS e do Instituto Nacional de Doenças Transmissíveis no Lakka para enviar as amostras para o Laboratório de Segurança BSL4 da Bio na África do Sul para o armazenamento seguro e para mais pesquisa", foi a declaração conjunta do ministério e do Gabinete de Segurança Nacional (ONS) lia-se, acrescentando que todas as precauções foram tomadas na realização do embarque.

"Por isso, o ONS quer assegurar ao público em geral de que a transferência foi feita de acordo com as Normas Internacionais de Regulação de Saúde. Portanto, não há motivo para alarme. A segurança do público em geral fica assegurada."

Zona turística

Exército e policiais armados disseram estarem garantidas a segurança e que a remessa que alguns se referem, na verdade, estava seguindo para Bruxelas quando foi preso.
Enquanto isso, os pontos de verificação e de controle de pessoal por seguranças armados foi restabelecido em lugares estratégicos em Freetown nesta sexta-feira depois do governo anunciar que estava restabelecendo medidas relaxadas quando a epidemia de Ebola mostrava sinais de recuo, há algumas semanas.

O Presidente Ernest Bai Koroma, em um comunicado que foi ao ar na emissora estatal na sexta à noite, disse que considera apto restabelecer as medidas, que incluem redução de passageiros por veículos comerciais e restrição das atividades comerciais.

A doença considera-se que ressurgiu na Bombali e Kambia, no norte e no leste de Kono, recentemente.
Diversas áreas costeiras na capital estão sob quarentena após o surto na zona turística de Aberdeen que levou ao isolamento de mais de 700 pessoas lá há algumas semanas.

Nenhum transporte público de mercadorias será permitido na cidade depois de seis horas, e barcos locais estão proibidas de operar à noite.

O presidente numa reunião anterior em uma vila de pescadores fora de Freetown disse que as pessoas tinham entendido mal o propósito do relaxamento das restrições e que alguns estavam se comportando como se o Estado de Emergência tinha sido levantado.

"A lei ainda está em vigor", alertou.

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Mugabe celebra 91º aniversário com um milhão de dólares em festança.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


O Presidente do Zimbabué - Robert Mugabe

O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, comemorou no sábado seu 91º aniversário com uma luxuosa festa de milhões de dólares que foi criticada pela oposição como "obsceno" em um país assolado pela pobreza.

Milhares de apoiantes do partido ZANU-PF, com muitas regalias vestindo estampas com a imagem do presidente, cantaram e dançaram ao chegar para o jamboree em um hotel de luxo no famoso resort Victoria Falls.

Auxiliado por sua esposa, a Graça, o idoso líder da libertação, que usava um terno preto, camisa branca e gravata vermelha, para o qual jogaram 91 balões para o ar.

A festa, que aconteceu uma semana depois do aniversário do Presidente Mugabe, realizou-se no campo de golfe do hotel, com toldos brancos que abrigam os hóspedes.

Os elefantes foram abatidos para a festa e sete bolos enormes estavam em exposição em uma das tendas.

O Líder mais velho

Uma bolo gigante de 91 kilos retratou o espetacular Victoria Falls, que deságua no rio Zambezi que forma a fronteira entre Zimbabwe e Zâmbia.

A extravagância na festa de aniversário do presidente Mugabe é um tema de controvérsia anual no Zimbabwe.

O Movimento para a Mudança Democrática considerou as festividades de sábado como "obscenas".

"Todo o dinheiro que foi recolhido para bancar este jamboree obsceno deve ser imediatamente canalizado para a reabilitação dos hospitais públicos desmoronados, clínicas e escolas rurais na província Matebeleland no Norte", disse o porta-voz do MDC Obert Gutu na semana passada, referindo-se à província onde Victoria Falls é localizado.

O Presidente Mugabe, que governa o Zimbabwe desde a independência da Grã-Bretanha em 1980, é o líder mais antigo do mundo.

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OPINIÃO: O USO EXCESSIVO DE ANONIMATO, CHEGA A SER PERVERSO.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
                                                       Filomeno Pina

Muitos Guineenses ainda não sentiram sequer o "sabor" da Liberdade de Expressão, roçando seus rostos ao ar livre, sem receios, com suas palavras ao vento, voando livremente, de cara destapada. O que acontece simplesmente porque usam “máscaras”, ainda não ganharam a coragem para destapar seus rostos, mostrar o belo que o humano resguarda em cada um de nós, a começar pelo nome próprio, por isso mesmo, devemos abandonar de vez o buraco onde se esconde o anonimato perverso, há muito, muito tempo e sair para a rua de rosto destapado, verdadeiramente livre!
Para certos Camaradas, parece que ainda estamos a viver na clandestinidade política dos anos/60, mas não, já existe Liberdade de Expressão, usem-na com responsabilidade, só.
Basta de obscurantismos. Tu, que escondes o teu verdadeiro nome de registo, escondes a cara, as mãos com que fazes mal a inocentes, através de Blogues e Sites, ofendendo gente que luta honestamente por uma causa, sem medo de usar o nome próprio, independentemente de tudo, usam nome próprio “limpo” ou não, mas há gente séria, Guineenses e não só, vítimas do - anonimato-perverso e criminoso - basta! Porque não te juntas a nós e não sais do buraco, de uma vez por todas?!
Muitos “mascarados” usam a Internet hoje, criticam tudo e todos, queixam-se de não haver transparência nas políticas do nosso País, por exemplo. No entanto, são os primeiros a não gostarem nada da transparência apregoada nas redes sociais, os próprios cometem crimes de ofensa material e moral pública, com o rosto tapado/anonimato!
Uma imagem triste, que dá pena e vergonha, toda esta falta de coragem, que se confunde com acção tipo "terrorista" ou dum cobarde disfarçado no meio de boa gente, mas com cara destapada. Os Guineenses mascarados nas redes sociais, usam o anonimato, preferem os bastidores, evitando lugares vagos na plateia, numa posição frontal, onde podemos comunicar todos cara a cara, por que razão preferem a escuridão? Esta, deixo à vossa reflexão.
Tenho uma simples página no Facebook em meu nome (Filomeno Pina) que alguns conhecem, mas se tivesse um Blogue ou Site, garanto que não permitiria a ninguém o uso de "máscara" (anonimato), principalmente num artigo seu publicado no meu espaço! Porque não sou conivente com a falta de postura, falta de dignidade e de carácter ou de coragem, que se vê por aí a acontecer, abusos de direito, só.
Mascarados aceito, só em brincadeiras de Carnaval e, já chega, haja respeito entre todos, daqui para a frente!
Hoje em dia qualquer pessoa escreve um artigo, qualquer pessoa escreve o que lhe ditam outros e publica a seguir, qualquer pessoa plagia um artigo, troca-lhe as voltas, alterando umas palavras por outras e está pronto a ser servido como um “original” assinado por baixo, o que parece moda actualmente.
Mas também costuma o Povo lembrar, que “todo o Burro come palha, a questão é saber dar-lha”, com toda a certeza o que acontece, a não ser que tenha duas pernas bem assentes no chão, em vez de quatro patas, habituado a pastar, no meio de pessoas decentes, o “burro” invejoso, e com outros complexos, a tentar destruir ou deturpar o que lê.
Fá-lo por cinismo, inveja, hipocrisia, quando projecta o que interpreta da sua congestão de leituras (a maldade ou frustração pessoal) mal digeridas, vê o mal nos outros e, por sinal, principalmente no autor dos artigos publicados! 
Fruto do facto de lerem muitas vezes mal, também escrevem mal, perturbados por natureza, em quase tudo o que pensam, dá nisto!
Bem Camaradas, quanto mais menoridade comportamental do género numa escrita tendenciosa, menor é a expansão das suas ideias complexadas nos outros, e menos boas para a sociedade Guineense, só.
Até parece melhor ficar assim, parecendo, portanto, mais justo, estar em silêncio, calados, porque se escrevem ou falam, só saem asneiras e entram moscas!
São invejosos bota-abaixo, que inundam o espaço virtual, na verdade nunca apresentam ideias novas nenhumas! Aparecem para destruir ou deturpar, num impulso psicótico, aparentemente descompensados.
Com raiva de quem não conhecem sequer, nunca se privaram, nada em comum partilharam na vida material e espiritual, apenas e só, um contacto virtual nas redes sociais, que nalguns casos, é simplesmente infeliz, para qualquer pessoa de bem ter um mascarado à perna!
Não admira, se nem os mortos respeitam, como podem conter-se diante dos vivos e, com ideias diferentes?!
Pela boca morre o peixe, menos uma língua venenosa fora d’água, temos mentiroso, desconhecedor da pessoa a quem se refere, que ofende como um louco, quando agride a própria Mãe! Não deixando de ser “inimputável”, pois apetece retorquir na mesma moeda, mas, não podemos agir da mesma maneira, insensata, como um mascarado.
Sinceramente, não vejo um hipócrita, invejoso a ler artigos críticos e a achar bem, seja o que for, sem sofrer invasão de maus pensamentos, complexos de inferioridade pessoal ou intelectual (não depende de diplomas, mas da formação de base do individuo e sua maturidade emocional), porque são perturbados, na sua maioria sem controlo sobre si, mas disfarçam, para poder utilizar a pele de cordeiro e enganar os menos atentos, mas comigo, Camaradas, “não passa nada”, deixo poisar, mesmo mascarado, respira como os outros, e tem sentimentos…
Este “mascarado” que continue a ouvir recados e a transmitir o que quiser, como quiser, e onde quiser, no entanto, a nós não nos ofende quem quer, muito menos, vindo donde vem!
Deixei ontem na página do meu amigo Didinho, um comentário, na sua publicação: num artigo intitulado: CAMALEÕES. Antes tinha verificado num Blogue, uma interpretação tendenciosa querendo fazer o aproveitamento do artigo do Fernando Casimiro e não gostei do oportunismo e insulto que me foi dirigido. Então, aproveitei deixar uma pequena síntese sobre o meu trajecto como estudante universitário, visto que um “mascarado-perverso” que se dá pelo nome de "Dini Dinika" invadiu sobre anonimato, publicado no Blogue do Doka Internacional, um pequeno artigo, ofendendo pessoas, usando o texto/opinião citado encima, do Fernando Casimiro, para com requinte de malvadez, próprio do individuo que é básico, primário e cobarde... Para criar falsas interpretações, projectando a sua maledicência e mentiras doentias, para cima dos outros! Com intenção de sujar as vítimas com a sua própria imundice pessoal ou a sujidade que lhe vai na alma.
Mas o Filomeno Pina, tem rosto, voz própria, capacidades para se defender, e para quem tem olhos de ver, é óbvio que repara na minha frontalidade, que não tenho e não uso máscara, não tenho rabo-de-palha e nunca pedi favores a nenhum político Guineense, antes ou depois da Independência, até hoje, numkan'bary padja, nymguym! Digo o que penso, doa a quem doer! As suas afirmações são delírios puros, pura e simplesmente, sem sentido e faltando à verdade.
Aqui vai o que escrevi na pág. do Didinho, no dia 25/02/15, comentando o seu excelente artigo:
“É verdade irmão, tens razão, parece que certas pessoas já só pensam com os dedos dos pés! Porque na cabeça, já são pau-mandado sem rumo, nem direcção, apenas obedientes e cegos, sobrevivem, mudando de rumo ao sabor dos "ventos". Levados por ondas favoráveis aos seus interesses pessoais e mesquinhos... Assim parece-lhes mais fácil levar a vida... Mas, outros há ainda, muitos como nós, Guineenses que lutam por causas. Vale sempre a pena mesmo que for por um dia. Em síntese, Eu fui primeiro estudante bolseiro no Porto, por doença e operado, perdi o ano e a bolsa de estudos, não tendo meios materiais e financeiros, passei a estudante trabalhador no Porto, fui funcionário das Edições ASA, de Américo Augusto Areal, contratado para fazer contactos com Escolas do Norte do Pais (marketing de livros escolares), durante um ano e meses. Já no segundo ano de curso de Psicologia, quis mudar de Cidade, pedi transferência da Universidade do Porto para U. Coimbra, foi a melhor escolha. Enquanto estudante activo, fui também dirigente da área de Cultura da Associação de Estudantes da Guiné-Bissau em Coimbra, e recuperei a bolsa nos Serviços Sociais da UC, atribuída pelo meu amigo já falecido, Dr. Luzio Vaz, Presidente, na altura. Vivi sempre numa República de Estudantes, recuperei já no 3º ano de curso a bolsa do nosso País, não podendo ter duas, então optei pela bolsa da G-B. Mais tarde, nos meus dois últimos anos de curso 4º e 5º, fui então Presidente da AEGBC! Sempre no duro, a vida ensinou-me muita coisa amigo, uma delas é ter ROSTO, dar a cara sem máscaras, sem cosméticas, e outros... Ensinou-me a não pensar pelos dedos dos pés, mas, a pensar pela nossa cabeça!
Ainda assim, hoje os abutres e mentirosos querem a nossa carne e sangue, para misturar com as tintas de camaleão com que se pintam todos os dias, antes de sair para a rua, infelizmente! Vamos indo e vamos vendo, a procissão ainda vai no adro, kamynhu lundju hymda, nô pymtcha! Djarama Didinho. Abraços. Pina.”

Posto isto, hoje devo acrescentar que a minha irmã também referida no mesmo texto, pelo mascarado-perverso de nome "Dini Dinika", Ela terá como sempre e até aqui, o maior respeito e consideração do Povo Guineense, porque se trata de uma figura reconhecida no Pais, com provas dadas pelos seus actos públicos, na sociedade Guineense, evocando comportamentos e posturas que falarão por si, sempre!
Os meus três sobrinhos queridos, como qualquer órfão, não merecem isto, eles dispensam a mesquinhez mórbida e todo o veneno do “mascarado-perverso da internet” e seus compinchas. Cuidado, porque no uso exagerado do anonimato, vão todos acabar por morder a própria língua e engolir o próprio veneno, pense nisto!
Todo o fel espalhado no seu tempo de “antena”, será sempre formado por palavras ocas, que o vento levará para parte incerta, como mais um sinal da sua maldade identificada e associada à sua pessoa, hoje, sem nome, mas amanhã sem máscara e, sem volta a dar, será vergonhosa a surpresa que o aguarda, acredite nisto!
Todos os meus conterrâneos da minha geração/época em Coimbra, e de outras nacionalidades também, se um dia lerem o que o “mascarado” escreveu, a uma conclusão hão-de chegar, que só pode ser um individuo aldrabão, um paranoico, quem escreveu tanta mentira junta sobre Filomeno Pina.
Sabe porquê “mascarado-perverso”? Fui sempre amigo e companheiro académico de todos os que me procuravam ou eu a eles. Criei e abracei sem complexos, todos os amigos e estudantes, até porque era participativo na Academia, vivi sempre numa República de Estudantes – Kimbo dos Sobas - até acabar o curso, não só porque se pagava muito menos mensalmente em relação ao custo de vida na altura, mas, também porque, a casa era gerida por nós, residentes, elementos/família unida, as contas saiam a baixo custo e para todos. Nunca precisei de outras ajudas ou confortos que mencionou na sua falácia, é simplesmente desonesto por natureza, por isso esconde-se atrás do anonimato.
Entre estudantes conhecemo-nos muito bem, fomos unidos, eu era Dirigente Associativo na altura, mais uma razão para minha República de Estudante estar sempre com amigos dos amigos, com a porta sempre aberta, esteve a minha Casa em Coimbra, faz parte da tradição Académica nas Republicas de Estudantes (a porta aberta…), esta é a Coimbra do meu tempo, da minha saudade, sem máscaras, percebeu ou quer que lhe faça um desenho? 
Aqui quem usa máscara, anonimato-perverso não sou Eu, mas é o seu caso, de facto não pode ser credível assim, nunca, enquanto não mudar! Gente que usa anonimato para agredir a coberto do “espaço” utilizado, conscientemente ou não, ajuda a encobrir pessoas que não dão a cara, mas, outros Blogues e Sites não o permitiriam nunca, aceitar uma publicação sem nome próprio e foto…
Um pequeno exemplo deixo aqui, para provar que mentiu ao dizer que beneficiei de ajudas que referiu no seu “texto” publicado: quando terminei o curso, fui contemplado com uma bolsa da Gulbenkian para o primeiro mestrado em Portugal em Psicologia Clinica na Universidade de Coimbra, ma foi preciso uma autorização do Ministério da Educação do nosso País, visto que não tinha nacionalidade Portuguesa (como hoje, também não)… Olhe que viajei de propósito para pedir essa declaração a autorizar a bolsa do Mestrado, em audiência com o Ministro da Educação na altura, o Camarada Manecas R. Barcelos (já falecido), como resposta foi simplesmente recusado o meu pedido! Na altura o nosso Presidente da República era Sua Excia. João Bernardo Vieira. Não lhe quis pedir nada no sentido de alterar a decisão do Ministro, e regressei simplesmente a Coimbra para continuar, salvo erro em 1989!
Fui-me despedir e foi a primeira vez que falei com o Camarada Nino Vieira, na segunda vez, foi quando fui ao País, infelizmente na morte da minha querida Mãe para assistir as cerimónias fúnebres. Posteriormente já no exilo aqui no Norte de Portugal, nunca nos encontramos, embora fosse minha vontade, falarmos de tudo, não sei porquê, mas não foi possível!
Chego a pensar que "Dini Dinika" no meu lugar, teria agido como um “lambe-botas”, mas, olhe que muitos que hoje não dão a cara, mascarados como você, beneficiaram e muito à sua custa ou, do momento politico que todos sabemos… Paz a sua alma e eterno descanso e Glória para todos os que perderam a vida, sem excepção…

Para não ferir susceptibilidades dos leitores, fico por aqui, com palavras menos “radicais”, talvez assim deva continuar e, ponto final nisto.

Abraços a todos os amigos e compatriotas.
Djarama. Filomeno Pina.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Costa do Marfim: Processo Eleitoral - após a instalação das CER, das CED e das CEC/ a CEI irá instalar comissões eleitorais na Sub-prefeituras e no exterior.

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A Comissão Eleitoral Independente (CEI) vai proceder em breve com a instalação de Comissões Eleitorais nas Sub-prefeituras (CESP) e as Comissões Eleitorais das representações diplomáticas (CERD). Durante uma conferência de imprensa na sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015, na sede da CEI, Sra Victória Alley, porta-voz da instituição, declarou como era previsto a CEI procedeu em Fevereiro corrente a instalação de Comissões Eleitorais Regionais (CERs), as Comissões Eleitorais Departamentais (CED) e das Comissões Eleitorais Comunais (CEC). "No geral, tudo correu bem", congratulou-se a porta-voz da CEI. "Estas comissões eleitorais locais (CEL) foram criadas e instaladas, a CEI decidirá enviar muito em breve as missões de prospecção para determinar o número exato de CESP a ser criado de acordo com os critérios definidos (Subprefeituras funcionais, população eleitoral potencial, disponibilidade de instalações, o acesso ao resort, etc.) ", disse ela acrescentando. Por isso que, no final dessas missões é que as deduções da CESP serão instaladas. Além disso, a Sra. Alley indicou que a CEI está se preparando para instalar Comissões Eleitorais em missões diplomáticas no exterior da Costa do Marfim. Dezenove países estão em causa. Os partidos políticos e as embaixadas são obrigados a apresentar as suas candidaturas na sede da instituição, o mais tardar até 09 de marco para o primeiro turno e 16 de Março para o segundo. Além de instalar as Comissões Eleitorais Locais (CEL) a Porta-voz devolveu a Lista da Revisão Eleitoral (RLE). Trata-se de pessoas já registradas, mas que mudaram de endereço ou nome (esse é o caso, por exemplo, das mulheres casadas), maioria da Costa do Marfim, e não foram privadas de seus direitos civis e cívicos que antes não eram colocados em um lista eleitoral. Ou seja, pessoas que adquiriram a maioria idade desde o último recenseamento eleitoral até 31 de março de 2015. Os outros envolvidos na revisão são aqueles que voluntariamente se abstiveram de se alistar. Para RLE ter sucesso, a CEI tinha emitido um aviso à manifestação de interesse para seleccionar um operador técnico. "Quinze operadores técnicos já responderam a esta avaliação revelou a Sra Alley. Após a análise dos eventos, mantivemos em conexão com a Direcção dos Contratos Públicos e em conformidade com as disposições do Código dos Contratos Públicos, para cinco operadores ". São eles: GEMALTO GROUP BIGRADAP-Waymark, Instituto Nacional de Estatística (INS), Safran Morpho, SIC biometria. Estes operadores que participarão num concurso a ser lançado "no início da próxima semana", disse a porta-voz da Comissão Eleitoral.

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Milhares de zimbabuanos encarando a fome.

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O Zimbabwe poderá experimentar a grave escassez de alimentos até junho, diz o relatório.

A situação é atribuída a fortes chuvas verificadas em dezembro, que causaram inundações em algumas áreas após um período de seca subsequente que ameaçava a produção de alimentos.

De acordo com o último relatório do Famine Early Warning System Network sediada nos Estados Unidos (FEWSNET), embora a situação de segurança alimentar foi estável após uma boa colheita durante a temporada 2013/14, o futuro parecia menos sombrio para a maioria das famílias.

"A situação da segurança alimentar é estável em todo o país, incluindo áreas tradicionalmente com défice de cereais no sul e regiões ocidentais do país", disse em sua previsão na FEWSNET de janeiro/junho.

"Resultados profundos de insegurança alimentar foram projetados para janeiro até junho desde que a maioria das famílias ainda estão consumindo cereais do ano anterior, enquanto que algumas estão completando sua alimentação com compras no mercado ou em espécie de recebimento por atividades laborais casuais."

A metade do norte do Zimbabwe experimentou enchentes que destruíram plantações e casas, particularmente em áreas baixas.

"As chuvas no norte resultaram em inundações localizadas, prejudicando às lavouras e estoques de alimentos para algumas famílias e, de acordo com estimativas da ONU, cerca de 500 das 1.200 famílias afetadas pelas enchentes estão necessitando de assistência urgente", acrescentou FEWSNET.

A maioria é negra

A organização disse que as medidas estavam a ser postas em prática para fornecer para famílias pobres, uma ajuda alimentar.

"O Programa Alimentar Mundial também está implementando a resposta a desastres e redução de riscos visando sazonalmente ajudar famílias vulneráveis ​​com insegurança alimentar, além da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional - financiando programa de assistência alimentar que está sendo implementado através do Amalima que é para garantir que os projetos continuem operando em Masvingo, Manicaland e Matabeland províncias a sul ", disse FEWSNET.

O Zimbabwe tem vindo a enfrentar escassez de alimentos frequentes desde 2000, quando o presidente Robert Mugabe iniciou um programa de reforma agrária caótico.

O programa deslocou cerca de 4.000 agricultores comerciais brancos de cujas terras foram redistribuídas para a maioria negra.

Um certo número de agricultores afectados mudou-se para a Zâmbia e o país tornou-se um grande exportador de milho do grampo para Zimbabwe.

Os agricultores do Zimbabué reassentados ainda dependem da ajuda do governo para as entradas, cuja distribuição é muitas vezes adiada por falta de dinheiro.

O governo do presidente Mugabe também admitiu que a maioria dos beneficiários do programa de reforma agrária não eram produtivos, pois adquiriram terras para fins especulativos.

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