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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

sexta-feira, 24 de abril de 2015

A filha do presidente de Angola: Isabel dos Santos quer diversificar investimentos em Portugal.

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Depois das apostas na banca, nas telecomunicações e na comunicação social, a empresária angolana tem agora a firme pretensão de entrar na indústria portuguesa. O preço: 200 milhões de euros.

Isabel dos Santos
Imagem: expresso.pt


A empresária Isabel dos Santos voltou a aparecer nas manchetes da imprensa portuguesa pelo manifesto interesse em ter uma participação maioritária no capital da Efacec Power Solutions. A filha primogénita do Presidente de Angola ofereceu cerca de 200 milhões de euros por esta sociedade do grupo Efacec, criada para reunir os ativos mais rentáveis da Efacec Portugal.
Ao que tudo indica as negociações estão numa fase adiantada, envolvendo a família Mello e os bancos credores da referida sociedade, prevendo-se que a operação fique concluída em breve, o que, a acontecer, poderá deixar de fora os concorrentes chineses da State Grid, acionistas maioritários da REN, empresa portuguesa que gere a rede de distribuição de energia elétrica.
"A Efacec é uma empresa com muito 'know-how' em áreas ligadas à energia. O desenvolvimento do setor energético em Angola é decisivo para o futuro do país. Portanto, do ponto de vista teórico, faz todo o sentido que Isabel dos Santos olhe para a Efacec, para ir buscar essas competências e poder transportá-las para Angola", diz Celso Filipe, um analista económico que segue de perto as pisadas do capital angolano em Portugal.
Energia é motor da indústria
A Efacec é, por outro lado, uma empresa com vasta experiência internacional, atuando nas áreas da energia, engenharia, ambiente, serviços e transportes, com operações nas Américas, na Europa, Ásia e África.
O grupo é visto como um bom parceiro para a pretensão de diversificar os investimentos de Isabel dos Santos. O interesse da empresária africana na Efacec difere dos seus interesses nas telecomunicações e na banca, áreas em que aposta em criar uma malha internacional, argumenta Celso Filipe, autor do livro "O Poder Angolano em Portugal", publicado em 2013.

Celso Filipe, autor de "O Poder Angolano em Portugal"
"Parece-me que o foco está diretamente relacionado com Angola", diz. "Havia um plano de desenvolvimento do setor energético angolano, em parte já desatualizado, mas, entre 2013 e 2017, previam-se investimentos de 15 mil milhões de dólares. Há a convicção generalizada dos governantes angolanos de que, no mínimo, é preciso duplicar a capacidade de produção de energia elétrica para que Angola possa desenvolver o setor industrial e agro-industrial. Nesse sentido, a Efacec encaixa que nem uma luva."
A concretizar-se, a participação maioritária de Isabel dos Santos na Efacec Power Solutions far-se-á, por hipótese, através de um aumento de capital. Segundo Celso Filipe, 200 milhões de euros dariam, neste momento, muito jeito à multinacional portuguesa. "A situação da Efacec é periclitante, há alguma instabilidade laboral na empresa. Haverá, porventura, dificuldades de acesso a financiamento, o que limita a atividade da empresa, que necessita, julgo eu, tão rapidamente quanto possível de encontrar um sócio que lhe permita relançar a atividade e ter acesso a crédito bancário."
O jornalista considera que este interesse de há oito meses e que agora voltou a ser falado, depois da falhada OPA (Oferta Pública de Aquisição) que Isabel dos Santos recentemente lançou à PT, é revelador de que há mais espaço para a entrada do capital angolano em Portugal.
Os investimentos em território português encabeçados pela filha do Presidente de Angola já ascendem a três mil milhões de euros, destacando-se as participações influentes que ela tem na banca (BPI, BCP e BIC) e na área das telecomunicações (ZOPT, resultante da fusão entre a ZON e a SONAE), além de ativos no setor imobiliário e da comunicação social. Como sócia da petrolífera angolana Sonangol, a empresária tem também uma participação na energética portuguesa Galp através do Grupo Amorim.

Delegação da Efacec em Oeiras, nos arredores de Lisboa
#dw.de

Senegal: Sidiki Kaba, Ministro da Justiça - "Hissène Habré nunca será condenado à morte"

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Ministro da Justiça Sidiki Kaba

Uma coisa é certa. O ex-presidente do Chade Hissène Habré cujo julgamento começa em Junho próximo em Dakar, ele poderia, em qualquer caso, ser condenado à morte. "Eu não sei se Habré será condenado ou não. Mas o que eu sei com certeza é que, se por acaso uma condenação ocorrer, ele nunca será condenado à morte, porque Senegal aboliu a pena de morte ", garantiu Sidiki Kaba, Ministro da Justiça.

Ele falava à margem da cerimónia de posse dos juízes encarregados do julgamento de Habré que ele anunciou a abertura para junho.

A cerimônia de posse foi realizada na grande sala de audiências do Palácio. Além disso, Sidiki Kaba, reuniu-se com o ministro chadiano da Justiça e Direitos Humanos, o representante da União Africana, o presidente dos tribunais de recurso em Kaolack, Dakar e Saint-Louis, o Procurador-Geral do Tribunal de Justiça Suprema, o Bastonário e o presidente do Tribunal de Repressão ao Enriquecimento Ilícito, sigla em francês (CREI).

#seneweb.com

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Hackers russos invadem rede de informática do Pentágono.

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Após a detecção, os hackers foram identificados em menos de 24 horas pelos especialistas do Pentágono, disse Carter.

Imagem: jequieurgente.com

Washington - Hackes penetraram recentemente em uma rede de informática do Pentágono, afirmou nesta quinta-feira o secretário de Defesa americano Ashton Carter na Universidade de Stanford (Califórnia, oeste).

Carter explicou que a invasão foi detectada por profissionais que protegem as redes não classificadas como secretas do Pentágono.

Após a detecção, os hackers foram identificados em menos de 24 horas pelos especialistas do Pentágono, disse Carter. 

"Após recorrer informação útil sobre seu modo de operar, analisamos sua atividade na rede, estabelecemos envolvimento com a Rússia e os expulsamos, de modo a minimizar sus possibilidades de poder retornar", explicou.

O diretor nacional de inteligência dos Estados Unidos, James Clapper, afirmou em janeiro que "a ameaça cibernética russa é mais significativa do que havíamos estimado".

O secretário de Defesa Ashton Carter permanecerá quinta e sexta-feira no Vale do Silício para estreitar laços com as indústrias de alta tecnologia e recrutar os engenheiros e inovadores que o Pentágono precisa.
#correiobraziliense.com.br

Europa busca aval da ONU para operação contra tráfico de emigrantes.

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A operação, que será organizada pela chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, terá por objetivo "capturar e destruir" os barcos utilizados pelos traficantes de pessoas.

Imagem: s2.glbimg.com

Os líderes da União Europeia (UE) decidiram buscar nesta quinta-feira o aval das Nações Unidas para uma operação militar contra o tráfico de pessoas a partir da Líbia, e triplicaram os fundos para as operações de resgate no Mediterrâneo.

Pressionados pela última tragédia envolvendo os emigrantes, que no domingo deixou mais de 800 mortos após um naufrágio na costa da Líbia, os líderes da UE adotaram nesta quinta-feira uma série de medidas de ação, durante uma reunião extraordinária em Bruxelas.

O chefe de governo italiano, Matteo Renzi, disse em entrevista coletiva que França e Reino Unido apresentarão uma resolução ao Conselho de Segurança da ONU com o objetivo de obter seu aval para uma operação militar europeia contra o tráfico de pessoas.

A operação, que será organizada pela chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, terá por objetivo "capturar e destruir" os barcos utilizados pelos traficantes de pessoas.

O presidente francês, François Hollande, anunciou que pretende apresentar a resolução na ONU para destruir as embarcações de traficantes no mar Mediterrâneo.

"A decisão foi tomada para apresentar todas as opções para que os navios sejam apreendidos, aniquilados", declarou Hollande. "Isso só pode ser feito por meio de uma resolução do Conselho de Segurança e a França tomará a iniciativa com outros".

A Alemanha está preparada para mobilizar dois navios, a França também anunciou a disponibilidade de dois navios, a Grã-Bretanha ofereceu o navio de desembarque "HMS Bulwark", além de três helicópteros e dois barcos de patrulha, e a Bélgica informou o envio do navio de apoio logístico "Godetia".

No encontro em Bruxelas, os líderes da UE decidiram ainda triplicar os fundos destinados as suas operações de busca e resgate no Mediterrâneo para enfrentar os naufrágios de navios repletos de imigrantes que tentam chegar à Europa.

"Queremos agir rápido, o que significa triplicar os recursos financeiros" da operação, declarou a chanceler alemã Angela Merkel após a cúpula extraordinária. O montante destinado passará de três a nove milhões de euros por mês.

"Nós triplicamos a Triton, enquanto a proposta era dobrar", ressaltou o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker.

"É importante que avancemos em todos os elementos para que, se possível, uma nova tragédia não volte a acontecer", acrescentou ela.

Sobre o mandato da Triton, Merkel indicou que não houve uma expansão do campo operacional, "mas nós provavelmente precisaremos discutir isso novamente", admitiu.

Em relação ao recebimento dos refugiados, não houve acordo entre os membros da UE sobre o plano de dez pontos apresentado na segunda-feira para "reinstalar" até 5 mil pessoas com o estatuto de refugiado.

"Esperava algo mais ambicioso, mas não foi possível", lamentou Jean-Claude Juncker, que propunha "reinstalar" até 10 mil refugiados.

Merkel disse que os 28 países membros não "estabeleceram metas, porque acreditamos que 5.000 não é suficiente".

Os países também concordaram em "apoiar a proposta da Comissão para testar uma distribuição dos imigrantes em caso de necessidade", acrescentou ela.

Hollande disse que a França fará a sua parte para acolher os refugiados sírios, recebendo entre "500 e 700" pessoas.

"Após a publicação do número de 5 mil, a França fará a sua parte, recebendo entre 500 e 700" refugiados sírios, declarou Hollande em entrevista coletiva ao final da reunião em Bruxelas.

"Sobre a questão do acolhimento dos refugiados, especialmente envolvendo pessoas que pedem asilo (...) a Comissão Europeia fez um pedido, especialmente para os refugiados sírios, e haverá a contribuição de cada país para garantir este dever de solidariedade", afirmou Hollande.

Os líderes europeus também decidiram "incrementar seu apoio à Tunísia, Egito, Sudão, Mali e Níger, entre outros" países, para controlar suas fronteiras e estradas com o objetivo de deter a chegada dos emigrantes ao Mediterrâneo.
#correiobraziliense.com.br

GUINÉ-CONACRY: HOLLAND / CONDÉ - Novo encontro no Palácio do Eliseu.

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Após seu encontro com o Chefe de Estado, Barack Obama, na semana passada, um encontro que visava analisar a crise na saúde provocada por vírus Ebola, juntamente com os pares da Libéria e da Serra Leoa. O Presidente da República da Guiné , Prof. Alpha Conde também falou nesta quarta-feira, 22 de abril de 2015, com o chefe do estado francês, François Hollande no Eliseu. Matéria que GCI havia anunciado com exclusividade.

#guineeconakry.info

Crise Boko Haram: Nigéria começa em Sambisa a ofensiva terrestre.

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Exército da Nigéria, com a ajuda de tropas regionais, já recapturaram mais territórios de Boko Haram. FOTO | BBC

Tropas terrestres nigerianas se juntaram para uma ofensiva ao último esconderijo conhecido dos militantes islâmicos do Boko Haram, disse um porta-voz militar.

A vasta floresta Sambisa do Nordeste é onde eles têm muitas bases - e tem sido sujeita a bombardeios aéreos desde fevereiro.

Há especulações de que alguns dos estudantes de Chibok sequestrados a mais de um ano atrás, estão sendo libertados.

Boko Haram matou milhares no norte da Nigéria desde 2009.

Militares da Nigéria, apoiados por tropas dos países vizinhos, lançaram uma ofensiva contra o Boko Haram em fevereiro - e recapturaram a maior parte do território que os militantes tinham tomado no ano anterior.

Algumas das alunas sequestradas, que fugiram logo depois que elas foram apreendidas, disseram à BBC que tinham sido mantidas em campos de militantes na floresta Sambisa.

Os militares nigerianos têm vindo a reivindicar territórios dos insurgentes e vêem a aquisição de Sambisa como um de seus maiores objetivos.

A floresta Sambisa, que incorpora um ex-reserva do jogo, é muito maior do que qualquer outro território que foi disputado até agora.

Os bombardeios aéreos sobre Sambisa, que é principal área no estado de Borno, a nordeste, têm sido retardados por condições meteorológicas e pouca visibilidade, disseram os militares.

O porta-voz militar Major-General Chris Olukolade se recusou a dar mais detalhes sobre a ofensiva.

#africareview.com

Ásia-África: O ministro dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau, Mário Lopes Rosa, alerta para pobreza e alterações climáticas.

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Ministro dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau, Mário Lopes Rosa

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau, Mário Lopes Rosa, alertou, nesta quinta-feira (23), para a necessidade de trabalhar intensamente contra a pobreza e as alterações climáticas em todo o mundo, num discurso na Conferência Ásia-África, na capital da Indonésia.

O chefe da diplomacia guineense considerou que são necessários trabalhos "intensos" para "erradicar a pobreza e também os problemas de alterações climáticas", uma situação que afeta todo o mundo.

Num discurso proferido em francês, o governante manifestou o apoio do país aos três documentos que os líderes dos 105 países asiáticos e africanos presentes na cúpula devem aprovar ainda nesta quinta-feira.

Sobre a mesa estão a Mensagem de Bandung, a Declaração de Revitalização da Parceria Estratégica Ásia-África e a Declaração para a Palestina, documentos que ainda não foram disponibilizados à imprensa.

Entre as ideias propostas, figuram a criação de um Centro Ásia-África para abordar problemas partilhados pelas duas regiões, a defesa de alterações em algumas organizações internacionais, como o Conselho de Segurança das Nações Unidas, e o apoio à independência da Palestina, segundo alguns governantes que participam no evento.

Mário Lopes Rosa considerou que "é tempo de as organizações internacionais verem a realidade" e de as Nações Unidas fazerem "uma mudança".

O chefe da diplomacia guineense elogiou o princípio da realização da Conferência Ásia-África de 1955, cujo 60º aniversário é assinado esta semana na Indonésia, a par do 10º aniversário da Nova Parceria Estratégia Ásia-África.

"Nosso movimento é baseado na prosperidade e na solidariedade entre muitas nações", destacou, ao lembrar que a Guiné-Bissau só viu a independência reconhecida depois do evento de 1955, em concreto em 1974.

Há 60 anos, num encontro na cidade indonésia de Bandung, líderes dos dois continentes lutavam contra a opressão colonial e o domínio das principais potências mundiais e defendiam a independência, a paz e a prosperidade econômica nas duas regiões.

Além dos países presentes, participam nas comemorações desta semana representações de 15 nações na qualidade de observadores e de 17 organizações internacionais.

#vermelho.org.br

quarta-feira, 22 de abril de 2015

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL NO TOGO: A OPOSIÇÃO FACE AO HOMEM FAURE.

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Cinco candidatos concorrem a eleição presidencial de 25 de Abril no Togo. Quatro adversários contra o presidente em exercício. 3,5 milhões de eleitores togoleses têm apenas uma volta para escolher seu próximo presidente. Uma configuração que favorece o chefe de Estado cessante, e, particularmente, quando a oposição não conseguiu se articular atrás de um único candidato.

No Togo, os adeptos  das matemáticas políticas privilegiam este ano a multiplicação ao invés de adição. Ao contrário de 2005, mas como em 2010, a oposição partiu em ordem dispersa, a fim de enfrentar o atual presidente Faure Gnassinbgé. Nem Jean-Pierre Fabré, o líder da oposição, nem o seu ex-aliado, o Professor Aimé Gogué, nem o nativo de Sokodé, Mohamed Tchassona Traoré, nem o último que entrou na cena política Gerry Komandega Taama, poderiam concordar com o princípio de um único escrutínio, e, especialmente, sobre a personalidade suposta para enfrentar Faure Gnassingbé.

"A candidatura única, ela não funciona:" Armado imperiosamente, Gogue neutraliza o argumento dizendo que durante as eleições presidenciais na Nigéria no final do mês de março, quatorze candidatos estavam concorrendo ", mas isso não impediu que a oposição ganhasse a eleição. " A teoria se apoia sobre a idéia de que, a multiplicação de candidaturas permitirá irradiar a base eleitoral de Faure Gnassingbe, especialmente na parte norte do país, a fortaleza do atual chefe de Estado. Mas a característica dos teoremas políticos, é justamente que eles podem fazer exatamente o mesmo raciocínio no sentido inverso ao também da razão.

A única lei que é finalmente, essa, que é da relatividade acoplada ao equilíbrio de força. Assim, Jean-Pierre Fabre, o líder da oposição, se considera como candidato natural da oposição, com os seus 16 deputados na Assembleia Nacional. Ele queria que seus colegas fizessem fila atrás dele, mas ele se declarou com cautela para uma candidatura única por medo de ser acusado ​​de hegemonismo por seus colegas da oposição, tanto é verdade que, se verifica regularmente uma outra lei em política: quanto mais a pele é leve, mais o epiderme é sensível. Portanto, Jean-Pierre Fabre reconhece que com a falta de candidatura única, a luta da oposição será mais difícil de realizar.

Uma rodada e depois segue

Para o Togo, depois da lei de 2002, o paradigma político é vinculativa. A eleição presidencial ocorre em uma única rodada, o que significa que ele dispõe de uma maioria absoluta para ganhar a eleição. Este método de eleição, sem dúvida, favorece indubitavelmente o presidente que sai. Desde 2006, a necessidade de reforma é aceita pelo governo. Em 2013, após as eleições parlamentares, quando os políticos olharam para o horizonte das eleições presidenciais, a questão da reforma do sistema de votação por via constitucional ressurgiu.

Com base no acordo de 2006, esta reforma visa restaurar um o escrutínio em duas voltas e limitar a dois o número de mandatos presidenciais. É sobre essa disposição que o diálogo vai tropeçar. Na verdade, a oposição quer tirar proveito desta reforma para evitar que Faure Gnassingbe concorra a um terceiro mandato.

O ANC, a Aliança Nacional para a Mudança de Jean-Pierre Fabré, insiste em uma formulação da Lei Básica estipula para que "um presidente não possa servir em mais de dois mandatos." A Suspeita provável é ver uma falha susceptível de transformar o tempo que vem em uma vala que poderia atolar o atual chefe de Estado. Ele rejeita essa formulação alegando que os contadores estão redefinidos para permitir que o atual inquilino do palácio execute dois novos mandatos de cinco anos.

A oposição se dividiu sobre a estratégia a seguir. Enquanto Jean-Pierre Fabre, o líder do ANC, rejeita a idéia de que Faure poderia buscar um terceiro mandato, outras personalidades como Dodji Apévon, o líder do CAR, o Comité de Acção para a Renovação, defende um compromisso segundo o qual, Faure Gnassingbe seriam autorizado a concorrer à presidência pela última vez em 2015. Após vários meses de disputa e sem qualquer compromisso emergente, a reforma é abandonada.

Este episódio tem implicações importantes para a eleição presidencial, desde então, um franja importante da oposição, liderado pelo CAR de Dodji Apévon recusa a eleição e defende o boicote. A linha quebrada que também divide e enfraquece a sociedade civil, notadamente o poderoso coletivo "Salvemos o Togo."

#togoactualite.com

Cuba: Díaz-Canel recebe governador do estado de Nova York.

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O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, recebeu na terça-feira, 21 de abril, o sr. Andrew Cuomo, governador do estado de Nova York, que chefia uma delegação de empresários nova-iorquinos que visitam o nosso país.

Photo: Juvenal Balán

O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, recebeu na terça-feira, 21 de abril, o sr. Andrew Cuomo, governador do estado de Nova York, que chefia uma delegação de empresários nova-iorquinos que visitam o nosso país.
Durante a reunião conversaram sobre o processo de atualização do modelo econômico cubano, as relações entre Cuba e os Estados Unidos e as perspectivas de desenvolvimento das relações entre o estado de Nova York e Cuba.
Estiveram presentes Josefina Vidal Ferreiro, diretora da Direção Geral para os Estados Unidos, do Ministério das Relações Exteriores, e outros funcionários da chancelaria. 
#granma.cu

Oposição angolana diz que 700 membros da seita foram mortos pela polícia.

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A oposição angolana diz que até 700 pessoas podem ter sido sido mortas em confrontos entre membros de uma seita religiosa e a polícia na província do Huambo.

Segundo a União Nacional para a Independência Total de Angola (Unita), valas comuns de pessoas mortas pela polícia em ataques de vingança tinha sido encontradas.

A polícia informou que a vingança veio depois que nove de seus colegas foram mortos por membros do Sétimo Dia a Luz do Mundo (Seventh Day the light of the World), também conhecido como Kalupeteca, alusivo ao fundador da seita.

O confronto entre a polícia e membros da seita tinha entrado em erupção, quando as autoridades tentaram prender o líder da seita.

"O partido angolano da oposição pediu ao parlamento para criar uma comissão independente para investigar as mortes", relatou a rádio Voz da América.

Foram enterrados

"Bulldozers foram usadas para enterrar as 700 pessoas," disse o líder parlamentar Raul Danda da Unita.

Ele disse que uma delegação da UNITA iria para a província do Huambo a compadecer com as famílias enlutadas e seus amigos.

O Vice-comandante da polícia angolana Paulo da Almeida disse que apenas 13 civis foram mortos nos confrontos.

A polícia confirmou que houve troca de tiros entre eles e os membros da seita.

"Nós não temos conhecimento dos números e nenhum relatório foi recebido da Comissão que trabalha no terreno," disse o Sr. Almeida.

Os nove policiais mortos pelos membros da seita foram enterrados na segunda-feira.

#africareview.com

terça-feira, 21 de abril de 2015

COSTA DO MARFIM: FPI irá as eleições "se as condições democráticas estiverem reunidas " (Amani N'Guessan)

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Conférence

Bouaké (Costa do Marfim) - O vice-presidente da Frente Popular Marfinense (FPI) encarregado da segurança de Michel Amani N'Guessan, anunciou na segunda-feira à noite em Bouaké a (379 km ao norte de Abidjan) que o seu partido vai as eleições se forem satisfeitas as "condições democráticas".

O ex-ministro da Defesa, no governo de Laurent Gbagbo, falava à imprensa no final de uma missão de prospecção, em preparação para a próxima visita do presidente da FPI, Pascal Affi N'Guessan, a região de Gbeke, agendada para 24 de abril a 9 de maio.

"O FPI de Pascal Affi N'Guessan irá a todas as eleições. Para nós é uma posição de princípio democrático. "Um partido é criado para concorrer ao poder ", disse Amani N'Guessan.
Vamos para as eleições, mas não a qualquer eleição. Para nós, é necessário que as condições democráticas sejam atendidas ", disse ele, convidando o governo ao diálogo.

Sr. Amani N'Guessan, julgou em seguida "terrível" a situação de segurança no país. É por isso que ele insistiu, "O FPI  não pode ir a eleições com péssimas condições de segurança, com os Dozos em aldeias, com um exército a serviço do poder, com uma reforma que se fez por exclusão, à uma boa parte da opinião".

Ele igualmente denunciou o "quadro jurídico onde a cada dia muda alguma coisa no Código Eleitoral, a lei eleitoral é instável. E essa mudança é feita pelo poder de forma unilateral. "
Falando sobre o procedimento do processo de reconciliação em curso no país, o ex-ministro disse que estava decepcionado. "O presidente Ouattara falhou por toda linha no caminho para a reconciliação nacional. Este é um fracasso total. Não é porque nós difundimos na televisão nacional, que reuniremos a cadeia que virá junto, isso são apenas slogans ", continuou ele.

Para ele, "as pontes e as fábricas não podem nos reconciliar." "Somente os Estados Gerais que vão nos levar a uma verdadeira reconciliação e a paz duradoura na Costa do Marfim", disse Amani N'Guessan.

"Hoje, o quê que nós propomos de novo e em urgência aos marfinenses? É o fórum de reconciliação? Não podemos nos reconciliar se fizermos o diagnóstico de mal social que vivemos " incitou o Sr. Amani N'Guessan, para em seguida acrescentar que" Nós iremos em conjunto decidir renunciar ao que nos divide e nós nos concordaremos naquilo que nos une. É nessa ocasião que falaremos francamente. "
"Quando você está com dor e te impedem de falar, você se torna mais doente. O Estado-Maior constitui para nós um quadro de livre expressão para curar a nossa sociedade que está morrendo ", concluiu.

CK / ls

#abidjan.net

GUINÉ-CONACRY: FLASHBACK NA MARCHA DA OPOSIÇÃO: Quando a polícia e os gendarmes colidem na mineração!

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Na manhã de segunda-feira, 20 de abril de 2015, os confrontos ocorreram entre as forças de ordem na Mineração, na cidade de Dixinn. De acordo com nossas fontes, são os homens do coronel da Polícia, o Coronel Ansoumane Camara, de apelido - Bafoé e os do coronel Bala Samura gendarmerie que, por incompreensão se confrontaram.



A contradição teria ocorrido pelo fato de que o primeiro queria supervisionar a marcha para a procissão do líder da oposição guineense, Mamadou Diallo, pudesse passar sem problemas. Por outro lado o outro queria evitar a todo custo que os manifestantes continuassem a sua marcha, disparando gás lacrimogêneo contra manifestantes e policiais que os supervisionavam.
Surpreso com o comportamento dos homens de Coronel Bafoé que não distinguem os manifestantes da polícia, mas que os homens de Bala Samoura se opõem a este ato. Este foi o lugar onde começaram as discussões intermináveis entre os dois órgãos.
Finalmente, eles são contidos e os elementos de Bafoé preferiram se instalar na encruzilhada da mudança. Em seguida, os dois órgãos decidiram proteger a marcha sem quaisquer problemas.

Por: Mariama Sylla para
# GCID 2015- GuineeConakry.Info

Rússia: Linha Direta com Vladimir Putin (Parte 1).

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Presidente Vladimir Putin

Ao mesmo tempo, a nossa sociedade tornou-se mais consolidada. Os índices positivos aumentam, na autoavaliação do povo russo. O que é especialmente interessante é que o nível de felicidade - ou o "índice de felicidade", como os sociólogos chamam - não caiu como se poderia esperar que tivesse acontecido.

Apresentador de Linha DiretaKirill Kleymenov: Boa tarde. Você está assistindo a Linha Direta com o presidente Vladimir Putin. Aqui no estúdio hoje são Maria Sittel e Kirill Kleymenov

Apresentadora de Linha Direta Maria Sittel: Boa tarde. Exatamente um ano se passou desde nosso último encontro em estúdio. Foi ano de dificuldades sérias para a Rússia: as sanções, a queda dos preços do petróleo e da atmosfera da guerra fria. Foi ano para compreendermos a grande tragédia que se abateu sobre um povo irmão, ano em que nosso país enfrentou muitos desafios novos.

Ao mesmo tempo, a nossa sociedade tornou-se mais consolidada. Os índices positivos aumentam, na autoavaliação do povo russo. O que é especialmente interessante é que o nível de felicidade - ou o "índice de felicidade", como os sociólogos chamam - não caiu como se poderia esperar que tivesse acontecido.

Então, hoje, vamos discutir como responderemos a esses desafios e para onde estamos indo. Estamos ao vivo com Vladimir Putin. [...]

Yekaterina Mironova: Aqui no estúdio temos pessoas selecionadas como amostra representativa de toda a Rússia: médicos, professores, agricultores, empresários, trabalhadores de resgate e outros. Todos têm perguntas para o presidente.

Maria Sittel: Vamos começar?

Vladimir Putin: Boa tarde.

Maria Sittel: Boa tarde, Sr. Presidente. O ano que passou foi ano em que o senhor teve que tomar várias decisões difíceis. Pode-se dizer que foi um ano de decisões pessoais para o presidente. Era preciso tomar as decisões com rapidez e precisão, e ninguém poderia tomá-las pelo senhor. Vale para as contrassanções, a maratona diplomática em Minsk e a Crimeia, é claro.

A situação econômica também é complexa. Dada a pressão externa, mas também exigiu decisões pessoais diretas do presidente. Quais os resultados do ano? O que o senhor conseguiu ampliar, o que foi reduzido?

Vladimir Putin: Esta é uma pergunta tradicional. Parti da ideia de que essa pergunta apareceria e, de qualquer modo, é coisa sobre a qual tenho de falar. Então, fiz algumas anotações para me certificar de que não teria de inventar números. Na verdade, grande parte disso já é público, mas alguns números são novos e gostaria de compartilhá-los com você e com todo o país.

Você já falou de alguns dos resultados. A incorporação da Criméia e Sevastopol, e situação econômica externa complicada. Uma coisa da qual temos falado muito, mas vale a pena mencionar outra vez, embora seja evento do ano passado é a nossa vitória nos Jogos Olímpicos de 2014, os Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, total sucesso. Tudo isso aconteceu no ano passado.

Também gostaria de mencionar o fato de houve certas limitações externas, que, de uma forma ou de outra tiveram um impacto sobre nossas taxas de crescimento, nosso desenvolvimento, embora no conjunto já possamos ver que o rublo está ganhando força e o mercado de ações está em ascensão. Conseguimos evitar a inflação em espiral.

Vejamos alguns números específicos. Até o final do ano passado, o PIB da Rússia cresceu 0,6 % - pequeno crescimento, mas crescimento. A produção industrial subiu um pouco mais - 1,7%, enquanto a indústria de transformação subiu 2,1%. Alcançamos um novo recorde na produção de petróleo - 525 milhões de toneladas, o mais alto da história recente. Também conseguimos a maior safra de grãos da história recente - 105,3 milhões de toneladas. Em geral, a agricultura demonstrou bons resultados, com crescimento de 3,7%. Também estamos tendo crescimento no primeiro trimestre deste ano, o que é boa notícia.

Há dinâmicas positivas em várias outras indústrias. A indústria química cresceu 4,1%; a produção de fertilizantes minerais, 4,2 e outras. Ao mesmo tempo, como você bem observou, temos alguns problemas. A redução do investimento de capital de empresas de pequeno porte foi sinal negativo. Assim, o investimento global de capital no ano passado caiu 2,5%.

Ao mesmo tempo, a construção de moradias habitação está se saindo muito bem. Nossos trabalhadores da construção civil podem orgulhar-se, porque também alcançaram resultados recordes na história do Estado russo. Nunca antes, nem nos tempos soviéticos, nem no período pós-soviético, nem, com certeza antes dos soviéticos, construímos tantas moradias - em torno de 81, 82 milhões de metros quadrados.

Também conseguimos evitar aumento acentuado do desemprego. Aumentou, ano passado, é verdade, de cerca de 5,3-5,4 no meio do ano passado, para 5,8 agora. Mas conseguimos segurá-lo.

Enquanto isso, os resultados do ano passado mostram crescimento de 11,4% nos preços ao consumidor. Não é bom, porque afeta os padrões de vida das pessoas. Mas em março, a taxa de inflação caiu. A renda disponível da população caiu 1%, e os salários aumentaram 1,3%. Como você sabe, nossas pensões são indexadas - por tempo de serviço e sociais e as antigas. A incerteza econômica levou a uma saída de capitais. É coisa com que temos de nos preocupar, mas não é nenhum desastre. Se o assunto reaparecer, poderemos falar mais sobre isso, adiante.

Apesar das flutuações significativas no mercado financeiro, o setor bancário da Rússia demonstrou boa dinâmica. A carteira de crédito para o setor real da economia vem crescendo. É particularmente bom que os ativos totais dos bancos russos atingiram 77 trilhões de rublos, e pela primeira vez eles ultrapassaram o PIB do país. É um índice muito bom, que mostra estabilidade e é sinal de que o sistema bancário russo é confiável.

Devo dizer que pessoas físicas e jurídicas que tiraram dinheiro do país, ou que trocaram seu dinheiro por outras moedas no final do ano passado, já estão repatriando o dinheiro que tiraram daqui. Os depósitos de pessoas físicas cresceram 9,4% no ano passado; os de pessoas jurídicas, 40,6% e continuam a aumentar. Em janeiro, os depósitos dos cidadãos aumentaram mais 2,8%, alcançando mais de 19 trilhões de rublos, enquanto os das empresas cresceu 5,1%, para um total de mais de 26 trilhões de rublos.

No geral, se passarmos para questões de orçamento, concluímos o ano passado com um ligeiro déficit de 0,5% e conseguimos evitar que o déficit crescesse em espiral. Em outras palavras, há um déficit, e prevê-se que esse ano chegue a 3,7%, mas é bastante razoável.

Um dos resultados positivos de 2014 foi, sem dúvida, os dados demográficos positivos. A taxa de natalidade vem subindo, contra uma queda na taxa de mortalidade. A média de vida continua crescendo, o que manifesta uma tendência global positiva, e os sentimentos da população em geral.

Estes, brevemente, são os resultados de 2014 e do início de 2015.

Kirill Kleymenov: Senhor Presidente, os números da macroeconomia parecem, sim, bastante positivos, dadas as circunstâncias. No entanto, se tivermos em conta o ponto de vista de uma pessoa comum, e a julgar pelas perguntas que continuam a chegar aos nossos estúdios, o quadro não é tão róseo, e há problemas. Vamos considerar a economia em detalhes, pois esta é a base de tudo.

Gostaria de começar com uma pergunta que foi provocada por uma publicação recente. Alguém, na reunião que o senhor teve com empresários, disse que o senhor alertou os demais presentes naquela reunião que as sanções não serão levantadas em breve; que ninguém espere por isso. Primeiro, vamos confirmar tudo: houve ou não houve essa conversa? E, se houve, como o senhor vê essa questão?

Vladimir Putin: Acabo de falar sobre isso. Falei de uma série de desenvolvimentos positivos, alguns em nível macroeconômico, que são muito importantes para o desenvolvimento. Também disso, que a renda da população sofreu uma queda. Os salários têm crescido um pouco, mas os rendimentos totais caíram devido à inflação de cerca de 11,4%. Também falei sobre isso.

Quanto a sanções, sim, houve essa conversa com empresários; e, sim, eu lhes disse que eles não devem contar com o levantamento das sanções, porque estas são questões puramente políticas, e envolvem alguns dos nossos parceiros. Acredito que as sanções têm a ver com a interação estratégica entre aqueles parceiros e a Rússia, e com dificultarem o nosso desenvolvimento.

Na verdade, eu não acho que essa questão diga respeito diretamente a Ucrânia, porque o objetivo atual é fazer valer os Acordos de Minsk. Estamos fazendo todo o possível para este objetivo, mas Kiev está aproveitando que as sanções não foram levantadas.

O ponto em questão não são as sanções. O que eu disse àqueles empresários? Disse a eles que a questão não se limita às sanções, que temos de encontrar melhores maneiras de gerenciar esses processos em casa, no nosso país, para nossa economia. E isso depende muito do que fazemos.

Falamos sobre preços e salários, mas qual é a razão do que vemos? É claro que a razão é a pressão sobre o rublo, a depreciação do rublo. Por sua vez, é efeito também ligado aos preços do petróleo. Sabemos muito bem que, infelizmente, o nosso desenvolvimento econômico há muito tempo é desequilibrado, e é muito difícil modificar isso.

O que fizemos nos últimos anos? Os salários foram crescendo em ritmo prioritário, muito mais rápido do que a eficiência do trabalho. E o ajuste da taxa de moeda era inevitável - inevitável -, mesmo que não houvesse sanções.

Na verdade, as sanções vieram bem a calhar para o Governo e o Banco Central, que agora podem pôr a culpa de tudo, nas sanções. Mas as sanções não são a única razão. Temos de ajustar a nossa política econômica de forma mais profissional, de forma consistente e rápida. Já fizemos um ajuste inicial.

Essa é uma decisão muito importante, e os dois lados, mercados e investidores responderam àquele ajuste. O ajuste ajudará a melhorar nossa economia e a criar condições básicas para o desenvolvimento. Assim, em resumo, as sanções são importantes e, sim, contribuem para os nossos problemas atuais (se houver dúvidas poderemos voltar a discutir isso), mas as sanções não são o nosso maior problema.

Kirill Kleymenov: Mas, ainda assim, quanto tempo isso tudo pode demorar? Digo, as sanções? Tanto quanto no Irã? Teerã vive há décadas sob sanções.

Vladimir Putin: Para começar, a Rússia não é o Irã. A Rússia é maior; tem economia maior e, por sinal, muito mais diversificada que a economia do Irã. Além disso, nossa política energética é diferente da política praticada pelas autoridades iranianas, e por uma série de razões, que eu não vou analisar agora. Afinal de contas, a indústria de energia russa é baseada no mercado, muito mais do que em alguns países produtores de petróleo e gás. Não se pode, de fato, comparar os dois países.

Quanto a por quanto tempo teremos de suportar as sanções, gostaria de colocar a questão de outro modo. Sem considerar se as sanções ficam ou saem, nós temos de nos aproveitar da situação com as sanções, para atingir novas fronteiras de desenvolvimento. Vale para as políticas de substituição de importações, que ficamos obrigados a implantar. Vamos avançar nessa direção, e espero que esses esforços venham a contribuir para estimular o desenvolvimento dos setores de alta tecnologia da economia, com taxas de crescimento mais altas do que tivemos antes.

O mercado russo está cheio de oportunidades para agricultores nacionais, especialmente depois que a Rússia integrou-se à OMC. Claro que tudo o que estamos vivendo teve impacto negativo em termos de inflação dos preços dos alimentos. Temos de aguentar essa situação por algum tempo, mas a produção agrícola nacional, inevitavelmente, crescerá, e vai crescer, especialmente, como efeito das medidas de apoio que o governo implantou e estão vigentes.

Estou ciente do descontentamento entre os produtores agrícolas. Com certeza estão aí no estúdio, e poderão fazer suas perguntas. Discutiremos, mas é importante lembrar que todos se estão beneficiando do apoio que o governo está dando a eles. A produção doméstica e a segurança alimentar são itens vitalmente importantes, e vamos procurar garanti-las.

Será que teríamos tomado essas medidas sem as sanções? A resposta é não. Mas, com as sanções, estamos trabalhando nessa direção.

Maria Sittel: É verdade que a Rússia é uma nação forte, e nós podemos aguentar. Estamos recebendo muitas mensagens de texto, das regiões, de agricultores e produtores, que dizem que se o apoio do governo só existe por causa das sanções (...) e agora estamos começando a aumentar a produção local, a remoção das sanções, agora, seria um desastre. Voltaremos a esta questão mais tarde.

E há outras perguntas. As pessoas estão lembrando sua conferência de imprensa, há seis meses, durante o qual o senhor disse que a recuperação da economia demoraria dois anos. Talvez seja hora de você ajustar a sua previsão?

Vladimir Putin: Talvez seja possível encurtar esse prazo. Com o que estamos vendo - fortalecimento do rublo, crescimento do mercado e outras coisas. Acho que talvez possa acontecer mais cedo, sim, acho ainda que vá demorar cerca de dois anos. Considerando todos os fatores, esse ano ainda estamos prevendo alguma queda na produção. Mas assumiu-se que o início deste ano veria queda considerável na produção, o que não aconteceu.

Gostaria de dizer-lhe que a produção industrial em março deste ano chegou a 99,4%  da que tivemos em março de 2014; no primeiro trimestre deste ano, a produção industrial chegou a 99,6%  do que produzimos no primeiro trimestre de 2014.

Em termos práticos, não houve queda na produção durante o início deste ano. Alguns crescimentos são possíveis, mas vão depender dos juros, da política econômica do Governo, do Estado e de muitos outros fatores. Ainda assim, temos de fazer o nosso melhor para manter a mesma dinâmica positiva que estamos vendo hoje. Essa dinâmica deve ser preservada e acelerada.

Kirill Kleymenov: Estamos vivendo num ambiente de sanções e contrassanções. O senhor acha que alguma coisa poderia estar sendo feito de outro modo?

Vladimir Putin: Sempre se pode fazer qualquer coisa de modo diferente. Não sei se alguma coisa poderia ter dado melhor resultado. Ainda entendo que nossa abordagem foi a melhor.

Kirill Kleymenov: Senhor Presidente, questão muito importante é saber se vamos ter força e recursos suficientes.

Vladimir Putin: Você sabe que a questão não é falta de força. Quanto aos recursos, com certeza temos muitos. O mais importante são os recursos humanos, habilidades das pessoas e vontade de trabalhar. Tenho tido contato com muita gente, e sei como eles se sentem, principalmente sobre as sanções.

Nossa tarefa - a principal tarefa para o presidente, o governo, o Banco Central e os governadores das regiões - é fazer com que passemos pelas dificuldades desse período, com o mínimo de perdas. Podemos ou não fazer isso? Sim, podemos, e não será preciso esperar muito. Temos de usar a situação para o nosso benefício. E podemos fazer isso.

Maria Sittel: Que outras ameaças a Rússia deve esperar ainda para esse ano?

Vladimir Putin: Você sabe, há muitas ameaças imprevisíveis lá fora, mas se conseguirmos manter uma situação política estável no país e manter os russos unidos como estamos agora, estaremos imunizados contra quaisquer ameaças.

Kirill Kleymenov: Senhor Presidente, acho que temos de nos concentrar em algumas questões negativas. A crise ainda está aqui. O governo veio com um plano de ação para superá-lo, mas, francamente, não vimos nenhum resultado até agora. Às vezes, parece que a principal estratégia resume-se a esperar que melhorem os preços do petróleo, e que o dinheiro do petróleo comece a fluir para o orçamento, que assim se resolverão todos os problemas.

Vladimir Putin: Você está fazendo avaliação exageradamente negativa do trabalho do Governo. Claro que é preciso criticar o governo, o presidente, os governadores, sempre e muito. É indispensável que todos tenham esse feedback crítico, como fato sempre presente. A crítica em geral ajuda a ver as coisas de uma perspectiva diferente, o que é sempre bom.

Mas a verdade é que adotar um plano de estabilização socioeconômica para nosso país, nas atuais circunstâncias, não é fácil e exige abordagem profissional e competente. São coisas que não se podem fazer com improvisações. Não basta jogar dinheiro sobre os problemas, pensando que temos suprimento infinito de dinheiro.

Então, o Governo precisou de algum tempo para analisar as coisas e ver o que precisava ser feito e o que é preciso, para realizar o que tenha de ser feito. Mas o plano de que falei foi aprovado no final de dezembro; agora está sendo implantado gradualmente.

As coisas poderiam ter sido mais rápidas? Provavelmente sim, poderíamos ter-nos movido mais rapidamente. Mas o nosso plano de ação foi pensado cuidadosamente. Acredito que ele reflete adequadamente o estado atual da nossa economia. O que quero dizer é que, em primeiro lugar, trata-se de plano ambicioso, com orçamento de 2,3 trilhões de rublos, o que é muito. Desse montante, 900 bilhões de rublos foram usados ​​para apoiar diretamente o sistema bancário, que é, de acordo com alguns especialistas, a força vital da nossa economia.

Não importa o que haja para criticar no governo ou no Banco Central, deve-se admitir que essas ações estão corretas e há justificativa para todas elas. Aprendemos muito com a crise anterior, de 2008-2009.

Além disso, 250 bilhões foram destinados ao setor de bens-e-serviços, também por meio de bancos, mas com efeito direto sobre a economia real. Decidiu-se aumentar a capitalização da United Aircraft Corporation, ou seja, injetar 100 bilhões de rublos para o setor de fabricação de aeronaves. Mais de 82 bilhões serão fornecidas para apoio ao mercado de trabalho e 200 bilhões em garantias para o setor real e para o projeto específico.

O Banco Central prevê um pacote inteiro do que considero que sejam medidas oportunas e economicamente vitais. Como disse anteriormente, indexamos pensões no início do ano. Significa que uma série de decisões foram tomadas na esfera fiscal, e talvez voltemos a discuti-las adiante. Há um programa separado de apoio ao setor agrícola. Além disso, no setor interno de transportes - transporte ferroviário, por exemplo - as coisas não ainda não foram finalizada, mas já está decidido introduzir imposto zero sobre os serviços de trens urbanos, reduzir os impostos sobre os serviços aéreos domésticos em 10% ... Em outras palavras, há um pacote, um conjunto abrangente de medidas, e eles estão começando a operar.

Não me parece que seja muito correto dizer que não estamos vendo os resultados. Sei que os preços são ainda o que são, mas começaram a cair em março. Talvez não em todas as regiões, mas é evidente a nível nacional. Aí está mais um fato. O rublo também se estabilizou e fortaleceu-se. Portanto, seria injusto dizer que não há resultados. Esperava-se mais, certamente, mas isso é exatamente por isso que digo que devemos encarar a realidade e escolher o caminho certo pelo qual nos movimentar. Eu acredito que o Governo escolheu corretamente e estamos avançando pelo caminho que escolhemos.

Kirill Kleymenov: Mas segundo todas as avaliações, as causas do fortalecimento do rublo são outras.

Vladimir Putin: Você acha? E que causas seriam essas?

Kirill Kleymenov: Primeiro de tudo, os preços do petróleo subiram bem pouco, e pararam de subir. E depois há também um elemento de especulação, porque os fundos estão sendo convertidos em rublos, depois que as taxas de juros aumentaram significativamente.

Vladimir Putin: Mas e por que aumentaram? [Risos]

Os preços do petróleo têm mesmo aumentado um pouco, mas é efeito direto - e os especialistas já começam a ver -, o rublo mais forte está ligado aos preços do petróleo, mas o reforço não tem conexão direta com este aumento.

Há outros fatores envolvidos, e já mencionei o principal. Especialistas já viram que passamos pelo pior, depois que nossos bancos e empresas da economia real pagamos empréstimos externos e ajustamos a taxa de câmbio do rublo. Não houve falências. Está tudo funcionando.

Sei que temos vários problemas: a inflação subiu, o desemprego aumentou ligeiramente - mas menos que na Eurozona: lá é 11%; aqui é de apenas 5,8%. Todos esses são fatores que ajudam a escorar nossa moeda nacional.

Maria Sittel: Vamos convidar os cidadãos para essa conversa. Porque... enquanto o Governo trabalha no plano anticrise, as pessoas comuns estão preocupados com os preços e a carestia: os preços da moradia, dos remédios e dos alimentos.

Vladimir Putin: Perdoe-me, mas gostaria d fazer uma pequena correção, por favor. O Governo já concluiu o trabalho sobre o plano anticrise. Já está pronto. Começamos agora a pô-lo em prática.

Maria Sittel: Muito bem.

Natalya Vorontsova, Território Primorye: "Os preços por aqui subiram dramaticamente, os salários continuam os menos, até menores que antes, e há demissões em massa. Não estamos vivendo, só estamos sobrevivendo. Quanto tempo ainda isso vai continuar?"

Vladimir Putin: Nós, na verdade, já falamos sobre isso. É verdade. Já disse, na abertura, que a renda real das pessoas caiu um pouco por causa da inflação, que saltou para 11,4% ano passado. Temos de considerar isso em nossa política social, auxiliando principalmente os grupos socialmente mais vulneráveis.

A segunda tarefa mais importante é preservar os empregos. Já disse que reservamos recursos, mais de 82 bilhões de rublos, para preservar empregos. Se necessário, esse dinheiro será usado. Espero também que se mantenha a tendência de queda da inflação, no mínimo que permaneça a taxa de redução permaneça a mesma, o que é em parte devido ao fortalecimento da moeda nacional.

Maria Sittel: Obrigado. [Continua]
#pravda.ru

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Senegal: Wade - "A transumância não é um ato digno".

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Wade - ex-presidente do Senegal

Em uma visita a residência do porta-voz do Partido Democrático Senegalês (PDS), Babacar Gaye, para oferecer suas condolências após a morte de sua mãe, Abdoulaye Wade teve a oportunidade de ridicularizar a transumância.

"A pessoa tem a liberdade que lhe permite participar da festa de sua escolha, mas isso não significa que é uma obrigação. Há pessoas que estão desesperadas para mais prados verdejantes. Nós dissemos que o pássaro é livre, isso é verdade. Mas existem valores como a dignidade, a moral, a ética ... que são essenciais para todos os seres humanos ", diz Wade.

Segundo ele, "se toda vez que te propõem privilégios, dinheiro oferecido, e você decide se juntar a eles em seu partido, o que é grave e até mesmo o país pode sofrer. Então, a transumância não é um ato digno. Ela não faz avançar um país e nenhum mérito".

# Seneweb Notícias

Eleições presidenciais no Togo, "a comunidade internacional está observando vocês" (CEDEAO).

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Lomé - "Toda a comunidade internacional está observando vocês", lançado nesta segunda-feira aos Togoleses, o Presidente da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) no cargo, o presidente de Gana, John Dramani Mahama, sobre a eleição presidencial marcada para sábado.
Depois de se reunir com o presidente cessante, Faure Gnassingbé, que está à procura de um terceiro mandato de cinco anos, além dos outros candidatos e líderes de diferentes partidos, Mahama pediu em uma conferência de imprensa em Lomé que a comissão eleitoral togolês esclareça alguns pontos.

"Houve uma falta de comunicação entre a Comissão Eleitoral e as partes interessadas", que "não entendem o que faz a comissão eleitoral concernente a certos processos eleitorais", explicou.
"Estamos de acordo que a comissão eleitoral de realizar uma grande conferência de imprensa", com os meios de comunicação e representantes de partidos políticos, para explicar "passo a passo o processo eleitoral", e "o mais rapidamente possível antes eleição ", disse o presidente de Gana.

Estas propostas mostram a desconfiança entre o regime - Gnassingbe que tinha sido conduzido ao poder pelo exército em 2005, com a morte de seu pai Gnassingbe Eyadema, após 38 anos no poder - e a oposição, que se aopresenta dividida, mas pronto para o combate a este sistema de votação.

Segundo o Sr. Mahama, ninguém levantou objeções sobre o registo eleitoral retificado, a falta de confiabilidade inicial (duplicatas, os eleitores falecidos) levaram ao adiamento da eleição em mais 10 dias.
"Toda a comunidade internacional está de olhares voltados para o Togo", disse o chefe da CEDEAO, insistindo que "só pode haver um vencedor" e que "todos os candidatos (...) deverão estar prontos para aceitar o resultado da votação".
"A Comissão Eleitoral é a única entidade competente (...) para anunciar os resultados", insistiu o presidente de Gana, e "os partidos políticos devem abster-se de anunciar os seus próprios resultados."
A última eleição presidencial, em 2010, não teve grandes problemas. Mas a violência eleitoral havia sacudido em 2005, fazendo 400 a 500 mortes, segundo a ONU.
mba / ek / dia.

#news.alome.com

Reuniões de Primavera do FMI / Banco Mundial: Christine Lagarde satisfeito com a situação económica na Costa do Marfim.

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Assemblée

A directora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde manifestou a sua satisfação pelo facto de "a situação económica na Costa do Marfim desenvolver de maneira muito favorável e muito largamente superior a taxa crescimento médio hoje no mundo". Foi neste sábado, 18 abril, em Washington, durante uma reunião com a delegação da Costa do Marfim liderada pelo primeiro-ministro Daniel Kablan Duncan.

A Patrona do FMI saudou a vontade e a determinação das autoridades da Costa do Marfim em "desenvolver um clima favorável ao investimento dos negócios do mundo." Afirmando que "é uma direção muito boa." Ela também elogiou o "otimismo" das autoridades da Costa do Marfim quanto a melhoria da situação económica do país. "Nós sempre temos a nossa pequena discussão sobre a taxa de câmbio. O FMI é um pouco pessimista, mas a história tem provado que este otimismo da Costa do Marfim que vai prevalecer na matéria ", reconheceu a diretor-geral do FMI. Concluindo que " tudo isso é muito positivo."
Esta encontro, que durou meia hora com gravação, além do primeiro-ministro Daniel Kablan Duncan e a Patrona do FMI, Christine Lagrade, a presença de ministros Kaba Nialé  (Economia e Finanças), Jean Claude Brou (Minas e Indústria), Gaoussou Touré (Transportes), Abdourahmane Cissé (Orçamento), o Secretário-Geral adjunto da Presidência da Costa do Marfim, Thierry Tanoh e os administradores marfinenses conjuntamente com os do FMI e do Banco Mundial.

#abidjan.net

Rei Zulu nega ter desencadeado ataques na áfrica do Sul.

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Rei zulu Goodwill Zwelithini. ARQUIVO | GROUP Nation Media

Rei zulu Goodwill Zwelithini  negou nesta segunda-feira ter estimulado chicotadas até o ódio xenófobo contra estrangeiros africanos na África do Sul depois dele ter sido acusado de provocar a violência que já deixou pelo menos sete mortos e obrigou milhares a fugir de suas casas.
Zwelithini no mês passado fez um discurso irritado e culpando os imigrantes pelo aumento da criminalidade e dizendo que eles devem deixar o país, em uma explosão visto como um estímulo à onda de ataques a zimbabuanos, Somalis, malawianos e outros estrangeiros.

Mas ele disse também a um grupo tribal de vários milhares de Zulus na cidade portuária de Durban, que tinha sido mal interpretado.

Contenção de violência
"Esta violência dirigida contra os nossos irmãos e irmãs é vergonhosa", disse ele.
"A minha palavra ... foi dirigida contra a polícia, pedindo a aplicação de leis mais rigorosas, mas que nunca foi relatada.
"O público agiu ao invés de interpretar um outro lado do meu discurso, que tinha sido distorcida e deturpada".
Autoridades sul-Africanas têm lutado para conter multidões na capital econômica Joanesburgo e Durban pela caça aos estrangeiros.

Pelo menos sete pessoas morreram na semana passada e 307 suspeitos presos na pior violência étnica desde 2008, quando 62 pessoas foram mortas, principalmente nos bairros de Joanesburgo.

#africareview.com

domingo, 19 de abril de 2015

África do Sul: Cidadãos angolanos estão em segurança.

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Fotografia: AFP

O Governo vai pedir nos próximos dias às autoridades sul-africanas protecção aos cidadãos angolanos residentes naquele país em função dos actos de violência xenófoba que se registaram na África do Sul.

A garantia é do ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti, que revelou que nenhum cidadão angolano residente na África do Sul está entre as vítimas dos actos de violência xenófoba que provocaram a morte de cidadãos estrangeiros.
O chefe da diplomacia angolana disse estar confiante nas medidas que estão a ser tomadas pelas autoridades sul-africanas para conter a onda de violência que afectou maioritariamente cidadãos dos países vizinhos.
“Ainda não temos registo de nenhum angolano que tenha sido atacado. Claro que essa situação preocupa muitos países. Temos confiança que o Governo da África do Sul vai tomar medidas que resolvam esta situação, porque há uma preocupação da comunidade sul-africana em si. Portanto, aqueles sul-africanos que pensam que os seus problemas são provocados pelos estrangeiros que lá vivem não estão correctos”, disse.
O ministro disse que “estamos preocupados com o que acontece na África do Sul. Quando são atacados estrangeiros ficamos preocupados, porque temos cidadãos nacionais naquele país que podem ser vítimas”, disse.  Até ontem 12 pessoas foram detidas, após ataques no centro da cidade sul-africana de Joanesburgo contra lojas de estrangeiros, num novo episódio da violência xenófoba que começou no início do mês em Durban.

Suspeitos detidos

O porta-voz da Polícia, Lungelo Dlamini disse que “os 12 suspeitos foram detidos por tentarem entrar em lojas de estrangeiros”, não referindo a existência de feridos. Segundo a imprensa local, os atacantes gritaram aos estrangeiros para deixarem a África do Sul, incendiaram viaturas e confrontaram a polícia.
Os incidentes violentos que afectam Durban e Joanesburgo causaram seis mortos. Na quinta-feira, o Presidente sul-africano, Jacob Zuma, lançou um apelo à calma, tendo afirmado que “nenhum nível de frustração ou de raiva pode justificar ataques contra os cidadãos estrangeiros ou a pilhagem das suas lojas”. Em Janeiro, uma explosão de violência xenófoba causou seis mortos no Soweto, perto de Joanesburgo.
Os ataques eram semelhantes aos actuais, os desordeiros atacavam lojas que pilhavam e perseguiam estrangeiros. Em 2008, uma vaga de xenofobia sem precedente causou a morte de 62 pessoas na África do Sul.
# jornaldeangola.sapo.ao

Governo Guiné-Bissau quer aumentar exportação de castanha de caju.

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O Governo da Guiné-Bissau pretende aumentar a exportação de castanha de caju de 150 para 200 mil toneladas na campanha anual de comercialização que vai ser aberta no sábado, anunciou o ministro do Comércio, Serifo Embaló.

Guiné-Bissau quer aumentar exportação de castanha de caju

Bissau vai apostar em mais mercados, como o Vietname e a China (para além do principal comprador de caju que é a Índia), e deverá colocar no terreno medidas acrescidas de repressão de contrabando, referiu o governante.
O ministro do Comércio admitiu ter havido "muito contrabando" na campanha de 2014 através de "circuitos paralelos" para o Senegal, referiu Serifo Embaló numa intervenção, em março, no parlamento guineense.
Qualquer operador que seja apanhado este ano em exportação ilegal verá confiscado, a favor do Estado, o camião, a mercadoria e ainda terá que pagar uma multa, adiantou o ministro.
Os serviços de segurança do Estado e a Guarda Nacional serão chamados a vigiar a fronteira durante a campanha, que decorrerá de abril a setembro, acrescentou.
A cerimónia oficial de abertura da época de comercialização e exportação da castanha de caju, promovida pelo Ministério do Comércio e Artesanato, está marcada para sábado de manhã, em São Domingos (norte da Guiné-Bissau).
Entre outras medidas para a campanha deste ano, Serifo Embaló anunciou que o Governo vai abrir quatro locais de pesagem em Bissau, para evitar filas de camiões na baixa da capital junto ao porto comercial - até agora havia uma única báscula para pesar toda a castanha que era exportada.
Também a partir deste ano passa a ser obrigatório que o exportador apresente ao Governo o seu boletim de exportação antes de o produto entrar num navio.
Só será dada licença para exportar ao operador que tiver um contrato de venda ao comprador estrangeiro de pelo menos 1.100 dólares por tonelada.
"Este ano o Governo vai emitir certificados de qualidade do nosso caju antes de sair do porto", afirmou ainda o ministro do Comércio.
Serifo Embaló refere que o Executivo vai exigir "boas práticas" a todos os intervenientes na cadeia, desde o produtor ao exportador, e para ajudar na obtenção de documentação e informação vai ser aberto um local de atendimento em Bissau.

#noticiasaominuto.com

A Nigéria pronta para evacuar seus cidadãos da África do Sul.

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Os estrangeiros de pedras  e tijolos nas mãos depois de uma escaramuça com os habitantes locais, milhares de pessoas tomaram parte em uma "marcha da paz" contra a xenofobia em Durban, África do Sul, em 16 de abril de 2015. ARQUIVO | GROUP Nation Media

O governo nigeriano está celebrando acordos para a evacuação dos seus cidadãos da África do Sul que começa na segunda-feira.

Os interessados ​​em voltar para casa foram aconselhados a entrar em contato com o Alto Comissariado da Nigéria na África do Sul.

Abuja também dirigiu-se aos nigerianos em todos os pontos problemáticos para fechar seus negócios e ficar em casa e fora de problemas.

A declaração pelo Instituto nigeriano em Pretória apelou aos cidadãos para entrar em contato através do telefone ou mídia social.

Alto Comissário da Nigéria para a África do Sul Martins Cobham, disse neste sábado que a situação estava sendo monitorado na menor ameaça, a média e alta, e enfatizou a necessidade de nigerianos evitarem áreas de risco iminente, respeitar as leis do país de acolhimento e cooperar com agências de segurança locais.

O presidente da União da Nigéria, o Sr. Ikechukwu Anyene, disse que 50 nigerianos foram deslocadas em Jeppestown, perto de Joanesburgo.

Proteção e segurança

"Nós temos conhecimento de que cerca de 300 nigerianos em Jeppestown, perto de Joanesburgo, que fugiram para a sua segurança e cerca de 50 deles não têm nenhum lugar para ficar.

"Estamos fazendo acordos com a missão da Nigéria na África do Sul para obter um lugar para eles ficarem com mais segurança", disse ele em um comunicado.

"A União da Nigéria também apresentou materiais de ajuda aos afetados pelos ataques e disse estar em contato com vários ramos da união nas províncias sobre segurança dos nossos cidadãos", disse Anyene.

Sr Anyene disse ainda que lojas de nigerianos e empresas em Durban e Joanesburgo haviam sido saqueadas e algumas queimadas.

O sindicato apelou ao Governo Federal para colocar mais pressão sobre a África do Sul para deter os ataques

O Presidente da Casa do Comité dos Representantes da Nigéria na diáspora, a Sra Abike Dabiri-Erewa, alertou para uma possível retaliação nigeriana contra os ataques xenófobos.

Ela disse: "Um: Nós pedimos que o Alto Comissário da Nigéria para a África do Sul seja convocado para uma nova consulta. Essa coisa de (ataques xenófobos) não está acontecendo só agora; tem sido há muito tempo. Nós não podemos viver em um estado de abandono.

"Dois: novos ataques, devem parar. O (Presidente Jacob) Zuma deve assegurar que não existem mais ataques.

Obediência as leis

"Três: o princípio da reciprocidade deve prevalecer. Moçambique começou a retaliar com os sul-africanos no seu país.

"Nós não temos que chegar a esse nível, mas em conflito, temos de aplicar o princípio da reciprocidade."

Srs Dabiri e Erewa disseram que a Nigéria deve aplicar medidas semelhantes contra investimentos da África do Sul na Nigéria.

Enquanto isso, na Nigéria o presidente eleito, Gen (Rtd) Muhammadu Buhari, expressou seu apoio as medidas tomadas pelo governo para proteger os cidadãos contra os ataques na África do Sul.

Em um comunicado divulgado em Abuja, ele disse que a cabeça de Missão da Nigéria em Pretória tinha tomado as medidas certas, aconselhando a comunidade na África do Sul a fechar suas lojas, a ficar em casa e manter fora de problemas, garantindo ao mesmo tempo que eles obedeçam às leis do país de acolhimento.

"Nós também entendemos que o governo Sul-Africano está a fazer esforços para pôr fim a esta situação infeliz.

"Enquanto isso, os nigerianos na África do Sul devem respeitar o uso das palavras e com cautela direcioná-las aos seu representante junto do governo em Pretória."

O Alto Comissariado Sul-Africano para a Nigéria Lulu Mnguni assegurou a Nigéria que seu país não iria permitir que as atividades de alguns criminosos visando destruir a relação íntima entre as duas nações.

O enviado deu a garantia em Abuja, no sábado, e salientou que foi lamentável que elementos criminosos ataquem os estrangeiros.

#africareview.com

África do Sul: Presidente Zuma - apela os estrangeiros para permanecer apesar da violência xenófoba.

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Após duas semanas de protesto xenófobo o presidente da África do Sul apelou aos estrangeiros para permanecerem no país. Ele também pediu as igrejas para rezarem pela paz e amizade.
O Presidente Jacob Zuma cancelou uma visita à Indonésia, a fim de lidar com a violência em curso e protestos na África do Sul. No sábado, ele visitou o acampamento Chatsworth, ao sul de Durban, e entregou um cheque de 50.000 rands (4.100 dólares) para as vítimas de violência xenófoba.
"Nós estamos certos que vai acabar a violência", disse Zuma a centenas de imigrantes africanos deslocados no acampamento em um discurso que foi transmitido pelo eNCA canal de notícias 24 horas por dia.
Zuma conversou com alguns imigrantes que pretendiam entrar em ônibus fornecidos por seus governos, inclusive do Zimbabwe e do Malawi, para levá-los para seus países de origem. Ele disse: "Aqueles que querem ir para casa, mas quando a violência cessar, vocês estarão convidados a voltar."

Represálias contra os sul-africanos em países vizinhos também afetaram as empresas dos Sul Africanos. A Gigante de energia Sasol repatriou 340 membros Sul-Africanos da sua equipe de suas operações em Moçambique na sexta-feira, em meio a temores por sua segurança.

A violência começou depois que o rei Goodwill Zwelithini Zulu, comentou em março, um comentário que foi amplamente divulgado pela mídia por ele ter dito que os estrangeiros devem deixar o país. Desde então, a violência estourou e ele disse que seus comentários foram mal interpretados. eNCA relatou que o rei fez esse comentário, durante uma cerimônia tradicional no sábado: ". Qualquer um que esteja à espera de uma ordem de Zwelithini para atacar as pessoas, desista. Nunca terá essa ordem."

Tensões
Comentários de alguns ministros do governo pouco fez para acalmar as tensões. Antes da violência eclodir, o Ministro da Água e Saneamento Nomvula Mokonyane, fez declarações publicadas pelo site AfricaCheck onde ele referiu que em Kagiso, um município a oeste de Joanesburgo: "Quase todas as segundas são praticados comércios em geral que são dirigidos por pessoas de Somalia ou origem paquistanesa ... Eu sou companheiro de camaradas e amigos não xenófobos, mas esta é uma receita para o desastre. "
Da mesma forma, na semana passada, o ministro do Desenvolvimento de Pequenas Empresas Lindiwe Zulu disse a Business Day que "os estrangeiros precisam entender que eles estão aqui por cortesia e nossa prioridade é o povo deste país em primeiro lugar .."

Pelo menos quatro pessoas morreram como resultado dessa violência nas últimas duas semanas. No sábado, um cidadão de Moçambique, identificado como Emmanuel Sithole, morreu com ferimentos depois que ele foi atacado por homens durante a violência anti-imigrante em Alexandria.
Alguns estrangeiros se queixaram de que a polícia sul-Africana não está a protegê-los.

#allafrica.com

Angola: Dos Santos Imita Putin e Decreta Fim da Independência das ONG.

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#makaangola.org
A sociedade civil é geralmente definida como o agregado de organizações e instituições não-governamentais que manifestam o interesse e a vontade dos cidadãos. Mesmo Hegel, o filósofo do Estado moderno, considerava que a sociedade civil, com as suas contradições, tornava o Estado e a sociedade nacional mais eficientes.
Por isso, assumindo que Angola está a consolidar a sua democracia nos termos da Constituição de 2010, é com espanto que se vê surgir o decreto presidencial n.º 74/ 15 de 23 de Março, que regulamenta as organizações não-governamentais (ONG). Este Decreto segue a técnica jurídica utilizada pelo novo autocrata russo Vladimir Putin, que introduziu em 2012 legislação que obrigou as ONG estrangeiras a registarem-se no Ministério dos Negócios Estrangeiros como “ agentes estrangeiros”. Tal transformou, na prática, todos os trabalhadores das ONG em hipotéticos “espiões”.
O decreto presidencial angolano detém uma série de mecanismos que tornam praticamente impossível o trabalho independente e imparcial, enquanto representantes da sociedade civil, por parte das ONG.
Vejamos em detalhe os artigos mais cerceadores da liberdade e democracia garantidos pela Constituição.
Os artigos 7.º e 8.º obrigam as ONG a uma inscrição/registo junto do Governo, podendo este ser tacitamente indeferido em caso de inconformidade documental. Portanto, a criação de uma ONG passa a depender, em última instância, da vontade administrativa do Governo.
O artigo 10.º obriga a uma inscrição no Ministério das Relações Exteriores. Na prática, repete a lição russa.
O artigo 11.º obriga a uma inscrição no Instituto de Promoção e Coordenação de Ajudas às Comunidades (IPROCAC). Temos aqui um terceiro acto burocrático, apenas para legalizar uma ONG em Angola. Bem se vê que existe uma intenção legislativa de complicar a entrada deste tipo de instituições e organismos.




O artigo 15.º obriga ao strip tease financeiro das ONG e impede-as de desenvolver qualquer actividade adversa aos princípios defendidos pelos órgãos de soberania nacionais (artigo 15.º, n.º 2, alínea l in fine). Portanto, não pode existir qualquer ONG que defenda princípios diferentes daqueles que são defendidos pelo presidente da República. Este artigo é excessivo e pode, aliás, representar o fim da pluralidade democrática.
Acresce que os n.º 3 e 4 do mesmo artigo 15.º apenas deixam operar qualquer ONG, em termos financeiros, depois de um acordo obrigatório com as autoridades angolanas. Ou seja, sem acordo não há financiamento. Na realidade, sem autorização governamental expressa, não há qualquer ONG a operar em Angola.
O artigo 18.º atribui a supervisão das ONG a um membro do Governo. «Supervisão» pode ser definida como um acto de orientar, guiar, motivar e gerar resultados entre as instituições supervisionadas. Não entrando em preciosismos jurídicos, dir-se-á que esta «supervisão» implica intervenção directa nas actividades.
Portanto, também ao nível da gestão, com este decreto presidencial, as ONG deixaram de ser independentes. Podemos ainda citar os artigos 20.º ou 23.º como cerceadores da liberdade de associação e de constituição das ONG.
A verdade é que, a partir deste decreto, deixou de haver ONG livres em Angola. Ou se trata de um grave erro jurídico dos serviços legais da Presidência da República ou, e não se quer acreditar, de uma tentativa putinesca de limitação das ONG.
Competirá às forças vivas angolanas, às autoridades competentes e aos tribunais pedirem e declararem a inconstitucionalidade das normas deste decreto, que indubitavelmente atentam contra a liberdade de associação, de expressão e demais direitos fundamentais.

É pela justa aplicação do Direito que um país se transforma num Estado de Direito moderno e justo.















sexta-feira, 17 de abril de 2015

Diáspora Marfinense: Ministro Ali Coulibaly convida os marfinenses no exteriror para um fórum importante em Abidjan.

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Ministère

Sob o patrocínio de Sua Excelência o Sr. Alassane Ouattara, Presidente da República da Costa do Marfim,

O Ministério da Integração Africana e de marfinenses no exterior organiza um importante fórum destinado à Diáspora marfinense, em 7 e 8 de Maio de 2015, no "Sofitel Abidjan Hôtel Ivoire "sob o tema: "DIÁSPORA MARFINENSE: QUAIS SÃO OS DESAFIOS PARA A COSTA DO MARFIM EM VIA DE EMERGÊNCIA? »
Estas consultas essenciais têm como objectivo ter em conta as preocupações da diáspora da Costa do Marfim no desenvolvimento da futura gestão nacional dos marfinenses fora da política.
A cerimônia de abertura será sob a presença efetiva do Chefe de Estado.
Participação nos trabalhos é livre e sujeita a inscrição on-line que irá beneficiar de um cartão de acesso clicando no seguinte link: www.diaspora.gouv.ci

Para mais informações, por favor entrar em contato com os nossos serviços
info@diaspora.gouv.ci ou ivoiriensdelexterieur@gmail.com

# abidjan.net

Quem é Aisha Buhari, a nova primeira-dama da Nigéria?

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Aisha Buhari votant à Daura le 28 mars.
Aisha Buhari votando em Daura em 28 de março. © Pius Utomi Ekpei / AFP

Ela também é reservada como Patience Jonathan, ex-primeira-dama, que é exuberante. A esposa do novo Presidente Muhammadu Buhari deve manter um papel muito tradicional de primeira-dama.
Ela começou sua vida de primeira-dama com uma pequena dança da vitória. Cercada por torcedores acenando vassouras de palha - emblema de (All Progressives Congress), da coalizão de que Muhammadu Buhari, seu marido, era candidato - Aisha Buhari, de 44 anos, finalmente, deixa clarear a sua alegria. Normalmente, sempre na sombra de seu marido, ela, desta vez, ofereceu-se para uma pequena câmera de vídeo que logo inundou a Web nigeriana.

Nigéria: Cinco coisas, a saber, sobre o novo Presidente Muhammadu Buhari.
Dela, sabemos muito pouca coisa. Fulani, originária do noroeste do país, ela aos de 18 anos de idade, em 1989, ela se casou com Muhammadu Buhari, 28 anos mais velho que ela, que acabou de se divorciar de sua primeira esposa, Safinatu Yusuf. Juntos, eles têm cinco filhos. Uma união precoce que não a impediu de estudar administração pública na Universidade Ahmadu Bello antes de consagrar os estudos de cosmetologia em Dubai e Londres.

Uma percurso tão suave, que deixou, portanto, prever o estilo da futura primeira-dama (a cerimônia de posse está prevista para o final de maio) e contrasta com a da primeira-dama do governo que sai, Patience Jonathan, para tornar-se mais um alvo favorito para a gramática de comediantes.

Durante a campanha, Aisha tinha mesmo se recusado a responder às provocações de Patience, que tinha apelado para jogarem pedras nos partidários da alternância e qualificou Muhammadu Buhari de "comatoso velho." O diretor de comunicação do interessado, teria em seguida, respondido a Aisha Buhari a não se "rebaixar" para responder a este tipo de provocação e não deveria jogar como Patience , o " papel de rebater a boca."

Orfanato
Uma primeira-dama "tradicional", é o que, a Sra. Buhari prometeu ser, disse em uma de suas entrevistas recentes e raras, ela citou alguns aspectos de sua futura função: "para receber os hóspedes, visitando orfanatos, ajudar os pobres, lutar na batalha pelos direitos das mulheres e crianças ... "
E acha que citou o que o marido havia prometido durante sua campanha, de excluir, se eleito, o escritório da primeira-dama, que considerou "inconstitucional"! "Se este Gabinete for reconhecido em conformidade com a Constituição, nós não o abrangeremos, tinha concordado Aisha. Mas se não for, ela não se importa que ele desapareça."

Não poderia ser mais discreta.

#jeuneafrique.com


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