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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Costa do Marfim: Abertura oficial da campanha eleitoral - mensagem do presidente da Comissão Eleitoral Independente CEI.

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Ouverture
Youssouf Bakayoko Presidente da Comissão Eleitoral Independente

Costa do Marfim, Costa-marfinenses,
Queridos irmãos e irmãs.

O novo ciclo eleitoral a qual nos engajaremos no decorrer de 2015 entrou na sua fase decisiva, com a convocação do colégio eleitoral do nosso país para a eleição do Presidente da República, em 25 de outubro de 2015.

Assim, após o ajuste do Código Eleitoral, em abril de 2015, o nosso quadro jurídico para as eleições, a conclusão da Revisão da Lista Eleitoral (RLE) em setembro de 2015 e a publicação em 09 de setembro de 2015 da lista de candidatos para a eleição presidencial, o dispositivo e as componentes principais da competição eleitoral de 25 de outubro de 2015 entra em vigor.

Gostaria de renovar as calorosas felicitações da Comissão Eleitoral Independente para todos os candidatos, juntamente com os nossos desejos de todo o sucesso para cada um deles.
A última etapa, antes da votação propriamente dita, a campanha eleitoral oficial, será aberta amanhã (hoje), sexta-feira, por um período de 15 dias.

Com efeito, nos termos do Decreto n.º 2015-619, de 9 de Setembro de 2015, a campanha para a eleição do Presidente da República começará nesta sexta - feira, 9 de outubro de 2015 às 0 horas (isto é, quinta-feira à meia-noite) e terminará na sexta-feira, 23 de outubro de 2015 à meia-noite.
Todos e cada um dos dez candidatos na corrida vai agora ser capaz de fazer campanha livremente e legalmente.

Para fazer campanha livremente e legalmente em todo o país, bem como a diáspora costa-marfinense, dizemos nós, que é estritamente observado, em primeiro lugar, os termos do nosso código eleitoral, nomeadamente no que respeita à observância e período regulatório para propaganda eleitoral.

E também respeitar e promover os valores da cortesia de "fair play" e de boa fé. E enfim, fazer valer em cima de nossos cidadãos a qualidade do seu programa de governação e as suas ambições para o nosso amado país.

Ao longo dos últimos quatro anos, a Costa do Marfim tem trabalhado para pensar e sair fora da caixa de divisão e ódio, para abrir e expandir, a cada dia, os caminhos da coesão social e da unidade nacional .

A próxima eleição presidencial nos oferece uma oportunidade histórica de consolidar ao melhor dos fundamentos e pilares da nossa democracia em marcha; marcha que todos nós desejamos ser irreversível e triunfante.

A Comissão Eleitoral Independente, gostaria no entanto de apelar para o espírito cívico, a disciplina e a não-violência de todos, eleitores ou não, para a realização, em um clima calmo, esta fase sensível do processo eleitoral.

Ao nível da segurança, todas as medidas foram tomadas pelas equipes de nossas forças nacionais, em articulação com a UNOCI e todas as partes interessadas em garantir o processo eleitoral para garantir a todos os candidatos, o direito e a liberdade da campanha e para todos os eleitores, o direito e a liberdade de voto.

Finalmente eu gostaria de assegurar a cada um dos candidatos, que a Comissão Eleitoral Independente permanecerá fiel aos seus compromissos jurídicos árbitro imparcial, justo e vigilante na competição, que será aberta em breve às 00:00 horas hoje à noite(ontem).

Boa sorte para todos e para cada um.

Obrigado

Youssouf Bakayoko
Presidente da Comissão
Eleitoral Independente

#abidjan.net

2 mortos em confrontos na Guiné-Conacry na campanha pré-eleitorais.

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Partidários do presidente Alpha Condé da Guiné durante a campanha eleitoral presidencial em Conakry em 8 de outubro de 2015. FOTO | AFP.

Pelo menos duas pessoas foram mortas e um apontador ferido em confrontos entre partidos políticos rivais antes da eleição presidencial na Guiné-Conacry no próximo domingo, disse o chefe da gendarmerie à AFP. Confrontos na quinta-feira entre partidários do atual presidente Alpha Condé e líder rival da oposição Cellou Dalein Diallo deixaram dois militantes mortos, disse o General Ibrahima Baldé, chefe-da-gendarmerie. O ministro do Interior Mahmoud Cissé, disse entretanto, citando fontes do hospital, que uma pessoa morreu e 20 ficaram feridas nos confrontos.

#africareview.com

ONU avalia Justiça guineense.

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ONU envia relatora especial para avaliar Justiça na Guiné-Bissau

A Guiné-Bissau vai receber, entre os próximos dias 10 e 16 de outubro, a visita da relatora especial das Nações Unidas sobre a independência dos juízes e advogados, Mónica Pinto, para examinar o funcionamento do sistema de justiça no país.

O objetivo, de acordo com um comunicado da ONU citado pelo jornal O Democrata , passa por «identificar as áreas em que é necessário agir para fortalecer o sistema de justiça e a sua capacidade em lutar contra a impunidade».

«Irei observar as conquistas e os desafios do país, bem como o processo e julgamento justos e o acesso à justiça», revela Mónica Pinto.

A relatora das Nações Unidas irá ainda, durante a visita à Guiné-Bissau, encontrar-se com membros do Governo de gestão, funcionários da ONU e representantes de Organizações Não-governamentais, e apresentar as suas conclusões e recomendações finais ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas no próximo mês de junho.

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PAIGC exige provas de processos com membros do Governo
PAIGC pede provas ao Presidente de processos com membros do Governo

O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) pediu ao Presidente da República guineense, José Mário Vaz, que apresente provas de que existem nomes propostos para o novo Governo com processos judiciais pendentes.

«Face às acusações proferidas pelo Presidente da República de que vários nomes constantes da proposta de Governo têm processos judiciais pendentes, o PAIGC convida o chefe de Estado a apresentar as provas das suas acusações», lê-se num comunicado do Partido.

«O PAIGC compromete-se a retirar da sua proposta de Governo aquelas personalidades em relação às quais exista um processo judicial», acrescenta o mesmo documento.

Recorde-se que José Mário Vaz tinha pedido na passada terça-feira ao primeiro-ministro que reformule a proposta de Governo entregue na sexta-feira, tendo em conta as alegações com que justificou a demissão do Governo e que incluem suspeitas.

#abola.pt

Documentos dos EUA revelam que Pinochet mandou matar ex-chanceler.

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O ex-ditador chileno ordenou o assassinato de Orlando Letelier em 1976, segundo o filho do diplomata, que teve acesso aos papéis.

O ex-ditador Augusto Pinochet em Santiago, em 1996
O ex-ditador Augusto Pinochet em Santiago, em 1996(AP/VEJA) 

O ex-ditador chileno Augusto Pinochet ordenou o assassinato do ex-chanceler Orlando Letelier, morto nos Estados Unidos em 1976, segundo indicam documentos tornados públicos pelos Estados Unidos. A informação foi divulgada por Juan Pablo Letelier, filho do diplomata, nesta quinta-feira. 
Juan Pablo, atual senador pelo Partido Socialista chileno, teve acesso ao material depois que as provas foram entregues por Washington ao governo chileno, na terça-feira. Os documentos, que proporcionam pela primeira vez provas conclusivas de que Pinochet mandou matar o então chanceler chileno, mostram que o ditador estava tão preocupado em esconder sua participação no crime que chegou a planejar a morte de seu próprio chefe de inteligência, o general Manuel Contreras. 
"Eles estava tão empenhado em defender seu posto que planejou eliminar Manuel Contreras, para impedi-lo de falar", disse Juan Pablo Letelier, em uma entrevista à Tele13 Radio
O diplomata Orlando Letelier morreu no dia 21 de setembro de 1976, na explosão de uma bomba plantada em seu carro, em Washington. No veículo também se encontrava a secretária do chanceler, Ronni Moffit. Os dois assassinatos ocorreram no âmbito da chamada "Operação Condor", concebida e aplicada na década 1970 pelas ditaduras militares do Cone Sul para coordenar o extermínio de opositores. 
Letelier foi chanceler do governo do presidente socialista Salvador Allende (1970-1973), derrubado pelo golpe militar, e o atentado que resultou em sua morte é considerado o primeiro ato terrorista ocorrido no território dos EUA. 
Os documentos foram entregues pelo secretário de Estado americano, John Kerry, à presidente Michelle Bachelet, na conferência "Nosso Oceano" que aconteceu na segunda e terça-feira no Chile. Posteriormente, o governo de Bachelet entregou os papéis ao filho do diplomata, que ainda não terminou de analisá-los em sua totalidade. 
"Possivelmente surgirão antecedentes de outros envolvidos que ainda estão vivos no Chile e que tenham participado não da ordem ou da execução do crime, mas de seu encobrimento", afirmou. Além de demonstrar a responsabilidade de Pinochet, os documentos americanos exporiam as ações posteriores por parte do ex-ditador para encobrir o crime. 
Pinochet, que morreu em 2006, nunca foi julgado por este caso, mas a justiça conseguiu processá-lo por mais de 3,2 mil vítimas, entre mortos e desaparecidos, deixados por seu regime (1973-1990), assim como por corrupção. 
Manuel Contreras, que chefiava a polícia secreta de Pinochet, foi condenado a sete anos de prisão, assim como o general Pedro Espinosa. Contreras, considerado um dos maiores repressores chilenos,morreu em agosto, cumprindo pena por violação dos direitos humanos que superavam os 500 anos de prisão. 
O filho do diplomata citou como um dos possíveis acobertadores da morte de seu pai o ex-guarda-costas de Pinochet e prefeito de Providencia, Cristián Labbé. O senador mostrou, além disso, sua esperança de que as novas informações possam reativar a única investigação que se encontra aberta no Chile em torno da morte de Ronni Moffit. 
Ele também elogiou o gesto dos Estados Unidos de revelar estes documentos que até então eram mantidos sob sigilo. 
(Com AFP)

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Presidente de Angola perdoa 225 presos.

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Presidente José Eduardo dos Santos - Angola. Arquivo | NATION MEDIA GROUP

Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos perdoou 225 presos que cumprem até 12 anos de prisão.

O perdão está contida em um decreto presidencial antes da 40ª celebração do aniversário da independência de Angola a 11 de Novembro.

A decisão irá beneficiar aqueles que já cumpriram metade de suas penas, além de mulheres presas que têm filhos com idade inferior a 12 anos. A outra condição é que os seus crimes não devem envolver  morte, estupro ou roubo.

As penas de prisão para os condenados para além de 12 anos serão reduzidos a um terço.

No entanto, os presos políticos não se beneficiarão dos perdões presidenciais. Estes incluem 15 ativistas presos em junho passado, em Luanda, por supostamente tramar um golpe de Estado.

Também em uma situação semelhante poderia afetar o activista angolano de direitos humanos condenado no mês passado a seis anos de prisão por "rebelar-se contra o governo".

Boicote ao trabalho

José Marcos Mavungo havia sido preso em 3 de março e acusado de exibir banners incitando à violência, insubordinação e ameaçando a segurança do Estado na província de Cabinda.

Por outro lado, um tribunal de Luanda condenou 38 taxistas presos na segunda-feira a dois meses de prisão e multados em 70 mil kwanzas-los (US $ 200) cada um por participar da greve.

Os motoristas de táxi estavam em uma greve de cinco dias para protestar contra alegada corrupção por parte da polícia e a falta de guias designadas para suas operações.

Aqueles que desafiaram o boicote ao trabalho foram atacados por seus colegas que protestam, levando a várias pessoas a sofrer de lesões e perda de bens de valores que está sendo destruídos.

Trinta e dois outros foram procurar saber do seu destino na quinta-feira, enquanto que na próxima segunda-feira, será a vez de os restantes 105 a serem condenados.

#africareview.com

Imigração cubana dispara nos EUA após restabelecimento de relações.

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Aumento no número de cubanos que abandonaram a ilha para chegar aos EUA aconteceu nos meses imediatamente posteriores ao anúncio do restabelecimento de relações.
Cubanos aguardaram para ver reinauguração oficial da embaixada dos EUA em Havana
Cubanos aguardaram para ver reinauguração oficial da embaixada dos EUA em Havana(Alexandre Meneghini/Reuters) 
O número de cidadãos cubanos que imigraram para os Estados Unidos nos últimos meses disparou, coincidindo com o restabelecimento de relações diplomáticas entre ambos os países anunciado em dezembro de 2014, segundo dados divulgados do Pew Research Center publicanos nesta quinta-feira pelo The Washington Post. Durante os nove primeiros meses do ano fiscal e 2015 (de outubro de 2014 a junho de 2015) 27.296 cubanos entraram nos EUA, de acordo com números concedidos à instituição pelo Escritório de Alfândegas e Proteção Fronteiriça dos Estados Unidos. 
Esse número representa um aumento de 78% em relação ao mesmo período do ano passado, quando 15.341 cubanos entraram nos EUA, e está muito acima do total de entradas registradas em 2013, 2012 e 2011. No ano fiscal de 2011, por exemplo, entraram em território americano 7.759 cubanos, cerca de 25% dos registrados em apenas nove meses de 2015. O grande aumento no número de cubanos que abandonaram a ilha para chegar aos EUA aconteceu nos meses imediatamente posteriores ao anúncio do restabelecimento de relações, ou seja, entre janeiro e março de 2015. 
Só durante esses três meses, 9.371 cubanos chegaram aos EUA, mais que o dobro dos 4.296 registrados ao longo dos três primeiros meses de 2014. Da maior parte dos cubanos que imigraram aos EUA, dois terços, entraram no país americano pelo Texas através do México, o que representa um aumento de 66% nas entradas por este setor em relação ao ano anterior. No entanto, o maior aumento em porcentagem aconteceu em Miami, onde o número de entradas de cubanos passou de 2.992 nos nove primeiros meses do ano fiscal de 2014 para 7.167 no atual ano, ou seja, um aumento superior a 100%. De acordo com a Lei de Ajuste Cubano de 1966, os cubanos que imigram aos EUA recebem um tratamento especial, com o qual têm mais facilidades que aos imigrantes de outras nacionalidades. Depois de um ano de residência no país, os cubanos podem solicitar a residência permanente. 
No entanto, nem todos os cubanos que desejaram entrar nos EUA conseguiram, e a guarda costeira americana apreendeu 2.927 migrantes que tentavam chegar por via marítima no ano fiscal de 2015, por isso foram retornados a Cuba ou enviados a outros países caso a alegassem que eram perseguidos pelo regime da ilha. Calcula-se que dois milhões de pessoas de ascendência cubana vivem nos Estados Unidos atualmente. 

(Com agência EFE)

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Senegal: Ativos de Karim Wade para o leilão.

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Karim Wade Arquivo | NATION MEDIA GROUP 

O Governo do Senegal já começou o processo para leiloar os ativos de Karim Wade, informou a imprensa local. 

O jornal diário o As informou nesta quarta-feira que o filho do ex-presidente Abdoulaye Wade tinha recebido um aviso na prisão sobre o leilão que vai ocorrer. 

Sendo assim, o governo comprometeu-se a fazer o inventário de seus bens no país, que incluem a nobre casa da família Wade perto do centro da cidade de Dakar. 

O governo pretende recuperar até US $ 6 milhões (10 mil milhões de francos CFA) com a venda dos activos do filho do ex-presidente. 

Sentença de prisão 

O dinheiro vai compensar a coima aplicada pelo tribunal especial contra Karim, a pagar ao governo. 

Em março passado, o tribunal anti-corrupção aplicou uma pena de prisão de seis anos ao Karim, a apreensão de seus bens e uma multa pelo roubo de fundos públicos. 

A casa palaciana de Wade alegadamente foi oferecido oa Karim (filho único) por seu pai. 

Outro edifício elegante e construído pelo Presidente Wade, alegadamente tinha  sido oferecido a dezenas de suas empregadas domésticas que também figuram nos ativos a serem leiloados. 

Também irão ser leiloados vários veículos de luxo que foram apreendidos e estacionados em uma base militar em Ouakam, fora de Dakar. 

Um recurso especial 

Outros ativos direcionados incluem residências e hotéis, bem como grandes quantias de dinheiro escondidos em bancos no exterior. 

Outros ativos do filho do ex-presidente que podem ser leiloados incluem as várias jóias que estavam escondidas em bancos franceses e que o governo de Paris devolveu ao Senegal. Ao ouvir a notícia, a mãe de Karim e ex-primeira-dama Viviane Wade chegou apressadamente em Dakar no sábado e expressou choque e raiva. 

A mídia local citou nesta quarta-feira que ela pretende fazer um apelo especial ao governo para poupar a elegante casa da família Wade. 

Ela descreveu como "vergonhosas", as sugestões de que a casa poderia ser renovada pelo Presidente Macky Sall e tornar-se um bem nacional, entretanto o seu marido fez a casa de seu antecessor Sedar Senghor. 

Karim está entre quase duas dezenas dos ex-altos funcionários do governo que estão sendo investigados pelo governo do presidente Sall por supostamente desviarem milhões de dólares durante o governo de 12 anos do presidente Wade.

#africareview.com

MARÉ DE BAIXO NÍVEL NO REINO DO NGOLA.

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mpla-zedu-angola

Pensando bem, aquilo que de mais admirável tem JES é o que ele engendra no exercício da sua pior qualidade, resumida sucintamente no desprezo e indiferença que lhe inspiram as carências dos angolanos e consubstanciada num monstruoso autismo.

Aquantidade de erros de governança de que ele é o principal obreiro e, no final de contas, o único responsável, tem de facto facetas que inspiram a admiração. Não vale a pena enumerar as dezenas de erros que ele cometeu em nome da sua vaidade e egocentrismo pessoal e político, apenas vamos enumerar um punhado de tiradas:
1 – “Em Angola ninguém vive do seu salário, portanto cada um no seu local de trabalho arranje as alternativas”;
2 – “A Democracia foi-nos imposta pelo Ocidente”;
3 – “Democracia e Direitos Humanos não enchem a barriga de ninguém”;
4 – “Quando nasci já encontrei a pobreza”;
5 – “Esses jovens (os revús) são aí uns 300 frustrados…”;

6 – “Sim, é verdade, eu (enquanto candidato à presidência da República ) sou árbitro e jogador…” Foi este o chefe que nos saiu na rifa para governar a nossa pátria, o que chega perfeitamente para determinar a que nível ele desempenha as suas nobres funções!
#http://jornalf8.net/

Guiné-Bissau: PAICG pede ao PR provas contra ministros indigitados para o Governo.

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Partido maioritário acusa José Mário Vaz de ter "dificuldade" em relacionar-se com órgãos de soberania.

Manifestação a favor do PAIGC em Bissau. 17 de Agosto Guiné-Bissau 2015

O PAIGC, partido encarregue de formar o novo Governo da Guiné-Bissau, pediu nesta quarta-feira ao Presidente da República provas de que há nomes propostos para o novo Governo com processos judiciais pendentes.
Em comunicado, o partido do primeiro-ministro Carlos Correia reaje assim à posição de José Mário Vaz que, em carta enviada ontem, pediu  a reformulação da proposta do elenco governamental.
“Face às acusações proferidas pelo Presidente da República de que vários nomes constantes da proposta de Governo têm processos judiciais pendentes”, o PAIGC convida o chefe de Estado “a apresentar as provas das suas acusações”, lê-se no documento.
No documento,  “o PAIGC compromete-se a retirar da sua proposta de Governo aquelas personalidades em relação às quais exista um processo judicial”.
O partido maioritário disse estranhar que o Presidente da República  não tenha disponibilizado a uma comissão de inquérito parlamentar as provas de que dispõe, apesar de ter sido solicitado a fazê-lo.
Lê-se no comunicado que o PAIGC quer o "apuramento de todas as responsabilidades políticas e judiciais" conforme as conclusões da comissão de inquérito.
O PAIGC  considera que José Mário Vaz tem "dificuldade" em manter "um relacionamento institucional saudável com os titulares dos demais órgãos de soberania", como provam "as duras críticas do Presidente da República às declarações inofensivas do primeiro-ministro, Carlos Correia", sobre a responsabilidade de formação de Governo.
Recorde-se que a Guiné-Bissau está sem Governo desde 12 de Agosto quando José Mário Vaz demitiu o Executivo do PAIGC liderado por Domingos Simões Pereira.
#VOA

OPINIÃO: FILOMENO PINA - TUDO ISTO É ESTRANHO OU TUDO ISTO É TRISTE.

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                                                         Filomeno Pina - Nô Djagra
           Sempre presente e dando sua modéstia contribuição em defesa da Nação e do nosso povo.


Uma pergunta persistente está no ar e força sua infiltração na nossa mente, numa simples frase para reflexão: O porquê de tudo isto ou porquê nós!?
Estou a pensar no carácter psicótico na relação humana, seu silêncio caracterizado no individuo, sua frieza orientada, intencional, movido por impulso paranoico, que normalmente dum grau elevado de influência negativa sobre o seu ambiente restrito/fechado! 

Quando não há um alerta deste fenómeno psicopatológico, os inocentes ou ignorantes que apoiam na sua boa-fé o individuo perturbado, infelizmente aqui instala-se o mal maior, porque os indivíduos mais influenciáveis, frágeis, passam a “servir” intenções de foro psicológico perturbado (de outrem), como se fossem palma da mão escondida da “paranoia”, lançada como “boato” ou mesmo, como falsas acusações com intenção maldoso, que visam algo de fatal sobre os outros (adversários políticos)!

Só há um caminho a seguir para TRAVAR a continuidade desta peça de teatro mórbido e o medo implícito que causa na relação institucional, pois devemos confrontar os assuntos com suspeita e teor de boatos, os conteúdos que visam aniquilar, destruir outros, e sabe Deus o resto.

Como digo, só há um caminho para parar este movimento em direcção ao “alvo” a bater, a acção deve ser e é - PARTIR O ESPELHO – aí o “monstro” deixa de poder esconder-se atrás das suas loucuras e no escuro, passando a estar confrontado com pessoas reais ou reflexões objectivas (em vez de se ver ao espelho com suas ideias malucas, asseguradas pelo seu grupinho), e transparentes, sem máscaras para ninguém! O que certamente levará esta fonte do mal a desistir do veneno intencional (esperemos) para uso deliberado, e com isso talvez, evitar-se-á o pior para o País! 

Estamos na esperança da informação psicótica cair por terra, sendo abandonada pelo seu criador directo, uma vez que passamos a ser claros e palpáveis neste confronto, i. é, contra esta “maldição” ou quem estiver por trás de tudo de menos bom que está a passar-se no País, este será posto a prova no que fomentar (se boato) ou cala-se de vez com a - confabulação perigosa - lançada sobre vitimas selectivas, e enfim, só vencidas, evitamos a continuidade duma corrente do mal com intenção de destruição da pessoa ou pessoas vistas como alvo a abater, só.

Pense Camarada, há que confiar mais nas ideias e organizações objectivas, racionais e práticas, usadas com transparência para servir os interesses do Povo! Não confundir isto com um grupo de amigos escolhidos estrategicamente ou chamados para reforçar o “Ego” dum chefe, pois não se pode confundir quem trabalha no terreno, com outros, que realmente menos fazem objectivamente observados, no que dizem ser precisos!

YRÃM-TAMBY TÁ MURRY, HY KÁ MÁZ – NHÔR’DEUS!


Basta de lutas pessoais pelo poder e ou a pretexto de “comissões” subterrâneas que empatam o ciclo de desenvolvimento sustentado no nosso País. Chegou o momento de - NÔ PURDA ÑHÚTRU – e de realmente colocar as mãos na lama de verdade e, não nos bolsos cheios de desonestidade, de corrupção e da mentira. Bó tem-passemssa! Haja consciência analítica dos factos e avancemos para resolução com determinação e espirito de luta.
Evitar reunir adversários do Congresso último do PAIGC só para sublinhar a RAIVA e fazer sombra entre grupos rivais na disputa pelo poder. Em vez de conflituar mais, vamos apaziguar e racionalizar toda a discussão política subjacente em volta dos projectos de desenvolvimento, e não o contrário, que seria dividir para reinar neste momento de crise politica, ok?
Nô pára hê mau manérra, porke tempu dy kumpu térra k’tchyga, má dy bardady’nam, kuydadu camaradas, nô djamty-dê!

Por mais que possamos estar confusos na resolução desta crise, temos condição de avaliar tudo de cabeça fria, se pensarmos pelas nossas cabeças, basta um pouco mais de concentração, para isolarmos factos mais complexos deste conflito, evitar repetições na mesma tecla, cismas e confrontos que levam ao desgaste e desgostos na política nacional. Vamos resolver uma coisa de cada vez, mas não se pode parar a espera de - perfeições caídas do céu - que não existem, aliás quando menos se espera, os próprios, convencidos que são o exemplo a seguir, afinal descobrimos que também temos um “rabão-de-palha” a esconder ou que, não estamos tão limpos como pensávamos em relação à corrupção no País, há várias décadas a viver de impunidade!
CUIDADO COM DJUGUDÊS – ELES APROVEITAM OS RESTOS "MORTAIS" SÓ NO FIM!

Abutres, somos um pouco, alguns de nós, que quando podemos apagar uma fagulha debaixo dos pés, e evitar o alastramento do fogo, fingimos - NÃO VER - (o deixa andar), para tirar a posteriori dividendos desta crise politica, apanhar os cacos no fim ou enterrar os restos mortais duma consequência física e material, sem esquecer os danos psicológicos causados à sociedade Guineense! 

Tudo isto entre nós já se cristalizou num comportamento compulsivo no meio ambiente político e social, esta imagem masoquista da política no Pais, fala por si, é perturbada/perturbadora de raiz, assistirmos constantemente a um derrame do caldo-quente nas mãos do Povo, a mesma vítima de sempre ao longo da história!

Digo Eu, em vês de apagarmos uma fagulha debaixo dos pés enquanto é tempo, preferimos ver o "campo" todo a arder, para ter trabalhos inimagináveis para dominar o fogo-posto pelos pirómanos da política nacional (inimigos do Povo)!?

Não devemos marcar mais passos no mesmo sentido e obstáculo repetitivo, há que mudar de rumo, de nome, de apelido, fazer qualquer coisa, e já, para sairmos deste impasse! 

Podemos perder uma batalha - mas não perdemos a guerra com certeza - acredite e avance Camarada, a luta continua. Temos tempo para limpar a Casa e "mudar a mobília", recuperar o bom ambiente e mais acolhedor para a esmagadora maioria do Povo se Deus quiser...

Enterremos este machado de guerra, se não ainda vai sobrar para muitos de nós, que ninguém pense que está protegido à prova de tudo, nó lembra-som-dê kuma - Guiné'Margôz! Há que estar atentos a evitar confusões em matéria politica, agir com base em factos e não conjeturas, alimentadas por boatos e inverdades.

Os “abutres” nunca vão a luta, não dão a cara no combate directo, escolhem navegar no meio da intriga, no meio de rivais em guerra aberta, esperam pacientemente e mascarados, fingem ser amigo dos dois lados em guerra, somente no fim avançam para o moribundo, e esperam até que pare de “respirar”, começam a comer-lhe os ossos, tudo que restar do “defunto”, é isso mesmo, há que dizer NÃO aos abutres da politica, ter a coragem de dar a cara e opinião própria, agora e não depois, para evitarmos o pior, vamos usar a frontalidade e se possível recuperar os Camaradas desavindos, mas em diálogo franco e frontal, avançar quanto antes, para travar esta crise politica, social e cultural como nunca, até aqui!

Não há varinha mágica, somos todos precisos e ninguém é perfeito, cada um sabe fazer qualquer coisa que sirva para acabar com esta crise ou, o contrário, deitando lenha na fogueira em vez de água na fervura, por isso, faço um apelo aqui a todos e em especial aos líderes políticos e a sociedade civil, para que cada um dê a sua contribuição sem equívocos ou desconfiança interpessoal, a vitória será com certeza certa, ACREDITE!

Viva a Guiné-Bissau, a luta continua…


Djarama. Filomeno Pina.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

ANGOLA: NOBEL DA PAZ (MAIS DO QUE MERECIDO) PARA… DOS SANTOS.

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nobel.angola.mpla

O diário alemão Bild aponta como principais favoritos a receber o Prémio Nobel da Paz, a ser entregue na próxima sexta-feira, a chanceler Angela Merkel e o ACNUR, presidido por António Guterres. E então José Eduardo dos Santos?

Por Orlando Castro
Se assim for, se excluírem mais uma vez o “escolhido de Deus”, a revolta vai instalar-se no regime. O MPLA através dos impolutos órgãos de comunicação social do regime, nomeadamente, do Jornal de Angola, vai com certeza declarar a Academia Real Sueca “persona non grata”, prevendo-se a promulgação de um decreto, com efeitos retroactivos, em que se corta todo o tipo de relações com aquela instituição.
De facto, e aqui o F8 manifesta a sua solidariedade, não se compreende que tenha atribuído o Prémio Nobel da Paz a, por exemplo, Malala Yousafzai, a jovem paquistanesa que alertou o mundo para o direito à educação, em particular das raparigas, juntamente com o activista indiano pelos direitos das crianças, Kailash Satyarthi, esquecendo-se de José Eduardo dos Santos.
Kailash Satyarthi e Malala Yousafzai foram os vencedores do prémio Nobel da Paz de 2014. A Academia Sueca juntou assim uma paquistanesa e um indiano à sua lista de galardoados, em prol do que descreve como uma “luta comum”.
Com esta escolha, a Academia Sueca faz uma dupla aposta, destacando não só os direitos das crianças mas juntando também dois representantes de países habitualmente divergentes, o Paquistão, de Malala, e a Índia, de Kailash.
Ninguém compreende. O que fizeram Kailash Satyarthi e Malala Yousafzai que se possa comparar ao que tem feito, desde 1979 (e mesmo antes), o Presidente vitalício de Angola?
Segundo o Jornal de Angola (JA), órgão oficial do regime do “querido líder”, nome herdado do velho amigo e aliado Kim Jong-il, José Eduardo dos Santos foi a figura africana do ano de dos últimos 36 anos e, certamente, a figura mundial dos últimos 13.
Todos os anos, quem manda no país diz que o Prémio Nobel para o presidente, não eleito nominalmente e há 36 anos no poder, seria o mais elementar reconhecimento de que Eduardo dos Santos é “o líder de um ambicioso programa de Reconstrução Nacional”, que a “sua acção conduziu à destruição do regime de “apartheid”, teve “um papel de primeiro plano na SADC e na CDEAO”, que “a sua influência na região do Golfo da Guiné permitiu equilíbrios políticos, tal como permitiu avanços significativos na crise de Madagáscar”.
Ainda não há muito tempo que o JA escrevia que “Angola já foi um país ocupado por forças estrangeiras”, acrescentando que, “se por hipótese hoje Angola fosse a Líbia, o país estava novamente a atravessar um período de grande instabilidade e perturbação. Mas como o tempo não recua, Luanda é uma cidade livre”. E tudo graças a quem? A quem? Eduardo dos Santos, obviamente.
“Se Angola fosse a Líbia (e não é graças ao “querido líder”, ao “escolhido de Deus”) estava a ser cercada militarmente e bombardeada por uma aliança militar e submetida a todos os outros membros dessa organização bélica, que tinham escolhido para presidente de um qualquer CNT um “rapper” com nome de oxigénio, devidamente ajudado por outro com apelido de marechal”, dizia o JA do alto da sua cátedra de correia de transmissão de um regime que colocou o país no topo do mais corruptos do mundo. Deus não deve saber disso, mas a Academia Sueca sabe.
Mas é bom registar e relembrar as afirmações do JA. Desde logo porque, como sempre acontece nas ditaduras, ainda vamos ver os mesmos protagonistas embandeirar em arco quando Eduardo dos Santos passar de bestial a besta.
“Se Angola fosse a Líbia (e não é graças ao “querido líder”, ao “escolhido de Deus”), continua o JA, a esta hora as grandes petrolíferas estrangeiras estavam a roubar milhões de barris de petróleo por dia de Angola, antes que a resistência dos angolanos os impedisse de continuar o roubo. E os aviões da aliança, com a carta branca da Organização das Nações Unidas, estavam a despejar bombas sobre as nossas cidades, para proteger os civis do CNT”.
O pasquim, dirigido por José Eduardo dos Santos através dos autómatos José Ribeiro e Filomeno Manaças, esquece-se que Angola rouba milhões de barris de petróleo por dia ao povo. Mas lá chegará a altura em que os angolanos os vão ver fora do pedestal.
“Se Angola fosse a Líbia (e não é graças ao “querido líder”, ao “escolhido de Deus”) não havia partidos políticos nem liberdade de imprensa e muito menos eleições democráticas. A bela Constituição da República de Angola era rasgada na Praça da Independência, donde já tinham tirado o monumento a Agostinho Neto, aos gritos e com raiva para as câmaras de televisão mundiais repetirem de hora a hora de maneira interminável”, escreve o órgão do MPLA na senda do seu irmão Pravda, que foi o principal jornal da União Soviética e um órgão oficial do Comité Central do Partido Comunista da União Soviética entre 1918 e 1991.
Falar de democracia num país que têm 68 por cento de gente a viver na miséria, e que trata os jornalistas não afectos ao regime como inimigos, é o mesmo que dizer que os rios nascem no mar. E se o “escolhido de Deus” assim quiser, um dia isso vai acontecer.
“Se Angola fosse a Líbia (e não é graças ao “querido líder”, ao “escolhido de Deus”) este jornal não circulava e os seus jornalistas não se atreveriam a escrever estas verdades porque eram logo massacrados como estão a massacrar os negros em Tripoli e outras cidades líbias “libertadas” pela aliança militar”, considera o Pravda de Luanda.
Importa dizer, desde logo porque nem todas fomos (pelo menos por enquanto) comprados pelo regime, que o JA não tem jornalistas ao seu serviço. Tem, apenas isso, funcionários do partido que escrevem o que lhes mandam e que, em muitos casos, não assinam os textos porque ficaria mal em vez do nome colocar a impressão digital.
“Se Angola fosse a Líbia (e não é graças ao “querido líder”, ao “escolhido de Deus”), estávamos de novo a sofrer as investidas militares de regimes estrangeiros aliados a uma frente de oportunistas e intriguistas que procuram ignorar quem combateu e deu tudo pela concórdia e harmonia entre os angolanos”, afirma o órgão de propaganda do regime.
“O Presidente José Eduardo dos Santos não governa há 35 anos. Ele é o líder de um povo que teve de enfrentar de armas na mão a invasão de exércitos estrangeiros e os seus aliados internos”, escreve o JA, repescando as regras dos áureos tempos em que se impunha que o povo é o MPLA, o MPLA é o povo.
“José Eduardo dos Santos foi o líder militar que derrubou o regime de “apartheid”, o mesmo que tinha Nelson Mandela aprisionado. José Eduardo dos Santos só aceitou depor as armas quando a Namíbia e a África do Sul foram livres e os seus líderes puderam construir regimes livres e democráticos”, recorda com a sua habitual perspicácia o JA.
Penso que, neste aspecto, bem poderia ser menos modesto. É que foi graças a José Eduardo dos Santos que Portugal adoptou a democracia, que a escravatura foi abolida, que D. Afonso Henriques escorraçou os mouros, que Barack Obama foi eleito e que os rios passaram a correr para o mar…
“Os media portugueses pelo menos deviam reconhecer o que José Eduardo dos Santos tem feito para que os portugueses não vão ao fundo com a crise. Eles mais do que ninguém deviam propor o seu nome para Prémio Nobel da Paz”, salienta com raro sentido de oportunidade o Jornal de Angola.
Tem, mais uma vez, razão. A Oferta Pública de Aquisição lançada pelo regime angolano (que é o mesmo que dizer MPLA ou José Eduardo dos Santos) sobre Portugal está a ter êxito, calculando-se por isso que o reino lusitano não tarde a ser mais uma das províncias de Angola.
Também concordamos que Eduardo dos Santos merece o Prémio Nobel da Paz. E, já agora, o Jornal de Angola merece – no mínimo – o Prémio Pulitzer. Ambos a merecer uma justa homenagem liderada pelos jacarés do Bengo.
#http://jornalf8.net/

Ex-presidente da Assembleia-Geral da ONU e outros 5 são presos por corrupção.

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O diplomata de Antígua e Barbuda John Ashe, que presidiu a assembleia entre 2013 e 2014, recebeu dinheiro para ajudar um empresário chinês a obter um contrato com a ONU.
John Ashe
John Ashe, ex-presidente da Assembleia-Geral da ONU(Mike Segar/Reuters) 

O ex-presidente da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), John Ashe, e outras cinco pessoas, incluindo um diplomata da República Dominicana, foram presos acusados de envolvimento em um caso multimilionário de corrupção, anunciaram nesta terça-feira as autoridades dos Estados Unidos. De acordo com documentos divulgados pela Promotoria Federal de Nova York, Ashe recebeu pelo menos 500.000 (2 milhões de reais) em subornos de um empreiteiro chinês que queria construir um centro de conferências das Nações Unidas em Macau. 
Ashe também embolsou mais 800.000 (3,2 milhões de reais) de outros empresários chineses, que queriam que ele apoiasse seus interesses na ONU e em Antígua e Barbuda, país representado pelo ex-presidente da Assembleia-Geral na organização. Tanto Ashe, que presidiu a assembleia entre 2013 e 2014, como os demais acusados estão presos. Entre eles está o diplomata dominicano Francis Lorenzo, embaixador-adjunto do país nas Nações Unidas. 
No centro do caso está o bilionário empreiteiro Ng Lap Seng, que foi preso no mês passado por agentes alfandegários de Nova York, acusado de aportar 4,5 milhões de dólares (18 milhões de reais) de forma ilegal nos EUA. De acordo com a investigação, Ashe solicitou subornos de forma reiterada. Entre os pedidos estavam o pagamento de férias e a construção de uma quadra de basquete em sua casa em Nova York. No total, o diplomata de Antígua e Barbuda recebeu, entre 2012 e 2014, mais de 3 milhões de dólares (12 milhões de reais) de procedência suspeita, vindos de contas pertencentes a empresas com sede em paraísos fiscais. 
Os documentos publicados pela Promotoria do Distrito Sul de Nova York mostram muitas provas da relação entre os presos, incluindo viagens para diferentes lugares do mundo e trocas de e-mails. Além de corrupção, Ashe é acusado de fraude fiscal nos EUA por ter omitido ganhos e propriedades para pagar menos impostos. 
Reação da ONU - O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse estar chocado com as denúncias de que John Ashe recebeu propinas e compactuou com a corrupção. O porta-voz de Ban, Stephane Dujarric, disse que as denúncias "atingem o coração da integridade da Organização das Nações Unidas". Dujarric também afirmou que "corrupção não é uma coisa corriqueira na ONU", acrescentando que se a secretária-geral for contatada por autoridades dos Estados Unidos, a organização vai colaborar com a investigação.
#http://veja.abril.com.br/

José Mário Vaz exige reformulação da proposta de Governo.

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Presidente guineense apela ao primeiro-ministro a ter em conta os motivos que o levaram a demitir o Executivo de Domingos Simões Pereira.



O Presidente da Guiné-Bissau pediu ao primeiro-ministro que reformule a proposta do elenco governamental apresentada por Carlos Correia na passada sexta-feira.
Na carta enviada nesta terça-feira, José Mário Vaz justificou a sua posição com o número excessivo de pastas do Executivo e o facto de 80 por cento do novo elenco ter integrado o Governo de Domingos Simões Pereira, exonerado a 12 de Agosto.
“O senhor primeiro-ministro deve levar em conta as razões que levaram o senhor Presidente da República a exonerar o anterior Governo”, disse à VOA uma fonte da Presidência da República.
Por outro lado, o Presidente da República considera elevado o número de 34 pastas “para o Tesouro da Guiné-Bissau”.
A nossa fonte não revelou os nomes que José Mário Vaz pediu para serem substituídos, mas nos meios políticos guineenses é ponto assente que Domingos Simões Pereira, apontado como ministro da Presidência do Conselho de Ministros, é um deles.
O primeiro-ministro não reagiu ainda à carta de José Mário Vaz, mas ontem, depois de um encontro com o Presidente da República, Carlos Correia voltou a reiterar que cabe ao chefe do Governo formar o Governo e não o chefe de Estado que apenas deve nomear os ministros.
Esta posição foi reiterada hoje pelo PAIGC, em comunicado, no qual acusa  o Presidente da República de tentar subverter a Constituição do país.
O partido maioritário revela uma tentativa de "subverter o espírito do estabelecido na alínea i) do artigo 68.º da Constituição da República em que ao Presidente da República compete ‘nomear e exonerar os restantes membros do Governo, sob proposta do primeiro-ministro, e dar-lhes posse'".
#rfi.fr

Anistia adverte contra detenções na Costa do Marfim.

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Presidente Alassane Ouattara da Costa do Marfim. ARQUIVO |NATION MEDIA GROUP 

A Amnistia Internacional pediu ao governo da Costa do Marfim para "parar a onda de detenções arbitrárias de opositores políticos". 

Uma declaração nesta terça-feira, a Amnistia também insistiu que as autoridades da Costa do Marfim devem abster-se de "o uso de qualquer forma de maus-tratos". 

pesquisador do grupo de lobby da África Ocidental, o Sr. François Patuel, disse que detenções arbitrárias recorrentes eram comuns e instou as autoridades para acabar com o "assédio incessante e intimidação sofrida por ativistas da oposição política". 

Cerca de 60 pessoas, incluindo vários executivos da oposição, foram detidos desde meados de setembro. 

Campanha eleitoral 

As prisões ocorreram após a publicação pelo Conselho Constitucional da lista de candidatos para a eleição presidencial em 25 de outubro quando cerca de 30 pessoas ainda continuam detidas. 

A maioria fora acusada ​​de perturbar a ordem pública depois de participar de reuniões pacíficas não autorizadas. 

A Amnistia citou fontes dizendo que alguns dos detidos foram maltratados e foram mantidos incomunicáveis ​​por semanas sem acesso a advogados ou cuidados médicos. 

A declaração foi divulgada apenas dois dias antes do início da campanha eleitoral no país que o atual presidente Alassane Ouattara está concorrendo para um segundo mandato de cinco anos contra nove outros.

#africareview.com

Guiné-Bissau: Denunciam intenção de prender Domingos Simões Pereira.

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Aliança Nacional para a Paz e Democracia diz haver tentativas de "prisões arbitrárias".

Domingos Simões Pereira
Domingos Simões Pereira

Um porta-voz da Aliança Nacional para a Paz e Democracia, que reúne partidos políticos e organizações da sociedade civil da Guiné-Bissau, denunciou nessa segunda-feira uma  alegada tentativa de detenção do ex-primeiro-ministro do país, Domingos Simões Pereira.
Em declarações a jornalistas no final da tarde de hoje, Ufé Vieira - disse que a informação foi avançada pelo próprio Simões Pereira,  que se reuniu hoje com a Aliança, na qualidade de presidente do PAIGC.
Vieira adiantou que a informação foi passada ao antigo primeiro-ministro por “terceiros e não de fontes oficiais”, tendo Simões Pereira contactado o director-geral dos Serviços de Segurança de Estado (serviços secretos) que lhe garantiu  "não existir nada" nesse sentido.
A VOA falou com uma fonte próxima de Simões Pereira que, sem adiantar detalhes, revelou que o antigo primeiro-ministro está a reunir-se com entidades “no sentido de tentar descobrir o que está realmente a passar”.
O porta-voz da Aliança Nacional para a Paz e Democracia Ufé Vieira reiterou, sem dar mais pormenores, haver tentativas de “prisões arbitrárias”.
#VOA

Cabo Verde em destaque no Índice de Boa Governação mas tal como Moçambique piora avaliação.

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O progresso da governação em África está parado, de acordo com dados do Índice Ibrahim de Boa Governação Africana 2015. Entre os PALOP, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe e Moçambique estão acima da média do continente.


Cabo Verde mantem-se na segunda posição entre os 54 países do Índice Ibrahim de Boa Governação Africana (IIAG) 2015. As Ilhas Maurícias continuam a liderar o índice anual, divulgado esta segunda-feira (05.10).

Apesar do lugar de destaque, o arquipélago cabo-verdiano tem registado uma avaliação negativa nos últimos cinco anos. O país regrediu nas quatro categorias em avaliação: Segurança e Estado de Direito, Participação e Direitos Humanos, Oportunidades Económicas Sustentáveis e Desenvolvimento Humano.
José Maria Neves, primeiro-ministro cabo-verdiano, elogia a governação no país
No entanto, o primeiro-ministro cabo-verdiano, José Maria Neves, desvalorizou esse retrocesso: “Há uma ligeira diminuição do índice geral, 0,8 pontos, portanto é algo quase insignificante.”

Para o chefe de Governo, “o mais importante é o facto de Cabo Verde manter a segunda posição, de ser um dos países mais bem governados do continente africano e de estar nos lugares cimeiros, em termos de rigor e transparência na gestão da coisa pública.”

Entre os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, a segunda melhor avaliação é a de S. Tomé e Príncipe, que no entanto caiu este ano um lugar para a 13ª posição (menos 0,5 pontos que no ano anterior).

Tensão político-militar prejudica Moçambique

Moçambique subiu uma posição em relação ao ano passado: é agora 21º no Índice de Boa Governação. No entanto, a avaliação geral desceu ligeiramente em relação ao anterior índice (-0,2 pontos) devido ao mau desempenho em termos de Segurança e Estado de Direito e de Oportunidades Económicas Sustentáveis.
Instabilidade político-militar terá prejudicado avaliação de Moçambique no índice de boa governação
Para Silvestre Baessa, director do Diálogo, mecanismo de apoio à boa governação local em Moçambique, a atual avaliação “é negativa”. Na sua opinião, “o que contribuiu substancialmente para este resultado foi a atual instabilidade político-militar que o país vive. No ano passado, depois daquela esperança em função do acordo de cessação de hostilidades, a expectativa era grande. Acreditava-se que depois das eleições teríamos um ambiente muito melhor. Mas as coisas não têm estado a melhorar. Por outro lado, sob o ponto de vista económico, o país está a atravessar grandes dificuldades e isso também limita muito a sua capacidade de providenciar serviços de qualidade ao cidadão.”

No domínio económico, Silvestre Baessa considera que “possivelmente o nível de incerteza em relação ao futuro aumentou, os escândalos ligados a negócios do Estado também terão aumentado. E tudo isso tem estado a contribuir para um crescimento muito tímido de Moçambique nesse índice.”

Angola e Guiné-Bissau abaixo da média em África

Angola e Guiné-Bissau continuam entre os Estados africanos com pior governação, abaixo da média do continente.
Mo Ibrahim é o empresário sudanês-britânico cuja fundação financia o índice de avaliação da governação africana
No ano passado, o país do Presidente Eduardo dos Santos obteve uma das melhores evoluções dos últimos anos. Mas na avaliação do IIAG 2015, Angola desceu para o lugar 43 entre os 54 países (mais 0,1 pontos que em 2014), com retrocesso na categoria Oportunidades de Negócio Sustentáveis.

Já a Guiné-Bissau subiu três posições para o 45º lugar (mais 3,8 pontos que em 2014), mas mantem-se no grupo dos 10 piores países, com uma evolução negativa desde 2011.

Sem progresso na governação

Nos últimos quatro anos, apenas seis dos 54 países tiveram progresso em todos os quatro componentes do Índice Ibrahim de Boa Governação Africana. Por isso, progresso geral da governação no continente está parado, disse esta segunda-feira (05.10) Mo Ibrahim, empresário cuja fundação financia o índice, na apresentação do documento.

O Índice Ibrahim de Governação Africana, criado em 2007, avalia anualmente a qualidade da governação nos países do continente com base em quatro categorias. O estudo utiliza 93 indicadores e informação recolhida junto de 33 instituições globais.
#dw.de

Guiné-Bissau em notícias...

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Primeiro-ministro promete governo «para breve»


O primeiro-ministro guineense, Carlos Correia, esteve reunido, esta segunda-feira, com o chefe de Estado, José Mário Vaz, para discutir a composição do próximo governo. À saída do encontro, Carlos Correia, em declarações à RDP África, anunciou que a formação do governo «está para breve».

Segundo a Imprensa africana, na raiz da disputa entre o presidente e o primeiro-ministro sobre a quem compete nomear o elenco governativo, está a alegada indicação, por Carlos Correia, do ex-primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira, para o cargo de ministro da Presidência do Conselho de Ministros e dos Assuntos Parlamentares.


Empresários chineses esperados em Bissau para assinar acordos de cooperação em três áreas

Uma delegação de empresários chineses é esperada esta quinta-feira, em Bissau, para assinar diversos acordos de cooperação, mais precisamente nas áreas da agricultura, saúde e indústrias de transformações.

Segundo a Radio Nacional, a delegação empresarial chinesa será chefiada pela presidente da Câmara do Comercio e Industria chinesa e do Ultramar, Li Guixiang.

Fazem ainda parte da comitiva um grupo de empresários chineses do setor privado, que pretendem construir na capital guineense um hospital de referência.

Será, igualmente, rubricado um protocolo de acordo que permita aos empresários do país asiático investir na construção de um parque industrial em Bissau e na implantação na principal cidade do país de uma empresa agrícola moderna e industrial.

Primeiro guia turístico do país será lançado em novembro

O primeiro guia turístico dedicado à Guiné-Bissau, da autoria da Organização Não-Governamental (ONG) portuguesa «Afectos com Letras», será lançado em novembro, tendo como objetivo potenciar o turismo sustentável naquele país.

A ideia surgiu de uma parceria entre a ONG sediada em Pombal, a secretaria de Estado do Turismo guineense e a União Europeia, e procura dar destaque às 90 ilhas dos Bijagós e às matas de Cantanhez, reconhecido santuário de chimpazés.

A primeira edição do guia, em português, contará com dois mil exemplares, perspetivando-se uma edição em inglês.

#ABOLA.PT

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

África de hoje é um relance - disse a Presidente da Comissão da União Africana.

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A Presidente da Comissão da UA, Nkosazana Dlamini-Zuma. ARQUIVO | NATION MEDAI GROUP

O Banco Mundial divulga o relatório sobre o crescimento da África.

O Banco Mundial lança o relatório do crescimento da África nesta segunda-feira em seu escritório em Nairobi. Agindo, o Economista-Chefe do Banco e principal autor do relatório Punam Chuhan-Pole irá apresentar as principais conclusões do relatório, incluindo as mais recentes tendências econômicas globais e africanas.

Toma posse a ex-primeira-dama.

Ex-primeira dama de Madagascar Lalao Ravalomanana, que foi eleita prefeita da capital Antananarivo em 31 de julho passado, deve assumir o cargo nesta segunda de manhã. Seu novo escritório fica localizado no City Hall.

O conselho tomará decisão sobre Pistorius

Um conselho da revisão da liberdade condicional se reúne para determinar se o preso paraolímpico Oscar Pistorius deve ser libertado da prisão para assumir com convicção o homicídio culposo em prisão domiciliar.

Guiné-Conacry à frente do indicativo para votação nas urnas

A tensão aumenta na Guiné antes das eleições presidenciais de domingo, com confrontos entre apoiantes do partido no poder e militantes da oposição na segunda maior cidade do país, o que deixou pelo menos um morto e mais de 80 feridos.

Líderes da UA e do Gana em França

O presidente francês, François Hollande, reúne-se com o seu homólogo do Gana, John Mahama Dramani e o cabeça da União Africana Nkosazana Dlamini-Zuma.

Habré o julgamento continua

O julgamento do ex-ditador chadiano Hissène Habré continua na capital Dakar, no Senegal. Vítimas darão testemunhas sobre o tratamento que receberam durante o regime desde 1980.

#africareview.com

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