Postagem em destaque

MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

terça-feira, 26 de março de 2019

Angola: Libertação de "Zenu" e de empresário envolvido em desvio milionário gera críticas.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Reações continuam em Angola face à libertação de José Filomeno dos Santos, filho do ex-Presidente José Eduardo dos Santos, e Jean-Claude Bastos de Morais, implicados no desvio milionário do Fundo Soberano de Angola.
fonte: DW África
Symbolbild Justitia Justiz Gerichtigkeit (picture-alliance/dpa)
libertação de José Filomeno dos Santos, conhecido localmente por "Zenu", e Jean-Claude Bastos de Morais, ambos implicados no caso do Fundo Soberano de Angola, continua a gerar reações. 
A Procuradoria-Geral da República afirma que José Filomeno dos Santos, filho do ex-Presidente angolano José Eduardo dos Santos, foi liberto por fim do prazo de prisão preventiva. Já o empresário suíço-angolano foi posto em liberdade após o Estado recuperar 3 mil milhões de dólares (2,8 mil milhões de euros) do Fundo Soberano.
Juristas ouvidos pela DW África, no entanto, afirmam que crimes não-patrimoniais não se extinguem mediante a simples devolução de bens.
"Decisão inaceitável”
O ativista angolano Arante Kivuvu não vê com bons olhos a justificativa dada pela PGR para soltura do empresário Jean-Claude Bastos de Morais. Para ele, se a devolução dos valores implica na soltura, a responsabilidade penal dos "gatunos de galinha” também deveria ser extinta depois da devolução do bem roubado.
Angola Luanda Aktivist Arante Kivuvu während Protest gegen Arbeitslosigkeit (DW/M. Luamba)
Arante Kivuvu
"Roubou uma galinha, devolveu... e mesmo assim o processo segue os seus trâmites legais. Na minha opinião, é uma decisão aberrante e inaceitável”, afirma o ativista.
Em declarações à Rádio Nacional de Angola (RNA), Pedro de Carvalho, assessor do Procurador-geral da República, disse que não foi apenas a devolução que esteve na base da soltura.
"Foi arquivado pelo facto de ter se constatado durante a instrução os fracos indícios dele ter cometido os crimes pelos quais foi indiciado”, concluiu.
"MP não olhou para a lei”
Agora, coloca-se a questão de saber se os crimes não-patrimoniais se extinguem com a devolução dos 3 mil milhões de dólares (2,8 mil milhões de euros) do Fundo Soberano de Angola.
O jurista Albano Pedro é peremptório e afirma que "ele [Jean-Claude Bastos de Morais] é acusado de associação de malfeitor”. "É um crime que é relativo à conduta, não é um crime ligada ao património. É acusado de favorecimento em negócio, isso também de forma muito directa não é um crime que lesa o património de alguém em concreto. Em todo caso, estamos diante de uma situação que não está a ser vista com o respaldo legal. Ou seja, o ministério público a meu ver agiu sem olhar para a lei”, analisa o jurista.
Lindo Bernardo Tito, CASA-CE in Angola (DW/N.S. D'Angola)
Lindo Bernardo Tito
Por seu turno, o jurista e deputado da CASA-CE Lindo Bernardo Tito concorda, mas questiona "se os crimes de associação de malfeitor e do branqueamento de capitais de que era acusado o arguido estão associados aos outros delitos”.
"Se naqueles outros crimes de natureza patrimonial, a devolução da coisa extingue o procedimento criminal, nos outros dois parece-me que a coisa não anda assim. Se estiverem associados também se extinguem e se não, não se extinguem”, acrescenta Bernardo Tito.
Postura anti-corrupção em xeque?
Quanto a José Filomeno dos Santos que estava em prisão preventiva desde 24 de setembro de 2018, o assessor Pedro de Carvalho diz que a PGR aplicou o termo de identidade e residência ao arguido, enquanto o processo prossegue.
"José Filomeno dos Santos foi posto em liberdade por ter terminado o prazo de prisão preventiva. Não foi posto em liberdade por ter havido qualquer acordo com o mesmo ou com quem quer que seja”, esclareceu.
 
Ouvir o áudio03:37

Angola: libertação de "Zenu" e de empresário gera críticas

O combate a corrupção foi eleito pelo Presidente angolano João Lourenço como o cavalo de batalha para os seus cinco anos de governação. A DW África perguntou a Lindo Bernardo Tito se essa discussão sobre o caso Jean-Claude Bastos de Morais não belisca o processo do executivo de combate à corrupção e à impunidade.
"Começa aqui a enfraquecer a estratégia de combate à corrupção e à impunidade. Mas é óbvio que o Presidente da República tendo conseguido os seus objetivos de natureza política, como a credibilidade, a estabilidade, começa a aliviar algumas posições”, acredita.
Soltura com motivação política?
Outro ponto a gerar reação é a data de soltura. Jean-Claude Bastos de Morais foi liberto na sexta-feira (22.03.) e José Filomeno dos Santos (24.02.), no domingo. Não é habitual libertar um detido ou recluso em pleno fim de semana. Por isso, muitos cidadãos reagem à medida como tendo motivação política.
Mas o jurista Albano Pedro explica que a soltura em fim de semana não quebra as normas.
"Durante o fim de semana funcionam os serviços prisionais e, se forem instruídos a soltarem o réu ou se houver já uma autorização para o efeito, penso que nada se impede que a soltura se produza”, avalia.

ONU pede 282 milhões de dólares para ajudar Moçambique.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Após a passagem do ciclone Idai por Moçambique, as Nações Unidas precisam de 282 milhões de dólares para financiar ajuda ao país nos próximos três meses. Responsável do Programa Alimentar Mundial chega hoje a Moçambique.
fonte: DW África
default
Segundo Mark Lowcock, subsecretário-geral da ONU para os Assuntos Humanitários, o financiamento será usado em água potável, saneamento, educação e na reabilitação dos meios de subsistência das milhares de pessoas deslocadas na sequência do ciclone Idai.
Vários governos já estão a responder com dinheiro, mas, por enquanto, os fundos necessários são muitos maiores que os obtidos, disse Lowcock. O ciclone deixou em Moçambique pelo menos 447 mortos, aos quais se somam cerca de mais 300 vítimas mortais entre o Zimbabué e o Malawi.
O representante das Nações Unidas esclareceu ainda que serão lançados pedidos de ajuda internacional separados para o Zimbabué e Malawi, países que também foram fortemente afetados pelo ciclone.
 
Assistir ao vídeo01:27

Maputo: Solidariedade às vítimas do ciclone Idai

Nos três países, as fortes chuvas causaram graves inundações, deixando áreas totalmente isoladas durante dias e provocando uma grande destruição de infraestruturas básicas. Segundo as organizações humanitárias, as condições disparam o risco de surtos de doenças como a cólera.
Os cálculos indicam que o ciclone afetou de forma direta quase 770.000 pessoas, muitas das quais esperam alimentos, remédios, água potável, sistemas de saneamento e materiais para poder construir refúgios.
Responsável do PAM em Moçambique
O diretor-executivo do Programa Alimentar Mundial (PAM) das Nações Unidas, David Beasley, estará a partir de terça-feira (26.03), em Moçambique para contactos e para testemunhar no terreno a devastação provocada pelo ciclone Idai. A visita surge depois de o PAM ter declarado que a situação no país é "uma emergência de mais alto nível".
Na cidade portuária da Beira, onde os efeitos do ciclone assumiram proporções devastadoras, David Beasley irá encontrar-se com vítimas, funcionários governamentais locais e trabalhadores humanitários, divulgou o serviço noticioso ONU News.
Na quarta-feira (27.03), o diretor executivo do PAM tem uma reunião prevista com o Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, bem como contactos com membros do Governo moçambicano e da equipa das Nações Unidas destacada no terreno.
Helicópteros estão a lançar biscoitos energéticos e outros alimentos para prevenir e tratar casos de subnutrição em comunidades isoladas pela água, relatou a organização, acrescentando também que alimentos fortificados, de fácil preparação, estão a ser distribuídos a pessoas abrigadas em escolas e em outros edifícios públicos na cidade da Beira e nos arredores.

segunda-feira, 25 de março de 2019

ANGOLA: ZENÚ FOI LIBERTADO.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



O antigo presidente do Fundo Soberano de Angola, José Filomeno dos Santos, filho do ex-presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, que se encontrava em prisão preventiva desde 24 de Setembro de 2018, encontra-se já em liberdade.

Ainformação foi confirmada por fonte da Procuradoria-Geral da República de Angola e dos Serviços Penitenciários, mas ambas não souberam avançar as condições da sua restituição à liberdade, mas a libertação deveu-se ao facto de ter expirado o prazo da prisão preventiva, segundo informação do seu advogado, Benja Satula.
José Filomeno dos Santos, filho do ex-Presidente da República de Angola estava detido sob a acusação de má gestão do Fundo Soberano de Angola, que dirigiu entre 2012, nomeado para o cargo pelo seu pai, e 2018, altura em que foi exonerado das funções pelo actual chefe de Estado angolano, João Lourenço.
A gestão do fundo, no valor de cinco mil milhões de dólares (4,35 mil milhões de euros), encontrava-se sob gestão da Quantum Global, dirigida pelo sócio de José Filomeno dos Santos, o empresário suíço-angolano, Jean-Claude Bastos de Morais, que se encontrava igualmente detido, em Luanda, desde 24 de Setembro de 2018, e que foi libertado na passada sexta-feira.
Nesse dia, a PGR angolana indicou em comunicado que “o Ministério Público angolano decidiu não mais prosseguir criminalmente contra o senhor Jean-Claude de Morais Bastos, tendo-lhe sido restituída a liberdade”, depois de o Estado angolano ter recuperado parte dos cinco mil milhões de dólares daquele fundo constituído por receitas petrolíferas para investimentos em projectos sociais e infra-estruturas.
Na nota, a PGR avançou que conseguiu recuperar activos financeiros no valor de 2,35 mil milhões de dólares (2,04 mil milhões de euros), que se encontravam domiciliados em bancos do Reino Unido e das Maurícias.
Paralelamente, foi passado para o Estado angolano todo o património imobiliário de Jean-Claude Bastos de Morais em Angola e no exterior, como empreendimentos hoteleiros, minas de ouro, fazendas e estâncias turísticas.
Também sexta-feira, foi anunciado que o grupo Quantum e o Fundo Soberano de Angola chegaram a um acordo para colocar fim às disputas existentes, resultando na libertação do seu presidente e fundador, Jean-Claude Bastos de Morais.
“O Grupo Quantum Global anunciou hoje que foi celebrado um acordo de confidencialidade entre o Fundo Soberano de Angola (FSDEA) e o Sr. Jean-Claude Bastos de Morais, Presidente e Fundador do Grupo, e as partes da Quantum”, adiantou em comunicado o grupo do empresário suíço-angolano.
Bastos de Morais, que aguardava em prisão preventiva desde Setembro, foi libertado na sexta-feira e as autoridades angolanas retiraram as acusações de vários crimes, nomeadamente o de associação criminosa, de recebimento indevido de vantagem, corrupção e participação económica em negócios.
“Na sequência da decisão das autoridades angolanas de não apresentarem acusações, as autoridades mauricianas [onde corre outro processo] retiraram a decisão de congelamento das contas bancárias da Quantum Global e do Sr. Bastos. Além disso, a Comissão de Serviços Financeiros restabeleceu as licenças do Grupo”, adiantou aquele grupo, no mesmo comunicado.
Jean-Claude Bastos de Morais, sócio de José Filomeno dos Santos, filho do ex-Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, estava em prisão preventiva no âmbito da investigação à gestão do Fundo Soberano de Angola.
O acordo divulgado estabelece que nenhuma das partes continue qualquer processo nos tribunais contra a outra, abrangendo desde o processo do FSDEA em jurisdições internacionais, incluindo Angola, Maurícias, Suíça e no Reino Unido.
Assim, também a Quantum Global e Jean-Claude Bastos de Morais assumem o compromisso de desistir dos processos por danos contra o FSDEA no Reino Unido, e vão suspender as disputas comerciais contra o FSDEA nas Maurícias.
“Estamos muito satisfeitos por ter chegado a este acordo amigável que resolve todas as disputas nos tribunais”, disse uma fonte do grupo à Lusa.


Folha 8 com Lusa

José Filomeno dos Santos libertado em Luanda.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Depois de sair da prisão foi visitar o pai, antigo Presidente


Depois de sair da prisão foi visitar o pai, antigo Presidente
O antigo presidente do Fundo Soberano de Angola, José Filomeno dos Santos, foi libertado no início da tarde deste domingo, 24, confirmou à VOA o porta-voz dos Serviços Prisionais, Menezes Cassoma.

O mandado de soltura foi enviado no final da manhã pela Procuradoria Geral da República (PGR), tendo os Serviços Prisionais apressado a soltar Santos, mesmo sendo domingo, "para não incorrer em crime de cárcere privado", explicou Cassoma.
Até ao início da noite deste domingo, a PGR não tinha emitido qualquer comunicado a justificar a soltura de Santos, ao contrário do que fez na sexta-feira, 22, após ter ordenado a libertação de Jean-Claude Bastos de Morais, director-geral da Quantum Global e detido juntamente com o antigo presidente do Fundo Monetário Internacional.
Visita ao pai
Depois de deixar a cadeia, José Filomeno dos Santos foi visitar o pai, o antigo Presidente José Eduardo dos Santos, mas no final da tarde já se encontrava em casa dele, disseram fontes seguras à VOA.
Santos foi colocado em liberdade dois dias depois de o antigo director-geral da Quantum Global, Jean-Claude Bastos de Morais, ter sido também libertado.
Prisão e acordo
Ambos tinham sido detidos a 24 de Setembro pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pelos crimes de burla, associação criminosa, corrupção, recebimento indevido de vantagem, entre outros.
Na terça-feira, 19 de Março, a VOA revelou que um tribunal das Ilhas Maurícias tinha retirado as acusações contra a Quantum Global, depois de a empresa ter chegado a um acordo com as autoridades angolanas.
Na altura, dissemos que o director executivo da Quantum Global, Tobias Alexander Klein, havia entregue a um tribunal das ilhas Maurícias uma declaração juramentada na qual afirmava que "os diferendos" entre a Quantum Global e o Governo de Angola estavam resolvidos.
As duas partes "concordaram em retirar todas as queixas em tribunais e nenhuma outra queixa será apresentada", disse Klein, acrescentando que “a Procuradoria-Geral de Angola decidiu abandonar os procedimentos em curso contra ele em instituições penais".
PGR explica
Na sexta-feira, 22, depois da soltura de Jean Claude Bastos de Morais, a PGR, emitiu um comunicado no qual garantiu que “foram recuperados todos os activos financeiros e não financeiros pertencentes ao Fundo Soberano de Angola (FSDEA), que se encontravam sob gestão do Sr. Jean-Claude Bastos de Morais e das empresas do grupo Quantum Global, estando já os mesmos em posse daquela instituição (Fundo Soberano de Angola).
O valor global recuperado é de “cerca de dois mil e 350 milhões de dólares domiciliados em bancos no Reino Unido e das Ilhas Maurícias”, acrescentou a PGR que adiantou ter também recuperado “o património avaliado em cerca de mil milhões de dólares americanos, constituído por empreendimentos hoteleiros, minas de ouro, fazendas e resorts, sedeados em Angola e no exterior”.
Ao contrário, a PGR não emitiu hoje qualquer comunicado a explicar a soltura de José Filomeno dos Santos.

fonte: VOA

    Comores: Presidenciais com incidentes em várias zonas.

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

    Vários incidentes foram registados este domingo (24.03) durante a realização das eleições presidenciais nas Ilhas Comores. Presidente Azali Assoumani tenta reeleição, mas oposição ameaça não reconhecer o pleito.
    fonte: DW África
    default
    Pelo menos 300 mil eleitores foram chamados às urnas para votar este domingo nas presidenciais das Ilhas Comores. Na disputa, o atual Presidente Azali Assoumani procura a reeleição frente a onze candidatos opositores.
    Durante a campanha eleitoral, Azali Assoumani repetiu várias vezes que planeava ser reeleito na primeira volta das eleições, o que levantou fortes suspeitas de fraude por parte da oposição.
    Após a abertura das 731 assembleias de voto deste arquipélago, no norte do canal de Moçambique, às 08h locais a oposição relatou graves irregularidades nas Ilhas Anjouan, na sua maioria hostis ao Presidente, e Mohéli.
    Wahlkampf auf den Komoren
    Um funcionário da Comissão Eleitoral confirmou à agência de notícias France Press que uma dúzia de assembleias de voto em Anjouan foram saqueadas.
    Apoiantes dos partidos da oposição relatam que os incidentes estão relacionados com a proibição de entrada nas assembleias de voto dos delegados dos vários partidos.
    "Golpe de Estado"
    "Nunca vou reconhecer os resultados", disse aos jornalistas Mahamoudou Ahamada, candidato do partido Juwa. Outro candidato disse que está a acontecer "um verdadeiro golpe".
    "Nós candidatos declaramos o atual Governo ilegítimo... Convocamos o povo a resistir e se mobilizar contra ele", disse à Reuters a chefe da União do grupo de oposição, ex-vice-Presidente Soihili Mohamed, na ilha de Moroni.
    Presidente minimiza incidentes
    Azali Assoumani confirmou, mas minimizou os incidentes registados nas assembleias de voto depois de votar em uma escola em Mitsoudje, na ilha principal. "Já me disseram que houve alguns problemas - não é uma surpresa", disse Azali.
    "Estávamos conscientes durante a campanha de que algumas pessoas não estavam lá para ganhar, mas para evitar que a votação acontecesse. A situação está sob controlo", disse ele, acrescentando que está "confiante" em vencer.
    Estas presidenciais constituem um teste aos novos moldes democráticos no arquipélago. As eleições são encaradas pela União Africana como "essenciais para a estabilidade e consolidação da democracia no arquipélago".
    Desde a sua independência de França, em 1975, as Comores já experienciaram mais de 20 golpes de Estado ou tentativas de golpe de Estado.

    Angola: José Filomeno dos Santos em liberdade.

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

    Antigo presidente do Fundo Soberano de Angola e filho do ex-Presidente José Eduardo dos Santos foi libertado, este domingo (24.03). José Filomeno dos Santos estava em prisão preventiva desde 24 de setembro de 2018.
    fonte: DW África
    José Filomeno dos Santos (Grayling)
    A informação foi confirmada, este domingo (24.03), à Lusa, por fonte da Procuradoria-Geral da República de Angola e dos Serviços Penitenciários, mas ambas não souberam avançar as condições da sua restituição à liberdade. No entanto, adianta o jornal angolano "O País", José Filomeno dos Santos está sujeito a termo de identidade e residência.
    O filho do ex-Presidente da República de Angola estava detido sob a acusação de má gestão do Fundo Soberano de Angola, que dirigiu entre 2012 e 2018, altura em que foi exonerado das funções pelo atual chefe de Estado angolano, João Lourenço.
    A libertação de José Filomeno dos Santos surge depois de, na sexta-feira (22.03), a PGR ter anunciado que conseguiu recuperar ativos financeiros no valor de 2,35 mil milhões de dólares (2,04 mil milhões de euros), que se encontravam domiciliados em bancos do Reino Unido e das Maurícias. E, neste seguimento, foi também libertado, ainda na sexta-feira, Jean- Claude Bastos de Morais. O sócio de José Filomeno dos Santos estava em prisão preventiva no âmbito da investigação à gestão do Fundo Soberano de Angola.
    Recursos negados
    A libertação de José Filomeno dos Santos, conhecido localmente por "Zenu", ocorre cerca de mês e meio depois de o Tribunal Constitucional angolano ter negado provimento a um recurso.
    Em causa está a investigação da Justiça angolana à transferência ilícita de 500 milhões de dólares de dinheiros públicos para um banco no exterior do país, que levou, em setembro passado, à sua detenção.
    Num recurso anterior para o Tribunal Supremo, José Filomeno dos Santos viu negado o pedido de libertação imediata por 'habeas corpus', do qual recorreu para o Tribunal Constitucional, alegando a inconstitucionalidade da decisão.
    Num acórdão, datado de 22 de janeiro e a que a agência Lusa teve acesso, os sete juízes do Tribunal Constitucional decidiram "negar provimento ao recurso", considerando não ter o acórdão do Tribunal Supremo "violado nenhum princípio ou direito consagrado na Constituição da República de Angola".
     
    Assistir ao vídeo01:46

    Angola: Presos de luxo provocam "romaria" à prisão de São Paulo

    Aviões russos chegam a Caracas com tropas e material.

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



    Avião com bandeira russa na Venezuela
    Avião com bandeira russa na Venezuela
    Dois aviões da Força Aérea da Rússia aterrissaram no Aeroporto Internacional Simón Bolívar, na Venezuela, no sábado, 23, com um oficial russo do sector de Defesa e quase 100 tropas, revela a agência de notícias Reuters, que cita um jornalista local.

    O repórter Javier Mayorca escreveu no Twitter, que o primeiro avião transportou Vasily Tonkoshkurov, chefe de gabinete das forças terrestres, e que o segundo era um avião de carga carregando 35 toneladas de material.
    Um avião Ilyushin IL-62 com passageiros e um avião militar de carga Antonov AN-124 saíram para Caracas, na sexta-feira, do aeroporto militar russo Chkalovsky, parando no caminho na Síria, de acordo com o site de acompanhamento Flightradar 24.
    O avião de carga deixou Caracas na tarde de domingo, segundo o Adsbexchange, outro site de acompanhamento de voos.
    Uma testemunha da Reuters viu o que pareceu ser um avião de passageiros no aeroporto de Maiquetia, neste domingo.
    Os ministérios de Defesa e de Relações Exteriores da Rússia não responderam aos pedidos de esclarecimentos das agências de notícias.
    Esta movimentação surge três meses depois de Caracas e Moscovo terem realizado exercícios militares em solo venezuelano, que o Presidente Nicolás Maduro chamou de um sinal de fortalecimento das relações, mas que Washington criticou como uma invasão da Rússia na região.

    fonte: VOA

      Queniano Peter Tabichi ganha "Nobel de Educação".

      NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

      Peter Tabichi reage ao receber o prémio


      Peter Tabichi reage ao receber o prémio
      O queniano Peter Tabichi foi escolhido o “melhor professor do ano”, no que é considerado o Nobel da Educação.
      Ele viu reconhecido o seu trabalho de ensinar ciências numa região remota do Quénia para alunos de diversas etnias e religiões, em situações extremamente precárias.
      O prémio, que tem um valor monetário de um milhão de dólares. foi entregue neste domingo, 24, foi durante o Global Education and Skills Forum (Fórum de Conhecimento e Educação Global) , realizado em Dubai, nos Emirados Árabes.
      Tabichi superou outros nove candidatos, entre eles a professora brasileira Débora Garofalo, que ensina robótica na Escola Ary Parreiras, na periferia de São Paulo.
      Outro brasileiro, o pernambucano Jayse Ferreira, também figurou na lista dos 50 melhores professores do mundo.
      Muito emocionado, Peter Tabichi subiu ao palco do evento para agradecer seus alunos e dizer que acredita no poder da ciência para mudar a África.
      “Todos os dias, no nosso continente, nós viramos uma nova página. E hoje escrevemos uma nova. Este prémio não é um reconhecimento a mim, mas sim aos jovens desse grande continente que é a África. O Global Teacher Prize diz a eles que eles podem fazer qualquer coisa. O dia é uma criança e há uma nova página a ser escrita. É a hora da África”, afirmou Tabichi de 36 anos e que doa 80 por cento do seu salário para ajudar as famílias mais pobres.
      Um terço dos seus alunos é órfã e 95 por deles tem origem muito pobre, segundo dados da Varkey Foundation.
      Tabichi lida com problemas como tráfico de drogas, gravidez prematura, abandono escolar e suicídios, além de jovens que caminham até 7 quilómetros para assistirem às aulas.

      fonte: VOA

      Total de visualizações de página