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domingo, 2 de janeiro de 2022

63 anos de revolução em Cuba ou o desafio da resistência criativa.

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Havana, 1º de janeiro (Prensa Latina) A construção de um novo projeto de sociedade, baseado nos princípios da justiça social, da solidariedade e da emancipação, nasceu em uma época como a de hoje em Cuba e perdura após 63 anos de desafios e resistências criativas.

O primeiro dos desafios consistiu em impor-se ao modelo capitalista vigente em meados do século XX, com a implementação de medidas radicais que colocaram o homem no centro das atenções e deixaram para trás os anos infelizes da ditadura de Fulgencio Batista, que fugiu da ilha caribenha antes da vitória inevitável do Exército Rebelde.

Foi logo no primeiro dia de janeiro de 1959, com o Triunfo da Revolução, quando Fidel Castro, líder da insurreição armada que libertou o país, previu que se iniciava um duro e perigoso empreendimento, dada a coragem de erigir um processo que o tornaria sonhos dos mais desfavorecidos se tornam realidade, naquela época a maioria.

A transformação do sistema de educação e saúde, a industrialização do país, a eliminação do desemprego rural e urbano e a concessão de direitos aos camponeses, são apenas algumas das promessas cumpridas nos primeiros anos da Revolução do histórico Programa Moncada. folha do percurso traçado por Fidel Castro em sua conhecida confissão de legítima defesa La Historia Me Absolverá, após as ações de 26 de julho de 1953.

O intenso pacote de mudanças abrangeu todas as esferas sociais e também a criação de um arcabouço institucional e uma nova forma de gestão governamental, além da projeção internacional, um catálogo de conquistas conquistadas pela primeira vez por uma nação pequena e subdesenvolvida, que se defrontou com rapidez. oposição.

Com inúmeros ataques e agressões de diversos formatos e a aplicação, desde o início de 1962, de um cerco econômico, comercial e financeiro que põe em xeque todas as tentativas de tornar sustentável o desenvolvimento da nação, os vizinhos Estados Unidos repreenderam a ilha do Caribe, antes da pretensão de escrever. seu destino com suas próprias mãos.

Às perdas tangíveis milionárias somam-se os custos humanos, difíceis de calcular: Nemesia ainda guarda a memória do bombardeio de Playa Girón em 1961 que acabou com a vida de sua mãe e Liliam Machin não pôde encontrar seu pai novamente, após pilotar o avião de Barbados que os detratores de Cuba explodiram em pleno voo, com 63 pessoas a bordo em 1976.

No entanto, o país não deixou de se comprometer com o futuro, a construção de escolas e programas educacionais, a elaboração de planos de empoderamento feminino, a conquista de números promissores na saúde, a colaboração além de suas fronteiras … seu sistema social, no enfrentamento ameaças constantes à sua soberania.

Não em vão o escritor uruguaio Eduardo Galeano disse dela que a Revolução “castigou, bloqueou, caluniou, fez muito menos do que queria, mas muito mais do que poderia. E continua cometendo a perigosa loucura de acreditar que o homem não está condenado à humilhação dos poderosos do mundo”.

O país teve que enfrentar mais de uma batalha para trazer seus filhos de volta para casa, como a de devolução da criança que Elián González mantinha sem o consentimento de sua família nos Estados Unidos ou a devolução dos cinco antiterroristas que pagaram com penas injustas na nação do norte, o preço de defender suas terras das agressões.

Também na ordem econômica, deve se reinventar a cada dia, para superar os freios do bloqueio estadunidense e os obstáculos internos muitas vezes reconhecidos, e que em 2021 somaram aos problemas acumulados os efeitos do segundo ano de uma pandemia que cortou sua principal linha econômica, o turismo, o comércio e as exportações.

Entre outras medidas para a recuperação econômica, este ano o país iniciou a Tarefa de Ordenação em busca da unificação monetária; implementou novas medidas destinadas a substituir importações e aumentar a produção e priorizou a aplicação de ciência e tecnologia.

Este foi o ano do ressurgimento da política hostil contra Cuba do governo Joe Biden, que não só não cumpriu sua promessa eleitoral de reiniciar o degelo com a ilha, mas também manteve intactas as 243 medidas ditadas por seu antecessor Donald Trump (2017-janeiro 2021), para sufocar sua economia.

Ao cerco econômico juntaram-se as tentativas de subverter a ordem social e constitucional da nação, com o apoio de operadores políticos estabelecidos nos Estados Unidos, bem como o uso de tecnologias e meios de comunicação para a Guerra Não Convencional contra o país.

Nesse cenário complexo, Cuba conseguiu vacinar mais de 85% de sua população contra a Covid-19 com o desenvolvimento de seus próprios injetáveis ​​e colocar-se na vanguarda da imunização na América Latina, além de continuar a dar solidariedade a mais de 40 países do mundo pelo contingente de médicos Henry Reeve, criado por Fidel Castro em 2005.

Um ano de aulas também concluído em matéria jurídica, com a discussão de um Código da Família que coloca a ilha entre as legislações mais avançadas e a aprovação de quatro regulamentos que reforçam o sistema judicial e os direitos dos cidadãos.

Na qualificação para 2021, o presidente da nação, Miguel Díaz-Canel, garantiu que este tem sido um período de aprendizagem e – mais uma vez – de resistência criativa do povo perante as adversidades.

fonte: granma.cu

África do Sul despede-se de Desmond Tutu num funeral simples.

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A África do Sul despediu-se hoje do ícone anti-apartheid Desmond Tutu com um funeral simples. O Presidente sul-africano salientou o seu papel para a liberdade e a paz no país.



Desmond Tutu foi um "cruzado pela liberdade, pela justiça e pela paz", considerou o Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, no funeral oficial e que incluiu uma missa de réquiem celebrada na Catedral Anglicana de São Jorge, na Cidade do Cabo, cidade onde o arcebispo morreu aos 90 anos.

"Madiba [Nelson Mandela] foi o pai da nossa democracia, o arcebispo Tutu seu pai espiritual", declarou o chefe de Estado, antes de entregar a bandeira nacional à viúva do falecido.

Cumprindo a vontade de Desmond Tutu, que tinha pedido um funeral simples, a cerimónia apenas contou com o discurso do Presidente da África do Sul, com o líder mundial da Igreja Anglicana e arcebispo de Cantuária, Justin Welby, a enfatizar que o Nobel da Paz "trouxe a luz" quando as pessoas "estavam no escuro".

Algumas das leituras da missa foram feitas por outras figuras proeminentes ou próximas de Tutu, como a ex-presidente irlandesa Mary Robinson, a ativista moçambicana Graça Machel - viúva de Nelson Mandela - ou a ministra das Infraestruturas Patricia de Lille.

O corpo do líder religioso e ícone anti-apartheid esteve em câmara ardente nesta cidade da África do Sul desde quinta-feira (30.12), depois de as autoridades terem antecipado o ato, previsto inicialmente para sexta-feira, na expectativa de que um grande número de pessoas pretendesse homenagear o arcebispo naquela que foi a sua catedral, a Catedral de São Jorge.

Südafrika - Beisetzung von Desmond Tutu

Homenagens foram deixadas diante da catedral

Cerimónia simples

Conforme a vontade expressa por Desmond Tutu, o ato de hoje não contou com os habituais "elementos cerimoniais" das Forças Armadas sul-africanas característicos dos funerais de Estado, limitando-se à apresentação da bandeira nacional à viúva do arcebispo, Nomalizo Leah Tutu.

Ainda de acordo com os desejos de Desmond Tutu, as suas cinzas serão colocadas na catedral, um símbolo da democracia no país conhecido como a "catedral do povo" durante o regime racista do 'apartheid', que governou desde 1948 até ao início dos anos 90 na África do Sul.

Herói anti-apartheid, defensor dos direitos humanos

A morte de Tutu, aos 90 anos de didade no domingo (26.12), representa uma enorme perda para a África do Sul, onde muitos o chamavam "Tata", que significa pai.

Prémio Nobel da Paz em 1984 pela sua luta contra a brutal opressão do 'apartheid', Desmond Tutu é considerado uma das figuras-chave da história contemporânea da África do Sul.

A sua carreira foi marcada por uma constante defesa dos direitos humanos, algo que o levou a distanciar-se em numerosas ocasiões da hierarquia eclesiástica para defender abertamente posições como os direitos dos homossexuais ou a eutanásia.

Nos últimos anos, afastou-se da vida pública devido à sua idade avançada e aos problemas de saúde de que sofria, incluindo um cancro da próstata.

Após o fim do 'apartheid' em 1994, quando a África do Sul se tornou uma democracia, Tutu presidiu à Comissão Verdade e Reconciliação, instituição que documentou as atrocidades durante o regime de segregação racial e procurou promover a reconciliação nacional.

Tutu ganhou ainda enorme visibilidade enquanto um dos líderes religiosos mais proeminentes do mundo na defesa dos direitos LGBTQ (Lésbicas, 'Gays', Bissexuais, Transsexuais e 'Queer').

fonte: DW África

ANGOLA: UM BRILHO QUE CEGA O MUNDO.

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O MPLA escolheu o Presidente João Lourenço e a primeira-dama, Ana Dias Lourenço, como as figuras do ano 2021, explicando que a dupla vencedora obteve o maior número de votos de sempre, derrotando os outros dois principais candidatos à liderança do partido, no caso João Lourenço e… João Lourenço, “mostrando que as forças da empatia são maiores que as fúrias da divisão”.

Por Angola, depois de José Eduardo dos Santos ser a figura do ano durante 38 anos, eis que João Lourenço assumiu o lugar.

Registe-se que Presidente da República (também Presidente do MPLA e o Titular do Poder Executivo), João Lourenço, é uma das mais, talvez mesmo a maior, personalidades africana do ano (seja qual for ano) e até do mundo democrático, desde a Coreia do Norte à Guiné Equatorial.

João Lourenço, desde que assumiu funções, ocupou exactamente o centro das conversas fulcrais dos nossos tempos: sobre a riqueza e a pobreza, a equidade e a justiça, a transparência, a modernidade, a globalização, o papel das mulheres (…) as tentações do poder.

Todos, angolanos e cidadãos do mundo (da Coreia do Norte à Guiné-Equatorial) desejam que em 2021 todos se lembrem de uma personalidade como João Lourenço que, há décadas nos bastidores e agora na ribalta, tem sido o timoneiro de todas as qualidades e intervenções que devem ser atribuídas a um estadista de craveira Internacional.

No âmbito religioso talvez não tenha o mesmo destaque porque José Eduardo dos Santos foi considerado “o escolhido de Deus”. No entanto, a corte de João Lourença já trabalha para que ele seja qualificado não como o “escolhido” mas como sendo o próprio… “Deus”.

Nessa altura todos dirão que a escolha “não surpreende, tendo em conta a ressonância e a grande atenção que a presidência de João Lourenço desperta em todo o mundo, e arredores”.

Dirá então o Jornal de Angola que “o líder do MPLA, do Governo e Presidente da República, tornou-se a voz da consciência, com a atenção centrada na compaixão”, apresentando João Lourenço como “o Pai do Povo”.

Todos vão considerar “um sinal positivo que um dos reconhecimentos mais prestigiosos no âmbito da imprensa internacional seja atribuído a quem anuncia no mundo valores espirituais, religiosos, morais, éticos e sociais eficazmente a favor da paz e de uma maior justiça.”

Por seu lado, antevemos, João Lourenço explicará que não procura fama nem sucesso, que faz simplesmente o seu trabalho de anúncio do Evangelho do amor que nutre por todos. Se isto atrai milhões de angolanas e de angolanos o Presidente sente-se feliz. Se esta escolha “da Figura do Ano” significa que muitos compreenderam – pelo menos implicitamente – esta mensagem, com certeza que isto o fará sentir-se feliz, concluirá o porta-voz do regime.

E todos ficaremos francamente felizes. Distinguir João Lourenço será uma forma de mostrar ao mundo quanto ele é superior a dirigentes como N’Krumahn, Nasser, Amílcar Cabral, Senghor, Boigny, Hassan II ou Nelson Mandela.

De facto, não fosse a “visão estratégica” do Presidente João Lourenço e, reconheça-se, a democracia, a reconciliação, a igualdade, a liberdade, a equidade social, os direitos humanos, já há muito tinham colapsado.

O mundo tem ainda de perceber, de uma vez por todas, que também na economia, tal como em todas as outras vertentes da vida, e da morte, dos angolanos, Deus tem agora em João Lourenço o seu escolhido.

Capitaneados pela mais alta personalidade mundial de todos os tempos, alguns angolanos continuarão a ser cada vez mais ricos e outros, pouco relevantes para o caso, continuarão a ser cada vez mais pobres. Embora seja assim há 46 anos, certo é que, como tudo na vida, não há bem que sempre dure nem mal que nunca acabe.

Como dizia Teta Lando, eventualmente num poema – quem sabe? – da autoria de João Lourenço, “se tu és branco isso não interessa a ninguém, se tu és mulato isso não interessa a ninguém, se tu és negro isso não interessa a ninguém. O que interessa é a tua vontade de fazer uma Angola melhor. Uma Angola verdadeiramente livre, uma Angola independente.”

Até agora o líder do MPLA (partido que governa Angola desde 1975), presidente da República não eleito nominalmente e chefe do Governo, João Lourenço, mostra que não brinca em serviço e que não descansará enquanto não for escolhido como personalidade mundial e, é claro, não conquistar um mais do que merecido Prémio Nobel.

Em abono do apoio que aqui manifestamos a João Lourenço, lembramos que, de quando em vez, o Presidente revela um humor inaudito, visível quando exorta os seus súbditos a, nem mais nem menos, “não pactuar com a corrupção e com a apropriação de meios do erário público ou do partido”.

Ainda no âmbito da sua veia humorística, nem sempre compreendida pelos jornalistas, João Lourenço também diz que o MPLA pugna desde 1975 “pela defesa das liberdades direitos e garantias dos cidadãos”.

O auge desse humor, dir-se-ia que é quase um orgasmo, regista-se quando o Presidente evoca como a causa de todos os males a “pesada herança do colonialismo”.

fonte: folha8

Costa do Marfim: Mensagem de Ano Novo / Jean-Marie Ackah (Presidente do CGECI) "2021 terá sido o ano da volta do forte crescimento, projetado em 6,5% ..."

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O ano que acaba de terminar terá sido marcado por um renascimento da atividade econômica no mundo e, em particular, na Costa do Marfim. E isso, apesar da persistência da pandemia Covid-19, apoia o presidente da Confederação Geral das Empresas da Costa do Marfim (Cgeci), Jean-Marie Ackah, em sua mensagem de Ano Novo.

Nesta nota, uma cópia da qual foi enviada a Fratmat.info, o presidente do patronato costa-marfinense, salienta que a economia, desacelerada no seu ímpeto com o aparecimento das variantes Delta e Omicron do Coronavirus, está agora completa a recuperação e reabertura de quase todos os setores de atividade é de fato uma realidade perceptível.

Aos seus sócios e membros da Cgeci, indicou que a Confederação continuará a dar voz ao setor privado marfinense. E isso, nas grandes reformas e nas principais questões que dizem respeito ao Estado, ao setor privado e às organizações regionais. Abaixo está a mensagem completa do presidente dos empregadores da Costa do Marfim.
“A todos vocês, queridos amigos, queridos parceiros, que este Ano Novo lhes traga o sucesso, a saúde e a prosperidade que merecem! "

Aqui estamos no limiar de um novo ano. Em tal circunstância, como é de costume, gostaria de enviar-lhe, em nome da Confederação Geral de Negócios da Côte d'Ivoire, e em meu próprio nome, meus melhores votos de plena saúde e sucesso ao longo do ano de 2022.

Antes de passar para os desafios à frente, deixe-me dar uma olhada no espelho retrovisor.

O ano passado testemunhou um renascimento da atividade econômica em todo o mundo, apesar da persistência da pandemia Covid-19. O crescimento econômico, de fato, saltou para 5,9% de acordo com o FMI. E, embora a rápida disseminação da variante Delta e a ameaça de novas cepas do vírus consideradas extremamente perigosas, incluindo a variante Omicron, tenham aumentado a incerteza sobre quanto tempo levará para superar a pandemia, a economia está crescendo. o relançamento e reabertura de quase todos os setores de negócios é uma realidade perceptível.

A África não foi exceção a esta tendência positiva, com uma taxa de crescimento esperada de 3,7%, após a recessão de 2020.

Na Costa do Marfim, 2021 terá sido o ano do retorno do forte crescimento, projetado em 6,5%, após a desaceleração de 2020. Todos os setores de negócios têm contribuído, com empresas mostrando maior resiliência e inegáveis ​​capacidades de recuperação.

Este é o lugar para mim parabenizar os líderes empresariais que se apresentaram, superando outros choques de grande escala. Com efeito, enquanto a pandemia e os seus efeitos não se dissiparam, as empresas tiveram de enfrentar uma crise energética de quase três meses, praticamente com os meios disponíveis, induzindo custos adicionais num contexto em que não tinha sido considerado o apoio estatal ao sistema.

Ao prestar homenagem aos nossos valorosos empreendedores que conseguiram superar esses obstáculos, tenho um pensamento especial para esses empreendedores que tiveram menos sucesso e que continuam a lutar. Podem contar com o CGECI que continua a sua advocacia junto ao poder público para que os mecanismos de apoio se tornem mais eficientes e beneficiem efetivamente todos aqueles que deles necessitam.

Ao longo de 2021, com suas diversas contribuições, nossa Organização trabalhou para consolidar suas conquistas.

Queridos membros,

o vosso compromisso ao serviço do CGECI permitiu-nos concretizar o ambicioso programa de actividades estabelecido no início do nosso mandato e cujos eixos principais foram os seguintes:

- melhorar a governança de nossa Organização;

- o posicionamento dos seus membros no centro da ação empregadora;

- melhorar a sua notoriedade, bem como consolidar a sua imagem a nível nacional e internacional.

Ao entrarmos no último ano deste segundo mandato que você nos confiou, gostaria de reiterar nossa determinação de representá-lo efetivamente em todos os fóruns onde for necessário e de continuar a dar voz ao Setor Privado da Costa do Marfim em todas as grandes reformas e as principais questões que dizem respeito a todos nós, Estado, Setor Privado e organizações regionais.

A nível nacional, a nossa defesa de um diálogo inovador e estratégico entre o Estado e o Setor Privado tem sido um sucesso retumbante, com o Dia do Seminário sobre Governo dedicado ao Setor Privado, um evento sem precedentes em nosso país. Os Grupos de Trabalho criados ao final deste seminário possibilitaram dar continuidade às discussões sobre todos os temas de interesse comum. No Dia Nacional da Parceria, o Governo atendeu um dos nossos principais pedidos, anunciando medidas para criar e apoiar o hatch.

fonte: https://www.fratmat.info/


Desconforto entre Cristiano Ronaldo e seus companheiros? Seu agente desmente.

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Desde a sua chegada ao clube inglês Manchester United, o astro português Cristiano Ronaldo continua a surpreender os seus adeptos. Recentemente, o jogador de 36 anos marcou aos 35 minutos de jogo na partida de três a um contra o Burnley a favor do Manchester United. No entanto, com tudo parecendo estar bem em campo, rumores indicam que um mau ambiente está reinando no vestiário do clube.

Ele está "muito feliz no Manchester United"
Indicam também que a CR7 não ficaria satisfeita em Manchester, a ponto de rever suas posições para a janela de transferências. A mídia inglesa Daily Mail disse que a atmosfera piorou nas últimas semanas no centro de treinamento. Além disso, ele havia mencionado as relações complicadas entre o jogador português e alguns companheiros. Esta informação foi, no entanto, negada pelo seu agente Jorge Mendes.

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Em entrevista à mídia esportiva Sky Sports, este último disse que Cristiano Ronaldo “está muito feliz com o Manchester United. Ele continuará com suas excelentes atuações, como sempre fez em sua carreira. Vai ser uma grande temporada para ele, tenho certeza. " Como um lembrete, Cristiano Ronaldo trocou a Juventus pelo Manchester United no verão passado. Seu contrato com o clube inglês termina em 2023.

fonte: 

Senegal: Advogado acusador de Sonko anuncia julgamento de 2022.

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O advogado do acusador Ousmane Sonko aproveitou o tempo que passou no programa Yoon-Wi da Rfm para revisitar o caso entre o político senegalês e a massagista. De acordo com o anúncio feito pelo Maitre El Hadj Diouf, o julgamento neste caso deve começar em 2022. O Advogado não deu detalhes sobre a data de início.

A próxima audiência de Ousmane Sonko

O conselho do protagonista do líder do Pastef aponta que o caso prossegue e que o reitor dos juízes deverá ouvir Ousmane Sonko como foi o caso de Adji Sarr. Após essa etapa, o processo será encerrado e encaminhado ao Tribunal de Justiça após confronto entre os réus. O mestre El Hadj Diouf também defendeu a publicação dos resultados dos testes de DNA e outras evidências.

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Lembre-se de que esse caso fez com que uma grande quantidade de tinta e saliva fluísse. Na mídia, o acusador Adji Sarr, a jovem de 20 anos, mantém suas acusações de estupro por Ousmane Sonko e nega qualquer conspiração política. Ela disse que conheceu o político na sala de massagens. Este último supostamente o agrediu.

"Conheci Ousmane Sonko na sala de massagens"

“Conheci Ousmane Sonko na casa de massagens onde trabalhava. Eu o reconheci sem dizer nada. Quando ele se despiu na cabana, vi que carregava duas armas na bainha. Fiquei com medo, mas ele me disse que era para sua proteção ", detalhou ela. “Ele me pediu para descer para fazer o que ele queria, antes de me deixar ir”, ela continuou antes de acrescentar: “Ele não apontou suas armas para mim, mas eu deixei claro que ele poderia me matar sem que ninguém soubesse. "

fonte: https://lanouvelletribune.info/

Benin: MPL quer a libertação de presos políticos em 2022.

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O Movimento de Libertação Popular (MPL) recentemente se reuniu com a mídia para um lanche da imprensa. O experiente chefe do partido, Tébé, reafirmou o objetivo de curto prazo de seu partido. O de participar das eleições legislativas de 2023. Para ele, o próximo ano servirá para preparar este prazo eleitoral. 2022 é o ano "da preparação para as eleições legislativas que verão a mudança da cor política do nosso país. Quer goste ou não, o regime tem de nos deixar participar (nas eleições) ”, disse Experience Tébé, inquieto com a vontade do governo de“ (silenciar) todas as vozes dissidentes ”.

“É nossa responsabilidade”
Para ele, é necessário que “alguns dos nossos compatriotas” presos sejam “entregues”. “2022 deve eliminar os presos políticos completamente. É nossa responsabilidade, é nosso dever, pretendemos lutar, temos capacidade para o fazer e o faremos ”insistiu Experiência Tébé. Recorde-se que o Movimento de Libertação Popular (MPL) é um jovem partido político focado na pia batismal em 2019. Era liderado por Sabi Sira Korogoné, ex-porta-voz da "Iniciativa Nikki", um movimento de protesto.

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O homem foi detido em outubro de 2018 e encarcerado por um ano após um julgamento por postar em redes sociais comentários de incitação ao ódio e violência, incitamento à rebelião, insultos com motivação racista, na sequência do encontro da “Iniciativa Nikki” no início de setembro de 2018. Em 2 de junho de 2019, ele recuperou a liberdade após oito meses atrás das grades. Nesse ínterim, ele assumiu as rédeas da MPL, mas se aposentou em julho de 2021 em favor de seu companheiro de luta.

fonte: https://lanouvelletribune.info/

Patrice Talon: "Em 2022, vamos aumentar os salários dos trabalhadores".

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O Presidente Patrice Talon apresentou seus desejos à nação no dia 31 de dezembro de 2021 em vídeo veiculado nos canais digitais da Presidência da República. “A todos desejo boa saúde e mais sucesso na vida. Feliz Ano Novo, ”nós o ouvimos dizer no final da gravação. Olhando de forma ampla para a mensagem, notamos que 2022 será o ano do aumento dos salários dos funcionários públicos e da solidariedade.

“Vamos investir em diversos setores produtivos para gerar mais empregos”
“Em 2022, aumentaremos os salários dos trabalhadores tanto quanto investimos em vários setores produtivos para criar mais empregos e riqueza para o benefício de todos”, disse Patrice Talon. Em seguida, falou dos cerca de 20 bilhões de francos CFA que o Estado está distribuindo a "um grande número de nossas pequenas e médias empresas formais e informais, bem como seu pessoal, para mitigar os impactos econômicos da pandemia".

fonte: https://lanouvelletribune.info/

sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

EUA: homem preso por querer matar Clinton, Obama e Zuckerberg.

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Na semana passada, um homem da Califórnia foi preso em Iowa depois de dizer à polícia que estava indo direto para a Casa Branca "para matar pessoas no poder". De acordo com documentos judiciais, um rifle de assalto e um colete à prova de balas foram encontrados com ele. Kuachua Brillion Xiong, 25, de Merced foi preso por direção agressiva em 21 de dezembro. Ele tinha um rifle tipo AR-15, munição e um gancho, entre outras coisas, disseram as autoridades.

Ele disse a um xerife que desaprova o governo e o presidente Biden e que está indo para Washington, para a Casa Branca. De acordo com as autoridades, o veículo de Xiong estava cheio de várias latas de bebidas energéticas vazias. Xiong concordou em deixar o policial revistar seu carro e admitiu que tinha arma e munição. A polícia encontrou revistas carregadas, caixas de munição, vários itens de coletes à prova de balas e kits médicos, de acordo com seu relatório.

Dinheiro reservado para seu funeral
Xiong disse que não era suicida, mas que usaria armas em legítima defesa. A polícia também encontrou dinheiro no veículo "reservado" para as despesas do funeral de Xiong, e seu GPS foi ajustado para a Casa Branca. A polícia disse que Xiong obedeceu quando questionado. De acordo com registros online, o réu foi preso no condado de Pottawattamie, em Iowa, pouco depois das 16h30 do dia 21 de dezembro.

Xiong admitiu a um agente do Serviço Secreto dos Estados Unidos que até alguns meses atrás ele trabalhava em uma mercearia em Merced para manter seu "cobertor" até ser chamado por Deus para "lutar contra os demônios. O mal na Casa Branca". "Xiong acredita que ele é a única pessoa que resta que pode libertar os Estados Unidos do mal e que é necessário que ele mate aqueles que ocupam posições de poder", disse o agente especial do serviço secreto Justin Larson.

Uma lista de personalidades para matar
Por volta de 18 de dezembro, Xiong deixou sua casa perto de Sacramento e começou a dirigir para a Casa Branca. Ele disse aos investigadores que baixou vídeos do TikTok em seu telefone para compilar uma lista de pessoas que pretendia matar, incluindo políticos e figuras públicas. De acordo com os investigadores, havia cerca de 100 vídeos na "lista de alvos" de Xiong. Os alvos incluíam os ex-presidentes Clinton e Obama, o consultor médico da Casa Branca, Dr. Anthony Fauci, e o presidente-executivo da Meta, Mark Zuckerberg, de acordo com o depoimento.

Ele também detalhou seu plano para entrar na Casa Branca através do que descreveu como um "ponto fraco" e como ele usaria um gancho para escalar a cerca do perímetro. Xiong disse aos investigadores que "faria o que fosse necessário" para levar a cabo seu plano e, se fosse libertado, continuaria visitando a Casa Branca.

"Morra lutando contra demônios na Casa Branca"
"Xiong disse que não tinha planos de voltar à Califórnia para ver sua família porque planejava morrer lutando contra demônios na Casa Branca", disse o depoimento. Xiong deve comparecer perante um juiz federal em uma audiência de detenção na quinta-feira. O governo federal diz que ele deve permanecer sob custódia por fazer ameaça contra um ex-presidente, o que é um crime federal.

ano de 2021 será lembrado como ano emblemático para o incremento da repressão e das difíceis condições de vida dos cidadãos, que tiveram de lidar com a pandemia e a relativização da fome. João Lourenço (JL) tenta consolidar o poder e retoma o discurso partidarista, de peito aberto perante as tensões sociais; e ergue trincheiras contra a oposição, recorrendo aos instintos políticos e militares para subjugar a razão jurídica.

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Por José Marcos Mavungo (*)

Não há resposta do regime sobre como estão as coisas, em especial no tocante ao famoso slogan “corrigir o que está mal e melhorar o que está bem”. Vai-se andando, sem preocupação em sepultar o antigo regime, nem em se penetrar na realidade e necessidades do país. Nem correcção, nem melhoria do que vai mal, vai-se assim-assim de mal a pior, sob o espectro da perversão e da imposição da classe política dominante.

Talvez este seja este o melhor epíteto para o ano 2021: temos sido governados assim nos últimos 46 anos, foi também assim neste 2021. Como diria Ngadiadia, o cómico da República Democrática do Congo (RDC), «biso si tomesana» (já estamos habituados), a governantes que, um dia, falam de mudanças e de respeito pela vida e dignidade humanas, e vão relativizar os valores constitucionais e da boa governança, ao mesmo tempo que continuam a não disfarçar a aliança tablóide com os órgãos da administração justiça.

Foi assim a nível do funcionamento das instituições democráticas, na actuação dos órgãos da ordem pública e da administração da justiça. O país é o mesmo há 46 anos, nos mesmos termos, ao continuar a ter ainda vítimas, pelos traumas das interdições dos detentores do poder e da violência policial. O silêncio cúmplice e a cobardia dos juízes são os maiores problemas da justiça angolana.

Com a democracia em declínio em várias partes do mundo, se avolumando sinais preocupantes de retrocesso mesmo no interior da União Europeia, JL aproveitou a oportunidade para reforçar o seu poder, acabando assim por conferir maior défice ao processo democrático. Um caso flagrante é o de Adalberto da Costa Júnior, sintoma visível de um país, em que as instituições da administração da justiça continuam servos da classe política dominante.

No retrocesso da democracia que atormenta Angola, trilhou-se algum caminho na Cimeira para a Democracia promovida por Joe Biden, a 9 de Dezembro, mas ficou um travo amargo na boca de João Lourenço: faltaram compromissos para uma vontade patética de modificar e reorientar a actual situação em direcção a uma nova Angola, fraterna e democrática, cuja razão de ser consiste em não reproduzir o actual clima de repressão e de injustiças, os abusos de poder e as impunidades de que gozam a classe política dominante.

No tocante ao processo de reconciliação nacional em 2021, este suscitou a sensação de dar boas notícias, com o pedido de perdão do PR João Lourenço em nome do Estado às vítimas do massacre de 27 de Maio de 1977 (26/05), e a entrega das ossadas do antigo Secretario Geral da UNITA, Adolosi Paulo Alicerces Mango, e do chefe da delegação deste partido na Comissão Conjunta, Salupeto Pena (15/11). Mas, num quadro, onde as instituições de direito democrático funcionam em meio hostil, o processo de reconciliação nacional acabou por ficar constrangido pelos interesses do partido dos camaradas.

O dossiê de Cabinda continuou a ser marcado por momentos controversos da governação de JL. A difícil situação vivida no território de Cabinda foi intensificada com o reforço da relação explosiva com as populações autóctones, em especial os activistas sociais – o incremento da bufaria, interdições de vária ordem, detenções de activistas políticos (dois continuam ainda sob detenção), e incursões de forças de defesa e de segurança do Estado nos dois Congos.

O fracasso revelou-se também na economia, nas empresas, na vida do Zé Povinho. Navegou-se ao longo do ano 2021 ao sabor das ondas, mais uma vez orientados pelos caprichos de um vírus que continuou a pesar drasticamente na já existente debilidade nos serviços administrativos – falta de água, luz, gás, combustível e bens de primeira necessidade – , nas actividades económicas do país e na vida socioeconómica.

Apesar dos esforços do executivo para garantir a vacina para todos os cidadãos, habituou-se a que o novo normal seja esta anormalidade, e a situação agravou-se ao segundo ano consecutivo da pandemia sem fim à vista. Depois da queda de 6,5% do PIB em 2020 (fonte: Alisa Strobel, Consultora da IHS Markit), a sondagem mostra que a economia angolana vai continuar com um crescimento negativo este ano.

Se para combater a pandemia da covid-19 em 2020, procedeu-se ao encerramento (suspensão) de vários negócios (de contratos laborais), destruíram-se empregos e foram proibidas viagens, prejudicaram os rendimentos e devastaram a economia do país, as consequências desta situação se fizeram sentir drasticamente na economia em 2021, situação notória em especial na actual inflação em espiral e suspensão de várias actividades empresariais.

O Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2022 (18,7 bilhões de kwanzas, um aumento de 26,8%, relativamente ao OGE 2021) foi aprovado no dia 14 de Dezembro de 2021, sem que as propostas da oposição tivessem sido levadas em conta. Um orçamento que se foca quase em exclusivo no aumento da despesa no sector social (24,7%) e na educação (24,7%), comparativamente ao de 2021, a “febre eleitoralista” obriga.

A expectativa do governo angolano prevê um crescimento económico do Produto Interior Bruto de (PIB) no valor de 2,4%, em 2022, com maior contribuição a partir do sector petrolífero, com 3, 1%, como apontou a ministra das Finanças, Vera Daves.

A expectativa suscita algum pessimismo para uma economia já doente há décadas, tendo em conta o facto de que foi apenas alocado 7% para esta área.

Porém, longe de defender que os apoios sociais não são necessários no actual contexto, é importante que tenhamos em mente que este aumento de despesa vai ser acompanhado pela queda de impostos cobrados. A este respeito, importa sublinhar que esta situação não significa que as taxas de imposto vão baixar (tirando o malabarismo da redução da taxa de retenção na fonte), mas, antes, que vai cair a colecta de impostos porque a economia contrai.

Como percebemos, se aumentamos a despesa e reduzimos a receita vamos ter défice. E o défice é dívida. É antecipar para hoje o rendimento que iremos receber no futuro, com a agravante de que pagaremos juros. Mais dívida implica mais impostos futuros, numa espiral que não acaba.

Primeiro foi a crise, depois de décadas de desvarios do regime «en place» e de esbanjamento do erário público; agora, é a crise da covid-19… e são sempre os mesmos apagar.

Assim, o ano 2021 não foi muito diferente dos outros anos: adiou-se mais uma vez a recuperação da economia, agravou-se a exclusão social e vincou o salve-se quem puder.

E o realismo leva a dizer que, com uma “economia doente”, Angola vai continuar a atravessar momentos trabalhosos, porque não se pode ainda falar de que o Estado já estancou esquemas fraudulentos e de enriquecimento ilícito, porque o fenómeno Paulo Lussaty continua vivo na administração do Estado.

Além disso, Angola continuará ainda a enfrentar o circunstancial e o precário, por que a função do Estado não está ainda assente (nem que seja um pouco) em investimentos criadores de valores em sectores onde se possa marcar a diferença, como, por exemplo, criação de um apoio para o turismo, medidas eficientes para apoiar as empresas saudáveis e inovadoras para que possam crescer mais, criar mais emprego e mais riqueza.

Os episódios a que assistimos ao longo do ano 2021 – por exemplo, a detenção de jornalistas e activistas sociais, os agentes da Polícia Nacional a prenderem e a matarem manifestantes, a problemática do saco azul da Presidência da Presidência, a farsa revisão constitucional, os assaltos violentos à Igreja Católica e os acórdãos do Tribunal Constitucional sobre o Projecto PRA-JÁ e a eleição da Adalberto da Costa Júnior, o incremento da fome,- são apenas sintomas visíveis de algo mais vasto que, perigosamente, tem vindo a lastrar, politicamente, pelo país: projecto de manutenção eterna do poder, corrupção e tráfico de influências, abusos de poder e perseguição das vozes opositoras, controlo dos média e do sistema judicial e a debilidade das reformas, em especial no apoio à economia e ao serviço público.

Entretanto, as autoridades angolanas prometem recuperação, como se bastasse mandar dinheiro para cima dos problemas para que estes se resolvam. Estão tentando que acreditemos num “milagre económico” angolano, mas tal como a situação se apresenta continuam a dirigir o país para a cauda de África.

Podemos chamar a 2021 o “ano da desgraça colectiva”. Com ele muitos sonhos tornaram-se/tornarão irremediáveis pesadelos. O pior é que, a nível do que deve ser corrigido e melhorado, não se sabe ainda ao certo o que fazer, sobretudo depois de décadas de desvarios do regime «en place» e de esbanjamento do erário público.

Com más chefias, Angola não conseguirá ganhar a guerra do desenvolvimento. Talvez o país não tem ainda chefias natos no poder ou, pelo menos, de instituições que resistam à paixões individualistas, mas de verdadeiros comerciantes, como alguns dos velhos (e dos novos sofistas) que não se guiam por um quadro de valores permanentes, acabando assim por relativizar a verdade das coisas, mesmo aquela da fome.

Nestas circunstâncias, a entrada em 2022 faz-se agora sob direcção de governantes prepotentes com pés de barro e “mixed feelings”: a sensação de que a pandemia, em especial esta da ditadura e corrupção tarda a virar endemia, e que quaisquer previsões são mais da ordem de uma “vida de alternativas” (JES) e de adivinhação. Até lá, é continuar a tentar gerir o caos que se instituiu desde a acessão de Angola à independência.

(*) Activista dos Direito Humano

fonte: folha8

É o dia que: Senghor deixa o clube de chefes de estado.

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Em 31 de dezembro de 1980, Léopold Sedar Senghor anunciou sua renúncia. Como os seus homólogos africanos na altura reagiram à saída voluntária do primeiro presidente do Senegal? Um editorial de Siradiou Diallo.

Na África, poucas pessoas acreditaram na renúncia voluntária do presidente Senghor. "Você verá, ele está apenas tentando divertir a galeria ..." Apesar dos vazamentos mais ou menos calculados que, entre agosto e dezembro de 1980, se desenvolveram em diferentes níveis, a opinião permaneceu estranhamente cética.

Para ler Senegal: Senghor 1906 - 2001, uma vida de um século

A descrença não foi o único ato das massas ou dos intelectuais. Foi encontrado no nível de líderes políticos. Mais exatamente, ao topo dos estados. "Você acredita neste conto de fadas imaginado por um poeta?" Um chefe de estado nos perguntou em setembro. E, sem esperar nossa resposta, ele caiu na gargalhada! Nosso interlocutor estava tão convencido de que Senghor estava pregando uma peça que de maneira alguma tentamos dissuadi-lo.

Testemunho vibrante
Desde então, o riso sarcástico deu lugar à surpresa primeiro, depois ao constrangimento e, finalmente, a uma fúria profunda pelo poder. É claro que os chefes de Estado às vezes despertavam de seus devaneios para enviar mensagens de solidariedade ao ex-presidente senegalês. No Marrocos, ele recebeu um testemunho vibrante de admiração de Hassan II. O Presidente Moussa Traoré do Mali expressou a sua "profunda admiração por esta rara elevação de pensamento e esta marca de grandeza que honra a África".

Mas, de maneira geral, nossos chefes de Estado se ressentiram do cenário de saída concebido e representado por seu ex-colega. Alguns, porque ele não os manteve informados. Caso do presidente Houphouët-Boigny, que esperava até o último momento que seu velho amigo Senghor não deixasse o cargo supremo sem que eles conversassem sobre isso juntos. Do contrário, acrescenta o dirigente marfinense, pelas pesadas responsabilidades que ambos assumimos na cena política africana.

Para ler Senegal: o lado negro de Senghor

No entanto, o líder senegalês só abriu o seu projeto a dois ou três dos seus homólogos africanos. Foi o presidente Valéry Giscard d´Estaing, ele próprio informado apenas no final de novembro, que se encarregou de transmitir a notícia aos seus amigos africanos. Mas, para além destas considerações protocolares, é sobretudo o valor exemplar da decisão que incomoda os dirigentes do continente. Já o sistema multipartidário senegalês, que tem boas chances de ser ampliado sob a liderança de Abdou Diouf, incomoda mais de um. Porque, dizem os últimos, “o multipartidarismo não é essencialmente africano, é uma cópia dos sistemas políticos europeus”! Como se a única festa fosse autenticamente africana ...

Na verdade, muitos dos nossos chefes de estado temem que o exemplo de Senghor dê ideias aos seus "súditos" mais ou menos resignados até então para vê-los sair de cena de forma brutal. Eles temem o efeito de comparação ou o risco de contágio. É por isso que alguns falaram da "traição" de Senghor. O que significa que o estadista não respeitou as leis do clube que, em muitos aspectos, se assemelham às do "meio": guardar não só o segredo, mas o poder, aconteça o que acontecer. Se apenas por quebrar o tabu, Senghor merece parabéns. É verdade que, ao deixar o poder, ele não corre o risco de cair no desemprego moral e intelectual. Infelizmente, muitos daqueles que se veem repentinamente empurrados para fora dos holofotes na África, não o são.

fonte: https://www.msn.com/fr-xl

Renomeação do aeroporto de Conakry: o cardeal Robert Sarah denuncia a decisão "de enorme gravidade.

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Ainda não terminamos a polêmica sobre a mudança de nome do aeroporto de Conakry, que agora se tornou "Aeroporto Internacional Ahmed Sékou Touré". O cardeal Robert Sarah acaba de desaprovar publicamente esta decisão do coronel Mamadi Doumbouya, bem como relativa ao retorno das vilas Bellevue à família Sékou Touré.

O ex-arcebispo de Conacri e ex-prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos do Vaticano denunciou "duas decisões de enorme gravidade". Ele disse isso durante a Missa pela Paz, Unidade, Solidariedade e Reconciliação na Guiné, realizada ontem, quarta-feira, 29 de dezembro de 2021, na Catedral de Santa Maria de Conacri.

“Não sei quem, no espaço de três meses da tomada do poder, o induziu a tomar duas decisões de enorme gravidade, que abriram feridas graves no coração dos guineenses. A primeira decisão embaraçosa é mudar o nome do aeroporto de Conakry com um nome polêmico.

A segunda decisão séria é ter devolvido à Sra. Hadja Andrée Touré não apenas os bens que não pertencem a ela ou a seu marido, mas ter devolvido à sua propriedade de Deus e da Igreja. Com efeito, a 1 de setembro de 1961, Sékou confiscou o domínio do seminário da Igreja que pertencia à Igreja para a construção das vilas Syli, destinadas a acolher os convidados que organizavam eventos solenes, como as excursões de fim. Ano, 31 de dezembro .

O grande mérito do presidente Sékou Touré é que nunca se apropriou de nada pessoalmente. Sékou Touré nunca tomou propriedade pública para reivindicá-la como propriedade pessoal. Com isso, ele desperta nossa admiração. Se hoje a senhora Hadja Andrée Touré aceita com gratidão e agradecimento que lhe seja devolvido um bem que não lhe pertence, ela se desonra, desonra seu falecido marido ”, disse a respeitada líder religiosa.

fonte: https://www.msn.com/fr-xl

Níger: expulsão de oito ex-dignitários do regime Hutu de Ruanda.

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O Níger pede a oito ex-dignitários do regime Hutu de Ruanda, responsáveis ​​pelo genocídio de 1994, que deixem o país. Uma ordem de expulsão foi emitida na segunda-feira, 27 de dezembro. Tem a assinatura do Ministro do Interior, Hamadou Adamou Souley. Uma expulsão justificada por "razões diplomáticas", quando essas pessoas tinham sido recentemente recebidas no país.

São oito para serem expulsos "definitivamente" do território nigeriano. Eles estão permanentemente proibidos de permanecer no país e têm sete dias para deixar o Níger. Estes oito ex-dignitários do regime hutu, especificamente preocupados com esta decisão, estão divididos em dois grupos de quatro, explica Nadia Ben Mahfoudh, do serviço africano da RFI.

Existem aqueles que foram absolvidos pelo Tribunal Criminal Internacional para o Ruanda (ICTR): um ex-alto funcionário, dois ex-ministros e Protais Zigiranyirazo, conhecido como "Sr. Z". Ele é irmão de Agathe Habyarimana, a ex-primeira-dama e pilar da franja extremista do regime.

Os outros quatro, três executivos militares e o ex-prefeito de Butare, foram condenados pelo ICTR e já cumpriram suas penas.

A estada deles no Níger não foi longa. O acordo que permite a chegada ao território foi assinado entre o Níger e as Nações Unidas no dia 15 de novembro. Segundo Jeune Afrique, é a insatisfação de Kigali que está na origem desta reviravolta. Mas nem o Ministério do Interior nem a ONU responderam aos nossos pedidos.

Se, por enquanto, nenhuma indicação foi dada sobre o ponto de queda, a Associação dos sobreviventes do genocídio de 1994 contra os tutsis, Ibuka, exige seu retorno ao solo ruandês.

fonte: https://www.msn.com/fr-xl/


Mali - "Assises nationale de la refondation": o que lembrar?

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Mali koura, um novo Mali? mas não agora. De fato, os participantes das “Assises nationale de la refondation”, apresentadas como consultas antes das eleições e do retorno de civis ao poder no país, propuseram esta quinta-feira, 30 de dezembro em Bamako, estender a atual transição da junta militar de “ seis meses a cinco anos ”.

Autores de sucessivos golpes de estado em agosto de 2020 e maio de 2021, os militares no poder em Mali se engajaram sob pressão da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e de parte da comunidade internacional, para entregar o poder a civis após a presidência e eleições legislativas inicialmente marcadas para fevereiro de 2022. Mas a junta, liderada pelo Coronel Assimi Goita, finalmente informou à CEDEAO que não era capaz de cumprir o calendário acordado e deu instruções às Assembléias Nacionais para elaborar um calendário eleitoral. A CEDEAO reiterou em meados de dezembro a sua exigência de eleições em 27 de fevereiro para devolver o poder aos civis e ameaçou a junta com novas sanções se o calendário não fosse cumprido.

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A duração da transição ainda não foi decidida
“Os participantes falaram a favor de alargar a transição para poder levar a cabo reformas institucionais estruturais e permitir eleições credíveis, justas e transparentes. Os prazos apresentados variam de seis meses a cinco anos ”, indica um relatório final lido ao final das Assis, na presença do Coronel Goita. “De acordo com as recomendações das Assessorias Nacionais, o governo colocará em prática um cronograma com o objetivo de garantir um retorno constitucional pacífico e seguro”, disse Assimi Goita, durante a cerimônia de encerramento das consultas, que teve início em 11 de dezembro em cerca de 725 comunas em 749 e em 51 cercles em 60. Eles não puderam ser mantidos nos 9 cercles de Kidal e Ménaka (norte do Mali) por razões de segurança. Eles foram, no entanto, organizados em 26 embaixadas. “É, portanto, a oportunidade e o lugar para reafirmar ao povo do Mali o nosso empenho e a nossa determinação em relação à implementação das resoluções resultantes destes Certificados Soberanos”, continuou o presidente transitório. Ele convidou a CEDEAO a "continuar a apoiar o Mali na realização de ações, apoiando a próxima organização de eleições".

Apresentados pelas autoridades como um momento crucial na transição aberta desde o golpe de 2020, estes Assises, cuja fase final decorreu de segunda a quinta-feira em Bamako, foram boicotados por muitas organizações do Mali. Supõe-se que essas consultas levem a recomendações de reformas destinadas a remediar os males do país afetado pela turbulência desde a eclosão da independência e das insurgências jihadistas em 2012. Mali já experimentou essas consultas nacionais no passado. Esta é uma das queixas das organizações que decidiram não participar, pedindo a rápida realização de eleições. Em 11 de dezembro, o Exchange Framework, uma reunião de várias partes e agrupamentos de partes, decidiu em um comunicado à imprensa que essas Assises eram apenas uma "tática de adiamento" destinada a prolongar a transição, por parte de um governo "sem referências ou bússola " No dia anterior, outros atores importantes, no âmbito de um quadro estratégico permanente (CSP), também haviam alertado que as conclusões dos Assises não os envolveriam "de forma alguma".

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As prioridades do país
Nesse ínterim, os participantes dos Assises fizeram recomendações concretas sobre temas-chave como segurança, educação, saúde ou justiça, entre outros. Em matéria de defesa, foi apresentada a proposta de “desenvolver novas parcerias militares com potências militares para melhor defender a soberania nacional”, implicando a Rússia, “dissolver todas as milícias e integrá-las no exército do Mali” e “militarizar a polícia”. Fortes tensões opõem a junta à França, a ex-potência colonial que recentemente decidiu reorganizar seu sistema no Sahel, e em particular no Mali, com o objetivo de combater os grupos jihadistas que operam na região. Bamako, da qual a Rússia é uma ex-aliada dos anos marxista-leninistas do ex-presidente Modibo Keita, negou recentemente qualquer implantação em seu território de mercenários do grupo paramilitar russo Wagner, denunciado por cerca de quinze potências ocidentais envolvidas na luta. -jihadista no Sahel.

Outro assunto importante, o acordo de paz de 2015, denominado Argel, concluído com os grupos armados do Norte. Os participantes dos Assizes recomendam revisá-lo e agilizar sua implementação.

fonte: © ANNIE RISEMBERG / AFP

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Senegal: Atrasos, bagagem perdida ...: Macky Sall chicoteia o ardor do DG do Ar do Senegal.

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Falta de informação, atrasos de voos, extravio de bagagem… A Air Senegal enfrenta uma situação complicada.

Resultado das corridas, a sua imagem tem tido um sucesso junto dos clientes que reclamam da qualidade do serviço prestado pela transportadora senegalesa.

Essas reclamações não deixam o chefe de Estado indiferente. Com efeito, Macky Sall "ainda tem confiança" na gestão da empresa que existe há apenas 3 anos.

“O cumprimento das regras de atuação do transporte aéreo, que são segurança, proteção, rigor na organização, pontualidade dos voos, qualidade do serviço e comunicação, deve permanecer na sua ação diária”, lembrou Macky Sall ao CEO da Air Senegal.

Segundo Le Quotidien, o Presidente da República fez estas declarações ontem durante a cerimónia de recepção do novo Airbus A220-300 da Air Senegal.

No entanto, Macky Sall admite que "é tão difícil conquistar uma clientela como mantê-la".

Pois, “o transporte aéreo é exigente, a competição é acirrada e não deixa margem para erros ou negligências”.

No entanto, a companhia nacional Air Senegal apresenta um bom desempenho, transportando, em média, mais de 2.000 passageiros por dia.

fonte: seneweb.com

Seneweb: O empresário de 54 anos é a personalidade do jornal pan-africano de 2021. Aqui estão dez coisas que você deve saber sobre o chefe do grupo Teyliom.

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O Africa Confidential nomeou Yérim Sow "Homem do Ano 2021". O jornal pan-africano escolheu o CEO do grupo Teyliom entre “cerca de cinquenta líderes influenciadores”. Salientando no artigo que dedicou a ela para a ocasião que este "status cobiçado" não é usurpado. O Africa Confidential recorda: “Ele é certamente 'Filho de'. Mas este filho de Aliou Sadio Ardo Sow, fundador da lendária Compagnie Sahélienne d'Entreprises (Cse), abriu o seu próprio caminho, tendo compreendido desde muito cedo este ditado espanhol: o caminho é marcado pelo caminhar. Sua imensa fortuna foi construída longe dos negócios do pater. "

Fundado em 2001, o grupo Teyliom atua nos setores imobiliário, hoteleiro, financeiro, industrial, energia, logística e telecomunicações. Seu fundador define sua estratégia em três pilares. 1. Abordagem geográfica: “O enfoque está nas regiões da África Ocidental e Central”. 2. Investimentos de longo prazo: “Adquirir expertise de valor agregado em cada atividade”. 3. Parceria: “Por meio de colaborações estratégicas em setores-chave”.
 
Para atingir os seus objetivos, Yérim Sow apostou "em colocar as pessoas no centro do seu modelo organizacional". “Esse princípio prioriza a atuação comercial com a qualidade do serviço prestado aos nossos parceiros e clientes, além de promover a plena realização das pessoas em suas funções dentro da empresa”, explica no site da Teyliom.
 
O empresário de 54 anos não se concretizou da noite para o dia. Ele não encontrou seu caminho na primeira tentativa de escapar do aconchegante casulo paterno. Sua carreira é certamente uma grande história de sucesso, mas é feita de altos e baixos. Aqui estão dez coisas sobre as quais Yérim Sow nos fala.

1. Grátis, MTN ...
Yérim Sow é coproprietário da Free no Senegal desde 2018 com o francês Xaviel Niel e o malgaxe Hassanein Hiridjee. Ele também é acionista da MTN, gigante sul-africana das telecomunicações, que está presente em 22 países da África e do Oriente Médio.

2. Bacharelado aos 18 anos ...
Yérim Sow obteve seu bacharelado científico aos 18 anos. Ele foi educado primeiro no Canadá e depois nos Estados Unidos. Sua especialidade: TI.
 
3. Acesso direto
Este é o nome da primeira empresa criada por Yérim Sow. Ela nasceu em 1988. O chefe de Teyliom tinha 21 anos. Um fracasso. Seis anos após sua criação, de fato, a empresa de TI morreu. Uma falha em várias lições úteis.

4. "Acesso Bip"
Após o Acesso Direto, Yérim Sow comercializou em 1994 pagers permitindo o recebimento de mensagens por meio de um modelo denominado "acesso bip". Para abrir seu negócio, ele pede um bilhão de francos CFA de seu pai. Aposta bem-sucedida. Ele reembolsa o valor. O Le Confidentiel Afrique relata que “estes pequenos artefactos estão muito presentes no Senegal e na Costa do Marfim”.

5. Hospitalidade
Fundado em 2001, o grupo Teyliom operava principalmente no setor de telecomunicações. Em 2005, ingressou na indústria hoteleira. Atua no setor por meio do Mangalis Hotel Group (MHG), subsidiária da holding Teyliom International. As suas ofertas estão divididas em três categorias: gama alta (Hotéis Noom), gama intermédia (Hotéis Seen) e gama mais económica (Hotéis Yaas).

6. Arm wrestling
Yérim Sow não é coroinha. No mundo implacável dos negócios, ele aprendeu a aceitar e acertar os socos. Seu recente acidente no Benin ilustra o quadro. Enquanto o seu grupo tinha 90% construído um hotel (Noom) nas margens da Marina de Cotonou, as autoridades beninesas mandam os bulldozers para demolir tudo. Um investimento de cerca de 20 bilhões é reduzido a escombros. A Teyliom seria culpada de não cumprimento dos prazos. Yérim Sow contra-atacou lançando procedimentos de arbitragem internacional para obter reparação.

7. Apreciado no Níger
Ao contrário do Benin, Yérim Sow tem boas chances no Níger. Em 2019, ele construiu um hotel de 22 bilhões de francos CFA (Noom) neste país. A infraestrutura, que surgiu à margem da cúpula da União Africana naquele ano, é um "sucesso retumbante e muito apreciado pelas autoridades em Niamey", observa Confidentiel Afrique.

8. Diamniadio
Yérim Sow pode ser internacional, ele continua local, Senegal. Ao lado de seus concidadãos e das autoridades do país. É assim que apoia o Plano Senegal Emergente (PSE), o quadro das políticas públicas até 2035, nomeadamente através da implantação da Teyliom na nova cidade de Diamniadio. O grupo ali ergueu várias esferas ministeriais e planeja um distrito comercial denominado "Epycentre", ninho de multinacionais que desejam instalar-se no centro urbano. A Teylium possui ainda projetos hoteleiros em Diamniadio, habitações de médio e alto padrão, parque de diversões, escola, entre outros.

9. Fortuna
The Confi

fonte: seneweb.com

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