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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

sábado, 12 de novembro de 2011

“Procedimentos coloniais” de empresas chinesas contra operários na África.

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Trabalhadores na África são maltratados e alguns até assassinados por empresários chineses.
Luis Dufaur
Capangas a serviço dos patrões chineses da mina Collum Coal Mine (CCM), na Zâmbia balearam 12 mineiros que protestavam contra as deploráveis condições de trabalho a que são submetidos. A fonte da informação é a polícia nacional noticiou a agência AFP.
“Os trabalhadores estavam protestando contra as más condições de trabalho quando os capangas começaram a disparar contra eles a esmo com espingardas, atingindo em conseqüência 12 mineiros”, disse o porta-voz da polícia Ndandula Siamana.
Antes do incidente acontecido na cidade de Sinazongwe, sul do país, os trabalhadores queixavam-se dos maus-tratos e más condições de trabalho na mina.
Poucas semanas antes, 22 mineiros haviam sido atendidos no hospital de Maamba por causa de acidentes devidos às péssimas condições da mina, segundo o “Lusaka Times”.
O incidente parou a produção na mina e ameaça piorar as relações entre os trabalhadores e os empregadores chineses na indústria da mineração e em outros setores.
Os investimentos da China na Zâmbia estão crescendo. Várias empresas chinesas adquiriram direitos de exploração em minas de cobre, na rica região cuprífera do sul do continente africano.
Estes abusos parecem ser costume dos enviados de Pequim. Na mesma mina, maus-tratos efetivados por “empresários” socialistas chineses feriram os mineiros Kilian Chilindile, 30, e Chipo Muleya, 28. Os brutais patrões marxistas acabaram sendo punidos pela Justiça, segundo o diário “Lusaka Times”.
O governador de Sinazongwe deplorou que os novos patrões chineses ainda utilizem o sistema colonial de bater nos operários quando não fazem bem o serviço”, acrescentou o “Lusaka Times”.
Na realidade, talvez o pior dos “tempos coloniais” esteja começando para a Zâmbia: é o colonialismo marxista e a sede incontida de hegemonia mundial dos hábeis e insensíveis ditadores de Pequim.

fonte: ipco.org.br

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Traficante Nem diz que metade do seu faturamento ia para policiais.

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traficante Nem na Penitenciária de Segurança Máxima Bangu I (Foto: Divulgação)
RIO - Num longo depoimento na sede da Polícia Federal na madrugada de quinta-feira, acompanhado por um grupo restrito de policiais federais, o traficante Antônio Bonfim Lopes, o Nem, chefe do tráfico na Rocinha, preso na quarta-feira na Lagoa , afirmou que metade de tudo que faturava com a venda de drogas era entregue a policiais civis e militares da banda podre. A propina gorda seria entregue a numerosos agentes públicos. O traficante deu detalhes, inclusive datas, de casos de extorsão. Ainda no depoimento, o criminoso afirmou que, devido às constantes extorsões, em alguns períodos seu faturamento era zero. Segundo algumas estimativas da Polícia Civil, não confirmadas no depoimento, o bandido faturava mais de R$ 100 milhões por ano.

- Metade do dinheiro que eu ganhava era para o "arrego" (gíria para propina) - afirmou Nem.
Metade do dinheiro que eu ganhava era para o "arrego" (gíria para propina)
O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, disse em entrevista ao "RJ-TV", da TV Globo, que gostaria muito que Nem falasse mesmo o que sabe, por conhecer "a arquitetura do tráfico de drogas e como são os meandros da corrupção".
- Ele tem uma prestação de contas muito séria e importante a fazer à sociedade fluminense. Ele tem que prestar contas sobre a corrupção de agentes públicos. Eu acho que isso faria com que fosse dado um passo importante no combate à criminalidade - disse Beltrame, por telefone, de Berlim, onde está apresentando os projetos na área de segurança para a Copa e as Olimpíadas.
O bandido contou no depoimento que uma parte do seu lucro com a venda de drogas era gasta em assistencialismo na Rocinha, com pagamento de enterros, fornecimento de cestas básicas, compra de remédios e realização de obras.
- Quando me pediam, eu comprava tijolos e financiava a construção de casas na comunidade - disse.

PF diz que monitora outros traficantes

O delegado Victor Hugo Poubel, coordenador da Delegacia de Combate ao Crime Organizado da PF, garantiu que as informações passadas pelo bandido serão investigadas em inquérito. Poubel afirmou também que outras prisões podem ocorrer nos próximos dias e que a PF tem acompanhado a movimentação dos bandidos do Rio, em especial os da Rocinha.
- Nossos policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) estão monitorando a movimentação de bandidos que porventura tentem fugir da Favela da Rocinha. Estamos trabalhando intensamente, com apoio da Secretaria de Segurança, numa troca constante de dados de inteligência - afirmou Poubel.
Durante a operação de quarta-feira na Gávea , quando o traficante Anderson Rosa Mendonça, o Coelho, chefe do tráfico no São Carlos e sócio de Nem, e seu braço direito Sandro Luiz de Paula Amorim, o Lindinho ou Peixe, foram presos pela PF, os agentes apreenderam pelo menos dez celulares. No verso dos aparelhos havia a etiqueta "arrego". Coelho, no momento da prisão, estava sendo escoltado por três policiais civis, sendo dois da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Cargas (Carlos Renato Rodrigues Tenório e Wagner de Souza Neves) e um da Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Saúde Pública (Carlos Daniel Ferreira Dias). O grupo também contava com dois ex-PMs: José Faustino Silva e Flávio Melo dos Santos.
Vida segue calma as vésperas da tomada da favela pela polícia (Foto: Marcelo Carnaval / Agência O Globo)
- Parece que cada celular tinha uma função. Achamos curioso: no verso de pelo menos dez dos aparelhos havia essa referência ao "arrego". Supomos que os traficantes usavam os celulares só para receber ligações da banda pobre e providenciar a propina - afirmou o delegado Fábio Andrade, da DRE da PF.
Coelho era um dos bandidos mais importantes da estrutura atual da Favela da Rocinha. Ele teria instalado vários laboratórios para refinar cocaína, trazendo da Bolívia pasta-base da droga. Além de controlar parte do complexo de São Carlos, atualmente ocupado por uma Unidade de Polícia Pacificadora, o criminoso foi encarregado de assumir também o comando das favelas de Macaé, após a morte do traficante Roupinol, ocorrida em 2010. Desde 2005, policiais federais investigavam o pagamento de propina a policiais da banda podre no Rio.
Nem chegou ao Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, na tarde de quinta-feira. O comboio que levou o traficante e outros bandidos presos no entorno da favela da Rocinha, na noite de quarta-feira, passou pelas principais vias expressas da cidade. De acordo com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, o traficante teve o cabelo cortado, seguindo o mesmo procedimento que aconteceu com Alexander Mendes da Silva, o Polegar da Mangueira, preso em setembro no Paraguai. Ele também passou a usar uniforme padrão: camisa verde, calça jeans e tênis azul.

Em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), Nem terá direito a apenas duas horas de banho de sol por dia. Nas outras 22 horas, deve ficar confinado numa cela individual. O Bangu 1 possui quatro galerias com 12 celas individuais. Há alguns anos, uma das galerias já era destinada a presos no RDD. Considerado o presídio mais seguro do Estado, Bangu 1 abrigava presos de alta periculosidade - líderes de facções de tráficos de drogas.
Policiais militares fazem a transferência do traficante Nem da sede da Polícia Federal, na Praça Mauá, para Bangu I (Foto: Angelo Antonio Duarte / Agência O Globo)
A possibilidade de ocupação da favela da Rocinha por forças policiais neste fim de semana ficou mais forte com um comunicado da Aeronáutica divulgado nesta quinta-feira. Segundo a Força Armada, o espaço aéreo sobre a comunidade será fechado entre as 2h do domingo e a tarde da próxima segunda-feira. Segundo o RJ-TV, da TV Globo, está prevista a utilização de helicópteros com sensores e câmeras na operação de tomada da favela pelas forças de pacificação da polícia. Também nesta quinta-feira, o governador Sérgio Cabral afirmou que a ocupação da Rocinha, na Zona Oeste do Rio, será concluída até domingo.
- É mais um passo importante na política de pacificação das comunidades para oferecer paz, dessa vez aos moradores da Rocinha e do Vidigal, que se somam às demais comunidades pacificadas. Até o final dessa semana, nós teremos concluído esse processo - disse ele ao site G1, da TV Globo.
Desde a semana passada, a polícia vem apertando o cerco no entorno da favela. No último dia 3, agentes da polícia civil fecharam uma clínica de aborto e uma fábrica, numa operação que envolveu cerca de 65 policiais das Delegacias de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD), do Consumidor (DECON), de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA), de Combate às Drogas (DCOD) e da Polinter. Também participam da operação agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), da Coordenadoria de Informações e Inteligência Policial (CINPOL), da 14ª DP (Leblon) e da 15ª DP (Gávea). Na ocasião, os policiais também encontraram 22 motos roubadas, que foram encaminhadas para o Pátio Legal da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA), em Deodoro.

COLABOROU Elenilce Bottari

fonte: globo.com

Povo angolano festejam 36 anos de Independência, mas tem muito por caminhar.

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 Luanda/Angop – Os angolanos festejam sexta-feira o trigésimo sexto aniversário da sua independência, proclamada a 11 de Novembro de 1975, após 14 anos de luta armada contra o colonialismo português.Foi precisamente às 00 horas do dia 11 de Novembro, que o então Presidente do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e chefe de Estado da jovem República, António Agostinho Neto, proclamou a Independência do país.
“Em nome do Povo Angolano, o Comité Central do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) proclama, solenemente, perante a África e o Mundo, a Independência de Angola”, anunciou o primeiro Presidente de Angola.
Segundo Agostinho Neto, “correspondendo aos anseios mais sentidos do Povo, o MPLA declara o nosso país constituído em República Popular de Angola”.
“Mais uma vez deixamos aqui expresso que a nossa luta não foi nem nunca será contra o povo português. Pelo contrário, a partir de agora, poderemos cimentar ligações fraternas entre dois povos que têm de comum, laços históricos, linguísticos e mesmo objectivo: a liberdade”, esclareceu.
A independência, proclamada na então Praça 1º de Maio e presenciada por milhares de angolanos, foi alcançada fruto de uma luta armada iniciada em 1961, depois de, em 1956, algumas formações políticas de intelectuais angolanos se terem unido num movimento de libertação, que viria a se chamar MPLA.
Naqueles anos, da década 50, foi proclamado um manifesto, cujo objectivo essencial definia que Angola não conseguiria se libertar do colonialismo sem luta, dada a intransigência da potência colonizadora.
Na década de 60, nomeadamente a 4 de Fevereiro de 1961, eclodiu a guerra de libertação, marcada com assaltos às principais cadeias de Luanda, onde alguns dirigentes nacionalistas se encontravam encarcerados.
A partir dessa data, o povo angolano encetou uma guerra contra as autoridades coloniais portuguesas, através de guerrilhas, devido ao seu fraco poder bélico.
Com o desenvolvimento do processo e, devido à ajuda internacional às forças nacionalistas angolanas, a guerra pela Independência nacional alastrou-se a todo território, dando início a um conflito que duraria mais de uma década.
Com os acontecimentos ocorridos em Portugal, a 25 de Abril de 1974, em grande parte influenciados pelas lutas de libertação desencadeadas em todas ex-colónias portuguesas, assistiu-se à derrocada do sistema colonial português.
Os conflitos ocorridos entre os autóctones e os colonialistas deram origem ao êxodo dos colonos, quer para Portugal, quer para outros países.
A 10 de Janeiro de 1975 teve início em Alvor, Algarve (Portugal), uma cimeira em que participou o governo português e representantes de três movimentos angolanos de libertação (MPLA, FNLA e Unita).
A 15 do mesmo mês foram assinados os Acordos de Alvor, que estipulavam o processo da Independência, marcada para 11 de Novembro de 1975, e a constituição de um governo de transição, composto por representantes dos três movimentos de libertação.
A 28 de Janeiro, o general português Silva Cardoso foi incumbido de exercer as funções de Alto-Comissário para Angola e, simultaneamente, o representante da República Portuguesa em Angola.
No dia 31 de Janeiro de 1974 foi empossado o Governo de Transição, mas a situação agudizou-se devido às rivalidades existentes entre os movimentos de libertação até que, a 2 de Agosto de 1975, o general Silva Cardoso abandonou o país, tornando-se num fracasso os Acordos de Alvor.
Com o abandono de Silva Cardoso, Angola entrou num estado aberto de confrontação, o êxodo dos colonos tornou-se cada vez mais acentuado, deixando o país a braços com graves problemas, nomeadamente a falta de quadros técnico e médios.
Foi neste ambiente de guerra que a 11 de Novembro, Agostinho Neto, Fundador da Nação e primeiro Presidente de Angola (já falecido) proclamou a Independência da República Popular de Angola.
Em Setembro de 1979, no dia 10, Agostinho Neto morre por doença em Moscovo, e é substituído no cargo por José Eduardo dos Santos que, em finais de 1990, à semelhança de outros países, adopta o sistema multipartidário, que culminou com as primeiras eleições democráticas, em 1992, ganhas por maioria absoluta pelo MPLA.
A Unita, signatária dos acordos de Bicesse com o Governo, documento que deu origem às eleições, rejeitou os resultados e reiniciou a guerra. Seguiram-se várias tentativas de se parar a guerra, até que, em 20 de Novembro de 1994, se assinou, após um ano de negociações, o Protocolo de Lusaka, na capital zambiana, igualmente violado pelo mesmo partido.
A guerra prosseguiu até que, no dia 4 de Abril de 2002, após vários anos de negociações, foi assinado o Memorando de Entendimento Complementar ao Protocolo de Lusaka, entre o Governo e a Unita, marcando o fim de um longo período de guerra.
A cerimónia foi assistida pelo actual Presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos, dirigentes e quadros do MPLA e por representantes das comunidades nacional e internacional.
A data constitui, igualmente, uma das maiores conquistas do povo angolano após a Independência Nacional.
“A bandeira que hoje flutua é o símbolo da liberdade, fruto do sangue, do ardor e das lágrimas, e do abnegado amor do povo angolano”, disse Agostinho Neto aquando da proclamação da Independência de Angola.
O acto central das comemorações do 36º aniversário da independência realizam-se em Ndalatando, província do Kwanza Norte.

fonte: gazetadeluanda

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Irritado, presidente do Real liga para pai de Neymar e dá bronca.

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Florentino Pérez não gostou nada de saber do acerto com o Santos após suposto acordo com o pai do craque.

A permanência de Neymar no Santos até 2014 não agradou a todos, especialmente na Espanha. O presidente do Real Madrid, Florentino Pérez, foi surpreendido pela notícia e ficou bastante irritado com o pai do jogador, Neymar da Silva Santos.
Veja também:Permanência de Neymar surpreende a imprensa espanhola.

Foto: Reprodução
Reprodução da página principal do AS
O anúncio da permanência de Neymar no Santos até 2014 pegou a imprensa espanhola de surpresa. A transferência do jogador para o Real Madrid, após as Olimpíadas de 2012, era dada como certa pelos principais veículos de comunicação daquele país. Outro gigante daquele país, o Barcelona, também estava na briga pelo atacante.


"O Santos anuncia com surpresa a renovação com Neymar até 2014", estampou na página principal de seu site o diário Marca, sempre atento ao noticiário sobre o Real Madrid. Outro jornal de Madri a ecoar com destaque o anúncio foi o AS. "O Santos segura Neymar até 2014".
O AS repercute a informação do iG, publicada antes mesmo da coletiva do presidente Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro. "O anúncio da permanência de Neymar irritou a cúpula 'madridista', que havia recebido um 'sim' dos representantes do jogador no último domingo, conforme noticiou o iG", diz o site do jornal.
O El Mundo Deportivo e o Sport, mais ligados ao noticiário relativo ao Barcelona, também destacaram o anúncio santista. "Neymar renova com o Santos!", destaca como notícia principal o El Mundo. "Neymar fica", diz o Sport.

Foto: AE 
Pai do astro esteve na entrevista coletiva
Segundo o iG apurou, o cartola espanhol pediu para um empresário brasileiro, que estava na Espanha tratando da negociação entre Neymar e Real, telefonar para o pai do jogador no Brasil. Florentino então fez um desabafo em tom agressivo.

“Você ficou uma semana aqui na Espanha, com tudo pago pelo Real Madrid, apertou a minha mão, dizendo que estava tudo fechado, e agora não cumpre sua palavra e nem acordo feito?”, disparou o presidente do Real.

Neymar da Silva Santos ignorou uma comissão de 10 milhões de euros, que seria repartida com os empresários do atacante santista – Wagner Ribeiro e Pini Zahavi (este último representa o jogador no exterior).

Antes de recuar na transação com o Real Madrid, o pai de Nermar já havia ignorado um acordo verbal com o presidente do Barcelona, Sandro Rosell. Após negociar com o clube catalão e expor a preferência do filho em atuar no time de Messi, o representante do jogador foi seduzido por uma proposta mais tentadora do Real.

O pai de Neymar não aceitou três propostas do exterior pelo seu filho – Real Madrid e Barcelona, da Espanha, e Chelsea, da Inglaterra. Se não agradou aos europeus, Neymar da Silva Santos ganhou muitos elogios do filho durante o anuncio da renovação contratual com o Santos.

“Tenho uma pessoa que é a mais importante da minha vida: meu pai. Ele consegue peneirar tudo pra mim, então quase não sei de nada. Ele fica sem dormir, doente, eu só jogo futebol. Eu vou ficando mais velho, mas meu pai continua tomando conta, sempre me ajudou a decidir tudo. Eu sempre acreditei nele”, afirmou Neymar.

fonte: ig.com.br

ESTUDANTES CABO-VERDIANOS PASSAM FOME EM PORTUGAL .

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Além de minguadas, bolsas não são pagas há dois meses, perante o silêncio do Governo e da Embaixada em Lisboa. Valendo-se da solidariedade de amigos e da compreensão de senhorios, os filhos de Cabo Verde parecem ter sido abandonados por aquele – JMN - que, um ano atrás, prometia mais bolsas e falseava números oficiais.
Mentiras de JMN caem como baralhos de cartas...
Mentiras de JMN caem como baralhos de cartas...
Praia, 9 de Novembro 2011 – Um número considerável de estudantes cabo-verdianos, que estudam em Portugal e beneficiam de bolsas do Governo, estão numa situação desesperante, sem saberem qual será o seu futuro.
As tão propaladas bolsas de estudo que José Maria Neves – qual vendedor de feira - prometeu em quantidade nas últimas eleições presidenciais, deram nisto: não só não de vêem, como aquelas que já haviam sido concedidas não são pagas atempadamente, como acontece desde há dois meses a esta parte. E nem o Governo, nem a Embaixada de Cabo Verde em Lisboa têm a dignidade de dar uma satisfação aos jovens que esperam e desesperam.

Muitos deles vivem da solidariedade de colegas cabo-verdianos mais endinheirados ou de amigos portugueses, mas mesmo assim a fome é já uma realidade. E se não dormem na rua, tal se deve à compreensão e humanismo de muitos senhorios que aceitam esperar por melhores dias.

Alguns dos bolseiros já estão mesmo no limite de renovação do visto de residência, temendo que, a breve trecho, fiquem numa situação de ilegalidade.
E a degradação económica e o espectro da fome têm levado muitos estudantes a faltar às aulas, correndo mesmo o risco de reprovação ou de ficarem com cadeiras em atraso, colocando-se perante duas situações: regressarem a Cabo Verde sem as suas licenciaturas terminadas ou ficarem em Portugal desenrascando-se conforme puderem em trabalhos ocasionais.

DENÚNCIA DE VIVA VOZ

Adilson Semedo (nome fictício) é um jovem da Assomada. Aos 19 anos, este aluno da Universidade Técnica de Lisboa, ao contrário de viver com a alegria própria da sua idade, debate-se com o drama da fome e arrasta-se, muitas vezes a pé, para as aulas, geralmente com o estômago vazio.

“Às vezes nem consigo pensar direito, estou na aula mas o meu pensamento está longe, normalmente a pensar em comida”, diz-nos o jovem Adilson fazendo um esforço sobre-humano para não ser traído pelas lágrimas que já assomam as pálpebras. “Como é que se pode estudar assim?”, pergunta ao jornalista como se a interrogação fosse uma bala dirigida aos burocratas do Governo que têm deixado dezenas de estudantes ao abandono num país que não é o seu.
Governo rouba sorriso aos estudantes (foto de arquivo)
Governo rouba sorriso aos estudantes (foto de arquivo)
Entrar para a Universidade Técnica foi um sonho tornado realidade, que encheu de confiança este filho da Assomada e de gente pobre que sempre ganhou o sustento com o amanho das terras. O pai de Adilson, sempre que pode, envia-lhe algum dinheiro, coisa parca retirada a ferros em biscates como pedreiro e na venda de uma ou outra cabeça de gado. “Os meus pais nem sabem metade do que tenho passado, há alturas que me apetece regressar à terra e esquecer o sonho de vir a ser engenheiro”.

Até ao ano passado, Adilson ainda fazia trabalhos ocasionais como segurança em espectáculos, mas a crise no mercado de trabalho, galopante em Portugal, afastou desse circuito muitos dos estrangeiros que se dedicavam a essas actividades sazonais. Uma vez ou outra, ainda consegue fazer uns biscates num centro comercial, mas também essa alternativa se vai esvaindo.

De qualquer modo, as exigências do curso são de tal ordem que sem um empenhamento integral torna-se muito difícil tirar boas notas. E Adilson, na sua impotência, sente-se como animal acossado. “Se a situação não for resolvida no imediato, o ano lectivo está perdido”, desabafa ainda na despedida.

Adilson, que embora tenha querido revelar a sua identificação verdadeira, foi desaconselhado pelo jornalista - não fosse ser ainda mais prejudicado -, não é caso único. Liberal sabe que há muitos estudantes nesta situação, calados porque o medo e/ou a vergonha os inibem de dar a cara e lavrar os seus protestos.

AS MENTIRAS DE JMN

A frieza da realidade vivida pelos estudantes cabo-verdianos, confronta-se com a propaganda do Governo que, há precisamente um ano, inundava as cidades do país com coloridos outdoors. Neles se podia ler que teriam sido atribuías 18 mil bolsas nos primeiros dois mandatos de José Maria Neves, e o próprio Primeiro-ministro chegou mesmo a prometer ainda mais bolsas. Foi um autêntico “bodo aos pobres”, em propaganda paga pelos contribuintes, alimentando a manipulação da opinião pública que permitiu, também, ao PAICV chegar a 6 de Fevereiro com uma vitória nas urnas.

E, apesar de os números oficiais desmentirem a propaganda, a mentira ficou como se fosse verdade, sem que o Governo tivesse a seriedade a repor. Efectivamente, ao contrário das alegadas 18 mil bolsas anunciadas nos dez anos de governação de JMN, uma brochura do próprio Ministério da Educação – “Cabo Verde e a Educação, Ganhos e Desafios”, publicada em Junho de 2010 -, seis meses antes da afixação dos outdoors, apresentava outros números: o total acumulado de bolsas atribuídas pelo Governo, no período entre 2001 e 2009, foi de 4.048. Portanto, um número muito abaixo do avançado pela propaganda de José Maria Neves, referente ao mesmo período.

Ou seja, é impossível ludibriar estes números oficiais, seguramente assentes em estudo rigoroso, que revelam ter sido atribuído 1/5 das 18 mil bolsas da propaganda.

Nem mesmo agora, quando semanas atrás emergiu rumor insistente de que os bolseiros em Portugal estariam a passar fome – o que já foi, para vergonha de Cabo Verde, aventado na imprensa portuguesa -, o Governo dá uma satisfação aos estudantes ou uma palavra de esclarecimento à opinião pública. Esclarecedor…

fonte: Liberal Online
 

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Eleições na Libéria.

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Já estão a ser contados os votos da segunda volta das eleições presidenciais, depois da afluência às urnas ter sido bastante fraca.
O dia de votação ficou marcado pelo apelo ao boicote feito pelo candidato Winston Tubman, que acusa o partido no poder de fraude na primeira volta e pelas cenas de violência que aconteceram esta segunda-feira. De acordo com a ONU, morreram duas pessoas e várias ficaram feridas.
A ainda presidente e candidata, Ellen Sirleaf, lamentou os confrontos e as vítimas mortais e garantiu que já está a decorrer uma investigação e que logo que sejam conhecidos os resultados, vão ser tomadas medidas.
A polícia de choque dispersou com gás lacrimogéneo contra centenas de apoiantes do candidato Winston Tubman, que lançavam pedras contra a as autoridades. A resposta foi feita com balas reais.
Duas pessoas morreram e várias ficaram feridas.
Um carro das Nações Unidas, que estava a supervisionar as eleições, foi também atacado pelos manifestantes.
Ellen Sirleaf, que recebeu o prémio Nobel da Paz 2011, é a favorita para vencer estas eleições.

fonte:  Copyright © 2011 euronews

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Dentro de algumas horas, eu, Nô Djemberém, terei o prazer de comemorar com todos vocês as 5000 visitas.

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 Prezados leitores do Bogle Dejmberém!

É para mim uma grande satisfação dirigir-se-lhes, através dessas palavras que formam esse texto, para assinalar a comemoração de um grande passo, nessa caminhada que nos une, através de leituras de um conjunto de informações registradas no Bogle Djemberém. Notícias do mundo e principalmente da África têm jogado um papel preponderante na difusão de informações valiosas que não estavam ao alcance de um grande número de pessoas que acede diariamente esse espaço.
                O facto de hoje e dentro de escassas horas registrarmos 5.000(cinco mil) visitas ao Blog Djemberém marcando uma trajectoria que se iniciou a partir do mês de Março do ano corrente, é conveniente abrirmos um espaço para assinalar essa efeméride que descreve o quão importante esse trabalho que é de todos nós.  Imbuído numa luta que objectiva massificar informações a ponto de levá-las aos lugares mais longínquos e para pessoas de diferentes classes, meu esforço não tem limite. Busco diariamente confortar pessoas com informações diversas e de temas importantes para favorecer o aprimoramento do conhecimento. 
Não sou jornalista de profissão, mas sim Analista de Sistemas; entretanto pela ansiedade, o espírito público, o desejo de saber mais sobre tudo que move ao meu redor, encontro em vossas inspirações a energia inesgotável para engrandecer esse trabalho que, de vento em popa busca horizontes cada vez mais longínquos para alocar informações, imagens, vídeos para alegrar o vosso dia-a-dia. A Luta de Libertação foi o meu motivador e indutor através da voz de Joaquim Landim, radialista da Rádio de Libertação com imissões a partir da Guiné-Conacry no período 1968 a 1973. A voz que mobilizou os guineenses e os uniu num propósito – lutar pela libertação total do jugo colonial português.  OS TIMBA KURIDURIS, MORTE AOS COLONIALISTAS PORTUGUÊSES E SEUS LACAIOS, são entre outras palavras; a fonte inesgotável do arrojo de bravura do povo guineense.
A importância da informação e veículos que promovem sua divulgação são dois aspectos merecedores da nossa atenção. Lamentamos ainda existir, sobretudo, no nosso continente, perseguição aos órgãos independentes que trabalham de forma incansável para levar informações aos lugares mais distantes e habitadas por populações africanas. Tomar conhecimento de que ainda existem em muitos lugares na África, estações de rádios estatais funcionando precariamente, com instalações em avançado estado de degradação, salários não pagos aos funcionários ao longo vários meses, falta de material de trabalho, equipamentos, acessórios, etc, etc; comove e de supra-maneira, a todos que são amantes desse continente e do seu povo.  Na contra-mão dessa história assistimos pessoas que deviam ter o máximo de preocupação com esse estado de coisas; trilharem seus caminhos livremente, ostentando poder e riqueza, associado ao bel-prazer em seus carros de luxo e de cujo valores rondam os $US100.000,00 ou mais. Sabe-se também que, alguns progressos são registrados em alguns países africanos(o Gabão, por exemplo!) e que já projetam lançamentos de fibra ótica interligando seus computadores à alta velocidade e privilegiando informações ao seu povo, além de várias transações que permitem o rápido desenvolvimento do continente. Quando entrei nesse jogo de levar informações sobre África para todos os africanos e não só; assumi a responsabilidade de informar com coerência e responsabilidade dentro do limite da lei, enaltecendo sempre a fonte ou origem das informações.   Nosso Bogle Djemberém que hoje se aniversaria com um cantar de parabéns e um bolinho, não podia deixar de trazer a público o seu emblema de 5000 mil visitas feitas às suas páginas.  Essa glória nós devemos e agradecemos a você, que nesse momento está lendo essas informações e compartilha de certa maneira, a grande satisfação que nos move na realização desse trabalho.  

Um grande abraço!

Samuel Vieira

sábado, 5 de novembro de 2011

Sirleaf exorta liberianos para votar apesar de boicote de Tubman.

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Ellen Johnson Sirleaf marca o comportamento de sua rival como inconstitucional.

O Presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, disse que o segundo turno da eleição presidencial seguirá em frente na terça-feira, apesar da retirada de seu adversário.
Ela instou liberianos para ignorar um boicote exigido por seu rival, Winston Tubman.
Sr. Tubman, que obteve 32,7% no primeiro turno em outubro, disse na sexta-feira que não iria participar no segundo turno.
Ele adotou à oposição contra a Sra. Sirleaf, que obteve 43,9% dos votos.
Ele acusou a Sra. Sirleaf de tentar ressuscitar um estado de partido único.
"A maquinaria eleitoral ainda é falho, como foi no primeiro turno", disse ele.
Mas ela o acusou de violar a Constituição, exortando as pessoas a desistir de seu direito de voto.
"Não sucumbir ao medo e intimidação. Não permitir que qualquer político mantenha o nosso país como refém", disse a Sra. Sirleaf  em um programa de rádio à nação.
"Não permita que o Sr. Tubman reclame do falso boicote, o que ele está fazendo é perdendo os direitos das finais porque teme a derrota", disse ela.

Winston Tubman, falando com jornalistas em sua casa em Monrovia em 08 de outubro de 2011  
Sr. Tubman disse que a fraude marcou a primeira rodada de votação, mas observadores internacionais discordam.
"Abster-se de violência" 
A segurança foi intensificada na capital, Monróvia, com junta das Nações Unidas na Libéria e comboios da polícia patrulhando as ruas em baixa velocidade com as sirenes adiante. A ONU, que mantém uma força de paz de 9.000 homens fortes no país, emitiu uma declaração após a convocação de boicote, pedindo aos liberianos para absterem-se de violência.
O Departamento dos EUA  disse no sábado que estava desapontado com a decisão do Congresso do partido Sr. Tubman para a Mudança Democrática (CDC).
"Opinião do CDC de que a eleição no primeiro turno foi fraudulento é infundada", o porta-voz do Departamento de Estado Victoria Nuland disse em um comunicado.
Observadores internacionais também disseram as urnas haviam sido pacífica e transparente.
Ponto de vista do jornalista:
Winston Tubman dirigia palavras fortes para Ellen Johnson Sirleaf, quando falei com ele por telefone.
Ele a acusou de colocar a tirania no lugar. Mas ele acreditava que pedindo um boicote seria uma forma de mostrar que ela não teria legitimidade quando ela fosse re-eleita.
Os críticos argumentam que a matemática simplesmente não é favorável ao Sr. Tubman e o boicote é a última carta que ele poderia jogar, sabendo que ele pode perder um segundo turno. Mais importante, é que o seu apelo a um boicote coloca em jogo a legitimidade da democracia frágil na Libéria.
Se o povo liberiano votar em grande número, apesar da chamada da oposição, a Sra. Sirleaf será capaz de reivindicar a vitória completa. É um momento crucial para o estado Oeste Africano lutando para se recuperar da guerra mais sangrenta que já aconteceu na região.
O novo chefe da comissão eleitoral da Libéria, Elizabeth Nelson, disse que a votação presidencial iria adiante como planejado.
O ex-chefe da comissão eleitoral, James Fromayan, renunciou na semana passada após o CDC do Sr. Tubman reclamar que ele foi preconceituoso.
Mas o partido havia apelado para outras verificações e balanços que tinham que ser postas em prática para que o Sr. Tubman tome parte na votação.

Sra. Johnson Sirleaf.
Ela tornou-se o chefe do sexo feminino da África eleito pela primeira vez no estado após as eleições de 2005, após o fim da guerra civil da Libéria de 14 anos em que 250.000 pessoas foram mortas.
Estas são as primeiras eleições do pós-guerra organizado por liberianos - a pesquisa anterior foi executado pela ONU.
Sr. Tubman é um enviado da ONU e ex-sobrinho do presidente da Libéria mais tempo de serviço. Seu companheiro de chapa é o ex-futebolista George Weah, que foi derrotado pela Sra. Sirleaf na pesquisa de 2005.
O ex-líder rebelde Prince Johnson, que ficou em terceiro lugar no primeiro turno com 11,6%, instou os seus apoiantes para apoiar a Sra. Sirleaf.

fonte: voanews

A libertação exige declarações de Laurent Gbagbo / UE levanta a sua voz: Há 7 anos atrás bombas caíram sobre Bouake e Korhogo.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


05 de novembro de 2004 - 5 novembro 2011, foi há sete anos que esses dias marcaram a operação "Dignidade" que foi iniciado pelos legalistas de Laurent Gbagbo. 
Durante dois dias, bombas, da aviação militar que se manteve fiel a Laurent Gbagbo fez-se chover sobre as cidades de Bouaké, Seguela e Korhogo. O Sukhoi-25 e MIG-24 foram liberados sobre as posições das Forças Novas. Por ocasião do seu aniversário, The Patriot cumprindo o dever de lembrar, decidiu revisitar esses acontecimentos dolorosos.3 de novembro de 2004. São 08:00h. O tribunal do Estado-Maior Geral das Forças de Defesa e segurança no acampamento Gallieni, está repleto de jovens. Eles são chamados para o alistamento para lutar na zona CNO contra os rebeldes. A esplanada do Gabinete do general Mathias Doue foi invadido por milhares de jovens patriotas. O Chefe de Gabinete, Mathias Doue, foi visitado por Charles Ble Goude, o líder do "jovens patriotas". Ele quer que o início das hostilidades com as Forças Novas. Comandante geral convenceu-o da operação iminente contra os homens de Guillaume Soro. Os dois homens saem e são aplaudidos pela multidão. "Você quer ir para Bouake? "Diz ele. "Sim", respondeu a multidão. Em seguida, ele libera uma explosão de mostrar o que espera dos candidatos para a frente. No dia seguinte, nas primeiras horas, quando menos se espera, as Forças novas posições foram bombardeadas. As bombas são lançadas em Bouaké, Korhogo e Seguela. Durante dois dias, houve desolação total nestas áreas. Água e electricidade são interrompidos a partir de Abidjan. Isto é, além de dezenas bombardeios e mortes. Oitenta e sete pessoas oficialmente. Mais de uma centena de mortos oficialmente. Os jornais da oposição no mesmo sentido, são silenciados. A operação é chamada de "Dignity" por estes designers. Tudo vai bem por dois dias. No terceiro dia de um Sukhoi-25 que fez o bombardeio de Bouaké, atirando conchas na escola secundária americana. Oito soldados franceses e um civil dos EUA foram mortos e 38 pessoas ficaram feridas. As autoridades francesas estão preocupados com o drama. O ministro da Defesa, Alliot-Marie, com a aprovação do presidente Jacques Chirac decidiu intervir. Ordem é dada a todos os soldados franceses presentes no território da Costa do Marfim em volta a Abidjan. O exército francês destribuíu no chão toda a frota da força aérea da Costa do Marfim. Isso gera emoção no campo do presidente Laurent Gbagbo. Charles Ble Goude fez um discurso televisionado poucas horas. Ele pediu ao povo e "jovens patriotas" a tomar as ruas para defender o país que é atacado pelo exército. "Você que dormir, acordar! Você quer comer, parar de comer! "Difundidoue na RTI. Em minutos, milhares de pessoas tomaram as ruas de Abidjan. Empresas e escolas francesas são atacadas. Cenas de mais saques. Especialmente em bairros onde residem cidadãos franceses. O exército francês, sob o comando do general Poncet, invadiram a cidade da quadrilha. Toda a noite, alguns cidadãos franceses foram evacuados e levados para a base militar da BIMA 43 em Port-Bouet. Segundo testemunhas, outros menos afortunados foram saquiados. Homens são espancados enquanto algumas mulheres são estupradas. No dia seguinte, a cidade de Cocody se parece com um campo de batalha real. Uma grande multidão enfrentou o exército francês que passou a residir no Hotel Ivoire. França é acusada de querer levar a cabo um golpe de Estado contra o presidente Laurent Gbagbo. Na televisão como no rádio, mensagens de ódio são destilados. França é acusado de querer instalar o Dr. Alassane Ouattara em um golpe. General Mathias Doue também é acusado de estar envolvido nele. O frente-a-frente do Hotel Ivoire degenera. A multidão crescente com as horas perturba o cordão de segurança criado pelo exército francês. As tropas do general Poncet postadas aqui estão prestes a ser esmagadas pela multidão mais animada. O oficial do exército, o tenente que comandava as tropas presentes no Hotel Ivoire, pediu ao coronel Guiai Bi Poin veicule a notícia, para empurrar para trás a multidão. Enquanto os dois homens se trocavam a multidão continuou a avançar. Seguiu-se uma monstrosidade. Tiros foram disparados. Pelas tropas francesas para limpar uma passagem, não hesitaram em atirar. Eles de alguma maneira conseguem sair do cerco humano que foi se apertando ao redor deles. Mas a que custo? O pedágio foi pesado. Dezenas de pessoas foram mortas. Ele também registra muitos feridos. "Operação da Dignidade " transforma o desastre. O próximo evento, uma batalha de mídia começa. Em ambos os campos, justificativas vêm de todos os lados. É aquele que vai convencer a melhor opinião. As tropas francesas são acusadas ​​de, deliberadamente ateado fogo sobre a multidão. Ministro Alliot-Marie exige uma investigação sobre o que aconteceu no Hotel Ivoire, acusando alguns oficiais e os políticos marfinenses de orquestrar o massacre. Nas semanas seguintes, o general Mathias Doue é afastado do cargo e substituído por teatros de operações de seu comandante, o coronel Philippe Mangou. Mathias Doue, eventualmente, deixa o país depois de ser internado em uma clínica, dizem eles, a malária. Se as conseqüências ainda são sentidas na Costa do Marfim na sociedade, os acontecimentos de Novembro de 2004 têm mostrado os dois campos beligerantes que só através do diálogo pode resolver a crise ivoiriense. Novembro 2004 preparou a assinatura das políticas Pretória e Ouagadougou. 
Por: Jean-Claude Coulibaly

fonte: abidjan.net

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