Postagem em destaque

MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Deserção de 486 soldados: Nigéria discorda de Camarões • tropas nigerianas, Boko Haram combatido em uma batalha feroz na região de Gamboru Ngala • Gwoza: polícia resgata 7, das 28 que ainda estão desaparecidas.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



As autoridades militares nigerianas discordam das autoridades Camaronesas sobre o relatório de que os soldados nigerianos fugiram para Camarões, após violentos combates com militantes do Boko Haram. 

Embora a sede da Defesa explicou que os soldados nigerianos foram encontrados em Camarões perseguindo membros da seita Boko Haram que ultrapassaram as fronteiras de ambos os países, o porta-voz do exército do Camarões, o tenente-coronel Didier Badjek, disse que os soldados, que fugiram para os Camarões, tinham sido desarmados e estão agora sendo acomodados nas escolas. 

De acordo com um relatório do site na sede da Defesa ", as tropas nigerianas encontradas em Camarões foi o resultado de uma batalha permanente entre as tropas e os terroristas ao redor das fronteiras com os Camarões, viu-se as tropas nigerianas com carregamento através das fronteiras em um manobra tática. 

"Eventualmente, eles encontravam-se em solo Camaronês. Sendo aliados, o protocolo normal da gestão de tal incidente exigiu que as tropas apresentassem as suas armas, a fim de garantir ao país amigo que eles não estavam em uma missão hostil. 

"Na sequência de discussões necessárias entre Nigéria e autoridades militares de Camarões, as questões foram resolvidas. Posteriormente, foi anunciado de que as tropas estão a caminho de volta para se juntar a sua unidade na Nigéria. 

"A referência para a incidência das tropas como desertores não é, portanto, apropriado, considerando a discussão entre líderes militares dos dois países e a série de contactos com os soldados que confirmaram que eles estão seguros." 

Mas o ar de Camarões, segundo o porta-voz, tenente-coronel Badjet, disse à British Broadcasting Corporation (BBC) de que os soldados estão atualmente na cidade de Maroua em Camarões, a cerca de 80 km (50 milhas) da fronteira com a Nigéria. 

Ele também disse que os milhares e civis também fugiram através da fronteira, que, segundo ele, tinha sido oficialmente encerrada, para ajudar a conter a propagação do vírus Ebola. 

Ambas as cidades Gamboru Ngala e Banki compartilham fronteiras internacionais com a República dos Camarões e testemunharam série de ataques nos últimos tempos. 

O desenvolvimento da operação aconteceu 24 horas após o aclamado líder da seita Boko Haram, Abubakar Shekau, ter divulgado um novo vídeo com o seu grupo, depois de conquistar área de Gwoza  do governo local, em Borno e Buni Yadima noYobe, para estabelecer o califado islâmico na região. 

Uma fonte disse que muitos dos terroristas foram mortos pelas tropas em Gamboru -Ngala antes das tropas ficarem sem munições e tiveram que atravessar a fronteira para os Camarões para se reunir a seu grupo para repelir os ataques. 

De acordo com o programa da BBC em Hausa, monitorado em Maiduguri pela Nigerian Tribune, os insurgentes invadiram a cidade de Banki no domingo, enquanto em Gamboru-Ngala, eles invadiram a cidade por volta de 05h00 de segunda-feira. 

Nigerian Tribune revelou que os insurgentes em Banki, dominaram as tropas em terra usando lançadores propelidas por foguetes e artefatos explosivos improvisados​​, enquanto as tropas conseguiram escapar e fugir para esconder nas aldeias, antes de entrarem nos Camarões para a sua segurança. 

Também foi revelado que alguns dos soldados em Banki fugiram para Marwa através Gazawa, uma comunidade da aldeia fronteiriça com Borno e República dos Camarões, mas não ficou claro se houve vítimas dos dois lados. 

No entanto, fontes disseram que muitas pessoas morreram, incluindo os terroristas, agentes de segurança e os civis apanhados no fogo cruzado. 

Também em Gamboru-Ngala, foi revelado que mais de 400 membros das tropas conseguiram escapar durante o ataque à sua base e se reuniram com os seus homólogos nos Camarões, e agora estão a desenvolver esforços para repelir o ataque. 

Moradores disseram que a troca de tiros foi constante entre os terroristas e militares em torno das comunidades fronteiriças dos Camarões e da Nigéria. 

Um morador de Gamboru, que fugiu para Maiduguri na segunda-feira à noite, declarando sob anonimato, disse ao Nigerian Tribune que "os rebeldes não estavam atrás dos civis, quando eles ocuparam a área pedindo aos moradores para não fugir. 

"Alguns de nós que não poderia suportar os sons de tiros e explosões entre os insurgentes e os militares tivemos que fugir para a nossa segurança, enquanto outros conseguiram ficar, com base na garantia por parte dos terroristas de que eles não estão atrás de residentes. 

"Infelizmente, como eu estou falando com você, eu vi cadáveres de civis e de terroristas, suspeitos de terem sido apanhados no fogo cruzado, fugindo das ruas de Gamboru-Ngala." 

Falando a uma fonte militar superior em Maiduguri, ela confirmou os ataques nas comunidades fronteiriças, mas insistiu de que a luta é constante. 

7 policiais resgatados -FPRO 
Enquanto isso, sete homens de curso foram resgatados até agora, enquanto os esforços estão sendo intensificadas para encontrar os outros 28 quando do ataque da Escola de Formação da Força Policial Móvel, em Gwoza, Estado de Borno, na quinta-feira da semana passada. 

Esta revelação foi dada a conhecer pela Relação Publica, pelo oficial da Força (FPRO), o Sr. Emmanuel Ojukwu, no Twitter, na segunda-feira.

# tribune.com.ng

Para o chefe do Estado-Maior americano, EI logo será ameaça para os EUA e a Europa.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

                                                               Foto: AFP

O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas americanas, general Martin Dempsey, acredita que os extremistas do Estado Islâmico (EI) logo serão uma ameaça para Estados Unidos e Europa e que será necessária uma coalizão internacional para enfrentá-los, disse seu porta-voz nesta segunda-feira.
Comandantes dos Estados Unidos estão vendo “opções” para lutar contra os jihadistas no Iraque e na Síria, disse Ed Thomas, porta-voz do general Martin Dempsey.
O secretário de Defesa, Chuck Hagel, adoptou um tom mais alarmante na semana passada em uma coletiva de imprensa do Pentágono, ao sugerir que militantes de Estado Islâmico representam uma grave ameaça que supera o perigo de outras organizações como a rede Al-Qaeda.
Funcionários do Pentágono afirmam que Hagel e Dempsey compartilham essa esta opinião.
“Dempsey acredita que o EI deve ser pressionado tanto no Iraque como na Síria”, acrescentou. “Acredito que seja necessário formar uma coalizão de capacidade regional e se associar à Europa para enfrentar a ameaça do EI”.
Dempsey, chefe do Estado Maior Conjunto, descreve constantemente o Estado Islâmico como um movimento que pode se tornar uma ameaça directa para Estados Unidos e Europa, já que combatentes estrangeiros com passaportes ocidentais podem realizar ataques em seus países.
“Sua missão actual (de Dempsey) é proteger os cidadãos americanos e instalações, e isso inclui, claro, acções necessárias para proteger o território nacional, onde quer que estejam essas ameaças”, disse Thomas.
Em uma reunião com o Centro de Comando de Estados Unidos, que supervisiona as forças norte-americanas no Oriente Médio, Dempsey “está preparando opções para combater o EI tanto no Iraque como na Síria com uma variedade de ferramentas militares que incluem ataques aéreos”, disse em um comunicado.
Aviões de guerra dos EUA realizam ataques aéreos no Iraque contra militantes do EI desde o dia 8 de Agosto, com mais de 100 bombardeios tendo como objectivo a jihadistas no norte, perto da represa de Mossul. Tropas iraquianas e curdas recuperaram o controle da represa desde que começou a ofensiva americana.
A administração de Obama afirmou que as opções sobre potenciais ataques militares na Síria continuam em aberto, e não foi tomada nenhuma decisão final até o momento. (afp.com)

# afp.com

A Organização Mundial de Saúde não confirma Ébola no Congo.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Organismo da ONU avança que ainda não pode confirmar os resultados anunciados pelas autoridades congolesas, que confirmam a morte de 13 pessoas infetadas pelo vírus.

Elementos das unidades sanitárias da Libéria protegem-se antes da retirada de um mercado em Monrovia de uma vítima mortal, que terá falecido infetada pelo vírus Ébola
As autoridades da República Democrática do Congo (RDC) confirmaram a morte de 13 pessoas por Ébola na província do Ecuador, no noroeste do país, mas a Organização Mundial de Saúde (OMS) nega que a doença misteriosa que vitimou essas pessoas, com sintomas de gastroenterite hemorrágica, seja a mesma.   
O ministro congolês da Saúde, Félix Kabange Numbi confirmou à imprensa a presença de Ébola no país. "Os resultados deram positivo. O vírus Ébola está confirmado na RDC". No entanto, este responsável assegura que o surto que o país está a viver não tem "nenhuma relação com o que prevalece na África Ocidental".
Por sua vez, a OMS já esclareceu que a doença que matou as 13 pessoas em causa foi uma espécie de gastroenterite hemorrágica. A organização avança que ainda não pode confirmar os resultados anunciados pelas autoridades congolesas e que será realizada uma segunda série de testes de laboratório.
Cinco das 13 pessoas que sucumbiram ao vírus eram assistentes sociais que contraíram a doença por contacto com os pacientes.
Vírus fora do controlo
Confirmadas as declarações das autoridades da República Democrática do Congo, o país será o quinto infetado com o perigoso vírus. A Organização Mundial de Saúde contabiliza 1427 mortos em 2615 casos identificados de Ébola.
Entretanto, o primeiro cidadão britânico infetado com a doença foi levado para o Reino Unido este domingo. O paciente terá contraído o vírus na Serra Leoa, num centro de tratamento de Ébola, numa das regiões mais afetadas do país.
Vários países africanos como a Costa do Marfim, o Gabão, o Senegal, Camarões e África do Sul já condicionaram o seu tráfego aéreo numa tentativa de evitar que a epidemia se propague nos seus territórios.
Esta segunda-feira, Angola também aumentou o nível de risco de infecção de "moderado" para "alto", à conta das situações registradas no país vizinho, o Congo.

"Até há uma semana, Angola era considerada como um país de baixo-médio risco. Neste momento entra para o grupo de países com risco moderado a alto, porque tem um país vizinho com a epidemia confirmada", explicou a diretora nacional de Saúde Pública Angolana, Adelaide de Carvalho.

expresso.sapo.pt



segunda-feira, 25 de agosto de 2014

República Democrática do Congo confirma casos de ebola.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Médico em Serra Leoa (Foto: AP)
República Democrática do Congo registra mortes por ebola e cria área de quarentena

Autoridades da RDC (República Democrática do Congo) afirmaram que duas pessoas morreram de ebola no noroeste do país.


Esses são os primeiros casos da doença confirmados fora do oeste da África desde o início da epidemia. Ainda não está claro se esses casos estão diretamente relacionados ao surto inicial, que já atingiu Serra Leoa, Libéria, Guiné e Nigéria.
A RDC é palco de uma das maiores missões de paz da ONU no planeta, a Monusco – atualmente chefiada militarmente pelo general brasileiro Carlos Alberto dos Santos Cruz.
Até agora mais de 1.400 pessoas morreram por causa do vírus. A velocidade e a extensão atingidas pela epidemia fez a Organização Mundial da Saúde classifica-la como “sem precedentes”.
Acredita-se que mais de 2.600 pessoas tenham sido infectadas no oeste da África desde março.
Não há uma cura consolidada para a doença, mas alguns infectados conseguiram se recuperar após serem tratados por uma droga experimental, o ZMapp. Porém, o estoque desse medicamento já foi exaurido.
Também neste domingo, um britânico que trabalhava no tratamento de vítimas em Serra Leoa foi levado de volta à Grã-Bretanha após contrair o vírus.

Quarentena

Diversas pessoas morreram no mês passado após pegar uma febre não identificada na região equatorial da RDC.
No domingo, o ministro da saúde Felix Kabange Numbi afirmou que duas pessoas de um grupo de oito que haviam contraído a febre tiveram testes positivos para o ebola.
Ele afirmou à BBC que uma zona de quarentena de 100 quilômetros de raio foi estabelecida na região de Boende, onde os casos foram registrados.
A cidade fica a cerca de 600 quilômetros da capital Kinshasa e a mais de 1.000 quilômetros de distância da região dos Kivus, onde operamgrande parte dos 22 mil homens de 50 nacionalidades que participam da missão de paz da ONU contra grupos rebeldes que operam no leste do país.
O general brasileiro Carlos Alberto dos Santos Cruz e sua equipe mantém sua base em Goma, no Kivu Norte.
Esse é o sétimo surto de ebola na história da RDC. O vírus foi identificado primeira vez na história em 1976 e ganhou o nome de um rio do país.
Numbi afirmou que mais testes para o evola estão sendo feitos em casos suspeitos.
No sábado, o parlamento de Serra Leoa aprovou uma lei que torna crime esconder pacientes de ebola. Se aprovada pela Presidência, quem for flagrando mantendo doentes em casa pode ser condenado a até dois anos de prisão.
A lei ocorre após a Costa do Marfim fechar suas fronteiras para tentar evitar que a doença se espalhe no país.
O país também proibiu a entrada de voos de Serra Leoa, Libéria e Guiné.
O Gabão, o Senegal, Camarões e a África do Sul tomaram medidas similares.
A Organização Mundial da Saúde afirmou que a proibição de viagensnão funciona para evitar que a doença se espalhe. A entidade pediu porém o envio de mais médicos e laboratórios móveis para tratar dos infectados.
O ebola é transmitido entre humanos por meio de contato direto ou por fluídos do corpo.
#BBC 

Fidel Castro recebe menino de oito anos que coleciona fotos do líder cubano.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O encontro ocorreu no dia 12 de agosto, na véspera do aniversário de 88 anos de Castro e foi divulgado nesta segunda-feira na televisão local.

Havana - O líder cubano Fidel Castro recebeu em sua casa em Havana um menino cubano de oito anos que o admira e coleciona suas fotos e livros, informou nesta segunda-feira (25/8) a televisão local. "Conversamos da escola, da agricultura, lanchamos juntos", contou o menino Marlon Méndez, que compareceu ao encontro com Castro junto com seus pais, seu irmão mais novo e sua avó, e que vive em San Antonio de los Baños, 30 km ao oeste de Havana.
O encontro ocorreu no dia 12 de agosto, na véspera do aniversário de 88 anos de Castro e poucas horas após a televisão exibir uma reportagem na qual Marlon mostrava sua coleção de fotos e expressava o desejo de conhecer pessoalmente o líder cubano.

Desde que deixou o poder por problemas de saúde, há oito anos, Castro se dedica a escrever artigos e livros, a receber personalidades estrangeiras e ao estudo e cultivo de moringa, planta que ele pensa que poderia melhorar a alimentação humana e animal na ilha.

# correiobraziliense.com.br

Japão se diz pronto para fornecer medicamento experimental após morte de 1,4 mil por ebola.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Atualmente, não existe nenhum medicamento específico de combate ao vírus ebola, apesar de várias drogas estarem em desenvolvimento.
Países da África Ocidental declararam estado de emergência
Países da África Ocidental declararam estado de emergência

O Japão está pronto a oferecer um medicamento experimental desenvolvido no país para conter o surto de ebola que ameaça o planeta, anunciou hoje (25) o porta-voz governamental, Yoshihide Suga.

Leia mais Notícias no Portal Correio

“O nosso país está, caso a Organização Mundial da Saúde [OMS] o requeira, preparado para fornecer o medicamento que está pronto para ser aprovado, em um trabalho de cooperação”, disse Suga.

A OMS tem discutido a utilização de remédios ainda não aprovados como forma de combater o surto de ebola na África, que já causou a morte de mais de 1.400 pessoas e deixou milhares infectados.

Atualmente, não existe nenhum medicamento específico de combate ao vírus ebola, apesar de várias drogas estarem em desenvolvimento.

A utilização de um produto experimental, chamado ZMapp, em dois cidadãos norte-americanos e em um padre espanhol abriu intenso debate ético sobre a utilização de medicamentos não homologados.

Disponível em quantidades muito pequenas, o remédio apresentou resultados promissores nos dois cidadãos americanos, mas o padre espanhol acabou morrendo.

A Mapp Bioparmaceutical, companhia produtora do medicamento, disse ter enviado para a África todas as doses disponíveis da nova droga.

No caso do remédio japonês, desenvolvido pela Fujifilm Holdings e que foi aprovado em março pelas autoridades do país como antigripal, ele está em testes nos Estados Unidos, não apresenta problemas de fornecimento e, de acordo com o porta-voz, há doses disponíveis para 20 mil pessoas.

Desde o início da epidemia de ebola, em março, e até 20 de agosto, a OMS contabilizou 1.427 mortos em 2.615 casos identificados.

A Libéria é o país mais afetado, com 624 mortos em 1.082 casos, seguindo-se a Guiné-Conacri, com 407.

Serra Leoa e a Nigéria registram, respectivamente, 392 mortos e cinco mortos.

# uol.com.br

domingo, 24 de agosto de 2014

Guiné-Conacri: A Alfândega senegalesa põe a mão nas divisas do Presidente da Guiné: 4 bilhões de Condé interceptado em Dakar.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



As Autoridades senegalesas interceptaram no aeroporto de Dakar, um carregamento de moeda estrangeira, o equivalente a 4.000 milhões de francos CFA. Os funcionários aduaneiros que queriam confiscar dinheiro foram forçados a recuar quando Conakry explicou que os valores estão sendo enviados para Dubai, por ordem de Alpha Conde. 

Além de o vírus Ebola, Senegal deixou de investigar outras causas de atrito com seu maior vizinho ao sul, Guiné Conakry. Basicamente, uma transferência de fundos bastante controversa. Na verdade, a Alfândega senegalesa interceptou há cerca de 10 dias, o equivalente a 4 bilhões de francos CFA, dólares e euros. Este montante foi transportado de Conakry, num pequeno avião que pousou no aeroporto Léopold Sédar Senghor. 

Disseram que essa remessa foi planejada para embarcar a bordo de um avoão de linha regular da companhia Emirados Árabe em Dubai, que liga a capital senegalesa com destino a Oriente Médio. O problema é que essas moedas não foram declaradas na entrada, e, forçosamentemente, não poderia deixar o país. E esse transporte não cumpriu com as normas internacionais para a transferência de divisas. Assim, os funcionários aduaneiros senegaleses decidiram confiscar os valores da aeronave que foi usado para transportá-los. E avisaram a sua chefiia. 

E com a consciência adquirida, as autoridades senegalesas pediram para que os seus homólogos da Guiné fossem informados  sobre a viagem da aeronave e o conteúdo de sua bagagem. A Grande surpresa foi saber que não só as autoridades guineenses foram informados do movimento da aeronave, mas o melhor, e que tinha-no fretado. E a ordem foi mesmo ao mais alto nível, já que é a presidência da República. 

Foi assim que a Alfândega senegalesa evitou que, a morte na alma, participasse de embarque de 4.000 milhões de francos CFA em moeda estrangeira para Dubai. E, sem qualquer prejuízo para as operadoras. Nestes tempos conturbados, onde um pouco do Ebola torna os canais de comunicação difíceis, os líderes do Senegal, na sua maioria se recusaram a dar qualquer razão para os Guineenses com ressentimento em relação a eles. 

Por que tanto dinheiro seria canalizado através de Dakar, em vez de uma única transferência inter-bancária, como é comumente feito por importantes transferências de fundos de estado para estado? Os Guineenses explicram que foi por causa da suspensão da escala do voo Emirates em Conakry devido ao Ebola (sempre!), Eles têm que enviar dinheiro para este país através de Dakar, de onde eles podem ter a conexão para os Emirados Árabes Unidos. E o auto-explicativo, oficial ou não,para entender que o dinheiro transferido não foi através dos canais oficiais, mas foi destinado através dos líderes com necessidades pessoais em Conakry. O que pode, logicamente, ser interpretado como uma troca de tráfego. Mas essa é uma história que Dakar não se atreveu a aceitar.

# seneweb.com

OMS prevê 500 leitos adicionais na Libéria para combater o Ebola.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

De acordo com a OMS, 1.082 casos de Ebola foram registrados na Libéria, 624 deles fatais.
Monróvia - A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou neste sábado que Monróvia terá 500 leitos adicionais para lutar contra a epidemia de Ebola na Libéria, país mais afetado da África ocidental.


"A OMS se compromete a intensificar o trabalho com os sócios para construir centros médicos adicionais em toda a Monróvia e aumentar o número de leitos para o Ebola em mais 500 nas próximas seis semanas", declarou o diretor adjunto da OMS para a segurança sanitária, Feiji Fukuda.

De acordo com o balanço de 20 de agosto da OMS, 1.082 casos de Ebola foram registrados na Libéria, 624 deles fatais. O país é o mais atingido pela epidemia, que também afeta Serra Leoa, Guiné e, em menor medida, Nigéria. No total morreram 1.427 pessoas.

# correiobraziliense.com.br

Leia mais>>

Ebola assusta turistas brasileiros com viagem marcada para a África.

Preocupação atinge mesmo quem vai para longe do epicentro da doença.
Risco é mínimo, diz OMS; agências de turismo esclarecem clientes.

Adriano Mellenberg, gerente de uma operadora brasileira de turismo, na África do Sul: 'Não há motivo para alarmismo', afirma (Foto: Adriano Mellenberg/Arquivo pessoal)
Adriano Mellenberg, gerente de uma operadora brasileira de turismo, na África do Sul: 'Não há motivo para alarmismo', afirma (Foto: Adriano Mellenberg/Arquivo pessoal)

A epidemia de ebola que matou mais de mil pessoas em uma região da África Ocidental está preocupando turistas brasileiros que vão passar férias no continente – mesmo os que irão para destinos a milhares de quilômetros da área afetada. O vírus com alto grau de letalidade deixou mais de 1.300 mortos na Guiné, Serra Leoa e Libéria. Também houve cinco casos na Nigéria.
Mário Henrique e Lúcia Helena em sua viagem pela África do Sul (Foto: Mário Henrique Neves/Arquivo pessoal)Mário e Lúcia em viagem pela África do Sul: ele voltou
resfriado e sua mãe achou que estava com ebola
(Foto: Mário Henrique Neves/Arquivo pessoal)
Agentes de turismo relatam que têm recebido ligações de clientes com viagem marcada para países como África do Sul, Quênia e Tanzânia, que querem se informar sobre os riscos de viajar para lá neste momento.
“Tem bastante gente preocupada e pedindo informações. Mas mostramos o mapa com as distâncias, explicamos a dificuldade de o vírus chegar aos países com os quais a gente trabalha e eles acabam se tranquilizando”, diz Eliane Barzilay, consultora da Safari 365, que só trabalha com destinos africanos.
Segundo Eliane, houve apenas uma desistência entre seus clientes em razão do vírus: um casal de idosos que viajaria com parentes para África do Sul, Botswana e Zâmbia. “O resto da família vai, mas a senhora tem mais de 80 anos, a saúde debilitada, e entrou em pânico. O marido admitiu que não é um medo lógico, mas eles preferiram não ir”, conta ela.
Ela diz que houve também quem esperasse algumas semanas antes de fechar o pacote para acompanhar a evolução da epidemia.
A consultora, que trabalha com destinos africanos há 14 anos, lembra que os países infectados estão no Hemisfério Norte, enquanto os destinos turísticos procurados pelos brasileiros ficam no Hemisfério Sul. “Além de tudo não há voos diretos entre eles. Alguém que está no sul da Europa corre mais risco do que alguém que está na África do Sul. É como se no Brasil a gente estivesse preocupado com algo que acontece no Canadá”, compara.
Nesta quinta-feira (21), autoridades sul-africanas anunciaram o fechamento de suas fronteirasa pessoas procedentes de Guiné, Libéria e Serra Leoa.
‘Cuidado com o ebola’
Com viagem marcada para a África do Sul em setembro, Thais Fiuza, de 29 anos, diz que se tranquilizou quando buscou mais informações sobre a epidemia de ebola. Mas amigos e familiares não estão tão despreocupados. “A primeira coisa que me falam quando digo que vou para a África é: 'cuidado com o ebola'. As pessoas generalizam quando se fala em África”, diz.
Recém-chegado de uma viagem de dez dias à África do Sul, o aposentado Mário Henrique Neves, de 62 anos, afirma que não se sentiu em risco, mas teve que acalmar sua mãe, que achou que um resfriado que ele pegou no voo de volta poderia ser ebola. “Liguei para a minha mãe fungando um pouco na volta. Depois disso ela não conseguiu falar comigo por um problema nos meus telefones e entrou em parafuso. Ligou para a minha sogra, dizendo: ‘ele veio da África, está com ebola’”, conta ele, rindo.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o risco de infecção de viajantes pelo ebola é "muito baixo, já que a transmissão de pessoa a pessoa só se dá com o contato direto com os fluidos corporais ou secreções de um paciente infectado". A OMS não recomenda restrições de viagens nem para os países que apresentam transmissão do vírus.
"O ebola não se transmite pelo ar. A coisa está acontecendo, mas não é uma situação alarmante. A África é muito grande, são 54 países em um continente", afirma Adriano Mellenberg, gerente geral da operadora brasileira Taks Tour.
Ele conta que tem recebido ligações de clientes com viagem marcada até para o Ano Novo. “Temos uma infinidade de pacotes fechados para o réveillon. Mas o tom dos clientes é tranquilo, eles buscam mais o esclarecimento”, diz.
A empresa fez um comunicado com informações sobre a doença para os viajantes. Um dos tópicos afirma que os países afetados estão até menos distantes de algumas cidades brasileiras do que de muitos destinos turísticos na África – são 5.800 km para Joanesburgo e 3.500 km para o Recife, por exemplo.
Prejuízo para turismo e negócios
Segundo a agência “Reuters”, visitantes dos EUA, da Europa e principalmente da Ásia estão cancelando ou adiando viagens à África por causa do ebola, mesmo quando o destino está longe do epicentro da doença.
O medo do ebola também está prejudicando as viagens de negócios e eventos de investimento na África, ainda de acordo com a “Reuters”.
“Vimos um grande número de cancelamentos da Ásia, e os números de grupos que estão viajando são menores”, afirmou à agência Hannes Boshoff, diretor-gerente da ERM Tours, sediada em Johanesburgo, que organiza viagens para países no sul da África. “Muitos clientes veem a África como um único país”, completou.
# g1.globo.com

sábado, 23 de agosto de 2014

Ebola: Costa do Marfim fechou suas fronteiras terrestres com a Guiné e Libéria.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Arrivée
© Gabinete do Primeiro Ministro por DR 
Chegada do primeiro-ministro após a cúpula EUA-África. 
Segunda-feira, 11 de agosto de 2014. Abidjan. Foto: O primeiro-ministro Daniel Kablan Duncan.

Abidjan - Costa do Marfim, onde não foi detectado nenhum caso de Ebola, decidiu encerrar as suas fronteiras terrestres com a Guiné e Libéria afetadas pela epidemia, segundo um comunicado do primeiro-ministro Kaban Daniel Duncan. 

A decisão "excepcional", mantida ativa desde sexta-feira, foi feita "com o surgimento de novos casos e a reativação de antigos casos" nas "repúblicas irmãs da Guiné e Libéria", diz o texto. 

A medida foi tomada "sob estritas medidas preventivas para proteger todas as pessoas, inclusive estrangeiros, que vivem no território da Costa do Marfim", ressaltou a declaração. 

Primeiras mortes foram relatadas na sexta-feira na fronteira sudeste da Libéria e da Costa do Marfim. Esta região é a única que não foi afetada pelo vírus em um país onde o progresso parece inexorávelmente alarmante. 

"Esta informação muda o jogo", admitiu Daouda Coulibaly, um médico epidemiologista do Instituto Nacional de Higiene Pública (INHP), disse à AFP que a vigilância das fronteiras, já era forte, ainda assim está a "crescer "estado de alerta e tornar-se" extremo ". 

A Organização Mundial de Saúde tem contado 2.615 casos de Ebola, por 
1.427 mortes em quatro países da África Ocidental, de acordo com o seu mais recente balanço patrimonial de 20 de Agosto e publicado nesta sexta-feira. 

Libéria continua a ser o país mais afetado, com 1.082 casos e 624 mortes. O presidente Ellen Johnson Sirleaf anunciou no fim de julho o fechamento de quase todas as fronteiras do país, incluindo aquelas com a Costa do Marfim. 

Na Guiné, onde o primeiro surto de Ebola havia sido diagnosticado em março a 150 km a partir do território da Costa do Marfim, 407 pessoas morreram no total, com 607 pacientes afetados. Serra Leoa (392 mortes) e Nigéria (5) também são afetados. 

Em cinco meses, o governo da Costa do Marfim tem intensificado as medidas para bloquear a entrada no país do vírus. Em 11 de agosto, ele havia suspendido todos os vôos para os Estados afetados. Na terça-feira o Governo marfinense proibiu todos os eventos esportivos internacional no país. 

jf / jpc

# abidjan.net

Serra Leoa vai rever os laços com o Kenya em resposta ao Ebola.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Serra Leoa ameaçou rever a sua relação com o Quênia e com vários outros países africanos sobre o seu isolamento após o surto de Ebola. 

Assessor Presidencial Ibrahim Ben Kargbo disse que o país está irritado com países como o Quénia, África do Sul e Senegal cujas ações sugerem que os países afetados por Ebola são "Estados párias". 

Transportadora nacional Kenya Airways suspendeu seus voos para alguns Liberianos e Serraleoneses após o surto de Ebola. 

Sr. Kargbo, que dirige o braço de mídia do Grupo de Trabalho Presidencial sobre Ebola, disse que ficou surpreso com a decisão 

A África do Sul proibiu os viajantes de Serra Leoa para entrar no país. 

Abandonado 

Ele criticou o Senegal por ter "quase recusado" um avião da ONU provinente de Freetown-bound de passar por Dakar. 

"Dá a impressão de que somos um Estado pária, que não é o caso", disse à emissora estatal, SLBC, e destacou que a epidemia de Ebola não era um crime. 

Outros dirigentes também pediram uma revisão das relações internacionais com os países que têm isolado Serra Leoa, quando o surto de ebola está contido. 

No início desta semana, o líder da maioria parlamentar Ibrahim Bundu, prometeu que a Serra Leoa vai rever as suas relações com os países que o abandonaram em um "momento de maior necessidade." 

O Parlamento deve convocar uma sessão especial para indentificar qual o país ou parceiro de desenvolvimento estrangeiro que estava hospedado na Serra Leoa, e em seguida, estabelecer um "registro permanente" de "nossos verdadeiros amigos". 

Vários países africanos adotaram proibição de viajar para os cidadãos dos países afetados pela doença que já custou mais de 1.000 vidas na Serra Leoa, Libéria, Guiné e Nigéria. 

Tem sido divulgado notícias de serra-leoneses retidos em aeroportos estrangeiros e centenas foram incapazes de viajar do país, devido ao cancelamento de voos. 

A proibição de viajar tem sido responsabilizado por dificuldades acrescidas com o caos econômico, incluindo escassez de alimentos e disparada de preços das commodities no país.

# africareview.com

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Febre hemorrágica de 'origem indeterminada' mata 13 na RD Congo.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


AFP / Junior D. Kannah
Hospital de Kinshasa. Treze pessoas morreram vítimas de febre hemorrágica "de origem indeterminada" desde 11 de agosto no noroeste da República Democrática do Congo







Treze pessoas morreram vítimas de uma febre hemorrágica "de origem indeterminada" desde o dia 11 de agosto no noroeste da República Democrática do Congo, país onde foi descoberto o vírus Ebola, cuja atual epidemia já matou 1.350 no oeste da África, informou o ministério da Saúde.

"Treze pessoas faleceram desde 11 de agosto por uma febre hemorrágica que origem indeterminada. As treze pessoas mortas tiveram febre, diarreia, vômitos e, na fase terminal, vômitos de material escuro", revelou o doutor Félix Kabange Numbi.

No momento, "cerca de 80 pessoas que mantiveram contato" com as vítimas estão sendo atendidas em casa em quatro áreas sanitárias delimitadas, em Boende Moke, Lokolia, Watsikengo e Lokula", situadas no território de Boende, província do Equador, disse o doutor Numbi.

"Trinta agentes comunitários foram recrutados em cada área sanitária para acompanhar diariamente as pessoas sob observação, durante 21 dias. Quem apresentar sintomas como febre, diarreia, vômitos ou qualquer forma de hemorragia, será levado ao centro de saúde de Lokolia ou a Watsikengo".

Separados por cerca de 30 km, Lokolia e Watsikengo são epicentros da febre hemorrágica na RDC.
As autoridades criaram comissões encarregadas de acompanhar os pacientes, incluindo higiene, saneamento e sepultamento com segurança.

Também extraíram amostras que serão analisadas no Instituto Nacional de Pesquisa Biomédica (INRB) e no laboratório gabonês de Franceville para determinar a origem exata da enfermidade, e os "resultados devem sair em sete dias", revelou Numbi.
A primeira vítima fatal recente por febre hemorrágica na RDC foi uma mulher grávida, e as outras 12 pessoas mortas estiveram em contato com ela durante a doença ou após seu falecimento.

"Cinco membros do pessoal de saúde faleceram - um médico, dois enfermeiros e dois sanitaristas - e as demais vítimas eram parentes ou vizinhos que participaram do enterro", detalhou o ministro, acrescentando que o governo enviou material de proteção para as equipes médicas.

A epidemia de Ebola já matou 1.350 pessoas na África, sendo 576 na Libéria, 396 na Guiné e 374 em Serra Leoa, segundo o último balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado em 18 de agosto.

# afp.com

África do Sul fecha fronteiras aos países mais afetados pelo ebola.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Ébola: Autoridades irlandesas despistam doença a morto em Donegal
Foto: diariodigital.sapo.pt

Só viagens 'absolutamente essenciais' são liberadas a países de alto risco.
Coordenador da ONU iniciou na quinta-feira visita a Guiné, Libéria e Serra Leoa.


As autoridades sul-africanas anunciaram nesta quinta-feira (21) o fechamento de suas fronteiras a pessoas procedentes de Guiné,Libéria e Serra Leoa diante do risco da epidemia de ebola, enquanto o coordenador da ONU para esta doença iniciava uma visita aos países afetados.
Enquanto vários países do oeste da África lutam contra esta epidemia, que já deixou 1.350 mortos, (576 na Libéria, 396 na Guiné e 374 em Serra Leoa), segundo o último balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS), de 18 de agosto, dois missionários americanos conseguiram superar a doença, graças a um soro experimental que nunca tinha sido usado em humanos até agora.
O doutor Kent Brantly, de 33 anos, e a voluntária Nancy Writebol, de 60, que tinham contraído a doença tratando de doentes na capital da Libéria, Monróvia, e foram repatriados aos Estados Unidos no começo do mês, deixaram nesta quinta-feira o hospital completamente recuperados, anunciaram os médicos.
"A alta médica destes dois pacientes não representa nenhuma ameaça sanitária", disse Bruce Ribner, diretor da unidade de doenças infecciosas do hospital Emory.
O governo sul-africano decidiu proibir o acesso a seu território de pessoas procedentes de Guiné, Libéria e Serra Leoa, países afetados pelo vírus ebola e considerados de alto risco, "salvo se a viagem for considerada absolutamente essencial" e pediram aos seus cidadãos que adiem qualquer viagem para estes países.
A Nigéria, onde cinco pessoas morreram desta febre hemorrágica altamente contagiosa e a quem consideram de "risco médio", está a salvo destas medidas.
Coordenação internacional
Os países africanos afetados pela epidemia, em colapso por sua amplitude, esperam que a comunidade internacional se comprometa para conter seus efeitos.
Com isso, o coordenador da ONU para o Ebola, doutor David Nabarro, chegou nesta quinta-feira a Dacar, vindo dos Estados Unidos, e se dirigiu em seguida à Libéria para iniciar uma visita que também o levará a Serra Leoa, Guiné e Nigéria, segundo fontes da ONU.
Na Libéria, onde vigora desde a quarta-feira um toque de recolher e dois bairros da periferia da capital, Monróvia, estão em quarentena, a Cruz Vermelha considerou necessário confiar a coordenação da luta contra o ebola a uma organização internacional antes que às autoridades locais, "diante de uma calamidade desta proporção".
De pequena capacidade, o único crematório do país, pertencente à comunidade hindu indiana, está sobrecarregado com as dezenas de corpos de vítimas do ebola que chegam diariamente, destacou o secretário-geral da Cruz Vermelha liberiana, Fayah Tamba.
"Nossa equipe conseguiu recolher 41 corpos. No domingo, recolheram 37. O crematório não tinha capacidade para incinerar todos, e tivemos que levar alguns" para o hospital, explicou Tamba. "Na manhã seguinte, tivemos que transportá-los ao crematório e garantir que estavam sendo incinerados para que pudéssemos recolher mais corpos".
Na vizinha Serra Leoa, onde assim como na Libéria "a transmissão continua sendo elevada", segundo a OMS, soaram desde as primeiras horas do dia os chamados dos muazines nas mesquitas e os sinos das igrejas para marcar o início de um dia de orações e jejum contra o ebola.
"Tanto cristãos quanto muçulmanos imploram a misericórdia divina e seu perdão por todos os pecados", declarou à AFP a reverenda Christiana Sutton-Koroma.
O ministro de Assuntos Sociais, Muijeh Kaikai, confirmou que as autoridades sauditas tinham informado que nenhum dos mil peregrinos de Serra Leoa, inscritos para a grande peregrinação anual à Meca este ano receberão visto por causa da epidemia.
Na Guiné, cerca de cem de médicos e voluntários foram mobilizados em 41 postos de entrada e controle nas fronteiras com Libéria e Serra Leoa, em virtude do estado de emergência sanitária, decretado em 13 de agosto.
"Toda pessoa, guineense ou estrangeira, que viva fora das nossas fronteiras e queira entrar no nosso país deve ser rigorosamente examinada", disse o ministro da Saúde, o médico coronel Rémy Lamah.
#g1.globo.com

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Senegal: O ex-assessor financeiro do ex-presidente Wade detido em Dakar.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


Sr.Samuel Sarr - Ex-assessor financeiro do ex-Presidente Abdoulaye Wade está sendo interrogado pela polícia de justiça criminal em Dakar por supostamente ofender o presidente Macky Sall.

Ex-conselheiro financeiro do ex-presidente do Senegal, Abdoulaye Wade, Sr. Samuel Sarr, foi detido na terça-feira pela polícia por fazer denúncias consideradas ofensivas contra o presidente Macky Sall. 

Ele está detido na sede da polícia de justiça criminal em Dakar. 

Sr. Sarr serviu como ministro de Energia durante o governo de Wade. 

A polícia informou que o ex-ministro fez alegações de que o Presidente Sall tinha escondido milhões de dólares de fundos públicos em contas bancárias estrangeiras. 

Os policiais de justiça criminal também colocaram o Sr. Sarr sobre os holofotes para declarar se o presidente Sall usava fundos públicos para pagar seu advogado pessoal, um advogado francês chamado William Bourdon. 

Sr. Sarr é susceptível de enfrentar acusações perante o tribunal até o final desta semana para prestar depoimento das alegações que ele fez. 

Wade está atualmente pré-ocupado com o caso de seu filho Karim, que está sendo julgado sob a acusação de desvio de 1.4 bilhão de dólares dos cofres do governo, quando seu pai exercia o mandato de presidente.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Rafael Marques "cercado" pelos generais em Angola.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Em Angola, sete generais em conjunto com a Sociedade Mineira do Cuango exigem uma indemnização de 1 milhão e 200 mil dólares ao jornalista e ativista dos direitos humanos Rafael Marques, a quem acusam de difamação.
Rafael Marques, jornalista e ativista dos direitos humanos

O processo de difamação levantado por generais angolanos contra o ativista dos direitos humanos Rafael Marques de Morais parece estar longe do fim. Mesmo depois do caso ter sido arquivado em Portugal, a trama continua em Angola.

Rafael Marques de Morais esteve no Tribunal Provincial de Luanda na manhã de terça-feira (19.08) para tomar conhecimento da acusação pública.
Os generais acusam o jornalista de “denúncia caluniosa”, baseando-se no arquivamento da queixa apresentada em 2011 por Rafael Marques contra os agora queixosos.
Na altura, o defensor dos Direitos Humanos acusava os generais de crimes contra a humanidade. Rafael Marques de Morais diz que está pronto para ir a julgamento e qualifica a situação nos seguintes termos: "Acho que isto é um circo e a melhor forma de tirarmos essa situação a limpo é mesmo em tribunal."
O defensor dos direitos humanos aguarda com expetativa pela ida ao tribunal: "Então estou a espera da marcação da data do julgamento para que de uma vez por todas se esclarecam as posições de cada um."
"Diamantes de Sangue: Tortura e Corrupção em Angola", livro de Rafael Marques
Lisboa: um mau começo para os generais
Para além do general Kopelipa, são queixosos os generais Carlos Alberto Hendrick Vaal da Silva, Adriano Makevela Mackenzie, João Baptista de Matos, Armando da Cruz Neto, Luís Pereira Faceira e António Emílio Faceira.
No livro "Diamantes de Sangue: Tortura e Corrupção em Angola", o autor Rafael Marques de Morais denunciou, com base em testemunhos reais, centenas de casos de tortura e homicídio praticados pela empresa de segurança Teleservice, na província da Lunda-Norte.
Empresa esta que é detida pelos referidos generais que também são sócios da Sociedade Mineira do Cuango, que explora diamantes na bacia do Cuango.
No livro, o jornalista acusa os generais da violação sistemática dos direitos humanos na bacia do Cuango, província da Lunda-Norte.
Os generais já tinham processado Rafael Marques em Portugal. Mas o caso foi arquivado em fevereiro de 2013.
Os generais avançaram com a mesma queixa-crime em Angola, mas o caso foi denunciado por organizações da sociedade civil que alertaram para o facto de ser ilegal julgar a mesma pessoa em dois países pelo mesmo crime.
É aí que os generais mudam o termo da acusação, ainda que o teor seja o mesmo, passando-a de “difamação” para “denúncia caluniosa”.
Rafael Marques não se intimida e faz novas denúncias: "Esses generais são sócios do Estado angolano. Isso é um ato de corrupção ativa e não podem, enquanto dirigentes com funções de Estado, ser ao mesmo tempo sócios do Estado."
O ativista cita um exemplo de incompatibilidade: "E são-no na Sociedade Mineira do Cuango em parceria com a Endiama. A Procuradoria-Geral da República não investigou isso".
Em Angola não há confiança no sistema de justiça
Quais serão as novidades do julgamento?
É neste sentido, que o jornalista Rafael Marques de Morais diz que a ida a julgamento em Angola vai abrir novas discussões: "Serão levantadas outras questões, mais graves ainda, sobre o modo como a justiça angolana tem estado contra os cidadãos que interviram com a impunidade do poder."
Para além da prisão do jornalista, os generais exigem uma indemnização de mais de 1,2 milhões de dólares.
Rafael Marques de Morais não poupa críticas: "Os generais aqui em Angola estão habituados a saquear o país e pensam que todos tem a mesma impunidade de saque, que um milhão e 200 mil dólares é como ir a uma esquina buscar água, de modo que vai ser interessante abordar essa questão em tribunal."
O agora acusado diz que não tem medo do que o espera e que está disposto a ir até ao fim, como sempre fez: "Eu não tenho medo desses generais, nem por sombras. Os tribunais são deles, tudo é deles, então é conforme a decisão política deles."
E o ativista deixa claro que irá até ao fim: "E eu como cidadão estou aqui para defender os meus direitos com todas as consequências que isso acarreta num país onde uns julgam que podem pôr e dispor dos cidadãos com toda a impunidade."
A DW África tentou falar com o advogado do arguido, Luís do Nascimento, mas este remeteu todos os comentários para o dia do julgamento.
# dw.de

Total de visualizações de página