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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Guiné-Bissau: Protocolo de cooperação com o parlamento português.

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Assunção Esteves, presidente da Assembleia da República de Portugal

A presidente da Assembleia da República de Portugal, Assunção Esteves, e o presidente da Assembleia Popular Nacional da Guiné-Bissau, Cipriano Cassamá, assinaram um protocolo que prevê a colaboração no âmbito da redação de leis, boas práticas de gestão, apoio à Guiné-Bissau em equipamentos e aplicações informáticas, bem como no que respeita a formação.

«Encontrámos nos nossos irmãos portugueses a disponibilidade para caminharmos em conjunto"» destacou Cipriano Cassamá, durante a cerimónia de assinatura do acordo com que terminou a visita de três dias de Assunção Esteves à Guiné-Bissau.

«Têm um lugar cativo no nosso coração», concluiu.

A presidente do parlamento português reafirmou a ideia de que «a cooperação entre a Europa e África» passa pela «colaboração bilateral» entre Lisboa e Bissau - tal como já tinha referido ao discursar numa sessão plenária especial da assembleia guineense, na quinta-feira.

«Viemos ter consciência de África, dentro de África, não vista de um gabinete», sublinhou ao avaliar a visita em que manteve encontros à porta fechada com o Presidente da República da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, e com o primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira.
Redação
#abola.pt

José Maria Neves visita Guiné-Bissau em Julho.

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José Maria Neves visita Guiné-Bissau em Julho

O Primeiro-ministro, José Maria Neves, visita oficialmente a Guiné-Bissau em Julho. Inicialmente a viagem estava prevista para o início deste mês, foi remarcada e vai acontecer a partir de 15 de Julho. José Maria Neves será acompanhado por uma vasta delegação governamental, empresarial e cultural.

Esta ida do Chefe do Governo cabo-verdiano ao país irmão enquadra-se no reforço das relações bilaterais entre Cabo Verde e a Guiné-Bissau, potenciada com o reinício das ligações aéreas entre Praia e Bissau, e com a visita anterior de Simões Pereira ao nosso país acompanhado de uma importante delegação ministerial.
Falta definir a duração da estada de José Maria Neves na Guiné-Bissau. Entretanto sabe-se que as partes estão focadas, mais do que na cooperação inter-governamental, na vertente económico-empresarial, visando medidas concretas e que conduzam a “novos patamares” desta cooperação e para uma maior aproximação de dois povos irmãos e amigos.
Entre as áreas de eleição desta parceria entre os dois países estão ainda a reforma do Estado e da Administração Pública, a modernização e reforço da segurança social, a governação electrónica, bem como a formação profissional, o turismo, a economia marítima em geral, para que se possa aproveitar o potencial dos dois países.
#asemana.publ.cv

O Marfinense e ex-Executivo da FIFA nega " Suborno do Qatar"

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Sr. Jacques Anouma de Costa do Marfim. FOTO | BBC

O Marfinense e ex-Executivo da Fifa Jacques Anouma, disse à BBC que ele não aceitou o suborno de US $ 1,5 milhão equivalente a (£1 milhão) como lance para Copa do Mundo do Qatar para o ano 2022.

Sua negação ocorre em meio a uma investigação criminal levada a cabo pelo Ministério Público da Suíça para os lances da Copa do Mundo de 2018 e 2022. 

Sr. Anouma disse que a justiça deve agora ser deixada para prosseguir o seu trabalho. 

A investigação suíça segue o indiciamento de sete altos funcionários da Fifa, em maio, acusados de aceitar subornos e propinas estimados em mais de US $ 150 milhões. 

Sr. Anouma também disse que US $ 2 milhões foram pagos pelo Qatar para a Confederação de Futebol Africano (CAF) em 2010, antes da votação final da Copa do Mundo, o que não obriga os membros africanos a contribuir com o voto para a nação do Golfo. 

As negociações com funcionários do Catar para o suborno US $ 1,5 milhão são acusações de que o fato ocorreu em um hotel na capital angolana Luanda, durante o congresso anual da Caf em 2010. 

Mas o Sr. Anouma disse que não havia nenhuma maneira que poderia envolver-lhe, pois ele não estava no país na época.

Qatar nega todas as alegações de suborno em relação ao seu lance para a Copa do Mundo de 2022.

#africareview.com

GUINÉ-BISSAU: OPINIÃO - INIMIGOS DE NÓS PRÓPRIOS, SERÁ?

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Filomeno Pina - Nô Djagra

Torna-se cada vez mais necessário construir uma percepção realista, transparente, em matéria de consciência colectiva do perfil político, cultural e de carreira profissional dos nossos líderes. É urgente uma reflexão desta natureza, merecedora de debate amplo e alargado sobre -  quem nos deve governar - para percebermos obviamente este perfil cultural, assente nas características da personalidade ajustada ao individuo, no que toca ao seu desempenho, competência ao longo da sua carreira política e profissional na sociedade Guineense.

Queremos saber em que “pensamos” quando escolhemos, o que sabemos acerca de candidatos, - mas desta vez, tudo em cima da mesa - sem máscara e, às claras. 

Basta de pessoas com mau carácter e comportamento desviante, mas que nos são impostas para mandar, "aceites" no meio social como sendo pessoas de bem, quando isso é falso, sustentando a visibilidade manchada ou sob disfarce, impostor com modos negativos, agir tendencioso, protegendo o interesse pessoal, de grupos corruptos, estando sob influências ocultas dos lobby, a governar sob pressão, manipulado, pressionado e orientado para o uso deliberado da descriminação, exploração do património do Povo, agindo por influência do impulso invejoso, crenças irracionais, mau carácter e usando máscaras, para parecer pessoa idónea, quando não passa de uma representação teatral do individuo, que passa uma falsa imagem, com o objectivo de condicionar suas vítimas, nesta tentativa de passar por aquilo que não é na realidade, tendo afinal de verdadeiro, o facto de ser/serem falso/s político/s e sem carácter!

Os que fazem o Povo pagar caro pecados alheios, cometidos por incompetência e mau carácter de certos lideres, com fraco perfil para governar, os que fazem o que não devem, para alimentar fantasmas alheios, fantasmas dos insaciáveis companheiros de assalto "legal" ao Estado, centrados no umbigo, megalómanos, gente fria, arrogante, complexada, amantes do quero, posso e mando enquanto lideres Guineenses, ditando as regras de cima para baixo, contornando as elites do poder político e social de um pequeno grupo favorecido, em vez de servirem o Povo, servem-se! 

Este Povo só quer ser bem-mandado e por gente que evita os erros do passado, por gente com competência, que saiba fazer uma gestão empreendedora neste processo de desenvolvimento sustentado, gente com cabeça tronco e membros a favor do Povo, que saiba servir o Povo na justeza das necessidades, que as condições do País permitam neste momento, e com honestidade.

Para Ser e parecer - revolucionário - na presente conjuntura do nosso País - Basta Ser Honesto - no desempenho das funções à frente dos destinos do Povo, acredite Camarada.

Interrogo-me: em que medida somos nós próprios o "inimigo número um" da nossa realização pessoal e colectiva!?

Somando fracassos e frustrações em matéria de política de desenvolvimento do País, sublinho o facto de juntos (Guineenses) gerarmos quase sempre um ambiente de desconfiança entre nós. Movidos por suposições sem fundamento, dando aso ao uso da intriga, por receio de carácter invejoso e tendência para o uso da mentira com requintes de malvadez, estamos bloqueados pelo medo de sucesso do "vizinho" (se for Guineense) e, sobretudo, na elite do poder que nos tem governado ao longo de décadas. Estes foram sempre sensíveis à criação e uso a posteriori de boatos! Somente para tirar partido da reacção das suas vítimas, seguidamente, levando à desgraça pessoas e bens materiais, conseguida a partir da insegurança provocada sobre o individuo, os que previamente são seleccionados para "abater" na sociedade Guineenses e não só! Não vamos permitir mais tamanha loucura e comportamento criminoso, a continuarem impunes, gerando medo e o alastramento deste mal na sociedade Guineense.

Mais ainda, sublinhamos a necessidade de provocar uma estimulação do inconsciente colectivo, em certas questões pertinentes, por ex: percebermos porque valorizamos mais o que não temos ou pelo contrário, só valorizamos o que é nosso quando deixa de o ser! Passando a pertencer a outras mãos, só aí, infelizmente percebemos sem equívoco - o real valor - do que se perdeu a favor do rival e, já tarde demais. Frustrados, passamos a lamentar a oportunidade perdida de usufruirmos do que é nosso enquanto tal...

Na realidade em vez de produzirmos o - "Pão" - tendencialmente preferimos "importar" ou, ficar com as migalhas, i. é, daquilo que era nosso por natureza, mas que enquanto matéria prima, optamos por descuidar, preferimos fingir não saber, não-ver, para não confeccionar o - "Pão" - de fabrico nacional, feito por um Guineenses! É revoltante, é caso para parar e pensarmos - que inveja arcaica é esta - absolutamente infiltrada nas elites do poder, contagiando os menos atentos a este fenómeno, que instala a cultura de desconfiança ou criação de grupinhos, movidos pelo espírito de "não ser capaz", sem sermos mandados, ou manipulados de fora para dentro, sem o uso efectivo da liberdade, matando à nascença o espírito Guineense de empreendedorismo realista, a partir das verdadeiras necessidades do Povo.

No entanto, trabalhamos que nos fartamos (Guineenses) para enchermos os bolsos a "novos" proprietários daquilo que já foi ou ainda é nosso, absolutamente nacional, mais, implantado no território nacional, porquê assim?

Será falta de cultura de vitórias na nossa sociedade perante o mundo, ou será pela ausência de uma cultura de liderança capaz, sem psicose sentimental de décadas de subdesenvolvimento da sociedade Guineense, empurrando-nos a acreditar, que não somos capazes, i. é, se nos revirmos no perfil dos que nos governaram este tempo todo, conjugado com o impacto da ausência de sucesso e desenvolvimento do território nacional, não obstante a nova vaga de esperança que começa a desenhar-se no horizonte político, sem contudo deixar de fazer justiça ao que foi bem feito e separar as águas.

Concluímos, sem erro de interpretação, que o Guineense é capaz, com provas dadas em vários cantos deste planeta, mas um tributo pouco visível em CASA DA MÃE por desavenças e intrigas recriadas pelos próprios, que é preciso destruir, mudar de rumo, de mentalidade e, resgatando melhores ideias políticas de desenvolvimento sustentado, encaixadas num sistema emergente, actualizado, rumo ao progresso do País global. Um percurso possível, se escolhermos os líderes por Meritocracia, perfil de liderança positiva, saber escolher os bons amigos da Guiné-Bissau (os que querem ver o nosso País como a sua segunda Casa e não o lugar onde há-de ficar podre de rico, vasando logo de seguida) que queiram ajudar verdadeiramente o nosso Povo, nesta fase difícil em que o País está mergulhado, só. 

Pensar que o Guineense não é capaz, é reconhecer uma enorme ignorância em relação à verdadeira força deste Povo! Toda a confusão política que provocou o “para arranca” de outrora, já é passado, atingiu o seu limite máximo, mas hoje resta somente o virar da página e seguir em frente.
O contrário disto só prejudicou o ritmo de desenvolvimento, que em certa medida, teve seu ajustamento pela inércia e estagnação do País, embora constatando sinais de vitalidade e com boas promessas. A Guiné-Bissau acordou de um desmaio prolongado, comparado a um estado de coma induzido, para um novo estado de alma/alerta, em que acredita na motivação renovada, com criactividade e força do Guineense, para demonstrar que é capaz de implementar novo ritmo na presente conjuntura de desenvolvimento do País, sem dúvida!

Querendo mudar os erros do passado, com certeza que conseguimos mudar o que está mal, evitando o “fundamentalismo” de opinião em relação aos projectos em curso, há que admitir novas ideias, admitir a tolerância e a partilha de opiniões na reflexão continuada, orientada para servir o Povo e não o contrário, servir-se do Povo mais uma vez para resolver os “apetites” corruptos de uma minoria!

Trabalho de Equipa é trabalho individual feito em grupo! Logo, admite a proximidade, intercâmbio de experiências e aprendizagem constante, não há lugar para o fechamento ou rejeição, permite uma interacção transparente entre todos, beneficiando todos no enriquecimento do conhecimento, tal como, permite o isolamento atempado do “erro”, de modo a poder ser corregido atempadamente, antes mesmo de produzir o efeito malévolo com deficiências tardiamente detectadas.

O trabalho em grupo permite cedo descobrir, os menos preparados no desempenho esperado em conjunto/equipa, como também, todo o comportamento de crime que possa existir, fica mais a descoberto, logo usufruímos da possibilidade de se poder avisar o “mau” da fita a ter de se endireitar, antes que seja tarde, e ser preso ou denunciado!

“Se quem te avisa, teu amigo é”- o ladrão, corrupto ou inimigo, não pode levar a mal, este aviso. Viva a Guiné-Bissau, haja coragem e determinação, porque “Terra-Ramka” mesmo e o caminho faz-se, caminhando!


Djarama. Filomeno Pina.





quinta-feira, 18 de junho de 2015

Cabo Verde lidera índice de menos corruptos entre os lusófonos, Angola e Guiné-Bissau na cauda.

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Índice de Percepção da Corrupção da Transparency International divulgado hoje.

Foto de Arquivo.

Cabo Verde é o país africano de língua portuguesa melhor colocado no índice de percepção da corrupção divulgado esta terça-feira, 16, pela organização internacional Transparency International. O arquipélago é segundo em África, sendo ultrapassado apenas pelo Botswana.  
Apesar de ter perdido um ponto em relação a 2014, Cabo Verde ocupa o 42º. lugar e, a nível dos países lusófonos, apenas Portugal está melhor colocado, na 31ª. posição.
No fim da cauda, entre os lusófonos, estão Angola e Guiné-Bissau, ambos na 161ª. posição.
Quanto aos demais países, Brasil ocupa o lugar 69, seguido de São Tomé e Príncipe(76), Moçambique(119) e Timor-Leste(133).
A Transparency International é uma organização não governamental, com sede em Berlim, que desevolve uma intensa luta contra a corrupção em todo o mundo.
O índice de percepção da corrupção, publicado anualmente, classifica os países numa lista que varia entre zero (muito corrupto) e 100(menos corruptos).
Nos primeiros lugares estão, como habitualmente,  Dinamarca, Nova Zelândia, Finlândia, Suécia, Noruega, Suíça, Singapura, Holanda, Luxemburgo e Canadá.
A nível africano, o país melhor colocado é o Botswana, na 31ª. posição.
#VOA

Moçambique: "É preciso que a RENAMO e o Governo se reconciliem de facto".

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Face ao aumento da tensão em Moçambique, com a polícia e a RENAMO a acusarem-se mutuamente de novos ataques, o analista Domingos do Rosário defende que é preciso resolver um "ódio estrutural".

Líder da RENAMO, Afonso Dhlakama (esq.), e Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, a 7 de fevereiro de 2015

Ao que tudo indica, os meios usados até agora para acabar com a crise político-militar em Moçambique foram ineficazes. Será que a nível interno já se esgotaram todas as possibilidades de contribuir para uma solução?
A DW África colocou essa e outras questões a Domingos do Rosário, analista político da Universidade Eduardo Mondlane.
Domingos do Rosário, analista político moçambicano
DW África: Como pôr fim ao monopólio das negociações, que praticamente estão nas mãos do Governo e da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO)?
Domingos do Rosário (DR): Muitos simples. Tudo se resume a duas palavras: paz e reconciliação. Isso não se atinge só repetindo essas palavras a toda a hora. É preciso que a RENAMO e o Governo se reconciliem de facto. Há um ódio estrutural entre a RENAMO e a FRELIMO [Frente de Libertação de Moçambique], que contribui fundamentalmente para que este teatro das negociações continue e não chegue a bom porto. Enquanto os dois partidos não se perdoarem por causa do conflito armado; enquanto a FRELIMO achar que a RENAMO estragou o seu projeto político para Moçambique e enquanto a RENAMO continuar a pensar que os membros da FRELIMO são todos uns comunistas, que não queriam um regime democrático, esse teatro vai persistir.
DW África: Mas como pôr fim a esse monopólio das negociações?
DR: A partir da altura em que os dois passarem a dialogar de uma maneira mais séria e quiserem, de facto, resolver os conflitos estruturais que os opõem.
DW África: Será que os diferentes setores da sociedade civil moçambicana já fizeram realmente tudo o que era preciso para ajudar a resolver esta crise?
DR: O problema de Moçambique é que está preso a essas duas forças políticas e a chamada "sociedade civil" não tem peso nenhum.
DW África: Onde é que se poderia ir buscar esse peso para pôr fim a esta situação que já dura há muitos meses?
DR: Moçambique não tem uma sociedade civil forte. Tem pequenas organizações que defendem [o estabelecimento] de consensos, mas não têm capacidade de pressionar os poderes institucionalizados, a FRELIMO e a RENAMO.
DW África: O discurso da defesa da soberania ou da capacidade interna de resolver este caso ainda é válido depois de muito tempo sem solução?
DR: Acho que sim, porque os problemas de Moçambique não vão ser resolvidos por nenhuma força externa. Os problemas do país serão resolvidos pelos próprios moçambicanos, que têm capacidade para isso. Há certos setores dentro da FRELIMO e da RENAMO que ainda não perceberam que a dinâmica institucional tem de ser outra e não pode ser a mesma de 1976-77, quando a guerra começou. Assim que eles romperem com esse paradigma e decidirem pensar no povo moçambicano, isto vai terminar.
DW África: Como avalia a postura do Presidente Filipe Nyusi na condução deste caso?
DR: Apesar de ser o atual Presidente da República, não sei se Filipe Nyusi tem força suficiente para resolver essa questão. O chefe de Estado moçambicano já mostrou várias vezes que está aberto à criação de plataformas para fazer avançar o diálogo, mas há setores dentro do partido FRELIMO, sobretudo da linha dura, que não permitem que Nyusi faça o seu trabalho.
#dw.de

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Guiné-Conacry: Ramadã 2015 - '' Finalmente, chegou em nós! ''

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O céu este ano parece particularmente suave como a observação da lua, mesmo que isso não tenha sido observado em todos os lugares, reconciliam os crentes do Islão da Guiné, Senegal, França ou da Malásia, que começarão o início de jejum concomitantemente na quinta-feira, 18 de junho de 2015, tal como previsto pelos peritos do calendário lunar.



Muitas vezes, o início e o final deste mês sagrado de Ramadã são objecto de simpáticas diferenças, dado a sua fixação em parte pelo erro humano que corresponde o charme dessa prática profética de Muhammad.

Enfim, estamos nele ( o mês de Ramadã) ...
Na Arábia Saudita, é o Supremo Tribunal, que o oficializa "Como ele é previsto, neste caso, no Islã, o mês de cha'bane deve ser concluído no prazo de 30 dias, como o autêntico hadith" E se o tempo estiver nublado, e se você não pode vê-la(à lua), então, completará o período (no trigésimo dia). "Na Guiné, o Ministério de Assuntos Religiosos, é o responsável, como de costume, para anunciar o início do Ramadã, em 18 de junho, em todo o território nacional.
'' Enfim, chegou em nós! '", Exclamou um muçulmano, ouvindo o seu transistor colado à orelha. Estes são fiéis muçulmanos guineenses que devotamente esperam conscientes este momento de penitência '' para merecerem os seus lugares no céu '' e dar esmolas aos mais pobres. No entanto, nos mercados, não há misericórdia, infelizmente, os preços dispararam ... chegaram ao céu antes dos fiéis. Certamente não é no sétimo céu!

Pensamentos e atitudes positivos
Durante 30 dias, a privação de alimentos, abstinência, o auto controle, oração e o amor pelos outros, serão as virtudes e os valores que devem ser da grande maioria de fiéis muçulmanos. Tanto aqui na Guiné-Conacry como em qualquer outro lugar.
Um mês difícil, mas que fertiliza o espírito e o corpo de pensamentos e atitudes positivos, graças à uma higiene da própria vida para a purificação dos comportamentos, para merecer a grandeza de Deus.

De: Maria BABIA para GCI
2015-GuineeConakry.Info

O bilionário nigeriano Dangote quer comprar o Arsenal.

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Bilionário Nigeriano Aliko Dangote. ARQUIVO | NATION MEDIA GROUP 


Empresário mais rico da África diz que está planejando uma oferta para comprar Arsenal. 

O Multimilionário nigeriano Aliko Dangote considera que a construção de uma refinaria de petróleo em sua terra natal vai dar-lhe os meios financeiros para garantir uma aquisição. 

Aos 58 anos de idade, e tendo uma fortuna estimada em US $ 18.1 bilhões (£ 11.5 bilhão), diz que tem apoiado os Gunners desde os anos 1980. 

"Quando nós começarmos este refinaria no caminho certo, terei bastante tempo e recursos suficientes para pagar o que eles estão pedindo", disse ele à BBC. 

O americano Stan Kroenke é acionista majoritário do Arsenal, proprietário de 66,64 por cento da empresa-mãe do clube Arsenal Holdings plc. 

O Russo-uzbeque Alisher Usmanov detém 29,11 por cento do restante dos 62,217 partes detidos pelos acionistas minoritários, incluindo os ex-jogadores e dos adeptos do Arsenal Trust, que possuem três.

Direcção estratégica 

Dangote é classificado como 67° na lista da Forbes dos mais ricos. 

Ele estava interessado em adquirir previamente a participação de 15,9 por cento vendidos por Kroenke por US $ 193 milhões (£ 123 milhões) a Lady Nina Bracewell-Smith em abril de 2011 apenas 
para estimular a venda

"Houve um par de nós que foi correndo para comprar, só que nós então pensamos nos preços, as pessoas que estavam interessadas ​​em vender estavam tentando ir para uma matança", acrescentou Dangote. 

"Nós voltamos atrás, porque estávamos muito ocupados fazendo outras coisas, especialmente a nossa industrialização." 

Dangote Considera que o Arsenal exige uma propriedade diferente para ser mais bem sucedido em campo. 

Ele acrescentou: "Eles estão indo bem, mas eles precisam de uma outra direção estratégica. Eles precisam de mais para superar a situação actual, em que apenas desenvolvem jogadores para vendê-los depois.".


#africareview.com

terça-feira, 16 de junho de 2015

BURKINA : O JEJUM DO RAMADÃ COMEÇARÁ EM 18 JUNHO DE 2015

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ramadan une

Em um comunicado tornado público em 16 de junho de 2015, a Presidência da Federação das Associações islâmicas de Burkina Faso, o Presidente da Comissão Nacional para a Observação da Lua informa que "a lua crescente marcando o início do jejum do Ramadan, ela não foi avistada no dia 16 de junho de 2015 em várias localidades do território nacional pelas equipas de observadores da Comissão ".

Por conseguinte, ajusta o comunicado, "o mês de Shaaban vigorará por 30 dias seguindo os princípios islâmicos que regem a observação da lua crescente e o jejum do Ramadan começará realmente, em Burkina Faso, na quinta-feira, 18 de junho de 2015".

#http://burkina24.com/

Rúsia: Hoje, no mundo, 795 milhões de pessoas passam fome.

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Crianca_Com_Fome_na_Africa
.Imagem: africaurgente.org

QUEBEC/CANADÁ - Uma em cada nove pessoas passa fome no mundo. O número assusta, mas é motivo de celebração para a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Isso porque a situação já foi muito pior, segundo o relatório 2015 da entidade.

Por ANTONIO CARLOS LACERDA


Atualmente cerca de 795 milhões de pessoas são consideradas subnutridas pela ONU, mas esse número chegava a um bilhão em 1990. O avanço é mais significativo se for considerado que a população cresceu desde então. Hoje, 12,9% de pessoas no planeta ingerem menos calorias do que o recomendado pelas Nações Unidas. Essa parcela era de 23,3% há 25 anos.
Para a ONU, a melhoria foi global, embora algumas regiões tenham avançado pouco. É o caso da África Subsaariana e do Sudeste Asiático, palcos de conflitos civis e guerras. Já o Brasil foi um dos destaques: conseguiu erradicar a fome, sendo considerado um país com um número "estatisticamente insignificante" de subnutridos.
Para Carlos Lopes, secretário geral adjunto da ONU, o sucesso brasileiro pode ser associado ao esforço em cumprir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). "Houve um esforço no Brasil de levar os objetivos a sério, não só pelo governo, mas também pelo setor privado e pela sociedade civil", afirma o diplomata.
Os ODM foram criados em 2000, quando o Brasil e outros 188 países se comprometeram a cumprir, até 2015, um pacote de metas estipulado pela ONU. Entre elas, diminuir a miséria no mundo pela metade, reduzir a mortalidade materna, universalizar a educação. E erradicar a fome, objetivo alcançado pelos brasileiros antes do prazo final.
Mas Lopes alerta: não há tempo para se desperdiçar comemorando. "O mundo nunca teve tanto para celebrar em termos de progresso social como hoje", afirma Lopes. "Mas a crise financeira de 2009 destruiu uma boa parte das conquistas, mostrando que os avanços são louváveis, mas frágeis." Períodos com atividade econômica fraca e baixa criação de empregos tendem a ser ruins para todos, mas afetam de forma especialmente dura as famílias recém-saídas da pobreza. Elas podem voltar à situação precária anterior. O diplomata menciona também, como exemplo do desenvolvimento meio manco do início do século XXI, a perda de biodiversidade ocorrida nos últimos 15 anos.
Alguns especialistas criticam o fato dos objetivos serem tratados de forma isolada, reduzidos a metas. "Não adianta falar só em transferência de renda", diz Iara Pietricovsky, representante do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc). "É necessário discutir de forma conjunta o acesso à educação, as desigualdades existentes, como as áreas urbanas que estão sendo aproveitadas".
Segundo Alessandra Nilo, diretora da Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (Abong), tratar os avanços de forma isolada não resolverá os problemas. "Se não tivéssemos os Objetivos do Milênio, não teríamos reduzido tanto a fome e miséria", afirma. "Mas as metas precisam dialogar entre si, ou esse progresso nunca será suficiente".

ANTONIO CARLOS LACERDA é Correspondente Internacional do PRAVDA.RU

 

Cuba: Raúl recebeu vice-presidente da Comissão Militar Central da China.

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O coronel-general Fan Changlong, acompanhado de uma delegação, realizam uma visita oficial a Cuba, convidados pelo ministério das Forças Armadas Revolucionárias.

Photo: Estudio Revolución

O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, recebeu na tarde da segunda-feira, 15 de junho, o coronel-general Fan Changlong, vice-presidente da Comissão Militar Central e membro do Bureau Político do Partido Comunista da República Popular da China, e a delegação que o acompanha, os que fazem uma visita oficial ao nosso país, convidados pelo ministério das Forças Armadas Revolucionárias (FARs).
No encontro participaram os generais-de-corpo-de-exército Leopoldo Cintra Frías, ministro das FARs; Álvaro López Miera, primeiro vice-ministro e chefe do Estado Maior Geral; bem como os vice-ministros Ramón Espinosa Martín e Joaquín Quintas Solá.
#granma.cu

ANC critica TPI sobre tentativa de prender Bashir.

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O presidente sudanês, Omar al-Bashir chega em Cartum vindo de Joanesburgo em 15 de junho de 2015, mesmo depois que o Tribunal ordenou-lhe para não deixar a África do Sul, uma vez que foi decidido que ele deve ser preso sobre alegados crimes de guerra para os quais ele foi indiciado pelo Tribunal Penal Internacional. FOTO | AFP

Partido do governo da África do Sul, criticou o Tribunal Penal Internacional (TPI) como tendo agido fora da sua utilidade, um dia depois de o Tribunal de Justiça exigir a detenção do líder sudanês Omar al-Bashir, o acusado.

Em um comunicado divulgado na segunda-feira à noite, o Congresso Nacional Africano (ANC) apoiou a decisão das autoridades sul-Africanas de Bashir não deixar o país, apesar de uma ordem judicial de restrição ele.

O mais alto órgão do partido, o Comitê Executivo Nacional, pediu ao governo Sul-Africano para recorrer da ordem, mas argumentou que o TPI foi alvo dos africanos.

"O Comitê Executivo Nacional (NEC) do Congresso Nacional Africano detém uma visão de que o Tribunal Penal Internacional (TPI) não é mais útil para os fins a que se destina - sendo um tribunal de última instância para o julgamento de crimes contra a humanidade" .

"O fato de que a conformidade com as prescrições do Tribunal Penal Internacional é voluntária e os países podem escolher se querem ser signatário ou não, significa que as violações brutais humanas cometidas por países não signatários ficam impunes", disse ANC na segunda-feira.

No domingo, o Superior Tribunal de Pretória disse que agiu de "modo convincentes para evitar que o presidente Omar al-Bashir deixasse o país até que um pedido seja feito ao Tribunal de Justiça."

A ordem do tribunal seguiu uma decisão dos ativistas para desafiar a África do Sul, que é membro do TPI para prender Bashir, que estava em Joanesburgo para participar na 25ª Cimeira Ordinária da União Africana.

ANC argumentou que ao Bashir tinha sido concedida a imunidade como qualquer outro participante credenciado na Cimeira e que ninguém contestou isso.

"A questão perante o Tribunal Superior de Pretória relativa ao presidente do Sudão, mais uma vez trouxe à tona as falhas fundamentais do funcionamento do TPI e a necessidade urgente de alteração do Estatuto de Roma para garantir que a justiça não conheça fronteiras geográficas ou o dinamismo geo-político, "argumentou o partido".

Conflito de Darfur

Embora o Sudão não seja membro do TPI, al-Bashir, de 71anos , foi indiciado por cinco acusações de crimes contra a humanidade, duas acusações de crimes de guerra e três acusações de genocídio na forma como a sua ação militar reprimiu um motim em Darfur.

Em 2003, Darfur eclodiu em conflito quando os insurgentes montaram uma campanha contra o governo de Bashir, reclamando a sua região que estava politicamente e economicamente marginalizada.

A ONU estima que mais de 300.000 pessoas foram mortas no conflito que obrigou cerca de 2,5 milhões de pessoas a fugir de suas casas, um número contestado pelo governo de Cartum.

Mas o jogo de ping-pong de Bashir com o Tribunal reflete a relação  que o TPI tem com a África.

Ele era o sexto membro de Estados do TPI desde a sua última acusação, mas nenhuma dessa acusação se reverteu em sua prisão.

Desde a sua criação em 2002, o TPI tem lidado com 22 casos, todos eles em África.

Bashir foi indiciado em 2007 e depois novamente em 2009.

Em 2010, ele participou da promulgação da Constituição do Quênia, um incidente que irritou ativistas.

Em 2011, o Tribunal Superior do Quênia emitiu ordens para prendê-lo se ele pisar novamente em solo queniano.

A decisão foi apelada pelo governo queniano, mas não antes de Bashir advertir que voos com destino ao Quénia não teriam permissão para usar o espaço aéreo sudanês.

O ANC está agora apoiando a posição da UA para a alteração do Estatuto de Roma.

"O Congresso Nacional Africano apela a uma revisão dos estatutos do TPI para obrigar todos os Estados membros das Nações Unidas a ser signatários do Estatuto de Roma, para assegurar que o TPI é capaz de agir de acordo com a função para a qual foi concebido - um tribunal justo e independente pela justiça universal e equitativa ".

#africareview.com

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Bissau desafia empresários portugueses de Sintra a INVESTIR na Guiné.

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Basílio Horta e Djarga Seidi em ambiente de boa disposição

«A Guiné-Bissau é uma pérola por descobrir». O autor da frase é Basílio Horta, presidente da Câmara Municipal de Sintra, durante o seminário «Oportunidades de Negócio na Guiné-Bissau», que decorreu hoje naquela vila histórica.   Além do edil, estiveram na mesa de honra, como preletores, Mbala Fernandes, encarregado da Embaixada da Guiné Bissau em Lisboa; Maria José Alvarenga, representante do AICEP (Agência para o INVESTIMENTO e Comércio Externo de Portugal), Djarga Seidi, presidente da Balodiren (Associação de Solidariedade e Apoio à Comunidade Guineense), Eduardo Fernandes, economista e consultor do Governo guineense, e Carlos Fernandes, coordenador do Gabinete de Apoio Empresarial da autarquia de Sintra.  As quatro áreas de INVESTIMENTO  Foi o economista Eduardo Fernandes que explicou as questões de pormenor relacionadas com o plano económico que o Governo apresentou para a próxima década. E identificou as quatro áreas de INVESTIMENTO prioritário: Agricultura/agroindústria; Pescas; Turismo; Minas.  «Na agricultura temos de nos livrar da cujudependência. Com 200 mil toneladas de castanha de caju por ano, a Guiné-Bissau é o maior produtor do Mundo per capita. Mas não pode ser apenas o Caju a sustentar a economia, porque isso nos torna vulneráveis às oscilações bruscas de marcado. Como se prova no caso angolano, petroleodependente, que está a atravessar uma grave crise», referiu Eduardo Fernandes.   Por outro lado, a Guiné-Bissau não pode ser apenas um exportador de caju em bruto para ser processado noutros países. «O nosso caju, que é processado em parte na Índia, é responsável pela criação de 18 mil postos de trabalho naquele país. Imaginem o impacto económico e social se fosse transformado na Guiné-Bissau», juntou Eduardo Fernandes.  Em termos de agricultura, prioridade absoluta para a plantação de arroz, grande responsável pelo desequilíbrio da balança comercial. Em terceiro lugar, o milho, para alimentação das pessoas e do gado. «A Guiné-Bissau dá colheitas duas vezes por ano. É uma aposta segura», juntou Eduardo Fernandes.  Em relação às pescas, a vontade é a criação de uma frota guineense, ou em parceria, em vez da simples venda de licenças a frotas estrangeiras, gestão de stock e criação de indústrias transformadoras.  O Turismo passa por explorar as belezas paisagísticas, com uma fauna e flora ímpares, e nas Minas a extração e exploração de buchite e fosfatos.  Venham visitar Bissau  O encarregado da Embaixada da Guiné-Bissau, Mbala Fernandes, salientou a «estabilidade política» que a Guiné-Bissau atingiu, a «confiança dos credores internacionais», como se comprovou na reunião de dadores de março último, que disponibilizou ajudas de 1,3 mil milhões de euros, as «relações afetivas entre portugueses e guineenses» e a «hospitalidade do povo» do seu país.  «Lanço um desafio aos empresários aqui presentes, o mesmo quando sou abordado por potenciais INVESTIDORES. Vão à Guiné. Conheçam o país, conheçam o povo, sintam o palpitar no local. Depois, seguramente, falemos de negócios», disse. O repto foi aceite e a Câmara Municipal de Sintra vai organizar uma delegação empresarial para visitar a Guiné-Bissau. Mbala Fernandes garantiu ainda que «um potencial investidor encontrará na Embaixada quem o informe, o acompanhe e o encaminhe em todo o processo de investimento». «A administração está a modernizar-se e hoje já temos instrumentos que visam desburocratizar e enquadrar, como a criação da empresa na hora».  Apesar de serem quatro as grandes prioridades no Plano Estratégico do Governo guineense, Mbala Fernandes fez questão de frisar que «para um país que precisa de tudo, qualquer investimento é bem vindo». «Pode ser uma simples tipografia, um pequeno negócio, uma pequena ou média empresa. E todos serão bem vindos. A título individual, em associação empresarial ou através de parcerias com empresários guineenses», juntou.   65 milhões de exportações, 200 mil de importações  Os números são do AICEP: De 2010 a 2014, o investimento de português na Guiné Bissau cresceu à média de 13 por cento. No último ano, as exportações de Portugal para Bissau foram de 65 milhões de euros; as importações de 200 mil. Valores ainda irrisórios e que coloca Portugal muito atrás de outros países INVESTIDORES. Até de Espanha... «Os espanhóis estão a INVESTIR mais do que os portugueses, o que deve servir de alerta. Portugal pode não ter os recursos de outros países, mas tem algo que joga a seu favor: a afetividade e a língua», resumiu Eduardo Fernandes.

Jorge Pessoa e Silva

#abola.pt

Costa do Marfim: Abertura da segunda Edição do Fórum Internacional das Finanças da África Sub-saariana.

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Conférence

Abidjan - A Ministra da Economia e das Finanças, Kaba Nialé, representando o Primeiro-Ministro, Daniel Kablan Duncan, procedeu nesta segunda-feira à abertura da segunda edição do Fórum Internacional de finanças na África sub-saariana (sigla em francês - FIFAS), durante uma cerimônia no Sofitel Hotel Marfinense, em Abidjan, na presença do ministro dos Transportes Gaoussou Touré.

Sra. Kaba, que congratulou-se com a escolha da Costa do Marfim para sediar FIFAS 2015, disse que está convicta de ver este fórum traçar as formas de criação de um "modelo financeiro Africano, a fim de impulsionar o desenvolvimento e as economias dos países africanos ".

Ela expressou a expectativa dos governos africanos sobre as conclusões desta reunião, e instou os participantes a se envolverem no trabalho.

"Gostaria de convidar os participantes a seguirem activamente as conferências e a participarem nos debates a fim de obterem o melhor lucro, mas também para fazerem as recomendações", aconselhou Kaba Nial.

Durante três dias, de segunda a quarta-feira, os participantes de vários países africanos discutirão nove temas, incluindo a inclusão financeira como motor do crescimento inclusivo na África sub-saariana ".

Esta segunda edição do FIFAS cujo tema é "criar um modelo financeiro Africano", é co-organizada pela Fundação FinAfrique e Gestão BNI.

ik / AKN / tm

#abidjan.net

Rwanda: o partido no poder favorável a um terceiro mandato do presidente Paul Kagame.

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A FPR (Frente Patriótica Ruandesa), partido no poder, pronunciou-se a favor de um terceiro mandato de Paul Kagamé. © Julie Jacobson/AP/SIPA

Os líderes da Frente Patriótica Ruandesa (FPR), o partido no poder em Ruanda, deu o seu apoio nesta segunda-feira, a uma possível reforma constitucional que permitiria o presidente Paul Kagame buscasse legalmente um terceiro mandato.

O partido do presidente Paul Kagame falou a favor de uma alteração no artigo 101 da Constituição, nesta segunda-feira, 15 de junho de 2015, autorizando-o a concorrer para a eleição presidencial de 2017, de acordo com a Reuters. A decisão foi tomada na sequência de um retiro da FPR de dois dias na periferia de Kigali.

Em seu estado atual, a Constituição ruandesa limita o presidente a dois mandatos de sete anos. Paul Kagame, que foi eleito em 2003 e reeleito em 2010 com uma vitória esmagadora, por isso não poderia buscar um terceiro mandato. No entanto, o ex-chefe do Estado de Ruanda nunca descartou a idéia de modificar o artigo 101, se o povo assim o quizesse. Quadros do Partido haviam "prometido seguir seriamente o debate para emendar a Constituição", escreveram eles no Twitter.

#jeuneafrique.com











domingo, 14 de junho de 2015

Guiné-Bissau busca retomada da cooperação militar com o Brasil.

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Foto: Jorge Cardoso - Assessoria de Comunicação Social (Ascom) Ministério da Defesa

A ministra da Defesa da República da Guiné-Bissau, Cadi Seidi, encontrou-se nesta quarta-feira com o colega brasileiro, o ministro Jaques Wagner. A visita teve como principal objetivo a retomada da cooperação militar entre os dois países.
Durante o encontro, o ministro Wagner lembrou o esforço de Guiné-Bissau na reestruturação de suas forças armadas. “Temos experiências exitosas na colaboração com países da África como Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Namíbia. Podemos contribuir no sentido de trazer as boas práticas brasileiras das nossas centenárias Forças Armadas”, completou. Wagner disse ainda que “a África é nosso entorno estratégico e o oceano Atlântico nos une”.
Já a ministra Cadi relatou que gostaria de contar com a experiência brasileira. “Contamos com o vosso apoio e solidariedade. Estamos reorganizando nossas forças armadas, elaborando uma reforma institucional nas áreas de defesa e segurança com novas leis”.
Entre as questões levantadas pela ministra Cadi estão a criação de uma escola de formação de oficiais, o intercâmbio com instituições de ensino militar brasileiro. “Está lançado o desafio, mas para isso tem que haver paz e estabilidade”.
De acordo com a ministra de Guiné-Bissau, o país possui um efetivo das Forças Armadas de 5 mil integrantes. Uma das prioridades do país também é o restabelecimento do serviço militar obrigatório.
Na conversa com o ministro Jaques Wagner, Cadi relatou que seu país possui uma grande área insular com uma rica biodiversidade que contribui para a preservação e reprodução de várias espécies do continente africano.
A ministra está em viagem ao Brasil desde terça-feira (09) quando visitou as instalações do Quartel General do Exército nas áreas de logística, engenharia e serviço militar.  Hoje pela manhã, a ministra foi condecorada com a Ordem do Mérito da Defesa, em comemoração pelos 16 anos do MD.

Durante a estada na capital do país, conhecerá também o Hospital das Forças Armadas, o Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília, a Secretaria de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto, a Chefia de Logística do Ministério da Defesa, e o Colégio Militar de Brasília.

Em abril do ano passado, Guiné-Bissau realizou as primeiras eleições presidenciais após o golpe militar ocorrido em 2012.

#defesanet.com.br


Guiné-Bissau: PR dá posse aos novos membros do conselho de estado e avisa : “Não é aceitável que alguém, ainda que titular de um órgão de soberania, decida pronunciar-se em nome de todas as autoridades guineenses”.

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O Presidente José Mário Vaz conferiu posse esta sexta-feira aos 13 membros do Conselho de Estado da República da Guiné-Bissau, dos quais três por inerência de funções, cinco representantes dos partidos políticos e cinco cidadãos de reconhecida idoneidade.

Na cerimónia de investidura o PR defendeu que as instituições da República devem ser interdependentes e interligadas, sobretudo, num contexto em que a unidade do Estado deve constituir uma realidade inquestionável na superação dos desafios do país.
José Mário Vaz fez questão de sublinhar que “não é aceitável que alguém, ainda que titular de um órgão de soberania, decida pronunciar-se em nome de todas as autoridades guineenses, dos partidos políticos ou do povo guineense, sem mandato para o efeito e sem consulta ou articulação prévia com os órgãos normalmente competentes para tal pronuncio ou posicionamento político.” 
Dessa forma o PR criticou o presidente da Assembleia Nacional Popular que na sua recente visita à Angola, no dia 20 de Maio, apresentou, publicamente, desculpas às autoridades angolanas pelo incidente ocorrido em 2012 que resultou na retirada das tropas da MISSANG que se encontravam em Bissau.

“O mais das vezes, não está em causa a assertividade do que se disse mas sim a legitimidade de quem o diz” considerou JOMAV para a seguir sublinhar que, “há que haver maior responsabilidade, há que haver um esforço de contenção do impulso mediático da vontade de aparecer.”

Para o PR “os titulares dos órgãos de soberania, por vezes, podem ser mais úteis à República se conseguirem manter uma dose adequada deRESERVADescrição: http://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png e discrição na sua conduta pública.”
JOMAV disse que a constituição da república impõe ao Primeiro Magistrado da nação a obrigação de garantir o regular funcionamento do Estado, conferindo-lhe poderes e responsabilidades únicas.
“As instituições públicas devem estar ao serviço dos cidadãos, defendendo a legalidade e combatendo firmemente a impunidade. Porque ninguém está acima da lei”, referiu o PR mencionando que a legitimidade para reclamar as honras e os privilégios, que esta nobre missão proporciona, tem de corresponder a uma cultura de exemplo e de elevados padrões éticos.

Por isso, considerou que este estado de coisas não ajuda aos esforços conjuntos de reabilitação da imagem das instituições do país.
No entanto, afirmou que a confiança dos cidadãos nas instituições da república e nos titulares dos órgãos da soberania depende da eficácia e discrição da atuação do servidor público pautadas pela apresentação de resultados concretos aos cidadãos, pela contenção e por um enorme sentido de Estado.

A estabilidade política e governativa são, segundo José Mário Vaz, resultados de instituições perenes porque são consequências de um Estado de direito no qual a justiça constitui um pilar fundamental.
“Tem que se combater a corrupção, o nepotismo e a impunidade, em suma tem que se fazer justiça perante os prevaricadores, para que possamos ter instituições fortes e estáveis, independentemente de quem nomeadamente as dirija”, exortou.

Aos membros do Conselho de Estado recém empossados, realçou a sua importância, por reunirem um conjunto invejável de qualidades através do qual irão contribuir, de forma determinante, na formação das opiniões do Conselho de Estado (CE).

O Presidente da República prometeu que vai continuar o processo de consultas e que “proximamente” vai reunir-se com o setor privado, com o conselho superior da defesa nacional, com o poder judiciário, com os partidos políticos com e sem assento parlamentar.

#gaznot.com

Guiné-Conacry: DIÁLOGO POLÍTICO - Cheick Sako solicitou a CNEI para parar suas atividades.

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É no quadro de um diálogo político renovado entre o campo presidencial e a oposição republicana para uma eventual saída da crise que a Guiné conheceu nos últimos meses, e que o ministro da Justiça, Cheick Sacko, em uma carta, exigiu a Comissão Nacional Eleitoral Independente, para parar por momento, suas atividades relativas aos preparativos para as eleições locais e presidencial de 2015.


Portanto, em correspondência, o provedor de justiça nacional para a crise na Guiné, também estendeu a mão para os dois protagonistas, o do movimento e da oposição, de que eles devem vir para a mesa de diálogo em 16 de Junho a fim de chegar a um consenso no âmbito da organização destas eleições, e, finalmente, uma verdadeira saída da crise.

Por: Leon KOLIE para GCI
2015-GuineeConakry.Info

Angola: Presidente está em Abu Dhabi.

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Fotografia: Rogério Tuti

Angola e os Emirados Árabes Unidos assinam hoje, em Abu Dhabi, um Acordo Geral de Cooperação que vai definir o âmbito da cooperação pretendida pelos dois países, afirmou ontem o ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, momentos depois do Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, ter desembarcado naquele país, onde cumpre uma visita oficial.

Edeltrudes Costa disse que Angola defende que antes seja assinado o Acordo Geral de Cooperação, para que depois se passe para o memorando de entendimento para a criação da Comissão Bilateral. Edeltrudes Costa referiu que só depois disso são tratados todos os instrumentos que tragam benefícios para ambas as partes. “Essa é, para nós, a grande expectativa dessa visita do Chefe de Estado angolano”, sublinhou.

O Acordo Geral de Cooperação é assinado no Mushirif  Palace, durante conversações oficiais ao mais alto nível. A delegação angolana é chefiada pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, enquanto a dos Emirados Árabes Unidos pelo príncipe herdeiro de Abu Dhabi e vice-comandante das Forças Armadas, Mohammed Bin Zayed Al Nahyan.
Ainda hoje, no período da tarde, o Chefe de Estado angolano e a delegação que o acompanha visitam os projectos da Cidade Ecológica e da Nova Ilha Cultural.

O ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti, disse que se está, neste momento, no início de uma relação importante entre Angola e os Emirados Árabes Unidos, que têm algumas afinidades, como a produção de petróleo, mas sublinhou que a cooperação vai além do ouro negro. Chikoti apontou, como exemplo, a cooperação já existente entre a TAAG e a Emirates, que vai permitir uma boa relação entre as duas companhias aéreas.
O ministro admitiu que os Emirados Árabes Unidos podem apoiar o processo de diversificação da economia angolana. Sem entrar em pormenores sobre o assunto, Georges Chikoti disse apenas que o Acordo Geral de Cooperação vai permitir que os dois países cooperem em muitas áreas, como as dos petróleos e hidrocarbonetos, comércio e turismo, além do já existente entre a TAAG e a Emirates.

Questionado sobre a possibilidade de um acordo para a supressão de vistos nos passaportes de serviço, Chikoti assegurou que o mesmo está previsto, mas a sua assinatura não é para já.

Empresários angolanos

Alguns empresários angolanos acompanham a visita do Presidente da República aos Emirados Árabes Unidos, para que, no local, possam constatar as melhores formas deINVESTIR naquele país do Médio Oriente, ou então colher experiências dos seus homólogos.

Paulo Gaspar, presidente da Associação Agropecuária e Comercial da Huíla, disse que os empresários angolanos têm nos Emirados Árabes Unidos grandes oportunidades, caso consigam fazer parcerias bem estruturadas. Os angolanos, acrescentou, têm muito a ganhar com a parceria dos Emirados Árabes Unidos, porque este é um país com uma economia sólida e estável. “Queremos tirar muitos bons exemplos desse país para podermos fazer também no nosso país”, afirmou. Entre as áreas que podem interessar os empresários angolanos, Paulo Gaspar apontou as energias renováveis, nas quais os Emirados Árabes Unidos têm uma grande experiência, assim como o comércio e o turismo, que pode ser uma das grandes apostas do Executivo para a diversificação da economia.
Paulo Gaspar disse que uma das apostas de Angola é também poder incentivar os empresários dos Emirados Árabes Unidos a investirem no país. “Numa primeira análise que fiz, percebi que eles estão interessados no nosso granito e outras pedras ornamentais que temos. Como sabem, a Huíla é muito forte nesta área.
 
Então, estamos apostados em poder levar daqui empresários que queiram investir em Angola”, referiu.
O empresário anunciou a realização, na primeira quinzena de Outubro, na Huíla, de um fórum de investidores, tendo afirmado que a sua presença em Abu Dhabi serve também para convidar os empresários dos Emirados Árabes Unidos a estarem presentes no fórum, que vai servir para reforçar os laços e estabelecer parcerias mutuamente vantajosas.
Angola mantém boas relações com os Emirados Árabes Unidos, tendo uma Embaixada em Abu Dhabi e um Consulado no Dubai. 

O país árabe também vai abrir, em breve, uma Embaixada em Angola. O pedido de abertura da Embaixada foi formalizado em Março de 2013, em Luanda, pelo ministro dos Negócios Estrangeiros dos Emirados Árabes Unidos, Abdallah Bin Zayed, durante uma audiência que lhe foi concedida pelo Chefe de Estado angolano.

Acordos na  China

Angola e China assinaram acordos sobre a Acta da primeira sessão da Comissão Orientadora para a Cooperação Económica, Técnica e Comercial entre os dois países e o respectivo Memorando de funcionamento, acordos de Cooperação Económica e Técnica, Aviação Civil e também no domínio financeiro.

As partes concordaram em encorajar as empresas a alargarem a cooperação às áreas da indústria, agricultura, pescas, transportes, energia, telecomunicações e cooperação pragmática, de vantagens recíprocas, susceptíveis de contribuir para a diversificação económica de Angola e um maior crescimento da China, potencializando os mecanismos já existentes e buscando outras soluções inovadoras.

Neste contexto, as partes concordaram em apoiar as visitas recíprocas de grupos empresariais dos dois países, promover o estabelecimento de parcerias e encorajar as respectivas associações e câmaras de comércio e empresas a participarem nas exposições e feiras comerciais a ter lugar em ambos os países, recorrendo ao uso dos diversos meios e mecanismos para aumentar o volume do comércio.
Com o objectivo de permitir um maior fluxo nas trocas comerciais e a consequente facilitação do intercâmbio entre os agentes económicos, as instituições académicas e, de um modo geral, entre as sociedades civis dos dois países, os dois Chefes de Estado acordaram que devem prosseguir os trabalhos no sentido de chegar a um acordo de facilitação de vistos entre os respectivos países.

As duas partes concordaram em aprofundar os contactos e a cooperação em assuntos internacionais e regionais no quadro da Organização das Nações Unidas e de outras organizações multilaterais e em prol da promoção de uma ordem política e económica cada vez mais justa e equilibrada em benefício dos respectivos povos e nações. 

Felicitações mútuas


O Presidente Xi Jinping felicitou o homólogo angolano pelo seu papel cada vez mais activo na busca de soluções que concorram para a estabilidade do Continente Africano, bem como pela eleição de Angola a membro não permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidades para o biénio 2015-2016.
O Presidente José Eduardo dos Santos felicitou o homólogo chinês pela sua liderança e clarividência no processo de desenvolvimento político, económico, social e cultural da República Popular da China.

A parte chinesa manifestou igualmente a sua disponibilidade em ajudar Angola a estabelecer um centro piloto de Tecnologia Agrícola, dando prioridade aos projectos de planificação agrícola, cooperação técnica agro-industrial e armazenamento. Para o efeito e no quadro do programa de ajuda ao desenvolvimento, as partes assinaram um acordo de cooperação económica e técnica, prevendo-se a construção de um centro de formação técnica e profissional de quadros.

No âmbito do reforço da cooperação e intercâmbio, Angola considera que a República Popular da China pode ser também um parceiro estratégico no domínio da ciência, da tecnologia e de inovação, designadamente, no desenvolvimento de projectos de investigação e apoio aos centros de pesquisa e na criação de infra-estruturas de investigação de ponta. As partes manifestaram-se  também particularmente interessadas em continuar a trabalhar para o estabelecimento do Instituto Confúcio em Angola.
O Chefe de Estado angolano convidou o seu homólogo chinês a efectuar uma visita de Estado a Angola. O convite foi aceite com satisfação, devendo a respectiva data ser acordada através dos canais diplomáticos.

#jornaldeangola.sapo.ao

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