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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

terça-feira, 7 de junho de 2016

SENEGAL: O Karim não quer um perdão presidencial.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

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Para a liberação antecipada de Karim Wade, condenado a seis anos de prisão, ele vai explorar todos os caminhos legais, exceto e talvez a de um perdão presidencial. O filho do ex-chefe de Estado Abdoulaye Wade não tem a intenção de pedir esse favor ao presidente Macky Sall para respirar o ar da liberdade antes do fim de sua sentença. Isso é o que ele sugeriu a um dos líderes do PDS que o visitaram ontem, segunda-feira, 6 de junho.
"Devemos ficar nos princípios e valores", disse Karim que teve seu interlocutor a falar com AS para sua edição desta terça-feira. Este, o documento diz que o ex-ministro de Estado para uma chamada sobre as consequências do parecer do Grupo de Trabalho das Nações Unidas, que considerou detenção "arbitrária".
É mais uma prova de que Karim está a descansar bem em suas botas, apesar da atmosfera de aliviar as tensões entre o PDS em abril, procedimentos que estalou na ONU e no Tribunal de Arbitragem em Paris que estão em andamento. De acordo com o AS, o Conselho de Direitos Humanos deve decidir sobre o assunto de Karim Wade no dia 6 de setembro.

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ANGOLA: A FILHA DO PRESIDENTE - ELA É A MAIOR E MELHOR!

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ovos-sonangol

Em Angola há uma inequívoca justificação para que Isabel dos Santos tenha sido nomeada e tomado hoje posse como Presidente do Conselho de Administração da Sonangol. Sua majestade o rei seu pai exige a contratação dos melhores quadros para gerir o país e travar a “gestão danosa” na administração pública. E fora do clã familiar não havia, nem há, ninguém com essas qualidades.

Aposição vem, aliás, expressa no comunicado do bureau político do Comité Central do partido, a propósito do dia da Paz e da Reconciliação Nacional, 4 de Abril, que invoca o fim da guerra civil em Angola (2002), e cujo acto central comemorativo teve lugar em Saurimo, na Lunda Sul.
Além disso, todos nos recordamos que a princesa Isabel, herdeira directa do trono, afirmou em entrevista ao The Wall Street Journal que nunca recebeu qualquer ajuda por parte do paizinho, rei de Angola desde 1979: “Não sou financiada por dinheiro estatal nem por fundos públicos”.
Para sua majestade o rei, “no actual contexto da vida do país”, de crise profunda, recomenda-se “uma maior atenção ao desempenho dos quadros, aos quais foram confiadas tarefas de gestão”, acompanhada de um “combate mais firme contra a administração económica danosa ou irresponsável nas empresas públicas e à falta de disciplina na execução dos orçamentos afectos aos serviços da administração pública central e local”.
Paralelamente, o partido liderado por José Eduardo dos Santos, que é também titular do poder executivo e Presidente da República (nunca nominalmente eleito e no poder desde 1979), reitera a vontade de “tomar providências para colocar, no aparelho do Estado, quadros com um perfil mais adequado” à gestão pública.
E assim sendo, quem melhor do que a princesa herdeira para comandar a Sonangol e, mais tarde, o reino?
Como é evidente, basta ver os últimos 40 anos, “quadros com o perfil adequado” só existem no MPLA. Daí que, agora mais do que nunca, o regime defenda que o MPLA continua a ser Angola, e que Angola continua a ser o MPLA. Isto, é claro, para além de o MPLA ser José Eduardo dos Santos e José Eduardo dos Santos ser o MPLA.
“Que tenham sentido de responsabilidade e a consciência necessária para ajudá-lo, enquanto força política governante, a fazer cumprir a sua orientação, que prevê o desenvolvimento de instituições fortes e capazes de realizar a sua missão, com eficiência”, refere o comunicado do bureau político do MPLA.
Recordando o pronunciamento feito em Março pelo rei, os 14 anos de paz no reino são assinalados com um balanço em que as “metas preconizadas” ficam “muito aquém” do que foi definido, nomeadamente “para o aumento da produção, da melhoria da gestão das empresas públicas, do funcionamento do sector bancário, do apoio ao empresário privado angolano e do enquadramento dos quadros recém-formados”.
O aniversário do fim da guerra civil em Angola ficou este ano marcado pela profunda crise financeira, económica e social que o reino atravessa, devido à quebra para menos de metade nas receitas com a exportação de petróleo, e epidemias de malária e febre-amarela que estão a levar centenas de pessoas todos os dias aos hospitais, somando-se assustadoramente os casos de morte, sobretudo de Luanda.
“O MPLA e o executivo continuam a mobilizar os angolanos, particularmente os empresários, para agirem, com urgência, para o aumento significativo da produção interna, especialmente a de bens de primeira necessidade, para a satisfação plena da demanda nacional e da diversificação das exportações, para o incremento das receitas em divisas”, refere o comunicado daquele órgão central do partido do rei.

Lei da probidade morreu há muito

ALei da Probidade Pública constituiria, segundo seu articulado e os devaneios propagandísticos do regime, mais um passo para a boa governação, tendo em conta o reforço dos mecanismos de combate à cultura da corrupção.
Recorde-se que a Assembleia Nacional aprovou no dia 5 de Março de 2010, com o devido e apologético destaque propagandístico da imprensa do regime e não só, por unanimidade, a Lei da Probidade Administrativa, que visaria (de acordo com a versão oficial) moralizar a actuação dos agentes públicos angolanos.
Disseram na altura, e continuam a dizer agora, que o objectivo da lei era conferir à gestão pública uma maior transparência, respeito dos valores da democracia, da moralidade e dos valores éticos, universalmente aceites.
José Eduardo dos Santos, quando deu posse ao então novo Governo, entretanto várias vezes remodelado, reafirmou a sua aposta na “tolerância zero” aos actos ilícitos na administração pública.
Apesar da unanimidade do Parlamento, e passado todo este tempo, o melhor é fazer, continuar a fazer, o que é aconselhável e prudente quando chegam notícias sobre a honorabilidade do regime, esperar (sentado) para ver se nos próximos dez ou 20 anos (o optimismos faz parte do nosso ADN) a “tolerância zero” sai do papel em relação aos donos dos aviários e não, como é habitual, no caso dos pilha-galinhas.
Essa lei “define os deveres e a responsabilidade e obrigações dos servidores públicos na sua actividade quotidiana de forma a assegurar-se a moralidade, a imparcialidade e a honestidade administrativa”. É bonito. Digam lá que não parece – em teoria – um Estado de Direito?
Mas alguém acredita? Mas alguém está interessado? Acreditarão nisso os 68% (68 em cada 100) dos angolanos que são gerados com fome, nascem com fome e morrem pouco depois com fome? Ou as 45% das crianças que sofrem de má nutrição crónica, sendo que uma em cada quatro (25%) morre antes de atingir os cinco anos?
Se calhar não acreditam. Têm, contudo, de estar caladinhos e nem pecar em pensamentos. Mas acredita, diz, José Eduardo dos Santos. E isso basta. Se calhar a Lei da Probidade Administrativa fará que Angola suba para aí meio lugar nos últimos lugares do “ranking” que analisa a corrupção.
Acreditarão na Lei da Probidade Administrativa todos aqueles que sabem, até mesmo os que dentro do MPLA batem palmas à ordem do chefe, que em Angola a dependência sócio-económica a favores, privilégios e bens, ou seja, o cabritismo, é o método utilizado pelo MPLA para amordaçar os angolanos? Acreditarão os que sabem que 80% do Produto Interno Bruto é produzido por estrangeiros; que mais de 90% da riqueza nacional privada foi subtraída do erário público e está concentrada em menos de 0,5% da população?
Acreditarão na Lei da Probidade Administrativa todos os que sabem que o acesso à boa educação, aos condomínios, ao capital accionista dos bancos e das seguradoras, aos grandes negócios, às licitações dos blocos petrolíferos, está limitado a um grupo muito restrito de famílias ligadas ao regime no poder?
Também não interessa se acreditam ou não. O importante é que o MPLA recebe os encómios dos países acocorados perante o petróleo angolano, que preferem negociar com um regime corrupto do que, eventualmente, com um que tenha uma base democrática.
Se calhar, pensam baixinhos os angolanos que usam a cabeça e não a barriga para analisar o seu país, para haver probidade seria preciso que o poder judicial fosse independente e que o Presidente da República não fosse – como acontece à luz da Constituição – o “cabeça de lista” (ou seja o deputado colocado no primeiro lugar da lista), eleito pelo do circulo nacional nas eleições para a Assembleia Nacional.
Se calhar para haver probidade seria preciso que Angola fosse um Estado de Direito, coisa que manifestamente (ainda) não é.
#http://jornalf8.net/

GUINÉ-BISSAU: «TALENTO» MÚSICO GUINEENSE, DON PINA OFERECE UM PACOTE DE FLYERES PARA A NOSSA SELECÇÃO NACIONAL DE FUTEBOL (DJURTUS) COMO PRÉMIO PARA AJUDAR O POVO TER UM OBJECTO DIFERENTE PARA MANIFESTAR A NOSSA PRESENÇA NO CAMPEONATO DA TAÇA DAS NAÇÕES AFRICANAS (CAN-2017).

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Autor de imagens: 


DON PINA, guineense radicado em Manchester (Inglaterra), a terminar a Licenciatura em Media Production and Television Films na Universidade de Bolton. Com muito esforço conseguiu criar uma empresa denominada "OMNIPOTENTE UNIVERSE", dedicada a fazer videoclips de musicas, instrumentais de musica, design gráfico e websites. 

Em entrevista (telefónica) exclusiva ao Blogue Conosaba do Porto, o talentoso músico afirma que pretende futuramente criar uma empresa (de género) na Guiné-Bissau. 

Don Pina tem vários videoclips , instrumentais de música e vários designs feitos pela sua empresa para clientes de todo mundo, nomeadamente: em Londres, Barcelona, Madrid, Paris, Lisboa, Bissau, Angola e Brasil".


Conosaba

GUINÉ-BISSAU: «FOTOS» PRIMEIRO-MINISTRO DA GUINÉ-BISSAU REGRESSA A BISSAU APÓS A SUA PARTICIPAÇÃO NA CIMEIRA DOS CHEFES DE ESTADOS DA CEDEAO E UEMOA.

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Chegada no aeroporto Osvaldo Vieira.
Cumprimentando os membros do Governo.







GUINÉ-BISSAU: IAFAI SANI EXIGE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA A RECONSIDERAR SUA POSIÇÃO.

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Iafai Sani, deputado do PAIGC

O deputado do PAIGC barricado no palácio de governo em protesto a decisão do presidente em nomear Baciro Dja como primeiro-ministro garantiu que vão permanecer na prematura até que o presidente reconsidere sua posição.

Iafai Sani que falava a Rádio Sol Mansi via telefone, disse também que na democracia quem ganha é que deve governar. “ É normal que numa democracia quem ganha é que deve governar. Agora tirar poder ao partido vencedor com maioria absoluta, e entregar ao partido que não venceu, é lamentável”.

deputado sublinhou que como parte do problema vigente no país, é evidente que a delegação da CEDEAO esperada hoje no país se reúna com eles, tendo adiantado que os barricados estão numa situação infra-humana que em pleno século 21 não é permitido por estarem sem comida e medicamentos para os dependentes.

Sobre o eventual pedido por parte da delegação de CEDEAO em abandonar o palácio do governo, o deputado respondeu que vão medir o eventual apelo da CEDEAO, vão igualmente avançar com suas propostas e explicar o motivo da barricada.

De referir que os líderes religiosos estiveram reunido esta manhã com os dirigentes barricados no palácio de governo.

Entretanto, o Ministério Público através de uma nota de imprensa divulgada esta sexta-feira 3 de Junho, deu um prazo não superior a 48 h ao governo cessante para proceder de forma livre e ordeira a desocupação das instalações e delegou a Polícia da Ordem Pública para execução do referido despacho.

O MP justifica sua decisão com base no pedido de intervenção e denúncia que teria sido formulado pelo gabinete do novo primeiro-ministro, Baciro Dja, contra o governo cessante

Por: Nautaran Marcos Có /Rádio Sol Mansi/conosaba

segunda-feira, 6 de junho de 2016

INCONDICIONALMENTE, BLOGUE CONOSABA DO PORTO, DEFENDE E APOIA A RECANDIDATURA DO MANUEL NASCIMENTO LOPES "MANELINHO" A PRESIDÊNCIA DA FEDERAÇÃO DA GUINÉ-BISSAU (ÉS DIAS BÔ FRIANTANU CORÇON! NÔ NA GARDICI BÓS: ABARKA MANELINHO, ABARKA CANDÉ ABARKA NÕ DJUGADURIS DI SELECÇÃO NACIONAL).

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EM EQUIPA QUE GANHA NÃO SE MEXE!


Muito Obrigado Nho Manelinho, pa Deus dau bida cumprido, pa bu tene inda dinhero ampakay pa bu pudi djuda bu terra...problemas tem na terra mas nha corçon fria yem desdi aonti! Buna fica na História di nô terra! África cu mundo na papia em termos di futebol, di nô naçon!



On-Djarama Mister Candé (o que é nacional é bom) Hy ka aós cu bu cunsa és caminhada a ly frutas na cusidu bok, pa leba bu bandera lundju!


Jovens, sim bô esforços na campo, nô ka na tchiga nundé cu nô sta nel aós "Djurtus"! Na pidi bós...bô ten pacença bô tici nu  taça na 2017 pa casa!

«MEMBROS DO GOVERNO DEMITIDOS DA GUINÉ-BISSAU» - 'NINGUÉM ENTRA. SÓ É PERMITIDO A SAÍDA DAS PESSOAS NA SEDE DO GOVERNO'

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Membros do Governo demitido da Guiné-Bissau continuam a ocupar instalações do executivo


Vários membros do Governo demitido da Guiné-Bissau continuam a ocupar o palácio governamental, apesar do ultimato dado pelo Ministério Público para saírem das instalações durante o dia de hoje.

Elementos de forças policiais chegaram ao palácio pelas 17:30 e estão a impedir entradas, disse à Lusa o ministro da Comunicação Social do Governo cessante, Agnelo Regalla.

"Ninguém entra. Só é permitida a saída das pessoas que estão na sede do Governo", acrescentou.

Não há registo de atritos e o ambiente é calmo, acrescentou.

Segundo Agnelo Regalla, os membros do executivo demitido a 12 de maio, de maioria PAIGC (Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde), pretendem continuar o ocupar as instalações, como protesto contra a entrada em funções de um novo governo.

Consideram que o Presidente da República, José Mário Vaz, violou a Constituição ao dar posse na sexta-feira a um executivo que não resulta da vontade do PAIGC, partido que venceu as últimas eleições (2014).

Libéria: A Presidente Sirleaf em terras da CEDEAO para trabalho.

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A líder liberiano Presidente Ellen Johnson Sirleaf foi nomeada Presidente da Conferência da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).

A Presidente Sirleaf foi nomeada por unanimidade para o cargo no sábado à noite pelos seus pares, revelaram numa declaração, nesse domingo.

A líder liberiano foi nomeado para o cargo por ocasião do 49º Período Ordinário de Sessões da organização regional realizada em Dakar.

Expirou

Na ocasião, o novo Presidente  da Comissão da CEDEAO, Sr. Marcel A. de Souza, foi oficialmente investido.

A Presidente Sirleaf substitui o líder senegalês Macky Sall cujo mandato expirou.

O Presidente da Conferência é indicado pelos demais chefes de Estado e de Governo para gerir os negócios da organização por um ano.

Várias questões

O Ministro das Relações Exteriores do país do Presidente da Conferência torna-se automaticamente o presidente do Conselho de Ministros.

Os líderes da CEDEAO aproveitou a oportunidade para discutir várias questões, incluindo o relatório da 76ª Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da CEDEAO e da 36ª Sessão Ordinária do Conselho de Mediação e Segurança da organização regional.

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sexta-feira, 3 de junho de 2016

Presidente angolano nomeia a filha para a empresa estatal de petróleo.

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Angolan president appoints daughter to state oil firm
Isabel dos Santos, filha do presidente angolano José Eduardo dos Santos. FOTO | NATION MEDIA GROUP

Presidente angolano José Eduardo dos Santos, nomeou sua filha mais velha, Isabel dos Santos, como administrador não executivo da empresa petrolífera estatal Sonangol.

A nomeação está contida em uma declaração emitida pelo Escritório da Casa Civil da Presidência  nesta quinta-feira.

Sr. Jerónimo Fernando de Carvalho foi nomeado o administrador executivo da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola, de acordo com o comunicado.

Filho mais velho

Presidente dos Santos, em 2013, nomeou seu filho mais velho, José Filomeno dos Santos, para dirigir os US $ 5 bilhões de investimento angolano como fundo soberano estratégico, criada em Outubro de 2012.

Ativos da Isabel dos Santos em Angola incluem uma participação de 25 por cento na Unitel, uma das duas redes de telefonia móvel do país e outros 25 por cento de participação no Banco Internacional de Crédito (BIC).

Na declaração nesta quinta-feira ela disse que a Sonangol tinha adotado um novo modelo de negócio e deixaria a prospecção e produção de petróleo.

A gerência

A empresa vai concentrar-se na gestão e no acompanhamento dos acordos de petróleo.

A Francesa Total é o maior produtor de petróleo em Angola, extraindo cerca de 700 barris por dia, respondendo por cerca de 42 por cento da produção de todo o país.

A britânica BP e a Chevron-americana também operam em Angola.

Rregularmente citado

Angola é o segundo maior produtor de petróleo em África e é regularmente citada como uma das economias de mais rápido crescimento do continente.

No entanto, desde o início de 2015, o país sul Africano enfrentou uma grave crise económica ocasionada pela diminuição dos preços do petróleo no mercado internacional.

Angola conta com as exportações de petróleo para dois terços das receitas fiscais, e 95 por cento das suas receitas em moeda estrangeira.

Receitas públicas

Os críticos dizem que os bilhões de dólares de petróleo fluíram e não têm beneficiado as pessoas comuns, e só conseguiram criar uma pequena elite.

De acordo com as Nações Unidas, o setor de petróleo representa 97 por cento das exportações de Angola e 80 por cento das receitas públicas e emprega um por cento da população que vive, com menos de US $ 2 por dia.

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NOVO GOVERNO DA GUINÉ-BISSAU COMPÕE-SE 19 MINISTROS E 12 SECRETÁRIOS DE ESTADO.

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NOVO GOVERNO DA GUINÉ-BISSAU COMPÕE-SE 19 MINISTROS E 12 SECRETÁRIOS DE ESTADO





Foto de Braima Darame

Novo governo guineense tem 31 membros.

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O novo governo guineense anunciado por decreto presidencial contempla 31 membros, entre 19 ministros e 12 secretários de Estado. O novo executivo de Baciro Djá tomou posse nesta quinta-feira.
Não foi divulgado até ao momento o nome do detentor da pasta da diplomacia e nenhuma explicação foi avançada para o efeito.
A maioria dos membros do elenco governativo é oriunda das fileiras do PRS, Partido da renovação social, maior força da oposição e de dissidentes do PAIGC, Partido africano para a independência da Guiné e Cabo Verde, força mais votada nas últimas eleições legislativas.
Três dos ministros têm a categoria de ministro de Estado, incluindo Botche Candé, nomeado para o Interior. 
Este sendo uma figura proeminente do PAIGC no leste do país não terá, porém, comparecido na cerimónia e encontrar-se-ia na sede do partido, junto a Domingos Simões Pereira, o respectivo presidente.
Esta força política, por sinal também a do chefe de Estado actual, continua em rota de colisão com José Mário Vaz.
A dissidência de 15 deputados do partido histórico e consequente aliança ao PRS veio fazer periclitar a maioria do partido de Amílcar Cabral na Assembleia nacional popular.
Este executivo tem sido alvo de contestação por parte do PAIGC que advoga ser constitucionalmente uma prerrogativa sua apontar o nome do chefe do executivo, após o presidente ter demitido, sucessivamente, Domingos Simões Pereira e Carlos Correia.
O PRS veio esta semana admitir ter sido da sua iniciativa a proposta de Baciro Djá para a chefia do novo executivo.
O partido do já desaparecido presidente Kumba Yalá advoga nova maioria no parlamento, graças ao acordo obtido com os dissidentes do PAIGC, tidos como próximos do presidente actual.
#rfi.fr

«QUE GANDA BRONCA!» "FUI CONVIDADO PELO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, MAS POSSO GARANTIR AOS DIRIGENTES, MILITANTES E SIMPATIZANTES DO MEU PARTIDO QUE JAMAIS IREI TRAIR O PAIGC", DIZ BOTCHE CANDÉ.

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Botche Candé, o indigitado ministro de Estado e do Interior da Guiné-Bissau, disse ontem que declinou o convite que lhe foi endereçado para o cargo pelo Presidente guineense, José Mário Vaz.

Em curtas declarações na sede do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC),Botche Candé prometeu revelar na sexta-feira, em conferência de imprensa, os pormenores da conversa que manteve com o chefe de Estado, aquando do convite, mas adiantou que decidiu não integrar o Governo de Baciro Dja.

"Fui convidado pelo Presidente (da República), mas posso garantir aos dirigentes, militantes e simpatizantes do meu partido que jamais irei trair o PAIGC", disse Candé, membro da direção e atualmente coordenador do partido na província leste.

Botche Candé desempenhou o cargo de ministro do Interior entre 04 de julho a 28 de novembro de 2014, data em que foi exonerado pelo Presidente guineense na sequência de desavenças do então executivo com o chefe de Estado sobre um caso na fronteira do país com o vizinho Senegal.

Clube De Ouvintes Da Rádio Jovem Bissau com Conosaba


quinta-feira, 2 de junho de 2016

Senegal: O Presidente Macky Sall disse que a sentença do juiz foi demasiado branda para o Imam Seye.

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"Se fosse da competência do governo, ele serviria muito mais do que isso. "Esta é a reação do presidente Macky Sall para a sentença de um ano de prisão atribuído ao Imam Ibrahima Seye por defender o terrorismo, e incitar a desobediência militar e intolerância religiosa.
Para o Chefe de Estado, que falava à Rfi esta manhã, "quando a segurança nacional está em risco, devemos ser punidos com firmeza, para não incentivar outros a seguirem o mesmo caminho ". Macky Sall acrescentou: "Acho que o governo deve apelar. Isto é o que é normal. "

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EX-CHEFE MILITAR DA GUINÉ-BISSAU PODE ENFRENTAR PRISÃO PERPÉTUA NOS EUA

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Bubo NaTchuto confessou os crimes de tráfico de droga em maio de 2014, estando em prisão preventiva em Nova Iorque desde então. Ex-chefe de Estado-Maior da Guiné-Bissau pode enfrentar prisão perpétua.

O ex-chefe de Estado-Maior da Armada da Guiné-Bissau Bubo NaTchuto, que confessou os crimes de tráfico de droga em maio de 2014, acaba de pedir um novo advogado no tribunal de Nova Iorque onde o seu processo decorre.

Segundo fonte do tribunal, o novo advogado, que substitui Sabrina Shroff, já foi nomeado, chama-se Patrick James Joice e vai estar presente na próxima audição do caso, que acontece a 13 de junho.

Bubo Na Tchuto foi capturado pelos Estados Unidos numa ação antidroga em 2013 e confessou os crimes no ano seguinte, bem como outros três homens que foram detidos na mesma ocasião.

Ao contrário destes outros homens, que receberam a sua sentença meses depois, Na Tchuto ainda não foi sentenciado e o seu caso está selado no tribunal onde decorre.

Na altura da confissão, fonte ligada ao processo disse à Lusa que o ex-militar tomou essa decisão para conseguir uma redução da pena, que pode ir até perpétua.

Quanto aos outros homens, Tchamy Yala foi condenado a cinco anos de prisão, Papis Djeme foi condenado a seis anos e meio de prisão e Malam Mane Sanha já cumpriu os 36 meses de pena e foi deportado no final do ano passado para Portugal, por ter nacionalidade portuguesa e guineense, mas ter usado o passaporte português no processo de deportação.

Em abril de 2103, Na Tchuto e os companheiros foram detidos em águas internacionais, ao largo de Cabo Verde, por uma equipa da agência de combate ao tráfico de droga norte-americana.

Segundo a acusação, Na Tchuto cobrava um milhão de dólares norte-americanos (cerca de 900 mil euros) por cada tonelada de cocaína da América do Sul recebida na Guiné-Bissau.

observador com Conosaba

Doka Internacional: In Jornal de Angola Online.

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DOKA  INTERNACIONAL- A OGIVA NUCLEAR

O dito artigo publicado pelo Jornal de Angola “In Jornal de Angola Online”não passa de uma encomenda do DSP e seu bando de bandidos e criminosos (inimigos do povo Guineense).

Para quem é burro como os editores do Bolg Progresso Nacional de Domingos Simões Pereira e seus lacaios, Angola é um estado livre e independente cujos cidadãos são livres de exprimir o que sentem desde o momento este sentir não visa tentar contra o estado que custou suor e sangue de bons filhos daquele País irmão. Por isso, um jornal bem pago, vende ideias demagogas de pessoas como DSP no intuito de desviar atenção aos Guineenses e a Comunidade Internacional, para fazer vincar a cultura da corrupção, nepotismo e da divisão de classe (Guineenses de primeira a Guineenses de quarta).

Com muito respeito aos editores do dito Jornal, o Doka Internacional entende que foram muito irresponsáveis na edição deste artigo que de certa forma não pode mais confundir ninguém.

Se não, vejamos o caso do famoso Luaty Beirão e outros activista em Angola. Ouve intentos no parlamento Português no sentido de um posicionamento a favor destes activistas ou golpistas mais não surtiu efeito. Facto que ratifica a cultura de não ingerência nos assuntos internos de outros País, porque cada estado sabe o povo que tem e cada presidente sabe o Governo que tem.

Vejo que este Jornal parece atento aos assuntos correntes da Guiné Bissau, mais não consegue fazer notícias sem que a mesma seja por encomenda.
Mas onde é que estava este Jornal quando as atribuições do Presidente República da Guiné Bissau foram usurpadas pelo então Governo corrupto do DSP?

Onde raios se meteram os editores deste Jornal, quando voluntariamente o Presidente da Assembleia Nacional Popular da Guiné Bissau decidiu fazer presidência aberta, falar em nome da nação, andar com uma coluna de defesa e segurança, direitos que são exclusivos à Senhor Presidente da República na constituição Guineense?

Igualmente onde estavam quando o Presidente da ANP preside estupidamente uma sessão onde foram dirigidas palavras de insultos e difamação a Sua Excelência Sr. Presidente da República durante toda sessão?  

Quem não se lembra da plataforma montada durante quatro dias no Palácio da República onde foram dirigidas palavras indecentes a figura do Presidente?   

In Jornal de Angola Online, vocês não viram com certeza o recente ataque à vedação do Palácio da República liderado por antiga ministra da saúde e dois deputados do PAIGC acompanhados de aproximadamente três dezenas de cidadãos neste atentado contra o estado?

Por favor, nós também somos povos livres e soberanos e merecemos devido respeito de outros povos.

Em suma, se Domingos fosse inteligente e patriota, e não olhava apenas para seus interesses, este seria para ele o momento certo de ir buscar emprego neste Jornal (In Jornal de Angola Online) visto que ambos detêm a mesma capacidade de mentiras e desinformação, porque amanhã poderá ser demasiado tarde.  


Angola: Presidente dos Santos permanece único candidato do partido no poder.

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Presidente José Eduardo dos Santos. ARQUIVO | NATION MEDIA GROUP

O líder de longo período servindo Angola, José Eduardo dos Santos é até agora o único candidato à presidência do seu partido à frente da eleição geral prevista para agosto de 2017.

O MPLA está programado para realizar o seu sétimo congresso em agosto, de onde se espera o nome do seu porta-bandeira para as eleições de 2017.

O MPLA em abril convidou candidatos para a presidência do partido, mas não atraiu nenhum.

Candidatos

Os possíveis candidatos foram obrigados a fornecer 200.000 assinaturas como membros do partido.

O prazo 30 de maio para as aplicações foi estendido agora para o final de junho.

"Até o momento, não há nenhuma outra candidatura para além da do camarada José Eduardo dos Santos, disse aos jornalistas " o vice-presidente do MPLA, Roberto de Almeida.

O país

"O período de inscrição estará aberta até o final de junho", acrescentou.

O Presidente dos Santos, de 73 anos de idade, e seu Movimento Popular para a Libertação de Angola (MPLA) têm governado o país desde 1979.

O líder angolano é o segundo mais antigo líder da África depois de Theodoro Obiang 'Nguema da Guiné Equatorial.

#africareview.com

ANGOLA: PRESIDENTE, TENHA VERGONHA!

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vergonha-chipala

Segundo o Boletim Oficial do regime de José Eduardo dos Santos, “o Governo reafirma o seu propósito de materializar o estabelecido nos instrumentos jurídicos, nacionais e internacionais, aplicáveis à protecção e à promoção dos direitos inalienáveis da pessoa humana e da criança em particular”.

Como anedota até não está mal. Mas a questão das nossas crianças não se coaduna com os histriónicos delírios de um regime esclavagista que as trata como coisas.
Numa declaração a propósito do Dia Internacional da Criança, que se comemora hoje sob o lema “Com os 11 Compromissos reforcemos o Desenvolvimento Integral da Criança”, o Governo sublinha que, na qualidade de signatário da Convenção sobre os Direitos da Criança, Angola adoptou e incorporou na legislação nacional os princípios estabelecidos naquele instrumento jurídico internacional, no que diz respeito à garantia da sobrevivência e ao bem-estar das crianças.
Assinar convenções, o governo assina. Cumpri-las é que é uma chatice. Por alguma razão, por cada 1.000 nados vivos morrem em Angola 156,9 crianças até aos cinco anos, apresentando por isso a mais alta taxa de mortalidade mundial em 2015.
No documento, o Governo garante que tem adoptado medidas administrativas, legislativas e de outra natureza, com vista à implementação dos direitos da Criança universalmente reconhecidos e plasmados na Constituição da República, sem distinção de sexo, crença religiosa, raça, origem étnica ou social, posição económica, deficiência física, lugar de nascimento ou qualquer condição da criança, dos seus pais ou dos seus representantes legais.
Muito gosta o regime de gozar com a nossa chipala, fazendo de todos nós um bando de malfeitores matumbos. Como se não soubéssemos que as nossas crianças são geradas com fome, nascem com fome e morrem, pouco depois, com fome.
“Angola registou avanços consideráveis com o estabelecimento de um quadro legal de referência para a promoção e defesa dos direitos da criança em vários domínios, designadamente com a adopção da Lei sobre a Protecção e Desenvolvimento Integral da Criança, que incorpora os princípios da Convenção dos Direitos da Criança e da Carta Africana e os 11 Compromissos para a Criança, que se constituem, de facto, no núcleo de uma agenda nacional para a criança angolana”, lê-se no documento.
Será por isso que Angola aparece na cauda da tabela da mortalidade infantil mundial e foi o país com a segunda mais baixa esperança de vida em 2015, segundo o último relatório anual da Organização Mundial de Saúde (OMS).
O Governo afirma igualmente que a materialização dos Planos de Reconstrução e Desenvolvimento Nacional, associados às Políticas e Programas de Protecção Social, têm favorecido a melhoria das condições de vida da população e, consequentemente, das crianças angolanas.
Será por isso que a esperança média de vida à nascença em Angola cifrou-se nos 52,4 anos, apenas à frente da Serra Leoa, com 50,1 anos.
Diz o regime no texto enviado ao Boletim Oficial, que apesar das condições conjunturais difíceis por que passa a economia nacional e internacional, o Governo vai continuar a desenvolver esforços significativos para reconstruir os sistemas e infra-estruturas sociais, para aumentar a oferta, cobertura e qualidade dos serviços de saúde materno-infantil, para a expansão da educação e para a implementação dos programas de vacinação, de água potável e saneamento, a fim de se verificarem progressos substanciais no Índice de Desenvolvimento Humano.
“Nesta data especial, o Governo apela a todas as instituições públicas e privadas, às famílias, às igrejas e à sociedade civil em geral para transmitirem às crianças valores, informações e normas de comportamento de interesse social e cultural, no sentido de contribuírem para o desenvolvimento harmonioso da sua personalidade, das suas aptidões e capacidade mental e física, para que elas assumam uma vida responsável numa sociedade livre, com espírito de compreensão, paz, tolerância, igualdade do género e respeito ao meio ambiente”, sublinha o documento.
No documento, o Governo sublinha que a magnitude das tarefas que ainda tem por realizar, exige que os direitos das crianças sejam respeitados, protegidos e valorizados por todos os cidadãos, para que elas possam viver dignamente, com muito amor e carinho.
“Nunca nos devemos esquecer que elas serão o nosso futuro”, destaca o Governo no auge do seu etílico delírio, saudando todas as crianças, augurando que possam viver saudáveis e felizes e que a breve trecho possam desfrutar de todos os benefícios de uma protecção integral que garanta a realização plena dos seus direitos fundamentais.
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ANGOLA: AGORA É QUE VAI SER…

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fosfatosCabinda



A nova mina do Cutato, província angolana do Cuando Cubango, arranca este ano, após um investimento de 226 milhões de dólares, e produzirá 18 mil toneladas de ferro, um dos vários projectos mineiros em curso. Crise? Não. Quem diria…

Sua majestade o rei de Angola, José Eduardo dos Santos, deu ordens para todos diversificarem a economia. Vai daí, não há ministro que se preze que não tenha projectos para apresentar ou reapresentar.
A informação foi hoje avançada pelo ministro da Geologia e Minas de Angola, Francisco Queiroz, em conferência de imprensa, na qual radiografou o sector que dirige.
Segundo o governante, o projecto, na localidade de Cutato, no município do Cuchi, encontra-se em fase bastante avançada e vai gerar 3.500 postos de trabalho. E, como todos os outros, vai com certeza gerar muitos votos para o MPLA.
O projecto combinado, com uma plantação de eucaliptos, para a produção de carvão vegetal com vista ao fornecimento de energia para o seu funcionamento, vai estar em condições de atingir as 90 mil toneladas de ferro no próximo ano.
Ainda na área do ferro, está em preparação o arranque do projecto mineiro siderúrgico de Cassinga, província da Huíla, cuja primeira fase deverá iniciar entre 2017 e 2018, indicou o ministro.
“O projecto mineiro siderúrgico de Cassinga já funcionou no período colonial e teve um período de re-arranque, mas depois abrandou. Neste momento o titular do poder executivo [Presidente José Eduardo dos Santos] orientou a sua reabertura dentro de um novo modelo, que está em curso”, explicou o governante angolano.
Essa primeira fase prevê a produção anual de 1,700 milhões de toneladas de ferro, podendo gerar 800 postos de trabalho.
Na província do Cuanza Norte, o desenvolvimento de um projecto de exploração de ferro está previsto para a localidade do Cerca, com um custo avaliado em 290 milhões de dólares, podendo garantir emprego a 100 pessoas a partir de 2018.
Relativamente à exploração do ouro, o ministro da Geologia e Minas angolano avançou que o projecto da mina do Mpopo, província da Huíla, com o custo de 288 milhões de dólares, vai iniciar a montagem das minas em 2017 e a produção em 2018, devendo gerar cerca de 250 novos empregos.
“Há um outro projecto de outo na província da Huíla também, que está um pouco mais atrasado, mas é um projecto promissor também e que vai gerar não apenas postos de trabalho como receitas fiscais para o Estado”, destacou.
A exploração do fosfato é outra aposta do Governo angolano, que tem em preparação o arranque de um projecto, em 2017, na localidade de Lucunga, na província do Zaire, que na primeira fase tem um custo de cerca de 130 milhões de dólares.
A montagem da mina está prevista para 2017 e o início da produção de fertilizantes para a agricultura em 2018, disse o ministro.
“Temos também outro projecto na província de Cabinda, na localidade de Cacata, um projecto de 114 milhões de dólares, que pode arrancar em 2017 e gerar 300 novos postos de trabalho e 2018 iniciar a produção dos fertilizantes”, acrescentou Francisco Queiroz.

O caso concreto de Cabinda

OGoverno concessionou por 35 anos a exploração de fosfatos numa área de 21,16 quilómetros quadrados na província de Cabinda, onde existem reservas estimadas em mais de 500 milhões de toneladas.
A nível agrícola, das pescas, pecuária e florestas Cabinda tem grandes potencialidades mas, de facto, a sua maior riqueza está no subsolo: Petróleo, diamantes, fosfatos e manganês.
Segundo o despacho de 13 de Fevereiro de 2015, assinado pelo ministro da Geologia e Minas, Francisco Queiroz, a concessão corresponde ao designado depósito de Cacata.
A pequena distância da povoação de Cacata, nas margens do riacho Nhenha, foi ainda no tempo colonial reconhecido um jazigo numa extensão de 2.500 metros. A camada de fosfatos, não lapidificada, oscila, ao longo de todo o depósito, entre 10 e 14 metros. O jazigo é cortado por falhas, que determinam a modificação da camada. Tal como outros jazigos, mas aqui de forma mais nítida, verifica-se que a parte mais superficial da camada apresenta um aspecto particular: um grés muito branco, cavernoso e leve. Trata-se dum fosfato de alumínio, de origem secundária.
Os direitos para exploração de rocha fosfática são atribuídos à empresa Mongo Tando.
Trata-se, segundo algumas previsões, do maior depósito de fosfatos em Angola, matéria-prima utilizada sobretudo como fertilizante e que também estará presente, em grandes quantidades, na província do Zaire.
O projecto para a mina de Cacata envolve a construção de um complexo químico para a produção de fertilizantes e de uma fábrica de beneficiação da rocha, entre outros equipamentos.
Segundo os termos da concessão atribuída à empresa Mongo Tando, os direitos da fase de exploração são válidos por 35 anos, incluindo prospecção e avaliação. Findo esse período, a mina reverte a favor do Estado, conforme define o Código Mineiro.
O ministro da Geologia e Minas anunciou em Setembro de 2014 a construção de uma unidade de produção de fertilizantes no norte do país, para suprir as necessidades nacionais do país, que rondam as 400 mil toneladas por ano.
De acordo com o ministro Francisco Queiroz, o arranque da unidade de fertilizantes do Soyo, na província do Zaire, estaria previsto para 2015 e permitirá ultrapassar uma lacuna no sector agrícola nacional.
“Angola poderá ter em breve resolvida a necessidade de 400 mil toneladas de fertilizantes que consome por ano e ainda exportar uma grande quantidade”, disse o governante.
De acordo com Francisco Queiroz, o executivo está ainda a estudar a criação de uma empresa para “garantir os interesses do Estado nos agro-minerais”, tendo em conta o “papel importante” da agro-indústria no “crescimento e diversificação da economia” do país.
Nesta área, inserem-se os projectos para a exploração de fosfatos nas províncias de Cabinda e Zaire.
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quarta-feira, 1 de junho de 2016

GUINÉ-CONACRY: Último surto de Ebola na Guiné findou: Diz a Organização Mundial de Saúde - OMS.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

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Foto: insoonia.com

O último surto de Ebola na Guiné findou, disse a Organização Mundial da Saúde nesta quarta-feira, alertando que a recorrência da doença tropical assassina permanece sob ameaça.

O Ultimo paciente de Ebola no país da África Ocidental recebeu alta do hospital em abril.

A OMS declara o fim a um surto, também conhecido como o fim da transmissão viral, 42 dias após os últimos testes de pacientes conhecidos como casos negativos nos últimos tempos.

Novos casos

"A OMS comunicou o Governo da Guiné e ao seu povo sobre o fim deste surto de Ebola", disse Abou Gaye Bekr, o representante da agência da ONU na Guiné.

Ele apelou pela vigilância para "parar todos os novos casos que possam ocorrer".

Matam mais...

Nos três países mais atingidos pela crise de Ebola - a Guiné, Libéria e Serra Leoa - novos casos surgiram após o surto ter sido declarado como terminado.

O pior de sempre da epidemia de Ebola começou na Guiné em dezembro de 2013 e passou a matar mais de 11.300 pessoas, devastando as economias e os sistemas de saúde nos países mais afectados, ao testar a capacidade do mundo para responder a uma emergência de saúde global.

#africareview.com

GUINÉ-BISSAU - DR. OCTÁVIO LOPES: DIRECTOR DO GABINETE DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA NEGA TER PEDIDO DEMISSÃO DO CARGO.

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Foto de Facebook, Octávio Lopes

Bissau, 31 Mai 16 (ANG) – O Ministro Director do Gabinete da Presidente da República Octávio Lopesdiscordou, através da sua conta no facebook, com as informações veiculadas pelos media do país segundo as quais terá apresentado a sua demissão do cargo por discordar do chefe de Estado.

Octávio Lopes explicou que tinha candidatado em 2015 e sido admitido para frequência de dois cursos de mestrado (em Estratégia Internacional e Diplomacia e Leis, e do Desenvolvimento e Boa Governação) na “University of London” para o ano lectivo 2016/2017, a iniciar em Setembro do corrente ano.

“A iniciativa de capacitação, valorização pessoal e profissional, para além de ser encorajada pelo Chefe de Estado, José Mário Vaz, o próprio privilegiou-me com a assinatura de uma das cartas de referência exigidas no processo de candidatura”, explicou.

Octávio Lopes disse que ainda não apresentou o seu pedido de demissão, ao Presidente da República, como tem sido avançado por alguns órgãos de informação do país.

Segundo Octávio Lopes, a frequência do Mestrado em Inglaterra é materialmente incompatível com o exercício cumulativo das funções de Ministro Director de Gabinete do Presidente da República, pelo que teve que o fazer, antes do início do curso.

Octávio Lopes referiu que não cessará as funções, até que o Presidente da República identifique um substituto para dirigir o seu Gabinete.

“As minhas funções, como quaisquer outras em comissão de serviço no Estado, por serem de natureza transitória, devem ser encaradas com desprendimento, pelo que são incompreensíveis os apegos desmesurados que indiciam que alguns de nós parecem não estar preparados para viver afastados dos benefícios e regalias associados à governação”, referiu.

De acordo com Octávio Lopes, não passam de especulações informações segundo as quais a sua residência fora vandalizada na sua ausência por pessoas desconhecidas. 


ANG/FGS/SG/Conosaba

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