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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

sábado, 13 de maio de 2023

Guerra na Ucrânia: eis o que os Estados Unidos decidiram para o futuro...

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Durante uma audiência no Subcomitê de Dotações do Senado para a Defesa, Austin disse: "Não seremos atraídos para a guerra de escolha de Putin, mas ficaremos com a Ucrânia enquanto ela revida". defesa colectiva e dissuasão da OTAN. A situação na Ucrânia continua a causar preocupação global à medida que o conflito entre a Rússia e a Ucrânia se agrava. Nesse contexto, os Estados Unidos emitiram recentemente uma declaração sobre sua posição e ações futuras nesse conflito. O secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, anunciou que os Estados Unidos não participariam de uma guerra em grande escala na Ucrânia, mas continuariam a apoiar a Ucrânia com ajuda militar. Anúncio Durante uma audiência no Subcomitê de Dotações do Senado para a Defesa, Austin disse: "Não seremos atraídos para a guerra de escolha de Putin, mas ficaremos com a Ucrânia enquanto ela revida". defesa coletiva e dissuasão da OTAN." Os Estados Unidos não desejam se envolver diretamente no conflito, mas continuam determinados a apoiar a Ucrânia em sua luta por sua soberania. Com relação à ajuda militar, Austin destacou que os Estados Unidos já comprometeram mais de US$ 32 bilhões no ano passado para apoiar a Ucrânia em sua luta contra os russos. Esta ajuda inclui equipamentos como sistemas de defesa aérea, sistemas de artilharia, tanques e outros veículos blindados. Há também planos para aumentar a produção da base industrial de defesa para atender às necessidades urgentes de segurança da Ucrânia. Anúncio Deve-se notar que os Estados Unidos não são os únicos atores internacionais a reagir a esta situação. Países europeus, incluindo França e Reino Unido, por exemplo, expressaram seu apoio incondicional à Ucrânia e prometeram fortalecer a defesa coletiva e a dissuasão na região. Outros países também forneceram ajuda militar e humanitária à Ucrânia para ajudá-la a lidar com esta crise. fonte: https://lanouvelletribune.info/2023/

Ucrânia: Moscou tentou destruir um sistema americano, o que aconteceu?

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"O sistema de mísseis Patriot possui radar poderoso para detectar alvos de longo alcance, tornando-se uma poderosa plataforma de defesa aérea capaz de interceptar mísseis balísticos e muito mais. Na semana passada, a Rússia supostamente tentou destruir um sistema de defesa aérea Patriot de fabricação americana na Ucrânia usando um míssil hipersônico, segundo autoridades americanas citadas pela CNN. Apesar desse ataque, os militares ucranianos conseguiram interceptar o míssil e salvar o sistema Patriot, marcando seu primeiro uso bem-sucedido conhecido desse avançado sistema de defesa aérea poucas semanas depois de chegar ao país. A mídia americana deu alguns detalhes sobre o sistema de manufatura americano. Anúncio "O sistema de mísseis Patriot possui radar poderoso para detectar alvos de longo alcance, tornando-o uma poderosa plataforma de defesa aérea capaz de interceptar mísseis balísticos e muito mais. Mas a emissão de radar necessária para detectar ameaças à distância também permite que o inimigo detecte o Patriot Bateria e determine sua localização. E, ao contrário de algumas defesas aéreas de menor alcance fornecidas à Ucrânia, que são móveis e mais difíceis de atingir, o Large Battery Patriot é um sistema estacionário, permitindo que os russos se concentrem na localização ao longo do tempo", disse a CNN. Funcionários dos EUA explicaram que havia maneiras de camuflar esses sinais até certo ponto, mas que os militares russos obviamente eram capazes de determinar a localização aproximada do Patriot estacionado fora de Kiev. Eles acreditam que os russos captaram sinais do Patriot, permitindo-lhes atingir o sistema usando o míssil hipersônico de fabricação russa, conhecido como Kinjal ou Killjoy. Anúncio A interceptação teria ocorrido de acordo com a mídia americana CNN na noite de 4 de maio, e os defensores aéreos ucranianos dispararam vários mísseis do Patriot de diferentes ângulos para interceptar o míssil russo. Nos últimos dias, a mídia ocidental divulgou amplamente uma façanha realizada pelo exército de Zelensky. De fato, de acordo com essas fontes, o exército ucraniano conseguiu derrubar o míssil russo Kinjal anteriormente apresentado pessoalmente pelo presidente da Federação Russa como um "míssil invencível". fonte: https://lanouvelletribune.info/2023

ANGOLA: SALTINHOS DE GAZELA, SALTOS DE CÁCADO.

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O ministro de Estado para a Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior, considera que Angola deu “saltos” muito importantes, nos últimos cinco anos (antes disso não existia), que contribuíram para o alcance do equilíbrio macro-económico e melhorias do funcionamento do sistema financeiro angolano, com realce para o mercado cambial. Os ganhos registados, nos mais variados domínios, para Nunes Júnior já começam a ter reflexos positivos na economia real, isto é, na produção de bens e serviços, depois da saída de Angola, em 2021, da recessão económico em que esteve “mergulhada” durante cinco anos. Será, com certeza, por isso que já há menos 10 pobres no universo de… 20 milhões. Um dos passos dados importantes, de acordo com Nunes Júnior que falava na abertura da 56ª Reunião do Comité dos Governadores dos Bancos Centrais (CCBG) da SADC, foi a decisão tomada pelo (seu) Executivo em assegurar a autonomia e independência do Banco Nacional de Angola, no quadro do processo de revisão pontual da Lei Constitucional que ocorreu em 2021. Segundo Nunes Júnior, Angola tem hoje (pelos vistos antes, no tempo em que João Lourenço era ministro, não tinha) um Banco Central independente, cuja missão principal é a preservação da moeda nacional, sendo portanto a autoridade monetária, cambial e macro-prudencial e de resolução do país. No quadro das melhorias observadas, o auxiliar do Titular do Poder Executivo enaltece o papel que os Bancos Centrais desempenham na economia dos países, sendo veículos de grande importância na adopção de políticas monetárias e outras actividades específicas. Por isso, defendeu um sistema bancário seguro e eficiente, para que as economias dos países se desenvolvam de forma sustentável e próspera, no caso de Angola em benefício do MPLA. Para o governante, os temas agendados neste encontro fortalecem a situação económica regional, que se afigura essencial para o desenvolvimento dos países a nível da região. Neste encontro esteve em discussão e análise, a questão do repatriamento de notas e moedas metálicas (as de plástico não contam), impacto dos controlos cambiais sobre os fluxos transfronteiriços de mercadorias, serviços e capitais, bem como o intercâmbio na capacitação de quadros. “Efeitos e decisões que serão tomadas nesta reunião vão estender-se aos cidadãos e aos povos dos nossos países, pois os produtos monetária e financeiros têm uma grande influência na economia real, criação de emprego e rendimento das pessoas e no bem-estar”, antevê o governante. Desta iniciativa do Comité dos Governadores dos Bancos Centrais da SADC, perspectiva-se, igualmente, a criação de uma base de dados de estatísticas monetárias e financeiras, um banco de informação sobre as estruturas e políticas dos bancos centrais e dos mercados financeiros nos países da SADC. Criado em 1995, o Comité dos Governadores dos Bancos Centrais da SADC é uma estrutura especializada na promoção de uma estreita cooperação entre os Bancos Centrais da África Austral, considerando o seu papel fundamental na promoção do desenvolvimento económico e financeiro através da adopção de políticas que reforçam a estabilidade macroeconómica e financeira. Além de Angola, integram a SADC, o Botswana, Lesoto, Namíbia, África do Sul, Zimbábue, Moçambique, Madagáscar, Maláui, Maurícias, Tanzânia, Zâmbia, Seychelles, República Democrática do Congo e Suazilândia. É ISTO UM PRESIDENTE? Olíder do MPLA, Presidente da República de Angola, Titular do Poder Executivo e Comandante-em-Chefe das Forças Armadas, general João Lourenço, usou no dia 23 de Abril de 2022, em Cabinda, metáforas futebolísticas para aludir aos seus adversários na corrida eleitoral, avisando os partidos que tinham de estar preparados para marcar golos. Reeditou os cinco a zero de 2017 e os saltos de gazela de 2022. Valeu-lhe o VAR (Videoárbitro) ser funcionário do MPLA. Num discurso que durou uma hora e meia, o presidente do MPLA apregoou obras e êxitos e reiterou o empenho do executivo do MPLA, no poder desde 1975, em “corrigir o que está mal”, deixando também alguns recados à oposição arruaceira que, segundo o MPLA, tem a mania de dizer que Angola é o que não é: um Estado de Direito Democrático. “Vamos ter eleições agora em Agosto. Os partidos políticos que se preparem, nós estamos a preparar-nos, fizemos um primeiro treino para o jogo na cidade de Ondjiva (Cunene) e continuamos a treinar aqui em Cabinda. Quem não está a preparar-se que não diga depois que quem ganhou, ganhou por que o árbitro facilitou. Os árbitros não marcam golo, quem marca golo são os jogadores, se o jogador não marca golo, o árbitro não pode inventar”, disse na parte final do discurso. “Que cada partido faça o seu trabalho e que ganhe o melhor”, complementou João Lourenço, ciente de que o campo era do MPLA, a bola era do MPLA, o árbitro era do MPLA, o VAR era do MPLA e que as regras permitem que o MPLA jogue com o dobro dos jogadores. Durante a longa intervenção, João Lourenço deu números e detalhes exaustivos sobre as obras realizadas por si, focando os trabalhos no hospital e terminal marítimo em Cabinda. João Lourenço concentrou a parte inicial do seu discurso no suposto desenvolvimento de Cabinda, que disse encontrar-se “em franco desenvolvimento”, elogiando o facto de ter as ruas asfaltadas e não ter encontrado “nenhum buraco” durante o passeio nocturno que fez. Justificou que, por vezes, o avanço das obras está condicionado pela negociação “nem sempre fácil” de linhas de crédito, já que nem todas são suportadas com recursos ordinários do Tesouro. Realçou que ao longo do seu mandato travou um combate sem tréguas contra a corrupção (dos outros, entenda-se, já que a dos seus é sagrada) e chamou o sector privado para investir na economia, para que o Estado deixasse de ser “o actor principal”, insistindo na melhoria do ambiente de negócios e na diversificação da economia para acabar com a dependência das receitas do petróleo, prometendo maior “ambição” e mais “audácia”. Na altura, o secretário do MPLA no Cuanza-Sul, Agostinho Miquinhos Cassessa, reiterou, no Sumbe, que o partido iria continuar a manter os tradicionais cinco a zero nas eleições gerais. E se este foi resultado avançado pelo segundo secretário… imaginemos qual foi o previsto pelo primeiro secretário (Job Capapinha), ou o do Presidente… No dia 25 de Julho de 2017, João Lourenço, general, ministro da Defesa e candidato do MPLA a Presidente de Angola apelou ao “voto certo” dos angolanos em quem se apresentava como sendo o… único. Isto é, depois de Agostinho Neto e José Eduardo dos Santos, esse único é (vejam só!)… João Lourenço. E se ele ordenou… foi isso que aconteceu. O então cabeça-de-lista do MPLA, que discursava na província do Huambo para “um banho de povo”, como o próprio classificou, apelou ainda ao “voto certo” aos militantes, amigos e simpatizantes do MPLA para que alcancem “uma vitória forte e convincente”, que contrarie o ambiente que as outras cinco formações políticas concorrentes estavam a criar “de antecipadamente dizer que houve batota no jogo”. O também, na altura, vice-presidente do MPLA criticava as suspeições levantadas por partidos da oposição sobre a preparação do processo eleitoral, que acusam de não ter sido transparente. É evidente, reconheça-se, que é um processo transparente. O problema só está no facto de que o significado de “transparente” não é o mesmo para a oposição e para quem está no Poder. Segundo o MPLA, haverá processos mais transparentes do que aqueles que, como em 2008 e 2012, até conseguiram que os mortos votassem no MPLA, ou que em algumas assembleias de votos fossem mais os votos do que os votantes? “Não dá para confiar neles, não são sérios, o árbitro ainda não fez o seu trabalho e já está a ser condenado. (…) Não são sérios e a melhor forma de contrariá-los é dar cinco a zero”, disse João Lourenço, sublinhando que o MPLA não queria uma “vitória tímida”. Viu-se. É claro que, como resultado do seu ADN, o MPLA não diz que o árbitro também joga na equipa de João Lourenço, que as regras de jogo foram estabelecidas pelo MPLA, que o MPLA é o dono do campo, da bola, do cronómetro etc.. João Lourenço é um político de rara inteligência intestinal. Então o MPLA que está no Poder deste a independência, em 1975, “é o único com obra para mostrar”? É obra. E a conclusão é de uma sagacidade digna de um Prémio Nobel. Aliás, também poderia dizer – já agora – que os massacres do 27 de Maio de 1977 foram praticados pela Oposição. Seria na mesma aplaudido pelos seus escravos que pensam apenas com a cabeça que têm mais perto dos joelhos. “Só o MPLA tem obra importante para mostrar, em benefício de Angola e dos angolanos”, disse o na altura candidato, lembrando que o partido investira, nos últimos anos de paz, em estradas, portos, energia, água, escolas, hospitais, habitação social, entre outros. Também investiu, diga-se em abono da verdade, noutras coisas. Com o MPLA Angola tornou-se um dos países mais corruptos do mundo, consegue liderar o ranking mundial da mortalidade infantil e investiu tanto, mas tanto, nos angolanos que o país hoje só tem… 20 milhões de pobres. A título de exemplo, João Lourenço realçou que nos anos de paz o Governo do MPLA investiu “seriamente” na construção de infra-estruturas de construção e distribuição de energia. Os candeeiros apagados, mesmo em Luanda, são prova disso. O lixo e falta se saneamento básico reflectem, e muito bem, a excelente política do MPLA. “Foram construídas barragens hidroeléctricas, que o colono (português) em 500 anos não conseguiu fazer. O que é que eles faziam do nosso diamante, do nosso café? Nós sabemos, o dinheiro que era ganho aqui, mandavam para a metrópole, por isso é que as barragens hidroeléctricas que deixaram no nosso país, em comparação com estas que nós construímos, aquilo são brinquedos autênticos”, disse. Brilhante. Já então, e mais uma vez, João Lourenço mostrava o seu nanismo cerebral e o seu nano-quociente intelectual. Então não é que ele queria que os portugueses tivessem deixado em 1973/74 barragens hidroeléctricas similares às que o seu regime construiu 30 anos depois? O dirigente do MPLA, sublinhando as inúmeras “coisas boas” feitas pela sua seita, admitiu que há “noção” de que nem tudo está feito e que é preciso “fazer muito mais”. “É preciso que reconheçamos as nossas falhas, só há progresso, evolução, se nós reconhecermos as nossas falhas. Vimos pedir aos eleitores o vosso voto para ‘melhorar o que está bem e corrigir o que está mal’ (lema da campanha) e temos a certeza de que, com o vosso apoio, vamos vencer mais esse grande desafio”, referiu com a visível convicção de quem tem a certeza de que já ganhara. “Que fique claro que, se falharmos neste combate à corrupção, então falharemos também na melhor organização da nossa economia”, observou João Lourenço. Segundo o político, melhorar o ambiente de negócios é importante para atrair o investimento privado estrangeiro, do qual Angola necessita “como quem precisa do ar para respirar”, para a criação de empregos e diminuição da pobreza. “O investimento estrangeiro é bem-vindo, mas temos noção de que um dos grandes entraves é que nós temos, primeiro, de fazer um combate muito sério à corrupção e vamos fazê-lo com o apoio do povo”, frisou perante os aplausos dos escravos domesticados e dos acólitos formatados. “O desafio actual é olhar para a frente, com a esperança e certeza de que a vitória seja uma certeza. Por isso, espero de todos os quadros, militantes e amigos do MPLA trabalhar com abnegação e desempenho para fortalecer a unidade interna do partido e conquistas no ponto político e partidário”, reforçou Agostinho Cassessa. O segundo secretário do MPLA no Cuanza-Sul esteve em bom nível. Tinha a esperança de que a certeza fosse uma… certeza e, ainda, que o partido some conquistas… “no ponto político e partidário”. FOLHA8

Guiné-Conacri: o feiticeiro Dounoh mantém as suas previsões sobre Doumbouya e desafia os marabus

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Em abril passado, o feiticeiro guineense Mofa Sory Dounoh previu a queda da junta governante em seu país. Hoje, o homem é procurado ativamente. Ele ainda não foi localizado pelos serviços de segurança. Ontem sexta-feira, 12 de maio, Dounoh interveio no programa "Les Grandes Gueules" da "Radio Espace". Ele diz que ainda está no país. Mas ninguém pode encontrá-lo. “Estou na Guiné. Eu não fugi. Não há nenhuma câmera, nenhum marabu, ninguém na terra, seja simbo ou marabu, que possa me encontrar. Se eu quiser, posso me apresentar porque é entre o Estado e eu. Por isso me refugiei. Caso contrário, não há homem que me assuste. Nenhuma criatura na terra pode me assustar ”, disse ele na língua Malinké de acordo com Visionguinée. O feiticeiro mais tarde reiterou suas previsões. “Assino e insisto que o prazo de 28 dias que dei, um único dia não vai somar. Outro presidente, de uma forma ou de outra, está chegando. O que previ acontecerá em 28 dias”, garantiu Mofa Sory Dounoh. Ele lembra que uma de suas previsões já havia se concretizado em 2020. “Eu havia anunciado para o professor Alpha Conté em 2020. As pessoas não acreditaram em mim. Agora que acabou, as pessoas perceberam que era verdade”, lisonjeou o feiticeiro. fonte: seneweb.com

Pé: torcedores do Al-Hilal exigem Messi, presidente adia...

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O presidente do clube saudita Al-Hilal, Fahd Bin Nafel, não quis comentar a possibilidade de um acordo com Lionel Messi, cujo nome foi entoado pelos torcedores na sexta-feira durante a final da Copa do Rei. Arábia Saudita. "Não me perguntem sobre Messi", disse Bin Nafel aos repórteres, quando questionado sobre os rumores de transferência do astro argentino, logo após a vitória sobre o Al Wehda (1 x 1, 7 a 6) em Jeddah. "Não vou contar nada. Se alguma coisa sair da nossa assessoria de imprensa, você vai conseguir", disse ele. Em outra entrevista em campo, enquanto a torcida gritava "Messi, Messi", Bin Nafel afirmou: "O grupo é mais importante para mim do que um jogador". "Qualquer estrela que vem para o nosso clube deve saber que somos um grande clube. Nosso objetivo é melhorar (o time). Se você focar em uma pessoa, perde o grupo", afirmou. O atual técnico do Al-Hilal é o ex-atacante internacional argentino Ramon Diaz desde fevereiro de 2022, que teve uma primeira passagem à frente da equipe de Riad entre outubro de 2016 e fevereiro de 2018. Depois de dois anos sem muito brilho no Paris Saint-Germain da Bola de Ouro sêtupla, o rico reino petrolífero do Golfo oferece uma "excepcional", "enorme" ponte de ouro ao campeão mundial de 35 anos, disse terça-feira em AFP uma fonte em Riad próxima das negociações. A monarquia petrolífera marcou um primeiro grande golpe este inverno ao atrair Cristiano Ronaldo para um contrato estimado em 400 milhões de euros até junho de 2025, que fez do português o desportista mais bem pago do mundo em 2023, segundo o ranking Forbes Annual. fonte: seneweb.com

Bayern: Tuchel fala sobre a rivalidade esportiva entre Sadio Mané e Leroy Sané.

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Na Alemanha, o Bayern de Munique enfrenta neste sábado, 13 de maio de 2023, o Schalke 04, pela Bundesliga. Os bávaros devem vencer o jogo para manter o Borussia Dortmund a uma distância segura. O técnico Thomas Tuchel estava em uma coletiva de imprensa pré-jogo ontem, sexta-feira. Ele foi questionado sobre a rivalidade entre Sadio Mané e Leroy Sané. Com efeito, por alguns jogos, o treinador alemão decidiu colocar Sané em jogo no lugar do senegalês. Ele “marcou um golo muito bom” Ambos são capazes de jogar como alas esquerdos. Tuchel acredita que Sané tem mostrado nas últimas semanas que é um bom brincalhão ao marcar gols. “É definitivamente a resposta e a energia que precisamos e que conseguimos. Leroy se saiu bem. Ele teve uma pequena seca antes e agora fez um gol muito bonito (contra o Werder Bremen)”, disse o ex-técnico do Chelsea. “Ele sempre tem ações perigosas” Quanto a Sadio Mané, Tuchel ainda espera mais. “Ainda estamos esperando um grande avanço da Sadio. Cada jogo é um pouco diferente. Parece-me que ele está prestes a chegar lá, porque sempre tem ações perigosas...”. Para o jogo deste sábado, o treinador não confirmou a contratação do senegalês, muito menos Leroy Sané. Para ele, a "escolha certamente será mais difícil. Está um pouco travada". fonte: seneweb.com

Burkina: estado de emergência em oito regiões prorrogado por seis meses.

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O estado de emergência, em vigor desde março em oito das treze regiões de Burkina Faso, um país assolado por recorrentes ataques jihadistas mortais, foi prorrogado na sexta-feira por seis meses pela Assembleia Legislativa de Transição, de acordo com um comunicado de imprensa publicado no sábado. . Este alargamento "visa reforçar e consolidar o combate à insegurança e dar mais oportunidades e recursos às Forças de Defesa e Segurança (FDS) (para) continuarem as suas acções de segurança do país", segundo o ministro da Justiça, Bibata Nebié Ouedraogo, que defendeu o projeto de lei no parlamento. O projeto de lei, aprovado por unanimidade pelo Parlamento, sob consulta do governo, entra em vigor a partir de 29 de abril à meia-noite até 29 de outubro às 23h59. O governo havia adotado estado de emergência em meados de abril por um período de 30 dias retroativamente, de 30 de março a 29 de abril. A medida foi aplicada em 22 províncias distribuídas por 8 regiões: Hauts-Bassins, Mouhoun Loop, Cascades, Centro-Leste, Leste, Centro-Norte, Norte e Sahel, as mais afetadas pelos ataques jihadistas . Estabelecido desde 2018 em algumas localidades antes de se estender, o estado de emergência atribui nomeadamente às FDS o poder de realizar buscas domiciliárias, dia e noite. Certas liberdades fundamentais podem ser restringidas, como a liberdade de movimento ou reunião. Em meados de abril, as autoridades de transição em Burkina Faso também decretaram "mobilização geral", a fim de "dar ao Estado todos os meios necessários" para enfrentar os ataques jihadistas que regularmente atingem o país. Burkina Faso, palco de dois golpes militares em 2022, está envolvido desde 2015 em uma espiral de violência jihadista que apareceu no Mali e no Níger alguns anos antes e se espalhou além de suas fronteiras. A violência deixou mais de 10 mil mortos, entre civis e militares, nos últimos sete anos, segundo ONGs, e mais de dois milhões de deslocados internos. seneweb.com

Supremo Tribunal: Ousmane Sonko decidiu...

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O líder do Pastef, Ousmane Sonko, teve seis dias depois de ser considerado culpado de difamação e injúria pública e condenado a seis meses de pena suspensa, e 200 milhões de francos CFA para pagar ao queixoso, o ministro do Turismo, Mame Mbaye Niang. Um veredicto que torna inelegível o prefeito de Ziguinchor e candidato declarado para as próximas eleições presidenciais. Para anular a decisão proferida pelo Tribunal de Apelação de Dakar em 8 de maio, os advogados do oponente recorreram ao Supremo Tribunal. Segundo o Les Echos, que fornece a informação, a Defesa recorreu ontem ao Tribunal de Cassação. Assim, seu cliente volta à sela e recupera sua elegibilidade. Provisoria ou permanentemente? Resposta em dois meses. seneweb.com

quarta-feira, 10 de maio de 2023

Exércitos africanos: Benin em último lugar na lista de classificação, Egito no topo, Nigéria em 4º.

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De acordo com o Global Firepower, o Egito manteve sua pontuação enquanto o índice de poder da Argélia caiu. Egito e Argélia são seguidos pela África do Sul, cujo índice de poder caiu para 0,4885. O ranking dos países do continente africano com os exércitos mais poderosos foi estabelecido e publicado pela Global Firepower. O relatório classifica 38 países africanos, incluídos em sua revisão anual da força militar do continente. O ranking é baseado em mais de 60 fatores incorporados em uma fórmula para determinar o índice de poder (PwrIndx) de um país. Neste relatório anual das nações africanas militarmente mais poderosas, dois países do Magrebe estão no topo do ranking. São eles: Egito e Argélia, respectivamente com índices de poder de 0,2224 e 0,3911. 16 países viram uma queda em sua pontuação De acordo com o Global Firepower, o Egito manteve sua pontuação enquanto o índice de poder da Argélia caiu. Egito e Argélia são seguidos pela África do Sul, cujo índice de poder caiu para 0,4885. Na lista dos 38 países, Benin está em último lugar com índice de poder de 4,1269. No entanto, a Argélia e a África do Sul não são as únicas que baixaram seu índice de poder. Um total de 16 países africanos experimentou um declínio neste último. Os índices de poder de outros 11 países tiveram um aumento. O mesmo vale para países com índice de poder estável. Observe que o índice de potência é considerado perfeito quando for 0,0000. Como lembrete, entre as 30 principais nações africanas com os exércitos mais poderosos estão Nigéria, Etiópia, Angola, Marrocos, República Democrática do Congo, Tunísia, Sudão, Líbia, Zimbábue, Chade, Quênia, Costa do Marfim, Níger e Burkina -Faso. Deve-se enfatizar que o relatório não significa necessariamente que as nações que estão no final da lista sejam menos poderosas do que as que estão no topo do ranking. Vários fatores, como tamanho e riqueza de um país, podem influenciar sua pontuação no PowerIndex. Anúncio Classificação Global do Poder de Fogo dos Exércitos Africanos Egito - Índice Pwr: 0,2224 Argélia - Índice Pwr: 0,3911 África do Sul - Índice Pwr: 0,4885 Nigéria - Índice Pwr: 0,5587 Etiópia - Índice Pwr: 0,7979 Angola - Índice Pwr: 0,8732 Marrocos - Índice Pwr: 1,0524 República Democrática do Congo - Índice Pwr: 1,3055 Tunísia - Índice Pwr: 1,3243 Sudão - Índice Pwr: 1,4079 Líbia - Índice Pwr: 1,4718 Uganda - Índice Pwr: 1,6264 Quênia - Índice Pwr: 1,7701 Zâmbia - Índice Pwr: 1,7896 Chade - Índice Pwr: 1,9751 Zimbábue - Índice Pwr: 1,9787 Camarões - Índice Pwr: 2.0296 Tanzânia - Índice Pwr: 2,0387 Costa do Marfim - Índice Pwr: 2.0881 Gana - PwrIndex: 2.1741 Mali - PwrIndex: 2.1992 Moçambique - Índice Pwr: 2,2895 Eritreia - Índice Pwr: 2,2956 Sudão do Sul - Índice Pwr: 2,5261 Níger - Índice Pwr: 2,6327 Burkina Faso - Índice Pwr: 2.6607 República do Congo - Índice Pwr: 2,6648 Namíbia - Índice Pwr: 2,7081 Botsuana - Índice Pwr: 2,7851 Senegal - Índice Pwr: 2,7961 Madagascar - Índice Pwr: 2.9078 Gabão - Índice Pwr: 2,9235 Mauritânia - Índice Pwr: 3,0398 República Centro-Africana - Índice Pwr: 3,2931 Serra Leoa - Índice Pwr: 3,5241 Libéria - Índice Pwr: 4,0006 Somália - Índice Pwr: 4,0196 Benin - Índice Pwr: 4,1269 fonte: https://lanouvelletribune.info/2023

Lista dos 10 exércitos mais poderosos da Europa em 2023.

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Três países estão no topo do ranking, Reino Unido, França e Itália. As indústrias de defesa nacional desempenham um papel crucial na capacidade militar dos três primeiros países do ranking. No Reino Unido, o setor de defesa é um dos principais impulsionadores da inovação tecnológica e do crescimento econômico. A Segunda Guerra Mundial teve um impacto profundo na Europa, deixando para trás um pesado legado de destruição e sofrimento. Após este conflito, os países europeus tomaram resoluções para evitar a repetição de tal tragédia. No entanto, isso não impediu que essas nações modernizassem e fortalecessem suas forças armadas, dotando-se das últimas tecnologias disponíveis. O ranking estabelecido pela Global FirePower permite identificar os 10 países europeus mais poderosos a nível militar. Três países estão no topo do ranking, Reino Unido, França e Itália. As indústrias de defesa nacional desempenham um papel crucial na capacidade militar dos três primeiros países do ranking. No Reino Unido, o setor de defesa é um dos principais impulsionadores da inovação tecnológica e do crescimento econômico. Empresas como BAE Systems, Rolls-Royce e Leonardo UK estão na vanguarda do desenvolvimento de tecnologias avançadas para as Forças Armadas do Reino Unido. O governo do Reino Unido também apóia a pesquisa e desenvolvimento de defesa, incentivando parcerias entre instituições públicas e empresas privadas. Na França, a indústria de defesa também é um setor-chave da economia e da inovação. Empresas francesas de renome mundial, como Dassault Aviation, Thales e Naval Group, são os principais players do mercado de defesa e fornecem equipamentos e tecnologia de ponta para as forças armadas francesas. O governo francês também investe em pesquisa e desenvolvimento na área de defesa, apoiando projetos inovadores e promovendo a cooperação entre atores públicos e privados. Anúncio Na Itália, a indústria de defesa é representada por empresas como Leonardo, Fincantieri e Iveco Defence Vehicles, que fornecem sistemas avançados de defesa e equipamentos militares para as Forças Armadas italianas. O governo italiano também apoia o setor investindo em pesquisa e desenvolvimento e promovendo a cooperação internacional com outros países europeus. Lista dos 10 países mais poderosos militarmente na Europa com seu índice de poder (PwrIndx) Reino Unido (PwrIndx: 0,1435) França (PwrIndx: 0,1848) Itália (PwrIndx: 0,1973) Ucrânia (PwrIndx: 0,2516) Polônia (PwrIndx: 0,3406) Espanha (PwrIndx: 0,3556) Alemanha (PwrIndx: 0,3881) Grécia (PwrIndx: 0,4621) Suécia (PwrIndx: 0,5679) Holanda (PwrIndx: 0,5801) fonte: https://lanouvelletribune.info/2023

Braço de honra, jogando amendoins e insultos: pai de Haaland demitido de seu camarim durante Real Madrid x Manchester City.

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Uma cena inusitada aconteceu na noite de terça-feira nas arquibancadas do Santiago Bernabéu com o pai da estrela do Citizens. Todos esperavam por Erling Haaland contra o Real Madrid na noite de terça-feira e, finalmente, a imprensa espanhola fala mais sobre seu pai no dia seguinte ao empate contra o Manchester City (1-1) na primeira mão das semifinais da Liga dos Campeões. Se a estrela do Citizens estava amordaçada e invisível no gramado do Santiago Bernabéu, seu pai fez dele o show nas arquibancadas. Não necessariamente da melhor maneira, já que foi expulso da área durante o jogo. A razão ? Segundo a Cadena Ser, Alf-Inge Haaland, que acompanhou o encontro da Liga dos Campeões num camarote do recinto madrilenho, teria agredido vários espectadores que o compartimentaram. Este último supostamente jogou amendoins em várias pessoas abaixo. Em vários vídeos disponíveis nas redes sociais, vemos o pai da estrela do Manchester City responder aos espectadores de forma irónica, quase provocativa. Como seu braço de honra para um indivíduo vislumbrado em certas imagens. "O Real Madrid não ficou feliz por estarmos comemorando o gol de Kevin De Bruyne", disse ele na manhã de quarta-feira. Fora isso, tivemos que mudar porque os torcedores do Real Madrid não gostaram do 1 a 1. Diante dessa situação, a segurança espanhola convidou o ex-jogador do Manchester City - assim como seu filho - a deixar o cargo no início do segundo tempo... sob o "adeus" de torcedores encantados. Uma sequência que não vai encantar Erling Haaland, perdeu completamente o encontro de terça-feira. Noite suja para toda a família. fonte: seneweb.com

Senegal: Confrontos em Ngor - a população exige justiça.

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A comuna de Ngor foi o centro de uma verdadeira guerrilha urbana nesta terça-feira, 09 de maio de 2023. De fato, os confrontos entre os jovens da comuna e a polícia deixaram um morto e vários feridos. Uma situação que levou o Chefe de Estado a procurar medidas tarde da noite para acalmar a situação. No entanto, a publicação do comunicado de imprensa do Ministério do Interior que se isenta de qualquer responsabilidade nestes incidentes provocou a cólera negra dos familiares das vítimas que refutam a informação avançada pelo governo no referido comunicado. Essas famílias assinam e insistem que seus filhos foram de fato mortos pelas forças de ordem que dispararam munição real contra os manifestantes. Assim, exigem respeito pela memória dos mortos e exigem que a justiça seja feita com todo o seu rigor. Recorde-se que a origem da ira das populações de Ngor estaria ligada à constituição de uma brigada de gendarmeria. Queria que o povo de Ngor não parecesse aprovar. seneweb.com

Senegal: Tensão em Ngor - medidas estatais de apaziguamento.

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Violentos confrontos ontem à noite opuseram as populações de Ngor e os gendarmes pela construção de uma brigada num terreno disputado na localidade. Os confrontos teriam causado uma morte; informações que o Seneweb ainda não pode confirmar. Para acalmar as coisas, o presidente Macky Sall convidou as autoridades de Ngor para o palácio no final da noite. Ao final da audiência, o Estado tomou algumas medidas de apaziguamento. Segundo o L'Observateur, que fornece a informação, foi decidido que o terreno disputado será dividido em duas partes iguais. Um irá para a gendarmeria e o outro para os Ngorois. A mesma fonte informa que o título de propriedade do estádio Ngor será atribuído à Câmara Municipal da localidade. Além disso, o estado vai construir e equipar uma escola secundária na aldeia e conceder uma cota para jovens Ngorois no programa Xëyu ndaw ñi. O Observador informa que o autarca da localidade vai fazer um comunicado a apelar à calma. fonte: seneweb.com

terça-feira, 9 de maio de 2023

Senegal: Acordo de paz anunciado entre o governo e uma facção rebelde do MFDC.

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Durante o Festival Floresta e Paz que decorreu na passada sexta-feira no Senegal, o coordenador da COSPAC, uma organização da sociedade civil, anunciou um acordo de paz entre Dakar e a facção rebelde do Movimento das Forças Democráticas de Casamance (MFDC) Jakai. O acordo será assinado no sábado, 13 de maio Segundo o coordenador da COSPAC, Henry Ndecky, este acordo será assinado na aldeia de Jakai no sábado, 13 de maio. “O acordo de paz conterá condições, incluindo o fornecimento de certidões de nascimento para pessoas que não puderam acessá-las devido à instabilidade, o retorno pacífico de todos os refugiados, a realização de projetos de desenvolvimento na região de Casamance e a reintegração dos rebeldes em compromissos significativos”, disse Henri Ndecky, de acordo com o site de notícias gambiano The Point. Em 2022, o exército senegalês lançou uma ofensiva contra os rebeldes do MFDC e, desde então, Salif Sadio, o líder dos separatistas de Casamance, não deu nenhum sinal de vida. Muitos especulam que ele pode ter perdido a vida durante esta operação militar. seneweb.com

Guiné-Conacri: Doumbouya livra-se de mais um batalhão do exército.

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Na Guiné, o presidente da transição, Mamadi Doumbouya, decidiu dissolver o Batalhão de Intervenção Rápida (BIR), uma unidade do exército. O decreto de dissolução foi lido na televisão pública guineense (RTG) ontem, segunda-feira, 8 de maio. O acampamento do BIR passará a ser ocupado pelo Grupo de Forças de Intervenção Rápida (GFIR), especifica o documento. O GFIR é um conjunto de unidades militares de elite das forças armadas guineenses. Intervém contra o crime organizado, a pirataria marítima e o sequestro de aeronaves, em particular. Desconhecemos, para já, as razões que justificaram a extinção do Batalhão de Intervenção Rápida. Para o responsável pela segurança presidencial, o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas tinha indicado que já não tinha missão oficial desde o golpe de estado de 5 de setembro de 2021. A sua dissolução foi, portanto, apenas uma simples formalidade administrativa . seneweb.com

“Vamos invadir-vos”: Imigrante guineense ilegal provoca França.

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No passado fim-de-semana, uma equipa da BFM TV, em viagem a Menton (cidade do sudeste de França), cruzou-se com um imigrante guineense. Os jornalistas queriam saber os motivos que o levaram a deixar o país. “É impossível nos reprimir” A sua resposta não tardou: “Pretendo instalar-me em França, porque foi a França que colonizou a Guiné. Então eu vim para ficar com você. Nossos bisavós trabalharam e lutaram pela França. Portanto, é impossível nos fazer voltar, quando viermos para a França”, declarou o migrante em situação ilegal. Acrescentará que o atraso da Guiné se deve à França. “O atraso da Guiné é culpa da França. Então vamos invadir vocês”, diz ele, provocativamente. “Você nos encontrará mil vezes” O homem também atacou presidentes franceses. Segundo ele, eles estão manipulando os chefes de estado africanos. Então, enquanto os jovens africanos "não tiverem paz em casa", eles virão para a França, ele jura. A França, portanto, não acabou com a imigração ilegal, segundo este jovem migrante: “Há muitos jovens da África que vêm para a França. Você nos encontrará mil vezes. De notar que a equipa da BFM TV esteve em Menton para acompanhar a campanha contra a imigração ilegal. seneweb.com

Presidencial 2024: as duas últimas chances de Sonko.

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O Tribunal de Recurso considerou ontem Ousmane Sonko culpado de difamação e insultos públicos e condenou-o a seis meses de pena suspensa e a pagar 200 milhões de francos CFA em indemnizações à queixosa, Mame Mbaye Niang. A jurisdição de segundo grau reforça, assim, a sentença proferida em primeira instância. Para um dos advogados do partido civil Baboucar Cissé, retomado pelo L'Observateur, "se esta decisão for definitiva, Ousmane Sonko está definitivamente excluído da corrida" às eleições presidenciais de 2024. Mas ainda não chegamos lá. Segundo o Pr Iba Barry Camara, a condenação imposta ao presidente do Pastef não o exclui automaticamente do pelotão de candidatos à sucessão de Macky Sall em 25 de fevereiro. “Primeiro, indica o especialista do L’Observateur, é preciso ter toda a decisão para saber o que o juiz reteve exatamente, se haverá inelegibilidade ou não. Porque não é só porque o juiz manteve a pena de prisão que aumentou para seis meses de suspensão que podemos efectivamente dizer que se tornou inelegível. O Pr Camara desenvolve: “O juiz pode muito bem, depois de ter proferido a decisão com pena suspensa de seis meses, dizer que os seus direitos civis e políticos não lhe são retirados. Devemos ter a opinião do juiz porque ele pode negar o Código Eleitoral. Na sua decisão, quando o juiz disser, depois de pronunciada a pena suspensa de seis meses, que os direitos civis e políticos de Ousmane Sonko se mantêm, nessa altura, o Código Eleitoral não se aplicará. O especialista acrescenta que se, por outro lado, o juiz não se pronunciar sobre os direitos civis e políticos de Sonko, aplicam-se as disposições pertinentes do Código Eleitoral. “Teremos direito a uma decisão proferida em recurso, ou seja, em último recurso, especifica o advogado. O que significa que seja qual for a situação, Ousmane Sonko pode perder o direito de se inscrever nas listas eleitorais. Mas ele não estará definitivamente determinado sobre seu destino até que tenha esgotado todas as vias de recurso. Ousmane Sonko tem, de facto, uma segunda oportunidade de participar nas eleições presidenciais de 2024, apesar do veredicto do Tribunal de Recurso. “Ele ainda tem recurso em cassação, lembra Pr Iba Barry Camara. Agora é quando a Suprema Corte decidir de forma definitiva e irrevogável que poderemos avaliar as consequências dessa decisão. fonte: seneweb.com

domingo, 7 de maio de 2023

Lutando no Sudão: como vivem os milhares de pessoas enfurnadas em suas casas em Cartum?

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No Sudão, a luta continua apesar de uma nova trégua anunciada na quarta-feira, 3 de maio. Na capital, Cartum, onde ocorre a maior parte dos combates, centenas de milhares de pessoas estão escondidas em suas casas. Eles ficam por opção ou porque não podem se dar ao luxo de sair. Segundo a ONU, 100.000 pessoas já deixaram o país e mais de 330.000 pessoas estão deslocadas dentro do próprio Sudão. A RFI conseguiu falar com Israa Alnoor, 21. A jovem, assim como os membros de sua família, estão entrincheirados em sua casa, no centro de Cartum. Eles não sabem mais se devem esperar e ficar ou evacuar, como muitos amigos ao seu redor fizeram. “Muita gente foi embora. Há muito poucas pessoas em nosso bairro. Por exemplo, há seis casas ao redor da nossa e apenas uma é habitada, as outras estão vazias. Também pensamos em deixar Cartum, mas decidimos ficar porque sair é uma escolha muito difícil. Por enquanto, ainda podemos fornecer o mínimo necessário para viver, como comida. A ideia de ir embora é realmente muito difícil. Não temos certeza de que podemos sair com segurança e não temos para onde ir. Decidimos ficar aqui, mas ficar em casa também não é garantia de segurança porque os soldados entraram nas casas para roubar ou estuprar as mulheres. Arrumamos as coisas, arrumamos algumas malas e estamos esperando o momento em que não podemos mais nos segurar. Mas, enquanto pudermos ficar, ficaremos”, diz Israa. “O Twitter é muito útil para nós” Israa e sua família não saem de casa, exceto para buscar suprimentos. “Quase nunca saímos de casa. Do lado de fora estão os paramilitares das Forças de Apoio Rápido. Eles são realmente assustadores, são perigosos e fortemente armados.Meu primo que mora conosco com sua família sai quando precisamos de alguma coisa. ele sai com outro membro da família e compra tudo o que encontra para limitar as saídas, geralmente uma vez por semana. Felizmente, existem lojas abertas em torno de nossa casa e ainda podemos comprar comida, como enlatados ou biscoitos. Isso, podemos encontrar, mas vegetais ou carne, não, não podemos encontrar. Pesquisamos na Internet, perguntamos aos nossos amigos ou no Twitter. Postamos uma mensagem perguntando, por exemplo, quem mora perto de nós, quem tem saído ultimamente, como está a segurança e quais lojas estão abertas em uma determinada área. O Twitter é muito útil para nós! Hoje ainda conseguimos comprar alguma coisa para comer, mas amanhã não é certo. Não sabemos quando tudo isso vai acabar. » RFI

Com Carlos III, a monarquia britânica repensa a sua estratégia africana.

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Carlos III da Inglaterra será coroado rei neste sábado, 6 de abril, com pompa, religiosidade e júbilo popular. Ao suceder à mãe, Isabel II, falecida em setembro passado, o novo soberano assumiu não só a chefia do Reino Unido, mas também da Commonwealth, uma associação de cerca de cinquenta países, dos quais 21 em África. De volta às relações que Carlos III mantém com este continente e como se propõe a investir lá. “Enquanto lutamos juntos pela paz, prosperidade e democracia, gostaria de reconhecer que as raízes de nossa associação contemporânea remontam ao período mais doloroso de nossa história. Não consigo descrever a profundidade da minha dor pessoal, pelo sofrimento de tantas pessoas enquanto continuo a aprofundar nossa compreensão do impacto duradouro da escravidão. Se queremos construir um futuro comum que beneficie todos os nossos cidadãos sem exclusão, devemos reconhecer os crimes do passado. É hora de abrir essa conversa. » Estas são declarações históricas. Eles foram pronunciados pelo rei Carlos III na última cúpula da Commonwealth, realizada em Kigali em junho passado. Charles ainda era o príncipe de Gales e substituiu sua mãe doente de 96 anos, que daria seus últimos suspiros três meses depois. Ele aproveitou a tribuna para denunciar os sofrimentos causados ​​pela colonização, principalmente na África. Esta é a primeira vez que um membro da Casa de Windsor sai de sua neutralidade em relação à História ou à política. Estas palavras foram também prescientes porque responderam antecipadamente às duras e veementes críticas que acompanharam o concerto de homenagens e elogios suscitado pelo desaparecimento da rainha. As críticas partiram das ex-colónias britânicas, em particular daquelas de África onde as populações não esqueceram as espoliações, as repressões que marcaram a história do império colonial britânico. Para as populações africanas, a rainha, pela longevidade do seu reinado, era simultaneamente o símbolo e a herdeira, tanto mais que nunca se desculpou pelas atrocidades e humilhações cometidas pelos imperialistas britânicos nos seus países. RFI

APELO À DESOBEDIÊNCIA CIVIL NO SENEGAL CONTRA A REJEIÇÃO DA MÃO EXTERNA DE MACKY SALL: A última resistência de Ousmane Sonko?

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Em resposta à mão estendida do Presidente Macky Sall, que recentemente se disse aberto a consultas políticas, o líder do PASTEF (Patriotas Africanos do Senegal pelo Trabalho, Ética e Fraternidade), Ousmane Sonko, opôs-se a um fim para não receber. Para ele e seu partido, a oferta de diálogo político do natural de Fatick não passa de uma manobra do inquilino do palácio presidencial, visando recolocá-lo no jogo eleitoral, poucos meses antes do fim de seu segundo mandato prazo. No processo, o jovem opositor que já declarou sua candidatura presidencial em 25 de fevereiro de 2024, convocou seus compatriotas à desobediência civil contra a Justiça de seu país, que acusa de ser manipulada pelo poder. Poder esse que procura, segundo ele, impedir a sua candidatura às próximas eleições presidenciais através dos processos judiciais instaurados contra ele. A pergunta que se pode fazer é se esse apelo do adversário à desobediência civil contra a Justiça de seu país não é uma última resistência. A oposição, como um todo, não fala a mesma língua em relação à oferta de diálogo político do chefe de Estado A pergunta é tanto mais justificada quanto, exceto por um adiamento de última hora, este mês de maio promete ser um mês decisivo para Ousmane Sonko. De fato, seu julgamento de recurso por difamação contra o ministro Mame Mbaye Niang, do Turismo, está programado para ir a tribunal em 8 de maio. Uma semana antes do julgamento do caso Adji Sarr, que leva o nome desse funcionário de uma casa de massagens, que o acusa de estupro e ameaças de morte, marcado para 16 de maio. Em ambos os casos, o adversário pode ver a sua elegibilidade para as próximas eleições presidenciais posta em causa, no caso de uma condenação pesada. Recorde-se que, no primeiro caso, o de difamação, Ousmane Sonko recebeu, a 30 de março, uma pena de prisão suspensa de dois meses e 200 milhões de francos CFA de indemnização que não põem em causa essa elegibilidade. Mas o julgamento do recurso de 8 de maio, pode mudar a situação, caso o Ministério Público e a parte cível que recorreu, obtenham o agravamento da pena do oponente. Assim, questiona-se se ao chamar os seus compatriotas à desconfiança face à autoridade judiciária, poucos dias antes da realização destes emblemáticos julgamentos, Ousmane Sonko não mostra a sua última cartada para tentar desfazer a confusão jurídica que se apresenta como uma ameaça de curto prazo para seu futuro político e suas ambições presidenciais. Basta dizer que o líder do PASTEF joga muito. Porque se pergunta se o seu apelo será ouvido e, sobretudo, que forma tomará a desobediência civil contra a autoridade judiciária, à qual chama o seu rebanho. A pergunta é tanto mais justificada quanto a oposição, como um todo, não fala a mesma língua sobre a oferta de diálogo político do Chefe de Estado. Teme-se que o país volte a estar em crise, graças às próximas audições do ex-presidente da Câmara de Ziguinchor De fato, enquanto o PASTEF de Sonko tem mostrado sua oposição categórica, outros partidos políticos, como o Partido Democrático Senegalês (PDS) do ex-presidente Abdoulaye Wade, não questionam a conveniência de tal diálogo. O mesmo vale para o ex-prefeito de Dakar, Khalifa Sall e sua comitiva, que veem nisso uma oportunidade de debater outras questões fundamentais como as “do patrocínio, dos presos políticos e sobretudo da eliminação de um qualquer candidato”. Com estas posições divergentes, questiona-se se para além dos seus apoiantes incondicionais que sempre lhe manifestaram a sua proximidade, Ousmane Sonko poderá preencher o apoio dos seus compatriotas ao seu apelo à desobediência civil, que, no cenário atual, poderia para alguns, como um apelo a uma causa individual. Estamos esperando para ver. Mas já se teme que o país volte a estar em crise, graças às próximas audiências do ex-prefeito de Ziguinchor. O Senegal não precisa disso! É por isso que a clarificação da sua posição em relação à questão do terceiro mandato que pretende pretender parece ser um imperativo para o Presidente Macky Sall. E quanto antes ele fizer isso, melhor. Até porque, sobre o assunto, ele é esperado com firmeza por mais de um senegalês. Como prova, esta ampla coligação de partidos políticos e sociedade civil, bem como personalidades independentes, que foi lançada em meados de abril passado, para bloquear um possível terceiro mandato do sucessor de Abdoulaye Wade. De sua parte, Ousmane Sonko deve dar o exemplo ao concordar em enfrentar suas provações com dignidade. Especialmente porque ele continua a proclamar sua inocência. Caso contrário, o risco é grande, para o adversário, trazer água.

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