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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Vale a pena conferir a entrevista: Macau pode ser a porta de entrada na China.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Antes mesmo que lhe fosse colocada a primeira questão, Rita Santos tomou a iniciativa da conversa…
“Eu estou no Fórum de Macau há dez anos, portanto eu acompanhei desde a sua criação até agora. O Fórum é uma iniciativa da República Popular da China (RPChina) com o grande apoio dos sete países de língua portuguesa, nomeadamente; Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e Timor Leste, sendo Macau o espaço escolhido por todos como palco de realização deste Fórum e também como plataforma de estreitamento das relações económicas, comerciais e culturais entre a RPChina e estes sete países  de língua portuguesa”.
Nota de Redacção:
São Tomé e Príncipe não integra o Fórum, por razões políticas: reconheceu Taiwan como país independente e isto despoletou um conflito político-diplomático com a RPChina (não mantêm relações), daí a ser excluído desta plataforma.

A entrevista, agora:
Quando olhamos para a relação de Angola com a China vemos que há avultados investimentos chineses em Angola. Será que passaram pelo Fórum de Macau, ou foi arrastado já com o comboio em andamento?
A primeira vez que estive em Angola foi em 2005, embora tenha já estudado na geografia sobre Angola, porque eu também estudei nos mesmos livros que vocês na altura do colonialismo português,  Macau era um território sob administração portuguesa. A primeira vez que se realizou o encontro de empresários da China e dos sete países de língua portuguesa foi em Luanda no ano de 2005. Foi a partir daí que os empresários da China e de Macau começaram a ter cada vez mais interesse em investir e aumentar as relações económicas e comerciais com Angola, embora Angola e a RPChina tenham as suas relações já de longa data. Não só na área económica mas também na amizade porque... não sei se sabe que muitos dos vossos guerrilheiros foram treinados na China e, por isso, já existe amizade de há longa data, ademais o vosso Presidente tem uma boa relação com o presidente da RPChina. E as relações bilaterais entre a RPChina e Angola são de nível muito alto em termos de construções de grandes obras, estradas, pontes, escolas, aeroporto, etc.
Mas a nossa intenção no fórum, para além destas relações bilaterais entre os países, é também, em paralelo, incentivar as pequenas e médias empresas. É esse o nosso grande objectivo.
Foi a partir daí que os empresários da RPChina e de Macau foram conhecendo cada vez mais Angola. Eu mesma já fui a Angola cinco vezes, desde 2005, e cada vez que vou, integro comitivas de empresários. E  há cada vez mais interesse porque alguns deles já estão a fazer parcerias com empresários angolanos. Nós já temos uma empresa angolana instalada em Macau, que procura parceiros na RPChina.
Fomos nós também que demos apoio ao Banco da China para estabelecer protocolo com um de Angola, que permite que os trabalhadores chineses em Angola e os próprios empresários possam facilmente transferir dinheiro para a China. Também damos ajuda a alguns empresários  na importação e exportação de materiais, etc. etc. Portanto, estamos na fase de movimentar as pequenas e médias empresas.
Por outro lado, desde 2008 temos dado apoio a artistas para realizarem espectáculos musicais em Macau e no interior da China. Pagamos todas as despesas e muitos deles são convidados a fazer exibições nos grandes casinos de Macau. Este ano, no terceiro trimestre, vai acontecer a 4ªedição da semana cultural da China e CPLP, em que suportamos todas as despesas de dez artistas de cada país. Também temos convidado artesãos, aqui temos artesanato de Angola... o pau preto é bem conhecido aqui. Para além disso a gastronomia angolana vai estar presente com cozinheiros que vêm de Luanda. Este ano estamos a tentar fazer coincidir esta semana cultural com a reunião Ministerial, numa altura em que se assinala o 10º aniversário do Fórum.
O Governo da Região Autónoma Especial de Macau (RAEM) quer dar apoio a Angola no sentido de conhecer mais e melhor o mercado da China. Não só no âmbito de importação/exportação dos grandes investimentos, mas também na área da cultura. Foi a partir de 2008 quando começaram a vir artistas angolanos aqui que muitos chineses ficaram a conhecer mais sobre Angola através da sua cultura. Eu, por exemplo, gosto muito daquela vossa dança em que as bailarinas estão no palco com palhas(...) é tão lindo!
Além disso, é importante notar que Macau é uma montra mundial, porque  todos os anos visitam Macau  cerca de 29 milhões de turistas. Alguns vão já sabendo que em Macau também há cultura angolana, para além do facto de haver uma associação dos amigos de Angola que integra alguns angolanos que aqui vivem.

Se bem entendemos, o Fórum tem também a dimensão cultural, para além da económica e comercial?
Inicialmente, em 2003, o objectivo do Fórum era apenas económico e comercial, e com o desenrolar dos anos e porque viram que Macau poderia desempenhar mais que isso, então sugeriram que pudesse desempenhar também  a plataforma no âmbito cultural e é por isso que temos associações para a promoção cultural entre a China e os países da CPLP, para além da promoção económica e comercial.
Estamos convencidos que o intercâmbio cultural pode também contribuir para o estreitamento das relações económicas e comerciais.

Não há riscos de investimento de um país para o outro, ou estes riscos estão acautelados?
Vou ser franca!! Para qualquer investimento no estrangeiro, ou melhor se os angolanos quiserem investir na China ou Macau, têm de fazer estudos de viabilidade. Não há nenhum tipo de investimento que não passe por esta fase, é preciso estudar bem o mercado e decidir se vale a pena investir nesta ou naquela área. Para tal, nós temos muitos empresários em Macau que poderão dar este apoio na constituição de parcerias. Porque os nossos empresários além de conhecerem o vasto mercado chinês, conhecem os segredos dos negócios na China. Também os empresários de Macau, devido a razões históricas, conhecem a cultura angolana, muitos deles já foram várias vezes lá, portanto é bom procurar alguém que esteja no meio para poder dar ajuda neste estreitamento de relações.

Considera que o Fórum Macau, nesta fase, está a cumprir com o seu papel?
Óóhh...só temos 10 anos! Ainda estamos na fase de adolescência, penso que temos muito por aprender e muito por desenvolver ainda nos próximos 10 anos. O Fórum de Macau não acaba agora, vai continuar a se desenvolver nos anos vindouros. Principalmente, na minha opinião – como já estou nele há 10 anos, espero que as novas gerações se debrucem também no estreitamento das relações económico-comerciais entre Angola, Macau e China, porque temos muitas portas abertas até para o futuro.

O que é que aconselha aos angolanos?
Aprender mandarim (língua chinesa)! Porque é que os brasileiros têm tantos acessos aqui na China? Porque muitos brasileiros falam mandarim. E até alguns moçambicanos, guineenses e cabo-verdianos já falam mandarim. Isso ajuda muito a estreitar relações e a abrir portas. E uma das apostas do governo da RPChina é o ensino da língua chinesa, e há cada vez mais chineses a aprender português. Nós em Macau temos várias instituições que ensinam português para os chineses e muitos acabam de fazer o curso e vão logo para Angola. Já cruzei com alunos que fizeram estágio no Fórum e foram contratados para trabalhar em empresas chinesas em Angola, e estão a ganhar bons salários!

Em termos culturais, para além da música e dança, como acha que os angolanos podem aproveitar mais esta placa giratória que é Macau? Sente que falta algo?
Acho que os angolanos precisam ter mais coragem para sair do país! É preciso procurar oportunidades na RPChina, é preciso procurar parceiros para produzir mais. Porque até gora, para além do petróleo eu não sei muito bem o que se pode exportar mais. Sei da madeira que é de boa qualidade. Mas não são essas indústrias que ajudam as pequenas e médias empresas.
Portanto, é preciso ver o que se pode exportar e também ver o que se pode importar. Porque vi que muitos empresários angolanos compram muitos materiais da China, mas não os compram directamente da China, compram a intermediários o que encarece os preços das mercadorias.
Outra coisa que é bastante rica, no vosso país é a agricultura. Ainda me lembro quando estudava no liceu, parece que Angola exportava algodão, café, arroz e se não estou em erro sisal. Mas parece que agora não está a exportar nada. É preciso, também, procurar parceiros na área da agricultura, sei de algumas empresas chinesas que já estão a trabalhar neste ramo em Angola, mas não chega.
É preciso estudar qual o fluxo de circulação e aproveitar, por exemplo, a fruta que é muito boa, a manga! Para fazer sumos e outros derivados. E assim deixavam de importar esses produtos. Também podem desenvolver a criação de aves, para não importar mais frangos, mesmo os suínos.
O clima de Angola favorece tudo, a terra é tão fértil! E isso pode ser explorado para potenciar as relações de parcerias com empresas chineses e assim aumentar a oferta desses produtos para o mercado interno, o que baixaria os preços. Depois podem exportar.

Será que a sociedade de Macau conhece Angola? O que se sabe de Angola, aqui em Macau?
Há muito conhecimento! Outra coisa que eu gostava se pudesse concretizar o mais rápido possível é a celebração do protocolo de trocas de programas entre as televisões.

O que é isso, exactamente?
A televisão de Macau já assinou protocolos de troca de programas com a Guiné-Bissau, Cabo Verde, Moçambique, e com Portugal existe já há bastante tempo. Esta troca de informação permite que se conheça mais sobre o país e depois se difunda pelo vasto mercado da RPChina, traduzindo estes conteúdos em chinês. E da nossa parte os programas da RPCHina e Macau seriam traduzidos para português.
Havendo uma troca de informações e de programas de televisão, permitiria conhecer melhor e mais os povos, conhecer melhor o mercado e há uma aproximação maior entre as pessoas, entre os empresários e isto é muito bom.
Este é um passo que gostaria que a Televisão de Angola decidisse o mais rápido possível.
Aqui as pessoas já têm assistido programas da Guiné-Bissau, de Moçambique e de Cabo Verde, mas até agora não se vê nada de Angola!

Fala-se de bolsas de Estudo no âmbito do Fórum de Macau...
Aqui temos de diferenciar dois tipos de bolsas de estudos. O Governo da RPChina tem concedido bolsas de estudo a estudantes angolanos e de outras nacionalidades. Essas bolsas são para todas as províncias da China e não têm nada a ver com o Fórum.
No âmbito do Fórum de Macau, o Governo de Macau disponibiliza bolsas de estudos para dez estudantes de cada país, para licenciatura. E os critérios de selecção dos bolseiros é feito pelos respectivos países.

Uma mensagem para os angolanos?
Eu gostaria que os angolanos pudessem trabalhar cada vez mais no sentido de procurar mais os mercados externos através de Macau que poderá dar um grande contributo na aproximação dos empresários da China aos homólogos angolanos. Macau tem sempre as portas abertas para os angolanos, por razões históricas, tivemos a mesma colonização, 
O que é o Fórum de Macau?
É um mecanismo multilateral de cooperação económica e comercial perseguindo o objectivo da promoção e do desenvolvimento das relações económicas e comerciais, entre a China e os Países de Língua Portuguesa, utilizando Macau como plataforma de ligação.
Criado em Outubro de 2003, designa-se “Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa”, abreviadamente “Fórum de Macau”.
Tem um secretariado permanente baseado em Macau, sendo todas as despesas da operação suportados pelo Governo da República Popular da China (RPChina).
Conta também com um secretário-geral (nomeado pela RPChina), três secretários-gerais adjuntos (um nomeado pela RPChina, um nomeado pelo RAEM e o outro indicado entre os países de língua portuguesa). Todos os países membros do Fórum têm um delegado residente, com excepção do Brasil cujo representante reside em Hong Kong.
A sua estrutura organizacional tem ainda um gabinete de administração e outro de apoio ao secretariado permanente.
POSTAL DE MACAU
A península de Macau foi habitada inicialmente por pescadores vindos de Fukien e Cantão. Por isso, ganhou a designação chinesa de “Ou Mun” que significa “Porta da Baía” (tradução literal).
Mas em português, Macau pode estar ligado ao culto da deusa “A-Má” venerada no sul da China, e ao templo que lhe foi dedicado no porto interior. Nessa época ficou conhecida por “Á-Má-Gao” (Porto de Á-Má), de onde pode ter derivado a palavra Macau.
Os portugueses aportaram ali entre 1554 e 1557, tendo-se convertido na potencia colonial que dominou aquele território até 1999.
Macau é um arquipélago constituído por três ilhas; Macau, Taipa e Coloane. Localizado na costa meridional da RPChina, a oeste da foz do Rio das Pérolas e adjacente a Guangdong. No século XX a sua extensão era de apenas 11,6 quilómetros quadrados. Aquando da saída da administração portuguesa tinha já cerca de quinze quilómetros quadrados, tendo hoje crescido até 29,7.
Tem a designação de Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) da República Popular da China, tem como línguas oficiais o mandarim (chinês) e o Português. A sua população é estimada em 550 mil habitantes.
Macau é uma pequena economia de mercado, aberta e liberal, com livre circulação de capitais, a sua moeda é a pataca (MOP), indexada ao dólar de Hong Kong. Enquanto cem dólares americanos, em Angola, são equivalentes, em geral, a dez mil kwanzas, em Macau equivalem a 774 patacas.
O sector mais importante da economia de Macau é o terciário. Os jogos “da fortuna e do azar”, como designam, o turismo e o comércio contribuem com 92,7% do PIB. O sector secundário, indústria (têxteis, fogos de artifícios, brinquedos e flores artificiais), contribui em 7,2% do PIB, enquanto o primário (agricultura e pesca) apenas 0,1%.

Santos Virgilio em Macau
fonte: opais.net

África, um mercado futuro para comida halal.

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Fast Food halal, Clichy-sous-Bois, le 10 août 2005. Jacky Naegelen/ Reuters
As Empresas agro-alimentares Halal prosperam no continente, representam um forte potencial.


"Eu estaria mentindo se eu dissesse que nós não consideramos África. África está crescendo. Nós sabemos que eles privilegiam muitos a agricultura e muitos desenvolvimentos estão ocorrendo. Quando eu falo da África, eu falo para toda a África, e não apenas a África do Sul ".

Saleh Abdullah Lootah, Diretor Geral de Al Islami Foods, tentando conquistar o mercado africano através de sua empresa de fast food halal Farooj com sede em Dubai. Para fazer isso, ele tenta encontrar funcionários africanos no sector agro-alimentar. Saleh Abdullah Lootah está confiante? Sua experiência na Líbia. Saleh Abdullah Lootah abriu um restaurante após a revolução de 2011. Desde então, o restaurante recebeu lucros inesperados.

Nos próximos 10 anos, a África será um mercado crescente de alimentos halal. Saleh Abdullah Lootah explica nas colunas do site http://www.howwemadeitinafrica.com/  porque nós fizemos isso em África, e que os contratos devem ser concluídos com fábricas na Somália, Etiópia, África do Sul ...

Ele olhou para a frente para o nascente padrão de vida de alguns africanos. Aqueles que não vão querer comer apenas carne halal, mas produtos de qualidade de uma marca estrangeira.

Pragmático, Saleh Abdullah Lootah, no entanto, explica a falta de infra-estrutura e instabilidade política poderiam retardar seus planos de expansão em África.

fonte: slateafrique.com




Senegal: Educação Básica - são 13.900 jovens e adultos que necessitam de alfabetização neste ano.

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A educação básica nacional para jovens e adultos analfabetos articulada por Tic (Tic-Pnebja). O programa foi lançado. Seu objetivo é proporcionar a alfabetização a 13.900 jovens adultos 71 com idades entre 15 anos ou mais e cerca de 4 milhões de pessoas até 2025.
Apesar dos inúmeros esforços de mais de duas décadas e que levaram à consolidação de 21 línguas e estado de ereção de uma língua nacional, a alfabetização de quase 3 milhões de pessoas, o desenvolvimento de materiais de ensino, a criação de repositórios para habilidades de jovens e adultos em alfabetização, uma coisa é clara: a indústria da educação básica para jovens e adultos ainda enfrenta algumas limitações e restrições. O ministro da Educação, Serigne Mbaye Thiam sabiamente fez o lançamento da educação básica nacional para a juventude e um programa para analfabetismo de adultos.
As dificuldades que ainda enfrentam o sub-sector da Educação são, entre outras, a falta de formação da grande maioria do pessoal de gestão, falta de certificação e habilidades dos neo-alfabetizados, a falta de harmonização dos diversos intervenientes, a falta de programas de educação para os jovens excluídos do sistema, a ainda a elevada taxa de analfabetismo (57% analfabetos predominantemente composto por mulheres).

Centros de educação e formação de jovens Regionais

No entanto, disse Serigne Mbaye Thiam, em um contexto marcado pelo fim do programa de dez anos de educação e formação (Pdef) e o nascimento do programa de melhoria da qualidade, equidade e transparência ( pacote), e a adopção de uma nova carta política do setor, o departamento tenha se envolvido em significativas "quebras" para o desenvolvimento do sub-sector da alfabetização. "Este compromisso já está se materializando com o advento da Pnebja-Tic destinado a alfabetização este ano, 13.900 jovens e adultos com 15 anos ou mais, e cerca de 4 milhões de pessoas até 2025", ele disse.
O ministro pediu que as autoridades locais, as estruturas administrativas, associações, grupos de mulheres ... para demonstrarem o compromisso nacional e cidadania em torno da causa nobre "a erradicação do analfabetismo e a promoção da línguas nacionais para o desenvolvimento endógeno sustentável ". Ele anunciou a criação de um centro de educação e formação para jovens e adultos analfabetos em cada autoridade local com um fundo especial para o seu funcionamento.

Por: Elhadji Ibrahima Thiam

fonte: lesoleil.sn

Prédio comercial desaba e deixa mais de 70 mortos em Bangladesh.

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Um prédio comercial de oito andares desabou na manhã desta quarta-feira próximo a Daca, capital de Bangladesh, deixando pelo menos 70 mortos e um número incerto de feridos, com muitas pessoas ainda presas sob os escombros, de acordo com informações do Exército e do governo local.
O general Mohammed Siddiqul Alam Shikder disse que cerca de 600 pessoas já foram resgatadas pelas equipes de emergência. O acidente aconteceu em Savar, a aproximadamente 30 quilômetros de Daca.
O edifício Rana Plaza abrigava lojas, um banco e uma fábrica de roupas em seus andares superiores, disse Jibon Mia, do corpo de bombeiros. Ele afirmou que aparentemente os andares da fábrica desmoronaram sobre os inferiores.
“Nós não sabemos quantas pessoas estavam dentro do prédio, mas poderiam ser muitos”, afirmou Jibon Mia.
Em novembro do ano passado, um incêndio em uma fábrica deixou 112 mortos e provocou um clamor por mais segurança na indústria do vestuário do país, grande exportador de roupas para empresas ocidentais. Bangladesh tem cerca de 4 mil fábricas de vestuário.
Com informações das agências AP e Reuters
fonte: terra.com.br

Suspeito de matar seis em tiroteio na Rússia é capturado.

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Polícia divulgou imagem do momento da captura do suspeito Foto: EFE
Polícia divulgou imagem do momento da captura do suspeito
Foto: EFE
O suspeito de abrir fogo e matar seis pessoas, incluindo uma menina de 14 anos, nas proximidades de uma loja de armas na última segunda-feira em Belgorod, na Rússia, foi capturado pela polícia, informaram as autoridades nesta quarta-feira, segundo a agência RT.
Sergey Pomazun estava tentando deixar a cidade em um trem de carga quando foi detido pela polícia na noite de terça, de acordo com o Ministério do Interior russo, que acrescentou que o suspeito feriu um policial com uma faca enquanto tentava fugir.
Centenas de policiais foram deslocados na caçada ao suspeito, conhecido como "atirador de Belgorod"; helicópteros e jatos também foram utilizados na procura. Pomazun foi identificado depois de ser abordado por policiais em uma estação de trem - ao apresentar os documentos, o suspeito foi reconhecido pela sua foto.
Moradores da cidade chegaram a ser alertados para permanecer em suas casas para não atrapalhar a operação policial. Belgorod é uma cidade de 420 mil habitantes no sul da porção europeia da Rússia, próximo à fronteira com a Ucrânia.
O tiroteio teria sido motivado por um arranhão descoberto pelo homem em seu carro, que teria sido feito quando ele estava dentro de uma loja de armas - cinco pessoas (quatro homens e uma menina) morreram no local, enquanto outra garota, 16 anos, morreu no hospital. Pomazun já tinha passagem pela polícia.
Fonte: terra.com.br

terça-feira, 23 de abril de 2013

Senegal: Habitação Social - um aglomerado urbano de 5.000 casas previstos em Bambilor.

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A nova habitação social no estado é para fazer mais para a política de habitação no Senegal. Para atender a essa demanda, a Sociedade de estudos, obras e engenharia (Seti) planeja construir 5.000 novas casas na comunidade rural de Bambilor.

Não há mais favelas, serão até centros urbanos equipados com todas as comodidades necessárias. É a definição da nova política de promoção da habitação social, disse o Chefe de Estado, Macky Sall, lembrou ontem ao ministro de Desenvolvimento Urbano e Habitação, no lançamento da pedra fundamental de um projeto para construir 5.000 habitações em Bambilor. "Agora vai ser a realização de centros urbanos multifuncionais em pequenas cidades, com todas as comodidades necessárias para um novo empreendedorismo", disse o ministro Khoudia Mbaye. Ele explica que, além dos diferentes tipos de habitação (social, de médio e de luxo), estes novos centros urbanos serão equipados com infra-estrutura bancária, centros de treinamento, lojas, espaços públicos, etc. para criar um "mix" para uma maior equidade social.
O Director-Geral da Sociedade de estudos, obras e engenharia (Seti) Abdoulaye Sambe, iniciador deste projeto não quis dizer mais nada. "A cidade de 5.000 casas que construiremos aqui será um centro urbano com todas as comodidades de uma cidade vibrante", disse ele. O trabalho desta nova cidade vai fornecer "enormes oportunidades" para as pessoas, como a construção de estradas, escolas, centros de saúde, complexos desportivos, mercados, etc. Nada menos que 3.000 empregos diretos e 5.000 indiretos serão criados para os jovens com trabalho, excluindo os contratos de subcontratação para pequenas e médias empresas. "A construção dessas habitações é de baixo custo e também permite ao país dar um salto qualitativo e quantitativo na cobertura nacional de habitat", disse o DG de Seti. Fornecido em um local de 119 hectares, 5000 casas serão um dos "elementos essenciais do projeto, uma família, um teto". Além disso, os iniciadores de boas-vindas "a franca colaboração e generosidade" dos proprietários tradicionais desta terra, neste caso, a família de Ama Khoudia Mbengue que ajudaram a tornar este projecto uma realidade.
Para a realização dessas unidades, Seti já beneficiou da colaboração de empresas espanholas, como a Ria / África Cabbsa; Zekkino; Car International, etc. Os representantes dessas empresas manifestaram a capacidade de cada um construir mais de 1.000 casas por ano. Ria / África é uma empresa especializada na construção de casas pré-fabricadas estima a sua capacidade para 2.000 unidades por ano. "Os parceiros (...) entenderam a orientação do governo e decidiram acompanhar-nos com modernas tecnologias de construção e financiamento consistente", disse Abdoulaye Sambe.
Ministro do Desenvolvimento Urbano e Habitação, o projeto tem um status de "pioneiro na era Macky Sall" merece o apoio de seu governo.

Por: Maguette NDONG

fonte: lesoleil.sn

África do Sul testa Internet através do sinal de TV.

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A gigante tecnológica Google tem um novo projeto na Cidade do Cabo: transmitir Internet através de frequências de TV não utilizadas. O objetivo: levar banda larga a regiões onde o cabo não chega.
A ideia até parece simples. No grande espectro das frequências em que a televisão transmite há sempre algumas frequências livres, que separam os canais uns dos outros. Na linguagem técnica estas frequências chamam-se "white spaces", espaços brancos. É precisamente aqui que a Google quer apostar, explica Fortune Sibanda, gestor de estratégia da empresa na África do Sul.
Google quer transmitir Internet para os locais onde o cabo e o Wi-Fi não chega
"Esta tecnologia utiliza o espaço livre entre os canais de televisão para transmitir Internet", disse. "O principal objetivo deste projeto-piloto é saber se podemos realmente transmitir Internet nestes 'espaços brancos' sem causar interferências aos principais utilizadores das frequências."
Mas isso não é assim tão fácil. Porque as antenas de televisão ainda não conseguem processar sinais de Internet. Por isso, foi preciso introduzir novas tecnologias.
No projeto-piloto na Cidade do Cabo, a equipa do Google montou recetores, que foram produzidos especificamente para a região: "Estes aparelhos têm de trabalhar com limites bastante bem definidos – e esses limites são: que canais estão livres e que canais estão a ser utilizados."
Levar mais longe a Internet
Várias organizações locais participam no projeto. Entre elas, a entidade reguladora das telecomunicações sul-africana. Dez escolas foram conectadas à Internet através deste método. Todas as escolas foram equipadas com equipamentos de medição, que verificam constantemente se os transmissores de Internet estão a interferir com a receção de TV.
Fortune Sibanda, da Google, espera que tudo corra bem no processo para que este método de transmitir Internet possa ser implementado. A tecnologia assenta que nem uma luva em África, segundo o gestor de estratégia.
"Isto é muito importante, sobretudo para África. Pelo menos, é nisso que acreditamos", comentou.
De acordo com Sibanda, os "white spaces" têm um alcance muito maior e essa é uma grande vantagem em comparação com outras formas de transmitir Internet.
"O sinal vai até dez quilómetros, algo que é interessante para regiões aqui em África onde a infraestrutura de telecomunicações não é assim tão boa. Esta tecnologia permite que se aceda à Internet, sem ter de colocar 'hotspots' a cada 100 metros, que é o que se faz com as redes sem fio Wi-Fi", disse.
Ainda não se sabe se a tecnologia dos "white spaces" chegará, em breve, a outras zonas do continente. Tudo depende do sucesso dos testes em curso.

fonte: DW.DE


segunda-feira, 22 de abril de 2013

OPINIÃO: PONTOS DE VISTA EM CAMPOS SEPARADOS.

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Após uma rápida leitura deste link. http://www.gbissau.com/?p=5549 – vemo-nos confrontados com a possibilidade de confundirmos o Estado, com um grupo de indivíduos ou mesmo uma única pessoa, i. é, dado a aproximação e destaque na hierarquia institucional, ser um alto cargo de chefia, por exemplo o mais elevado na  representação institucional (exemplo/o CEMFA), isto pode ser inconsciente e, confundir ainda mais na interacção possível entre o objecto institucional e o individuo.
Mas, o bom senso guia a nossa preocupação, ajudando a clarificar as águas que pareciam mais turvas e a racionalizarmos melhor, com a emoção controlada, destacando a necessidade de não confundirmos a Instituição com as pessoas que prestam serviço nela.

Por isso, Camaradas e amigos, há que pensar maduramente o que fazer perante acusações de crimes desta natureza. Independentemente da análise e das avaliações em Sede própria (Tribunal), vermos bem como reagir a isto tudo, o tempo urge.
Está visto que temos duas figuras distintas aqui, a do Estado da Guiné-Bissau e a figura dos dirigentes da Classe Castrense acusados de crime organizado (até ver), o que confronta toda moral institucional, a sua dignidade e auto-defesa (independentemente das pessoas acusadas) na soberania do Estado. Este valor simbólico não deve desviar a sua honra para cobrir ninguém em particular.
O contrário disto já é compreensível, porque teria um efeito patriótico, ver um Guineense dar a vida pela Pátria e não a Pátria perder-se por um grupo de Guineenses, seja em qualquer momento, em guerra aberta com a justiça internacional ou não, nunca.
A Pátria acolheu os seus filhos sempre por igual, devemos proteger a sua imagem, permitirmos que ela seja limpa e contínua, intocável, perante qualquer Justiça, dentro ou fora do País.
Não confundir indivíduos com Instituição. Cada um deve poder usar recursos ao seu alcance (ferramentas judiciais), para se defender, mas, sem manchar o bom nome do País.
Neste momento está sendo confrontado o seu real valor de Estado e, apesar do facto desta suspeita sobre os lideres militares, o Estado permanece sempre intocável e, perante estes cidadãos que agora terão que se defender da acusação em tribunal, não devemos nunca misturar ou confundir estas fronteiras entre os nossos nacionais implicados ou suspeitos, com o Estado (figura institucional), nunca.

Obviamente que não serão abandonados neste pântano, mas apoiados, tendo em vista a defesa da honra possível ainda antes do fim deste episódio gigantesco. Apoiar mas sem se confundir com a figura de réu, o Estado ficará "representado" sentado na plateia dentro do Tribunal, assistindo ao espectáculo da justiça (sem se confundir no entanto com o réu), restando a aguardar pelo veredicto final dos juízes, penso.
É preciso aguardarmos de fora com a cabeça fria, este duro golpe que atinge a primeira figura da classe castrense, suportar este choque psicológico dentro do grupo militar, que agora vê a imagem do seu "chefe"  ser posta de lado, sua cabeça a prémio, procurado para responder em tribunal internacional por tráfico de arma, terrorismo e associação criminosa.
Penso que restam duas opções para os nossos militares acusados: 1 - pedirem a demissão e "lavarem-se" das acusações, enquanto preparam a defesa. Demitirem-se para soltarem a imagem da chefia castrense e do Estado, permitindo uma outra voz representar a defesa da República da Guiné-Bissau, até ao final disto tudo;
2 - Quem não deve não teme, independentemente das provas poderem ser "fabricadas", posto isto, então porque não pensar no asilo político, num País como a China ou Cuba, por opção, seja de vida ou por assumirem a incapacidade em se defenderem perante uma "potência"? enfim, que cabe a cada um, o seu exame de consciência no meio disto.
Coragem não lhes falta, afinal são militares que nos libertaram, que agora estão num campo de batalha que nunca na vida qualquer um deles desejaria. Não vai ser fácil, nem para o País, nem para nenhum dos acusados, será duro com certeza, há que ter cabeça fria e pensar maduramente, no País, nas acusações e no Estado!
VIVA A GUINÉ-BISSAU, A LUTA CONTINUA...
É preciso ter calma, muita calma mesmo, evitar cobranças difíceis, em todos os sentidos de uma análise possível aqui e, não perder a cabeça com provocações, porque a situação ainda pode piorar e o País está em primeiro lugar.
Camaradas, que a natureza nos proteja, se Deus quiser!

Djarama. Filomeno Pina

As Universidades do Maghreb são as melhores do continente africano.

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Une vue de l'université du Caire, 2009 / AFP
Uma avenida da universidade de Cairo, 2009 / AFP

A classificação das Faculdades e Universidades internacionais destaca o potencial do Norte de África.


O barômetro proposto pelas Faculdades e Universidades internacionais não apresenta muita surpresa, pelo menos no que diz respeito ao país que lidera o top 100 das melhores universidades africanas.

Esta é a da África do Sul que ganha o prêmio. A seriedade de suas instituições acadêmicas após a nova Constituição de 1994, atrai muitos estudantes do continente. Vinte universidades do país Arc-en-ciel estão incluídas nesta classificação, para as cinco que estão classificadas, sendo a primeira a Universidade da Cidade do Cabo, onde a entrada é baseado em uma seleção de especial cuidado.

Depois da África do Sul, os países do Norte de África são apresentados como tendo as melhores universidades do continente. E aqui, também, a eterna rivalidade entre a Argélia e Marrocos surge. Conforme comentado por Maghreb Emergent "Marrocos à frente da Argélia por um corte-de-cabeça. (...), Um desempenho que está sendo atribuído a Universidade Mohammed V-Agdal de Rabat ".

De fato, a universidade atingiu o 20 º lugar na classificação, enquanto a primeira universidade argelina vem em 29 ª posição, como a Universidade de Ciência e Tecnologia, Houari Boumedienne. Tunísia não é para ser esquecido também. O regime de Ben Ali tinha dedicado recursos significativos em educação. Cinco universidades tunisianas incluídas nos rankings, incluindo os de Cartago e Manouba.

Mas é no Egito, que devemos buscar a classificação mais alta dos países do Magrebe. O país ocupa o segundo lugar, atrás da África do Sul. Nada menos que dezoito instituições egípcias foram selecionadas por Faculdades e universidades internacionais. Universidade do Cairo, é apresentado como a melhor das melhores.

fonte: slateafrique.com

Testosterona desperta mulheres.

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Creme do prazer deve ser aplicado sobre as coxas e também na barriga.


Criados a partir da testosterona, cremes que aumentam a libido feminina são cada vez mais procurados pelas mulheres, que encontram assim uma solução para recuperaram o prazer. A falta de desejo sexual é o principal problema sexual das mulheres. Nos homens a disfunção erétil e a ejaculação precoce são as doenças mais frequentes.

Para o urologista, Manuel Mendes Silva, a solução clínica para a falta de ereção surgiu no final do século XX, com o comprimido azul Viagra. A medicação oral conheceu, entretanto, dois outros comprimidos: o Cialis e o Levitra.

"A facilidade da toma do medicamento e os resultados visíveis cerca de meia-hora depois de tomar o comprimido levou à sua popularização, sobretudo, entre os homens de meia-idade", referiu o médico urologista. A disfunção erétil atinge cerca de meio milhão de portugueses e um número muito idêntico sofre de ejaculação precoce.

A solução mais corrente para os homens que ejaculam logo após a penetração ou mesmo antes do início do contacto sexual é o recurso ao medicamento Dapoxetina. "É um antidepressivo e tem efeitos secundários próprios destes medicamentos como retenção urinária ou mau funcionamento dos intestinos", acrescenta o presidente da Associação Lusófona de Urologia, organismo que integra especialistas dos oito países de língua portuguesa. Manuel Mendes Silva sublinha, contudo, que "a toma, uma hora antes da relação, é, num número elevado de homens, a solução para terminar com a ejaculação precoce".

No sexo feminino, o ginecologista Vicente Pinto, sublinha que em primeiro lugar deve ser observada a saúde genital. A ausência de doenças leva então à procura de soluções para as questões psicológicas, cansaço, ou secura da vagina, na meia-idade. O especialista recomenda o uso de um creme de testosterona. A hormona masculina provoca na mulher um estímulo sexual, devendo ser aplicada na parte interior das pernas ou na barriga. Há várias marcas de cremes de testosterona. Uma embalagem ronda os 50 euros.
fonte: correiodamanha.pt

EUA: Irmãos queriam matar mais gente.

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Os suspeitos do atentado de Boston fabricaram seis bombas e tinham arsenal de armas ligeiras. Durante a fuga, atiraram explosivos aos polícias.


Os bombistas da maratona de Boston estavam a preparar outro atentado e tinham já construído bombas para matar de novo. A informação foi avançada por um responsável da polícia, que confirmou ainda que Dzhokhar Tsarnaev, o mais jovem dos irmãos tchetchenos, tentou suicidar-se com um tiro na boca antes de ser capturado.

O comissário Ed Davis, da polícia de Boston, afirma que os terroristas tinham fabricado pelo menos seis bombas, duas das quais detonaram na maratona. Quando fugiam da polícia, na noite de quinta-feira, os irmãos Tamerlan e Dzhokhar Tsarnaev atiraram aos polícias quatro outros engenhos explosivos. Dois deles detonaram, e outros dois falharam. Usaram ainda duas pistolas e uma carabina, com a qual mataram um polícia no Instituto de Tecnologia do Massachusetts (MIT) e outro pouco depois, durante a longa perseguição que culminaria com a morte de Tamerlan, de 26 anos, em Watertown.

Tendo em conta o grande número de engenhos explosivos, um dos quais igual aos que mataram três pessoas e feriram mais de 170 na maratona de segunda-feira, a polícia conclui que os bombistas estavam à beira de fazer outro atentado.

Sobre a captura de Dzhokhar, de 19 anos, após um cerco e tiroteio de duas horas, na noite de sexta-feira, Davis refere que o bombista resistiu até ao limite. Quando se viu forçado a sair do pequeno barco onde estava escondido, terá tentado suicidar se. "Pelo ferimento que revela na garganta, os médicos pensam que terá metido a pistola na boca e disparado, mas a bala saiu pela nuca e não o matou", explicou Davis.

Devido aos ferimentos, pode ficar definitivamente incapaz de falar, desconhecendo-se quando, e como, poderá ser interrogado pelo FBI. Refira-se que os médicos não confirmam se Tamerlan morreu dos ferimentos sofridos quando o irmão, em fuga, o atropelou. *Com agências
fonte: correiodamanha.pt

domingo, 21 de abril de 2013

O Antropólogo Camaronês ganha prêmio 2013 de 'Herói Africano'

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Cameroonian Scholar Wins 2013 'African Hero' Award


O Antropólogo reconhecido internacionalmente, da Universidade de Cape Town, UCT, o professor Francis Beng Nyamnjoh foi nomeado Herói Africano do Ano em 2013 pela União dos Estudantes Africanos, ASU, da Universidade de Ohio, EUA, recentemente.
A celebração anual do dia do herói Africano homenageia uma pessoa da ASU do continente que tem feito uma contribuição significativa para melhorar a vida dos seus habitantes.

O Camaronês nascido em Nyamnjoh segue uma longa linha de heróis africanos distintos, o primeiro dos quais foi o ex-Presidente Sul-Africano Nelson Mandela em 1993.

 Honra de Nyamnjoh reconhece a sua "notável contribuição para o avanço da África através de sua bolsa de estudos, bem como a prática docente", como se lê na placa do vencedor.


"O prêmio significa muito para mim, pelo simples fato de que se trata de estudantes que seguiram meu trabalho à distância e foram capazes de apreciá-lo", diz Nyamnjoh. "Este é mais humilhante e encorajador. Espero que eu sou capaz de viver à altura do desafio que eles têm jogado o meu caminho", acrescentou o estudioso.


 Nyamnjoh preside a seção de Antropologia Social da Escola de Estudos de Antropologia e Lingüística africanas e Gênero da UCT e possui um perfil de publicações prolífico. Sua impressionante bibliografia inclui o trabalho sobre mídia e democracia, mobilidade e cidadania, e da formação social das tecnologias de informação e comunicação.


Classificada como B2 pela Fundação Nacional de Pesquisa, a carreira do estudante começou na Universidade de Yaoundé, Camarões, onde obteve um BA, em 1984 e MA, em 1985, antes de completar PhD da Universidade de Leicester, no Reino Unido, em 1990.

Antes de ingressar na UCT em 2009, Nyamnjoh ensinou estudos da sociologia, antropologia e comunicação nas universidades de todo Camarões, incluindo a Universidade de Buea, UB, da Universidade de Botswana antes de servir como chefe de publicações no Conselho para o Desenvolvimento da Pesquisa em Ciências Sociais em África , CODESRIA, de 2003 a 2009.

 Em outubro de 2012, ele recebeu da Universidade de Cape Prêmio de Excelência da cidade pela "excepcional contribuição como professor na Faculdade de Ciências Humanas" depois de ser empossado como membro da Academia de Ciências de Camarões em agosto de 2011.

 Nyamnjoh recusou ofertas de funções docentes permanentes em universidades norte-americanas e europeias, alegando que ele preferia levar sua experiência de volta para a África e lecionou em diversas universidades de todo o continente. Nyamnjoh foi agraciado com o Arts de Pesquisador Sênior do prêmio do ano em Botswana.

 Ele mostra grande confiança na contínua contribuição da África para a academia. "Há estudiosos africanos e bolsas de estatura mundial em todas as disciplinas, e em África é o continente cada vez mais a recorrer a novas formas de teorizar e entender nosso mundo. Oferece exemplos fascinantes diárias do complexo, sutil e com capacidade de negociação e de navegação miríade influências por pessoas comuns ", afirmou ASU em comunicado.

Nyamnjoh tem escrito extensivamente sobre questões tão diversas como a democratização, a etnia e o regionalismo na África, a globalização e o papel e o lugar dos meios de comunicação em África. Seus livros mais recentes incluem: Negociando uma identidade anglófona (2003), Direitos e as Políticas de Reconhecimento na África (2004), de mídia da África, Democracia e da Política de pertença (2005). Ele é o autor de cinco obras de ficção - um jogo, The Convert e quatro romances: Busca Mente (1991), O Africano Desiludido (1995), um nariz para o Dinheiro (2006) e Forgotten Souls (2008).

Ele atuou como Vice-Presidente do Conselho Africano para a Comunicação, Educação, ACCE, 1996-2003.

 Um escritor prolífico, comentarista político e social, os escritos de Nyamnjoh são socialmente relevantes e envolvem até mesmo para os não-especialistas.

 Ele também é o autor, co-autor de uma infinidade de livros, peças teatrais e trabalhos apresentados que podem ser encontrados em sua bibliografia.

 O camaronês é um erudito professor e muito procurado e reverenciado. Serviu várias instituições internacionais de pesquisa e desenvolvimento ou em trabalho de nações Africanas, Pan-Africano, etc. Ele é um Africano para o núcleo e se recusa a vários convites para subir de cargo de professor permanente na Europa e América, mas ele optou por visitar universidades no Ocidente apenas para apresentar palestras que promovem o curso intelectual da África, ou como externo examinador de mestrado e teses de doutorado e dissertações sobre África.

Embora Nyamnjoh está literalmente ligado com bolsa Africano, ele está disponível também para a comunidade intelectual global, que é para o avanço da epistemologia Africana.

 Prêmios Galore!

Entre os prêmios que reconhecem o serviço de Nyamnjoh à comunidade intelectual e bolsa de estudo na África incluem: "Artes Pesquisador Sênior do Ano de 2003" da Universidade de Botswana, em 2010, ele foi classificado como um professor "B2" e pesquisador pela Fundação Nacional Sul-Africano de Pesquisa (pesquisadores que gozam de grande reconhecimento internacional por seus pares para a alta qualidade e impacto da sua produção científica recente) com válida de 1 de Janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2016, e foi igualmente empossado como membro da Academia de Ciências de Camarões em agosto de 2011 . Ele é um beneficiário de inúmeras bolsas, altamente competitivas no mundo e é membro de acadêmicos, associações profissionais em África: IAI, IFC, AGGSS, ACCE, Ciko, CODESRIA, HSRC, PAAA, Sarchí, e serve no conselho editorial de várias Artes críticas, Ecquid Novi, International Journal of Comic Art, Assuntos África, Estudos Africanos, Media Development, Ethnologistas americanos, Diáspora Africana, Journal of Transnational África em um mundo globalizado, revisão de estudos Africanos, Journal of Modern: pares Pan-Africano revistas revisado de Estudos Africanos, Journal Africano Estudos de Mídia, Zed Books e muito mais.

Prêmio da ASU 2013 'Herói Africano' ocorreu 16 de Março de 2013 no Ballroom Baker, Athens, Ohio University, EUA.

fonte: AfricaNews

Mali: Jogo político do Chad sobre o alto investimento na implantação no Mali.

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Photo: Ministério da Defesa Francesa

O Presidente Deby do Chade, anúncio no início desta semana que ele estava planejando retirar suas tropas do norte do Mali o que caiu como uma surpresa para muitos, mas no mundo da política do Chade decisões inesperadas vindas através do presidente já são mais que familiarizadas.

Enquanto parece que não há espaço para os Chadianos permanecerem no Mali - por meio de incorporação da força da ONU proposta (que deve assumir a partir da missão da CEDEAO liderada  pela Afisma), parece que na mente de Deby - e, de fato, em muitos dos deputados do Chade na Assembleia Nacional que votaram quase por unanimidade em favor da saída, o Chade já pagou um preço elevado.

Poucos querem ver as tropas do país irem sozinhos em uma guerra de guerrilha sangrenta e prolongada.

A decisão foi precipitada pelas mortes da última sexta-feira de três soldados do Chade em um ataque suicida em Kidal, elevando o número total de Chadianos mortos para mais de 30.

Não é à toa que ele fez esse anuncio dias depois que a França anunciou a primeira retirada das suas forças.

E, claro, há custo - as estimativas colocam-no em cerca de 90 milhões de euros já, e como o Chadiano MP Rhakis Saleh colocou à RFI "É claro que a causa é nobre, mas as centenas de milhares de milhões de CFA que passaram nesta guerra poderiam ter ajudado a resolver muitos dos nossos problemas ".

Se o anúncio de Chade consegue sacudir a ONU para acelerar a implantação de uma força de manutenção da paz (e pagando), então Chade pode desempenhar o seu papel ao lado de outras nações africanas, sem ter que arcar com toda a carga.

A linha de fundo para Deby é que o fatim (Forças Armadas do Chade de Intervenção no Mali) precisa pagar dividendos claros - assim como parece tornar-se passivo, portanto, mudanças significativas podem ser esperadas.

Até agora, a implantação tem sido uma forma de mostrar o quão longe o Chade vem participando desde os dias sombrios de 2006 e 2008, quando duas rebeliões graves aconteceram poucas horas depois de derrube do Deby.

Ele ajudou a estabelecer uma narrativa do país como um líder regional, e talvez convenceu os detratores que os US $ 600 milhões das receitas do petróleo extraídos dos planos de gastos sociais, para comprar equipamento militar - incluindo seis jatos re-condicionado Sukhoi, helicópteros de ataque e blindados de transporte de pessoal - foi dinheiro bem gasto.

O golpe PR ganhou as alegações de que soldados do Chade mataram dois líderes sêniores  AQMI Abdelhamid Abou Zeid e Mokhtar Belmokhtar, só serviu para reforçar essa reputação.

Também tem sido uma influência sobre a relação com a França, cujas forças, sob o disfarce de 'Operação Epervier ", salvou a pele de Deby há cinco anos quando os rebeldes bombardearam os portões do palácio presidencial.

A continuação da força Epervier tem sido uma fonte constante de discussão, mas agora parece que gesto de respeito aos Chadianos por suas habilidades de combate no deserto e de resposta simples para os pedidos de ajuda, da França, pode de alguma forma melhorar as relações com a ex- colonia.

Mas os dias difíceis estão à frente do Mali - Paris e N'Djamena os dois sabem disso. Nenhum país quer tornar-se envolvido em uma guerra de guerrilha que poderia durar anos.

Os focos já estão lá - Kidal parece ainda estar nas mãos de um ramo do grupo rebelde MNLA chamado MIA. Gao e Timbuktu ambos têm vivido ataques de bombardeiros suicidas nas últimas semanas, e não há pessimismo generalizado sobre a capacidade do país de realizar eleições eficazes em julho.

Chade estabeleceu suas credenciais através de sucessos no campo de batalha dramática, enquanto os soldados dos países africanos vizinhos - e o próprio exército nacional do Mali - têm sido lentos para implantar e têm necessidade de treinamento.

Apoio interno para a implantação do Chade tem sido alta e até agora houve poucos acessos públicos pelas famílias que perderam seus entes queridos.

fonte: allafrica.com



Guiné-Bissau: José Ramos-Horta pede calma aos golpistas.

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Fotografia AFP

O representante das Nações Unidas para a Guiné-Bissau, José Ramos-Horta, pediu ontem às autoridades civis e militares do país para que tenham calma e serenidade em relação às acusações de tráfico de droga feitas pelos Estados Unidos da América a altas figuras militares que dirigiram o golpe de estado e estão ilegalmente no poder.
questionado por jornalistas, Ramos-Horta disse que é contraproducente que as autoridades reajam a essa matéria com grande emoção. “Como amigo e irmão do país, digo ao Governo e à liderança das Forças Armadas para fazerem uso de total serenidade e calma”, disse o antigo Chefe de Estado timorense.
Referiu que nas acusações a António Indjai deve prevalecer o princípio do Direito, segundo o qual todos são inocentes até se provar que são culpados. Acrescentou que “o facto de alguém dizer que A, B ou C é culpado não prevalece, porque o que deve prevalecer é o que é decidido num Tribunal justo.
Ramos-Horta salientou que as Nações Unidas não intervêm no processo. Considerou que até agora o Governo da Guiné-Bissau tem sabido manter a serenidade. “Este processo só agora é que está a ser lançado pelos Estados Unidos da América em termos de acusação, ainda vai levar muito tempo para alguma conclusão em relação a Bubo Na Tchuto e em relação às acusações ao general António Indjai”, disse Ramos-Horta, frisando total confiança na justiça norte-americana. “Mas as acusações vão ter que se provar em Tribunal”. Os acusados e os seus familiares podem estar tranquilos, disse Ramos-Horta. O representante do secretário-geral da ONU na Guiné-Bissau lembrou que em Maio vai ter lugar a cimeira dos 50 anos da União Africana, e, disse, era positivo se a suspensão da Guiné-Bissau fosse levantada, mas para isso tem de haver da parte guineense um roteiro de transição e um governo mais inclusivo.
O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Guiné-Bissau, António Indjai, foi acusado na quinta-feira pelo procurador de Manhattan, EUA, de participação numa operação internacional de tráfico de drogas e armas.
A acusação surge poucas semanas depois dos norte-americanos terem anunciado a prisão de Bubo Na Tchuto, antigo chefe da Marinha da Guiné-Bissau, e de outros guineenses acusados de tráfico de droga.

Gestão de Fundos

A Ordem dos Advogados da Guiné-Bissau quer participar na gestão dos dinheiros que entram no Cofre Geral da Justiça, até agora tratada apenas pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ). A pretensão foi manifestada pelo bastonário dos advogados da Guiné-Bissau, Domingos Quadé, ao novo presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Paulo Sanhá, que visitou a sede da Ordem dos Advogados.
“É a primeira vez que um presidente do Supremo Tribunal    visita, a título oficial, a Ordem dos Advogados. Trata-se de uma visita de cortesia depois da sua eleição. Há muitas questões cruciais a discutir e a aprofundar”, disse à imprensa o bastonário Domingos Quadé.  Acrescentou que os organismos têm funções específicas no âmbito jurisdicional. “Às vezes, são funções que se colidem, mas importa, em conjunto, procurar soluções para reconciliar as divergências que existem entre as instituições”, disse o bastonário. 
A gestão dos recursos financeiros que entram no Cofre Geral é uma das reivindicações antigas dos advogados da Guiné-Bissau, mas o bastonário acredita que a partir de agora a Ordem passa a ter uma palavra a dizer.  Quanto à detenção pelos serviços secretos norte-americanos do ex-chefe da Armada do país, o contra-almirante Bubo Na Tchuto, suspeito de tráfico de droga, o bastonário dos advogados da Guiné-Bissau disse que “por enquanto não me quero pronunciar “. 
Sobre esse assunto preciso, “enquanto bastonário da Ordem dos Advogados não gostava de proferir declarações tipo professor da Faculdade de Direito. Estou aqui enquanto bastonário pelo que devo reservar-me, dizendo que ainda não tenho informações suficientes para me pronunciar”.


Presidente do Supremo

O novo presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Paulo Sanhá, também corroborou a necessidade de haver mais entendimento entre as duas instituições e também recusou tecer comentários sobre a captura de Bubo Na Tchuto. “Enquanto presidente do Supremo Tribunal de Justiça, os tribunais em geral, os magistrados, nós somos regidos por um princípio de reserva. Somos entes passivos, não devemos comentar qualquer que seja a detenção de um cidadão na Guiné-Bissau ou fora dela”, destacou Sanhá.
Paulo Sanhá disse que aguarda pela altura certa para dizer algo sobre a detenção e negou que a instituição a que preside esteja a tomar qualquer medida sobre a matéria. “O Tribunal não fez nenhuma diligência nesse sentido”, 


fonte: jornaldeangola.sapo.ao















































































































































































Camarões: Presidente Biya confortado pela libertação de reféns franceses.

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Camarões pela libertação de uma família francesa aparece como um sucesso diplomático de boas-vindas para o presidente Paul Biya, 80 anos mais de 30 anos no comando do Estado de Camarões, que é granjeado como merecimento pelo apoio de Paris.

Após o anúncio da liberação de sete reféns sequestrados em 19 de fevereiro, realizado nos Camarões e na Nigéria por islamitas, o presidente francês François Hollande foi rápido para agradecer ", tanto a Camarões como a Nigéria", mas com " especial pensamento para o presidente Biya, que nos últimos dias tem tido um papel importante. "

Presidente camaronês "realmente está comprometido em fazer todo o possível para fazer um acordo total de plena cooperação, a plena cooperação com a França", disse François Hollande.

Se muito pouca informação se filtrou em termo deste comunicado, a presidência francesa disse que não era um "uso da força", mas o resultado de "vários contatos" feitos com a ajuda de autoridades da Nigéria e dos Camarões.

"Paul Biya tem uma das redes de inteligência mais eficazes que são enquadrados pelos israelenses", disse em Paris ao jornalista francês Antoine Glaser, fundador da carta do continente. "Desde a tentativa de golpe em 1984, ele não tem mais confiança neles. Ele criou a Brigada de Intervenção Rápida (BIR), e pode-se imaginar que é o BIR que está infiltrada na família da Nigéria ", Juíz M. Glaser.

Uma hipótese é confirmada por uma fonte militar camaronês que tomaram parte na operação: a "libertação foi conduzida pelo BIR após muitas negociações", disse à AFP sob condição de anonimato. "Foi o presidente Biya, que assumiu para si a iniciativa deste processo, acrescentou a fonte militar  que foi por isso que ele enviou o seu secretário-geral ao local (na Nigéria, et)c para recuperar e trazer os reféns a Yaounde ".

Desde a remoção da família Moulin-Fournier em um parque no norte dos Camarões, perto da fronteira com a Nigéria, as autoridades dos Camarões foram sempre extremamente discretos, como Paul Biya, que raramente aparece em público . Mas o ministro das Relações Exteriores francês, Laurent Fabius, defendeu sexta-feira que ele "tinha (telefonemas, notas) para o Presidente Biya quase diariamente nas últimas semanas."

O papel dos Camarões neste final feliz é ainda mais enfatizada por Sr. Holland reiterou que a França não pagou resgate para a libertação de reféns.

"Tem histórias polarizadas sobre o resgate, mas nota-se que a principal reivindicação dos seqüestradores (islamita nigeriano Boko Haram, segundo a nota) foi para a recuperação de seus parentes detidos em Camarões e na Nigéria", disse Glaser não excluindo que Camarões negociou a libertação de prisioneiros em troca dos reféns.

Um " benefício evidente" para Biya

Em 2008, Yaounde adotou uma estratégia semelhante, observando um silêncio quase total após a remoção de dez marinheiros, incluindo sete francesa da empresa Bourbon offshore de Camarões, e negociou com sucesso a sua libertação.

Biya, que recebeu os ex-reféns no palácio presidencial na sexta à noite, elogiou "a cooperação exemplar" entre seu país, a Nigéria e França, neste caso, pedindo um "fortalecimento" da cooperação internacional para a insegurança no continente Africano.

De acordo com Stéphane Akoa, o cientista político da Foundação Paul Ango Ela em Yaounde, Biya puxa esta versão numa "clara vantagem" em "seu relacionamento com Hollande (eleito há quase um ano, diz a nota), uma relação que até agora opera em um modo frio ou muito frio ". "A libertação dos reféns franceses, especialmente se verifica que os Camarões tinham assumido alguns compromissos, que pode ser considerado como inicio de um aquecimento da relação entre Paris e Yaounde", disse o pesquisador.

O presidente francês recebeu o seu homólogo camaronês em 30 de janeiro em Paris, para uma "visita de trabalho" durante o qual precisava ser tratada a questão de abusos de direitos humanos, em particular denunciado pela Amnistia Internacional.

A Associação de sobreviventes, que exige uma reforma da política da França na África, havia criticado fortemente a recepção de Biya considerado como " um dos mais antigos ditadores amigo da França." A associação também enfatizou o aumento da cooperação económica entre Camarões e França, a antiga potência colonial.

"A França tinha uma tendência a questionar a longevidade do presidente Paul Biya, no poder (...) que ganhou autoridade e credibilidade", disse Pascal Messanga Nyamding, professor do Instituto de Relações Internacionais da República dos Camarões e próximo do partido no poder.

Biya, no poder desde 1982, foi eleito para um mandato de sete anos em outubro de 2011, depois de uma eleição contestada.

Fonte: AFP




sábado, 20 de abril de 2013

Reunião de primavera do Banco Mundial e do FMI, em Washington, DC: Um tributo e unânime apoio ao Presidente Ouattara para o Mali.

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O papel da CEDEAO e do seu atual presidente Alassane Ouattara foi forte e unanimemente reconhecido nesta quinta - feira, 18 de abril de 2013, durante uma mesa-redonda em Washington, DC, durante as reuniões anuais de primavera. Ele contou com a presença do primeiro-ministro Daniel Kablan Duncan.E ainda do primeiro ministro maliano da Economia e Finanças Sr. Tienan Coulibaly, que reconheceu publicamente o papel da CEDEAO e elogiou o presidente da Costa do Marfim. É através da CEDEAO que o mundo veio para o resgate de Mali. O povo do Mali está em dívida com a CEDEAO, Chad e o mundo inteiro ", disse Tienan Coulibaly que enfatizou a liderança do presidente Alassane Ouattara desde a eclosão da crise no Mali a 22 de março de 2012 até hoje. Por sua parte, o primeiro-ministro Duncan, em nome do Presidente da CEDEAO, disse estar feliz em participar da mesa redonda que vai preceder grande conferência internacional sobre a próxima ajuda ao Mali em 17 de Maio, em Bruxelas, um verdadeiro "Plano Marshall" para este país irmão. O compromisso da Costa do Marfim, incluindo do presidente Alassane Ouattara é normal e lógico, porque, de acordo com o primeiro-ministro Daniel Kaplan Duncan quando o presidente Ouattara foi eleito chefe da CEDEAO, em 17 de fevereiro de 2012, ele afirmou que seu principal objetivo é fazer de CEDEAO uma zona de paz. Lembrando que havia no centro a questão do Mali, mas também da Guiné-Bissau, o chefe do governo da Costa do Marfim queria CEDEAO para ajudar o Mali a se escapar. "Obrigado e esperança para o Mali", concluiu Daniel Kablan Duncan. Durante a Mesa Redonda participaram no desenvolvimento o ministro francês Pascal Canfin e muitos outros ministros de países vizinhos do Mali, o bem reconhecido e destacado papel desempenhado pela França na resolução da crise no Mali.
Uma correspondência especial de Sery Pouamon em Washington, DC.

fonte: abidjan.net. Tradução para o português por Samuel Vieira

De olho vivo no Senegal: Zona Militar 6 - O Chefe de Estado vai fortalecer a capacidade dos militares.

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O Estado Maior da Zona Militar n º 6, onde ele ele é recebido ontem, o Presidente da República, Macky Sall, expressou seu orgulho pelas tropas. Ele prometeu fornecer-lhes meios para garantir a segurança de pessoas e bens.

17:04h, No Estado Maior da Zona Militar No. 6. Um destacamento de tropas que servem no Kolda e Sédhiou estão sob vossa guarda. Equipamentos pesados, capacetes, os soldados estão munidos de suas armas. A poucos metros de distância, o coronel Jean Luc Diene, comandante da Zona 6, cercado por outros membros do comando, recebe o comandante supremo das Forças Armadas.
Vestindo um grande um grande boubou marrom claro, o chefe de Estado fez uma revisão das tropas. Ele também visitou a exposição sobre operações civis-militares gerido por Diambars e intervenções no solo para proteger as pessoas e bens. Após esta etapa, Macky Sall e os membros do comando da Zona Militar n º 6 tiveram uma sessão de trabalho. O chefe de Estado está fora desta sessão, visivelmente satisfeito com o trabalho dos militares.

Eles também apresentaram-no  um veículo de transporte de tropas. "Este é um veículo todo-o-terreno. É utilizado para o transporte de tropas. Tem uma carbotage autônoma. O consumo é de 10 litros por 100 quilômetros ", disse o sargento Dière Mane graduado a escalão de instrutor militar da escola de condução. Falando às tropas depois de assinar o livro de visitas de área militar No. 6, Macky Sall considerou apresentação precisa e brilhante que foi feita pelo Comandante Distrital. "Este trabalho mostra os esforços diários que vocês estão fazendo para a segurança de pessoas e bens, em Kolda e Sédhiou, dia e noite", disse o Comandante Supremo das Forças Armadas.

"Eu vou querer para a Zona n º 6, como eu fiz com a zona No. 5 percorrer no chão, ao lado de homens em setores, infelizmente minha agenda não me permite fazer isso, mas a certeza de que estou com muito interesse no trabalho que vocês fazem todos os dias e minha qualidade de Comandante Supremo das Forças Armadas, a minha determinação é ainda maior para lhes fornecer os meios necessários para garantir a missão real que a vocês foi confiada ". Ele disse que seu objetivo é permitir que os militares se disponham de todos os recursos operacionais, mas também a moral dos homens que as suas missões são sempre realizadas com sucesso de acordo com o nosso lema que é: eles nos matam, mas não nos desonram. Presidente Sall expressou seu orgulho no exército. "A comunidade internacional também está muito orgulhosa da reputação do nosso exército nacional, a qualidade de seus homens e, especialmente, sua compreensão do que deve ser o papel dos militares em um país como o Senegal", disse ele. O Presidente felicitou o Exército. Ele prometeu ir para os próximos setores que se situam em Kolda. Mas até isso, ele espera que que os meios suplementares serão postos à disposição das tropas para reforçar a sua moral.

Por: B. DIONE e A. KANDE

fonte: lesoleil.sn

Segundo suspeito de Boston capturado com vida mas gravemente ferido.

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foto: New York Times


Terminou a caça ao homem. Os residentes de Watertown aplaudiram efusivamente a polícia de Boston que conseguiu capturar com vida o segundo suspeito do ataque na maratona. As operações intensificaram-se ao fim da tarde, depois de um morador ter indicado que Dzhokhar Tsarnaev estava refugiado num barco, situado no jardim de uma residência na área.
Após cerca de duas horas de intervenção, em que se ouviram tiros e deflagrações, as autoridades detiveram o jovem de 19 anos que se encontra gravemente ferido.
Barack Obama veio prontamente fazer uma declaração: “esta noite, o país está em dívida para com o povo de Boston e de Massachussets. Depois do terrível ataque que sofreu, a população de Boston respondeu com vigor e determinação. Fizeram o possível como cidadãos e como participantes nas investigações. A polícia, a estadual e a local, respondeu com profissionalismo e coragem durante estes cinco longos dias.”
O presidente salientou que há várias questões por responder, entre as quais se os alegados autores do ataque tiveram algum tipo de ajuda. Sabe-se que foram detidas outras três pessoas, dois homens e uma mulher, em New Bedford, por suspeitas de envolvimento.
Tamerlan, o irmão mais velho de Dzhokhar, foi abatido na passada madrugada em Watertown. O ataque que lhes é imputado matou três pessoas e fez 176 feridos.
fonte: euronews.pt



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