NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Aminata Touré - Primeira-Ministra do Senegal.
Em um meeting no último sábado para HLM Patte d'Oie, a candidata preconizou a elaboração de um código de boa conduta para erradicar a violência na arena política. Ela recomendou uma aplicação estrita do da lei face ao que aconteceu em Touba.
" Se fará com que reste a força da lei. As investigações serão feitas e o Ministério Público já prendeu algumas pessoas ", reagiu a primeira-ministra Aminata Touré, interrogada sobre a violência eleitoral em Touba, que nos fez perder um deputado Moustapha Cissé Lô a uma parte de seus bens materiais. Segundo ela, a lei deve ser exercida em todo o seu rigor. Aminata Touré está fortemente convencida de que podemos realmente ir a eleições com calma. "Eu apelo à responsabilidade dos líderes políticos. Os resultados da eleição eleitoral são satisfatórios, exceto alguns incidentes violentos registrados ao longo do tempo. Isso é lamentável. Esta manhã, tivemos um dos nossos jovens que recebeu facadas. Felizmente, a sua vida não está em perigo ", lamentou o cabeça da lista da coalizão Bennoo Bokk Yaakaar" da cidade de Grand-Yoff ".
Aminata Touré acha que aqueles que se dedicam a estes atos de violência não tem certeza de sua vitória. "Deixem o povo escolher. A polícia deve agir ", disse ela.
Durante o meeting, a primeira-ministra também explicou seu programa aos militantes e reiterou o interesse da segurança em Grand-Yoff. "Não beber em estabelecimentos terá regulamentação porque essa atividade expõe muitos de nossos jovens. É um dever do município. Não devemos esperar que tudo venha da autoridade central ", disse Aminata Touré reafirmando a sua ambição de ver Grand-Yoff emergir.
"Eu tenho um título Scat de terra desde de 1992 e uma cooperativa de crédito para as mulheres que está operacional em Grand-Yoff. Eu instalei há 17 anos ", ela esclareceu. Aminata Touré, quer desenvolver ainda mais sua participação neste bairro, falou sobre o conceito de "preferência comunitária", que irá apoiar as pequenas e médias empresas no município. Também, ela sensibilizou seus militantes para uma vitória impressionante de Bby na noite de 29 de junho. "Além do folclore, vocês devem sensibilizar os seus próximos para que eles votem em nós; porque queremos vencer ", insistiu Aminata Touré.
Quanto a Modou Mbaye, presidente de vendedores ambulantes em Grande Yoff, este afirmou o seu compromisso de eleger a Sra. Aminata Touré.
Por: Serigne Mansour Sy Cisse
# lesoleil.sn
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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...
terça-feira, 24 de junho de 2014
Guiné-Bissau tem um novo Presidente.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Cerca de dois anos depois do golpe deEstado militar que depôs o Governo, a Guiné-Bissau tem um novo Presidente desde esta segunda-feira (26.06). A posse de “Jomav” marca o regresso do país à ordem constitucional.

José Mário Vaz, novo Presidente da Guiné-Bissau
Campo cheio para assistir ao empossamento de "Jomav"
Cerca de dois anos depois do golpe deEstado militar que depôs o Governo, a Guiné-Bissau tem um novo Presidente desde esta segunda-feira (26.06). A posse de “Jomav” marca o regresso do país à ordem constitucional.
José Mário Vaz, novo Presidente da Guiné-Bissau
Com a tomada de posse no passado dia 17 de junho de Cipriano Cassamá como novo presidente do Parlamento guineense e agora de José Mário Vaz como Presidente da República, e brevemente de Domingos Pereira como chefe do Governo, chega assim ao fim o período em que a Guiné-Bissau foi dirigido por autoridades e figuras nomeadas na sequência do golpe de Estado militar de abril de 2012.
Trata-se do início de uma nova etapa para a Guiné-Bissau, encarada com muito otimismo pelo historiador e investigador guineense Julião Soares de Sousa.
DW África: Como perspetiva esta nova etapa para a Guiné-Bissau?
Julião de Sousa (JS): Há aqui profundas alterações a acontecerem no país e perspetivas com bastante otimismo em relação ao futuro do país. São os novos corpos que vão trazer, seguramente, algumas novidades em termos de exercício da governação e, portanto, só posso encarar isso com certa serenidade e também com algum otimismo.
DW África: Não será uma mudança na continuidade?
JS: Espero que não seja a mudança na continuidade, pelo menos o facto de haver novas pessoas a corporizarem toda esta transformação que se esperava há muitos anos, o facto é que novas pessoas perspetivam que sejam também novas as políticas.
É isso que todos os guineenses esperam, e portanto, não acredito que se venha a manter aqui o status quo que nos trouxe até aqui com situações graves do ponto de vista interno, graves conflitos, graves cisões internas e espero que os novos corpos que vão entrar em funções venham a limar todos esses problemas e que se trabalhe no sentido de se juntar o país, de se unir o país e de fortalecer o diálogo que é necessário para a construção de uma nova pátria.
DW África: A comunidade internacional diz estar cansada de ajudar a Guiné-Bissau, que será uma nova oportunidade. Será uma oportunidade que as novas autoridades da Guiné-Bissau não deverão perder?
JS: Não podem desperdiçar essa oportunidade. De facto dá a sensação de que chegamos ao fim da linha. E de facto a comunidade internacional estava cansada dessa situação de instabilidade que a Guiné viveu ao longo dos anos e portanto, o que se espera agora é que haja um grande sentido de responsabilidade, que o guineense tenha essa responsabilidade e que tenha consciência que nós tínhamos chegado ao fim da linha e que doravante é necessário que haja mais diálogo interno e que comecemos a dar os primeiros passos internamnete no sentido de resolver rapidamente os problemas das nossas populações, que é o que as populações também esperam. Não acredito que se venha a desperdiçar esta oportunidade, porque me parece que será uma das poucas oportunidades que temos para que, de facto, alterar esse status quo.
DW África: Então quer dizer que na ordem do dia não vai continuar o perigo da instabilidade no país?
JS: Acho que o próprio guineense está cansado dessa instabilidade, portanto, o que se espera é que doravante haja um grande sentido de responsabilidade no sentido de evitar o regressso a esta instabilidade.
É verdade que o Presidente e os nossos órgãos de soberania vão tomar posso com alguns problemas por resolver, há problemas gravíssimos que tem de ser devidamente poonderados, mas é preciso que haja mudanças efetivas nas Forças Armadas, na esfera política e nas políticas e tudo isso são dossiers que vão estar em cima da mesa. Mas o mais interessante é que haja um grande sentido de responsabilidade e de Estado.
DW África: Muitos dizem que para lidar com vários desafios na Guiné-Bissau é preciso haver um Governo inclusivo. Isso não será marginalizar a própria oposição?
JS: Quando se fala em inclusão é exatamente no sentido oposto, é alargar o leque das possibilidades do diálogo nacional. Acho que esse diálogo deve ser de inclusão, não do afastamento dos partidos que ficaram largados do poder por causa das eleições, mas que haja um diálogo interno com a participação de todos.
No fundo o que pode tirar o país da situação em que se encontra é um diálogo inclusivo com a participação de todos.
Certamente que é isso que vai acontecer com a tomada de posse das novas autoridades e penso que todos têm essa consciência de que para que haja boa governação. E para que haja estabilidade governativa é necessário que haja mais diálogo nacional.
DW África: Esse diálogo inclusivo poderá acabar com as sanções internacionais contra alguns chefes militares ligados ao tráfico de drogas, para que a estabilidade regresse ao país?
JS: Acho que é um dossier que certamente as novas autoridades vão ter de resolver, porque quando se fala em diálogo nacional ele tem de ser inclusivo e que não haja perseguições ou ódios. A ideia é que haja um diálogo efetivo e quem cometer algum crime deve ser julgado pelos nossos tribunais e deve ser julgado. Portanto, não perseguir as pessoas sem mais nem menos, evitar esses ódios que tem trazido o país a essas todas convulsões que assistimos ao longo desses 40 anos.
# dw.de
GUINÉ-BISSAU: Novo PR define prioridades na hora da posse.
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Foto | abola.pt
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A GUINÉ-BISSAU tem desde ontem um novo presidente, José Mário Vaz (Jomav), do PAIGC, o que marca o regresso do país à ordem constitucional, após o golpe de Abril de 2012. Na hora de investidura, Jomav elegeu o combate à pobreza como umas das prioridades enquanto chefe de Estado.
No seu discurso de posse no Estádio Nacional 24 de Setembro em Bissau, prometeu "meter as mãos na lama" - expressão que significa trabalhar arduamente - para produzir riqueza no país.
"Temos que meter as mãos na lama e pôr a economia guineense a funcionar e a produzir riqueza para atacar e resolver os problemas que afectam a nossa sociedade", disse José Mário Vaz, anunciando uma "parceria estratégica" entre Presidente e Governo, afirmou que a Guiné-Bissau não pode continuar a ser um país onde "uma minoria" trabalha e produz riqueza para a "maioria sem trabalho".
O novo chefe de Estado, investido no cargo perante milhares de guineenses que encheram o Estádio Nacional 24 de Setembro, defendeu ter chegado a hora de o país definir uma estratégia que deve ser seguida para o futuro.
"DJITU TEM KU TEM"
Para Jomav, a Guiné-Bissau está hoje aparentemente "num beco sem saída" devido às mudanças constantes de rumo e ausência de políticasem sectores como educação, economia ou justiça.
O novo líder guineense, eleito em Maio, recorreu à expressão popular em crioulo "djitu tem ku tem" (tem que haver jeito) para galvanizar os seus concidadãos para o que diz ser "uma nova era".
"Como Nação só chegaremos com sucesso a algum lado se soubermos para onde queremos ir. Nós passámos estes anos a anunciar, a anular e a anunciar de novo, medidas, leis, opções políticas, programas e projectos mal avaliados", observou José Mário Vaz.
A valorização dos recursos humanos terá que ser o factor primordial na elaboração da "verdadeira estratégia nacional" que possa ajudar a "corrigir o rumo" da economia e o desempenho político.
Na tal estratégia nacional deve ser dada ênfase às reformas, promoção da unidade nacional e criação de consensos com todos os segmentos da sociedade, incluindo os militares, sublinhou José Mário Vaz.
A Guiné-Bissau é um dos países mais pobres do mundo e a situação agravou-se nos últimos dois anos liderados por autoridades de transição - nomeadas depois do golpe de Abril de 2012.
Hoje os serviços públicos (incluindo forças de segurança) acumulam seis meses de salários em atraso, o aparelho de Estado não funciona e a economia caiu a pique - queda agravada pela corrupção e saque de recursos naturais, denunciam organizações nacionais e estrangeiras, tópicos que o novo Presidente também aponta como prioritários.
# macua.blogs.com
Guiné-Bissau: «Façam as malas e voltem para a terra que vos viu nascer» - José Mário Vaz.
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Presidente eleito - José Mário Vaz
Durante o seu discurso na cerimónia de tomada de posse, o novo Presidente da Guiné-Bissau convidou, esta segunda-feira, todos os emigrantes guineenses que se encontrem em dificuldades a fazerem as malas e a regressar ao país.
«Para aqueles que hoje se encontram sem emprego no país de acolhimento e que têm estado a sofrer, o meu conselho é o seguinte: façam as malas e voltem para a terra que vos viu nascer», afirmou José Mário Vaz.
O recém-empossado chefe de Estado salientou que também ele é filho de emigrantes, apelando: «Se é para sofrer, então soframos juntos.»
José Mário Vaz exortou ainda os guineenses a regressarem para ajudar a reconstruir o país, adiantando que vai adotar uma política vigilante contra a corrupção.
Presidente eleito - José Mário Vaz
Durante o seu discurso na cerimónia de tomada de posse, o novo Presidente da Guiné-Bissau convidou, esta segunda-feira, todos os emigrantes guineenses que se encontrem em dificuldades a fazerem as malas e a regressar ao país.
«Para aqueles que hoje se encontram sem emprego no país de acolhimento e que têm estado a sofrer, o meu conselho é o seguinte: façam as malas e voltem para a terra que vos viu nascer», afirmou José Mário Vaz.
O recém-empossado chefe de Estado salientou que também ele é filho de emigrantes, apelando: «Se é para sofrer, então soframos juntos.»
José Mário Vaz exortou ainda os guineenses a regressarem para ajudar a reconstruir o país, adiantando que vai adotar uma política vigilante contra a corrupção.
# abola.pt
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Investidura do novo presidente da Guiné-Bissau: Ibraim Boubacar Keita, Presidente do Mali, está em Bissau.
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O Presidente maliano Ibrahim Boubacar Keïta.
REUTERS/Louafi Larbi
O Presidente da República Ibrahim Boubacar Keita assistirá hoje à cerimônia de posse de seu homólogo e novo presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz. O Chefe de Estado da Guiné-Bissau foi, pessoalmente, portador do convite para o presidente Ibrahim Boubacar Keita, em 12 de junho, quando de sua breve visita a Bamako.
Durante a visita, o presidente Keita saudou a eleição brilhante de José Mario Vaz e sua visita ao nosso país antes de sua posse. "Para a percentagem que o meu irmão conquistou na eleição presidencial (62%), disse-lhe que lhe tiro o chapéu. Este país precisa de estabilidade, como todos os nossos países. Eu acredito que com o meu irmão Vaz, a Guiné-Bissau vai finalmente conquistar a estabilidade, a paz e o desenvolvimento ", comentou o chefe de Estado. Ibrahim Boubacar Keita também está muito feliz em participar de sua posse.
O novo presidente da Guiné-Bissau, de 57 anos, é economista por formação. E é com eufemismo que dizemos que ele é muito conhecido no cenário político da Guiné-Bissau desde quando ele foi ministro das Finanças de seu país e Presidente da Câmara de Bissau. Para analistas políticos, a eleição marca o retorno da democracia na Guiné-Bissau, que nas últimas décadas testemunhou uma série de golpes militares.
José Mario Vaz deve ser empossado hoje diante de uma platéia de Chefes de Estado e de Governo. Ele é o candidato do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), a formação que libertou o país do domínio colonial português. Ele foi eleito em 20 de maio, com 61,90% dos votos contra o seu adversário, Nuno Gomes Nabiam.
Esta eleição visa, assim, pôr fim a um longo período de instabilidade política neste pequeno país costeiro. O último golpe militar remonta a 12 de abril de 2012, quando o exército derrubou o regime do PAIGC entre as duas torres da eleição presidencial daquele ano.
Por: A. M. Cisse
# maliweb.net
O Presidente maliano Ibrahim Boubacar Keïta.
REUTERS/Louafi Larbi
O Presidente da República Ibrahim Boubacar Keita assistirá hoje à cerimônia de posse de seu homólogo e novo presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz. O Chefe de Estado da Guiné-Bissau foi, pessoalmente, portador do convite para o presidente Ibrahim Boubacar Keita, em 12 de junho, quando de sua breve visita a Bamako.
Durante a visita, o presidente Keita saudou a eleição brilhante de José Mario Vaz e sua visita ao nosso país antes de sua posse. "Para a percentagem que o meu irmão conquistou na eleição presidencial (62%), disse-lhe que lhe tiro o chapéu. Este país precisa de estabilidade, como todos os nossos países. Eu acredito que com o meu irmão Vaz, a Guiné-Bissau vai finalmente conquistar a estabilidade, a paz e o desenvolvimento ", comentou o chefe de Estado. Ibrahim Boubacar Keita também está muito feliz em participar de sua posse.
O novo presidente da Guiné-Bissau, de 57 anos, é economista por formação. E é com eufemismo que dizemos que ele é muito conhecido no cenário político da Guiné-Bissau desde quando ele foi ministro das Finanças de seu país e Presidente da Câmara de Bissau. Para analistas políticos, a eleição marca o retorno da democracia na Guiné-Bissau, que nas últimas décadas testemunhou uma série de golpes militares.
José Mario Vaz deve ser empossado hoje diante de uma platéia de Chefes de Estado e de Governo. Ele é o candidato do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), a formação que libertou o país do domínio colonial português. Ele foi eleito em 20 de maio, com 61,90% dos votos contra o seu adversário, Nuno Gomes Nabiam.
Esta eleição visa, assim, pôr fim a um longo período de instabilidade política neste pequeno país costeiro. O último golpe militar remonta a 12 de abril de 2012, quando o exército derrubou o regime do PAIGC entre as duas torres da eleição presidencial daquele ano.
Por: A. M. Cisse
# maliweb.net
Cuba: Carros de luxo de Fidel de Castro são agora táxis para turistas.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Uma das limousines cedidas foi um presente do antigo líder da ex-União Soviética ao chefe de Estado cubano.

Actualmente é possível conhecer Havana, a capital cubana, como um “comandante”, numa viagem que além de luxuosa e insólita tem um cariz histórico.
Catorze limousines oficiais, produzidas na antiga União Soviética entre os anos 1960 e 1970 das marcas GAZ e ZIL, que durante vários anos estiveram ao serviço do antigo líder cubano, Fidel Castro, foram cedidas pelo governo à companhia de táxis estatal Cubataxi.
O objectivo é ter os antigos carros de luxo à disposição dos turistas. Há um que tem maior destaque: um modelo conversível ZIL-111, o primeiro a sair da linha de montagem, que foi oferecido a Fidel de Castro pelo antigo líder soviético Nikita Khrushchev.
Moisés Suárez, de 58 anos, taxista de uma das limousines com capacidade para seis passageiros, explicou à AP, que quando conta aos passageiros a história do veículo que conduz “eles sentam-se nos bancos traseiros, esticam as pernas e dizem: 'Eu não acredito'”.
Embora estes veículos tenham sido utilizados em diversos eventos oficiais – como por exemplo, um dos carros é o que transportou Jimmy Carter, o antigo presidente dos Estados Unidos da América, numa visita histórica, em 2002, a Fidel de Castro –, o antigo líder cubano não era um grande utilizador dos automóveis, uma vez que era habitual fazer-se transportar em jipes militares.
# publico.pt
Uma das limousines cedidas foi um presente do antigo líder da ex-União Soviética ao chefe de Estado cubano.
Actualmente é possível conhecer Havana, a capital cubana, como um “comandante”, numa viagem que além de luxuosa e insólita tem um cariz histórico.
Catorze limousines oficiais, produzidas na antiga União Soviética entre os anos 1960 e 1970 das marcas GAZ e ZIL, que durante vários anos estiveram ao serviço do antigo líder cubano, Fidel Castro, foram cedidas pelo governo à companhia de táxis estatal Cubataxi.
O objectivo é ter os antigos carros de luxo à disposição dos turistas. Há um que tem maior destaque: um modelo conversível ZIL-111, o primeiro a sair da linha de montagem, que foi oferecido a Fidel de Castro pelo antigo líder soviético Nikita Khrushchev.
Moisés Suárez, de 58 anos, taxista de uma das limousines com capacidade para seis passageiros, explicou à AP, que quando conta aos passageiros a história do veículo que conduz “eles sentam-se nos bancos traseiros, esticam as pernas e dizem: 'Eu não acredito'”.
Embora estes veículos tenham sido utilizados em diversos eventos oficiais – como por exemplo, um dos carros é o que transportou Jimmy Carter, o antigo presidente dos Estados Unidos da América, numa visita histórica, em 2002, a Fidel de Castro –, o antigo líder cubano não era um grande utilizador dos automóveis, uma vez que era habitual fazer-se transportar em jipes militares.
# publico.pt
Portugal: O que diz a imprensa internacional: “Em bicos dos pés” e “Ligado à máquina”.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
A Marca sugere que a comitiva portuguesa vá a Fátima se conseguir passar aos "oitavos", o Guardiandiz que a morte está à porta da selecção portuguesa.

"[Ronaldo] Esperou pelo último minuto do tempo de compensação para fazer o que se espera de um jogador como ele" DYLAN MARTINEZ/REUTERS
A má forma da selecção portuguesa no Mundial 2014 já deixou de ser uma surpresa para a imprensa internacional. “Como a sua grande estrela, Portugal tem passado pelo Mundial do Brasil em bicos de pés”, escreve o diário desportivo espanhol Marca a propósito do empate deste domingo, em Manaus, com os EUA.
“Com uma goleada sofrida com a Alemanha, os erros cometidos frente aos norte-americanos e uma alarmante falta de jogo, só um milagre frente ao Gana pode salvar a equipa de Cristiano Ronaldo. Se o milagre acontecer, o avião, no regresso a Portugal, devia deixar a comitiva portuguesa em Fátima”, acrescenta a Marca.
O diário britânico Guardian sublinha que ainda estão todos vivos no “grupo da morte do Mundial”, mas que “Portugal está ligado à máquina”. “Os EUA conquistaram o direito de olhar com confiança o seu último jogo do agrupamento. Enquanto isso, a Morte ronda a porta portuguesa”, escreve o enviado do jornal britânico a Manaus.
O francês L’Equipe fala de uma “má preparação física da selecção portuguesa”, destaca o “furacão norte-americano” e fala de Cristiano Ronaldo como o homem do jogo, devido à assistência que fez para o golo de Varela: “Esperou pelo último minuto do tempo de compensação para fazer o que se espera de um jogador como ele.”
A imprensa norte-americana destaca a desilusão do apuramento adiado pelo golo de Varela no último minuto. “O empate sabe um pouco a derrota, tendo em conta que os EUA estavam bem perto de fazer história”, considera Grant Wahl, jornalista da CNN.
“Um choque tardio interrompeu a festa”, escreve, por seu lado o New York Times, menos elogioso da exibição norte-americana, destacando a incerteza do apuramento até à última jornada do grupo: “Mais uma vez, vai estar mais um dia entre o sucesso e o falhanço. Foi o preço de dois erros, um no início, outro no fim, o que permitiu a Portugal chegar ao empate. Mais meio minuto e tinha uma vitória que garantia o apuramento. Agora, a matemática é complicada.”
# publico.pt
A Marca sugere que a comitiva portuguesa vá a Fátima se conseguir passar aos "oitavos", o Guardiandiz que a morte está à porta da selecção portuguesa.
"[Ronaldo] Esperou pelo último minuto do tempo de compensação para fazer o que se espera de um jogador como ele" DYLAN MARTINEZ/REUTERS
A má forma da selecção portuguesa no Mundial 2014 já deixou de ser uma surpresa para a imprensa internacional. “Como a sua grande estrela, Portugal tem passado pelo Mundial do Brasil em bicos de pés”, escreve o diário desportivo espanhol Marca a propósito do empate deste domingo, em Manaus, com os EUA.
“Com uma goleada sofrida com a Alemanha, os erros cometidos frente aos norte-americanos e uma alarmante falta de jogo, só um milagre frente ao Gana pode salvar a equipa de Cristiano Ronaldo. Se o milagre acontecer, o avião, no regresso a Portugal, devia deixar a comitiva portuguesa em Fátima”, acrescenta a Marca.
O diário britânico Guardian sublinha que ainda estão todos vivos no “grupo da morte do Mundial”, mas que “Portugal está ligado à máquina”. “Os EUA conquistaram o direito de olhar com confiança o seu último jogo do agrupamento. Enquanto isso, a Morte ronda a porta portuguesa”, escreve o enviado do jornal britânico a Manaus.
O francês L’Equipe fala de uma “má preparação física da selecção portuguesa”, destaca o “furacão norte-americano” e fala de Cristiano Ronaldo como o homem do jogo, devido à assistência que fez para o golo de Varela: “Esperou pelo último minuto do tempo de compensação para fazer o que se espera de um jogador como ele.”
A imprensa norte-americana destaca a desilusão do apuramento adiado pelo golo de Varela no último minuto. “O empate sabe um pouco a derrota, tendo em conta que os EUA estavam bem perto de fazer história”, considera Grant Wahl, jornalista da CNN.
“Um choque tardio interrompeu a festa”, escreve, por seu lado o New York Times, menos elogioso da exibição norte-americana, destacando a incerteza do apuramento até à última jornada do grupo: “Mais uma vez, vai estar mais um dia entre o sucesso e o falhanço. Foi o preço de dois erros, um no início, outro no fim, o que permitiu a Portugal chegar ao empate. Mais meio minuto e tinha uma vitória que garantia o apuramento. Agora, a matemática é complicada.”
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Seis chefes de Estado africanos na posse do novo Presidente da Guiné-Bissau.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Vão estar presentes os presidentes Jorge Carlos Fonseca (Cabo Verde), Macky Sall (Senegal), Yaya Jameh (Gambia), Ibraim Bubacar Keita (Mali), Blaise Kamporé (Burkina-Faso) e Goodluck Johnatan (Nigeria).
Seis chefes de Estado africanos já confirmaram que vão estar presentes na cerimónia de tomada de posse de José Mário Vaz, presidente eleito da Guiné-Bissau, marcada para segunda-feira, disse hoje à Lusa fonte da comissão preparatória do evento.

Presidente eleito José Mário Vaz
Vão estar presentes os presidentes Jorge Carlos Fonseca (Cabo Verde), Macky Sall (Senegal), Yaya Jameh (Gambia), Ibraim Bubacar Keita (Mali), Blaise Kamporé (Burkina-Faso) e Goodluck Johnatan (Nigeria).
Da Costa do Marfim virá "um alto membro" do gabinete do presidente Allassane Ouatara, disse a mesma fonte, adiantando igualmente a presenças do ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Rui Machete.
Angola será representada pelo seu ministro da Defesa, Eduardo Lourenço.
O Brasil e a França também serão representados ao nível ministerial, mas a organização desconhece os nomes dos governantes.
A organização endereçou convites para 11 chefes de Estado de países da sub-região oesteafricana e até esta tarde seis confirmaram presença nas cerimonias que vão ter lugar no Estádio Nacional 24 de Setembro, em Bissau.
A mesma fonte da organização admitiu que outros dignitários africanos poderão ainda confirmar a sua participação.
O Senegal tem dado "uma grande ajuda" à organização da cerimónia, tendo enviado para Bissau 20 viaturas e outras tantas motorizadas para os batedores da polícia, indicou a mesma fonte, confirmando também que de Dacar deve chegar uma tenda gigante que será montada no relvado do Estádio 24 de Setembro.
São aguardados 2.500 convidados para a cerimónia.
De Marrocos deverá chegar outra parte da logística, com serviços de mesa e cozinheiros.
Angola será representada pelo seu ministro da Defesa, Eduardo Lourenço.
O Brasil e a França também serão representados ao nível ministerial, mas a organização desconhece os nomes dos governantes.
A organização endereçou convites para 11 chefes de Estado de países da sub-região oesteafricana e até esta tarde seis confirmaram presença nas cerimonias que vão ter lugar no Estádio Nacional 24 de Setembro, em Bissau.
A mesma fonte da organização admitiu que outros dignitários africanos poderão ainda confirmar a sua participação.
O Senegal tem dado "uma grande ajuda" à organização da cerimónia, tendo enviado para Bissau 20 viaturas e outras tantas motorizadas para os batedores da polícia, indicou a mesma fonte, confirmando também que de Dacar deve chegar uma tenda gigante que será montada no relvado do Estádio 24 de Setembro.
São aguardados 2.500 convidados para a cerimónia.
De Marrocos deverá chegar outra parte da logística, com serviços de mesa e cozinheiros.
# bissauresiste.blogspot.com.br
Guiné-Bissau: Jorge Carlos Fonseca assiste à tomada de posse de José Mário Vaz.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
O Presidente da República Jorge Carlos Fonseca assiste esta segunda-feira, 23, a posse do seu homólogo da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, tal como os seus homólogos do Senegal, Gâmbia, Mali, Burkina Faso e Nigéria, mas também o ministro angolano da defesa João Lourenço, ou ainda o chefe da diplomacia portuguesa Rui Machete.

# jornalnoticias.co.mz
O Presidente da República Jorge Carlos Fonseca assiste esta segunda-feira, 23, a posse do seu homólogo da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, tal como os seus homólogos do Senegal, Gâmbia, Mali, Burkina Faso e Nigéria, mas também o ministro angolano da defesa João Lourenço, ou ainda o chefe da diplomacia portuguesa Rui Machete.
A cerimónia de tomada de posse de José Mário Vaz, está agendada para começar às 10 horas no Estádio Nacional 24 de Setembro em Bissau.
Toda a logística desta grande festa está a ser apoiada pelo Senegal, que enviou 20 viaturas e 20 motorizadas para os batedores da policia guineense, e pelo Reino de Marrocos que fornece os cozinheiros, que vão preparar um banquete para os dois mil convidados aguardados.
José Mário Vaz, economista de 56 anos, dirigente do PAIGC e antigo ministrodas finanças no último governo constitucional deposto pelo golpe de estadomilitar de 12 de Abril de 2012.
Foi eleito na segunda volta das eleições presidenciais em Maio passado com 61,9% de votos, e vai partilhar os destinos do país com Domingos Simões Pereira, Primeiro-ministro e presidente do PAIGC, que em Abril elegeu 57 dos 102 deputados do actual parlamento guineense.
Vaz é o quarto Presidente democráticamente eleito na Guiné-Bissau, depois de Nino Vieira (eleito duas vezes), Kumba Ialá e Malam Bacai Sanhá.
Após a cerimónia de investidura do Presidente guineense, Jorge Carlos Fonseca vai encontrar com a comunidade cabo-verdiana residente naquele país. O chefe de Estado leva uma uma mensagem de amizade, de solidariedade, de mantenhas aos nossos conterrâneos.
O MINISTRO dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Oldemiro Balói, participa hoje na cerimónia de investidura do Presidente-eleito da República da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, em representação do Presidente da República, Armando Guebuza.
Em Bissau, Balói vai se juntar a outras individualidades internacionais que testemunharão a tomada de posse do novo Presidente deste país africano falante da língua portuguesa, eleito na segunda volta das eleições, as quais foram consideradas livres, justas e transparentes pela comunidade internacional. Oldemiro Balói vai ainda representar o Chefe do Estado moçambicano na 23.ª Sessão Ordinária da Cimeira da União Africana, a decorrer em Malabo, Guiné Equatorial, a partir desta quinta-feira. Neste evento Balói faz-se acompanhar pelos ministros da Planificação e Desenvolvimento, Aiuba Cuereneia, e da Agricultura, José Pacheco. Fazem parte da delegação os vice-ministros da Justiça e da Saúde, Alberto Nkutumula e Nazira Abdula, respectivamente.
# jornalnoticias.co.mz
Cuba: Raúl Castro recebeu presidente de Angola.
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O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz recebeu quarta-feira (18), à tarde, no Palácio da Revolução, o presidente da República de Angola, Excelentíssimo senhor José Eduardo dos Santos, que realiza umavisita oficial a nosso país.

O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz recebeu quarta-feira (18), à tarde, no Palácio da Revolução, o presidente da República de Angola, Excelentíssimo senhor José Eduardo dos Santos, que realiza umavisita oficial a nosso país.
Durante o encontro, ambas as autoridades ratificaram o ótimo estado das relações bilaterais, de vez que destacaram que são expressão dos históricos vínculos de amizade que unem os dois povos e governos. Além disso, dialogaram sobre outros temas internacionais de interesse.
Acompanharam o distinto visitante os Excelentíssimos senhores, o ministro de Estado e chefe da Casa Civil, Edeltrude Mauricio Fernándes Gaspar da Costa; o ministro das Relações Exteriores, Georges Rebelo Pinto Chikoti; o ministro das Finanças, Armando Manuel; o assessor de temas diplomáticos de cooperação do presidente, Carlos Alberto Saravia e o embaixador de Angola em Cuba, José César Augusto “Kiluanji”.
Pela parte cubana marcaram presença o vice-presidente do Conselho de Ministros, Ricardo Cabrisas Ruiz, os ministros das Relações Exteriores e do Comércio Exterior e Investimento Estrangeiro, Bruno Rodríguez Parrilla e Rodrigo Malmierca, respectivamente, bem como o presidente do Grupo de Administração Empresarial, Luis Alberto Rodríguez e a embaixadora de Cuba nesse país africano, Gisela García Rivera.
Após concluir as conversações oficiais teve lugar a assinatura do Memorando de Entendimento para a cooperação entre Angola eCuba, assinado pelo ministro das Relações Exteriores, Georges Rebelo Pinto Chikoti e o vice-presidente do Conselho de Ministros, Ricardo Cabrisas Ruiz.
# granma.cu
domingo, 22 de junho de 2014
Ramos Horta defende remodelação sem pressas das chefias militares da Guiné-Bissau.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O representante das Nações Unidas na Guiné-Bissau, José Ramos Horta, defendeu em entrevista à agência Lusa que a remodelação das chefias militares do país deve ser feita sem pressas, ao longo de alguns meses.
No poder está atualmente o Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas, António Indjai, líder do golpe de Estado de abril de 2012, que depôs o Governo a que pertencia José Mário Vaz, o novo Presidente da República, a empossar na segunda-feira.
"O processo [de remodelação] tem que ser necessariamente prudente" e a mudança das figuras-chave pode levar "meses", referiu Ramos-Horta em entrevista à agência Lusa, em Bissau, onde terminou no sábado, dia 21 de junho, uma missão iniciada em fevereiro de 2013.
De acordo com o representante da ONU, Indjai já lhe confidenciou que pretende aposentar-se e já transmitiu também essa ideia ao embaixador dos Estados Unidos da América (EUA) para o Senegal e Guiné-Bissau, Lewis Lukens.
Se o Governo e Presidente também "entenderem que deve haver outro" líder militar, o representante da ONU defende o diálogo com as forças armadas para escolha do próximo nome.
Os militares no poder, ligado ao golpe de 2012, "querem garantias de não perseguição e acho que é o que lhes deve ser dado", referiu, defendendo uma amnistia interna e o levantamento condicional de sanções individuais impostas por organizações internacionais.
Entre as medidas está um mandado de captura da justiça norte-americana contra António Indjai, por indícios de participação em tráfico de droga, e o congelamento de bens e proibição de circulação na União Europeia para vários militares envolvidos no golpe.
Ramos Horta defende que o benefício da dúvida pode ser concedido sob condição de não haver infrações individuais durante um número específico de anos.
Seja de que maneira for, o representante da ONU acredita que não haverá mais golpes de Estado na Guiné-Bissau, assolada por vários, entre tentativas e movimentos concretizados, ao longo de 40 anos de independência.
É uma cartada que acha que os militares guineenses vão deixar de jogar porque "estão exaustos emocionalmente com a situação que o país vive, com críticas direcionadas contra eles, muitas legítimas, porque ao fim ao cabo são seres humanos com orgulho", acrescentou.
"Estou convencido que sim [que não vai haver mais golpes]", sobretudo desde que o primeiro-ministro e o novo Presidente da República "se apoiem mutuamente no que toca à reforma das forças armadas".
A prioridade deve ser o pagamento de salários em atraso a militares e outras forças de segurança e a capitalização do respetivo fundo de pensões.
"Há pelo menos 700 militares que se inscreveram voluntariamente para sair, mais 200 cuja idade e saúde exige que saiam", num total que se aproxima de mil elementos das forças armadas.
De saída da Guiné-Bissau - onde a título particular promete manter projetos de apoio à população, José Ramos-Horta disse à agência Lusa que regressa a Timor-Leste, onde ficará à disposição do Governo e do Presidente, assim como ficará "à disposição do secretário-geral das Nações Unidas, mas de preferência na região do sudeste asiático".
A sua agenda incluia ontem uma passagem pelas Nações Unidas em Nova Iorque e de seguida uma deslocação para o Myanmar, país do sul da Ásia continental, onde participará nos trabalhos do Conselho Asiático para a Paz e Reconciliação que vai debruçar-se sobre o conflito no mar do Sul da China.
Ramos-Horta chegou à Guiné-Bissau a 13 de fevereiro do último ano.
Substituiu o ruandês Joseph Mutaboba na liderança do Gabinete Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau - UNIOGBIS, cargo de que hoje se despede em Bissau.
# SAPO TL com Lusa
O representante das Nações Unidas na Guiné-Bissau, José Ramos Horta, defendeu em entrevista à agência Lusa que a remodelação das chefias militares do país deve ser feita sem pressas, ao longo de alguns meses.
No poder está atualmente o Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas, António Indjai, líder do golpe de Estado de abril de 2012, que depôs o Governo a que pertencia José Mário Vaz, o novo Presidente da República, a empossar na segunda-feira.
"O processo [de remodelação] tem que ser necessariamente prudente" e a mudança das figuras-chave pode levar "meses", referiu Ramos-Horta em entrevista à agência Lusa, em Bissau, onde terminou no sábado, dia 21 de junho, uma missão iniciada em fevereiro de 2013.
De acordo com o representante da ONU, Indjai já lhe confidenciou que pretende aposentar-se e já transmitiu também essa ideia ao embaixador dos Estados Unidos da América (EUA) para o Senegal e Guiné-Bissau, Lewis Lukens.
Se o Governo e Presidente também "entenderem que deve haver outro" líder militar, o representante da ONU defende o diálogo com as forças armadas para escolha do próximo nome.
Os militares no poder, ligado ao golpe de 2012, "querem garantias de não perseguição e acho que é o que lhes deve ser dado", referiu, defendendo uma amnistia interna e o levantamento condicional de sanções individuais impostas por organizações internacionais.
Entre as medidas está um mandado de captura da justiça norte-americana contra António Indjai, por indícios de participação em tráfico de droga, e o congelamento de bens e proibição de circulação na União Europeia para vários militares envolvidos no golpe.
Ramos Horta defende que o benefício da dúvida pode ser concedido sob condição de não haver infrações individuais durante um número específico de anos.
Seja de que maneira for, o representante da ONU acredita que não haverá mais golpes de Estado na Guiné-Bissau, assolada por vários, entre tentativas e movimentos concretizados, ao longo de 40 anos de independência.
É uma cartada que acha que os militares guineenses vão deixar de jogar porque "estão exaustos emocionalmente com a situação que o país vive, com críticas direcionadas contra eles, muitas legítimas, porque ao fim ao cabo são seres humanos com orgulho", acrescentou.
"Estou convencido que sim [que não vai haver mais golpes]", sobretudo desde que o primeiro-ministro e o novo Presidente da República "se apoiem mutuamente no que toca à reforma das forças armadas".
A prioridade deve ser o pagamento de salários em atraso a militares e outras forças de segurança e a capitalização do respetivo fundo de pensões.
"Há pelo menos 700 militares que se inscreveram voluntariamente para sair, mais 200 cuja idade e saúde exige que saiam", num total que se aproxima de mil elementos das forças armadas.
De saída da Guiné-Bissau - onde a título particular promete manter projetos de apoio à população, José Ramos-Horta disse à agência Lusa que regressa a Timor-Leste, onde ficará à disposição do Governo e do Presidente, assim como ficará "à disposição do secretário-geral das Nações Unidas, mas de preferência na região do sudeste asiático".
A sua agenda incluia ontem uma passagem pelas Nações Unidas em Nova Iorque e de seguida uma deslocação para o Myanmar, país do sul da Ásia continental, onde participará nos trabalhos do Conselho Asiático para a Paz e Reconciliação que vai debruçar-se sobre o conflito no mar do Sul da China.
Ramos-Horta chegou à Guiné-Bissau a 13 de fevereiro do último ano.
Substituiu o ruandês Joseph Mutaboba na liderança do Gabinete Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau - UNIOGBIS, cargo de que hoje se despede em Bissau.
# SAPO TL com Lusa
ex-Presidente de Moçambique - o saudoso Samora Machel. Relembremos o exemplo de cidadania que induzia ao povo moçambicano e o combate sem tréguas que declarava aos oportunistas e aos ladrões dos bens do povo. Isso pode ajudar o novo Presidente!
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Imagens de Samora Machel em diversas ocasiões
Ouça as vozes que o imperialismo calou, mas que o povo moçambicano e outros povos amantes da paz nunca esquecerão.
Aceda ao LINK abaixo:
https://soundcloud.com/samuca2014/samora-fala-para-o-povo
Autor: Samuel Vieira
Imagens de Samora Machel em diversas ocasiões
Ouça as vozes que o imperialismo calou, mas que o povo moçambicano e outros povos amantes da paz nunca esquecerão.
Aceda ao LINK abaixo:
https://soundcloud.com/samuca2014/samora-fala-para-o-povo
Autor: Samuel Vieira
Senegal: A Foundação Bill e Melinda Gates - Os projectos apresentados à Primeira-Ministra Aminata Touré.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Uma delegação da Fundação Bill Gates e Melinda Gates foi recebida ontem pela primeira-ministra Aminata Touré. Na audiência, foram discutidas questões como saneamento, saúde e agricultura.
"Nós conversamos sobre acordos de cooperação e de investimentos da Fundação Bill & Melinda Gates, no Senegal, e também, sobre o nosso projeto inovador chamado de " processador Omni "de utilização de resíduos para a agricultura", explicou Pape Amadou Sarr, porta-voz da delegação.
Este projeto sobre a fuga, segundo ele, irá fornecer insumos para a agricultura em Dakar e no meio rural. O Senegal, disse ele, será o primeiro país a beneficiar deste programa de teste. Segundo o Sr. Sarr, as discussões também se voltaram para o Serviço Nacional de Saneamento do Senegal (ONAS). Pape Amadou Sarr argumentou que a Fundação apóia o governo desde 2009 para a prevenção e identificação de inundações nos subúrbios de Dakar, especialmente em Pikine. Sobre o aspecto energético, o porta-voz disse que é um projeto em fase de teste e é o primeiro a ser implantado em Dakar, ou na área urbana, especificamente mais nas Niayes. "A delegação está estudando também os aspectos técnicos em Ona. E se a tecnologia se adapta à condição climática do país, que será implantada no setor rural ", observou ele.
# lesoleil.sn
Uma delegação da Fundação Bill Gates e Melinda Gates foi recebida ontem pela primeira-ministra Aminata Touré. Na audiência, foram discutidas questões como saneamento, saúde e agricultura.
"Nós conversamos sobre acordos de cooperação e de investimentos da Fundação Bill & Melinda Gates, no Senegal, e também, sobre o nosso projeto inovador chamado de " processador Omni "de utilização de resíduos para a agricultura", explicou Pape Amadou Sarr, porta-voz da delegação.
Este projeto sobre a fuga, segundo ele, irá fornecer insumos para a agricultura em Dakar e no meio rural. O Senegal, disse ele, será o primeiro país a beneficiar deste programa de teste. Segundo o Sr. Sarr, as discussões também se voltaram para o Serviço Nacional de Saneamento do Senegal (ONAS). Pape Amadou Sarr argumentou que a Fundação apóia o governo desde 2009 para a prevenção e identificação de inundações nos subúrbios de Dakar, especialmente em Pikine. Sobre o aspecto energético, o porta-voz disse que é um projeto em fase de teste e é o primeiro a ser implantado em Dakar, ou na área urbana, especificamente mais nas Niayes. "A delegação está estudando também os aspectos técnicos em Ona. E se a tecnologia se adapta à condição climática do país, que será implantada no setor rural ", observou ele.
# lesoleil.sn
Banco Mundial: O custo da guerra civil na Serra Leoa foi de US $ 15 bilhões.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Presidente Ernest Bai Koroma da Serra Leoa . FOTO | Arquivo
A Guerra civil de 11 anos na Serra Leoa custou cerca de US $ 15 bilhões, o vice-presidente do Banco Mundial, Makhtar Diop, disse em Freetown.
Ele disse que a recuperação seria um assunto caro e destacou os enormes desafios que se avizinham para a consecução das metas de desenvolvimento do país.
O economista senegalês falava na 7 ª Reunião do Grupo Consultivo sobre a Serra Leoa, para mobilizar fundos para plano de desenvolvimento de seis anos da nação da África Ocidental.
A conferência foi co-organizada pelo governo e pelo Banco Mundial e fez parte do fórum internacional recém-concluído que reuniu os países mais frágeis do mundo e saídos da guerra que afetou 19 países.
A guerra de Serra Leoa, que durou entre 1991 e 2002, sacrificou cerca de 50.000 vidas e desalojou cerca de dois milhões de pessoas.
"De acordo com algumas estimativas, o conflito na Serra Leoa deu um prejuízo de US $ 15 bilhões em termos de destruição de propriedade, meios de subsistência, e preciosas vidas perdidas. A recuperação e reconstrução que estão no bom caminho, vão ser caros também", disse o alto funcionário do Banco Mundial.
De acordo com avaliações compostas de vários indicadores de desenvolvimento (CPIA) do Banco Mundial, a Serra Leoa tinha se envolvido para além do limiar de Feroz Guerra que afectou todo o Estado.
Mas o Sr. Diop disse que o crescimento económico mais elevado será crucial para pôr fim à pobreza extrema.
Apesar dos elogios que choveram sobre o país por sua notável capacidade de resistência na jornada através do seu período difícil de paz, que transformou os ganhos em verdadeira prosperidade, não têm sido fácil.
Em 2013, o governo lançou um ambicioso plano de desenvolvimento elaborado fora da aclamada Estratégia de Redução da Pobreza do Caderno III.
Projeta-se a definir o país no caminho para se tornar uma economia de renda média em 2035.
O setor privado
No entanto, apesar de enormes investimentos nos setores de mineração e agrícultura, as chances de levantar os fundos para implementar os projetos na chamada "Agenda para a prosperidade", mantem-se como uma tarefa árdua.
De acordo com estimativas oficiais, os atuais recursos comprometidos pelo governo, com seus parceiros de desenvolvimento e o setor privado, situam-se nos valores de US $ 3,7 bilhões do total de US $ 5,7 bilhões.
A reunião de quinta-feira foi feita para verificar a realidade dos recursos comprometidos e também traçar o caminho para obter o financiamento restante.
O Banco Mundial está enfatizando a um maior envolvimento do setor privado e, mesmo assim, disse Diop, que vai demorar a ocorrer uma gestão transparente e responsável dos recursos do país para chegar ao objectivo..
"Uma das principais prioridades é o reequilíbrio do mix de correntes de despesas de capital - e mudando para uma grande parte das despesas de capital para ajudar a preencher a lacuna em infra-estrutura na Serra Leoa e aumentar a qualidade dos serviços de saúde e educação", disse ele.
"A gestão eficiente e responsável dos processos de investimento público permitirá que o seu governo aumente o investimento global em infra-estrutura e - igualmente importante - garantir que esses investimentos contribuem para o crescimento inclusivo".
Sr. Diop garantiu ao Governo Serra Leoa da prontidão do Banco Mundial para ajudar a maximizar a eficácia de seus gastos por meio de avaliações de projetos, sistemas de informação de gestão financeira e análises das despesas públicas.
O chefe do Banco Mundial esteve envolvido com o Presidente Ernest Bai Koroma em uma reunião a portas fechadas antes de partir para Washington no final de sua visita de quatro dias.
# africareview.com
Presidente Ernest Bai Koroma da Serra Leoa . FOTO | Arquivo
A Guerra civil de 11 anos na Serra Leoa custou cerca de US $ 15 bilhões, o vice-presidente do Banco Mundial, Makhtar Diop, disse em Freetown.
Ele disse que a recuperação seria um assunto caro e destacou os enormes desafios que se avizinham para a consecução das metas de desenvolvimento do país.
O economista senegalês falava na 7 ª Reunião do Grupo Consultivo sobre a Serra Leoa, para mobilizar fundos para plano de desenvolvimento de seis anos da nação da África Ocidental.
A conferência foi co-organizada pelo governo e pelo Banco Mundial e fez parte do fórum internacional recém-concluído que reuniu os países mais frágeis do mundo e saídos da guerra que afetou 19 países.
A guerra de Serra Leoa, que durou entre 1991 e 2002, sacrificou cerca de 50.000 vidas e desalojou cerca de dois milhões de pessoas.
"De acordo com algumas estimativas, o conflito na Serra Leoa deu um prejuízo de US $ 15 bilhões em termos de destruição de propriedade, meios de subsistência, e preciosas vidas perdidas. A recuperação e reconstrução que estão no bom caminho, vão ser caros também", disse o alto funcionário do Banco Mundial.
De acordo com avaliações compostas de vários indicadores de desenvolvimento (CPIA) do Banco Mundial, a Serra Leoa tinha se envolvido para além do limiar de Feroz Guerra que afectou todo o Estado.
Mas o Sr. Diop disse que o crescimento económico mais elevado será crucial para pôr fim à pobreza extrema.
Apesar dos elogios que choveram sobre o país por sua notável capacidade de resistência na jornada através do seu período difícil de paz, que transformou os ganhos em verdadeira prosperidade, não têm sido fácil.
Em 2013, o governo lançou um ambicioso plano de desenvolvimento elaborado fora da aclamada Estratégia de Redução da Pobreza do Caderno III.
Projeta-se a definir o país no caminho para se tornar uma economia de renda média em 2035.
O setor privado
No entanto, apesar de enormes investimentos nos setores de mineração e agrícultura, as chances de levantar os fundos para implementar os projetos na chamada "Agenda para a prosperidade", mantem-se como uma tarefa árdua.
De acordo com estimativas oficiais, os atuais recursos comprometidos pelo governo, com seus parceiros de desenvolvimento e o setor privado, situam-se nos valores de US $ 3,7 bilhões do total de US $ 5,7 bilhões.
A reunião de quinta-feira foi feita para verificar a realidade dos recursos comprometidos e também traçar o caminho para obter o financiamento restante.
O Banco Mundial está enfatizando a um maior envolvimento do setor privado e, mesmo assim, disse Diop, que vai demorar a ocorrer uma gestão transparente e responsável dos recursos do país para chegar ao objectivo..
"Uma das principais prioridades é o reequilíbrio do mix de correntes de despesas de capital - e mudando para uma grande parte das despesas de capital para ajudar a preencher a lacuna em infra-estrutura na Serra Leoa e aumentar a qualidade dos serviços de saúde e educação", disse ele.
"A gestão eficiente e responsável dos processos de investimento público permitirá que o seu governo aumente o investimento global em infra-estrutura e - igualmente importante - garantir que esses investimentos contribuem para o crescimento inclusivo".
Sr. Diop garantiu ao Governo Serra Leoa da prontidão do Banco Mundial para ajudar a maximizar a eficácia de seus gastos por meio de avaliações de projetos, sistemas de informação de gestão financeira e análises das despesas públicas.
O chefe do Banco Mundial esteve envolvido com o Presidente Ernest Bai Koroma em uma reunião a portas fechadas antes de partir para Washington no final de sua visita de quatro dias.
# africareview.com
Na terra da máfia, Papa Francisco convidou aqueles que estão presos “a reencontrarem Deus”.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Em Cassano, Francisco foi recebido em festa por uma multidão (Giampiero Sposito/reutrers)
Em Cassano, Francisco foi recebido em festa por uma multidão (Giampiero Sposito/reutrers)
O Papa Francisco denunciou este sábado, durante a sua primeira visita à Calábria (sul de Itália) o sofrimento das crianças que são vítimas da máfia, e exprimiu a sua solidariedade com as mães e avós detidas numa prisão local.
“Jamais uma criança deve ser submetida a tais sofrimentos”, disse Francisco no interior do centro de detenção de Castrovillari, perto de Cassano allo Jonio, falando directamente às duas avós do pequeno Nicola (“Coco”) Campolongo, que foi morto aos três anos, vítima de um ajuste de contas entre mafiosos que deixou a Itália profundamente comovida e indignada. O seu corpo foi encontrado juntamente com o do avô no interior de um carro incendiado.
Para além destas crianças inocentes, muitos jovens calabreses são recrutados para o tráfico de droga e morrem também nas guerras da ‘Ndrangheta (a máfia local) ou então vão parar à prisão.
Durante uma cerimónia carregada de emoção, frente a um grupo de 200 homens e mulheres detidos, que fez questão de cumprimentar um a um, Francisco disse: “Eu também, eu cometo falhas e devo fazer penitência.” Muitos na assistência tinham lágrimas nos olhos.
“Queria exprimir a proximidade do Papa e da Igreja e todos os homens e mulheres que se encontram na prisão, em todas as partes do mundo”, acrescentou o pontífice que, em Buenos Aires, visitou várias prisões e, em Roma, lavou e beijou os pés de jovens detidos, pouco depois da sua eleição em 2013.
Francisco centrou a sua mensagem na reinserção na sociedade, para que a detenção não seja apenas “um instrumento de punição e de retaliação social”. O Papa convidou os detidos a “reencontrarem Deus” na prisão. Deus é “um mestre de reinserção, que pega na nossa mão e nos acompanha na comunidade social”, garantiu.
Em Cassano, onde foi recebido em festa por uma multidão, Francisco também vai visitar um hospital onde estão internados doentes terminais, antes de se encontrar com padres da região na catedral. A visita de nove horas termina com uma missa, onde são esperadas 100 mil pessoas.
Esta visita à Calábria é a quarta que o Papa faz em Itália, fora da diocese de Roma. O ano passado foi a Cagliari (Sardenha), onde denunciou o desemprego dos jovens, a Assis (Umbria), onde celebrou São Franciso de Assis, e à ilha de Lampedusa, onde pregou contra “a mundialização e indiferença” e apelou ao respeito pelos direitos dos imigrantes que chegam à Europa. Em Cassano, Francisco quer denunciar a desigualdade entre a máfia que prospera e uma população que está entre as mais pobres de Itália.
A ‘Ndrangheta calabresa, que controla parte do tráfico de cocaína que vem da América do Sul, é uma das mais ricas e diversificadas máfias, com negócios no norte de Itália e na Europa.
# publico.pt
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