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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

sábado, 15 de novembro de 2014

Em cinco anos, polícia brasileira mata mais do que os EUA em 30 anos.

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Os dados fazem parte do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que registrou 11.197 homicídios cometidos por policiais no país; Enquanto isso, a polícia estadunidense registrou 11.090 em 30 ano

Desenho: Latuff
Em cinco anos, polícia brasileira mata mais do que os EUA em 30 anos. 21153.jpeg
Da Redação Brasil de Fato
Recente levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) que compõe o Anuário Brasileiro de Segurança Pública revela que, em cinco anos, a polícia brasileira levou a óbito ao menos 11.197 pessoas, mais do que a polícia estadunidense ao longo de 30 anos (11.090 pessoas). 
De acordo com o relatório, a tropa mais letal está no Rio de Janeiro, seguido por São Paulo e pela Bahia. Nestes cinco anos, só em 2012 o Rio ficou em segundo lugar, perdendo para São Paulo, onde foram registradas 583 mortes contra 419 registradas pela polícia carioca.
O número de policiais mortos também aumentou de 2012 para 2013 passando de 447 para 490. A média nacional é de 1,34 policial assassinado por dia. Desde 2009, 1.170 agentes foram mortos e a maioria dos casos aconteceu quando o profissional não estava em serviço. O estado do Rio de Janeiro é o que possui o maior número de policiais assassinados fora de serviço, com 104, seguido de São Paulo, com 90, e Pará, com 51.
A maioria dos Estados brasileiros não tinham, até pouco tempo, controle das mortes praticadas por policiais em serviço. Apenas 11 das 27 unidades federativas apresentaram a contabilidade solicitada pelos pesquisadores do Fórum.
Pela primeira vez o Anuário inclui também dados sobre os custos da violência. Em 2013, estes custos chegaram a R$ 258 bilhões, o que equivale a 5,4% do Produto Interno Bruto (PIB) produzido pelo país. A maior parte dos gastos refere-se à perda de capital humano.
“Jeitinho”
Outro levantamento presente no Anuário e feito pela Fundação Getúlio Vargas em oito estados brasileiros, revela que 57% dos entrevistados acreditam ser possível desobedecer as leis e 81% dizem que é sempre possível “dar um jeitinho” para não cumpri-las.
Algumas análises dizem que esses dados são fortes sinais de que a população convive diariamente com a sensação de impunidade. É em Brasília que está a maior parte das pessoas que acham que é possível “dar um jeitinho”.
#pravda.ru

OMS forma técnicos da Guiné-Bissau para prevenção do vírus ebola.

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Dois especialistas vão percorrer as 11 regiões sanitárias do país para observar o nível de preparação da Guiné-Bissau.
Dois especialistas contratados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) estão na Guiné-Bissau para monitorar os mecanismos de resposta e dar formação a técnicos do país para a prevenção contra o vírus ebola.
Bandeira da Guiné-Bissau

Segundo Cristóvão Manjbua, diretor dos Serviços de Doenças Transmissíveis e Não Transmissíveis do Ministério de Saúde, os dois especialistas vão percorrer as 11 regiões sanitárias do país para observar o nível de preparação da Guiné-Bissau para uma resposta em caso do surgimento da doença.

Nos últimos três dias, a equipe esteve no Leste da Guiné, nas regiões de Bafatá e Gabú – esta faz fronteira com a Guiné-Conacri - e, nessa quinta-feira (13/11), chegou à capital Bissau para se encontrar, nesta sexta-feira (14), com a ministra da Saúde, Valentina Mendes.

Além de analisar os mecanismos de resposta, os consultores da OMS estão dando formação aos técnicos de saúde guineenses sobre a prevenção do vírus ebola. A equipe é acompanhada por técnicos do Instituto Nacional de Saúde Pública da Guiné-Bissau.

Alexandre Macedo, outro especialista da OMS que está no país desde o fim de outubro, também monitora os esforços das autoridades guineenses na prevenção do vírus. Em suas primeiras impressões, ele considerou a Guiné-Bissau "um país de risco", devido à proximidade com a Guiné-Conacri onde a doença já matou várias pessoas.
#correiobraziliense.com.br


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Libéria termina estado de emergência - Ebola.

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Presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf. FOTO | ARQUIVO

Libéria, disse nesta quinta-feira que havia levantado o estado de emergência imposto para sua "própria sobrevivência", há três meses com o vírus mortal Ebola que estava cortando uma faixa através do país da África Ocidental.

O anúncio - o sinal mais claro ainda que o país acredita que está derrubando uma epidemia que já causou cerca de 3.000 vidas liberianas - segue o registro da recente queda dramática de novos casos.

"Eu informei a liderança dos legisladores nacional que eu não vou dar continuidade ao prolongamento de estado de emergência", o presidente Ellen Johnson Sirleaf anunciou em rede de rádio estatal ELBC.

Presidente Sirleaf havia anunciado o regime de emergência em 6 de agosto, falando de "um perigo claro e presente" de Ebola, que na época tinha provocado a morte de cerca de 1.000 vidas em toda a África Ocidental.

Sucessos recentes

O Parlamento estava devido ao discutir por estender a ordem, inicialmente previsto como medida para três meses, antes da intervenção do Presidente Sirleaf.

A Presidente Sirleaf disse que o relaxamento foi "não, porque a luta contra o Ebola é longa", mas porque os recentes sucessos na luta contra a epidemia tinha permitido " reposicionar nossos esforços para manter a nossa luta contra o vírus".

Ela acrescentou que a Libéria havia agido "de forma decisiva", impondo nas fronteiras novos regulamentos mais rígidos de fechamento, impondo toques de recolher e quarentenas, fechando escolas e restringindo reuniões públicas.

"Como o vírus evoluiu, o que representou um perigo claro para o Estado, com os nossos vizinhos e o resto do mundo, por isso fomos obrigados a declarar um estado de emergência", disse ela.

#africareview.com

Após mal-estar, Pelé é operado em São Paulo e passa bem.

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Pelé ainda não tem previsão de alta

Foto: Lucas Landau / Reuters

Após ser internado na noite passada por um mal-estar, Pelé foi submetido a uma procedimento cirúrgico para retirada dos cálculos renais, ureterais e vesicais nesta quinta-feira, que estavam causando obstrução ao fluxo urinário do ex-jogador.
A cirurgia foi realiza pela manhã desta quinta-feira e o "rei do futebol" encontra-se estável clinicamente e em recuperação, segundo o boletim médico do hospital Albert Einstein. Ainda não há previsão de alta.
Pelé participaria de um evento de lançamento do livro que conta a história de construção do Museu Pelé, que estava marcado para o fim da tarde desta quarta-feira, mas foi cancelado devido ao mal-estar. De acordo com a sua assessoria, desde o jantar de terça, Edson Arantes do Nascimento apresentava uma indisposição estomacal e precisou ser medicado. O cancelamento foi feito cerca de três horas antes do seu início. A prefeitura pediu desculpas pelo ocorrido e ainda não há uma nova data para um novo evento.
#terra.com.br

Rússia intensifica voos militares em torno dos EUA.

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Autoridade americana reconheceu direito de atividades russas, mas deu a entender que Moscou foi 'contactada' sobre a questão.


Presidente dos EUA, Barack Obama, e presidente russo, Vladimir Putin, durante encontro de líderes da Ásia e Pacífico, em Pequim

Foto: Kim Kyung-Hoon / Reuters

Os Estados Unidos revelaram nesta quinta-feira que a Rússia intensificou, nos últimos meses, seus voos militares em torno da América do Norte, em plena tensão entre Washington e Moscou devido ao conflito na Ucrânia.
"Percebemos um aumento no número de voos em torno da América do Norte nestes últimos meses", assinalou a porta-voz do departamento de Estado Jennifer Psaki sobre a atividade da Força Aérea e da Marinha russas envolvendo a Europa e o norte da América.
Psaki destacou que Washington "reconhece" o direito da Rússia de realizar "uma atividade habitual de exercícios militares", mas deu a entender que Moscou foi contactada sobre a questão.
"Uma tal atividade deve respeitar o direito internacional, os direitos das demais nações e a segurança das demais aeronaves e barcos".

Um bombardeiro russo TU-95 voa a noroeste da ilha de Okinoshima, no Japão em agosto do ano passado Foto: Ministério da Defesa do Japão / Reuters
Há alguns dias, um relatório da European Leadership Network (ELN) revelou vários incidentes aéreos entre Rússia e Estados Unidos nos últimos meses, desde o incremento das graves tensões envolvendo a Ucrânia.
Segundo a organização, bombardeios russos realizaram, no início de setembro, exercícios militares nas proximidades da costa canadense, mas sem violar o espaço aéreo do vizinho Estados Unidos.
Psaki também comentou os planos do ministério russo da Defesa, publicados nesta quinta-feira pela imprensa, que revelam que Moscou planeja manter uma maior presença militar no Atlântico e no Pacífico, incluindo o Caribe e o Golfo do México, em águas internacionais próximas aos Estados Unidos. "Estimamos que no momento, em termos de segurança, tal atividade militar não se justifica (...), não nos parece necessária".
#terra.com.br

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Libéria suspende estado de emergência instaurado em agosto pelo vírus ebola.

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A presidente do país reduziu a hora do toque de recolher, enfatizando, no entanto, que o combate à doença ainda não terminou.Monróvia - A presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, anunciou nesta quinta-feira que suspendeu o estado de emergência instaurado em agosto para lutar contra a epidemia de ebola e reduziu a hora do toque de recolher, enfatizando, no entanto, que o combate à doença ainda não terminou.
Profissionais de saúde na entrada da unidade de tratamento do ebola no Centro Médico John F. Kennedy, na capital da Libéria, Monróvia.

"Informei aos dirigentes da Assembleia Nacional que não pedirei um prolongamento do estado de emergência", afirmou Sirleaf aos meios de comunicação.
A epidemia de ebola deixou cerca de 3 mil mortos no país e mais de 5 mil em todo o mundo desde o início do ano, segundo números da ONU.

#correiodamanha.com.br


Isabel dos Santos ( filha do Presidente de Angola) : seu poder não reina apenas na África se estende a Portugal.

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Filha mais velha do presidente de Angola controla um império empresarial em dois continentes.

MADRI - Há pessoas que têm dificuldade para encher um táxi e outras que precisam de um estádio de futebol para reunir seus conhecidos. Isabel dos Santos é uma destas. Na Copa do Mundo, levou 600 convidados ao Brasil. Dizem que seu casamento com Sindika Dokolo, um colecionador de arte profissional (e filho de um empresário de diamantes), reuniu 800 pessoas, entre elas vários presidentes africanos. Dizem que é a mulher mais rica da África, e a revista americana “Forbes” o corroborou isso este ano, ainda que o total de sua riqueza seja difícil de ser contabilizado — entre € 2 bilhões e € 4 bilhões, segundo alguns levantamentos — já que, digam o que quiserem, da boca da menina preferida do papai nunca saiu nada. Seu pai, de 72 anos, dirige o país desde setembro de 1979.


Isabel dos Santos: poder e dinheiro em Angola e na antiga metrópole colonial, Portugal - Reprodução de internet

Nascida em 1973 em Baku (hoje Azerbaijão, então União Soviética), é a primeira filha de José Eduardo dos Santos, presidente de Angola desde 1979. O então militante do Movimento Popular de Libertação de Angola — até 1975 colônia portuguesa — recebia naquela cidade soviética doutrinamento ideológico e educação — se graduou em engenharia de petróleo e comunicações por radar. E conheceu a enxadrista russa Tatiana Kukanova, a primeira de suas três esposas. Deste relacionamento nasceu Isabel, primeira filha dos sete reconhecidos pelo presidente angolano.
Quando seus pais se separaram, Isabel foi com a mãe para Londres, onde cursou engenharia no King’s College. Lá, conheceu seu futuro marido, Dokolo, com quem se casou em 2002. Na época, Isabel estava havia cinco anos à frente de seu primeiro negócio, um bar. Mas não foi com uma boate na baía de Luanda que Isabel se converteu na mulher mais rica do continente africano. Os lucros das bebidas não são suficientes para, em 15 anos, comprar bancos, cimenteiras, emissoras de TV, petrolíferas ou lançar, esta semana, uma oferta de € 1,2 bilhão pelos direitos de voto da Portugal Telecom SGPS na operadora brasileira Oi.
O jornalista angolano Rafael Marques, preso em 1999 por suas críticas ao regime de Santos, publicou no ano passado na “Forbes” o artigo “A menina do papai: como uma princesa africana conseguiu € 3 bilhões em um país que vive com US$ 2 por dia”. Segundo ele, os grandes negócios de Isabel dos Santos são construídos de duas formas: participando de uma empresa estrangeira que necessita de permissão para entrar em Angola, ou através de uma empresa concessionária, criada por real decreto de seu pai.
A ideologia socialista que Eduardo dos Santos aprendeu na URSS durou até o fim dos anos 1990, no auge da guerra civil, quando já estava há quase duas décadas à frente do país. Então, abraçou o capitalismo e começou a dar concessões ao capital privado estrangeiro para a exploração de minas, telefônicas e bancos, um mercado virgem em um país com recursos naturais inesgotáveis.
O país cresce a níveis inéditos, ainda que 70% da população viva com menos de US$ 2 por dia, e, segundo a organização Transparency International, haja apenas dez países no mundo mais corruptos que Angola, que ocupa o posto 168 de um ranking de 178 países analisados.

BIC e BPI SÃO JOIAS BANCÁRIAS; UNITEL E NOS, AS DA TELEFONIA
Depois do night club, um dos primeiros negócios de Isabel dos Santos, foi o de diamantes. O presidente-papai cria a Endiama, empresa pública para a exploração de pedras preciosas, e sua filha aparece como proprietária de 25% da sociedade. Em meio ao escândalo provocado pelo filme “Diamante de sangue”, baseado no livro de Marques e estrelado por Leonardo DiCaprio, Isabel transfere a propriedade para sua mãe.

José Eduardo dos Santos, presidente de Angola: negócios da filha Isabel dos Santos têm relação direta com o poder estatal, afirmam críticos - JOAO CORTESAO / AFP
O país cresce num bom ritmo, de forma que cimento é um item de primeira necessidade, mais ainda, um bem estratégico nacional. A cimenteira Cimangola passa a ser controlada pela filha do presidente.
Já Portugal é pequena para os escassos, mas grandes, empresários nacionais, como Américo Amorim. O rei mundial da cortiça vê em Angola uma oportunidade de novos negócios. E o script se repete: a presidência de Angola dá licença à operação de um banco privado, o BIC. Amorim põe o dinheiro e entre os acionistas, com 25%, aparece Isabel dos Santos. Como também é comum, o negócio acaba mal e Amorim vende sua parte à angolana, que já tem 42,5% do maior banco do país. Consolidada em Angola, e com dinheiro de verdade, já pode dar um salto a outros países africanos (está na Namíbia) e europeus: Isabel possui 20% do banco português BPI.

Amorim ampliou seus negócios a outras áreas angolanas de inegável futuro, como petróleo e cimento. Cria a Amorin Energia, com 55% para sua família e 45%, para Isabel, formalizada na holding holandesa Esperança. Através dessa sociedade controla a petrolífera portuguesa Galp, da qual Isabel detém diretamente 7%. A essa altura, já é a mulher mais poderosa de Portugal — acima de Maria do Carmo Moniz Espírito Santo —, com presença nos setores bancário, de energia, de comunicação e de telecomunicação.
Isabel dos Santos rechaça as insinuações de que seus negócios estão diretamente ligados aos 35 anos de presidência de seu pai. Uma de suas raras entrevistas a jornalistas foi no ano passado em um almoço com Tom Burgis, do “Financial Times”. Fora os € 250 que o jornal gastou com um peixe com batatas, a executiva angolana recordou que aos 6 anos vendia ovos e que há muitas pessoas bem relacionadas, mas há poucas que saibam fazer negócios.
Mãe de três filhos, Isabel atribui o êxito de seus negócios a sua formação em matemática e engenharia. Mais específico é seu marido, em uma entrevista à televisão angolana sobre as virtudes da sua mulher: “É muito calma e muito estável. Gosta de ter uma perspectiva de longo prazo. Tem três qualidades que a convertem na grande força de Angola: autoconfiança, estabilidade e ambição”.

# globo.com

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Burkina Faso: NEGOCIAÇÕES EM BURKINA Rumo a última curva.

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A cada dia que passa há um monte de novidades em Burkina Faso. Os olhos e os ouvidos são colados sob negociações muito difíceis para a transferência de poder para os civis. Depois das propostas das forças vivas nesta segunda-feira e contra-proposta das forças armadas na terça-feira, ontem quarta-feira foi dedicada à síntese destas duas propostas. Em seguida, eles manifestaram alguma bulimia, os soldados voltaram a melhores sentimentos. A sociedade civil e os partidos políticos admitiram que não vão encobrir o processo de transição dos demais órgãos, o exército, por sua vez, concordou em rever suas reivindicações para baixo.


Embora se faça esperar pela última revisão dos militares para declarar vitória, ela ainda deve ser enfatizada já que existe uma razão para ter esperança. Os delegados dos vários partidos foram capazes de chegar a um acordo sobre os pontos essenciais, o que é algo encorajador. Especialmente na noite anterior à contra- proposta, o exército era visto como um fator que pode emperrar as negociações da máquina.
Finalmente, como se estivessem particularmente atentos ao conselho que foi formado por eles, os soldados são mais consensuais. Primeiro, eles concordam que o Conselho Nacional de Transição - deverá desempenhar o papel da Assembleia Nacional - e que eles exigiram que a gestão, seja gerida por um civil.
Em termos de sua composição, entre os números 90 e 60, respectivamente, propuseram que as forças, portanto, o consenso seja a favor de 75. No que diz respeito à representação de diferentes partidos, os subsídios do Exército à sociedade civil e os partidos políticos que anteriormente constituíam oposição a Blaise Compaoré, se reserva a maior parte do "bolo". Cada um desses dois grupos de atores será representado por 25 membros. O exército está na segunda posição, com 15 representantes. Como desejado pela sociedade civil e ex-partidos políticos da oposição, a ex-maioria presidencial está nas traseiras, com apenas 10 representantes.
Por sua vez, os atores políticos e sociais já perceberam a necessidade de renuncia da Comissão Nacional de Reconciliação e reformas (CRNR) e do Conselho Nacional de Defesa e Segurança (NSDC).
Dado que a hierarquia militar não é susceptível de alterar fundamentalmente esta estrutura, o próprio partido não parece deixar para o fim as negociações laboriosas. O mesmo documento poderá ser validado na noite de quinta-feira. Imediatamente, a máquina está a caminho. Isso poderia começar com a restauração da Constituição pelo tenente-coronel Isaac Zida. Então deverão nomear rapidamente o presidente ou o presidente da Transição. Em seguida, a transferência de poder deve ser organizada no tranco. Qual dedicar formalmente o início da transição.
Se nenhum outro obstáculo vir a pôr em causa a dinâmica que se manifesta, devemos estar de fora até o final da próxima semana. Inshallah!
Sanso Boubacar Barry para GCI
© 2014 GuineeConakry.info

GUINÉ-SENEGAL: Os guineenses se opõe à participação de Alpha Condé na cimeira da Francofonia.

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As relações entre a Guiné e Senegal estão longe de serem animadoras. Ao contrário, para esta história absolutamente efêmera de Ebola, elas ficam mais difíceis com o passar do tempo. Apesar de uma desaceleração na expansão da epidemia de Ebola em nosso país, e até mesmo os esforços recentes das autoridades senegalesas em abrirem suas fronteiras aéreas, posteriormente, é claro, sob as exigências da CEDEAO.


Uma falha óbvia de diplomacia que eventualmente gangrena perigosamente todas as faixas da cooperação bilateral, antes de iniciar os seculares laços entre os indivíduos, as famílias e as outras aldeias nos dois países.
Uma crise que é uma reminiscência do conflito ideológico da década de 1970 opondo Presidentes Ahmed Sekou Toure e Leopold Sedar Senghor. Só que desta vez, de vez em quando, obviamente, por razões económicas, as pessoas parecem ter um papel activo nesta batalha fratricida.
Recorda-se, sem dúvida, a infâmia sofrida por nossos compatriotas presos em um vôo da Air France para Dakar, enquanto esperavam para a reparação de uma parte da pista do aeroporto em Conakry atingido por um raio. Além da relutância das autoridades senegalesas para recebê-los em seu solo, nossos compatriotas infelizes, e que nunca tinham contraído Ebola em suas localidades, foram vaiados.
Enquanto isso, os embarques de frutas, incluindo Forécariah na Baixa da Guiné e batatas apodrecem nas fronteiras terrestres, para o desgosto dos transportadores e comerciantes que não sabem a quais das autoridades devem recorrer.
Por todas estas razões e muitas outras, debates acalorados estão sendo empenhados para uma possível participação do Chefe de Estado, Alpha Condé, na 15ª Cimeira da Francofonia em Dakar, marcada para 28 de Novembro. Na maioria das vezes pela mídia que se interpõe, alguns compatriotas entre eles os fãs do partido no poder, vão até avisar o presidente guineense de que ele poderia ser tentado a fazer uma viagem ao país da Teranga. Obviamente, alguns moderados consideram preferível, no entanto, que o Presidente Alpha Condé tome parte neste importante fórum para expor os problemas enfrentados pelo povo da Guiné e dizer esses '' quatro '' a Macky Sall, olhando em seus olhos.

Kerfalla KOUROUMA para GuineeConakry.info
© 2014 GuineeConakry.info




Nova morte com Ebola atinge o Mali e a Libéria elogia queda nos casos de contaminação. - notícia a uma hora atrás.

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Um profissional de saúde usando um equipamento de protecção individual no centro de tratamento de Hastings fora de Freetown. PHOTO / AFP

Uma segunda pessoa no Mali morreu de Ebola, assim como o país mais atingido, a Libéria, comemora uma queda dramática nas infecções e o último paciente contaminado nos Estados Unidos foi declarado curado.

A morte de uma enfermeira que tinha tratado um paciente de Ebola da vizinha Guiné veio como um golpe para às autoridades do Mali, quando estavam começando a levantar as restrições de quarentena em mais de 100 pessoas expostas a primeira vítima do vírus no país.

A enfermeira tinha tratado um paciente guineense em uma clínica na capital Bamako, que sofria de insuficiência renal e morreu mais tarde, fontes médicas disseram na terça-feira. As Autoridades acreditam agora que ele tinha Ebola.

O caso levantou temores de mais contaminação no Mali como a infecção não estava relacionado com outra única fatalidade com Ebola do país, que foi com uma menina de dois anos de idade.

Na Libéria, houve melhoria segundo notícia publicada por assistente de ministro da Saúde, Tolbert Nyenswah, que disse que novos casos caíram num pique diário de mais de 500 para cerca de 50, confirmando anúncios preliminares de especialistas em todo o mundo de uma desaceleração evidente na epidemia.

"Os números de casos estão a reduzir", disse à AFP, embora ele acrescentou que novos casos ainda estavam surgindo em todo o país.

O maior surto de Ebola registrado já matou cerca de 5.000 pessoas, com a Libéria sendo a nação mais atingida e o contágio ainda grassa na vizinha Serra Leoa e Guiné.

O vírus mata cerca de 70 por cento de suas vítimas, muitas vezes fechando seus órgãos e causando hemorragia incontrolável.

Na terça-feira, Marrocos foi obrigado a cancelar os jogos de futebol da Taça de África das Nações e jogou fora a competição depois de insistir que ele queria adiar o torneio devido a temores sobre o vírus.

Nova York paciente "curado"

Em Nova York, o último paciente qom Ebola nos Estados Unidos, recebeu alta do hospital, nesta terça-feira depois de ter sido declarado curado.

Craig Spencer, de 33 anos de idade saiu da urgências médica depois que contraiu o vírus durante o tratamento de pessoas infectadas na África Ocidental, apareceu em uma conferência de imprensa com o prefeito Bill de Blasio para anunciar que ele havia recebido alta do hospital.

" Primeiro e único caso de Ebola na cidade de Nova York foi tratada com sucesso. Dr. Spencer está livre de Ebola e a cidade de Nova York está livre de  Ebola ", e Blasio foi proclamada no hospital, a gritos e aplausos.

Spencer disse que ele estava "saudável e não infectado".

"Em seu relato disse que a detecção precoce foi o motivo da recuperação de Ebola, fala sobre a eficácia dos protocolos que estão em vigor para o pessoal de saúde que retornam da África Ocidental", disse ele.

Os EUA trataram de nove vítimas do vírus, que se espalha através do contato com fluidos corporais infectados.

Um total de 289 pessoas em Nova York continuam a ser monitorizadas quanto a possíveis sintomas do Ebola, incluindo a noiva da equipe de Spencer, que ajudou a tratar o médico.

"Ainda disparada "em Serra Leoa

A Casa Branca tem estado na vanguarda da resposta internacional ao surto, prometeu centenas de milhões de dólares e anunciou planos para unidades de tratamento de Ebola em toda a Libéria.

O primeiro centro construído pelos EUA abriu na segunda-feira em Tubmanburg, cerca de 70 quilômetros (45 milhas) a noroeste da capital Monrovia.

Um dia antes do anúncio do novo caso do Mali, a Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que tinha liberado do isolamento os 25 das mais de 100 pessoas que se pensa ter entrado em contato com a primeira vítima do país.

Criança de dois anos, Fanta Conte morreu depois de voltar de uma viagem à Guiné. A infecção provocou pânico em como a criança tinha viajado de ônibus e táxi com sua avó, irmã e tio, fazendo paradas freqüentes em uma viagem de mais de 1.200 quilômetros (750 milhas).

Eles também passaram duas horas na capital Bamako, visitando parentes em uma casa de 25 pessoas.

Em Serra Leoa, a porta-voz da OMS Winnie Romeril disse que o surto havia se estabilizado em algumas áreas, mas continua "ainda disparado" a oeste do país.

Enquanto que em Kenema, a cidade oriental no epicentro da epidemia, não registrou novos casos por três semanas, a capital Freetown e a cidade vizinha de Hastings ainda estão lutando contra uma grave epidemia, disse Romeril à AFP.

Ela disse que o número de mortos em todo o país oficialmente é de 1133 foi uma subestimação grosseira e o real número de casos é provavelmente cinco vezes do número oficial.

" Não é um encobrimento por parte das autoridades, (é) apenas que as pessoas não relatam seus casos. Este é um problema sério - elas querem manter os corpos e organizar enterros tradicionais", disse ela.

A Gâmbia, que permanece livre de Ebola, anunciou, nesta terça-feira que reabriu as suas fronteiras terrestres para os viajantes de Serra Leoa e as outras nações  atingidas por Ebola.

-AFP-

Libéria e Mali anunciam novos avanços na luta contra o Ebola.

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O surto de Ebola que teve início neste ano, o maior da história, já matou 5.000 pessoas, sendo a Libéria um dos países mais afetados, junto a Serra Leoa e Guiné.



Monróvia - A Libéria, um dos países mais afetados pela epidemia de Ebola, anunciou nesta terça-feira a queda no número de novas infecções, no mesmo dia em que 25 pessoas no Mali deixaram a quarentena após terem contato com um paciente.

Por outro lado, a Copa Africana de Nações (CAN) não será celebrada no Marrocos em 2015 e a seleção deste país não jogará esta edição, devido à "negativa do Marrocos de organizar a competição" nas datas previstas (17 de janeiro a 8 de fevereiro), por causa do medo do Ebola, anunciou a Confederação Africana de Futebol (CAF).

Os novos casos na Libéria caíram de uma média de 500 por dia para 50, informou o vice-ministro da Saúde liberiano, Tolbert Nyenswah, números que confirmam a diminuição do número de casos em todo o mundo.

"Já não se trata do número de casos de Ebola que tínhamos há dois meses, está reduzindo", garantiu à AFP Nyenswah na segunda-feira.

O surto de Ebola que teve início neste ano, o maior da história, já matou 5.000 pessoas, sendo a Libéria um dos países mais afetados, junto a Serra Leoa e Guiné.

Por sua vez, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou na segunda-feira ter suspendido a quarentena de 25 pessoas de um total de 100 que teriam estado em contato com o único caso confirmado da doença no Mali.

A vítima, uma menina de dois anos da Guiné que viajava com sua avó, foi diagnosticada com Ebola em Kayes, no oeste do Mali, onde morreu em 24 de outubro.

Durante sua viagem por ônibus e táxi com sua avó, irmão e tio, ela entrou em contato com um total de 108 pessoas, que foram identificadas pelas autoridades do Mali com o apoio da OMS.

"Dessas 108 pessoas, 25 foram mantidas em observação por 21 dias e receberam alta (...) Até agora nenhuma apresentou sintomas de Ebola ou dado positivo nos testes", explicou a OMS.

De acordo com Abdoulaye Nene Coulibaly, um médico da equipe de emergência de Kayes, todos os que permanecem isolados nesta cidade poderiam receber alta nesta terça-feira caso não apresentem sintomas. "A avó da menina está bem e os outros também", disse à AFP.

A OMS acredita ser improvável a propagação do vírus no Mali e explicou que a menina tinha "sintomas de sangramento, mas sem diarreia durante a viagem".

Médico de Nova York recebe alta

Nos Estados Unidos, as autoridades de saúde anunciaram a cura de Craig Spencer, um médico de 33 anos que contraiu Ebola quando tratava de pacientes infectados na Guiné. Ele receberá alta do hospital em Nova York onde está internado em breve.

"Depois de um rigoroso tratamento e acompanhamento, Dr. Craig Spencer, admitido e diagnosticado com o vírus Ebola no HHC Bellevue Hospital foi declarado curado", diz um comunicado oficial.

O governo dos Estados Unidos, onde houve nove casos, lidera os esforços internacionais para combater o surto e financiou programas de combate ao Ebola na Libéria.

O primeiro centro especializado construído pelos Estados Unidos foi inaugurado na segunda-feira em Tubmanburg, uma cidade a cerca de 70 km de Monróvia, capital da Libéria.

"A busca de casos, o contato e o monitoramento e as pesquisas têm ajudado muito na luta" contra o vírus, declarou Gorbee Logan, responsável pelo serviço de saúde nesta área.

A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) também publicou nesta terça-feira um curso online para ajudar as pessoas que lutam com a doença para desacelerar sua expansão.

A Gâmbia anunciou a suspensão da restrição de acesso ao seu território, decidida em setembro, para os cidadãos dos países mais afetados.

A doença causada pelo vírus Ebola, também conhecida como febre hemorrágica do vírus Ebola, é uma doença com uma taxa de mortalidade que pode chegar a 90%.

O contágio se dá por meio do contato direto com sangue, fluidos corporais e secreções da pessoa infectada.

#correiobraziliense.com.br

ONU alerta para grave crise alimentar na Libéria, Serra Leoa e Guiné-Conacri.

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ONU alerta para grave crise alimentar em países afetados pelo ébola (foto AP)

A relatora principal da Organização das Nações Unidas para o Direito à Alimentação, Hilal Elver revelou hoje que os países com uma epidemia de ébola - Libéria, Serra Leoa e Guiné-Conacri - estão «à beira de uma grave crise alimentar».

Nestes países existem mais de um milhão de pessoas que precisam de ajuda em víveres para amenizar a falta de produtos básicos, alertou Hilal Elver, em Genebra.

A agricultura é a principal atividade económica na África Ocidental, onde dois terços da população dependem dela.

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Cristiano Ronaldo desmente tratamento insultuoso a Messi



Cristiano Ronaldo veio a público desmentir qualquer tratamento insultuoso referente a Lionel Messi, conforme foi esta terça-feira revelado num livro publicado pelo jornalista espanhol Guillem Balagué.

«No balneário do Real Madrid os jogadores referem-se a Messi como o pequeno cão de Cristiano Ronaldo», poderá ler-se no referido livro.

Cristiano Ronaldo, porém, recorreu às redes sociais para se defender, garantindo que vai tratar de processar o responsável por essas palavras.

«Existem notícias a circular de que, alegadamente, haveria proferido insultos a respeito de Lionel Messi. Isso é completamente falso e já contactei o meu advogado para processar o responsável pelas mesmas. Tenho o maior respeito por todos os meus adversários e Messi obviamente não é exceção», escreveu o internacional português.

# abola.pt

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Filha do Presidente de Angola lança OPA sobre a Portugal Telecom - Isabel dos Santos é a mulher mais rica de África.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Isabel dos Santos, filha do presidente angolano e mulher mais rica de África.
Isabel dos Santos, filha do presidente angolano e mulher mais rica de África.
DR

Liliana Henriques
A Terra Peregrin, empresa controlada por Isabel dos Santos, Filha do Presidente angolano, está a oferecer mais de 1,21 mil milhões de Euros para adquirir pelo menos 50, 01% do capital da Portugal Telecom SGPS, no quadro do lançamento de uma OPA, Oferta Pública de Aquisição.

Num documento divulgado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a empresa detida por Isabel dos Santos afirma que tenciona manter as grandes linhas estratégicas definidas pelo Conselho de Administração da Portugal Telecom, tal como os objectivos inerentes aos acordos celebrados entre a PT e a sua congénere brasileira OI, com a qual está num processo de fusão a ser concluído em 2015. Com esta OPA, Isabel dos Santos afirma pretender alcançar uma posição "relevante, mas minoritária e não de controlo no capital da Oi", esta última sendo uma das mais directas concorrentes dos investimentos de Isabel dos Santos no sector das telecomunicações.
Contudo, a investidora angolana não é a única a manifestar interesse pelo controlo da Portugal Telecom. Para além de Isabel dos Santos, os britânicos Apax Partners e Vodafone, o operador espanhol Telefonica, ou ainda o francês Altice (Numéricable) estão igualmente a tentar chegar a um acordo com a PT. Há uma semana aliás, o grupo Altice fez uma proposta de 7.025 milhões de Euros para a compra da Portugal Telecom.
Ao mostrar-se bastante preocupado quanto às implicações que um sucesso da OPA de Isabel dos Santos poderia ter, João Teixeira Lopes, sociólogo português e co-autor do livro "Os Donos Angolanos de Portugal", considera todavia que esta oferta é provavelmente aquela que tem mais possibilidade de seguir em frente, dados os elos de proximidade entre Angola e Portugal.

João Teixeira Lopes, sociólogo e co-autor de "Os donos angolanos de Portugal".

# rfi.fr

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Os líderes africanos na Zâmbia para enterro do Presidente Sata.

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Os líderes africanos voaram para Lusaka, nesta segunda-feira, para acompanhar o funeral do presidente Michael Sata marcado para terça-feira.

Presidente Sata, 77 anos, morreu em um hospital de Londres após uma doença.

O Presidente Robert Mugabe do Zimbabwe e Armando Guebuza de Moçambique, ao lado ministro dos Negócios Estrangeiros do Sul do Sudão  observando o corpo de Sata no State House em Lusaka.

Mais tarde, eles assinaram o livro de condolências.

Depois, o presidente Mugabe disse aos repórteres: "Nós estamos sentindo com a morte do bossom."

"Vamos sentir falta dele. Ele pertencia o grupo de líderes que lutaram pela independência do seu povo, poucos se consideram como eu e KK, o resto estão lutando por dinheiro. Liderança por dinheiro. "

O Vice-Presidente Sul-Africano Cyril Ramaphosa também viu o corpo de Sata.

O presidente da União Africana, Nkosazana Dlamini-Zuma, também chegou à capital Lusaka.

Vice-Presidente tanzaniano Mohammed Gharib Bilal descreveu a morte de Sata "como uma grande perda para a região sul Africana".

"O Presidente Sata foi fundamental na resolução de problemas regionais", disse ele.

Primeira-dama Bongekile Zuma da África do Sul também chegou em um vôo Sul Africano, juntamente com o primeiro-ministro da Suazilândia Barnabas Sibusiso Dlamin

O Presidente de Madagascar Hery Rajaonarimampianina também prestou suas últimas homenagens a Sata e Vice-Presidente do Malawi Saulos Chilima também estava em Lusaka, pela mesma razão.

Política ativa

O Presidente do Quênia Uhuru Kenyatta e o primeiro-ministro de Uganda Ruhakana Rugunda ainda estavam sendo esperados nesta segunda-feira.

Mais cedo, a Assembleia Nacional da Zâmbia realizou um serviço inter-denominacional na qual os líderes religiosos pediram uma transição suave.

Ndola Diocese Dom Alick Banda advertiu os líderes políticos para "controlar suas ambições".

"... De suas origens humildes para o mais alto cargo da nação, ele amava as pessoas comuns."

"Ele queria garantir que cada família tivesse três refeições por dia, a educação tornou-se acessível e infra-estrutura, como estradas foram feitas. Esperamos que as pessoas que pretendem ocupar o lugar dele continuem com o seu patriotismo. "

Enquanto isso, os líderes da oposição olham o jogo para a eleição presidencial marcado em menos de 80 dias.

Um confronto está aparecendo dentro do antigo Movimento de governo para Multi-partidarização, segundo palavras do seu ex-líder, o Sr. Rupiah Banda, que quer o retorno à política ativa.

Sr. Banda, de 77 anos, governou a Zâmbia por três anos 2008-2011.

Quando perguntado sobre suas reais intenções, o Sr. Banda respondeu: "Podem esperar até depois do enterro [enterro de Sata]?"

O governante da Frente Patriótica ainda é identificado como o possível candidato à sucessão de Sata no processo que promete drama com mais de cinco competidores, incluindo o filho de Sata, Mulenga, que é Prefeito de Lusaka.

O Secretário-Geral do atual Partido Edgar Lungu está sendo considerado um corredor da frente.

O líder do Partido Unido para o Desenvolvimento Nacional, o Sr. Hakainde Hichilema, sendo considerado o rival mais próximo do partido do governo, disse que está pronto para a eleição.


# africareview.com

Nigéria: Boko Haram suspeito de provocar suicídio com bomba mortal na escola nigeriana.

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Guiné-Conakry - Um homem-bomba disfarçado de estudante detonou uma bomba em uma escola no norte da Nigéria nesta segunda-feira, de manhã, matando cerca de 50 meninos que contavam entre 10 e 20 anos de idade, disseram funcionários e testemunhas.

O homem-bomba apareceu vestido de um uniforme escolar quando da concentração dos alunos, nesta manhã, na Escola Secundária de Ciências do Governo em Potiskum, de acordo com Mohammed Abubakar, disse um jornalista local, que tinha acabado de voltar da cena do bombardeio. Quando o diretor da escola perguntou ao homem-bomba porque ele não usava o crachá da escola, ele ajoelhou-se e detonou a bomba, disse Abubakar.

Mais tarde, testemunhas disseram que a escola transformou-se num cenário caótico, onde se podia avistar crianças mortas e mutiladas, e o hospital local estava lotado de feridos.
O Norte da Nigéria tem sido prejudicado por uma insurgência islâmica, e o grupo de militantes do Boko Haram que têm como alvo as escolas não-islâmicas para, pelo menos, nos últimos três anos, matar dezenas de estudantes e sequestrando centenas de outros. Atentado desta segunda-feira, que também feriu cerca de 80, foi um dos piores ataques desse tipo até à data.

Só em Potiskum, uma grande cidade com mercado principal, eixo leste-oeste, no norte da Nigéria, acredita-se que Boko Haram tenha atacado já cerca de 10 escolas. Em pouco mais de um ano, outras cinco escolas em torno Estado Yobe teriam sido atacadas por guerilheiros que se acredita serem membros do grupo. Em fevereiro, pelo menos 40 foram mortos no interior do colégio na cidade vizinha de Buni Yadi; em julho do ano passado, 42 alunos foram mortos em um ataque em uma escola de governo em um vilarejo perto Potiskum.

Boko Haram não reivindicou a responsabilidade pelo atentado desta segunda-feira - ele raramente faz ataques individuais -, mas faz ao que chama de "educação ocidental", o foco particular de sua campanha sangrenta contra civis e soldados.

Apesar dos ataques as escolas repetidas vezes e provocando várias mortes aos estudantes, os militares da Nigéria não foram preparados para proteger as escolas do norte, e não havia presença militar antes da explosão na escola de Potiskum nesta segunda-feira, disse Abubakar.

A escola " não era segura. É porosa ", disse ele, acrescentando que até o portão da escola estava quebrado.

Um morador que vive nas proximidades, Yahaya Wakili, disse que "não há cercas em torno da escola", acrescentando que "todo mundo pode entrar na escola."

A única proteção é feita por alguns guardas locais armados com paus, disse Abubakar.

Os pais que se reuniram na escola após o bombardeio, com raiva disseram aos militares para saírem, dizendo que "não tinham mais confiança" nos soldados ", porque eles não são capazes de proteger suas vidas e propriedades", disse Abubakar. Algumas reportagens salientaram que rochas foram jogadas contra os soldados.

Refletindo a crescente onda de críticas contra o governo nigeriano, que cedeu grandes seções de território para os militantes islâmicos no nordeste este ano, o governador do Estado de Yobe emitiu uma forte declaração, nesta segunda-feira, dizendo que "não é da responsabilidade somente do governo federal para condenar as ocorrências quase diárias da violência. "além disso, ele disse que" é necessária uma ação urgente ".

Foi pouco antes de 08:00h, nesta segunda-feira, que cerca de 2.000 alunos da escola se reuniram para a aula da manhã. Um homem magro de cerca de 25 anos, usando o uniforme da escola apareceu.

"Ele entrou no terreno da área da escola", disse Wakili. "Ele estava esperando o momento de concentração dos alunos e dos professores."

De acordo com os relatos, o homem estava carregando um saco pesado, proibido sob as regras da escola. Ele disse ao diretor que o saco que carregava era para transportar seus livros.

Um estudante que estava lá, Mohammed Musa, disse: "Nós estávamos sentados no chão esperando por nossos professores para começarmos o início da aula, e de repente ouvi um som muito forte."

A explosão ressoou por todo o bairro. "Foi muito, muito alto", disse Wakili.

Abdulkareem Adam, um outro estudante, descreveu que eram "tantos corpos espalhados no chão."

Sr. Abubakar, o jornalista local, que foi para a escola imediatamente após a explosão, disse: "Eu vi muitos alunos feridos". Ele descreveu os ferimentos horríveis e "as pessoas que fugiam com feridas."

O governo nigeriano emitiu uma declaração condenando o bombardeio. Mas a explosão é susceptível de levantar mais dúvidas sobre a eficácia de uma campanha contra-insurgência militar que parece estar se debatendo em face de uma intensificação da ofensiva Boko Haram.

O grupo islâmico obteve ganhos substanciais nas três semanas desde que as autoridades da Nigéria anunciaram que havia chegado a um suposto cessar-fogo com o grupo.

#nytimes.com

EUA relatam avanços no combate ao Ebola.

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A embaixadora dos Estados Unidos na Organização das Nações Unidas (ONU), Samantha Power, relatou avanços no controle do surto do vírus Ebola em países da África Ocidental


A embaixadora dos Estados Unidos na Organização das Nações Unidas (ONU), Samantha Power, relatou avanços no controle do surto do vírus Ebola em países da África Ocidental. "Para minha surpresa, realmente há sinais positivos em todos os três países", afirmou em entrevista ao programa norte-americano "Face the Nation", da CBS, após retornar de uma viagem à Libéria, Serra Leoa e Guiné - países mais atingidos pela epidemia.
Segundo ela, o número de "enterros seguros" (que seguem os procedimentos adequados para os cadáveres infectados) aumentou significativamente, o que pode ajudar a reduzir o surgimento de novos casos da doença. De acordo com Samantha, em Monróvia, capital da Libéria, a taxa de enterros seguros está perto de 90%. Em Serra Leoa, esse índice chegaria perto de 100%, sendo que quase todos os corpos são enterrados com segurança em até 24 horas.
"Você pode imaginar a diferença que isso pode começar a fazer apenas em questão de dias ou semanas", afirmou. Segundo ela, o papel das autoridades norte-americanas e britânicas foi crucial para mudar a forma como os cadáveres são manuseados.
A representante dos EUA na ONU destacou ainda que o trabalho da Organização na região está ajudando a população local a ter mais conhecimento sobre o vírus e suas formas de transmissão, o que também deve ajudar a diminuir as taxas de infecção.
Samantha reconheceu, no entanto, que os países afetados pela epidemia precisam de mais médicos e enfermeiros com urgência. De acordo com ela, as organizações não-governamentais que trabalham na região relataram que as equipes de profissionais da saúde são suficientes apenas para o próximo mês. A funcionária disse que os Estados Unidos precisam "ter certeza que estão incentivando esses indivíduos extraordinários e "tratá-los com grande respeito e admiração", quando retornam.
Na semana passada, a justiça do Estado norte-americano do Maine obrigou a enfermeira Kaci Hickox, que tratou de pacientes com Ebola em Serra Leoa, a cumprir um período de quarentena. Em entrevista a um jornal local neste domingo, Kaci criticou o tratamento do governo em relação aos profissionais que são voluntário no combate à doença.
Novos casos
Apesar dos avanços relatados por Samantha, novos casos de profissionais de saúde que contraíram o vírus Ebola em países da África Ocidental foram divulgados neste final semana. Um funcionário da Unicef que estava em Serra Leoa foi recebido para tratamento na França. O paciente, que não teve sua identidade revelada, está internado em unidade isolada de um hospital em Paris.
O governo de Serra Leoa também informou que um médico apresentou teste positivo para o vírus Ebola. O homem, identificado como George Godfrey, é o quinto médico do país a contrair a doença. Os outros quatro médicos infectados em Serra Leoa morreram após contrair o vírus, que já vitimou cerca de cinco mil pessoas na África Ocidental.
# (Gabriela Vieira, com informações da Dow Jones Newswires e da Associated Press)

Alemanha: Muro de Berlim - Fronteira ideológica resiste à história.

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A Alemanha festeja 25 anos do fim da barreira entre capitalismo e socialismo em meio à polêmica despertada pela oportunidade (inédita) de que um neocomunista se torne chefe de um governo regional.

Nem mesmo a imaginação política mais fértil seria capaz de imaginar, na madrugada febril de 9 para 10 de novembro de 1989, que a história reservaria para a Alemanha um reencontro vivo com alguns dos fantasmas do passado sombrio da Guerra Fria em pleno jubileu pelos 25 anos da queda do Muro de Berlim. Passado apenas um quarto de século da “mãe de todas as batalhas” entre capitalismo e socialismo — com a vitória da democracia ocidental e o colapso em dominó do bloco soviético, a Alemanha reunificada reencena a velha trama em palco novo. No moderno edifício restaurado do antigo Reichstag, centro do poder no país até o fim da 2ª Guerra e do Reich nazista, as comemorações no atual Bundestag (parlamento) deram ocasião a um inusitado confronto entre os herdeiros da extinta Alemanha Oriental, comunista, e as forças políticas que os combateram e ainda combatem.

O enredo era ensaiado há pouco menos de uma década, quando os neocomunistas se uniram a dissidentes do tradicional Partido Social Democrata (SPD) para criar uma nova legenda, chamada A Esquerda. Tolerado como uma espécie de “patinho feio” do sistema político, o partido mantém representação no Bundestag e em vários parlamentos regionais (veja infografia), mas sob um veto não escrito à participação em uma coalizão federal de governo. No mês passado, porém, as eleições na Turíngia abriram a possibilidade de que um tabu sensível fosse quebrado: a Esquerda saiu das urnas com possibilidade real de chefiar o governo local, em aliança com o SPD e com os Verdes.

“Essa é uma notícia ruim para a Turíngia”, reagiu a chanceler (chefe do governo federal) Angela Merkel, no início da semana passada, depois que a seção local do SPD ratificou a abertura de negociações, a exemplo do que já haviam feito os ecologistas. Criada na antiga Alemanha Oriental, sob o duro regime controlado pelo Partido Comunista e pela onipresente polícia política a Stasi, Merkel expressou o inconformismo em um ato de seu partido, a União Democrata Cristã (CDU), dedicado justamente à queda do muro. A chanceler, cuja popularidade incontestada espelha e simboliza a separação cada vez mais distante entre as duas Alemanhas, recorreu à linguagem da Guerra Fria para resumir sua impressão sobre os neocomunistas: “Eles querem o poder, nada além dele, nada menos do que ele”.

Se Merkel despontou para a vida política já depois da “virada” de 1989, e da reunificação no ano seguinte, o atual presidente alemão, Joachim Gauck, era uma voz dissidente sob o regime alemão oriental — e reagiu com veemência inusual para um ocupante do cargo à ideia de ver pela primeira vez um ministro-presidente (chefe de governo estadual) saído das fileiras de seus antigos repressores. “Quem viveu na Alemanha Oriental e é da minha geração, certamente, deve estar penando para aceitar isso”, disse Gauck em entrevista à emissora de tevê ARD. As declarações do presidente dividiram opiniões na imprensa alemã e mais ainda nos meios políticos. Não faltaram vozes questionando a interferência do chefe de Estado em um processo político regulamentar.
# correiobraziliense.com.br

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