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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

segunda-feira, 25 de setembro de 2023

CHINA MANDA, MPLA MAMA, POVO MORRE.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Energia e transportes foram os sectores que beneficiaram de empréstimos chineses ao MPLA (Angola), entre 2000 e 2022, num total de 45 mil milhões de dólares (42 mil milhões de euros), um quarto do montante concedido pela China a África neste período. Angola é, aliás, o país que mais dinheiro deve à China. Os dados do Centro de Política de Desenvolvimento Global da Universidade de Boston mostram que o maior empréstimo das últimas duas décadas destinou-se à petrolífera do MPLA, a Sonangol. Angola contratualizou 258 empréstimos, somando 45 mil milhões de dólares, o que representa mais de um quarto (26,5%) do total emprestado pela China a África, tendo o mais recente sido atribuído no ano passado pela empresa estatal de defesa para a tecnologia aérea (CATIC). Energia e transportes foram os sectores que mais consumiram dinheiro chinês – 25,9 e 6,2 mil milhões de dólares, respectivamente – absorvendo mais de metade dos empréstimos. Em anos mais recentes, as verbas foram afectas sobretudo aos sectores da Defesa (recorde-se que Angola está em paz total desde 2002) e Tecnologias da Comunicação. Em 2021, foi assinado um acordo com o banco Export-Import da China (Chexim) para um projecto de segurança pública e vigilância anticrime, no valor de 79,7 milhões de dólares, e uma extensão do contrato de assistência técnica à Força Aérea com a CATIC, por 30,3 milhões de dólares. No ano passado, a CATIC concedeu um novo empréstimo ao governo angolano no valor de 18,6 milhões de dólares para aquisição de equipamentos, bens e serviços militares para a Força Aérea. O banco estatal chinês CHEXIM foi, desde 2000 dos principais financiadores do governo angolano (do MPLA há 48 anos) através de empréstimos nas mais diversas áreas, mas foi o também estatal do Banco de Desenvolvimento da China (CDB) que concedeu a maior verba neste período, num contrato único de mil milhões de dólares atribuído em 2013 à Sonangol, petrolífera do MPLA. A base de dados não refere os fins a que se destinava o crédito para a petrolífera angolana, que é descrito apenas como “Sonangol Development”. Na área da energia outros empréstimos relevantes são os 838 milhões de dólares da central de ciclo combinado do Soyo, concedido em 2015 pelo ICBC (Banco Industrial e Comercial da China) e os projectos de electrificação de Luanda (452 milhões de dólares concedidos pelo CDB) e do Zaire (405 milhões de dólares do ICBC e China Misheg), com contratos assinados em 2016 e 2018, respectivamente. No sector dos transportes os financiamentos mais caros foram o do porto do Caia (932 milhões de dólares em 2016), reabilitação de estrada Caxito-Nzeto (619 milhões de dólares em 2007) e estrada Nzeto-Soyo (509 milhões de dólares em 2015) e compra de 5.500 autocarros, todos via CHEXIM. A base de dados CLA Database, iniciada em 2007, usa várias fontes para contabilizar os empréstimos chineses concedidos a África e estima que, entre 2000 e 2022, um total de 39 entidades financiadoras chinesas assinaram 1.243 empréstimos num total de 170 mil milhões de dólares (cerca de 160 mil milhões de euros) com 49 governos africanos e sete instituições regionais. Esta base de dados apresenta apenas o valor dos empréstimos contratualizados, que não são equivalentes à divida total já que contemplam apenas os contratos e não os desembolsos, reembolsos ou incumprimentos. ANGOLA É QUEM MAIS DEVE À CHINA Recorde-se que, segundo a Chatham House, a dívida de África à China é uma “prioridade global”, informando que Angola é o país africano que recebeu mais empréstimos da China nos últimos 20 anos: mais de 42 mil milhões de dólares. De acordo com os dados do Instituto Real de Assuntos Internacionais do Reino Unido (Chatham House), os países africanos devem 696 mil milhões de dólares, cerca de 651 mil milhões de euros, uma subida de cinco vezes face ao início do milénio, com 12% desse valor a ser devido a credores chineses. O estudo analisa sete países em detalhe, incluindo Angola, que é apontado como o país africano que recebeu mais empréstimos da China nos últimos 20 anos (mais de 42 mil milhões de dólares). A Chatham House salienta que o rácio da dívida dos países africanos analisados sobre o Produto Interno Bruto tem melhorado nos últimos anos, essencialmente devido à apreciação do kwanza e ao crescimento da economia, melhorando de 130% em 2020 para 86,4% em 2021, e caindo novamente para 56,6% em 2022, mas o custo do serviço da dívida deverá ser de perto de 13 mil milhões de dólares (12,1 mil milhões de euros) em 2022, dos quais 38% referem-se à dívida externa. Angola, aliás, deve mais à China do que os três países seguintes, ultrapassando a soma dos 13,7 mil milhões de dólares da Etiópia, 9,8 mil milhões da Zâmbia e 9,2 mil milhões do Quénia, de acordo com a Chatham House. “O pagamento, alívio e cancelamento da dívida continua a ser uma prioridade para o governo do Presidente João Lourenço no segundo mandato, que começou em Setembro de 2022, tal como diversificar as parcerias externas para além da sobredependência da China”, lê-se no estudo da Chatham House, que aponta que a dívida dos países africanos deve ser encarada como “uma prioridade global”. A China tem sido o maior credor dos países africanos nas últimas décadas, ultrapassando os Estados Unidos da América, a União Europeia e o Japão, mas os investigadores da Chatham House salientam que “longe de ser uma estratégia sofisticada para se apropriarem de activos africanos, os empréstimos da China, numa fase inicial, podem ter criado uma armadilha da dívida para a China, que se enredou profundamente com os parceiros africanos, cada vez mais maturos e assertivos”. O gigante asiático é o maior credor da Zâmbia, por exemplo, o primeiro país a entrar em Incumprimento Financeiro no seguimento da pandemia de Covid-19, e as consequências económicas não só da pandemia, mas também da invasão da Ucrânia pela Rússia fez outros países pararem de pagar as suas dívidas, como é o caso mais recente do Gana. De acordo com os critérios do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI), 22 dos 54 países africanos estão em sobreendividamento, incluindo todos os países lusófonos. A análise da Chatham House mostra também que a China está a mudar a interacção com os países africanos, tendo colocado um forte travão aos desembolsos, que passaram de 28,4 mil milhões de dólares em 2016, para 8,2 mil milhões em 2019 e apenas 1,9 mil milhões de dólares em 2020, durante a pandemia. A crise da dívida que afecta os países africanos tem motivado um intenso debate entre os académicos, bancos multilaterais, analistas e investidores, com vários observadores a defenderem que o nível actual do rácio da dívida face ao PIB, entre os 60 e os 70%, é insustentável tendo em conta a subida das taxas de juros pelos bancos centrais ocidentais e o aumento da inflação nomeadamente nos bens alimentares e energéticos, que se junta ao elevado preço que os investidores cobram para emprestar dinheiro aos países africanos, percepcionados como mais arriscados em termos de credibilidade dos pagamentos. A ministra das Finanças de Angola, Vera Daves, diz que as relações com a China são “muito positivas” há mais de 20 anos e que o país vai continuar a apostar diariamente nesta cooperação e amizade entre os dois Estados. Para Vera Daves, as relações entre Angola e a China, são mutuamente reconhecidas como muito positivas há mais de duas décadas, num clima de amizade e cooperação estratégica em várias áreas, com destaque para as relações comerciais, financeiras e económicas, nas quais Angola continuará a apostar diariamente dentro do espírito de cooperação e amizade existentes entre as duas nações. A história repete-se. O Governo angolano estendeu a mão (e as riquezas que ainda são nacionais) à China para pedir assistência técnica na elaboração de projectos sustentáveis e assim poder candidatar-se aos financiamentos, quer do Governo, quer dos potenciais investidores chineses (supostamente) interessados no desenvolvimento de Angola. Uma das solicitações foi feita pela secretária de Estado para as Relações Exteriores angolana, Esmeralda Mendonça, na abertura de um Fórum de Negócios Angola-China no domínio da Agricultura e Pescas. Esmeralda Mendonça frisou que as potencialidades industriais, agrícolas e tecnológicas fazem da China um dos maiores parceiros estratégicos do continente africano, cujas economias necessitam, e uma alavanca para o desenvolvimento cada vez mais sustentável. Segundo Esmeralda Mendonça, a China tem sabido responder satisfatoriamente aos anseios dos governos dos países africanos, em troca de uma cooperação mutuamente vantajosa, cujos efeitos têm vindo a reflectir-se no seio das suas populações (no caso de Angola só são 20 milhões de pobres). Por outras palavras, os africanos entram com as riquezas e os chineses com a experiência. No fim, os africanos ficam com a experiência e os chineses com as riquezas. Fácil! “No nosso caso em particular, esta relação está alicerçada na parceria estratégica estabelecida através da assinatura de instrumentos jurídicos”, referiu a governante angolana, sublinhando que os projectos apresentados irão contribuir de forma significativa para o êxito das estratégias traçadas pelo Governo angolano, no âmbito da diversificação da sua economia e aumentar o tecido empresarial do sector mais importante para o desenvolvimento da sociedade angolana. Recorde-se que os chineses, como os portugueses e ao contrário dos técnicos do MPLA, plantam as couves com a raiz para baixo. Como os dirigentes do MPLA têm um atávico complexo de inferioridade em relação aos portugueses, nunca aceitaram os seus ensinamentos. Agora, embora sejam os mesmos mas com origem em Pequim, talvez aceitem… Angola pode ser forçada a uma reestruturação da dívida, dado que as reservas em moeda estrangeira do país diminuem dramaticamente. A China está relutante em amortizar os empréstimos a Angola, mas percebe que as suas opções estão a diminuir, diz Mark Bohlund, analista sénior de investigação da Redd Intelligence em Londres. “Deixar para depois aumentará o tamanho do corte de cabelo” que a China terá de fazer, diz ele. Há poucos sinais de que o presidente João Lourenço seja capaz de colocar as finanças do país em bases sustentáveis. O petróleo é que irá decidir, desde logo porque a diversificação da economia angolana longe da dependência do petróleo será um processo a longo prazo… e talvez até inexequível. Após o fim da longa guerra civil do país em 2002, a relutância dos angolanos em aceitar as condições associadas ao financiamento ocidental levou ao afluxo de empréstimos chineses. Foi um salto da frigideira para o fogo, com o país obrigado a vender mais petróleo, o seu principal activo, quando o preço estava a cair. O governo do MPLA consegue linhas de crédito chinesas apoiadas por garantias petrolíferas para financiar investimentos. Isso não significa que Angola tenha dinheiro nas mãos: os recursos são usados para empresas públicas chinesas no desenvolvimento de projectos de infra-estrutura e industriais. Angola nem sequer beneficia em termos de emprego, já que as construtoras chinesas constroem projectos de infra-estrutura principalmente com seus próprios empregados. Folha 8 com Lusa

Gamou 2023: Macky Sall em Tivaouane.

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O presidente Macky Sall é esperado esta segunda-feira em Tivaouane em vista do Gamou, que será celebrado na quarta-feira. Segundo Les Échos, que dá a informação, o chefe de Estado deverá pisar na cidade religiosa às 10h00. O jornal noticia que planeava visitar o califa dos Tidjanes, Serigne babacar Sy Mansour, antes de conhecer o resto da família Sy. A mesma fonte informa que a visita de Macky Sall coincide com o encerramento do “burd”. fonte: seneweb.com

[Especial Gamou Tivaouane] Aly Ngouille Ndiaye “esnoba” Macky Sall.

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Entre Aly Ngouille Ndiaye e Macky Sall a inimizade é profunda. O presidente da Câmara de Linguère, que se recusou a apoiar o candidato de Benno Bokk Yakaar, Amadou Ba, virou visivelmente a página. Recebido ontem em Tivaouane por Serigne Mbaye Sy Abdou na Residência do Califa de Tidianes, o ministro demissionário falou à imprensa após esta entrevista. No entanto, o presidente da Câmara de Linguère, que muito em breve deverá formalizar a sua candidatura às eleições presidenciais de Fevereiro de 2024, recusou-se categoricamente a falar de Macky Sall, do seu candidato (Amadou Ba) ou de qualquer outra questão ligada ao Abril ou ao Benno. fonte: seneweb.com

São “amigos da desordem”: Macron volta a acusar Assimi Goita e Tiani.

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O presidente francês Emmanuel Macron deu uma entrevista ontem, domingo, 24 de setembro, à TF1 e à France 2. Ocasionalmente, o inquilino do Eliseu regressou aos golpes de Estado em África, especialmente no Sahel. Deixou claro que o seu país não está nesta região para “participar ou interferir” em golpes de estado. Barkhane “foi um sucesso” As tropas francesas estão lá para lutar contra o terrorismo. Além disso, a Operação Barkhane foi um “sucesso porque sem ela, a maioria destes países já teria sido tomada pelos califados territoriais e pelos jihadistas”, estima o número 1 francês. Depois da onda de golpes que assolou o Sahel, a situação de segurança nos países da região está cada vez mais deteriorada, acredita Emmanuel Macron. “Houve mais mortes ligadas ao terrorismo islâmico no Níger desde o início deste golpe” O que o leva a dizer que os “golpistas são amigos da desordem”. “Vejam hoje, o Mali vê dezenas de mortes todos os dias. Neste momento, há mais mortes ligadas ao terrorismo islâmico no Níger desde o início deste golpe do que nos 18 meses de presidência”, explicou o presidente francês. Ele disse estar “muito preocupado com esta região”. fonte: seneweb.com

Presidencial 2024: “A remoção de Sonko é infundada” (especialista).

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Excluído das listas eleitorais, o opositor Ousmane Sonko não participará nas eleições presidenciais de 25 de fevereiro de 2024. Esta manchete atravessa as primeiras páginas dos jornais esta segunda-feira, 25 de setembro. Contudo, o secretário-geral do Grupo de Investigação e Apoio à Democracia Participativa e Boa Governação (Gradec), Ababacar Fall, manifesta dúvidas. “A anunciada retirada das listas eleitorais do líder do Pastef, do meu ponto de vista, não me parece justificada”, defende, citado pelo SudQuotidien. O perito eleitoral explica a sua posição da seguinte forma: “ele (Sonko) não está definitivamente condenado nos três casos pelos quais é processado”. Em primeiro lugar, sublinha, “no caso Mame Mbaye Niang, a condenação é objecto de recurso para o Tribunal de Cassação”. Depois, acrescenta, "no que diz respeito ao caso Adji Sarr, pelo qual foi condenado à revelia, todos são de opinião, excepto aqueles que o acusam, que a sentença foi anulada, uma vez que ele está detido, apesar dos discursos daqueles que afirmam que ele foi preso por outro assunto." Por fim, observa sobre o último caso pelo qual está detido, que “está sob investigação”. Consequentemente, decide Fall, Sonko “beneficia da presunção de inocência, uma vez que ainda não houve julgamento”. fonte: seneweb.com

terça-feira, 12 de setembro de 2023

Trem blindado deve atravessar a Rússia com Kim Jong-Un para reunião com Putin.c

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O trem particular fortemente blindado do líder norte-coreano Kim Jong-Un cruzou a Rússia antes de uma cúpula esperada e acompanhada de perto com o presidente russo, Vladimir Putin, segundo informou a mídia estatal nesta terça-feira (12), em meio a advertências dos Estados Unidos de que os dois líderes poderiam chegar a um acordo de armas. O trem viajava para o norte, através de Primorsky Krai, na região do Extremo Oriente do país, de acordo com a agência de notícias estatal russa RIA. O Ministério da Defesa da Coreia do Sul disse acreditar que o líder norte-coreano entrou na Rússia na manhã desta terça-feira, horário local. Um vídeo compartilhado pelo Russia Today na segunda-feira (11) e geolocalizado pela CNN mostrou o trem que supostamente transportava Kim perto da fronteira entre a Rússia e a Coreia do Norte, perto do rio Tumen. O líder norte-coreano partiu da capital, Pyongyang, na tarde de domingo (10) acompanhado por altos funcionários do partido e membros do governo e das forças armadas, informou terça-feira a agência de notícias norte-coreana KCNA. Imagens divulgadas pela KCNA mostraram Kim andando por um tapete vermelho em uma estação de Pyongyang e embarcando no trem verde cercado por autoridades. Uma multidão de espectadores podia ser vista torcendo ao fundo e agitando bandeiras. Nenhum dos dois países especificou quando ou onde a visita ocorreria. “Neste momento não estamos dizendo, no Extremo Oriente”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, aos repórteres, de acordo com a mídia estatal russa TASS. Peskov disse que as relações bilaterais entre as nações serão uma prioridade do encontro, que será uma “visita completa, com conversações entre as duas delegações”. As negociações também abordarão “áreas sensíveis”, acrescentou Peskov, enquanto um jantar formal também está planejado em homenagem à chegada de Kim. Putin esteve em Vladivostok na terça-feira para o Fórum Econômico Oriental, onde fez um discurso elogiando as oportunidades comerciais da Rússia com países da Ásia-Pacífico. “O comércio da Rússia com outros países da região aumentou 18,3% em apenas seis meses deste ano”, disse ele. “O comércio com os países da região Ásia-Pacífico irá desenvolver-se ainda mais.” Putin também se reuniu com o vice-primeiro-ministro da China, Zhang Guoqing, à margem do fórum e disse que as relações entre os dois países atingiram um “nível histórico sem precedentes”, segundo agências de mídia estatais russas. Uma viagem rara para Kim A chegada de Kim à Rússia marca uma rara viagem ao estrangeiro para o líder de uma das nações mais isoladas do mundo, e é a sua primeira visita ao estrangeiro desde a pandemia de Covid-19, durante a qual as fronteiras da Coreia do Norte foram fechadas. Desde que assumiu o poder em 2011, Kim apenas se aventurou fora de seu país 10 vezes – todas em 2018 e 2019 – e veio enquanto o líder norte-coreano se envolveu numa série de conversas sobre os programas de armas nucleares e mísseis do país. Kim visitou a Rússia pela última vez em abril de 2019, numa viagem a Vladivostok, onde se encontrou com Putin pela primeira vez, em meio à crise contínua e não resolvida sobre o programa nuclear da Coreia do Norte e ao diálogo fracassado entre Pyongyang e Washington. Um encontro direto entre Kim e Putin, que deverá ocorrer no extremo leste da Rússia, seria um desenvolvimento significativo, dizem os analistas, reunindo dois líderes que estão cada vez mais isolados no cenário mundial. A Rússia necessita desesperadamente de novos fornecimentos de munições depois de mais de 18 meses de guerra na Ucrânia terem deixado as suas forças armadas prejudicadas, enquanto a Coreia do Norte, que enfrentou anos de sanções internacionais devido ao seu programa de armas nucleares, carece de tudo, desde dinheiro vivo e alimentos à tecnologia de mísseis. A reunião poderá levar Pyongyang a ter em mãos o tipo de armas que duas décadas de sanções das Nações Unidas lhe impediram de ter acesso, especialmente para o seu programa de mísseis balísticos com capacidade nuclear. O governo dos EUA disse na semana passada que as negociações sobre armas entre a Rússia e a Coreia do Norte estão “avançando ativamente” e que novas conversas poderão ter lugar como parte dos esforços da Rússia para encontrar novos fornecedores de armas para usar na sua guerra contra a Ucrânia. O porta-voz do Ministério da Defesa da Coreia do Sul, Jeon Ha-kyu, também disse na terça-feira que o ministério está monitorando de perto se a Coreia do Norte e a Rússia prosseguirão com as negociações sobre um acordo de armas e transferência de tecnologia. fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/

Info du jornal L’AS: Macky Sall propõe o cargo de primeiro-ministro a Abdoulaye Daouda Diallo.

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Depois de ter sido designado Amadou Bâ, candidato de Bennoo Bokk Yaakaar para a presidência de 2024, o presidente Macky Sall se esforçou para acalmar as frustrações em seu campo de batalha antes de sua decisão. Comecei agora a conhecer os candidatos à candidatura recalés. Ce lundi, c'était le tour du presidente du Conseil économique, social et ambiental (Cessação), Abdoulaye Daouda Diallo. Os dois homens ficam reunidos por 11 horas no meu dia. O conjunto foi rejeitado e abordou a questão da candidatura de Bennoo. Após a informação, Macky Sall tentou defender antecipadamente a pertinência dos filhos de Amadou Ba, o que será o mais consensual. E pour faire passer la pullule, renseigne le journal, le chef de l'État aurait proposto para son hôte le poste do Premier ministro. A mesma fonte alma que Macky Sall aurait fez saber a Abdoulaye Daouda Diallo que ele aceitaria a oferta, ele seria o chefe do governo junto com a presidente e guardaria o posto se Amadou Ba relatasse a eleição. O relatório que o presidente de Cese aurait recusou a oferta e anunciou que tudo se concertaria com a base para ver a atitude a adotar pelo relacionamento ao escrutínio de 25 de fevereiro próximo. «Il semble camper sur sa position, a savoir se presenter à la presidentesidentielle de 2024. Il pourrait donc démissionner bientôt de la presidince du Cese», predisse o jornal. Qui acrescento que depois de Samedi Daouda Diallo multiplicar as concertações, précisant qu'il serait redu s'est Aly Ngouille Ndiaye et aurait échanged avec Mahammad Dionne et Harouna Dia. fonte: seneweb.com

Lula confirma criação de uma moeda comum dos Brics para facilitar trocas comerciais.

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Presidente brasileiro destacou que nações integrantes do bloco se comprometeram a estudar sobre o assunto e retomar a discussão na próxima reunião do grupo O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, confirmou que a Cúpula do Brics resolveu criar uma moeda para facilitar as trocas comerciais entre os países membros do bloco, que tem como membros criadores Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Ao dizer que não tem pressa, Lula destacou que as nações integrantes do bloco se comprometeram a estudar sobre a possibilidade e retomar a discussão na próxima reunião do grupo. “Ninguém quer mudar a unidade monetária do país. O que nós queremos é criar uma moeda que permita que a gente faça negócio sem precisar comprar dólar“, disse o presidente brasileiro, em coletiva de imprensa após a Cúpula do Brics, que ocorreu nesta semana na África do Sul. “Nós resolvemos criar uma moeda, porque isso facilita a vida das pessoas, mas nós não queremos pressa porque não é uma coisa simples de fazer”, disse. De acordo com ele, a área econômica de cada país membro fará estudos para que propostas sejam apresentadas na próxima reunião da cúpula, no ano que vem. “Acho muito importante a gente se preocupar em criar uma certa paridade em trocas comerciais.” Ampliação do bloco O presidente do Brasil justificou que os novos países que foram convidados formalmente para integrar o bloco são nações que haviam pedido a adesão “há muito tempo”. Lula disse não querer saber do “pensamento ideológico que tem o governante” das nações convidadas, mas se os países estão dentro dos critérios para adesão ao bloco. Em coletiva de imprensa, Lula disse que as reuniões dos últimos dias foram uma das mais importantes que já participou em todos os seus três mandatos e comparou a expansão do Brics como um pai acompanha o filho crescer. “Quando criamos o Brics, muita gente achava que era uma piada, não levava a sério [o bloco]”, declarou. “O Brics era uma coisa diferente porque tinha interesse comum entre os países.” A expansão do bloco, para Lula, é um avanço. “As pessoas que foram escolhidas já estavam pedindo há muito tempo para entrar no Brics. Não foi de forma aleatória, que entrou fulano ou beltrano. É porque eram as pessoas que estavam na fila há muito tempo pedindo e reivindicando”, disse. “O que está em jogo aqui não é a pessoa do governo, é o país, é a importância do país. Não quero saber que pensamento ideológico tem o governante, quero saber se o país está dentro dos critérios que estabelecemos para fazer parte do Brics”, reiterou Lula. O brasileiro disse que outros países vão pedir para entrar no bloco e será feita uma avaliação “seletiva e criteriosa”, escolhendo as nações de acordo com a importância política. Na fala, Lula também falou sobre a necessidade de reorganizar o Mercosul e Unasul para fortalecer os blocos. “Pelo menos com garantia que [o bloco] vai ser tratado em igualdade de condições e não com a prepotência do senhor de engenho contra o escravo”, criticou o presidente, em referência ao domínio dos países da região Norte do planeta. “Veja a mudança de nome, que pomposo que é as pessoas agora falarem: ‘Vamos conversar com o Sul global’.” Os novos membros Nesta quinta-feira, a Cúpula do Brics decidiu convidar formalmente seis países para se tornarem novos membros: Arábia Saudita, Argentina, Emirados Árabes Unidos, Egito, Irã e Etiópia. A Indonésia, antes na lista, pediu de última hora para que o processo fosse adiado. A quantidade é menor do que os 23 países que haviam pedido adesão. Fonte: https://politicos.org.br/

domingo, 10 de setembro de 2023

Encontro entre os Presidentes da Guiné Equatorial e da Bielorrússia.

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Os Presidentes da República da Guiné Equatorial e da Bielorrússia reuniram-se esta quinta-feira, 7 de setembro, no âmbito da visita de Estado realizada por Sua Excelência Obiang Nguema Mbasogo a Minsk. A reunião bilateral entre S.E. Obiang Nguema Mbasogo e S.E. Aleksandr Lukashenko, foi acompanhado com honras militares, saudações à bandeira e revisão às diferentes unidades de honra do Chefe de Estado. Os membros das duas delegações aguardavam os dois dirigentes, que cada Chefe de Estado cumprimentou. Antes de iniciar as conversações políticas que são objecto desta reunião presidencial, o chefe do executivo do país registou as suas impressões no livro de ouro do palácio. Sua Excelência Alexandr Lukashenko, depois de dar as boas-vindas e desejar ao Presidente da Guiné Equatorial uma feliz estadia na Bielorrússia, mostrou a sua vontade de estabelecer uma cooperação fluida com Malabo. S. E. Obiang Nguema Mbasogo, depois de lhe agradecer a hospitalidade com que foi recebido, fez um breve relato histórico do passado colonial africano e da Guiné Equatorial, apontando os aspectos que retardam o desenvolvimento de África. política estrangeira. Um mês depois, os plenipotenciários de ambos os países assinaram um Memorando de Entendimento, com o desejo expresso de cooperar e fortalecer as relações bilaterais e o entendimento mútuo; Foi daí que surgiu esta visita de Estado a Minsk. Texto: Deogracias Ekomo Fotos: Miguel Ángel Mba Onva (Equipe de Imprensa Presidencial) Gabinete de Informação e Imprensa da Guiné Equatorial Aviso: A reprodução total ou parcial deste artigo ou das imagens que o acompanham deverá ser feita, sempre e em todos os locais, com a menção da fonte de origem do mesmo (Gabinete de Informação e Imprensa da Guiné Equatorial). fonte: https://www.guineaecuatorialpress.com/

Guiné-Conacri: Dra Dansa encontra-se com o Diretor do Departamento de África e Américas do Ministério das Relações Exteriores Britânico.

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Fim da estadia de trabalho do Presidente do Conselho Nacional de Transição em Londres. A Dra. Dansa Kourouma terminou a sua missão com uma audiência que lhe foi concedida pelo Diretor-Geral do Departamento de África e América do Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico. Com a Sra. Harriet Mathews CMG OBE, as discussões centraram-se em particular na evolução da transição na Guiné e na redação da nova constituição. Apresentado por Sua Excelência o Senhor Aly Diallo, Embaixador da Guiné no Reino Unido, o presidente do conselho nacional de transição fez um balanço das reformas empreendidas pelo CNRD desde 5 de Setembro de 2021. A Dra. Dansa Kourouma reiterou os compromissos do CNRD de tornar a actual transição a última na história da Guiné. Em Londres, o chefe do órgão que funciona como parlamento recordou também o trabalho anterior realizado pela sua instituição através de consultas nacionais antes de afirmar que “a nova constituição será a solução para os problemas da Guiné”. “Para não copiar e colar, copiar o modelo francês ou britânico, mas sim partir dos princípios fundamentais da democracia, adaptando-os às realidades históricas e culturais da Guiné, foi feito um trabalho preliminar. Durou um ano. Ouvimos todos. E para escrever uma boa constituição, um ano não é demais. Se necessitarmos de implementar reformas que possam perdurar no tempo, todos têm de estar envolvidos. Prometi recentemente na TV5 Monde, há algumas semanas, que divulgaremos o anteprojecto até ao final de Setembro de 2023. Quero respeitar este compromisso. Posso garantir-vos que a nossa Constituição será a solução para os problemas da Guiné, para os problemas políticos, para os problemas de identidade, para os problemas institucionais e administrativos da Guiné. As grandes reformas são claras: a revisão da Constituição já não deve ser fácil para um presidente e se se está a considerar uma revisão constitucional, não é proibida, mas há condições”, insistiu perante Harriet Mathews. Além disso, o chefe do parlamento de transição prometeu introduzir no projecto de constituição disposições e condições para a nomeação de executivos para altos cargos e para chefiar instituições constitucionais. “Mas, além disso, garantiremos as condições de nomeação de executivos para altos cargos e à frente das instituições da república. Estes agora terão que ser apresentados à Câmara Alta. Todo o problema é a escolha clandestina de executivos baseada na proximidade política. Vamos criar uma câmara composta por pessoas de certa reputação que farão audição, verificarão e investigarão todas as nomeações do Presidente da República. É também um compromisso da população participar no processo de avaliação da integridade através dos mecanismos que vamos implementar para isso”, prometeu. Por último, a Dra. Dansa Kourouma indicou na sua mensagem que o órgão que dirige já considerou soluções no que diz respeito à gestão dos partidos políticos. “O último elemento diz respeito à gestão dos partidos políticos, ao panorama político. Um dos problemas da Guiné é a gestão dos partidos políticos. Nós temos soluções. Existem mais de 180 partidos políticos na Guiné. A maioria destes partidos não tem programas sociais, nem ideologia política e por vezes identificam-se com a sua região, o seu grupo étnico. Vamos garantir que o Senado (se a sua existência foi registada) seja composto por representantes das regiões da Guiné de forma equitativa”, afirmou. A reunião terminou com uma nota de satisfação. A Unidade de Comunicação CNT fonte: https://www.guinee360.com/

Guiné-Conacri: Terremoto em Marrocos - Coronel Doumbouya mostra sua compaixão pelas vítimas.

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Mais de mil pessoas morreram num poderoso terremoto que atingiu Marrocos na noite de sexta para sábado, 9 de setembro de 2023. Perante a dimensão da tragédia, as reações nacionais e internacionais multiplicam-se. Chefes de Estado de todo o mundo apresentam as suas condolências e mostram a sua compaixão pelas vítimas. O Cel Doumbouya, através de uma nota dirigida ao Rei Mohammed VI, expressou a sua tristeza em nome do povo da Guiné e apresentou as suas condolências ao reino Cherifian. “Tomei conhecimento com profunda tristeza e grande emoção do terrível terramoto devastador que atingiu Marrocos na noite de 8 para 9 de setembro de 2023, causando enormes perdas de vidas, bem como danos materiais significativos. Nestes momentos de profunda emoção, gostaria de apresentar as minhas sinceras condolências, em nome do povo da Guiné, a Sua Majestade o Rei Mohammed VI e ao povo amigo do Reino Cherifian”, pode ler-se na sua página no Facebook. fonte: https://www.guinee360.com/

Infertilidade masculina: o que você precisa saber sobre causas, sintomas e meios de tratamento.

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A infertilidade masculina é uma anormalidade na produção de espermatozoides pelos testículos ou na sua mobilidade no trato genital masculino ou feminino. A doença é muito comum entre os casais atualmente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 48 milhões de casais em todo o mundo sofrem com isso. Em 30% dos casos o responsável é o homem e em 20% dos casos existe um fator feminino e um masculino. Para saber um pouco mais sobre esta doença, conhecemos o Dr. Thierno Oumar Diallo, cirurgião urológico do Hospital Nacional Ignace Deen. Guiné360. com: O que é infertilidade? Dr Diallo Thierno Oumar: A infertilidade, em geral, é uma incapacidade de conceber após relações sexuais regulares, sem contracepção num casal durante um período de um ano. Existe infertilidade masculina e feminina. Infertilidade masculina: é sempre a incapacidade de um casal conceber apesar das relações sexuais regulares e do não planejamento. Mas o que há que sublinhar a este nível é que existe um factor masculino que favorece esta ausência de gravidez. Quais podem ser as causas da infertilidade nos homens? As etiologias (causas) são diversas e variadas. Pode ser uma infecção genital, ou seja, quando há uma infecção repetida nos testículos, na próstata isso pode levar a uma obstrução. Os testículos produzem espermatozoides, mas há um problema em evacuá-los. Eles (testículos) produzem, mas não sai e isso só acontece quando as infecções são frequentes. Existe o trauma do trato genital. Causas genéticas: às vezes são os cromossomos responsáveis ​​pela produção dos espermatozoides que são afetados. Ou seja, o paciente nasceu com isso. E finalmente as causas hormonais. Quais são os sinais de infertilidade nos homens? Os sintomas só são visíveis em certas pessoas que têm infecções genéticas. E acontece que essas pessoas têm uma síndrome chamada síndrome de Claimcenter. Então quem tem essa síndrome tem problema de infertilidade. Pode ter aparência de mulher, ou seja, os seios se desenvolvem na puberdade, os testículos e o pênis também são pequenos. Isto é apenas neste caso, caso contrário a maioria dos homens que têm problemas de infertilidade são completamente normais. Conte-nos alguns fatores que promovem a infertilidade nos homens? Há tabagismo, álcool, drogas, histórico de doenças sexualmente transmissíveis, anormalidades clínicas podem ser fatores que influenciam a produção de espermatozoides. A infertilidade masculina é tratável? Realmente depende da causa. Na maioria das vezes, a etiologia mais comum em homens é a varicocele. A varicocele ocorre quando o tubo localizado nos testículos fica dilatado e isso impede que o sangue flua normalmente para o corpo. Agora quando o sangue não sobe, ele fica estagnado nos testículos, isso aumenta a temperatura nos testículos e quando a temperatura sobe, a produção de espermatozoides diminui. Quais são os tratamentos para a infertilidade masculina? Para tratar, tentamos operar a veia afetada pela varicocele para garantir que o sangue volte. Realizamos tratamento cirúrgico. E quando se trata de condições genéticas complexas, é necessário o que chamamos de procriação medicamente assistida. Nesse sentido, é um grupo de médicos – urologistas, técnicos de laboratório e o ginecologista que trabalham para que a mulher possa engravidar, mas esta forma ainda não chegou à Guiné. Após este tratamento, há alguma chance de engravidar? Em muitos casos, depois de 1 ano, 18 meses, 25 meses, há casais que conseguem engravidar se for apenas um fator masculino que esteve na origem. Quais alimentos ou vitaminas promovem a produção de esperma? Existem alguns oligoelementos como selênio, aminoácido, arginina, vitamina E. É isso que damos quando recebemos homens em situação de infertilidade. Como é diagnosticada a infertilidade masculina? A gente recebe o casal que quer ter filhos, perguntamos se o senhor mora com a esposa, se tem relação sexual regular, a senhora não toma anticoncepcional depois de respondidas todas essas perguntas, fazemos o diagnóstico. É realizado um espermograma para descobrir se o problema é devido à falta de espermatozoides. E os outros exames virão. A infertilidade masculina é comum na Guiné? Não podemos fornecer estatísticas nacionais porque não as temos. Por outro lado, no departamento de urologia, um estudo realizado em 2007 – 2008 mostrou que 8,5% das consultas de urologia estavam ligadas a um problema de infertilidade, mas estas são estatísticas hospitalares e não refletem o nível nacional. E na maioria das vezes, foi a faixa etária de 30 a 40 anos a mais afetada. A infertilidade é reconhecida pela ausência de esperma? Não, os homens confundem ejaculação e fertilidade. Para eles, quando há ejaculação durante a relação sexual, acham que não têm problemas e na maioria das vezes culpam a mulher. Além do líquido esbranquiçado evacuado durante a relação sexual é um conjunto. Existe a próstata secreta, as vesículas seminais e os testículos. Então são todas essas misturas que saem durante a relação sexual. Às vezes acontece que não há espermatozoides e para conceber é necessária a presença de espermatozoides. Portanto, não devem confundir ejaculação e concepção. Você pode ser infértil e ejacular. Uma última mensagem? Os homens precisam parar de pensar que só as mulheres podem ser inférteis. Quando há ausência de concepção, o casal deve consultar um médico na mesma hora para resolver o problema. fonte: https://www.guinee360.com/

SUSPENSÃO DA EXTRADIÇÃO DO IRMÃO MAIS NOVO DE BLAISE COMPAORE: Será François Compaoré o grande vencedor da disputa diplomática entre Ouaga e Paris?

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François Compaoré, irmão mais novo do ex-presidente burquinense Blaise Compaoré, pode agora dispensar o champanhe. Com efeito, o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (CEDH) acaba de rejeitar o procedimento para a sua extradição de França para o Burkina Faso para ser julgado no caso do assassinato de Norbert Zongo, em homenagem a este famoso jornalista morto em 13 de Dezembro de 1998 ainda circunstâncias obscuras. Segundo a CEDH, François Compaoré “não deve ser extraditado para o Burkina Faso enquanto durar o processo”, considerando que as medidas provisórias “só se aplicam quando existe um risco iminente de danos irreparáveis”. Então está claro. Não é amanhã, anteontem, que teremos de esperar ver François Compaoré, de mãos atadas, entregue às autoridades burquinenses e isto apesar dos esforços envidados por estas últimas que, recordamos, piscaram o olho à justiça francesa ao remover a morte pena do nosso corpus criminal. Isto explica porque os tribunais franceses, um após o outro, validaram a extradição do homem que foi chamado, no auge da sua glória, de “pequeno presidente”, favorecendo assim a captura por Edouard Philippe, então Primeiro-Ministro , de decreto nesse sentido. Mas como um náufrago que se apega a tudo, François Compaoré, alegando que seria exposto a “tratamentos desumanos e degradantes” se fosse extraditado para o Burkina Faso, não hesitou em contactar o TEDH que lhe parece bem. Paris poderia aproveitar esta oportunidade para se vingar de Ouagadougou No entanto, ele deve ter cuidado com qualquer triunfalismo, uma vez que o TEDH pede a Paris que dê garantias sobre o respeito pela sua integridade física e moral no caso de ele ser extraditado para o Burkina Faso. Conseguirá Paris convencer o tribunal europeu com sede em Estrasburgo? Não tenho tanta certeza, especialmente porque as relações entre Ouagadougou e Paris já não estão em boa forma, desde as partidas, nas condições que conhecemos, do embaixador francês Luc Hallade e da força Saber do Burkina. Seguiu-se uma série de denúncias de acordos que ligavam Burkina à antiga potência colonial. Então o que vai acontecer? Irá Paris tentar voltar às boas graças das autoridades de transição do Burkina Faso, trabalhando para tranquilizar o TEDH no sentido de promover a extradição de François Compaoré? Ou ela deixará isso de lado para tornar essa extradição improvável? Estamos esperando para ver. Ainda assim, Paris poderia aproveitar esta oportunidade para se vingar de Ouagadougou que, não há muito tempo, parecia ter acertado em cheio ao apoiar abertamente os golpistas de Niamey que a França não quer ver, nem mesmo na pintura. Em todo o caso, se há alguém que poderia beneficiar da disputa diplomática entre Paris e Ouaga, é François Compaoré quem daria todo o ouro do mundo para evitar ser entregue às autoridades burquinenses. A isto somam-se as mudanças anticonstitucionais que ocorreram no país num contexto de crise de segurança, o que pode argumentar a seu favor, para grande consternação dos movimentos de direitos humanos.

TRANSIÇÃO POLÍTICA NO GABÃO: Será que Oligui se atreverá a enfrentar os ganhos ilícitos?

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O golpe de Estado que derrubou o Presidente Ali Bongo em 30 de Agosto de 2023 constitui, em muitos aspectos, uma verdadeira esperança para o povo gabonês que terá vivido durante mais de meio século sob o domínio da dinastia de Bongo. Tanto mais que o novo homem forte de Libreville prometeu pão, liberdade e democracia ao povo. Mas embora este golpe tenha actualizado a questão dos "ganhos ilícitos" da família Bongo, o novo inquilino do Palais du bord de mer, não tem, pelo menos até então, nenhuma palavra sobre este assunto que, no entanto, , cristaliza as atenções dos Gaboneses. Será que o General Brice Clotaire Oligui Nguema se atreverá a enfrentar este assunto? Nada é menos certo. Temos ainda mais motivos para duvidar disso, uma vez que o General Brice Clotaire Oligui Nguema não é um exemplo nesta área. Na verdade, o homem serviu à família Bongo durante vários anos; primeiro Bongo sênior como ajudante de campo e depois Bongo júnior como chefe da guarda nacional, o que lhe teria permitido acumular uma fortuna colossal; e de que maneira? Só ele sabe. Podemos servir a senhores corruptos sem sujar as mãos? Principalmente porque se diz que o novo presidente possui imóveis valiosos no exterior? O general poderia ser harakiri se ele tivesse motivos para se culpar? E, no entanto, um procedimento em Libreville que vise a restituição dos referidos bens seria uma luta nobre porque o povo gabonês há muito que é espoliado pela família Bongo. O general não só faria justiça ao povo gabonês, mas também fortaleceria a sua legitimidade atacando os ganhos ilícitos dos Bongos. A repatriação desta fortuna poderá dar uma nova vida à economia gabonesa É verdade que esta não é uma tarefa fácil dada a complexidade do processo. Mas o general podia contar com o povo gabonês, mas também com a Justiça francesa que investiga desde 2008 os ganhos ilícitos dos Bongos. O contexto parece tanto mais favorável quanto o presidente deposto corre o risco de perder a sua imunidade que, digamos assim, há muito que lhe serve de guarda-chuva. Ainda assim, a esperança de ver realizado um julgamento entre 2024 e 2025 sobre os supostos bens roubados, seguido da sua restituição, é cada vez maior do lado da França. De qualquer forma, é uma luta que vale a pena travar. Porque estes ganhos ilícitos constituem uma soma colossal, avaliada em 85 milhões de euros em França. E esta é provavelmente apenas a ponta do iceberg; já que a família Bongo pode ter escondido outros bens roubados em outros países ao redor do mundo. Isto significa que a repatriação desta fortuna poderá dar uma nova vida à economia gabonesa. Dito isto, enquanto esperamos que o General Brice Clotaire Oligui Nguema se empenhe na localização dos bens ilícitos da família Bongo, devemos felicitar ONG como a Transparency International e a Sherpa que não hesitaram em apresentar, em 2008, uma queixa em França contra três presidentes africanos e as respectivas comitivas, nomeadamente as famílias Bongo no Gabão, Sassou-Nguesso no Congo Brazzaville e Obiang Nguema na Guiné Equatorial. Todas estas famílias têm um denominador comum: a predação de fundos públicos em detrimento do seu povo. E mais cedo ou mais tarde, cada uma destas famílias terá de prestar contas. Em qualquer caso, se o General Brice cometer o erro de garantir a impunidade à família Bongo, não só confirmará as suspeitas de corrupção que pairam sobre ele, mas também comprometerá o futuro do Gabão. Dabadi ZOUMBARA fonte: lepays.bf

Senegal: [Tendência] Amplie suas curvas, arriscando sua vida, para reter seu homem;

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Uma tendência perigosa. Algumas mulheres casadas e magras que engordavam com drogas, pó e creme passaram da alegria ao desencanto. O outro lado das curvas artificiais é uma série de patologias. No entanto, estas mulheres magras são vítimas de todas as pressões que as levam a ganhar peso por sua própria conta e risco. Mulheres magras não se sentem bem consigo mesmas. Podemos tentar acreditar que eles aceitam que estão fora de moda. Caso contrário, como podemos entender que todos querem mudar a sua corpulência à custa de riscos para a saúde? Mas muitas vezes é a opinião dos outros que constitui a base para assumir riscos. Depois de dúvidas e hesitações, Maguette Diagne, de 24 anos e mãe de um filho, cedeu à tentação de engordar para ser valorizada. Ela não hesitou em ampliar os produtos. “Algumas pessoas falam que você emagreceu, parece que você não está comendo, escureceu. Não sabemos como você é sem saber que esse tipo de apreciação é chocante e doloroso. Se você não tiver força para superar esse tipo de crítica, vai entrar em detalhes que nem entende”, lamenta ela antes mesmo de começar sua história. Sob nossos céus, cintura fina não é sinal de beleza ou delicadeza. Os tempos mudaram. Os critérios de beleza são chamados de redondeza. “No Senegal, as curvas são consideradas um ideal de beleza e um símbolo de facilidade social quando não é o caso. Quando você casa sem curvas, dizem que você tem problemas ou seu marido não “Não se cuide bem . E isso não é bom porque esse tipo de crítica leva muitas mulheres casadas a usar produtos para alargamento”, argumenta Maguette. Cresça para segurar o marido Maguette não suportava a pressão de uma mulher do Sahel sobre todos os seus ombros. Ela não é mais solteira. Maguette mudou de status. Ela mudou seu físico como resultado. Não é o desejo dele. É uma exigência dos outros, dos membros da sua família. “Sou pequeno e isso não me incomodou. Eu me senti muito confortável na minha pele. Mas assim que me casei, meus amigos e até minha família começaram a me censurar por eu ser “diegg nga” (para dizer uma mulher casada) e por não manter a forma. Uma mulher casada deve parecer uma verdadeira “jongama” para ter a mão no marido”, relata. Fora do círculo de amigos e familiares, Maguette ouviu o chamado para ganhar peso. Então ela se curva sob a pressão. Ela cede. Foi assim que, através de uma amiga, ela entrou em contato com uma vendedora. Este último recomendou que ela comprasse comprimidos e um creme. “Eles ficavam me dizendo que sou pequeno. E onde quer que eu fosse, as mesmas palavras continuavam voltando. Aos poucos, isso acabou me desanimando. E finalmente saí da minha zona de conforto. Através de uma amiga, entrei em contato com uma vendedora que me aconselhou a comprar comprimidos e um creme que fez crescer as nádegas e o quadril”, conta a senhora. Hoje, ela guarda arrependimentos. Se tiver que ser feito de novo, ela não o fará. Desde que tomou a medicação e o creme, ela vive um pesadelo. Passado o tempo do encantamento, lugar para o desencanto. “Admito que no início não houve efeitos colaterais. Eu ainda estava em boa forma e todo mundo falava disso. Mas atualmente me sinto muito obeso. Muitas vezes sinto inchaço na barriga e manchas aparecem no meu corpo. Parei de tomar os produtos. Mas eu mudei completamente. Eu me tornei outra pessoa e isso me dói muito. Mas eu presumo. Eu não deveria tê-los ouvido”, lamenta a senhora. Ela para de tomar a medicação e encontra um formulário que provoca comentários. Desta vez, ela decide permanecer forte pelo seu bem-estar. “As pessoas ainda continuam falando pelas minhas costas sobre como eu mudei. É difícil evitar os comentários das pessoas”, ela se irrita. Reconhecimento aos cônjuges Curvas arredondadas são paradoxalmente uma forma de mostrar gratidão ao seu marido. Em todo o caso, esta é a opinião e percepção de Mamy Sow, Madame Ndiaye. “Para ganho de peso, alguns diriam que é pressão social. É verdade, mas no meu caso é principalmente para agradar meu marido, para dar um troco porque ele se esforça muito para cuidar de mim. No meu nível, tenho que mostrar isso através do meu físico. Quero provar aos outros que ele se importa comigo”, ela ri. Paralelamente ao reconhecimento, há a preocupação em reter o marido. "Jongoma (grandes damas) são um dos critérios de seleção do meu marido. Para falar a verdade, eu era uma verdadeira jongama antes do nosso casamento. Mas depois de dois anos de casamento, descobri que estava começando a perder peso e as pessoas em todos os lugares estavam falando sobre isso. Um dia, no meu quarto, me olhei no espelho e percebi essa mudança. Chorei porque a imagem que vi não cabia em mim. Não me falta nada. Meu marido faz tudo por mim e seria uma vergonha mostrar esta imagem lá fora. Sem a menor hesitação, comprei produtos naturais, cereais e fortificantes para reconstruir o meu corpo, para agradecer ao meu marido e acima de tudo manter o meu homem comigo”, confessa. Ao contrário de Maguette Diagne, a Sra. N'Diaye salvou-se das consequências prejudiciais destes produtos. Além disso, ela confirma ter obtido um resultado satisfatório que lhe rendeu uma recompensa do marido. “Não me arrependi de ‘Alhamdulilah’. Encontrei minha bela forma. Um verdadeiro jongoma 2.0. Te digo. Não temo nada e não invejo nenhuma mulher. Vendo a mudança, fui agradecida e apreciada por meu marido. É só para te dizer o quanto ele adora mulheres com formas generosas ”, admite ela com total descontração. Grandes preocupações sobre a saúde da mulher Tomar medicamentos e usar cremes para perder peso traz riscos. Essa é a opinião da nutricionista e farmacêutica nutriterapêutica, Dra. Kéba Tamba. “Estes produtos são prejudiciais à saúde e qualquer decisão no sentido de ganhar peso é perigosa, beirando o suicídio”, sublinhou o Dr. Kéba Tamba. Os riscos incorridos para o especialista são diabetes, hipertensão, cancro, doenças articulares. destruição da saúde que o ganho de peso não pode trazer”, admite o Dr. Kéba Tamba. Ele alertou contra esse caminho de se tornarem bonitos. “As mulheres que tomam esses produtos para aumentar o peso são cúmplices e responsáveis ​​pela sua autodestruição. Elas são parcialmente responsáveis. por tudo o que pode acontecer com eles em termos de saúde. Deixe-os saber que abriram o caminho para as doenças”, observou a nutricionista. Ele aconselha as mulheres a não seguirem os vendedores de medicamentos prejudiciais à saúde. Estes últimos aproveitam a fraqueza das mulheres para vender os seus produtos. Ele os convida a permanecerem naturais. “Toda a publicidade em torno desses produtos é enganosa. Esses vendedores aproveitam a fraqueza mental de certos clientes que desconhecem as consequências. As mulheres precisam entender que boa saúde é magreza, enquanto corpo pesado é doença e que nada é mais caro que a saúde”, alertou a Dra. Tamba. A rede social “Tik Tok” deu asas à venda de produtos de ampliação. Fotos de mulheres bonitas em fotos trazem riscos à saúde. fonte: seneweb.com

Putin não será preso se vier à próxima cúpula do G20 no Brasil, garante Lula.

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O presidente russo, Vladimir Putin, não será preso se for à próxima cimeira do G20 organizada em 2024 no Rio de Janeiro, disse o chefe de Estado brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva. Durante entrevista transmitida na noite de sábado pelo canal de televisão indiano Firstpost, Lula garantiu que Putin receberá um convite para visitar a cidade brasileira, apesar do mandado de prisão emitido em março pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), que o acusa de guerra. crimes pela deportação de crianças ucranianas. “Posso dizer que se eu for presidente do Brasil e se ele vier ao Brasil, não há razão para que seja preso”, declarou Lula à margem da cimeira do G20 organizada este fim de semana em Nova Deli. O Kremlin nega as acusações do TPI, decidindo que o mandado de prisão contra o líder russo é “nulo”. O Brasil é signatário do Estatuto de Roma de 1998, o tratado internacional que levou à criação do TPI em 2002, e portanto, teoricamente, teria que prender o presidente russo caso ele entrasse em seu território. Putin não participa na reunião do clube das principais economias desenvolvidas e emergentes do mundo neste fim de semana, como em 2022 em Bali, mas é representado pelo chefe da diplomacia russa, Sergei Lavrov. O líder brasileiro lembrou durante a entrevista que uma reunião dos líderes dos Brics, bloco de países emergentes que inclui Brasil e Rússia, aconteceria em território russo antes da próxima reunião dos líderes do G20. "Todo mundo vai (para a cúpula do BRICS), então espero que venham para a cúpula do G20 no Brasil. No Brasil, sentirão um clima de paz", garantiu Lula. “Gostamos de cuidar bem das pessoas. Então acho que Putin pode ir ao Brasil facilmente”, acrescentou. fonte: seneweb.com

Níger: uma possível redistribuição das forças francesas só será decidida “a pedido do Presidente Bazoum” (Macron).

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Uma possível redistribuição das forças francesas no Níger só será decidida a pedido do Presidente Mohamed Bazoum, deposto por um golpe de Estado, mas ainda considerado pela França como o legítimo chefe de Estado, disse Emmanuel Macron no domingo. "Se redistribuirmos alguma coisa, só o farei a pedido do Presidente Bazoum e em coordenação com ele. Não com funcionários que hoje fazem um presidente como refém", disse durante uma reunião de imprensa no final da reunião do G20. reunião de cúpula neste fim de semana em Nova Delhi. O regime militar nigerino, que emergiu do golpe de 26 de julho, acusou no sábado Paris de “desdobrar as suas forças” em vários países da África Ocidental com vista à “agressão” contra o Níger. “Não reconhecemos qualquer legitimidade nas declarações dos golpistas”, respondeu Emmanuel Macron, pedindo “a libertação do Presidente Bazoum e a restauração da ordem constitucional”. Após a derrubada do chefe de Estado do Níger, a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) brandiu a ameaça de intervenção militar no país, destinada em particular a restaurar o Sr. Uma decisão apoiada pela França, que tem cerca de 1.500 soldados neste país do Sahel, no âmbito da luta anti-jihadista.

Terremoto no Marrocos: CAF estabelece minuto de silêncio nas eliminatórias do CAN.

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A Confederação Africana de Futebol (CAF) decidiu estabelecer um minuto de silêncio no início dos jogos de qualificação do Campeonato Africano das Nações, sábado e domingo, para prestar homenagem às pessoas que morreram no terramoto que atingiu várias cidades marroquinas. na sexta. A CAF fez o anúncio no sábado em comunicado recebido pela APS. A Real Federação Marroquina de Futebol e a CAF decidiram adiar para uma data posterior o jogo entre Marrocos e Libéria, sábado à tarde, em Agadir, no âmbito da última jornada das eliminatórias para o próximo CAN. Num comunicado de imprensa publicado ao meio-dia de sábado, o Ministério do Interior marroquino mencionou o número de mortos de 1.037 pessoas no terramoto que afetou várias cidades do Reino de Shereef. O texto fala também de pelo menos 1.200 feridos que foram contabilizados e de enormes danos registados pelas autoridades marroquinas. fonte: seneweb.com

Níger: o regime militar acusa a França de preparar uma “agressão”.

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O regime militar nigerino resultante de um golpe de Estado acusou no sábado a França de “desdobrar as suas forças” em vários países da África Ocidental com vista à “agressão” contra o Níger. “A França continua a mobilizar as suas forças em vários países da CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, nota do Editor) como parte dos preparativos para uma agressão contra o Níger, que está a considerar em colaboração com esta organização comunitária”, declarou um membro do regime. , Coronel-Major Amadou Abdramane, num comunicado lido em rede nacional. De acordo com o comunicado de imprensa, o regime registou desde 1 de Setembro que “dois aviões de transporte militar do tipo A400M e um Dornier 328 foram destacados como reforços na Costa do Marfim”, e que “dois helicópteros multifunções do tipo Super Puma” e “um quarenta veículos blindados” estavam “em Kandi e Malanville no Benin”. “Em 7 de setembro de 2023, um navio militar francês atracou em Cotonou (Benin, nota do editor) com pessoal e recursos militares a bordo”, segundo o comunicado de imprensa. Os generais no poder também relatam que “cerca de uma centena de rotações de aviões militares de carga tornaram possível o desembarque de quantidades significativas de material e equipamento de guerra no Senegal, Costa do Marfim e Benin, para citar apenas alguns. “Estas manobras” visam “ter sucesso numa intervenção militar contra o nosso país”, segundo eles. Após o golpe de 26 de Julho, a CEDEAO ameaçou uma intervenção militar no Níger, para a qual tinha anunciado preparação, para restaurar a ordem constitucional, libertar o presidente deposto Mohamed Bazoum e restabelecê-lo nas suas funções. Uma decisão apoiada pela França, que tem cerca de 1.500 soldados neste país do Sahel, no âmbito da luta anti-jihadista. Retirada das forças francesas No dia 3 de agosto, os generais nigerianos no poder, que querem a saída dos soldados franceses, denunciaram vários acordos de cooperação militar celebrados com a antiga potência colonial. Um desses textos continha aviso prévio de um mês, segundo eles. O regime afirmou no comunicado de imprensa que estas forças estavam agora presentes “ilegalmente” no Níger. “Em 1º de setembro”, o “chefe do Estado-Maior dos exércitos do Níger recebeu o comandante das forças francesas no Sahel, em Zinder, para discutir um plano de desligamento das capacidades militares francesas”, disse ele. O regime diz ter sido informado de "um anúncio de retirada (...) que nos chega a partir de um nível operacional e, portanto, não é trazido nem pelo Estado-Maior dos exércitos franceses, nem pelo governo francês e não 'foi objecto de nenhum comunicado de imprensa oficial». Na terça-feira, Paris afirmou que estavam em curso “intercâmbios” entre os exércitos nigeriano e francês para “facilitar os movimentos dos recursos militares franceses”, confirmando as declarações feitas na véspera pelo primeiro-ministro do Níger nomeado pelo regime, Ali Mahaman Lamine Zeine. “Surge a questão de manter algumas das nossas forças”, declarou o Ministério das Forças Armadas francês. Todos os dias, durante mais de uma semana, milhares de pessoas reuniram-se na capital do Níger, Niamey, perto de uma base militar que alberga soldados franceses, para exigir a sua partida. Por seu lado, os Estados Unidos, que têm cerca de 1.100 soldados no Níger, começaram "por precaução" a reposicionar as suas tropas da base 101 em Niamey para a base 201 em Agadez, no centro do país, afirmou o Departamento de Defesa na quinta feira. Queda de braço A França está envolvida num impasse com o Níger, que também retirou a imunidade e o visto diplomático do embaixador francês Sylvain Itté e exigiu a sua “expulsão”. Paris, que não reconhece o regime militar, justificou diversas vezes a manutenção do senhor Itté. “A França recusa-se a retirar o seu embaixador declarado persona non grata pelas autoridades e pela justiça nigerina”, sublinhou mais uma vez o comunicado de imprensa do regime. No entanto, Zeine declarou que o seu governo esperava "se possível manter a cooperação com um país com o qual partilhámos muitas coisas". Manifestou também ter “boas esperanças” de que o seu país encontre um “entendimento” com a CEDEAO, depois de o chefe do regime, general Abdourahamane Tiani, ter anunciado uma transição com duração máxima de três anos. No entanto, a organização regional não quer “repetir” neste país “as experiências do Mali, da Guiné e do Burkina”, onde foram negociados períodos de transição. fonte:seneweb.com

terça-feira, 29 de agosto de 2023

Putin ordena que combatentes do Wagner assinem juramento de lealdade à Rússia.

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O presidente Vladimir Putin ordenou que os combatentes do Wagner assinem um juramento de lealdade ao Estado russo após o acidente aéreo mortal que se acredita ter matado Yevgeny Prigozhin, o controverso chefe do grupo mercenário. Putin assinou o decreto que traz a mudança com efeito imediato, nessa sexta-feira (25), depois que o Kremlin disse que as sugestões ocidentais de que Prigozhin havia sido morto por ordem dele são uma “mentira absoluta”. O Kremlin recusou-se a confirmar definitivamente a sua morte, alegando a necessidade de esperar pelos resultados dos testes. A autoridade de aviação russa disse que Prigozhin estava a bordo de um jato particular que caiu na noite de quarta-feira, a noroeste de Moscou, sem sobreviventes, exatamente dois meses depois de liderar um motim fracassado contra chefes do Exército. O presidente Vladimir Putin enviou suas condolências às famílias dos mortos no acidente, e falou de Prigozhin no pretérito. Ele citou "informações preliminares" como indicando que Prigozhin e seus principais parceiros do Wagner foram todos mortos e, embora elogiasse Prigozhin, disse que ele também cometeu alguns "erros graves". A introdução por Putin de um juramento obrigatório para membros do Wagner e de outros empreiteiros militares privados foi uma medida clara para colocar esses grupos sob um controle estatal mais apertado. O decreto, publicado no site do Kremlin, obriga qualquer pessoa que realize trabalho em nome dos militares, ou apoie o que Moscou chama de “operação militar especial” na Ucrânia, a prestar um juramento formal de lealdade à Rússia. Descrito no decreto como 'um passo para forjar os fundamentos espirituais e morais da defesa da Rússia', o texto do juramento inclui uma linha na qual aqueles que o prestam prometem seguir rigorosamente as ordens dos comandantes e líderes seniores. Políticos e analistas ocidentais sugeriram, sem apresentar provas, que Putin ordenou a morte de Prigozhin para o punir por lançar o motim de 23 a 34 de Junho contra a liderança do exército, que também representou o maior desafio ao próprio governo de Putin desde que chegou ao poder em 1999. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse nessa sexta-feira que a acusação e muitas outras semelhantes eram falsas. "Há agora muita especulação em torno deste acidente de avião e das trágicas mortes dos passageiros do avião, incluindo Yevgeny Prigozhin. É claro que, no Ocidente, toda esta especulação é apresentada de um ângulo bem conhecido", disse Peskov aos repórteres. "Tudo isso é uma mentira absoluta e aqui, ao cobrir esse assunto, é preciso se basear em fatos. Ainda não há muitos fatos. Eles precisam ser apurados no decorrer das ações investigativas", afirmou. 'ESPERE PELOS RESULTADOS DO TESTE' Investigadores russos abriram uma investigação sobre o que aconteceu, mas ainda não disseram o que suspeitam ter causado a queda repentina do avião do céu. Nem confirmaram oficialmente as identidades dos 10 corpos recuperados dos destroços. Questionado se o Kremlin recebeu a confirmação oficial da morte de Prigozhin, Peskov disse na sexta-feira: "Se você ouviu atentamente a declaração do presidente russo, ele disse que todos os testes necessários, incluindo testes genéticos, serão realizados agora. Os resultados oficiais - assim que estiverem prontos para serem publicados, serão publicados." Peskov, que disse que Putin não se encontrou com Prigozhin recentemente, também disse que não está claro quanto tempo levarão os testes e o trabalho investigativo. Portanto, era impossível começar a falar sobre se Putin compareceria ao funeral de Prigozhin, disse Peskov em resposta a uma pergunta sobre o assunto. “Ainda não há data para o funeral, é impossível falar sobre isso. A única coisa que posso dizer é que o presidente tem uma agenda bastante ocupada no momento”. Nigel Gould-Davies, antigo embaixador britânico na Bielorrússia e agora membro sénior do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS), disse que o funeral seria significativo. “Se Putin quiser enfatizar que Prigozhin morreu como traidor, irá ignorá-lo”, disse Gould-Davies. "(Enquanto) os apoiadores de Prigozhin podem usar isso como uma oportunidade para elogiá-lo e suas críticas à condução da guerra pelo Kremlin - e podem fortalecer a hostilidade de um núcleo de partidários de Wagner em relação ao Kremlin", disse ele. A inteligência militar britânica disse na sexta-feira que ainda não havia provas definitivas de que Prigozhin estivesse a bordo, mas que era “altamente provável” que ele estivesse morto. O Pentágono disse que a sua avaliação inicial é que Prigozhin foi morto. O meio de comunicação russo Baza, que conta com boas fontes entre as agências de aplicação da lei, informou que os investigadores estão se concentrando na teoria de que uma ou duas bombas podem ter sido plantadas a bordo do avião. Questionado sobre o futuro do Grupo Wagner, que tem uma série de contratos lucrativos em toda a África e um contingente na Bielorrússia que treina o exército no país, mas que agora parece sem liderança, o porta-voz do Kremlin, Peskov, foi conciso. “Não posso te contar nada agora, não sei”, disse ele. fonte: https://www.jb.com.br/mundo

RETENÇÃO DO EMBAIXADOR FRANCÊS NO NÍGER: Quando Macron desafia os golpistas.

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A França persiste e assina. O seu embaixador estacionado no Níger não deixará o país sob a injunção dos soldados que derrubaram o Presidente Mohamed Bazoum. Com efeito, na sequência do Quai-d’Orsay, o Presidente francês, Emmanuel Macron, opôs-se ao fim da inadmissibilidade a Abdourahamane Tchiani e aos seus irmãos de armas que, diz ele, não têm “legitimidade” para pôr em causa os acordos estabelecidos entre Paris e Niamey. Esta nova posição, que não deixará de fazer reagir a população, surge um dia depois de uma nova manifestação pró-junta que apela à saída imediata das tropas francesas do Níger. Porque é que, depois de concordar em fazer as malas do Mali e do Burkina Faso nas condições que conhecemos, a França se recusa a abandonar o Níger, apesar do clamor crescente? A resposta, nós sabemos. Se deixar o Níger, perderá completamente o controlo do Sahel que, como sabemos, possui recursos minerais significativos. Não é a França que explora a maior parte do urânio do Níger? E isso não é tudo. Porque, estando no Níger, a França está de olho na zona das três fronteiras que se chama “triângulo da morte” mas que se diz rica em ferro, petróleo, gás e ouro. Portanto, compreendemos por que razão a França, já a perder dinamismo em muitas das suas antigas colónias, está a lutar como um diabo para não perder também o Níger. Tanto é assim que insta a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) a usar todo o seu peso para "restaurar a ordem constitucional" no Níger, mesmo à custa do uso da força. Quando se trata de defender os seus interesses, a França está pronta para tudo, incluindo golpes abaixo da cintura Melhor ainda, para além das sanções económicas impostas ao Níger, que apoia, Paris diz estar pronta a fornecer apoio logístico à organização da África Ocidental no caso de uma intervenção militar para desalojar os golpistas do palácio presidencial em Niamey. Este ativismo, questionador e transbordante, para dizer o mínimo, é, no entanto, arriscado. Porque, questionamo-nos o que acontecerá às relações entre Paris e Niamey, se, cansados ​​da guerra, os homens de Mohamed Bazoum, que conseguem gargarejar o apoio popular, vierem a vencer o impasse travado com a CEDEAO que, visivelmente enfraquecida, poderia fazer um bom trabalho contra a má sorte, validando o “processo de transição” em curso no Níger. A menos que dispare a todo vapor, Paris, como alguns suspeitam, também aposta no ressurgimento da rebelião tuaregue, cujos líderes começaram a dar voz aos golpistas. Não é impossível! Porque, quando se trata de defender os seus interesses, a França está pronta para tudo, incluindo golpes abaixo da cintura. Apostemos que não chegaremos a esse ponto e que ambos os lados conseguirão colocar água no seu vinho e que, não só no interesse superior do Níger, mas também da sub-região vítima da insegurança ligada ao terrorismo . fonte: lepays.bf

VITÓRIA PRESIDENCIAL DE MNANGAGWA: Bilhete premiado dos Zimbabuenses para o “paraíso”.

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É isso ! O presidente do Zimbábue, Emmerson Mnangawga, assumiu o controle do seu negócio. Com efeito, foi declarado vencedor das eleições presidenciais de 23 de agosto com 52,6% contra 44% do seu principal adversário, Nelson Chamisa. Estes resultados, é preciso dizer, não são surpreendentes. Porque, mesmo antes da votação, sabíamos que o presidente cessante iria suceder. Testemunhe a atmosfera que prevaleceu antes, durante e mesmo depois das eleições. A oposição não só viu alguns dos seus comícios de campanha serem proibidos por motivos especiosos, mas também houve uma repressão feroz que resultou na prisão de cerca de quarenta pessoas. E isso não é tudo. No próprio dia da eleição notaram-se confusões e não menos importante. Porque, para além da falta de boletins de voto em algumas assembleias de voto, especialmente em zonas conquistadas pela oposição, alguns eleitores não conseguiram encontrar os seus nomes nos cadernos eleitorais, enquanto outros foram alvo de intimidação. Tantas irregularidades e anomalias que fazem com que observadores da União Europeia (UE), da Commonwealth e da Comunidade Económica dos Estados da África Austral (SADC) questionem a “transparência” das eleições. Claramente, este é um “processo eleitoral gravemente falho”, como a Human Rights Watch tinha alertado, tendo em conta as acções do governo de Harare que, no seu desejo de trapacear, já tinha assumido a liderança na recusa de credenciar certos meios de comunicação estrangeiros. Não se trata apenas de vencer as eleições presidenciais Dito isto, e tendo em conta todas estas intrigas políticas, é seguro dizer que o Presidente Mnangawga triunfou ingloriamente, uma vez que trabalhou para afastar todos os perigos possíveis do seu caminho. Os dados já estavam carregados. E a oposição, que contesta os resultados, pode correr para a maca, mas nada mudará isso. Ainda nos lembramos do cenário de 2018, quando o exército não hesitou em atirar nos manifestantes que contestavam a vitória do “velho crocodilo”. O resto, nós sabemos. Nelson Chamisa que acabou recorrendo às vias legais, foi demitido pela Justiça. É assim que as disputas eleitorais são tratadas nas repúblicas bananeiras, onde as instituições ou o que delas resta no nome estão sob as ordens do príncipe reinante. Dito isto, agora que Emmerson Mnangawga foi reeleito, as portas do “céu” estão agora abertas para os zimbabuenses. Foi uma promessa de campanha e ele deve cumprir a sua palavra, especialmente quando sabemos que os zimbabuanos, devido ao desemprego e à inflação, estão a arrastar o diabo pela cauda. Como prova, a pobreza e as desigualdades sociais, devido à deterioração da situação económica, assumiram proporções significativas no país. Tipo, a questão toda não é ganhar as eleições presidenciais. Devemos trabalhar para atender às expectativas das populações que só aspiram ao bem-estar. Caso contrário, Mnangagwa, como um desleixado, corre o risco de ser deposto do poder. E ele sabe disso melhor do que ninguém; aquele que sucedeu a Robert Mugabe nas condições que conhecemos. Em qualquer caso, a gestão do poder é tal que aqueles que hoje te elogiam serão os primeiros a atirar-te pedras amanhã, se não conseguirem comer até se fartar. fonte: lepays.bf

Níger: “A CEDEAO tem interesse em percorrer todo o caminho pela sua credibilidade”, afirma Rachidi Gbadamassi.

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É por isso que ele apoia o Presidente Patrice Talon nos seus esforços. Sublinhou que o chefe de Estado beninense deve “beneficiar do apoio de todos aqueles que são democratas e republicanos”. O ex-deputado Rachidi Gbadamassi apoia a intervenção militar da CEDEAO no Níger para restaurar a ordem constitucional. O golpe militar ocorrido no Níger em 26 de julho de 2023 tirou do silêncio o ex-deputado do partido Bloc Républicain, Rachidi Gbadamassi. Recebido no Reporter Benin World, ele expressou sua tristeza pelo golpe perpetrado pelos militares. Para ele, “todo africano digno deste mundo deveria ter o mesmo sentimento, exceto aqueles que estão em ilusões”. Muito amargo e muito duro com os golpistas, declarou que “é o golpe mais patético, mais inútil, mais impensado e mais irresponsável” que o mundo já conheceu. É por isso que ele apoia o Presidente Patrice Talon nos seus esforços. Sublinhou que o chefe de Estado beninense deve “beneficiar do apoio de todos aqueles que são democratas e republicanos”. O ex-deputado Rachidi Gbadamassi apoia a intervenção militar da CEDEAO no Níger para restaurar a ordem constitucional. Segundo ele, “a CEDEAO tem interesse em fazer todo o possível pela sua credibilidade”. Porque, diz ele, não vê “soldados nigerianos lutando contra as tropas da CEDEAO para que o usurpador golpista permaneça no poder”. “Este último tem sede de poder. É conhecido há anos. O presidente Bazoum sabia disso”, afirmou, sem especificar a identidade de quem fala. fonte: https://lanouvelletribune.info/2023/08

Este país africano anuncia a descoberta de enormes reservas de petróleo.

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O país da África Austral nunca produziu petróleo e esta recente descoberta abre novas perspectivas para o país que é considerado um modelo de desenvolvimento em África. Foram os dois gigantes dos hidrocarbonetos, nomeadamente a Shell e a TotalEnergies, que lideraram as missões de exploração ao largo da Namíbia e localizaram as grandes reservas de ouro negro. África é hoje um grande desafio para o mundo. Em termos de recursos naturais, o continente está repleto de algumas das riquezas mais inestimáveis ​​do planeta. Estes recursos são muito procurados no processo de criação da economia de amanhã. Apesar da transição energética que se aproxima no horizonte, os combustíveis fósseis continuam a ser favorecidos. É neste contexto que foram recentemente descobertas enormes reservas de petróleo na Namíbia. O país da África Austral nunca produziu petróleo e esta recente descoberta abre novas perspectivas para o país que é considerado um modelo de desenvolvimento em África. Foram os dois gigantes dos hidrocarbonetos, nomeadamente a Shell e a TotalEnergies, que lideraram as missões de exploração ao largo da Namíbia e localizaram as grandes reservas de ouro negro. Segundo informações da empresa petrolífera pública da Namíbia (NAMCOR), o potencial destes campos petrolíferos ascende a 11 mil milhões de barris de crude. Os números dão o giro. Venus-1X é o TotalEnergies que contém aproximadamente 5,1 bilhões de barris de petróleo. Graff-1X e Jonker-1X, os poços da Shell conteriam 2,38 bilhões e 2,5 bilhões de barris. As maiores empresas do mundo que operam no sector dos hidrocarbonetos cobiçam actualmente o petróleo da Namíbia. Além da TotalEnergies e da Shell, gigantes como Chevron, ExxonMobil, Galp Energia também se posicionaram na Namíbia com o objetivo de realizar trabalhos de exploração. Segundo fontes concordantes, o potencial é estratosférico e é capaz de impulsionar a Namíbia para o 15º lugar dos maiores produtores de petróleo até 2035. As previsões falam de um aumento do PIB de 37 mil milhões de dólares no horizonte. fonte: https://lanouvelletribune.info/2023

A RDC quer recuperar o controlo de certas minas geridas por empresas estrangeiras.

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Uma das empresas em destaque é o Eurasian Resources Group (ERG). Recentemente, a empresa pública Gécamines, apoiada pelo governo congolês, manifestou o desejo de assumir parte das licenças de exploração de cobre e cobalto detidas pela ERG, que foi considerada demasiado lenta para as desenvolver. A República Democrática do Congo (RDC) atravessa actualmente um período de revisão dos seus contratos mineiros, numa tentativa de recuperar o controlo das suas valiosas minas de cobre e cobalto, que são principalmente operadas por empresas estrangeiras. Esta medida faz parte de uma tendência global crescente em que os países ricos em recursos querem beneficiar mais da sua riqueza natural e garantir um desenvolvimento mais equitativo para os seus cidadãos. Uma das empresas em destaque é o Eurasian Resources Group (ERG). Recentemente, a empresa pública Gécamines, apoiada pelo governo congolês, manifestou o desejo de assumir parte das licenças de exploração de cobre e cobalto detidas pela ERG, que foi considerada demasiado lenta para as desenvolver. Este renovado interesse no controlo de jazidas minerais é parcialmente explicado pela sua crescente utilização na produção de baterias para veículos eléctricos. Com a RDC fornecendo cerca de 75% do cobalto mundial, o valor destes minerais nunca foi tão alto. No entanto, a história entre o Estado congolês e as empresas mineiras nem sempre foi tranquila. Além das disputas sobre o desenvolvimento insuficiente das minas, a tensão também foi alimentada por questões ambientais e por uma sensação persistente de que o investimento local era insuficiente. Várias minas foram encerradas por questões ambientais, incluindo as operações da empresa Boss Mining do ERG. O governo congolês também lembrou ao ERG as suas promessas de investimento, que Kinshasa afirma não terem sido cumpridas. O ERG respondeu mencionando os seus planos de investir 2 mil milhões de dólares na RDC nos próximos anos. Apesar destas tensões, o ERG expressou o seu desejo de manter relações construtivas, enfatizando a importância do diálogo aberto. Neste contexto complexo, é claro que o governo congolês está determinado a reavaliar e, se necessário, redefinir as suas relações com empresas mineiras estrangeiras. A busca por um desenvolvimento justo que respeite o meio ambiente e beneficie a todos está no centro destas iniciativas. Só o tempo dirá como estas dinâmicas evoluirão e se os dois lados conseguirão encontrar um terreno comum que beneficie tanto a RDC como as empresas mineiras. fonte: https://lanouvelletribune.info/2023

“OS PROPRIETÁRIOS (DE ANGOLA) SOMOS NÓS, NÃO JOÃO LOURENÇO”

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Os bispos católicos angolanos escusaram-se a pronunciar-se sobre a proposta de destituição do Presidente João Lourenço, iniciativa da UNITA, considerando que “não visam o alcance do poder político” e que a questão é da “inteira responsabilidade” dos partidos políticos. Ou seja, pelo sim e pelo não, o melhor é (tentar) agradar a gregos e troianos. De acordo com o porta-voz da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST), Belmiro Chissengueti, durante os trabalhos da II Assembleia Plenária dos bispos, que terminou hoje, a temática a destituição do Presidente angolano não foi abordada… nem sequer em confissão. “A CEAST não se pronunciou sobre esta questão, não visamos o alcance do poder político, portanto esta é uma questão da inteira responsabilidade dos partidos políticos na sua disputa natural que devem realizar dentro do cenário em que estão envolvidos, portanto não é parte integrante da nossa preocupação”, respondeu. Falando em conferência de imprensa de balanço da plenária, o bispo Belmiro Chissengueti observou, no entanto, que “independentemente” de quem esteja a governar o país, os cidadãos “devem respeito ao Presidente da República, mas também estão no direito de fazer observações”. “Independentemente de quem esteja a governar o país, e no caso presente é o Presidente João Lourenço, nós como cidadãos devemos-lhe respeito enquanto alta entidade do Estado, mas também tem as nossas observações”, disse. Belmiro Chissengueti defendeu igualmente que, enquanto cidadãos, uma vez que o Presidente da República “preside aquilo que é de todos”, portanto, realçou: o chefe de Estado “é Presidente e não proprietário, os proprietários somos nós”. “E temos direito à cidadania que permite que façamos observações para a melhor gestão daquilo que é de todos nós. E, portanto, as questões lá de política directa não dizem respeito ao nosso funcionamento nem às nossas tarefas”, rematou o também bispo de Cabinda. Pelo menos 86 dos 90 deputados da UNITA (maior partido da oposição que o MPLA ainda permite) subscreveram, em 16 de Agosto, durante cerimónia pública, a iniciativa de destituição do Presidente angolano e para a direcção deste partido “estão reunidas as condições legais” para o início do processo de destituição. A UNITA alega (entre outras questões) que o Presidente angolano “subverteu o processo democrático no país e consolidou um regime autoritário que atenta contra a paz” e por isso deve ser destituído. Fundamentos doutrinários, político-constitucionais e políticos de desempenho constituem os eixos da iniciativa da UNITA, tornada pública em Julho passado, referindo que a governação de João Lourenço “é contra a democracia, contra a paz social e contra a independência nacional”. O grupo parlamentar do MPLA (no poder dinástico há 48 anos) reafirmou, na primeira quinzena de Agosto, “o seu incondicional apoio” ao seu líder, garantindo “alto e em bom som” que não haverá destituição do Presidente da República, João Lourenço. A posição foi expressa no parlamento pelo líder do grupo parlamentar do MPLA, Virgílio de Fontes Pereira: “O grupo parlamentar do MPLA reafirma, aqui e agora, o seu incondicional apoio ao Presidente João Lourenço, e declara alto e em bom som, não haverá destituição do Presidente da República João Manuel Gonçalves Lourenço, eleito democraticamente pela maioria dos angolanos, ponto”, referiu Fontes Pereira. Recorde-se que o Presidente João Lourenço não foi “eleito democraticamente pela maioria dos angolanos” porque – desde logo – não existem eleições presidenciais em Angola. O general João Lourenço foi eleito, isso sim, como o primeiro deputado do MPLA, na sua qualidade de cabeça-de-lista do partido vencedor. Belmiro Chissengueti – Maio de 2022 Em Maio de 2022, o bispo de Cabinda, Belmiro Chissengueti, criticou o silêncio “cobarde” de quem se cala perante situações sociais degradantes e rejeitou a existência de reacções negativas por parte de membros do executivo às suas mensagens, frisando que os bispos defendem a pátria. Pátria que, segundo o regime, é sinónimo de MPLA. “Esse dito ambiente de crispação entre a Igreja e o Estado (angolano) nós não o sentimos, esse é um ambiente criado na mente de internautas, de pessoas que julgam que criticar determinada posição do Governo é estar contra o Governo”, sublinhou, fazendo a distinção entre o mundo das redes sociais, onde há um extremar de posições, e o que se passa na realidade. “Nós (os bispos católicos), queremos o maior bem da Pátria, o maior bem do país. Não queremos ser aqueles que cobardemente fazem silêncio diante de uma situação social galopantemente decadente”, afirmou o eclesiástico, acrescentando que é missão da Igreja chamar a atenção para aquilo que deve ser feito e prevenir males que podem ser erradicados. “Nunca houve nenhuma crispação, nunca me foi negado um encontro com o governador, antes pelo contrário. Temos um diálogo permanente, a nível central também”, garantiu Belmiro Chissengueti. No entanto, “o facto de não haver crispação, não quer dizer que concordemos com tudo o que é feito, chamamos a atenção daquilo que não está bem”, notou o bispo, aludindo também ao lema da presente governação, que é corrigir o que está mal e melhorar o que está bem. Entre as correcções a fazer, apontou exemplos como a corrupção, a sobrefacturação, as obras mal feitas, os baixos salários. E, já agora, os 20 milhões de pobres, os milhões de crianças fora do sistema de ensino etc. etc.. Questionado sobre se já foi pressionado ou alvo de críticas respondeu, entre risos, que deve ser “o mais criticado”. “Isso não me aquece nem me arrefece, estou habituado a viver neste ambiente de polémicas. O certo é que digo o que penso, não sou nenhum bajulador que vive no mundo da imaginação, eu vivo do realismo”, vincou. Sobre se em Angola ainda é dominante o culto do chefe, o bispo de Cabinda admitiu que a existência de bajuladores não é benéfica para o desenvolvimento do país. “Há bajuladores, temos até alguns com título académico superior ao phD (doutorados) que, na ânsia de conseguirem cargos políticos, benefícios económicos e vantagens ainda usam as pessoas a ponto de não terem capacidade ou coragem de reconhecerem as suas falhas e ajudarem a melhorar”, destacou. “Estes bajuladores que fazem o culto do chefe têm uma capacidade de transumância incrível. Há pouco tempo eram por José Eduardo dos Santos, agora por João Lourenço e não lhes custa nada mudar para um outro. É importante que quem dirige não se deixe levar pelo culto de personalidade, saiba sobretudo ouvir aquele que pensam diferente e que muitas vezes trazem muito mais verdade do que os bajuladores”, aconselhou. Realçou ainda que enquanto o bajulador “só está à procura de uma oportunidade para a sua vida”, os bispos querem “oportunidades para todos”. Por isso, considerou que o Presidente angolano “faz bem em encontrar-se com figuras dissonantes”, mais habilitadas para transmitir a realidade do país. Apelou, por outro lado, à valorização da mão-de-obra, independentemente da sua origem, da sua cor ou condição social “porque é esta diversidade que produz riqueza”. Para Belmiro Chissengueti, regionalismo, nepotismo, tribalismo, “são doenças que não permitem o desenvolvimento. É preciso lucidez para não sermos a causa da nossa própria desgraça. O grande mal é vivermos por cima de jóias e passar fome”. Belmiro Chissengueti tornou-se conhecido por partilhar sem rodeios as suas opiniões nas redes sociais, mas também pelas homilias consagradas aos temas sociais. Por uma questão de memória e respeito pelos angolanos, recorde-se que o Presidente João Lourenço pediu desculpas em nome do Estado pelas execuções sumárias (massacres) levadas a cabo após o alegado golpe de 27 de Maio de 1977, salientando que se tratava de “um sincero arrependimento”. Tão sincero que o mentor dos massacres, Agostinho Neto, continua a ser – segundo o MPLA – o único herói nacional. Sobre o assunto, Belmiro Chissengueti reiterou em devido tempo que a iniciativa do chefe de Estado “é um passo inicial de reconciliação com a história, com o passado”, mas, assinalou, “é fundamental que no presente se faça todo o esforço para que a barbárie de 77 e de outros conflitos não se voltem a repetir”. “Se fazemos e temos coragem de nos reconciliarmos com os mortos, por maioria de razão, temos também de fazê-lo com os vivos, ou seja, fazer com que no concerto político ordinário se busque a salvaguarda do bem comum, se promovam os valores da caridade, da solidariedade, da partilha, do amor e da concórdia”, defendeu. O bispo diocesano de Cabinda, considerou também ser necessário que se “evitem actualmente situações de intolerância política, de humilhação de adversários políticos e todas aquelas situações passíveis de provocarem novos conflitos”. “Pois é com os vivos que temos de fazer o frente-a-frente para a reconciliação”, afirmou Belmiro Chissengueti. Folha 8 com Lusa

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