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sexta-feira, 9 de junho de 2017

ANGOLA: EUA PREMEIAM RAFAEL MARQUES.

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Rafael Marques, que recebe hoje um prémio em Washington pela luta contra a corrupção em Angola, considera a distinção como um sinal de que “os EUA estão a prestar atenção ao que se está a passar” no país.

“Ofacto de receber este prémio e de entrar no Congresso pela porta grande é um testemunho de que os EUA estão a prestar atenção ao que se está a passar. Este prémio é a forma como tentam apoiar, de forma simbólica, o que se está a passar”, disse à agência Lusa o jornalista e activista.
Rafael Marques é homenageado, em Washington, recebendo o “Prémio Democracia” do National Endowment for Democracy, numa cerimónia em que discursa o presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Paul Ryan, e a líder dos democratas no mesmo órgão, Nancy Pelosi.
“O primeiro significado deste prémio tem a ver com a situação actual de Angola, que é uma cleptocracia, e vem dizer que a integridade tem valor. É um valor que compartilho com os meus compatriotas para mostrar que podemos ser dignos e valorizados, não por termos dinheiro, mas por fazermos algo de bom”, salientou.
“Durante todos estes anos, o regime levou-nos a crer que quem é digno é quem faz parte da elite predadora. Esta é uma prova em contrário, um incentivo e uma inspiração positiva para ter um comportamento mais digno. Recebo este prémio para partilhar com todos os que, a cada dia, se vão juntando ao coro daqueles que querem uma sociedade mais transparente e com melhor governação”, acrescentou.
Além de receber o prémio e de participar numa conferência que antecede a cerimónia, Rafael Marques tem encontros com alguns dos políticos e meios de comunicação mais influentes dos EUA.
Em Washington, Rafael Marques encontra-se com os senadores Chris Murphy e Eliot Engel, com o presidente do Comité de Relações Internacionais da Câmara dos Representantes, Ed Royce, com o congressista e antigo presidente da Câmara dos Representantes, Steny Hoyer, e com o subsecretário de Estado para Assuntos Políticos, Thomas A. Shannon.
Ainda na capital dos EUA, participa num encontro com representantes de todos os membros dos comités de segurança nacional e relações internacionais e com a direcção editorial do jornal The Washington Post.
Em Nova Iorque, na segunda-feira, o jornalista e activista angolano encontra-se com a direcção editorial do The New York Times e do The Wall Street Journal e termina a visita aos EUA com um encontro com a embaixadora adjunta dos EUA junto da ONU, Michele Sison.
Rafael Marques diz que o objectivo de todos estes encontros “é que os EUA prestem maior atenção à luta contra a corrupção, que é um fenómeno global,” e mostrar que “no caso de Angola, a cleptocracia é hoje mais apoiada por forças externas do que interiores.”
“Os EUA precisam de ter uma atitude mais severa em relação à forma como os cidadãos são vitimas de abusos, é preciso mais apoio internacional para as forças que procuram combater o saque de Angola”, defende.
Rafael Marques acredita que “há um grande custo para os cidadãos de Angola por causa da corrupção” e oferece um exemplo de como isso se relaciona com a comunidade internacional.
“O Estado vai gastar 78 milhões de dólares em viaturas novas para os deputados e nos hospitais, neste momento, não temos seringas e medicamentos para a malária, num momento em que os EUA continuam a financiar um grande programa de combate à malária no país. Se não houvesse corrupção, os EUA não teriam este custo”, explica.
O National Endowment for Democracy, que foi criado há 34 anos com financiamento do Estado americano e está hoje presente em 90 países, tem o objectivo de promover instituições democráticas em todo o mundo.
Juntamente com Rafael Marques, são homenageados Khalil Parsa, do Afeganistão, Claudia Escobar, Guatemala, Cynthia Gabriel, da Malásia, e Denys Bihus, da Ucrânia.
Lusa

Brasil: Assaltantes de bancos são presos no Recife por policiais de Sergipe. "Isso é só para você acompanhar o esquema da bandidagem, não importa a data de publicação!"

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Publicado em: 13/03/2017 17:00 Atualizado em: 13/03/2017 17:38

Suspeitos são acusados de roubar bancos em todo o Brasil. Fotos: SSP Sergipe/Divulgação  (Suspeitos são acusados de roubar bancos em todo o Brasil. Fotos: SSP Sergipe/Divulgação )
Suspeitos são acusados de roubar bancos em todo o Brasil. Fotos: SSP Sergipe/Divulgação


Assaltantes de bancos de vários estados brasileiros estão escolhendo Pernambuco para cometer crimes. Já não bastassem as quadrilhas locais que têm dado bastante trabalho à polícia com constantes explosões a caixas eletrônicos e agências bancárias, criminosos de fora têm sido presos no Recife com frequência. Na última sexta-feira, agentes do Complexo de Operações Policiais Especiais da Polícia Civil (Cope), da Secretaria de Segurança Pública de Sergipe (SSP/SE), prenderam cinco integrantes de uma associação criminosa especializada em furtos de agências bancárias no Brasil. O grupo estava em um apartamento no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, e segundo a polícia, se preparava para assaltar um banco na capital pernambucana.

De acordo com a polícia sergipana, o grupo é acusado de furtar uma agência do banco Santander no dia 29 de janeiro deste ano. Na ocasião, os criminosos teria levado cerca de R$ 300 mil quatro terminais eletrônicos sem a utilização de explosivos e desativando o sistema de segurança e monitoramento do banco. As cinco pessoas presas são da cidade de Joinville, Santa Catarina, e foram detidas na operação denominada “Caça-fantasma”. Os presos foram identificados como Antônio Ricardo Linhares Pinto, 41 anos; Fabiano Bastos, 45; Jean Carlos Borges, 38; Rodrigo Della Giustina, 33, e Paulo Roberto Ponath, mais conhecido como “Rei dos Caixeiros”, 44.

Ainda segundo a polícia, Paulo é o líder e articulador do grupo, além de ser conhecido nacionalmente por sua especialidade em arrombamentos a caixas eletrônicos, agindo desde os anos 1990. Nos últimos anos, Paulo já havia sido preso no Maranhão, Piauí, Paraíba, Rio de Janeiro, Minas Gerais e no Paraná. Em 2009, no Recife, ele foi preso por furtar R$ 2 milhões quatro agências do Banco do Brasil utilizando a mesma técnica. Durante a prisão do grupo foram apreendidos três veículos, rádios amadores e várias ferramentas que seriam utilizadas para a prática do crime.

De acordo com o delegado de Sergipe Dernival Eloi as investigações tiveram início após os primeiros levantamentos do furto à agência do banco Santander, na Avenida Francisco Porto, em Aracaju. “A partir da investigação, que contou com a análise de câmeras de segurança e com o apoio das equipes da Divisão de Inteligência da Polícia Civil, nossas equipes conseguiram identificar os cinco suspeitos e dar início ao trabalho de localização do grupo. Eles atuavam juntos há três anos e estavam se preparando para agir no Recife e depois em outros estados do Nordeste. Todos integrantes do grupo têm passagem pela polícia em vários estados do país, em sua maioria pelo crime de furto a agências bancárias”, ressaltou o delegado.

Quadrilha de assaltantes de Sergipe foi presa no Recife. Foto: SSP Sergipe/Divulgação (Quadrilha de assaltantes de Sergipe foi presa no Recife. Foto: SSP Sergipe/Divulgação)
Quadrilha de assaltantes de Sergipe foi presa no Recife. Foto: SSP Sergipe/Divulgação

A polícia investiga ainda a participação da quadrilha em um furto a uma agência bancária do banco Santander, no Recife, no dia 21 de janeiro deste ano, poucos dias antes do furto à agência em Aracaju/SE. Na ocasião, os criminosos levaram cerca de R$ 500 mil. Os cinco suspeitos já foram levados para Sergipe, onde está à disposição do Poder Judiciário. No início deste mês, cinco homens morreram e outros cinco foram presos após uma investida criminosa contra duas agências bancárias no Cabo de Santo Agostinho. Grande parte dos suspeitos veio do estado do Rio Grande do Norte.

Já no dia 7 de fevereiro, no bairro de Boa Viagem, foi preso um dos assaltantes de bancos mais procurados do país. Paulo Donizetti Siqueirra Souza, 52, foi preso quando estava em um lava-jato na companhia de mais dois suspeitos de assaltos a instituições financeiras. Natural do Paraná, Paulo estava morando em um flat na Avenida Boa Viagem há cerca de seis meses. O trio foi descoberto por agentes do Núcleo de Operações Especiais da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que notaram uma movimentação suspeita no lava-jato. Ao consultar as placas dos veículos Corolla e Hillux, que estavam de posse dos criminosos, os agentes constataram irregularidades. Depois de acionar a força-tarefa de combate a assaltos a bancos da Polícia Civil, uma equipe conjunta abordou os suspeitos que foram rendidos e presos.

Angola: Ativistas libertados em Luanda após 45 dias na cadeia.

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Os jovens saíram quinta-feira (08.06) das prisões de Calomboloca, de Caquila e da Comarca de Viana, nos arredores da capital angolana. Tinham sido condenados por participar numa manifestação antigovernamental em abril.
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"Foram 53 dias de muita tortura psicológica de muito sofrimento, de muita humilhação e distante da família. Mas nem com estas prisões arbitrárias nós vamos recuar. Vamos continuar com a nossa convicções e não vamos parar", disse ao início da noite passada à agência Lusa o músico Adão Bunga "MC Life", um dos sete ativistas libertados.
Foram ainda libertados David Saley, Paulo Mabiala "DMX", António Mabiala, Mário André, Nzunzi Zacarias Mabiala "Luston" e Valdemar Aguinaldo "27 de maio", todos com idades entre os 25 e os 35 anos.
Alguns "contraíram doenças várias" durante o encarceramento, lembra o secretário-geral do Conselho Nacional dos Ativistas de Angola, António Kissanda.
"Não somos criminosos para fugir"
Os sete foram condenados a 19 de abril, pelo tribunal de Cacuaco, a penas de 45 dias de prisão efetiva, por resistência às autoridades, dois dias antes, contra alegadas irregularidades no processo de registo eleitoral, que antecede as eleições gerais de 23 de agosto, mas também para alertar para as dificuldades dos jovens daquele município da capital, nomeadamente a falta de emprego.
"Resistimos à força que a polícia nos apresentou, porque é um direito na nossa Constituição. Não somos criminosos para fugir, esperávamos que a polícia estivesse lá para nos proteger", disse na altura António Kissanda.
Os jovens foram detidos na manifestação realizada a 17 de abril e três dias depois começaram a cumprir pena, na cadeia de Comarca de Viana. Foram ainda condenados a pagar, cada um, multas de 65.000 kwanzas (365 euros).
Foram condenados à revelia e, por não terem assistência jurídica, a condenação não foi alvo de recurso, indicaram os ativistas. 

Brasil: Ministros fazem acordo e resultado de julgamento da chapa Dilma-Temer sai amanhã.

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Dilma e Temer
A expectativa era que o julgamento se estendesse até o fim de semana. Ontem, Gilmar Mendes convocou sessões extras para análise do caso, inclusive para o sábado.

Publicado em: 08/06/2017 20:25 

O resultado do julgamento da ação que pede a cassação da chapa Dilma Temer da eleição de 2014 será conhecido amanhã (9). Hoje (8), após intervalo da sessão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Luiz Fux disse que houve um acordo para que o relator, ministro Herman Benjamin, termine a apresentação de seu voto esta noite, e amanhã os demais integrantes da Corte votem.

“Estabelecemos um calendário em nível bem flexível que o ministro Herman tomará toda a sessão até as 21h para concluir o voto dele e nós disporemos de 20 minutos cada um para expor os pontos de vista e os senhores [advogados] terão o veredicto amanhã”, disse Fux enquanto presidia momentaneamente a sessão na ausência do presidente do tribunal, ministro Gilmar Mendes.

A expectativa era que o julgamento se estendesse até o fim de semana. Ontem, Gilmar Mendes convocou sessões extras para análise do caso, inclusive para o sábado (10). Com o acordo entre os ministros, o julgamento deve ser finalizado nesta sexta-feira.

Após o voto do relator, deverão votar os ministros Napoleão Nunes Maia, Admar Gonzaga, Tarcisio Vieira, Rosa Weber, Luiz Fux, e o presidente do tribunal, Gilmar Mendes.

Esta tarde, em seu voto, o relator disse que há provas de que a chapa Dilma-Temer praticou abuso de pode político e econômico na eleição presidencial de 2014. Benjamin, no entanto, ponderou que os crimes atribuídos à chapa vencedora também foram praticados por outros partidos. “Não se pense por um segundo que isso que tratamos aqui foi criação desses partidos alvos da ação [PT e PMDB] ou se tratou de anomalia deles, mas permitiu-lhes desequilibrar a balança. Talvez não em relação aos autores [PSDB], sabemos agora, mas a outros candidatos que concorriam em completa desigualdade.”

Rússia: Oito coisas que se deve saber sobre o mês de Ramadã.

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08.06.2017 | Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
Oito coisas que se deve saber sobre o mês de Ramadã. 26715.jpeg

Oito coisas que se deve saber sobre o mês de Ramadã

O mês sagrado do Ramadã prevê que 1,6 bilhão de muçulmanos em todo o mundo se unam em jejum.
Nós vamos sem comida e água de nascer ao por do sol, e refletimos sobre o que Deus nos concedeu e o que temos feito por ele e pelo mundo.

Ramadã é um tempo para adoração, família e reflexão.
É um momento em que desintoxicamos os nossos maus hábitos na esperança de se tornar menos dependente deles, após o mês sagrado.
As mesquitas são geralmente zumbindo com energia e muçulmanos são mais propensos a sorrir um ao outro e cumprimentar uns aos outros com a paz (como salam-u-alaikum), como todos nós embarcam nesta viagem de um mês com o senso de comunidade que estamos supostos. Para sentir ao longo do ano.
É uma luta e uma bênção e é um momento que gostamos, mas também de temor.
Aqui estão oito coisas que você precisa saber sobre o Ramadã.

1. Nós amamos comer comunal, uma vez que o sol se põe.
Uma das belezas do Ramadã é que todos nós vimos juntos. Famílias que podem não ter o hábito de comer ao mesmo tempo geralmente se reúnem sobre a mesa de jantar. Os muçulmanos também hospedam em "Iftars" (hora de quebrar o jejum) da comunidade que geralmente acontecem em mesquitas, parques ou centros comunitários. Um dos maiores (e mais absurdos) mitos é que Iftars são estritamente para os muçulmanos, ou que é rude para comer com pessoas que têm jejuado durante todo o dia. Eles dão boas-vindas a mais povos e amam-no quando os não-muçulmanos compartilham da experiência de comer conosco, assim que venha de longe!

2. Cada cultura tem sua própria maneira de fazê-lo
Iftars são geralmente descritos com uma configuração Árabe-Centrica em mente. A primeira coisa que vem à mente para iftars são arroz-pesados, pratos à base de carne. Muitas vezes, quando as pessoas pensam sobre sobremesas, eles se lembram de muito doce, com a celebração palestina de açúcar, que tem merecidamente se tornar um grampo Ramadã em todo o Médio Oriente. Mas cada cultura faz Iftar diferente.
No Irã, geralmente as pessoas quebram o jejum com agua morne, tâmaras e chá com uma parta de verduras; nas cidades neste momento se encontra muitos lugares que se vendem sopas e comidas típicas deste mês. Ao invés de quebrar seus jejuns com leite, na Indonésia, o país com a maior população muçulmana do mundo, os jejuns são geralmente quebrados com água de coco. Um prato culinária malaia é bubur lambok, que é um arroz e mingau de frango. Na Somália, shurbad, uma sopa de aveia grossa e cremosa é frequentemente servida durante Iftars.
Às vezes, os iftars transcendem a cultura. É uma época em que muçulmanos vegetarianos e veganos (sim, nós existem) tendem a se tornar ainda mais criativo com receitas.

3. Tâmaras são tradições.
O profeta Mohammad (P.E.C.E) quebrava o seu jejum com tâmaras, tornando-se isto como um sunnah (tradição). Os muçulmanos em todo o mundo continuam esta tradição.

4. Ramadã e Shows da TV.
Tanto quanto desejar de pensar e gastar o nosso tempo fazendo nada além de adorar, TV é muito popular durante o Ramadã. No Médio Oriente, séries especiais de TV do Ramadã são frequentemente lançadas, ajudando os muçulmanos a passarem as horas de jejum. Depois de iftar, alguns muçulmanos, dependendo de qual escola de pensamento seguem, levam às mesquitas para orar orações relacionadas à este mês, que são orações opcionais que continuam através da oração.

6. Não nos forçamos quando estamos doentes.
O jejum não é supostamente ser uma forma de tortura, nem é uma maneira de chantagear emocionalmente usando o medo de ir para o inferno. Um dos principais propósitos do Ramadã é usar o tempo para sustentar um estilo de vida mais saudável - e se o jejum prejudicar o corpo de um indivíduo, eles estão isentos de fazê-lo. Isso inclui os doentes, os idosos, as mulheres grávidas, a amamentar, as pessoas que estão em medicação e mulheres menstruadas.

7. Nem todo mundo quebra seu jejum
Quebrar o seu jejum depende de quando o sol nasce e se põe em seu país - o que significa algumas pessoas jejua seis horas por dia, enquanto outros jejuam por 20 horas.
O tempo de quebrar seu jejum também difere por seita. Os sunitas tendem a quebrar seu jejum quando o sol começa a se pôr, enquanto os xiitas muitas vezes esperam até que o sol se tenha posto completamente antes de quebrar seu jejum.

8. Você pode (e provavelmente irá) ganhar peso.
O Islã promove viver com uma vida com um senso de moderação e sustentando um estilo de vida saudável. E enquanto o Ramadã também é conhecido como um mês para desintoxicação e para manter alimentos saudáveis, devido aos tipos de alimentos que são geralmente cozidos no Ramadã, e a quantidade de doces disponíveis, ganhar o peso é quase inevitável. Além disso, tanto quanto deveríamos, e até mesmo planejamos fazê-lo, quem realmente exercita durante o Ramadã?

ONU: Banco Mundial prevê crescimento de 2,7% da economia global em 2017.

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Relatório Perspectivas Econômicas Globais cita aumento do comércio e no setor manufatureiro, alta da confirança e estabilização do preço das commodities; economia do Brasil deve crescer 0,3% depois de dois anos de retração.
Foto: Banco Mundial/Dominic Sansoni
Edgard Júnior, da ONU News em Nova Iorque.
Um relatório do Banco Mundial lançado esta segunda-feira em Washington, nos Estados Unidos, prevê um crescimento de 2,7% da economia global neste ano.
O documento, cujo título é: "Perspectivas Econômicas Globais 2017" diz que o avanço foi impulsionado pelo aumento do comércio e no setor manufatureiro, pela alta da confiança no mercado e estabilização dos preços das commodities.
Brasil
Segundo a instituição financeira, as economias avançadas devem registrar um crescimento médio de 1,9% neste ano enquando os países emergentes e em desenvolvimento devem crescer, em média, 4,1%.
O Banco Mundial prevê que a economia do Brasil deve ter um leve crescimento em 2017, de 0,3%. O país registrou uma retração econômica de mais de 3% nos dois últimos anos.
Para 2018 e 2019, a previsão é mais favorável. Segundo o relatório, o Brasil deve crescer 1,8 e 2,1%, respectivamente. Mesmo assim, ficará atrás de Argentina e do México, que devem ver suas economias crescerem até 3,2%, no caso do país vizinho e de 2,5% da economia mexicana durante o mesmo período.
Lusófonos
Entre os países lusófonos, Moçambique tem a maior previsão com crescimento de 4,8% neste ano e de mais de 6% para 2018 e 2019. Guiné-Bissau, Timor-Leste, Cabo-Verde e Angola seguem logo atrás. Os dados de Portugal e São Tomé e Príncipe não constam deste relatório.
A economia dos Estados Unidos deve registrar uma alta de apenas 2,1% neste ano, meio ponto percentual a mais do que em 2016. Já para os dois próximos anos o nível deve permanecer quase igual aos de 2017.
Os países da área do Euro devem ter um crescimento de 1,7% neste ano de de 1,5% em 2018 e 2019.
Entre os emergentes, Índia e China lideram as previsões de crescimento com um avanço de mais de 7% e 6% respectivamente. A Rússia deve crescer pouco mais de 1% pelos próximos três anos.
Os especialistas do Banco Mundial preveem que as atividades de recuperação econômica nos países emergentes devem ultrapassar a média de longo prazo em 2018 e terão um impacto positivo no crescimento global.
Ao mesmo tempo, o Banco Mundial adverte que "riscos significativos" podem mudar essas previsões. Os especialistas explicam que novas restrições podem prejudicar a recuperação do comércio global.
fonte: Rádio ONU

ONU: Para especialista, violência doméstica é um tipo de execução arbitrária

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Agnes Callamard é relatora de direitos humanos e pede que governos reconheçam ataques a mulheres como violação de direitos; ela afirma que há indícios contundentes de que mulheres têm mais risco de sofrer violência.
Foto: ONU/Martine Perret
Leda Letra, da ONU News em Nova Iorque.
Uma especialista da ONU em direitos humanos defendeu, esta quarta-feira, que os governos "façam mais para combater as taxas desproporcionalmente altas de violência sofrida por mulheres".
Agnes Callamard é relatora especial* sobre execuções arbitrárias e apresentou seu relatório ao Conselho de Direitos Humanos.
Crimes Domésticos
Ela quer que as autoridades reconheçam assassinatos domésticos ou causados por parceiros, assassinatos de honra e de pessoas Lgbtqi como uma forma de execução arbitrária.
Callamard ressaltou que "o gênero tem papel central na habilidade das pessoas em desfrutar de seus direitos humanos, em especial o direito à vida", lembrando que "a misoginia persiste em todos os níveis da sociedade".
Vítimas
Para a relatora da ONU, "existem indícios inconfundíveis de que as mulheres enfrentam um risco desproporcional de sofrer maus-tratos e violência". Estatísticas globais mostram que metade das mulheres vítimas de homicídio foi morta por familiares ou parceiros íntimos. No caso dos homens, a taxa é de 5%.
Agnes Callmard falou também sobre outros fatores de risco, como raça, etnia, religião, classe social, deficiências ou orientação sexual. O relatório dela detalha altas taxas de violações ao direito à vida contra mulheres e meninas com deficiência, indígenas e pessoas transgêneras.
O estudo da relatora destaca ainda que assassinatos baseados em gênero podem ter causas intencionais e também acontece pela falta de condições básicas, como acesso à água, à comida, à habitação e a serviços de saúde.
Callamard declarou que "o direito à vida é uma questão de acesso a direitos políticos, civis, econômicos, sociais e culturais".
*Os relatores especiais especiais fazem parte do Conselho de Direitos Humanos da ONU e trabalham de forma voluntária, sem receber salário. Eles não são funcionários das Nações Unidas e trabalham de forma independente de qualquer governo ou organização.
fonte:Rádio ONU

ONU: Guterres elogia processo de entrega de armas das Farc-EP na Colômbia.

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Secretário-geral da ONU disse que está encorajado com o progresso na implementação do acordo de paz; a Missão da ONU no país sul-americano completou o recebimento da primeira fase, com a entrega de 30% dos armamentos utilizados pelo grupo.
Secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré (arquivo)
Edgard Júnior, da ONU News em Nova Iorque.*
O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou esta quinta-feira que está "encorajado com o progresso na implementação do acordo de paz na Colômbia".
Em Nova Iorque, o porta-voz de Guterres, Stephane Dujarric, disse a jornalistas na sede das Nações Unidas que o secretário-geral citou em particular a finalização da entrega das armas que pertenciam ao grupo Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia-Exército do Povo, Farc-EP.
Fase 1
Os armamentos estão agora com a Missão da ONU no país sul-americano, que explica que a primeira fase do processo de entrega, de 30% das armas, foi completada na quarta-feira.
António Guterres incentiva as duas partes, Farc-EP e governo, a avançarem com a implementação do acordo de paz cumprindo com os compromissos adotados no documento.
Destruição
O secretário-geral reiterou a prontidão da ONU em continuar apoiando o processo de paz na Colômbia.
Segundo a Missão das Nações Unidas no país, 44 containers estão prontos para receber um total de 7 mil armas das Farc-EP, incluindo também munição, minas e explosivos.
A ONU já enviou à Colômbia 450 observadores internacionais para acompanhar o processo. Quando a entrega dos armamentos for finalizada, os containers serão transportados para centros de armazenamento. A meta é tirar todas as armas das zonas de guerra e destruí-las até 1 de setembro.
*Apresentação: Leda Letra.
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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Senegal: Defesa dos Direitos Humanos - O trabalho do juiz Kéba Mbaye citado como um exemplo.

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juiz Kéba Mbaye

Um simpósio internacional sobre a vida e obra do juiz Kéba Mbaye abriu ontem em Dakar. Esta reunião científica reúne os principais acadêmicos, juízes nacionais e internacionais para promover os valores éticos e solidariedade desta grande figura do Judiciário senegalês.

"Kéba Mbaye, uma figura de Justiça". É em torno deste tema que o simpósio internacional acontece sobre a vida e obra do juiz Kéba Mbaye. Co-organizado pela Faculdade de Ciências Jurídicas e Política UCAD, a Fundação Mbaye  Kéba e o Instituto de Direitos Humanos e Paz (loco IDHP), referiu que em Dakar o simpósio reúne líderes acadêmicos, juízes nacionais e ativistas de direitos humanos internacionais, entre outros. De acordo com o decano da Faculdade, Professor Mamadou Badji, esta conferência é oportuna. 

Ela ocorre em um contexto em que permitirá aos participantes para refletir, mas sobretudo para revisitar as obras deste juiz distinto que trabalhou duro para a promoção dos direitos humanos e do direito constitucional. Além de sua maestria da lei, o juiz Keba Mbaye tem "um pensamento" é importante para o popularizar. O trabalho duro, o culto de adoração bem feito, a responsabilidade, o respeito à ética, entre outros, se enquadram nesta categoria. 

Daí o interesse deste tributo que fazem seus pares para o serviço ao Judiciário. "Juiz Keba Mbaye marcou sua época pela evolução da justiça e por reformas corajosas", disse o decano da Faculdade de Direito e Ciências Políticas de UCAD. Segundo ele, a multiplicidade de temas a serem discutidos durante os dois dias da conferência reflete a natureza multidimensional do homem e vai contribuir em todas as lutas pelo que o juiz tem feito ao longo de sua vida. O Presidente da Fundação, Keba BA, por sua vez, elevou o caráter republicano do homem. "Sempre pautada pela ética e da constante busca de paz e de solidariedade, o juiz Keba Mbaye é um modelo para as gerações atuais e futuras", disse Ba. Além disso, ele disse que esta conferência demonstra o acerto de seu compromisso com a empresa. 

Presidindo a cerimônia de abertura, o vice-reitor da UCAD, Abdoul Amadou Sow, disse que o juiz Kéba Mbaye teve uma postura que transcende as divisões. Ele participou em 1991 nas negociações que levaram à elaboração de um código eleitoral consensual em um contexto de protesto permanente de condições de organização das eleições políticas no Senegal. Ele também foi membro fundador da Associação Senegalesa de Juristas e editor da Carta Africana dos Direitos Humanos e dos Povos.

fonte: lesoleil.sn

Ativistas angolanos continuam presos depois de cumprirem penas.

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Os sete jovens condenados em abril já deveriam ter saído em liberdade. O seu advogado, Luís Nascimento, dá conta que os ativistas foram vítimas de "tratamento desumano" e transferidos para outra cadeia fora de Luanda.
Angola Justiz Symbolbild (DW/N. Sul de Angola)
A libertação dos sete ativistas angolanos condenados, em abril, a uma pena de 45 dias de prisão efetiva por terem sido considerados culpados dos crimes de resistência às autoridades no município de Cacuaco, arredores de Luanda, depende da decisão do Tribunal Supremo.
Luís Nascimento, advogado dos jovens, que foram detidos quando protestavam a favor da transparência no processo eleitoral em Angola, afirma que os ativistas já deviam estar em liberdade desde o último sábado (03.06). No entanto, até ao momento, os jovens continuam detidos e não há nenhum esclarecimento sobre a sua situação.
Para além de terem sido condenados a pena de prisão efetiva, os sete ativistas foram também condenados ao pagamento de uma multa de 65 mil kwanzas, o equivalente a 365 euros. No entanto, também o pagamento desta quantia já foi efetuado pelos seus familiares. Assim, e mesmo tendo cumprido a punição, Adão Bunga "MC Life”, David Saley, Paulo Mabiala "DMX”, António Mabiala, Mário André e Nzunzi Zacarias continuam detidos.
"Tratamento desumano" nas cadeias
Em entrevista à DW África, Luís Nascimento afirma que os seus clientes foram torturados e transferidos para outra cadeia fora de Luanda. Acrescenta ainda que desconhece os motivos da transferência. "Tive conhecimento de que houve uma decisão, acho que do serviço Penitenciário, para deslocar pelo menos cinco dos recorrentes para fora de Luanda. E não só. Também foram alvo de tratamento desumano e degradante", denunciou.
O porta-voz do Serviço Penitenciário angolano, Menezes Cassoma, nega que tenham ocorrido agressões aos ativistas no estabelecimento prisional de Viana e explica que os jovens continuam detidos porque os estabelecimentos prisionais onde se encontram ainda não receberam os mandados. "Para a soltura dos [ativistas] é importante que sejam emitidos, pelos órgãos, competentes - o tribunal. [Os ativistas] só não foram soltos porque ainda não recebemos soltura”, afirma Menzes Cassoma, acrescentando que o estabelecimento prisional não tem "competência” para colocar os jovens em "liberdade sem que estas solturas estejam nas suas mãos”.
Luís Nascimento não recebeu ainda a resposta do Ministério Público sobre a questão da liberdade dos seus constituintes. No entanto, o advogado duvida que os jovens saiam em breve dos estabelecimentos prisionais onde se encontram. "Duvido porque a decisão é do Tribunal Supremo e, se ainda não há nenhuma decisão a esta hora, muito dificilmente se concretizará com o mandato de soltura hoje”, explica.

Há políticos, militares e empresários angolanos (ligados a sua majestade o rei José Eduardo dos Santos) que – entre outros sumptuosos excessos – gastam milhares de dólares para assistir a jogos de futebol em Portugal. Mas Angola não vive um dramático clima de crise? A crise, como todas, só atinge os escravos…

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Apesar da crise económica e financeira que afecta os angolanos, algumas figuras da elite angolana costumam alugar jactos ou viajar em aparelhos privados para assistir a grandes jogos de futebol em camarotes de estádios em Portugal.
A informação é confirmada por várias fontes ouvidas pela DW África que, por uma questão se vida, preferem manter o anonimato. Se o não fizessem chocariam com muitas das balas perdidas que vagueiam nos céus de Angola e que, por uma questão “genética”, só conseguem acertar nos inimigos do regime.
Parte dos jactos aterra no Aeroporto da Portela, na capital portuguesa, Lisboa, e aplacam no antigo Terminal Aéreo Militar de Figo Maduro. Outros vão para o Aeródromo de Tires, em Cascais. Além de Portugal, o Brasil é outro dos destinos das altas individualidades da elite angolana que viajam em jactos privados para fins diversos, revelou uma fonte militar abordada pela DW.
Um voo desta natureza para Lisboa, adianta a mesma fonte, pode custar por pessoa entre 10 mil a 15 mil dólares. De acordo com uma empresa portuguesa que presta serviços nesta área, o preço real do aluguer do aparelho Luanda-Lisboa para 14 lugares VIP, já incluindo taxas e mordomias, ultrapassa os 50 mil euros (só ida mais três noites), dependendo do tempo de estadia.
De acordo com uma das edições do “Correio Angolense”, no final da primeira Liga portuguesa de futebol, entre o Benfica e o Vitória de Guimarães, registou-se “um movimento inusitado de aviões a jacto executivos saídos de Angola”, que transportaram para Lisboa políticos, oficiais-generais e empresários, entre outros. Na altura, o Aeroporto de Figo Maduro terá recebido dezenas de aviões de pequeno porte provenientes de Luanda.
A DW quis confirmar as informações, mas recebeu uma resposta evasiva por e-mail do departamento de relações públicas daquela infra-estrutura, sob a tutela da Força Aérea Portuguesa: “Infelizmente não será possível à Força Aérea acolher a sua solicitação”.
A ANA – Aeroportos de Lisboa também não avança muita informação, referindo apenas que “atendendo à indisponibilidade de slots, o Aeroporto Humberto Delgado deixou de receber aviação executiva”. Por e-mail, a empresa remeteu-nos para o Aeródromo de Tires, em Cascais, por ser “esta infra-estrutura que tem recebido este tipo de movimentos”.
O que inquieta o ex-primeiro ministro angolano Marcolino Moco é que estes luxos decorrem numa altura em que Angola enfrenta uma forte crise económica e financeira, provocada pela queda do preço do petróleo no mercado internacional.
Mas “há coisas piores em Angola”, considera Marcolino Moco. Como, por exemplo, o facto de o Presidente da República, José Eduardo dos Santos, ter nomeado a sua própria filha como presidente da Sonangol, “a empresa mais importante do país, que é uma empresa pública”, frisa.
“O que é escandaloso é terem sido instituídas no país estruturas ao serviço de uma família só”, afirma o ex-primeiro-ministro, lembrando que “não é só a Constituição em si que já dá poderes excepcionais a um Presidente da República, mas sobretudo a própria prática”.
Em Angola, acrescenta, “o que há são ordens superiores” e o próprio Presidente da República “é que instituiu esse tipo de regime e então criou super-homens, super-endinheirados, super-tudo”.
Ouvido pela reportagem da DW, o nosso director, William Tonet, afirma que esta é uma prática rotineira do novo-riquismo em Angola, demonstrada por figuras ligadas ao poder. “Os novos ricos angolanos têm uma série de jactos particulares. Grande parte dos ministros não viaja em aviões de carreira quando se desloca ao exterior”, referiu William Tonet.
“E como não há essa noção do que é gerir um Estado, as pessoas acham absolutamente normal que, diante do sofrimento e das dificuldades da maioria, consigam que os bancos transfiram dinheiro para pagar sobrevoos, subestadias e tripulações, durante o tempo que eles entenderem”, lamentou o director do Folha 8.
Para William Tonet, fazer uma viagem internacional num avião particular não é de “bom tom” num país em crise e deveria merecer uma reflexão crítica mesmo no interior do partido do poder, o MPLA.
“E isto do Benfica é uma aberração quando efectivamente muitos desses dirigentes só precisavam de emprestar um pouco de carinho às equipas angolanas para o campeonato interno ser bem melhor”, concluiu Tonet.


Folha 8 com DW África

segunda-feira, 5 de junho de 2017

CEDEAO pede a aplicação do Acordo de Conacri na Guiné-Bissau.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Dirigentes da África Ocidental reunidos, este domingo (04.03), em Monróvia, na Libéria, dizem que os atores políticos guineenses devem pôr em primeiro lugar o superior interesse da nação.
fonte: DW África
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Os chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) reuniram-se para debater a crise na Guiné-Bissau e o ponto de situação na região.
O presidente da comissão da CEDEAO, Marcel Alain de Souza, lançou "um apelo urgente e solene a todas as partes na Guiné-Bissau para darem prioridade ao interesse superior do país em relação aos interesses partidários".
Marcel Alain de Souza instantou os atores políticos guineenses a "porem em pática o Acordo de Conacri", concluído em outubro, no âmbito da mediação da CEDEAO.
O acordo  prevê a formação de um Governo consensual integrado por todos os partidos representados no Parlamento e a nomeação de um primeiro-ministro de consenso. Contudo, depois da assinatura do documento, o Presidente José Mário vaz nomeou Umaro Sissoco Embaló como primeiro-ministro, medida contestada por vários partidos políticos.
Guinea-Bissau Anti Regierungs Protest
A não aplicação do Acordo de Conacri já levou à realização de protestos
Em maio, o Conselho de Segurança das Nações Unidas apelou ao Presidente José Mário Vaz a pôr fim ao bloqueio político com a nomeação de um primeiro-ministro que reunisse amplo consenso.
Contudo, o Acordo de Conacri continua sem ser aplicado apesar de a CEDEAO ter admitido a imposição de sanções a quem criasse obstáculos à sua execução.
A região da África Ocidental encontra-se relativamente estável, contudo "a situação na Guiné-Bissau, Mali, no norte da nigéria, Níger, Burkina Faso e os recentes acontecimentos na Costa do Marfim chamam-nos a ser mais vigilantes", alertou Marcel Alain de Souza, presidente da comissão da CEDEAO.
A Presidente da Libéria e presidente cessante da CEDEAO, Ellen Johnson Sirleaf, lembrou que "hoje os ataques terroristas põem em causa a estabilidade regional".
Na 51.ª sessão ordinária dos chefes de Estado e de Governo da CEDEAO assistiu-se à passagem do testemunho. O Presidente do Togo, Faure Gnassingbe, foi nomeado novo presidente, sucedendo a  Ellen Johnson Sirleaf, na presidência rotativa da CEDEAO.
Israel quer entrar na UA
A cimeira da CEDEAO contou com com a presença do primeiro-ministro de Israel. "Acredito em África, acredito no seu potencial presente e futuro", afirmou Benjamin Netanyahu perante os líderes africanos, a quem disse a sua presença na cimeira da CEDEAO era a "realização de um sonho".
Israel Benjamin Netanjahu
Benjamin Netanjahu, Presidente israelita, quer reforçar laços com África
O primeiro-ministro anunciou a criação de dois centros de comércio na África Ocidental e Oriental, a fim de aumentar as relações comerciais entre Israel e o continente.
"Acredito no reforço das nossas relações, que é uma das nossas principais prioridades", declarou Netanyahu, que se disponibilizou para parcerias com os países africanos nas áreas de tecnologia, agricultura, segurança, entre outras.
Perante os líderes da África Ocidental, Netanyahu afirmou que Israel pretende integrar a União Africana, com o estatuto de país observador. Já teve esse estatudo, mas perdeu-o com a dissolução da Organização da Unidade Africana, em 2002, substituída pela União Africana.

Brasil: Nós, os sobreviventes do Titanic.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

04.06.2017 | Fonte de informações:

Pravda.ru

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A Lava Jato só ocorreu porque um governo de esquerda implementou uma política de transparência e independência judicial que permitiu a nomeação de um procurador-geral com total autonomia. Quem diz isso é o correspondente do The Guardian, Jonathan Watts, em uma matéria de 3 páginas no tradicional jornal inglês. Uma transparência que agora empilha denúncias de corrupção jamais imaginadas sobre Temer e os partidos que o colocaram no poder. Isso explica as articulações políticas e de parte da "grande mídia" em conter a ação da PF e do Ministério Publico assim que desalojaram o PT do poder. Florestan Fernandes Junior


Se por um lado, abriu-se a caixa de pandora da corrupção, a Lava Jato, segundo o The Guardian, colocou a gigante Petrobras de joelhos diante de suas concorrentes internacionais. Com o "novo" governo, os campos petrolíferos brasileiros descobertos na Era Lula começam a ser entregue às petroleiras estrangeiras. Aliás, desde 2014, eu e vários jornalistas alertávamos para esse desmonte que destruiu também as multinacionais da construção civil brasileira. Em outros países, investigações de corrupção ficam focadas nos empresários, e não na destruição de suas empresas. Em alguns casos ocorre até uma intervenção federal na direção de empresas para preservar o faturamento e garantir os empregos. Estranhamente esse nunca foi o interesse dos que manipularam as investigações com vazamentos seletivos. Em apenas 3 anos a Lava Jato inundou o país, afundando nosso "Titanic", jogando ao mar os corruptos, os corruptores e nossa economia, que de sétima do mundo retornou a seu passado insignificante. Enquanto o grande capital é salvo em botes luxuosos, os brasileiros são abandonados no naufrágio e vão se afogando no desemprego e na falta de perspectiva de uma sobrevivência digna.
Os comandantes da nau ameaçam tirar nossos direitos trabalhistas e a previdência social. O porto seguro é algo distante e desfocado no horizonte, mas ainda podemos salvar nossas vidas e retomar o timão. A hora é de enfrentar a tempestade, defendendo a democracia e vencendo os piratas. No próximo domingo todos temos o compromisso de inundar o Largo da Batata num só grito: Diretas Já!

fonte: pravda.ru

Prisão de Lula é declaração de guerra ao brasileiro.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

 Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
Prisão de Lula é declaração de guerra ao brasileiro. 26690.jpeg

Creio que o mais imbecilizado coxinha já desconfiou que o impeachment da Presidente Dilma foi um golpe com dois interesses: do lado internacional, destruir o Brasil e sua economia, para favorecer o sistema financeiro internacional, ou, como denomino, a banca; do lado nacional, colocar à testa do único poder ainda não completamente corrompido um representante à altura dos derrotados de 2014.

Pedro Augusto Pinho*

Como não se tapa o sol com peneira, aos poucos foram sendo expostos as reais personalidades dos atores e os verdadeiros interesses dos novos ocupantes do executivo e seus aliados. Aquele cuja obsessão, desde a derrota para presidente, foi destruir a "nação ingrata", como declaração de sua esposa em rede virtual, mostrou-se, pior do que um espírito fraco submetido à droga, um aliado dos traficantes, um insistente devorador de recursos escusos, um criminoso que tem agora, após enorme relutância de outros poderes, um pedido de prisão. O traidor, dotado de medíocre percepção de seu papel, caiu, pela ambição voraz, nas malhas de um dos corruptores. E toda corja, toda súcia dos golpistas e oportunistas vai sendo, pouco a pouco, apresentada à nação, que um tanto envergonhada dos bate panelas, ou um tanto horrorizada dos jardins paulistanos e da zona sul carioca não tem como desmentir. E, também perplexa pela imensidão dos crimes e da agressão ao País, fica a maioria dos honestos trabalhadores brasileiros.
É preciso reagir, reclamam os interesses estrangeiros. Temos que mudar o foco destas acusações, programam seus representantes no Brasil.

Surgem, então, os procuradores Lava Jato, articulados com seu mestre maior, recém chegado do país de seus instrutores, para pedir a prisão de Lula.
Para que a história não deixe sem registro, são peticionários de punição de Luiz Inácio Lula da Silva, por crime inexistente: Deltan Martinazzo Dallagnol, Antonio Carlos Welter, Carlos Fernando dos Santos Lima, Januário Paludo, Isabel Cristina Graba Vieira, Orlando Martello, Diogo Castor de Mattos, Roberson Henrique Pozzobon, Julio Carlos Motta Noronha, Jerusa Burmann Viecili, Paulo Galvão, Athayde Ribeiro Costa e Laura Gonçalves Tessler (Autos nº 5046512-94.2016.4.04.7000, em 02/07/2017).

A Lava Jato já destruiu a maior empresa brasileira, detentora de tecnologia própria e sem igual no mundo do petróleo, que está sendo despedaçada e repartida entre vorazes bocas estrangeiras. Sabem por que? Porque o capital financeiro emitiu muitos, mas realmente uma enorme quantidade de papéis de dívida sem lastro. E, em todos os bancos, aqui e em toda parte, eles foram vendidos a "aplicadores", aos "fundos de pensão", aos ingênuos compradores de fundos e certificados bancários. Mas como pagar o que não existe? Assim ocorreram as crises desde 1990, sendo a última, em 2008, até hoje deixando bancos norteamericanos e europeus em situação crítica, obrigando os governos a tirar recursos dos impostos para evitar mais falências, mais escândalos financeiros. O Brasil, com o pré-sal, com a riqueza mineral, com nióbio,  Amazônia, sua capacitação em energia nuclear, era um pitéu ultra desejado.

Cria-se então a Lava Jato. Qual seu saldo nestes três anos? Grandes empresas nacionais de engenharia fecham as portas, desempregam-se mais de 600.000 profissionais qualificados, sobe para 14% a população desempregada, a Petrobrás é doada, parte por parte, aos estrangeiros, a Base de Alcântara, para lançamento de foguetes brasileiros, é entregue para gestão dos Estados Unidos da América (EUA), todo o País sofre com a recessão. Conquistas históricas dos trabalhadores são lançadas no lixo, vive a desesperança!

E os corruptos? Os grandes e verdadeiros corruptos estão em casa, com ou sem tornozeleiras, desfrutando de seus saques. Os que se recusam a incriminar o Presidente Lula, pois lhes resta alguma dignidade, são torturados e suas famílias, em verdadeiro rito medieval. Mas a senhora Eduardo Cunha, que reconheceu gastar milhões de reais em supérfluos de todo gênero, ter conta na Suíça, dos valores recebidos como suborno e achaques pelo marido, é inocentada pelo juiz Sergio Moro. Pode-se pensar: quanto custou? E, nas redes sociais, sai uma hipótese: o advogado da Claudia Cunha está envolvido em escândalo das APAE junto com a senhora Sergio Moro. Ah!

As 341 páginas da Força Tarefa dos Procuradores Lava Jato não contém uma única prova, um único fato delituoso, que se atribua a Lula. É uma anáfora de pensamentos e desejos, um rol de citações tão absurdas que precisam invocar Sherlock Holmes (SH). Isto mesmo, o detetive criado pelo gênio de Conan Doyle. Em 1983, o escritor Umberto Eco realizou um estudo, com base na teoria de Charles S. Pierce, sobre o método investigativo de SH (U. Eco e Thomas Sebeok, coordenadores, O Signo dos Três, Perspectiva, SP, 2014). Este estudo é denominado semiótico, isto é, que se dedica aos signos e às representações. Pois os procuradores transformam os estudos de sinais, em romance policial,  numa base da argumentação contra Lula. O simbolismo em Sherlock Holmes. Haja coragem!

E, assim, pretendem incendiar o país, levar brasileiros à morte pela repressão, o caos de uma guerra civil para atender um dos objetivo da banca: reduzir a população mundial, a curto prazo, para 500 milhões de habitantes.
Se escaparem da ira dos despossuídos, os Lava Jato não escaparão das páginas da história e da maldição dos pósteros.
E o que você acha, prezado leitor? Que a Lava Jato combate a corrupção ou o desenvolvimento do Brasil?

Para quem argumenta com ficção, concluo com uma citação do colega de Sherlock Holmes, o Comissário Maigret, criação notável de Georges Simenon: "Na realidade, o papel da polícia é proteger o Estado; primeiro, o governo, seja ele qual for, em seguida as instituições, o dinheiro ..."(Maigret e o ladrão preguiçoso, Colecção Vampiro, Livros do Brasil, Lisboa).

*Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado

fonte: pravda.ru

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