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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Al Qaeda planejava novos atentados nos Estados Unidos.

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O Ground Zero, em Nova York, onde dois aviões derrubaram as Torres Gêmeas do World Trade Center em 11 de setembro de 2001.REUTERS/Mike Segar.


Cinco dias após a morte de Bin Laden, novas informações continuam vindo à tona. O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos revelou na quinta-feira que a Al Qaeda planejava realizar ataques contra trens nos Estados Unidos por ocasião do 10º aniversário dos atentados do 11 de setembro.
Com colaboração de Ligia Hougland, correspondente em Washington,
Segundo o porta-voz, Matt Chandler, material com planos do atentado foram capturados na casa onde Bin Laden estava escondido, em Abbottabad, ao norte da capital paquistanesa. Os documentos datam de fevereiro de 2010. “Não havia informação sobre possíveis locais ou alvos específicos", mas a ideia da Al Qaeda era sabotar os trilhos de uma ferrovia e fazer um trem despencar de uma ponte sobre um vale nos Estados Unidos.
O presidente americano, Barack Obama, vai se encontrar nesta sexta-feira, na base militar de Fort Campbell, na região leste dos Estados Unidos, com os agentes das forças especiais da operação que matou Osama Bin Laden e quatro acompanhantes do líder da Al Qaeda, domingo passado, no Paquistão.
A polêmica em torno da invasão do espaço aéreo paquistanês pelos helicópteros americanos, à caça de Bin Laden, considerada por muitos paquistaneses como uma agressão à soberania do país, cria tensão entre Washington e Islamabad.
O relacionamento entre os Estados Unidos e o Paquistão está ficando gradualmente mais tenso, dias depois da operação militar americana que capturou e matou Ossama Bin Laden em Abbottabad. Os líderes das Forças Armadas paquistanesas advertiram os Estados Unidos, nesta quinta-feira passada, para que não executassem outras operações semelhantes no país asiático, pois as consequências poderiam ser “desastrosas”, conforme palavras do Secretário do Exterior do Paquistão, Salman Bashir.
Algumas fontes afirmam que o chefe das Forças Armadas do Paquistão, General Ashfaq Kayani, decidiu, junto com outros 12 generais paquistaneses, ter como meta reduzir ao máximo possível o número de militares americanos presentes no país. Atualmente, os EUA têm oficialmente cerca de 275 militares em solo paquistanês.
Washington não está fazendo comentários sobre um possível estremecimento nas relações com o Paquistão. Mas, recentemente, o porta-voz do departamento de Estado americano, Mark Toner, disse que não está descartada a possibilidade de os Estados Unidos executarem outras operações como a do domingo passado.
Em visita ao Ground Zero, em Nova York, nesta última quinta-feira para homenagear as vítimas do ataque terrorista de 11 de setembro ao World Trade Center, o presidente americano, Barack Obama, não fez um pronunciamento formal.
A opinião pública americana agora se pergunta mais do que nunca se as guerras no Iraque e no Afeganistão são realmente necessárias para combater a Al-Qaeda. O principal líder do grupo terrorista foi, afinal de contas, capturado e morto no início desta semana devido à eficácia dos serviços de inteligência, e não como resultado das guerras.

Fonte: RFI

Luanda recebe Assembleia-Geral das Cidades de Língua Portuguesa.

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A vigésima oitava Assembleia-Geral da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) realiza-se nos dias 10 e 11 deste mês.
Da Redação, com Angop.

 Luanda - A vigésima oitava Assembleia-Geral da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) realiza-se nos dias 10 e 11 do corrente mês na capital angolana.

De acordo com um documento do GPL, o evento está sendo organizado pelo Governo Provincial de Luanda, que criou em Janeiro uma comissão para preparar todas as condições para o êxito da reunião.

A comissão é constituída pelos directores provinciais da Cultura, da Saúde, das Obras Públicas, da Energia e Águas, do Turismo e Hotelaria e do director do gabinete jurídico.

Integram ainda o chefe do centro de documentação e informação, o assessor social do governador e a secretária do governo.

A UCCLA, criada a 25 de Junho de 1985, é uma associação intermunicipal de natureza internacional que tem por objectivo principal fomentar o entendimento e a cooperação entre os munícipes das cidades membros, através do intercâmbio cultural, científico e tecnológico.

São membros efectivos as antigas e actuais cidades capitais de Língua Portuguesa: Bissau, Bolama, Brasília, Cacheu, Dili, Guimarães, Ilha de Moçambique, Lisboa, Luanda e Huambo, Macau, Maputo, Oecussi-Ambeno, Praia, Ribeira Grande de São Tiago, Rio de Janeiro, Salvador, Santo António do Príncipe e São Tomé/Água Grande.

Fazem parte do grupo de membros associados as cidades cuja população apresentam uma componente significativa, histórica ou cultural, ligada a qualquer dos países membro efectivos. Entre elas, constam a Assomada, Belém, Belo Horizonte, Gabu, Huambo, Porto Alegre, São Filipe, São Vicente/Mindelo.


Fonte: Africa21

quinta-feira, 5 de maio de 2011

A ex-primeira dama do Gana, Nana Konadu Agyeman Rawlings, finalmente lançou sua campanha para lançar uma turnê nacional rigorosa para a tela, para a votação dos delegados a eleger ela como o candidato presidencial do Congresso Democrático Nacional (NDC) para a eleição presidencial de 2012 . Ela já escolheu as suas formas de nomeação.

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O aspirante presidencial, a ex-Primeira Dama do Gana e presidente do 31 de dezembro do movimento de mulheres (31 LPI), Nana Konadu Agyeman Rawlings, que foi habilmente apoiados por seu marido o ex-presidente Rawlings disse, o governo do presidente Mills não conseguiu prosseguir com o " compromisso explícito da NDC de defender a vontade do povo ".

"Vamos tomar de volta o coração e a alma do NDC, vamos trabalhar para erradicar a cultura de apatia, a cultura da indisciplina e da cultura de descaso que assola este país hoje. Vamos incutir dinamismo e vitalidade de volta para o NDC, "ela insistiu.

Sra. Rawlings disse que era hora de uma "regeneração do verdadeiro espírito de devoção de princípios e lealdade ao partido NDC".

"Eu estou diante de vocês aqui hoje, porque eu represento a justiça social e a uma liderança que acredita em uma abordagem bottom-up para a governação", disse acrescentando que "chegou o momento de escolher uma pessoa que vai oferecer uma liderança eficaz, que seja honesto sobre as escolhas e os desafios que enfrentamos, uma pessoa que vai lhes dar a esperança, que vai ouvir e aprender com vocês. "

Em seu discurso ela disse, a presença de seus partidários e o partido como um todo confirma a crença e apoio para a mudança no NDC.

Ela disse, com o seu apoio para trazer o partido de volta aos trilhos e voltar aos valores do NDC, há a necessidade de votar em um candidato que promete mudar, probidade, liberdade, responsabilidade e justiça, como uma pedra de cama para cada nação incluindo o Gana.

Ela era a crença de que algo dinâmico e fenomenal vai acontecer ao NDC para a vitória de 2012, quando o bom povo de Gana vota para a mudança real.

Ela disse que chegou o momento de mostrar o espírito de devoção e de pôr fim à política que fomenta divisão e vingança.

Chamou-se a si uma mulher de princípios para quem quiser ver Gana desprovido de doença, mas com a estabilidade, unidade e desenvolvimento.

"Sou Rawlings e orgulho-me de ser casada com o Sr. Jerry John Rawlings, que deu sua vida para Gana na época que o país estava rastejando de sangramento para o desenvolvimento e sinto como ele se sente sempre ao criticar a liderança no país. Isso porque ele JJ Rawlings não levou Gana para seu conforto pessoal ", disse ela.

Sra. Rawlings acrescentou que, ela tinha orgulho de defender seus princípios, que irá levá-la e o NDC para a vitória de 2012.
Ela disse que ela representa o espírito e a justiça social, a liderança eficaz, honestidade que representam o futuro do NDC.

Sra. Rawlings esta esperançosa de que ela vai mudar a causa da vitória de Gana e exortou as mulheres a se aproximar e avançar o Gana.

Ela recorreu ao delegado do partido para ter a vontade de mudança e de votar nela para fazê-la o candidato presidencial a partir de Julho que vem, 2012.

Sra. Rawlings convidou os delegados que votarão no dia 08 de julho no Congresso Democrático Nacional (NDC) e de rejeitar qualquer tentativa por parte de elementos dentro do partido para suborná-los.
"Um verdadeiro sangue de liderança do NDC não compra apoio, não! Nós não compramos apoio. Um verdadeiro sangue de liderança do NDC não compra votos. Nós não compramos votos e os trabalhos para a votação. Na verdade nós não compramos delegados. Esta tendência está a destruir o espírito e princípios do NDC e é uma vergonha ", a Sra. Rawlings disse aos adeptos em cheio.

Ela disse que "há agora uma política de ameaças. A política do medo, uma política de influência financeira imposta à nossa festa ... Vamos trabalhar para remover a política de vingança, vamos trabalhar para eliminar a política da arrogância que está sendo introduzida em nosso partido e restaurar a confiança, esperança e respeito ao nosso partido e ao povo de Gana ".

O Ex-Presidente do Gana Flt Lf JJ Rawlings parabenizou a sua esposa, Nana Konadu para assumir um grande passo e disse que chegou o momento para que as mulheres começam a assumir o desafio de subir para a ocasião e contribuir com seus esforços para o desenvolvimento de Gana .

Ela disse, o partido NDC que lutou  contra o poder do partido da oposição em eleições de 2008, tinha perdido toda a sua credibilidade e pode ser visto a perder as eleições de 2012, até que uma mudança de engrenagem é restaurado. "Eu não estou dizendo isso para o desrespeito ao atual presidente Mills, do mesmo partido", disse ela.

Ela disse que, o actual Presidente Mills a quem ela apoiou e fez campanha para que todas as pessoas trabalhassem em torno dele, mas o abandonaram, não vivem maisacom os princípios gerais do partido (NDC). "O Governo do Presidente Mills não fez o suficiente para colocar à justiça e os assassinos de Yana Yakubu Andani, regente da Dagbgon. O Presidente também não tem levado à justiça a funcionários corruptos do governo do NPP, administrações anteriores que ainda estão se divertindo. "

Ela disse que esse tipo de egoísmo não pode continuar a ir a tal forma como tem sido nos últimos dois anos desde a volta ao poder do partido.

  E que a oposição não tem sido investigado e o governo do Presidente Mills tinha perdido quase todos os casos contra eles, esse tipo de egoísmo não pode continuar, disse.

Ela fez um apelo apaixonado para que todos possam espalhar a mensagem aos seus círculos eleitorais diferentes.

fonte: africanews

Moçambique será um País de Desenvolvimento Médio em 2021.

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Dentro de 10 anos, Moçambique deverá passar de País Menos Desenvolvido a País de Desenvolvimento Médio. A previsão é do Banco Mundial, instituição que adverte que, para tal, a economia moçambicana deverá crescer a 10 por cento por ano.

Segundo Justin Lin, economista-chefe do Banco Mundial, a economia moçambicana deverá crescer 10 por cento ao ano para que, dentro de uma década, o país tenha rendimento médio.A previsão foi feita em Maputo durante uma palestra subordinada ao tema "Nova Economia Estruturalista". Para Justin Li o Produto Interno Bruto de Moçambique tem potencial para crescer a 10% anuais, nos próximos anos, apresentando vantagens comparativas na agricultura, mão-de-obra abundante e muita riqueza em recursos minerais. Segundo as Nações Unidas, para que um país passe da categoria de País Menos Desenvolvido, que é a situação actual de Moçambique, para País de Desenvolvimento Médio, tem de melhorar o Índice de Desenvolvimento Humano e o rendimento per capita, entre outros requisitos.
Fonte: OJE/Lusa

Fortuna de Kadafi congelada no exterior será revertida ao povo líbio.

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Hillary Clinton (e) e ministro italiano Franco Frattini na conferência em Roma.

Nos EUA, há 30 bilhões de dólares confiscados, na Alemanha são 6 bilhões de euros. Dinheiro deve reverter à população "para amenizar o sofrimento", afirma ministro alemão. Na Líbia, guerra civil chegou a impasse. O Grupo Internacional de Contato para a Líbia irá criar um fundo especial de apoio financeiro ao Conselho Nacional de Transição na Líbia, formada pelos opositores do ditador Muammar Kadafi. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (05/05), após a reunião em Roma dos ministros do Exterior dos países integrantes do grupo.
O fundo fiduciário estará submetido a rigorosas medidas de controle. Ele incluirá o dinheiro confiscado da fortuna de Kadafi no exterior. Nos Estados Unidos, há 30 bilhões de dólares congelados, cujo acesso só será possível através de uma emenda à lei, declarou a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, em Roma.
Dinheiro para o povo
Somente na Alemanha, as contas bancárias bloqueadas totalizam 6,1 bilhões de euros. O ministro alemão das Relações Exteriores, Guido Westerwelle, fez questão de explicitar que a soma congelada está exclusivamente à disposição "do povo líbio".
"Precisamos zelar para que essa riqueza chegue ao povo, a fim de amenizar o sofrimento", declarou Westerwelle.
Outra fonte financeira do fundo será a extração de petróleo nos territórios dos insurgentes. Devido a suas reservas de matéria-prima, a Líbia é uma das nações mais ricas do continente africano. Contudo, no momento pesa sobre ela um amplo embargo para as exportações de petróleo e gás, como sanção contra o regime Kadafi.
Missão militar x solução política
O Grupo de Contato foi criado em março último, com o fim de coordenar uma solução pacífica para a crise na Líbia. A maior parte de seus integrantes participa da intervenção militar internacional naquele país árabe.
A Alemanha foi a única nação ocidental a se abster de votar a resolução do Conselho de Segurança da ONU sobre a missão militar. Nesta quinta-feira, em Roma, voltou-se a insistir na intenção de buscar uma solução política para o conflito líbio.
Num encontro em abril, no Qatar, o grupo já concordara em estudar a criação de um "mecanismo financeiro temporário" destinado ao Conselho Nacional de Transição dos rebeldes líbios. Os líderes dos insurgentes, sediados na cidade de Benghazi, dizem necessitar de créditos internacionais de até 3 bilhões de dólares para que possam continuar os combates e prover a população com medicamentos e gêneros alimentícios.
O presidente do Conselho, Mahmud Djibril, também esteve em Roma, assim como os representantes de 40 países e organizações internacionais, incluindo a ONU, a Otan, a Liga Árabe e a União Africana. O próximo encontro do Grupo de Contato deverá ser realizado em junho nos Emirados Árabes Unidos.
Impasse na guerra civil
Enquanto isso, a embarcação Red Star One, fretada pela Organização Internacional de Migração, aportou com mais de 1.138 refugiados em Benghazi, vinda da vizinha Misrata. Entre os passageiros, estão cerca de 800 trabalhadores estrangeiros e 300 líbios. Mais de 30 pessoas estão feridas, disse uma porta-voz da organização.
Segundo informações dos rebeldes, cinco pessoas morreram na quarta-feira quando soldados de Kadafi atiraram na multidão que tentava embarcar no navio em Misrata. O porto é a única conexão com o mundo externo para os insurgentes da cidade sitiada há semanas.
Após dois meses de combates, a guerra civil na Líbia chegou a um impasse: os rebeldes dominam o leste do país e as tropas de Kadafi ocupam o oeste, com exceção de poucas cidades, como Sintan e Misrata. Milhares de pessoas estão tentando escapar dos conflitos.
fonte: AV/dpa/rtr
Revisão: Roselaine Wandscheer

A luta para mostrar ou esconder a prova da morte.

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O cadáver do "Che".
Aos vencedores interessa geralmente exibir o cadáver dos vencidos. E estes preferem geralmente negar-lhes mais essa vitória. Os antecedentes históricos nada provam sobre a morte de Bin Laden. Mas colocam os norte-americanos sob pressão, para divulgarem as anunciadas fotografias do corpo.
O MPLA mostrou o corpo de Savimbi para dissipar entre os irredutíveis da UNITA as últimas veleidades de continuarem o combate. O Governo da Guiné mostrou o corpo de Ansumane Mané, exactamente com o mesmo propósito.
A exibição de cadáveres como troféus vem de longe. Era um hábito do império romano contra os rebeldes a quem chamava bárbaros e manteve-se através dos tempos: no final do século XIX, os colonizadores espanhóis mutilaram e exibiram o cadáver do poeta e independentista cubano José Martí.
O cadáver do "Che": um troféu da CIA
Em 1967, a CIA esteve envolvida na captura do "Che" Guevara e foi factor determinante na decisão de assassiná-lo. Com o Governo boliviano, decidiu expor o cadáver sobre a mesa duma escola primária no meio da selva, e trouxe fotógrafos de todo o lado, para não restarem dúvidas sobre a identidade do morto.
No caso de Bin Laden, a mesma CIA e o mesmo Pentágono não organizaram qualquer exposição do cadáver. Deixaram correr na net fotografias trucadas sem lhes contraporem, por enquanto, as fotografias autênticas que dizem ter.
Terão - mas a demora em divulgá-las está, por qualquer motivo inexplicado, a contrastar escandalosamente com a rapidez que houve em lançar o cadáver ao mar. No caso do "Che", a prioridade atribuída à exposição do cadáver foi tal que este já começava a putrefazer-se e muitos dos fotógrados aparecem com o nariz tapado por isso mesmo.
No caso do "Che", também se decidiu enterrar o corpo em local desconhecido, para não criar um destino de homenagens e manifestações. Esse local só veio a ser revelado décadas depois, quando os restos mortais do "Che" foram entregues a Cuba.
Mas logo na altura houve a preocupação de conservar provas, mesmo dessa morte tão documentada fotograficamente: os carrascos de Guevara cortaram-lhe as mãos. E conservaram-nas até ao dia em que as enviou para Cuba um ministro boliviano aliciado pelos serviços secretos de Fidel. As mãos passaram a fazer parte de um museu do "Che".
No caso de Bin Laden, pelo contrário, a Casa Branca apenas afirma ter a prova da identidade do morto através de amostras de ADN recolhdias do cadáver e coincidentes com as de uma irmã morta há alguns anos. As amostras poderão ser convincentes para a Casa Branca, mas são-no menos para a opinião pública.
O cadáver de Hitler: o troféu que Estaline não conseguiu
Quando Hitler decidiu suicidar-se, deu instruções rigorosas aos seus ajudantes para que regassem com gasolina o seu cadáver e o de Eva Braun e que depois lhes deitassem fogo.
Certamente essas instruções se destinavam a esconder algo mais que o suicídio com vulgares cápsulas de cianeto - não com o processo mais heróico do tiro de pistola. Elas destinavam-se sobretudo a negar a Estaline o troféu propagandístico que seria a exibição do cadáver de Hitler.
Com efeito, sabe-se que Estaline parecia obcecado em capturar Hitler ou uma prova física da sua morte. Por isso dera ordens para que o cadáver fosse activamente procurado no bunker por uma unidade especial. A ansiedade era tal que a certa altura se identificou como cadáver de Hitler o de um outro homem que apresentava uma vaga semelhança física.
O facto de não ter aparecido um cadáver em condições de se fotografar de forma reconhecível alimentou durante muitos anos especulações sobre a alegada fuga de Hitler para um país estrangeiro, e entre os saudosistas da extrema-direita uma crença messiânica no regresso do "Führer".
E o escalpe?
Obama não capturou Bin Laden e aparentemente não quis capturá-lo, para depois não se ver confrontado com o mesmo dilema dos captores do "Che": assassiná-lo ou oferecer-lhe a tribuna de agitação de um processo altamente mediatiizado (embora o "tiro na cabeça" de que se diz ter morrido o chefe terrorista levante dúvidas sobre a versão da morte em combate).
Seja como for, matar Bin Laden é uma vitória de Obama e um ponto que marcou na sua pré-campanha eleitoral. Como hoje afirma o comentador israelita Amir Oren, para a pré-campanha de Obama tem mais valor o escalpe de Bin Laden do que uma certidão de nascimento do próprio Obama.
Mas onde está o escalpe?
fonte:angola24horas

Chimpanzés têm consciência de si mesmos, como os humanos.

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Por Laurent Banguet, AFP
Os chimpanzés têm "consciência de si mesmos" e, como os seres humanos, ela está ligada à capacidade de antecipar os efeitos das próprias ações sobre seu entorno, aponta uma pesquisa cujos resultados serão publicados nesta terça-feira pela revista britânica Proceedings of the Royal Society.

Como provas, os cientistas mostram que três chimpanzés fêmeas colocadas na frente de dois cursores completamente idênticos são capazes de identificar na tela de um computador qual dos dois podem controlar com o mouse.

Muitos cientistas já haviam falado sobre a capacidade de certos animais, em particular os grandes símios, de se reconhecer em um espelho. A prova mais utilizada é pintar uma marca em seu corpo que não pode ser vista, se não se olharem no espelho, observando-se, também, se tentam apagá-la ou não.

O teste do espelho provava as capacidades cognitivas dos macacos, mas a controvérsia persistia sobre os mecanismos que os permitiam identifiar a si mesmos, dada a impossibilidade de compará-los com os dos humanos.

Nos humanos, a capacidade de se reconhecer como agente independente, com efeito sobre o entorno, procede sobretudo da capacidade de relacionar o resultado esperado de uma ação com o resultado efetivamente produzido.

Por exemplo, em um jogo de videogame no qual participam vários jogadores, esta faculdade permite a cada jogador determinar rapidamente qual personagem controla entre os que se movem na tela.

Isto pressupõe uma capacidade de prever os efeitos de suas próprias ações, de comparar os efeitos das próprias ações com os resultados obtidos e de deduzir que "sou eu quem controla isso", afirmam os autores da pesquisa.

Os chimpanzés submetidos ao teste do espelho conseguem se reconhecer e apagar a pintura em sua pele inclusive se sua imagem for deformada por espelhos côncavos ou convexos, o que sugere que esta consciência de si próprios remete mais à análise de suas ações do que à de seu reflexo.

Mas alguns cientistas consideram que isto não prova que os macacos tenham uma "consciência de si mesmos", já que alguns símios poderiam simplesmente ter aprendido a associar determinada ação com um resultado específico.

Para dissipar as dúvidas, dois especialistas japoneses em primatas, Takaaki Kaneko e Masaki Tomonaga, da Universidade de Tóquio, tentaram saber se os chimpanzés conseguem diferenciar as ações originadas por eles e os acontecimentos idênticos, mas que escapam totalmente ao seu controle.

Assim, três fêmeas foram treinadas para que pudessem movimentar um cursor em uma tela com um mouse. Uma vez familiarizadas com a utilização desta ferramenta, apareceram na tela dois cursores de tamanho, forma e cor idênticos: um controlado pelo mouse, o outro por uma simples gravação do cursor movimentado pelo mesmo animal em dias anteriores.

Ou seja, a única maneira de que o chimpanzé pudesse identificar o cursor que ele controlava era confrontar sua ação com o resultado percebido na tela.

Segundo os cientistas japoneses, os testes são conclusivos e demonstram que os chimpanzés analisam os efeitos de suas ações sobre o mundo exterior. Testes complementares indicam, inclusive, que integram uma dimensão ao mesmo tempo espacial e temporal nesta análise.

"Os resultados sugerem que os chimpanzés e os humanos compartilham os mesmos processos cognitivos fundamentais", concluem os cientistas.

Fonte: AFP

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Bin Laden tinha 500 euros costurados na roupa.

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Patricia Moribe
Osama Bin Laden, mentor da rede Al Qaeda, tinha o equivalente a 500 euros em dinheiro vivo e dois números de telefone costurados em sua roupa no momento em que foi morto. A informação foi divulgada pela TV norte-americana CBS, de acordo com fontes que participaram de uma reunião secreta do alto escalão do serviço de inteligência com parlamentares, em Washington. Enquanto isso, cresce o debate sobre o papel da tortura na obtenção das pistas que levaram a Bin Laden.
Não se sabe ao certo se o dinheiro estava em notas de euro ou em outra moeda. Essas revelações indicam que Osama Bin Laden estava pronto para fugir no caso de um ataque, como o que aconteceu no último domingo em Abbottabad, no Paquistão. Leon Panetta, diretor da CIA, o serviço secreto norte-americano, falou aos parlamentares sobre os itens encontrados após ser questionado sobre o fato de Bin Laden não ter tantos guarda-costas.
Segundo Panetta, Bin Laden acreditava que sua rede era organizada o bastante e que ele seria prevenido antes de um ataque. O chefe da CIA também disse que o governo Obama deve liberar pelo menos uma foto do cadáver de Bin Laden, apesar do temor de que isso possa gerar ódio contra os Estados Unidos.
Tortura
Enquanto isso, as informações oficiais são anunciadas a conta-gotas, gerando confusões e dúvidas. Uma questão que vem ganhando espaço é sobre o papel da tortura para obtenção de informações que levaram ao cativeiro de Bin Laden.
Os republicanos defendem que a prática da tortura durante a administração Bush foram fundamentais para localizar o chefe da rede Al Qaeda, depois de uma caçada que durou dez anos. Já o governo Obama minimiza o papel da tortura na operação, assegurando que as pistas que levaram ao inimigo número um dos Estados Unidos foram acumuladas no decorrer dos anos.
O republicano Peter T. King, especialista em segurança nacional, revelou que o nome de um intermediário de Bin Laden, fundamental para localizar o terrorista, surgiu após sessões de tortura de Jealed Sheij Mohamed e de Abu Fraj al Lib, número três da Al Qaeda. Eles foram detidos respectivamente em 2003 e 2005, e se encontram presos em Guantanamo.

Fonte: RFI

Serra Leoa: Uma visão bem...

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A esperança é a única razão para acreditarmos que o nosso amanhã será diferente, e tudo depende apenas da decisão de quem dirigi a nação. Trouxe para você leitor um exemplo de que vale a pena fortalecer sua esperança, pois, os Seraleonenses também tiveram esperança que renasceu com esse homem.

O aniversário da independência de Serra Leoa, 50 anos, a 27 de abril de 2011 marcou o fim de 50 anos turbulentos que sempre deixou uma marca no país e moldar o seu futuro. Na metade do século passado, a Serra Leoa testemunhou confrontos políticos, golpes militares e uma guerra civil. No entanto, o jubileu de independência de Serra Leoa marcou o início de um novo capítulo, um que está cheio de esperança e expectativa, a determinação e a regeneração.
planos visionários do Presidente Ernest Koroma da Serra Leoa estão lentamente sendo transformado em realidade através da implementação de sua agenda de mudança (há muito esperada), dramática que tem como objetivo reconstruir o país. Em Koroma vemos um líder visionário que está com pressa para recuperar o tempo perdido. Após cinco décadas de independência repleto de liderança indecisão, fraco e sem visão, atado com a corrupção sistêmica, Koroma é focado em transformar a Serra Leoa. Sua dedicação como exposto na sua "Agenda para a Mudança", ficou claro desde o início, que declara em seu discurso de inauguração, "Eu não tenho nenhuma dúvida, que como o Phoenix, vamos renascer das cinzas da guerra e ascensão como a nação orgulhosa que somos, a "Atenas da África Ocidental." E os esforços Koroma até agora tem sido elogiado em todo o mundo. Em janeiro de 2011, ele foi classificado em 9 dos 52 líderes mais progressistas Africano, que se traduz como a Serra Leoa, tendo o 9 º lugar na classificação mundial global em termos de boa governação em África.
Mas na esfera da governação, especialmente no Terceiro Mundo circunstância, um líder é apenas tão boa como os tenentes ele está cercado por. alegações regular de desvio de fundos públicos publicado em jornais locais e no exterior (por exemplo, desvio do MOD da ajuda britânica e do ferry Nassit saga barcos) combinada com um serviço fraco público - que desde o retorno à democracia parece ser apanhado em um redemoinho de reforma que não parecem estar ganhando muito mais resultados - têm dado à comunidade internacional e, mais importante, a nação, pouca confiança na sua capacidade de entregar. Mas o vigor do presidente e determinação é forte, e as mudanças significativas parecem estar ocorrendo. Em fevereiro de 2008, o presidente como "ministro de serviço público" iniciou uma série de medidas de reforma para transformar o serviço público a uma organização moderna e eficiente. Este movimento está em sintonia com outra promessa feita ainda na sua posse em novembro de 2007, quando ele prometeu que "o meu governo estará ao leme de uma agenda de reforma substancial ... Vamos reformar o nosso serviço público ... erradicar a ineficiência, eliminando o comportamento rentseeking ...»

Fonte: newafricaanalysis
 

SÃO PAULO - Após pendurar as chuteiras, Ronaldo aceitou o convite de Márcio Garcia para interpretar um vilão em seu novo filme, Open Road, no qual contracenará com os atores Andy García e Juliette Lewis.

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Alberto Martín/Efe
Ronaldo interpretará vilão em filme com direção de Márcio Garcia com filmagens previstas para junho.
"Devo confirmar nesta quarta-feira, 4, o protagonista de 'Open Road', que atuará junto a Andy García, e Juliette Lewis", disse o diretor brasileiro através do Twitter.
Para colocar uma dose de suspense no anúncio, Márcio Garcia acrescentou que a produção contaria ainda com a participação de "um fenômeno" brasileiro. Horas mais tarde, o diretor confirmou no microblog a presença de Ronaldo: "É isso mesmo, meus queridos, o Fenômeno (apelido de Ronaldo) estreará em Hollywood".
A rodagem do filme, o segundo de Márcio Garcia, que também dirigiu "Bed and Breakfast", começará em junho deste ano, em Los Angeles.
Em março, Ronaldo já havia testado suas habilidades como humorista no programa de televisão CQC, onde fez muitas brincadeiras sobre sua comentada vida fora dos campos de futebol.
Fonte: www.estadao.com.br


Rebeldes líbios querem fundos bloqueados de Kadhafi.

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O Conselho Nacional Transitório (CNT) vai pedir o acesso a uma verba até 3 mil milhões de dólares, cerca de cerca de 2 mil milhões de euros, dos fundos de Muammar Kadhafi bloqueados em vários países.
O pedido formal será amanhã, 05 de Maio, em Roma, numa conferência internacional onde a comunidade internacional vai analisar possíveis saídas para o conflito na Líbia.Segundo Jalal al Galal, porta-voz do principal órgão de direcção dos rebeldes líbios, o executivo insurrecto solicitará entre 2 mil milhões e 3 mil milhões de dólares em empréstimos e ajuda aos países que tenham em seu poder activos pertencentes a Kadhafi, colaboradores e familiares, e que tenham sido congelados no âmbito das sanções contra o regime líbio.“A maior parte do dinheiro será concedida sob forma de empréstimos”, explica Galal, acrescentando que “os fundos serão destinados principalmente à economia das zonas sob o controlo dos rebeldes”, ou seja, o leste da Líbia, com Benghazi como sua capital e sede do órgão director dos rebeldes.Para além disso, o porta-voz do principal órgão de direcção dos rebeldes líbios garante que a verba servirá ainda para pagar “os salários dos funcionários (do CNT)” e serão fornecidos “bens de primeira necessidade e provisões médicas à população”.
NATO sem previsão para sair do paísRecorde-se que o leste de Líbia foi profundamente afectado pelo conflito e encontra-se paralisada desde o começo das revoltas, a 16 de Fevereiro. Entretanto a NATO já anunciou que não tem previsão para encerrar as operações militares na Líbia, garantindo que a missão “durará o tempo que for necessário” uma vez que a ofensiva se mantém.Já na madrugada desta quarta-feira, 04 de Maio, três fortes explosões foram ouvidas em Trípoli, a capital líbia. Dias depois do ataque da NATO que vitimou um dos filhos e três netos de Muammar Kadhafi, ouviram-se também tiros de artilharia.
Fonte: Diário Digital/Lusa

terça-feira, 3 de maio de 2011

Brasil, paraíso do banditismo sindical.

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Por ANTONIO CARLOS LACERDA, Correspondente Internacional, Zweal Angola.

BRASILIA/BRASIL (ZWELA ANGOLA) –
Já foi o tempo em que ser diretor de sindicato era uma missão ousada e destemida, sem qualquer finalidade lucrativa, destinada à defesa dos interesses sociais e trabalhistas da categoria de trabalhadores que representava.

Hoje, ser um diretor sindical, respeitadas as honrosas exceções, é uma ‘missão’ em busca do enriquecimento ilícito e criminoso às custas do suor, a sol e chuva, dos trabalhadores que pagam, mensalmente, suas contribuições aos cofres do sindicato.

Não é a toa que no Brasil a disputa pela vitória nas eleições sindicais virou notícias nas páginas policiais da imprensa nacional. Assassinatos misteriosos e crimes insolúveis fazem parte da história sindical brasileira.

Fortunas são construídas às custas das contribuições mensais que os trabalhadores pagam ao caixa ao sindicato da sua categoria profissional e vão diretas para as contas bancárias secretas dos ‘abnegados e transparentes’ diretores sindicais.
O imposto sindical, um bolo tributário de quase R$ 2 bilhões, formado por um dia de trabalho/ano de toda pessoa que tem carteira assinada, alimenta um território sem lei. Os 9.046 sindicatos (diretores sindical seria a expressão mais apropriada) brasileiros que dividem esses R$ 2 Bilhões não são fiscalizados.

Criar um sindicato transformou-se em um dos mais rentáveis e seguros negócios lucrativos no Brasil. Existem sindicatos para todo tipo e interesse lucrativo. No Brasil tem sindicato só de fachada, sindicato de dissidentes devido a rachas internos e até entidades atuando como empresas de terceirização de mão de obra. Tem até Federação - que por força de lei representa sindicatos de uma determinada classe de trabalhadores - sem ter sequer um sindicato filiado.

Os dirigentes das centrais admitem que o imposto sindical é o grande atrativo e está por trás da proliferação sindical, o que transforma alguns sindicatos em verdadeiros cartórios. Ano passado, 2010, o Ministério do Trabalho teria registrado um novo sindicato a cada dia, 126 no total, o que aponta uma verdadeira indústria sindical camuflada na chamada liberdade sindical, dispositivo de lei garantido pela própria Constituição Federal.

A proliferação sindical transformou-se em uma epidemia a partir de 2008, quando o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu formalizar as centrais sindicais cuja fatia do bolo em dinheiro que recebem é proporcional ao número de entidades sindicais que têm como suas filiadas. Ainda no governo Lula a situação tornou-se mais fácil ainda quando o presidente decidiu que as centrais sindicais não são mais obrigadas a prestar contas do gasto e destino bolo em dinheiro que recebem através do imposto sindical.

O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique da Silva Santos, chegou a dizer que "Parte dos sindicatos é constituída sem representatividade, só com o objetivo de arrecadar os recursos dos trabalhadores através das taxas existentes".

Já o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT) e do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, Ricardo Patah, disse que “está havendo desmembramento de sindicatos, muitos deles artificiais e piratas. É o banditismo sindical."

Existe uma estimativa que, por ser um lucrativo ‘meio de vida’, mais da metade dos sindicatos existentes no Brasil tem como finalidade somente o recebimento de mensalidades pagas pelo trabalhador e a participação na divisão do bolo do imposto sindical.

Dirigir uma entidade passou a ser meio de vida de algumas pessoas, como foi a denúncia do caso de Djalma Domingos Santos, que dirige um sindicato que faz intermediação de mão de obra para empresas do agronegócio.

Os abusos foram tão ousados e flagrantes que o sindicato ficou sob investigação do Ministério Público do Trabalho. Djalma Domingos Santos também preside sindicatos de trabalhadores da movimentação de mercadorias em geral em pelo menos cinco cidades. A região Centro-Oeste é a principal fonte de renda do Sintram, presidido por Djalma Domingos dos Santos, responsável pela montagem de uma rede de sindicatos em outras cidades de Goiás, além de Mato Grosso, Tocantins, Bahia e Distrito Federal. Em Brasília, o endereço fornecido pela entidade ao governo é fictício. Somente na região de Rio Verde, Goiás, o sindicato chega a faturar R$ 1 milhão com a retenção de parte do salário dos trabalhadores.

Não se consegue acreditar como pode uma única pessoa conseguir ser presidente de tantos sindicatos ao mesmo tempo, devidamente registrados no Ministério do Trabalho. Se para dirigir um único sindicato já seria uma tarefa árdua e que requer completa dedicação, imagine dirigir vários sindicatos, como é o caso de Djalma Domingos dos Santos.

Por sua vez, o próprio governo evita qualquer ação que possa parecer interferência na atividade sindical. Autoridades do Ministério do Trabalho dizem que "Temos de observar a Constituição, que garante a liberdade sindical."

Escudada no dispositivo constitucional, a criação de sindicatos galopa no Brasil. O Ministério do Trabalho requer apenas "um mínimo de democracia" no processo de fundação de um sindicato. É preciso realizar uma assembléia, convocada em jornal de grande circulação e no Diário Oficial, para pedir a formalização do futuro sindicato. A candidatura da entidade a um registro formal, que lhe dará acesso ao imposto sindical, é submetida a uma audiência pública por 30 dias.

A checagem e conferência da documentação do futuro sindicato é apenas formal. Nenhum fiscal verifica, por exemplo, se o endereço informado existe de fato. As investigações sobre irregularidades com o dinheiro do imposto sindical são feitas pelo Ministério Público e pela Polícia Federal.

A frouxidão e complacência do governo para com os sindicatos não é recente. O banco de dados do Ministério do Trabalho sobre entidades sindicais só foi criado em 2005. Teria até havido um período, no final da década de 1990, em que os sindicatos nem eram registrados no ministério, devido à legislação ser vaga a esse respeito.

A Constituição diz que "a lei não poderá exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato, ressalvado o registro no órgão competente, vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical." Isso não deixa claro se o órgão competente para registro sindical é o Ministério do Trabalho.

Essa ambigüidade da Constituição foi a base do veto que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva impôs ao artigo 6º da Lei 11.648, que regulamentou as centrais sindicais. O texto previa a prestação de contas do dinheiro da contribuição sindical ao Tribunal de Contas da União (TCU), mas o governo considerou o artigo inconstitucional, por representar uma interferência do Poder Público nas centrais sindicais. Posteriormente, o Congresso confirmou o veto do ex-presidente Lula.

Ao serem legalizas, as centrais sindicais passaram a disputar uma fatia de até 10% do bolo da contribuição sindical que, no ano passado, foi de R$ 81 milhões. A maior fatia, de R$ 26,8 milhões, foi destinada à CUT.
As centrais sindicais tiveram papel fundamental no apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o auge do escândalo do mensalão, prometendo tomar as ruas e ‘incendiar’ o Brasil caso prosperasse a ameaça de impeachment do então presidente.

Mas, como no Brasil os partidos e seus políticos que se dizem de oposição ao governo, na verdade, são frouxos, covardes e fisiológicos, a situação logo se acomodou, certamente por terem recebido do próprio governo um ‘cala boca’ ou uma ‘teta para mamar’.

De 2005 a 2010, o governo pagou R$ 3,3 milhões a um sindicato de fachada que, em vez de representar os interesses dos seus associados trabalhadores, na verdade, atua como empresa de terceirização de mão de obra.

O dinheiro foi repassado pelo Ministério da Agricultura ao Sindicato dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias em Geral (Sintram) de Montividiu, em Goiás.

Jornalistas que estiveram em Montividiu encontraram, no endereço que o sindicato forneceu ao governo, um pequeno imóvel alugado de dois cômodos, sem placa de identificação, ao lado de um salão de beleza.

O imposto sindical movimenta no Brasil R$ 2 bilhões por ano, um forte e veemente atrativo para se registrar um sindicato. No caso do Sintram, além de abocanhar uma parte desse dinheiro, o sindicato fecha contratos com empresas agrícolas para fornecer mão-de-obra e retém 15% do dinheiro destinado ao pagamento dos trabalhadores, prática considerada ilegal pelo Ministério Público do Trabalho.

A região Centro-Oeste é a principal fonte de renda do Sintram, presidido por Djalma Domingos dos Santos, responsável pela montagem de uma rede de sindicatos em outras cidades de Goiás, além de Mato Grosso, Tocantins, Bahia e Distrito Federal.

Em Brasília, o endereço fornecido pela entidade ao governo é fictício. Somente na região de Rio Verde, Goiás, o sindicato chega a faturar R$ 1 milhão com a retenção ilegal de parte do salário dos trabalhadores.

A unidade do Sintram em Montividiu, que recebeu os R$ 3,3 milhões do Ministério da Agricultura 2004 foi colocada como alvo de um inquérito do Ministério Público pela suspeita de aliciamento de trabalhadores nordestinos, coação, condições precárias de trabalho e fraudes trabalhistas.

A legislação sobre o setor de carregamento de mercadorias, atualizada em 2009 pelo Congresso, permite ao sindicato apenas "intermediar" a contratação dos chamados "trabalhadores avulsos", mas não prevê contratos de prestação de serviços, nem retenção compulsória de parte dos salários.

A proliferação de sindicatos no Brasil caminha a galope na contramão da tendência mundial. Enquanto nos demais países, as entidades sindicais procuram se fundir, com a finalidade de ganharem poder de barganha com os sindicatos patronais nos dissídios coletivos e nas questões judiciais em defesa dos interesses do trabalhador, aqui, no Brasil, ocorre o inverso: a fragmentação sindical, com o conseqüente enfraquecimento do poder de barganha do trabalhador com o seu empregador.

A pulverização dos sindicatos é mal vista também pelos próprios dirigentes sindicais e pelo governo. Em entrevista a um órgão da mídia impressa, sobre a pulverização de sindicatos pelo Brasil afora, Luiz Antonio de Medeiros, ex-secretário de Relações do Trabalho, disse que isso "Não é bom para a força dos trabalhadores. E, enquanto existir o imposto sindical, isso vai acontecer".

ANTONIO CARLOS LACERDA é jornalista e correspondente internacional da Imprensa Estrangeira no Brasil.

Fonte: Zwelangola.

Brasil, paraíso da espionagem institucionalizada para fins pessoais.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Foto: (UNODC.org)



Por ANTONIO CARLOS LACERDA
Correspondente Internacional, Zwela Angola.

 
BRASILIA/BRASIL (ZWELA ANGOLA) – No Brasil, a institucionalização da corrupção, do suborno, da prevaricação e do roubo nos órgãos públicos levaram o País a ingressar em um pleno estado de paranóia da espionagem, alimentando um monstro estatal que pode muito bem ser classificado com “estado policialesco” e abalar ou até mesmo desmoronar as jovens e ainda frágeis estruturas do Estado Democrático de Direito, que se pretendeu instalar no País a partir de 1985, com o dito fim da ditadura militar, instalada em 1964.

Os órgãos públicos e empresas particulares se transformaram em um verdadeiro “Big Brother”, com câmeras filmadoras, microfones, bloqueadores, interceptadores e outros dispositivos de espionagem espalhados por todos os cantos, até nos elevadores e locais antes tidos como ‘reservados’.

Até nas igrejas os fiéis não escapam do olho mágico e que tudo vê e registra do sistema de segurança. Nas ruas, praças e avenidas, os órgãos públicos instalaram sistemas de monitoramentos que invadem criminosamente a privacidade do cidadão.

O homem público, com destaque para aquele cujas atividades e procedimentos podem não estar dentro dos padrões da ética, da moralidade e da transparência que normatizam a função, é o que mais se preocupa, se resguardar, se assusta e teme a espionagem que tomou conta de toda a nação.

Há, também, aquele que, por estar atolado em um mar de lamas, de corrupção, de suborno e de outros expedientes criminosos, necessita de monitorar pessoas para diante da elaboração de um dossiê chantageá-las e, com isso, conseguir escapar de possíveis punições legais.

Como se não bastasse a escuta e o bloqueio telefônico ilegal, o monitoramento por câmeras filmadoras que galopa no País, tem gente se especializando até em leitura labial, para, mesmo a distância, saber tudo que determinadas pessoas conversam entre si.

O pior de tudo isso é que esse ousado e cínico crime contra privacidade do cidadão se agiganta diante da absoluta certeza da impunidade face à impotência ou conveniência das próprias instituições públicas responsáveis pela punição desse tipo de crime em não agir de forma a punir severamente seus praticantes.

De posse dos chamados dossiês, criminosos, de uma determinada pessoa, surge a figura do chantagista que coloca a vítima na parede, tirando dela tudo o que deseja para atender seus fins, sempre criminosos ou para contra crimes que tenha praticado se imunizar.

A escalada da espionagem do homem público no Brasil explodiu em 2008, por ocasião do maior escândalo de bloqueio e escuta telefônica criminosa no País, envolvendo o então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Ferreira Mendes, patrocinado pelo próprio poder público e que foi amplamente denunciado pela imprensa nacional e estrangeira.

Uma simples conversa telefônica do ministro Gilmar Mendes com o senador Demóstenes Torres assustou a nação e colocou em guarda o homem público brasileiro. O fato mostra, com soberba, o tamanho da ousadia e coragem dos responsáveis pela escuta do que Gilmar Mendes e Demóstenes Torres trataram por telefone.

Na ocasião, as suspeitas pela escuta recaíram sobre algum grupo hostil ao então presidente Luiz Inácio Lula da Silva dentro da própria Presidência da República, que poderia ter praticado as escutas ilegais depois da prisão do famoso banqueiro Daniel Dantas, a quem Mendes concedeu liberdade, pelo que foi acusado de favorecer ao banqueiro.

Naquela ocasião, a revista Veja, disse que o Brasil começa a vivver uma nova crise institucional e que o ministro Gilmar Mendes e o senador Demóstenes Torres foram submetidos a espionagem telefônica por parte da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), órgão oficial da própria Presidência da República. O ministro e o senador exigiram, com veemência, do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que investigasse o fato imediatamente.

Realmente, Gilmar Mendes cancelou uma viagem a Coréia do Sul à espera que Lula ofereça explicações e Demóstenes Torres considerou gravíssimo o fato do serviço secreto do próprio governo espionem membros dos órgãos independentes do Estado como o Supremo Tribunal e o Congresso Nacional. Por sua vez, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva qualificou as escutas ilegais de “inaceitáveis” e de “gravíssima violação do direito de comunicação”, afirmando que iria pedir explicações ao serviço secreto da Presidência da República.

No escândalo, teriam sido espionados tanto a então ministra da Casa Civil da Presidência da República, Dilma Rousseff - eleita presidente com o apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva - , já considerada a pessoa que Lula apoiaria como candidata à Presidência, e o próprio chefe do Gabinete de Lula, Gilberto Carvalho.
Na época, Lula foi explícito ao dizer que “ Nenhum cidadão – incluídos os membros dos três poderes do Estado – pode ser objeto de escutas telefônicas ilegais sem uma ordem judicial”. Por sua vez, o serviço secreto do governo negou o fato e a Polícia Federal prometeu levar a cabo uma investigação.

Surgiram, entretanto, denúncias de casos de bloqueios e escutas telefônicas ilegais de políticos, juízes. Ministros, funcionários públicos, empresários, etc. Hoje, calcula-se que mais de dois milhões de brasileiros têm seu telefone bloqueado e controlado, por alguém sob o manto oficial da impunidade governamental.

A lei brasileira sobre escutas telefônicas, entre outras normas, diz que, somente através de ordem judicial explícita a polícia pode bloquear, monitorar e gravas conversas de pessoas através de telefone, mesmo assim, para fins judiciais.
A paranóia da espionagem institucionalizada no Brasil está alimentando um monstro estatal que pode muito bem ser classificado com “estado policialesco” e abalar ou até mesmo desmoronar as jovens e ainda frágeis estruturas do Estado Democrático de Direito, que se pretendeu instalar no País a partir de 1985, com o dito fim da ditadura militar, instalada em 1964.

Quando alvo das escutas telefônicas, o ministro Gilmar Mendes alertou para os riscos, anunciou que seu gabinete havia sido rastreado e revelou que suas conversas com assessores não eram mais sigilosas. Inclusive as telefônicas.

Hoje, a exemplo do setor público de modo geral, por conta do escândalo do suposto grampo contra o seu então presidente, ministro Gilmar Mendes, em 2008, o Supremo Tribunal Federal (STF) também foi dominado pela paranóia da espionagem. Desde então, Gilmar Mendes teria um "personal araponga", que lhe dá assessoria informal quando a ameaça vem de fora.

O trabalho de vigilância e proteção ao ministro Gilmar Mendes estaria sob a responsabilidade do ex-agente da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Jairo Martins, um dos nomes mais requisitados do mercado, que nega essa condição profissional.

No Supremo Tribunal Federal, devido à natureza do cargo e do seu trabalho, todos os ministros têm proteção especial, embora alguns sejam mais preocupados que outros. Segundo noticiário da imprensa, o ministro Marco Aurélio Mello costuma pedir mais varreduras no seu gabinete, o que também ocorre com o atual presidente da Corte, ministro Cezar Peluso.

O STF tem até uma Secretaria de Segurança Judiciária, que faz treinamento permanente de suas equipes em ações de inteligência. Esse cuidado confirma a preocupação crescente da Corte com a proteção de seus documentos e com a chamada "segurança orgânica das instalações".

Por conta da paranóia da espionagem, empresas de segurança e ex-policiais prestam serviço a parlamentares e ministros receosos de serem grampeados e terem suas conversas expostas publicamente ou até os transformar em alvos de denúncias e processos judiciais.

Altos funcionários e dirigentes dos três Poderes da República estão acuados pela paranóia da espionagem destinada a produção de dossiês – falsos ou verdadeiros - que tomou conta do País. Por conta disso, essas pessoas passaram a buscar profissionais especialistas em técnicas de investigação, inteligência e contra-inteligência, com a finalidade de se prevenir contra a espionagem, que em muitos casos destina-se em bisbilhotar a vida profissional, pessoal e até amorosa de rivais na vida pública.

Profissionais de inteligência estimam em mais de 20% o crescimento da procura neste ano por autoridades interessados em se proteger contra atos de espionagem.

A nova legislatura do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, além das Assembléias Legislativas, já nasceu contaminada e assustada pelos escândalos envolvendo dossiês nas últimas eleições.

Segundo declaração de Edilmar Lima, da Central Única Federal dos Detetives do Brasil - uma das empresas do ramo mais requisitadas do País -, publicada na imprensa, "A procura só não é maior porque os políticos optaram por incluir profissionais de inteligência na cota de assessores".

Segundo Lima, mais da metade dos integrantes do Congresso Nacional já teria montado alguma estrutura de inteligência e pelo menos 20 parlamentares requisitam os serviços da empresa. "Estamos no século da insegurança. Na política, todo mundo acha que é investigado e nos contrata para fazer contra-espionagem."

Há também o caso de vários políticos que usam recursos de espionagem para levantar a sujeira da vida de seus adversários. Para Lima, a lógica é a mesma que move vítimas de traição, chantagem e concorrência desleal.

No Senado Federal os mais preocupados com a espionagem são o presidente José Sarney e o líuder do governo Romero Jucá. Sarney mantém como seu consultor o delegado aposentado Edmo Salvatori, ex-superintendente da Polícia Federal em Brasília. Romero Jucá frequentemente faz varreduras nos locais de trabalho.

Salvatori não está mais no quadro de assessores, mas ainda dá consultoria a Sarney. Uma faz contribuições mais relevantes prestadas por Salvatori a Sarney teria ocorrido durante a Operação Navalha, da Polícia Federal, que indiciou aliados do senador, como o ex-ministro Silas Rondeau. O ex-delegado teria sido útil para vigiar delegados e agentes da Polícia Federal que atuaram na operação Factor, ex-Boi Barrica, que investigou Fernando Sarney, filho do senador.

Com aval do próprio José Sarney, o serviço de inteligência do Senado Federal foi reestruturado e adquiriu equipamentos de varredura de última geração, do mesmo nível do da Polícia Federal, e a equipe de funcionários recebe treinamento regular na Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

ANTONIO CARLOS LACERDA é jornalista e correspondente internacional da Imprensa Estrangeira no Brasil.
Fonte: Zwelangola

Angola - Combate REAL a pobreza, precisa-se e Urgente!

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
 
Caro leitor, leia até ao fim da página, vale a pena tomar conhecimento.
“Visto que disseste…pois fizemos da mentira nosso refúgio e nos escondemos na falsidade…” – Isaías 28:15
“Uma cooperação passiva com um sistema injusto torna o oprimido tão viciado como o opressor”. – Martim Luther King
A semana passada realizei um sonho de infância, uma viagem por terra de Luanda ao Dundo, antes na era colonial tivera feito na companhia dos meus progenitores por mais de uma vez, viagens de Luanda até o Quissole (ou Kissoli), desta vez fui ou cheguei cerca de várias centenas de quilómetros mais adiante pela primeira vez atravessei as fronteiras do meu torrão natal mais para o Leste em direcção a Lunda norte mais concretamente Dundo (promessa que fizera a um saudoso e sempre presente amigo de infância e companheiro nas FAPLA, já falecido Danilo Kawingo Kaneketa, nascido naquela belíssima e rica região), porém em todos os aspectos diametralmente oposto as viagens que realizara no passado.

Na Angola colonial, a paisagem inteira era dominada por uma frenética diversidade e extensa actividade agrícola, um exuberante serpentear verdejante acompanhava-nos durante todo o trajecto e ‘encarcerava’ os nossos sentidos de forma agradável o que ocasionava uma explosão benéfica e pacifica de contagiante alegria, as frutas ‘invadia’ de forma generosa a nossa bagagem até não mais poder, uma solidariedade fantástica e ‘arco-íris’ era a ‘marca registada’ de todos os utilizadores das estradas “algum problema, posso ajudar?” eram as perguntas mais frequentes, repetidas até a exaustão. Água? Estava sempre a disposição acondicionadas em moringues que proporcionava uma ‘frescabilidade’ inigualável até nos casebres mais humildes “não se nega água” ouvíamos vezes sem conta, das preocupadas pessoas a quem dirigíamos o pedido, sempre com um sorriso cândido e encorajante… as aldeias (inúmeras ao longo do percurso) eram encantadoras, os aldeões mais encantadores ainda distribuíam grátis simpatia e desinteressada hospitalidade, “vêm de Luanda?.. ah! coitadinhos dos pequenos, entrem e comam qualquer coisa…” era frequente ouvir no idioma local, (adorava ouvir o kimbundo ‘cantarolada’ com a tonalidade dos naturais do K. Norte uma ‘pitadazinha’ diferente dos naturais de Malange) tornando a viagem ainda mais aprazível principalmente para a petizada.
Hoje?.. a viagem e os condimentos acima descritos, são como disse no génesis desta, diametralmente opostos. Para o propósito do artigo presente, vamos apenas concentrarmo-nos em alguns pormenores; a paisagem quase hostil e estéril e as ‘personagens’ paupérrimas e na sua maioria pouco simpáticas, ‘carrancudas’ e quase totalmente materialistas. Uma pergunta saltou-me na mente um milhão de vezes; “ como o governo tenciona fazer o combate á pobreza?”, se os campos estão improdutivos ou melhor abandonados, os aldeões e as aldeias na mais completa miséria?.. alegria nos rostos das pessoas? Raramente se vislumbrava a não ser quando estas tinham em perspectiva ‘vender-nos algo’, até mesmo as pessoas que víamos ao redor das bandeiras (que eram as centenas como se estas fossem o milagroso maná; “vão trabalhar” aconselhava quando tivesse oportunidade) as pessoas e mui principalmente a criançada, exibiam um ‘físico’ quase tísico ou esquelético, rostos acabrunhados e de pouco amigos, quando nos faziam a tradicional pergunta de onde vêm e qual o destino, os seus olhos parecia dizer-nos algo mais além da «periferia’ da pergunta “estúpidos porque saiem da ‘terra prometida’, a medida que se afastam de Luanda, mais próximo estarão da sepultura e do inferno” Quanto mais para o interior as condições de vida mais se assemelha ao inferno.
Mas não ouvimos, vez por outra na imprensa oficial do governo, de produções agrícolas estonteantes em algumas regiões do País? Como tal é possível se os campos ‘vestem-se’ de castanho e amarelo ao invés da ‘camisola’ verde? Como tal é possível se o êxodo é cada vez maior do campo para a cidade?.. Lembrei-me de uma notícia da Euronews relacionado com o Japão, um arquipélago constituído por 6.852 ilhas, a maior parte destas é montanhosa e com muitos vulcões, com uma área total de 377.873 Kms2 (menos de 1/3 do território de Angola) exporta anualmente cerca de 200.000 toneladas de alimentos, ora o que significa que produz cerca de 10 vezes mais, uma vez que tem de alimentar uma população de cerca de 127.433.000 habitantes, qual é/foi o milagre Nipónico? Poderemos algum dia produzir na mesma proporção territorial igual ou superior quantidade em alimentos?.. a-propósito, um amigo meu do Lote 22 (Bairro prenda) meio a brincar meio a serio sentenciou com muita propriedade; “Em Angola, o negócio que mais próspera após o petróleo é o das agências Funerárias” provavelmente o meu caro camarada esta prenhe de razão.
Um camponês esclarecido segredou-me em resposta ao meu ‘conselho’; falta de crédito bancário, falta de alfaias agrícolas, apoio técnico e acessória de um laboratório ou instituto com os serviços da antiga Chianga/Huambo e congéneres, para estudos dos solos e competente acompanhamento do desenvolvimento agrícola um pouco por todo o País, falta de uma revista da especialidade, como a ‘falecida’ Gazeta Agrícola para difundir atempada informação técnica e ‘outros derivados’, falta de apoio e organização da rede comercial local com subsídios reais, e por fim estímulos realísticos do governo a actividade.
Compreendi porque, nunca se viu maior êxodo do interior do País para Luanda do que nestes 9 anos de Paz, no interior objectivamente Não há nada, não se vislumbra nenhum desenvolvimento, NENHUMA ESPERANÇA, só monotonia repetida e agravada a cada dia, não vamos falar neste artigo das condições das estradas, um autêntico calvário, mas sim das condições de vida das pessoas do interior “sempre a descer”, as aldeias seguindo um plano colonial (Lembram-se das aldeias da Paz?) foram ‘atraídas’ para junto ou a berma das principais rotas nacional, por outro lado os camponeses por uma questão de sobrevivência obrigatória, abandonaram os locais de origem para procurarem sobreviver da actividade mercantil em prejuízo da actividade agrícola. Algumas infra-estruturas novíssimas e elogiáveis foram erguidas, postos médicos (sem pessoal qualificado), centros hospitalares (sem fármacos ou medicamentos), escolas etc., as pessoas não ‘comem ‘o cimento’ disse-nos ou melhor murmurou-nos agastado e tristíssimo um ‘velho’ nos seus 40 que mais se assemelhava a um septuagenário, com um olhar penosamente opaco e aterradoramente vazio que parecia ser mais uma ‘singular’ personagem de um desastroso filme zombie ‘made in Xangai’.
Desta feita quem foi o ‘guia’ para o resto da composição da ‘delegação’ em viagem, foi o signatário e fui indicando as culturas que dominavam na era colonial a cada localidade, e quando chegamos a Lucala (região onde nascera o pai da minha avó, a mãe ou seja a minha bisavó era natural de Bula-atumba) comecei a descrever com mais propriedade e detalhes a ‘paisagem,’ cultura, hábitos e costumes e claro a respectiva actividade produtiva, citei inclusive as fazendas (ao longo do trajecto) e o nome dos proprietários das fazendas até Quissole. No Lombe fizemos uma obrigatória paragem para retemperar forças e no dia seguinte fazermos uma peregrinação no verdadeiro sentido da palavra a Kalandula e as Quedas de água, A MARAVILHA que nos fez lembrar “que não passamos de meras partículas de pó” na face daquele que criou tamanha, magistral e imponente obra e que benevolamente a ‘inculcou’ naquelas paragens… ah! Esquecia-me de mencionar uma anterior peregrinação desta feita em Cacuso, e a visita a fortaleza natural das Pedras de Pungo yá Ndongo (as famosas Pedras Negras), onde cheguei com humilde temor e tremor, o meu avô paterno jaz sob aquelas pedras… “avô eis-me de volta” bramei respeitosa e silenciosamente no meu interior, agradecido por Deus me ter mantido vivo e desfrutar do presente privilégio, revisitar a impressão de Ngola Kiluange (impressão digital nacional) e um dos ‘altares’ da resistência colonial e bastião da cultura dos Ndongos, o que deu verdadeiramente origem ao termo camundongos, actualmente mal aplicados relacionando-os com os naturais de Luanda… bem isso, são outros mambos e quejandos.
Propositadamente uma questão subiu-me a mente, a AGRICULTURA; não é possível ‘desenhar’ qualquer plano sério e ‘adulto’ de combate a pobreza, sem ter em conta este tão importante sector de produção nacional, que acertada e oportunamente A. Neto o denominou; A BASE do desenvolvimento nacional, uma extensão de terra de mais de 800 kms disse-nos isso de forma implícita e explícita. Ademais compreendi porque os camponeses na Angola colonial, eram diferentes dos de HOJE, aqueles tinham emprego, tinham uma base de sustentação diária e regular, se bem que a alguns de forma intermitente mas eram regular “as pessoas não comem cimento” milhares de pessoas no passado tinham emprego, trabalhando para outrem ou por conta própria, e os produtos que produziam eram prontamente absorvidos pelo bem estruturado mercado local sem muito esforço e dispêndio monetário, não dependiam exclusivamente de Luanda, no passado todo o campo em qualquer parte do País, pululava de actividade, era que como uma roda dentada devidamente oleada a girar dentro de uma função devidamente equilibrada e planificada, a agricultura e o comércio desenvolviam e prosperavam de mãos dadas, todas as vias secundárias e terciárias estavam devidamente ‘abertas’ e cuidadas sob a idónea tutela dos postos administrativos local, a interacção constante campo-cidade-campo fazia-se quase harmoniosamente sem sobressaltos.
A JAEA (Junta Autónoma de Estradas de Angola) era uma muito competente instituição que executava com brio profissional o seu objecto social, e mantinha dentro das suas ‘fronteiras de actividade’ milhares e milhares de empregados, representando a construção do País. A JAEA representado em todo o País, era a única instituição a nível do País que projectava com a acessória do Laboratório de Angola localizado em Luanda e executava todas as estradas em todo o País, todos nós lembramo-nos da qualidade a-toda prova, das mesmas. Hoje até o Kundy Paihama tem uma empresa que ‘faz’ estradas e que estradas meus senhores! A fralda descartável é mais durável, não é que tenha alguma ‘coisa’ contra o Sr. Ministro, é apenas para ilustrar que hoje o ‘assunto’ das estradas na Angola de todos Nós, esta entregue a empresas e indivíduos tão dispares e disparatados que um ano depois de “arrancar o tristemente célebre projecto canteiro de obras na qual nos iríamos orgulhar” QUASE TUDO REBENTOU PELAS COSTURAS (resultando em bilhões de Usd, atirados para o brejo) ‘quase’ que já não temos estradas, a estrada Dondo-Malange, (a titulo de exemplo) mais parece a superfície lunar, meus senhores (governantes) tenham dó!.. o resto nem vale me dar ao trabalho de referência-lo.
A JAEA, executava tal gigantesca missão com 90% de pessoal local, hoje vimos uma mescla de nações e nacionalidades, que o ‘arquitecto’ do famoso “canteiro de obras” recrutou ou contratou que mais parece o ‘edificio’ da ONU. A-propósito porque então fazem sempre referência a pseudo conspiração internacional para ‘apear’ o governo do MPLA-JES, se foram eles (a pretensa vitima) os responsáveis pela composição da ‘conspiração internacional’ para o prejuízo do povo Angolano, introduzindo-os em Angola para ‘assessora-los’ no avassalador saque ao erário publico? Neste capitulo (repito) há sim uma autêntica “conspiração internacional” a convite do MPLA-JES encabeçada por Portugal (Portugueses, sem ofensa) para o nítido prejuízo do Povo.
Lembrei-me de um outro dilema, cadê o 4º ramo das FAA, porque tal foi cogitado e planificado a quando dos acordos de Luena? Qual era o objectivo? Que papel desempenharia no âmbito da reconstrução nacional? Reempregar os milhares de desmobilizados das várias Forças militares do passado desde as FAPLA, ELNA, FALA e incluindo as próprias FAA, alguém poderá dizer-me o número calculado ou aproximado destas ‘nobres’ almas? Se o 4º Ramo fosse avante (ao invés da criação do inócuo GRN refugio legal da Máfia Chinesa sob a ‘batuta’ do incompetente e ‘salteador’ Kopelipa que é General de ofício) não registaríamos as perigosas convulsões que hoje observamos entre os desmobilizados de todos os ramos, inclusive da Segurança do Estado e Unidade da Guarda Presidencial (uma autêntica vergonha nacional, que poderá ‘produzir’ consequências trágicas para a estabilidade do País), tais constituem uma fasquia muito considerável da população de Angola, e mais! Por se tratar de ex-combatentes, São muito influentes fazedores de opinião popular no respectivo ‘habitat’.
A GNR introduziu em Angola, segundo dados dos serviços de emigração mais de 200 mil cidadãos Chineses e cerca de 50.000 Vietnamitas, para tudo e toda actividade, concorrendo com o plebeu Angolano, inclusive na Zunga, negócio (?!) de fotografias e fotocopias (sua fortaleza), mecânicos de motos e pequenos geradores de 1-7kva (que risível) até na venda de massaroca fervida (Quando me contaram esta, não duvidei nem por 1 segundo, ora se até zungam!) Angola, de facto transformou-se num “canteiro de obras” não para o Angolano, mas sim “para os integrantes do edificio da ONU” e benefício dos bolsos dos dirigentes mafiosos e familiares.
A equação é simples, e A. Neto viu-o a distância e com espantosa nitidez; Agricultura é a base e a Industria o factor decisivo, isto é; D Agricultura + D 4º Ramo + D Construção = Bem estar Nacional (D refere-se a Desenvolvimento), Ora se a pretensa equação acima fosse com justiça e REALMENTE ‘equacionada’ na pratica cerca de 50% das causas de convulsão social no País estaria amortecida de facto, e o desemprego provavelmente reduzido a menos de 15%, o que traria consequentemente MAIS PAZ SOCIAL, redistribuir a riqueza nacional é também acabar eficazmente com o desemprego e posteriormente outorgar um salário mínimo aceitável e desenvolver acertadamente o interior do País.
O que preferiram os chamados ideólogos ‘cérebros’ da mediocridade, do obscurantismo e do cadavérico egoísmo deste País? Optaram pela operação inversa, desconsideraram a BASE, mandaram para as urtigas o FACTOR DECISIVO, e escarraram criminosamente no óbvio; “o mais importante é Resolver os problemas do povo” e com profundo desprezo dizem por outras palavras que o povo é TOLO, engatilharam com todo o cinismo do “socialismo democrático” a granada/Bomba em que se constituiu o inteiro País, CUIDADO!.. A qualquer momento pode ‘manifestar’ uma explosão. Porque Resolver os problemas do povo, é uma tarefa (devia ser) responsável, obrigatória, de total inclusão, e tal só é possível se o chamado executivo ouvir humilde e atentamente o povo. Porem o iluminado e clarividente Líder do MPLA-JES, e ‘cambada’ de bajuladores, optou pelo ‘caminho’ oposto com que resultado?
- Quase 50% da população no activo desempregada (a-propósito, porque razão os únicos empregos disponíveis no País, são nos sectores da Educação, FAA e Policia Nacional, completamente sob a tutela da Máfia?), Angola - dos Países do mundo com a maior taxa de desmobilizados militar a atingir o desespero, SAQUE Nacional a todos os níveis e em todos os sectores, Cambalacho, Mentira e Hipocrisia utilizada como politica de gestão Nacional, uma juventude na sua maioria alienada, criminalidade a atingir o limite do impensável, descontentamento em todos os sectores da população, inclusive nas FAA e na Policia, impunidade aos mafiosos ligados ao poder, miséria exacerbada, esperança de vida drasticamente reduzida, mais de 70% da população a sofrer de graves mal de pressão arterial, a mais ALTA mortalidade infantil do planeta, o País refém da vontade e capricho de um único homem.
Por tudo isso vão erigir PASMEM-SE ao líder do MPLA-JES um museu (quem teve a infeliz ideia, catastroficamente bajuladora e prejudicial? Só pode ser algum bajulador a candidatar-se a SG do MPLA-JES ou ao próximo PM ou mesmo vice-PR…só pode ser!), e porque não (já agora) a maior estátua do País? Porque não propor-lhe a inclusão no Guinness book. Nobel da paz? Que horror!.. Que paz? Se Angola esta inserido entre os dez Países do planeta (mais) SEM PAZ SOCIAL, portanto violento, na qual a chamada Paz ‘ausência de bala’ faz tantos ou mais mortos que no período das balas e canhoadas? Certamente a proposta ‘veio’ da ‘matilha’ da subclasse ‘Capapinha’ que pretende buscar ‘algum’ protagonismo com a pretensa brigada 28 de Agosto (já nem sabem o que inventar para Agradar/bajular o Homem), para rivalizar e fazer concorrência com o Movimento espontâneo, aconselho a estes ‘camaradas’ a pesquisarem os requisitos que o comité Nobel observa para a recomendação e atribuição de tal prestigiado galardão e aproveitem para estudarem o perfil de todos os galardoados, com o mesmo… por exemplo recomendo estudarem Martin Luther King (o mais jovem galardoado da história Nobel), e comparem com a biografia e ‘feitos’ desastrosos de JES, por favor não envergonhem Angola e os Angolanos propondo tão desqualificado ‘personagem’, os ‘camaradas’ da brigada 28 estão a tentar a ‘sorte’, quem sabe?.. do “céu caia um pato gordo”, e de facto ‘ganhem o Luanda da sorte’ (cadê estes indivíduos?!) e logrem ‘tirar nabos da púcara’, se um Nobel do ‘desastre’ houvesse!.. por ter ‘desconseguido’ combater a pobreza que já vem desde “antes do nascimento dos ‘seus’ falecidos Pais” e ter incitado um combate sem tréguas contra os pobres deste País, seria o perfeito candidato, sobretudo por ter conseguido levar TODO o povo de Angola a desespero quase total, a raiar a Loucura.
Por ter transformado um País inteiro com um futuro risonho e de sonhos arco-íris num autêntico BARRIL DE POLVORA.
Sim concordo piamente com a edificação um museu e já agora antecipem também um mausoléu a este maldito arquitecto da desgraça e da miséria mortífera; José Eduardo dos Santos.
A verdadeira grandeza...
Consiste; não... em receber honras.
Mas, em merece-las!
Nguituka Salomão
Fonte: Angola24horas.com


'Aumenta risco cardíaco' gordura na cintura.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Os investigadores olharam a distância ao redor do quadril e da cintura para medir a gordura ao redor da barriga.
 Pessoas com doença arterial coronariana têm um risco aumentado de morte se elas têm gordura na cintura, de acordo com pesquisadores dos EUA.
A equipe da Clínica Mayo, que analisou dados de cinco estudos envolvendo 15.923 pacientes, encontraram estas pessoas afectadas mesmo com um índice de massa corporal normal.
No jornal do American College of Cardiology, disseram pessoas com gordura abdominal deve tentar perder peso.
A British Heart Foundation disse que aqueles com doenças cardíacas devem ser vigilantes.
Os pesquisadores da Clínica Mayo, olhoram para a distância ao redor do quadril e da cintura para medir a gordura ao redor da barriga, e IMC, que é uma medida de comparação entre peso e altura.
Houve um aumento de 75% de risco de morte para pacientes com altos níveis de gordura ao redor da cintura comparados com aqueles com cinturas finas.
Mesmo os pacientes com peso normal, com IMC entre 20 e 25, teve este aumento do risco de morte se eles estavam carregando gordura ao redor da cintura.
«Grande risco» Dra. Thais Coutinho, da Clínica Mayo, disse: "O IMC é apenas uma medida de peso proporcional à altura que parece ser mais importante e é como a gordura é distribuída no corpo.."
Os pesquisadores afirmam que os médicos devem tomar medidas de cintura e quadril para todos os pacientes com doença arterial coronariana, a fim de dar aos pacientes conselhos sobre como reduzir seu risco.
Dr. Mike Knapton, diretor médico associado da organização britânica British Heart Foundation, disse: "Este estudo mostra que a obesidade abdominal é o principal fator de risco para pacientes com doença arterial coronariana, mesmo que tenham um IMC normal e são um peso saudável.
"O único estudo que analisou pacientes com doença arterial coronariana, mas confirma a idéia de que a gordura abdominal é" tóxico "e está associado a uma série de outros fatores de risco para a doença, como pressão arterial elevada, colesterol elevado e diabetes.
"Ela pode ser confuso ao saber que levantou o IMC é ruim para você e, em seguida, ao ouvir que a circunferência da cintura é uma medida importante, ao invés de IMC. Gostaria de informar que o seu IMC deve ser geralmente entre 20 e 25 e se tiver uma doença cardíaca precisa ser mais vigilante se você estiver carregando o excesso de peso em sua cintura. "

Fonte: bbc.co.uk 

Suíça congela 646 M€ de Mubarak, Kadhafi e Ben Ali.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

 O Governo suíço congelou milhões de euros em depósitos dos três líderes da África do Norte. Dados do Departamento Federal dos Negócios Estrangeiros suíço, dão conta de que Mubarak, Kadhafi e Ben Ali viram os seus depósitos no valor de 830 milhões de francos suíços, ou seja 646 milhões de euros, congelados.

São 830 milhões de francos suíços, cerca de 646 milhões de euros, que a Suíça congelou a Hosni Mubarak, Presidente deposto do Egipto, ao líder líbio Muammar Kadhafi, e ao também ex-presidente da Tunísia, Ben Ali.A maior parte dos fundos congelados, cerca de 320 milhões de euros, são da fortuna do antigo presidente egípcio Hosni Mubarak.Depois da determinação de sanções contra o regime do dirigente líbio Muammar Kadhafi pelas Nações Unidas, o governo suíço também bloqueou 280 milhões de euros. Em relação à Tunísia, os fundos congelados ascendem aos 46 milhões de euros. Os números foram divulgados pela presidente da confederação helvética, Micheline Calmy-Rey, em visita à Tunísia, onde decorreu a conferência anual de embaixadores suíços no Médio Oriente e na África do Norte.
Fonte: OJE/Lusa.

Remessas de emigrantes cresceram 53,4 milhões de escudos, em março.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

A entrada de divisas no País proveniente das comunidades cabo-verdianas pelo mundo, atingiu 959,7 milhões de escudos,contra os 906,3 do mês anterior.
As remessas dos emigrantes cabo-verdianos em março deste ano, cresceram 53,4 milhões de escudos em comparação com o mês de fevereiro.
A entrada de divisas no País proveniente das comunidades cabo-verdianas pelo mundo, atingiu 959,7 milhões de escudos,contra os 906,3 do mês anterior.
Os cabo-verdianos radicados no estrangeiro enviaram no mês de Março último, 959,7 milhões de escudos para Cabo Verde, superando em mais 53,4 milhões do que no mês de Fevereiro, cujo montante tinha sido de 906,3 milhões de escudos, conforme dados do BCV publicados no seu site.
Portugal foi o país emissor de divisas que registou o maior aumento, num total de 317,2 milhões.


fonte: RTC, REDAÇÃO.

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