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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Angola: As maravilhas da medicina tradicional.

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Medicamentos tradicionais como cola e gengibre são vendidos nos mercados dos Congolenses e São Paulo e procurados por muitos cidadãos que acreditam na medicina natural
Fotografia: M. Machangongo
A medicina tradicional é eficaz na cura de muitas doenças físicas e mentais. Resulta da combinação de conhecimentos, habilidades e práticas baseadas em teorias, crenças e experiências usadas para prevenção, diagnóstico e tratamento. 
O terapeuta tradicional é reconhecido pela sua comunidade por ser competente para prestar cuidados de saúde, baseados nos conhecimentos tradicionais, sejam eles religiosos culturais ou sociais, e que visam o bem-estar mental, físico e social. Maria dos Santos, 59 anos, vende medicamentos naturais no mercado dos Congoleses, antigo Caputo, desde 2007. Fornece aos clientes desde cola, gengibre, pele de jacaré, diala miango, raiz de coqueiro e outros remédios usados na medicina tradicional. 
A vendedora diz que a pele de jacaré serve para curar doenças dos brônquios: “a pele é assada no carvão, depois pisa-se no pilão. O pó resultante põe-se num copo com água e dá-se a mistura a beber aos bebés e adultos que tenham problemas dos brônquios. O medicamento deve ser tomado duas vezes por dia, de manhã e à noite”.
Mas Maria dos Santos sabe mais: “a junção da raiz do coqueiro com dicaxi cura o paludismo. Juntam-se as duas raízes numa cafeteira, deixa-se ferver e depois os doentes bebem o chá até ficarem bons”.  
O brututu cura a biliose. O chá é feito com dicaxi e raiz de coqueiro. A mandioca macho também é usada numa mistura com “diala miango” para dar potência sexual aos homens. Colocam-se as raízes na água. O “doente” depois bebe a infusão e mastiga a mandioca. Maria dos Santos diz que é infalível.
A raiz “ngadiola” (parece um feijão grande) serve para curar a febre tifóide: “tem de se mastigar um por dia, até passar a doença”. A vendedora disse ainda que estes medicamentos são bons e se forem bem usados dão excelentes resultados. Atenção! Alguns medicamentos naturais não podem ser misturados com remédios químicos ou bebidas alcoólicas. 
Jorgina Afonso, 25 anos, trabalha com a avó no mercado dos Congoleses há dois e colhe a sua experiência todos os dias. Desde que tomou contacto com os remédios tradicionais já consegue receitar as doses aos doentes.
Lamparina mágica

“Esta lamparina serve para fazer fumaça e expulsa os maus espíritos de casa. Esta pedra brilhante ou dilingonde, combate o mau-olhado e anula o veneno”, explicou Jorgina Afonso. No mercado de São Paulo, antigo Chamavo, o cenário é idêntico. A venda de plantas medicinais dá o sustento a muitas famílias. 
Os doentes não se queixam e muitos comprovaram que os “milongos” curam mesmo. Teresa Teixeira, 52 anos, há 25 que trabalha no mercado de São Paulo: “trabalho desde muito jovem com plantas medicinais, foram os meus avós que me ensinaram e sempre resultou. O nosso desejo é mesmo fazer uma parceria com o Executivo, para adquirirmos mais conhecimentos e aprendermos a dosear a medicação” disse.
A vendedora reforçou: “os nossos pais sempre que ficávamos doentes tratavam-nos com plantas”. Teresa Teixeira diz que se alguém parte a perna ou um braço “não é necessário ir ao hospital, põe-se a casca de mucumbi no local da fractura e passados alguns dias a pessoa fica boa”, reforçou.

Trabalhar o íntimo

“A medicina tradicional é diferente do espiritismo, que trabalha mais o íntimo. O psicológico vem dos nossos antepassados. Para saber se alguém está possuído de um espírito maligno tem de passar por rituais. Alguns kalundus só saem por acção de grandes mestres. É difícil acalmar certos espíritos, por que podem ser dos avós, bisavós, tios e outros parentes directos do doente”, afirmou.
A vendedora, 52 anos, disse que quando os espíritos aparecem (sobem) pedem o que for necessário para ser feito o tratamento: “carvão podem ser dois sacos, batuque, esteira e chifre de boi. 
Daí começa-se a tocar o batuque e o chifre de boi. A pessoa possuída pelos espíritos mergulha no fogo feito com dois sacos de carvão até os kalundus subirem e pedirem o necessário para o tratamento. Se o doente sair da fogueira sem queimaduras quer dizer que o espírito é verdadeiro, senão é falso”.
Teresa Teixeira disse também que os santos têm a ver com a kianda: “há alguns que se misturam com os kalundus, mas é raro. Existem os santos da água e da igreja, tudo começa pelos sonhos e termina sempre na água”. Também há crianças doentes com “mondona” e passam mal: “é quando o pai ou a mãe abandonam os filhos e eles só querem o cheiro dos pais. Então damos a roupa às crianças para sentirem o cheiro”. Com medicamentos naturais são tratadas doenças como a meningite: “é tratada com unhas de pássaro (orococo) golpeia-se o dedo do bebé corta-se um pouco a unha do pássaro e faz-se o trabalho”.
Atenção aos doentes com ácido úrico ou gota: “o doente não pode comer feijão, galinha e ovo. O tratamento é fácil, golpeia-se o dedo do doente corta-se a galinha na pata. Une-se o sangue dos dois”. Santa Luzia, 44 anos, disse ao Jornal de Angola que desde criança trabalha com remédios tradicionais. 
“Sou herdeira da minha mãe, é um dom de família. Aqui neste mercado vendo de tudo desde peles de animais, tubérculos, folhas de plantas medicinas, caveiras de macaco, cada um tem o seu fim”, afirmou. A vendedora disse: “se pudermos associar-nos e trabalhar com o Executivo a favor da boa saúde da população vai ser uma alegria porque há doenças que só o ramo da medicina tradicional pode tratar”. A pele de jibóia fervida serve para partos difíceis. A pele de macaco cozida ou moída combate vertigens e tonturas.
Os pelos de coelho curam queimaduras. A terra do morro de salalé serve para fechar a cabeça aberta em bebés recém-nascidos. 
Caveira de macaco cura cabeça aberta. Chifre de boi chama os espíritos na hora do chinguilamento. As tripas da jibóia e a coluna vertebral servem para tratar a mulher que não consegue dar à luz, ajudam a expulsar o feto.
As penas de pássaros, galos, galinhas e patos usam-se para dar banho de chinguilamento. Unha de águia combate o mau-olhado, a gota e os bebés que se assustam de noite “não se assustam mais”. As missangas são boas para rituais espiritistas e as vassouras de mateba servem para tirar o mau-olhado do corpo.

Medicina natural

A medicina natural ganhou espaço na sociedade angolana e hoje ocupa um lugar de destaque. A ervanária Xandala é antiga no tratamento com plantas medicinais em Angola.  Com 44 mil clientes, a ervanária Xandala está aliada à Associação dos Centros e Ervanárias de Medicina Natural (MENA), que também trabalha no ramo. Morina de Sousa, terapeuta, há dez anos trocou a medicina convencional pela natural por acreditar que desta forma salva mais vidas. 
Os doentes que procuram esta parte da medicina tradicional recebem uma orientação sobre a medicação e a alimentação ou como devem viver em sociedade para evitar determinadas doenças: “o paciente tem de ter consciência do tratamento que está a fazer, porque se não cumprir com a medicação não tem como obter resultados positivos, por isso toda a cura depende da fidelidade do paciente durante o tratamento” disse a terapeuta.
A medicina natural tem a sua parte química e por isso, ao ser feita a medicação, deve-se ter cuidado com o tempo que é dado pelo terapeuta para tomar os chás e xaropes. 
A ervanária Xandala tem uma horta na Funda onde faz a colheita, secagem e embalagem de alguns medicamentos: “os nossos produtos são feitos por nós” afirmou  Morina de Sousa.

Função dos medicamentos

Uma papa de folhas, sementes, ginguba e fuba de milho serve para defender o organismo porque actua como vitamina. O sisal serve para tratar doenças como o paludismo e a febre tifóide. Amoreiras utilizam-se para gargarejos, inflamações nas amígdalas, dor de dentes e de garganta, vermes, feridas, diabetes e dor de bexiga. A folha da bananeira é utilizada para banhos, úlceras, azia, asma e tosse rebelde. O manjericão alivia as dores intestinais e de estômago, é tónico e estanca o sangue. O vinagre de maçã baixa o colesterol, combate a artrite, a azia, o reumatismo, a dor de bexiga. 
Paulo Kapela tem larga experiência no campo da medicina tradicional: “vem dos nossos antepassados, os pais passam testemunho de geração em geração. Eu aprendi tudo o que sei com os meus avós e pelos caminhos que percorri n no Congo Democrático, Congo Brazaville e Maquela do Zombo”, afirmou.

Opinião do público

Joaquina Gomes, funcionária pública, acha importante o Executivo trabalhar com os terapeutas tradicionais e ervanários porque “se serve para salvar vidas então é bem-vindo, muitos ao irem aos hospitais não são curados e vão aos médicos tradicionais ou ervanárias e são curados. Tenho uma irmã que não conseguimos tratá-la no hospital, levámo-la a uma ervanária e ficou curada”.

Sérgio Quintas, vendedor ambulante, disse “há muito preconceito por parte da população, nós no mato nunca tomamos remédios, só ervas que os nossos avós iam buscar na mata e depois de preparar davam-nos a beber e ficávamos curados”, afirmou.

Tânia Silva, funcionária pública, afirmou que é louvável o Executivo trabalhar com pessoas que conhecem a fundo a  medicina tradicional para a­poiar os hospitais quan­do não puderem dar resposta a certas doenças”.


fonte: Jornal de Angola


Cimeira da CPLP hoje em Maputo.

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Fernando da Piedade Dias dos Santos está na cidade de Maputo para apresentar a posição do país sobre segurança alimentar
Fotografia: Mota Ambrósio | Maputo


O Vice-Presidente da República está desde ontem, em Maputo, para em representação do Presidente José Eduardo dos Santos participar, hoje, na IX Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Fernando da Piedade Dias dos Santos recebeu cumprimentos de despedida, no aeroporto 4 de Fevereiro, dos ministros da Assistência e Reinserção Social, João Baptista Kussumua, da Família e Promoção da Mulher, Genoveva Lino, e da Educação, Pinda Simão.
Na cimeira, que tem por lema “A CPLP e os desafios da segurança alimentar e nutricional”, Moçambique assume, durante no encontro, a presidência rotativa da organização. O tema da cimeira está relacionado com a estratégia de segurança alimentar e nutricional da CPLP, aprovada em 2011, cujo objectivo é contribuir objectivamente para a erradicação da pobreza nos países-membros, com reforço da coordenação entre os Estados.
O encontro de hoje foi antecedido da XXIV reunião dos Pontos Focais de Cooperação, da reunião do Grupo Técnico de preparação do 155º Comité de Concertação Permanente e do encontro do Comité Permanente.
Ontem decorreu a XVII reunião ordinária do Conselho de Ministros, que preparou os documentos que são submetidos hoje à Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade.

Angola passa a presidência

A cidade de Maputo acolhe hoje a 9ª Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), no encontro em que Angola passa a presidência da organização a Moçambique.
Na hora do balanço sobre a presidência angolana, o secretário executivo cessante da CPLP, Domingos Simões Pereira, afirmou ontem, em Maputo, que o desempenho de Angola ficou marcado pela mobilização da sociedade civil e associações profissionais em programas em prol da comunidade.
Em declarações aos jornalistas, Domigos Simões Pereira incluiu no leque de sucessos da presidência angolana os progressos registados nos domínios da saúde e educação. “É preciso termos em atenção que a CPLP não é uma estrutura supra-estadual, mas uma emanação dos Estados”, referiu, acrescentando que os oito países membros devem estar satisfeitos com tudo o que a organização conseguiu ao longo destes  anos.
O secretário executivo cessante garantiu que Moçambique está pronto para assumir a presidência da organização, quer do ponto de vista logístico quer de continuidade dos projectos.
Domingos Simões Pereira disse acreditar que a CPLP vai sair desta cimeira com orientações muito claras, que vão permitir com que os diferentes desafios da organizacao conheçam desenvolvimentos  positivos. Os Estados membros, acrescentou, têm em comum uma vocação para a agrícultura, que pode facilitar os desafios da segurança alimentar e nutricional, escolhido como tema da cimeira.

Guiné-Bissau


Sobre a crise na Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira lembrou que a CPLP, ao exigir a reposição da ordem constitucional, está a reconhecer a necessidade de assistência e apoio àquele país.
Convidado a comentar sobre o Governo de transição instituído naquele país, depois do golpe de Estado de 12 de Abril, disse apenas que “o princípio democrático é reconhecido pelo povo como a única instância para a escolha dos seus representantes”. Deixou claro, no entanto, que este Governo não vai ser aceite na cimeira de Maputo.
Em relação ao processo de adesão da Guiné-Equatorial à CPLP, Domingos Simões Pereira disse que parte para Maputo com “posições bastante claras”. Lembrou que, a partir da cimeira de Luanda, realizada em 2010, a questão do ingresso da Guiné-Equatorial na organização deixou de ser uma simples decisão, mas um processo.
Segundo Domingos Simões Pereira, o pedido de adesão foi aceite pelos Estados-membros, que instruíram a abertura de um processo. O secretário executivo cessante salientou que a CPLP vai continuar a desenvolver acções de proximidade com aquele país, mas o pedido de adesão deve ser avaliado periodicamente.
O embaixador de Angola na CPLP, Hélder Lucas, que coordena o comité permanente que prepara a agenda da reunião dos chefes de Estado e de Governo, disse que o evento vai adoptar várias resoluções sobre a segurança alimentar e nutricional dos Estados-membros e aprovar a constituição do Conselho Económico e Social da organização lusófona.
Em declarações aos jornalistas, à margem dos encontros preparatórios da cimeira, Hélder Lucas disse que, ao longo dos 16 anos da sua existência, a CPLP ganhou prestigio e os Estados-membros intensificaram a cooperação entre si. “A CPLP, ao longo destes anos, tem ganho prestígio e notoriedade”, declarou o diplomata angolano, apontando a cultura e a língua comum como as principais bases de identidade em que assenta a amizade e a cooperação entre os diferentes Estados-membros.

Situação alimentar estável


O director nacional de segurança alimentar do Ministério angolano da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas, David Tunga, que participou nas reuniões técnicas da cimeira dos Chefes de Estado, considetou “estável” a situação alimentar em Angola.
“Apesar dos contratempos devido à escassez de chuvas que afectou o país, sobretudo a  faixa litoral, a situação alimentar em Angola pode ser considerada estável”, afirmou David Tunga, para quem o conjunto de programas que o Executivo está a implementar visa melhorar a segurança alimentar da população.
David Tunga assinalou que decorre no país um programa de reabilitação da rede viária e a criação de perímetros irrigados. O responsável lembrou que Angola, na qualidade de presidente da CPLP, desempenhou um papel fundamental na elaboração e aprovação da estratégia de segurança alimentar e nutricional da organização.
A estratégia de segurança alimentar e nutricional da CPLP visa dar maior dignidade à população, sobretudo no meio rural, para a qual pretende levar um conjunto de  programas no âmbito da agricultura e pescas, com intervenções pontuais do sector privado e da sociedade civil.
Os chefes de Estado e de Governo testemunham na cimeira de Maputo o lançamento do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional da CPLP, uma instância que vai conduzir as políticas e programas em torno do desenvolvimento na comunidade.

fonte: Jornal de Angola

quinta-feira, 19 de julho de 2012

A 5a Conferência Ministerial do Fórum da cooperação Sino-Africano: O Presidente Alassane Ouattara participou nesta manhã de quinta-feira na cerimônia de abertura.

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© Presidência por DR
Visita oficial à China: o Presidente da República, Sr. Alassane Ouattara visita o Museu `s Xi` an Exército
Quarta-feira 18 julho, 2012. Visita oficial à China, o Presidente da República, Sr. Alassane Ouattara visitar o Museu de Exército` Xi` an.

O Presidente da República, SEM. Alassane Ouattara participa,nesta quinta-feira, 19 de julho, 2012, na parte da manhã, na cerimônia de abertura da 5 ª Conferência Ministerial sobre Cooperação Sino-Africano, no Salão do Povo, em Pequim (China).

O Chefe de Estado participa da cerimônia com seus pares na China, Benin, África do Sul, Níger e Secretário Geral da ONU, Ban Ki Moon.
Em seu discurso de boas vindas, ele Hu Jintao, Presidente da República da China, disse que o Fórum de Cooperação Sino-Africano surgiu há doze anos.

Acrescentando que a edição deste ano tem como objetivo consolidar os ganhos e criar novas oportunidades para uma nova parceria estratégica entre a China e África.
Neste sentido, ele revelou que nos próximos três anos, a China vai tomar medidas em prol da África em áreas como a expansão da cooperação em investimento, com a introdução da linha de crédito $ 20 bilhões; laços de amizade entre os povos chinês e Africano e apoiar o estabelecimento da paz e da estabilidade nos Estados africanos.

Presidente Hu Jintao concluiu seu discurso expressando sua convicção de que a nova parceria China-África, terá uma radiação ainda mais brilhante para ambas as partes.
Outros que conseguiram seguir o líder chinês, incluindo o MM. AMR Kamel, enviado especial do presidente egípcio, Mohamed Morsi, Boni Yayi, presidente do Benin, presidente da União Africano (UA), Jacob Zuma, presidente da África do Sul e Co-Presidente do Fórum Sino-Africano 2012 e Ban Ki Moon, secretário-geral da ONU, todos têm elogiado e agradecido a China por seu papel importante no desenvolvimento da África por mais de uma década.
Salientaram que África unida e integrada precisa da China como a China precisa de África para continuar a ser o grande país que já é.

Portanto, eles expressaram o desejo de ver reforçadas as relações entre África e China para a felicidade dos africanos e dos povos chineses.

fonte: abidjan.net



Flávio Amado entre os melhores do século.

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O atacante angolano, Flávio Amado, é o décimo maior marcador do seculo XXI, segundo dados divulgados recentemente pela Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS). O marfinense Didier Drogba, actualmente no Shanghai Shenhua, da China, lidera a lista.
Drogba tornou-se o maior goleador do século XXI graças aos 100 golos internacionais em 11 anos e meio de carreira, de acordo com o IFFHS.
Com estes números, o jogador ex-Chelsea ampliou sua vantagem como principal artilheiro do século sobre o alemão Miroslav Klose, segundo colocado, com 90 golos, e o holandês Ruud Van Nistelrooy, terceiro, com 87. Messi subiu seis posições, devido aos 15 golos que marcou em competições internacionais na primeira metade de 2012, assumindo a sexta posição (84 golos), três lugares à frente do português Cristiano Ronaldo (76).

CONFIRA A LISTA DOS 10 MELHORES MARCADORES DO XXI:

1. Didier Drogba - 100
2. Miroslav Klose - 90
3. Ruud van Nistelrooy - 87
4. Thierry Henry - 85
5. Samuel Eto'o - 84
6. Lionel Messi - 84
7. David Villa - 80
8. Raúl - 78;
9. Cristiano Ronaldo - 76
10. FLÁVIO AMADO- 75

fonte: opais.net

Como os islâmicos podem destruir mesquitas?

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Ao abordar os mausoléus, os salafistas partem para a guerra contra os altos do Islã de Sahel.


Timbuktu. A palavra mágica, uma espécie de sésamo que o transporta a terras e tempos muito antigos. A cidade de 333 santos, dizem eles. Antes das primeiras explorações no século XIX, os europeus acreditavam que até mesmo as ruas da cidade foram pavimentadas com ouro.

Uma história rica que não é no entanto para todos os gostos, incluindo Salafi que assumiu o controle da cidade em abril passado. Lucrando com os rebeldes tuaregues que avançam em prol do Movimento Nacional para a Libertação da Azawad, lutadores Jumu'a Ansar al-Din al salafiyya (o Grupo Salafista de defensores da religião) Al Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI) e o Movimento para a singularidade ea Jihad na África Ocidental (Mujao) que não estão muito convincente a ter lugar nas principais cidades do norte do Mali. 03 de abril, a bandeira negra da jihad estava flutuando em Timbuktu.

"Queremos que as pessoas se ligam a Deus não, aos símbolos"

No início de julho, os jihadistas salafistas que afirmaram Al-Qaeda no Magrebe Islâmico, destruindo algumas dúzia de mausoléus.

Locais considerados santo pela maioria das pessoas de Timbuktu e "haram" (proibido) por parte dos salafistas.

"Queremos que as pessoas se ligam a Deus, não um símbolo", disse um lutador em maio de Ansar al-Din após a profanação de túmulos do santo Sidi Mahmoud.


A cidade de Timbuktu realmente é cheio de santos, santuários, mesquitas, antes que os salafistas não fizeram-na prostrar-se. Os defensores do salafismo defendem uma prática do Islã baseada no Alcorão, a Sunnah (tradição do Profeta) e a imitação dos ancestrais Piedoso (Salaf al-Salih). O Salafi termo vem de lá. O futuro está no passado, a do profeta, em Medina, não santos em Timbuktu!

"Os salafistas não atacam mesquitas em si mesmas, eles estão atacando locais de culto como idolatria sob a porta da mesquita Sidi Yahya. Esta porta foi considerado capaz de proteger tudo o que estava lá dentro. E se você abri-la era o fim do mundo. Abrindo a porta, os salafistas estão demonstrando que este não é o fim do mundo e as únicas crenças que são dignas de sua obediência ", o especialista e antropólogo André   Bourgeot análisou, o diretor de pesquisas do CNRS, espaço Saara-Sahel.



Crenças seculares

Veja você também o poder do mau!

A população local foi inevitavelmente afectada pela destruição de lugares sagrados que incorporam crenças seculares na região. Mesquitas e mausoléus não são apenas monumentos históricos, prédios, mas de barro friável e regularmente conservados, que mantêm um peso elevado de cidade santa muçulmana. "Ao atacar a porta da mesquita Sidi Yahya, as crenças salafistas afetam ainda está crença ao vivo", diz Andre Bourgeot.

"Eu quebrei o monumento de al-Faruq com minhas próprias mãos, porque as pessoas me disseram que era o espírito protetor da cidade. Eu quebrei para provar-lhes que isso não significa nada e que só Deus pode nos proteger ", disse um veterano de Ansar al-Din, em maio.


Ao destruir os mausoléus, os salafistas demonstraram o rigor do pensamento que os distingue da maioria dos muçulmanos. Seu mundo é estruturado como um tríptico: a bons muçulmanos, os muçulmanos ruim e infiéis (não-muçulmanos, não crentes). Muçulmanos que oram a um santo ou um profeta para os muçulmanos que são ruins, porque eles usam um intercessor para se aproximar de Deus.

Para o antropólogo André Bourgeot, a presença dessa corrente no Mali faz parte de um longo tempo, o que excede os últimos acontecimentos que afectaram ao norte do Mali.

"O salafiyya Da'wa esta é uma seita paquistanês no Mali desde os anos 1990, particularmente na região de Kidal, no nordeste. Ela tem treinado executivos do atual movimento Ansar al-Din como Iyad ag Ghali. Anteriormente, em 1965-1970, é um culto que veio direto da Arábia Saudita, que começou a se tornar muito poderoso em Mali: a wahabiyya. Estes salafista existem há décadas, mas levaram o contexto criado pelo Movimento Nacional de Libertação de Azawad para se tornar mais assertivo. "

Guerra contra o Islã

A salafismo jihadista como o pesquisador do Centro Africano no mundo que Boilley Pierre chama de "produtos de importação" com "o Islã no Sahel considerado tolerante e aberto, não rigorosa ou violento" Islã no trabalho coletivo empregues na sub-saariana para o teste de história, Karthala, 2012. Um confronto entre duas visões do Islã que levaram à destruição de muitos lugares de culto muçulmanos.

Na Líbia, enquanto o país estava enfrentando alguns salafistas milícias da guerra civil não só profanaram túmulos em cemitérios militares da II Guerra Mundial, mas também destruíram os santuários de santos.

No início do século XIX, durante a tomada de Meca e Medina, as cidades santas do Islã, o primeiro Saud tinha ordenado a destruição das cúpulas erguidas sobre os túmulos de Khadija, a primeira esposa do Profeta, Hassan e Hussein, seu filho-neto.

O cenário se repete e queixas contra os seus companheiros salafistas parecem imutáveis.

Por Nadera Bouazza

fonte: slateafrique





quarta-feira, 18 de julho de 2012

Angola e Portugal acertam as contas.

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Presidente do Tribunal de Contas de Portugal e o homólogo angolano falaram da necessidade de ampliar a troca de experiências
Fotografia: Paulo Mulaza





O presidente do Tribunal de Contas de Portugal, Guilherme d'Oliveira Martins, defendeu ontem em Luanda que as parcerias público-privadas só devem ser usadas quando forem a melhor maneira de salvaguardar o interesse público.
Guilherme d’Oliveira Martins, falando numa palestra sobre a fiscalização das parcerias público-privadas, no quadro da sua visita ao país, advogou igualmente que só se deve fazer recurso a essas parcerias se houver partilha de riscos entre as entidades envolvidas.
O presidente do Tribunal de Contas de Portugal indicou ainda que as parcerias público- privadas não devem constituir-se numa “solução mágica” para as dificuldades de financiamento. Pelo contrário, acrescentou, as parcerias exigem uma “ponderação rigorosa” daquilo que tem que ser pago pelos contribuintes.
Guilherme d’Oliveira Martins indicou ainda que as parcerias público-privadas devem obedecer à neutralidade orçamental, à divulgação de uma avaliação permanente, distribuição no tempo equilibrada dos encargos, compatibilidade dos diversos incentivos, definição clara dos pagamentos residuais, renovação periódica à luz das circunstâncias e comprovação rigorosa da comportabilidade orçamental.
“Nenhuma parceria pode ser adoptada como se fosse um salto no escuro”, frisou, indicando igualmente a necessidade de intervenção das instituições superiores de controlo.


Prestação de contas
O presidente do Tribunal de Contas, Julião António, garantiu que a instituição tem conjugado esforços para a criação da consciência de prestação de contas entre os gestores públicos. 
Julião António, que falava num encontro com o presidente do Tribunal de Contas de Portugal, Oliveira Martins, afirmou que esta acção tem contribuído para o desenvolvimento das instituições. 
O presidente do Tribunal de Contas reconheceu o apoio da instituição congénere de Portugal na consolidação e fortalecimento da fiscalização das contas públicas no país. “A troca de experiência permitiu-nos dar, com solidez, os primeiros passos e identificar estratégias para as metas traçadas pelo Tribunal, dentro da sua missão constitucional de fiscalização da legalidade das finanças públicas”, disse. 
Julião António lembrou que a visita do presidente do Tribunal de Contas de Portugal serve para fortalecer as relações de amizade e de cooperação institucional, quer a nível da Organização das Instituições Supremas de Controlo dos Países de Expressão Portuguesa (OISC), quer da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
O presidente do Tribunal de Contas salientou ao seu homólogo a importância das eleições gerais marcadas para 31 de Agosto, uma oportunidade para os cidadãos escolherem os governantes para conduzir os destinos do país nos próximos cinco anos. 
O presidente do Tribunal de Contas de Portugal reconheceu a competência técnica do Tribunal de Contas de Angola. Oliveira Martins considera que o Tribunal de Contas angolano é das instituições mais activas na CPLP e reconhecida pela Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores (INTOSAI).
Na qualidade de presidente da Organização Europeia das Instituições Superiores de Controlo, Oliveira Martins vai envidar esforços para que, à semelhança da Organização das Instituições Superiores de Auditoria da Ásia (ASOSAI), a EUROSAI possa concretizar formalmente uma cooperação entre as organizações regionais e instituições congéneres da Europa e de África.

Troca de experiência
Oliveira Martins, que assume também o cargo de presidente da Organização das Instituições Superiores de Controlo das Finanças Públicas da Europa, reconheceu a importância estratégica de Angola no continente africano e, por isso, defendeu que as instituições congéneres dos dois países devem aproveitar esta oportunidade para reforçar a troca de experiência.
O presidente do Tribunal de Contas de Portugal, que ontem manteve encontros em separado com o seu homólogo angolano, Cristiano André, com o procurador-geral da República, João Maria de Sousa, e com o Cardeal Alexandre do Nascimento, afirmou que “Angola é um país com responsabilidades muito acrescidas”.
Oliveira Martins afirmou que os Tribunais de Contas têm um papel importante, que passa pela indicação de caminhos para a promoção de boas práticas para aperfeiçoar a administração e garantir que os cidadãos possam estar certos que o dinheiro público é bem utilizado. 
O presidente do Tribunal de Contas de Portugal disse que a sua visita serve para reforçar as relações entre as duas instituições. “Há uma colaboração muito antiga entre as instituições no âmbito da CPLP”, sublinhou.



fonte: Jornal de Angola





sexta-feira, 13 de julho de 2012

Os ditadores não são forçosamente estúpidos.

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Muammar al Gaddafi RIP, por Abode of Chaos via Flickr CC
Não subestime os tiranos. Na África ou em outro lugar, eles ainda têm mais um truque na manga.

É comum encontrar os ditadores estúpidos, ou pelo menos insanos. Muammar al-Gaddafi estava louco gritando com senso de moda louca. Kim Jong Il mostrou um cabelo absurdo e uma propensão para slogans surrealistas.

Os generais birmaneses foram brutos que se engajaram na consulta de adivinhos para tomar decisões importantes e os seus povos foram executados por um sim ou um não. Mas por trás dos desenhos animados, porque eles não são nada, mas caricaturas-espreitam algumas realidades desagradáveis ​​na verdade sobre a vida moderna.

Gaddafi tem governado durante quarenta e um anos um país que o havia conhecido antes hargnes e rivalidade. Kim Jong Il é morto em sua cama depois de ter governado a Coreia do Norte por dezessete anos, apesar da política condenando o país a uma pobreza envergonhada, enquanto seus vizinhos atingiram um novo patamar de prosperidade.

E os generais da Birmânia? Eles chegaram ao poder em 1962, e começaram a relaxar suas garras ligeiramente nos últimos tempos, estes são claramente os que fazem chuva ou fazem sol.

Todos esses ditadores conseguiram se manter no poder por muito mais tempo do que eles ou os seus povos não teria direito a esperar. Maus, eles eram, sem dúvida. Mas você não pode culpá-los por serem idiotas. Quando medido em seu próprio quintal, eles não têm mesmo mal.

Lunático, mas não que...

Faríamos bem em manter isso em mente, se precisamos ajudar as forças da liberdade a prevalecer no mundo. Esta é também uma das lições do novo livro fascinante por Will Dobson, curva de aprendizado do Ditador: Dentro da batalha global para a Democracia (A curva de aprendizagem de ditadores na batalha global para a democracia ).

Dobson, ex-editor da Foreign Policy, que agora trabalha para Slate, teve a idéia de vários anos atrás, quando ele foi convidado para um jogo de estratégia com ativistas pró-democracia que estavam tentando minar regime autoritário em sua terra natal. Quando Dobson perguntou se ele poderia desempenhar o papel do ditador, que olhou para ele fixamente.

"Não é nossa coisa para ensinar as pessoas como para oprimir os outros", tratou-lo a nós.

O problema, claro, é que você não terá muitas chances de derrotar os déspotas, se você não entender o que eles têm em suas cabeças. Em seu livro, Dobson está trabalhando para corrigir esse erro, explorando cinco regimes autoritários contemporâneos e suas estratégias para manter o controle.

Ele entrevista os membros do Partido Comunista da China e dissidentes russos. Segue-se o líder da Malásia Anwar Ibrahim para um dia de campanha frenética que coloca em perspectiva dramaticamente o desafio de organizar uma oposição unida em um país dilacerado por divisões étnicas.

Na Venezuela, ele relata um encontro memorável com um ex-aliado sênior de Hugo Chávez, atualmente encarcerado testemunho impressionante a versatilidade (ou, talvez, da flexibilidade cruel) do regime.

E mesmo que mais do que ele escreve sobre o Egito antecede a queda do regime de Mubarak, sua análise aguda da distribuição de forças é pelo menos tão brilhantes como muitas histórias que sobreviveram desde a revolução.


Potente, mas conscientes de sua fragilidade

Algumas das melhores representações de Dobson é apenas para relatar sua ideia sobre a China. Os comunistas chineses, conclui ele, estão mais conscientes da fragilidade dos ditadores modernos.

Eles cuidadosamente investiga o colapso da ditadura, Ceausescu a Suharto, o ex-presidente indonésio, e trabalhou duro para aprender as lições que foram necessárias, com notável sucesso até agora.

Como Dobson aponta, logo após os acontecimentos da Praça de Tiananmen em 1989, a maioria dos observadores se surpreenderam ao saber que não só o Partido Comunista ainda está no poder hoje, mas prospera.

"O Partido Comunista Chinês sabe onde estão seus pontos fracos, recentemente explicou Dobson. Ninguém tem lições a dar a este governo sobre o que deveria impedi-lo de dormir "(Dica: a corrupção e a desigualdade estão no topo da lista)..

Quanto Putin, Dobson dá, a contragosto, creditado por ter conseguido manter o controle sem recorrer aos confins da era soviética. Século XXI, os russos podem viajar para o exterior e usar a Internet para seus corações, porque Putin entendeu isolar completamente os seus cidadãos do resto do mundo era um jogo cujos lucros não pode ir a diminuir.

Em vez disso, como Chávez, ele se concentra no controle dos principais meios de comunicação (como os canais de televisão nacionais) e sobre a manipulação cuidadosa de leis para fazer pender o jogo político em favor do Estado.

E por agora, de qualquer maneira, não é perfeitamente alcançada sem enviar caminhões de adversários em campos de concentração.

Eles se abraçam as pessoas para melhor reprimir

Ao Putin disse Dobson, também sabe muito bem que qualquer autocracia, um dos maiores perigos é o de perder o contato com a opinião pública. Então, qual é a solução quando você tem domesticado o Parlamento até o ponto que você não pode contar com ele para fazer-se de informações úteis sobre as necessidades e preocupações dos cidadãos?

Para Putin, você cria um novo órgão chamado de "Câmara Pública", uma espécie de comitê consultivo em uma escala grande, incluindo representantes de genuínas organizações não-governamentais, oferecendo "conselhos, recomendações e críticas que podem fornecer uma Duma sem influência. "Ela só não tem poder.

E é precisamente aqui, é claro, que os problemas surgem para os autocratas modernos. O fato de que os regimes autoritários se sentem compelidos a fingir que realmente ouviu os eleitores  e reflete a extensão em que as regras democráticas são parte da paisagem.

Não é por acaso que a nova cultura de protesto do cidadão russo tem sido precisamente galvanizado pelo governo de manipular as eleições. Hoje, os russos realmente acreditam que suas vozes devem contar, então pretendem participar nas eleições o que não é fachada suficiente.

Malaios, por sua vez, participam em eleições mais ou menos real por anos, mas parece cada vez mais claro que as pessoas querem o seu voto o que é mais uma formalidade de legitimar um Estado despótico suavemente. O cenário político está mudando nesse sentido.


A explosão das forças progressistas

Mesmo o mais inteligente dos autocratas, portanto, o tempo está esgotando. Apesar de sua avaliação fria do poder relativo de lidar com regimes não-democráticos hoje, Dobson acredita que as forças da democracia estão a tomar a ascendência.

"A Primavera árabe é apenas um vislumbre, disse ele. A maré é claramente no sentido da liberdade e sociedades pluralistas. "

A rápida disseminação de informações complica a tarefa de concentração de poder dos governos, que corrói a essência do autoritarismo. Rumores de má conduta do governo em uma região da China pode começar imediatamente a motins, milhares de quilômetros de distância.

"A Dinastia Ming não tinha esses problemas", diz Dobson. Você não pode me dizer que as tarefas que precisam se preocupar com esses planos não se tornaram mais complicado. "

Dobson pode estar certo. Mas, mesmo se este for o caso, isso não, certamente, o Democratas vai descansar sobre os louros. Pelo menos por enquanto, os ditadores não faltam. E eles aprendem todos os dias.

Christian Caryl (Traduzido por Berengaria Viennot)


fonte: slateafrique






quinta-feira, 12 de julho de 2012

Angola: Isabel dos Santos, a filha do Presidente de Angola manda prender filho de João de Matos.

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Isabel dos Santos, é a figura que círculos  restritos em Luanda   que suspeitam  estar por detrás  da “ordem superior” que culminou  com a detenção, na passada Quarta-feira,  de jovem Alex de Matos, apresentado como “o filho mais velho” do  antigo CEMGFAA, João Baptista de Matos  suspeito de fazer parte de um desvio de 10 milhões de dólares aos cofres da operadora móvel UNITEL.
A detenção aconteceu num momento em que o ex- CEMGFAA encontrava-se fora do país, porem logo após os familiares e amigos do general terem tomado conhecimento do que se estava a passar desdobraram-se em  movimentações no sentido de se apurar e intervir em favor da soltura do jovem.   Uma das figuras que  também  movimentou-se  tão logo soube do que se estava a passar é o jurista Carlos Maria  Feijó que tem relações privilegiadas  com a família de Matos.
O Procurador Geral da República (PGR), João Maria de Sousa  que  viu o seu telefone a não parar de tocar    viu-se inicialmente “inútil” para ajudar visto que  o Procurador que ordenou a detenção  de Alex de Matos colocou os seus terminais telefônicos desligados para alegadamente não ser incomodado.
Alex de Matos acabaria por ser devolvido  a liberdade na sexta-feira (6), tendo se chegado a conclusão que o mesmo  pode ser   inocente das  acusações  que pesaram  sobre si.  De acordo  com apurações  é  apontado como principal  “suspeita” da burla um elemento identificado por “Arthur”  que entretanto  terá viajado para  Cuba.  Não há informações de que o mesmo terá se escapado propositadamente ou se o levantamento do escândalo calhou numa altura em que se encontra ausente de Angola.
Alex de Matos, que fora inicialmente detido por “engano” é descrito  como um jovem  “muito calmo” e que não se “mete em problemas”. Foi um  antigo estudante na cidade do Porto em Portugal.  Logo após regressar ao país, passou a trabalhar directamente  com o seu pai, João de Matos razão pela qual  é  tido como seu  principal substituto  na gestão dos negócios  e participações empresarias que o  CEMGFAA  faz parte.
Até ao momento a empresaria Isabel dos Santos ou algum representante da UNITEL ainda não reagiu para prestar esclarecimento deste acontecimento   ou  para apresentar desculpas publicas ao jovem Alex de Matos caso  as investigações das autoridades declaram-no  oficialmente  como inocente do desvio dos valores burlados a operadora móvel angolana.
fonte: MPDA

O site Slateafrique: O impacto benéfico do investimento chinês em África

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A crescente presença da China no continente fornece todos os tipos de debates, como as implicações geopolíticas das relações de negócios Chineses e do Ocidente em África.



O caso do  projeto petrolífero Rônier da National Petroleum Company (CNPC) da China  é particularmente interessante.



Este caso específico, o que supera as posições ideológicas, e cocktail mistura de óleo, China e África, optou-se por lidar com a regulamentação ambiental, por razões práticas, porque o assunto levanta menos resistência do que a governança, na esperança de que iria fornecer lições mais amplas ao longo do caminho.


Impacto ambiental "normal"


Primeira lição, o  projeto Rônier não teve um impacto extraordinário ambiental. Isto é em parte devido à dimensão e características deste projeto.


Modest em sua primeira fase (2009-2011), é o desenvolvimento de 80 poços de petróleo ligado por um gasoduto de 311 quilômetros que é uma pequena refinaria perto da capital do Chade, N'Djamena.


Além disso, a mídia cruzada, a savana Sudano-Sahel  pouco povoada, tem uma vulnerabilidade, para fora de uma travessia do gasoduto do rio Chari, principal afluente do Lago Chade.


Mas os dispositivos de controle ambiental e  práticas de CNPC também têm a sua quota em sua infância sem intercorrências.


Eles refletem uma década de aprendizado acelerado da gestão ambiental da China, resposta a desastres para o crescimento descontrolado, mas também algumas limitações.


Densa rede de regras de diferentes tipos (nacionais, provinciais, empresas sectoriais); origem híbrida de múltiplos repositórios, combinando empréstimos com as práticas internacionais e chinês, o avanço real, apesar de persistentes dificuldades de implementação.


O ritmo de implementação de dois impactos ambientais Estudo (EIA) do projeto Rônier é revelador.


O EIA da refinaria, financiado com o envolvimento de Eximbank (Banco de Exportação-Importação da China, estatal), que exige tais estudos desde 2007, foi uma realização mais rápida do que os campos de petróleo e do gasoduto.


Este, entregue após a conclusão dos trabalhos, fato explorado com brechas nas leis do Chade (Decretos de aplicação da Lei sobre a AIA não votou) e Direito (chinês em Estudos de Impacto Ambiental não aplicáveis ​​a no exterior).


CNPC é particularmente notável para a modéstia de seus meios de comunicação e informação, adequados para a suspeita.


Finalmente, a influência do ambiente de acolhimento na gestão ambiental não deve ser subestimado.


O projeto de petróleo de Doba (na décima primeira cidade do Chade, de 18.000 habitantes), encomendado em 2003 por um consórcio liderado pela Exxon americana, com o apoio do Banco Mundial, vericou em Chad progresso e multiforme aprendizagem , apesar dos problemas encontrados.


A legislação ambiental e óleo expandido; formação de capacidade dos recursos humanos de fortalecimento da sociedade civil. Experimentos de circulação permitidos por aqueles que passam algumas estruturas superiores do governo apoiados pelo Banco Mundial para o setor privado, ou a Exxon CNPC, não é sem efeito.


Não é por acaso que os dispositivos de compensação e reassentamento dos moradores das infra-estruturas implementadas pela CNPC se assemelham a nada tanto como os da Exxon, respondendo às normas internacionais.


Normas ambientais e "competição" Sino-Ocidental.



Com efeito, uma segunda fase da estratégia de CNPC no Chade visa, mais convencionalmente, a exportação de excedente entre o óleo processado pela refinaria (máximo de 20.000 barris por dia) e susceptível de aumentar a produção, com a perfuração de novos poços (em breve 60.000 b / d).


A solução mais simples seria usar o oleoduto operado pelo consórcio de Doba para metade da sua capacidade (225.000 b / d), nos últimos anos. Um acordo parece ter sido articulado, no início de 2012 entre a Exxon e a CNPC.


Agora, de acordo com os termos do contrato de empréstimo celebrado em 2001 com o Banco Mundial, o uso do gasoduto entre Doba, no Chade, e Kribi, nos Camarões, está sujeita ao cumprimento de normas ambientais por grupo Banco Mundial.


Para conectar seus novos campos de petróleo para o pipeline, a CNPC vai fazer seus padrões consistentes com os da Exxon. Mas como os dois atores (China e os EUA) como  iriam interpretar a esse requisito?


 Será  que a CNPC vai usar esta oportunidade de melhorar suas práticas e sua reputação para a gestão ambiental, ou será que só temos uma convergência de mínimos, o que reflecte a primazia dos motivos econômicos (business case para a infra-estrutura Exxon, a necessidade de exportar para CNPC)?


A conexão dos dois gasodutos de que se falam sobre as relações entre os dois atores no lugar da questão ambiental em suas respectivas estratégias.


Qual a contribuição para o desenvolvimento nacional?


Estas perguntas nos levam de volta ao debate mencionado pela primeira vez: a crescente influência da China na África, dirigido por sua necessidade de matérias-primas e com base em relações políticas com regimes africanos, isso não é agravar os sintomas da maldição " recursos naturais "(corrupção, o autoritarismo, o conflito)?


Aqui também, o projeto chinês no Chade desenha um quadro misto.


A instalação do CNPC no Chade em 2007 coincidiu com uma diminuição na intensidade do conflito entre o Chade e o Sudão para o Darfur aninhada: China tem claramente contribuído para aliviar as tensões entre os dois lados.


Especialmente, a primeira etapa do projeto foi Rônier original, uma vez que previa uma recuperação nacional dos recursos petrolíferos, através da refinaria Djermaya (cerca de 40 km da capital do Chade), que fornece produtos petrolíferos para o mercado interno e um pouca energia para a grade.


Os primeiros meses foram difíceis, porém: o comissionamento da refinaria no final de 2011 foi acompanhada por um impasse entre o governo do Chade, ansioso para definir um preço de combustível "social", e parceiros chineses preocupados com a viabilidade investimento econômico. Saldos continuam a ser procurados.


O segundo passo é clássica: a exportação de CNPC será tida em conta os rendimentos do petróleo nacional, ninguém sabe ainda se ele vai se preocupar com os mecanismos de alocação de pré a várias prioridades sócio-econômicas e transparência inaugurada, não sem mal, no projeto de Doba.


Mesmo que o declínio ainda está faltando, o investimento CNPC, em um país como o Chade não parece, em nossa opinião, fundamentalmente diferente em sua natureza e seus efeitos daqueles de empresas ocidentais.


Ao expandir o leque de parceiros, a China ampliou a política dos Estados africanos. O aumento das receitas do petróleo, pode ser a origem da empresa que fornece, torna o Estado a oportunidade de implementar políticas públicas, depois de ter sido privada durante as décadas de ajustamento estrutural.


As interações de empresas chinesas com seus ambientes domésticos seguem um certo pragmatismo, mas os sinais de que eles são mais sensíveis ainda merecem ser melhor compreendidas.


fonte: slateafrique


quarta-feira, 11 de julho de 2012

O depoimento da modelo Senegalesa: Nogi, "Antes de se tornar uma modelo, eu estava sem documentos e eu dormia na rua".

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Senegalês supermodelo com sede em Milão, é um Nogi atípica. Em um modo geral suave, que aborda o mundo dos bastidores da moda.



Nogi, para a promoção da Semana de Moda Negra em Praga. Todos os direitos reservados.


Paris, em um dia em junho, onde os elementos parecem ter desencadeado. A combinação de vento frio com uma garoa leve descontínua transforma a tarde de primavera em uma cena de Hitchcock assustador.
A espera no local de encontro parece interminável. De repente, o céu clareou com o aparecimento de uma figura alongada, balançando graciosamente no processo.
"Eu sou Nogi," é ela, dobrando sua altura de 1,83m para "bater" o vento. Nós vamos sentar dentro? "
Nomeação foi feita no Comércio do Café do distrito do décimo quinto andar do prédio da capital francesa, onde o jovem senegalês chegou a participar de desfiles e tirar fotos.
"Acabei de terminar uma sessão de fotos para Valège (marca de lingerie, nota do editor)," ela quase pede desculpas, para justificar o atraso.
Apesar de seus 23 anos, a jovem tem um rosto de um adolescente, sobre o qual reina os olhos sutilmente salientes, sublimada por seu cabelo raspado de perto, uma loira artificial. Seus lábios são visivelmente mais cheios. Tatuagens no pescoço vêm se perder em sua pele escura, o resultado do cruzamento sub-regional da África Ocidental (Senegal, seus antepassados ​​eram mauritanos).
As armadilhas da modelo perfeita é completado com as pernas cruzadas e descruzadas intermináveis ​​na mesma taxa que o olho que lança em seu telefone recorrente e trai um desconforto que seu sorriso não consegue esconder.

"Procure um emprego de verdade ou um outro telhado"

Que progresso. Desde a sua infância em Pikine, um subúrbio de Dakar, ela lembra que as suas formas eram frequentemente ridicularizadas como nem sempre em conformidade com os cânones da beleza senegalês drianké (a mulher arredondado).
O tempo de travessia do Atlântico, ele se sente para se vingar de este passado doloroso ser "um ícone de beleza, a ponto de viver."
Sua carreira tem sido, porém, não isenta de riscos.
Chegada na moda "como prova" de 17 anos de idade, ela começou a marchar em Dakar. Essa paixão lhe permitirá trabalhar para estilista Oumou Sy em Dakar durante o Fashion Week.
Após vários sucessos e uma reputação crescente, ela escolheu ir para a Europa e, especialmente, para Milão, "uma das capitais da moda."
"Portugal foi a minha porta de entrada para a Europa em Abril de 2010", lembra ela.
A noite de sua chegada, ela tomou a direção de Turim (Itália) para participar de convite de um tio que estava em casa, hora de procurar uma agência de modelos, necessária para trabalhar em moda na Europa.
Infelizmente as relações se deterioraram rapidamente, com sua família por causa de "um mal-entendido e uma má reputação na moda entre muitos senegaleses". Ela ordena que ele "vá procurar um emprego de verdade ou de um outro telhado."
Assim, ela se viu na rua. E este é o início das provas.
"O meu visto de um mês já tinha expirado. Eu não poderia trabalhar porque agências de modelos para o verão estavam perto de reabrir em Outubro e eu não tinha dinheiro para pagar minha participação "
Deixada à própria sorte e ao destino de si mesma, ela vai dormir na Estação Central de Milão, por três noites. Bonjour Tristesse fala não só para ela o nome de uma ficção romântica, mas uma realidade verdadeira. Um período difícil, mas que se reconciliou com a esperança através de encontros casuais.
"Primeiro, que um colega que me acolheu em casa, não correspondido, ela considera útil esclarecer. Então, com um italiano chamado Maurizio permitiu-me mais tarde para pegar o seu pé no comércio. Ele conhecia o chefe da agência Urban. Depois de algumas tentativas, comecei a trabalhar para eles. "

O mundo da moda é uma selva
Um trabalho que lhe permitiu descobrir que por trás das cenas totalmente diferentes do que ela já tinha conhecido em Dakar.
"Durante os testes, muitas vezes você tem a fila por horas. Acontece que eu participava de cinco desfiles por dia. "
É uma profissão onde a aparência é fundamental, as exigências a este nível são numerosas.
"Eu sou naturalmente magra, mas algumas meninas são obrigadas a planejar a dieta e muito esporte para atingir o peso desejado", diz a jovem.
Nesta selva, onde os modelos aparecem melhor e desaparecem como estrelas cadentes, sua sorte foi logo ao amanhecer.
"Em setembro de 2011, minha agência me enviou para o elenco da nova fragrância Cavali que estava fora no início de 2012." Um sucesso.
Ela foi premiada com o contrato e é impulsionado para a frente do palco. Desde então, ela está trabalhando.
"Recentemente, em maio, eu andei por Jean Paul Gaultier, ela diz com orgulho. Mas para a Benetton, eu tirei fotos para o catálogo da Costume National (uma marca italiana), Daviden, a Semana da Moda de Paris e Praga, via Milão e desfiles de moda de Londres, de Paris e de alguns tiros no Adama Atenas ", ela enumera para complementar o seu quadro de honra.
Difícil o acesso ao mundo da moda "parece uma vela enganosamente suave."
Racismo? Seus olhos se iluminam ao mesmo tempo.
"É um assunto tabu, mas existe. Durante um elenco, que me fez perceber que para o produto, o cliente não queria representar o preto. Não há ambigüidade, eu fiz entender em dinheiro a todos os outros colegas. Foi humilhante. "
Há uma outra forma de rejeição.
"As meninas, olhar e a mudança de encontros de acordo com a cor da pele", lamenta Nogi.
A presença do racismo é uma realidade no coração de uma competição feroz entre os modelos?
"Se no passado recente, as meninas negras estavam em alta demanda, este é´caso a menos  agora. São suplantadas por modelos dos países da Europa Oriental. Os Métis são a etíope ou os poucos que estão fazendo muito bem. "
O rosto da moda e da tradição
É também um ambiente onde tentações abundam. Álcool, drogas, sexo, reputação ruins ...
"Foi difícil de aceitar para a tradicional família senegalesa, minha família."
Ela também reconhece que a carreira de modelo a priori não são, necessariamente, infundados.
"Você pode cair rapidamente em alguma forma de prostituição. Por exemplo, os novos ricos da Rússia oferecem uma fortuna para sair, o tempo para uma noite ou um fim de semana, com modelos ... afinal de contas é uma questão de maturidade e educação ".
Educação, ela diz manter seu pai, que mora no Japão, embora não tenha visto desde 2005 e uma mãe "mais bonita" que ela.
Agora, Nogi vive uma boa vida.
"Eu trabalho com duas agências, eles cuidam de tudo (incluindo a sua regularização), até o meu apartamento em Milão. E também dos meus hotéis quando viajo. "
Agências são responsáveis ​​por encontrar contratos, mas eles podem ter entre "30 e 60%" para carimbar, para fundos que pode ser de até 30.000 euros.
No entanto, Nogi revela que ela tem muitas vezes participado de desfiles, onde as taxas variaram "entre 600 e 1.000 euros." Ridículo?
"Estes não têm nada a ver com os US $ 100 pagos para o meu primeiro show na Itália."

Considere o seguinte
Quanto aos esportes, na aposentadoria a modelagem vem mais cedo do que em outras profissões. Daí a delicada questão da conversão surge.
"Fazer filmes até que eu gostei muito, mas a criação e abertura de minha própria marca de calçados é mais plausível", diz Nogi, detém uma BTS em turismo.
Ambição política não é a agenda. Embora em abril de 2012, ela encontrou com o presidente Macky Sall, durante sua primeira visita à França.
"Discutimos questões relacionadas a uma melhor organização do negócio da moda em Dakar. Isso poderia evitar as meninas senegaleses que querem trabalhar na Europa para enfrentar os mesmos problemas que eu. "
Aprender com este curso nem sempre em linha reta, Nogi não é suportada por uma forma de gentrificação. Ela está constantemente a questionar sua vida, mesmo privada.
A jovem modelo confessa "estar preocupada com o casamento", já que continua convencida de que "é tanto que a beleza é a única  riqueza da mulher", para citar um provérbio tradicional Wolof (língua falada no Senegal).


fonte: slateafrique






Veja 15 hotéis românticos que não aceitam crianças.

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  1. Notícia
  2. Fotos
Little Palm Island, Estados Unidos: são 30 bangalôs que recebem hóspedes adultos numa ilha particular do litoral da Flórida, no Little Palm Island. Com estilo tropical e vista para o oceano, as suítes são só uma parte do charme do resort, que conta com belas praias exclusivas, spa e pratos gastronômicos no restaurante ou em jantares românticos à luz de velas Foto: Divulgação
Hotéis sem crianças oferecem mais tranquilidade aos casaisFoto: Divulgação
Casais que querem sossego nas férias têm a possibilidade de escolher hotéis exclusivos para adultos, onde crianças não são aceitas. A prática, antes restrita a poucos destinos no mundo, ganha popularidade e já é uma realidade instalada também no Brasil. Confira a lista de 15 hotéis selecionados para você pelo Terra.
Pueblo Bonito Pacifica Resort & Spa, Los Cabos, México: destino descolado da península de Baja Califórnia, Los Cabos tem belas praias e hotéis e  resorts exclusivos para descansar sob o sol do México. O Pueblo Bonito Pacifica Resort & Spa garante calma e tranquilidade para adultos, num hotel elegante e moderno, com bebidas e refeições incluídas.
El Dorado Seaside Suites, Riviera Maia, México: romântico hotel da Riviera Maia, o El Dorado Seaside Suites oferece aos seus hóspedes muito conforto e mordomias para adultos. Com tudo incluído em seus seis restaurantes e no bar da piscina, o hotel tem suítes luxuosas, diferentes tratamentos em seu spa e diversão noturna.  Todas as suítes contam com terraço e jacuzzi.
Couples Negril, Jamaica: situado em meio às palmeiras de uma bela praia de Negril, na Jamaica, o Couples Negril é um hotel exclusivo para casais. Sofisticado e com decorações coloridas, tem bares e restaurantes que convidam a fazer amizade com os outros hóspedes e diferentes atividades, como mergulho, vela, tênis, ioga e vôlei.
Vanity Hotel Golf, Maiorca, Espanha: maior das ilhas Baleares, Maiorca tem belas praias frente às águas calmas do Mediterrâneo. Para evitar o agito dos turistas que visitam a Europa durante o verão, o Vanity Hotel Golf é ideal. Renovado recentemente, o hotel tem uma vista privilegiada sobre a baía de Alcudia, quartos modernos e elegantes, além de um ambiente reservado para adultos.
Casa Velas Puerto Vallarta, Puerto Vallarta, México: charmoso hotel frente ao litoral do Pacífico mexicano, o Casas Velas Puerto Vallarta tem a calma e o luxo dos maiores hotéis, com a tranquilidade garantida por sua exclusividade para maiores de idade. Com suítes decoradas em estilo mexicano, com vista para os jardins tropicais, o hotel funciona no sistema all inclusive (tudo incluso), tanto para bebidas quanto para refeições nos restaurantes gastronômicos e no serviço de quarto 24 horas.
The Standard Hotel New York, Nova York, Estados Unidos: o hotel-boutique tem vista para o rio Hudson e os principais arranha-céus de Nova York, no East Village de Manhattan, o The Standard Hotel é um dos novos endereços descolados da cidade. O prédio, moderno, tem suítes luminosas, decoração sofisticada e um visual único. Sua fachada, toda de vidro, costuma render espetáculos públicos, quando casais namoram à vista dos transeuntes.
The Champagne Lodge, Chicago, Estados Unidos Saindo de Chicago: o Champagne Lodge é um hotel íntimo, ideal para uma escapada romântica. Os quartos são bonitos e aconchegantes e contam com lareira e banheira de hidromassagem para curtir a dois os dias frios do norte dos Estados Unidos. O spa do hotel oferece pacotes especiais para casais, com massagens e outros tratamentos.
Canoe Bay Wisconsin, Estados Unidos: localizado numa área remota do estado americano de Wisconsin, o Canoe Bay se integra com muita harmonia à natureza das redondezas. Cercado por uma floresta, o hotel tem quartos com um estilo rústico, mantendo a modernidade e a sofisticação.
Adara Hotel Whistler, Canadá: o vilarejo canadense de Whistler, situado na província de Columbia Britânica, é um destino popular para esquiadores durante o inverno. A beleza das montanhas encanta e fica ainda melhor quando combinada com a charmosa arquitetura local. Para uma viagem a dois, o Adara Hotel é perfeito, com suítes que misturam conforto e design contemporâneo.
Ponta dos Ganchos, Brasil: exclusivo resort em Governador Celso Ramos, a 40 km de Florianópolis, Ponta dos Ganchos tem 25 bangalôs sofisticados. Spa, cinema e quadra de tênis são algumas das atrações do local, e tudo frente a uma das praias mais lindas do sul do país,  com a tranquilidade de um hotel exclusivo para adultos.
Bucuti Beach Resort, Aruba: com um estilo europeu e suítes frente ao mar do Caribe, o Bucuti Beach Resort é uma das melhores opções de hospedagem para adultos na ilha de Aruba. O resort oferece pacotes especiais de lua-de-mel e escapadas românticas para os casais, com champanhe no quarto, jantar a luz de vela e passeios de veleiro.
Etnia Pousada & Boutique, Brasil: cercado por árvores, criando um lindo entorno no centro de Trancoso, um dos trechos mais bonitos do litoral baiano, o Etnia Pousada & Boutique reúne charme étnico com modernidade, criando um ambiente romântico e especial. Os oito bangalôs da pousada têm decorações diferentes, camas espaçosas e muito conforto.
Casa Mosquito, Brasil: no limite entre Ipanema e Copacabana, o hotel Casa Mosquito é um hotel-boutique na encosta de um morro, com vista para o mar. Cada uma de suas dez suítes exclusivas leva o nome de um carioca mítico, como Tom Jobim e Vinicius de Morais, tem decorações artísticas e um ambiente tranquilo.
Little Palm Island, Estados Unidos: são 30 bangalôs que recebem hóspedes adultos numa ilha particular do litoral da Flórida, no Little Palm Island. Com estilo tropical e vista para o oceano, as suítes são só uma parte do charme do resort, que conta com belas praias exclusivas, spa e pratos gastronômicos no restaurante ou em jantares românticos à luz de velas.
Rumours Las Vegas, Estados Unidos: conhecida por seus enormes hotéis e seu agito, a “Cidade do Pecado” também tem opções menos famosas, como o Rumours Las Vegas. Sem perder a extravagância da cidade, com quartos coloridos e decorações que beiram o “kitsch”, o hotel tem muito estilo e recebe apenas hóspedes maiores de idade.

fonte: terra.com.br
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Trabalho & água fresca.

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O teletrabalho é opção para quem procura mais qualidade de vida e quer economizar na manutenção do escritório. Também pode ser a grande oportunidade para cidades do interior com banda larga.

Por Maíra Lie Chao
Em dezembro passado, foi sancionada a Lei 12.551, que prevê a extensão das normas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) tanto para os funcionários que trabalham no estabelecimento do empregador quanto para os que exercem funções a distância, desde que haja uma relação formal de emprego. A lei representa um reconhecimento e um incentivo ao teletrabalho, a tendência cada vez mais presente no mercado nos dias de hoje, que se expande cerca de 10% ao ano.
Trabalho flexível ou trabalho remoto, o teletrabalho é o modelo em que o empregado pode trabalhar em qualquer lugar fora da empresa, atendendo aos demais funcionários ou clientes, de modo não presencial, durante um ou dois dias, ou mais, ou todos os dias úteis. Muitas empresas de grande porte já o adotaram. Entre elas estão a fornecedora de serviços de refeições corporativas Ticket, com 150 funcionários em home office, todos os dias da semana, e a fabricante global de produtos de higiene Kimberly- Clark, que já mandou 300 empregados trabalhar em casa, pelo menos uma vez por semana.
Trabalho a distância não significa praticar o ofício em casa. Os profissionais usam tablets, laptops e smartphones, que permitem trabalhar de outros locais, como aeroportos, restaurantes, no parque ou na beira da piscina. "Praticamente toda área que analisa, produz e manipula informação pode ser teletrabalhável", observa Álvaro Mello, presidente da Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades (Sobratt).
O crescimento do home office é um fato. O trabalho remoto já é mais presente nas áreas técnicas (56%), comercial e de vendas (47%), administrativa (44%) e de atendimento ao cliente (31%), segundo o estudo O trabalho flexível nas empresas, do Centro de Estudos de Teletrabalho e Alternativas de Trabalho Flexível, da Business School São Paulo. A pesquisa consultou 236 empresas e 150 trabalhadores, sendo 75 teletrabalhadores. Uma em cada três empresas que adotaram o modelo apresenta indicadores de satisfação. Melhoria na qualidade de vida, ganho de tempo, flexibilidade e redução do estresse são os pontos positivos mais destacados.

Edna Bedani, da Ticket: aumento de vendas com fechamento de filiais.
Deu certo
A Ticket é um caso exemplar. A fim de aumentar sua produtividade e diminuir o custo operacional, eliminou todas as filiais. Hoje, os setores de vendas regionais operam de casa. Com a medida, em cinco anos, a empresa economizou R$ 3,5 milhões em custos fixos.
"Como não temos mais filial física, não há imóvel, impostos, aluguel, nada disso. O que aumentou o volume de vendas foi o fato de o funcionário, em vez de ir ao escritório, otimizar o tempo e ir direto ao cliente", declara Edna Bedani, diretora de RH da Ticket. O projeto começou em 2000 e, cinco anos depois, as filiais começaram a ser fechadas. Grande parte dos processos foi centralizada na matriz, em São Paulo, para que as filiais tivessem maior autonomia e foco em vendas.
Hoje, a empresa fornece laptop, smartphone, impressora e uma verba para o empregado montar o escritório em casa. Além disso, paga uma porcentagem das contas de luz e de internet. Os demais benefícios, como transporte e alimentação, são mantidos, de acordo com a necessidade do funcionário. "Na área de vendas, eles têm Ticket Restaurante. A gente pode até falar 'puxa, mas ele almoça em casa', mas nem sempre isso acontece. Às vezes, ele está no cliente e utiliza o benefício", relata Edna.

Sala de reunião de office residence do projeto Jardim D'Roma, em Maringá (PR).
Ieda Maria da Silva, gerente de vendas da regional Centro-Norte, trabalha em home office há quatro anos. Antes de começar, participou de reuniões e recebeu orientações sobre o novo modelo de trabalho. Hoje, garante que tudo é uma questão de adaptação e disciplina. Para trabalhar no lar, por exemplo, há uma série de etiquetas. Não ligar ou mandar e-mail tarde da noite é uma delas.
Para uma boa interação com a equipe, Ieda telefona regularmente para seus funcionários e marca encontros semanais com aqueles que moram na mesma cidade. Também promove reuniões bimestrais com todos da sua região. "Tenho uma pessoa em Manaus, uma em Campo Grande, duas em Belém, em Goiânia e assim por diante. Preciso ter o cuidado de estar sempre em contato com eles", justifica.

fonte: Revista Planeta

terça-feira, 10 de julho de 2012

Portugal: Bacar Baldé "retido" em Bissau por falta de visto.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


O guineense Bacar Baldé, contratualmente ligado ao Paços de Ferreira, está "retido" em Bissau por falta de visto de entrada em Portugal, onde se devia ter apresentado no clube da Mata Real a 1 julho.

Em declarações à Agência Lusa, esta segunda-feira, o jogador dos pacenses afirmou que saiu de Portugal para ir representar a seleção da Guiné-Bissau no jogo contra os Camarões, realizado a 16 de junho em Yaoundé.

"Estava de férias, mas convenceram-me a ir jogar pela seleção, com a promessa de que não seria problema arranjarem-me um visto para eu poder entrar em Portugal. Mas até hoje não tenho o visto e estu desesperado", disse.

Bacar Baldé, defesa esquerdo formado no FC Porto, mas ligado contratualmente ao P. Ferreira, sublinhou que se devia apresentar no clube a 1 de julho para poder realizar os exames médicos e seguir a viagem com a equipa para o estágio da pré-época.

"Não me apresentei, não fiz os exames médicos e agora corro o risco de não realizar a pré-epoca com os meus colegas. O que pode vir a acontecer-me?", questionou o jogador, que no ano passado representou, por empréstimo, o Arouca.

"Até podia vir a ser emprestado novamente, mas era meu desejo forte fazer a pré-época no Paços, até porque a equipa tem um novo treinador, ao qual queria apresentar-me e mostrar as minhas qualidades", sublinhou Bacar Baldé.

O jogador disse ter conhecimento de que o seu passaporte foi entregue no consulado da Embaixada de Portugal em Bissau, mas ainda não recebeu o documento com o consequente visto.

"Sei que há pessoas da Federação a tratarem do meu caso, só peço que acelerem as coisas para que possa viajo o mais rápido possível. O meu medo agora é que o Paços não veja nesta minha situação uma falta premeditada da minha parte, o que não é o caso", garantiu.

A agência Lusa tentou, sem sucesso, contatar a Federação de Futebol da Guiné-Bissau (FFGB).


fonte: record.xl.pt


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