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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

domingo, 27 de julho de 2014

Artigo na VEJA: As fazendas do futuro da África.

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O setor privado tem investido mais de US$ 7 bilhões por ano no desenvolvimento agrícola de países africanos para tentar fazer com que a agricultura tenha o mesmo nível de avanço que as telecomunicações, por Strive Masiyiwa, de "Project Syndicate".

Iniciar um negócio pode ser uma tarefa difícil, especialmente na África, onde sistemas deficientes de governo sólidos e acesso a recursos essenciais podem limitar a chance de êxito. Para os agricultores da África, as dificuldades são particularmente pronunciadas. Considerando os enormes benefícios econômicos e sociais apresentados por um setor agrícola dinâmico e moderno, proporcionar incentivos aos agricultores, investimentos e regulamentações de que necessitam para terem sucesso deveria tornar-se uma prioridade.
O recente crescimento no setor de telecomunicações na África – que revolucionou inteiramente certos setores da economia, para não mencionar o estilo de vida da população – demonstra a eficácia dessa abordagem. Atualmente, no continente, há mais de 500 milhões de conexões móveis; ou seja, em muitos aspectos, a África é o lider mundial em crescimento e inovação de telecomunicações móveis.
Por que a África não conseguiu repetir esse crescimento no setor agrícola? Porque é que, em vez de colheitas abundantes, a África tem de pagar uma fatura anual de importações de alimentos que supera os 35 bilhões de dólares? De acordo com o último relatório anual do Africa Progress Panel, o problema é simples: tudo parece ir contra os agricultores da África.
Isto se aplica, em particular, aos pequenos agricultores, a maioria dos quais são mulheres. Esses agricultores, cujas áreas de plantação são iguais a um ou dois campos de futebol, tendem a não ter acesso a uma irrigação confiável e insumos de qualidade, como, por exemplo, sementes e fertilizantes. Além disso, raramente ganham o suficiente para investir em ferramentas necessárias, e não têm acesso a crédito.
E como se essas condições não bastassem, os agricultores enfrentam condições climáticas cada vez mais instáveis, que aumentam a probabilidade de colheitas escassas.  Por exemplo, o rendimento de milho deve diminuir um quarto durante este século. E, quando as colheitas finalmente estão prontas, os agricultores novamente enfrentam sérios obstáculos, incluindo sistemas de estradas inadequados em zonas rurais e a falta de instalações de armazenamento refrigerado, que, se melhorados, lhes permitiria vender seus produtos no mercado.
Apesar dessas dificuldades, que são mínimas se comparadas àquelas existentes na indústria de telecomunicações, os pequenos agricultores africanos não são menos eficazes do que os seus homólogos mais importantes – o que demonstra a sua tenacidade e resiliência. No entanto, em vez de apoiar os agricultores, os governos africanos têm criado novas barreiras ao crescimento, incluindo uma pesada tributação, investimentos insuficientes e políticas coercivas.
Os agricultores africanos precisam de condições favoráveis que lhes permita superar os desafios que enfrentam. Neste contexto, o setor agrícola do continente poderia experimentar uma revolução semelhante à impulsionada pelo setor das comunicações.
# veja.com.br

sábado, 26 de julho de 2014

Nigéria em 'alerta vermelho' após primeira morte por ebola.

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homem lê notícia sobre morte na Nigéria por ebola | AP
Liberiano de 40 anos morreu pouco após desembarcar em Lagos
A Nigéria está em alerta vermelho após anunciar a primeira morte por ebola no país.
Um homem, funcionário do governo da Libéria, morreu na terça-feira pouco após chegar ao aeroporto da capital nigeriana, Lagos.
A vigilância foi reforçada em todos os portos, aeroportos e fronteiras do país, informou o ministro da Saúde, Onyebuchi Chukwu.
Desde fevereiro, mais de 660 pessoas morreram de ebola na África ocidental na maior epidemia da doença já registrada.
O vírus surgiu no sul da Guiné e rapidamente se espalhou para a Libéria e Serra Leoa.

Monitoramento

O liberiano de 40 anos desmaiou logo após desembarcar na Nigéria e chegou a ser levado para o hospital antes de falecer.
Chukwu confirmou que todos os outros passageiros que estavam no mesmo voo estão sendo monitorados.
O paciente não teria tido contato com o público enquanto estava sendo transferido para o hospital, acrescentou o ministro da Saúde.
O vírus do ebola mata, em média, 90% dos infectados e é altamente contagioso. Ele se espalha por fluidos corporais, como sangue e suor.
Pacientes têm mais chances de recuperação se são tratados nos estágios iniciais da infecção.
O alerta vermelho na Nigéria ocorre em meio a uma operação em Serra Leoa para tentar localizar uma mulher de 32 anos, infectada com ebola.
Ela teria sido removida à força por parentes de um hospital na capital Freetown e foi descrita por uma rádio local como "um perigo para todos".
No início desta semana, foi divulgado que o médico que lidera a luta contra a doença em Serra Leoa contraiu o vírus.
Na quinta-feira, a Organização Mundial da Saúde anunciou que o ebola fez 219 vítimas no país.
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# BBC

Queda do Avião AH5017: Investigação revela-se complicada.

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Photo fournie par la présidence burkinabé de Blaise Compaore sur le site du crash de l'avion.
Foto fornecido pela Presidencia Burkinabé de Blaise Compaoré em Burkina Faso sobre o local da queda do avião. © AFP

O trabalho dos investigadores, notadamente franceses, esperado neste sábado no local da queda do avião que fez 118 vítimas no norte do Mali parece ser delicado por causa da desintegração do aparelho. 
"Agora está difícil de recuperar alguma coisa, e até mesmo os corpos das vítimas, eu acho que é muito difícil de recuperar, porque só vi pedaços de carne humana espalhados pelo chão ", disse o general Gilbert Diendiéré, chefe de gabinete especial do Presidente do Burkina Faso. 

Ele fazia parte da comitiva do Presidente Blaise Compaoré do Burkina Faso, que visitou ontem à tarde na área de Gossi, cerca de 100 km de Gao, a maior cidade do norte do Mali, onde o avião caiu na quinta-feira. 
"Os restos do aparelho foram espalhados por uma distância de 500 metros, mas nós constatamos que isso é devido ao fato de que o avião caiu primeiro no chão e soltando, provavelmente, os pedaços para bem mais longe," ele acrescentou. 

Os restos do avião, um McDonnell Douglas MD83, tinha sido visto na noite de quinta por um helicóptero do exército Burkinabe na área de Gossi, perto da fronteira com Burkina Faso. 
Filmagem feitas no local por soldados Burkinabés e franceses mostram restos de metal facilmente identificável espalhados ao longo de dezenas de metros, com poças de sangue em alguns lugares.

"Viva a solidariedade" do Mali
Em Bamako, fontes oficiais indicaram que o presidente maliano Ibrahim Boubacar Keita também havia visitado o local do acidente. Mas na sexta-feira, informou a televisão estatal ORTM que ele tinha realmente visitado Gao, onde IBK expressou para os países de origem das vítimas do acidente "profunda solidariedade" do Mali. "Nós apenas inclinamos a cabeça sobre os corpos dos desaparecidos", ele disse.
Vinte gendarmes franceses e de polícia, juntamente com uma equipe francês do Escritório de Investigações e Análise (BEA) é esperado no local durante o dia no sábado. Eles vão abordar especialmente a identificação das vítimas.
O acidente ocorreu quinta-feira, 50 minutos após a decolagem de Ouagadougou do avião fretado pela Air Algérie em sociedade com à empresa espanhola Swiftair com destino a Argel. A bordo estavam 118 pessoas: 112 passageiros - incluindo 54 franceses e 23 Burkinabés - e seis membros da tripulação, todos eles Espanhóis.

" Infelizmente, não há sobreviventes", disse o presidente francês, François Hollande, em um breve discurso televisionado. No entanto, ele disse, "uma caixa preta foi recuperada" por soldados franceses que correram para o local e "encaminhados para Gao". Segundo ele, todas as hipóteses, incluindo a mudança climática, são projetadas para explicar o acidente.

Além dos franceses, dos espanhóis e Burkinabés, as vítimas vinham de muitos países, incluindo o Canadá, Líbano e Argélia, que declarou luto nacional de três dias.

Famílias inteiras dizimadas
O acidente matou famílias inteiras, deixando seus parentes inconsoláveis​​. Na cidade de Gex (leste da França), nós lamentamos a perda de 10 membros de uma família ao longo de três gerações. "Estou devastado", testemunhou Seydou Cissé, um maliano que vive em Roubaix (norte da França) depois de saber da queda e perda de seu amigo e companheiro Bakary Diallo, diretor.

O Burkina Faso vai transportar para zona de Gossi, área de acidente, os parentes das vítimas, disse sexta-feira o ministro da Administração Territorial e Segurança, Jerome Bougouma. Esses parentes, que serão nomeados pela empresa, serão transportados por helicóptero em pequenos grupos a partir de sábado. As famílias das vítimas francesas serão recebidos pelo presidente François Hollande no Quai d'Orsay às13:00hs GMT.

Por causa da catástofre, a cimeira que François Hollande deveria participar nos Comores com dirigentes de quatro países do Oceano Índico foi adiada. 
De acordo com o Secretário de Estado para os cidadãos franceses no exterior, Fleur Pellerin, que visitou Ouagadougou na sexta-feira, "não havia nenhuma suspeita entre aquelas pessoas que se cadastram a bordo", de acordo com as investigações por parte das autoridades de Burkina Faso e as informações em poder da França.

A região de Gao continua a ser uma área perigosa, onde jihadistas ainda estão instalados, bem como outros bandidos armados e traficantes que aproveitam a vastidão desta área de deserto, de difícil controle. 
Soldados franceses estão instalados lá desde o início da sua intervenção, em janeiro de 2013, para caçar no Norte do Mali os grupos ligados à Al-Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI). Jihadistas ocuparam a região por quase dez meses, entre 2012 e início de 2013.
A Associação International de Transportes Áreos (Iata) disse sexta-feira que iria "fazer todos os esforços" para melhorar a segurança aérea depois de uma semana negra em que três acidentes de avião causou mais de 460 mortos.

# jeuneafrique.com

No Brasil, a população carcerária é de 711.463 presos.

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No Brasil, a população carcerária é de 711.463 presos. 20618.jpeg


BRASILIA/BRAASIL - A nova população carcerária brasileira é de 711.463 presos. Os números apresentados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a representantes dos tribunais de Justiça brasileiros levam em conta as 147.937 pessoas em prisão domiciliar.

Por ANTONIO CARLOS LACERDA
PRAVDA.RU
Para realizar o levantamento inédito, o CNJ consultou os juízes responsáveis pelo monitoramento do sistema carcerário dos 26 estados e do Distrito Federal.
De acordo com os dados anteriores do CNJ, que não contabilizavam prisões domiciliares, em maio deste ano a população carcerária era de 563.526.
"Até hoje, a questão carcerária era discutida em referenciais estatísticos que precisavam ser revistos. Temos de considerar o número de pessoas em prisão domiciliar no cálculo da população carcerária", afirmou o supervisor do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF/CNJ), conselheiro Guilherme Calmon.
A prisão domiciliar pode ser concedida pela Justiça a presos de qualquer um dos regimes de prisão - fechado, semiaberto e aberto. Para requerer o direito, a pessoa pode estar cumprindo sentença ou aguardando julgamento, em prisão provisória. Em geral, a prisão domiciliar é concedida a presos com problemas de saúde que não podem ser tratados na prisão ou quando não há unidade prisional própria para o cumprimento de determinado regime, como o semiaberto, por exemplo.
Provisórios - Além de alterar a população prisional total, a inclusão das prisões domiciliares no total da população carcerária também derruba o percentual de presos provisórios (aguardando julgamento) no País, que passa de 41% para 32%. Em Santa Catarina, a porcentagem cai de 30% para 16%, enquanto em Sergipe, passa de 76% para 43%.
"A porcentagem de presos provisórios em alguns estados causava uma visão distorcida sobre o trabalho dos juízos criminais e de execução penal. Quando magistrados de postura garantista concediam prisões domiciliares no intuito de preservar direitos humanos, o percentual de presos provisórios aumentava no estado", disse o coordenador do DMF/CNJ, juiz Douglas Martins.
Ranking - Com as novas estatísticas, o Brasil passa a ter a terceira maior população carcerária do mundo, segundo dados do ICPS, sigla em inglês para Centro Internacional de Estudos Prisionais, do King's College, de Londres. As prisões domiciliares fizeram o Brasil ultrapassar a Rússia, que tem 676.400 presos.

Déficit - O novo número também muda o déficit atual de vagas no sistema, que é de 206 mil, segundo os dados mais recentes do CNJ. "Considerando as prisões domiciliares, o déficit passa para 354 mil vagas. Se contarmos o número de mandados de prisão em aberto, de acordo com o Banco Nacional de Mandados de Prisão - 373.991 -, a nossa população prisional saltaria para 1,089 milhão de pessoas", afirmou o conselheiro Guilherme Calmon. (Com informações da Agência CNJ de Notícias).
ANTONIO CARLOS LACERDA é Correspondente Internacional do PRAVDA.RU
# pravda.ru



Áreas de saúde, agricultura chaves para o desenvolvimento de África - Bill Gates.

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Áreas de saúde e agricultura são fundamentais para desenvolvimento e para que os países africanos superem a pobreza e dinamizem o crescimento, disse o bilionário de software nos EUA, Bill Gates, nesta quinta-feira, quando ele recebeu um diploma honorário na Etiópia. 

"Ao fazerem as coisas direito nestas duas áreas, os ganhos podem ser excepcionais", disse Gates, citando a saúde e a agricultura como  "factores favoráveis ​​para todas as outras coisas que precisam ser feitas." 

Mas Gates advertiu que, esse progresso poderá ser desfeito pela instabilidade, apontando para o norte da Nigéria, onde os ataques de extremistas do Boko Haram têm descarrilado esforços para erradicar a poliomielite. 

"Esta perturbação de Boko Haram é a verdadeira nuvem no horizonte, onde isso significa que há grupos de crianças que não somos capazes de atender", disse ele aos jornalistas depois de receber o seu prêmio. 

Gates - o homem mais rico do mundo - e sua esposa Melinda Gates são os co-fundadores da Fundação Bill, e abordam a saúde e a pobreza na África. 

"O cresmento deste continente .... vai certamente beneficiar os líderes aqui na Etiópia, e em toda a África, relacionando e aprendendo uns com os outros, bem como com o seu próprio povo", disse ele em um discurso na Universidade de Adis Abeba. 

Gates, vestido com um manto preto e vermelho, recebeu seu diploma das mãos do primeiro-ministro etíope Hailemariam Desalegn, que também considerou agricultura e saúde como "elementos críticos" para o plano de seu país para alcançar "status de renda média na próxima década." 

Apoio para suportar o comércio 

A África situa-se na posição sete das economias em crescimento mais rápido do mundo, mas Gates disse que o crescimento real só pode ser medido por meio de melhorias das necessidades humanas básicas, ou seja, saúde e nutrição. 

"Ao reduzir os índices de desnutrição e mortalidade prematura, a África pode alcançar os níveis de produtividade que vão levar não só a auto-suficiência, mas também para o status de renda média", disse Gates. 

Ele destacou a Etiópia, Libéria e Tanzânia com possibilidades de cortar as taxas de mortalidade geral, e disse que a Zâmbia está liderando o caminho no combate a malária, que mata mais de 600.000 pessoas no mundo a cada ano. 

A Fundação Bill e Melinda Gates repassou mais de $ 30 bilhões (€ 22 bilhões de euros) para programas em mais de 100 países desde que foi criada a fundação em 2000. 

Gates disse que, apesar de um aumento do investimento privado em África a partir do exterior, como da China e Índia, isso é um sinal de progresso real, ele insistiu em programas de ajuda que não podem ser substituídos. 

"O comércio vai ser enorme, e isso será um sinal de sucesso. O objetivo da ajuda deve ser o de criar um ambiente para o comércio", disse ele. 

Gates é o fundador e chefe da Microsoft, e é atualmente o homem mais rico do planeta, com um patrimônio líquido de mais de 80 bilhões de dolares (59 bilhões de euros), de acordo com a Forbes. 

Ele abandonou a Universidade de Harvard nos EUA para fundar sua empresa, que continua a ser uma das maiores empresas de tecnologia do mundo. 

"Eu nunca tive uma formação de verdade, eu saí da universidade porque eu estava com fome para começar a Microsoft e eu nunca tive a chance de voltar para universidade", disse ele. 

"Ser capaz de fixar esse diploma na parede ... seria um grande alívio para o meu pai." 

Gates já recebeu vários títulos honoríficos de universidades em todo o mundo. 

-AFP-

Notícias: Guiné-Bissau.

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Domingos Simões Pereira (foto D.R.)


Primeiro-ministro distingue secretário de Estado timorense.
Domingos Simões Pereira, primeiro-ministro da Guiné-Bissau, condecorou esta quinta-feira o secretário de Estado da Administração Estatal de Timor-Leste com a Ordem de Mérito, Cooperação e Desenvolvimento.

A distinção prende-se com o apoio timorense dado aquando da realização de eleições na Guiné-Bissau, em setembro de 2013.



TAP retoma voos diretos de Portugal
Portugal e Guiné-Bissau irão assinar na segunda-feira um acordo que irá retomar os voos entre os dois países. O protocolo será oficializado pelo ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Rui Machete, e pelo seu homólogo da Guiné-Bissau, Mário Lopes da Rosa, em Lisboa, com a presença dos primeiros-ministros dos dois países.

A TAP, que suspendera em dezembro os seus voos para a Guiné-Bissau, devido ao embarque forçado de 74 sírios no aeroporto de Bissau rumo a Lisboa, irá assim retomar as ligações aéreas entre os dois países.

José Mário Vaz, presidente da Guiné Bissau (foto )

BECAO empresta 23 milhões de euros
O Banco Central dos Estados da África Ocidental (BECAO) disponibilizou ao Governo da Guiné-Bissau uma linha de crédito de 15 mil milhões de francos CFA (cerca de 23 milhões de euros).

O montante foi revelado pelo Director Nacional do BCEAO, João Aladje Fadia, à saída do encontro que manteve com o Chefe de Estado da Guiné-Bissau, José Mário Vaz.

A principal finalidade do empréstimo é regularizar os meses de salários em atraso na função pública e o Governo tem 12 meses para devolver este empréstimo.


# abola.pt

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Gâmbia - O Presidente Yahya Jammeh vê a Gâmbia com Status de superpotência econômica no horizonte 2024.

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O presidente da República acaba de lançar o seu plano para alcançar um "status de superpotência econômica" para a Gâmbia no ano de 2024, quatro anos após a sua Visão para 2020 ser alcançado. 

Em um comunicado emitido em vésperas do 20 º aniversário da Revolução de 22 de julho, Sua Excelência Sheikh Prof Alh. Dr. Yahya Jammeh, em suas declarações em 24 páginas tocou em todos os setores da economia nacional, disse que o desejo de seu governo para o estatuto de superpotência econômica "não é uma fantasia, mas na verdade será alcançado e, talvez, mais cedo ou mais tarde". 

Sob o tema "Com Deus, o Todo-Poderoso do nosso lado, e, todos nós trabalhando juntos, o status de superpotência econômica será alcançado até 2024 ", Jammeh destacou que eles têm o que é necessário para transformar o país em um país de Primeiro Mundo. 

"Tudo o que precisamos é de união, dedicação e compromisso com o país e os seus interesses. Temos que trabalhar duro e adorar somente a Deus, o Todo-Poderoso em todos os momentos. Temos que evitar todos os vícios que irão pôr-nos de volta e retardar a nossa gloriosa supremacia econômica ", insistiu ele. 

O líder gambiano também falou contra a corrupção e descreveu-o como um impedimento para o desenvolvimento nacional. Para este fim, e em linha com a tolerância zero do seu governo contra este vício doente, ele revelou planos de seu governo para estabelecer uma Comissão Anti-Corrupção "muito em breve". 

Sua declaração também destacou as realizações maciças em todos os setores da economia, proporcionando uma análise convincente da evolução dos diferentes sectores.

Abaixo reproduzimos na íntegra a declaração completa.

             Companheiros Gambianos, é com grande orgulho e honra que me dirijo a vocês por ocasião do momento decisivo do 20 º aniversário da Revolução de 22 de julho. Somos gratos a Deus Todo-Poderoso pela comemoração da Revolução deste ano que também coincide com o mês sagrado do Ramadã.

22 de julho de 1994 marcou o início de uma revolução que continua a representar o verdadeiro interesse do povo da África em geral, e este país, em particular, com base nos princípios fundamentais de prestação de contas, transparência e justiça para todos, complementado por instituições verdadeiramente democráticas.

Já se passaram 20 anos desde que assumi a liderança da nossa querida nação e, durante esse período, o país transformou-se de uma quase Idade da Pedra para uma entidade moderna através de um rápido desenvolvimento sócio-econômico e de infra-estrutura em todas as partes do país, sem discriminação, e onde todos os cidadãos são tratados de forma igual.

Nós não vacilamos na consecução dos objetivos sagrados da Revolução; e, o sucesso notável temos registrado desde 1994, a manifestar-se em todos os aspectos de nossa vida diária, e, temos muito orgulho, pelo fato de que, hoje, todos os que vivem neste país continua a desfrutar dos benefícios de nossas conquistas.

Portanto, eu gostaria de transmitir a minha sincera gratidão, valorização e sinceros parabéns a todos os cidadãos nacionalistas e os verdadeiros amigos da Gâmbia, pelo seu apoio, orações, trabalho duro, determinação, empenho e dedicação para a agenda nacional de desenvolvimento e da Revolução.

Companheiros Gambianos, como todos sabemos, o impacto do nosso esforço coletivo continua a fazer-se sentir positivamente em todas as partes do país e abrange todos os setores da nossa economia que vão desde a infra-estrutura pública, agricultura, aos serviços sociais vitais, como saúde e educação. O efeito dessas e de outras iniciativas de desenvolvimento e das inúmeras outras têm sido sentido não só dentro das fronteiras deste país, mas também nos países vizinhos e além.
Portanto, olhando para 20 anos atrás, temos um motivo para comemorar o nosso sucesso e nós teremos que fazê-lo em grande estilo. 

Embora tivemos grandes desafios e distrações das forças anti-revolucionárias, sempre permanecemos firme na nossa missão de desenvolver e levar o país para a frente, com clara convicção, zelo patriótico e fervor. Em conseqüência, nós provamos ser céticos tanto em casa como no exterior e demonstramos que, com Allah do nosso lado, vamos entregar ao povo gambiano como prometido, quaisquer que sejam as circunstâncias.

No entanto, temos de reconhecer que há desafios devido ao comportamento antipatriótico e desonesto de alguns funcionários públicos que violam os juramentos que prestaram entregando-se a práticas de corrupção em detrimento das pessoas que juraram servir. A corrupção e a ganância se tornaram alguns dos principais desafios para os nossos esforços para desenvolver este país e estamos empenhados em erradicar-los sem misericórdia e por qualquer meio.

Vou reiterar que a luta contra a corrupção não é apenas um dever para o governo, judicial e legislativo, mas um dever divino e uma obrigação moral de todos os cidadãos do país tementes a Deus. O Sagrado Alcorão ordena a todos muçulmanos, não só para desistir de corrupção, mas para erradicá-la e isso é exatamente o que o meu governo já representava, na medida da criação de uma Comissão Anti-Corrupção para breve. 

Companheiros Gambianos, vamos continuar a projetar e implementar iniciativas de políticas eficazes e programas em todas as áreas do governo, a fim de promover a realização de nossa agenda de desenvolvimento nacional. Neste contexto, o tema para a celebração do aniversário deste ano é 'Com Deus, o Todo-Poderoso do nosso lado, e, todos nós que trabalhamos em conjunto, o status de superpotência econômica será alcançada até 2024. Este tema tem sido adotada considerando o nosso desejo coletivo nacional para os padrões de vida elevados, conforme articulado na Visão 2020. Assim, vamos continuar a avançar guiados pelos objetivos da Visão 2020 à medida que buscamos atingir o status de superpotência econômica em 2024 Insha-Allah.

Companheiros Gambianos, com o Deus Todo-Poderoso do nosso lado e trabalhando em conjunto a realização do status de superpotência econômica está ao alcance. Algumas nações do tamanho do nosso país e com poucos ou limitados recursos naturais são classificadas como nações ricas. Por que não a Gâmbia? Precisamos trabalhar mais coletivamente e nós, mais cedo ou mais tarde estaremos no grupo das nações mais ricas do mundo.

Gestão econômica de qualidade, honesta e disciplinada sustentará todas as nossas aspirações de desenvolvimento e, como tal, irá permanecer a pedra angular dos nossos esforços para atingir o status de superpotência econômica.

O desenvolvimento econômico na Gâmbia tem crescido rapidamente desde Julho de 1994 com grandes conquistas nos principais setores sociais: educação, saúde, infra-estrutura pública, os setores produtivos, bem como o setor de serviços. De acordo com o Relatório de Desenvolvimento Humano de 2013, Índice de Desenvolvimento Humano da Gâmbia (IDH) aumentou de 0.279 em 1994-0,439 em 2013; representando um aumento de 57 por cento ou aumento médio anual de cerca de 1,4 por cento. Produto Interno Bruto (PIB) vem crescendo a uma taxa de 5-6 por cento nos últimos quatro anos, dos quais a agricultura contribui atualmente entre 25 - 30 por cento. Esta percentagem do PIB está se expandindo rapidamente em grande parte impulsionado por investimentos significativos no setor desde 1994.

Gâmbia está no caminho certo para atingir os ODM relativos à educação, saúde, água e saneamento, a paridade de gênero, a redução das taxas de mortalidade materna e infantil e a redução geral da pobreza. Usando os EUA US $ 1,00 por dia por índice de pobreza por pessoa, a incidência da pobreza foi reduzida consideravelmente de 68 por cento em 1998 para 36,7 por cento em 2010. Hoje estamos mais perto de atingir o pleno emprego e rendimentos dignos para todos os Gambianos incluindo mulheres e jovens do que estávamos há 20 anos.

Companheiros Gambianos, em linha com os nossos compromissos políticos para transformar nosso grande país em uma superpotência econômica, temos embarcado em várias reformas políticas, no setor financeiro e econômico, com vista a colocar o país no caminho económico sólido. As instituições da administração fiscal foram racionalizados e isso levou à criação da Autoridade Tributária da Gâmbia (GRA) em 2007, para melhorar a arrecadação e administração fiscal. Além disso, em janeiro de 2013, introduzimos o valor acrescentado (IVA), que se destina a alargar a base tributária, eliminar prejuízos fiscais, melhorar o cumprimento e, consequentemente, aumentar a arrecadação de impostos e receitas.

Além disso, a gestão da carteira da dívida melhorou e a dívida pública está dentro dos limites gerenciáveis ​​e pusemos em prática mecanismos para assegurar que os empréstimos e fundos doados são aproveitados para os fins pretendidos.

O Sistema Integrado de Administração Financeira (IFMIS) introduzido em 2007 para aumentar a eficiência e eficácia na gestão das finanças públicas tem ajudado a trazer alguma ordem e transparência na gestão das finanças públicas.

Graças ao Deus Todo-Poderoso, estas reformas políticas não têm sido em vão, como a nossa economia a continuar forte e resistente ao longo de todos estes anos, apesar de choques externos, devido a dificuldades no sistema econômico internacional e os caprichos do tempo que causou a quebra da safra de 2011.

Dada a crescente pressão sobre os recursos econômicos disponíveis, devido às necessidades crescentes para a prestação de serviços, o Governo continuará a priorizar o desenvolvimento nacional estritamente focando os setores produtivos e de serviços sociais essenciais que têm o potencial de aumentar o desempenho da economia a um nível invejável. Estamos determinados a garantir que os sectores prioritários chamam a atenção e os recursos necessários.

Companheiros Gambianos, a nossa economia não pode se desenvolver até o nível desejado sem um forte setor produtivo. Por isso, o governo vai se esforçar para aumentar a produtividade agrícola, especialmente através do recém-lançado Visão 2016 iniciativa auto-suficiência alimentar e outros projetos e programas para aumentar a produtividade agrícola. Todas estas políticas, projetos e programas são voltados para melhorar a produtividade agrícola para garantir a auto-suficiência alimentar, elevando a renda rural, ampliando as oportunidades de emprego e contribuindo para o crescimento das exportações.

No entanto, é lamentável que, apesar da enorme quantidade de recursos gastos no sector da agricultura, desde 1994, temos muito pouco a mostrar. para isto, portanto, é necessária uma mudança de política no setor, enfatizando abordagens mais práticas para a produção agrícola do que as teorias intermináveis ​​propagadas nas oficinas, muitas vezes fúteis, inúteis e falsas.

Companheiros Gambianos, como o setor privado é muitas vezes referido como o motor do crescimento, vamos continuar a incentivar a participação do setor privado em todas as atividades econômicas diretamente ou por meio de Parceria Público-Privada. Portanto, através do Ministério do Comércio, Indústria, Integração Regional e Emprego (Motie), vamos continuar a perseguir medidas de reforma para melhorar o ambiente de negócios, promover o investimento e garantir o comércio justo como parte de nossas estratégias para o desenvolvimento do setor privado. Estas medidas de reforma são projetadas para suportar as políticas do Governo para a realização de Visão 2020 e, finalmente, o status de superpotência econômica.

O Ministério do Comércio, portanto, formulou a Política Nacional da Indústria, em 1998, para fornecer orientação estratégica para a expansão da produção e promoção de adição de valor em sectores com elevado potencial de crescimento e emprego. O Ministério também formulou a Política Nacional de Comércio, a Política de Micro, Pequenas e Médias Empresas e Política de Emprego, todos os quais são essenciais para promover o crescimento económico e o desenvolvimento.

A Gâmbia tem amplas oportunidades de negócios nas áreas de agro-silvicultura, pescas e petróleo e, através da Agência de Promoção de Investimentos e Exportações Gâmbia (GIEPA) vamos continuar a expor e comercializar essas oportunidades em casa e no exterior.

O setor de serviços continua a ser fundamental para o crescimento da nossa economia e, como tal governo está prestando atenção especial ao setor, desenvolvendo padrões de serviço e medidas de controle de qualidade, especialmente na indústria da hospitalidade.

A Revolução de 22 de Julho trouxe desenvolvimentos significativos para o sector de Turismo, resultando em um aumento significativo na contribuição do sector para o PIB, vindo em segundo a agricultura.

Graças a medidas políticas robustas, o nosso país tornou-se um destino turístico invejável na África, com uma vantagem competitiva sobre muitos destinos africanos. Os desenvolvimentos significativos no sector do turismo durante as duas últimas décadas também se traduziram em 35, 000 postos de trabalho para Gambianos, em comparação com os baixos 6.000 postos de trabalho em 1993.

Para apoiar o desenvolvimento do sector do turismo, bem como os setores produtivos da economia, estamos embarcando em desenvolvimento maciço de infra-estrutura pública. Com a Laminkoto-Passimus e outros projetos de estradas, como a Basse - projeto estrada Koina que está logo para começar, a sua conclusão, irá contribuir para o desenvolvimento da primeira classe da rede rodoviária nacional que ligaria principais centros de crescimento em todo o país.

Graças à revolução, hoje existem mais de 1000 quilômetros de estradas pavimentadas em todo o país, em comparação com cerca de 374 em 1993 e estas estradas facilitaram o comércio nacional e internacional. Além disso, eles abriram para cá a partes inacessíveis do país, criando assim oportunidades para os habitantes das zonas rurais, especialmente mulheres, para ter acesso a hospitais e mercados para seus produtos hortícolas.

A seguir estão entre as principais estradas construídas de julho de 1994: Kombo Costeira; Serrekunda - Mandinaba; Mandinaba - Soma; Brikama - Sanyang; Essau - Kerewan; Kerewan - Farafenni; Farafenni - Laminkoto; Westfield Sukuta Projeto Road; Barra - Amdali; Transgambia Auto-estrada; Soma - Basse - Sabi; Basse - Velingara; Mandinaba - Seleti; Trans Road Project Gâmbia; Brikama - Dimabaya - Darsilami; Western Region Alimentador de estradas pavimentadas.

Estes são alguns dos projectos-chave de estradas da Revolução. O porto marítimo e o aeroporto também estão passando por uma enorme transformação e que ambos estão implementando projetos para melhorar a sua competitividade dentro da sub-região.

No entanto, o setor de energia continua a ser um desafio tendo em conta a sua enorme relevância para o desenvolvimento econômico. Apesar de ter investido pesadamente em geração de energia, transmissão e distribuição ao longo dos últimos 20 anos, tal investimento é sempre superado pelo constante aumento da demanda por energia elétrica, tanto para uso doméstico e industrial. Não obstante, devemos continuar nossos esforços para aumentar a oferta e torná-lo mais acessível. A este respeito, o Governo recebeu recentemente geradores pesados a óleo diesel que serão implantados nas províncias para melhorar o abastecimento para os moradores rurais. 

Enquanto nós continuamos a procurar formas de melhorar o fornecimento de energia, o governo irá explorar alternativas e de energias renováveis ​​em turbina eólica e solar. Neste sentido, vamos incentivar investimentos nestas áreas através de Contratos de Aquisição.

Meu governo reconhece que a gestão sustentável do meio ambiente e dos recursos naturais é a base para o desenvolvimento sustentável significativo, e por isso é de alta prioridade para meu governo. O Governo através da Agência Nacional de Meio Ambiente (NEA) está focado na promoção do desenvolvimento sustentável através da promoção de programas ambientais saudáveis, incluindo programas para deter a degradação ambiental.

Nossas realizações nesta área durante os últimos anos incluem o contínuo fortalecimento de uma estrutura institucional funcional para a gestão e planejamento de recursos naturais, e um quadro legal e regulamentar para o meio ambiente.

Além disso, o governo iniciou o Plano de Ação Ambiental para Gâmbia - Fase I (GEAP), que agora é seguido pela segunda fase da GEAP. O objetivo geral da GEAP é garantir o desenvolvimento sustentável, através de um sistema eficaz de gestão ambiental e de recursos naturais financeiramente auto-sustentáveis​​. 

Meu toque de clarim para a 'Operação Limpa a Nação' foi respondida como se manifestou no aumento da conscientização da população sobre a importância de um ambiente saudável e limpo, livre de lixo e outros resíduos perigosos.

Companheiros Gambianos, a gloriosa Revolução de 22 de Julho levou a enormes melhorias no setor social, com o acesso à alta qualidade, educação relevante e acessível e saúde em todas as partes do país. Hoje, graças à Revolução, educação e saúde foram praticamente postos ao alcance de todos os Gambianos.

Colocamos grande ênfase na ampliação dos serviços de saúde curativos e preventivos básicos e abrangentes, chegando a comunidades de todo o país, especialmente áreas de difícil acesso. É gratificante observar que todas as comunidades na Gâmbia estão agora ao alcance razoável de uma unidade de saúde.

A revolução de 22 de julho resultou na criação de muitas unidades de saúde em todos os níveis do ensino primário ao terciário. Antes de 1994, havia um total de 28 unidades de saúde em todo o país, com apenas dois sendo grandes hospitais de referência. No momento em que, mais uma vez, graças à Revolução, há 91 centros de saúde, dos quais 6 são grandes hospitais de referência localizados estrategicamente em todo o país para garantir a cobertura universal. Atualmente projetos estão em andamento para a construção de mais 4 novas unidades de saúde que deve ser concluída até o final deste ano. 

O Ministério da Saúde vai assegurar a melhoria contínua dos serviços e instalações de todos os níveis do sistema de saúde pública e um custo acessível. O atendimento médico em relação ao paciente está sendo melhorado, especialmente com a formação de médicos e especialização na Universidade da Gâmbia.

Companheiros Gambianos, desde Julho de 1994 temos trabalhado incansavelmente para tornar a educação acessível, disponível e relevante, alinhando-a com as necessidades de desenvolvimento de longo prazo do país. Para este fim, o meu governo tem nos últimos anos vindo a apostar no aumento do acesso à educação de qualidade através da criação de novas escolas, a oferta de bolsas de estudo para jovens de merecimento e da formação de professores, entre outras medidas.

Vinte anos depois, o número de escolas básicas mais baixas aumentou 250-590, enquanto o número de escolas básicas superiores aumentou 22-196 e escolas secundárias 12-103. O número total de escolas (incluindo as escolas privadas), portanto, aumentou de 284 em 1994 para 889 em 2014, excluindo madrassas.

Do mesmo modo, o total de matrículas de menores básico ao ensino secundário aumentou de 132, 591 em 1994, para 411, 443 em 2014, com o nível de base inferior que aumentou de 105,471 para 274, 939, enquanto o nível básico superior mostra um aumento de 17,899 , para 87,391 e o ensino secundário a partir de 9,221 para 49,113. Estamos consciente da definição da agenda para o futuro.

Da mesma forma, o número de professores aumentou no nível básico mais baixo, de 3,158 em 1994, para 7,464 em 2014, enquanto o nível básico superior mostra um aumento 666, para 3,154 e ensino secundário de 460 para 1971. Que é mais significativo é o aumento da proporção de professores na Gâmbia em escolas secundárias que passou de 34% em 1994 para 68% em 2014.

A Universidade da Gâmbia foi criada para atender às necessidades de desenvolvimento do capital humano do nosso país. Hoje, a Universidade já formou muitos jovens gambianos em diversas áreas de especialização relevante para nossas necessidades de desenvolvimento. Quando o campus principal em UTG Faraba-Banta estiver concluído, será apresentado mais disciplinas relevantes para o nosso desenvolvimento econômico. Além do UTG, temos incentivado a criação de muitas instituições de ensino superior para o programa de desenvolvimento de competências de nível médio e, felizmente, essas instituições estão produzindo técnicos para empresas e indústria.

Um sistema de telecomunicações eficiente e eficaz é fundamental para o desenvolvimento da nossa economia. Tendo isso em mente, temos investido fortemente no setor, a fim de aliviar os gargalos de comunicação e facilitar as transações comerciais mais rápidas e mais eficientes. O investimento mais significativo a este respeito é o Systema de Cabo Fibra Ótica que liga Costa da África a Europa (ACE), um sistema de alta largura de banda de cabo submarino que liga a Gâmbia para a auto-estrada da informação global. Este sistema será a espinha dorsal do nosso sistema nacional de telecomunicações de serviços de internet, especialmente de banda larga. 

Companheiros Gambianos no centro de todos os nossos esforços para atingir o status de superpotência econômica está a juventude, que constitue uma grande percentagem da nossa população. Em vez de embarcar em viagens perigosas para chegar à Europa de forma ilegal, os jovens devem aproveitar as inúmeras oportunidades criadas pelo governo para uma vida decente e honrada.

Neste momento, eu gostaria de elogiar as mulheres jovens e velhas por sua imensa contribuição para as conquistas da Revolução de 22 de julho no desenvolvimento nacional e pela grande contribuição da juventude deste país, bem como, em termos de apoio moral e político à Revolução e aproveitando ao máximo as diversas oportunidades educacionais colocadas à sua disposição.

A igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres são pilares importantes para o desenvolvimento de qualquer país. Portanto, o meu governo continua a conceder a máxima prioridade à melhoria da situação das mulheres e crianças. Neste sentido numerosas políticas, programas e instrumentos legislativos foram desenvolvidos e estão sendo implementados para lidar com o bem-estar de mulheres e crianças.

A implementação destes instrumentos legislativos e políticos tem contribuído para avanços significativos em áreas como a educação feminina, reformas legais e os serviços sociais de apoio a mulheres e crianças.

Meu governo também aumentou o número de mulheres em cargos de tomada de decisão, e maior acesso a dispositivos de poupança dos que trabalham em tratores, máquinas de trituração, escarificadores de energia e outros implementos agrícolas. Milhares de mulheres também se beneficiaram dos empréstimos em condições favoráveis ​​através de Micro Finanças para Mulher.

Companheiros Gambianos, em linha com o tema para a celebração deste ano, gostaria de lançar tudo para abraçar o trabalho duro, dedicação e compromisso com a causa do desenvolvimento de nosso país e para continuarmos a viver em harmonia. Ao fazê-lo, vamos permanecer felizes como uma grande família sem levar em conta a tribo, religião ou afiliação política.

Em todos estes; Segurança Nacional, a Paz e a Estabilidade são condição sine qua non para as realizações dos referidos objectivos. Por isso, nada irá comprometer a segurança nacional, a paz ea estabilidade deste país por qualquer motivo. As forças de segurança continuariam a receber a atenção que merecem, ao mesmo tempo aumentar a sua força, qualidade e proficiência em todos os momentos, através de treinamento, incentivos sociais avançados etc

Para ajudar as forças de segurança para lidar com a segurança de pessoas e bens, o judiciário continua a perseguir reformas legais para garantir a dispensação rápida da justiça para aumentar a confiança dos cidadãos. Os tribunais foram estabelecidos nas áreas administrativas regionais, a fim de facilitar o acesso à justiça, especialmente para os mais desfavorecidos. A questão do número de casos continua a ser abordada com a expansão do banco.

Em termos de nossas relações externas, o meu governo continuará a prosseguir os interesses estratégicos da Gâmbia, mantendo relações amistosas com os países ao redor do mundo com base no respeito mútuo e igualdade. Na verdade, não deve haver renúncia na promoção da paz em todo o mundo, especialmente na África, pois é somente através da paz que podemos desfrutar de um desenvolvimento económico sustentável e nos livrarmos da pobreza abjeta.

Companheiros Gambianos, o nosso desejo de status de superpotência econômica não é uma fantasia, mas na verdade está ao nosso alcance e, talvez, mais cedo ou mais tarde. Nós temos o que é necessário para transformar o nosso querido país em um país de primeiro mundo. Tudo que precisamos é união, dedicação e compromisso com o país e os seus interesses. Temos que trabalhar duro e adorar somente a Deus, o Todo-Poderoso em todos os momentos. Temos que evitar todos os vícios que irão levar-nos de volta ao retardo da nossa gloriosa marcha à supremacia econômica.

Como um governo, lançámos as bases sólidas para o rápido desenvolvimento sócio-econômico e cabe aos cidadãos aproveitar as oportunidades.,

Os últimos vinte anos têm sido muito importante e mais uma vez agradeço a todos aqueles patriotas Gambianos inveterados e tementes a Deus e nossos amigos verdadeiros por sua firmeza e apoio inabalável à Revolução. Isto permitiu-nos alcançar grandes marcos que se pensava impossível. 

Graças também aos verdadeiros amigos da Gâmbia que se juntaram ao movimento de apoio a nossos esforços com o aumento da consistência e zelo genuíno.

É evidente e muito óbvio que nós demos passos de gigante no desenvolvimento deste país e a prova está em toda parte e para todo mundo ver.

Eu lhes agradeço e desejos-lhe as celebrações 22 de julho felizes e Id Mubarak de antecedência.

Autor: Daily Observer

# www.observer.gm

Adesão da Guiné Equatorial marcou trabalhos da cimeira.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

A cimeira de Chefes de Estado e de Governo da CPLP terminou ontem em Díli e a Guiné Equatorial passou a fazer parte da organização. O secretário executivo, Murade Muragy, foi reconduzido no cargo, durante a presidência de Timor-Leste.


Na abertura da cimeira, o Presidente de Timor-Leste, Taur Matan Ruak, agradeceu ao seu homólogo de Moçambique,   Armando Guebuza, pelo trabalho desenvolvido durante os dois anos do seu mandato.
Em seguida, o Presidente Armando Guebuza  fez o balanço da sua presidência  que decorreu sob o lema  “CPLP Todos Contra a Fome\" e permitiu lançar programas de mobilização a favor de acções contra a pobreza, nomeadamente em Portugal, onde mulheres, crianças, idosos e mulheres grávidas são internados nos hospitais porque não têm que comer em casa.
O Chefe de Estado moçambicano felicitou todos os Estados membros pela articulação e a busca de consensos sobre as mais diversas questões de interesse comunitário durante os últimos dois anos.
“É justo saudar o empenho, a dedicação e o contributo de todos os Estados membros para os progressos alcançados no combate à fome durante o meu mandato, que agora chega ao fim\", disse o Presidente Armando Guebuza.
Posteriormente, foram ouvidas mensagens de saudação à cimeira da Presidente do Brasil, Dilma Rousseff,  do Fórum Parlamentar da CPLP,  Fernando da Piedade Dias dos Santos,  do Representante da Associação dos Países da Ásia do Sudeste (ASEAN), do Governo de Singapura e da Indonésia. Na sua mensagem, a Presidente Dilma Roussef justifica a sua ausência pelo facto de no momento se realizar a campanha eleitoral para as presidenciais brasileiras do próximo dia 5 de Outubro.

Instabilidade em Moçambique 


O Presidente da Assembleia Parlamentar da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP), Fernando da Piedade Dias dos Santos, criticou em Díli os que em Moçambique “pretendem legitimar um poder não concedido pelo voto popular\".
Fernando da Piedade Dias dos Santos, que falava durante a Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da CPLP,  exprimiu a sua satisfação pela forma como decorreram as eleições na Guiné-Bissau e fez votos para que em Moçambique o partido armado regresse ao jogo democrático. O Presidente do Fórum Parlamentar da CPLP fez votos de que o novo Parlamento instituído na Guiné-Bissau se junte à família parlamentar da CPLP e desejou que o país volte a encontrar o caminho da reconciliação, da estabilidade e do progresso. Mas, admitiu o líder parlamentar, “este clima de paz e tranquilidade na Guiné-Bissau, não é  extensivo na sua plenitude ao povo moçambicano que vive um clima de instabilidade, contrariamente aos seus anseios\".
Por isso, disse Fernando da Piedade Dias dos Santos, “é nosso desejo que esta fase seja ultrapassada e que a porta do diálogo não se feche para levar à razão os que pretendem legitimar um poder não concedido pelo voto dos eleitores moçambicanos\". As eleições moçambicanas estão marcadas para o próximo dia 15 de Outubro e os eleitores vão escolher o Presidente, os deputados e os membros das Assembleias Provinciais.
Desde 2013, o partido RENAMO lançou acções armadas que já fizeram muitas vítimas entre a população civil. Mas as autoridades democráticas já anunciaram que o processo eleitoral vai seguir o seu calendário. O Presidente do Fórum Parlamentar da CPLP fez votos de que as eleições se realizem num clima de paz e tranquilidade “como desejam todos os democratas amantes da paz e da estabilidade\". Fernando Dias dos Santos, Presidente da Assembleia Nacional de Angola, participou na  cimeira dos Chefes de Estado e de Governo na sua condição de líder da Assembleia Parlamentar da comunidade de países que falam a língua portuguesa.

Presidência timorense


A presidência timorense da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) vai trabalhar para que se torne mais visível a dimensão global da organização, como forma de encontrar caminhos para o seu contínuo desenvolvimento e fortalecimento. A pretensão timorense foi revelada em Díli pelo ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste, José Luís Guterres.
Para o chefe da diplomacia timorense, as mudanças ocorridas no mundo e o crescimento económico da China perspectivam um novo enquadramento traduzido numa plataforma de interesses económicos de grande dimensão onde os interesses da CPLP se podem cruzar com os da Associação de Nações do Sudeste Asiático.
José Luís Guterres garantiu que a presidência rotativa timorense da CPLP vai fazer ecoar a voz da organização em todos esses espaços organizacionais, inclusive na SADC.
O chefe da diplomacia timorense disse que a descontinuidade geográfica não é  problema e não significa dispersão, pelo contrário, “é um desafio que cria oportunidades, porque a coesão da CPLP faz-se pela solidariedade, pelo respeito à diferença e pelo sentido de pertença a uma comunidade de povos   e culturas inseridos em grandes blocos regionais\".  A cimeira de Chefes de Estado e de Governo  decorreu em Díli, teve como lema “A CPLP e a Globalização\". Terminou ontem com mais um Estado membro: a Guiné Equatorial.
# jornaldeangola.sapo.ao

Polêmica entrada da Guiné Equatorial ameaça manchar imagem da CPLP.

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O Presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang, desloca-se para o lugar na tribuna junto aos restantes estados membros da CPLP (foto LUSA)

País africano de língua espanhola é criticado por organizações internacionais por violação de direitos humanos. ONGs veem interesses econômicos na aceitação, mas esperam que decisão impulsione mudanças.
Numa decisão polêmica, a Guiné Equatorial foi aceita como membro de pleno direito na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) nesta quarta-feira (23/07). O país africano, uma ditadura onde a língua mais falada é o espanhol, foi aceito por consenso, sem a realização de uma votação. A decisão foi tomada durante o encerramento da 10ª conferência da CPLP, em Díli, no Timor Leste.
Os demais países-membros da CPLP justificaram a aceitação da Guiné Equatorial como uma forma de promover a língua portuguesa no país africano. Entre os fatores que favoreceram a entrada estaria também uma resolução assinada em fevereiro pelo ditador Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, suspendendo a aplicação da pena de morte, uma das condições impostas pela CPLP. A legislação em vigor no país, no entanto, mantém a pena capital entre as punições previstas.
Por este e por outros motivos ligados a violações de direitos humanos, a entrada da antiga colônia espanhola na CPLP divide opiniões e suscita críticas de diversos setores. Organizações internacionais consideram que a CPLP está colocando os interesses econômicos à frente da defesa dos direitos humanos ao admitir a Guiné Equatorial como membro, tratando-se de um país rico em petróleo.
Para a ONG Human Rights Watch, a comunidade "corre um grande risco" ao acreditar nas promessas de respeito aos direitos humanos feitas pelo regime da Guiné Equatorial. "Este é mais um exemplo dos esforços do presidente Obiang para obter reconhecimento na cena internacional fazendo promessas de direitos humanos que nunca cumpre", comentou Lisa Misol, investigadora da organização não governamental, à agência de notícias Lusa.
Ao aceitar a adesão da Guiné Equatorial, acrescentou Misol, "os líderes dos países de língua portuguesa estão correndo um enorme risco". Ela sugere que seja imposta uma "avaliação independente" do regime em termos de direitos humanos. "De outra forma, o presidente Obiang vai usar isso como uma propaganda de vitória, e a comunidade fracassará em assegurar um progresso real em termos de respeito aos direitos humanos."
Preocupações com direitos humanos
A Anistia Internacional, por sua vez, questionou a motivação subjacente à moratória da pena de morte. "Seria para garantir a adesão à CPLP, ou haveria e há, de fato, um compromisso sério, fundado, de abolir a pena de morte?", ponderou a diretora executiva do órgão em Portugal, Teresa Pina. Para ela, no entanto, a decisão de incluir a Guiné Equatorial pode servir como uma excelente oportunidade para Portugal, candidato à liderança do Conselho dos Direitos Humanos da ONU, fazer-se ouvir nessa matéria em relação ao país africano.
Pina considerou que não cabe à sua organização se pronunciar sobre a adesão, mas enumerou algumas das preocupações sobre direitos humanos na Guiné Equatorial, além da pena de morte: "Eu diria que há um histórico sério de execuções extra-judiciais, há também casos identificados de desaparecimentos forçados, a questão da tortura, que, não obstante estar previsto no ordenamento jurídico da Guiné Equatorial, é identificada como uma prática sistemática em estabelecimentos prisionais."
A ativista defendeu ainda a necessidade de se "persuadir a Guiné Equatorial a se manter firme na decisão de abolir a pena de morte" e lembrou que, no início do ano, houve execução sumária de, pelo menos, nove pessoas no país, 15 dias antes do anúncio da suspensão da prática. "Entendemos que o próximo passo será, naturalmente, persuadir a Guiné Equatorial a não fazer recuos em relação à moratória que já existe, embora ela seja temporária e que, precisamente por ser temporária, é reversível, pode terminar a qualquer momento e seus efeitos também", salientou.
Clube de negócios
Para a pesquisadora Ana Lúcia Sá, as razões para a adesão não ficaram claras. "Poderiam ser mais claros quanto aos motivos que levaram à adesão à CPLP, em vez de falarem da língua, da pena de morte e dos direitos humanos, dizerem o que interessa para esta adesão e dizer no que a CPLP está se transformando: num clube de negócios", afirmou à agência Lusa a pesquisadora, especializada no país africano.
Ela avalia que a CPLP precisará mudar "alguma coisa" no futuro, já que a aceitação da Guiné Equatorial fez com que a língua portuguesa deixasse de ser o elemento de união entre os países, afirma. Ela duvida, porém, que o país vá cumprir os pontos estabelecidos pela CPLP. "O governo da Guiné Equatorial não aposta na educação, nem sequer no espanhol, não sei até que ponto o português será uma aposta ou prioridade", avaliou.
Só Portugal expressou resistência
O único país-membro a apresentar alguma resistência à entrada da Guiné Equatorial na CPLP foi Portugal. Em 2012, o então ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, manifestou-se contra a adesão plena da Guiné Equatorial à comunidade lusófona na cúpula de Maputo, considerando que o país não fizera progressos suficientes nas questões dos direitos humanos.
O ex-candidato presidencial Manuel Alegre, histórico dirigente dos socialistas portugueses, defendeu que Portugal deveria ter ficado sozinho contra a adesão da Guiné Equatorial à CPLP, frisando que os direitos humanos e a língua portuguesa são mais importantes do que o petróleo.
"Justificando a posição de Portugal sobre a adesão da Guiné Equatorial à CPLP, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, disse que o nosso país não podia ficar isolado, mas eu acho que precisamente o contrário. Portugal deveria ter ficado isolado em defesa dos direitos humanos contra a pena de morte em vigor na Guiné Equatorial e em defensa dos valores que estão na origem da fundação da CPLP", contrapôs Alegre, em declaração à Lusa.
No poder desde 1979
Independente desde 1968, a Guiné Equatorial é governada desde 1979 por Teodoro Obiang Nguema Mbasogo. O país é o terceiro maior produtor de petróleo na África subsaariana, depois da Nigéria e de Angola. O português é agora o terceiro idioma oficial do país, depois do espanhol e do francês. Uma versão arcaica da língua é falada por uma parcela mínima da população.
O governo da Guiné Equatorial anunciou a entrada para o bloco lusófono ainda na terça-feira, num texto divulgado na sua página oficial da internet em inglês, espanhol e francês, mas não em português. Integram agora a CPLP Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
# IP/lusa/dw

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Governo guineense prepara-se para pagar salários em atraso.

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José Mário Vaz

Presidente reuniu-se com Director Nacional do BCEAO.

O presidente guineense José Mario Vaz esteve reunido hoje com o Director Nacional do BCEAO para a Guiné-Bissau para analisar o pagamento dos atrasados salariais na função pública.

Foi uma audiência muito concorrida, na ausência do primeiro-ministro Domingos Simões Pereira que ainda se encontra, em Dili, capital Timorense na cimeira da CPLP.
O Director Nacional do Banco Central dos Estados da Africa Ocidental João Aladje Fadia disse aos jornalistas que abordou com o Presidente da Republica José Mário Vaz o desembolso dos 30 milhões de dólares, o equivalente a 15 bilhões de francos cfa, para o pagamento dos atrasados salariais na função pública guineense.
O montante, reembolsável no período de um ano, já se encontra na conta da Guiné-Bissau no BCEAO, conforme o Director Nacional desta instituição bancaria sub-regional.
O desembolso desta verba por parte da União Monetária Oeste Africana (UEMOA) que, quando for aplicada, vai desanuviar o clima de tensão social inerente as dificuldades financeiras que pairam sobre as famílias guineenses, é resultado do pedido feito pelo Chefe de Estado  ao Governador do BCEAO em Julho passado.
Adicionadas as receitas internas e de mais outros fundos da comunidade internacional em perspectiva, o Governo liderado por Domingos Simões Pereira espera agora poder responder, a tempo, as suas obrigações orçamentais, tanto assim que, recentemente, Simões Pereira anunciou a intenção de pagar em simultâneo um mês corrente e um atrasado.
# voaportugues.com

Guiné-Bissau: Ramos Horta à Rádio ONU - Falou da despedida, mas também falou muito bem do nosso país e do nosso povo - falou da população de Caracol, das "Bideiras" de Bandin e de Caracol, dos jovens, da festa de despedida, das personalidades presentes entre eles: ex-Primeiro-Ministro Rui Duarte de Barros do governo de Transição, do comandante das forças armadas, Antônio N´djai, etc, etc.

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Nós, todos os guineenses, havemos de lembrar dele para sempre. Seu papel na busca pela paz que hoje abraçamos é mais uma prova viva de que o Prémio Nobel a ele atribuído é merececido.

Respondeu as seguintes perguntas na entrevista à rádio ONU.

ONU: Que memória ficou da Guiné-Bissau?
RH: Primeiro, devo dizer que o povo da Guiné-Bissau seduziu-me - deixo na Guiné-Bissau uma parte do meu coração e da minha alma!...

Siga a entrevista no link abaixo:

Entrevista de Ramos Horta a Rádio ONU falando bem da Guiné-Bissau.

De Samuel Vieira


Eurodeputada Ana Gomes chocada com adesão da Guiné Equatorial.

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Ana Gomes, eurodeputada, diz-se "chocada" com a entrada da Guiné Equatorial
Gustavo Bom/Global Imagens.


A eurodeputada Ana Gomes disse hoje à agência Lusa estar "chocada" com a entrada da Guiné Equatorial na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), considerando que "é um regime ditatorial, criminoso e ladrão" do seu próprio povo.
"Já era esperado, mas choca-me na mesma. Acho que é uma desvalorização, um atentado à própria imagem ou potencial da CPLP, porque no fundo está a branquear um regime ditatorial e um regime que é criminoso, que tem processos nos Estados Unidos e em França por criminalidade económica e financeira", disse Ana Gomes.
A Guiné Equatorial, que pediu adesão ao bloco lusófono em 2010, entrou hoje na CPLP como membro de pleno direito durante a décima conferência de chefes de Estado e de Governo da organização, que decorreu pela primeira vez na Ásia, no caso em Díli, Timor-Leste.
Em declarações à Lusa, a eurodeputada socialista salientou que a questão do português é muito importante, mas não a mais relevante.
"Importante é sobretudo o branqueamento político que se está a tentar fazer através desta adesão em relação a um regime odioso (...). No caso da Guiné Equatorial estamos perante um regime ditatorial, ladrão do seu próprio povo e não há razões nenhumas para ser branqueado politicamente, que é o que está a tentar fazer a CPLP", frisou.
# dinheirovivo.pt

Timor-Leste assume presidência da CPLP.

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O Presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang (à direita), acompanhado pelo Primeiro-Ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão (à esquerda) à chegada para a cerimónia de abertura da 10ª Conferência de Chefes de Estado e de Governo da CPLP
PAULO NOVAIS/LUSA



A cimeira marcada pelo regresso da Guiné-Bissau à organização e pela adesão da Guiné Equatorial.

Os chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) reconduziram esta quarta-feira no cargo o secretário-executivo da organização, o embaixador moçambicano Murade Murargy, segundo a Declaração de Díli.

Murade Murargy foi nomeado pela primeira vez secretário-executivo da CPLP na cimeira de chefes de Estado e de Governo de Maputo em julho de 2012.

Diplomata de carreira, Murade Murargy foi embaixador em França, Alemanha, Suíça, Tunísia, Gabão, Mali, Costa do Marfim, Senegal, Irão e da Palestina.

Timor-Leste assumiu hoje pela primeira vez a presidência da CPLP durante a cimeira de chefes de Estado e de Governo, que decorreu durante todo o dia em Díli.

A cimeira ficou marcada pelo regresso da Guiné-Bissau à organização, suspensa em 2012 na sequência de um golpe de Estado, e pela adesão da Guiné Equatorial.

O ex-presidente santomense Miguel Trovoada considerou em Luanda «uma mais-valia» a adesão da Guiné Equatorial à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), um alargamento que potenciar o desenvolvimento da organização.

A entrada da Guiné Equatorial, como membro de pleno direito da CPLP, por consenso e sem votação, foi anunciada em Díli, onde está a decorrer a décima cimeira de Chefes de Estado e de Governo dos países lusófonos.

Em declarações à agência Lusa, Miguel Trovoada disse que o facto de outros países manifestarem o interesse de entrada na CPLP demonstra que essa organização «não somente adquiriu credibilidade e alguma vitalidade, mas que ela tem efetivamente uma vocação a uma maior abrangência».

«Creio que a Guiné Equatorial, ao vir para a CPLP também representa para a própria CPLP uma mais-valia, na medida em que é um país que tem laços. Se formos à história, a língua espanhola não é muito diferente da língua portuguesa, na sua raiz, mas temos também o facto de a Guiné Equatorial partilhar também com outros países da CPLP, que é o caso de São Tomé e Príncipe, o caso de Angola, quase que o mesmo espaço geográfico da África central», frisou.

Segundo Miguel Trovoada, recentemente nomeado representante do Secretário-geral das Nações Unidas na Guiné-Bissau, a vontade da Guiné Equatorial de integrar a CPLP provém da afinidade que existe entre esses países que têm uma língua ibérica e também pelos laços históricos.

OPresidente Teodoro Obiang afirmou que a Guiné Equatorial «sofre claramente de orfandade cultural», por ser o único país hispânico de África, e sublinhou a sua proximidade a Portugal, «por razões históricas e linguísticas».

«Sendo a Guiné Equatorial o único país de fala hispânica na África, sofre claramente de uma orfandade cultural, que é uma realidade do colonialismo», declarou o chefe de Estado equato-guineense, numa intervenção numa sessão fechada da X conferência de chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que decorreu em Díli.

O Presidente, que leu uma declaração escrita em português, reconheceu que no seu país não se fala português «com fluidez» e afirmou que o objetivo não é substituir o espanhol, a língua mais falada na Guiné Equatorial.

Mas,«o governo da Guiné Equatorial acaba de aprovar a criação de um centro de estudos multidisciplinares de expressão portuguesa dedicado aos países da CPLP, cujas portas se abrirão ao público no ano escolar de 2015», anunciou Teodoro Obiang durante a sua intervenção numa sessão fechada, na X conferência de chefes de Estado e de Governo da CPLP, que hoje aprovou em Díli a adesão de Malabo como membro de pleno direito.

Declaração final da CPLP refere abolição da pena de morte na Guiné Equatorial

Os membros da comunidade lusófona aprovaram hoje a adesão da Guiné Equatorial e reiteraram o apoio às autoridades no cumprimento dos estatutos, nomeadamente quanto à "adoção da moratória da pena de morte, até à sua abolição".
"Aprovaram a adesão da Guiné Equatorial como Estado membro da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa], reiterando o empenho da Comunidade em continuar a apoiar as autoridades do país no pleno cumprimento das disposições estatutárias da CPLP, no que respeita à adoção e utilização efetiva da Língua Portuguesa, à adoção da moratória da pena de morte, até à sua abolição, e demais acervo da CPLP no respetivo ordenamento interno da Guiné Equatorial", lê-se no ponto sexto da declaração final da X Conferência de Chefes de Estado e de Governo da organização, que hoje decorreu em Díli.
A referência à questão da moratória e abolição da pena de morte foi introduzida por iniciativa da delegação portuguesa.
A abolição da pena de morte foi uma das condições estipuladas pela CPLP para a entrada da Guiné Equatorial na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
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