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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

terça-feira, 1 de março de 2016

ANGOLA: MORREU LÚCIO LARA

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lúcio-lara

O nacionalista angolano e membro fundador do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) Lúcio Lara morreu ontem, em Luanda, vítima de doença prolongada.
Lúcio Lara, filho de pai português e mãe angolana, tinha 86 anos. Natural da província do Huambo, o nacionalista angolano fez os seus estudos em Portugal.
A sua militância no partido maioritário iniciou-se na década de 1950, em Angola e entre angolanos no exílio, tendo sido eleito secretário da organização e dos quadros do partido na primeira conferência nacional do MPLA, em Dezembro de 1962. Posteriormente, passou a secretário-geral.
O Bureau Político do Comité Central MPLA considera Lúcio Lara, que morreu este sábado em Luanda, por doença, “um artífice da luta pela independência de Angola”.
Em comunicado, o Bureau Político do MPLA refere a “profunda comoção” causada pela morte deste nacionalista e realça a “inestimável participação” de Lúcio Lara em prol da autodeterminação dos angolanos.
“Nascido aos 9 de Abril de 1929, o camarada Lúcio Lara foi um artífice da luta pela Independência de Angola, ao lado do primeiro Presidente de Angola, Dr. António Agostinho Neto, e outros eminentes nacionalistas, tendo inscrito o seu nome com letras de ouro na nossa história recente, pela sua inestimável participação na árdua caminhada em prol da Liberdade, da Autodeterminação e da Independência Nacional”- lê-se no comunicado.
Pelo infausto acontecimento, o Bureau Político do Comité Central do MPLA “inclina-se perante a memória deste ilustre combatente da pátria angolana” e endereça as condolências à família enlutada em nome dos seus militantes, simpatizantes e amigos.
Para se saber com exactidão quem foi, na óptica do regime, Lúcio Lara, nada melhor do que transcrever o texto do Jornal de Angola:
“Também conhecido por Tchiweka, pseudónimo de guerra escolhido em homenagem à terra da sua mãe, uma aldeia situada no Huambo, a morte de Lúcio Lara é a partida de uma das principais figuras da luta pela independência do país do jugo colonial.
Lúcio Lara foi o exemplo de jovens que, na década de 40 do século XX, abraçaram os ideais de liberdade e de progresso e, determinados, formaram um amplo movimento de libertação nacional com o objectivo de quebrar as algemas da repressão e devolver ao povo angolano o sonho de independência que a implantação do colonialismo havia roubado.
A repressão colonial fascista fez emergir uma geração de angolanos que procurou, dentro e fora do país, criar as condições para que o processo de luta anti-colonial ganhasse uma outra dinâmica e reconhecimento a nível africano e internacional.
É neste contexto que Lúcio Lara se destaca como um dos impulsionadores de todo o processo de organização política que veio a desenvolver-se, tendo como ponto de partida a Casa dos Estudantes do Império, em Coimbra, onde se encontrava a estudar e onde deu início à actividade política, em 1949. Com Agostinho Neto, Humberto Machado, Zito Van-Dúnem, e outros nacionalistas, Lara fazia também parte do Clube Marítimo Africano, em Lisboa, importante ponto de encontro para troca de informações, de documentos e de coordenação da luta clandestina contra o poder colonial.
Quando a PIDE (polícia secreta portuguesa) desencadeia uma vaga de perseguições e detenções, entre 1950 e 1959, Lúcio Lara refugia-se na Alemanha. É seguindo, depois, a rota Tunes (Tunísia), Rabat (Marrocos) e Conacry (Guiné Conacry) que faz o regresso ao continente. A partir desta última capital, enceta um intenso trabalho político que, em conjunto com Agostinho Neto e demais nacionalistas, o vai guindar à posição de co-fundador do Movimento Popular de Libertação de Angola.
A participação na luta de libertação nacional, a entrega total à causa do povo angolano, o empenho para tornar Angola um país uno e indivisível, fizeram de Lúcio Lara uma figura incontornável no seio do MPLA.
A luta gloriosa levada a cabo ao longo de 14 anos de guerrilha em Angola, que se espalhou praticamente por todo o país, a par das guerras de libertação que teve de enfrentar nas outras ex-colónias, levaram o poder colonial a claudicar. O golpe de Estado que em 25 de Abril de 1974 pôs fim à ditadura colonial fascista em Portugal foi o corolário de todo esse longo processo de desarticulação da máquina que Salazar havia montado.
Como resultado, a 8 de Novembro de 1974 Lúcio Lara aterrava em Luanda à frente da primeira delegação do MPLA que se deslocou à capital angolana depois do derrube da ditadura em Portugal. Viria então preparar o regresso de Agostinho Neto, que teria lugar em Fevereiro de 1975.
Foi Lúcio Lara quem empossou Agostinho Neto como primeiro Presidente de Angola, e foi também Lúcio Lara quem deu posse ao Presidente José Eduardo dos Santos, depois do desaparecimento físico do fundador da nação.
Falar de Lúcio Lara é tão somente falar de um dos grandes vultos da política angolana que, ao lado de Agostinho Neto, marcou de forma inapagável um dos mais ricos períodos da história da luta pela autodeterminação do povo angolano e pela afirmação de Angola como país soberano no concerto das nações.
Com a sua morte, parte o último fundador até então vivo do Movimento Popular de Libertação de Angola.
Não é este texto, como é óbvio, suficiente para traduzir a dimensão política de um homem da envergadura de Lúcio Lara.
Os grandes homens podem partir, mas as suas obras ficam para a eternidade como testemunho da sua grandeza, da sua estatura política, cultural, moral e cívica invulgares. Angola agradece por tudo quanto Lúcio Lara foi capaz de fazer para engrandecer o país e tornar os angolanos cidadãos dignos no mundo, sem vergonha da sua própria identidade.”

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Gabão: Presidente confirma candidatura ao segundo mandato.

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Presidente Ali Bongo Ondimba do Gabão fora do Palácio do Eliseu, em Paris. ARQUIVO | NATION MEDIA GROUP

O Presidente gabonês Ali Bongo Ondimba confirmou sua intenção de concorrer a um segundo mandato nas eleições ainda a ocorrer este ano.

"Eu anuncio minha candidatura para a eleição presidencial deste ano", revista de notícias Pan-Africano, Jeune Afrique citou declaração do Presidente Bongo durante uma visita ao hub de petróleo de Port Gentil na segunda-feira.

A cidade é considerada o reduto tradicional para a oposição.
Presidente Bongo, de 57 anos, que sucedeu a seu pai falecido, Omar Bongo Ondimba, e ganhou a eleição disputada em 2009, está se aproximando do final do seu primeiro mandato de sete anos no comando da nação Africana Central que não tem limite de mandatos presidenciais.

Nossos ancestrais
"Com a graça de Deus, as bênçãos de nossos antepassados ​​e seu apoio, eu sou candidato para a eleição presidencial", disse o Presidente Bongo em seu tweeter.

Ele vai procurar estender o mandato da metade dos governistas do Partido Democrático Gabonês, um aperto do século no país produtor de petróleo.

A eleição é amplamente esperada para ocorrer em agosto, embora a data ainda está para ser confirmada pelas autoridades.

O investimento público
Durante seus quase sete anos de posse, o Presidente Bongo tem procurado reformar e diversificar a economia do petróleo - dependência do Gabão e aumentar o investimento público, embora alguns de seus programas ambiciosos foram atingidos pela queda dos preços das commodities.

A oposição no Gabão apoia o ex-presidente da União Africana, o Dr. Jean Ping, como seu candidato para a eleição.

"Após uma reunião, estou oficialmente nomeado como o único candidato da Frente de Oposição para a mudança política (FOPA) na eleição presidencial !," disse o Dr. Ping postando no Twitter.

Grupo privilegiado
Presidente Bongo sublinhou a necessidade de lutar contra um "sistema de privilégios" em um país onde a maior parte da riqueza do petróleo tem historicamente beneficiado a uma pequena elite.

Tanto o Presidente Bongo e Dr Ping pertencem ao grupo privilegiado e podem, portanto, lutar para convencer os eleitores de que a distribuição da riqueza era uma prioridade.

O sistema eleitoral de uma rodada do Gabão é visto como favorecedor do operador histórico e a maioria dos analistas espera que o operador histórico possa permanecer como presidente, embora eles também apontam para o risco de instabilidade devido à alta tensão entre os apoiantes e opositores do partido no poder.

#africareview.com

PAIGC rejeita proposta do Presidente da Guiné-Bissau para resolver crise.

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O PAIGC, partido no Governo na Guiné-Bissau endereçou esta segunda-feira (29.02.) uma carta ao Presidente da República, José Mário Vaz, em que rejeita a proposta de acordo para resolver a crise política no país.
Guinea-Bissau Jose Mario Vaz
Tanto o PAIGC bem como a mesa da Assembleia Nacional Popular rejeitaram a proposta feita pelo Presidente da República, José Mário Vaz, para pôr termo à crise política vigente na Guiné-Bissau.

José Mário Vaz tinha dado aos atores políticos até esta segunda-feira (29.02.) para que se pronunciassem sobre a proposta que conta com 10 pontos que chamou de "acordo político de incidência parlamentar para a estabilidade governativa".
Na proposta, apresentada na última quinta-feira (25.02.) as diferentes partes deveriam desistir de todas as queixas interpostas na justiça e os 15 deputados expulsos do Parlamento deveriam retomar os seus lugares.

Por outro lado, o Governo manter-se-ia em funções, mas também teria que trabalhar para arranjar consensos no Parlamento para que o seu programa, o Orçamento Geral de Estado e outros instrumentos da governação fossem aprovados.

O acordo prevê igualmente incentivar o Governo a acelerar os trabalhos da revisão constitucional, a reforma do sector da defesa e segurança, bem como o estabelecimento de mecanismos do combate à corrupção, entre outras medidas.

"Proposta não reflete realidade do país"

Pela voz de Manecas dos Santos, membro do bureau político do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde, o PAIGC considerou que a proposta de José Mário Vaz não reflete a realidade do país, mas sim serviria para situações de pós golpe de Estado. “Isso parece muito com os acordos celebrados depois do último golpe, ou seja um pacto de transição. Mas não estamos numa fase transição, há uma legalidade que está de pé, há um Presidente da República, existe um Governo e uma Assembleia Nacional Popular que funciona. Para além disso há um partido, o PAIGC, que ganhou as eleições legislativas com uma maioria absoluta. É preciso não esquecer esse facto”, sublinhou Manecas dos Santos.
Manecas dos Santos, durante a guerrilha do PAIGC (1971)
À luz do acordo também seria criado uma espécie de Governo de unidade nacional, que teria como tarefas primordiais a retoma do diálogo com os parceiros sobretudo para que as promessas da mesa redonda de Bruxelas sejam executada.

"A saída é respeitar a lei"
Segundo, Manecas dos Santos, não há crise que justifique a proposta do Presidente e afirma que “quando se constatam diferendos numa sociedade existem instituições próprias para os solucionar e essas instituições são os tribunais. A saída é uma só, ou seja continuarmos a respeitar a lei”.

Para o PAIGC, a proposta do chefe de Estado "apenas levou em conta" as ideias dos 15 deputados do partido, expulsos da militância e do Parlamento, bem como as ideias do Partido da Renovação Social (PRS), que lidera a oposição, e "eventualmente" as opiniões da Presidência da República, disse Manuel dos Santos.
PAIGC quer o estrito cumprimento da lei
De acordo com Manecas dos Santos, o Presidente deve respeitar a separação de poderes e deixar a Justiça fazer o seu trabalho. “Não venham sugerir compromissos que ultrapassam a lei. O PAIGC não vai nisso porque defende o estrito cumprimento da lei”.
Entretanto, o Presidente da República deverá reagir às posições do PAIGC e da mesa da ANP nesta terça-feira (01.03.).
#dw.de

Embaixador angolano em Portugal não comenta caso que envolve Manuel Vicente.

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O embaixador angolano em Portugal, José Barrica, escusou-se a comentar o caso judicial relacionado com o vice-presidente Manuel Vicente, assegurando que os dois países trabalham para a "melhoria permanente" das relações.
Relações económicas e políticas luso-angolanas não serão afetadas, diz José Marcos Barrica
As relações político-diplomáticas entre Angola e Portugal não serão beliscadas pela investigação ao vice-presidente angolano, Manuel Vicente, cujo nome aparece referido no âmbito do processo que levou à recente prisão preventiva do ex-magistrado português Orlando Figueira, por alegadamente ter recebido dinheiro do antigo homem forte da petrolífera Sonangol para arquivar processos. A garantia foi dada pelo embaixador angolano em Lisboa, José Marcos Barrica, que falava à imprensa esta segunda-feira (29.02.), à margem da conferência "Construir um futuro sustentável" em Angola.
José Marcos Barrica disse que as relações económicas e políticas luso-angolanas não serão afetadas na sequência da investigação pela Polícia Judiciária (PJ) portuguesa ao vice-presidente Manuel Vicente, no âmbito da "Operação Fizz", que envolve o ex-procurador luso Orlando Figueira, em prisão preventiva.
Conferência "Construir um futuro sustentável" em Angola
"O que nós temos vindo a acompanhar são análises de questões bilaterais em todos os domínios da vida dos dois países e não se fazem análises de assuntos particulares, assuntos isolados", esclareceu.
Segundo o diplomata, as relações entre os dois países e povos devem pautar sempre pela melhoria permanente. "Quer as aurtoridades portuguesas quer as autoridades angolanas têm vindo a trabalhar no sentido de aprofundar e consolidar as relações entre Angola e Portugal e entre portugueses e angolanos".
O diplomata angolano disse ainda que a Embaixada em Lisboa acompanha o processo através da comunicação social. E estando a investigação a ser conduzida por instâncias do Estado português, Angola não interfere no processo.
"Não compete à missão diplomática pronunciar-se sobre assuntos que estão no foro da justiça", sublinhou o embaixador. "Acreditamos que as instâncias que cionduzem o processo são competentes e vamos continuar a trabalhar, como compete à missão diplomática, na melhoria e no aprofundamento das relações entre o Estado acreditante e o Estado acreditador".
Menos lucrativo exportar para Angola
Paulo Varela, presidente da direção da Câmara de Comércio e Indústria Portugal-Angola (CCIPA), não se quis pronunciar sobre o processo. "Não comentamos outro tipo de assunto que não seja a nossa atividade enquanto Câmara de Comércio. A dinamização da atividade empresarial é o nosso objetivo. Em relação a esse tema não temos qualquer comentário nem qualquer opinião".
Paulo Varela, presidente da direção da Câmara de Comércio e Indústria Portugal-Angola (CCIPA)
O ministro português da Economia. Manuel Caldeira Cabral, também não falou do "caso Manuel Vicente". Preferiu destacar o esforço dos dois países para contornar as consequências da crise, nomeadamente a falta de divisas, o seu efeito nas importações e exportações, assim como no abrandamento do crescimento económico de Angola.
"Há já uma linha para o apoio aos pagamentos", lembrou, salientando que as várias empresas enfrentam diferentes dificuldades. "O setor da construção tem algumas dificuldades de baixa do nível de atividade, noutros sectores o principal problema são os pagamentos e obviamente neste momento a própria desvalorização da moeda retirou uma parte dos lucros a algumas empresas".
Por isso, tornou-se "menos lucrativo exportar para Angola". Segundo Caldeira Cabral, é preciso estancar esta queda criando mecanismos que permitam às empresas financiar as suas exportações. "Esta diminuição das relações a curto prazo vai ser compensada a longo prazo", concluiu.
Tal como muitos dos empresários que participaram na conferência da CCIPA, o ministro português mostrou-se confiante que a crise financeira e cambial em Angola será ultrapassada.
#dw.de

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Brasil pode declarar falência.

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O Brasil pode decretar falência a médio prazo se não tomar rapidamente medidas severas para resolver a grave crise política e económica, dizem analistas.
O Governo necessita reduzir gastos e criar métodos eficazes para não agravar ainda mais a situação no país. 
Os actuais problemas vividos pela população como desemprego, salários atrasados, baixo poder de compra, desvalorização do real e a inflação podem piorar ainda mais com o passar do tempo, de acordo com o economista Felipe Leroy, do Ibmec. 
“A última política do Banco Central mostra uma inflação explosiva, os Índices Nacionais de Preços ao Consumidor Amplo na casa dos de 10 pontos percentuais e a Taxa de Juros Selic incidente sobre os impostos mantida. Isso é um contrassenso total. O país caminha para o que chamamos de estagflação, ou seja, o país está estagnado e com inflação e o Governo e o banco Central nada fazem para solucionar o problema. Quando todos esses fatos são reunidos percebe-se que a crise só está agravando e nenhuma política efetiva tem sido realizada para retirar o Brasil desse problema maior que é a crise política e econômica”, disse. 
Felipe Leroy ressalta que com todos esses problemas o Brasil ainda não “quebrou” porque possui um banco próprio. 
A emissão de moedas pode ser uma saída para a crise, mas por outro lado aumenta ainda mais a inflação. 
“Comparando com a Grécia, que declarou falência, ela dependia do Banco Central Europeu para emitir moedas e nós não dependemos de outro, pois temos o próprio Banco Central. Essa não é a melhor solução pois quando você aumenta o número de moedas em circulação consequentemente isso impacta no indicador de inflação. O que o Governo deveria fazer de facto é cortar seus gastos”, defende. 
Como o Governo ainda não reduziu suas despesas, o Brasil tem perdido cada vez mais credibilidade no mercado financeiro. 
As agências de classificação de risco, que avaliam a situação dos países, nos últimos meses têm constatado que o Brasil não é seguro para se investir. 
“Estamos caminhando para a quebradeira’, para abrir falência mesmo. Isso porque o Governo está sem ação, o Banco Central está ‘congelado’. [...] Se não houver uma ação severa e muito rápida de corte de gastos, de solução dessa crise vamos seguir o mesmo caminho da Grécia”, concluiu o economista Felipe Leroy. 
#VOA

São Tomé e Príncipe: Pinto da Costa e Patrice Trovoada em confronto aberto.

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Analista são-tomense diz que conflito tem origem em diferendo familiar.

Manuel Pinto da Costa (E) e Patrice Trovoada (D)

Em São Tomé e Príncipe é cada vez mais evidente o mau relacionamento entre o primeiro-ministro, Patrice Trovoada, e o Presidente da República, Manuel Pinto da Costa.
Nos últimos tempos, as alegadas rivalidades entres os dois órgãos de soberania têm sido manifestadas na presença da imprensa. 
Com o país a entrar em pré-campanha eleitoral para as eleições presidências demês de Julho, Patrice Trovoada, que não será candidato, tem trazido ao público o que sempre se disse nos batedores da política são-tomense. 
O primeiro-ministro tem exposto as suas rivalidades com Manuel Pinto da Costa, num claro aviso ao eleitorado de que o actual Presidente da República constitui peça de bloqueio às acções do seu Governo. 
Perante o que disse Patrice Trovoada na cerimónia de comemoração do quinto aniversário da criação do movimento das mulheres da ADI, já não há mais dúvida de que as relações entre o chefe do Governo e o Presidente da República de São Tomé e Príncipe são azedas. 
O analista político Liberato Moniz consider que no país sempre houve crispação entre Presidente da República e primeiro-ministro por causa da partilha de poderes. 
Mas, no caso de Manuel Pinto da Costa e Patrice Trovoada, na opinião de Moniz, existe algo mais que tem a ver com conflitos familiares, no passado. 
Para ele, as alegadas perseguições políticas a Miguel trovoada, pai de Patrice Trovoada, no regime do partido único em que Manuel Pinto da Costa era Presidente da República, podem ser o factor principal da actual crispação entre as duas personalidades.
#VOA

Ministério Público português diz que Manuel Vicente não é arguido.

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A agência Lusa avançou que o vice-presidente de Angola foi indiciado pelo crime de corrupção ativa, mas o Ministério Público desmentiu a informação. Manuel Vicente é suspeito de corromper um ex-procurador português.
Angola - Vize-Präsident Manuel Vicente
Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR) de Portugal, o vice-presidente de Angola não é arguido no âmbito da "Operação Fizz", que levou à detenção de Orlando Figueira, ex-procurador do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) que terá recebido 200 mil euros, em janeiro de 2012, no dia em que arquivou um inquérito-crime sobre Manuel Vicente, entre outros arguidos.
"Neste momento, o inquérito tem três arguidos constituídos - uma pessoa coletiva e duas singulares - não se encontrando entre os mesmos Manuel Vicente", lê-se no texto que o Ministério Público enviou quinta-feira (25.02) à comunicação social.
O esclarecimento surge depois de a agência de notícias Lusa, citando fonte ligada ao processo, ter avançado que o antigo presidente do Conselho de Administração da petrolífera estatal angolana Sonangol estava indiciado por corrupção ativa no âmbito deste processo.
Dois dos arguidos são o procurador Orlando Figueira, detido preventivamente por decisão judicial, e o advogado Paulo Amaral Blanco, que representou Manuel Vicente na compra de um apartamento no edifício Estoril Sol, em 2012, e cujo escritório foi alvo de buscas.
Investigações prosseguem
As investigações prosseguem sob a direção do Ministério Público e com a coadjuvação da Polícia Judiciária (PJ). Segundo a PGR, na quarta-feira (24.02) foram realizadas novas buscas no âmbito do inquérito.
"Os factos em investigação indiciam suspeitas da prática dos crimes de corrupção passiva na forma agravada, corrupção activa na forma agravada, branqueamento e falsidade informática", lê-se ainda no comunicado.

Filial do Banco Espírito Santo Angola (BESA) em Luanda
Orlando Figueira foi o procurador responsável pelos processos "BES Angola" e "Caso Banif" relacionados com capitais angolanos. De acordo com o semanário português "Expresso", terá recebido 200 mil euros através de uma sociedade ligada à Sonangol na altura "em que arquivou uma investigação sobre Manuel Vicente e as origens do dinheiro que este usou para comprar um apartamento no Estoril-Sol Residence", em Cascais.
Durante buscas ao escritório de advogacia de Paulo Amaral Blanco, advogado de Manuel Vicente, elementos da PJ levaram cópias de declarações sobre os vencimentos que o atual vice-presidente de Angola auferia entre 2007 e 2010, quando exercia atividades na Sonangol, ActivBank e Banco Angolano de Investimentos (BAI), entre outras entidades, confirmou o advogado à Lusa.
Investigação não afeta relações
As investigações em Lisboa "de modo nenhum" irão afetar as relações luso-angolanas, afirmou já o novo embaixador de Portugal em Angola, João Caetano da Silva. "A minha intenção é fortalecer cada vez mais as relações entre os dois países", declarou em Luanda.
"Não deixaremos em nenhum momento" que eventuais dificuldades "interfiram" na "determinação de promover as relações bilaterais", disse o diplomata, que esta quarta-feira (25.02) apresentou as cartas credenciais ao Presidente angolano, José Eduardo dos Santos.
O novo embaixador sublinhou, por outro lado, que a investigação em Portugal diz respeito a "questões do foro judicial". "Pretendo fazer mais e melhor e ser um interlocutor próximo e credível do Governo de Angola", prometeu João Caetano da Silva.

As relações institucionais entre Portugal e Angola "estão acima de circunstâncias conjunturais", diz João Caetano da Silva

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Principais especialistas em direito desafiam o principal tribunal do Senegal sobre a posse presidencial.

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O presidente senegalês, Macky Sall. ARQUIVO | NATION MEDIA GROUP

Um grupo de professores de direito no Senegal teriam repreendido o Conselho Constitucional para rejeitar o desejo do Presidente Macky Sall para uma redução mandato presidencial de sete para cinco anos.

Praticamente todos os meios de comunicação locais, além das publicações estatais publicaram a essa história nesta quinta-feira em suas primeiras páginas, citando os 45 especialistas em direito e professores como tendo dito que a declaração do Conselho foi "apenas uma opinião e não uma [obrigação] decisão".

Em uma transmissão por todo o país em 16 de fevereiro de 2016, o Presidente Sall disse a seus compatriotas que ele tinha sido forçado a segurar em sua decisão anterior de reduzir o mandato presidencial - o que teria sido eficaz para o seu atual mandato - de acordo com a rejeição do Conselho.

O Conselho - essencialmente, a mais alta corte do Senegal - havia argumentado que a decisão unilateral do presidente para reduzir o mandato presidencial era inconstitucional e deve ser submetido a um referendo.

O Presidente Sall, desde então, anunciou 20 de março de 2016 como a data para o referendo nacional que já impulsionou uma cunha acentuada entre a sociedade civil e os partidos da oposição.

Aguda contradição

Enquanto a sociedade civil está se preparando para levar a cabo uma campanha de mobilização massiva para os cidadãos virem ao referendo, os partidos de oposição - com exceção do bloco de oposição do líder liderado pelo Presidente do Parlamento - se comprometeram a votar contra a redução de prazo.

Em um comunicado divulgado na quarta-feira e amplamente citado pela imprensa local na mesma quinta-feira, os professores de direito, no entanto, acusaram o presidente Sall de ser "incompetente" para fazer declarações em nome do Conselho Constitucional.

"O fato de que o presidente Sall deve dizer que a decisão do Conselho Constitucional foi pressionada o que levanta suspeita e curiosidade", disse a declaração dos advogados.

Eles apontaram que a "opinião" proferida pelo juiz-presidente do Tribunal Constitucional contradiz frontalmente que eles tinham anteriormente aprovado de seus ex-colegas no Mali, Benin e Chade que se abstiveram de bloquear uma proposta de um presidente referindo-se a tais assuntos.

Os especialistas em direito deixaram claro que eles só estavam envolvidos na discussão nacional sobre o assunto de redução prazo para aumentar a consciência pública das questões jurídicas que o país enfrenta.

Analistas acreditam que a recusa da oposição em aceitar uma redução do termo foi impulsionada pela crença de que o presidente quer meramente enganar o público usando o Conselho Constitucional como uma tampa.

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Guiné-Bissau aborda futuro do desenvolvimento nos Estados Unidos.

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Geraldo João Martins na Assembleia Geral da ONU. Foto: Rádio ONU

Ministro guineense da Economia e Finanças discute cooperação com o Fundo Monetário Internacional, FMI; aniversário do Programa da ONU para o Desenvolvimento assumido como oportunidade para abordar próximos passos.

A promoção do avanço económico está na mira das autoridades da Guiné-Bissau em contactos que decorrem esta semana nos Estados Unidos. O ministro guineense da Economia e Finanças participa em sessões que incluem negociações com instituições financeiras.
Geraldo João Martins disse que o futuro do país seria uma das principais questões a abordar com o Programa da ONU para o Desenvolvimento, Pnud, na celebração dos 50 anos da agência.
Castanha Processada
Falando à Rádio ONU, em Nova Iorque, o governante também explicou a razão dos encontros com o Fundo Monetário Internacional, FMI, agendados para esta quinta-feira.
“O FMI pronunciou-se recentemente sobre o apoio a dar à fileira da castanha de caju. Nós temos um objetivo que está expresso no Programa Estratégico e Operacional Terra Ranka, que é fazer com que a médio prazo a Guiné-Bissau traga mais castanha transformada do que castanha bruta. Nós, até 2020, queremos que pelo menos 25% da nossa castanha seja transformada a nível local.”
Renascimento
O governo guineense e o órgão financeiro analisaram esta semana em Bissau os mecanismos de um possível apoio ao “renascimento da atividade económica” do país, que há vários meses é afetado por uma crise política.
Geraldo João Martins afirmou que em termos económicos a expectativa da Guiné-Bissau é atingir um “desenvolvimento a médio prazo”, associado à paz e à estabilidade. A principal aposta é diversificar a economia.
“Nas áreas da agricultura e da agroindústria, na área das pescas, na área do turismo e também nas áreas das minas que a Guiné-Bissau quer continuar a explorar. Esses são os quatro grandes motores de crescimento da Guiné-Bissau. Mas há outros elementos que são importantes, nomeadamente a infraestruturação do país. Há grandes potencialidades nas áreas de energia da produção energética, da construção de estradas e portos e também nas áreas da preservação da biodiversidade.
Em 2016, o FMI pondera trabalhar com a Guiné-Bissau para facilitar a campanha de caju, o principal produto exportado pelo país.
#Rádio ONU

ANGOLA: “DEUS” (NÃO DUVIDEM) HÁ SÓ UM, DOS SANTOS E MAIS NENHUM.

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deus-mpla-angola

Angola está entre os 18 países que se destacaram em 2015 como principais violadores dos direitos humanos no mundo, ao lado da China, EUA, Reino Unido ou Rússia, indica o relatório da Amnistia Internacional (AI), hoje aqui publicado sob o título “Ameaça global contra os direitos humanos”.

Por Orlando Castro
No relatório anual sobre direitos humanos, a AI (organização de nula credibilidade junto do regime norte-coreano de Angola) refere ter documentado ao longo do ano passado “graves violações” de direitos económicos, sociais, políticos e civis, bem como “crimes de guerra, com Angola a destacar-se pelo uso de leis de difamação e da legislação de segurança de Estado “para perseguir, deter e prender os que expressam pacificamente a opinião”.
A AI (que, obviamente, até é capaz de dizer, vejam só, que José Eduardo dos Santos está no poder desde 1979 sem nunca ter sido nominalmente eleito) adianta que Angola continuou em 2015 com “restrições severas” que têm tido repercussões nas liberdades de expressão, associação e reunião, ao mesmo tempo que novas leis têm permitido detenções arbitrárias de quem manifesta opiniões pacificamente”.
Esquece-se a AI que está a falar de uma das democracias mais evoluídas do mundo, apenas rivalizando com a Coreia do Norte e a Guiné Equatorial. E é pena. Com tantas críticas ainda um dia destes os angolanos vão querer que o seu país seja um Estado de Direito Democrático. E quando isso acontecer será uma chatice para os donos do país.
No relatório anual 2015/16, a organização de defesa dos direitos humanos lembra que pelo menos 16 pessoas estão detidas por delito de opinião, 15 delas confinadas à residência desde Dezembro. A organização refere-se aos activistas acusados de preparar, entre um vasto leque de atitudes terroristas (como diz o embaixador itinerante do regime, Luvualu de Carvalho), uma rebelião para derrubar o Presidente, José Eduardo dos Santos, e cujo julgamento/farsa está a decorrer.
“As autoridades angolanas utilizaram as leis penais sobre difamação e a legislação relativa à segurança de Estado para deter arbitrariamente e encarcerar pessoas que apenas expressaram pacificamente as suas opiniões e também para restringir a liberdade de imprensa”, lê-se no documento que, mais uma vez, se esquece que a liberdade (lato sensu) é só e apenas o que o regime quer que seja. Para além, obviamente, de ser um exclusivo direito dos angolanos de primeira.
A AI dá igualmente conta de uma nova lei aprovada pelo Governo que limita as actividades das organizações não-governamentais, destacando que tudo se agrava com o contexto mundial da baixa dos preços do petróleo, que tem tido “reflexos negativos” na economia angolana. Lá está. Ninguém compreende o alcance único, divino, da estratégia daquele que é considerado o “escolhido de Deus”.
A “força excessiva” das forças policiais sobre críticos ao regime de José Eduardo dos Santos tem levado a um poder judicial “cada vez mais politizado”. Politizado? Não. O poder judicial é apenas, de acordo com a lei do senhor feudal, um criado ao serviço de sua majestade o rei. Se calhar queriam que o poder judicial tratasse como gente os escravos. Isso é que era bom.
Durante a avaliação do balanço em matéria de Direitos Humanos no quadro do exame periódico universal feito pelas Nações Unidas em 2014, lembra a AI, Angola aceitou 192 das 226 recomendações então formuladas, prometendo também analisar mais aprofundadamente as restantes 34.
No entanto, em Março de 2015, Angola viria a rejeitar essas 34 recomendações, sobretudo as que exigiam o fim da utilização das leis relativas à difamação e segurança de Estado e das restrições à liberdade de imprensa.
Reagindo e este relatório que mais não é do que, permitam que volte a citar Luvualu de Carvalho, um acto terrorista contra a honorabilidade divina e divinal de alguém que é uma referência mundial (pelo menos mundial) em matéria também de direitos humanos, o sipaio com funções de secretário de Estado dos Direitos Humanos, diz que o relatório é algo sem importância.
Instado pela VOA a reagir ao documento, António Bento Bembe usou a sua afinada e impecável ventriloquia para dizer que “quando as coisas são as mesmas elas perdem valor e qualquer pessoa sabe que isso não é verdade”.
Ora aí está. Qualquer parente mais próximo de Bento Bembe, mesmo que ainda saltite nas copas das mangueiras, não diria melhor. Todos sabem, basta perguntar a esses parentes, que nada do que a Amnistia Internacional diz é verdade.
Bento Bembe lembra que (atentem no erudito raciocínio) os partidos políticos e as associações actuam livremente em Angola, mas que qualquer nação “tem as duas negatividades e positividades”, e sublinha que “os Estados Unidos também têm”.
E entre as duas “negatividades e positividades”, Bento Bembe esqueceu-se de referir que os EUA, assim como a Europa, têm muito a aprender com regime angolano, liderado desde 1979 (é obra, sim senhor) por José Eduardo dos Santos, um democrata que nem precisa de ser nominalmente eleito para continuar a ser rei.
Para o secretário de Estado dos Direitos Humanos, Angola não acusa ninguém e não sabe por que razão “eles passam o tempo todo a acusar-nos”. Com esta Bento Bembe bateu aos pontos qualquer um dos outros sipaios do regime, chamam-se eles Luvualu de Carvalho ou João Pinto.
#http://jornalf8.net/

Homens armados da Renamo voltam a atacar uma coluna de militares.

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Homens armados da Renamo protagonizaram esta quarta-feira, 24, o terceiro ataque consecutivo a colunas de viaturas escoltadas pela polícia moçambicana, dentro do perímetro de segurança montada pelas forças governamentais na principal estrada de Moçambique.

Testemunhas relataram à VOA que os homens atingiram com armas automáticas (AK47) uma coluna de viaturas ferindo três pessoas, incluindo uma criança, que viajavam num veículo semi-colectivo de passageiros, que fazia ligação Vilanculos-Beira.
O ataque registado às 11 horas ocorreu na zona de Zove, quando a coluna seguia o sentido Save-Muxúnguè e foi dividida ao meio por mais de meia hora, quando ocorriam os confrontos entre os atacantes e as forças estatais, contaram as testemunhas.
“A coluna parou e os militares do Governo perseguiram no mato os homens armados. Ficamos parados por 40 minutos. E vi uma criança e dois homens com ferimentos, mas não sei se foram perfurações de balas”, disse por telefone um passageiro à chegada a Muxúnguè.
A porta-voz da Polícia de Sofala, Sididi Paulo diz que vai pronunciar-se sobre o novo incidente apenas amanhã.
Na terça-feira, 23, homens armados da oposição Renamo  atacaram em separado as escoltas militares obrigatórias nos dois troços da N1, a principal estrada de Moçambique, ferindo uma pessoa e danificando três viaturas, segundo a Polícia de Sofala.
O primeiro ataque, registado às 10 horas visou uma coluna de 90 viaturas na zona de Zove (Muxúnguè), e o segundo ocorreu uma hora depois a cerca de 300 quilómetros a norte do local do primeiro ataque, no troço Nhamapadza-Caia, contra uma escolta de 61 viaturas.
O blindado da escolta ficou imobilizada por tiros, mas a Polícia não confirmou a informação.
#VOA

Angola: Manuel Vicente indiciado de corrupção em Portugal.

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Manuel Vicente, vice-presidente de Angola

O vice-presidente de Angola está indiciado de crise de corrupção activo pelo Ministério Público de Portugal, no âmbito da “operação Fizz” que levou à detenção do procurador Orlando Figueira.
A notícia é avançada pela agência Lusa, que cita uma fonte do processo, em que Vicente e o advogado dele, Paulo Branco, são acusados do coautores do crime.
Orlando Figueira foi o procurador responsável pelos processos "BES Angola" e "Caso Banif", relacionados com capitais angolanos, mas que arquivou.
O advogado Paulo Blanco foi nesta quarta-feira, 24, constituído arguido e alvo de buscas no seu escritório de advocacia, como o próprio confirmou à Lusa.
Manuel Vicente é indiciado pelo facto de duas transferências bancárias num montante de 200 mil euros terem sido feitas para uma conta de Orlando Figueira pela Primagest, uma sociedade controlada pela Sonangol, precisamente quando o actual vice-presidente de Angola era o homem forte da companhia estatal angolana de petróleo.
As transferências foram realizadas a 16 de Janeiro de 2012, no mesmo dia em que o então magistrado do DCIAP arquivou um inquérito-crime sobre branqueamento de capitais relacionado com Manuel Vicente.
O dinheiro foi depositado numa conta aberta aparentemente de propósito no Banco Privado Atlântico Europa – a filial portuguesa do angolano BPA – e cujo beneficiário era Orlando Figueira.
Esses valores viriam a ser mais tarde declarados pelo ex-procurador como rendimento do trabalho.
O advogado Paulo Branco afirmou que o processo “não tem pés nem cabeça”, mas revelou que "na tese da investigação, Manuel Vicente é o corruptor".
Esta é a primeira vez na história do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), um departamento de elite do Ministério Público em Portugal dedicado às investigações mais complexas de crimes de colarinho branco e de criminalidade organizada, que um dos seus elementos é alvo de um processo-crime.
É também a primeira vez que um membro do Governo de Angola é indiciado de corrupção em Portugal, apesar de várias figuras ligadas ao regime de Luanda terem sido investigadas, mas sem outro tipo de processo.
Desconhece-se, por agora, a reacção de Manuel Vicente que, no entanto, goza de imunidade na qualidade de vice-presidente de Angola.
#VOA

Senegal Macky Sall leva para UA a delegação de paz para o Burundi.

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O presidente senegalês, Macky Sall. FOTO | ARQUIVO

O Presidente do Senegal, Macky Salll conduzirá nesta quinta-feira uma delegação composta por quatro outros chefes de governo para ajudar a resolver o impasse político no Burundi, disseram fontes presidenciais em Dakar.

De Mauritânia Ould Abdel Aziz Mohamed, da África do Sul Jacob Zuma, do Gabão, Ali Bongo Ondimba e o primeiro-ministro etíope Hailemariam Desalegn que fazem parte da missão de alto nível expedidos pela União Africana.

O Presidente Sall foi nomeado para chefiar a delegação na última cimeira da UA em Adis Abeba entre 30-31 janeiro deste ano.
Na quarta-feira da semana passada, o líder senegalês tinha recebido o embaixador do Burundi acreditado na Costa do Marfim que também é conselheiro especial do Presidente Pierre Nkurunziza.

O diplomata foi portador de uma mensagem do presidente Burundi antes da visita da equipe da UA sobre a situação sócio-política no seu país, disse um comunicado presidencial.

A delegação da UA segue na esteira da visita do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, para Bujumbura onde persuadiu o Presidente Nkurunziza de convocar um diálogo com todos os partidos.
As tensões permanecem altas no Burundi na sequência do prolongamento unilateral da posse do presidente no ano passado.

#africareview.com

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Amnistia Internacional: Angola e Moçambique entre casos mais preocupantes.

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O relatório anual da organização dá conta de várias violações a leis internacionais na região, destacando Angola, Burundi e Moçambique como os países onde as violações são mais frequentes.
O relatório anual da Amnistia Internacional dá conta de várias violações dos direitos humanos em África ao longo de 2015
A União Africana (UA) elegeu 2016 como o ano dos Direitos Humanos em África mas, de acordo com a Amnistia Internacional (AI), ainda há um longo caminho a percorrer.
No seu relatório referente ao ano passado, divulgado esta quarta-feira (24.02), a organização refere que a limitação de liberdades dos cidadãos e a violação de direitos humanos fundamentais pelos governos marcaram o ano de 2015, especialmente em países como Angola, Burundi ou Moçambique.
Susana Gaspar, presidente da direção da AI Portugal, refere que as organizações internacionais de defesa dos direitos humanos não estão a agir corretamente e que os governos não são responsabilizados pelos seus crimes. "Os organismos de direitos humanos não estão a fazer o seu trabalho", sublinha, citando a Organização das Nações Unidas (ONU) e o Tribunal Penal Internacional, mas também mecanismos regionais como o Conselho da Europa ou o Sistema Interamericano de Direitos Humanos. "A União Africana pode muito bem ter dito isso, mas [África] continua a ser uma das regiões com mais crises de direitos humanos. Obviamente que temos algumas boas notícias vindas do continente africano, mas muitas más notícias também", afirma a responsável.
De acordo com os dados presentes no relatório, 2015 foi marcado pela limitação do espaço para a sociedade civil e para a defesa dos direitos humanos, com os governos a alegarem ameaças para a segurança nacional.
De acordo com a presidente da direção da AI, uma das principais dificuldades a ultrapassar em 2016 é o atropelo à liberdade de expressão. "A liberdade de expressão é atropelada constantemente. Muitas vezes, a ONU poderá lançar alertas, nomeadamente em relação à situação dos direitos humanos, mas essas afirmações, mesmo vindo de um órgão como a ONU, são desrespeitadas pelos Governos e não têm eco, como foi o caso de Angola".
A responsável destaca ainda países como Zimbabué, Congo, Gâmbia e Zâmbia, onde "as autoridades estão a fazer escutas e a perseguir ativistas e defensores dos direitos humanos. Isso vem de uma forma realmente muito sublinhada no relatório anual da Amnistia referente a 2015".
Susana Gaspar afirma ainda que "estamos a perder o espaço para a nossa liberdade de expressão e estamos a perder mecanismos de proteção de todos os ativistas que estão a querer fazer um bocadinho mais pelos direitos humanos nos seus países".
Angola é um dos países que mais preocupa a Amnistia Internacional
Em Angola, o ano passado foi particularmente marcado por casos como o dos 15 ativistas, detidos desde junho por se manifestarem contra o governo de José Eduardo dos Santos. Presos preventivamente durante mais de 90 dias, situação ilegal ao abrigo da Constitução angolana, passaram a estar em prisão domiciliária em dezembro. No entanto, nunca chegou a ser feita uma acusação formal, e as alegações finais do julgamento continuam a ser adiadas.
"Naturalmente, existem leis internacionais que são suficientes para nos fazer identificar estes casos como ilegais, [tal como] a própria Constituição angolana. Não podemos ter ativistas detidos todos estes dias sem acusação, sem serem formalmente acusados. E existem as constituições internacionais que servem para a proteção de qualquer pessoa", afirma a responsável, que volta a frisar a falta de ação dos mecanismos internacionais. "Estes mecanismos internacionais estão eles próprios fraudulentos e, mesmo existindo as constituições, elas não são respeitadas. A própria ONU não tem sido célere nem tem conseguido impor o respeito por estas convenções e constituições”.
O julgamento dos 15 ativistas e a prisão ilegal de Nito Alves são dois dos casos que a AI destaca em Angola
Manuel Nito Alves, um dos ativistas, foi condenado a 8 de fevereiro a seis meses de prisão e a uma multa de 50 mil kwanzas [cerca de 280 euros], por alegados desacatos em tribunal.
Susana Gaspar aproveita este caso para relembrar a dificuldade de aceder à justiça em Angola. "Muitas vezes o que acontece é que as pessoas – ativistas com manifestações pacíficas planeadas – estão detidas por difamação, mas depois não são formalmente julgadas, não têm direito à defesa. Tudo isto demonstra as dificuldades de ter justiça e acesso à justiça no país. Há aqui um caso de fraude e controlo por parte do Governo angolano que não permite que as pessoas tenham o mesmo acesso à justiça e estes julgamentos não são nada transparentes. Está também em causa a liberdade de expressão e as liberdades fundamentais de cada cidadão".
Conflitos levam à fuga de moçambicanos
A crise económica que afeta Angola poderá agravar ainda mais estes problemas, à semelhança do que acontece em Moçambique, onde a pobreza agravou o estado social do país, tornando mais visíveis os conflitos.
A crise política e os desentendimentos entre a Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO) e Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) têm levado à fuga de dezenas de moçambicanos, sobretudo para países vizinhos, como o Malawi, onde os campos de refugiados estão a ameaçar chegar ao seu limite.
Centenas de pessoas fogem dos conflitos em Moçambique para países vizinhos, como o Malawi, onde os campos de refugiados ameaçam chegar ao seu limite
"A questão dos refugiados é muito importante, e a verdade é que aqui em Portugal e na União Europeia no geral focamo-nos nos nossos problemas e na chegada dos refugiados que também temos vindo a assistir. Mas em África também são sucessivas as crises de refugiados e há, naturalmente, que agir e de forma muito ágil para impedir a sobrelotação dos campos de refugiados", afirma Susana Gaspar.
Para a presidente da direção da Amnistia Internacional, estas crises de refugiados que afetam o continente africano só podem ser resolvidas em união entre os governos e os países, de forma a encontrar os mecanismos necessários para evitar problemas como a sobrelotação dos campos de refugiados.
De acordo com a responsável, é também urgente resolver as crises internas nestes países. "Esta rivalidade política não ajuda à estabilidade de um país e obviamente que encaramos tudo isto com muita preocupação, sobretudo [em relação a] pessoas que necessitam de maior segurança e que dificilmente a terão”.
"Não são só os direitos humanos em África que estão em risco"
Com este relatório, a Amnistia Internacional pretende chamar a atenção de órgãos internacionais, como a ONU, para estes problemas, que afetam não só o continente africano, mas todo o mundo. "Nós estamos a reportar [estas situações] e com este relatório esperamos que exista a pressão necessária e que cada governo se sinta também envergonhado com o que encontramos em cada país".
O que a Amnistia espera para 2016 é que este cenário se possa reverter. "E que possamos voltar a observar um maior respeito pelos direitos humanos, não só em África como no mundo", esclarece Susana Gaspar, que relembra que "os direitos humanos em risco são os direitos humanos de toda a gente, nunca esquecer isto. Temos um ataque global às liberdades, não é somente em Angola, não é somente em África".
A Guiné-Bissau também é um dos países destacados no relatório, apesar de a sua situação face aos direitos humanos ter melhorado face aos anos anteriores. No entanto, a Amnistia Internacional continua a receber indícios de tortura, maus tratos e mortes, durante períodos de custódia policial.
#dw.de

Blog Djemberém volta a publicar suas edições a partir da Guiné-Bissau. Peço sinceras desculpas pela interrupção ao longo de mais de um mês. Novidades do mundo africano farão parte do seu dia a partir de hoje. Desejo um bom retorno a esse espaço!

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PREZADOS LEITORES,

RETOMAMOS NOSSAS LEITURAS DIÁRIAS NESSE ESPAÇO COM NOVAS PUBLICAÇÕES A PARTIR DE BISSAU. NOVIDADES DIVERSAS DO MUNDO AFRICANO FARÃO PARTE DO VOSSO DIA-A-DIA. PEÇO DESCULPAS PELO TRANSTORNO QUE SE RESUME EM CESSAR A PUBLICAÇÃO POR MAIS DE UM MÊS DEVIDO AO MEU PERÍODO DE ADAPTAÇÃO NA GUINÉ-BISSAU. PROMETO DORAVANTE SURPREENDÊ-LOS COM NOTÍCIAS DIVERSAS DE VÁRIOS PONTOS DA ÁFRICA.

UM ABRAÇO!


SAMUEL VIEIRA




Senegal: Mimi Toure and Companhia - "Khalifa Sall é um beneficiário do dinheiro do doping"

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Aminata Touré : ex-PM do Senegal


"Depois que o presidente Macky Sall decidiu respeitar a decisão do Conselho Constitucional, muitos atores políticos que já se passaram de Califa, no lugar de Califa ainda estão lutando para esconder sua amargura", disseram os executivos republicanos de Dakar em um comunicado que chegou a nossa redacção - Seneweb.

Segundo Aminata Touré "Mimi" e Companhia. "Khalifa Sall é um desses políticos do momento que evocam ética para esconder sua decepção de ter de mudar o calendário das suas ambições excessivas.

Em matéria de ética e moralidade, Khalifa Sall deveria passar-se por discreto na descrição dos tempos de hoje.
Preciso lembrá-lo de que ele era o único político a ter sido citado por Lamine Diack como o beneficiário do dinheiro da droga no atletismo internacional ", acusam-no. Eles pensam que o prefeito de Dakar deverá "responder aos investigadores franceses sobre a utilização de produtos de actividades de corrupção de Lamine Diack que foi seu padrinho político em Dakar."

"Khalifa Sall deve colocar sua própria casa a disposição e em Paris ele não deve entrar jogo favorito: a vitimização excessiva. Em Paris, ele não pode acusar ninguém de querer prejudicá-lo. Ele deverá, por uma vez assumir a responsabilidade dele próprio. Ele deve provar que ele não estava no coração sujo do sistema de lavagem de dinheiro Lamine Diack.

Este escândalo não é o único que vai constrangê-lo, para dizer o mínimo. Aquele que se vê em um destino nacional deve primeiro explicar ao povo senegalês de suas identidades duplas. E graça a isso, ele não deve repetir-nos novamente a questão da "perseguição eterna", Khalifa Sall terá a coragem de responder às muitas perguntas sobre o negócio e esses transtornos ", observou Mimi Toure e Companhia.

#seneweb.com

Brasil: Quadrilha cobrava até R$ 6 mil para fraudar exames do Detran-DF.

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Operação da Polícia Civil busca suspeitos em Ceilândia, Taguatinga e Brazilândia. Para passar candidatos reprovados, os criminosos colocavam outra pessoa com as mesmas características físicas para fazer os testes.

Um grupo que fraudava o processo de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) é alvo de uma operação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) nesta manhã de quarta-feira (24/2). Na ação, intitulada Análoga, policiais da Coordenação de Repressão aos Crimes contra o Consumidor, à Ordem Tributária e a Fraudes (Corf) cumprem 10 mandados de prisão, 12 de condução coercitiva e 22 de busca e apreensão. Os agentes estão nas regiões de Ceilândia, Taguatinga e Brazlândia à procura dos integrantes da organização criminosa. 

Segundo o titular da Corf, delegado Jeferson Lisboa, o grupo prometia aos candidatos reprovados em exames escritos e práticos do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) a aprovação nas provas. Para isso, eles cobravam entre R$ 3 mil a R$ 6 mil. "Diante do valor, colocavam outra pessoa com as mesmas características físicas para fazer o teste”, explicou.
O delegado afirma que as investigações continuam, mesmo com as prisões de hoje. “Esse é só o início da nossa apuração. Inclusive as 12 pessoas conduzidas coercitivamente são candidatos que tiraram a CNH de forma fraudulenta”.

A possibilidade do envolvimento de servidores do Detran-DF no esquema não é descartada pela polícia, de acordo com Jeferson Lisboa. Os suspeitos devem responder à Justiça pelos crimes de organização criminosa e falsidade ideológica, com penas de até 12 anos de reclusão. O Detran-DF ainda não se posicionou sobre o assunto.

#correiobraziliense.com

África em notícias.

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Comissão Eleitoral da Nigéria (CENI) funcionários de um centro de computação em Niamey em 22 de fevereiro de 2016. FOTO | AFP

Ministros da Saúde em Addis Abeba

O ministro da Saúde de toda a África estão reunidos em Addis Abeba, Etiópia, para traçar estratégias sobre como melhorar os programas de imunização em todo o continente.

Dia do orçamento da África do Sul

Da África do Sul o ministro das Finanças Pravin Gordhan apresenta orçamento nacional ao Parlamento, com projecções do défice de crescimento económico do Tesouro para os próximos três anos.

Ban na RD Congo
Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon abre conferência em Kinshasa visando estimular o investimento privado para incentivar a paz em uma região devastada por décadas de crise.

Morte no Delta do Níger
Pelo menos dois soldados e dois militantes do Delta do Níger foram confirmados como mortos em um tiroteio em Yeghe, Gokana em rios ricos em petróleo no Estado da Nigéria.

Niger disputa na pesquisa
Niger oposição promete rejeitar os resultados das eleições presidenciais de domingo, que o líder Mahamadou Issoufou espera vencer para garantir um segundo mandato.

Quénia acolhe farmacêuticos
Nairobi está hospedando a cúpula da África Pharmaceutical em dois dias (APS). O evento reúne líderes, decisores políticos, reguladores, acadêmicos, investidores, cientistas e representantes dos doentes, para resolver as questões mais prementes da indústria.

SA hospeda principais expositores
Organizadores de eventos Africano de topo estão reunidos em Sandton, África do Sul para mostrar seus produtos e serviços, bem como discutir questões que afectam o seu sector. O evento, que abriu na segunda-feira termina quarta-feira.

Cimeira humanitária em Addis
As agências de ajuda e Desenvolvimento Africano estão reunidos fornecedores em Addis Abeba, na tentativa de compreender os processos de aquisição e oportunidades de negócios fornecidos pelas agências.

#africareview.com

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

ENFIM - INDO AO ENCONTRO DO PAÍS NATAL.

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Samuel Vieira

PREZADOS USUÁRIOS E VISITANTES DO BLOG DJEMBERÉM. EU, SAMUEL VIEIRA EDITOR DESTE BLOG, INFORMO QUE A PARTIR DE HOJE, AS PUBLICAÇÕES ATÉ HOJE OCORRIDAS NESTE BLOG, A PARTIR DO BRASIL, ESTARÃO SUSPENSAS TEMPORARIAMENTE E SERÃO RETOMADAS A PARTIR DA GUINÉ-BISSAU.

ESPERO QUE MINHA INTEGRAÇÃO AO AMBIENTE GUINEENSE SEJA RAPIDAMENTE CONCRETIZADA E QUE EU CONSIGA FORNECER A VOCÊ, QUERIDO LEITOR, NOVIDADES A PARTIR DO PAÍS E UMA BOA PARTE DE NOTÍCIAS DIÁRIAS DA NOSSA SUB-REGIÃO.

VOCÊ PODERÁ CONTAR TAMBÉM COM ENTREVISTAS DE EMPRESÁRIOS GUINEENSES BEM SUCEDIDOS, POLÍTICOS QUE SE REVELARAM HONESTOS, DINÂMICOS E COMPROMETIDOS COM QUESTÕES NACIONAIS E PARTICULARMENTE, QUESTÕES INERENTES AO PROGRESSO DO NOSSO POVO.

NÃO ME ENVOLVEREI EM QUESTÕES POLÍTICAS QUE NÃO VISEM ALGUM PROGRESSO QUE SEJA NA ÁREA ECONÓMICA, SOCIAL, INFRAESTRUTURA E MAIS, SALVAGUARDANDO TUDO QUE VAI DE ENCONTRO AS QUESTÕES NACIONAIS E NÃO INDIVIDUAIS.

ESPERO PODER CONTAR COM CONTRIBUIÇÃO DE GUINEENSES HONESTOS E QUE SE SENSIBILIZEM COM AQUELES QUE ALGO FAZEM VISANDO O PROGRESSO DA NAÇÃO.

AGUARDE NOVIDADES PARA BREVE!

PEÇO A DEUS QUE ILUMINE O MEU CAMINHO E QUE MINHA CHEGADA AO PAÍS SEJA COROADA DE ÊXITO.

ATÉ LÁ, MEU CARO LEITOR!

QUE DEUS ABENÇOE A TODOS!

SAMUEL VIEIRA






Novo caso de Ebola na Serra Leoa depois da OMS anunciar que o vírus estava extinguido.

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Mesmo depois de declarar a epidemia acabada, a ONU alertou que a área era suscetível a pequenos surtos de vírus.. ARQUIVO | NAÇÃO

As autoridades de saúde na Serra Leoa confirmaram a morte por Ebola, horas depois de a Organização Mundial de Saúde declarar o país livre dessa doença e a doença extinguida na África Ocidental.

O país foi declarado livre do vírus em 7 de novembro, e que a região como um todo está livre da doença, foi quando a Libéria anunciou estar livre de Ebola na última quinta-feira.
Mas dois testes realizados em uma pessoa que morreu no norte de Serra Leoa revelaram o vírus positivo, disse um porta-voz do centro de testes de Ebola.

A morte ocorreu no início desta semana.

O porta-voz do centro de testes de Ebola Sidi Yahya Tunis disse à BBC que o paciente tinha morrido no distrito de Tonkolili. Ele viajava ao largo de Kambia, perto da fronteira com a Guiné.
Os testes foram conduzidos por especialistas britânicos em saúde. As autoridades de saúde estão agora procurando urgentemente aqueles que tinham entrado em contato com a vítima.

Perto de 4.000 pessoas morreram de Ebola na Serra Leoa, e 11.000 pessoas em toda a região, desde Dezembro de 2013.
Ao declarar África Ocidental livre da doença após o recente surto na quinta-feira, a OMS alertou que a área era suscetível a pequenos surtos do vírus.

A Libéria foi o último país a declarar o fim da transmissão ativa de Ebola. Mas ela tinha sido declarada livre da doença duas vezes antes, o que não foi suficiente para a infecção ressurgir.

Um país é considerado livre da transmissão homem-a-homem, desde que for verificada dois períodos de incubação de 21 dias que devem acontecer desde que o último caso conhecido de teste negativo ocorra pela segunda vez.

#africareview.com

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