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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

quarta-feira, 7 de dezembro de 2022

Reinhardt? "A história repete-se. Vejamos o que acontece na Ucrânia".

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O Papa Francisco recordou, esta quarta-feira, o aniversário da ‘Operação Reinhardt’ - o nome dado a um plano secreto dos nazis na Segunda Guerra Mundial para exterminar os judeus polacos durante a ocupação alemã - e alertou que a “História repete-se”. Na sua audiência semanal, no auditório Paulo VI, o pontífice começou por abordar o “sofrimento” do povo ucraniano, pedindo paz durante o dia da Imaculada Conceição, que se assinala amanhã. “Pedimos que seja um conforto para aqueles que são provados pela brutalidade da guerra, especialmente para a martirizada Ucrânia. Rezemos por este povo mártir, que está a sofrer tanto”, acrescentou, citado pela agência Ecclesia. O Papa falou sobre o aniversário da ‘Operação Reinhardt’, assinalado na segunda-feira pelo Centro de Relações Católico-Judaicas da Universidade Católica de Lublin (Polónia), e recordou que o plano “causou o extermínio de quase dois milhões de vítimas, sobretudo de origem judaica”. “Que a lembrança desse terrível acontecimento suscite resoluções e ações pela paz em todos. A história repete-se, repete-se, vejamos agora o que acontece na Ucrânia”, destacou. "Não devemos deixar os nossos corações e mentes entorpecidos pela repetição destes graves horrores contra Deus e contra o homem. Não devemos, por nenhuma razão no mundo, acostumar-nos com tudo isso, dando quase como certo que esta III Guerra Mundial fragmentada, que escalou dramaticamente diante de nossos olhos, tornar-se num III Guerra Mundial total", sublinhou ainda o Papa. O conflito entre a Ucrânia e a Rússia começou com o objetivo, segundo Vladimir Putin, de "desnazificar" e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia. A operação foi condenada pela generalidade da comunidade internacional. A ONU confirmou que cerca de seis mil civis morreram e mais de dez mil ficaram feridos na guerra, sublinhando que os números reais serão muito superiores e só poderão ser conhecidos quando houver acesso a zonas cercadas ou sob intensos combates. fonte: noticiasaominuto.com

PM de Cabo Verde quer acordo de competividade entre patrões e sindicatos.

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O primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, disse hoje que o setor privado tem dado "forte suporte" ao relançamento económico, prometendo para breve a assinatura de um acordo sobre competitividade de médio prazo com patrões e sindicatos. "Apesar das crises e ultrapassando as crises com muita resiliência, nós estamos a construir a retoma e o relançamento com forte suporte do setor privado", afirmou o chefe do Governo, na abertura do debate mensal no parlamento, na Praia, neste caso dedicado ao tema "O Setor Privado na estratégia de desenvolvimento sustentável de Cabo Verde". Ulisses Correia e Silva recordou que após os impactos da covid-19, sobretudo no turismo, os "investimentos privados foram retomados" e o crescimento económico cabo-verdiano atingiu os 7% em 2021 "e atingirá mais de 8% em 2022". "A economia está a crescer. Existe confiança. O clima de negócios é favorável, conforme atesta o indicador de clima económico que manteve neste terceiro trimestre do ano a tendência ascendente. O sistema bancário goza de boa saúde, com liquidez e situação confortável de indicadores de solidez", garantiu o primeiro-ministro aos deputados. "Vamos continuar a melhorar o ambiente de negócios com recurso à transformação digital. Em sede da concertação social iremos brevemente assinar um acordo no qual os sindicatos e as entidades patronais. Um acordo de médio prazo, um instrumento importante para compromissos relativamente às políticas de rendimento e preço, políticas de competitividade e de transformação estrutural da economia do país", afirmou ainda. Ulisses Correia e Silva reconheceu "o grande desafio da unificação do mercado nacional" e da mobilidade interilhas "através de sistemas de transportes eficientes", marítimos e aéreos: "Vamos vencer esse desafio. Tem sido matéria de grandes debates aqui no parlamento, mas podem estar cientes que é um desafio para vencer". Defendeu que "o caminho é melhorar cada vez mais, estimular mais investimentos privados na transição energética, na economia digital, no turismo sustentável, no desenvolvimento da economia azul, na transformação da agricultura em áreas prioritárias para o aumento da resiliência e diversificação da economia do país", ao mesmo tempo que garantiu que o sistema fiscal cabo-verdiano "é favorável ao investimento", através de convenções de estabelecimento, da atribuição do estatuto de atividade turística ou de atividade industrial. "O ecossistema está assim concebido para atender a micro, pequenas, médias e grandes empresas. Tem funcionado com resultados e vai melhorar ainda mais com o aumento do limite de garantias a start-ups concedidas pelo Estado de 80 para 100%. Vai facilitar ainda mais o financiamento do empreendedorismo jovem", disse igualmente. "Há hoje uma nova atitude dos jovens face ao empreendedorismo. A formação profissional, os estágios profissionais, a assistência técnica e financeira, os kits de empreendedorismo, os programas específicos de desenvolvimento de competências na economia digital e nas condições de financiamento criam hoje mais oportunidades para os jovens", sublinhou. Segundo Ulisses Correia e Silva, outro impulso ao desenvolvimento do setor privado será dado com a operacionalização do Fundo Pro Impacto para pequenas e médias, empresas, apresentado esta semana, no valor de 10 milhões de dólares, "para impulsionar a recuperação financeira" e "servir de catalisador para o relançamento da economia nacional". "O Estado é importante na medida em que cria condições para que cidadãos que são investidores e empresários, ou que queiram ser investidores e empresários, possam correr riscos, investir, criar empresas, expandir negócios, criar empregos e criar riqueza para o país. Tem sido assim nas reformas e nas políticas públicas para atração de investimentos e fomento empresarial, através da política fiscal, do ecossistema, do financiamento, da melhoria do ambiente de negócios, da regulação económica e técnica, da boa governança e de uma atitude de Estado parceiro no relacionamento com o setor privado", afirmou o chefe do Governo. "Tem sido assim também no investimento público, que cria melhores condições para o investimento privado e o desenvolvimento de mercados, desde infraestruturas portuárias e aeroportuárias para o turismo e o comércio, até o desencravamento de localidades para o desenvolvimento e escoamento de produtos da agricultura", acrescentou. Cabo Verde enfrenta uma profunda crise económica e financeira, decorrente da forte quebra na procura turística - setor que garante 25% do PIB do arquipélago - desde março de 2020, devido à pandemia de covid-19. Em 2020, registou uma recessão económica histórica, equivalente a 14,8% do PIB, seguindo-se um crescimento de 7% em 2021 impulsionado pela retoma da procura turística. Para 2022, devido às consequências económicas da guerra na Ucrânia, nomeadamente a escalada de preços, o Governo cabo-verdiano baixou em junho a previsão de crescimento de 6% para 4%, que, entretanto, voltou a rever, agora para mais de 8%.

Katia Aveiro sobre Cristiano Ronaldo. "Pedi tanto para ele ir embora".

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Katia Aveiro sobre Cristiano Ronaldo. "Pedi tanto para ele ir embora"
Katia Aveiro já reagiu às críticas que estão a ser feitas a Cristiano Ronaldo por ter deixado o relvado enquanto a restante equipa festejava a vitória contra a Suíça, por 6-1. Após o jogo, a irmã de CR7 escreveu nas stories da sua página de Instagram: "Pedi tanto para ele ir embora... Sem olhar para trás. Chega de lutar. Chega de sofrer. Ele baixou a cabeça. Pensou no tanto que já fez e no tanto que conquistou. E foi tanto. E ele ficou, e viu o quanto ele é enorme. O quanto ele é gigante. Obrigada". Mas não ficou por aqui e, horas depois, deixou uma nova mensagem na rede social. "Portugal ganhou. Graças a Deus. Novos talentos brilharam. Maravilhoso. Vamos ganhar isto? Eu acredito que sim!! No campo gritaram por Ronaldo. Não foi por Portugal estar a ganhar… E não sou eu que digo isto. O mundo assistiu… Porque será??? Ainda bem que Portugal ganhou… (já vi Portugal ganhar tantas vezes)", escreveu. "E nem isto invalida a pequenez de grande parte do povo português. E isto é o que não está bem, porque continuam a maldizer, continuam a insistir na ofensa e na ingratidão. Triste demais com o que leio e escuto, não aqui no Qatar, mas no meu país, no país dele… Mas triste mesmo", acrescentou. Antes de terminar, frisou: "Queria tanto que ele viesse para casa, deixasse a seleção e se sentasse ao nosso lado para o abraçarmos e dizer que está tudo bem, lhe fazer lembrar o que ele conquistou e de que casa ele veio. Queria tanto que ele não fosse mais para lá, a gente já sofreu que chegue (eles nunca irão saber o quanto). Tu és grande e os pequenos não percebem o quão enorme tu és… Vem para a tua casa, que é onde te compreendem onde te abraçam. Como sempre foi. Onde tens toda a gratidão. E não ingratidão. Obrigada Ronaldo. Obrigada, obrigada, obrigada. Eu queria muito… Mas decidas o que decidires, estamos contigo. Até à morte. Obrigada". fonte: noticiasaominuto.com

Mundial: Momento emotivo de jogador marroquino com a mãe torna-se viral.

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A história de Achraf Hakimi está a comover os internautas nas redes sociais. Achraf Hakimi, jogador da seleção marroquina de futebol, protagonizou na terça-feira, 6 de dezembro, um dos momentos mais emotivos do Mundial do Qatar. Ao marcar o penalti que ditou a vitória contra a Espanha e a passagem, pela primeira vez na historia, de Marrocos aos oitavos de final de um Campeonato do Mundo, o jogador de futebol correu para as bancadas para abraçar a família. Saida Mou recebeu o filho com um beijo caloroso e o momento foi captado pelos fotógrafos, tornando-se agora viral nas redes sociais. A imagem surge em várias partilhas acompanhadas pela história de vida do futebolista. Achraf Hakimi, de 24 anos, que joga atualmente pelo Paris Saint-Germain, nasceu em Espanha mas decidiu representar Marrocos em homenagem aos pais - ambos nascidos no país do Norte de África. "Viemos de uma família modesta, que lutou para sobreviver. Hoje, luto todos os dias por eles. Eles sacrificaram-se por mim", disse o futebolista numa entrevista antiga. De acordo com a imprensa, a mãe de Achraf Hakimi trabalhou durante vários anos como empregada doméstica e o pai como vendedor ambulante. Uma família humilde que tudo fez para ver o filho concretizar o sonho de ser jogador de futebol. Esta não foi, contudo, a primeira vez que o lateral-direito do Paris Saint-Germain celebrou um feito da seleção marroquina junto da mãe. Quando Marrocos venceu a Bélgica, ainda na fase de grupos do Mundial, o jogador correu igualmente para as bancadas para festejar com Saida. A seleção marroquina, recorde-se, será o adversário de Portugal nos oitavos de final do Campeonato do Mundo.

UM CARTÃO DE NATAL DO… DUBAI!

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O procurador português Orlando Figueira, condenado por corrupção, foi demitido do Ministério Público. O magistrado tinha sido condenado a seis anos e oito meses de prisão por ter aceitado subornos do ex-vice-presidente de Angola, Manuel Vicente. O Tribunal Constitucional rejeitou seu recurso e o procurador vai cumprir uma pena de seis anos e oito meses de prisão efectiva no âmbito da Operação Fizz. Em 9 de Fevereiro de 2018, no artigo «“Fizz” e “Lex” nasceram em Angola mas foram adoptados em Portugal», Paulo de Morais (presidente da Frente Cívica) escreveu aqui no Folha 8 o artigo que, sobre o assunto, agora reproduzimos na íntegra e “ipsis verbis”: «A corrupção está na ordem do dia em Portugal, graças aos escândalos designados por “Operação Fizz” e “Operação Lex”. Mas, de facto, a verdadeira origem destes processos está em Angola, onde o assunto vem sendo esquecido e silenciado! Os processos criminais Fizz e Lex são gémeos, constituem duas faces da mesma moeda. Em ambos, os principais acusados são magistrados portugueses, nomeadamente o procurador Orlando Figueira, na Fizz; e o Juiz Rui Rangel, no caso Lex. Os magistrados são acusados de terem proferido decisões favoráveis em vários processos, em particular naqueles em que estão ou estiveram envolvidos Manuel Vicente e Álvaro Sobrinho, angolanos todo-poderosos. Estes estarão alegadamente implicados em sistemas múltiplos de branqueamento de capitais. Capitais que o ex-vice presidente de Angola Vicente e o ex-banqueiro Sobrinho transferiram para Portugal, nomeadamente adquirindo imóveis luxuosos. Capitais que, como sabemos, foram obtidos no imparável carrossel de corrupção, em Angola, à custa da miséria e da fome dum povo que sofre amargamente. Os processos originais nasceram porque nem Vicente nem Sobrinho (assim como muitos dos seus parceiros de negócios) conseguem explicar cabalmente a origem legal do capital mobilizado para estes investimentos imobiliários milionários. Obviamente, o facto de não conseguirem esclarecer a origem legal leva à conclusão de que, simplesmente, as suas fortunas foram obtidas de forma ilícita e corrupta, em Angola. A origem dos capitais de Manuel Vicente está mais do que desvendada: tem origem nos recursos petrolíferos que deveriam ser utilizados em benefício dos angolanos, mas têm sido retidos por poucas famílias, com Vicente a ocupar neste grupo privilegiado um lugar de destaque. Já, por outro lado, Álvaro Sobrinho conseguiu um predomínio na finança, em Angola e Portugal. Contribuiu, de forma destacada, para a falência do Banco Espírito Santo em Portugal e o seu congénere BES (Angola). Conseguiu protecção por parte do ex-presidente Eduardo dos Santos, da sua família, dos militares e do MPLA – uma protecção ilimitada. Obteve-a a troco da concessão de créditos sem garantias aos mais altos dignitários de Angola (com o actual presidente João Lourenço incluído). E tornou-se, com estas moscambilhas e outras de igual jaez, multimilionário, um dos angolanos mais ricos. Para Álvaro Sobrinho e Manuel Vicente, a intervenção dos Tribunais portugueses e as acusações de que foram alvo constituíram surpresa – habituados que estão a uma dócil justiça angolana, maleável e submissa aos poderosos. Como foram apanhados pela Justiça, terão tentado subornar os actores da Justiça portuguesa, nomeadamente procuradores e juízes. O procurador Orlando Figueira, o juiz Rui Rangel e os seus eventuais cúmplices estão agora a contas com a Justiça. E bem. Estão acusados e espera-se que tenham um julgamento justo, a que qualquer cidadão deve ter direito num estado de direito democrático. Mas confiemos também que os processos originais de branqueamento de capitais provenientes da corrupção em Angola não sejam esquecidos. Mais do que os processos em si, é importante desmascarar e desmontar todo um sistema, através do qual o dinheiro sujo das fortunas dos apaniguados do regime corrupto de Eduardo dos Santos, tem chegado a Portugal e, a partir daí, à Europa. Lisboa transformou-se nos últimos anos numa enorme lavandaria de dinheiro dos angolanos menos sérios (e mais ricos). Estes não só contaminam os negócios imobiliários (e outros) portugueses com esquemas de corrupção e branqueamento de capitais – como conseguem até estender a sua “longa manus” ao sistema judicial português. A lavagem de dinheiro é a mais peculiar forma de exportação e contaminação de corrupção – modalidade em que o regime angolano se especializou. A contaminação é, aliás, uma das principais características da corrupção. Seja qual for a sua origem, mormente em Luanda, o fenómeno dissemina-se em todos os países com quem os corruptos interajam. De Timor ao Brasil, passando pela Guiné Equatorial ou por Portugal, a podridão propaga-se – chegando mesmo aos Tribunais superiores portugueses. É bem sabido que, quando se juntam maçãs podres e maçãs boas… nunca são as podres que ficam boas!»

ANGOLA: MAIS AMOR AO JORNALISMO, POR FAVOR!

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Quando me pediram este texto e me deram total liberdade fiquei com boca a saber a papéis de música. Fui assim tomada de uma súbita e poderosa ressaca antecipada pelo que ainda não tinha escrito, não só pela responsabilidade que esse texto ainda não existente encerrava mas também porque continha em si desde logo uma valente contradição. O que me estavam a pedir seria, para todos os efeitos, um artigo de opinião. E eu estou farta de opinião. Por Ana Clotilde Correia CP 4650 Costuma-se dizer que opinião não solicitada é falta de educação. Não que eu seja uma pessoa que por delicadeza possa perder a vida, tenho alguma sensibilidade, sim, é verdade, mas habituei-me a lidar com ela mais ou menos como um superpoder ligeiramente inconveniente. Lamento, mas nisto acho que o problema não sou eu mas és tu, opinião. Opinião omnipresente, cacofónica, nauseante, como uma picareta falante sem botão de desligar. A opinião está em todo o lado, como publicidade não solicitada a abarrotar de uma caixa de correio com o autocolante “Publicidade, aqui não” bem visível. A caixa de correio é a minha saúde mental. Mas também é o jornalismo. A opinião tem boa imprensa. É fácil dizer-se que todas as pessoas têm direito à opinião, até porque é verdade. A complexidade de muitos assuntos faz também com que o espaço jornalístico recorra a peritos ou comentadores para enquadrarem os factos e as histórias e a diversidade de pontos de vista sobre os ditos. Nada a opor, a não ser a medida. Damos por nós a olhar para um ecrã muito tempo, sempre demasiado tempo, sem que uma notícia tenha sido dada, uma reportagem emitida, em que só foram discorridas opiniões. Essas opiniões são depois editadas e postas nas redes sociais, partilhadas pelas pessoas que pensam da mesma forma para pessoas que da mesma forma pensam, ou, por contraste, para consumo da indignação de quem já se sabe indignado e ainda nem tocou no ‘play’ do vídeo ou no linque do artigo. Esta questão é tudo menos exclusiva do audiovisual, ao contrário de muitas opiniões. Na imprensa escrita, e, em particular no ‘online’, provavelmente porque tem mais espaço para isso, nascem debaixo de pedras opiniões e opinadores de notoriedade e autoridade mais ou menos questionáveis (como esta vossa criada) em textos que por vezes não parecem ter outro propósito que não a partilha nas redes sociais, nem que seja nas do próprio autor. Há aqui uma relação com o tempo e o espaço, sim. O virtualmente infinito espaço do ‘online’ talvez relaxe os critérios para considerar a publicação de determinado artigo de opinião. E há o excessivo tempo que se dedica a determinado assunto num alinhamento de noticiário televisivo a um nível de monotematismo quase alienante. Chega-se ao minuto 20 de noticiário e ainda não se falou de outra coisa. Só que por muito elástico, o espaço não é infinito. Se estamos a privilegiar a opinião, estamos a roubar ao jornalismo. São menos as reportagens que vão para o ar, as notícias que são dadas, é a informação que perde. Somos nós que perdemos. Somos nós, jornalistas, que desaparecemos. Por muito que nos convençamos que aquela opinião está a ser moderada por nós, e muitas vezes efetivamente está, mais opinião é menos jornalismo. E no tempo do entrincheiramento nas redes sociais, da polarização – tantas vezes artificial -, do que mais precisamos é de notícias e reportagens que nos permitam aprofundar o pensamento, questionar, pôr-nos no lugar do outro, e conversar. Lembram-se disso, conversar? Precisamos de jornalismo, dos factos e da sua complexidade, para dialogarmos mais e melhor uns com os outros e também connosco mesmos. Em 2009, o artista brasileiro Ygor Marotta começou a escrever nas ruas de São Paulo a frase “Mais amor, por favor”, que rapidamente derrubou fronteiras e se tornou uma máxima à simplicidade do que importa. Pois bem, mais amor ao jornalismo, por favor. Obrigada. NR. Texto hoje publicado no site do Sindicato dos Jornalistas de Portugal (https://jornalistas.eu).

ANGOLA: AINDA SE LEMBRAM DE CARLOS CARDOSO?

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Passa dentro de dias mais um aniversário da morte de Carlos Cardoso. Foi assassinado, em Moçambique, porque como Jornalista fazia uma séria investigação à corrupção que rodeava o programa de privatizações apoiado pelo Fundo Monetário Internacional. Por Orlando Castro Escrevo antes do dia da sua morte para dar tempo, se é que alguém se importa com isso, aos donos da verdade que imperam na imprensa lusófona para não dizerem que ninguém os lembrou… Para Mia Couto, «não foi apenas Carlos Cardoso que morreu. Não mataram somente um Jornalista moçambicano. Foi assassinado um homem bom, que amava a sua família e o seu país e que lutava pelos outros, os mais simples. Mas mais do que uma pessoa: morreu um pedaço do país, uma parte de todos nós». Embora sejam uma espécie em vias de extinção, os Jornalistas continuam (em todo o mundo) a ser uma espinha na garganta dos ditadores, mesmo quando eleitos e escudados em regimes democráticos. Viva Carlos Cardoso. Porque morreu Carlos Cardoso? Morreu por entender que a verdade é o melhor predicado dos Homens de bem. Morreu, ainda segundo Mia Couto, porque «a sua aposta era mostrar que a transparência e a honestidade eram não apenas valores éticos mas a forma mais eficiente de governar». Morreu, «por ser puro e ter as mãos limpas». Morreu «por ter recusado sempre as vantagens do Poder». Morreu por ter sido, por continuar a ser, o que muito poucos conseguem: Jornalista. «Liquidaram um defensor da fronteira que nos separa do crime, dos negócios sujos, dos que vendem a pátria e a consciência. Ele era um vigilante de uma coragem e inteligência raras», afirmou Mia Couto num testemunho que deveria figurar em todos os manuais de Jornalismo, que deveria estar colocado em todas (apesar de poucas) Redacções onde se faz Jornalismo. Nas outras, onde funcionam linhas de enchimento de conteúdos, não deve figurar. E não deve porque Carlos Cardoso não pode ser confundido com a escumalha que vegeta em muitas delas à espera de um prato de lentilhas. É certo que no mundo lusófono não são muitos os casos de morte física. Mas há, igualmente, muitos assassinatos. O crime contra os Jornalistas é agora muito mais refinado. Não se dão tiros, marginaliza-se. Não se dão tiros, rescinde-se. Não se dão tiros, amordaça-se. «O sentimento que nos fica é o de estarmos a ser cercados pelo selvajaria, pela ausência de escrúpulos dos que enriquecem à custa de tudo e de todos. Dos que acumulam fortunas à custa da droga, do roubo, do branqueamento de dinheiro e do tráfico de armas. E o fazem, tantas vezes, sob o olhar passivo de quem devia garantir a ordem e punir a barbárie», disse Mia Couto numa cerimónia fúnebre em Honra de Carlos Cardoso. É isso mesmo. Continua a ser isso mesmo, seja em Moçambique ou na Guiné-Bissau, em Angola ou em Portugal. folha8

Ousmane Sonko: “Por que ignorei as perguntas da promotoria e de Sr. El Hadj Diouf…”

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No interrogatório face a face com Adji Sarr, que o acusa desde 2021 de múltiplas violações e ameaças de morte, Ousmane Sonko voltou às razões do seu silêncio face às questões do Ministério Público. Voltou a apontar o dedo a Serigne Bassirou Gueye, antigo Procurador da República, que acaba de ser nomeado Presidente do Gabinete Nacional de Combate à Corrupção (OFNAC). seneweb.com

Rússia adverte a Ucrânia que sua “resposta não demorará a chegar”

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As últimas explosões que abalaram duas bases militares russas distantes da frente ucraniana continuam provocando reações das autoridades russas. Aproveitando seu tempo no set da BFMTV Alexander Makogonov, porta-voz da Embaixada da Rússia na França, notavelmente deixou claro que seu país não ficaria sem reagir. Ainda que oficialmente, nenhuma informação confirme que a situação esteja ligada à Ucrânia, o diplomata russo indica que Kyiv está bem apto para esta situação. "Temos que nos preparar..." “O regime de Kyiv é capaz de realizar esse tipo de greve. Temos de nos preparar para prevenir este tipo de coisas», referiu ao indicar «para nos prepararmos para tudo». "Mostra que há pontos vulneráveis ​​que devem ser melhor defendidos", continuou. Para o porta-voz da Embaixada da Rússia na França, “a resposta não vai demorar”. “Não devemos acreditar que os nossos soldados vão deixar isto sem resposta”, martelou ao indicar que o presidente ucraniano “colherá a tempestade se semear o vento”. Duas bases militares Recorde-se que uma série de explosões foi registada nos últimos dias. Uma primeira explosão foi registrada no início da manhã de segunda-feira, 5 de dezembro. Segundo a mídia, trata-se da base aérea Engels-2 localizada na região russa de Saratov. É o lar dos bombardeiros Tu-95 que participaram de ataques com mísseis de cruzeiro contra a Ucrânia. A segunda explosão ocorreu na base aérea militar de Dyagilevo perto de Ryazan. https://lanouvelletribune.info/

CONVERSAÇÕES DE PAZ RDC EM NAIROBI: Paz sem M23, é possível?

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Desde que os combates recomeçaram na parte oriental da República Democrática do Congo (RDC), a diplomacia só esteve ativa na tentativa de apagar o fogo. Com efeito, depois da cimeira de Luanda onde o Presidente ruandês, Paul Kagame, se destacou pela sua ausência, abriu-se em Nairobi, no Quénia, uma nova sessão de conversações de paz entre os protagonistas congoleses. Esta terceira rodada, que começou em 30 de novembro, terminou em 6 de dezembro. O retorno da paz ao leste da RDC passará por Nairóbi? Podemos duvidar. Sobretudo porque Kinshasa se recusou até agora a falar com os rebeldes do M23 que, como sabemos, constituem a maior ameaça ao poder que os qualifica de "terroristas". “Não vamos discutir com o M23 porque não respeitou nada”, reiterou o porta-voz do presidente congolês, Félix Tshisékedi, pouco antes do reatamento das conversações. No entanto, no terreno, a M23 conquistou várias localidades e está quase às portas de Goma. Por que então as autoridades congolesas se escondem? Eles fingem ignorar que o retorno da paz em Kivu do Norte não é possível sem a M23? De qualquer forma, é um erro excluir esse movimento rebelde das negociações de paz em andamento. Tudo está acontecendo, de fato, como se Kinshasa estivesse trabalhando para isolar o M23 para poder combatê-lo melhor militarmente com a chegada gradual de soldados da força regional. Essa estratégia vai compensar? Nada é menos certo. O presidente Félix Tshisékedi se beneficiaria com uma mudança de tom, alcançando todos os grupos armados Porque também os primeiros dirigentes da referida força regional pretendem favorecer o diálogo com todos os grupos armados que esquadrinham o Kivu do Norte e perturbam o sono das populações. “Nossas tropas estão posicionadas com força de imposição, vão pedir aos grupos armados que entreguem suas armas. Se não o fizerem, serão coagidos a isso. Porque as nossas tropas têm capacidade para o fazer para que o diálogo político possa continuar”, disse o porta-voz do exército ugandês, que destaca mil soldados no terreno. Em todo o caso, ao recusar-se a dialogar com o M23, Kinshasa complica a tarefa do mediador queniano que, desde então, luta arduamente para consertar os irmãos inimigos congoleses. Tal atitude não é para consertar as coisas, principalmente quando sabemos que muito mais do que os quarenta grupos armados que estiveram presentes em Nairóbi, o M23 tem uma formidável capacidade de incômodo. Dito isto, e na medida em que é a favor de uma desescalada, o Presidente Félix Tshisékedi beneficiaria de uma mudança de tom, estendendo a mão a todos os grupos armados. Porque de nada adianta assinar acordos em Nairóbi nos quais certos atores, e não menos importantes, não se reconhecerão. É uma utopia querer buscar a paz na exclusão. Não dizemos que as mesmas causas produzem sempre os mesmos efeitos? fonte: https://lepays.bf/

terça-feira, 6 de dezembro de 2022

Bolsonaro chora em evento militar em Brasília.

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O presidente se emocionou e chegou a enxugar lágrimas enquanto era cumprimentado pelos participantes do encontro. (FOLHAPRESS) - Em uma das poucas agendas externas que cumpriu após a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições, o presidente Jair Bolsonaro (PL) chorou nesta segunda-feira (5) em cerimônia de cumprimento dos oficiais-generais das Forças Armadas. O evento aconteceu no Clube Naval de Brasília, onde, além de cumprimentar os generais, Bolsonaro foi recebido para um almoço com oficiais que foram promovidos. O presidente se emocionou e chegou a enxugar lágrimas enquanto era cumprimentado pelos participantes do encontro. Participaram do evento ministros militares, como Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Paulo Sérgio Nogueira (Defesa) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria-Geral da Presidência), o ex-ministro Braga Netto e os comandantes Freire Gomes (Exército), Baptista Júnior (Aeronáutica) e Almir Garnier (Marinha). Durante a solenidade, Bolsonaro cumprimentou todos os generais do Alto Comando do Exército –inclusive os cinco oficiais do colegiado que têm sido alvos de bolsonaristas, acusados de serem contra um golpe militar por apoiarem Lula. A cerimônia ocorre ainda em um momento de tensão entre as Forças Armadas por divergências sobre uma possível saída antecipada dos comandantes dos cargos. Como a Folha de S.Paulo mostrou, o Alto Comando do Exército se posicionou contra a passagem de comando antes de Lula assumir a Presidência, o que seria uma troca inédita desde a redemocratização. Há, nos bastidores, um movimento para convencer o comandante da FAB, Baptista Júnior, a evitar a saída antecipada da função, atitude vista como insubordinação do chefe da Aeronáutica. Bolsonaro tem saído discretamente do isolamento a que se impôs desde o anúncio do resultado das urnas. Aos poucos, ele tem retomado uma agenda de reuniões fora do Palácio da Alvorada, a residência oficial. Nesta segunda, além do evento do clube naval, ele recebeu políticos como o chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, no Palácio do Planalto. A reclusão do mandatário, as poucas palavras ditas em público no último mês e a ação golpista de seu partido, o PL, para questionar o resultado eleitoral acabaram sendo vistos como um estímulo velado a atos antidemocráticos de apoiadores em frente a quartéis. Durante sua reclusão pós-derrota eleitoral, Bolsonaro se ocupou em acomodar aliados e a discutir temas do futuro do seu grupo político na oposição. Entre eles, a disputa para a presidência do Senado. Neste período de um mês após a derrota, Bolsonaro evitou discursos e declarações públicas. Falou à imprensa apenas uma vez, dois dias depois do resultado do segundo turno -quando pediu desbloqueio de rodovias por apoiadores, mas disse que outras manifestações eram bem-vindas. Ele deixou de lado a tradição de fazer transmissões ao vivo, as chamadas lives, como vinha fazendo desde o início do mandato. Nas redes sociais Bolsonaro reduziu suas atividades de forma geral. Após a derrota eleitoral, seus apoiadores mais radicalizados se concentraram nas portas de quartéis para pedir um golpe militar. Ao mesmo tempo, o PL tem sido utilizado para questionar a legitimidade das eleições, embora sem apontar nenhum indício nem prova de fraude. A tentativa rendeu ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, investigação em inquérito do STF (Supremo Tribunal Federal) e uma multa contra o partido de quase R$ 23 milhões.

Uganda: Museveni - médicos imploram para que ele concorra a um 7º mandato.

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O presidente Yoweri Museveni governou Uganda por 36 anos. A quatro anos das próximas eleições presidenciais marcadas para 2026, uma associação de médicos do país implora que ele se candidate a mais um mandato pela 7ª vez. O comportamento gerou polêmica nas redes sociais. Isso levou outros funcionários da associação a dar explicações. Desde este pedido, a autoridade N ° 1 do país, no auge de seus 78 anos, ainda não decidiu. Com efeito, segundo a imprensa local, foi durante um simpósio organizado na capital do país que os médicos membros do grupo da Associação Médica do Uganda (UMA) fizeram o seu pedido de antecipação enquanto as eleições estão previstas para daqui a quatro anos. Através do seu discurso, o primeiro responsável da associação, Samuel Odongo Oledo, agradeceu primeiro ao Presidente Museveni pela melhoria do sistema de saúde. Ele então pedirá a seus membros que se ajoelhem antes de implorar ao presidente Museveni que apresente sua candidatura para se tornar presidente novamente. Criticando esse comportamento, aqueles que se manifestaram argumentaram que a WBU trabalha para servir aos políticos. Segundo eles, essa reação da WBU é inadequada. Uma reação pessoal Para prestar esclarecimentos, Edith Nakku-Jolabala, vice-presidente da UMA, bem como o seu secretário-geral, Herbert Luswala, testemunharam o seu desacordo. Segundo eles, seu presidente agiu em seu próprio nome e rejeitou o conselho de todos os membros antes de fazê-lo. Chegando ao ponto de pedir sua renúncia, seus dirigentes fizeram saber que a UMA não contribui para atividades políticas e é apartidária.

Diplomação: Confira o que falta para Lula assumir a presidência do Brasil.

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A cerimônia de diplomação é o momento em que o TSE formaliza os candidatos eleitos por voto popular da maioria dos brasileiros. O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) terão sua vitória formalizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na próxima segunda-feira, 12, às 14h, por meio da cerimônia de diplomação. O evento foi adiantado pela equipe do petista, mas ainda há o receio tanto no entorno de Lula quanto nos tribunais superiores de que haja tumulto no dia causado por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), assim como aconteceu em Washington em 2021, quando apoiadores de Donald Trump tentaram impedir a certificação da eleição de Joe Biden no Capitólio. A cerimônia de diplomação é o momento em que o TSE formaliza os candidatos eleitos por voto popular da maioria dos brasileiros. Durante o evento, tanto o ex-presidente Lula quanto o ex-governador Alckmin irão receber diplomas assinados pelo presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, que confirmam sua vitória. A chapa venceu com mais de 60 milhões de votos, ante 58,2 milhões de votos recebidos por Bolsonaro. Essa foi a margem mais apertada de votos desde a redemocratização. A diplomação é a etapa final de um processo que se inicia com o término do pleito, a apuração dos votos e passados os prazos de questionamento e de processamento do resultado das eleições. Para receber a confirmação, a chapa Lula-Alckmin ainda precisa ter sua prestação de contas aprovada pela Justiça Eleitoral. No final de novembro, o ministro relator da prestação de contas da chapa, Ricardo Lewandowski, pediu para que a campanha fizesse esclarecimentos sobre irregularidades apontadas pela área técnica nas contas, como duplicidade de gastos. A equipe de Lula protocolou as novas informações solicitadas pelo TSE no sábado, 26, e no dia seguinte Lewandowski encaminhou o processo de prestação de contas novamente à área técnica do tribunal. Segundo o TSE, a prestação de contas da chapa Lula-Alckmin será analisada na sessão plenária desta terça-feira, 6, pelos ministros do Tribunal. A posse de Lula, marcada para o dia 1º de janeiro, será divida em duas partes: a cerimônia institucional e um conjunto de apresentações artísticas, que foi batizado como "Festival do Futuro", segundo a futura primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja. O encontro terá a participação de mais de 20 artistas, entre eles Pabllo Vittar, Baiana System, Duda Beat, Gaby Amarantos, Martinho da Vila, Os Gilsons, Chico César, Luedji Luna, Teresa Cristina, Fernanda Takai, Johnny Hooker, Marcelo Jeneci, Odair José, Otto, Tulipa Ruiz, Almério, Maria Rita e Valesca Popozuda. Na última quinta-feira, 1º, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), recebeu Alckmin e Janja para discutir a estrutura para receber o público na posse. O Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar) já afirmou que prevê lotação de quase 100% na rede hoteleira para o 1º de janeiro. De acordo com Alckmin e Janja, é esperado um público de cerca de 250 mil pessoas. fonte: www.noticiasaominuto.com.br

“Hitler era (…) demoníaco”: Biden reage após comentários de Kanye West.

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O presidente dos EUA, Joe Biden, aproveitou uma postagem que fez na rede social blue bird para comentar o último deslize do rapper americano Kanye West. O atual chefe da Casa Branca pediu aos políticos que reconsiderem sua maneira de expor esse fato da história e convidar a rejeição do anti-semitismo em vez de incentivá-lo. “Só quero esclarecer algumas coisas: o Holocausto aconteceu. Hitler era uma figura demoníaca. E, em vez de dar-lhe uma plataforma, nossos líderes políticos deveriam chamar a atenção e rejeitar o anti-semitismo onde quer que ele esteja à espreita. Silêncio é cumplicidade. “, lembrou o presidente democrata em sua publicação na rede social do pássaro azul. "Eu amo hitler" Essas palavras vieram depois do último erro de Kanye West elogiando Hitler. "Eu amo hitler. Vejo coisas positivas sobre Hitler também. Esse cara [...] inventou as rodovias, inventou o microfone que eu uso como músico. Você não pode dizer publicamente que essa pessoa fez algo certo, e estou farto disso. Estou cansado de rótulos, todo ser humano trouxe algo de valor, especialmente Hitler”, disse ele recentemente no programa apresentado pelo apresentador conspiratório Alex Jones. No coração da turbulência? Estes factos ocorrem num contexto em que o rapper já está no centro de uma saraivada de críticas da opinião pública. Há alguns dias, ele deu a conhecer em um vídeo que a marca esportiva Adidas havia bloqueado suas contas bancárias creditadas em vários bilhões de dólares. Uma publicação feita por uma mídia americana também o acusa de ter mostrado fotos de sua ex-mulher nua para seus funcionários.

ÁFRICA DO SUL: Cyril Ramaphosa terá o mesmo destino de Zuma?

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O Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, está em polvorosa desde a eclosão do caso Phala Phala, revelando assim, em plena luz do dia, o furto da assombrosa soma de 580 mil dólares da sua quinta em 2020. não tinha declarado. Qualquer coisa que reforce a natureza suspeita do dito ganho inesperado. Seu partido, o Congresso Nacional Africano (ANC), reuniu-se em 5 de dezembro de 2022, para permitir que o sucessor de Jacob Zuma convencesse o Comitê Executivo de sua capacidade de liderar o país após este escândalo financeiro. Ele teve sucesso nessa missão? É difícil responder afirmativamente. Porque, na política, mesmo um sim alto e claro pode significar um não. Em todo o caso, o debate que hoje decorre no Parlamento sul-africano dir-nos-á se Ramaphosa tem ou não o pleno apoio do seu partido, uma vez que será organizada uma votação para saber se o relatório de investigação que o incrimina merece o abertura de processo de impeachment ou não. É certo que o ANC tem maioria na Assembleia Nacional e chegou a dizer que votaria contra, mas isso não pode constituir garantia suficiente para proteger o presidente do naufrágio político, visto que certos caciques do partido que acreditam que ele falhou e não pode, deste ponto de vista, continuar a liderar a Nação do Arco-Íris, poderia deixá-lo ir. Isso quer dizer que Ramaphosa pode se preocupar. Ele terá o mesmo destino de seu antecessor, Jacob Zuma, que foi forçado a renunciar por causa de suas repetidas escapadas e escândalos financeiros? Estamos esperando para ver. Herdeiros de Nelson Mandela não podem calçar suas chuteiras Mas uma coisa é certa: o futuro político de Ramaphosa agora é incerto. Isso é tanto mais verdadeiro quanto o homem não tem mais seu destino em suas mãos. Se até então o ANC ainda não lhe deu as costas é porque deve realizar, de 16 a 20 de dezembro, suas primárias para nomear seu líder que defenderá suas cores nas eleições gerais de 2024. Perseguindo o maestro em tal contexto poderia criar instabilidade não só para o partido, mas também para a Nação. Mas essa clemência do partido em relação ao seu campeão também pode ser fatal para ele. Porque, não há dúvida de que Cyril Ramaphosa oferece assim um tema de campanha aos seus adversários. O mínimo que podemos dizer é que os herdeiros de Nelson Mandela não podem calçar suas botas. De fato, de Thabo Mbeki a Cyril Ramaphosa, passando por Jacob Zuma, ninguém foi capaz de cumprir seus mandatos constitucionais com dignidade como Mandela. Todos eles se revelaram maus líderes, incapazes de respeitar as regras da boa governança. O dinheiro e o lucro os tornaram incapazes de enxergar além da ponta do nariz. De qualquer forma, mesmo que Cyril Ramaphosa escape da demissão, este caso ficará em sua pele para sempre. Ramaphosa não terá, portanto, feito melhor do que os seus antecessores, que no entanto prometeram romper com as más práticas e dar uma nova cara ao ANC. Dabadi ZUMBARA fonte: le pays

segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

Senegal: Sadio Mané volta à eliminação dos leões: "Iremos em busca de..."

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O Senegal está eliminado do Mundial de 2022 ao perder (3-0) com a Inglaterra nos oitavos-de-final. Ausente da competição devido a lesão, Sadio Mané consolou os compatriotas através de uma mensagem publicada nas suas redes. O atacante dos Leões promete buscar outros troféus. "Queridos irmãos, vocês caíram de armas na mão. O povo está muito orgulhoso de sua trajetória, que tem aquecido o coração dos torcedores, defendendo com dignidade a bandeira nacional. Boa sorte, o aprendizado continua. Iremos em busca de outros troféus Inchallah", escreveu ele.

domingo, 4 de dezembro de 2022

Hospital divulga novo boletim sobre estado de saúde do Rei Pelé.

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Ex-jogador foi internado nesta semana para reavaliação de uma quimioterapia O Hospital Israelita Albert Einstein divulgou, neste sábado, um novo boletim médico sobre o estado de saúde de Pelé. De acordo com o centro médico, o Rei do Futebol teve 'boa resposta' aos cuidados da infecção respiratória. "Edson Arantes do Nascimento foi internado no Hospital Israelita Albert Einstein na última terça-feira (29) para uma reavaliação da terapia quimioterápica do tumor de cólon, identificado em setembro de 2021. Ele segue em tratamento e o estado de saúde continua estável. Tem tido boa resposta também aos cuidados na infecção respiratória, não apresentando nenhuma piora no quadro nas últimas 24h", trouxe o informativo. Pelé foi internado nesta semana no Albert Einstein para reavaliação da quimioterapia e teve uma infecção respiratória diagnosticada. Na última sexta, o hospital havia informado que a resposta do ex-jogador ao tratamento havia sido 'adequada'. No início deste sábado, o jornal 'Folha de São Paulo' noticiou que Pelé não responde mais à quimioterapia e foi colocado sob cuidados paliativos. Este tratamento se refere, segundo o Inca, aos cuidados de saúde ativos e integrais prestados à pessoa com doença grave, progressiva e que ameaça a continuidade de sua vida. O novo comunicado foi emitido pelo geriatra e endocrinologista Fabio Nasri, pelo oncologista Rene Gansl e por Miguel Cendoroglo Neto, diretor-superintendente médico e serviços hospitalares do Hospital Israelita Albert Einstein. fonte: terra.com.br

GOLPE DE ESTADO-LUTA CONTRA O TERRORISMO-MOEDA ÚNICA: O que mais pode a CEDEAO fazer?

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Os Chefes de Estado e de Governo da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) reuniram-se em sessão ordinária ontem, 4 de dezembro de 2022, em Abuja, para debater a situação do Mali, Burkina Faso e Guiné, todos em transição militar, no com base nos relatórios que lhes são apresentados pelos mediadores designados pela organização sub-regional para estes três países. Mas antes de abordar estas questões de fundo, esta 62ª cimeira foi marcada por uma sóbria cerimónia de tomada de posse do novo Presidente da Comissão, o gambiano Omar Aliou Touré, nomeado para este cargo a 3 de julho em substituição do 'marfinense Jean Claude Kassi Brou . Depois desta investidura à porta fechada, os Chefes de Estado trabalharam no andamento da transição nos três países da sub-região, teatros de golpes, de modo a acordar de uma vez por todas as suas durações, respetivas, e pavimentar o caminho para um retorno constitucional normal e duradouro. Os casos do Mali e do Burkina chamaram particularmente a atenção dos participantes, sobretudo porque estes dois países estão há vários anos atolados em problemas de segurança que se metastatizaram e conduziram a uma série de golpes infelizmente difíceis de prever. Mali deu o pontapé inicial antes que o contágio caqui chegasse à Guiné e Burkina Faso Quando o fogo do terrorismo engolfou as aldeias aninhadas nas areias movediças do Sahel, na verdade, há uma década, os líderes dos países da CEDEAO agora devastados pelas chamas, não haviam medido o perigo e se contentaram com o sofá análises produzidas pelos seus bajuladores, num cenário de negação e complacência culposa, deixando os navios do Mali e do Burkinabé a virarem alegremente no oceano da mentira e da propaganda contra supostos inimigos políticos, vingativos, próximos dos respectivos antecessores. Os países da CEDEAO tinham, na altura, destacado tropas para circunscrever o fenómeno no Mali, mas há que reconhecer que dez anos depois, estes esforços foram quase inúteis, tanto mais que o perigo hoje joga fronteiras para se instalar em quase todos os países da comunidade. Enquanto os terroristas mordiscavam áreas inteiras do Mali, Níger e Burkina, infelizmente não havia ninguém para lembrar os líderes da CEDEAO e os países em crise que provavelmente estavam dormindo enquanto Max Alexis martelava em casa que "uma guerra jovem geralmente é gerada por uma velha rancor", exceto os militares que irromperam na arena política com tiros de canhão para destituir presidentes eleitos e tomar o poder, a fim de restaurar a segurança e corrigir os erros e as injustiças. Como em uma espécie de efeito dominó ou lei da série, Mali deu o pontapé inicial antes que o contágio caqui chegasse à Guiné e Burkina Faso. Esta sexagésima segunda cimeira da CEDEAO teve precisamente na agenda a saída, no final do seu mandato, dos três oficiais-presidentes que são considerados por boa parte da sua opinião pública, como Sherpas de integridade e boa governação, antes de chegar a seu ver, para alguns deles, estender o mandato à frente de seus respectivos Estados ao final dos prazos fixados para a transição. Resta saber se, apesar das sanções, a CEDEAO conseguirá fazer com que estes militares dêem ouvidos à razão, alguns dos quais já dão sinais de "mumificação" no poder, empurrados para isso por apoiantes inabaláveis ​​que agora exigem que toda a informação destinada para o público em geral ser anestesiado de qualquer conteúdo de natureza subversiva. A questão que está longe de ser resolvida é a da criação da moeda única. Esses apelos para amordaçar ou omerta costumam ser acompanhados por um tom particularmente áspero. Poderíamos compreendê-los e, no limite, tolerá-los se o objetivo final for encontrar soluções duradouras, em particular para a crise de segurança nestes países já politraumatizados, e se esses apelos não forem indicativos de manobras ditatoriais “de anarco-espontâneo” visando para dar lugar de destaque a amigos políticos ou militares. Esperemos que estes últimos não ignorem o aforismo de Charles Péguy, segundo o qual "o reino dos populismos é efémero, mas as ruínas das suas acções são eternas". É necessário, portanto, prevenir ou mesmo deter esse risco de espiral que pode abrir as portas para outros golpistas em outros países da sub-região. Mas infelizmente não é com a CEDEAO que devemos contar simplesmente porque se desacreditou desde que fechou os olhos a estes assuntos de terceiros mandatos que se desenrolaram, aqui e ali, na África Ocidental, no Ocidente nos últimos anos. É também consciente desta desvantagem que os dirigentes da África Ocidental, reunidos em Abuja, foram bastante conciliadores face à muito rebelde República do Mali que parece ter enveredado resolutamente pelo caminho do regresso à ordem constitucional normal. Mas também em relação à Guiné, que não foi sancionada apesar da queda de braço que persiste entre o regime do esguio Coronel Mamady Doumbouya e o organismo sub-regional em relação à data das eleições presidenciais que deverão marcar o fim do a transição. Como a Guiné não é membro da UEOMA e tem saída para o mar, impor-lhe sanções económicas seria como dar uma espada na água, e prejudicaria ainda mais a imagem desta CEDEAO que perdeu muitas penas na sua " implacabilidade" contra o Mali. Quanto ao país dos justos, continua a ser considerado o menos mau dos que prematuramente puseram fim a um regime constitucional, razão pela qual esta cimeira ordinária de Abuja se limitou a encorajar os seus dirigentes a respeitarem a data da 24 de julho de 2024 como prazo para entregar o poder aos civis. Se o fim das "potências cáqui" e o terrorismo na África Ocidental eram as principais preocupações dos chefes de Estado em Abuja, outros assuntos também foram levantados, como o caso dos 46 soldados marfinenses detidos no Mali há vários meses, que continua a interferir nas relações entre Bamako e Abidjan. Felizmente, essa crise logo ficará para trás se acreditarmos em uma fonte bem informada, pelo menos se não houver recuo de um dos protagonistas, como já vimos, desde o início desse caso escandaloso. A questão que está longe de ser resolvida, porém, é a da criação da moeda única, que provavelmente exigirá várias outras cimeiras deste género para que os Chefes de Estado possam afinar os seus violinos, enquanto cada vez mais os povos reclamam uma moeda única moeda e o fim do CFA considerado um dos últimos vestígios da colonização. le pays

ANGOLA: UM GENERAL QUE NUNCA TRAIU.

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O Presidente angolano e do MPLA, João Lourenço, destacou hoje os feitos do falecido chefe de Estado-Maior General Adjunto das Forças Armadas Angolanas, Abreu Ukwachitembo “Kamorteiro”, cujo nome, disse, “fica para sempre indelevelmente ligado ao fim do conflito militar em Angola”. João Lourenço expressou sentimento de pesar pela morte, segunda-feira, oficialmente por doença, do general Abreu Ukwachitembo “Kamorteiro”, que hoje foi a enterrar no Cemitério do Alto das Cruzes, em Luanda. “O seu nome fica para sempre indelevelmente ligado ao fim definitivo do conflito militar em Angola, por ter sido, em nome da UNITA [União Nacional para a Independência Total de Angola], um dos signatários dos Acordos de Paz para Angola, a 4 de Abril de 2002”, escreveu o chefe de Estado angolano no livro de condolências. João Lourenço destacou também a “acção meritória” desenvolvida pelo general “Kamorteiro”, “a favor da pacificação e desenvolvimento do país”. “Nesta hora de dor, desejo expressar à família enlutada as minhas profundas condolências, extensivas a todos seus amigos e companheiros de luta”, lê-se ainda na mensagem do Presidente angolano. O dirigente militar, cujo nome de guerra significa em língua umbundu ‘pequeno morteiro’, foi especialista de artilharia terrestre na extinta Forças Armadas de Libertação de Angola (FALA), braço militar da UNITA e um dos co-signatários dos acordos de paz para Angola, rubricados a 4 de Abril de 2002, entre o Governo suportado pelo Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, no poder há 47 anos) e a UNITA, ao lado do general Armando da Cruz Neto, então chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA). Nascido em 1959, na província do Bié, o general “Kamorteiro”, era por altura da morte de Jonas Savimbi, líder fundador da UNITA, o chefe de Estado-Maior das FALA. O GENERAL, SEGUNDO LUKAMBA GATO Depois «do fatídico dia 22.02.02 que ditou a decapitação da direcção da UNITA com a morte quase simultânea do Presidente Fundador, Dr. Jonas Savimbi e do Vice-Presidente António Dembo, a UNITA viu-se em consequência, fragmentada em fundamentalmente quatro grupos, nomeadamente: a) O grupo que estava nas cidades, tendo como centro de gravidade o Grupo Parlamentar, em Luanda; b) A Missão Externa com o centro em Paris, em torno de Isaías Samakuva; c) O grupo que por força da dinâmica da guerra, viu-se obrigado a localizar-se no Luena e que se articulava em torno de três Generais, sendo eles, os camaradas Abreu Kamorteiro, Samy e Kalias Pedro. d) O grupo dos chamados “maquisards”, com o centro de gravidade nas margens dos Rios Lukonya e Luzi, província do Moxico, que à excepção de Cabinda e Namibe, estava presente em toda a extensão do território nacional. Aos olhos dos principais actores da política angolana e mesmo da opinião pública nacional e internacional, estava ditada a sentença de morte de mais um dos partidos históricos e assegurada assim, a total hegemonia do “ÚNICO PARTIDO”. Foi desta forma posta à prova a justeza da linha política da UNITA e a solidez dos fundamentos da Escola de Jonas Savimbi. Foi no processo de reunificação do partido que o camarada Abreu Kamorteiro desempenhou um papel crucial, pois mesmo estando sob custódia do Governo no Luena, prestou a colaboração possível que permitiu aproximar o Governo aos “Maquisards” a fim da retomada de um diálogo mais estruturado que nos conduziu à conclusão do Memorandum de Entendimento do Luena. Lembro-me que viajamos no mesmo avião do Luena para Luanda, no dia 2 de Abril de 2002, nas vésperas do acto formal da assinatura do Memorandum na Assembleia Nacional. Durante a viagem falamos do complexo processo em que estávamos envolvidos e da melhor forma de o gerir. A poucos minutos da aterragem em Luanda do bi-motor que nos transportava, ele lembrou-me: “O camarada Secretário-Geral não se esqueça de preparar o discurso político que eu vou ler no acto solene do dia 4”. Com o camarada Marcial Dachala preparamos um discurso eminentemente político que o camarada Abreu Kamorteiro leu integralmente, sem alterar uma única vírgula. Com a conclusão daquele Memorandum estavam abertas todas as avenidas para a normalização política e institucional da UNITA e da vida política, económica e social do país de forma mais geral. À luz do Memorandum do Luena o camarada Abreu Kamorteiro reintegrou as FAA e apesar das suas obrigações profissionais, não regateou esforços e voltou para a Escola onde fez uma carreira académica brilhante que o cruel destino interrompeu da forma mais impiedosa, quando já se encontrava a preparar a sua tese de Doutoramento e provavelmente a ascender na carreira militar. Para um General muitas vezes é preciso agir como as ondas do Mar, recuar para ganhar força e tu ficaste forte, depois do mau tempo. Até sempre meu General e caro camarada. Honra e glória à sua memória .» EM ABONO DA VERDADE HISTÓRICA, MESMO QUE DURA Como não poderia deixar de ser, o então ministro da Defesa Nacional, Cândido Pereira Van-Dúnem, manifestou em 2013 a sua mais profunda consternação pela morte do tenente general Diógenes Raul Malaquias “Implacável”. Pouco importa se viveu os últimos dias com a dignidade que o regime lhe prometera. Provavelmente alguns dos oficiais que trocaram a UNITA pelo MPLA terão visto neste caso o que lhes poderia acontecer. Dizem alguns que “quem vai para o mar avia-se em terra”. Por cá, quem vai para os negócios avia-se no MPLA. Um dos mais emblemáticos exemplos foi o do general da UNITA, “Black Power”. Outros generais das FALA também se aviam no MPLA mas, devido à filantropia do regime, nem sequer tiveram necessidade de abandonar a UNITA. No entanto, experiente como é e não vá o Diabo tecê-las, “Black Power” passou-se com armas e bagagens para o lado dos donos do país. Jonas Savimbi deve ter dado voltas e voltas na campa. Afinal, ao contrário do que juraram muitos dos seus generais (“Implacável”, “Black Power” e Geraldo Sachipengo Nunda, entre outros), mais vale ser escravo e comer lagosta do que livre e alimentar-se de mandioca. No seio do Galo Negro todos parecem esquecer que a UNITA, por incapacidade dos seus mais altos dirigentes, assinou a sua própria certidão de óbito logo a seguir à morte de Jonas Savimbi, no dia 22 de Fevereiro de 2002. E se a assinou com a morte em combate do seu líder, já a tinha rubricado quando alguns dos seus generais não só passaram para o outro lado, como aceitaram dirigir a caça a Savimbi. Recorde-se que o ex-chefe da Divisão de Operações do Estado Maior General da UNITA, general “Implacável”, disse quando trocou a liberdade da mandioca pela escravatura da lagosta, Fevereiro de 2000, que o clima de “contestação entre os oficiais mais próximos de Jonas Savimbi estava a aumentar”. Segundo “Implacável”, “Jonas Savimbi podia até mesmo tentar o suicídio para escapar à humilhação de ter que se render”, isto porque – acrescentou – “o comando militar das forças savimbistas estava enfraquecido com a saída de muitos oficiais de carreira”. Da análise que então fez, “Implacável” disse que Savimbi perdera os seus principais oficiais, sendo que os que ficaram “não entendiam nada de guerra”. Referia-se, entre muitos outros, a António Dembo, Paulo Lukamba Gato, Alcides Sakala, Samuel Chiwale e Abreu Muengo “Kamorteiro”. Modesto como aprendeu a ser depois da deserção, certamente com as aulas de Geraldo Sachipengo Nunda, “Implacável” disse que a sua saída das FALA representou um golpe “muito sério e duro” para Jonas Savimbi. Sobretudo porque, reconheceu, a sua deserção transformou-se em mensagem para outros que pretendiam abandonar Jonas Savimbi. “Implacável” esclareceu ainda que “os seus antigos companheiros tinham que saber que a razão estava do lado do governo”. Depois da queda do Andulo (Bié), ainda segundo Diógenes Raul Malaquias, houve uma deserção na UNITA de 80 por cento: “Há unidades convencionais que ficaram com menos de 20 por cento do efectivo orgânico inicial”, asseverou então o general “Implacável”. Relativamente à localização daquele angolano a que o regime chamava terrorista, Jonas Savimbi, o ex-responsável militar da UNITA contou então aos seus protectores, tempos depois algozes, que “Savimbi estava no quadrante compreendido entre a estrada que vem de Malange a Saurimo e o Caminho de Ferro de Benguela (CFB) – Kwanza”. “Implacável” recordou também que as mensagens do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, e do chefe do Estado Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), João de Matos, que apelavam à rendição dos seguidores de Savimbi, “foram bem recebidas”. “Acredito que com a repetição das mesmas mensagens e as dos ex–responsáveis das forças savimbistas, nomeadamente do general Jacinto Bândua, ajudará ainda mais os companheiros que ficaram do lado de lá a compreenderem a razão”, perspectivou “Implacável”. Diógenes Raul Malaquias “Implacável” aderira à UNITA em 1975 e em 1993 foi promovido a general para, no ano seguinte, ser nomeado chefe da divisão de operações do Estado Maior General das FALA. “Implacável” explicou que quando deixou a UNITA “moralmente as pessoas ainda estavam sob os efeitos, sob o trauma do recuo do Andulo, Bailundo e a pensarem o que isso representaria para vida delas”. Socialmente, disse, “estava uma confusão”. O general “Implacável”, quando jovem, chegou a considerar Savimbi um ídolo. Com o passar do tempo, porém, foi-se decepcionando com as atitudes do líder do Galo Negro. “No princípio, para quem não conhecia Savimbi, quem não vivia junto de Savimbi e logicamente não tinha conhecimento das intrigas da corte, fazia de Savimbi um ídolo. Qualquer coisa assim como um mito. Um homem que faz milagres, um deus aqui na terra. Sempre pensei que Savimbi tinha princípios, tinha convicções e tinha causas para defender”, afirmou Diógenes Raul Malaquias. A primeira decepção aconteceu, disse “Implacável”, em 1982, durante o quinto congresso da UNITA, quando o então major foi ao quartel-general da Jamba pela primeira vez: “Fiquei decepcionado porque vi espancamentos em público, em plena sala do Congresso”. Até ao congresso na Jamba, “Implacável” pensava, segundo as suas declarações depois da deserção, que Savimbi fosse um homem correcto. “Mas aí soube que Savimbi tinha uma vida pública, mas havia muita coisa suja. Havia muita venalidade. E a partir dali ele começou a descer muito no conceito que eu fazia dele. Eu fiquei surpreendido. Mas a partir dali comecei a ficar mais atento para interpretar as coisas”, contou “Implacável”. E de tanto interpretar, Diógenes Raul Malaquias “Implacável” resolveu mudar de trincheira. Não se sabe se, depois da troca, também interpretou as coisas. Sabe-se, contudo, que quando faleceu estava no desemprego pois integrava o grupo de antigos oficiais oriundos da UNITA que foram afastados, da secreta militar, pelo general José Maria…

quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

Tchad: JULGAMENTO DE ATIVISTAS DE OPOSIÇÃO NO CHADE - Deby filho quer afogar o peixe na água

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É um julgamento extraordinário e maratona que começou em 29 de novembro no Chade, que verá 401 réus desfilarem no bar. Detidos durante as violentas manifestações do passado dia 20 de outubro, que oficialmente deixaram cerca de cinquenta cadáveres no chão, estes arguidos estão a ser processados ​​por “reunião não autorizada, destruição de propriedade, incêndio criminoso, violência e agressão e perturbação da ordem pública”. O julgamento da “quinta-feira negra”, como alguns chadianos o chamam, decorre a cerca de 600 quilómetros da capital N’Djamena, mais precisamente em Koro Toro situada no meio do deserto e onde se encontra a prisão de alta segurança. Como resultado, nem os advogados nem as famílias dos acusados, muito menos as organizações de direitos humanos, participam. Nenhum olhar externo, pode-se dizer. E isso porque as autoridades chadianas assim o quiseram. Porque, medindo os riscos associados à viagem, ou seja, de N'Djamena a Koro Toro, a Ordem dos Advogados tem sido diligente em solicitar à Chancelaria que facilite a deslocação dos advogados, fornecendo-lhes escolta policial. Como resposta, recebeu apenas um silêncio que beira o desprezo e que reflete o desejo das autoridades da Transição de condenar aqueles que qualificam de “terroristas insurgentes”. Se não é implacável, parece muito, especialmente porque este julgamento pode ser adiado enquanto se aguarda o estabelecimento da comissão de inquérito independente solicitada pela Comunidade Económica dos Estados da África Central (ECCAS) apoiada pela União Africana (UA) e a comunidade internacional. Déby filho esquece de bom grado que nada pode vencer um povo determinado Tudo se passa, de facto, como se para N'Djamena se tivesse encontrado o culpado da "Quinta-feira Negra": a oposição e o seu rebanho que deve ser castigado na esperança de impedir assim outros movimentos de protesto que certamente não faltarão não. Especialmente diante do desejo manifesto de Déby Júnior de confiscar o poder em um país onde os jovens anseiam cada vez mais por mudanças. Na realidade, o problema atual de Chad é Mahamat Idriss Déby. Porque aqui está um homem que, após a morte do pai, tomou o poder para uma transição de 18 meses que deverá conduzir à organização de eleições livres e transparentes, e que, com maestria sem igual, conseguiu manter-se no jogo, ao organizando um Diálogo Nacional Soberano Inclusivo (DNIS) que agora o autoriza a candidatar-se às próximas eleições presidenciais. Dito isso, se ele pensa que forçando alguns líderes da oposição ao exílio e fazendo com que outros sejam julgados e condenados, ele pode garantir um reinado tranquilo, Déby Júnior está errado. Ele tenta afogar o peixe na água, mas esquece de bom grado que nada pode vencer um povo determinado. Ele venceria, no melhor interesse da Nação, para desistir do poder em vez de querer jogar besteira.

Duração normal da relação sexual: os cientistas estão investigando a questão.

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O sexo não é, em princípio, uma atividade durante a qual nossos olhos estão grudados no cronômetro. Mas para levantar o véu sobre o termo científico que determina a duração média da latência da ejaculação intravaginal, é preciso colocar "os meios", pois, fazer uma estimativa sem qualquer auxílio pode revelar-se difícil, se o ato foi particularmente emocionante. Assim, por uma questão de simplicidade e precisão, os cientistas se concentraram no período desde a penetração até a ejaculação. Assim, realizaram um estudo com 500 casais heterossexuais, para medir a duração média do coito, excluindo as preliminares. Esses casais, de vários lugares do planeta, tiveram a "nobre tarefa" de medir, por meio de um cronômetro, a duração de suas relações sexuais em um período de quatro semanas, mesmo que parecesse bizarro. os participantes tinham a "missão simples" de apertar o botão de iniciar ao penetrar, depois o botão de parar ao ejacular. "Você sem dúvida objetará que tal ação provavelmente influenciará o humor dos participantes e que realmente não se enquadra na ordem natural das coisas. Mas a ciência raramente atinge a perfeição e esse método é o melhor que encontramos", justificam os cientistas que analisaram profundamente a questão. No final desta experiência, os resultados mostraram uma grande diferença entre os casais. A média para cada casal, calculada a partir de todos os seus encontros sexuais durante o período de quatro semanas, varia de 33 segundos para a duração mais curta, a 44 minutos (ou 80 vezes mais), para a mais longa. Portanto, a principal lição aprendida é que a duração da atividade sexual varia consideravelmente entre os casais, 33 segundos para alguns e até 44 minutos para outros. Mas a duração média medida de todos os casais é de 5,4 minutos.

Confrontation Sonko-Adji Sarr : ce qui va se passer dans le bureau du juge.

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O confronto entre Ousmane Sonko e Adji Sarr, no âmbito do caso de violação entre eles, está marcado para sexta-feira, 6 de dezembro. "Esta é uma fase decisiva para a manifestação da verdade", comenta Sr. Aboubacry Barro, entrevistado pelo L'Observateur. O advogado indica que, no dia do confronto, o juiz pede às partes que confirmem ou reconsiderem suas declarações feitas na instrução preliminar. Se o queixoso - neste caso um queixoso, Adji Sarr - confirmar, o magistrado pergunta ao arguido (aqui, Ousmane Sonko) o que pensa das acusações contra ele. “É a extensão lógica do que aconteceu na investigação. Então a juíza só está levando”, diz a de vestido preto.

quarta-feira, 30 de novembro de 2022

Messi ameaçado por boxeador mexicano após gesto considerado impróprio.

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A Copa do Mundo FIFA de 2022 está em pleno andamento no Catar. Depois de sua incrível derrota contra a Arábia Saudita, a Argentina de Lionel Messi não teve escolha a não ser vencer seu segundo jogo contra o México. Foi feito desde que a Alviceleste venceu por (2-0) os mexicanos com um grande Lionel Messi. De fato, La Pulga marcou um gol e deu uma assistência. Graças a esta vitória, os homens de Lionel Scaloni agora têm seu destino em suas mãos. Teremos que jogar bem contra a Polônia de Robert Lewandowski. Depois da preciosa vitória contra o México, os argentinos comemoraram no vestiário a vitória. Posteriormente, uma sequência de vídeo se tornou viral na internet. No vídeo, vemos o argentino tirando os sapatos e chutando acidentalmente (visivelmente) a camisa do México. Acompanhando o vídeo mais de perto, parece até que Leo Messi está pisando na camisa mexicana. Para alguns, o seis vezes Bola de Ouro não fez esse gesto intencionalmente, mas provocou a ira da web e os internautas mexicanos estavam entre os mais insatisfeitos. Canelo Alvarez, a estrela do boxe mexicano, usou sua conta no Twitter para alertar La Pulga. Para o campeão de boxe, Lionel Messi desrespeitou o México ao pisotear a camisa da seleção. No Twitter, ele ameaçou o hexacampeão da Bola de Ouro nestes termos: "Você viu o Messi limpando o chão com a nossa camisa e a nossa bandeira? É melhor pedir a Deus que eu não cruze o caminho dele!". Alvarez, campeão mundial em quatro categorias, é um ícone em seu país e seu tuíte rapidamente correu o mundo. Sergio Aguero, ex-parceiro de Messi, tentou acalmar as coisas pedindo a Alvarez para diluir seu vinho. "Sr. Canelo, não procure desculpas ou problemas, provavelmente você não sabe o suficiente sobre futebol e o que pode acontecer no vestiário", disse o homem apelidado de Kun. https://lanouvelletribune.info/

RÚSSIA: OTAN - Medvedev apela à sua dissolução.

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Entre a Rússia de Vladimir Putin e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), a situação está tensa há vários meses. Após a ofensiva lançada pela Rússia na Ucrânia, a aliança deu seu apoio ao país de Zelensky e criticou a ação do presidente Vladimir Putin. Recentemente, em mensagens do Telegram, o ex-presidente russo Dmitry Medvedev criticou o apoio da organização ao país de Volodymyr Zelensky e pediu a dissolução da aliança. Dmitry Medvedev, o ex-presidente russo, aborda a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Em uma mensagem no Telegram, Medvedev acusou a aliança de cometer golpes "em países soberanos ao redor do mundo", matando vários civis e depondo líderes legítimos em seus países. Para ele, a organização não pode ser absolvida de seus pecados. "Mesmo o mais alto pontífice não será capaz de absolvê-los de seus pecados", observou o ex-presidente russo Dmitry Medvedev. O ex-líder russo Dmitry Medvedev, que ocupa um papel proeminente na administração de Putin, afirmou que "o mundo civilizado não precisa desta organização". Acusando a aliança de servir aos interesses de um punhado de países, Medvedev disse o que pensa sobre a essência da organização. "Desde a sua formação, a OTAN repetidamente demonstrou sua essência como uma sociedade puramente fechada, agindo no interesse de um punhado de países anglo-saxões e seus comparsas", disse Medvedev no Telegram. https://lanouvelletribune.info/

São Tomé e Príncipe: Novo primeiro-ministro anuncia reformas.

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O novo primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe apresentou hoje o seu programa de Governo. Duas grandes prioridades de Patrice Trovoada: aumentar o poder de compra da população e reformar as Forças Armadas. O primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe pediu esta terça-feira (29.11) "unidade e convergência" para possibilitar "reformas estruturantes" do seu Governo. Patrice Trovoada fez o apelo durante a apresentação do novo programa de Governo na Assembleia Nacional. "A terra é nossa e a sua recuperação é nossa responsabilidade exclusiva", acrescentou. Patrice Trovoada, que lidera o Executivo são-tomense pela quarta vez, referiu que a "boa vontade" dos parceiros e da comunidade internacional é que tem "financiado o modesto crescimento económico de São Tomé" nos últimos 20 anos. Disse ainda que o país precisa assumir integralmente as suas responsabilidades sob pena de comprometer definitivamente o seu futuro. Reforma nas Forças Armadas O primeiro-ministro anunciou uma série de iniciativas em todos os setores, desde a justiça à saúde, passando pela educação, ambiente e infraestruturas. Patrice Trovoada estabeleceu como prioridade para o novo Governo a melhoria do poder de compra dos são-tomenses. "Os níveis de pobreza são hoje alarmantes. O registo de uma inflação acima de 20% empurra para a miséria uma franja considerável da população", declarou o chefe do Governo. Dias depois de uma alegada tentativa de golpe de Estado, Patrice Trovoada anunciou também reformas profundas na esfera da segurança. "Garantir a segurança do Estado e a segurança das pessoas, através de reformas concretas no seio das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe e das forças e serviços de segurança, será encarada como prioridade", prometeu. O maior partido da oposição são-tomense (MSLTP/PSD) recusou participar no debate sobre o programa do Governo, "como sinal de desagrado e tristeza" perante a situação do país, após a alegada tentativa de golpe, na semana passada. DW Áfrca

Mundial 2022: Inglaterra vs. Senegal nos oitavos de final.

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Vice-campeões da Europa bateram o País de Gales e vencem o Grupo A. Os Estados Unidos da América também se apurou para os oitavos de final e vai jogar com os Países Baixos. 20 anos depois, o Senegal vai jogar os oitavos de final de um Mundial de futebol. Os campeões africanos vão ter pela frente a vice-campeã da Europa, Inglaterra. O jogo está marcado para o dia 4 de dezembro, no estádio Al Bayt (19h - horário universal). País de Gales 0-3 Inglaterra Foi uma vitória tranquila e esperada da seleção inglesa. Os golos da Inglaterra surgiram todos na segunda parte, com destaque para Marcus Rashford. O avançado que joga pelo Manchester United marcou dois golos, um deles de livre direto. Um golaço. Phil Foden também marcou e fechou o resultado em 0-3. Irão 0-1 EUA Foi um jogo muito intenso, equilibrado, mas os Estados Unidos da América conseguem a passagem aos oitavos de final. É a sétima vez que a seleção norte-americana ultrapassa a fase de grupos de um Campeonato do Mundo do futebol. Christian Pulisic fez o único golo da partida aos 38 minutos. Assistência de Sergino Dest e o antigo jogador do Borussia Dortmund fez o golo da vitória. Os Estados Unidos vão jogar com os Países Baixos nos oitavos de final. O duelo está marcado para o dia 3 de dezembro, no Estádio Internacional Khalifa Destaque para Timothy Weah. O avançado norte-americano é filho do único jogador africano a ganhar a Bola de Ouro, George Weah. Timothy já fez o que o pai nunca fez, jogar e marcar na fase final de um Mundial de futebol e é uma das referências ofensivas da seleção dos Estados Unidos da América. fonte: seneweb.com

Advogado de defesa de acusados de golpe atacado em Bissau.

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Marcelino Ntupé, advogado de 18 detidos acusados de envolvimento na tentativa de golpe em fevereiro na Guiné-Bissau, foi esta terça-feira espancado e raptado na sua residência. Está hospitalizado no hospital militar. Marcelino Ntupé, que também é comentador da Rádio Bombolom FM, foi atacado na sua residência em Bissalanca, arredores de Bissau, alegadamente por um grupo de homens armados, com uniformes militares e encapuçados, disse fonte familiar à Rádio Jovem. "A sua esposa foi envolvida na agressão. Espancaram-no o levaram-no. Minutos depois, foi encontrado abandonado arredores da casa", contou à emissora a mesma testemunha. Segundo a Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH), o estado de saúde do advogado "requer ainda algum cuidado". Marcelino Ntupé "está a ser submetido a um conjunto de exames médicos para apurar com precisão os eventuais danos causados à sua saúde por mais um triste episódio de violência gratuita." A LGDH, que tem acusado o Estado guineense de "sequestrar" pessoas, prometeu adiantar esta quarta-feira mais detalhes sobre o ataque. Sissoco condena "ato bárbaro" O Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, "condena veemente o ato bárbaro de violência contra o advogado e comentador político da Rádio Bombolom FM, Marcelino Ntupé", escreveu na sua página oficial no Facebook. "Os sucessivos casos de violência que têm ocorrido constituem uma ameaça à paz social" na Guiné-Bissau, acrescenta o chefe de Estado, "razão pela qual o Presidente da República exorta a Polícia Judiciária e o Ministério Público a investigar com maior brevidade possível o ocorrido." Julgamento começa a 6 de dezembro O julgamento de 25 pessoas, entre civis e militares, acusadas de envolvimento na tentativa de golpe de Estado de 1 de fevereiro na Guiné-Bissau, deverá começar a 6 de dezembro, no Tribunal Regional de Bissau. Entre os réus encontram-se o ex-chefe do Estado Maior da Armada guineense, o vice-almirante José Américo Bubo Na Tchuto, Tchami Yala, Domingos Yogna e Papis Djemé. Estes três últimos serão julgados à revelia por se encontrarem em fuga. Os detidos são acusados do assassinato de 11 pessoas, na sua maioria elementos da equipa de segurança do Presidente Umaro Sissoco Embaló. No passado 1 de fevereiro um grupo de homens armados atacou o Palácio do Governo enquanto decorria uma reunião do Conselho de Ministros, em que participava o Presidente e vários membros do Governo. As autoridades qualificaram o ataque como uma tentativa de golpe de Estado, acusação defendida também pelo Ministério Público. DW África

Ronaldo teria chegado a um acordo com Al-Nassr: Um salário alucinante na chave.

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Livre desde a semana passada e por rescisão do contrato com o Manchester United, Cristiano Ronaldo (37) teria chegado a acordo com o clube saudita Al-Nassr, por dois anos e meio e um salário delirante. Segundo o Marca, o português vai assinar um contrato de duas épocas e meia com um salário de mais de 200 milhões de euros anuais com a equipa de Riad, capital do país. Lá encontraria o técnico francês, Rudi Garcia, no banco desde julho de 2022, um ano após o término da aventura no Lyon. Estes emolumentos anuais incluiriam o salário do jogador e os acordos publicitários, no seio de um país em plena lavagem desportiva, como evidencia a recente organização de grandes elementos (Grande Prémio de F1, Dakar, superliga dissidente de golfe). Por falta de pretendentes na Europa, Ronaldo, atualmente no Catar para disputar a Copa do Mundo com Portugal, pode optar por um exílio dourado. Segundo o Marca, o caso está prestes a ser "encerrado". fonte: seneweb.com

Morre ex-presidente chinês Jiang Zemin.

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O ex-presidente chinês Jiang Zemin, que liderou seu país em uma era de profunda agitação de 1989 até o início dos anos 2000, morreu na quarta-feira aos 96 anos, informou a agência de notícias estatal chinesa. Ele chegou ao poder um dia depois da repressão aos protestos na Praça Tiananmen, em Pequim, e acompanhou a transformação da nação mais populosa do mundo em uma potência mundial. “Jiang Zemin morreu de leucemia e falência múltipla de órgãos em Xangai às 12h13 (quarta-feira) de 30 de novembro de 2022, aos 96 anos”, informou a Xinhua. Quando Jiang Zemin foi oficialmente nomeado em 1989 pelo ex-líder Deng Xiaoping como seu sucessor, a China estava apenas no início de sua modernização econômica. Quando Jiang deixou o cargo de presidente em 2003, a China tornou-se membro da Organização Mundial do Comércio (OMC), ganhou a sede das Olimpíadas de Pequim em 2008 e estava a caminho de se tornar uma superpotência. Ex-prefeito e chefe do Partido Comunista em Xangai, Jiang Zemin continuou, com um círculo próximo de líderes, a exercer influência na vida política chinesa mesmo após sua aposentadoria oficial, segundo analistas. Ele deixa a esposa Wang Yeping e dois filhos. seneweb.com

SENEGAL: Copa do Mundo 2022: eleito o melhor em campo, Kalidou Koulibaly oferece seu troféu para...

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Kalidou Koulibaly ofereceu ao Senegal o luxo de jogar sua segunda rodada das oitavas de final da Copa do Mundo após a vitória por 2 x 1 sobre o Equador na terça-feira em Doha, no último dia do Grupo A. Segundo Wiwsport, o capitão dos Leões vai oferecer a sua consagração ao saudoso Pape Bouba Diop. “Foi uma partida especial para nós com uma data especial. Aniversário da lembrança do Papa Bouba Diop a Deus... Quero agradecer a sua família porque vi todos os vídeos que fizeram para nós e isso nos motivou muito. Isso nos fez bem. É por isso que hoje, o troféu de melhor jogador, vamos dedicar a Pape Bouba Diop. Porque é mesmo graças a eles que estamos aqui hoje», explicou o defesa do Chelsea. Recorde-se que esta vitória coincide com o segundo aniversário da lembrança a Deus de Pape Bouba Diop, o primeiro marcador senegalês numa fase final do Mundial. Os Leões vão desafiar os Três Leões no próximo domingo, às 19h. É permitido acreditar no exploit. seneweb.com

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