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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...
segunda-feira, 10 de abril de 2023
Nigéria: Presidente Buhari processado;
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Os demandantes acreditam que a multa viola os direitos a uma audiência justa, liberdade de expressão, acesso à informação e liberdade de imprensa. Argumentam que a mídia desempenha um papel essencial como veículo ou instrumento para o exercício da liberdade de expressão e acesso à informação em uma sociedade democrática.
Na Nigéria, o governo federal multou a Channels Television em 5 milhões de nairas por transmitir uma entrevista considerada não conforme com o código da Comissão Nacional de Radiodifusão (NBC). A decisão irritou duas organizações nigerianas, o Socio-Economic Rights and Responsibility Project (SERAP) e o Centre for Journalism Innovation and Development (CJID), que entraram com uma ação contra o presidente Muhammadu Buhari para questionar a legalidade, necessidade e proporcionalidade desta multa. .
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Os demandantes acreditam que a multa viola os direitos a uma audiência justa, liberdade de expressão, acesso à informação e liberdade de imprensa. Argumentam que a mídia desempenha um papel essencial como veículo ou instrumento para o exercício da liberdade de expressão e acesso à informação em uma sociedade democrática. Acrescentam que a imposição de multa sem o devido processo legal é arbitrária e inconstitucional, pois fere os princípios fundamentais do nemo judex in causa sua (não se pode ser juiz em causa própria) e audi alteram partem (não se deve ser condenado sem ser ouvido). Os queixosos esperam que sua ação legal ajude a fortalecer a liberdade de expressão e os direitos de mídia na Nigéria.
Este caso ilustra as tensões entre a mídia e as autoridades nigerianas em relação à liberdade de expressão. O governo nigeriano foi criticado por várias organizações de direitos humanos por seu tratamento à mídia independente. Em janeiro de 2021, a NBC ordenou que todas as emissoras de televisão e rádio parassem de transmitir conteúdo nas redes sociais, argumentando que isso "desestabiliza a ordem nacional". Os queixosos esperam que sua ação legal envie uma mensagem forte às autoridades nigerianas e ajude a proteger a liberdade de expressão e os direitos de mídia no país.
fonte: https://lanouvelletribune.info/2023
'Zelensky não pode querer tudo': Lula sugere que Ucrânia desista da Crimeia para acabar com a guerra.
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O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva sugeriu na quinta-feira que a Ucrânia ceda a península da Crimeia à Rússia para acabar com a guerra, dizendo que o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky “não pode querer tudo”.
O presidente russo, Vladimir Putin, “não pode tomar o território da Ucrânia. Talvez possamos discutir a Crimeia. Mas o que mais ele invadiu, ele tem que pensar”, disse Lula durante encontro com jornalistas em Brasília.
"Zelensky também não pode querer tudo", continuou o presidente brasileiro. “O mundo precisa de tranquilidade... Temos que encontrar uma solução”, acrescentou.
A Ucrânia se recusa a negociar com Moscou sem primeiro retirar as tropas russas de todo o seu território, incluindo a Crimeia anexada pela Rússia em 2014.
Mediação
Lula formulou no final de janeiro uma proposta, ainda com contornos vagos, de mediação no conflito na Ucrânia por um grupo de países. O presidente brasileiro deve apresentar este projeto ao seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Pequim na próxima semana.
O chefe de Estado brasileiro disse estar "confiante" nas possibilidades de sucesso deste projecto, esperando que o grupo de países "será criado" quando regressar da China.
O principal assessor de Lula para assuntos internacionais, Celso Amorim, se reuniu em Moscou no final de março com Vladimir Putin e o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, que também é esperado no Brasil no dia 17 de abril.
fonte: seneweb.com
China simula um "fechamento" de Taiwan, Washington implanta um contratorpedeiro.
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A China está realizando exercícios de tiro real no Estreito de Taiwan na segunda-feira para simular um "fechamento" da ilha, enquanto os Estados Unidos, que pediram "contenção", posicionaram um contratorpedeiro em águas reivindicadas por Pequim.
As manobras chinesas, que começaram no sábado por três dias, visam protestar contra o encontro na última quarta-feira da presidente taiwanesa, Tsai Ing-wen, com o presidente da Câmara dos Deputados americana, Kevin McCarthy.
O objetivo? Simular um “fechamento” do território de 23 milhões de habitantes reivindicado por Pequim, explicou o exército chinês. E, em particular, um "bloqueio aéreo", segundo a televisão estatal CCTV.
O Comando do Teatro Oriental do Exército disse que o Shandong, um dos dois porta-aviões da China, "participou do exercício de hoje".
Taiwan disse ter detectado 11 navios de guerra chineses e 59 aeronaves ao redor da ilha na segunda-feira.
Durante o fim de semana, caças e navios de guerra simularam bombardeios direcionados contra a ilha, como parte dessa operação chamada "Joint Sword" e denunciada por Taiwan.
- "Intruso" -
Os Estados Unidos, que exortaram Pequim à "contenção", também pareciam querer fazer uma demonstração de força: o contratorpedeiro norte-americano USS Milius levou a cabo uma "operação de liberdade de navegação" num sector do Mar da China Meridional reivindicado na segunda-feira por Pequim.
Uma "intrusão", a China declarou imediatamente.
Em um vídeo postado na conta WeChat do Comando de Teatro Oriental do Exército na segunda-feira, um piloto chinês disse que "chegou perto da parte norte da ilha de Taiwan", com mísseis "travados no lugar".
Em outro vídeo, com música dramática, o apito de um oficial faz com que os militares se posicionem, enquanto uma falsa barragem sobre Taiwan aparece na tela.
Algo que preocupa a população: "Nós, pessoas comuns, queremos apenas uma vida simples e estável", disse à AFP Lin Ke-qiang, 60 anos, morador da ilha de Beigan, no arquipélago de Matsu. da costa chinesa.
“Se vier uma guerra, agora que os mísseis deles estão tão avançados, não temos chance de resistir, seremos esmagados”, acrescenta o homem, que trabalha como cozinheiro.
No sábado, o presidente Tsai Ing-wen denunciou o "expansionismo autoritário" da China e garantiu que Taiwan "continuará a trabalhar com os Estados Unidos e outros países (...) para defender os valores da liberdade e da democracia".
O Departamento de Estado dos EUA reiterou seu apelo para "não mudar o status quo", enquanto o Pentágono disse que estava "acompanhando os acontecimentos de perto".
"Aviso"
A China vê com desagrado a aproximação nos últimos anos entre as autoridades taiwanesas e os Estados Unidos que, apesar da ausência de relações oficiais, fornecem à ilha um apoio militar substancial.
Considera Taiwan uma província que ainda não conseguiu reunificar com o restante de seu território desde o fim da guerra civil chinesa em 1949. Pequim almeja essa reunificação, se necessário pela força.
Os exercícios de tiro real de segunda-feira estão sendo realizados no Estreito de Taiwan, perto da costa de Fujian (leste), a província voltada para a ilha, de acordo com as autoridades marítimas chinesas locais. Está localizado a 80 quilômetros ao sul do arquipélago de Matsu e a 190 quilômetros de Taipei.
Segundo a mesma fonte, serão realizadas entre as 7h00 (23h00 GMT de domingo) e as 20h00 (12h00 GMT de segunda-feira), à volta de Pingtan, ilha que é o ponto mais próximo entre a China e Taiwan.
As manobras "servem como um sério alerta contra o conluio entre as forças separatistas que buscam + a independência de Taiwan + e as forças externas, bem como suas atividades provocativas", alertou um porta-voz do exército chinês, Shi Yi.
No início da segunda-feira, uma equipe da AFP no local em Pingtan não viu aumento da atividade militar. Um pequeno número de barcos de pesca e embarcações de transporte eram visíveis da costa, mas embarcações mais distantes não eram identificáveis a olho nu.
A última grande mobilização ao redor da ilha ocorreu em agosto passado, quando a China se envolveu em manobras militares sem precedentes em torno de Taiwan e disparou mísseis em resposta a uma visita à ilha da democrata Nancy Pelosi, então presidente do quarto.
fonte: seneweb.com
O RUIR DE PRÉDIOS EM LUANDA, PARADIGMA DO MPLA.
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Segundo informação do Laboratório de Engenharia de Angola há cerca de 500 edifícios em risco de desabamento em Angola, mais de metade estão em Luanda.
Por Carlos Pinho (*)
Pensando bem, o que se passa com estes edifícios é um claro paradigma do que se passa em Angola, desde o dia em que esta foi entregue de mão beijada pelo MFA português ao MPLA. Foi um fartar de vilanagem. Infelizmente a libertação de Angola do jugo colonial português, foi só isso e mais nada, Angola passou de jugo colonial português para o jugo neocolonial do MPLA.
Foi bom e fácil ocupar casas alheias, com a desculpa de que todos os portugueses, seus descendentes ou simpatizantes, eram feios, porcos e maus. A entrega dessas casas aos povos libertados foi um rico forrobodó, forrobodó esse que continua há quase meio século. Esse meio século que rapidamente se aproxima, decorreu sobre a governação e gestão clarividente do MPLA.
Em qualquer país civilizado, tendo em conta o tempo de vida expectável para as construções civis mais simples, o que teria sido de esperar nestes quase 50 anos de independência, é que tivessem ocorrido pelo menos duas grandes intervenções de manutenção e restauro dessas construções. Mas não, como o colonialismo português tem as costas quentes, todas as degradações e falhas de processes de manutenção e restauro serão sempre culpa dos colonos. É fácil, é barato, e presumo que dará milhões aos governantes de Angola.
É irrelevante que cada cidadão ocupante de um apartamento ou casa dos malvados dos colonos, as tenha convertido em verdadeiros bunkers. Foram tanques de água, sistemas de bombagem para distribuição da dita água às respectivas torneiras e tanques de gasóleo para alimentação de geradores eléctricos e estes propriamente ditos; consequentemente com o calor e odores libertados por esses mesmo geradores, instalações de ar condicionado de dimensões mais ou menos compatíveis com os cómodos a climatizar, foram instaladas nos vários apartamentos desses edifícios libertados do jugo colonial. Isto em edifícios, construídos originalmente para um país minimamente civilizado, onde supostamente as utilidades mais elementares como água potável e electricidade, chegavam facilmente à porta do cliente, e por isso não tinham sido dimensionados e construídos para aguentarem tais sobrecargas extras. Depois é preciso considerar o fecho de varandas com paredes em tijolo, instalação de sanitários extra nas varandas, com as águas chocas a choverem sobre os desgraçados que vivem por baixo, em suma uma verdadeira baderna à boa maneira angolana.
Depois há o facto de que além das ausências das necessárias manutenções nos edifícios, também a rede de esgotos da cidade de Luanda deveria ter sido objecto de processos de manutenção e renovação. Tal logicamente também não aconteceu e por isso muitas zonas de Luanda estão hoje sobre verdadeiros pântanos, ou lençóis subterrâneos, de chorume. Está preparado o cenário ideal para derrocadas em série.
Ora tudo isto é bem representativo das capacidades governativas do MPLA, não só na cidade capital onde os altos prédios entretanto construídos na baixa e não só, constituem uma autêntica barreira visual que pretende esconder a desgraça que por aí vem com a queda futura de edifícios degradados como castelos de cartas, mas logicamente em todo o país.
Convém relembrar o que aconteceu em 2010 com o Hospital Geral de Luanda, construído em 2006 e posteriormente reinaugurado em 2012. É caso para se dizer que os edifícios do neocolonialismo são bem piores do que os do colonialismo.
Será igualmente de lembrar que o custo médio de recuperação de estradas em Angola é quatro vezes maior do que em Portugal, segundo um relatório sobre o Custo de Desenvolvimento de Infra-estruturas no país. Este estudo, referente ao período entre 2011 e 2014, foi apresentado em 19 de Maio de 2019 e foi fruto de uma colaboração entre o Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC) da Universidade Católica de Angola e o Chr. Michelsen Institute (CMI) (Diário de Notícias, Lisboa, Portugal, https://www.dn.pt/lusa/recuperar-estradas-em-angola-custa-quatro-vezes-mais-do-que-em-portugal—estudo-10896619.html). Ora, isto deverá acontecer por via da gasosa. Não vejo outra explicação tão convincente.
Por isso o fartar vilanagem continua em grande ritmo e recomenda-se. Esta baderna infesta e afecta todos os estratos da vida angolana. Veja-se só o que se passou com o antigo ministro da saúde do governo de Agostinho Neto, Mário Afonso d’Almeida (Kasesa), que não aceitou comparecer na cerimónia de condecoração que o governo de João Lourenço realizou na terça-feira 4 de Abril de 2023 em Luanda, por questionar os critérios que estiveram na base da selecção dos que seriam condecorados. Ou os comentários de Edgar Valles sobre o mesmo assunto. Misturar carrascos e vítimas e colocá-los ao mesmo nível, só mesmo em Angola, e normalmente dá asneira.
Ou a tentativa do governo angolano em ludibriar familiares de Zé Van-Dúnem e Sita Valles entregando-lhes ossadas falsas. Não há vergonha, não há respeito pelos cidadãos, não há pundonor, não há sentido de estado, nada existe, a não ser a miserável e triste sina de ser-se angolano.
(*) Aposentado. Ex-docente universitário.
NBA: Francês Rudy Gobert agride companheiro de equipe e pede desculpas.
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Rudy Gobert, pivô francês do Minnesota Timberwolves, se desculpou no domingo depois de bater no companheiro de equipe Kyle Anderson no jogo final da temporada regular.
“As emoções levaram a melhor sobre mim hoje. Eu não deveria ter reagido da maneira que fiz, independentemente do que foi dito. Quero pedir desculpas aos torcedores, à organização e principalmente ao Kyle, que é alguém que amo e respeito muito como companheiro de equipe”, tuitou o pivô de 30 anos, horas depois, após um incidente no segundo quarto da partida vencida pelo Franquia de Minnesota 113-108.
Segundo a ESPN, Anderson disse a Gobert para bloquear os chutes, ao que o francês disse para ele pegar o rebote. Anderson então insultou Gobert de "idiota" pedindo-lhe para "calar a boca". O francês então deu um soco em Anderson antes que os jogadores separassem os dois companheiros, mas segundo o The Athletic a briga continuou no vestiário no intervalo, com novos insultos.
Após a briga, Gobert, que foi mandado para casa por sua franquia, enviou uma mensagem de desculpas a seus companheiros de equipe em um bate-papo em grupo, de acordo com o armador do Timberwolves, Mike Conley. "Falaremos sobre isso e seguiremos em frente", disse Anderson. “Somos adultos. “Tomamos a decisão de mandar Rudy Gobert para casa após o incidente no segundo quarto. Seu comportamento no banco foi inaceitável e continuaremos a administrar a situação internamente”, disse o gerente geral da franquia, Tim Connelly.
“Não temos orgulho desse comportamento, seja ele qual for”, disse o técnico Chris Finch. “Ainda não investiguei as causas desse comportamento. Mas os caras estavam apenas frustrados - não estávamos jogando bem, não estávamos compartilhando a bola, parecíamos letárgicos. "Os veteranos também podem ficar com raiva, então não quero ser muito duro com ele", acrescentou sobre Gobert, o três vezes zagueiro do ano, "mas obviamente não é algo que vamos tolerar aqui".
fonte: seneweb.com
sexta-feira, 7 de abril de 2023
RDCongo. Prisão perpétua para seis acusados de matar embaixador italiano.
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Seis homens foram condenados a prisão perpétua em Kinshasa, na quarta-feira, pelo assassinato do embaixador italiano, do seu guarda-costas e de um motorista em fevereiro de 2021 na zona leste da República Democrática do Congo.
pena de morte tinha sido solicitada pela acusação, mas não foi aceite pelo Tribunal Militar da guarnição de Kinshasa-Gombe, que proferiu a sua decisão em tribunal aberto.
A defesa anunciou que iria recorrer desta decisão.
Os seis condenados estavam a ser julgados desde 12 de outubro, com sessões semanais, na prisão militar de Ndolo. Cinco deles estão detidos na prisão, enquanto o sexto está em fuga.
Processados por "homicídio, associação criminosa, posse ilegal de armas e munições de guerra", foram considerados culpados do homicídio, a 22 de fevereiro de 2021, do embaixador italiano na RDCongo, Luca Attanasio, do seu guarda-costas italiano, Carabiniere Vittorio Iacovacci, e de um motorista congolês do Programa Alimentar Mundial (PAM), Mustapha Milambo.
Os três homens foram mortos a tiro após terem sido emboscados na periferia do Parque Nacional de Virunga, na província oriental do Kivu Norte, uma região que é flagelada pela violência de grupos armados há quase 30 anos.
Durante as audiências, a acusação tinha apresentado os arguidos como membros de um "bando criminoso" e cortadores de estradas, que inicialmente não tinham a intenção de matar o embaixador, mas sim de o raptar e exigir um milhão de dólares (cerca de 916 mil euros) para a sua libertação.
Os arguidos presentes, que foram detidos em janeiro de 2022 no Kivu do Norte, negaram os factos durante todo o julgamento, contestando sistematicamente as suas declarações iniciais aos investigadores e afirmando terem sido torturados.
Nas suas alegações, a defesa considerou que a acusação não tinha apresentado provas de nenhuma das acusações contra os arguidos e solicitou a sua absolvição.
A República Italiana, que se constitui como assistente no julgamento, afirmou-se contrária à pena de morte, mas tinha pedido que os arguidos fossem "condenados à privação de liberdade".
A pena de morte é ainda frequentemente solicitada e pronunciada na RDCongo em casos de segurança nacional, mas não é aplicada há 20 anos e é sistematicamente comutada para prisão perpétua.
O tribunal também concedeu à República de Itália o equivalente em francos congoleses a dois milhões de dólares (cerca de 1,8 milhões de euros) em indemnizações.
fonte: noticiasaominuto.com
SENEGAL: General Mbaye Cissé: Cinco coisas a saber sobre o novo CEMGA.
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O General Mbaye Cissé é o novo Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas (CEMGA). Seneweb levanta o véu sobre essa personalidade com uma rica carreira.
1- filho do condestável
A maçã nunca cai longe da macieira, diz o ditado. É o caso do general Mbaye Cissé, natural de Kaolack e filho de gendarme de profissão. Esse pai serviu de modelo para o menino que desde muito cedo teve a fibra do traje. Ele também fez suas primeiras aulas no Prytanée militaire de Saint-Louis quando filho das tropas.
2- Filosofia, sociologia, psicologia
O novo Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas é um chefe, um oficial multicartões. Além de suas habilidades nos ofícios de defesa - graduado do Curso de Capitães da Escola de Artilharia de Fort Sill (Oklahoma), graduado do Estado-Maior do Exército dos Estados Unidos e da Escola de Comando dos Estados e patenteado pela École Supérieure de Guerre em Paris (antigo Joint Defense College) - O General Cissé possui ainda um Mestrado em Filosofia, um Certificado de Estudos Superiores em Psicologia e Sociologia, um Mestrado 2 em relações internacionais.
3- Escritor
Essa formação em humanidades provavelmente explica a paixão do general pela escrita. Ele é autor de dois livros. Um intitulado "Jambaar 1960-2010" que retraça um pouco da história dos exércitos desde a independência. O outro livro, "Operação Fodé Kaba II", evoca as conquistas militares dos exércitos senegaleses na Gâmbia, em 1981.
4- Chefe de gabinete particular de Macky Sall
O General Mbaye Cissé mantém uma relação de confiança com o Chefe de Estado senegalês Macky Sall. O formado pela Escola de Guerra de Paris foi nomeado Chefe do Estado-Maior do Presidente da República em outubro de 2022, na altura de uma onda de nomeações presidenciais feitas no seio do exército. O cargo garantiu-lhe a escuta do Chefe de Estado, a quem aconselha em questões de segurança.
5-CHEDS
Foi durante a passagem pelo Centro de Estudos Avançados de Defesa e Segurança (CHEDS) que o general Mbaye Cissé se tornou conhecido do grande público. O objetivo do CHEDS é atender às necessidades de expertise do Estado em questões estratégicas relacionadas à proteção de pessoas e bens, política externa, ciência, tecnologia e fenômenos econômicos e sociais. Sob a liderança do general Mbaye Cissé, o CHEDS publicou em 2022 um relatório que analisa os fatores de risco ligados à mineração de ouro nas regiões de Kédougou e Tambacounda, no Senegal, e os papéis que podem desempenhar na expansão de grupos extremistas violentos para os países do litoral oeste africano.
fonte: seneweb.com
O bilionário Rupert Murdoch (92) cancela o noivado duas semanas após o anúncio.
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O casal se conheceu em setembro de 2022 em um vinhedo da Califórnia de propriedade de Murdoch. A causa desse cancelamento inesperado não foi revelada. Segundo a revista Vanity Fair, fontes próximas a Murdoch simplesmente indicaram que a cerimônia havia sido cancelada "de repente", sem fornecer mais informações.
Apenas duas semanas depois de anunciar o noivado, o famoso bilionário americano Rupert Murdoch, 92, e Ann Lesley Smith, 66, desistiram de seus planos de casamento. Originalmente agendado para o verão, acredita-se que o casamento tenha ocorrido menos de um ano depois que Murdoch se separou de sua esposa anterior, Jerry Hall. O romance turbulento deles chamou a atenção da mídia em janeiro, quando foram vistos juntos de férias em Barbados. Murdoch, cuja fortuna é estimada em £ 13,9 bilhões, já tem seis filhos de seus casamentos anteriores.
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O casal se conheceu em setembro de 2022 em um vinhedo da Califórnia de propriedade de Murdoch. A causa desse cancelamento inesperado não foi revelada. Segundo a revista Vanity Fair, fontes próximas a Murdoch simplesmente indicaram que a cerimônia havia sido cancelada "de repente", sem fornecer mais informações. Há apenas uma semana, Smith ostentava orgulhosamente um anel de noivado de diamante de 11 quilates, avaliado em cerca de US$ 2,5 milhões.
Rupert Murdoch, muitas vezes considerado um dos homens mais poderosos do mundo, construiu um vasto império de mídia e acumulou uma fortuna colossal, estimada em US$ 17 bilhões. No lado privado, o bilionário australiano-americano conheceu várias uniões, tendo casado quatro vezes antes deste inesperado cancelamento do noivado. Nem os familiares do casal nem os próprios interessados se pronunciaram sobre esta surpreendente decisão, deixando o mistério quanto aos motivos deste cancelamento.
fonte: https://lanouvelletribune.info/2023
China – Taiwan: chegou ao ponto sem volta?
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O ministério também informou cruzar a Zona de Identificação de Defesa Aérea de Taiwan (Adiz) por um helicóptero antissubmarino. A China também disse ter implantado navios da guarda costeira para patrulhas excepcionais.
Após as várias ameaças, a China está prestes a agir contra Taiwan? O desenvolvimento mais recente dessa situação parece confirmar essa hipótese. De acordo com um anúncio feito pela Defesa de Taiwan, a China enviou navios de guerra para as águas que cercam a ilha. De acordo com detalhes das autoridades de defesa de Taiwan, estes incluem três navios de guerra que foram identificados nas águas que separam a China de Taiwan.
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O ministério também informou cruzar a Zona de Identificação de Defesa Aérea de Taiwan (Adiz) por um helicóptero antissubmarino. A China também disse ter implantado navios da guarda costeira para patrulhas excepcionais. Um porta-voz da diplomacia chinesa voltou na quinta-feira ao recente encontro entre a líder taiwanesa e a terceira personalidade americana, lembrando que seu país reagiria a esta situação.
"A China tomará medidas firmes e vigorosas para defender resolutamente sua soberania nacional e integridade territorial", disse Mao Ning. Ela não deixou de acusar os Estados Unidos de conspirar com a ilha contra seu país. Os dois países, segundo ela, "fortaleceram suas relações" e, assim, minaram a soberania da China. Há dias, as autoridades chinesas haviam denunciado a realização do encontro entre a presidente Tsai Ing-wen, de um partido da independência, e Angeles Kevin McCarthy, terceira figura do Estado americano.
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“A China opõe-se firmemente (…) ao Presidente da Câmara dos Deputados, Kevin McCarthy, a terceira figura da administração americana, a encontrar-se com Tsai Ing-wen”, indica Mao Ning. “A China acompanhará de perto o desenvolvimento da situação e defenderá firmemente sua soberania nacional e sua integridade territorial”, continuou ela, ao mesmo tempo em que destacou que a potência asiática está determinada a defender com muita firmeza sua soberania.
Recorde-se que, há alguns meses, a visita de Nancy Pelosi a Taiwan despertou a ira das autoridades chinesas. Aquele que era então presidente da Câmara dos Deputados americana havia desafiado todas as proibições para se encontrar com os líderes taiwaneses. A China, por sua vez, continua a afirmar sua autoridade sobre a ilha. A presidente taiwanesa, Tsai Ing-wen, por sua vez, está parando para se encontrar com o político americano como parte de uma turnê americana.
fonte: https://lanouvelletribune.info/
quarta-feira, 5 de abril de 2023
Crise obriga presidente do PSG a voar de Lisboa para Paris.
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Nasser Al-Khelaifi planeava regressar a Doha, após o Congresso da UEFA, mas o momento do clube obrigou a uma mudança de planos.
presidente do Paris Saint-Germain viu-se, esta quarta-feira, obrigado a voar de Lisboa diretamente para Paris, após o final do 47.º Congresso Ordinário da UEFA, no qual Aleksander Ceferin foi reeleito, por unanimidade, para um terceiro mandato na presidência.
De acordo com o jornal francês Le Parisien, Nasser Al-Khelaifi pretendia regressar a Doha, no Qatar, assim que o evento terminasse. No entanto, a crise desportiva em que o clube se viu envolvido obrigou a uma súbita mudança de planos.
Na base desta decisão está, não só o facto de a equipa orientada por Christophe Galtier ter somado duas derrotas consecutivas, diante de Olympique Lyon e Rennes, como também os constantes rumores em torno do futuro de Lionel Messi, que se encontra em final de contrato.
O líder máximo dos campeões gauleses em título deveria assistir, pessoalmente, ao treino que está agendado para a próxima sexta-feira, um gesto que, espera, "demonstre aos jogadores que os apoia e que está totalmente preocupado com o mau momento que atravessam".
Resta, agora, saber se Nasser Al-Khelaifi irá sentar-se nas bancadas do Allianz Riviera, no sábado, para assistir ao encontro da 30.ª jornada da Ligue 1, entre o 'seu' PSG e o Nice.
https://www.noticiasaominuto.com/
O mundo se perdeu: A Guerra de Proxy dos EUA contra a Rússia vai desencadear o inferno.
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"Os Estados Unidos fornecerão à Ucrânia uma nova infusão de ajuda de 500 milhões de dólares para ajudar o governo de Kyiv a continuar pagando salários, pensões e prestando serviços, disse a secretária do Tesouro Janet Yellen na quinta-feira. Yellen detalhou a assistência após sua reunião de quarta-feira com o primeiro-ministro ucraniano Denys Shmyhal e o ministro das Finanças Sergiy Marchenko, dizendo que era necessário ajudar seu governo a continuar a funcionar...
As necessidades da Ucrânia são urgentes, e planejamos implantar esta ajuda direta na Ucrânia o mais rápido possível para ser usada nas necessidades mais urgentes", disse Yellen. NDTV.com
"Em março, 32 estados começarão a cortar os benefícios dos selos alimentares para mais de 30 milhões de americanos, levando ao que alguns estão chamando de "penhasco da fome". Isto significará que as famílias pobres perderão cerca de 82 dólares por mês em benefícios do SNAP [também conhecido como food stamps], mesmo quando os preços dos alimentos continuarem a subir em flecha devido à inflação. (Os outros 18 estados já haviam terminado seus programas de assistência alimentar de emergência...)... O número de bebês no Mississippi sendo tratados para sífilis congênita saltou mais de 900% nos últimos cinco anos. Em 2021, o estado recebeu um subsídio federal de 18,4 milhões de dólares para contratar trabalhadores da saúde pública. Gastou apenas 3,6 milhões de dólares".
Se você reclama dos bilhões de dólares que vão sustentar o governo corrupto e ditatorial da Ucrânia (pagar suas pensões, por exemplo) você é marcado como "Putin Apologist" tanto por democratas (particularmente) quanto por republicanos. O que dá?
Muitos americanos criticam o esquema de Biden sobre a Ucrânia porque nunca chegaram a ter um voto nesta transferência multibilionária de riqueza e maquinaria para uma das nações mais corruptas do mundo. Se alguma vez houvesse um caso para um referendo nacional nos EUA, teria sido sobre esta questão. Biden veio ao pódio um dia há cerca de um ano e essencialmente disse:
"Os EUA estão sancionando tudo o que é russo e apoiando nosso mais novo fantoche, Zelensky". Se você não gostar, empurre-o".
Os republicanos odeiam a idéia de que os famintos (crianças também) e desabrigados na América recebam qualquer tipo de esmola do governo federal dos EUA, mas eles apóiam esmolas para um país racista meio cozido chamado Ucrânia, que está alegremente arrancando os contribuintes americanos com a bênção dos detratores russos mais virulentos da América, como Anthony Blinken e Victoria Nuland, que são parecidos com os tubarões durante um frenesi de alimentação quando discutem qualquer coisa russa.
Adivinhe? Cerca de 24% do pessoal alistado nos EUA são "inseguros" e encorajados pelo Pentágono a se candidatar aos benefícios da SNAP através do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.
"Neste verão [2022], o DoD lançou um roteiro, Fortalecendo a Segurança Alimentar na Força, que revela que 24 por cento dos membros ativos do serviço de plantão experimentam algum nível de insegurança alimentar, e reconhece as conexões entre fome e prontidão de missão, retenção de tropas e recrutamento.
fonte: port.pravda.ru
“CARA-DE-PAU”? QUEM? EU?
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Com uma coerência camaleónica, o Presidente angolano (também do MPLA) recordou hoje o ex-presidente José Eduardo dos Santos como “arquitecto da paz e reconciliação” e estadista que “soube interpretar a vontade do povo” sobre a necessidade do abraço fraterno entre irmãos e reencontro da família angolana.
João Lourenço, que discursava hoje no final da cerimónia de condecoração de 466 personalidades, civis e militares, no âmbito do 21.º aniversário da paz e reconciliação, referiu que esse período tem proporcionado “estabilidade necessária para a reconstrução do país que estava em escombros”.
Antes de presidir à cerimónia de condecoração, o Presidente angolano (não nominalmente eleito) rendeu homenagem a José Eduardo dos Santos, que morreu em 8 de Julho de 2022, em Espanha, vítima de doença, tendo depositado uma coroa de flores no seu sarcófago, no Memorial António Agostinho Neto, em Luanda.
Segundo o chefe de Estado, as conquistas alcançadas em todos os domínios, nos direitos e garantias fundamentais dos cidadãos, da economia e dos ganhos na área social, só foram possíveis porque o país e os angolanos, no geral e do MPLA em particular, “têm sabido preservar este bem essencial que é a paz e reconciliação nacional”.
“Esta paz é duradoura porque custou-nos muitas lágrimas, suor e sangue vertidos ao longo de décadas e, por isso, nos comprometemos a tudo fazer para o país nunca mais voltar a viver as agruras de uma guerra ou mesmo de instabilidade política ou social que ponham em causa o futuro do nosso belo país”, disse o general.
A paz e a reconciliação nacional, prosseguiu, foram conquistadas no dia 4 de Abril de 2002, “mas devem ser construídas e preservadas nos trezentos e sessenta e cinco dias do ano”.
“Todos os anos das nossas vidas, em cada gesto, em cada palavra, em cada atitude e comportamento do cidadão angolano”, defendeu, reconhecendo, ao mesmo tempo, os feitos e o patriotismo de todos os angolanos no processo para o alcance da paz.
Pelo menos 466 personalidades angolanas, entre civis e militares, foram hoje condecoradas por João Lourenço, com outorga da Paz e Concórdia, Ordem de Mérito Civil, Ordem dos Combatentes da Liberdade e outras no âmbito da efeméride.
Os políticos Abel Chivukuvuku, coordenador do projecto político PRA JÁ Servir Angola (oposição e que o próprio presidente do MPLA não permitiu a legalização), Isaías Samakuva, ex-presidente da UNITA (o maior partido da oposição que o MPLA ainda permite), Lucas Ngonda, ex-presidente da Frente Nacional para a Libertação de Angola (FNLA), algumas vítimas do 27 de Maio de 1977 (a título póstumo), generais, comissários, nacionalistas, músicos, desportivas e outros foram condecorados nesta cerimónia.
“Quisemos aproveitar esta importante data para reconhecer os feitos e o patriotismo dos angolanos no geral, aqui representados por civis e militares que se distinguiram na luta pela independência nacional, na defesa da soberania nacional e na conquista e preservação da paz e reconciliação nacional e que, por esta razão, foram galardoados nesta cerimónia solene com Ordens e Medalhas de diferentes graus e classes”, salientou João Lourenço.
“A nação fica-vos eternamente grata por tudo quanto fizeram em prol de Angola e dos angolanos”, frisou.
O chefe de Estado felicitou igualmente os jovens angolanos, neste mês a eles dedicado, referindo que foram os jovens que durante muitos anos viram as suas carreiras estudantis ou profissional, temporária ou definitivamente interrompidas, para servirem a pátria na defesa da soberania nacional e da integridade territorial.
Realçou que esta mesma juventude, “que com o alcance da paz, tem vindo a reconstruir” as infra-estruturas do país, a construir as estradas, as diferentes indústrias, a erguer as centralidades, os hospitais, as universidades, as escolas, as barragens hidroeléctricas e outras.
“No passado e no presente, a juventude sempre foi uma força determinante para o desenvolvimento do nosso país, onde ela representa uma parte bastante expressiva da população angolana”, apontou.
O chefe de Estado referiu que é preciso “cuidar bem” da juventude, “transmitindo-lhe os valores do patriotismo, da ética, do civismo, do amor ao trabalho, de dedicação aos estudos e à leitura, da defesa do ambiente e da natureza, do respeito e protecção aos velhos, à criança e à mulher”.
“Procuremos ficar sempre associados às boas causas, a políticas e programas que criam, educam e formam jovens que defendem e constroem a paz, a estabilidade e a ordem social, que preservam o património público e privado”, notou.
Defendeu ainda, na sua intervenção, a necessidade de se “aproveitar ao máximo” todo o potencial da juventude angolana, sua força interior, energia, vigor, inteligência, espírito inovador e empreendedor, “para melhor servir” o país.
Angola assinala hoje 21 anos paz em celebração ao memorando complementar da paz assinado no Luena, província do Moxico, em 4 de Abril de 2002, entre o Governo angolano e a UNITA, que ditou o fim da guerra civil.
Em Novembro de 2018, o presidente João Lourenço, admitiu em Lisboa que já sentia “as picadelas” dos afectados pelo combate à corrupção, mas garantiu que “isso não nos vai matar” e vincou que “somos milhões e contra milhões ninguém combate”. Enquanto vice-presidente do MPLA e ministro da Defesa dormia na ignorância? Pelos vistos, sim. Acordou quando chegou a Presidente da República…
“Quando nos propusemos a combater a corrupção em Angola, tínhamos noção de que precisávamos de ter muita coragem, sabíamos que estávamos a mexer no ninho do marimbondo, que é a designação, numa das nossas línguas nacionais, do terminal da vespa”, disse João Lourenço, respondendo a uma pergunta, no Palácio de Belém, em Lisboa, sobre se a questão do repatriamento de capitais – ilicitamente transferidos para o exterior – não se assemelha a `brincar com o fogo`.
“Tínhamos noção de que estávamos a mexer no marimbondo e que podíamos ser picados, já começámos a sentir as picadelas, mas isso não nos vai matar, não é por isso que vamos recuar, é preciso destruir o ninho do marimbondo”, vincou o governante, depois de se ter escusado a comentar as críticas do antigo Presidente e seu mentor político e partidário, José Eduardo dos Santos, e da empresária Isabel dos Santos.
É certo que enquanto vice-presidente do MPLA e, entre muitos outros cargos de relevo, ministro da Defesa, João Lourenço comandava o exército de marimbondos e não deixava que ninguém se aproximasse. Mas, como tudo na vida, mudam-se os tempos, mudam-se os interesses. Daí a matar o seu criador foi um passo. Passo corajoso? Nem por isso. Até porque o apunhalou pelas… costas.
Na resposta à questão sobre a tentativa de repatriar os capitais ilegalmente retirados de Angola, João Lourenço afirmou: “Quantos marimbondos existem nesse ninho, não são muitos, devo dizer; Angola tem 28 milhões de pessoas, mas não há 28 milhões de corruptos, o número é bastante reduzido e há uma expressão na política angolana que diz que `somos milhões e contra milhões ninguém combate`”.
Tentando mostrar que tem o povo ao seu lado na luta contra a corrupção, João Lourenço terminou a resposta dizendo: “Ninguém pense que, por muitos recursos que tenha, de todo o tipo, consegue enfrentar os milhões que somos, portanto não temos medo de brincar com o fogo, vamos continuar a brincar com ele, com a noção de que vamos mantê-lo sempre sob controlo”.
A expressão “brincar com o fogo” foi colocada pelo jornalista português que fez a pergunta sobre as consequências do repatriamento de capitais, mas foi largamente aproveitada por João Lourenço, que iniciou a resposta dizendo: “Se estamos a brincar com o fogo, temos noção das consequências desta brincadeira; o fogo queima, importante é mantê-lo sob controlo, não deixar que ele se alastre e acabe por se transformar num grande incêndio”.
Neste contexto, o Presidente convidou os empresários portugueses (certamente também a nível de… bombeiros) a investirem em Angola para aproveitar o “grande potencial” que o país tem noutras áreas que não o petróleo, dizendo “contar sinceramente com o contributo” dos empresários nacionais.
“Angola vive uma nova fase com importantes reformas que vêm sendo feitas em diversos domínios e com interesse em diversificar a sua economia”, acrescentou o chefe de Estado, Presidente do MPLA (partido no poder desde 1975) e Titular do Poder Executivo e – por “inerência” – comandante do batalhão de caça aos marimbondos e dos bombeiros.
“Ao falar da diversificação da economia, não podemos de forma nenhuma deixar de contar com a intervenção de Portugal; dos empresários portugueses, gostaríamos de vê-los em força em Angola, investindo nos mais diferentes domínios da nossa economia e não apenas naquela que constitui a principal fonte de receitas de Angola, que mais contribui para o PIB, que é o petróleo”, disse o chefe de Estado.
João Lourenço admitiu que gostaria de “esquecer que o petróleo existe” – Angola é o segundo maior produtor de petróleo em África – e defendeu que a economia deve apostar noutros sectores da economia
“E para isso Angola tem grande potencial, em outras áreas que estão adormecidas e para levantar do estado de letargia em que se encontra, contamos sinceramente com o contributo dos homens de negócio portugueses”, disse.
Por sua vez o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa anunciou que Portugal e Angola vão assinar acordos nas áreas da educação, saúde, cultura, justiça, economia e finanças e disse esperar que “sirvam necessidades concretas dos povos”.
“Os políticos servem os Estados para servirem os povos. Por isso, é bom que os acordos a celebrar na educação, na saúde, na cultura, na justiça, na economia, nas finanças, sirvam necessidades concretas dos povos”, afirmou.
“Por isso, é bom que o empenho na construção de atractivo ambiente empresarial e na diversificação e descentralização económicas reforcem as legítimas expectativas dos povos”, acrescentou o chefe de Estado português.
Folha 8 com Lusa
ANGOLA: «PRETO EXPLORA PRETO, CHEIRA A TEMPO COLONIAL»
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
O rapper português Valete está disposto a perpetuar a mensagem e o espírito do seu “mano Azagaia”, o artista moçambicano falecido em Março e que foi “a voz das angústias” dos jovens e do povo africano, que o idolatravam. O Folha 8 junta a Azagaia o Jornalista Carlos Cardoso, assassinado em Moçambique em Novembro de 2000.
Valete, nome artístico de Keidje Torres Lima, um dos promotores do espectáculo que na quinta-feira reúne em Lisboa 22 músicos numa homenagem ao rapper e activista moçambicano, diz que, “muito mais do que músico, Azagaia era a grande voz do cidadão moçambicano, da juventude moçambicana”.
Para o artista português de origem são-tomense, amigo e parceiro de Azagaia, com quem gravou seis canções, o rapper representava “as inquietudes do povo moçambicano, as angústias do povo moçambicano”. “Provavelmente, estamos a falar de uma das figuras mais importantes de Moçambique deste século”, disse.
Valete atribui a Azagaia “a verdadeira música de intervenção, uma música de combate, militante, uma música que não faz cedências, uma música a todos os níveis comprometida com o povo”.
“Azagaia era uma ilha porque era genuíno, porque acreditava muito nas ideias que passava no mundo e para ele havia coisas que eram maiores do que as ambições do artistas” e “isto é um tipo de posição e de postura que poucos músicos têm”, observou.
Valete defendeu que se olhe para Azagaia como “uma excepção, como um gajo que abdicou de muitas coisas para retratar o povo moçambicano, com muitos custos”.
Na sua opinião, a principal mensagem de Azagaia foi “o amor por Moçambique e por África”, tendo nas letras que compôs nos últimos dez anos marcado a sua “posição vincadamente pan-africanista”. “Azagaia acreditava numa África unida”, disse, acrescentando que “a última utopia de Azagaia era África como um só país”.
A questão colonial esteve sempre muito presente nas composições do artista moçambicano, o que Valete considerou “relativamente normal em países africanos que vieram de um passado muito recente de colonialismo”, onde “ainda existam muitos vestígios desse colonialismo”.
“Quarenta a cinquenta anos em história é quase nada numa perspectiva civilizacional”, indicou, referindo que um dos objectivos de Azagaia era combater isso e que Moçambique “conseguisse ultrapassar esse estágio”.
“Existe muito racismo em África. Existem elites brancas e mulatas que ainda controlam muito o poder político em muitos países africanos e fazem uma opressão aos negros. Existe muito em África e Azagaia falava disso”.
Numa das suas músicas mais famosas (“cães de raça”) Azagaia escreveu: “Expulsei colonos, mas nunca o colonialismo; Vi a merda, baixei a tampa e não puxei o autoclismo; Por isso é que a minha casa cheira mal; Preto explora preto, cheira a tempo colonial”.
Disposto a perpetuar a mensagem do colega e amigo, Valete está empenhado no espectáculo de quinta-feira, que contará com a participação de 22 artistas, embora muitos outros quisessem participar.
Sobre esta resposta, afirmou: “A classe artística é uma classe sensível, politizada, percebiam muito bem quem era o Azagaia”.
Além de Valete, Sérgio Godinho, Paulo Flores, Maria João e Karyna Gomes são alguns dos músicos que irão c no espetáculo que se realiza na Casa Independente, em Lisboa, e que já está esgotado.
Azagaia morreu em 9 de Março, consternando milhares de fãs e sobretudo jovens que se revêem nas suas mensagens. Depois da morte do rapper, foram organizadas manifestações em sua homenagem, mas que foram reprimidas pela polícia, o que gerou críticas de organizações nacionais e internacionais.
AINDA SE LEMBRAM DE CARLOS CARDOSO?
Carlos Cardoso foi assassinado em 2000, em Moçambique, porque como Jornalista fazia uma séria investigação à corrupção que rodeava o programa de privatizações apoiado pelo Fundo Monetário Internacional.
Para Mia Couto, «não foi apenas Carlos Cardoso que morreu. Não mataram somente um Jornalista moçambicano. Foi assassinado um homem bom, que amava a sua família e o seu país e que lutava pelos outros, os mais simples. Mas mais do que uma pessoa: morreu um pedaço do país, uma parte de todos nós».
Embora sejam uma espécie em vias de extinção, os Jornalistas continuam (em todo o mundo) a ser uma espinha na garganta dos ditadores, mesmo quando eleitos e escudados em regimes democráticos.
Porque morreu Carlos Cardoso? Morreu por entender que a verdade é o melhor predicado dos Homens de bem. Morreu, ainda segundo Mia Couto, porque «a sua aposta era mostrar que a transparência e a honestidade eram não apenas valores éticos mas a forma mais eficiente de governar».
Morreu, «por ser puro e ter as mãos limpas». Morreu «por ter recusado sempre as vantagens do Poder». Morreu por ter sido, por continuar a ser, o que muito poucos conseguem: Jornalista.
«Liquidaram um defensor da fronteira que nos separa do crime, dos negócios sujos, dos que vendem a pátria e a consciência. Ele era um vigilante de uma coragem e inteligência raras», afirmou Mia Couto num testemunho que deveria figurar em todos os manuais de Jornalismo, que deveria estar colocado em todas (apesar de poucas) Redacções onde se faz Jornalismo.
Nas outras, onde funcionam linhas de enchimento de conteúdos, não deve figurar. E não deve porque Carlos Cardoso não pode ser confundido com a escumalha que vegeta em muitas delas à espera de um prato de lentilhas.
É certo que no mundo lusófono não são muitos os casos de morte física. Mas há, igualmente, muitos assassinatos. O crime contra os Jornalistas é agora muito mais refinado. Não se dão tiros, marginaliza-se. Não se dão tiros, rescinde-se. Não se dão tiros, amordaça-se.
«O sentimento que nos fica é o de estarmos a ser cercados pelo selvajaria, pela ausência de escrúpulos dos que enriquecem à custa de tudo e de todos. Dos que acumulam fortunas à custa da droga, do roubo, do branqueamento de dinheiro e do tráfico de armas. E o fazem, tantas vezes, sob o olhar passivo de quem devia garantir a ordem e punir a barbárie», disse Mia Couto numa cerimónia fúnebre em Honra de Carlos Cardoso.
É isso mesmo. Continua a ser isso mesmo, seja em Moçambique ou na Guiné-Bissau, em Angola ou em Portugal.
Folha 8 com Lusa
Quando Trump é comparado a Mandela e Jesus.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Marjorie Taylor Greene, eleita republicana da Geórgia, falou sobre o processo judicial contra Donald Trump fazendo uma comparação ousada. O eleito republicano comparou a trajetória do ex-presidente Donald Trump à de duas das figuras mais importantes da história: Nelson Mandela e Jesus.
Envolvido em um processo judicial em Manhattan, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pode contar com o apoio de seus aliados dentro de seu partido. Um grande aliado do magnata do setor imobiliário deu voz ontem quando ele deveria ir a tribunal após ser acusado em um caso que remonta a vários anos. Marjorie Taylor Greene, já que é sobre ela que mais uma vez defendeu o ex-presidente que ainda almeja o escritório oval e talvez tenha exagerado um pouco na rolha.
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Marjorie Taylor Greene, eleita republicana da Geórgia, falou sobre o processo judicial contra Donald Trump fazendo uma comparação ousada. O eleito republicano comparou a trajetória do ex-presidente Donald Trump à de duas das figuras mais importantes da história: Nelson Mandela e Jesus. Em entrevista à mídia dos EUA enquanto estava em Nova York para apoiar Donald Trump em sua aparição histórica, Greene disse que Trump agora deve enfrentar a justiça, assim como Mandela e Jesus.
Ela disse: “Trump se junta a algumas das figuras mais importantes de nossa história ao ser preso hoje. Nelson Mandela foi preso e passou vários anos na prisão. Jesus foi preso e até morto”. Marjorie Taylor Greene não está em sua primeira tentativa. Ele é uma das figuras do Partido Republicano nos Estados Unidos que tem dado franco apoio ao ex-presidente nos últimos anos. Muitas vezes, ela apóia suas teorias e faz discursos próximos aos pensamentos do ex-presidente. A mídia anunciou que sua viagem a Nova York foi criticada por uma minoria.
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Logo após a audiência, o ex-presidente Donald Trump também falou com seus apoiadores em Mar-a-lago. Conforme relatado pela mídia britânica The Guardian, o ex-presidente sentiu que "os Estados Unidos estão indo para o inferno". Durante sua declaração, o ex-presidente dos EUA denunciou "um insulto à nação" e garantiu que "nunca imaginou que isso fosse possível na América". “O único crime que cometi foi defender bravamente nossa nação contra aqueles que procuram destruí-la”, continuou o ex-presidente a seus partidários.
fonte: https://lanouvelletribune.info/2023/
Arábia Saudita: Lionel Messi recebe uma megaproposta de 400 milhões de euros.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Lionel Messi deixará o Paris Saint Germain no final da temporada? Segundo várias fontes, pode ser que o futuro do campeão mundial argentino esteja se desenhando longe da capital francesa. A especulação é abundante sobre o próximo destino de La Pulga. O contrato para a sete vezes Bola de Ouro expira com o PSG neste verão. Segundo fontes concordantes, os líderes parisienses estão tentando forçar a prolongar sua superestrela. O muito informado jornalista italiano Fabrizio Romano, especialista em transferências, fez um anúncio sensacional sobre o futuro de Messi.
O jornalista indicou que o clube saudita do Al-Hilal está disposto a oferecer ao campeão mundial argentino o insano salário de 400 milhões de euros por ano para ingressar no clube, grande rival do Al Nassr de Cristiano Ronaldo. Se Messi aceitar esta oferta, ele se tornará o jogador mais bem pago da história do futebol. No momento, não estamos lá e La Pulga ainda não tomou uma decisão oficial. Mesmo quando você é campeão mundial, tetracampeão da LDC, 8 vezes bola de ouro, a oferta do Al-Hilal faz você pensar.
Os clubes sauditas têm grandes recursos e estão prontos para fazer qualquer coisa para promover seu campeonato trazendo grandes estrelas. Ainda que seja a favor da continuação da carreira na Europa, Lionel Messi não ficará indiferente à oferta do Al Hilal. O PSG, por seu turno, não pretende abdicar, mas o argentino não parece muito entusiasmado com a ideia de continuar a aventura parisiense. O Inter Miami, um clube da MLS, está se esforçando para tentar recrutar o homem que é considerado um dos melhores jogadores de futebol da história. O clube liderado por David Beckham sonda regularmente a comitiva do jogador para fazer propostas.
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Nos últimos dias, surgiu que o FC Barcelona tem a ambição de trazer Leo Messi de volta para casa. Foi na Catalunha que La Pulga escreveu sua lenda e ele estaria muito animado para retornar ao seu clube favorito. Fontes bem apresentadas dizem que o FC Barcelona iniciou vários mecanismos na parte financeira para ter os fundos necessários para repatriar o filho pródigo. A bola está com o campeão mundial que ainda não se pronunciou oficialmente sobre seu futuro.
fonte: https://lanouvelletribune.info/
terça-feira, 4 de abril de 2023
ANGOLA QUEM AFOCINHA SEMPRE… FOÇA.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
O ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República, Francisco Pereira Furtado, destacou, esta segunda-feira, o clima de estabilidade e confiança, resultante do processo de paz no país implementado (é claro) pelo MPLA. Quem não estiver de acordo já sabe… leva no focinho.
Ogeneral Francisco Pereira Furtado teceu estas considerações a propósito do 21° aniversário da assinatura do Memorando de Entendimento para Paz no reino do seu patrono, Angola.
Num brilhantíssimo exemplo do clima de estabilidade e confiança, o ministro de Estado, disse que este marco permitiu que as instituições, a democracia e a estabilidade pudessem progredir, bem como a reposição da administração do Estado nas localidade antes ocupadas pelas forças militares da UNITA.
Recorde-se que general Francisco Pereira Furtado afirmou no passado dia 4 de Fevereiro, em Mbanza Kongo, que o Executivo do MPLA está a trabalhar para a materialização das promessas feitas no âmbito das eleições gerais de 24 de Agosto de 2022. É verdade. Os activistas, por exemplo já estão a “levar no focinho”, como prometeu o general Furtado bem antes de o seu camarada de armas, brigadeiro “Barba Branca”, levar ele próprio (no Brasil) “no focinho”…
Ao discursar no acto central do 4 de Fevereiro, falsamente considerado pelo MPLA como “Dia do Início da Luta Armada de Libertação Nacional”, em representação do general João Lourenço, Presidente da República, Francisco Furtado apontou, entre as promessas anunciadas para a província do Zaire, a construção de uma Refinaria no Soyo, de um novo aeroporto para a cidade de Mbanza Kongo, assim como a edificação de duas centralidades em dois municípios da região.
Consta, igualmente, das promessas feitas pelo Presidente do general Francisco Furtado, a reabilitação da estrada Mbanza Kongo/Cuimba/Buela, a conclusão este ano das obras do Hospital Geral do Zaire e a construção de um instituto superior na província.
De acordo com o ministro, muitas dessas obras já estão a ser executadas, provavelmente algumas tiveram início há 47 anos, com destaque para a construção do novo aeroporto de Mbanza Kongo, com um grau de execução física que ronda os 30 por cento, e o Hospital Geral do Zaire, com 85 por cento de execução física.
Em relação à Refinaria do Soyo, Francisco Furtado disse que se encontra em fase de mobilização dos materiais para o arranque das obras.
“Portanto, decorridos poucos meses da realização das eleições gerais de Agosto de 2022, já se vai passando das promessas para realizações visíveis”, asseverou o ministro de Estado, acrescentando que essas e outras acções estruturantes vão garantir mais o desenvolvimento da província do Zaire e proporcionar mais emprego para a juventude local.
Referiu também que, tal como acontece em todo o território nacional, decorrem, também, nos seis municípios da província do Zaire, diversas obras inseridas no Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), num total de 91 projectos sociais.
Francisco Furtado ressaltou, igualmente, a implementação em todos os municípios do Zaire do programa Kwenda (transferências sociais monetárias) que, de certo modo, tem reduzido a precariedade das famílias mais vulneráveis. Segundo diz, a nível da província do Zaire, o Kwenda já beneficia 21.916 agregados familiares dos 27.030 registados até ao momento.
Francisco Furtado disse que o Executivo central em parceria com o Governo Provincial está empenhado em baixar os níveis de pobreza entre a população da região e gerar mais empregos para os jovens.
Francisco Pereira Furtado, que foi incorporado nas FAPLA em Setembro de 1974 e guarda-costas do assassino António Agostinho Neto, disse que a melhor forma de homenagear os heróis do 4 de Fevereiro é apostar nos estudos e no trabalho, abraçando boas práticas que concorrem para o desenvolvimento social e económico do país.
“Honremos os nossos heróis preservando a paz duramente alcançada, assim como resgatando os bons princípios e valores morais, cívicos e patrióticos”, observou o general, sem referir que uma das regras fundamentais da Educação Patriótica é “dar no focinho” a quem criticar o MPLA.
O ministro de Estado e chefe da Casa Militar do Presidente da República apelou, na ocasião, aos jovens a continuar a respeitar os símbolos nacionais e as instituições do MPLA, nomeadamente o Presidente da República, o Parlamento, o Executivo e o poder Judicial que asseguram a democracia, os direitos, liberdades e as garantias fundamentais dos cidadãos.
“Os jovens precisam de respeitar os bens públicos e privados e manterem boas regras de convivência social. Bons cidadãos garantem uma boa sociedade”, aconselhou, certamente lembrando-se do que lhe foi ensinado no Centro de Instrução Revolucionária do Cazage – 3ª Região Militar.
Francisco Furtado destacou a bravura e a determinação dos heróis do 4 de Fevereiro de 1961, cuja acção culminou com a conquista da Independência Nacional, a 11 de Novembro de 1975.
Participaram no acto que decorreu sob o lema “Preservando os valores da Pátria, Honremos os nossos Heróis”, ministros e secretários de Estado, forças da defesa e segurança, autoridades tradicionais e religiosas, antigos combatentes e veteranos da pátria e populares. Não consta que tenham estado presentes familiares dos milhares e milhares de angolanos que Agostinho Neto mandou assassinar nos massacres de 27 de Maio de 1977.
Em Dezembro de 2021, Francisco Furtado disse, em Luanda, que iam ser orientadas medidas concretas para fazer face aos actos de vandalização de bens públicos que se verificavam no país.
Francisco Furtado liderou uma delegação composta por dirigentes do Ministério da Energia e Águas, do governo da província de Luanda e da Polícia Nacional numa visita a ruas da capital angolana, com o objectivo de avaliar a iluminação pública. O governante constatou em várias artérias de Luanda o furto de 160 metros de cabo, deixando a zona totalmente às escuras, segundo uma nota do Ministério da Energia e Águas.
“É preciso acabarmos com esses comportamentos, com essas atitudes, e esperemos que nos próximos dias haja uma resposta mais adequada das forças da ordem e segurança para acabarmos com esse tipo de comportamentos, que estão a afectar não só a segurança do país, mas também estão a causar danos consideráveis à economia”, disse, em declarações à imprensa, o general Francisco Furtado.
O governante considerou que o Estado tem que impor regras, e “pôr as coisas nos seus devidos lugares, porque continuar com este comportamento dá sempre possibilidade de continuar a haver este tipo de actos”.
“Então vamos orientar de facto as medidas concretas a serem tomadas a partir de agora e espero que daqui em diante os mentores destes actos tenham os dias contados”, salientou. Repare-se. Segundo Francisco Furtado, não são os actos que terão “os dias contactos”. São os mentores.
As autoridades estavam já a trabalhar para repor os cabos que foram retirados, realçou Francisco Furtado, frisando que o mais importante é que sejam tomadas algumas medidas para impedir que esse tipo de situações volte a acontecer, particularmente na cidade.
Quatro meses antes, no dia 17 de Agosto de 2021, o ministro do Interior, Eugénio Laborinho, que discursava na abertura do primeiro Conselho Metodológico da Direcção de Administração e Serviços do Ministério do Interior, manifestou preocupação com a vandalização de bens públicos, um fenómeno que se vem registando e aumentando na sociedade angolana nos últimos tempos.
O titular da pasta do Interior referiu que este crime tem estado a ganhar contornos alarmantes, se se olhar para os prejuízos que tem causado ao Estado angolano.
O governante pediu o apoio dos órgãos de comunicação social para sensibilizar a sociedade que a destruição de postes de transformação de energia, o furto de 400 parafusos da linha do Caminho-de-Ferro de Luanda, como ocorreu nessa altura, são “a todos os níveis inaceitáveis, pois o comboio é um bem público, cujo acesso ao mesmo não se faz na diferenciação por estrato social”. “Devemos ser todos fiscais da coisa pública, porque beneficia a todos”, disse o ministro.
A Polícia anunciara na altura que tinham já detido cinco suspeitos do furto de 400 parafusos da linha do Caminho-de-Ferro de Luanda, que deixou destruídos 150 metros da linha no ramal ferroviário do Zenza-do-Itombe, no Dondo, município de Cambambe, província do Cuanza Norte.
Se, como pedia o ministro, “devemos ser todos fiscais da coisa pública, porque beneficia a todos”, recordamos que o ministro Eugénio Laborinho louvou no dia 2 de Fevereiro de 2021 a acção das forças de defesa e segurança na zona de Cafunfo, município do Cuango, província da Lunda Norte, onde no final de Janeiro se registou – segundo ele – um “acto de rebeldia e de insurreição”.
Eugénio Laborinho, que falava em conferência de imprensa para esclarecimentos sobre o incidente ocorrido em Cafunfo, que resultou em dezenas de mortos e feridos, disse que estavam na base da situação interesses económicos, nomeadamente o garimpo de diamantes. O pessoal de Cafunfo não “garimpa” parafusos…
O governante disse que cerca de 300 pessoas, divididos em três grupos, atacaram a esquadra da polícia, munidos de “armas de guerra, objectos contundentes, meios artesanais e instrumentos cortantes”, usando “indumentária de rituais tradicionais e supersticiosos”, causado ferimentos a dois agentes da polícia e das forças armadas.
“Não é possível estar num posto a fazer a guarnição e aparecer um grupo armado e atacar o posto. Eu sou o garante da ordem, o que é que vou fazer? Tenho que responder. Se estão a atirar contra mim, com catanas e armas, a resposta é igual e a proporção diferente”, disse Eugénio Laborinho.
O titular da pasta do Interior lamentou a atitude dos atacantes, reforçando que não havia outra hipótese “se não manter a segurança pública e a ordem no território”.
“A autoridade do Estado tem que ser mantida a todo o custo. Nós apelamos mais uma vez que entendam, compreendam, que a atitude de resposta da polícia foi de acordo à situação surgida no momento”, sublinhou.
Segundo o ministro, “o grupo de rebeldes” não está autorizado por lei a fazer qualquer manifestação, admitindo que no dia 16 de Janeiro, num dia de semana, os mesmos pretenderam realizar uma manifestação contra o governo provincial, mas foram impedidos.
“Já tínhamos domínio [noção] que este movimento que queriam fazer ia dar uma situação fora do normal, uma vez que eles não tinham sido autorizados”, disse.
O ministro repetiu que atacar uma esquadra policial, um posto de comando militar “é um acto de rebeldia”. Pelo contrário, ser indiferente aos 20 milhões de pobres e tudo fazer para que os angolanos aprendam a viver sem… comer é um acto de patriotismo.
Legenda. Um cidadão à espera de avião no aeroporto de Mbanza Kongo
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CONGRESSO DO PDCI-RDA E REUNIÃO DO PPA-CI: Eleições locais na mira.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
As notícias políticas do último fim de semana na Costa do Marfim foram muito quentes. Com efeito, o Partido Democrático da Costa do Marfim-Reunião Democrática Africana (PDCI-RDA) de Henri Konan Bédié, reuniu em congresso extraordinário, o 7.º do género desde a existência da formação política. E o mínimo que podemos dizer é que a mobilização estava aí, como se dissesse que apesar da sangria de executivos, o PDCI-RDA está fazendo bonito. Podemos também nos congratular com o fato de que os jovens canhões dentuços do partido que, por enquanto, não cederam às sirenes do partido no poder, diminuíram suas ambições de mostrar unidade, mesmo que apenas na frente, em torno Presidente Bédié, para fazer deste comício um sucesso. Saia, portanto, o sonho de ver este congresso virar a página do Velho para dar lugar à geração mais jovem. Mas já sabemos que todos os olhares se voltam para as eleições autárquicas marcadas para o final de 2023. É aliás nesta perspetiva que se insere o tema do congresso, assim redigido: "PDCI-RDA: novas questões e desafios, novas atitudes rumo a 2025”.
A "festa do renascimento" cumpriu todas as suas promessas
E o Presidente Bédié, por ocasião da abertura deste 7º congresso do seu partido, não deixou de recordar esta importante questão no seu discurso de abertura: "As próximas eleições autárquicas são importantes para vencer as eleições presidenciais de 2025…não posso repetir suficiente. As próximas eleições são decisivas na estratégia do nosso país. Por isso, é importante que cada um de nós entenda que se trata de reunir todos os nossos bens”. Quer dizer, em poucas palavras, que o congresso PDCI-RDA pretendia fazer o comício para derrotar a ambição de manutenção do poder do Rassemblement des Houphouëtistes pour la democratie et la paix (RHDP) do Presidente Alassane Dramane Ouattara com quem Bédié e seus companheiros políticos romperam relações. E para virar a panela do RHDP na fogueira, seu ex-aliado sabe contar com os demais partidos de oposição que não regatearam a presença na abertura do congresso, ainda que, aliás, o RHDP que é alvo de fogo cruzado de aspirantes ao poder do estado, também estava na lista de convidados presentes. Paralelamente ao congresso do PDCI-RDA, cujas portas se encerraram no domingo, o Partido dos Povos Africanos da Costa do Marfim (PPA-CI) realizou uma reunião no dia 31 de março de 2023. O orador principal foi o chefe do partido hilmsef, Laurent Gbagbo. Ainda que não tenhamos encontrado a tribuna destacada que conhecíamos, a “festa do renascimento”, como baptizámos esta assembléia, cumpriu todas as suas promessas. Porque drenou vários milhares de participantes. Foi, portanto, diante de uma multidão elétrica que o ex-presidente relembrou seus anos de prisão no Tribunal Penal Internacional de Haia (TPI) antes de convidar a Costa do Marfim a buscar, com vistas à construção da paz, os verdadeiros culpados da crise eleitoral de 2010, que resultou em 3.000 mortes.
Podemos nos parabenizar pelo tom sereno durante os dois comícios políticos
"Se a Costa do Marfim quer ser uma nação de paz, justiça, verdade, aconselho nosso querido país a continuar procurando os culpados", disse ele, citando desordenadamente "o exército francês", "o exército da ONU" ou mesmo os «rebeldes». Laurent Gbagbo também falou sobre o emprego dos jovens antes de chegar ao principal motivo do encontro que é, sem dúvida, a perspectiva das eleições presidenciais de 2025. Pensando nisso, fez um balanço das possíveis alianças políticas que o O PPA-CI poderia forjar para vencer a eleição. Isso significa que se as duas partidas, a do PDCI-RDA e a do PPA-CI, foram disputadas remotamente, a questão era a mesma: trata-se da retomada do poder em 2025. No casamento anunciado, cada partido mede suas forças em a perspectiva de uma aliança que premiasse o peso real de cada um no terreno, mas também que ocupasse o terreno e fizesse temer o adversário. E para isso, cada um dos dois líderes políticos conta com a juventude de seu partido mesmo que, aliás, nenhum deles esteja pensando em aposentadoria política para promover o surgimento de um jovem líder carismático. E é por causa dessa inconsistência que se pergunta se seu apelo a essa franja da população será ouvido, especialmente porque o partido no poder não ficará de braços cruzados e sem dúvida não hesitará em trazer dinheiro vivo para atrair uma juventude um tanto ociosa . Entretanto, podemos felicitar-nos pelo tom sereno dos dois comícios políticos; o que pode ser um bom presságio para as próximas eleições. E isso já é uma piada.
fonte:le pays
CARGA DO EX-PRESIDENTE AMERICANO: Donald Trump como líder de "país de merda".
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Donald Trump volta a ser notícia, desta vez não pelas suas declarações arrebatadoras, mas sim por uma das suas dezenas de noites de belas festas que organizou com mulheres de evidente lascívia, sobretudo com esta estrela porno que mais do que uma vez o mandou para " 7º céu" nos anos 2000. A um ano das eleições presidenciais a que pretende concorrer, é um escândalo que teria corrido bem, sobretudo nesta América puritana onde o comportamento sexual muitas vezes influencia e determina a carreira política dos candidatos a cargo eleito. Esse traço de comportamento sexual, Donald Trump compartilha com outros altos funcionários americanos, como Gary Hart, que teve que desistir de sua candidatura à presidência do país em maio de 1987 por ter traído sua esposa e mentido sobre seu relacionamento extraconjugal quando o pot - aux-roses foi descoberto. E como não voltar no tempo para citar o primeiro escândalo sexual no topo da grande América, o de Thomas Jefferson neste caso, que respingou este último em 1802 quando o caso inapropriado que teve com sua escrava menor, foi feito público? Obviamente, não esqueceremos John Kennedy, cuja lista de aventuras sexuais é tão densa quanto uma enciclopédia, menos ainda Bill Clinton, que se viu preso na mais estrondosa "bunga bunga" do século XX, com o caso Monica. estagiária com quem teve várias sessões de sexo no Salão Oval.
Visto de "Gondwana", todo esse tumulto em torno das escapadas extraconjugais de Donald Trump, pronto para sorrir
A última pegadinha conhecida antes da de Donald Trump é a de Anthony Weiner, ex-candidato às eleições municipais de 2013, que foi desclassificado por ter sido flagrado várias vezes em flagrante e por ter enviado um close de sua cueca com uma saliência sugestiva de uma de suas muitas conquistas. Se o apetite sexual dos altos funcionários americanos é conhecido por todos. O caso de Donald Trump, que admite usar sua celebridade para obter os favores de mulheres, é carregado de circunstâncias agravantes neste caso, já que ele supostamente subornou sua parceira em 2016 para obter seu silêncio; o que lhe valeu ser indiciado e intimado pela Justiça de Nova York em 4 de abril de 2023. Não sabemos se neste caso de moral, o ex-presidente perderá a batalha pela verdade que pouco lhe importa, mas sabemos por por outro lado, que ganhará a das classificações e aproveitará para se reposicionar na corrida à presidência em 2024, pelo menos se a investigação aberta sobre sua participação no assalto ao Capitólio por seus partidários em 2021, não não resultará em sua condenação e, portanto, na invalidação de sua candidatura, conforme previsto na Constituição americana. Nem suas declarações ultrajantes nem seus delírios conspiratórios podem salvá-lo, se necessário. Porque você não pode se comportar como um líder de um "país de merda" nesta América onde você não brinca impunemente com a moralidade sexual e onde a vida privada é inseparável da vida pública. Mas visto de "Gondwana", portanto da África, todo esse tumulto em torno das escapadas extraconjugais de Donald Trump, pronto para sorrir. Pois não ocorreria a ninguém processar um político desta envergadura por este incidente trivial e corriqueiro em nossos trópicos. Muitos de nossos líderes são sedutores compulsivos, contra os quais nenhum processo por assédio ou fornicação é possível. O ex-presidente da África do Sul, Jacob Zuma, o ex-chefe de Estado gambiano Yahya Jammeh e o último monarca absoluto da África que reinou incontestado sobre Eswatini por 37 anos, o rei Mswati III por não nomeá-lo, são conhecidos por serem os mais líderes lascivos do continente, senão do mundo, e certamente estão rindo dessa saga legal pendente contra Trump por um mero peccadillo. Na África, quem tem a coragem ou a temeridade de criar tais lebres é processado e perseguido pela Justiça no melhor dos casos, por crimes de lèse-majesté, ofensa ao Chefe de Estado ou invasão da vida privada do presidente . E é por isso que não é raro vermos moças desfilarem por alguns dos nossos palácios com decotes sedutores, para felicidade e por vezes para infelicidade do chef, como teria acontecido a este presidente de um grande país da África Ocidental, cujo coração cedeu após "trabalho de interesse comum" de rara intensidade com um peripatético.
Hamadou GADIAGA
[Especial 4 de abril] 2/4 golpes militares na África Ocidental: as razões da exceção senegalesa.
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Estamos em 2023 DC. Todos os países do Sahel foram atingidos pelo menos uma vez pelo fenômeno do “golpe de estado”. Todos ? Não ! No meio deste oceano turbulento, navega serenamente um país cujo nome é inspirado numa canoa: Senegal. Contra todas as probabilidades, conseguiu evitar esta tendência e manter uma tradição de estabilidade política desde a sua independência em 1960. Quais são as razões para este equilíbrio? Elementos de resposta nesta análise.
Paz, um conceito forte com suporte frágil. Desde os primórdios do mundo, os povos sempre usaram a violência para conquistá-lo, confirmando assim a frase latina “Se queres a paz, prepara-te para a guerra”. Foi precisamente ao participar numa delas (1940-1945) que muitos países africanos obtiveram posteriormente um conceito tão importante como a paz: a liberdade. Em 1960, as ex-colônias francesas, em uníssono, proclamaram sua independência. Uma nova era que vem com sua cota de inconveniências. Em 13 de janeiro de 1963, a África negra experimentou seu primeiro golpe no Togo. Sylvanus Olympio, o primeiro presidente do país, é morto a tiros após um golpe que levou Nicolas Grunitzky ao poder. Este golpe terá um efeito bola de neve nos outros países porque, no mesmo ano, ocorrerão dois golpes (República do Congo e Benin). E desde a independência até os dias atuais, o continente registrou 212 golpes. No Senegal, a situação é bem diferente. Melhor ainda, o país de Teranga tem um nome apropriado, é um terreno fértil para a paz em uma região hostil. Para além das “tentativas” de golpe (1962 e 2011), cuja veracidade se discute, o Senegal é uma verdadeira exceção neste domínio. Em várias ocasiões, aconteceu até para ajudar os países vizinhos em dificuldade. Foi o que aconteceu em 1998 na Guiné-Bissau durante a “Operação Gabou”. Os soldados senegaleses foram dar uma mãozinha ao presidente João Bernardo Vieira diante de uma rebelião. Mais recentemente, o Senegal participou, desempenhando um papel importante, na operação “restaurar a democracia” na Gâmbia que facilitou a subida ao poder de Adama Barrow. Mas então, como o Senegal tem feito para preservar sua estabilidade durante todos esses anos?
Democracia: entre a herança colonial e a democracia assumida
Ao contrário de muitos outros países da África Ocidental, o Senegal desfrutou de uma tradição relativamente estável de administração colonial sob a França. Isso possibilitou o desenvolvimento de uma classe política relativamente experiente.
Deve-se esclarecer que a manutenção da estabilidade política e da democracia no Senegal não se deve apenas à herança colonial francesa, mas também resulta de fatores internos específicos do país. É verdade que a França teve uma influência importante na formação do Estado senegalês e no desenvolvimento de suas instituições políticas. Durante sua ocupação, a França impôs um sistema político centralizado, no qual o poder estava concentrado nas mãos da elite política e administrativa francesa. No entanto, após a independência, os líderes senegaleses conseguiram estabelecer um sistema democrático que demorou a decolar, pois a primeira mudança pacífica de poder ocorreu em 2000.
Além disso, o Senegal tem uma história política particular, marcada por movimentos nacionalistas e lutas pela independência lideradas por personalidades como Léopold Sédar Senghor, Mamadou Dia e Cheikh Anta Diop. Esses movimentos ajudaram a desenvolver uma cultura de democracia e participação política. Além disso, o Senegal goza de relativa estabilidade económica, com uma agricultura diversificada e uma economia orientada para os serviços. Essa estabilidade econômica contribuiu para a consolidação do sistema democrático e a prevenção de golpes de Estado.
Líderes religiosos, garantes da paz
Com mais de 95% de fiéis, o Senegal é um país predominantemente muçulmano. Distinguindo-se de outros países, o Islã no Senegal é marcado por inúmeras irmandades lideradas por líderes religiosos. Eles desempenham um papel importante na vida social e política. Freqüentemente, eles agiam como mediadores entre diferentes partidos políticos e ajudavam a resolver conflitos antes que eles se tornassem violentos. Recordamos que os acontecimentos de março de 2021 experimentaram um forte relaxamento em grande parte graças ao chamado desses guias, entre eles o califa-geral dos Mourides, Serigne Mountakha Mbacké. Ou seja, eles têm uma influência considerável nas decisões e no comportamento de seus seguidores, o que lhes permite agir em favor da paz e da reconciliação. O outro ponto forte da coesão social no Senegal é o diálogo islâmico-cristão. E os líderes religiosos de lá são.
fonte: seneweb.com
"A Guiné é o mestre dos relógios": a resposta de Conakry aos EUA com pressa para ver Doumbouya partir.
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No início de março, a Embaixada dos Estados Unidos na Guiné publicou no seu site o cronómetro que conta os dias que faltam ao Coronel Doumbouya no poder. Este lembrete realmente não agradou às autoridades da transição. Eles mostraram sua discordância, tomando cuidado para evitar desconforto diplomático.
Como "supervisor de classe"
Na televisão guineense, no passado sábado, o ministro dos Negócios Estrangeiros guineense, Morissanda Kouyaté, leu uma declaração em que retratava os Estados Unidos como "um superintendente de classe". “Esta contagem decrescente dá a imagem de um supervisor de turma a vigiar os alunos em exame, o que é obviamente inaceitável para um país ciumento da sua soberania e da sua independência como a República da Guiné”, indicou claramente o líder da diplomacia guineense.
Sem pressão"
Ele lembra aos Estados Unidos que seu país é o “mestre dos relógios”. "Gostaria de deixar claro que, tanto quanto os Estados Unidos da América são os mestres dos relógios para as atividades decididas pelo governo dos Estados Unidos da América, a República da Guiné é o mestre dos relógios para as atividades decididas pelo governo guineense”, disse Morissanda Kouyaté.
Após este desenvolvimento, a autoridade sugeriu que havia trocado com os altos funcionários da embaixada americana. Eles teriam dito a ele que essa “contagem regressiva não tinha a pretensão de pressionar as autoridades” da transição e “seus programas”.
" Nós estaremos lá… "
“Portanto, não tem valor vinculante e não deveria existir”, continuou o diplomata. Ontem, segunda-feira, a Embaixada dos Estados Unidos emitiu um comunicado de imprensa para tranquilizar as autoridades guineenses. Segundo o documento, a contagem regressiva publicada reconhece e celebra o compromisso do Presidente Doumbouya e das autoridades para concluir a transição em 1º de janeiro de 2025. “Estaremos lá para encorajar e apoiar a nova democracia da Guiné”, continua o comunicado.
fonte: seneweb.com
[Especial 4 de abril] 3/4 Operações Fodé Kaba 1 e 2, Gabou, Libéria…: O exército senegalês, “pacificador” no continente.
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Premier contributeur francophone des Nations-Unies, l’armée sénégalaise participe depuis plusieurs décennies aux différentes missions de maintien de la paix de l’Onu et de la Cedeao. Seneweb vous livre quelques faits d’armes de la grande muette, vigie de la démocratie en Afrique et dans le monde.
Îlot de stabilité dans une région en proie à toutes sortes de tensions, le Sénégal doit son statut de havre de paix en grande partie à ses forces armées. Ciment de la cohésion nationale et maîtresse d’œuvre incontestée de la stabilité du pays notamment à travers son concept « armée-nation », l’armée sénégalaise n’en est pas moins un « gendarme » du continent africain et un « gardien de la paix » dans le monde.
Avec un palmarès reluisant en matière de maintien de la paix en Afrique et dans le monde, la grande muette s’est érigée, au fil du temps, en acteur incontournable pour les organismes sous-régionaux (CEDEAO), continentaux (UA) et internationaux (Nations-Unies). Son apport en moyens humains et logistiques dans les différentes missions de maintien de l’ordre et de la paix à travers le monde, est sans commune mesure. En effet, sa présence dans les théâtres d’opérations extérieures lui a permis de gagner en expérience mais également de se forger un rayonnement international.
Une réputation qui vaut aujourd’hui à l’armée sénégalaise, la confiance totale des Nations-Unies dont elle est la première contributrice francophone dans les différentes missions déployées un peu partout dans des pays en crise. Cependant, avant de conquérir le monde comme gardienne de la paix, l’armée sénégalaise s’est d’abord illustrée dans la sous-région en réussissant, sans mandat des organisations régionales ou internationales, à enrayer des tentatives de coup d’État en Gambie en 1980 et en 1981 ou en Guinée Bissau.
Opérations Fodé Kaba 1 et 2 (Gambie), Gabou (Bissau)
Ses opérations les plus emblématiques restent Fodé Kaba 1 et 2 en Gambie ainsi que Gabou en Guinée Bissau. Déclenchée le vendredi 31 octobre 1980, l’opération Fodé Kaba 1 a duré 8 jours. Deux hélicoptères Puma de militaires sénégalais se sont posés dans la cour du Palais présidentiel et à la cathédrale qui le jouxte. Un autre Fokker transportant un contingent de militaires sénégalais a atterri à l’aéroport. La simple présence des Jambars avait réussi à dissuader les mutins dirigés par Kukoy Samba Sagna. Ce dernier et ses hommes avaient assassiné le Général Mahoney, proche du président d’alors Dawda Kairaba Jawara.
Boubacar Cissé, à l’époque sergent à la première compagnie des parachutistes qui avait participé aux deux opérations confie dans un entretien accordé à Seneweb en 2017 : « Général Mahoney a été assassiné chez lui tôt le matin par des inconnus qui voulaient atteindre Jawara. Il était le chef de la police gambienne. Kukoy pensait que si le général était assassiné, le président pourrait facilement être atteint lors des funérailles. Il fallait rapidement descendre pour sauver Kairaba Jawara ». Sur les lieux, l'armée a sécurisé la messe et est restée une semaine à patrouiller dans le pays avant de retourner sur Dakar le samedi 08 novembre 1980.
seneweb.com
Transição na Guiné: Embaixada dos EUA lança contagem regressiva para Doumbouya, Conacri irritada.
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No início de março, a Embaixada dos Estados Unidos na Guiné publicou no seu site o cronómetro que conta os dias que faltam ao Coronel Doumbouya no poder. Este lembrete realmente não agradou às autoridades da transição. Eles mostraram sua discordância, tomando cuidado para evitar desconforto diplomático.
Como “um supervisor de classe”
Na televisão guineense, no passado sábado, o ministro guineense dos Negócios Estrangeiros, Morissanda Kouyaté, leu uma declaração em que retratava os Estados Unidos como “um superintendente de classe”.
“Essa contagem regressiva dá a imagem de um supervisor de turma vigiando os alunos nas provas. O que obviamente é inaceitável para um país ciumento da sua soberania e independência como é a República da Guiné”, esclareceu o chefe da diplomacia guineense.
Sem pressão"
Ele lembra aos Estados Unidos que seu país é o “mestre dos relógios”. “Gostaria de deixar claro que, tanto quanto os Estados Unidos da América são os mestres dos relógios para as atividades decididas pelo governo dos Estados Unidos da América, a República da Guiné é o mestre dos relógios para as atividades decididas pelo governo guineense”, disse Morissanda Kouyaté.
Após este desenvolvimento, a autoridade sugeriu que havia trocado com os altos funcionários da embaixada americana. Eles teriam dito a ele que essa “contagem regressiva não tinha a pretensão de pressionar as autoridades” da transição e “seus programas”.
"Nós estaremos lá…"
“Portanto, não tem valor vinculante e não deveria existir”, continuou o diplomata. Ontem, segunda-feira, a Embaixada dos Estados Unidos emitiu um comunicado de imprensa para tranquilizar as autoridades guineenses.
De acordo com o documento, a contagem decrescente publicada reconhece e celebra o empenho do Presidente Doumbouya e das autoridades para concluir a transição a 1 de janeiro de 2025. “Estaremos lá para encorajar e apoiar a nova democracia guineense”, continua o comunicado.
fonte: seneweb.com
63º Dia da Independência: Siga o desfile de 4 de abril.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Veja o video: https://youtu.be/ve8lK3a_XFo
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