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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... O combate aos incêndios está prestes a entrar numa nova fase em Kins...
quarta-feira, 18 de janeiro de 2023
Senegal: Derek Chauvin, o policial que matou George Floyd, busca a anulação de seu julgamento.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
O polícia que matou o afro-americano George Floyd e inflamou os Estados Unidos em 2020 tenta, desde quarta-feira, ver anulada a sua condenação por homicídio durante um julgamento de recurso de âmbito essencialmente simbólico.
Derek Chauvin, 46, foi condenado por assassinato por um tribunal estadual do norte de Minnesota após um julgamento de alto nível em 2021 e sentenciado a 22 anos e meio de prisão. Ele acredita que seus direitos a um julgamento justo foram violados, principalmente devido à "publicidade" em torno do caso e às "ameaças de violência" que deveriam ter levado a uma mudança de cenário nas audiências, e pede que o veredicto seja anulado .
Seja qual for o resultado deste recurso, Derek Chauvin permanecerá na prisão, porque se declarou culpado de "violações dos direitos civis" de George Floyd perante um juiz federal e recebeu em 2022 uma sentença final de 21 anos de prisão.
O Assassinato de George Floyd
Em 25 de maio de 2020, esse policial de Minneapolis, no cargo há 19 anos, permaneceu ajoelhado no pescoço do quarenta preto por quase dez minutos, indiferente aos seus gemidos e às intervenções de transeuntes em pânico. A cena, filmada e postada online, gerou grandes protestos contra o racismo e a brutalidade policial nos Estados Unidos e além.
fonte: seneweb.com
Senegal: bandeira superior Crônica do Banner Principal o estranho destino do livro de Cheikh Yérim Seck (por Adama NDIAYE).
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Inquestionavelmente, Cheikh Yérim Seck é atualmente o rei do buzz. Infelizmente para ele, o barulho em torno de seu livro “Macky Sall confrontado com a história” provavelmente não aumentará os números de vendas. O PDF do livro pode ser compartilhado no Whatsapp como os áudios do MC Niasse ou a última sextape fazendo manchetes. Sem falar nas capturas de tela que publicamos aqui e ali no Twitter e no Facebook. Curioso tempo em que não nos damos mais ao trabalho de ler um livro inteiro para captar sua quintessência. Mas o suficiente do hasbeenerie.
O mais interessante do livro do ex-jornalista da Jeune Afrique é seu curioso, para não dizer saboroso, destino. Após o anúncio da publicação do livro, e ao ler a contracapa, Cheikh Yérim Seck foi elogiado, em certos círculos, digamos "patriotas", como um jornalista corajoso e rebelde. Aquele que ia dar o golpe de misericórdia em Macky Sall, já em má situação entre os escândalos político-financeiros, as séries negras nas estradas e sua incapacidade de realmente colocar em prática suas reformas sociais. Do lado do poder, a raiva era forte. Mamadou Lamine Massaly lança também uma primeira banderilla, numa contribuição, ao qualificar Cheikh Yérim Seck de “tolo” e ao exumar a história da violação pela qual foi condenado.
Setenta e duas horas depois, o conteúdo do livro, começando a "vazar", incluindo detalhes sobre a vida noturna de Ousmane Sonko, Cheikh Yérim Seck rapidamente se tornou o principal agente de mais uma conspiração para impedir a marcha irresistível do PROS em direção ao palácio presidencial . Basicamente, dizem-nos que o título, assim como as revelações perturbadoras sobre o poder, seriam apenas uma cortina de fumaça para esconder a verdadeira natureza do livro: uma empresa de demolição, o Sr. Ousmane Sonko. Uma trama, é claro, fervida e financiada pelo casal executivo.
Nas redes sociais, ele é, portanto, alvo de uma polícia patriótica particularmente irada.O ângulo de ataque é, também aqui, o mesmo de seus detratores próximos ao poder: eles trazem à tona suas velhas panelas judiciais.
Por uma tremenda inversão da situação, é agora a vez dos militantes e simpatizantes de Benno Bokk Yaakaar, exultarem, encantados por ver Sonko respingar no que parecia ser um desabafo contra o Presidente da República.
Ainda não terminei de ler o livro de Cheikh Yérim Seck para formar uma opinião definitiva, mas pelo menos tem o mérito de destacar as artimanhas do debate público.
fonte: seneweb.com
ANGOLA: POR SER PRESIDENTE, LADRÃO PASSA A SER IMPOLUTO?
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A Unicef pediu hoje medidas urgentes para evitar que em Junho próximo cerca de 25 milhões de pessoas passem fome na Nigéria, devido à violência armada aliada aos impactos da crise climática e aumento do preço dos alimentos. Em Angola não há violência armada mas há 20 milhões de pobres, há crianças a morrer à fome. É só para lembrar ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
As previsões daquela agência das Nações Unidas baseiam-se em dados recolhidos para elaborar um quadro analítico sobre segurança alimentar, em Outubro passado.
Assim, a Unicef alertou em comunicado que a insegurança alimentar na Nigéria, que afecta actualmente cerca de 17 milhões de pessoas, continuará a aumentar de forma “alarmante”. Em Angola a fome continua a aumentar. É só para lembrar à Unicef.
“A situação de segurança alimentar e nutricional na Nigéria é profundamente preocupante. Há centros de saúde cheios de crianças que lutam para manter a vida. Devemos agir agora”, afirmou o representante da ONU naquele país africano, Matthias Schmale.
O aumento preço dos alimentos somou-se “à violência persistente nos estados nordestinos de Borno, Adamawa e Yobe”, onde os ataques de grupos terroristas são habituais, e ao “banditismo armado e sequestros em estados como Katsina, Sokoto, Kaduna”, Benue e Níger, realçou a Unicef.
Esta circunstância obrigou muitas famílias a abandonarem as suas casas, deixando cerca de 8,3 milhões de pessoas dependentes de ajuda humanitária só nos três primeiros estados. Em Angola (é só para lembrar à Unicef) muitas famílias abandonam as suas cubatas e as suas aldeias à procura de qualquer coisa que sirva para enganar a barriga… vazia.
Por outro lado, a Nigéria registou, em 2022, fortes inundações que danificaram mais de 676.000 hectares de cultivo, o que evitou que muitos camponeses pudessem fazer as suas colheitas.
Segundo a Unicef, “as inundações são um dos efeitos da crise climática na Nigéria e prevêem-se padrões climáticos mais extremos, que afectarão a segurança alimentar no futuro”.
De facto, cerca de seis milhões dos 17 milhões de pessoas que passam fome na Nigéria são crianças menores de cinco anos que vivem nos estados de Borno, Adamawa, Yobe, Sokoto, Katsina e Zamfara, segundo dados recolhidos pela Unicef. Em Angola as crianças são geradas com fome, nascem com fome e morrem pouco depois com fome. É só para lembrar.
Nos três primeiros estados, o número de crianças com desnutrição aguda (fome, em bom português) pode aumentar este ano de 1,74 milhões para dois milhões. A tal desnutrição aguda debilita o sistema imunitário, colocando assim estas em risco de contraírem outras doenças ou mesmo de morrerem. Da mesma forma, se não for tratada a tempo, pode alterar gravemente o desenvolvimento físico e cerebral das crianças.
Os estados do centro e noroeste da Nigéria sofrem constantes ataques de “bandidos”, termo usado no país para designar grupos criminosas, que cometem assaltos, roubos e sequestros em massa para conseguir resgates lucrativos. Em Angola as populações sofrem constantes ataques de “bandidos” (os políticos do MPLA que estão no Poder há 47 anos e que não vivem para servir os cidadãos mas para deles se servirem, tornando-os escravos).
A insegurança é também causada, desde 2009, pela actividade do Boko Haram no nordeste e, desde 2016, por cisão deste, pelo Estado Islâmico na Província da África Ocidental (ISWAP, na sigla em inglês). Em Angola o drama é causado pelo MPLA.
UNICEF QUER FAZER AQUILO QUE O MPLA NÃO FAZ
Em Novembro de 2021, a Unicef queria garantir o tratamento imediato da desnutrição severa de 10 mil crianças no sul de Angola, região que enfrentava (e continua a enfrentar) uma das piores secas dos últimos 40 anos, anunciou a organização. Ao que parece, o MPLA (que está no Poder há 47 anos) desconhecia que o sul de Angola faz parte de… Angola!
Em comunicado, a Unicef adiantava na altura estar a trabalhar com os governos de províncias do sul de Angola num projecto financiado pela Direcção de Protecção Civil e Ajuda Humanitária da União Europeia (ECHO) que visava “fornecer serviços nutricionais essenciais de qualidade para crianças menores de cinco anos de idade”.
A agência da ONU lembrava que o sul de Angola enfrentava uma das piores secas dos últimos 40 anos, que provocou uma redução da produção agrícola e pecuária, originando o aumento da insegurança alimentar e um número cada vez maior de crianças a sofrer de desnutrição. A morrer de fome, dizemos nós. E dizemos há muito, muito tempo.
O programa da Unicef incluía a avaliação da situação nutricional de crianças menores de cinco anos nas províncias de Benguela, Cunene, Huambo e Huíla. O programa de resposta à desnutrição incluía ainda a formação dos profissionais de saúde sobre o protocolo nacional para gestão da desnutrição aguda, para que as equipas designadas para actividades de nutrição sejam totalmente formadas em práticas de salvamento de crianças.
“Algumas mães e cuidadores de crianças também estão a aprender a medir a circunferência do braço das crianças, como uma técnica que pode ajudar a diagnosticar atempadamente os casos de desnutrição”, acrescenta-se no comunicado, explicando-se que o diagnóstico imediato de desnutrição ajuda a garantir que as crianças recebam tratamento adequado em tempo útil.
Entre Janeiro e Setembro de 2021, o apoio da Unicef já permitiu a mais de 215.000 crianças serem rastreadas nas suas comunidades e a mais de 35.000 crianças com desnutrição severa serem encaminhadas para serviços de atendimento em várias províncias do sul de Angola.
NASCER COM FOME E MORRER COM… FOME
No dia 20 de Novembro “comemorou-se” o Dia dos Direitos da Criança. Celebrou-se mais um aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança, o tratado internacional mais ratificado em toda história. Nunca mais chega a altura de todos os dias do ano serem dia das crianças. Então em África, então em Angola…
Como sempre, Angola ratificou a Convenção em 1990 manifestando desta forma o seu pleno compromisso com a realização de cada direito da criança. Contudo, as nossas crianças continuam a ser geradas com fome, a nascer com fome e a morrer, pouco depois, com… fome. Tal desiderato foi traduzido em vários instrumentos legais com particular destaque para a Lei 25/12 sobre a Protecção e Desenvolvimento Integral da Criança onde estão descritos os 11 Compromissos com a criança.
O Governo do MPLA mostra, também nesta matéria, que assinar “coisas”, legislar, propagandear é a sua principal arma. Quando toca a cumprir é que o rabo torce a porca…
A Convenção sobre os Direitos da Criança continua a ser um instrumento orientador para os países no sentido de implementarem uma agenda que vá de acordo as necessidades das crianças e das suas famílias, particularmente em períodos desafiadores como o que vivemos. No cosso caso, se mesmo sem os tais períodos desafiadores este e outros direitos humanos nunca foram cumpridos, agora a situação é ainda mais dramática.
“O cenário actual é desafiador mas é importante que esta crise não se transforme numa crise dos direitos da criança. Falhar com a criança e os seus direitos hoje, é falhar com o presente e o futuro. Nenhuma sociedade prospera se os direitos da criança não forem protegidos”, afirmou na altura Ivan Yerovi, Representante da Unicef em Angola.
Diante dos desafios, a Unicef recomendou que se mantenha a criança no centro das decisões, e que ela continue a ser prioridade absoluta. Para isso é urgente materializar e monitorizar a implementação dos 11 Compromissos, para garantir a sustentabilidade de todos os avanços alcançados até a data ao mesmo tempo que se reforça o investimento no sector social.
Oficialmente Angola fez progressos na implementação da Convenção sobre os Direitos da Criança, destacando-se por exemplo o aumento da cobertura do registo de nascimento, o aumento do acesso ao ensino ou o aumento do investimento na aquisição de vacinas. É claro que, no terreno, o registo de nascimento não enche barriga e a compra de vacinas não é sinónimo de que elas sejam ministradas.
Outros passos importantes, dados recentemente (de acordo com a propaganda oficial e que conta com a cobertura da Unicef) foram a aprovação do Decreto Executivo Conjunto que aprova os Procedimentos Operacionais Padrão no âmbito da Lei do Julgado de Menores; a inclusão no Orçamento Geral do Estado para 2022, de recursos para o programa de Transferências Monetárias destinado às crianças menores de 5 anos assim como a definição de um orçamento que contempla questões sensíveis ao género. Estas e outras acções promovem, de certa forma, um ambiente mais propício para o desenvolvimento da criança. Para as que estiverem vivas…
“Reconhecemos que muito tem sido feito, mas não devemos descansar enquanto ainda existirem crianças sem vacinas, fora da escola, crianças sem nenhum documento de identificação; enquanto existirem crianças caladas vítimas da violência, e crianças a padecerem de malnutrição ou alguma doença prevenível”, apelava o representante da Unicef, certamente inspirado pela conforto de ter, todos os dias, pelo menos três coisas que faltam a milhões de crianças angolanas: refeições.
A Unicef tem trabalhado com o Governo, as comunidades e parceiros do sector privado a fim de reduzir o impacto das mudanças climáticas com o reforço de serviços como água, higiene e saneamento, nutrição, saúde, protecção e educação, nas comunidades mais atingidas.
É tempo de (re)imaginar um presente e futuro diferente, é tempo de definir e agir sobre metas claras que trarão mudanças na vida das crianças a curto, médio e longo prazo. É isso que se espera de um país rico, independente há 47 anos e em paz total há mais 20 anos. As crianças angolanas contam com todos e cada um ou cada uma, para poderem viver num ambiente seguro e favorável para o seu desenvolvimento, um ambiente onde tenham voz e vez.
A Unicef apela para um esforço conjunto na construção e fortalecimento de uma rede de protecção da criança onde actores do Governo, famílias, sociedade civil, sector privado trabalhem em conjunto para providenciar o necessário a cada criança, porque ela não pode esperar.
CRIANÇAS SÃO ESCRAVOS EM DUPLICADO
Angola fracassou no alcance das metas definidas no protocolo internacional dos 11 compromissos da criança, dizem analistas angolanos para quem é necessário que o Governo do MPLA tenha (como é seu dever) um papel mais activo para que se cumpram esses objectivos.
Os 11 compromisso são “a esperança de vida ao nascer”, a “segurança alimentar e nutricional”, o “registo de nascimento”, a “educação da primeira infância”, “a educação primária e formação profissional”, “ justiça juvenil”, “prevenção e redução do impacto do VIH/SIDA nas famílias e nas crianças”, “a prevenção e combate à violência contra criança”, “a protecção social e competências familiares”, “a criança e a comunicação social, a cultura e o desporto” e “a criança no plano nacional e no Orçamento Geral do Estado”.
Recordar-se-á o general João Lourenço que o seu partido/Estado garantiu que “o Governo iria materializar o estabelecido nos instrumentos jurídicos, nacionais e internacionais, aplicáveis à protecção e à promoção dos direitos inalienáveis da pessoa humana e da criança em particular”?
Como anedota até não esteve mal. Mas a questão das nossas crianças não se coaduna com os histriónicos delírios de um regime esclavagista que as trata como coisas.
O Governo de João Lourenço, tal como o de José Eduardo dos Santos, é signatário da Convenção sobre os Direitos da Criança e por isso Angola adoptou e incorporou na legislação nacional os princípios estabelecidos naquele instrumento jurídico internacional, no que diz respeito à garantia da sobrevivência e ao bem-estar das crianças.
Assinar convenções, o governo assina, não é senhor general João Lourenço? Cumpri-las é que é uma chatice. Por alguma razão, por cada 1.000 nados vivos morrem em Angola mais de 150 crianças até aos cinco anos, apresentando por isso uma das mais altas taxas de mortalidade.
O Governo garante que tem adoptado medidas administrativas, legislativas e de outra natureza, com vista à implementação dos direitos da Criança universalmente reconhecidos e plasmados na Constituição da República, sem distinção de sexo, crença religiosa, raça, origem étnica ou social, posição económica, deficiência física, lugar de nascimento ou qualquer condição da criança, dos seus pais ou dos seus representantes legais.
Muito gosta o regime de João Lourenço de gozar com a nossa chipala, fazendo de todos nós um bando de malfeitores matumbos. Como se não soubéssemos que as nossas crianças são geradas com fome, nascem com fome e morrem, pouco depois, com fome.
“Angola registou avanços consideráveis com o estabelecimento de um quadro legal de referência para a promoção e defesa dos direitos da criança em vários domínios, designadamente com a adopção da Lei sobre a Protecção e Desenvolvimento Integral da Criança, que incorpora os princípios da Convenção dos Direitos da Criança e da Carta Africana e os 11 Compromissos para a Criança, que se constituem, de facto, no núcleo de uma agenda nacional para a criança angolana”, lia-se num dos documentos que acompanham João Lourenço nas suas nababas viagens pelo mundo.
O Governo do reino nababo afirma igualmente que a materialização dos Planos de Reconstrução e Desenvolvimento Nacional, associados às Políticas e Programas de Protecção Social, têm favorecido a melhoria das condições de vida da população e, consequentemente, das crianças angolanas.
Será por isso, senhor general João Lourenço, que a esperança média de vida à nascença em Angola cifrou-se nos 52,4 anos, apenas à frente da Serra Leoa, com 50,1 anos?
Diz o regime de João Lourenço que, apesar das condições conjunturais difíceis por que passa a economia nacional e internacional, o Governo vai continuar a desenvolver esforços significativos para reconstruir os sistemas e infra-estruturas sociais, para aumentar a oferta, cobertura e qualidade dos serviços de saúde materno-infantil, para a expansão da educação e para a implementação dos programas de vacinação, de água potável e saneamento, a fim de se verificarem progressos substanciais no Índice de Desenvolvimento Humano.
Folha 8 com Lusa
terça-feira, 17 de janeiro de 2023
Guiné Equatorial: Teodoro Obiang Nguema manda prender um dos filhos.
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Um dos filhos do Presidente da Guiné Equatorial, Ruslan Obiang Nsue, suspeito de ter vendido um avião da companhia aérea nacional, foi detido na segunda-feira e colocado em prisão domiciliária, anunciou esta terça-feira a televisão estatal (TVGE).
No final de novembro, as autoridades abriram uma investigação “após constatar o desaparecimento da aeronave ATR 72-500 pertencente à empresa nacional”, Ceiba Intercontinental, que se encontrava em revisão de rotina em Espanha desde 2018, explica a TVGE.
Segundo a mesma fonte, Obiang Nsue, teria “vendido o avião ATR à empresa Binter Technic”, especializada em manutenção aeronáutica e sediada em Las Palmas, na ilha espanhola de Gran Canaria.
O ex-Secretário de Estado do Desporto e Juventude, Ruslan Obiang Nsue, atual diretor do Aeroporto de Ceiba, foi primeiro vice-diretor do Ceiba Intercontinental e depois seu gerente geral.
"Ruslan Obiang confessou que foi ele quem vendeu o ATR de Ceiba, não vou me deixar levar por familismo ou favoritismo, por isso mandei prender imediatamente e libere a justiça", disse seu meio-irmão, o vice-presidente Teodoro Nguema Obiang Mangue, apelidado de "Teodorin", twittou.
O próprio Teodorin Obiang foi condenado a título definitivo pela justiça francesa no final de julho de 2021 a uma pena de prisão suspensa de três anos e a uma multa de 30 milhões de euros e ao confisco dos seus bens em França por ter aí estabelecido de forma fraudulenta um negócio de luxo. no contexto de casos de "ganhos ilícitos".
Em julho de 2021, Londres também congelou seus ativos financeiros no Reino Unido e o baniu de seu território após investigações anticorrupção. Malabo então fechou sua embaixada no país para protestar contra essa decisão.
A prisão de Ruslan Obiang Nsue, um dos filhos do presidente, não tem precedentes para um membro da família presidencial deste pequeno estado centro-africano rico em petróleo.
Em dezembro passado, a notícia do desaparecimento deste avião e sua suposta venda pelo Sr. Obiang Nsue provocou indignação nacional.
A Guiné Equatorial é governada há mais de 43 anos pelo presidente Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, que acaba de ser reeleito para um sexto mandato de sete anos e detém o recorde mundial de longevidade no poder para um chefe de Estado vivo, excluindo monarcas.
A Guiné Equatorial é o terceiro país mais rico da África subsaariana em PIB per capita em 2021, de acordo com o Banco Mundial, mas ficou em 172º lugar globalmente entre 180 no barômetro de corrupção da Transparência Internacional.
domingo, 8 de janeiro de 2023
Uganda: O discurso de Museveni - Filtrando fatos da ficção.
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O que você precisa saber:
Em seu discurso que terminou em 2022 e deu início a 2023, o presidente Museveni culpou a inflação com a qual os ugandenses estão lutando na guerra russa na Ucrânia, mas ao mesmo tempo afirmou que Uganda não está tomando partido na guerra, mas como Derrick Kiyonga escreve, as evidências mostram que A neutralidade de Uganda na guerra é duvidosa.
Pela enésima vez, o presidente Museveni culpou os altos preços das commodities pela evasão russa da Ucrânia, iniciada em 24 de fevereiro de 2022.
“Está claro que o principal fator dos altos preços das commodities e da escassez de algumas commodities é a guerra na Ucrânia e as sanções que foram impostas ao petróleo russo e outros produtos pelos países ocidentais”, disse Museveni.
Já faz um ano desde que as nações ocidentais impuseram amplas sanções à Rússia, mas está ficando cada vez mais difícil vincular a inflação de Uganda à guerra. Os EUA impediram a Rússia de fazer pagamentos de dívidas usando moeda estrangeira mantida em bancos americanos, com os principais bancos russos removidos das mensagens financeiras internacionais e o efeito foi atrasar os pagamentos à Rússia por suas exportações de petróleo e gás. Por sua vez, o Reino Unido (Reino Unido) omitiu os principais bancos russos de seu sistema financeiro, congelou os ativos de todos os bancos russos, impediu que as empresas russas tomassem dinheiro emprestado e impôs limites aos depósitos que os russos podem fazer nos bancos do Reino Unido.
O Reino Unido, a UE e os EUA também proibiram a exportação de bens de dupla utilização – com fins civis e militares, como peças de veículos; uma proibição de importação de ouro russo e uma proibição de exportação de bens de luxo para a Rússia. Ativos aparentemente pertencentes ao presidente russo Vladimir Putin e ao ministro das Relações Exteriores Sergei Lavrov foram congelados nos EUA, UE, Reino Unido e Canadá e superiates no valor de bilhões de dólares ligados aos chamados oligarcas russos foram apreendidos e muitas marcas internacionais foram suspensas operando na Rússia ou totalmente retiradas.
Segundo o Banco Mundial, o potencial impacto da guerra na Ucrânia sobre os mercados de commodities ocorre de duas formas: o impacto físico dos bloqueios e a destruição da capacidade produtiva; e o impacto no comércio e na produção após as sanções. “Essas sanções estão tendo grandes ramificações globais. A Rússia e a Ucrânia exportam muitas commodities.
A Rússia é o maior exportador mundial de trigo, ferro-gusa, gás natural e níquel, e responde por uma parcela significativa das exportações de carvão, petróleo bruto e alumínio refinado. A Rússia e a Bielorrússia são importantes fornecedores de fertilizantes. A Ucrânia é um importante exportador de commodities alimentares, como trigo e óleo de semente de girassol”, disse o Banco Mundial no ano passado, quando os preços das commodities subiram em todo o mundo. Com muito em jogo, Museveni afirmou que Uganda evitou tomar partido nessa guerra porque seu governo pensa que poderia ter sido evitado e que eles disseram aos envolvidos nossas opiniões em particular.
“Consequentemente, evitamos negociar com a Rússia amiga por petróleo mais barato, como a Índia fez, porque também somos amigos dos EUA e de todos os países ocidentais”, disse Museveni. No entanto, depois que o jornal americano The Wall Street Journal revelou o discurso de Museveni após sua incursão na Ucrânia, a Rússia expandiu sua cooperação com o governo de Museveni.
O jornal disse que elementos dentro do regime lhes disseram que os russos ofereceram os serviços de uma rede de propaganda conhecida como Africa Back Office para criar uma estratégia de comunicação destinada a dissipar a desaprovação do governo de Museveni, uma oferta que foi aceita de bom grado.
As pessoas também apontaram para o acordo que o canal de notícias propagandista controlado pelo estado russo, conhecido como RT, havia firmado com a estatal Uganda Broadcasting Corporation (UBC) ostensivamente para dar sua versão da guerra. O Wall Street Journal disse que agora, por várias horas por dia, milhões que sintonizam o que é chamado de estação de TV nacional mais assistida de Uganda, a UBC, estão vendo a narrativa de Moscou sobre a guerra como uma campanha bem-sucedida para libertar a Ucrânia e as sanções ocidentais. sobre a Rússia como a causa do agravamento da fome na África.
“Em um grupo do WhatsApp, altos funcionários de comunicação de Uganda direcionam pessoas em sites de notícias amigáveis ao governo para publicar artigos pró-Rússia retratando o Ocidente como fraco e Moscou como um parceiro mais confiável, de acordo com trechos vistos”, informou o Wall Street Journal.
Após a incursão da Rússia na Ucrânia, que Putin chamou de “operação especial”, o jornal americano disse que três helicópteros de ataque Mi-28 fabricados na Rússia chegaram a uma base da força aérea de Uganda. Os helicópteros, disse, são para apoiar os militares de Uganda em sua operação de codinome Shujaa, contra as Forças Democráticas Aliadas ou ADF na República Democrática do Congo (RD Congo).
No discurso, Museveni não revelou muito em termos de relações exteriores de Uganda, pois se concentrou muito nas questões básicas com as quais os ugandenses estão lutando atualmente. Durante todo o ano passado, os ugandenses lutaram com os preços do óleo vegetal de cozinha. “Também estamos intensificando os esforços para produzir produtos como o óleo de palma, usado na fabricação de sabão, em vez de importá-lo da Indonésia e da Malásia”, disse Museveni.
No entanto, uma pesquisa de linha de base Sauti za Wananchi de Twaweza em 2021, na qual 3.000 entrevistados foram amostrados por meio de entrevistas pessoais entre 15 de setembro e 14 de outubro de 2021, sugeriu que a crise alimentar em Uganda é anterior à invasão da Ucrânia pela Rússia.
“Em outubro de 2021, 24% das famílias mais ricas e 55% das famílias mais pobres ficaram sem comer por um dia”, diz o relatório da pesquisa de base em parte.
Embora os ugandenses desejem que os preços dos alimentos caiam, Museveni não lhes deu muita esperança, dizendo que estão se concentrando em sua disponibilidade e não em acessibilidade.
“Embora os itens importados possam ser escassos, nossos próprios itens produzidos localmente serão abundantes. São bananas, mandioca, painço, feijão, milho, carne bovina, leite, peixe, ovos, galinha, etc. Podem ser caros por causa da gasolina que é usada para transportá-los, mas estarão disponíveis. Mesmo os preços de alguns deles ficaram estáveis durante o Natal, como a carne bovina, por exemplo”, disse Museveni. Embora Museveni afirme que os preços dos alimentos estão se estabilizando, os números do National Bureau of Statistics mostraram que os ugandenses lutaram para comprar comida com porções de comida no prato reduzindo drasticamente.
Uma pesquisa realizada pela Monitor em mercados que lotam as cidades de Kampala e Jinja durante a época festiva indica que o óleo vegetal custa Shs 10.000 por litro; cebola Shs2.500 por quilograma; tomate Shs4, 000 por quilograma; cenoura Shs2.500 por quilograma; pimenta verde Shs3.000 por quilograma; sal Shs1.000 por sachê; curry em pó Shs10.000 e muchuzi mix Shs8.000. O presidente Museveni insistiu que esses preços agora estão estáveis e atribuiu ao que chamou de algum elemento de especulação de alguns fornecedores de bens e serviços que ele acusou de aumentar desnecessariamente os preços.
“Quando os consumidores se afastam por causa dos preços altos, eles são, então, obrigados a baixar os preços e ainda lucrar. O que isso significa? Isso significa que eles eram muito gananciosos por superlucros e estavam tirando vantagem da situação. Eles estavam lucrando. Essa ganância também distorce a imagem da luta para reduzir os custos dos negócios e o custo de vida”, disse Museveni.
Os preços dos combustíveis ainda estão altos e é improvável que os preços dos alimentos caiam e Museveni, como antes, disse que a solução seria o uso de veículos elétricos.
“Estamos trabalhando em planos para mudar para ônibus elétricos, carros elétricos e piki pikis [motocicletas] elétricos. O movimento mais rápido pode ser em Piki pikis. Acordamos com alguns investidores para retirar os a gasolina/diesel e dar aos proprietários os elétricos”, disse Museveni, acrescentando que os investidores recuperam seu dinheiro com o licenciamento do governo para operar estações de carregamento onde as baterias elétricas são recarregadas.
Mudando para os carros e motocicletas elétricos, Uganda está apostando na Kiira Motors Corporation, a empresa estatal que anunciou pela primeira vez que começaria a fabricar 5.000 veículos anualmente em 2019 e continuou a produzir protótipos. Estima-se que um veículo elétrico Kiira híbrido de cinco lugares custe cerca de Shs100 milhões, muito além do que os ugandenses podem pagar.
Embora Museveni tenha defendido a mudança de veículos movidos a combustíveis sujos para veículos elétricos, ele nunca perde a chance de lembrar ao mundo que o petróleo de Uganda começará a fluir em 2025.
fonte: https://www.monitor.co.ug/
RDC: Tshisekedi presta homenagem ao Cabo Kunyuku, último combatente da 2ª Guerra Mundial.
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O Presidente da República, Félix-Antoine Tshisekedi Tshilombo prestou homenagem ao cabo Kunyuku Ngoma Albert, esta sexta-feira, 6 de janeiro de 2023, na esplanada da morgue do hospital Cinquantenaire em Kinshasa, informa um despacho da imprensa presidencial com cópia chegou a Digitalcongo.net
Morto desde 25 de novembro de 2022 aos 100 anos de idade (nascido em 11.08.1922), o cabo Kunyuku, veterano da Segunda Guerra Mundial (1940-1945) foi o último sobrevivente congolês que participou deste conflito mundial. .
Aos grandes homens, o país agradecido, dizem. O cabo Kunyuku Ngoma Albert serviu às nossas forças armadas então "La force publique" desde a era colonial até a independência, ou seja, de 1940 a 1960. Isso lhe rendeu reconhecimento mundial pelo fato de ter servido sob a bandeira belga para o Congo-belga no exército da coalizão para acabar com a Segunda Guerra Mundial e derrotar o regime nazista.
Este reconhecimento foi materializado pelas várias condecorações honoríficas aqui na RDC, na Rússia e no ano passado pelo Rei dos Belgas, Philippe que o condecoraram pessoalmente no dia 08 de junho de 2022 em Kinshasa. Acrescente-se a isso o realizador congolês José Adolphe Voto que lhe dedicou ainda dois documentários: “A Sombra dos Esquecidos” e “Mon Cabo” para saudar a sua bravura e reivindicar os seus direitos.
O Presidente Félix Tshisekedi depositou a sua coroa de flores diante dos restos mortais da ilustre figura perante o Primeiro-Ministro e os responsáveis, presentes nesta comovente cerimónia, fizeram o mesmo, informa a fonte.
Gisele Tshijuka
(GTM/DNK/Sim)
África Os 46 militares marfinenses indultados no Mali regressam a Abidjan.
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Quarenta e seis soldados marfinenses detidos no Mali há quase seis meses e condenados a 20 anos de prisão chegaram a Abidjan no sábado, um dia depois do indulto que lhes foi concedido pelo chefe da junta maliana, Assimi Goïta.
O avião da Força Aérea da Costa do Marfim que os transportava aterrissou às 23h40 no aeroporto de Abidjan. Os soldados em uniforme militar saíram um a um, brandindo uma pequena bandeira da Costa do Marfim, e foram saudados ao descerem da aeronave pelo Presidente Alassane Ouattara.
fonte: seneweb.com
Senegal: Macky Sall esperado em Kaffrine.
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O Chefe de Estado, Macky Sall, é esperado este domingo em Kaffrine por volta das 13h30, soubemos pelo serviço de comunicação da Presidência da República.
A visita do Presidente da República surge na sequência do grave acidente ocorrido na noite de sábado para domingo em Kaffrine, provocando 40 mortos e numerosos feridos, segundo um balanço inicial.
Numa publicação na rede social twitter, Macky Sall disse estar ''profundamente triste'' com este trágico acidente de viação, antes de enviar as suas «sinceras condolências» às famílias das vítimas e desejar «rápida recuperação aos feridos». ''. Foi decretado luto nacional de três dias a partir de segunda-feira, 9 de janeiro, anunciou o chefe de Estado.
Referiu ainda a realização na mesma data de um conselho interministerial para a “tomada de medidas firmes em matéria de segurança rodoviária e transporte público de passageiros”.
fonte:seneweb.com
Forças russas atacam postos de comando, destroem sistemas de artilharia fabricados nos EUA.
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As tropas russas atacaram quatro postos de comando das Forças Armadas da Ucrânia perto da cidade de Kherson, bem como em assentamentos de Kupyansk, Novoosinovo, região de Kharkiv e Gavrilovka, região de Dnepropetrovsk, disseram representantes do Ministério da Defesa da Rússia a repórtere.
Segundo o ministério, também foram destruídas 83 unidades de artilharia em postos de tiro, efetivos e equipamentos militares em 102 distritos.
Além disso, três depósitos de artilharia das Forças Armadas da Ucrânia foram destruídos em áreas dos assentamentos de Seversk e Artemovsk na República Popular de Donetsk (DPR), bem como na cidade de Stepne na região de Zaporozhye, acrescentou o Ministério da Defesa.
As Forças Armadas Russas continuaram sua ofensiva na direção de Donetsk e tomaram novas linhas vantajosas. Durante a ofensiva, os militares russos eliminaram e feriram até 80 soldados das Forças Armadas da Ucrânia.
Forças russas destroem sistemas M777 e HIMARS fabricados nos EUA
Durante a luta de contra-bateria na região de Kharkiv, os militares russos destruíram dois sistemas de artilharia americanos M777, disse o Ministério da Defesa da Rússia em 29 de dezembro.
Na região de Konstantinovka, na República Popular de Donetsk (DPR), um lançador múltiplo de foguetes HIMARS fabricado nos EUA foi destruído, acrescentou o ministério.
Desde o início da operação militar especial na Ucrânia, as forças russas destruíram um total de:
399 sistemas de mísseis antiaéreos,
7.296 tanques e outros veículos blindados de combate,
bem como 953 viaturas MLRS.
Além disso, as Forças Aeroespaciais Russas destruíram duas aeronaves Su-25 e Su-24 ucranianas.
“Aviões de caça das Forças Aeroespaciais Russas abateram aeronaves Su-25 e Su-24 da Força Aérea Ucraniana nas áreas dos assentamentos de Krasny Lyman e Kramatorsk”, disse o Ministério da Defesa.
fonte: port.pravda.ru
NEGAL: Procedimento, ações, eventos: O que você precisa saber sobre o luto nacional.
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Na sequência do trágico acidente deste domingo, 8 de janeiro de 2023, em Kaffrine, que deixou 40 mortos e 87 feridos, o Presidente da República, Macky Sall, decretou três dias de luto nacional a partir desta segunda-feira, 9 de janeiro. Uma oportunidade aproveitada pelo Seneweb para varrer certas ideias preconcebidas sobre o processo de luto nacional. Com efeito, falamos de luto nacional quando o Presidente da República decreta excepcionalmente a necessidade de a Nação prestar homenagem ao falecido de acontecimento significativo ou a um luminar do Estado que tenha deixado este mundo inferior.
O Presidente da República é a única autoridade do Estado que goza do poder de decretar luto nacional no país. O procedimento não se limita a um simples anúncio. A decisão é, aliás, indicada por decreto e assinada pelo Chefe de Estado. Em seguida, é publicado no Diário Oficial. Ao contrário de alguns feriados, este dia (atualmente) não é um dia de folga, ao contrário de algumas crenças populares. Portanto, as empresas não são obrigadas a fechar durante este dia de luto nacional decretado.
As ações que serão realizadas pela República durante este dia (ou nestes dias) são: o estabelecimento de um minuto de silêncio e o hasteamento a meio mastro (bandeira hasteada a meio mastro) das bandeiras em prédios públicos.
O luto nacional foi decretado várias vezes no Senegal por eventos ocorridos no território nacional ou fora do território. Entre os acontecimentos que levaram ao luto nacional podemos citar:
a morte de 11 bebês no hospital Tivaouane em 26 de maio de 2022 (3 dias de luto); o massacre de Boffa-Bayotte em 7 de janeiro de 2018 (dois dias de luto); naufrágio do barco Joola em 26 de setembro de 2002 (3 dias de luto); Morte de Lamine Guèye, em 1968 (dia de luto nacional); falecimento de Léopold Sédar Senghor em 20 de dezembro de 2001 (dia de luto); morte de Sua Majestade o Rei Fahd Bin Abdel Aziz Al-Saud em 2005 (3 dias de luto de 1 a 3 de agosto de 2005); morte de Serigne Saliou Mbacké em 28 de dezembro de 2007 (3 dias de luto nacional); falecimento de Jules François Bocandé em 2012 (luto nacional); Morte de Mandela em 2013 (3 dias de luto nacional); Debandada de Mouna durante a peregrinação a Meca em 2015 (3 dias de luto nacional); ataque em Bamako em novembro de 2015 (3 dias de luto nacional); incêndio em Daaka em Medina Gounass em abril de 2018 (3 dias de luto nacional).
fonte: seneweb.com
quinta-feira, 5 de janeiro de 2023
Os cinco princípios da Surovikin farão com que a Ucrânia desapareça como fumaça ao vento.
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A nova estratégia militar de Sergei Surovikin acabará varrendo o regime de Kyiv, disse o Financial Times. A publicação com sede nos EUA listou cinco princípios que a Rússia utiliza em sua oposição a Kyiv e ao Ocidente.
Assim, os princípios do comandante russo da operação especial na Ucrânia incluem:
Confiança na indústria de defesa independente;
Guerra híbrida no espaço de informação;
Melhor gerenciamento do comando;
Apoio público ao regime de Kyiv;
Impacto econômico e energético na Ucrânia.
A Rússia está tentando fugir da dependência de microchips importados. Além disso, Moscou precisa de enormes estoques de armas e participação em coalizões militares. A Rússia já coopera com o Irã, a China e até a Coréia do Norte - estes países são conhecidos por suas indústrias de defesa altamente desenvolvidas.
O Ocidente também precisa de um quadro geral positivo de si mesmo. Entretanto, a situação não parece ser tão brilhante quanto o Ocidente gostaria que fosse: enviar mais de 40 bilhões de dólares e sistemas Patriot para a Ucrânia aumenta as tensões dentro da sociedade ocidental.
Aqui está um quadro das taxas de inflação nos países europeus:
Estônia - 21%,
Lituânia - 17,6%,
Letônia - 16,5%,
os Países Baixos - 12%,
Itália - 11,8%,
Bélgica - 9,5%,
Espanha - 8,8%,
Áustria - 5,1%.
Após sua nomeação como comandante da operação especial na Ucrânia, Sergei Surovikin melhorou a logística, combinou táticas de armas e gerência intermediária.
Ele tirou as tropas russas de Kherson tendo encurtado a linha de contato e tornado as posições da Rússia vantajosas e seguras. Ele também mudou de lutas em larga escala para ataques coordenados. Tais hostilidades eternas são extremamente dolorosas para as Forças Armadas da Ucrânia.
Depois de Bakhmut, as Forças Armadas da Ucrânia terão que se retirar para as linhas defensivas em Kramatorsk e Slavyansk, e depois para Kyiv. Isto aumentará muito o moral das tropas russas.
Além disso, as Forças Armadas da Ucrânia não podem tomar a ponte terrestre que corre ao longo da costa do Mar de Azov e liga a Rússia à Crimeia, disse o jornal The Financial Times.
A sociedade ucraniana está cansada do conflito. As pessoas querem paz, e o Ocidente pode ver claramente que o regime de Kyiv tem perdido apoio, disse Gallup.
A guerra de desgaste provocou um golpe imenso na economia ucraniana.
"A estratégia militar e política da Rússia é distanciar a Ucrânia do Ocidente e espalhá-la aos ventos", disse Marc Galeotti, um membro sênior do Instituto de Relações Internacionais de Praga.
Injeções infindáveis de fundos na Ucrânia que se tornou irremediavelmente dependente dos Estados Unidos não rendem nada. Tentativas de fazer a Rússia pagar uma quantia espantosa de mais de US$ 1 trilhão alegadamente para a restauração da infra-estrutura destruída são ainda mais inúteis, concluem os autores do artigo.
Ver mais em https://port.pravda.ru/mundo/57403-surovikin_ukraine/
Margarida Corceiro reage a rumor de proximidade a Neymar: "Que vergonha".
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Margarida Corceiro voltou a estar em destaque na imprensa nacional nos últimos dias devido a uma alegada proximidade com Neymar.
Apesar de ter passado o Ano Novo com João Félix, confirmando que a relação de ambos está para durar, surgiu o rumor de que o jogador brasileiro estaria 'de olho' na atriz portuguesa.
A especulação começou depois de Margarida Corceiro ter partilhado no Instagram diversas fotografias de uma viagem a Paris, imagens que alegadamente receberam o 'gosto' de Neymar. De acordo com algumas publicações, o atleta chegou mesmo a, durante alguns dias, seguir a namorada de João Félix na rede social.
Ao ver o seu nome envolvido neste novo rumor, Margarida reagiu: "Como não sabem absolutamente nada, têm mesmo que pegar em qualquer coisa. Que vergonha".
fonte: https://www.noticiasaominuto.com/
Ouvido o apelo de Infantino: Cabo Verde quer nomear o seu estádio nacional com o nome de Pelé.
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Durante o velório do rei Pelé no início desta semana no Brasil, o presidente da Fifa teve a ideia de homenagear a lenda. De fato, Gianni Infantino deu a entender que sua instituição iria pedir a todos os países do mundo que dessem o nome de Pelé a um de seus estádios. Esta ideia agrada obviamente ao primeiro-ministro cabo-verdiano Ulisses Correia e Silva. Anunciou ontem quarta-feira nas redes sociais que pretende mudar o nome do estádio nacional de Cabo Verde. Isso agora deve ser chamado Stade Pelé. Silva acrescenta que já comunicou à Fifa a intenção de mudar o nome dessa infraestrutura esportiva.
A federação cabo-verdiana de futebol não foi consultada
O Estádio Nacional de Cabo Verde foi inaugurado em 2014. Tem capacidade para 15.000 lugares. A decisão do primeiro-ministro foi obviamente tomada sem consultar a federação cabo-verdiana de futebol. Seu presidente disse na quinta-feira que o governo não o contatou para discutir a possibilidade de mudar o nome do estádio nacional. “Fiquei sabendo disso nas redes sociais e a FCF não foi consultada sobre essa possibilidade”, garantiu.
Uma decisão unilateral, portanto, do Sr. Silva que não encontra o consentimento de todos os seus compatriotas. Os que ainda apoiam a ideia dizem que só vai promover o país, lembrando que o nome de Cesária Évora; a famosa cantora cabo-verdiana tem dado as ruas de França e de outros países.
“O nome Pelé não significa nada para o desporto cabo-verdiano”
“Não vejo nada de errado, sabendo que nós e o Brasil somos um país quase parecido, na minha humilde opinião”, disse outro. Os opositores a esta iniciativa fazem primeiro saber que os cabo-verdianos devem ser consultados sobre o assunto. Então, há uma necessidade de promover as estrelas nacionais. Pelé é certamente um grande jogador mas há “certamente personalidades nacionais que engrandeceram o desporto nacional e por isso merecem esta homenagem” sublinha um utilizador.
O nome Pelé nada representa para o desporto cabo-verdiano ainda que faça parte da língua portuguesa, diga-se dos mais mordazes. Outros sugeriram abertamente que a Fifa financie a construção de estádios em todo o mundo e os nomeie com o nome de Pelé.
fonte: seneweb.com
Ex-presidente Aziz impedido de deixar a Mauritânia.
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O ex-presidente da Mauritânia, Mohamed Ould Abdel Aziz, que será julgado a partir do final de janeiro por suposta corrupção, anunciou que foi impedido de viajar ao exterior na quarta-feira, denunciando uma medida ilegal.
“Estava no aeroporto para viajar, mas fui impedido pela polícia política que disse ter recebido instruções para o fazer, embora não esteja sujeito a controlo judicial ou qualquer outra disposição que me possa afetar. em um vídeo compartilhado em sua página no Facebook.
O ex-chefe de Estado mauritano será julgado em tribunal por alegada corrupção com outros 11 dignitários do seu regime a partir de 25 de janeiro, segundo fonte judicial.
O senhor Ould Abdel Aziz foi indiciado em março de 2021, junto com várias personalidades de alto escalão, por esses supostos atos que teriam sido cometidos quando governou o país de 2008 a 2019.
Entre seus co-réus estão um de seus genros, dois ex-primeiros-ministros e vários ex-ministros e empresários.
"Há apenas dois dias, uma pessoa que estava na mesma lista que eu pôde viajar. Aparentemente é um mau tratamento que este mau sistema de má gestão em vigor me reserva, que deixa o país à deriva", acrescentou Ould. Abdel Aziz.
Seu passaporte também foi confiscado na quarta-feira, de acordo com um oficial da gendarmaria que pediu anonimato.
Mais cedo na quarta-feira, o porta-voz do governo Nany Ould Chrougha disse a repórteres que as ações do ex-presidente visam influenciar os procedimentos legais em andamento.
O antigo chefe de Estado foi detido em junho de 2021 por incumprimento das suas medidas de controlo judicial e perturbação da ordem pública, antes de ser libertado no início de janeiro de 2022 por motivos de saúde.
A Justiça havia apreendido em agosto de 2020 o relatório de uma comissão parlamentar de inquérito responsável por esclarecer supostos atos de corrupção e desvio de dinheiro público durante os mais de 10 anos no poder de Aziz.
A comissão abordou vários aspetos: gestão das receitas petrolíferas, venda de bens do Estado, liquidação de uma empresa pública fornecedora de produtos alimentares ao país, atividades de uma empresa de pesca chinesa, etc.
O ex-presidente, que grita com o "acerto de contas", sempre se recusou a falar com o juiz de instrução. Considera-se protegido pela imunidade que lhe confere a Constituição.
fonte: seneweb.com
GABÃO: COALIÇÃO OPOSIÇÃO POLÍTICA / OSC CONTRA ALI BONGO: Enquanto houver Haut-Ogooué.
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2023 é ano eleitoral no Gabão. De fato, o país organizará eleições gerais: presidenciais, legislativas, locais e senatoriais. O mínimo que se pode dizer é que os partidos da oposição e as organizações da sociedade civil levam muito a sério esses grandes eventos eleitorais. Em 3 de dezembro de 2023, eles se fundiram em um vasto grupo chamado "Plataforma Alternância 2023" com o objetivo de derrubar Ali Bongo e seu partido, o Partido Democrático do Gabão (PDG), que governa o país há 55 anos. Preparando o palco para mostrar sua determinação, os 42 membros da nova coalizão se seguiram para assinar o pacto de compromisso e confiança que os obriga não apenas a arrancar o poder das mãos da dinastia Bongo, que pretende concorrer a um terceiro mandato , mas também para governar juntos em caso de vitória. Com Paulette Missambo, presidente da União Nacional como porta-estandarte, os novos membros da coligação têm feito soar a mobilização geral para salvar o país, dizem, “de um poder em que a maioria dos gaboneses não se reconhece”.
O primeiro reflexo que a Plataforma Alternance 2023 deve ter é lutar pela transparência do processo eleitoral.
E para o conseguir, os novos membros da coligação juraram “agir agora com responsabilidade, na mais sincera unidade para constituir uma alternativa credível”.
Enquanto esperamos para ver qual a estratégia eleitoral que esta nova plataforma da oposição irá implementar para atingir os seus fins, podemos desde já dar os parabéns aos actores deste grupo, que decidiram juntar forças para tentar acabar com a dinastia Bongo. “A unidade, dizem, é a força” e isto é particularmente verdadeiro no caso em apreço, onde a ação da oposição visa desobstruir um poder com mais de meio século. A iniciativa do agrupamento é tanto mais de felicitar quanto deverá garantir uma maior visibilidade à oposição e sobretudo evitar a fragmentação dos seus votos nas várias eleições. Isto para dizer se a ideia deste agrupamento pode espalhar petróleo nesta selva gabonesa ou mesmo africana onde, tradicionalmente, os adversários preferem ser cabeça de rato do que rabo de leão.
Dito isso, a pergunta que podemos nos fazer é a seguinte: o conjunto oposição-organizações da sociedade civil será suficiente para derrotar Ali Bongo? Nada é menos certo na medida em que no reino de Bongo, as urnas não elegem reis. Recordamos, aliás, a última eleição presidencial em que o candidato derrotado Jean Ping, a acreditar na sua versão dos factos, teve a sua vitória roubada. É por isso que o primeiro reflexo que a Plataforma Alternance 2023 deve ter é não atacar o eleitor, mas lutar pela transparência do processo eleitoral. Recordamos, de facto, que o que incendiou a pólvora entre Bongo e Ping nas últimas eleições presidenciais foi a fraude eleitoral, nomeadamente na província de Haut-Ogooué, assim batizada com o nome deste reduto da etnia Bongo Téké, que se tornou, ao mesmo tempo, o símbolo de todas as travessuras eleitorais.
O processo eleitoral deve ser ainda mais monitorado porque as instituições democráticas, em particular o Tribunal Constitucional do Gabão, são totalmente subservientes ao poder e, portanto, incapazes de resolver uma disputa em favor da oposição. É necessário, por isso, tomar todas as medidas para evitar litígios, dotando-nos de meios para acompanhar de perto o processo eleitoral para o desobstruir de eventuais percalços e assegurar os resultados das urnas. E a oportunidade é boa para a oposição definir os pressupostos das condições de um voto transparente durante o encontro político entre a maioria e a oposição, anunciado pelo Chefe de Estado na sua mensagem de votos à Nação. Com efeito, no seu discurso aos gaboneses, o Presidente Ali Bongo tinha estas palavras: "Ouvi o apelo dos meus compatriotas, em particular dos actores políticos da maioria e da oposição, pedindo a organização de um encontro para definir em conjunto as bases para a preparação das eleições no rescaldo pacífico". É preciso, portanto, para a plataforma, agarrar a bola no salto e lançar os verdadeiros marcos no caminho íngreme da corrida às eleições presidenciais de 2023, cuja data ainda não foi especificada.
Assim sendo, se as condições de transparência do voto são essenciais para a vitória, o maior adversário da oposição continua a ser a própria oposição num país onde a traição, a transumância e os cálculos políticos acabaram por desacreditar toda a classe política. E a ameaça é para ser levada a sério contra um adversário formidável como Ali Bongo que, mesmo diminuído fisicamente, tem todos os cantis de dinheiro do Tesouro e de todo o aparato do Estado. Ele, portanto, certamente manobrará para esmagar a coalizão e, portanto, não hesitará em afrouxar os cordões à bolsa para atingir seus objetivos. Mas como diz um provérbio africano, "quando você conhece seu inimigo, você deve ter o antídoto para frustrar seus planos malignos". Dito isto, cabe a Paulette Missambo e seus aliados mostrar engenhosidade para bloquear todas as manobras de Bongo junior.
fonte: " O país "
Cabe a Paulette Missambo e seus aliados mostrar engenhosidade
FAURE GNASSINGBE EM BAMAKO: Uma visita razoável.
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O presidente togolês Faure Gnassingbé viajou para Bamako, Mali, em 4 de janeiro de 2023, para uma visita amigável e de trabalho. Se no momento desta impressão não havia nenhuma declaração oficial sobre os termos em que Faure e seu homólogo do Mali, o coronel Assi Goïta, iriam trocar, é seguro dizer que os temas de interesse não faltam. Como sabemos, o Togo é um dos destinos populares para os comerciantes do Mali para a importação de mercadorias de vários tipos. Para além da vertente comercial, a questão da hidra terrorista que estende os seus tentáculos até aos países costeiros incluindo o Togo, constitui uma grande preocupação para a sub-região. Para além destes temas tão importantes para ambos os países, o Togo está a desempenhar o papel de mediador para a rápida libertação dos 46 soldados marfinenses detidos no Mali desde julho de 2022. Isto significa que esta questão também, se não essencialmente, estará no centro das trocas . Basta dizer que é uma visita da razão. Estamos ainda mais inclinados a pensar assim, uma vez que houve um grande desenvolvimento nesta questão espinhosa que esfriou as relações costa-marfinenses-malianas. Com efeito, o Tribunal da Relação de Bamako esvaziou o célebre processo ao condenar os 46 militares ainda detidos no Mali, a uma pena de vinte anos de prisão criminal e ao pagamento de dois milhões de FCFA. As 3 mulheres libertadas em setembro passado por “motivos humanitários” foram julgadas à revelia e condenadas à pena capital e ao pagamento de dez milhões de FCFA.
A esperança de ver os 46 soldados marfinenses reunidos com suas respectivas famílias em pouco tempo é mais do que permitida.
Como resultado, a única esperança hoje para esses soldados recuperarem sua liberdade é ser indultado pelo Presidente da Transição, Assimi Goïta. Com esta visita de Faure a Bamako, a mediação togolesa poderá assim passar esta longa telenovela político-militar para a sua fase II. Sem dúvida, os últimos desenvolvimentos neste caso irão acelerar a libertação dos soldados marfinenses. A primeira pista é que a Côte d'Ivoire e Mali conseguiram assinar um memorando de entendimento em 22 de dezembro, cujo conteúdo ainda não foi divulgado ao público em geral. A segunda pista é que o Presidente da Costa do Marfim, Alassane Ouattara, no seu discurso ao seu povo na passagem de ano, garantiu que os 46 militares regressarão em breve a solo marfinense. E se o diz numa mensagem tão solene, é porque não fala no vácuo. De qualquer forma, a esperança de ver os 46 soldados marfinenses reunidos com suas respectivas famílias em pouco tempo é mais do que permitida. Podemos até arriscar dizer que, se Mali demorou tanto para decidir, é porque não quer dar a impressão de se curvar ao ditame da Comunidade Econômica dos Estados Africanos de l'Ouest (CEDEAO) que havia flexionado seu músculos, ameaçando-o com sanções se ele não libertasse os soldados até 1º de janeiro, o mais tardar. De qualquer forma, a novela já durou bastante e seria mais sensato para ambas as partes enterrar esse arquivo definitivamente. Isto é tanto mais necessário quanto se trata de preservar os laços seculares que existem entre o Mali e a Costa do Marfim.
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INQUÉRITO A FAMILIARES DE TEODORO OBIANG NGUEMA: Justiça espanhola está no bom caminho.
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Três familiares do presidente equatoriano, Teodoro Obiang Nguema, foram indiciados pela justiça espanhola. São eles Carmelo Ovono Obiang, um dos filhos do mestre de Malabo, e chefe do serviço de segurança no estrangeiro, Nicolas Obama Nichama, chefe da segurança interna e Isaac Nguema Endo, Director-Geral da Segurança Presidencial, que estão agora na mira de a Justiça espanhola. Ao contrário do que pode pensar uma certa opinião, estes três altos dignitários da Guiné Equatorial não estão a ser processados por “ganhos ilícitos”, mas sim por “terrorismo e tortura”. O que é isso exatamente? O caso remonta a 2020, quando dois cidadãos de origem espanhola foram trazidos para o Sudão do Sul. As investigações mostram que se tratou de uma manobra dos serviços de segurança equatoguinenses, destinada a prender os dois expatriados que, obrigados a apanhar outro avião, foram levados para Malabo onde foram encarcerados. Porque ? Não se pode dizer, especialmente porque há muitas áreas cinzentas neste caso, para dizer o mínimo, incrível. Só soubemos pelo vice-presidente da Guiné Equatorial que os dois espanhóis são “terroristas que foram detidos pelas autoridades sudanesas e extraditados para a Guiné Equatorial” ao abrigo de um “mandado de detenção internacional” emitido por Malabo.
O que acontece com os próximos do presidente equatoriano deve servir de lição para todos os dirigentes do continente africano
Sem qualquer outra forma de precisão, tanto que é difícil saber exatamente o que as autoridades equatorianas censuram aos réus. Mas já podemos ver uma querela diplomática se formando entre Malabo e Madrid na medida em que o filho todo-poderoso do ditador não foi com as costas da colher acusar a Espanha de querer desestabilizar a Guiné Equatorial. Sem dúvida, ele assume a liderança. Porque, ao sabermos que duas das personalidades equatoguinenses implicadas têm bens em Espanha, e que a terceira faz viagens regulares para lá, podemos dizer que a Justiça espanhola está no bom caminho. Uma vez que, não conseguindo agarrar os réus, poderia atingi-los na carteira a fim de indenizar os autores. Nada deve ser excluído. Mas, mais uma vez, o que está acontecendo com os próximos do presidente da Guiné Equatorial deve servir de lição para todos os líderes do continente africano que se beneficiariam em manter seus filhos e irmãos afastados do círculo do poder, desde que movidos por preocupação em protegê-los dos excessos com sua cota de contratempos legais.
fonte: https://lepays.bf/
quarta-feira, 4 de janeiro de 2023
Ilhas Maurícias: Drogas - Crônica de apreensões em 2022 com investigações inacabadas…
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Imagem: Polícia Judiciária São Tomé e Príncipe
E quanto aos relatórios e investigações do Laboratório de Ciências Forenses (FSL)? Pequeno Papai Noel, quando você desceu do céu, esperamos que não tenha esquecido as pesquisas aos milhares...
Durante sua coletiva de imprensa, o comissário de polícia anunciou mais de Rs 724 milhões em drogas apreendidas pela Unidade Antidrogas e Contrabando (ADSU) em agosto de 2022. Uma das últimas apreensões data de 2 de outubro em Rivière-Noire , onde 42 kg de maconha foram encontrados. De acordo com o relatório anual da Autoridade Tributária de Maurício, Rs 272 milhões em drogas foram apreendidos no aeroporto e no porto, durante o período de 2021-2022. No topo do ranking, a heroína, com uma apreensão estimada em Rs 150 milhões, seguida da metanfetamina (Rs 65 milhões) e da maconha sintética (Rs 31 milhões).
Onde estamos com essas pesquisas? Os relatórios FSL estão disponíveis para esses casos?
Uma apreensão substancial de drogas, quatro quilos de heroína, no valor de Rs 60 milhões e uma grande quantidade de joias, em 16 de abril? Os investigadores da ADSU da Divisão Oeste estão começando a ter uma ideia. Após a prisão de Sylvio Pierre Yannick Louis, morador de Pointe-aux-Sables, em 7 de abril, os policiais dessa mesma divisão realizaram uma batida em outro morador de Pointe-aux-Sables no dia seguinte, mas nada de incriminador. casa. Onde estamos com a investigação? O relatório do FSL caiu? Nenhuma acusação foi apresentada contra Sylvio Pierre Yannick Louis e a investigação ainda está “em andamento”.
INR 225 milhões em heroína em Belle-Mare
Em 11 de abril, uma operação liderada pelo inspetor Seebnauth e homens do DCIU Leste, trabalhando sob a supervisão do comissário de polícia Anil Kumar Dip, descobriu uma grande quantidade de drogas após uma operação de vigilância de mais de 72 horas e trabalho discreto de inteligência. Louis Richard Arthémidor é suspeito de atuar como lojista de heroína no valor de Rs 220 milhões - 15 quilos de heroína foram encontrados em sua casa em Belle-Mare.
Bateria quebrada: 1,5 quilo de droga sintética em um terreno baldio
1,5 kg de droga sintética com valor de mercado de Rs 18 milhões é descoberto pela Special Stricking Team (SST) em Batterie-Cassée, Roche-Bois, em 24 de agosto. Esta droga estava escondida em um saco perto de um terreno baldio neste subúrbio de Port-Louis.
Jean Christian Ravina é preso com rs 5 milhões de drogas
Jean Christian Ravina, morador de Batterie-Cassee, também conhecido como Moustik, foi preso em 15 de setembro sob a acusação provisória de tráfico de drogas. Ele havia sido flagrado com uma sacola plástica contendo 373 gramas de droga sintética e 79 doses de heroína de 10,40 gramas.
Rs 17 milhões de heroína encontrada no mar, versão “bonecas russas”
O Western Drug Squad faz uma grande captura no sábado, 1º de outubro. Eles vão não muito longe da avenida Dorade, em Baie-du-Tombeau, e vão para o mar com seus equipamentos de mergulho.
A polícia vai até uma garrafa e descobre que a tampa está ligada a um fio preso a uma pedra jogada na água. Os detetives mergulham nesse perímetro e encontram dois contêineres amarrados com arame de metal. Depois de trazê-los de volta ao continente, a polícia descobriu que os contêineres continham dois sacos grandes que continham outros sachês menores de heroína de 284,08 g, 322,89 g, 302,76 g e 258,44 g, ou seja, um total de 1,17 kg com um mercado valor de R$ 17 milhões. O proprietário desta droga é atualmente desconhecido.
100 quilos de cannabis reduzidos a 56 quilos em Rivière-Noire
O SST, sob a supervisão do ASP Ashik Jagai, fez uma grande apreensão de maconha na manhã de 3 de outubro em Rivière-Noire. De acordo com um primeiro anúncio, a captura envolveu 100 quilos de maconha no valor de vários milhões de rúpias. No entanto, a quantidade foi revisada para baixo, para 56 quilos. Seis suspeitos são presos, incluindo um policial, Jonathan Rabot. Segundo seu advogado, o relatório da FSL ainda não é conhecido.
R$ 48 milhões em cocaína são apreendidos em duas garrafas de gim no aeroporto
Oficiais da Seção Antinarcóticos da Alfândega (CANS) suspeitaram deles quando chegaram no voo KF 2301 de Bruxelas em 29 de outubro. Funcionários da alfândega e policiais da ADSU no aeroporto prendem duas mulheres ucranianas. São elas Maria Peresolkina, influenciadora de 26 anos, e Olena Levina, dona de casa de 30. Durante a busca, a polícia encontra duas garrafas de gim, ambas com um líquido suspeito de ser uma droga perigosa. Um teste de campo feito no local acabou sendo positivo para cocaína.
No mesmo dia, no escritório da CANS, agentes da ADSU prenderam, com base em denúncias, um passageiro do mesmo voo. Este é John-Mick Martingale, um cozinheiro mauriciano de 31 anos residente na Bélgica.
Bruneau Laurette e suas sementes de chia
Em 4 de novembro, Bruneau Laurette e seu filho, Ryan Lucas, foram presos na casa do político-ativista em Petit-Verger, St-Pierre, e levados para o Quartel Central. A acusação é de suposto tráfico de drogas e posse de armas de fogo, após a descoberta pela SST de 42 kg de haxixe no valor de Rs 210 milhões e duas pistolas no porta-malas de seu carro registrado JR 12. Há também uma batida policial na casa de Dominique Raya, a companheira de Bruneau Laurette, que mora em Calodyne, no final da tarde, e nada de suspeito é encontrado por lá.
O relatório da FSL sobre a suposta droga sintética apreendida em Bruneau Laurette (cerca de 700 g) revela que se trata de sementes de chia. Esta acusação é, portanto, anulada no tribunal em 28 de novembro. Além disso, o advogado do ativista, Me Shakeel Mohamed, ainda aguarda o relatório da FSL sobre a pureza do haxixe apreendido. Conversamos com Me Rouben Mooroongapillay, que explica que o relatório confirmou apenas a presença de THL (tetrahidrocanabinol).
Wayne Attock: alegação de plantio
De acordo com a ADSU, 78,8 gramas de heroína, com valor de mercado estimado em cerca de Rs 1 milhão, bem como joias de ouro, foram apreendidos durante uma batida na casa de Wayne Attock. Vários veículos que pertenceriam ao criador de porcos, incluindo um Ford Raptor, um Nissan Qashqai, uma carrinha e um barco, estão lacrados. Conversamos com seu advogado Me Rama Valayden, que explica que o relatório do FSL será conhecido em breve.
Procuramos uma versão do lado da sede da ADSU. DCP Choolun Bhojoo confirmou que os relatórios do FSL sobre os arquivos citados não podem ser revelados, pois as investigações estão em andamento.
fonte: https://lexpress.mu/
Este ganês é o homem mais alto do mundo.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
O ganense Sulemana Abdul Samed, também conhecido como "Awuche", é o homem mais alto do mundo. Originário de Gambaga, no nordeste de Gana, ele tem 2,89 metros de altura. O jogador de 29 anos soube de seu recorde de altura durante uma visita ao hospital local devido a problemas de saúde. As enfermeiras ao medir sua altura notaram que ele havia crescido mais no espaço de algumas semanas. Apenas três meses atrás, tinha 2,7 metros de altura.
Sulemana Abdul Samed, também conhecido como "Awuche", tornou-se gigante há alguns anos. Ele diz que notou a anormalidade de seus membros em uma manhã de 2015, quando acordou. "Percebi que minha língua estava dilatada na boca a ponto de não conseguir respirar direito", disse ele. Com os membros crescendo rapidamente com o passar dos dias, ele decidiu se internar no hospital de Gambaga, sua cidade natal, porque também enfrentava problemas de saúde. Os médicos descobriram que Awuche crescia quase diariamente e se tornava gigante a cada dia. Eles diagnosticaram várias complicações que deram origem a defeitos cardíacos. Ele tinha sua coluna anormalmente curvada, síndrome de Marfan, uma condição genética que afetava os tecidos conjuntivos do corpo. Segundo especialistas, uma cirurgia em seu cérebro é imperativa para interromper o crescimento. Durante uma nova visita ao hospital, as enfermeiras notaram novamente um aumento no tamanho de seus pacientes misteriosos.
Sulemana Abdul Samed deve agora resolver para o seu novo estatuto já que em outubro de 2022, foi declarado o homem mais alto do Gana e até do mundo com 2,7 metros de comprimento superando o recorde de 2,51 metros do sultão turco Kösen. Quase três meses depois, o homem bateu um novo recorde, atingindo a altura de 2,89 metros. Esse tamanho anormal é considerado pelos especialistas como uma patologia. Ele chama isso de “gigantismo”, uma síndrome que faz com que os ossos se estiquem desproporcionalmente. O tamanho de Awuche supera algumas construções de sua cidade e foi necessário construir uma casa em sua altura. O sonho de ser motorista também é desfeito, pois ele não pode entrar em um veículo. “Estava a planear ir para a autoescola, mas mesmo quando mexo o banco para trás não consigo segurar o volante... não consigo esticar a perna porque o meu joelho vai bater no volante,” revelou. A sua fama espalhou-se pela zona onde se tornou uma atracção e todos os que o visitam querem tirar uma fotografia com ele.
fonte: https://lanouvelletribune.info/
Senegal: advogados de Sonko apresentam pedido de demissão.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Tendo o decano dos juízes encerrado as informações judiciais sobre o caso DOCE BELEZA, no qual Ousmane Sonko é acusado de estupro pelo massagista Adji Sarr, os advogados do líder do partido Pastef les patriotes apresentaram suas observações na terça-feira. Para além da apresentação de observações, decidiram acompanhá-la com um pedido de despedimento do seu cliente. Entre essas observações, os advogados de Ousmane Sonko lamentam o fato de alguns deles não terem recebido o processo. Recordam também que alguns dos seus pedidos não foram acatados pelo juiz de instrução.
Assim, eles também querem que o juiz lhes comunique a acusação da acusação antes de emitir uma ordem final. Recorde-se que é já esta terça-feira que termina o prazo concedido aos advogados de defesa e de partes civis. Os advogados de Ousmane Sonko esperam que o juiz que ainda tem o processo decida sobre o seu pedido antes de o comunicar à acusação. O procedimento seria que, uma vez recebido o processo, o Ministério Público tivesse um prazo de 15 dias para transmitir a sua acusação.
Quer isto dizer que o caso Sweet Beauty está no seu último ponto de viragem e tudo indica que o julgamento é agora inevitável quando sabemos que o poder em vigor está pronto a tudo para invalidar a candidatura de Ousmane Sonko à presidência de 2024. Principal opositor do Presidente Macky Sall que continua a manter a imprecisão sobre a possibilidade de uma 3ª candidatura. Tornou-se um importante ponto de discussão no país pouco mais de um ano antes da eleição presidencial de 2024.
fonte: https://lanouvelletribune.info/
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