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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Isabel dos Santos na lista dos 50 mais influentes de África.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Fortuna em Portugal da filha do Presidente angolano ascende agora a quase 575 milhões de euros.

Razão para sorrir: Influente no mundo, mais rica em Portugal - Isabel dos Santos
Razão para sorrir: Influente no mundo, mais rica em Portugal - Isabel dos Santos

A última edição da revista francesa Jeune Afrique incluiu Isabel dos Santos  na lista das 50 pessoas africanas mais influentes no mundo.
Isabel dos Santos é a única pessoa dos países africanos de língua oficial portuguesa, os PALOPs, a figurar na lista da Jeune Afrique que faz notar que ela é a mulher mais rica de África,  mas  que “a sua aura ultrapassa largamente as fronteiras do continente".

A revista descreve Isabel dos Santos como mulher de negócios "hiperactiva" e que "beneficiando dos recursos do seu pai, internacionalizou as suas actividades".

A Jeune Afrique afirma que Isabel dos Santos é "um dos investidores mais poderosos de Lisboa", principalmente pela participação no Banco BPI, o quarto maior banco português, e sublinha ainda a discrição da filha do Presidente cujas entrevistas são com efeito raras.

A filha do Presidente de Angola, entrou pela primeira vez, em 2012, na lista das personalidades mais ricas do mundo, elaborada pela revista Forbes, com uma fortuna avaliada em 2 mil milhões de dólares.

Isabel dos Santos detém participações em várias empresas em Angola e em Portugal, sendo o seu maior activo os 25% que detém na Unitel, uma das duas redes de comunicações de telefone em Angola, em que tem também um lugar na administração.

Em Angola, a empresária faz parte do conselho de administração do Banco Bic, onde detém uma participação de 25%, e, em Portugal, detém 28,8% da Zon Multimédia e pouco menos de 20% do BPI.

O diário português Jornal de Notícias disse entretanto que Isabel dos Santos faz parte de um grupo de sete empresários que no ano passado viram a sua fortuna aumentar em Portugal devido aos seus investimentos na bolsa portuguesa.

Segundo o Jornal de Notícias esses sete empresários aumentaram as suas fortunas num total de 335 milhões e 400 mil euros. 

O jornal cita a revista económica portuguesa Exame que diz que Isabel dos santos está na lista das dez pessoas mais ricas de Portugal com uma fortuna em Portugal avaliada em 574,9 milhões de euros, um aumento de 32,6 milhões de euros  em relação a 2012.

# VOA

domingo, 27 de abril de 2014

As exportações senegalesas aumentaram em 19,8% em fevereiro.

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Exportations 2


O bom comportamento das vendas externas de produtos de petróleo e peixe fresco do mar impulsionaram as exportações senegalesas em 19,8% indica a Agência Nacional de Estatísticas e Demografia ( ANSD ). No entanto, as importações aumentaram em 25,0%.

Exportações senegalesas aumentaram 19,8 % durante o mês de fevereiro, de 94,9 para 113,8 bilhões de francos CFA, de acordo com a Agência Nacional de Estatísticas e Demografia ( ANSD ) em seu último boletim das estatísticas mensais de comércio exterior. Esse desempenho é explicado pelo aumento das exportações de produtos petrolíferos, que evoluíram entre janeiro e fevereiro de 10,5 para 31,3 bilhões de francos CFA, algodão ( de 0,7 para 2,5 bilhões de francos CFA ) e peixes frescos do mar (+11,8%). Esta tendência de crescimento foi, no entanto, compensado pela queda nas exportações de ouro monetário ( -36,0 %) e cimento ( -19,0 ​​%). Na comparação com fevereiro de 2013, as exportações caíram para 6,1%, entretanto seu acumulado em fins de fevereiro de 2014 chegou a 208,7 bilhões contra 222,3 bilhões de francos CFA no mesmo período do ano passado, uma redução de 6,1 %. Senegal tem como principais clientes Mali (12,3%, Suíça (8,5%), França (5,6% ) e Bélgica ( 5,1%).

As importações também aumentaram 25,0 % em fevereiro, passando de 191,1 bilhões em janeiro, para 238,8 bilhões de francos CFA. As causas deste aumento podem ser encontrados no aumento das compras externas de trigo e centeio que foi de 2,3-7,4 mil milhões de francos CFA e veículos terrestres ( 2,8 bilhões a 6,2 bilhões de francos CFA ). As importações de petróleo bruto e óleo também tenderam para cima, atingindo em fevereiro, 54,4 bilhões de francos CFA, quando eles somaram 45 bilhões de francos CFA em janeiro de 2014. No entanto, indica ANSD, as compras externas de arroz e fertilizantes caíram de 22,6% e 52,5% respectivamente, o que atenua o aumento das importações. Este último, em relação a fevereiro de 2013, experimentou um declínio de 13,9%.

Senegal importa principalmente óleos brutos de petróleo ( 54,4 bilhões de FCFA), produtos petrolíferos acabados ( 25,2 bilhões de FCFA) , outras máquinas e equipamentos (14,1 mil milhões de francos CFA) e arroz (11, 2 mil milhões de francos CFA ). Tem como principais fornecedores durante o período em análise, a Nigéria (22,8%), França (17,1%), Países Baixos ( 7,0%) e China (6,5% ) indica ANSD.

À chegada, a balança comercial deteriorou-se em Senegal em fevereiro passado, no montante de -125,0 milhões de francos CFA contra -96.200 milhões de francos CFA em janeiro. O déficit de -54.300 milhões de francos CFA (contra 0,2 bilhão em janeiro) vis-à -vis a Nigéria e Holanda ( -13,0 mil milhões de FCFA contra -7,3 bilhões francos CFA ) e França ( -34.600 milhões contra -32.200 milhões de francos CFA ), o que explica a deterioração da balança comercial.

No entanto, a deterioração da balança foi compensada pelo fortalecimento do superávit na balança comercial vis-à -vis os Camarões ( 2,8 mil milhões de francos CFA contra 0,2 bilhões de francos CFA ).

Por: Malick CISS

# lesoleil.sn

Guiné-Bissau: PRS declara apoio a Nabian.

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Secretário geral diz que o seu partido recebeu pedido de apoio para José Mário Vaz o que recusou.

O Partido da Renovação Social (PRS), segundo mais votado nas eleições legislativas de 13 de abril na Guiné-Bissau, vai apoiar o candidato Nuno Nabian na ronda decisiva da votação presidencial a 18 de Maio, anunciou um dirigente partidário.

A decisão foi anunciada por Florentino Pereira, o secretário geral do PRS que revelou que o PAIGC tinha pedido o o apoio do seu partido a José Mário Vaz na segunda volta das presidenciais

Na primeira volta, José Mário Vaz obteve 40,89% dos votos  e Nuno Nabian arrecadou 24,79%, de acordo com os resultados definitivos publicados pela Comissão Nacional de Eleições (CNE).

Paulo Gomes, o terceiro candidato mais votado, declinou um convite para apoiar José Mário Vaz, reafirmando a sua neutralidade, uma posição que já tinha anunciado.

# VOA


Os 50 africanos mais influentes no mundo.

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Jeune Afrique n°2781-82
                    Jeune Afrique edição n°2781-82 © JA

Pela primeira vez, " Jeune Afrique " listou uma seleção de 50 personalidades africanas mais influentes do mundo.

Eles são ricos ou não; famosos ou desconhecidos; Subsaarianos ou Maghrebenhos; homens ou mulheres. Seus pontos em comum? Ter o poder de influenciar o curso dos acontecimentos em sua área de conhecimento no continente, mais acima e além.

Mais do que um paraíso para os investidores, a África é também o berço de muitas elites que têm - ou querem - mudar a vida dos outros. Da pesquisa em negócios e passando pela cultura ou esporte ... Quem são estes africanos que se tornaram referências?

Jeune Afrique publica em sua edição de 2780-81, nas bancas a partir de 27 abril a 3 maio, a lista dos 50 africanos mais influentes do mundo. Você vai encontrar pratos tradicionais como Aliko Dangote do bilionário nigeriano ou Tidjane do empresário marfinense. Mas também personalidades menos conhecidas do público, mas igualmente influente em sua área, como o dançarino virtuoso Germaine Acogny ou RedOne, produtor de todos os sucessos planetários.

Uma selecção rigorosa e subjetiva que exclui os homens políticos e tenta surpreender. Quem conhece Nawal El Moutawakel? Ele é portanto, recebido como um chefe de Estado, quando viaja para o exterior ... E porque este marroquino supervisiona a preparação dos próximos Jogos Olímpicos a ser realizado no Brasil em 2016.

Ninguém vai questionar o peso do bilionário Sul Africano Johann Rupert, o número dois no mundo do luxo, mas os leitores esperam encontrar menos neste ranking, o argelino Abdelmalek Droukdel, o Emir de Al- Qaeda no Magrebe islâmico (AQMI ).
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Descubra também cinqüenta homens e mulheres que, na conjuntura internacional não é demonstrada que o continente Africano tem mais do que jamais ocupou em seu lugar no mundo.

# jeuneafrique




O Islão é Ilegal em Angola.

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A proibição de realização de cultos por crentes do Islão e de dezenas de seitas em Angola gerou considerável polémica internacional em finais de Novembro. A mídia internacional chegou a considerar Angola como o primeiro país, no mundo, que baniu o Islão.

Um total de 194 denominações religiosas, incluindo a Comunidade Islâmica de Angola, e seitas e associações de cariz religioso, viram os seus pedidos de legalização indeferidos pelo Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos. O despacho, datado de 28 de Outubro, informou o público que “a continuação das actividades destas confissões religiosas incorrem na prática de crime de desobediência qualificada a todos os que nela persistirem”.
Desde a entrada em vigor, em 2004, da Lei sobre o Exercício da Liberdade e de Consciência, de Culto e de Religião, o governo angolano não reconheceu qualquer igreja ou seita religiosa. O Estado angolano exige, para o reconhecimento jurídico de uma denominação religiosa, que esta apresente registos notarizados de um mínimo de 100,000 fiéis.
O Ministério da Justiça procedeu, pela última vez, em 2000, através do Decreto Executivo nº74/00, o reconhecimento de confissões religiosas. As beneficiárias foram a Igreja do Nazareno Internacional de Angola, Igreja Messiânica Mundial, Centro de Devoção Rainha Santa Isabel de Luz e a Igreja EvangélicaAvivamento Bíblico.
Angola tem mais de 18 milhões de habitantes e, estima-se, o número de muçulmanos no país não ultrapassa os 50,000, e a maioria são estrangeiros oriundos da África Ocidental.
Todas as 86 igrejas e seitas religiosas reconhecidos pelo governo são cristãs. O Estado angolano não reconhece o Islão.
Muçulmanos, em várias partes do mundo, manifestaram-se indignados com o indeferimento, pelo governo, do pedido de reconhecimento da comunidade islâmica. A comunidade internacional reagiu, desdobrando-se em contactos diplomáticos com o governo e este, por sua vez, prestou esclarecimentos. No entanto pouca informação substancial tem sido revelada ao público sobre a relação do Estado com o Islão no país.

O Islão como Ameaça

Maka Angola procedeu a uma breve investigação sobre os debates, ao nível dos órgãos de soberania, em torno do Islão, cujo registo de implantação, no país, data de 1978. Esta investigação inclui, em texto separado, a compilação de vários actos administrativos de autorização, encerramento, proibição de cultos e demolição de mesquitas.
O Islão, por ser uma religião praticada maioritariamente por oeste-africanos, em Angola, constitui, por ora, um elemento que ainda escapa ao controlo do poder político. Também se apresenta como alvo fácil de estereótipos como a sua conotação, no país, como uma porta de entrada à imigração ilegal de africanos. Referências públicas na imprensa e em algumas intervenções públicas associam o Islão a eventuais actos de terrorismo, escravatura e outros males que “agridem” a ainda indefinida cultura angolana. Esses estereótipos têm servido, de um modo geral, de factores de entendimento político entre o governo, oposição, sociedade civil e igrejas cristãs, na exclusão de um suposto mal comum.
A propósito desses estereótipos é notória a falta de cultura de debate, na sociedade angolana, como veículo privilegiado para a melhor formação da opinião pública. Isso permitiria, à partida um esclarecimento público básico sobre a necessidade de se separar a fé dos actos de um indivíduo.
Com recurso à lei, as tentativas políticas de limitação ou proibição da prática de cultos por certas denominações e seitas religiosas, após a consagração da liberdade religiosa na Lei Constitucional de 1992, datam de 1998, através da Circular nº 4/98, do Ministério da Cultura. A referida circular informava todos os governos provinciais que deveriam proibir o exercício de actividades religiosas por parte das igrejas não reconhecidas.
Em Novembro de 1999, o então ministro da Justiça e actual Provedor de Justiça, Paulo Tchipilica, enviou um memorando confidencial ao Conselho de Ministros com propostas de estancamento da implantação do Islão em Angola. O semanário Angolense respigou, na altura, o conteúdo do memorando, no qual o ministro reiteirava que o Islão era uma confissão religiosa, de cariz fundamentalista, e não reconhecida pelo governo. Segundo o Angolense, o ministro instou o governo a dissolver as associações que davam cobertura às actividades islamitas, a responsabilizar criminalmente os seus responsáveis e, como sanção acessória, “a demolição das mesquitas”. Na altura, segundo o semanário, o grupo técnico do Conselho de Ministros emitiu um parecer contrário que impediu a implementação da proposta de Paulo Tchipilica. O jornal escreveu que “esse grupo [do Conselho de Ministros] nega considerar as actividades do islamismo em Angola como dotadas de qualquer fundamentalismo”.
A Lei sobre o Exercício da Liberdade de Consciência, de Culto e de Religião (Lei nº 2/04), aprovada em 2004, estabelece, de forma inequívoca, o exercício de culto por parte dos cidadãos e confissões religiosas.
Segundo a lei, “é lícita e facultativa a reunião de pessoas para a prática cultou ou outros fins específicos da vida religiosa”. A mesma lei estabelece que “não carecem de autorização oficial nem de participação às autoridades competentes, as reuniões promovidas pelas confissões religiosas referidas no número anterior, desde que se realizem dentro de templos ou em locais apropriados (...)”.
O legislador foi omisso quanto ao destino reservado às confissões religiosas cujos pedidos de reconhecimento são recusados pelo Estado. A situação de limbo jurídico tem criado um quadro de argumentos e ambiguidades que facilitam a arbitrariedade dos actos do governo. O limbo serve também para o governo adaptar-se à qualquer situação, sem assumir responsabilidades pelas consequências dos seus actos.
A 15 de Março de 2007, com o surgimento de vários grupos representativos do Islão, no país, o Ministério da Justiça promoveu um encontro destinado a congregar, num só órgão, os crentes muçulmanos.
Segundo o presidente do Centro Islâmico de Documentação, António Pedro Mussidi, que participou do encontro, os 21 representantes muçulmanos concordaram sobre a fusão dos cinco grupos existentes. Entretanto, discordaram sobre a constituição da sua liderança. Foram a votos, ali mesmo no Ministério da Justiça. Um total de 14 representantes votou a favor da nomeação, pelo governo, do líder islâmico em Angola. Os restantes sete elementos opuseram-se.
“A culpa foi nossa, dos representantes muçulmanos presentes no encontro, que votámos para o governo indicar-nos um líder. A Constituição não permite ao governo imiscuir-se nos assuntos internos das confissões religiosas”, disse António Pedro Mussidi.
Durante um encontro com deputados da Assembleia Nacional, a 31 de Março de 2009, a ministra da Cultura declarou publicamente a visão oficial do governo sobre o Islão em Angola. "A nossa preocupação prende-se com a expansão do islamismo e as consequências que podem provocar na organização e estrutura da sociedade angolana", disse a ministra.
Na sequência de uma série de pronunciamentos oficiais que visavam o Islão como uma religião perniciosa e estranha à cultura angolana, a 5 de Outubro de 2009, o presidente da República, José Eduardo dos Santos, estabeleceu a Comissão Interministerial para o Estudo e Tratamento do Fenómeno Religioso, através do Despacho Presidencial nº 32/09.
O estudo incidia sobre o Islão. Maka Angola soube que o presidente nunca respondeu, com orientações, ao relatório produzido pela referida comissão.
Entretanto, a 10 de Fevereiro 2010, os imãs angolanos decidiram resolver o impasse, gerado pelo silêncio do governo, sobre a nomeação do líder muçulmano em Angola. Decidiram eleger um angolano, Mateta Zola Khamis, para o efeito e de forma imediata.
Os imãs estrangeiros, liderados por Diakité A’dama,, segundo soube o Maka Angola, boicotaram a iniciativa. Mantiveram a sua posição de aguardar pela nomeação de um líder por parte do governo. Dados empíricos indicam os cidadãos da Guiné Conacry como sendo o maior grupo de muçulmanos no país, seguidos de malianos, mauritanianos e senegaleses. Em números reduzidos encontram-se comunidades de somalis, egípcios, argelinos e burkinabes.
Como medida cautelar, o presidente, conhecido pela criação inconsequente de incontáveis comissões, exarou, a 31 de Dezembro de 2012, o Despacho Presidencial nº 14/2012. Esta decisão criou a “Comissão Interministerial para o Estudo, Tratamento e Implementação das Medidas Tendentes ao Controlo e Acompanhamento do Fenómeno Religioso”.
Fazem parte desta comissão o secretário do Presidente da República para os Assuntos Sociais, um representante do ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do Presidente da República e nove ministros, nomeadamente os da Administração do Território, Justiça e Direitos Humanos, Interior, Cultura, Assistência e Reinserção Social, Comércio, Juventude e Desportos, Família e Promoção da Mulher. A comissão integra ainda representantes do Serviço de inteligência e Segurança de Estado (SINSE), Serviço de Inteligência e Segurança Militar (SISM) e Serviço de Inteligência e Segurança Externa (SISE). O secretário de Estado da Cultura, Cornélio Caley, coordena o grupo técnico da comissão interministerial.
A referida comissão foi também encarregue de estudar, de forma interligada, a questão da imigração ilegal e de propor medidas ao seu combate.
Em Fevereiro passado, o grupo técnico realizou a sua primeira reunião. Segundo informações fidedignas a que o Maka Angola teve acesso, o grupo técnico avaliou o exercício da liberdade religiosa no país como “alarmante” e “um risco para a soberania nacional”. A reunião considerou ainda a consagração das liberdades religiosa e de consciência, na Constituição aprovada em 2010, como um acto infeliz. “Na matéria religiosa ou de práticas de consciência, não terá sido feliz, dada a situação de vulnerabilidade em que se encontra a maioria do nosso povo”, descobriu o grupo técnico.
A Constituição estabelece que “a liberdade de consciência, de crença religiosa e de culto é inviolável” (Art. 41º, 1º).
A religião islâmica mereceu investigação singular. A comissão teve um orçamento de 80 milhões de kwanzas (US $800,000) apenas para a análise do Islão. Ao estudo das outras seitas, em conjunto, foram atribuídos apenas 21.5 milhões de kwanzas (US $215,000).
Indiferimentos

# makaangola

sábado, 26 de abril de 2014

Relatórios de nomes de países corruptos em África patrocinadores de caça furtiva.

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A caça furtiva de elefantes e rinocerontes é abundante na maioria dos parques nacionais. ARQUIVO | GROUP Nation Media.

Um novo relatório listou sete " governos corruptos " da África que suportam a caça ilegal de elefantes.

Na lista estão: Tanzânia, Quênia, Zimbábue, Moçambique, Sudão, Gabão e República Democrática do Congo (RDC).

O relatório, a Maldição do Marfim : a militarização e a profissionalização da caça furtiva na África, lançado no início desta semana, acusa funcionários públicos nos países apontados de apologistas a criminosos armados que matam elefantes e rinocerontes como suas presas e retiram chifres, respectivamente.

O relatório é um esforço conjunto do grupo de conservação denominado Born Free EUA e C4ADS, uma organização sem fins lucrativos que analisa os motivos de conflito e insegurança.

Se baseia em crime organizado, a corrupção do governo e as milícias que estão todos ligados à caça furtiva de elefantes e do comércio ilegal de marfim.

De acordo com o relatório, os caçadores furtivos no Zimbábue, na Tanzânia, no Sudão e no Quênia atravessam as fronteiras facilitados pela impunidade.

Adam Roberts, do grupo Born Free EUA CEO, disse: " Durante anos, Born Free EUA e outros defensores de animais fizeram campanha contra o comércio de marfim de elefante, defendendo questões de bem-estar de conservação de animais. E nós queríamos encontrar um pouco mais de detalhes sobre quem estava por trás do comércio de marfim. Não é apenas o suficiente para dizer que são organizações criminosas, aproveitadores nefastos. Queríamos saber quem realmente está por trás de tudo, para que possamos tentar obter dos governos de todo o mundo apoio para fazer aplicar mais repressão. "

O analista de defesa

Sr. Roberts disse que Born Free precisava de alguma ajuda na coleta esse tipo de informação.

"Essa é uma das razões por que nós os comissionados de C4ADS fizemos o relatório para nós. Porque eu acho que a amplitude de nossas capacidades no seio da comunidade de conservação é praticamente limitada à conservação.

Mas ter um analista de defesa que olha para o militarismo por trás de todos estes incidentes de caça furtiva dá-nos acesso a informações que não teríamos de outra maneira. "

O mais recente relatório foi lançado pela Interpol no início do ano, que também apontou a Tanzânia como estar envolvida nas principais fontes de marfim ilegal na região Leste da África no ano passado, enquanto o Quênia e Uganda se tornaram rotas de trânsito favoritas, de acordo com a agência de segurança internacional.

O relatório mostrado pela Interpol revela população de elefantes na Tanzânia despencando nos últimos anos e que, na maior reserva de caça Selous, que ostentava para o mundo a segunda maior população de elefantes com 70.000, em 2006, tinha uma estimativa de 39.000 em 2009 e atualmente está com 13.084.

Maldição do Marfim : a militarização e a profissionalização da caça furtiva na África encontrou problemas específicos em cada país - embora muitos deles foram marcados por conflitos.

Ele diz que, no Sudão, milícias aliadas ao governo financiam operações pela caça ilegal de elefantes fora das fronteiras.

Na República Democrática do Congo, as forças de segurança do Estado fornecem aos rebeldes as armas e apoio, e em troca recebem marfim.

# africareview.com



Funcionário da Air France é preso por prostituir brasileiras.

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O casal franco-brasileiro prostituia jovens brasileiras em apartamentos alugados em bairros chiques de Paris.
O casal franco-brasileiro prostituia jovens brasileiras em apartamentos alugados em bairros chiques de Paris.
France 24.


O jornal Le Parisien deste sábado (26) informa que um funcionário da Air France, identificado como Alain D., sua mulher, a brasileira Claudia D., e um amigo dela, também de nacionalidade brasileira, estão detidos em regime de prisão temporária em dois presídios da região parisiense. Eles são acusados de montar uma ampla rede de prostituição de jovens brasileiras. O casal teria faturado até 2 milhões de euros por ano (cerca de 6 milhões de reais) com o tráfico, desde 2010.

Os três foram indiciados na quinta-feira passada por lenocínio (prática criminosa que consiste em explorar, estimular ou facilitar a prostituição), tráfico de pessoas e formação de organização criminosa. A Brigada de Repressão ao Proxenetismo de Paris identificou o francês, sua mulher e o cúmplice depois de receber a denúncia de uma estudante brasileira, que chegou à França em 2010 e foi obrigada a se prostituir logo depois de ser apresentada ao casal.
A jovem estudante relatou à polícia francesa que Claudia D., de 51 anos, a instalou em um apartamento na famosa rue de Rivoli, no centro de Paris, e a obrigava a receber até cinco clientes por dia. A estudante cobrava 150 euros (cerca de 300 reais) de cada cliente. Segundo a vítima, era a brasileira e seu cúmplice que gerenciavam a rede de prostituição.
Claudia D. alugava apartamentos em vários pontos da capital francesa, publicava anúncios sobre as garotas de programa na internet e mantinha as brasileiras sob estrita vigilância. A estudante contou à polícia que tentou fugir uma vez, em setembro de 2013, e foi ameaçada por um transexual enviado por Claudia D. para intimidá-la.
Segundo Le Parisien, a posição do funcionário da Air France, responsável pelo monitoramento de equipes de voo no aeroporto Charles de Gaulle, "provavelmente facilitou a tarefa". Alain D., de 54 anos, teria obtido passagens aéreas da companhia francesa para trazer várias prostitutas brasileiras a Paris. Ele teria emitido bilhetes de avião a preços preferenciais, reservados aos membros da Air France e suas famílias.
A investigação mostrou que o casal franco-brasileiro viajava ao Brasil uma vez por mês. Eles aproveitavam essas visitas para retornar à França com várias prostitutas, que eram apresentadas à companhia aérea como parentes.
Um guru com poderes místicos
De acordo com Le Parisien, o casal de cafetões contava com a ajuda de um cúmplice brasileiro, identificado na reportagem como José W., de 50 anos. "Ele atuava como uma espécie de guru das jovens e tinha a tarefa de animá-las e ajudá-las a recuperar a confiança em si mesmas", afirma o diário francês.
"Este pseudo guru cobrava de cada prostituta cerca de 500 euros (1.500 reais) por sessão de ajuda", relatou uma fonte da polícia. "Com a cumplicidade dele, o casal Alain e Claudia D. recuperava o máximo de dinheiro que suas vítimas ganhavam com os passes", relatou essa fonte policial.
Desfrutando de um salário confortável na Air France, Alain D. ainda encontrou um jeito de enganar o Fisco. Em sua declaração de imposto de renda, ele informava possuir dívidas. Com isso, o casal ainda conseguiu obter um apartamento da prefeitura de Paris no 17° distrito, um bairro chique da capital, pagando um aluguel subsidiado. Além disso, "o casal alugava apartamentos em outras áreas chiques de Paris, mas tinha a preocupação de mudar regularmente de habitação para não atrair muita atenção para suas prostitutas", descreveu a fonte policial ao jornal Le Parisien.
Os investigadores estimam que em quatro anos de atividade ilícita, o casal faturou cerca de 2 milhões de euros por ano, cerca de 6 milhões de reais, e explorou uma dúzia de mulheres.
O representante sindical da polícia Stéphane Pelliccia, da CFDT, declarou ao jornal que o desmantelamento desta rede de prostituição foi "um trabalho excepcional dos policiais".
A Air France até agora não comentou o caso. A companhia afirma não dispor de informações sobre o inquérito. Os investigadores tentam descobrir, agora, para onde o casal desviava o dinheiro obtido com a rede de prostituição.
# rfi.fr

Roma se prepara para o histórico 'Dia dos Quatro Papas'.

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Bento XVI e Francisco na Basílica de São Pedro, no Vaticano, no dia 22 de fevereiro de 2014
Bento XVI e Francisco na Basílica de São Pedro, no Vaticano, no dia 22 de fevereiro de 2014 - AFP/Arquivos.


A capital italiana se prepara para viver um dia histórico, após o anúncio de que o papa emérito Bento XVI e o papa Francisco celebrarão juntos no domingo a missa de canonização de João XXIII e João Paulo II no Vaticano, o que já é conhecido como o "Dia dos Quatro Papas".

A presença de dois Papas santos e dois Papas vivos provoca muitas expectativas entre os milhares de peregrinos que invadiram Roma, já que se converterá no "Dia dos Quatro Papas", um momento inédito para a instituição milenar.

Trata-se da primeira missa na história da Igreja que será celebrada por dois pontífices juntos, durante a qual o Papa Emérito ficará à esquerda do altar, explicaram fontes religiosas.
"Em São Pedro contaremos com a presença de dois Papas vivos e dois Papas santos", comentou um dos responsáveis pela logística vaticana.

A cerimônia será simplificada e contará com as relíquias dos dois novos santos, uma ampola de sangue de João Paulo II e um pedaço de pele de João XXIII extraída durante sua exumação no ano 2000.

- Centenas de milhares para uma cerimônia inédita -

Centenas de milhares de pessoas, chefes de governo e de Estado, entre eles os reis da Espanha, os presidentes de Equador, Honduras, El Salvador, Zimbábue, além de milhares de poloneses, comparecerão à cerimônia solene na praça de São Pedro para santificar dois pontífices que marcaram a história do século XX, um humilde e próximo ao povo, outro carismático e capaz de seduzir as multidões.

Na lista de presentes figurava o primeiro-ministro da Ucrânia, Arseni Yatseniuk, que decidiu encurtar sua visita a Roma e retornar e Kiev devido às tensões internas pela ameaça de uma invasão russa no leste de seu país.

O centro histórico de Roma foi invadido literalmente por uma maré de peregrinos e turistas que viajaram para acompanhar este evento único, que também contará com a presença de 150 cardeais, mil bispos e 6.000 sacerdotes do mundo inteiro.
Representantes de todas as religiões, entre elas uma importante delegação judaica, estarão presentes para homenagear dois papas muito diferentes, mas que lutaram contra os preconceitos contra os judeus.

- Cenas 'fellinianas' - 

Como nos filmes de Fellini, grupos de seminaristas correm entoando "Aleluia", outros tocam violão, outros ainda carregam uma enorme cruz entre a multidão: "perdão, perdão, queremos rezar".

Freiras com seus hábitos longos passeiam tomando sorvete e filas de jovens escoteiros com seus uniformes se dirigem às igrejas do centro histórico, abertas para a grande ocasião.
As ruas bloqueadas e os engarrafamentos ao redor do centro obrigaram as autoridades da capital a preparar um dispositivo especial com 5.000 agentes encarregados, entre outras coisas, de organizar o tráfego de pedestres, muitos deles com lenços amarelos e brancos, as cores do Vaticano.

"Vim a Roma para lembrar de um homem que não tinha medo", confessa à AFP o colombiano Octavio ao falar de João Paulo II.

O fluxo de pessoas ao redor da Avenida da Conciliação, que leva à imensa praça de São Pedro, muitas com cobertores e tapetes, é incessante.
"Vou dormir por aqui", contou o italiano Mario, que espera passar a noite ao ar livre para poder se instalar nas primeiras fileiras.

Bandeiras de Polônia, Argentina, Brasil, circulam entre a multidão, enquanto dois cartazes gigantes com as imagens dos futuros santos já foram instalados na fachada da Basílica de São Pedro.

Quinze igrejas do centro permanecerão abertas por toda a noite de sábado para uma "noite branca" de oração em todos os idiomas.

Segundo as autoridades da capital, 1.700 ônibus, 58 voos charter e cinco trens especiais chegaram da Polônia, repletos de devotos que conheceram o papa-santo polonês.
"Santidade não quer dizer perfeição", advertiu o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, como resposta às críticas e dúvidas geradas pela decisão de canonizar João Paulo II apenas nove anos depois de sua morte, convertendo-se na santificação mais rápida da história da Igreja.

# noticias.br.msn.com

Senegal tenso com o retorno para casa do ex-presidente exilado.

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O ex-presidente do Senegal, Abdoulaye Wade. FOTO DE ARQUIVO | GROUP Nation Media


O exilado e ex-presidente senegalês Abdoulaye Wade fez um regresso controverso à casa com as forças de segurança em alerta máximo nesta sexta-feira, isso acontece dois anos depois que ele perdeu o cargo em uma eleição marcada por protestos violentos.

Wade, 87 anos, que detinha o poder de 2000-2012, desembarcou em Dakar no final da noite, a sua primeira vez no país da África Ocidental desde que se mudou para a França depois de uma derrota amarga para o arqui-rival e atual Presidente Macky Sall.

Seu retorno - uma demonstração de apoio para seu filho Karim, que está sob custódia por acusações de corrupção em vários milhões de dólares - o vôo dele havia sido adiado por mais de 48 horas depois de sua chegada ao aeroporto de Casablanca nesta quarta-feira.

Wade, acusou o governo de Sall de " manobra " contra ele deliberadamente retendo a permissão para que ele pousasse em Dakar, na tentativa de dispersar os adeptos que tinham planejado para recebê-lo em sua chegada.

"Eu entendi há muito tempo que Macky Sall não queria que o dia de hoje acontecesse ", disse à AFP na maior cidade do Marrocos na quinta-feira.

Wade finalmente deixou Casablanca no início da noite em um jato particular que pousou em Dakar em torno de três horas depois.

Senegal negou que estivesse por trás do atraso, com o porta-voz do governo Abdou Latif Coulibaly apontando para modificações de última hora no plano de vôo que significava novas licenças foram exigidas.

A chegada de Wade tinha sido prevista para o início do dia, e seu Partido Democrático Senegalês ( PDS ) estava planejando uma marcha desde o aeroporto até a sua sede em sua chegada.

Mas a área em torno do aeroporto foi fechada pela polícia e apenas alguns altos funcionários do PDS foram autorizados a receber Wade.

O ex-chefe de Estado deve proferir um discurso em um comício a ser encenado em desafio a uma proibição por parte das autoridades na sede do partido, onde uma grande multidão de apoiantes estavam reunindos por várias horas, cercados pela polícia de choque.

- 'Heavy com ameaça ' -

O anúncio do retorno de Wade tem dominado as manchetes desde o início da semana, o jornal diário Le Populaire enfrentou " A sexta-feira com forte ameaça ".

A mídia, entretanto, descreveu as forças de segurança como estando em "estado de alerta máximo " sobre a visita.

Polícia anti-motim com escudos, capacetes e cassetetes, foram mobilizados em Dakar desde quarta-feira, com protestos proibidos por medo de " desordem pública ".

Wade disse que ele vai respeitar as medidas de segurança senegalesas e não tem a intenção de desestabilizar o regime de Sall, mas ele também prometeu avançar com a reunião do partido proscrito.

"Eu não sou um homem para iniciar um golpe de Estado, não na minha idade ... Eu tenho a sorte de ser capaz de controlar meus militantes e apoiadores ", disse ele, sediado em Paris pelo canal de notícias de televisão France 24 na quinta-feira.

" Eles fazem o que eu digo a eles para fazer. Se eu dissesse ' vão para o palácio eles iriam. Mas se eu quisesse isso, eu poderia fazê-lo acontecer, mesmo sem chegar a Dakar. "

Karim filho de Wade, de 45 anos, cuja riqueza inclui terrenos em Dacar, uma frota de carros de luxo e empresas de mídia e de finanças que operam em toda a África, está em prisão preventiva em Dakar por um ano e deverá ser julgado em junho.

Autoridades senegalesas acusaram-no de usar meios corruptos para adquirir uma fortuna de 117 bilhões de francos CFA (178 milhões de euros, 246 milhões de dólares ) quando ele era chamado de "super-ministro " no governo de seu pai.

O mais jovem Wade nega a corrupção e diz que sua riqueza vem legitimamente das empresas que ele possui, bem como de contas bancárias e de imóveis.

O PDS acusa o regime de Sall de conduzir uma "caça às bruxas " contra seus adversários desde que ele chegou ao poder.

# AFP

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Guiné-Bissau: Conferência de imprensa dada pelo PUSD.

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                                                                    Carmelita Pires
O PUSD deu uma Conferência de Imprensa na Quarta-Feira, na sua sede em Bissau, para fazer o balanço da campanha eleitoral, com a presença de vários órgãos de comunicação social, com especial destaque ao nível das rádios. Julgamos importante fazer aqui um pequeno resumo, pois as notícias que foram surgindo na rádio e nos blogues foram de caráter muito particular, referindo por vezes frases isoladas do seu contexto.

A Presidente do Partido, Carmelita Pires, relatou os resultados da reunião da comissão política do Partido, durante a qual colocou o seu lugar à disposição, reconhecendo que, mal grado todos os esforços desenvolvidos, não conseguiu passar a mensagem para o eleitorado, atendendo aos resultados publicados pela Comissão Nacional de Eleições. Realmente, com excepção da Diáspora (onde sabemos que o PUSD, mesmo estando impedido de concorrer por decisão arbitrária do Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, recolheu um número bastante significativo de intenções de voto), os resultados foram decepcionantes a nível interno, onde a visibilidade é um factor essencial junto das massas. E essa visibilidade depende muito da disponibilidade de meios financeiros, que o PUSD, não conseguiria em tempo útil mobilizar.

Faltou o cumprimento da Lei, quanto ao financiamento pelo Estado dos pequenos partidos: pena que nestas eleições, que ficaram externamente conhecidas, por piada, como eleições «Gucci», os responsáveis não se tenham preocupado em garantir as condições mínimas a todos os partidos candidatos, alimentando a diversidade do debate. Durante a campanha, o PUSD deparou-se com fortes limitações em termos de logística e de material de campanha. O resultado não poderia deixar de ser a perpetuação de um bipartidarismo tenso, sem verdadeira alternância democrática, que parece não oferecer qualquer saída ao país. Se a Lei não foi cumprida activamente, também o não foi passivamente, pois, apesar dos avisos feitos pelo PUSD em relação às fontes de financiamento dos partidos maioritários, nada foi feito para fiscalizar eventuais abusos.

A Comissão Política do PUSD, chamada a pronunciar-se, deliberou no entanto, por unanimidade, recusar o pedido de demissão e reconduzir Carmelita Pires à frente dos destinos do Partido, lembrando que há bem pouco tempo o Partido estava esquecido e que, apesar de resultados eleitorais aparentemente pouco favoráveis, se considera bastante positiva a visibilidade obtida para o Partido e respetiva receção, nos vários meios de comunicação e blogosfera, permitindo antever um futuro promissor, em termos de intervenção na sociedade guineense.

A Presidente do Partido continuou em seguida destacando alguns pontos da campanha eleitoral que considerou positivos, em termos de reflexão. A esse título, lembrou as palavras de ordem do PUSD: Ordem & Organização; Rigor & Responsabilidade, Capacidade & Competência & Consistência. Considerou de forma bastante positiva as suas participações nos vários debates decorridos durante a campanha (dos quais alguns podem ser ouvidos recorrendo à «Partilha de Ficheiros» na barra lateral à direita, neste blog), afirmando acreditar ter contribuído para a elevação do nível do discurso político (por várias vezes, ao longo da campanha, assistimos a alguns partidos e candidatos retomarem palavras de ordem lançadas pelo PUSD em primeira mão). Realçou ainda, como ponto alto da campanha, o apelo à unidade aos partidos minoritários, demonstrando os custos da dispersão dos votos, devido à divisão em círculos eleitorais e ao método de Hondt. Nesse âmbito, Carmelita Pires defendeu a extinção dos círculos eleitorais (que distorcem a proporcionalidade do voto: há votos que valem o dobro de outros), bem como a abolição do método de Hondt, em eleições futuras. Um único círculo eleitoral, como nas presidenciais, e proporcionalidade direta na atribuição de mandatos 1% = 1 deputado, de forma a defender a diversidade de opinião e uma participação partilhada de todos e todas, a todos os níveis da política, para que esta não continue a ser vista como quintal particular, mas verdadeira função coletiva. Defendemos o Direito de Inclusão, em relação às mulheres, aos jovens, meninos e meninas, mais velhos e mais velhas.

Na expetativa da divulgação dos resultados definitivos, que ocorreu à mesma hora, cumpriu à Presidente do Partido dirigir ao seu homólogo do PAIGC felicitações pela vitória conseguida, desejando-lhe que seja capaz de gerar os consensos necessários para conduzir a governação pelos quatros anos que dura o mandato agora conquistado, sem interrupções, a bem da estabilidade e progresso do país.

No entanto, lembrou depois que este reconhecimento da vitória do PAIGC não implica a desistência quanto ao Direito básico que assiste ao PUSD: o de INFORMAÇÃO.

Pelo que Carmelita Pires declinou, entretanto, as afirmações do Presidente da CNE, dando por concluído o processo, sem atender ou se pronunciar sobre as pretensões apresentadas pelo Partido em tempo útil. É lamentável, e desmerecedor do civismo demonstrado pelo povo guineense no processo eleitoral, que este tenha sido conduzido com o nepotismo típico da nossa praça. A nossa campanha, cujo objetivo principal era contribuir para o debate de uma profunda mudança de mentalidades, foi claramente prejudicada por este tipo de limitação quase congénita da nossa democracia. Em futuras eleições, haveremos de nos bater para que a esperança e a confiança no futuro se façam desde o próprio ato eleitoral, para que não restem qualquer dúvidas ou sombras que manchem a sua credibilidade e a legitimidade do governo a que deve dar origem.

Urge um debate urgente, transversal e apartidário, um vasto fórum que congregue os guineenses num debate real para problemas atuais. 

       Carmelita Pires
   Pa lantanda nô terra!

Costa do Marfim: A ONU está se preparando para levantar o embargo sobre os diamantes marfinenses.

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Visite


Nações Unidas ( EUA ) - O Conselho de Segurança das Nações Unidas se prepara para levantar o embargo iniciado desde 2005  da exploração de diamantes da Costa do Marfim e relaxar o embargo sobre as armas, disseram os diplomatas.

Os 15 membros do Conselho devem adotar uma resolução na próxima terça-feira, uma resolução nesse sentido. " Os 15 países estão perfeitamente unidos " sobre esta questão, disse um diplomata.

O embargo sobre a venda de diamantes havia sido decretado porque alimentava os ex- rebeldes das Forças Novas ( FN ), que controlavam o norte desde o golpe fracassado em 2002 contra o presidente Laurent Gbagbo.

Mas este comércio está bem apoiado pelo Processo de Kimberley que a Costa do Marfim aderiu, e o embargo teve o efeito de estimular as vias paralelas.

De acordo com um recente relatório de especialistas da ONU, a produção e comercialização de diamantes em bruto continua " ilegalmente " na Costa do Marfim através de " redes comerciais que compram e exportam ilegalmente através de estados vizinhos. "

A Costa do Marfim pediu há vários meses para retomar a exportação de seus diamantes e ela tinha recebido a luz verde do último Processo Kimberley, em novembro, para a ONU levantar o embargo.

Criado em 2000, o sistema de certificação internacional chamado de Kimberley, apoiado pela Organização das Nações Unidas, serve 75 estados. Estabelece as condições a preencher por um país para que os diamantes possam ser legalmente exportados.

Esta iniciativa responde à controvérsia em torno de "diamantes de sangue ", essas pedras preciosas usadas para financiar as guerras, como em Angola ou Serra Leoa.

De acordo com um documento da União Europeia, a produção anual de diamantes da Costa do Marfim é de 50.000 a 300.000 quilates ( 1 quilate = 0,2 gramas ), o que coloca o país muito atrás de principais produtores mundiais ( Botswana, Rússia, Angola, Canadá, etc).

Entre 200.000 e 300.000 marfinenses vivem, essencialmente, praticando a mineração artesanal .

# AVZ / bdx

Ucrânia: Alguém aí, procurando guerra maior?

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Ucrânia: Alguém aí, procurando guerra maior?. 20221.jpeg

A situação na Ucrânia é estranha e obscura. Houve denúncias, pelo governo golpista, de ataques contra postos militares, mas não foram confirmados. Houve um ataque de unidades de infantaria leve contra um ponto de controle de oposicionistas perto de Slaviansk. Podem ter havido duas, três mortes, mas os militares logo devolveram o comando dos postos aos militantes pró-Rússia. 

Essa tática de "bater e correr" é coisa que guerrilheiros usariam, mas não é ação que se espere de militares decentes, contra oposição muito, muito mais fraca. Parece haver mais forças de segurança posicionadas em torno da cidade, mas até aqui permanecem paradas por lá.

O presidente Putin da Rússia falou de "consequências" mas não falou de meios específicos para aplicá-las. Os militares russos anunciaram que reiniciaram atividades de treinamento militar perto da fronteira com a Ucrânia.

Nada aí, ultrapassa as pequenas escaramuças para efeito de provocação-propaganda. Kiev não se atreve a muito mais, que daria justificativa a uma invasão. Não acredito que haja alguém em Kiev interessado em provocar invasão russa.
Mas pode haver gente em Washington interessada em provocar conflito que envolva soldados russos, depois a OTAN, depois todos os seus 'parceiros' europeus. 
Que ideia melhor, se você quer (a) manter a Europa 'contida' - economicamente e politicamente; e você também quer (b) impedir qualquer cooperação interna, dentro da Eurásia? 
Uma boa 'guerrinha' na Europa operaria maravilhas para a economia dos EUA. É manter a Europa abaixo do limiar nuclear... E os EUA, no final, levarão todo o butim.
Esperemos que políticos europeus, pelo menos, percebam a tempo a armadilha óbvia e consigam evitá-la. *****
# pravda.ru

Lobistas africanos reúnem-se em Angola.

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Um dos Centro Africano de Estudos para a Democracia e Direitos Humanos (ACDHRS). Os Delegados durante o último fórum em Banjul, Gâmbia.


O Centro Africano de Estudos de Direitos Humanos para a Democracia  (ACDHRS), a conferência foi aberta na capital de Angola, Luanda na quarta-feira. 

A conferência, que reúne mais de 200 organizações não-governamentais em todo o continente tem como objetivo discutir os mecanismos de promoção e proteção dos direitos humanos em África. 

Eles, então, anunciaram suas recomendações durante a 55 ª Sessão Ordinária da Comissão Africana de Direitos Humanos e dos Povos (CADHP) que terá lugar em Luanda de 28 abril a 12 maio. 

Os participantes do evento com duração de dois dias são esperados para trocar idéias sobre a situação dos direitos humanos em seus países. 

"Principais preocupações angolanas em particular, têm a ver com o desaparecimento de cidadãos, prisão de jornalistas, demolições e violações à liberdade de imprensa," Da Rádio Voz da América, convidado por ACDHRS e citado pela correspondente Lúcia Silveira. 

Segundo o site de ACDHRS, a organização busca promover a conscientização e adesão dos direitos humanos e os princípios democráticos em todo o continente Africano. 

Ela pretende ainda defender e promover o artigo 25 da Carta Africana dos Direitos Humanos e dos Povos, que afirma que: "Governos de Estado têm o dever de promover e assegurar, através do ensino, da educação e da publicação, o respeito dos direitos e liberdades contidos na presente Carta e "para fazer com que essas liberdades e direitos, bem como obrigações e deveres correspondentes sejam compreendidos. 

Em colaboração com outras organizações de direitos humanos, ACDHRS tem facilitado a participação de grupos da sociedade civil, acadêmicos e outros profissionais do continente e além de sessões da Comissão Africana.

# africareview.com

quinta-feira, 24 de abril de 2014

25 DE ABRIL DE 1974 - UMA DATA HISTÓRICA RELEMBRADA EM PORTUGAL POR TODOS OS PORTUGUESES. COINCIDÊNCIA OU NÃO, AMANHÃ TAMBÉM É 25 ABRIL, SÓ QUE DE 2014, QUANDO TEREMOS O FUNERAL DO EX-PRESIDENTE KUMBA YALÁ. O 25 DE ABRIL DE 2014 SERÁ TAMBÉM UMA DATA HISTÓRICA PARA TODO O POVO GUINEENSE INDEPENDENTEMENTE DO PARTIDO, DA CRENÇA, DA ETNIA QUE MANIFESTA? A VOZ DO POVO É A VOZ DA RAZÃO!

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Sex. 25 abril 2014

25 de abril de 2014


25 Abril 2014

Vai fazer 40 anos que Abril abriu as portas à Liberdade e é bom recordar que muitos de nós, hoje aposentados/reformados, acompanhámos essa época de forma entusiástica porque acreditámos que as três siglas ou “3 D’s”, do Programa do Movimento das Forças Armadas, iriam ser uma realidade depois de 48 anos de infâmia. Eram eles:

  • “D” de Democratizar.
  • “D” de Desenvolver.
  • “D” de Descolonizar.

Éramos mais jovens e acreditámos e, em linhas gerais, movimentámo-nos, desde a primeira hora, para que liberdade sindical e de associação fizessem parte do léxico da empresa já que aquelas eram proibidas, “a bem da nação”, na INCM, para que o ordenado mínimo nacional fosse, também, implantado na empresa, desenvolveu-se o apoio médico através de um novo regulamento dos Serviços Sociais, organizámo-nos para impedir a sabotagem de alguns, poucos, apoiantes do fascismo e dos seus sequazes, dinamizámos os colóquios dados por partidos políticos, apoiámos o ressurgimento de um único Grupo Desportivo e Cultural recebemos, de braços abertos, alguns colegas expulsos e presos pela PIDE, soubemos sempre adaptar-nos às novas tecnologias, quer na gráfica, quer na metalúrgica, Tal como Chico Buarque compôs, podemos afirmar que “foi bonito, pá!”.

Ninguém pode negar que os legados mais importantes ou aqueles em que se considera que mais se avançou têm a ver com o Estado social: habitação, educação, assistência médica. São associados à democratização e ao que o 25 de Abril trouxe especificamente de positivo para o factor trabalho. Mas é neste ponto, o social, que os pensionistas e reformados da INCM estão, 40 anos após o 25 de Abril, preocupados e indignados, tendo em conta o sistemático ataque que tem vindo a ser feito contra as suas pensões/reformas, o que aliado à subida dos impostos e ao projecto de alteração do nosso sistema de saúde, está a remeter-nos para uma subalternidade social que, em alguns casos, já envergonha muitos de nós.
Estamos hoje presentes, em Lisboa e no Porto, neste ato solene da Comemoração do 40.º Aniversário do 25 de Abril na INCM, saudando todos os presentes, quer os que laboram na empresa, quer, em particular, os nossos associados. Às individualidades presentes, afirmamos que seguimos, com atenção e expectativa, o futuro da nossa pátria e, como a poetisa Sophia de Mello Breyner escreveu, “é imperioso, necessário e urgente” uma mudança de rumo. Cumpra-se a Constituição da República Portuguesa que no seu artigo 1.º afirma “Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária”.

VIVA O 25 DE ABRIL!
 # http://reformados_da_incm.blogs.sapo.pt

Angola: Presidente em Paris para visita oficial na próxima terça-feira.

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Presidente José Eduardo dos Santos

O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, desloca-se a França na próxima terça-feira, 29, para uma visita oficial de 24 horas, durante a qual manterá um encontro de trabalho com o homólogo francês, François Hollande, disse hoje ao Novo Jornal fonte diplomática.
A visita, a terceira do Chefe de Estado angolano a Paris, é vista como um passo importante no sentido da normalização das relações entre os dois países.
José Eduardo dos Santos tem previsto um encontro e um almoço com Hollande, no Palácio do Eliseu, estando ainda agendada uma reunião de trabalho com meia centena de empresários franceses de diferentes sectores de actividade, os quais manifestaram vontade de investir em Angola e participar no processo em curso de diversificação da economia local.
A comitiva de José Eduardo dos Santos integra vários membros do Governo.
As relações político-diplomáticas e de cooperação entre os dois países iniciaram-se em Janeiro de 1977, ano em que Paris reconheceu oficialmente a independência da República Popular de Angola.
A França é o actual sexto maior fornecedor de Angola, a seguir aos EUA, Portugal, China, Brasil e África do Sul.
Os franceses ocupam ainda o terceiro lugar entre os países que mais investem em Angola. A petrolífera francesa Total é a maior produtora local, com 600 mil barris/dia, número que deverá crescer nos próximos anos em função de investimentos recentes na exploração off-shore (em águas profundas).
Além dos petróleos, os franceses têm investido também em áreas como, a industria agro-alimentar, banca e construção civil.
Os dois países desenvolveram ainda outras áreas de cooperação, designadamente na educação. A França destina 35 bolsas de estudo por ano a alunos angolanos para licenciaturas, mestrados e doutoramentos, em particular na área das engenharias.
# David Filipe / Novo Jornal


Lupita Nyong' O eleita a mais bela do mundo.

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A actriz Lupita Nyong'O, que ganhou o Óscar para Melhor Actriz secundária, pelo papel em "12 Anos Escravo", foi eleita a mulher mais bela do mundo pela revista norte-americana "People".
A actriz queniana de 31 anos, nascida no México, confessou-se surpreendida com a escolha da revista e disse que a distinção é "um grande, grande elogio".
Lupita contou que a primeira vez que sentiu bonita foi aos 16 anos, quando ainda vivia no México e era das poucas pessoas negras na cidade onde morava. "Uma amiga veio ter comigo acompanhada de um amigo que era fotógrafo. Ele ficou encantado comigo e perguntou se me podia tirar uma fotografia. Foi a primeira vez que que alguém mostrou interesse em captar a minha imagem e senti-me extremamente bela", recordou a actriz.
Todos os anos a revista "People" escolhe, normalmente entre as estrelas de Hollywood, a mulher e o homem mais bonitos do mundo.
Em 2013, foi Gwyneth Paltrow quem conquistou o título na categoria feminina.

# http://agora.co.ao/

África do Sul: Instituições da África do Sul apodrecem no mundo pós-apartheid.

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Presidente Sul-Africano Jacob Zuma. ARQUIVO | GROUP Nation

 Nas entranhas do maior hospital da África, os médicos realizam uma cirurgia de emergência à luz de um telefone celular, enquanto, por uma ala vizinha, os pacientes gravemente doentes são mantidos como sardinha, três em uma cama.

Vinte anos depois que os sul-africanos com júbilo varreram apartheid de lado, Chris Hani Baragwanath no Hospital de Joanesburgo, como em muitas de instituições do país no período pós-apartheid, não são capazes de viver de acordo com o sonho.

Longe de alto perfil, escândalos políticos do país, uma crise institucional mais perniciosa está devastando a " Nação de Arco-Íris ".

Pequenos municípios e grandes ministérios estão sendo corroídos pela corrupção, má gestão e da enormidade de servir todos os 51 milhões cidadãos do país, e não apenas uma elite branca.

Os problemas são " sistêmicos " e exigem uma " revisão" completa de acordo com Phophi Ramathuba de associação médicos do país, mas eles não se limitam ao sector da saúde e só.

Na província rural de Limpopo, 5.000 crianças não receberam livros de texto há mais de seis meses porque o governo está entupido com o contrato de entrega.

Em todo o país, o governo baixou o preço da passagem do ensino médio para 30 por cento para garantir que as taxas de matrícula não entrem em colapso sob o peso de professores de baixa qualidade, protegidos por sindicatos aliados do governo.

Em uma propriedade de luxo de habitação em Pretória, policiais mal treinados ou vagabundos imprudentes através de uma cena de suspeita de crime de homicídio, eles colocam seu próprio caso em perigo, enquanto que algumas investigações sobre o politicamente correto são descartados.

"O setor de policiamento todo é uma instituição falida. Tornou-se como uma milícia - Como do Haiti de Tonton Macoute ", disse o analista político Moeletsi Mbeki, irmão do ex-presidente Thabo, referindo-se à força paramilitar brutal criada por Papa ex-dictator François 'Papa Doc' Duvalier.

- " As coisas pioraram "-

E uma instalação que já foi um dos melhores hospitais da África é agora atormentado por equipamentos quebrados, falta de medicamentos básicos e apesar de ter 3.200 deles, há falta de leitos.

No advento da democracia em 27 de abril de 1994 o Hospital Baragwanath tinha uma reputação de estrela, recebendo pacientes de referência de muitos lugares além das fronteiras da África do Sul.

Seus médicos já tinham separado com sucesso gêmeos siameses, enquanto um hospital vizinho na Cidade do Cabo foi o primeiro lugar no mundo a realizar com sucesso um transplante de coração.

Com o sufrágio universal veio o dever de cuidar de dezenas de milhões de pacientes negros que em grande parte haviam sido negados o acesso a cuidados de qualidade em sua maior parte no século passado sob as leis do apartheid racista.

"As coisas ficaram piores, muito ruim, é realmente assustador ", disse um médico sênior negro no hospital que pediu para não ser identificado.

Ele se lembra de um incidente, há duas semanas, quando três pacientes muito doentes foram obrigados a dividir a cama em uma ala de internamento que recebe mais de 100 pacientes por dia.

" O do meio morreu e de repente essas duas pessoas foram imprensadas com o cadáver ", lembrou ele, indignado.

Em outro caso recente, uma mulher foi forçada a dividir a cama com um paciente do sexo masculino.

Estado dos " hospitais foram muito melhores no período sob o apartheid ", disse ele, descartando as sugestões de que a expansão da cobertura médica para pacientes negros é a raiz dos problemas do sistema.

"Houve aplicação de menos dinheiro que está indo para a corrupção. "

- Corrupção cria raízes -

Quando o ANC assumiu o poder há 20 anos, o partido, por sua própria admissão, não tinha capacidade para dirigir um governo.

" Fomos trazidos do mato, ou de territórios fora do país, ou de prisões para virmos e assumir o controle ", o falecido Nelson Mandela retratou isso depois de se tornar o primeiro presidente democrático eleito no país.

"Fomos de repente atirados para essa imensa responsabilidade de gerir um país altamente desenvolvido. "

Sem compreender os desafios, os eleitores colocaram o ANC no poder batendo margens eleitorais.

Mas 20 anos depois os sul-africanos parecem ser menos compreensivos, com culpas redondamente empilhadas no partido do governo e as suas políticas.

A liderança do partido tem " permitido a corrupção e criação de raízes, produziu um sistema de burocracia e da educação ineficientes, e gastou milhões em projetos de vaidade ", disse o analista Max du Preez, em um livro recente 'A Rumour of Spring '.

Enquanto Mandela procurou manter todos, mas os funcionários públicos brancos mais politicamente deformados são necessários para governar o país, muitos ainda à esquerda.

Má prestação de serviços

Eles foram substituídos por acólitos do partido que muitas vezes são utilizados no sector público para o auto-enriquecimento, saqueando os cofres por meio de manipulação, enquanto as pessoas foram negligenciadas por má prestação de serviços.

" O serviço público é incapaz de cumprir as suas obrigações por causa de uma falta de capacidade entre os funcionários públicos ", disse o vice-chanceler da Universidade Wits, Adam Habib.

Esta é uma consequência da ação afirmativa ou " política de implantação de quadro de modo equivocada " do governo.

"A corrupção corre solta e não é tratada com firmeza por causa de lealdades partidárias ou ineficiências no sistema ", disse ele em um livro recém-publicado "Revolução Suspensa da África do Sul".

Apesar do quadro sombrio, é improvável que se transforme em estado falido o país, pois algumas instituições ainda funcionam bem.

"Nossas melhores instituições é o protetor do público, o tribunal constitucional - na verdade, os tribunais, em geral, são muito independentes e essas instituições estão fazendo o que deveriam estar fazendo", disse Mbeki.

" SARS ( a Sul-Africano Revenue Service) é eficiente na coleta de impostos, mas ela está sendo usada por Zuma e companhia para perseguir seus adversários.

"A África do Sul não deve ir para uma pirueta em que os outros países africanos entraram, isso porque temos um setor privado muito forte e competente ", disse Mbeki.

"Isso é o que mantém o país brilhando."

# -AFP -Media


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