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sexta-feira, 8 de maio de 2026

NA ÁFRICA: Medidas ousadas são necessárias.

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Um navio à deriva! É o mínimo que se pode dizer sobre o MV Hondius, nome desta embarcação encalhada no Atlântico. Deveria atracar em Cabo Verde, mas foi impedida. Porquê? Porque há três pessoas a bordo suspeitas de portarem o hantavírus. Talvez, enquanto lê estas linhas, estes três casos suspeitos já tenham sido evacuados, permitindo que o navio continue a sua viagem rumo às Ilhas Canárias, onde deverá chegar dentro de alguns dias. Mas o que é exatamente o hantavírus, nome dado a esta doença que espalha o terror? Trata-se, na verdade, de uma doença que surgiu pela primeira vez na década de 1970 perto do rio Hantan, na fronteira entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul. A transmissão do hantavírus de pessoa para pessoa é rara, mas a situação pode ter mudado devido às várias mutações do vírus. O vírus foi isolado de um pequeno roedor (o rato-do-campo) depois de causar febre hemorrágica grave em mais de 3.000 soldados durante a Guerra da Coreia. A transmissão para humanos ocorre principalmente pela urina, fezes ou saliva de roedores infectados, e não de pessoa para pessoa. Se o hantavírus não é tão contagioso quanto o Ebola e a COVID-19, por que causa tanto medo? Essa é a pergunta que muitos fazem, dada a crescente preocupação global. De fato, a Organização Mundial da Saúde (OMS), após a morte de três pessoas a bordo do navio, está sendo muito cautelosa e não descarta a transmissão de pessoa para pessoa neste momento. Ao fazer isso, a OMS está cumprindo seu papel. Ela prefere tomar a iniciativa de se preparar para qualquer eventualidade, especialmente porque se trata de uma questão de vida ou morte. Embora seja verdade que a transmissão do hantavírus de pessoa para pessoa seja rara, a situação pode ter mudado devido às diversas mutações do vírus. Já vimos isso acontecer com outras doenças virais que quase fizeram pesquisadores e cientistas duvidarem de suas hipóteses. De qualquer forma, como diz o ditado, em tempos desesperados, medidas desesperadas são necessárias. Tendo sofrido com o Ebola e a COVID-19, o mundo todo sabe o que esperar. Não se deve negligenciar nenhuma doença, especialmente porque o hantavírus já mostrou sua face mortal, ceifando diversas vidas. Portanto, é compreensível que o continente africano também esteja começando a agir. De fato, assim que os primeiros casos confirmados surgiram em Cabo Verde, muitos países tomaram a iniciativa, ativando seus planos de resposta epidemiológica. É o caso, por exemplo, da África do Sul e da Costa do Marfim, para citar apenas dois exemplos, que soaram o alarme tomando as medidas necessárias para combater uma possível chegada do hantavírus em seus territórios. Isso é totalmente louvável. Dada a urgência da situação, medidas ousadas são essenciais se não quisermos ter que agir como médicos depois que o problema já aconteceu. Considerando o perigo iminente, os líderes devem se munir dos recursos necessários para salvar o que é mais importante. Em todo caso, é por meio do esforço conjunto de todos que a humanidade, se não for capaz de erradicar completamente o hantavírus, poderá reduzi-lo ao mínimo. Isso é do interesse de todos. Entre outras medidas a serem tomadas, além de vedar as casas e armazenar os alimentos em recipientes herméticos para protegê-los de roedores, é necessário garantir a limpeza dos excrementos e a erradicação dos roedores de espaços fechados. O cumprimento rigoroso dessas medidas depende em grande parte dos líderes que, diante do perigo iminente, devem tomar as providências necessárias para salvar o essencial. lepays.bf

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Samuel

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