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Kinshasa: 50 camiões de bombeiros anunciados para reforçar o combate aos incêndios.

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sábado, 11 de maio de 2013

Kofi Annan: África saqueada pelos acordos de mineração secretos.

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Evasão fiscal, acordos de mineração secretos e transferências financeiras estão privando África dos benefícios de seu boom de recursos, disse ex-chefe da ONU, Kofi Annan.

Kofi Annan


As empresas que optam por lucros promovem mudanças para diminuir jurisdições fiscais que custam a África $ 38 bilhões (£25 bilhões) por ano, diz um relatório produzido por um grupo que ele dirige.

"África perde duas vezes mais dinheiro por essas brechas quanto ele ganha de doadores", disse Kofi Annan,  à BBC.

É como levar comida para mesa dos pobres, disse ele.

O Relatório de Progresso de África é lançado todo mês de maio - produzido por um painel de 10 personalidades, incluindo o ex-presidente nigeriano Olusegun Obasanjo e Graça Machel, esposa do ex-presidente Sul Africano, Nelson Mandela.

"Altamente opaco"

Países africanos necessitam de melhorar a governança e as nações mais ricas do mundo devem ajudar a introduzir regras globais de transparência e de tributação, disse Kofi Annan.

O relatório deu a República Democrática do Congo como um exemplo, onde entre 2010 e 2012, cinco concessões de mineração foram vendidos a preços em "negócios altamente opacos e secretos".


Este é o custo do país, que a instituição de caridade Save the Children, disse no início desta semana que é o pior lugar do mundo para ser mãe, US $ 1,3 bilhão em receitas.

Este valor é equivalente ao dobro do aplicado em saúde na RD do Congo e em orçamentos em educação combinados, disse o relatório.

Ministro de mineração da República Democrática do Congo contestou as conclusões, dizendo que o país não tinha "perdido nada".

"Esses ativos foram cedidos na total transparência", disse Martin Kabwelulu à agência de notícias Reuters.

O relatório acrescentou que muitos países ricos em minerais necessitam "urgentemente de rever a concepção dos seus regimes fiscais", que são projetados para atrair o investimento estrangeiro, quando os preços das commodities são baixos.

Ele cita um comentário da Zâmbia, que concluiu que entre 2005 e 2009, 500 mil trabalhadores da minas de cobre estavam pagando uma taxa de imposto a grandes empresas multinacionais de mineração.

África perde mais através do que ele chama de "saídas ilícitas" do que recebe em ajuda e investimentos estrangeiros diretos, explica.

"Nós não estamos recebendo as receitas que merecemos, muitas vezes por causa de tantas práticas de corrupção, preços de transferência, evasão fiscal e todos os tipos de atividades que nos privam do nosso direito", disse o Sr. Annan ao programa Newsday da BBC.

"Transparência é uma ferramenta poderosa", disse ele, acrescentando que o relatório estava incitando os líderes africanos para se colocarem "no centro da estágio de prestação de contas".

fonte: africanews.com



Os atentados suicidas, a nova arma dos jihadistas no Mali.

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Des troupes de la Misma à Gao, janvier 2013 / AFP

Dois homens-bomba atacaram novamente o norte do país: quatro homens mortos, dois soldados feridos.


Dois atentados suicidas atingiram nesta sexta-feira duas cidades distintas no norte do Mali, Menaka e Gossi, fazendo um total de quatro mortes de homens-bomba e dois feridos nas fileiras dos soldados do Mali, disse à AFP fontes militares.

Na cidade de Menaka, situada cerca de 300 km a leste de Gao, o primeiro ataque teve como alvo um acampamento do exército nigeriano, sem fazer outra vítima o homem-bomba, de acordo com uma fonte militar e uma fonte militar do Mali que se juntou no local.

"Por volta das 5:00 (horário de Brasília), um suicida em um carro forçou a entrada ao nosso acampamento militar em Menaka. Nós usamos nossas armas, fazendo explodir o homem-bomba. Ele morreu, mas não sofremos baixas em nossas fileiras ", disse a fonte nigeriana, acrescentando que soldados nigerianos estavam" em alerta ".

Fonte militar do Mali disse: "Hoje (sexta-feira) antes, um bombista de pele clara conseguiu entrar no acampamento das tropas nigerianas em Menaka. O homem-bomba ao volante de um carro fez explodir uma bomba, mas o exército nigeriano retaliou. "

O segundo ataque suicida ocorreu em Gossi cidade a cerca de 185 km ao sudoeste de Gao, três terroristas suicidas foram mortos e dois militares do Mali feridos, disse um oficial superior do exército maliano contactado por telefone no Norte .

"Sexta de manhã, três homens-bomba se explodiram em Gossi. Eles feriram dois militares do Mali. Esta é a avaliação preliminar que temos", disse ele.

O ataque suicida também foi confirmado por um outro anexo da fonte administrativa do norte, que os três homens-bomba vieram de Gao em um caminhão de transporte.

"À Chegada do checkpoint militar de Gossi, os três homens de pele escura se explodiram na frente dos militares do Mali. Dois soldados do Mali ficaram feridos", informaram.

Os Jihadistas ligados à Al-Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI), que passaram vários meses no norte do Mali, em 2012, foram em grande parte impulsionados por uma intervenção militar franco-Africano, que começou em 11 de janeiro e continua .

No entanto, os grupos "residuais" são capazes de realizar ações regulares contra os exércitos do Mali e estrangeiros na região.

AFP

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Ramos-Horta pede resolução que apoie os guineenses.

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Symbolbild Vereinte Nationen
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http://de.wikipedia.org/wiki/Vereinte_Nationen
Die Vereinten Nationen (VN), englisch United Nations (UN), häufig auch UNO für United Nations Organization (deutsch Organisation der Vereinten Nationen), sind ein zwischenstaatlicher Zusammenschluss von 193 Staaten und als globale Internationale Organisation uneingeschränkt anerkanntes Völkerrechtssubjekt.
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aufgenommen in Bonn, März 2013


O representante especial do secretário-geral da ONU na Guiné-Bissau quer que os membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas "falem a uma só voz" no que concerne a um apoio aos guineenses.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas reuniu-se esta quinta-feira (09.05), em Nova Iorque, para discutir a proposta de Ban Ki-Moon, de extensão de mais um ano de missão da ONU na Guiné-Bissau, até a pacificação nacional ser alcançada. José Ramos-Horta, representante especial de Ban Ki-Moon, sublinhou neste debate a necessidade do Conselho de Segurança apoiar o povo guineense, tendo sublinhado que "se um apoio adequado for dado aos programas pró-ativos da diplomacia preventiva, a Guiné-Bissau poderá tornar-se um exemplo brilhante de uma história de sucesso."
Foram estas as palavras de incentivo que o timorense José Ramos-Horta usou na reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Após a proposta do secretário-geral da organização, Ban Ki-Moon, de estender por mais um ano a missão da ONU na Guiné-Bissau, o Conselho de Segurança reunido em Nova Iorque discutiu a relevância da continuação do processo de pacificação no país, encabeçado pelas Nações Unidas.
Os membros estão agora a preparar uma resolução que será votada no próximo dia 23 de maio, para a reformulação da proposta feita por Ban Ki-Moon que contempla a abertura de delegações regionais e um segundo representante especial.
José Ramos-Horta , representante especial do secretário-geral da ONU na Guiné-BissauJosé Ramos-Horta , representante especial do secretário-geral da ONU na Guiné-Bissau
ONU deve dar sinal claro de apoio aos guineenses
O actual representante do secretário-geral na Guiné-Bissau apelou aos representantes que participaram no debate para "que falem a uma só voz", adoptando, no próximo dia 23 "uma resolução que dê um sinal claro de apoio" aos guineenses. Para Ramos-Horta, é essencial que o processo de pacificação se mantenha, pois após estar integrado na realidade nacional, acredita que o caminho que o país tem a percorrer ainda é longo.
"Desde o primeiro momento da minha chegada à Guiné-Bissau tenho tido reuniões regulares com a Assembleia Nacional, Corpo de Militares, Líderes Políticos, membros da sociedade civil. Depois deste tempo, na minha humilde opinião é que o problema da Guiné-Bissau deve ser colocado claramente nas mãos da elite política, que falhou durante décadas para o povo", disse. José Ramos-Horta acrescentou ainda que "as consequências do falhanço destas elites inclui violações de direitos humanos, impunidade, crime organizado e tráfico de droga".
No Conselho de Segurança, todos os representantes destacaram a urgência de realizar eleições na Guiné-Bissau até ao final do ano, mas em declarações à agência de notícias Lusa, o embaixador da Guiné-Bissau na ONU, João Soares da Gama, afirmou que o país "não tem condições financeiras para realizar eleições sem o apoio da ONU", tendo Ramos-Horta sublinhado o pedido. "O apoio do Conselho de Segurança e dos membros das Nações Unidas para um novo processo eleitoral no país é imperativo. Na fase pós-eleitoral, será promovida a partilha do poder governamental para reconstruir o país, que agora existe apenas em nome", sublinhou.
Tráfico de droga continua por resolver
Joseph Mutaboba, ex-representante especial da ONU na Guiné-BissauJoseph Mutaboba, ex-representante especial da ONU na Guiné-Bissau
Apesar da detenção do ex-chefe da Armada Bubo Na Tchuto, o tráfico de droga continua a ser um problema por resolver no país. Jospeh Mutaboba, ex- representante especial do secretário-geral da ONU, sublinha a urgência do combate ao tráfico de droga. "As autoridades reportaram as actividades criminais em Bissau e acreditam que o que falha são os recursos políciais. Reportaram também que desde 12 de Abril as actividades de tráfico de droga aumentaram no país. O secretário-geral continua a querer alcançar, ativamente com a cooperação da comunidade internacional, a restauração da ordem constitucional na Guiné-Bissau", salientou Mutaboba.
 
No final do encontro, os participantes na reunião realçaram a tendência positiva e consensual entre os atores nacionais e internacionais. Porém, António Gumende, representante da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) relembrou que "todo o otimismo em relação à Guiné-Bissau deve ser moderado, devido à complexidade da situação, bipolarização política e à deteriorada situação económica e humanitária".
fonte: DW

Estados Unidos; 'Ele morreu pra mim', diz filha de acusado de sequestro nos EUA.

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Em uma entrevista à rede americana CNN divulgada nesta quinta-feira (9), Angie Gregg, filha do homem acusado de sequestrar e estuprar três mulheres por dez anos, disse que o pai está 'morto' pra ela e que após a revelação do fato, várias "peças se encaixaram". Segundo ela, o pai sempre mantinha portas fortemente trancadas dentro de sua casa e às vezes deixava a mesa do almoço em família por uma hora ou mais sem nenhuma explicação.
Ariel Castro apareceu nesta quinta pela primeira vez no tribunal e recebeu acusações de sequestro e abuso sexual. Sua fiança foi estipulada em US$ 8 milhões. Duas das mulheres sequestradas já voltaram para a casa das famílias.
Na entrevista, Angie Gregg disse que o Ariel era um pai "amigável e carinhoso". Chocada com a descoberta, ela disse que nunca quer vê-lo novamente. "Eu fico imaginando, nesse tempo todo, como ele pôde ser tão bom conosco, mas (supostamente) ter levado aquelas jovens mulheres, pequenas garotas, o bebê de alguém, para longe de suas famílias e por tantos anos nunca se sentiu culpado o suficiente para deixá-las ir."
'Ele morreu pra mim', disse Angie Gregg, filha de acusado de sequestro nos EUA (Foto: CNN)'Ele morreu pra mim', disse Angie Gregg, filha de acusado de sequestro nos EUA (Foto: CNN)
Um promotor do estado norte-americano de Ohio disse que buscará acusações de homicídio agravado, o que pode levar à pena de morte, contra o pai de Angie Gregg, um ex-motorista de ônibus escolar de Cleveland, acusado de sequestrar e estuprar três mulheres durante uma década de cativeiro em sua casa.

As acusações seriam motivadas pelos abortos forçados sofridos, segundo a polícia, por uma das mulheres capturadas por Ariel Castro.

O promotor do Condado Cuyahoga, Timothy McGinty, disse em entrevista coletiva que seu gabinete tem a intenção de apresentar acusações de sequestro e agressão sexual, bem como de homicídio agravado.
Os promotores também planejam apresentar acusações relacionadas aos muitos abusos sofridos por Amanda Berry, Gina DeJesus e Michelle Knight, assim como pela filha de Amanda, de 6 anos, que nasceu no cativeiro, afirmou McGinty.
"Tenho a intenção de buscar acusações para cada ato de violência sexual, estupro, cada dia de sequestro, cada ataque criminoso e cada ato de homicídio agravado por impedir várias gestações que o infrator cometeu", afirmou.
fonte: g1.globo.com

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Para inglês ver.

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Para inglês ver. 18176.jpeg

Tradicional expressão usada pelo povo brasileiro, 'para inglês ver' nada é mais do que uma mostra clara do espírito de enganar.

            Segundo os mais respeitados linguistas do país, os ingleses exigiram leis que proibissem o tráfico de escravos, quando a Abolição ainda não tinha sido proclamada.  Ora, sabia-se que tal não ocorreria, mas a Inglaterra era a maior potência mundial.  Votaram as leis, sabendo que as mesmas não seriam cumpridas.  O ato era apenas 'para inglês ver'.
            Querendo unir forças em torno de interesses desenvolvimentistas, brasileiros, russos, indianos, chineses, agora com a inclusão de sul-africanos, uniram-se num bloco que a imprensa mundial tem chamado BRICs.  A ideia é constituir um complexo forte, capaz de enfrentar economicamente os países europeus e americanos do norte.
            Os resultados alcançados por esta união são fracos, inexpressivos.  A China é destaque no cenário internacional, sempre com produto interno bruto em expansão anual por volta de 7%, seguida da Rússia, com aumento bem menor.  O Brasil, em 2012, cresceu apenas 0,9%, aqui jocosamente chamado 'pibinho', palavra inexistente na língua portuguesa.
            Os jornais nada noticiam sobre o BRIC.  Os resultados não aparecem, não existe uma consciência entre os países formadores do bloco que a ajuda mútua, especialmente em tecnologia, é essencial e indispensável.  A última medida tomada foi na reunião feita na África do Sul, onde compareceram os principais dirigentes das nações do grupo.  Decidiu-se, naquela ocasião, constituir um fundo com grande capacidade de reserva monetária, caso seja necessária à ajuda a qualquer país do BRIC.  Ótima medida, fora de dúvida, mas ainda insuficiente para o fortalecimento do grupo.
            Proteção sempre é necessária, mas a proposta é desenvolvimento econômico, que vai gerar melhores condições sociais para os povos dos países-membros.  Neste plano, não estamos vendo resultados.  Está mais do que na hora de objetivos serem traçados e postos em execução, todos temos a ganhar com medidas positivas e determinadas.
            Afinal, o BRIC não foi criado 'para inglês ver'.
fonte: Pravda.ru

Senegal: A concorrência entre as operadoras de telecomunicações - Expresso aterroriza Tigo e ameaça Orange.

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O dinamismo do setor de telefonia móvel no Senegal não pode ser negado, pelo contrário. No entanto, todos os operadores estão longe de serem alojados no mesmo barco. Se Sonatel continua a dominar o mercado, especialmente no que diz respeito à telefonia fixa e móvel, o Espresso está sendo a quota de mercado ligeiramente na guarnição. Já em ofertas de internet ele é mais atraente do que seus concorrentes.
No final de Dezembro de 2012, Senegal tinha 11 milhões 470 000 464 de assinantes de telefone  móvel. Comparado com o ano anterior, o que representa um aumento de 22,64%, e revela o dinamismo do setor, no Senegal, que está a caminho de cumprir muito em breve a cobertura em 100% dos clientes em telefonia móvel.
No entanto, estes dados, publicados ontem pela Autoridade Reguladora de Telecomunicações e Correios (ARTP) não escondem as disparidades em situações específicas dos diferentes operadores de rede móvel. De fato, enquanto o mercado está crescendo, um dos operadores tradicionais, esforçando-se para manter os clientes e atrair outros. Este é Sentel, que opera sob a marca Tigo, e que parece ganhar sobre seus concorrentes. Quando Expresso quase dobrou sua base de assinantes, adicionando 847.810 novos clientes, permitindo que eles sejam cerca de 1,8 milhões de novos assinantes, Sentel não poderia reunir no mesmo período mais que 262.150 novos clientes , um crescimento de 11%, o que não faz, portanto, passar seu parque de clientes rondando os 2 milhões. Embora neste caso, eles estavam, no final de 2012, de 2 milhões 640 mil 650 clientes, exatamente.


Todos os dados acima são os resultados do trabalho do Observatório estabelecido pelo ARTP para estudar e analisar a situação no sector das telecomunicações e benefícios que devem ajudar a orientar as decisões do regulador. Já, pode-se notar no relatório divulgado ontem que "o mercado de telefonia móvel é amplamente dominado pelo titular Orange, embora sua participação no mercado caiu ligeiramente durante todo o ano, a partir de 65,23% para 62,06%. Da mesma forma, a quota de mercado daTigo caiu 2,5 pontos percentuais em relação ao ano anterior, atingindo o final do ano, em 23,02%. A queda na participação dos dois operadores dominantes no mercado logicamente coincide com um aumento contínuo da participação do último, a entrada do Espresso, que passou a deter quase 15% do mercado. "

Orange Prensado na Internet
O dinamismo da marca comercial sudaneza, Sudatel, também está confirmado no campo da Internet móvel. O relatório da ARTP indica que parte do Expresso é gasto nessa área, 52% contra 48% de Orange, no final de dezembro de 2011, 59% contra 41% no final de dezembro. Hamady Sy do Departamento de Estratégia e Perspectiva da ARTP enfatiza que a oferta de Expresso em 3G é particularmente atraente para as pessoas que se conectam mais com seus celulares e menos com ADSL ou dial-up. É neste último segmento, de banda estreita e ADSL que o Sonatel é dominante. Sr. Sy também acredita que a alienação que parece ser da Tigo é devido à sua ausência neste segmento de mercado, ou a inadequação da oferta em relação às expectativas dos clientes.
De qualquer forma, o número de assinantes de Internet subiu em dezembro de 2012, de 628.621, no ano anterior era de 341.703. Isto é, em termos relativos, um crescimento de cerca de 84%. Em detalhe, nota-se que todos os segmentos da alimentação aumentaram, mas a oferta 3G tem experimentado o maior entusiasmo, com 259.424 novos usuários, enquanto o ADSL aumentou de 3% e lutando para chegar a 100 mil usuários, ainda à taxa baixa, embora tenha experimentado um crescimento de 40% este ano. E, como mencionado acima, está na beirada de 3G, e o  Expresso lhe parece manteiga, sobre a Internet.


Sonatel bem implantado na telefonia fixa

Mas o domínio da Sonatel inabalável sobre telefonia fixa, apesar da chegada de Sudatel com seu telefone "Yobalema", que apresenta "fixo laptop." Em primeiro lugar, deve notar-se que nada parece feito para o Senegal continuar a usar telefones fixos para as chamadas. Como prova, o cliente neste segmento foi muito corroído em um ano, de 346.406 para 340.019 assinantes. A taxa de penetração neste segmento da telefonia senegalesa  permanece, por conseguinte, bastante residual a 3% da população, ao dia. No entanto, o Observatório ARTP observa que o volume de chamadas aumentou 10%.
As chamadas recebidas, o volume continua
Uma das primeiras decisões tomadas por Macky Sall na sua chegada a esses negócios era, como prometeu durante sua campanha eleitoral de revogar o decreto que estabelece o imposto sobre as chamadas recebidas. A introdução deste imposto tinha resultado, lembramos, em um aumento dos preços das chamadas internacionais, os operadores estavam ansiosos para repassar para os consumidores. Esta medida foi considerada arbitrária e confiscatória, o que justificou a decisão de voltar para o novo imposto.
No entanto, parece que a revogação do imposto sobre as chamadas recebidas não levou as operadoras de telefonia para retornar às taxas antigas. E a este nível, o ARTP, o funcionário Abu Dg Lo admite sua impotência, ao declarar que nenhum texto legal não lhe dá o poder de impor a qualquer nível de preços para um ou mais operadores. Entretanto, é que eles continuam a perceber a diferença que foi originalmente adotado pelo Estado, mas desta vez para seus próprios benefícios.

De: mgueye@lequotidien.sn
Fonte: lequotidien.sn



terça-feira, 7 de maio de 2013

Países ricos desperdiçam mais comida que toda a produção anual do continente africano.

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Quando olha para trás, o que acha que pode melhorar em relação à agenda que está para terminar em 2015?
Tivemos muitos progressos em termos de redução dos índices de pobreza nos últimos anos, falta ainda, sobretudo nas zonas rurais, sobretudo em África, mas temos muitos progressos. Agora, em termos de segurança alimentar, precisamos de acções específicas para eliminar a fome no mundo. Agora que estamos a pensar no futuro estamos também a falar da necessidade de haver um objectivo concentrado na questão da eliminação da fome, sobre a segurança alimentar e nutrição.

Quais são os contornos deste problema?
O mundo tem mudado muito, em 2050 a população do mundo será maior, vamos precisar de produzir mais para dar alimentação suficiente a esta população. Esta é uma parte da questão: buscar um modo de continuar a aumentar a produção para a nova população, mas num contexto de urbanização, já que o trabalho nas zonas rurais vai diminuindo, por força da alteração climática. As zonas que neste momento são as zonas principais de produção agrícola já não o serão no futuro. Todas essas zonas vão mudar por razões climáticas. Depois há a volatilidade dos preços. As pessoas nas zonas pobres, não apenas as urbanas, mas também rurais, e também em países desenvolvidos, em que, evidentemente, agora não se trata apenas de problemas de saúde e de mal-estar físico e mental, mas há também indicações em termos de segurança, estabilidade e de paz.
São coisas para as quais temos de encontrar soluções … em torno destas questões da volatilidade dos preços, dos choques económicos e sociais. Neste momento, as populações rurais e as populações urbanas têm grupos que são sempre desfavorecidos, em relação aos outros.
Quais são as populações mais importantes para tratar?
Primeiro as crianças. Se as crianças não recebem alimentação suficiente durante os primeiros dois anos de vida, os primeiros mil dias a partir do momento da concepção, portanto antes do nascimento, não têm as mesmas opções na vida, no desenvolvimento cognitivo, no desenvolvimento físico. Tudo isso fica prejudicado. Estas crianças não podem ter boas notas na escola, não serão uma boa força de trabalho mais tarde (com relação aos outros). É um problema não apenas para o indivíduo mas para toda a economia de um país em que haja um baixo nível de alimentação para as crianças. Isso é um aspecto muito importante.
Um outro grupo chave é o constituído pelas mulheres. A migração produz um efeito em que os homens vão para as cidades e deixam as mulheres nas  aldeias. Estas mulheres não têm acesso à terra. As vezes têm a responsabilidade de …. Isso depende muito da dinâmica homem / mulher, às vezes podem fazer tudo, mas às vezes as suas opções em termos de decisão são limitadas por razões de tradição. E, ao mesmo tempo, estas mulheres têm um papel muito importante na produção de comida. Se podermos diminuir a desigualdade que elas enfrentam em termos de acesso à terra, em termos de acesso ao crédito em termos de acesso a pesticidas, fertilizantes… estas coisas que são necessárias para a agricultura, e também à educação, à extensão agrícola, etc., elas poderão aumentar a sua produção e diminuir a pobreza e a insegurança alimentar dentro das famílias.
Sabemos que as mulheres investem muito mais do seu salário na alimentação das crianças, então o investimento na mulher é um investimento em toda a comunidade. Também sabemos que as populações indígenas são muitas vezes desfavorecidas. São proporcionalmente mais representativas nos grupos das pessoas mais pobres. Falamos, por exemplo, das etnias minoritárias, que não têm tanta influência, muitas vezes, na política do país. São coisas muito sensíveis mas para as quais, ao mesmo tempo, temos que buscar soluções equilibradas.
Mas a questão da malnutrição não é um exclusivo dos países pobres, é também um aspecto dos países ricos, os países desenvolvidos. Um exemplo é a questão da obesidade, que está a aumentar no mundo. Os países ricos e os emergentes precisam, também de encontrar formas de diminuir a obesidade. Nos últimos dez anos, quando falávamos dos Objectivos do Milénio, este assunto não figurava em lado algum. Todos os actores, ricos e pobres, desenvolvidos e em vias de desenvolvimento têm um papel diferenciado.
Eu falei do novo mundo em 2050, mas um aspecto de que não falei é a questão das perdas alimentares dentro da cadeia que vai da produção ao consumo. Em termos globais este não era um assunto importante, mas agora sabemos tratar-se de um problema enorme. Há estudos que mostram que a comida perdida (desperdiçada) nos países desenvolvidos, ou países ricos, que é parte do consumo anual, é maior que toda a comida produzida em África num ano. É ma coisa incrível, pensar que se diminuirmos os desperdícios alimentares ao nível da produção e também do consumo, isso vai aumentar, em muito, a disponibilidade de boa comida no mundo.

Quais são os problemas dos desperdícios alimentares nos países pobres?
 Estão ligados ao mau acondicionamento nos armazéns, às técnicas que não ajudam a obter bons valores de produção, em que se perde parte da produção no processo de transformação. Também os mercados que não têm infra-estruturas para a conservação dos produtos. Os vegetais, por exemplo, alguns têm um tempo de vida muito curto e se não forem consumidos nas primeiras horas podem estragar-se. Não podemos falar apenas da importância de aumentar a produção para se obter uma disponibilidade suficiente, mas temos também de falar sobre como diminuir os desperdícios dentro de todo o sistema de produção.

A questão da conservação alimentar, quando caminhamos, cada vez mais, para um mundo urbanizado, como se antevê para 2050, como é que está a ser tratada no desenho destes objectivos?
O emprego é o mais importante modo de se ter acesso à comida. Pequenos produtores produzem a sua alimentação, ou produzem para mercados locais. Mas há também pessoas que não têm acesso à terra e que nunca o terão. Não apenas nas zonas urbanas, mas também nas zonas rurais. Então, estas pessoas, só através de um emprego poderão comprar comida.

Como poderemos criar situações de empregabilidade que garantam suficientemente, durante todo o ano, o acesso à comida?
 Porque os países como a Índia que tem uma base de protecção social do trabalho para todos os cidadãos do país e tem trabalhos públicos em muitos modos para tentar favorecer as pessoas mais pobres. Outro exemplo interessante é o “Fome Zero” do Brasil, que inspirou muitos países. Agora temos uma iniciativa de Zero Fome em muitos países do mundo, em África e na América Latina, estão a entrar nesta iniciativa do Pós 2015, isso vai ser uma base de mobilização social, dos governos e das sociedades civis que irão tentar dar um ímpeto muito mais forte na eliminação da pobreza e da fome.

Mas como garantir a estabilidade nas zonas de produção como pré-requisito para que esta produção seja contínua? Podemos falar de reformas do modo como se pensa a produção hoje, olhando já para 2050?
Pensamos sempre a produção alimentar como uma questão mais ou menos global, mas agora estamos a pensar que a produção local é muito importante também. 
Como podemos aumentar a percentagem da comida que vem da produção local? 
Isso é um aspecto que não tem importância apenas olhando para as economias locais, para os pequenos agricultores locais, mas também tem relevância na poupança do transporte, de combustíveis, de energia de poluição… de água… tem ligações com muitas outras coisas.
A forma como comemos tem um impacto sobre o ambiente, sobre a energia, sobre a educação, sobre a saúde, sobre a água, sobre serviços do ecossistema. Porque a agricultura não produz apenas alimentação, está também ligada e promove toda a preservação da tradição, de tipos de diversidade biológica que podem ser fontes de futuro. E essas são coisas que devemos preservar, também, e que ajudam em muitos outros sectores, além do da alimentação.

E que mais poderia ser feito para garantir essa segurança alimentar nos vários países?
Falo dos governos, no geral…
Em primeiro lugar o direito à alimentação, que é uma coisa muito importante. Existe um padrão para a realização progressiva do direito à alimentação. Trata-se de algo que os países deveriam reconhecer e adoptar. A outra é um padrão sobre a governança responsável do fundiário, da terra, pescas e gestão dos recursos naturais. Muitas pessoas não sabem que isto existe, mas existe e foi aprovado este ano de 2013. É algo muito interessante porque apoia o reconhecimento dos direitos das pessoas que vivem nas zonas rurais, que dependem dos recursos naturais que existem lá. É o modo que ajuda as pessoas pobres a serem reconhecidas, a terem os seus direitos e os seus recursos reconhecidos. É um utensílio que os governos podem utilizar e que ajuda também na eliminação da pobreza. A terceira coisa, que não está ainda finalizada, tem a ver com os princípios para um investimento agrícola responsável. É muito importante nesta época em que há mais países que têm dinheiro,  mas não têm alimentação, países que compram terras noutros países que talvez não tenham dinheiro mas têm terra agrícola boa

Eleutério Guevane - Rádio ONU, em Nova Iorque

Macky Sall na cerimônia do içar da bandeira: "A demanda social será gradualmente atendida".

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Presidiu ontem de manhã, no Palácio da República, a cerimônia mensal do içar da bandeira. O Chefe de Estado garantiu que o governo vai apoiar a demanda social e vai resolver progressivamente. De acordo com o presidente da República pediu aos Senegaleses para serem pacientes, todas as disposições serão tomadas em conta devido a uma boa safra do ano 2013.

Macky Sall primeiro deu graças a Deus por nos ter permitido, em 2013, realizar este importante acontecimento na vida de uma nação. Ele lembrou aqueles que encarnam a nação pelo valor do símbolo que é a bandeira nacional. "Todos os países que fizeram progressos fizeram sacrifícios para resolver os seus problemas", argumentou. "Fizemos um esforço e isso é o que tentamos incutir em todos, especialmente as associações, sociedade civil, empresas, etc. Porque todo mundo precisa se inteirar", disse insistindo o Chefe de Estado.

O presidente, que estava acompanhado pelo primeiro-ministro e os ministros que participaram da cerimônia mensal, disse que "esforços estão sendo feitos neste sentido e vão continuar." Ele também lembrou que os recursos mais importantes foram mobilizados em 2012 durante as inundações e campanha agrícola. Isso permitiu ter uma boa produção de mais de 500 mil toneladas, com faturamento de quase 125 bilhões de francos CFA para o amendoim onde o quilo foi vendido por 200 francos CFA. Esta produção, segundo o presidente Sall tem um impacto real sobre a economia senegalesa. Para a próxima safra, o Presidente saudou o apelo dos religiosos, especialmente do califa geral dos mourides, para voltar à Terra. Além disso, ele enfatizou para um investimento no setor agrícola para garantir o desenvolvimento do país. "Reitero o apelo do califa dos "mourides" e eu prometo aos fazendeiros e agricultores que serão apoiados, bem como todos aqueles que trabalham", disse o chefe de Estado. Neste contexto, Macky Sall assegurou que o governo continuará os seus esforços na melhoria da qualidade de sementes para um boa produção agrícola.

Aos Senegaleses, ele pediu para serem pacientes, mas também para serem disciplinados, enfatizando a gestão virtuosa defendida pelo governo que não vai aceitar que estão sendo desperdiçados os recursos.

fonte: lesoleil.sn

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Camarões: Operações Anti-caça intensificadas.

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As autoridades da vida selvagem nos Camarões prenderam 20 suspeitos e apreenderam 45 armas durante uma operação de combate à caça furtiva de 10 dias de caçadores furtivos de elefantes em Yokadouma, no sudeste do país.
dead elephant


Trinta e nove guardas florestais, apoiados por 25 soldados do batalhão de intervenção rápida do país, comumente conhecidos por seu acrônimo francês como BIR, realizaram a operação, que durou de 15 a 26 de abril de 2013.


O Diretor de Comunicações da WWF do Projeto Njengi em Yokadouma disse a este repórter que as autoridades transferiram dois suspeitos presos com uma arma de guerra AK47 para Bertoua, principal cidade da região leste dos Camarões, para ser julgado em um tribunal militar. O departamento de justiça local formalmente acusou outros 18 suspeitos, sete dos quais foram remetidos a custódia da prisão enquanto 11 foram libertados sob fiança. Os Rangers também apreenderam duas presas de marfim, gorila, chimpanzé e carne de elefante, incluindo uma ampla variedade de outras espécies de animais selvagens durante a operação.

Confrontos

Os Dois suspeitos foram feridos durante confrontos com Eco-guardas em incidentes separados. Um suspeito, que ameaçou atirar em guardas, foi baleado na perna, enquanto a outra, que tentou prejudicar um eco-guarda com um facão, ficou levemente ferido no braço esquerdo. Um terceiro suspeito fugiu depois de disparar contra um dos veículos da patrulha dentro de uma concessão madeireira, quebrando o vidro do retrovisor, mas não ferindo ninguém.


De acordo com o Delegado de Serviços Florestais e Fauna Bravia da Região Leste de Camarões, os objectivos da operação foram amplamente alcançados. "Com a apreensão de 45 armas, 337 munições, 10 motosserras e mais de 3.000 cabos de fio, com tudo isso  infligiram um duro golpe em exploradores ilegais de animais silvestres", diz DjogoToumouksala. "acredita que suas capacidades de causar estragos em elefantes e outras espécies da vida selvagem tenham sido cortadas", disse Djogo. "Ainda que esta região é rica em vida selvagem, é constantemente ameaçada pela proliferação de armas", acrescentou, prometendo muitos mais dessas operações para garantir a sobrevivência dos elefantes.


 Esta operação foi realizada em colaboração com o Judiciário, as Forças Armadas e a administração local. "Nós não teríamos registrado nenhum sucesso sem o apoio do Judiciário, autoridades administrativas, militares e WWF que nos ajudaram com o apoio financeiro e de logística", disse o Delegado Wildlife.

Armas em circulação

A operação apoiada pelo Programa de Proteção de Elefante Africanos da WWF, vem com o pano de fundo do conflito armado da vizinha República Centro-Africano. Ambientalistas temem um aumento nos braços de guerra circulando no sudeste dos Camarões colocando elefantes e pessoas em perigo.


O número de armas de fogo e munições apreendidas retrata o grau de ameaça que afligem a floresta e os animais selvagens. "Se há uma lição a operação nos ensinou, é que os caçadores furtivos estão bem armados e não hesitam em atirar em ecoguardas à vista", diz Gilles Etoga, da WWF Project Manager para Boumba-Bek e Nki, que co-supervisionam a operação. "Podemos não perceber o grau de carnificina selvagem acontecendo no sudeste de Camarões, porque estamos na floresta densa, onde a visibilidade é insuficiente. Mas o problema parece pior do que aquilo que se verifica em Bouba Ndjida, norte de Camarões ", disse ele.


O Governo de Camarões decidiu ir atrás de caçadores sudaneses amontoados nos cavalos , que massacraram mais de 300 elefantes no Parque Nacional Bouba Ndjida, no norte do país em 2012. A situação uniu países do centro de África e agora procuram uma resposta eficaz para o que hoje é conhecido como a "crise de elefante."


A sudeste de Camarões situa-se o lar dos últimos remanescentes de elefantes da floresta do país. Enumeradas em cerca de 7.000 no início de 2000, o número de elefantes da floresta caiu para menos de 5000 devido à caça furtiva. A caça de Elefantes registrou uma subida acentuada a partir de 2008. Foram descobertos caçadores que usam o rifle AK 47 (Kalashnikov) para dizimar grupos de elefantes.


 Mais de 20 Kalashnikov foram apreendidos entre 2008 e 2013, atestando a gravidade da situação.

Compartilhando fronteiras comuns com a República do Congo e África Central, dois países que sofreram instabilidade política devido à guerra, resultando na recirculação de armas de guerra, a área está sob a ameaça de caçadores de elefantes. Nos anos de outrora, as florestas da região leste dos Camarões fervilhava com elefantes, gorilas, chimpanzés e outras espécies da vida selvagem. Mas, devido à caça furtiva, os cerca de 7.000 elefantes em Lobeke, Boumba-Bek e Nki parques nacionais, têm vindo a diminuir nos últimos sete anos. A escalada de caça ilegal de elefantes grandes tem sido atribuída a entrada de armas de guerra, vindo especialmente de países vizinhos que sofreram instabilidade política e testemunham a guerra.

fonte: africanews.com





Tombouctou vive na escuridão.

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Desde sua libertação das mãos de jihadistas, a eletricidade é um luxo nesta cidade no norte do Mali.
Porte de mosquée, Tombouctou, janvier 2013 / AFP
Portão da Mesquita em Tombouctou, janeiro 2013 / AFP


A eletricidade já era escassa em Tombouctou.  Mas desde o lançamento desta cidade nas mãos dos jihadistas no norte do Mali, a eletricidade tornou-se um luxo, como apontou uma nota do blogue West Afrika.

O blogueiro Alhaji Alhousseini retornou ao inferno que é o acesso à energia elétrica para a população da cidade de 333 santos e também para os comerciantes de Tombouctou que também é a sexta região administrativa do Mali.

Basicamente, aprendemos, eletricidade acontece uma vez a cada cinco dias de 18h às 23 horas ... O truque útil e maldito!

E mais uma vez! É através dos repetidos protestos de um grupo de jovens Tombouctienses que as pessoas finalmente têm o direito de racionamento, ou seja, das 18h às 23h a cada cinco dias.

Neste contexto, onde todo mundo adquiri seus ras-le-bol, eles estão em uso (são raros), a improvisação de grupo de geradores elétricos. O pior acrescenta blog África Ocidental, toda a atividade econômica em Tombouctou está relacionada à eletricidade.

fonte: slateafrique.com





domingo, 5 de maio de 2013

Portugal: Centenas de imigrantes, sobretudo brasileiros, acusam a instituição de pagamento Fox Transfers de ter ficado indevidamente com o dinheiro deles.

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Nigéria: Baga - conto de dores, lágrimas e tristezas de uma comunidade.

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Residentes de Baga narraram suas dores e sofrimentos e culpam soldados nigerianos por seus males.


Yagana Ali, 29 anos, estava grávida de quatro meses quando soldados da Força-Tarefa Conjunta Multinacional (MNJTF) travaram confrontos com homens armados de Boko Haram em confronto sangrento que custou cerca de 200 vidas em Baga, uma comunidade de pescadores tranquila no estado de Borno.
Ela porém sofreu um aborto espontâneo depois de correr 20 quilômetros descalços, na calada da noite para escapar de balas e inferno que poupou apenas os sortudos.
Yagana e sua família viveram na cidade de Baga por cerca de 10 anos. O marido dela, Ali, disse que eles tiveram sorte e suas duas filhas estavam ausentes no Cross-Kawa, uma vila a 20 km de Baga, para passar o tempo com os avós, os soldados supostamente a noite foram de casa em casa colocando fogo nas casas dos moradores.
"Tivemos que correr por entre os arbustos para pouparmos as nossas queridas vidas", disse Ali.
Percorrendo o Sore a pés, o Sr. Ali e sua esposa ainda tiveram que quebrar espinhos em sua pele, quase duas semanas após o incidente de 17 de abril.
"Nós estamos melhor assim - com espinho quebrado em nossas peles do que sermos mortos por balas ou assados no fogo", disse Ali, um funcionário do governo local.

Um em entre muitos
O casal é um entre muitas famílias traumatizadas que foram forçadas a encarrar de peito aberto os perigos noturnos do deserto e riachos para evitar o caos que anunciava um confronto militar com os insurgentes de Boko Haram.
Os refugiados que chegaram Maiduguri, capital do Estado de Borno, disseram que muitas mulheres e crianças morreram por sangramento de ferimentos ocasionados por balas, outros se afogaram em riachos ", e alguns por mordidas de cobra."
Um motorista de caminhão, um pai de 70 anos de idade disse que, o seu amigo só foi identificado por outro lado de seu rosto no chão, com cada parte de seu corpo, exceto o seu pé direito completamente queimado.
Soldados têm continuamente negado a alegação dos habitantes locais que 228 pessoas foram mortas e enterradas depois de soldados da Força-Tarefa Conjunta Multi-nacional (MNJTF) reagiram à morte de um entre as suas tropas por Boko Haram insurgentes.
Eles também alegaram que apenas seis civis, cujo cadáveres que mais tarde foram encontrados no Lago Chade, e que foram mortos durante o ataque.
O Comandante da MNJTF, brigadeiro-general Austin Edokpaye, disse à visita do Governador do Estado de Borno, Kashim Shettima, e outros funcionários superiores do governo em Baga que suas tropas ficaram sob poder pesado dos Boko Haram que, segundo ele, estavam usando armas letais como granadas lançadas por foguetes, uso geral de metralhadoras, e seu cache de AK-47 fuzis de assalto.


"Os terroristas vieram em sua incomum imprudência, matando pessoas, extorquindo dinheiro do povo. Um dos meus oficiais, o tenente-Zira foi morto - eles mataram ele no parque como um animal ", disse ele. "Não tínhamos opção quando os perseguimos, porque eles usaram civis como escudo. Eles ainda mataram um soldado e se os soldados que são implantados para manter a paz se tornaram alvos, a última vaga de esperança do homem comum está desaparecida. "
Apesar das repetidas declarações dos militares nigerianos que o fogo nas casas foi iniciada por armas dos insurgentes, o Sr. Edokpaye deu a entender que seus homens poderiam ter também involuntariamente começado com o fogo.
"Quem disse que o que aconteceu aqui em Baga foi deliberado, só está sendo maldoso, e tentando fazer com que este lugar seja ingovernável. Foi no meio da noite e levou quatro horas para desviarem de fogos sobre as suas cabeças antes de os terroristas serem forçados a resistir fogos e tiros ", disse ele.
"Todos nós sabemos quão seco e ventoso este lugar é. As casas estão perto umas das outras e um pouco de tiroteio poderia inflamar incêndio que facilmente se espalha.
"Não havia nada que alguém pudesse fazer para detê-los, se alguém morre no processo, eles podem, infelizmente dizer, que foi pego no fogo cruzado, mas não os soldados indo de casa em casa matando as pessoas como alegado."

Disputando número de vítimas
O senador representando Baga e outras partes do norte de Borno, Maina Lawan, disse que contou 228 sepulturas frescas em três cemitérios diferentes em Baga após soldados que lutam contra os insurgentes "voltaram suas armas contra civis inocentes".
O militar nigeriano, que inicialmente alegou que 25 insurgentes foram mortos na batalha, mais tarde afirmou que um total de 37 pessoas foram mortas em Baga incluindo 30 insurgentes, um soldado, e seis civis.
Senador Lawan também lamentou os males de Baga, os sobreviventes que disse que actualmente carecem de ajuda humanitária adequada.
"Eu vi mulheres e crianças nos dois campos sentados sob o sol escaldante, com pouco ou nenhum cuidado qualquer. O governo federal deve mandar mais trabalhadores humanitários para ajudar os desabrigados, cujo número continua aumentando, a fim de que eles sofram com epidemias, disse "Mr. Lawan na semana passada.


A Agência Nacional de Gestão de Emergência também lamentou a situação em Baga quando ela afirmou na semana passada que muitas das vítimas ainda estavam se escondendo no mato, a Agência, no entanto, disse que está prestando assistência a todas as vítimas da cidade.
Um refugiado de Baga chegou a Maiduguri, disse que ele foi forçado pela situação difícil em campo para chamar a atenção do melhor médico da cidade.
"A situação é ainda pior no acampamento, porque o número de refugiados é muito grande. Eu decidi sair, mas muitos que também queria não podiam porque não têm meios para os transportar para Maiduguri ", o homem, que não quis que seu nome fosse mencionado por razões de segurança, disse.

Mais enterros
Embora os líderes políticos e militares da região não têm encontrado um ponto de vista comum sobre o número de vítimas, os moradores de Baga que compartilharam a visão de que mais de 200 pessoas morreram desde o ataque, disseram a TIMES PREMIUM que foram enterrar as vítimas quase diariamente.
Abdullahi malami, um pescador que viveu em Baga mais de 45 anos, disse na semana passada após o incidente que "a luta e tiro se acalmaram um pouco por alguns dias agora, mas ainda estamos a enterrar os mortos quase todos os dias."
"Foi uma coisa cotidiana. Nós enterramos um homem que morreu na segunda-feira (29 de abril), depois que ele foi encontrado no mato quase morto há dois dias, nós enterramos um outro que sofreu ferimentos graves sem medicação até hoje (30 de abril).
"Perdi minha casa de mais de 45 anos, eu não vejo o meu filho de 24 anos de idade, Idrissa, desde o ataque na semana passada. Não tenho mais nada. O pano estou usando foi-me dado por um amigo. Precisamos de ajuda, e medicação, eu sofri durante seis dias no mato antes de voltar ", disse ele.
Ibrahim Modu, um velho de 70 anos, disse a jornalistas em uma visita guiada por militares de Baga em 30 de abril que ele participou pessoalmente no enterro de seis de seus vizinhos, um dia após a luta.
"Eu perdi tudo na minha casa depois que os soldados vieram e atearam chamas em minha casa. Eu estava do lado de fora confuso e eles vieram e me reconheceram, eles não disseram nada, mas entraram na minha casa e colocaram o fogo, depois que me disseram para me deixarem com a minha família para que eu não fosse queimado pelo fogo ", disse ele.
Na enfermaria Fulatari, onde os guias militares levaram os jornalistas, um homem que se descreveu como Modu Usman, disse que o incêndio que consumiu a casa dele o deixou sem nada, exceto as roupas que ele vestia e seu rosário de oração.
"O pano que estou usando, este rosário que eu estou segurando são os únicos pertences que agora possuo depois que os soldados me perseguiram, minha esposa e cinco filhos para fora antes de minha casa estar em chamas. Não há como eles (os soldados) podem negar isso.


"Ninguém diz que eles não devem fazer o seu trabalho, mas se houver problema ou crime sendo cometido, a segurança deve tentar investigar em vez de tratar a todos como criminosos. Olhe para minha casa incendiada por crime eu não sei de nada sobre... ",  lamentou Usman.

Retorna da calma, procedendo investigação
Um pescador ocupados com frituras de pequenos peixes sob o sol escaldante no portão do mercado de Baga agradeceu a Deus pela "calma relativa que aos poucos está voltando a Baga".
"Nesta cidade, nos últimos 40 anos que eu conheço, que não conhecia a violência exceto negócio, empresarial e outros negócios", disse Adamu, um vendedor de peixe frito, lembrou que ele amontoou deliciosamente peixes fritos na panela de óleo quente com a tabela de vendas na frente dele.
"Olhe ao seu redor, Baga é um município acomodante, todas as religiões, todas as tribos, todas as idades não conhciam nada de violência, mas de negócio.
"Se os criminosos estão entre nós, a polícia e os soldados devem simplesmente olhar para eles e não para todos. Mas o que aconteceu na semana passada, foi ruim, foram muitas mortes, as pessoas ficaram desabrigadas, há fome em todos os lugares, os empresários foram chegando à falência ", lamentou.
A maioria dos moradores, incluindo o Sr. Ali, que falava aos jornalistas exigiu investigação completa sobre a destruição de Baga.
"Queremos uma verdadeira investigação e queremos justiça", disse Ali.
Comissão de direitos humanos da Nigéria prometeu realizar uma investigação independente e minuciosa da crise em Baga. A comissão disse que seu relatório estaria pronto antes da primeira semana de julho.


sábado, 4 de maio de 2013

A esposa de Gbagbo em mau estado de saúde, diz o advogado.

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Simone Gbagbo foi transferido para Abidjan.


Rodrigue Dadje, o advogado de Simone Gbagbo, mulher do ex-presidente da Costa do Marfim Laurent Gbagbo, disse no sábado que a saúde do seu cliente está se deteriorando.
Ele disse aos jornalistas em Abidjan que a ex-primeira-dama da Costa do Marfim havia se tornado muito fraca e magra.
"Nós visitamo-lá na quarta-feira, ela está consciente, mas ela está em uma situação que nos dá preocupação'', disse ele.
Sra. Gbagbo está actualmente a receber atendimento médico em uma clínica internacional em Abidjan.
A ex-primeira dama, que foi detida na zona norte da Costa do Marfim, na terça-feira foi transferida para Abidjan por motivos de saúde, depois de muitos pedidos de seus advogados.
A prisão do ex-presidente e sua esposa, em 11 de junho de 2011 que acabou com a crise pós-eleitoral da Costa do Marfim, que levou à perda de mais de 3.000 vidas.
Ela está sendo acusada de crime contra a humanidade, incluindo homicídio, estupro e outras formas de violência sexual cometidos entre 16 de dezembro de 2010 e 12 de abril de 2011.
Mas o perito independente da ONU sobre a situação dos direitos humanos na Costa do Marfim, Doudou Diene, disse que Simone estava em boas condições de saúde.
O Tribunal Penal Internacional (TPI) em 29 de fevereiro de 2012 emitiu um mandado de prisão para Simone Gbagbo por crimes contra a humanidade.
O governo da Costa do Marfim também disse que não tinha respondido à chamada do TPI, uma vez que ainda estava aguardando a recomendação de seu ministério da justiça.

(NAN)








sexta-feira, 3 de maio de 2013

Liberdade de imprensa na Guiné-Bissau está em decadência.

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Liberdade de imprensa na Guiné-Bissau está em decadência


Assinala-se nesta sexta-feira (03.05) o dia mundial da liberdade de imprensa. Enquanto o mundo ressalta os valores da liberdade, a Guiné-Bissau vive um retrocesso que se acentua desde o golpe militar de abril de 2012.
No "Índice Mundial da Liberdade de Imprensa 2013", divulgado pela organização francesa Repórteres Sem Fronteiras (RSF), a Guiné Bissau foi o país que teve a queda mais significativa entre os países lusófonos.
O país desceu 17 lugares, passando da posição 75 para a 92. O documento da RSF destacou que o exército derrubou o Governo entre duas rondas das eleições presidenciais e aplicou uma censura militar sobre a imprensa, justificando assim a queda do país na classificação.

O índice da organização publicado todos os anos avalia o grau de liberdade de que gozam os jornalistas, os meios de comunicação, cidadãos e os meios implementados pelos Estados para que seja respeitada esta liberdade.
"Falar sem medo: assegurando a liberdade de expressão em todos os media" é o lema adotado para a jornada mundial de liberdade de imprensa deste ano.
Fernando Vaz, ministro da Presidência do Conselho de Ministros e porta-voz do Governo da Guiné-BissauFernando Vaz, ministro da Presidência do Conselho de Ministros e porta-voz do Governo da Guiné-Bissau
Libertinagem de imprensa
A DW África pediu a Fernando Vaz, ministro da Presidência do Conselho de Ministros e porta-voz do Governo da Guiné-Bissau para dizer o que lhe inspira o tema: "Penso que o tema tem a ver com aquilo que é a realidade na Guiné-Bissau, que é falar sem medo. Em matéria de rádio e imprensa escrita, eu diria que quase de uma forma irresponsável falam sem medo."
O ministro da Presidência do Conselho de Ministros e porta-voz do Governo de Bissau aproveitou os microfones da DW África para deixar um recado à imprensa guineense: "Nós iremos responsabilizar mais, não pode haver falta de responsabilidade como tem havido neste país."
Fernando Vaz vai mais longe e acusa mesmo a imprensa guineense: "O que digo é que existe mais do que liberdade, existe a libertinagem de imprensa. As pessoas não têm nenhuma responsabilidade sobre aquilo que dizem."
Antena da Rádio Bombolom FM em BissauAntena da Rádio Bombolom FM em Bissau
A conjuntura não permite a liberdade de imprensa
Já Mamadou Candé, presidente do sindicato dos jornalistas guineenses, tem um ponto de vista diferente: "Numa sociedade tão militarizada na Guiné-Bissau é evidente que não se pode falar livremente. Até ter acesso a informação, novas tecnologias, é difícil, estamos numa situação de penúria. Isso para não dizer de calvário completo."
Esta situação também está ligada às próprias condições de precariedade em que a classe dos jornalistas vive, de acordo com Candé: "Falar sem medo também implica ter as condições mínimas salariais e de trabalho. Falar sem medo também implica ter condições de falar em segurança, que tenhamos condições de sobrevivência."
E para que se exerça esta profissão tem de haver ainda todo o respeito pelo estado de direito, considera o presidente do sindicato dos jornalistas guineenses, o que, a seu ver, "não tem acontecido na Guiné-Bissau."
Governo de transição da Guiné-Bissau que dirige o país desde o golpe de abril de 2012Governo de transição da Guiné-Bissau que dirige o país desde o golpe de abril de 2012
Da realidade ao ideal
"E liberdade de imprensa na Guiné-Bissau ainda é uma utopia?", questionou a DW África: "Podemos dizer que sim, uma vez que a conjuntura nacional tem condicionado a situação do jornalistas em termos económicos e até jurídicos."
E o pacote de entraves à liberdade de imprensa não pára por aí. "A imprensa não consegue exercer essa liberdade devidamente porque tem esses condicionalismos ligados à má situação política, ao tráfico de drogas, assassinatos. Isso não dá para o exercício livre da profissão", sublinha Mamadou Candé.
A auto-censura é outro calcanhar de Aquiles da imprensa. Mamadou Candé assegura: "Temos vivido tentativas de censura. É claro que não é assim tão nítido. Há sempre possibildades de manipulação da imprensa. E, para além disso, temos recebido queixas de censura."
Apesar de tudo, é possível alterar o cenário: "Com a solidariedade, sobretudo dos nossos parceiros da comunidade internacional", assegura o presidente do sindicato dos jornalistas guineenses.
fonte: http://www.dw.de 

Recordar é reviver: Samora Machel - A Luta Continua.

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São palavras ditas por alguém que não era filósofo, sociólogo, jornalista ou pertencente a outras provisões que discutem a sociedade que compomos; filosofia da vida, a humanidade, o efeito negativo da colonização, a privação da liberdade, o direito do povo e muito mais. Esse é um dos dirigentes que a África perdeu e que faz falta na implementação dos ideais da luta que todos os africanos preconizavam. Quem fala de Samora Machel - fala de Amilcar Cabral, Agostinho Neto, 

Kwame Nkrumah, Patrice Lumumba, Sekou Turé( lembrem-se que apesar de promover a ditadura, mas foi ousado em desafiar o colonialismo francês mesmo correndo o risco do colapso económico no seu país, pelas barreiras que a França impunha). 


Acesse o link  O saudoso Samora Moisés Machel. e lembre-se de suas maravilhosas palavras perante os desafios que ele estava disposto a encarrar e vencer: Combate ao analfabetismo, a fome, o subdesenvolvimento, o analfabetismo crônico imposto ao nosso povo pelo colonialismo, etc, etc. 

Autor: Samuel Vieira 




Smartphone para cegos é desenvolvido na Índia.

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A Índia está a desenvolver o primeiro smartphone em Braille destinado a pessoas invisuais. Trata-se de um dispositivo com botões tácteis - semelhantes a agulhas - que vem colmatar uma falha no mercado tecnológico e, em breve, vai estar pronto para enviar mensagens escritas e e-mails.
Fotografia:AFP
Sumir Dagar, em colaboração com o Indian Institute of Technology Delhi (IIT Delhi), é o criador desta tecnologia, “baseada numa inovação ‘touch screen’, com  uma série de pinos, capazes de se elevar para dar forma ao conteúdo”, seja ele de texto ou imagem, explicou Sumir Dagar em entrevista ao “Times of India”.
O circuito de pinos é formado por ligas de memória, que dão às teclas a capacidade de se “lembrarem” da sua forma original, para que voltem sempre à mesma posição, depois de exibir um conteúdo. Assim, em vez de cores, os pixéis do ecrã do telemóvel variam consoante a altura do relevo de cada pino. Além de permitir a leitura de mensagens e a visualização de mapas e fotografias, o dispositivo possibilita ao utilizador a marcação de números e o acesso a ícones de entretenimento, como jogos. Sumir Dagar, pós-graduado em Design, começou a desenvolver este dispositivo há três anos, depois de se ter apercebido que “a tecnologia estava apenas a trabalhar para as massas e a ignorar os marginalizados”.
O projecto, que o mentor caracteriza mais como “uma companhia do que propriamente um telefone para usar”, está a ser testado pelo Instituto L V Prasad Eye, em Hyderabad, na Índia. No entanto, o designer já afirmou que, no futuro, planeia criar versões mais avançadas do telefone.
O dispositivo está a ser financiado pela Rolex, no âmbito do Programa Jovem Nobel, que, de dois em dois anos, selecciona cinco projectos, em todo o mundo, para financiar. Até agora, o mercado tecnológico disponibiliza apenas aplicações para tablets e smartphones desenvolvidas para pessoas invisuais.
fonte: jornaldeangola.com


Angola: Tribunal Constitucional extingue partidos políticos.

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Fotografia: Rogério Tuti


O Tribunal Constitucional anunciou ontem a extinção de 67 partidos políticos, sendo 19 por não terem obtido 0,5 por cento dos votos validamente expressos nas eleições gerais de 2012 e 48 por não concorrerem duas vezes consecutivas em pleitos eleitorais, nos termos da Lei dos Partidos Políticos.
Foram extintos por não terem obtido 0,5 por cento dos votos validamente expressos nas eleições gerais de 2012, os partidos Liberal para Unidade Nacional (PLUN), Angolano de Desenvolvimento Social (PADS), Aliança para Democracia dos Povos de Angola (ADPA), de Convergência Nacional (PCN), Democrático para o Progresso Social (PDPS), Movimento para Democracia de Angola (MPDA), Socialista Liberal (PSL), Social Independente de Angola (PSIA), União Nacional para Democracia (UND), Aliança Nacional Independente de Angola (ANIA), União Angolana pela Paz Democracia e Desenvolvimento (UAPDD), Trabalhista de Angola (PTA), Nacional Democrático de Angola (PNDA), da Solidariedade e da Consciência de Angola (PSCA), de Expressão Livre Angolano (PELA), Restaurador da Esperança-Partido Verde (PRE), Frente Democrática de Angola (PFDA), Republicano Social Democrático (PRSD), Popular para o Desenvolvimento (PAPOD) ex-PPDLA.
O Tribunal extinguiu, por não terem concorrido por duas vezes consecutivas em pleitos eleitorais os partidos Fórum Democrático Angolano (FDA), Operário Social Democrático Angolano (POSDA), União Nacional Patriótica para Democracia (UNPD), Unidade Nacional de Angola (PUNA), Partido de Massas Democrático (PMD), Democrático Nacional (PDN), partido Conservador (PC), Partido Congressista Angolano (PCA), Democrático Radical de Angola (PDRA), Angolano para Unidade e Desenvolvimento (PAUD), Movimento Patriótico Renovador de Salvação Nacional (MPR/SN), Angolano Unificado para a Solidariedade (PAUS), Aliança Democrática para a Liberdade de Angola (ADLA). A lista inclui ainda os partidos da Comunidade Comunista Angolana (PCCA), Democrático Liberal de Angola (PDLA), Angolano Republicano (PAR), Popular (ex-PNPA-PP), de Reunificação do Povo Angolano (PRPA), Reformador Angolano (PRA), Aliança Democrática Angolana Cristã (ADAC), Social Democrata (PSD), Social da Paz de Angola (PSPA), Liberal para o Progresso de Angola (PLPA), Independente Renovado (PIR), Socialista Angolano (PSA), União Nacional da Luz para a Democracia e Desenvolvimento de Angola (UNLDDA), de Apoio à Liberdade e Democracia Angolana (PALDA), Democrático Angolano (PDA), Angolano Conservador da Identidade Africana (PACIA), de Apoio à Liberdade Linguística de Angola (PALLA), Democrático da União Nacional de Angola (PDUNA), Republicano de Angola (PREA), Partido de Salvação Nacional (PSN), Aliança Nacional (NA), partido Nacional (PN), União Democrática Nacional de Angola (UDNA), Social Democrático Angolano (PSDA), da Convergência Democrática Angolana (PCDA). Foram igualmente extintos, pela mesma razão, os partidos Tendência de Reflexão Democrática (TRD), União Nacional Angolana (UNA-PT), Republicano Conservador de Angola (PRCA), Angolano Independente (PAI), União Nacional para Democracia e Progresso (UNDP), União Democrática dos Povos de Angola (UDPA), Angolano para os Interesses Democráticos (PAID), Congresso de Aliança Democrática Angolana (CADA), Aliança do Povo Independente e Democrático de Angola (APIDA) e Democrático Pacífico de Angola (PDPA).
Foram assim consideradas também extintas as coligações Conselho Político da Oposição (CPO), Nova Democracia União Eleitoral (ND) e Frente Unida para Mudanças de Angola (FUMA).
O Tribunal Constitucional informa que os órgãos estatutários dos partidos políticos extintos devem proceder à sua liquidação no prazo de 90 dias, devendo a actividade da sua direcção e demais órgãos limitar-se ao estritamente necessário à realização do processo de liquidação, sendo-lhes vedada qualquer actividade de natureza política e partidária.  O Tribunal Constitucional informou que neste momento os partidos políticos com registo e inscrição em vigor são o MPLA, UNITA, Partido da Renovação Social (PRS), Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Partido de Aliança Livre de Maioria Angolana (PALMA), PADDA-Aliança Patriótica (PADDA-AP), Partido Pacífico Angolano (PPA) e Partido Nacional de Salvação de Angola (PNSA). Os partidos PALMA, PADDA-AP, PPA, e PNSA integram a Coligação CASA-CE.
Têm ainda registo e inscrição em vigor os partidos sem assento parlamentar Partido Democrático para o Progresso de Aliança Nacional de Angola (PDP-ANA), Bloco Democrático (BD) e Movimento de Defesa dos Interesses de Angola-Partido de Consciência Nacional (MDIA-PCN) (com processo de extinção desencadeado a pedido do Procurador-Geral da República, nos termos do artigo 33º da Lei n.º 22/10, 3 de Dezembro, Lei dos Partidos Políticos, conjugado com a alínea e) do n.º 1 do artigo 63º da Lei n.º 3/08, de 17 de Junho, Lei do Processo Constitucional.
fonte: jornaldeangola.com

USA: Irmãos Tsarnaev planeavam atacar a 4 de Julho.

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Autores do atentado na maratona de Boston ponderavam ataque suicida mas optaram por outro tipo de explosivos que ficaram prontos mais cedo. Informação terá sido dada pelo suspeito de 19 anos que sobreviveu e que está detido.


O atentado levado a cabo pelos irmãos Tsarnaev durante a maratona de Boston estava inicialmente pensado para acontecer no dia 4 de Julho, data em que os EUA comemoram o Dia da Independência. A festa costuma juntar em Boston pelo menos meio milhão de pessoas. A informação está a ser avançada por órgãos de comunicação norte-americanos, incluindo o The New York Times, que explicam que os dois suspeitos terão terminado a preparação das bombas mais cedo do que o previsto. Por isso, decidiram antecipar a data do ataque e fazê-lo coincidir com outro dos eventos emblemáticos de Boston, a maratona anual. De acordo com o The New York Times, que cita fontes próximas da investigação, Dzhokhar Tsarnaev, 19 anos, que sobreviveu à perseguição policial e que está detido, disse aos investigadores do FBI que ambos planeavam o ataque para 4 de Julho e não excluíam a hipótese de se fazerem explodir também. Dzhokhar explicou que o irmão, Tamerlan Tsarnaev, de 26 anos – morto durante a perseguição policial –, optou por outro tipo de explosivos mais artesanais. Este material, além de ter sido feito mais depressa, podia ser accionado à distância. As duas panelas de pressão com explosivos fizeram três mortos e mais de 280 feridos, muitos dos quais continuam hospitalizados e em estado considerado grave. 
Bombas no apartamento do casal
As bombas foram feitas no apartamento de Tamerlan em Cambridge – onde também vivia a mulher de 24 anos e a filha – e como o dia 15 de Abril também tem muito significado no estado de Massachusetts, optaram por antecipar os planos. Nesta semana a polícia deteve mais três pessoas, todos amigos dos irmãos de origem tchetchena, por terem obstruído as investigações. Azamat Tazhayakov e Dias Kadyrbayev, ambos de 19 anos, são acusados de obstrução à justiça, por alegadamente terem feito desaparecer do quarto de Dzhokhar Tsarnaev uma mochila e um computador que pertenciam a este suspeito. Um terceiro colega de Dzhokhar, o americano Robel Phillipos, foi acusado de prestar falsas declarações (terá mentido à polícia sobre o facto de terem ido ao quarto do suspeito). Um grupo de agentes especiais do FBI esteve também na segunda-feira durante cerca de 90 minutos na casa dos pais de Katherine Russell, viúva do irmão mais velho. Foram recolhidas amostras de ADN da mulher que está ali a viver desde os ataques, para serem comparadas com outros vestígios de ADN feminino encontrados numa das bombas do atentado – isto apesar de, desde o início, Katherine negar conhecer os planos do marido, escreveu o Washington Post. Fontes judiciais citadas pelo mesmo diário norte-americano explicaram que os investigadores encontraram ADN feminino numa das bombas dos atentados e que querem agora esclarecer se poderá pertencer a Katherine Russell. Dzhokhar confessou a autoria do atentado da maratona, justificando-os com asguerras americanas no estrangeiro, mesmo antes de lhe terem sido lidos os seus direitos – uma formalidade que foi excepcionalmente dispensada dado o tipo de crime que estava em causa. A acusação pelo uso de armas de destruição em massa foi feita quando Dzhokhar ainda estava na cama de hospital e, apesar de no estado em que ocorreram os ataques a pena de morte ter sido abolida, este tipo de crime está entre as excepções que podem conduzir à pena capital.
Seguidores de Anwar al-Awlaki
O irmão de 19 anos terá, ainda, confessado à equipa de investigadores que tanto ele como o irmão viram através da Internet alguns discursos do clérigo radical islâmico Anwar al-Awlaki, que nasceu nos Estados Unidos e se tornou um dos líderes da Al-Qaeda na Península Arábica, acabando por ser morto pelos norte-americanos em 2011 no Iémen. Segundo a BBC, o corpo de Tamerlan Tsarnaev foi reclamado pela família para se poder proceder às cerimónias fúnebres, das quais não se sabem pormenores. Um porta-voz do Departamento de Segurança Pública de Massachusetts disse que o corpo foi levantado na quinta-feira por uma agência funerária contratada por parentes. Os detalhes da autópsia também não foram  divulgados, sabendo-se apenas que o irmão mais velho morreu durante a troca de tiros com as autoridades policiais enquanto o mais novo conseguiu escapar.

fonte: publico.pt

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