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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

OMS lança mapa para ampliar resposta internacional ao surto de ebola.

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Objetivo é interromper transmissão da doença dentro de seis a nove meses; o guia também reconhece a importância de abordar, em paralelo, impacto socioeconômico.

OMS informa comunidades sobre o vírus. Foto: OMS/C. Banluta

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York.
A Organização Mundial da Saúde, OMS, lançou nesta quinta-feira um "mapa" para guiar e coordenar a resposta internacional ao surto de ebola na África Ocidental.
O objetivo é interromper a transmissão em curso da doença dentro de seis a nove meses e, ao mesmo tempo, gerenciar rapidamente as consequências de qualquer eventual propagação internacional.
Impacto
O documento também reconhece a necessidade de abordar, em paralelo, o impacto socioeconômico mais amplo do surto.
Segundo a agência, o roteiro responde à "necessidade urgente" de aumentar "de forma dramática" a resposta internacional. Ele vai servir como uma plataforma para atualizar planos operacionais detalhados.
A OMS afirmou que o mapa usou informações e comentários recebidos de diversos parceiros, incluindo autoridades de saúde dos países afetados, bancos de desenvolvimento, outras agências da ONU, a organização Médicos Sem Fronteiras, a União Africana além de nações que estão fornecendo apoio financeiro.
Está sendo dada prioridade a centros de tratamento e gerenciamento, mobilização social e enterros seguros.
Números
Segundo a OMS, o número de casos prováveis e confirmados no surto atual de ebola nos quatro países afetados é 3069, com 1552 mortos. Os dados são dos Ministérios da Saúde da Guiné, Libéria, Serra Leoa e Nigéria.
A agência afirma ainda que o surto continua a acelerar. Mais de 40% do número total de casos relatados ocorreram nos últimos 21 dias. No entanto, a maioria está concentrada em poucas localidades.
A taxa de mortalidade é de 52% e varia de 42% em Serra Leoa a 66% na Guiné.
A OMS menciona ainda que um surto separado de ebola, não relacionado ao da África Ocidental, foi relatado no dia 24 de agosto pela República Democrática do Congo. Nenhum novo caso foi confirmado em outros países.
# Rádio ONU

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

OMS diz que pode haver mais de 20 mil pessoas infectadas por ebola na África.

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Segundo organização, quantidade de casos pode ser até seis vezes maior do que o número oficial.
Enfermeiros encaminham paciente com ebola para hospital em Monróvia, capital da Libéria Foto: ZOOM DOSSO / AFP

Enfermeiros encaminham paciente com ebola para hospital em Monróvia, capital da Libéria - ZOOM DOSSO / AFP

RIO - Mais de 20 mil pessoas podem já ter sido infectadas pela epidemia de ebola, segundo informou nesta quinta-feira (28) a Organização Mundial de Saúde (OMS). De acordo com a entidade, o número de casos pode ser até seis vezes maior do que os 3.069 reportados até o momento. Desde fevereiro, quando começou o surto, o vírus já tirou a vida de 1.552 pessoas em quatro nações da África Ocidental.

A estimativa foi feita durante um pronunciamento à imprensa sobre as novas estratégias para combater o surto. Em um comunicado, técnicos da organização afirmaram que a tática já reconhece que o número de casos possa ser bem acima do relatado por voluntários que trabalham na África Ocidental.

Segundo o informe, "as atividades de resposta à epidemia devem ser adaptadas de acordo com as áreas de transmissão intensa, e especial atenção deve ser dada à interrupção da transmissão nas capitais e grandes portos das nações africanas, facilitando assim a resposta maior e esforços de ajuda."

O comunicado veio ao mesmo tempo em que o diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, Tom Frieden, afirmou que a epidemia é “muito maior do que se pensava”. No entanto, Frieden disse que ainda há esperança na luta, uma vez que o vírus é transmitido apenas por contato corporal com o paciente infectado. Segundo o diretor do CDC, é preciso alertar as comunidades africanas sobre os procedimentos a serem adotados em caso de contágio:

- O ebola é transmitido através do contato com fluidos corporais, o que muitas vezes acontece como quando se cuidam dos doentes ou durante o enterro do paciente já falecido. Precisamos trabalhar juntos para cuidar das comunidades, para que possam obter o apoio de que necessitam sem espalhar o vírus.

Das 1.552 mortes registradas, quase a totalidade vem da Libéria, Guiné, Serra Leoa e Nigéria. Neste último, foi confirmada nesta quinta a primeira morte por ebola fora da região de Lagos. Outras 70 pessoas estão sob vigilância na cidade.

A vítima foi um médico que trabalhava no centro petrolífero de Port Harcourt. Ele morreu na sexta-feira, mas o diagnóstico da infecção só foi registrado dias depois. Sua esposa foi colocada sob quarentena, além de outras 70 pessoas na cidade.
O ebola chegou à Nigéria através de Patrick Sawyer, um homem liberiano-americano que viajou para Lagos antes de morrer. Um dos profissionais de saúde que o atendeu foi o referido médico, que depois viajou para Port Harcourt.

Mais de 240 profissionais de saúde já foram infectados com o ebola, uma taxa que a OMS alega ser "sem precedentes".
Ministros da Saúde dos países da África Ocidental estão reunidos em Gana para discutir a melhor estratégia de combate ao surto mais letal dos últimos anos no mundo.

# oglobo.globo.com

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Mali: os grupos armados do Norte fazem suas revindicações em "Ouagadougou".

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Les représentants de dfférents groupes du Nord-Mali sont attendus le 1er septembre à Alger.

Os principais movimentos armados do norte do Mali têm se reunido desde terça-feira em Ouagadougou. Objetivo: harmonizar a sua plataforma de reivindicações antes de uma segunda rodada de negociações decisivas com o governo do Mali, a partir de 1 de Setembro, em Argel.
Não foi conquistado em julho. Reunidos em Argel para a retomada das negociações diretas com as autoridades de Bamako, sob a égide de uma mediação argelina e internacional, os principais movimentos armados do norte do Mali haviam adotado um roteiro para a saída da crise, mas também a céu aberto atualizar suas divisões.
Os três grupos "históricos" - o Movimento Nacional de Libertação de Azawad (MNLA), o Alto Conselho para a unidade de Azawad (HCUA) e o Movimento árabe de Azawad (MAA) - tireiam, assim, tentado excluir do processo de paz três outros movimentos armados, acusados ​​de estarem "muito perto" de Bamako, a saber Coligação do Povo para Azawad (CPA), o movimento árabe de Azawad (MAA) e da Coordenação dos Movimentos e frentes patrióticas de resistência (CM-SAF).
Visando resolver essas diferenças antes da retomada das negociações, em 01 de setembro, em Argel, as seis organizações decidiram sentar-se à mesma mesa para disparar em linha reta. Desde terça-feira 26 agosto, eles se reúnem diariamente no Joly HOTEL Ouaga 2000 para resolver suas diferenças e chegar a acordo sobre uma plataforma de reivindicações comuns.
Reconciliação
De acordo com várias fontes, esta fusão foi realizada em conjunto pelo MNLA e CPA. "Havia tensões, frustrações, problemas de egos, mas pontes entre diferentes grupos nunca foram realmente cortados", sussurrou uma fonte diplomática familiarizada com o assunto. Segundo ela a recente criação de novos movimentos tuaregues, como o Grupo de auto-defesa Tuareg Imghad e aliado a (Gatia) também teria empurrado para acelerar sua fusão para formar uma frente sólida contra os recém-chegados.
Segundo Ibrahim Ag Assaleh, líder do CPA, o objetivo desta reunião, deverá ser concluída na quinta-feira, com a assinatura de um "memorando de entendimento" entre os grupos antes de chegar a Argel. Por sua parte, Mossa Ag Attaher, porta-voz do MNLA, disse à Rádio France International (RFI) que desejava aproveitar esses três dias para "falar com o coração franco e honesto (...) para harmonizar os pontos de vista de cada um. "
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Roger Benjamin

# jeuneafrique.com

Empresários chineses e da CPLP reunidos em Moçambique.

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Maputo recebeu esta terça-feira o 10º encontro entre China e Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que juntou cerca de 500 empresários que procuram uma plataforma comum para trocas comerciais e parcerias.
Mosambik - Maputo

Nesta décima reunião de empresários dos setores da indústria, comércio, turismo, banca, pescas, construção, infraestruturas, energias renováveis e não renováveis os participantes partilharam experiências e pontos de vistas sobre como promover e melhorar o ambiente de negócios e criação de oportunidades de investimentos.
O Fórum Macau, como também é conhecido este encontro anual, foi criado pela China como elo de ligação aos países da CPLP e procura formas de criar um bom ambiente de negócios. Por isso mesmo, acredita-se que o Fórum Macau pode efetivamente servir de plataforma de negócios se atender às necessidades destes países.
Na abertura do evento, esta terça-feira (26.08), o primeiro-ministro de Moçambique, Alberto Vaquina disse que o Executivo moçambicano tem estado a apostar forte no setor privado, que define como “um verdadeiro parceiro do Governo no processo de desenvolvimento económico e social do país”.
O Governo de Maputo prometeu continuar a criar mecanismos que assegurem que o desenvolvimento da economia moçambicana seja orientado em dois pólos. “Por um lado, pelos fatores de produção e com base nos recursos naturais existentes e, por outro, pela promoção e consolidação de uma mão-de-obra cada vez mais apta, treinada e capaz de enfrentar os desafios que o crescimento e a dinâmica atual impõem”, explicou Alberto Vaquina.
Maior colaboração do Fórum Macau
Por causa da crise financeira internacional, Moçambique teve de adotar outras estratégias de gestão dos fundos, mas conseguiu adaptar-se rapidamente a este contexto, afirmou Alberto Vaquina.
Alberto Vaquina, primeiro-ministro de Moçambique
“E contra todas as previsões conheceu um aumento no volume de investimento explicado pelo alargamento dos investimentos público e privado, sob a forma de investimento direto nacional, investimento indireto estrangeiro e parcerias público-privadas”, salientou.
O Governo de Maputo pediu maior colaboração do Fórum Macau. A ideia é refletir sobre as formas de gestão das economias do grupo, “sobretudo sobre as políticas de resposta e de mitigação dos efeitos da crise em face de opções de investimento que estimulem o crescimento económico da comunidade de países de língua portuguesa”, defendeu o primeiro-ministro moçambicano.
O que inclui “a concretização do investimento público e privado capaz de conferir mais robustez e competitividade” às economias da CPLP, acrescentou Alberto Vaquina.
Parcerias importantes
Em entrevista à DW África, o presidente da Confederação das Associações Económicas (CTA), Rogério Manuel, disse que as parcerias entre empresários estrangeiros e nacionais são importantes.

“É um sonho para todos nós estarmos inseridos em todos os projetos,em todos os níveis, mas há também que reconhecer a nossa capacidade de intervenção em alguns projetos”, declarou Rogério Manuel.
Pequim e São Tomé e Príncipe, que é também membro da CPLP, não têm relações diplomáticas, uma vez que São Tomé mantém relações diplomáticas com Taiwan, uma ilha que tem um Governo próprio desde 1949 e que Pequim considera uma província separatista.
# dw.de

Guineenses vítimas de traficantes detidos em Espanha.

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Levados por traficantes, os emigrantes foram abandonados no deserto...

Um grupo de 45 naturais da Guiné-Bissau encontra-se detido no Centro de Acolhimento de Melilla em Espanha, depois de ter tentado chegar àquele país europeu juntamente com mais 750 emigrantes africanos.
Os guineenses, dos quais sete são mulheres e três crianças, chegaram ao enclave espanhol no norte de África por mãos de traficantes que operam no circuito Bissau-Ziguinchor-Dakar-Marrocos.
A denúncia foi feita pelo jornalista guineense Braima Camará, num trabalho para a Agência de Noticias da Guiné. Mamadu Baldé, que diz ser natural de Bafatá, e Malam Cissé, de Gabu, revelaram ter pago aos traficantes entre 2 mil e 300 e 4 mil e 600 dólares na procura de melhores condições de vida.
Ambos foram contactados por um amigo residente em Ziguinchor, que prometeu trabalho numa fábrica na Alemanha, mas foram abandonados na Mauritânia onde, sem dinheiro para regressar, submeteram-se durante três anos a trabalhos, "como se fossem escravos”, como contou um dos entrevistados, Malam Cissé.
Da Mauritânia o grupo que era muito maior seguiu para a Líbia e depois para Marrocos onde os emigrantes foram detidos durante sete meses.
Bafatá e Gabu são as regiões onde os traficantes recrutam cidadãos guineenses que até obrigam as mulheres a se prostituírem. Segundo a mesma fonte, algumas mulheres do grupo agora detido deram à luz nas montanhas.
Os cidadãos guineenses aguardam agora pelas autoridades espanholas, com a esperança de poder realizar o sonho de trabalhar na Europa.
# VOA

Encontro reunirá líderes africanos em Fortaleza.

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Representantes de 30 países africanos estarão em Fortaleza, entre amanhã e sexta-feira, para debaterem assuntos de interesses econômicos e da expansão diplomática entre o Brasil e a África. O encontro reunirá também representantes de governo, empresas brasileiras e instituições públicas.
A segunda edição do Fórum Brasil/África, organizado pelo Instituto Brasil África, contará com a presença do ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo Machado, e do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges. 
Autoridades locais também participarão do evento, entre elas o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, e o governador Cid Gomes. 
O tema central do Fórum debaterá a “Infraestrutura, Parcerias e Desenvolvimento”, segundo a “agenda comum”, tanto do Brasil quanto da África, conforme explicou o presidente do Instituto, 
João Bosco Monte.
Para Bosco, a África emerge como lugar de oportunidades consideradas interessantes. “O continente completa a quinta década de independência dos Estados nacionais, com transformações estruturais importantes e ambientes políticos melhorados”, explica o presidente do Instituto.
Desde a crise de 2008, os africanos sofreram as consequências decorrentes da situação dos europeus, principais parceiros comerciais, e os mais atingidos pela crise. Agora, a África vê no Brasil “porto seguro” e atraente para investimentos. Essas são razões apontadas como as principais a para aproximação entre Brasil 
e África.
O encontro será no hotel Gran Marquise, com a presença ainda de representantes do BNDES, da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Fundação Oswaldo Cruz. (Erivelton Melo
 # opovo.com.br

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Deserção de 486 soldados: Nigéria discorda de Camarões • tropas nigerianas, Boko Haram combatido em uma batalha feroz na região de Gamboru Ngala • Gwoza: polícia resgata 7, das 28 que ainda estão desaparecidas.

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As autoridades militares nigerianas discordam das autoridades Camaronesas sobre o relatório de que os soldados nigerianos fugiram para Camarões, após violentos combates com militantes do Boko Haram. 

Embora a sede da Defesa explicou que os soldados nigerianos foram encontrados em Camarões perseguindo membros da seita Boko Haram que ultrapassaram as fronteiras de ambos os países, o porta-voz do exército do Camarões, o tenente-coronel Didier Badjek, disse que os soldados, que fugiram para os Camarões, tinham sido desarmados e estão agora sendo acomodados nas escolas. 

De acordo com um relatório do site na sede da Defesa ", as tropas nigerianas encontradas em Camarões foi o resultado de uma batalha permanente entre as tropas e os terroristas ao redor das fronteiras com os Camarões, viu-se as tropas nigerianas com carregamento através das fronteiras em um manobra tática. 

"Eventualmente, eles encontravam-se em solo Camaronês. Sendo aliados, o protocolo normal da gestão de tal incidente exigiu que as tropas apresentassem as suas armas, a fim de garantir ao país amigo que eles não estavam em uma missão hostil. 

"Na sequência de discussões necessárias entre Nigéria e autoridades militares de Camarões, as questões foram resolvidas. Posteriormente, foi anunciado de que as tropas estão a caminho de volta para se juntar a sua unidade na Nigéria. 

"A referência para a incidência das tropas como desertores não é, portanto, apropriado, considerando a discussão entre líderes militares dos dois países e a série de contactos com os soldados que confirmaram que eles estão seguros." 

Mas o ar de Camarões, segundo o porta-voz, tenente-coronel Badjet, disse à British Broadcasting Corporation (BBC) de que os soldados estão atualmente na cidade de Maroua em Camarões, a cerca de 80 km (50 milhas) da fronteira com a Nigéria. 

Ele também disse que os milhares e civis também fugiram através da fronteira, que, segundo ele, tinha sido oficialmente encerrada, para ajudar a conter a propagação do vírus Ebola. 

Ambas as cidades Gamboru Ngala e Banki compartilham fronteiras internacionais com a República dos Camarões e testemunharam série de ataques nos últimos tempos. 

O desenvolvimento da operação aconteceu 24 horas após o aclamado líder da seita Boko Haram, Abubakar Shekau, ter divulgado um novo vídeo com o seu grupo, depois de conquistar área de Gwoza  do governo local, em Borno e Buni Yadima noYobe, para estabelecer o califado islâmico na região. 

Uma fonte disse que muitos dos terroristas foram mortos pelas tropas em Gamboru -Ngala antes das tropas ficarem sem munições e tiveram que atravessar a fronteira para os Camarões para se reunir a seu grupo para repelir os ataques. 

De acordo com o programa da BBC em Hausa, monitorado em Maiduguri pela Nigerian Tribune, os insurgentes invadiram a cidade de Banki no domingo, enquanto em Gamboru-Ngala, eles invadiram a cidade por volta de 05h00 de segunda-feira. 

Nigerian Tribune revelou que os insurgentes em Banki, dominaram as tropas em terra usando lançadores propelidas por foguetes e artefatos explosivos improvisados​​, enquanto as tropas conseguiram escapar e fugir para esconder nas aldeias, antes de entrarem nos Camarões para a sua segurança. 

Também foi revelado que alguns dos soldados em Banki fugiram para Marwa através Gazawa, uma comunidade da aldeia fronteiriça com Borno e República dos Camarões, mas não ficou claro se houve vítimas dos dois lados. 

No entanto, fontes disseram que muitas pessoas morreram, incluindo os terroristas, agentes de segurança e os civis apanhados no fogo cruzado. 

Também em Gamboru-Ngala, foi revelado que mais de 400 membros das tropas conseguiram escapar durante o ataque à sua base e se reuniram com os seus homólogos nos Camarões, e agora estão a desenvolver esforços para repelir o ataque. 

Moradores disseram que a troca de tiros foi constante entre os terroristas e militares em torno das comunidades fronteiriças dos Camarões e da Nigéria. 

Um morador de Gamboru, que fugiu para Maiduguri na segunda-feira à noite, declarando sob anonimato, disse ao Nigerian Tribune que "os rebeldes não estavam atrás dos civis, quando eles ocuparam a área pedindo aos moradores para não fugir. 

"Alguns de nós que não poderia suportar os sons de tiros e explosões entre os insurgentes e os militares tivemos que fugir para a nossa segurança, enquanto outros conseguiram ficar, com base na garantia por parte dos terroristas de que eles não estão atrás de residentes. 

"Infelizmente, como eu estou falando com você, eu vi cadáveres de civis e de terroristas, suspeitos de terem sido apanhados no fogo cruzado, fugindo das ruas de Gamboru-Ngala." 

Falando a uma fonte militar superior em Maiduguri, ela confirmou os ataques nas comunidades fronteiriças, mas insistiu de que a luta é constante. 

7 policiais resgatados -FPRO 
Enquanto isso, sete homens de curso foram resgatados até agora, enquanto os esforços estão sendo intensificadas para encontrar os outros 28 quando do ataque da Escola de Formação da Força Policial Móvel, em Gwoza, Estado de Borno, na quinta-feira da semana passada. 

Esta revelação foi dada a conhecer pela Relação Publica, pelo oficial da Força (FPRO), o Sr. Emmanuel Ojukwu, no Twitter, na segunda-feira.

# tribune.com.ng

Para o chefe do Estado-Maior americano, EI logo será ameaça para os EUA e a Europa.

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                                                               Foto: AFP

O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas americanas, general Martin Dempsey, acredita que os extremistas do Estado Islâmico (EI) logo serão uma ameaça para Estados Unidos e Europa e que será necessária uma coalizão internacional para enfrentá-los, disse seu porta-voz nesta segunda-feira.
Comandantes dos Estados Unidos estão vendo “opções” para lutar contra os jihadistas no Iraque e na Síria, disse Ed Thomas, porta-voz do general Martin Dempsey.
O secretário de Defesa, Chuck Hagel, adoptou um tom mais alarmante na semana passada em uma coletiva de imprensa do Pentágono, ao sugerir que militantes de Estado Islâmico representam uma grave ameaça que supera o perigo de outras organizações como a rede Al-Qaeda.
Funcionários do Pentágono afirmam que Hagel e Dempsey compartilham essa esta opinião.
“Dempsey acredita que o EI deve ser pressionado tanto no Iraque como na Síria”, acrescentou. “Acredito que seja necessário formar uma coalizão de capacidade regional e se associar à Europa para enfrentar a ameaça do EI”.
Dempsey, chefe do Estado Maior Conjunto, descreve constantemente o Estado Islâmico como um movimento que pode se tornar uma ameaça directa para Estados Unidos e Europa, já que combatentes estrangeiros com passaportes ocidentais podem realizar ataques em seus países.
“Sua missão actual (de Dempsey) é proteger os cidadãos americanos e instalações, e isso inclui, claro, acções necessárias para proteger o território nacional, onde quer que estejam essas ameaças”, disse Thomas.
Em uma reunião com o Centro de Comando de Estados Unidos, que supervisiona as forças norte-americanas no Oriente Médio, Dempsey “está preparando opções para combater o EI tanto no Iraque como na Síria com uma variedade de ferramentas militares que incluem ataques aéreos”, disse em um comunicado.
Aviões de guerra dos EUA realizam ataques aéreos no Iraque contra militantes do EI desde o dia 8 de Agosto, com mais de 100 bombardeios tendo como objectivo a jihadistas no norte, perto da represa de Mossul. Tropas iraquianas e curdas recuperaram o controle da represa desde que começou a ofensiva americana.
A administração de Obama afirmou que as opções sobre potenciais ataques militares na Síria continuam em aberto, e não foi tomada nenhuma decisão final até o momento. (afp.com)

# afp.com

A Organização Mundial de Saúde não confirma Ébola no Congo.

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Organismo da ONU avança que ainda não pode confirmar os resultados anunciados pelas autoridades congolesas, que confirmam a morte de 13 pessoas infetadas pelo vírus.

Elementos das unidades sanitárias da Libéria protegem-se antes da retirada de um mercado em Monrovia de uma vítima mortal, que terá falecido infetada pelo vírus Ébola
As autoridades da República Democrática do Congo (RDC) confirmaram a morte de 13 pessoas por Ébola na província do Ecuador, no noroeste do país, mas a Organização Mundial de Saúde (OMS) nega que a doença misteriosa que vitimou essas pessoas, com sintomas de gastroenterite hemorrágica, seja a mesma.   
O ministro congolês da Saúde, Félix Kabange Numbi confirmou à imprensa a presença de Ébola no país. "Os resultados deram positivo. O vírus Ébola está confirmado na RDC". No entanto, este responsável assegura que o surto que o país está a viver não tem "nenhuma relação com o que prevalece na África Ocidental".
Por sua vez, a OMS já esclareceu que a doença que matou as 13 pessoas em causa foi uma espécie de gastroenterite hemorrágica. A organização avança que ainda não pode confirmar os resultados anunciados pelas autoridades congolesas e que será realizada uma segunda série de testes de laboratório.
Cinco das 13 pessoas que sucumbiram ao vírus eram assistentes sociais que contraíram a doença por contacto com os pacientes.
Vírus fora do controlo
Confirmadas as declarações das autoridades da República Democrática do Congo, o país será o quinto infetado com o perigoso vírus. A Organização Mundial de Saúde contabiliza 1427 mortos em 2615 casos identificados de Ébola.
Entretanto, o primeiro cidadão britânico infetado com a doença foi levado para o Reino Unido este domingo. O paciente terá contraído o vírus na Serra Leoa, num centro de tratamento de Ébola, numa das regiões mais afetadas do país.
Vários países africanos como a Costa do Marfim, o Gabão, o Senegal, Camarões e África do Sul já condicionaram o seu tráfego aéreo numa tentativa de evitar que a epidemia se propague nos seus territórios.
Esta segunda-feira, Angola também aumentou o nível de risco de infecção de "moderado" para "alto", à conta das situações registradas no país vizinho, o Congo.

"Até há uma semana, Angola era considerada como um país de baixo-médio risco. Neste momento entra para o grupo de países com risco moderado a alto, porque tem um país vizinho com a epidemia confirmada", explicou a diretora nacional de Saúde Pública Angolana, Adelaide de Carvalho.

expresso.sapo.pt



segunda-feira, 25 de agosto de 2014

República Democrática do Congo confirma casos de ebola.

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Médico em Serra Leoa (Foto: AP)
República Democrática do Congo registra mortes por ebola e cria área de quarentena

Autoridades da RDC (República Democrática do Congo) afirmaram que duas pessoas morreram de ebola no noroeste do país.


Esses são os primeiros casos da doença confirmados fora do oeste da África desde o início da epidemia. Ainda não está claro se esses casos estão diretamente relacionados ao surto inicial, que já atingiu Serra Leoa, Libéria, Guiné e Nigéria.
A RDC é palco de uma das maiores missões de paz da ONU no planeta, a Monusco – atualmente chefiada militarmente pelo general brasileiro Carlos Alberto dos Santos Cruz.
Até agora mais de 1.400 pessoas morreram por causa do vírus. A velocidade e a extensão atingidas pela epidemia fez a Organização Mundial da Saúde classifica-la como “sem precedentes”.
Acredita-se que mais de 2.600 pessoas tenham sido infectadas no oeste da África desde março.
Não há uma cura consolidada para a doença, mas alguns infectados conseguiram se recuperar após serem tratados por uma droga experimental, o ZMapp. Porém, o estoque desse medicamento já foi exaurido.
Também neste domingo, um britânico que trabalhava no tratamento de vítimas em Serra Leoa foi levado de volta à Grã-Bretanha após contrair o vírus.

Quarentena

Diversas pessoas morreram no mês passado após pegar uma febre não identificada na região equatorial da RDC.
No domingo, o ministro da saúde Felix Kabange Numbi afirmou que duas pessoas de um grupo de oito que haviam contraído a febre tiveram testes positivos para o ebola.
Ele afirmou à BBC que uma zona de quarentena de 100 quilômetros de raio foi estabelecida na região de Boende, onde os casos foram registrados.
A cidade fica a cerca de 600 quilômetros da capital Kinshasa e a mais de 1.000 quilômetros de distância da região dos Kivus, onde operamgrande parte dos 22 mil homens de 50 nacionalidades que participam da missão de paz da ONU contra grupos rebeldes que operam no leste do país.
O general brasileiro Carlos Alberto dos Santos Cruz e sua equipe mantém sua base em Goma, no Kivu Norte.
Esse é o sétimo surto de ebola na história da RDC. O vírus foi identificado primeira vez na história em 1976 e ganhou o nome de um rio do país.
Numbi afirmou que mais testes para o evola estão sendo feitos em casos suspeitos.
No sábado, o parlamento de Serra Leoa aprovou uma lei que torna crime esconder pacientes de ebola. Se aprovada pela Presidência, quem for flagrando mantendo doentes em casa pode ser condenado a até dois anos de prisão.
A lei ocorre após a Costa do Marfim fechar suas fronteiras para tentar evitar que a doença se espalhe no país.
O país também proibiu a entrada de voos de Serra Leoa, Libéria e Guiné.
O Gabão, o Senegal, Camarões e a África do Sul tomaram medidas similares.
A Organização Mundial da Saúde afirmou que a proibição de viagensnão funciona para evitar que a doença se espalhe. A entidade pediu porém o envio de mais médicos e laboratórios móveis para tratar dos infectados.
O ebola é transmitido entre humanos por meio de contato direto ou por fluídos do corpo.
#BBC 

Fidel Castro recebe menino de oito anos que coleciona fotos do líder cubano.

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O encontro ocorreu no dia 12 de agosto, na véspera do aniversário de 88 anos de Castro e foi divulgado nesta segunda-feira na televisão local.

Havana - O líder cubano Fidel Castro recebeu em sua casa em Havana um menino cubano de oito anos que o admira e coleciona suas fotos e livros, informou nesta segunda-feira (25/8) a televisão local. "Conversamos da escola, da agricultura, lanchamos juntos", contou o menino Marlon Méndez, que compareceu ao encontro com Castro junto com seus pais, seu irmão mais novo e sua avó, e que vive em San Antonio de los Baños, 30 km ao oeste de Havana.
O encontro ocorreu no dia 12 de agosto, na véspera do aniversário de 88 anos de Castro e poucas horas após a televisão exibir uma reportagem na qual Marlon mostrava sua coleção de fotos e expressava o desejo de conhecer pessoalmente o líder cubano.

Desde que deixou o poder por problemas de saúde, há oito anos, Castro se dedica a escrever artigos e livros, a receber personalidades estrangeiras e ao estudo e cultivo de moringa, planta que ele pensa que poderia melhorar a alimentação humana e animal na ilha.

# correiobraziliense.com.br

Japão se diz pronto para fornecer medicamento experimental após morte de 1,4 mil por ebola.

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Atualmente, não existe nenhum medicamento específico de combate ao vírus ebola, apesar de várias drogas estarem em desenvolvimento.
Países da África Ocidental declararam estado de emergência
Países da África Ocidental declararam estado de emergência

O Japão está pronto a oferecer um medicamento experimental desenvolvido no país para conter o surto de ebola que ameaça o planeta, anunciou hoje (25) o porta-voz governamental, Yoshihide Suga.

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“O nosso país está, caso a Organização Mundial da Saúde [OMS] o requeira, preparado para fornecer o medicamento que está pronto para ser aprovado, em um trabalho de cooperação”, disse Suga.

A OMS tem discutido a utilização de remédios ainda não aprovados como forma de combater o surto de ebola na África, que já causou a morte de mais de 1.400 pessoas e deixou milhares infectados.

Atualmente, não existe nenhum medicamento específico de combate ao vírus ebola, apesar de várias drogas estarem em desenvolvimento.

A utilização de um produto experimental, chamado ZMapp, em dois cidadãos norte-americanos e em um padre espanhol abriu intenso debate ético sobre a utilização de medicamentos não homologados.

Disponível em quantidades muito pequenas, o remédio apresentou resultados promissores nos dois cidadãos americanos, mas o padre espanhol acabou morrendo.

A Mapp Bioparmaceutical, companhia produtora do medicamento, disse ter enviado para a África todas as doses disponíveis da nova droga.

No caso do remédio japonês, desenvolvido pela Fujifilm Holdings e que foi aprovado em março pelas autoridades do país como antigripal, ele está em testes nos Estados Unidos, não apresenta problemas de fornecimento e, de acordo com o porta-voz, há doses disponíveis para 20 mil pessoas.

Desde o início da epidemia de ebola, em março, e até 20 de agosto, a OMS contabilizou 1.427 mortos em 2.615 casos identificados.

A Libéria é o país mais afetado, com 624 mortos em 1.082 casos, seguindo-se a Guiné-Conacri, com 407.

Serra Leoa e a Nigéria registram, respectivamente, 392 mortos e cinco mortos.

# uol.com.br

domingo, 24 de agosto de 2014

Guiné-Conacri: A Alfândega senegalesa põe a mão nas divisas do Presidente da Guiné: 4 bilhões de Condé interceptado em Dakar.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



As Autoridades senegalesas interceptaram no aeroporto de Dakar, um carregamento de moeda estrangeira, o equivalente a 4.000 milhões de francos CFA. Os funcionários aduaneiros que queriam confiscar dinheiro foram forçados a recuar quando Conakry explicou que os valores estão sendo enviados para Dubai, por ordem de Alpha Conde. 

Além de o vírus Ebola, Senegal deixou de investigar outras causas de atrito com seu maior vizinho ao sul, Guiné Conakry. Basicamente, uma transferência de fundos bastante controversa. Na verdade, a Alfândega senegalesa interceptou há cerca de 10 dias, o equivalente a 4 bilhões de francos CFA, dólares e euros. Este montante foi transportado de Conakry, num pequeno avião que pousou no aeroporto Léopold Sédar Senghor. 

Disseram que essa remessa foi planejada para embarcar a bordo de um avoão de linha regular da companhia Emirados Árabe em Dubai, que liga a capital senegalesa com destino a Oriente Médio. O problema é que essas moedas não foram declaradas na entrada, e, forçosamentemente, não poderia deixar o país. E esse transporte não cumpriu com as normas internacionais para a transferência de divisas. Assim, os funcionários aduaneiros senegaleses decidiram confiscar os valores da aeronave que foi usado para transportá-los. E avisaram a sua chefiia. 

E com a consciência adquirida, as autoridades senegalesas pediram para que os seus homólogos da Guiné fossem informados  sobre a viagem da aeronave e o conteúdo de sua bagagem. A Grande surpresa foi saber que não só as autoridades guineenses foram informados do movimento da aeronave, mas o melhor, e que tinha-no fretado. E a ordem foi mesmo ao mais alto nível, já que é a presidência da República. 

Foi assim que a Alfândega senegalesa evitou que, a morte na alma, participasse de embarque de 4.000 milhões de francos CFA em moeda estrangeira para Dubai. E, sem qualquer prejuízo para as operadoras. Nestes tempos conturbados, onde um pouco do Ebola torna os canais de comunicação difíceis, os líderes do Senegal, na sua maioria se recusaram a dar qualquer razão para os Guineenses com ressentimento em relação a eles. 

Por que tanto dinheiro seria canalizado através de Dakar, em vez de uma única transferência inter-bancária, como é comumente feito por importantes transferências de fundos de estado para estado? Os Guineenses explicram que foi por causa da suspensão da escala do voo Emirates em Conakry devido ao Ebola (sempre!), Eles têm que enviar dinheiro para este país através de Dakar, de onde eles podem ter a conexão para os Emirados Árabes Unidos. E o auto-explicativo, oficial ou não,para entender que o dinheiro transferido não foi através dos canais oficiais, mas foi destinado através dos líderes com necessidades pessoais em Conakry. O que pode, logicamente, ser interpretado como uma troca de tráfego. Mas essa é uma história que Dakar não se atreveu a aceitar.

# seneweb.com

OMS prevê 500 leitos adicionais na Libéria para combater o Ebola.

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De acordo com a OMS, 1.082 casos de Ebola foram registrados na Libéria, 624 deles fatais.
Monróvia - A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou neste sábado que Monróvia terá 500 leitos adicionais para lutar contra a epidemia de Ebola na Libéria, país mais afetado da África ocidental.


"A OMS se compromete a intensificar o trabalho com os sócios para construir centros médicos adicionais em toda a Monróvia e aumentar o número de leitos para o Ebola em mais 500 nas próximas seis semanas", declarou o diretor adjunto da OMS para a segurança sanitária, Feiji Fukuda.

De acordo com o balanço de 20 de agosto da OMS, 1.082 casos de Ebola foram registrados na Libéria, 624 deles fatais. O país é o mais atingido pela epidemia, que também afeta Serra Leoa, Guiné e, em menor medida, Nigéria. No total morreram 1.427 pessoas.

# correiobraziliense.com.br

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Ebola assusta turistas brasileiros com viagem marcada para a África.

Preocupação atinge mesmo quem vai para longe do epicentro da doença.
Risco é mínimo, diz OMS; agências de turismo esclarecem clientes.

Adriano Mellenberg, gerente de uma operadora brasileira de turismo, na África do Sul: 'Não há motivo para alarmismo', afirma (Foto: Adriano Mellenberg/Arquivo pessoal)
Adriano Mellenberg, gerente de uma operadora brasileira de turismo, na África do Sul: 'Não há motivo para alarmismo', afirma (Foto: Adriano Mellenberg/Arquivo pessoal)

A epidemia de ebola que matou mais de mil pessoas em uma região da África Ocidental está preocupando turistas brasileiros que vão passar férias no continente – mesmo os que irão para destinos a milhares de quilômetros da área afetada. O vírus com alto grau de letalidade deixou mais de 1.300 mortos na Guiné, Serra Leoa e Libéria. Também houve cinco casos na Nigéria.
Mário Henrique e Lúcia Helena em sua viagem pela África do Sul (Foto: Mário Henrique Neves/Arquivo pessoal)Mário e Lúcia em viagem pela África do Sul: ele voltou
resfriado e sua mãe achou que estava com ebola
(Foto: Mário Henrique Neves/Arquivo pessoal)
Agentes de turismo relatam que têm recebido ligações de clientes com viagem marcada para países como África do Sul, Quênia e Tanzânia, que querem se informar sobre os riscos de viajar para lá neste momento.
“Tem bastante gente preocupada e pedindo informações. Mas mostramos o mapa com as distâncias, explicamos a dificuldade de o vírus chegar aos países com os quais a gente trabalha e eles acabam se tranquilizando”, diz Eliane Barzilay, consultora da Safari 365, que só trabalha com destinos africanos.
Segundo Eliane, houve apenas uma desistência entre seus clientes em razão do vírus: um casal de idosos que viajaria com parentes para África do Sul, Botswana e Zâmbia. “O resto da família vai, mas a senhora tem mais de 80 anos, a saúde debilitada, e entrou em pânico. O marido admitiu que não é um medo lógico, mas eles preferiram não ir”, conta ela.
Ela diz que houve também quem esperasse algumas semanas antes de fechar o pacote para acompanhar a evolução da epidemia.
A consultora, que trabalha com destinos africanos há 14 anos, lembra que os países infectados estão no Hemisfério Norte, enquanto os destinos turísticos procurados pelos brasileiros ficam no Hemisfério Sul. “Além de tudo não há voos diretos entre eles. Alguém que está no sul da Europa corre mais risco do que alguém que está na África do Sul. É como se no Brasil a gente estivesse preocupado com algo que acontece no Canadá”, compara.
Nesta quinta-feira (21), autoridades sul-africanas anunciaram o fechamento de suas fronteirasa pessoas procedentes de Guiné, Libéria e Serra Leoa.
‘Cuidado com o ebola’
Com viagem marcada para a África do Sul em setembro, Thais Fiuza, de 29 anos, diz que se tranquilizou quando buscou mais informações sobre a epidemia de ebola. Mas amigos e familiares não estão tão despreocupados. “A primeira coisa que me falam quando digo que vou para a África é: 'cuidado com o ebola'. As pessoas generalizam quando se fala em África”, diz.
Recém-chegado de uma viagem de dez dias à África do Sul, o aposentado Mário Henrique Neves, de 62 anos, afirma que não se sentiu em risco, mas teve que acalmar sua mãe, que achou que um resfriado que ele pegou no voo de volta poderia ser ebola. “Liguei para a minha mãe fungando um pouco na volta. Depois disso ela não conseguiu falar comigo por um problema nos meus telefones e entrou em parafuso. Ligou para a minha sogra, dizendo: ‘ele veio da África, está com ebola’”, conta ele, rindo.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o risco de infecção de viajantes pelo ebola é "muito baixo, já que a transmissão de pessoa a pessoa só se dá com o contato direto com os fluidos corporais ou secreções de um paciente infectado". A OMS não recomenda restrições de viagens nem para os países que apresentam transmissão do vírus.
"O ebola não se transmite pelo ar. A coisa está acontecendo, mas não é uma situação alarmante. A África é muito grande, são 54 países em um continente", afirma Adriano Mellenberg, gerente geral da operadora brasileira Taks Tour.
Ele conta que tem recebido ligações de clientes com viagem marcada até para o Ano Novo. “Temos uma infinidade de pacotes fechados para o réveillon. Mas o tom dos clientes é tranquilo, eles buscam mais o esclarecimento”, diz.
A empresa fez um comunicado com informações sobre a doença para os viajantes. Um dos tópicos afirma que os países afetados estão até menos distantes de algumas cidades brasileiras do que de muitos destinos turísticos na África – são 5.800 km para Joanesburgo e 3.500 km para o Recife, por exemplo.
Prejuízo para turismo e negócios
Segundo a agência “Reuters”, visitantes dos EUA, da Europa e principalmente da Ásia estão cancelando ou adiando viagens à África por causa do ebola, mesmo quando o destino está longe do epicentro da doença.
O medo do ebola também está prejudicando as viagens de negócios e eventos de investimento na África, ainda de acordo com a “Reuters”.
“Vimos um grande número de cancelamentos da Ásia, e os números de grupos que estão viajando são menores”, afirmou à agência Hannes Boshoff, diretor-gerente da ERM Tours, sediada em Johanesburgo, que organiza viagens para países no sul da África. “Muitos clientes veem a África como um único país”, completou.
# g1.globo.com

sábado, 23 de agosto de 2014

Ebola: Costa do Marfim fechou suas fronteiras terrestres com a Guiné e Libéria.

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Arrivée
© Gabinete do Primeiro Ministro por DR 
Chegada do primeiro-ministro após a cúpula EUA-África. 
Segunda-feira, 11 de agosto de 2014. Abidjan. Foto: O primeiro-ministro Daniel Kablan Duncan.

Abidjan - Costa do Marfim, onde não foi detectado nenhum caso de Ebola, decidiu encerrar as suas fronteiras terrestres com a Guiné e Libéria afetadas pela epidemia, segundo um comunicado do primeiro-ministro Kaban Daniel Duncan. 

A decisão "excepcional", mantida ativa desde sexta-feira, foi feita "com o surgimento de novos casos e a reativação de antigos casos" nas "repúblicas irmãs da Guiné e Libéria", diz o texto. 

A medida foi tomada "sob estritas medidas preventivas para proteger todas as pessoas, inclusive estrangeiros, que vivem no território da Costa do Marfim", ressaltou a declaração. 

Primeiras mortes foram relatadas na sexta-feira na fronteira sudeste da Libéria e da Costa do Marfim. Esta região é a única que não foi afetada pelo vírus em um país onde o progresso parece inexorávelmente alarmante. 

"Esta informação muda o jogo", admitiu Daouda Coulibaly, um médico epidemiologista do Instituto Nacional de Higiene Pública (INHP), disse à AFP que a vigilância das fronteiras, já era forte, ainda assim está a "crescer "estado de alerta e tornar-se" extremo ". 

A Organização Mundial de Saúde tem contado 2.615 casos de Ebola, por 
1.427 mortes em quatro países da África Ocidental, de acordo com o seu mais recente balanço patrimonial de 20 de Agosto e publicado nesta sexta-feira. 

Libéria continua a ser o país mais afetado, com 1.082 casos e 624 mortes. O presidente Ellen Johnson Sirleaf anunciou no fim de julho o fechamento de quase todas as fronteiras do país, incluindo aquelas com a Costa do Marfim. 

Na Guiné, onde o primeiro surto de Ebola havia sido diagnosticado em março a 150 km a partir do território da Costa do Marfim, 407 pessoas morreram no total, com 607 pacientes afetados. Serra Leoa (392 mortes) e Nigéria (5) também são afetados. 

Em cinco meses, o governo da Costa do Marfim tem intensificado as medidas para bloquear a entrada no país do vírus. Em 11 de agosto, ele havia suspendido todos os vôos para os Estados afetados. Na terça-feira o Governo marfinense proibiu todos os eventos esportivos internacional no país. 

jf / jpc

# abidjan.net

Serra Leoa vai rever os laços com o Kenya em resposta ao Ebola.

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Serra Leoa ameaçou rever a sua relação com o Quênia e com vários outros países africanos sobre o seu isolamento após o surto de Ebola. 

Assessor Presidencial Ibrahim Ben Kargbo disse que o país está irritado com países como o Quénia, África do Sul e Senegal cujas ações sugerem que os países afetados por Ebola são "Estados párias". 

Transportadora nacional Kenya Airways suspendeu seus voos para alguns Liberianos e Serraleoneses após o surto de Ebola. 

Sr. Kargbo, que dirige o braço de mídia do Grupo de Trabalho Presidencial sobre Ebola, disse que ficou surpreso com a decisão 

A África do Sul proibiu os viajantes de Serra Leoa para entrar no país. 

Abandonado 

Ele criticou o Senegal por ter "quase recusado" um avião da ONU provinente de Freetown-bound de passar por Dakar. 

"Dá a impressão de que somos um Estado pária, que não é o caso", disse à emissora estatal, SLBC, e destacou que a epidemia de Ebola não era um crime. 

Outros dirigentes também pediram uma revisão das relações internacionais com os países que têm isolado Serra Leoa, quando o surto de ebola está contido. 

No início desta semana, o líder da maioria parlamentar Ibrahim Bundu, prometeu que a Serra Leoa vai rever as suas relações com os países que o abandonaram em um "momento de maior necessidade." 

O Parlamento deve convocar uma sessão especial para indentificar qual o país ou parceiro de desenvolvimento estrangeiro que estava hospedado na Serra Leoa, e em seguida, estabelecer um "registro permanente" de "nossos verdadeiros amigos". 

Vários países africanos adotaram proibição de viajar para os cidadãos dos países afetados pela doença que já custou mais de 1.000 vidas na Serra Leoa, Libéria, Guiné e Nigéria. 

Tem sido divulgado notícias de serra-leoneses retidos em aeroportos estrangeiros e centenas foram incapazes de viajar do país, devido ao cancelamento de voos. 

A proibição de viajar tem sido responsabilizado por dificuldades acrescidas com o caos econômico, incluindo escassez de alimentos e disparada de preços das commodities no país.

# africareview.com

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