Postagem em destaque

MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Cuba e os Estados Unidos combaterão doenças juntos..

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Photo: Jose M. Correa
WASHIGTON. — As autoridades sanitárias de Cuba e os Estados Unidos assinaram no começo da semana um inédito memorando de entendimento para cooperar no combate às doenças que afetam às duas as nações vizinhas e trocar experiências.
O acordo assinado em Washington pelo departamento de Saúde e Serviços Humanos (SSH) estadunidense e o Ministério de Saúde Pública cubano abre o caminho para coordenar ações em um amplo espectro de assuntos como segurança global, doenças transmissíveis, pesquisas e desenvolvimento e tecnologia da informação.
Segundo o site oficial do SSH, ambos os países têm interesse em detectar e responder às doenças infecciosas emergentes como a dengue e a chikungunya, transmitidas pelos mosquitos. Compartilham também os problemas de uma população envelhecida e a necessidade de encontrar soluções às doenças neurodegenerativas e outras não transmissíveis, inclusive o câncer.             
“Cuba tem feito importantes contribuições à ciência e à saúde, como demonstram sua participação na resposta ao Ébola na África Ocidental e tornar-se o primeiro país em eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho”, assegurou em um comunicado a secretária norte-americana da Saúde, Sylvia Mathews Burwell.
“Esta nova colaboração é uma oportunidade histórica para que ambos os países se apoiem em seus conhecimentos e experiências, em benefício da pesquisa biomédica e a saúde pública em geral”, precisou.
Segundo o artigo publicado no Huffington Post, o enfrentamento ao Zika vírus é outro tema que inclui o memorando de entendimento assinado em 13 de junho passado durante a visita a Washington do ministro cubano da Saúde Pública, Roberto Morales Ojeda.
O chefe do escritório de Assuntos Globais do HHS, Jimmy Kolker, ressaltou que os Estados Unidos poderão acessar à ampla experiência cubana no enfrentamento às doenças tropicais transmitidas pelo mosquito aedes aegypti.
“A Ilha”, manifestou Kolker, “conta com um dos centros que colaboram com a Organização Mundial da Saúde no combate à dengue, uma doença similar ao Zika vírus, cuja propagação mundial incrementou os alarmes neste ano”.
“Há um valor epidemiológico em comunicar-se com Cuba”, disse o funcionário. “O Zika vírus fez com que as pessoas pensem na relação próxima que temos por causa da proximidade geográfica e o possível impacto da mudança climática no fato de que algumas doenças que só eram conhecidas em áreas tropicais se espalhem pelas regiões continentais como os Estados Unidos”.
O acordo inclui a possibilidade das trocas acadêmicas e projetos de pesquisa em parceria. Também, servirá de apoio para atividades especificas que se queiram desenvolver no futuro.
A nova passagem para a normalização das relações chega depois de que Havana e Washington atingiram entendimentos em diversos temas como preservação do meio ambiente, correio postal, voos regulares, e outros temas que beneficiam ambos os povos.
Contudo, a persistência do bloqueio entorpece que os estadunidenses possam beneficiar-se de avanços cubanos nesta área.
Por exemplo, o Heberprot-P poderia salvar as extremidades de centenas de milhares de pacientes diabéticos e o Nimotuzumab constitui um anticorpo monoclonal para tratar o câncer de cabeça e o pescoço avançado que fica fora do alcance dos norte-americanos, por causa da política atual.
Igualmente, o bloqueio impede o desenvolvimento da biotecnologia cubana, não só em detrimento da qualidade de vida do povo cubano, senão de muitos outros países do mundo que recebem a ajuda solidária ou trabalham em um modelo de cooperação sul-sul com os profissionais de saúde da Ilha.

#granma.cu

«CRISE POLÍTICA» VICE-PRESIDENTE DO PARLAMENTO CRÍTICA COMPORTAMENTO DE DEPUTADOS DA GUINÉ-BISSAU.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


Bissau, 15 Jun 16 (ANG) – O Primeiro Vice-Presidente da Assembleia Nacional popular (parlamento guineense) afirmou terça-feira, que os deputados “transformaram a casa do povo num motor para a dissolução do sistema político e democrático” do país.

Inácio Correia que falava durante o encerramento da Terceira Sessão da nona Legislatura do Parlamento, sobre o comportamento dos deputados na crise política que tem assolado o país, acrescentou que ANP passou a ser “um instrumento manipulável pelos interesses obscuros contra a vontade popular, a estabilidade e ao desenvolvimento almejado pelos guineenses”. 

“Os deputados não podem dedicar as suas inteligências para alimentar crises, boatos e criando desordem no xadrez político e no seio da população” criticou Correia para acrescentar que , nomeadamente, a criação de um Tribunal Constitucional, por forma a “dirimir eventuais conflitos e processos políticos” foi inviabilizada.

Inácio Correia (militante e dirigente do PAIGC) proferiu estas palavras numa altura em que o maior partido do país e o Presidente da República estão de costas voltadas; Os libertadores consideram o actual governo do novo Primeiro-Ministro, Baciro Djá de inconstitucional.

Por outro lado, o Primeiro vice-Presidente da ANP informou que o PAIGC voltou a pedir a mesa do Parlamento, no sentido de clarificar o estatuto do grupo dos 15 deputados expulsos desta formação política, vencedora das últimas eleições de 2014.

Esta terceira Sessão da Nona Legislatura da Assembleia Nacional Popular foi marcada por sucessivas suspensões, devido ao desentendimento, sobretudo entre as duas maiores bancadas parlamentares: o PAIGC e o PRS, no que tange a situação dos 15 deputados expulsos do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde .

ANG/QC/SG/Conosaba

SITUAÇÃO DA JUSTIÇA NA GUINÉ-BISSAU É ALARMANTE, DIZ RELATORA DA ONU.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


Documento é apresentado hoje no Conselho dos Direitos Humanos.

A situação do sector da justiça na Guiné-Bissau é assustadora e o país está à mercê do crime organizado, refere Mónica Pinto, a relatora independente para as Nações Unidas que elaborou um documento a ser apresentado nesta quarta-feira, 15, em Genebra, numa reunião do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas.

O documento será entregue hoje às autoridades da Guine-Bissau.

A corrupção "é generalizada, nomeadamente entre os agentes do sistema de justiça, a impunidade é galopante, a instabilidade política é elevada e os crimes do passado ainda estão por tratar”, escreve Pinto, que visitou a Guiné-Bissau em Outubro de 2015.

No documento, aquela especialista argentina considera que apesar das descobertas assustadoras, parece que o sistema de justiça tem tido dificuldades em obter a atenção das autoridades" com vista à reforma necessária, num país que, segundo Mónica Pinto “é deixado à margem da luta contra o crime organizado transnacional".

A relatora diz ainda que a justiça "é cara e a grande maioria da população não pode pagar os seus serviços", além de falta de qualificação dos actuais "juízes, procuradores, advogados e funcionários judiciais, que não estão adequadamente treinados para desempenhar as suas funções profissionais".

Por outro lado, quando exercem aquelas funções não têm segurança e "são deixados expostos a ameaças e pressões".

O relatório inclui 37 recomendações que abrangem várias áreas, desde a investigação criminal à instrução de processos.

Abertura de postos de polícia judiciária em vários pontos do país e uma maior presença de advogados fora da capital, Bissau, são algumas das propostas de Pinto que aponta ainda a falta de tribunais, informação, confiança e educação, que “empurra a maioria das pessoas a recorrer a líderes tradicionais para resolver os seus litígios".

Voa com Conosaba

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Operação Condor condenada: História na Argentina, vergonha no Brasil.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Operação Condor condenada: História na Argentina, vergonha no Brasil

 Operação Condor condenada: História na Argentina, vergonha no Brasil. 24534.jpeg

Em silêncio, semblante cerrado, mãos cruzadas, com cabelos grisalhos disfarçando seus 75 anos e um grosso sobretudo marrom para proteger do frio portenho de 13 graus, cercado de cadeiras vazias, Miguel Ángel Furci parecia ainda mais só e desamparado na pequena sala do Tribunal Oral Federal 1, no final da tarde de quinta-feira 26, em Buenos Aires.
Furci continuou impassível, mesmo quando ouviu o juiz que lia a sentença, Oscar Ricardo Amirante, pronunciar seu nome e sua pena: 25 anos de prisão como autor de 67 prisões ilegais e 62 denúncias de tortura, na condição de agente civil da SIDE, a Secretaria de Inteligência do Estado, o órgão da ditadura argentina (1976-1983) que controlava a repressão. Foi a maior condenação do dia, que os outros 17 réus, todos presos, ausentes do tribunal, preferiram não ouvir.
Mas, milhares viram e ouviram pela TV e pela Internet a sentença histórica da Argentina, o único país das Américas que reconheceu e julgou a Operação Condor, condenando pela primeira vez os militares e agentes de uma organização de terror de Estado sem precedentes no mundo. Um juízo que, por tabela, escancara as culpas e o cinismo do Brasil. Na década de 1970, as ditaduras de seis países do Cone Sul — Chile, Argentina, Uruguai, Bolívia, Paraguai e Brasil — se juntaram clandestinamente para perseguir, torturar, matar e desaparecer os que se opunham aos regimes militares.
Ninguém investigou esse crime transnacional com a obstinação e a agudeza da Justiça argentina. A Causa Condor, que chegou ao seu final naquela quinta-feira, apurou durante três anos os crimes praticados na região contra 109 pessoas — apenas 14 delas argentinas. As outras 91 eram do Uruguai, Chile, Paraguai e Bolívia. Nenhum brasileiro entre eles. Foram ouvidas 222 testemunhas, 133 delas do exterior — apenas uma era brasileira. Só na Argentina, existem 457 casos de vítimas da Condor na Justiça. No Brasil, nenhum.
Mais de 600 militares argentinos já foram processados, condenados e agora cumprem pena pelos crimes da ditadura. No Brasil, apesar dos 21 anos de arbítrio, nenhum militar foi para a cadeia. Os cinco presidentes militares acantonados no Palácio do Planalto a partir de 1964 — Castelo Branco, Costa e Silva, Médici, Geisel e Figueiredo — morreram impunes, embora todos tenham sido responsabilizados pelos crimes da ditadura no contundente relatório final de 2014 da Comissão Nacional da Verdade, indiciados como comandantes supremos dos 377 agentes do Estado apontados como autores de crimes de lesa-humanidade na ditadura brasileira.
Generais na cadeia
Ao contrário, na Argentina, os presidentes militares sentaram nos bancos dos réus. Jorge Rafael Videla, o general mais emblemático da ditadura, que liderou o golpe de 1976, morreu na cadeia em maio de 2013, aos 87 anos, onde cumpria duas penas de prisão perpétua, além de outra de 50 anos de detenção pelo desaparecimento de bebês de presas políticas. Morreu do coração numa sexta-feira, três dias após recusar-se a depor na Causa Condor. Em 2011, na cadeia, falou durante 20 horas ao jornalista Ceferino Reato, que publicou no ano seguinte seu relato estarrecedor no livro Disposión Final, uma sutil referência à genocida ‘solução final’ do III Reich hitlerista. Ali, o velho general admitiu o tamanho do seu assassinato em massa: “Digamos que eram umas sete ou oito mil as pessoas que deveriam morrer para ganhar a guerra contra a subversão”. Videla foi modesto. A Comissão Sábato que investigou a ditadura contabilizou cerca de 10 mil mortos, os familiares dos presos e desaparecidos insistem em contar 30 mil vítimas fatais.
Assim como o primeiro, o último presidente argentino da ditadura também está preso — mas ainda vivo. O general de exército Reynaldo Bignone, 88 anos, que caiu com o regime em 1983, não teve a coragem do agente Furci e não quis ouvir pessoalmente na quinta-feira sua condenação a 20 anos de prisão. Não fará muita diferença no pouco que lhe resta de vida: Bignone já tinha sido condenado a outros 25 anos de prisão, em 2010, por 56 casos de prisão ilegal, sequestro, roubo e torturas no complexo militar de Campo de Mayo, o maior quartel do país. Em 12 de março de 2013, o general ganhou sua segunda pena de prisão perpétua. No dia seguinte, a mulher, Nilda, companheira de 60 anos, morreu fulminada por um ataque cardíaco.
O coração inconfiável dos torturadores e o tempo implacável do processo reduziram a bancada dos réus. Quando o juízo iniciou, três anos atrás, os acusados eram 31. Restaram ainda vivos os 18 réus condenados na semana passada. O mais idoso é o general de divisão Santiago Omar Riveros, com 92 anos, que recebeu a pena mais alta, como Furci: 25 anos de prisão. Já tinha duas penas perpétuas: uma na Argentina e outra na Itália, pelo desaparecimento de três cidadãos italianos em Buenos Aires. Riveros foi o primeiro general a reconhecer suas vítimas da ditadura: “Não houve desaparecidos, apenas terroristas aniquilados no marco de uma guerra revolucionária e, por tanto, irregular”.
Seu pior crime foi o comando de El Campito, o maior CCD (centro clandestino de detenção) entre os 380 campos montados no país pela repressão, instalado dentro do principal quartel argentino, o de Campo de Mayo, em Buenos Aires.
Ali passaram 5 mil presos, apenas 43 sobreviveram ao inferno de Riveros.
O leite que vaza
Ao hospital militar de El Campito eram levadas as presas grávidas, onde eram alojadas no prédio do Serviço de Epidemiologia, sempre vigiadas por homens armados. Apesar da gravidez, as mulheres eram mantidas com algemas e capuz na cabeça. Os partos, realizados por profissionais civis e militares no serviço de Ginecologia e Obstetrícia, eram na sua maioria induzidos por cesarianas. Os nascidos eram logo separados e muitas mães sequer sabiam o sexo de seus filhos. Os bebês permaneciam na área de Neonatologia até serem ‘presenteados’ às famílias dos repressores e as mães, de volta à Epidemiologia, recebiam uma medicação para evitar a produção de leite, já que não podiam amamentar seus filhos. As mulheres entravam no hospital como NN (no nombradas), onde eram atendidas por enfermeiras e monjas, e não deixavam registros, até retornar à prisão original, onde desapareciam para sempre. Um livro de nascimentos encontrado nos arquivos do hospital indica que, entre 1976 e 1978, no auge da ‘guerra suja’ na Argentina, só em El Campito foram registrados 1.274 partos — 352 deles sem qualquer histórico clínico.
Com a contribuição da fábrica infernal de bebês roubados do general Riveros, a Argentina registra ainda hoje cerca de 500 bebês apropriados pela repressão. Deles, até agora, apenas 199 foram identificados, recuperados e encaminhados aos avós sobreviventes.

#pravda.ru

Dois milhões de turistas escolheram como destino - Cuba de Fidel.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Photo: Granma
JUNHO chega com noticias empolgantes para a indústria turística cubana, ao atingir – em 13 de junho passado – os dois milhões de visitantes ao país, 27 dias antes que em 2015, segundo uma nota de imprensa do Ministério de Turismo (Mintur).
O fluxo de vôos a Ilha Maior das Antilhas avalia o “posicionamento conseguido no cenário turístico mundial” amparado à vez “pela singularidade de nossa oferta cultural e patrimonial, nosso povo e a segurança que oferecemos, sublinhou a nota de imprensa do Mintur”.
Mercados como Canadá – o número um para nosso destino – Reino Unido, Itália, Alemanha, Estados Unidos, Espanha, México, França e Argentina se compartilham o destaque. Isso dá um resultado plausível que permitiu crescer estimado de 11,9%, de acordo com a informação oferecida por esse mesmo organismo.
Ao terminar o ano 2015, por primeira vez mais de 3 milhões de turistas viajaram à Ilha ,levando em suas bagagens o rédito da preferência emanada dos atrativos que oferece o país caribenho. (RN)

#granma.cu

Senegal: Presidente Macky Sall - "Eu decidi liberar Karim".

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

content_image

O Chefe de Estado tomou a decisão dele e ele disse que não vai recuar. "Quando vocês me pediram para liberar Karim Wade, então o procedimento já foi contratado. E se eu o tivesse liberado antes, as pessoas iriam vê-lo de outra forma. Agora que a justiça terminou o seu trabalho e ele já está condenado, eu sou o único a decidir sobre a sua libertação da prisão.

Eu decidi liberá-lo e eu não pretendo mudar minha ideia. "De acordo com Wal fadjri nesta quarta-feira, o anúncio feito por Macky Sall ao califa dos Mourides, Cheikh Sidy Moukhtar Mbacke, durante sua visita a Touba, ontem, terça-feira, 14 junho
O jornal, citando fontes da Cidade Santa, relata que o ex-ministro de Estado podia respirar o ar da liberdade esta semana. Macky Sall, fez mais tarde visita a Tivaouane (para anunciar a mesma notícia?), Também confiou ao guia Mouride a sua disponibilidade em reencontrar o seu predecessor Abdoulaye Wade. O Cheikh Sidy, de acordo com Walf, deu sua bênção para o chefe de Estado, e manifestou confiança de que todos os líderes religiosos do Senegal estão a favor da liberação de Karim Wade.

#seneweb.com

Brasil: Polícia confirma estupro de menina de 13 anos por três adolescentes.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Os jovens responderão por ato infracional análogo ao crime de estupro de vulnerável, com internação de até três anos

        Foto ilustrativo: http://www.opopular.com.br/
A primeira parte da investigação do crime de estupro coletivo cometido contra uma criança de 13 anos, há 10 dias, no Park Way, foi concluída. De acordo com a Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA), a menina foi, sim, estuprada, por três adolescentes. 

Os meninos têm entre 14 e 16 anos e foram até a festa junina da Paróquia Imaculado Coração de Maria se encontrar com a vítima e mais duas amigas. Lá, todos beberam espumante e cachaça, segundo a delegada DCA I, Alessandra Lacerda. Os seis seguiram então para a casa da avó de um dos meninos, um apartamento em Taguatinga Sul. 
Em coletiva na tarde desta terça-feira (14/6), Alessandra afirmou que só a vítima fez sexo com os três jovens, em momentos diferentes daquela noite de sábado. "Ela estava acordada, mas não estava sóbria. Foi coletado material biológico da calcinha da menina e, hoje, coletamos material dos meninos. O laudo do IML também não ficou pronto, mas os três já confessaram. Apesar disso, nenhum deles encara o ato como um crime", revelou a delegada. 
Os jovens responderão por ato infracional análogo ao crime de estupro de vulnerável, com internação de até três anos.

#correiobraziliense.com.br

Brasil: Jovem de 20 anos morre esfaqueada após tentativa de roubo de celular(telemóvel).

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Uma jovem de 20 anos morreu após ser vítima de latrocínio — roubo com morte — na tarde desta terça-feira (14/6), em Taguatinga. A estudante de jornalismo Jéssica Leite foi esfaqueada no peito por um casal de bandidos que roubou o telefone celular dela e a deixou agonizando até perder a vida no local do crime.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e tentou realizar atendimento emergencial, tentando reanimá-la, mas Jéssica não resistiu. Ela cursava faculdade de jornalismo em uma universidade particular. Hoje, participaria da edição do jornal de uma emissora de rádio.

Até agora, ninguém foi preso. O caso é investigado pela 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte). A estudante foi morta em uma rua quando fazia o trajeto para a faculdade.

Na internet, uma das professoras de Jéssica postou um desabafo (veja abaixo). O texto diz: "hoje a voz da turma de radiojornalismo se calou. Hoje, apresentaríamos o nosso último programa do semestre. No corredor, a notícia que ninguém acredita: Jéssica Leite está morta".

#correiobraziliense.com.br

Resolução da tela do celular ou telemóvel: as diferenças entre HD, Full HD, Retina etc- confira.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Tamanho de tela em smartphones é medido em polegada e na diagonal (Foto: Reprodução/Apple)

Acesse esse LINK e confira.

CANDIDATO DA GUINÉ EQUATORIAL À UNIÃO AFRICANA ESPERA APOIO DA CPLP, DIZ EMBAIXADOR.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Agapito Mba Mokuy

O ministro dos Assuntos Exteriores da Guiné Equatorial, Agapito Mba Mokuy, é um dos três candidatos ao cargo de presidente da Comissão da União Africana, e vai disputar a corrida à liderança da União Africana (UA) com a ministra dos Negócios Estrangeiros do Botswana, Pelonomi Venson-Moitoi, e a antiga vice-presidente do Uganda Specioza Wandira Kazibwe, que também pertence ao Comité de Sábios da UA, cuja eleição decorre na próxima cimeira desta organização, em julho, no Ruanda.

Em declarações em Lisboa e junto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) – cuja sede é na capital portuguesa, o embaixador da Guiné Equatorial, Tito Mba Ada, disse ter contactado todos os países africanos da Comunidade “para informar sobre a candidatura, que é da CPLP”. A Guiné Equatorial aderiu à CPLP em julho de 2014. “Esperamos que no dia da eleição a nossa comunidade vá funcionar como uma só pessoa para emitir o voto”, disse o diplomata, que acrescentou: “Se ganhar a candidatura da Guiné Equatorial, ganha a CPLP”AngolaGuiné-BissauGuiné EquatorialCabo VerdeSão Tomé e Príncipe e Moçambique são os países africanos da CPLP, que é ainda constituída por Portugal,Brasil e Timor-Leste.

O embaixador disse que a Guiné Equatorial, “um país pan-africanista e solidário”, tem “perspetivas muito positivas” sobre esta eleição e destacou as mais-valias da candidatura de Agapito Mba Mokuy, declarando que é acima de tudo, um africano.

“A Guiné Equatorial é um país especial, porque é o único no mundo que fala as três línguas latinas — francês, espanhol e português”, destacou Tito Mba Ada, que afirmou ainda que um dos compromissos da candidatura de Malabo é “lutar para que a língua portuguesa seja também um instrumento para fazer negócios e para a diplomacia”.

Na página oficial do Governo equato-guineense na internet, a candidatura do chefe da diplomacia é apresentada como capaz de “ter um papel decisivo para redinamizar a União Africana, marcando uma presença mais ativa no cenário internacional”. Fomentar o espírito de solidariedade africana nos “assuntos de interesse comum”, como a resolução de conflitos e a manutenção da paz e da estabilidade, e fortalecer as relações de cooperação com as Nações Unidas, a União Europeia e outras organizações internacionais são alguns dos objetivos da candidatura do chefe da diplomacia da Guiné Equatorial.

O Governo equato-guineense destaca que Agapito Mba Mokuy foi, enquanto ministro dos Assuntos Exteriores, responsável pela organização de cimeiras internacionais na capital, Malabo, incluindo da UA em 2011 e 2014, e foi também assessor principal do Presidente, Teodoro Obiang Nguema, para os assuntos internacionais e africanos entre 2010 e 2011, quando o país deteve a presidência da organização.

© e-Global/Conosaba

terça-feira, 14 de junho de 2016

SENEGAL: Can-2017 - O bilhete dos Leões custa perto de 800 milhões.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


O percurso dos Leões nas qualificações do Can-2017 custou quase um bilhão para o Estado do Senegal. A revelação é do ministro do Esporte, Matar Bâ, referido nesta terça-feira por o Popular. Ele explica: "Um jogo fora nos custa 157 milhões, se não alugarmos um vôo especial.
E se vencermos, o bônus é dobrado. No Senegal, o reagrupamento custa 150 milhões. Se fizermos o montante global, ronda verdadeiramente uns 700 ou 800 milhões em despesas. "A fatura deve significativamente inflar porque o Senegal, já qualificado, figura na competição com o recebimento da Namíbia durante o mês de Outubro, em Dakar, em nome do sexto e último dia.

#seneweb.com









ANGOLA: QUERO, POSSO E MANDO.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

As reacções à nomeação do novo Conselho de Administração da Sonangol, presidido pela princesa herdeira do trono, Isabel dos Santos, foram particularmente intensas, ou não se tratasse de algo que tem a ver com o petróleo e o nepotismo do regime.


Por mais que falemos de diversificação económica e juremos a pés juntos que estamos todos apostados em olhar para outras fontes de receita, a mentalidade do barril de petróleo vem sempre ao de cima, como o azeite. Tal como o nepotismo do regime reinante desde 1975.
O problema está na habituação. Tudo o que se afaste do modelo de pensamento e de gestão imposto por conceitos académicos ou dos padrões dominantes ocidentais e assimilados por cá, ainda que se faça algo que conduza à melhoria do estado da Nação, para a nossa mal formada governação é motivo para insultar a inteligência de quem pensa de modo diferente.
A Sonangol é a maior empresa (qual polvo cheio de esteróides) angolana. Nenhuma outra desempenhou tão bem como ela o papel tão importante de instrumento de construção e defesa do regime- A Sonangol, ela própria uma obra da Independência nacional formada e formatada de acordo com a estratégia do regime, teve à sua frente grandes e ousados gestores do MPLA, escolhidos a dedo em função da sua fidelização canina a quem manda, o rei. A empresa formou muitos quadros que dão suporte à vida activa nacional, com os desastrosos resultados económicos, financeiros e sociais que se conhecem.
Mas toda a empresa tem o seu ciclo de vida, mais uma vez ditado pelos superiores interesses do regime. Era evidente, para toda a gente, que o gigantismo exacerbado que a estrutura da Sonangol foi adquirindo ao longo dos tempos, com tentáculos em tudo quanto era sítio, tinha de ser posto à prova em qualquer momento, face aos altos e baixos que a economia apresenta, e para os quais temos deveríamos estar prevenidos, sejam as empresas, as famílias ou o Estado.
A altura para a reestruturação – que muitos defendiam há décadas – chegou agora, com a crise acentuada que atravessa o mercado petrolífero internacional. Não foi um acto voluntário mas imposto. Muitas empresas iguais à Sonangol, que não fizeram a necessária adaptação, acabaram por ter prejuízos elevadíssimos. Algumas faliram mesmo. É de desconfiar, aliás, de qualquer empresa que desde 2008, no início da Grande Crise nascida em Wall Street, não se tenha lançado num processo de inovação dos seus negócios. Se assim continuar, é melhor arrepiar caminho ou essa empresa acabará por se espetar contra a parede. É o caso. Do ponto de vista estritamente empresarial, a parede já abalroou a Sonangol e o regime.
Uma vez concluído o agora considerado urgente estudo, encomendado e orientado pelo Executivo, para o aumento da eficiência do sector petrolífero (que há muito deveria ter sido feito), foi aprovado um novo tipo de organização da gestão da Sonangol e nomeado um novo Conselho de Administração, mais uma vez colhido à medida e por medida. A escolha para presidir a esse órgão recaiu em Isabel dos Santos, a mais bem-sucedida e ecléctica empresária angolana de todos os tempos, mas com numa experiência no sector petrolífero.
E foi aqui que a oposição e os críticos voltaram à carga com os ataques que o regime, convenientemente, chama de pessoais e que se enquadram – de facto e de jure – na corrupção e na improbidade.
Se é inegável que a empresa petrolífera precisava de uma remodelação enérgica e corajosa, e disto ninguém – só agora – duvida, ao colocar Isabel dos Santos à frente do Conselho de Administração da Sonangol o Presidente da República mostrou que aposta fortemente em alguém da sua estrita e unipessoal confiança. E como homem determinado no que à defesa do seu clã respeita, colocou todo o seu empenho, poder e obstinação pessoais, nessa tarefa que é fundamental para que se preserve a defesa dos valores e da perenidade não do Estado angolano mas do seu poder.
Este gesto unilateral e nepotista do Presidente representa precisamente aquilo que dizem e dão a entender a oposição e os crítico da nossa monárquica república. O Presidente pauta-se rigorosamente pelos princípios do nepotismo (mandando às malvas a tão propalada probidade), e vai mais longe, ao convidar a sua princesa herdeira, Isabel dos Santos, para ajudar a recuperar os activos em risco de uma empresa angolana que foi importantíssima no branqueamento do regime, levando assim quase todo o país a, mais uma vez, ser enganado.
No caso presente, convém notar, é o regime (e não Estado enquanto somatório de todos os cidadãos) que beneficia dos serviços de uma personalidade que aceita abandonar a normalidade dos seus negócios para socorrer o seu pai e, com ele, o património do clã.
E tudo isto se enquadra no conceito de corrupção, evocado pela oposição (embora de forma tímida), na tentativa de acordar os angolanos do longo sono obscurantista a que são devotados pelo regime. Só alguém movido pelos valores do lucro e do poder aceitaria uma empreitada de dimensão tão grande como esta.
O ataque à escolha, que o regime teima em mistificar dizendo ser pessoal, constitui a essência daquilo que Angola não é: uma democracia e um Estado de Direito. Mas este não é, definitivamente, o tipo de entendimento que têm os ortodoxos do regime.
#http://jornalf8.net/

GUINÉ-BISSAU: ANP RETOMA TERCEIRA SESSÃO ORDINÁRIA HOJE 14 DE JUNHO 2016.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


A terceira sessão ordinária da nona legislatura da Assembleia Nacional Popular (ANP) é retomada esta terça-feira, 14 de junho de 2016, anunciou em comunicado a mesa da ANP.

Segundo a mesma nota, a retoma dos trabalhos acontece depois de uma “reunião alargada” dos líderes dos grupos parlamentares, na qual se deliberou por “unanimidade” dos membros presentes o encerramento da sessão que havia sido suspensa, devido a falta de entendimento em relação à aprovação da agenda dos trabalhos.

Na altura, as duas formações partidárias com maior representação no parlamento se desentenderem quanto à ordem do dia.

O Partido da Renovação Social, líder da oposição guineense [com 41 dos 102 deputados que constituem o hemiciclo], reclamava discussão e aprovação da agenda, enquanto PAIGC defendia contrário, isto é, que as “questões prévias” ligadas ao estatuto na Assembleia Nacional Popular dos 15 deputados expulsos do partido fossem esclarecidas primeiro.

“São convocados todos Deputados da Nação, de que a IIIª Sessão Ordinária da IX legislatura será retomada na próxima terça-feira, dia 14 de junho de 2016, pelas dez horas, no hemiciclo da ANP, com vista ao seu encerramento, por inalteração das razões subjacentes a sua suspensão e pelo decurso do prazo constitucional”, lê-se ainda na mesma nota assinada pelo Presidente da ANP, Cipriano Cassamá.
No comunicado datado de dez de junho, na posse de O Democrata, não está nítido se agenda anterior será objecto de alteração ou não.

Por: Filomeno Sambú

GUINÉ-BISSAU: «OPINIÃO» RESGATE DE BANCOS - UMA NECESSIDADE IMPERIOSA OU UMA PERDA DE COERÊNCIA INTELECTUAL?

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Lassana Mané, Economista e Planificador Financeiro junto ao Royal Bank de Canadá

Em Julho de 2015, o antigo governo da Guiné-Bissau liderado por Domingos Simões Pereira, na pessoa do seu ministro das finanças, Geraldo Martins, contraiu secretamente um crédito na ordem de 34 mil milhões de francos CFA ($57,81 milhões de dólares) para a limpeza da carteira de créditos privados mal parados. Em outras palavras, o governo transferiu as dívidas privadas de um grupo de pessoas, para o povo guineense. Esta é uma operação desnecessária e incoerente, porque de um lado, o aumento da dívida pública pode ter impacto negativo no crescimento económico.

Por Lassana Mané | lasmane@gmail.com

No contexto de um país como a Guiné-Bissau que tem acusado sistematicamente o défice de balança de pagamento, o país é obrigado a endividar-se para poder continuar a funcionar normalmente. Cada ano que o governo acusa défice, o Estado guineense deve endividar-se de novo para cobrir as suas despesas correntes e, ao mesmo tempo, pagar as dívidas anteriores, o que acaba por aumentar os custos dos serviços da dívida, nomeadamente o pagamento de juros e reembolsos do capital. Todas estas despesas acabam por aumentar o défice da Guiné-Bissau.  

Este ciclo vicioso pode colocar o país numa situação preocupante porque a sua política orçamental vai-se deteriorando e a sua insolvência aumenta. Em consequência, os credores do país acabam por perder a sua confiança no país e mudam as suas opiniões, como pode ser o caso do Fundo Monetário Internacional, no quadro do empréstimo alargado à Guiné-Bissau. Ao não disponibilizar os tais créditos prometidos, a decisão do FMI pode colocar o país numa posição de grave crise financeira.

Por outro lado, se o crescimento económico for fraco (como tem sido na maior parte dos casos), o rácio de solvência se degrada. O rácio de solvência é a relação entre o Produto Interno Bruto (PIB), um indicador da riqueza do país directamente ligado ao crescimento económico, e o peso da sua dívida. Com uma tal degradação, a dívida de um país começa a ser insuportável e, consequentemente, corre-se uma situação de risco de falência. Então questiona-se: porquê salvar os Bancos de risco de falência e colocar o estado numa posição delicada que no futuro pode o levar  à falência? Entre as duas hipóteses, qual é a mais grave?


Numa economia de mercado normal, se um credor (neste caso um banco) emprestar dinheiro que não conseguiu recuperar, porque analisou mal os riscos, ele assume as perdas e as devidas consequências. De igual modo, se uma empresa se endividar e investir mal o dinheiro e se encontrar na impossibilidade de pagar, ela declara falência. Neste caso específico talvez o problema seja dos bancos que perderam o dinheiro e das empresas que vão à falência, mas certamente não deveria ser um problema do governo e do povo da Guiné-Bissau.

Uma análise coerente e inteligente podia reconhecer facilmente o facto que a operação de resgate aumentaria significativamente as despesas do governo e não seria capaz de reduzir os riscos assumidos pelos bancos e nem modificaria o comportamento dos empresários em defeito de pagamento.

A tal operação de resgate não é só incoerente, mas também não reforçará a eficiência global da economia nacional, porque os grandes beneficiários são accionistas privados e estrangeiros dos bancos “resgatados”. Ironicamente, o antigo governo proferiu não divulgar a lista dos beneficiados.

Qual é a dimensão dos bancos resgatados? Quais são as interconexões e o risco de contagio com as outras instituições financeiras no país e com o resto da economia nacional? Os bancos resgatados podem ser substituídos pelos outros bancos comerciais concorrentes no país? Quantos empregos serão criados ou serão preservados com a decisão dos antigos governantes?

Independentemente de respostas a oferecer, numa economia como a nossa, onde a maioria das actividades comerciais não passam pelo sistema bancário -- pois a nossa economia é muito informal -- a intervenção do Estado nesta situação é desnecessária.

Custo financeiro e social do resgate

Segundo algumas informações ainda não confirmadas, o governo da Guiné-Bissau contraiu a dívida com os dois principais bancos num custo de 7% anual para um prazo de 10 anos. A confirmar estes dados, só os custos de juros serão, aproximadamente, por volta de $4 milhões de dólares anuais (2,3 bilhões de FCFA numa taxa de conversão nominal de $1 = 581,55 FCFA) ou seja, $40 milhões de dólares num período de 10 anos (23,2 bilhões de FCFA correspondentes a 68% da dívida contraída). Adicionando o capital inicial emprestado de $57,81 milhões de dólares, o custo geral do resgate para o povo guineense será na ordem de $97 milhões de dólares, ou seja 56,4 bilhões de Franco CFA.

A dívida será assumida pelas crianças e jovens guineenses que verão os seus futuros hipotecados pela ausência de investimentos públicos nos serviços sociais adequados; pelas mulheres “bideiras” que trabalham honestamente para ganhar o mínimo para as suas sobrevivências e que devem pagar impostos ou taxas no quadro das suas actividades económicas; pelos funcionários do Estado que são frequentemente privados dos salários durante meses (que na lei internacional do trabalho é considerado de crime); pelos artistas e homens da cultura que nunca receberão apoios financeiros significativos para desenvolver e promover a cultura nacional, etc.. E, tristemente, os principais responsáveis pela dívida continuarão os estilos de vida e de consumo que ostentam para provar os seus “superiores” estatutos sociais.

Elaborar uma concepção intelectual e coerente das políticas da intervenção do Estado no sector privado é, antes de tudo, identificar os principais factores de risco e de disfuncionamento do sector e analisar as medidas precisas para prevenir ou reduzir o tal disfuncionamento financeiro e económico. E mais que isso, o governo deve ser capaz de nos mostrar em como uma intervenção ou outra é a melhor forma de prevenir o problema, remediá-lo ou atacar qualquer situação de constrangimento que surgisse ao longo do processo.

Do ex-governo guineense ainda não há informações oficiais, mas as explicações do então ministro da Economia e Finanças, Geraldo Martins, nas suas notas através da sua página pessoal no Facebook, parecem-me perturbadoras e incoerentes em relação aos avanços registados no mundo à luz das teorias económicas.

Primeiramente, nenhuma intervenção do Estado na economia garante um crescimento económico de maneira sistemática e  sobretudo a longo termo. Um resgate por si só não garante o crescimento económico.

Segundo, na sua quinta nota explicativa da razão do resgate aos bancos, o ex-ministro disse o seguinte: “Os bancos atribuíram a situação ao golpe de estado de 2012 que terá prejudicado muitos operadores económicos”. Se consideramos a instabilidade política como um factor de instabilidade económica, então não faria sentido nenhum o Estado guineense assumir quaisquer dívidas resultantes de tais condicionalismos porque ninguém pode afastar as possibilidades para mais recorrências. Aliás, este parâmetro de risco tem um impacto negativo na percepção e consequente crescimento económico do país, enfraquecendo as instituições públicas e privadas, promovendo a corrupção e desencorajando todo tipo de investimento. Ao contrair uma dívida bancária dos terceiros sob o pretexto de uma instabilidade política e militar, os ex-governantes mostraram-se incoerentes na forma de gerir a economia nacional.

Terceiro, dependo das circunstâncias e da necessidade de intervenção, o Estado pode agir de duas formas:
1.      Através de uma política conjuntural (intervenção a curto termo com objectivo de controlar a demanda global)
2.      Através de uma política estrutural que se preocupa mais com as condições de funcionamento dos mercados e do potencial de crescimento económico a longo termo.
 A operação de resgate pode ser considerada como uma política conjuntural que é uma combinação da política monetária e orçamental. Os sustentos dessa política são essencialmente baseados nas políticas monetárias e de câmbio para agir sobre a liquidez. E como a Guiné-Bissau não tem o controlo da sua política monetária devido à zona monetária UEMOA onde está inserida, o Estado (governo, neste caso) não pode agir sobre a massa monetária, nem sobre as taxas de juros para incentivar o investimento. Aliás, a sua política orçamental e fiscal carece de sustentabilidade porque depende fortemente das ajudas externas e a sua capacidade de gerar receitas é fraca. Então a tentativa de salvar os bancos com o pretexto de estimular a demanda global tem pouco chance de sucesso, com previsões praticamente nulas.

Quarto e último, a teoria de Relance Económica de um dos melhores economistas de todos os tempos, John Maynard Keynes (1883-1946), diz o seguinte: O governo pode aumentar as suas despesas públicas e reduzir impostos e a receita fiscal para aumentar a demanda global e estimular a economia. O economista britânico sugere a injecção de dinheiro líquido na economia através de investimentos nos novos projectos, como forma de permitir as empresas aumentar a produção, gerar lucros, criar mais empregos e melhorar salários. Keynes, por último, fala do aumento de salários como forma de aumentar o consumo de bens produzidos. Estas são as formas mais coerentes e universais de relançar a economia de um país.

Lições económicas de lado, para além do processo de resgate ter sido conduzido com uma total falta de transparência (e em secretismo), ele também carece de coerência micro e macroeconómica, técnica e intelectual.


*Economista e Planificador Financeiro junto ao Royal Bank de Canadá

Conosaba

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Comer, dormir e relaxar: saiba como ter uma vida longa e saudável.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Sim, o corpo vai envelhecer e não, a ciência ainda não descobriu uma fórmula mágica, uma pílula milagrosa capaz de impedir o envelhecimento humano. As rugas vão aparecer, o cabelo vai ficar branco. Mas isso não quer dizer que você precisa chegar à velhice com menos vitalidade e disposição do que tinha na juventude. Que tal curtir esse momento somando a experiência adquirida ao longo dos anos com uma saúde de fazer inveja? Os dias estressantes, a rotina puxada e a correria são grandes inimigos e talvez o façam pensar que não é tão simples assim. Será?



A começar pela dieta, alguns alimentos são verdadeiras fontes da juventude. Aposte no ovo. Completo, ele tem alto valor biológico, é rico em proteína e vitaminas. "Ficou para trás o conceito de que o ovo é responsável pelo aumento do colesterol. A indicação é consumi-lo diariamente, para algumas pessoas até 10 unidades por dia", explica o nutricionista esportivo Victor Guerra. Rica em fibras, a aveia é outro alimento que não pode faltar no cardápio. Elas ajudam a melhorar o colesterol e impedem o depósito de gordura nas artérias, o que prejudica a circulação sanguínea e também o coração. "Dê preferência ao farelo de aveia", orienta Guerra.
Divulgação Olivas do Sul
Ainda falando do controle do colesterol, o azeite de oliva é outro grande aliado de quem deseja retardar o envelhecimento. Ele produz a chamada gordura boa e deve ser consumido cru. Há anos consideradas vilãs da dieta saudável, na verdade, as gorduras desempenham um papel muito importante no organismo. “Nosso cérebro é feito de uma quantidade grande de gorduras, assim como as membranas de todas as células do corpo, por isso uma dieta que ajuda na prevenção do envelhecimento deve conter gorduras saudáveis de todos os grupos, monoinsaturadas, polinsaturadas e saturadas”, explica a dermatologista e nutróloga Melissa Chaves, que ressalta também a importância do ômega 3. "Essa gordura tem um efeito anti-inflamatório importante, podendo contribuir para a saúde do sistema cardiovascular, além de beneficiar o sistema imunológico e a saúde da pele". E não é só isso. Pesquisas mostram que o Ômega 3 ajuda a diminuir a incidência do Mal de Alzheimer e de Parkinson, protegendo cérebro e coração. Peixes como o salmão, atum, sardinha e, ainda, a chia são ricas fontes de Ômega 3.
Zuleika de Souza/CB/D.A Press
Invista ainda em alimentos com propriedades antioxidantes, que ajudam a neutralizar a ação dos radicais livres, produzidos ao longo no dia pelo corpo. Eles atacam as células saudáveis e levam à morte precoce dessas células, acelerando o processo de envelhecimento. As vitaminas C e E são ricas em antioxidantes. Frutas cítricas como laranja e tangerina, além de morango, kiwi, manga e mamão são boas fontes de vitamina C, assim como os vegetais brócolis, couve-flor, batata-doce e tomate. Já a vitamina E é encontrada nas oleaginosas, como castanha-do- pará, avelã, amêndoas e nozes. Entre os alimentos com alta quantidade de antioxidantes, destaque especial para o limão, com ação anticancerígena e para o abacate, que ajuda a combater o colesterol.

Durma bem e fuja do estresse. A alimentação saudável tem ainda outros dois importantes aliados. O sono de qualidade e uma vida plena, livre do estresse. O médico Marcelo Canto, membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Endocrinologia, explica que é durante o sono que o corpo produz em maior quantidade os hormônios de crescimento, diretamente ligados ao processo de envelhecimento. Quando a produção desse hormônio cai, começam a aparecer os sinais da idade como rugas, cabelos brancos, perda da vitalidade, acúmulo de gordura. “É preciso ter cuidado, no entanto, com a prática da reposição do hormônio de crescimento (hGH). Não há um posicionamento oficial da Sociedade Brasileira de Endocrinologia a respeito do uso do hGH como um fator determinante para a recuperação da vitalidade”, pondera o médico. “A indicação é dormir bem, o suficiente para você acordar com a sensação de bem-estar”, completa.

E não é só isso. Apesar da rotina cada vez mais corrida e cansativa, é preciso fugir do estresse. “O estresse aumenta a secreção de alguns hormônios como cortisol e adrenalina. Em excesso, eles podem elevar a frequência cardíaca, a pressão arterial e a glicemia”. Então, qual é o remédio? "Praticar atividades físicas regulares, não levar para a cama os problemas do trabalho, relaxar antes de dormir, ler um livro, assistir um filme. Descubra aquilo que te faz bem", aconselha Canto. 

Então, repense o modo como você vem levando sua vida até aqui. Se por um lado não existe a fonte da juventude, por outro, a mudança na rotina não é tão difícil quanto possa parecer. Pesquisas revelam que o corpo leva apenas 21 dias para criar novos hábitos. O envelhecimento é um processo que envolve todo o organismo e não é determinado somente pela carga genética. Na verdade, a velocidade e a maneira como as pessoas envelhecem estão diretamente associados às inúmeras escolhas ao longo da vida. Para entender esse ponto pense nas abelhas. Uma larva de abelha pode se tornar uma abelha rainha ou uma abelha operária, vai depender da dieta consumida no início da vida. Com os seres humanos acontece da mesma forma. O estilo de vida que escolhemos seguir influencia diretamente na forma como vamos envelhecer.
#correiobraziliense.com

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Burkina Faso: Kaboré, uma entrada de fase complicada

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Diante de um grande desafio de segurança, o presidente Burkinabé deve resgatar e restaurar a autoridade do Estado, respondendo simultaneamente às expectativas sociais de seus compatriotas. O que não é fácil ...

Ele sabia que a tarefa seria enorme, difícil e não teria espaço para erro. Uma tarefa hercúlea que o aguardava no palácio de Kosyam, ele sabia de tudo. Mas Roch Marc Christian Kaboré não tinha previsto tal batismo de fogo. Em 15 de janeiro, no centro de Ouagadougou, o ataque por um grupo de al-Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI) matou 30 pessoas no Cappuccino e no Esplendor.

Falsa partida!

Confrontado desde que tomou posse, no pior ataque na história do país, o presidente tinha mudado de tom para responder em caso de emergência a uma nova realidade: a da ameaça terrorista, que, depois de muito tempo pairou sobre Burkina, de repente se transformou em uma realidade sangrenta.

Ataque de Ouagadougou: Burkina porque foi atingido
"Fomos, obviamente, afectados por este ataque e forçados a se concentrar em segurança em detrimento das primeiras medidas económicas e sociais que havíamos planejado", disse um parente do chefe de Estado.

De frente para o jihadista, o perigo, patrulhando as forças de segurança têm-se multiplicado na capital, operações de busca são realizados regularmente ao longo das fronteiras, bem como o estabelecimento da nova Agência Nacional de Inteligência (ANR) que foi precipitada. Todos os que têm necessidade de esforços imprevistos.

Após a unidade nacional que prevaleceu um tempo, os primeiros comentários foram rápidos e em foguetes. Seu governo foi nomeado em 13 de janeiro, mais de duas semanas depois de sua posse, Roch Kaboré foi acusado de lentidão por seus adversários. Um fôlego tentou à partida, por muitos, como o de Zéphirin Diabré, o líder da oposição, que denunciou uma "hesitação e tentativa de erro" no período.

Críticas de que as varreduras a mão não ocorreram no campo presidencial. De acordo com sua comitiva, Kaboré não tem arrastado alguns membros, mas ele só teve tempo para nomear uma equipa de personalidades irrepreensíveis no governação. "Ele não está lá para o nepotismo, diz um de seus assessores. Ele tem-se apresentado em pessoa por má conduta, nem mesmo seus funcionários mais leais escapam. "

" Operação Mãos Limpas" para os governantes

Sabendo que está sendo observado de perto por uma população exasperada por anos para ver a corrupção gangrena saneada em todo o funcionamento do Estado, o presidente e o governo adotaram uma série de medidas a favor da transparência e da boa gestão dos fundos públicos.

Departamentos foram convidados a reduzir seus custos operacionais, e uma vasta operação "mãos limpas" foi lançada para lançar luz sobre suspeitas de corrupção que ocorreram durante o período de transição, nomeadamente através de uma auditoria pelo Autoridade superior do controlo do Estado (ASCE).

Revelados no final de abril, os resultados revelam que muitas "irregularidades" foram encontradas em encomendas públicas, abrindo o caminho para "alto risco do conluio, corrupção, enriquecimento ilícito e desperdício de recursos orçamentais."

Directamente e visados ​​no presente relatório, Yacouba Isaac Zida, o ex-primeiro-ministro, é suspeito de enriquecimento ilícito e acusado de ter injustamente adquirido de maneira irregular os terrenos na quadra chique no bairro nobre de Ouaga 2000, ao sul da capital. Actualmente no Canadá com sua família, ele não retornou ao Burkina Faso, apesar das apelações das autoridades.

Um dos primeiros projetos do governo será encontrar formas de aumentar as receitas do Estado até o final do ano
Os executivos do novo executivo também são rápidos em denunciar as falhas fiscais dos seus antecessores, a quem acusam de ter esvaziado os cofres do Estado ou fizeram promessas que não podiam cumprir. "Quando chegamos, a noite de núpcias foi decepcionante: a noiva foi mais do que bela maquiagem. Tínhamos surpresas em cascata ", diz um íntimo de Kaboré.

#jeuneafrique.com

ANGOLA: VÃO EM PAZ E… NÃO CHATEIEM.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Familiares dos 17 activistas angolanos a cumprir penas de dois a oito anos de prisão foram hoje informados pelo presidente do Tribunal Supremo que o pedido de ‘habeas corpus’, para os libertar, está em análise no Tribunal Constitucional.

verdade

Ogrupo, que se deslocou até ao Tribunal Supremo sem prévia comunicação/autorização, foi recebido ao fim de três horas e de ter cumprido com algumas formalidades, como a entrega de uma carta, escrita na hora, com o pedido de audiência. Os súbditos de sua majestade não brincam (isto é como quem diz!) em serviço.
Ao grupo foi solicitado a escolha de dois representantes, recebidos pelo presidente do Tribunal Supremo, Manuel Aragão, num encontro que durou cerca de uma hora.
Em declarações à imprensa no final da audiência, Esperança Gonga, mulher do activista Domingos da Cruz, a cumprir a pena máxima de oito anos e seis meses, por supostos e nunca provados actos preparatórios para uma rebelião e associação de malfeitores, disse que valeu a persistência, mas a resposta não foi satisfatória.
“Na verdade, ele disse que o processo não se encontra no Supremo, mas sim no Constitucional e que batemos à porta errada. Nesse caso, vamos é bater à porta certa, porque parados também não vamos ficar”, disse Esperança Gonga.
A mulher do activista e porta-voz do grupo disse que querem respostas sobre a demora ao pedido de “habeas corpus”: “É suposto responder-se com celeridade ao processo e não é o que está a acontecer e nós estamos deveras chateados e angustiados também”, frisou, acrescentando que valeu a persistência dos familiares, “porque é sempre bom estar diante do juiz presidente do Tribunal Supremo, para saber concretamente o que é que se está a passar com o processo”.
Por sua vez, Gedeão dos Santos, pai de Hitler Samussuku, activista que cumpre a pena de quatro anos e seis meses de prisão efectiva, disse não ter ficado satisfeito com a resposta, reforçando a posição de se recorrer ao Tribunal Constitucional.
“São coisas faladas para nos acalmar, mas como pai, olhando para a realidade, é aquilo que temos estado a dizer, que os miúdos foram acusados por uma coisa e condenados por outra. Alguém de direito deve dizer alguma coisa, por isso entendemos como pais atacar estas instituições”, salientou.
Segundo Gedeão dos Santos, o objectivo é fazer ver a estas instituições que a condenação dos jovens está eivada de “erros”.
“Fomos para o Tribunal Supremo, depois vamos também para o Constitucional, levando a nossa mensagem do erro que está visivelmente reconhecido, não só, por angolanos, mas por todo o mundo que nos assiste. Portanto, nós não vamos parar, vamos continuar para que a justiça seja feita”, disse.
A defesa dos activistas apresentou um “habeas corpus” no Tribunal Supremo em finais de Março, pedindo que os seus clientes aguardassem a decisão do recurso em prisão domiciliária.
Os 17 activistas, 15 dos quais estavam em prisão domiciliária e duas em liberdade, foram condenados a 28 de Março, a penas de prisão efectiva entre dois anos e três meses e oito anos e seis meses, por – repita-se – supostos e não provados actos preparatórios para uma rebelião e associação de mal feitores.
Na última sessão do julgamento, o Ministério Público deixou cair a acusação de actos preparatórios para um atentado ao Presidente e outros governantes, apresentando uma nova de associação de malfeitores, sobre a qual os activistas não chegaram a apresentar defesa, um dos argumentos dos recursos.
O tribunal do regime, numa decisão unilateral e sem direito a contraditório, deu como provado que os acusados formaram uma associação de malfeitores, pelas reuniões que realizaram em Luanda entre Maio até 20 de Junho de 2015, altura em que foram detidos, em mais uma sessão de formação que tinha como base o livro de Domingos da Cruz “Ferramentas para Destruir o Ditador e Evitar uma Nova Ditadura”.
Num plano desenvolvido em co-autoria, pretendia – concluiu o tribunal do regime – destituir os órgãos de soberania legitimamente eleitos, através de acções de “Raiva, Revolta e Revolução”, colocando no poder elementos da sua “conveniência” e que integravam a lista para um “governo de salvação nacional”.
Governo de salvação que, segundo os delírios etílicos e canibalescos do regime, incluía: Presidente Interino da República: José Kalupeteka, Alexandra Simeão, Fernando Macedo, Teodoro Obiang, Kim Jong-un, Vladimir Putin, João Pinto. Vice-presidente Interino: Justino Pinto de Andrade, Mihaela Weba, Luvualu de Carvalho.
E ainda – Ministério da Defesa: Abílio Kamalata Numa, Santos Kangamba, Geraldo Sachipengo Nunda. Ministério da Justiça e Direitos Humanos: Rafael Marques de Morais, Kundi Paihama, João Maria de Sousa. Ministério da Saúde: Luís Bernardino, Carlos Alberto Masseca. Ministério da Educação: Carlinhos Zassala, Narciso Damásio dos Santos Benedito. Ministério da Economia: Carlos Rosado, Laura de Alcântara Monteiro, Kiala Ngone Gabriel. Ministério dos Petróleos: Filomeno Vieira Lopes, Aníbal Octávio Teixeira da Silva, José Gualter dos R. Inocêncio. Ministério da Comunicação Social: Reginaldo Silva, Manuel da Conceição, José Ribeiro, Artur Queiroz. Ministério da Cultura: Makuta Nkondo, MCK, Cornélio Caley, Sindika Dokolo.
E também, Ministério da Juventude: João Paulo Ganga, Albino José da Conceição. Ministério dos Antigos Combatentes: Ngola Kabango, Clemente Cunjuca. Ministério da Reinserção Social: José Patrocínio, Mateus Miguel Ângelo, Maria da Luz Magalhães. Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural: Fernando Pacheco, José Amaro Tati, André de Jesus Moda. Ministério do Empreendedorismo e Combate à Pobreza: Nelson Pestana Bonavena, Isabel dos Santos. Ministério do Interior: Fernando Heitor, Eduardo Filomeno Barber Leiro Octávio, Higino Carneiro. Ministério da Energia e Águas: Luís Filipe da Silva, Joaquim Ventura.
Por fim, Ministério das Finanças: Tina Abreu, Valentina Filipe, José Filomeno de Sousa dos Santos. Ministério do Ambiente: Vladimir Russo, Syanga Kivuila Samuel Abílio, Carlos Seka Kunene. Ministério da Construção e Obras Públicas: Aníbal Rocha, Hugo Miguel Évora Gonçalves, António Teixeira Flôr. Ministério da Geologia e Minas: Miguel Bondo Júnior, João de Matos. Ministério dos Desportos: Albino José da Conceição, Pedro Manuel Mambo Torres. Ministério da Família: Katila Pinto, Ana Paula Silva do Sacramento Neto, Zungueira Salomé. Ministério da Segurança Social: Zé Dáka o Meu, Gertrudes Malaka. Ministério das Pescas: Victória Francisco Lopes Cristóvão de Barros Neto, José Carlos Bagre, Sebastião Sardinha. Ministério do Planeamento: Fanuel da Tribo de Ezer, Eduardo Breno Lemos dos Santos. Ministério da Administração do Território e Urbanismo: Elias Isaac, Joseana Lemos dos Santos. Ministério do Turismo: José Avelino Gourgel dos Santos. Ministério dos Transportes: José João Kuvíngua, Evaristo Valdemar Aristides.
Folha 8 com Lusa

Senegal: Fígado e maionese contaminaram 30 pessoas.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

content_image

Trinta pessoas com os mesmos sintomas (diarreia, vómitos, febre ...) correram Guédiawaye em diferentes unidades de saúde entre terça-feira e quarta-feira, depois de comer sanduíches e batatas fritas, fígado e salada com maionese de uma vendedora da esquina ndogou.
The Observer, citou a caixa do centro de saúde da Hamo-Téfess, ela própria afectada após consumir uns duvidosos sanduíches, ela entende que o fígado e maionese são a causa da onda de envenenamento. A lista negra da vendedora, também vítima de envenenamento, foi colocado sob supervisão médica no centro de saúde de King Baudouin.

#seneweb.com


DR. BACIRO DJÁ ACUSA O ANTIGO GOVERNO DE COMETER DERRAPAGEM E PROMETE ACCIONAR MECANISMOS PARA ESCLARECIMENTO.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

DR. BACIRO DJÁ ACUSA O ANTIGO GOVERNO DE COMETER DERRAPAGEM E PROMETE ACCIONAR MECANISMOS PARA ESCLARECIMENTO

O primeiro-ministro, Baciro Djá, promete accionar mecanismos para esclarecimento de“derrapagem constatada no ministério das finanças durante o exercício do anterior governo”



Baciro Djá, que falava, ontem a noite, durante as celebrações de mais um aniversário da declaração da independência dos EUA, pede ainda o continuo apoio da comunidade internacional na área económica e financeiro “apesar de a grave derrapagem constatada nas finanças pública como foi afirmado pelo Fundo Internacional Monetário”.


“Vimos confirmar o nosso total empenho em garantir a continuidade do estado defendendo, desde já, o total esclarecimento destes assuntos em sede própria”, afirma Baciro Djá que afirma ainda que sem apoios os esforços no combate a corrupção e impunidade serão ameaçados e comprometidos nos esforços da edificação de um verdadeiro estado de direito democrático.

De acordo com informações, o governo anterior ignorara o conselho do FMI ao desencadear “a compra de empréstimo mal parados” e na sequência deste comportamento a instituição financeira anunciou que vai reter os seus pagamentos futuros com a Guiné-Bissau, a menos que o governo recue na sua decisão de compra destes empréstimos.

Entretanto, na sua página no facebook, o antigo ministro das finanças, Geraldo Martins, desmente a notícia sobre a suspensão dos desembolsos do Fundo Monetário Internacional à Guiné-Bissau é falsa.

“No FMI decisões desta natureza apenas são tomadas pelo Conselho de Administração. A última vez que este Conselho se debruçou sobre a Guiné-Bissau foi em 10 de Julho de 2015”, explica Geraldo Martins.

No entanto, o chefe do governo, que depois de tomar posse foi desencadeada várias reivindicações, inclusive da barricada dos membros do antigo governo na prematura, afirma ainda que a luta do seu executivo é contra o tráfico de drogas, ao branqueamento de capitais e ao terrorismo.

“ (…) Continuamos a precisar da ajuda substancial da comunidade internacional para o combate ao desemprego jovem, na luta contra as grandes endemias e no reforço do sistema nacional de educação”, refere.

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Amade Djuf Djalo

radiosolmansi/Conosaba

Total de visualizações de página