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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

OPINIÃO: O PREÇO A PAGAR, POR UMA GUINÉ-BISSAU NO BOM CAMINHO.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Será um preço certo e justo, sem dúvida, o custo do resgate da Nação, o “preço” terá não só valor material, cultural e espiritual, como também de Fé e auto estima do seu Povo unido, identificado pelo denominador comum de Guinendade, e aliado a motivação que une os cidadãos pela Pátria.
Uma realidade tornando mais forte o movimento de mudança no País, uma mudança com peso e medida adequada às circunstâncias variadas na política e na Sociedade Guineense, no seu todo.
É agora ou nunca, o assumir as responsabilidades, não “abrir-mão” da dignidade do Estado de Direito, pagar o preço do resgate para a nossa reentrada na corrida do desenvolvimento sustentado e ou independência material da Republica da Guiné-Bissau. 

Temos de pagar o preço sem batota, num jogo limpo, na base da transparência, fidelidade e patriotismo. A honestidade e competência nunca estiveram em saldo no mundo inteiro, portanto, apelamos a uma escolha certa para o lugar certo, para evitarmos a permanência no atraso de desenvolvimento generalizado do território nacional, como até aqui. 
Só com políticas justas, racionais e competentes, poderemos salvar a Guiné-Bissau. Nisto não há dúvida, antes quebrar que torcer, para travarmos o avanço da desgraça, do impasse, sua inércia e o desmando a que chegamos no País.
Já assistimos a cosméticas improvisadas que cheguem, "quem muito se abaixa, o cu lhe aparece", diz o Povo.

À Guiné-Bissau não a ofende quem quer, mas, há que levantar do chão todas as ferramentas humanas qualificadas com a dignidade que o País merece. Elevar o "respeito" pela Nação Guineense, pois só assim, poderemos depois exigir dos outros o maior respeito pelo nosso Estado da República da Guiné-Bissau. 

Queremos elevar a fasquia da dignidade e do patriotismo na política e não só, chegou a hora de  nos unirmos à volta do Estado da República da Guiné-Bissau, com mais gente séria e competente, honesta e a servir o País, dentro e fora do território nacional.
Cuidarmos da sua imagem de Estado, sua estrutura física e institucional do território nacional. Este momento de viragem é muito sério, requer sensibilidade humana imbuída de capacidades técnicas, de inteligência especializada e experiência consolidadas no terreno, todos juntos unidos na mudança de mentalidade e na acção conjunta.
Usando líderes com coração e inteligência, capazes de registar com facilidade, sinais de desespero e de cansaço do Povo, que sejam capazes de resolver os problemas sempre que  necessário. Chega de enganos, de dar tiros no escuro ou de experimentalismos sem bases fundamentadas ou justificadas!

Basta de "experimentações" enganosas, para justificar gastos tendenciosos da gestão danosa dos bens do Estado. 
Basta de romantismo político falacioso evocando Amílcar Cabral, a luta armada como desculpa para todos os erros ou o nome do Povo pela boca fora, mas, tendo no coração sentimentos criminosos e reacionários.

Basta de políticos com perfil de” merceeiro (“djyláz”) de esquina”, que apenas pensam em tirar proveito dos cargos públicos que ocupam, ora em nome do Estado, ora em nome próprio, desviando o lucro a partir desta condição perversa de representação do Estado, para as suas empresas ou contas bancárias, em detrimento dos fundos do País.

Não devem chefiar cargos públicos, indivíduos alistados na praça como sendo industriais ou empresários no privado. Temos visto que instituições públicas caem em desgraça, chegam a não ter condição financeira e material para exercer com dignidade o serviço público. Enquanto os seus “chefes” apresentam mostras de riqueza material excessiva em relação aos salários auferidos.

Uma das prioridades desta mudança, aponta para as eleições. É meio caminho andado, reconciliarmo-nos já com o modelo do Estado de Direito Democrático, interrompido por mais um golpe de Estado no País. Não podemos continuar como marginais em relação à Democracia no mundo, mantendo o Estado da Guiné-Bissau à margem do conserto das Nações Democráticas no mundo, pense nisto camarada.
No entanto, depois das eleições, passarmos às reformas necessárias na classe política, na classe castrense e nas Instituições do Estado. Com as eleições Legislativas e Presidenciais reabrimos as portas do País aos nossos apoiantes internacionais, que se acanharam ultimamente, fecharam as "torneiras" pela falta de segurança no País, falta de políticas transparentes, dentro de um sistema que deixa dúvidas em democracia. 

Precisaremos de ajudas imprescindíveis no arranque pós-eleitoral no País. Ajudas humanas e tecnológicas essenciais (apoios especializados para a gestão eficiente do aparelho do Estado) que devemos pedir frontalmente, sem pestanejar, ajudas humanas (técnicos) e materiais para instituições públicas do Estado da Guiné-Bissau.

Basta de baixa política, queremos que a classe política mude o seu modus operandi, evitar fazer “queixinhas” à classe castrense (bóka-sinhúz). Os políticos devem ser os primeiros a cumprir e fazer cumprir regras da legalidade Democrática, mas DENTRO DO PARLAMENTO e não às escondidas - na mukur-mukur- com políticas a alinhar por baixo, fracas e com mentiras atrás de militares. Queremos políticos com transparência e frontalidade em Sede própria, ao serviço do Povo.

O Parlamento é a “arena” propícia ao diálogo e à comunicação entre e dos seus actores, usem-no e abusem dele para clarear ideias e projectos do País, o Povo agradece. Porque somente deste modo poderemos separar as fronteiras e actuações da classe política em relação à militar, separar os dois poderes institucionais dentro do Estado.
Não há razão para um “acasalamento” perverso e constante, que temos verificado ciclicamente entre políticos e militares, que normalmente termina mal ou origina conflitos no País. O parlamento é para o poder político e os quartéis para os militares.

O Golpe de Estado gera medo e desconfiança no País, consegue colocar em causa a certificação do Estado como pessoa de bem. Sabemos que o medo é "inspiração" do irracional, vive paredes meias com o perigo real, sabemos também, que nem tudo que receamos, é uma ameaça (humúlydyra dy lagartu, nunca nh’bórka kanua), no entanto fazemos pouco para evitar o mal, quando podemos cortar pela raiz de uma só vez!

O medo gera um efeito contagioso, ninguém está imune ao resultado, mas também nem todos se deixam contagiar por “fantasmas” alheios à sua estrutura mental. 
Nôba kata pydy passadjú, alá hy'na bua ku bemtu pa bay (uma mentira posta a circular, parece que voa com o vento, e sem obstáculos), daí uma preocupação quando um acontecimento foge ao controlo racional, por ex. dinheiros desviados, pessoas desaparecidas, crimes, golpe de estado, boka-synhúz entre políticos e militares, etc.

Um facto e factor psicológico que gera a diferença neste momento de viragem na Guiné-Bissau, é - o medo de falhar desta vez - político, social e militarmente no País.
Se esta mudança falhar mais uma vez, teremos de enfrentar vários perigos sérios para o Estado e, não podemos falhar a República da Guiné-Bissau no caminho do futuro, esperemos que não, se os homens quiserem, a vitória é certa, viva a Guiné-Bissau!

Já tudo acontece no País numa proporcionalidade menor em relação a Países desenvolvidos, no que concerne ao mundo do crime (crimes de sangue, desaparecimento físico e morte, crime com explosão de engenho, tortura e abandono, tráfico de droga, etc) organizado.
No que há de negativo nisto, estamos avançados, mas para o que deve ser feito de bom para todos nós, o País mantem um índice de atraso de desenvolvimento fortemente penalizador para um novo arranque, com maiores dimensões sociais, económicas e industriais. 
Crimes que indicam que há "maestros" rodeados dos seus fiéis à doutrina criminosa, são mandantes drogados de ideias próprias, que perderam a capacidade de escutar, não há nada de novo nas suas cabeças, nem tão pouco a identificação à figura de Estado.
Não acreditam nos outros (com novas ideias), atrapalham ou dizem asneiras, na tentativa de ver o ideal mafioso a liderar os destinos do País.
Falsos maestros que pensam que quem concordar com eles, estes serão os Guineenses mais inteligentes da Nação (má, bó fyga kanhóta)!
Estes “maestros são perigosos, tocam em “tons” subliminares, jogam sujo, fazem qualquer coisa para atingir objectivos nada claros, se for preciso, matam.
O País para eles está em segundo lugar, não se importam de vender a própria Mãe!
Mas o Povo não é rebanho de ninguém em particular, sobretudo de pastores adormecidos sobre o próprio umbigo, enquanto assistimos ao pastoreio a morrer de fome aos poucos, sob olhares duma cegueira propositada dos maus políticos da fita.

É preciso exorcizar este medo, derrubar a muralha e aceitar a transparência total nas escolhas para liderar os destinos da Guiné-Bissau. É urgente tudo isto, antes que "tudo" volte a correr mal e, pessimamente, desta vez. 

Basta, no séc. 21 termos de suportar mentalidade machista no poder, falaciosa, duma visão sentimentalista da mulher Guineense, projectada no sofrimento à sua volta, dando a ideia de que ser mulher é fazer parte de sofrimento ou ter de "sofrer" calada, submissa à discriminação disfarçada num poder corrupto, poder sem respostas justas e adequadas à realidade de igualdade de direito entre a mulher e o homem. 

Basta de símbolos de pobreza mental machista, incutindo na mulher a ideia de mãe-sofredora, como esposa-sofredora, gestora da família também em sofrimento, vista sempre como vítima, porque no meio desta hipocrisia machista, pretendem sim transformar a imagem de sofrimento da mulher, na imagem heroína, com ganhos secundários na aceitação no meio machista.
Mas é mentira que pretende "esconder" a mulher verdadeira, atrás do homem, permanecendo a eterna imagem da mulher na maternidade, no trabalho, na gestão do lar e na vida feminina, ser secundária e ter de sobreviver sempre atrás do “macho”, companheiro de trabalho ou, como esposa, e porquê, pense nisto.
Deixando antever duas versões, a primeira atrás do homem, para segurar as pontas, e a segunda, na frente mas sozinha, é todo o terreno, aqui o “homem” desapareceu, o homem ou marido, tudo que faça não chega a ser justamente valorizada.
Não pode a mulher Guineense continuar atrás da sua “cruz”, vista como segunda, porque se diz que "atrás de um grande homem, está uma grande mulher”, será assim?

Basta, chegou a hora da mulher Guineense deixar de ser "segunda", deixar de ser a sofredora com ADN e destino traçado. Deixar de sofrer por "encomenda", travar esta imagem falsa de fragilidade, imputada como prenda envenenada, quando na verdade é o motor activo e gestora da família na nossa sociedade!

Basta, chegou a hora da Mulher Guineense começar a mandar na Guiné-Bissau, passar a assumir cargos públicos de destaque nos Governos e nas Instituições a nível nacional. Romper com o pré-conceito machista existente no País, de uma vez por todas. Esta será uma vitória para Mulheres e Homens, com visão duma sociedade justa e progressista para o nosso Povo.

É preciso dar passos de gigante, com orelhas de "elefante", ouvir a sociedade e escutar sua dor. O Estado, por exemplo, deve pedir perdão às famílias das vítimas de crimes de sangue, infligidos no território nacional por motivos políticos, de ódios, vinganças, e que ainda hoje, acontecem impunemente, como há décadas.

Mas qual é o mal em PEDIR PERDÃO como ponto de partida para uma nova etapa no relacionamento e comunicação social e familiar entre Guineenses?

Seria um reconhecimento dos erros cometidos, uma identificação à culpa, por impunidade da Justiça no País, e neste momento de mudança, lembramos que o Estado é pessoa de bem …, peça-o  por todos nós, Vª. Excia. Sr. Presidente da República (de transição) da Guiné-Bissau.

Basta porque sabemos fazer melhor, se acreditarmos nas nossas forças, pois venceremos sempre. Como disse, as eleições não são "varinha de condão" que resolvem tudo de uma só vez, mas são meio caminho andado, assinarmos todos, este compromisso de reentrada política na Democracia de Estado de Direito na Guiné-Bissau!

Sabemos dos sinais de violência no País, basta reflectirmos nos últimos acontecimentos já com as eleições à porta, no entanto, há espancamento selectivo ao cidadão comum e a alguns líderes visados no País. Que mais parece tudo isto uma "caricatura" ou síndrome de insegurança coincidentes, forjados para o efeito reactivo de provocar medo, diria que, estando patentes nos actos do espancamento, a intencionalidade maldosa e cobardia deste crime, i. é, levados a feito como um recado enviado sem "mensageiro", mas com destinatários seguros na praça (que são os adversários políticos), para estes fazerem a leitura e a interpretação que lhe queiram dar!? 

Esta acção reaccionária de abuso, maus tratos e ofensa moral dum dirigente no País, fere a imagem do Estado de Direito, é manifestamente uma intenção explícita de lançar inquietude e pânico no meio ambiente social e político.
O/s seu/s “maestro/s”, os inconformados que há décadas resistem à entrada do Estado de Direito no País, estão progressivamente fracassando no terreno.
Contra a força do Povo, não há reacionário que resista, acredite se quiser, resta ao reacionário, içar a bandeira branca e lutar pela Paz, ao lado do Povo Guineense, há lugar para todos, só. 

Muitos líderes políticos, em desespero de causa, optaram por comportamentos reaccionários, tendo dificuldade crónica de aceitação do Modelo Democrático de gestão do Estado, através das Instituições públicas. O que vem comprovar que na "Coisa-pública" não parece que o seja para todos os indivíduos infelizmente. Daí esta tentativa de influenciar o poder pela máfia montada. Este sonho perverso de alguns "políticos", mas penso que não voltarão a ser vividos, se o Povo estiver atento.     

Falsos maestros contra a Democracia plena, são resistentes à mudança, porque receiam perder o “poleiro”, disfarçam encapuçados por agora, não passam de conterrâneos revoltados, que perderam a sua continuidade no poder, preferem o País disfuncional, porque só assim podem fazer o que querem, pois eles não têm - O ADN DA DEMOCRACIA  - no aparelho mental, vivem contra a corrente, são revoltados e agem como obstáculos neste processo de desenvolvimento da República da Guiné-Bissau.
Aconselho por isso a terem esperança face à inclusão possível e nunca o seu contrário, esta mudança trará regras transparentes para todos, não deixará ninguém de fora, acredite, pense nisto e junte-se à corrente da Paz!

Julgo ser oportuno manifestar aqui um dos três receios meus em relação ao País, por agora, partilho apenas um deles, os três últimos passo-os para o abismo (o 1º está dado): são os últimos sinais desta confusão que culminou com o espancamento dum Ministro do Governo em pleno exercício do seu mandato de transição. 
Um acto perpetrado  para criar "desconcentração" no controle da segurança, penso que levado a cabo com o objectivo de mover influências, para mudar as "pedras" do xadrez (pessoas nos cargos públicos) dentro do Estado.
Um golpe invisível mas muito grave, continua nesta guerra constante do poder pelo poder, constata-se num tabuleiro sem regras de jogo aceite pelos candidatos adversários, as regras são violadas constantemente, um caos. 

BAKA KY-KATÉM RABU, DEUS KU TA BANAL - gado que não tem rabo, é Deus que o abana, vamos acreditar e manter pensamento positivo. Neste processo para mudança com todos sem excepção, "temos um preço certo a pagar", que não deixa ninguém de fora, não haverá descriminação racista, xenófoba, tribalista ou outra.

O Emigrante não pode ficar para trás nunca mais, vamos acabar com a Diáspora fobia progressiva na cabeça de alguns. Um mal que dura há quarenta anos, e tem influenciado  Guineenses uns contra os outros.
Verificamos uma interacção hipócrita, com complexos de discriminação entre compatriotas residentes no território nacional em relação aos emigrantes (e vice-versa). Hoje ninguém tem dúvida acerca da importância da Diáspora Guineense espalhada no mundo, a necessidade da sua contribuição valiosa no projecto de desenvolvimento sustentado para o País?

Ao contrário do que alguns políticos apregoaram no passado e ainda hoje apregoam, semeando receios infundados, mas o Emigrante é forte, resistente, tolerante, de uma enorme sensibilidade na interacção social, é solidário. Tem sentimento de gratidão, de partilha, no que consegue reunir longe do seu País, ajuda familiares e amigos que ficaram para trás, ele come e guarda, com os olhos fixados nas “costas”, pensando no dia de amanhã. Mantem um olhar sofredor, com gente dentro para cuidar, um motivo para este olhar, muitas vezes apagado sem glória.

Uma prova de amor é a testemunha carimbada na alma, como compromisso assumido tanto no País de origem, como no País de acolhimento, que nunca caem no esquecimento, é este um dos aspectos positivo do perfil do Emigrante. 

Uma realidade que não se apaga com a distância, é o coração com gente dentro mas que deixou para trás, parte da sua história de vida, de raízes profundas na família e na Pátria amada, são uma constante e nunca o seu contrário na sua cabeça.

Quando têm duas ou mais nacionalidades, neste processo de emigração, lutando por um lugar ao sol, convém lembrar, ele é acima de tudo, um Guineense como qualquer outro, dentro ou fora do País. 
O emigrante merece uma atenção justa e com respeito. Não tira do seu País, pelo contrário, põe e investe materialmente na família, e se for o caso, na empresa. Não é um parasita, é um Guineense trabalhador que, embora fora do território nacional, investe e ajuda, faz parte do "grosso" positivo das divisas que entram através de transferências Bancárias. Merece carinho, respeito, tratamento justo, com igualdade de condições e de circunstâncias em relação ao seu conterrâneo que vive no território nacional. O Emigrante pode ter "quarenta" nacionalidades, mas, é um Guineense!

Devemos facilitar esta "reconciliação" de posições, como uma prioridade nacional. Acabar com a descriminação e xenofobia de que tem sido vítima o Guineense que vive na Diáspora e com dupla nacionalidade.
É bom lembrar que para muitos emigrantes a mudança de nacionalidade, corresponde à conquista de uma ferramenta imprescindível para a sua adaptação social e profissional no País de acolhimento.
Compreender isto é perceber o trajecto futuro de unidade sócio-profissioal para a Guiné-Bissau. Mas, por ironia do destino, o Emigrante constata que o seu próprio País lhe nega a condição de "dupla" nacionalidade, quando é obrigado a pedir um visto de entrada no território nacional da Guiné-Bissau, como se fosse estrangeiro, sempre que visita a sua terra natal.
Um acto lamentável ao qual devemos pôr fim o mais depressa possível, com vista a uma convivência sã, equilibrada e harmoniosa entre irmãos do mesmo berço.
É de recordar que, no entanto, o seu dinheiro e bens materiais transferidos para o seu País natal, não precisam de "visto" de entrada!

Tratando-se de dinheiro depositado nos Bancos sediados no País natal, falamos de milhões por ano em moeda estrangeira em depósitos através de transferências bancárias, pois então, camaradas, é altura de fazermos escolhas positivas e políticas mais correctas e justas em relação a esta discriminação em relação ao emigrante.
Permitir entrada do cidadão Guineense com dupla nacionalidade, sem pedido de visto. Melhorar o relacionamento institucional do Estado da Guiné-Bissau com a Diáspora Guineense seria óptimo, penso.

O preço a pagar por uma Guiné-Bissau no bom caminho é para todos, esta iniciativa poderá depender de quem vai estar no leme, necessariamente rodeado de boas escolhas para os lugares certos ou talvez não. Mas haverá sempre solução para uma nova escolha se a primeira não for acertada, usar a “lei” da substituição para o cargo ocupado, sempre que necessário for, até encontrar a melhor escolha possível entre muitos.
Não permitir jamais um “erro”, ganhar calos e permanecer por muito tempo, já vimos a incompetência viciar um lugar público durante décadas, como se o País não tivesse mais ninguém para ocupar o mesmo lugar?

O preço a pagar pode até não ser “certo”, mas será acertado constantemente ao longo do tempo, que for necessário para nos aproximarmos da excelência, na qualidade. Estamos certos de ter que pagar o desenvolvimento do País sem margem para duvidar, mas quanto, ainda ninguém sabe, vamos indo e vamos vendo…

Mais uma reflexão que vos deixo aqui camaradas, com humildade, a pensar na Guiné-Bissau, e espero que o tenham lido no melhor de cada um, engrossando o lote de possíveis soluções positivas para o País, abraços para todos. Aproveito ocasião para deixar os votos de um Santo Natal e Ano Novo próspero para todos nós, felicidades!

Djarama. Filomeno Pina.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Angola: Isabel dos Santos lança edição da Forbes para PALOPs.

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Depois de ter considerado Isabel dos Santos a mulher mais rica de África em 2012, agora a Forbes associa-se a uma das suas empresas, a ZAP, para editar a sua revista em Português para África em 2014.

Antes da aquisição da filha de José Eduardo dos Santos, a revista de negócios norte-americana publicou um artigo em conjunto com o ativista dos direitos humanos Rafael Marques sobre a origem duvidosa da sua fortuna.

A partir do segundo trimestre de 2014, uma revista bimensal da Forbes em português deverá ser editada em Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe. A parceria foi assinada entre a Forbes e a ZAP, empresa em que a filha do presidente de Angola, Isabel dos Santos, tem uma participação de 70%.

O ativista angolano Rafael Marques coloca algumas interrogações a esta iniciativa: “Antes de mais”, diz Marques, “é preciso analisar se, de facto, a publicação da revista Forbes por Isabel dos Santos obedece a critérios comerciais, racionais, ou tem um aspeto meramente político”.

Isto, porque, “se for do ponto de vista comercial, não se justifica pela pluralidade de publicações que existem quer em Angola quer no espaço lusófono e mesmo em Portugal e que carecem de intervenções financeiras”. Marques diz ainda que, no caso de Angola, “a imprensa ressente-se”.

A mulher mais rica de África

Em agosto de 2012, a Forbes, nomeou Isabel dos Santos como uma das pessoas mais ricas de África e a mulher mais rica do continente com uma fortuna avaliada em 3 biliões de dólares. Depois disso, uma investigação conjunta da revista norte-americana e do ativista angolano Rafael Marques apontou para uma base maioritariamente corrupta da fortuna de Isabel dos Santos.

O ativista lembra que “ficou provado que grande parte desse dinheiro foi transferida para a sua posse através de empresas, percentagens em consórcios com empresas estrangeiras, com a assinatura do seu pai”. Segundo Marques, “foram vários os decretos presidenciais que permitiram o enriquecimento ilícito de Isabel dos Santos”, acrescentando que “em Angola sabemos que Isabel dos Santos é uma testa de ferro do seu pai, José Eduardo dos Santos”.

A Forbes é uma conceituada revista que se destaca por publicar rankings sobre os mais ricos do mundo, também por regiões, ou sobre as equipas de desporto mais bem cotadas do mundo. Os seus resultados são, geralmente, repercutidos pela imprensa internacional, evidenciando a sua credibilidade.
A Forbes é conhecida por publicar rankings dos mais ricos e mais poderosos do mundo
“Se a Forbes não estiver apenas interessada no dinheiro”, diz o ativista Rafael Marques, “não tardará em perceber que o seu nome será usado para propaganda e para o branqueamento da imagem de uma série de indivíduos corruptos no espaco lusófono”. Isto, porque, argumenta Marques, “Isabel dos Santos passará a ter o controlo editorial. A maior parte dos conteúdos da Forbes em português para África será da exclusiva responsabilidade da sua empresa e não da Forbes”.

Forbes não é um caso isolado
Vários órgãos de comunicação social privados de Angola foram já adquiridos por indivíduos ligados ao partido no poder, o Movimento Popular de Libertação de Angola, MPLA. Entretanto, os poucos que não foram comprados, queixam-se de que sofrem uma espécie de ostracização: “É simplesmente para lavar a imagem daquelas figuras mais corruptas, que são próximas do presidente José Eduardo dos Santos”.

De acordo com Rafael Marques, trata-se também de facilitar. Isabel dos Santos tem negócios em Moçambique no setor das telecomunicações, “então [trata-se de] facilitar que, através da sua revista, a família Guebuza também tenha espaço para fazer passar os seus negócios como negócios legítimos e outros corruptos quer no espaço lusófono quer em África”.

Assim sendo, remata o angolano, trata-se de utilizar o nome da revista, que tem prestígio internacional, para “lavar a imagem destas figuras e, quando não tiver serventia, certamente essa parceria será abandonada, porque não é uma revista que terá viabilidade comercial”.

# DW.DE

África do Sul: A mensagem do Prefeito da cidade.

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A cidade lamenta a perda do pai de nossa nação, Nelson Rolihlahla Mandela.

Hoje é um momento de perda e de luto nacional. Todos nós ficamos em silêncio, unidos em nossa dor pelo falecimento do pai de nossa nação, o ex-presidente Nelson Mandela, Madiba Tata como o conhecemos em nossos corações. Em nome do povo da Cidade do Cabo, estendo minhas mais profundas condolências à família Mandela: sua amada esposa Graça; seus filhos; netos e bisnetos.

Sabemos da sua dor. Nós compartilhamo-la.

Mas vamos hoje, e todos os dias antes de nós, lembrarmos. Lembrando o legado e a missão que Madiba estabeleceu para nós. Lembrando-se do sacrifício que ele fez para nos mostrar o caminho. Lembrando que, juntos, todos os dias, tentamos construir esse outro país que ele nos mostrou.

Apesar de angústia e dor que nos rodeia agora, esta também passará e ser substituída pela força e a alegria do legado de Madiba.

Lembro-me de estar no nosso primeiro parlamento democrático, logo após as eleições de 1994. Foram dias de turbulência e de discordância. Mas quando Madiba falou, paramos e nós o ouvimos. Nós não sabemos o que o futuro reservava para nós e para a paz que até aqui parecia frágil. E, no entanto, foi com a graça e autoridade e a visão de Madiba que, inabalável, que foi decidido de propósito e ele viu mais longe do que qualquer um de nós poderia ver.

Foi o conforto de um líder visionário que deu a sua própria felicidade para que todos nós possamos ser livres.

Estas são as histórias que qualquer pessoa que conhecia Madiba possa contar. Sua liderança tornou-se uma verdade para todos os sul-africanos, se eles conheciam Madiba pessoalmente ou não. Acredito que cada um de nós sabia quem é Madiba, porque seu sacrifício e visão nos fez o que somos hoje: um país que conhece a liberdade, a democracia e os direitos humanos.

Conhecendo- nos sabemos a melhor parte de nós mesmos.

Nossa cidade tem uma relação especial com Madiba. Para vergonha do nosso país, foi o lugar onde ele foi preso pelo regime do apartheid para tentar nos libertar. Ele não foi preso por um crime, ele foi preso, porque ele sabia o que era a justiça e ele não iria parar de lutar até que a justiça fosse alcançada.

Pollsmoor e Victor Verster nas prisões suportaram a indignidade de sua prisão. Mas para Capetonians, e o mundo, não há maior símbolo do seu sacrifício que as pessoas são capazes de suportar pela brutalidade do que aconteceu naquele lugar ao largo da nossa costa, e que é afastado da cidade e do mundo: Robben Island.

O escudo da prisão de Robben Island permanece como um lembrete e que nunca devemos esquecer de onde viemos e para onde queremos nunca mais voltar.

Mas Cidade do Cabo também é o lugar da eventual vitória de Madiba. A partir da varanda da nossa Câmara Municipal, ele se comprometeu a continuar a luta pela nossa liberdade para a cidade e para o mundo. O seu discurso nesse dia mostrou tudo o que a cena da nossa maior adversidade também pode ser o palco de nosso maior triunfo.

A Cidade do Cabo foi homenageado com prêmio da Liberdade da Cidade de Nelson Mandela no dia 27 de novembro de 1997.

Alguns números tentam se colocar na história. Os outros tentam alcançar o seu lugar por causa de quem foi ou a posição que detinha. Em alguns casos, porém, existem figuras que estão fora da história. Eles são tão raros, porque eles moldam o curso do mundo para si, mesmo que não quizessem ter o que parece ser o imenso fardo de destino.

Madiba é uma dessas pessoas. Seu legado foi envolvido no futuro de nossa nação. Embora ele não possa ter desejado isso, ele foi mais do que apenas um homem: ele foi e continua sendo o ideal pelo qual todos nós tentamos viver.

Peço a todos os Capetonians para homenageá-lo, para que possamos continuar a construir esta cidade de acordo com a sua visão de unidade na diversidade, um compromisso com o não -racismo, a realização da dignidade e respeito pela santidade dos direitos humanos.

Ao fazê-lo, vamos continuar a conhecê-lo e para o futuro que ele sonhou para todos nós.


Nelson Rolihlahla Mandela, Madiba Tata 18 de julho de 1918 - 05 de dezembro de 2013.

# capetown.gov.za

domingo, 15 de dezembro de 2013

África do Sul: Milhares de pessoas se juntam em Bury o vilarejo onde Mandela possui uma casa.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



"Qunu, África do Sul - os sul-africanos se reuniram nas colinas verdes do Cabo Oriental no domingo para concluir 10 dias de luto nacional por Nelson Mandela, enterrando um emblema global de luta e de reconciliação em um funeral de Estado nesta aldeia longínqua onde ele passou parte de sua infância."

A cerimônia começou em um cavernoso de milhares de habitação com letreiros e palavras de elogios, coros e câmaras de televisão, orações e lembranças.

Mas, em seguida, quase seis horas mais tarde, depois de armas explodirem em saudação, aviões sobrevoaram em formação e um corneteiro soou o último som, as despedidas ao primeiro presidente negro da África do Sul terminou com um momento simples em um local de enterro da família.

O funeral, a despedida final, após uma série de celebrações e memoriais que consumiram a terra desde que ele morreu em 5 de dezembro, depois de meses de doença e de declínio, deixou seu país prestes à beira de uma era pós-Mandela que parece certo para testar a durabilidade do seu legado.

"Enquanto a sua longa caminhada para a liberdade foi encerrada no sentido físico ", o presidente Jacob Zuma G. havia declarado em um elogio mais cedo ", que a nossa própria jornada continua. Temos que levar o seu legado para a frente. "

"Como você chegou a sua etapa final, a África do Sul vai continuar a subir ", acrescentou.

Caixão do Sr. Mandela, que foi levado no sábado de Pretória, a capital, para a região de Eastern Cape, foi levado em uma carruagem rebocada por um caminhão militar, da casa de sua família após os enlutados se reunirem com canções e danças que se tornou um fusão familiar de luto com a morte e celebração de uma vida que se tornou um símbolo da luta contra o apartheid, o Sr. Mandela.

Com os slogans de " Nkosi Sikelel ' iAfrika ", ou Deus Abençoe África - hino nacional da África do Sul, que já foi a convocação da luta contra o apartheid - subiu para as colinas ao redor Qunu.

As cerimônias misturaram o público - com cobertura televisiva em todo o mundo - e canais privados. Embora muitos dos ritos e cerimónias foram ao ar pela emissora estatal, os membros da família pediram que o momento final do enterro prosseguisse com nenhuma câmera na mão.

A observância também reuniu os ritos tradicionais de seu clã AbaThembu com hinos cristãos, a pompa de honras militares e as políticas bem-observadas de seu Congresso Nacional Africano, o antigo movimento de libertação que governou a África do Sul desde que o Sr. Mandela se tornou o primeiro presidente negro do país  para um único mandato, a partir de 1994.

Cerca de 12.000 militares foram mobilizados para funções cerimoniais e de segurança para o funeral.

Antes das cerimônias começarem, a banda vestida de vermelho marchou ao redor da fazenda Mandela em Qunu na madrugada de domingo, cantando músicas com helicópteros sobrevoando acima. O sol brilhou, o que é considerado uma bênção em tradição Xhosa. Nos dias seguintes que alguém morre, é esperado a chuva como uma bênção que indica que Deus deu boas-vindas a pessoa. E realmente havia chuva forte durante a maior parte da semana que antecederam o funeral.

Mas, sob a mesma tradição, os céus deve permanecer no dia do enterro. E, embora a chuva é prevista para o final da tarde e à noite, os céus sobre Qunu eram mais claros na manhã de domingo do que haviam sido durante toda a semana.

Guardas de honra de várias guarnições alinhadas nas estradas de Qunu enquanto o caixão do Sr. Mandela passava ao longo de uma estrada no início da manhã na região de terra que é propriedade herdada da família.

Pessoas se reuniram ao longo da estrada com vista para a procissão, tirar fotos e vídeo. Até mesmo policiais foram à captura de imagens com os seus smartphones.

Os 4.500 enlutados na marquise incluíam cerca de 25 dignitários estrangeiros, incluindo o Príncipe Charles, juntamente com os presidentes da Tanzânia e de Malawi. O corpo militar colocou o caixão, coberto pela bandeira nacional Sul-Africana, abaixo de um pódio iluminado com 95 velas - uma para cada um dos 95 anos do Sr. Mandela - abaixo um grande retrato dele. O caixão repousava sobre uma cama coberta de pele de vaca de cor preta e branca. Arcos dourados pousadas acima dela. Sentado perto, a viúva do Sr. Mandela, Graça Machel, e sua ex-mulher, Winnie Madikizela-Mandela, ladeado de Zuma, que elogiou as duas mulheres com o seu elogio.

# nytimes.com

Mandela e a democracia em África.

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ASSISTA O VÍDEO : MANDELA EM VÍDEO.


# euroneuws.pt

sábado, 14 de dezembro de 2013

GUINÉ OH GUINÉ, SI NÔ KA TRAIBÁ MARÉ... ÉS HORA NÔ LARGUSSIBA DJÁ. ALI I KA KUM N´KADJA, NIM KU REMA... NÔ FICA NÔ NA NOROSTIA COOOOOOSTA.

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RECORDAR É VIVER. VOCÊ QUE É DE TITE ASSISTA O VÍDEO E VEJA SE LEMBRA DOS EX-MILITARES DA TROPA COLONIAL NO VÍDEO. ACESSE O LINK: GUINÉ, SE NÔ KA TRAIBA MARÉ...


# DO BLOG LUÍS GRAÇA

Nigéria: Eu sou uma aberração em compras - Mary Uranta.

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A atriz de Nollywood, Mary Uranta, afastou-se da indústria há algum tempo. A atriz premiada fala com JOAN OMIONAWELE de sua vida como atriz, moda e estilo, nesta entrevista. Excertos:

Você recentemente recebeu das pessoas como prêmio da cidade da melhor atriz. Como isso faz você se sentir?
Eu me sinto tão honrada em ganhar do Povo da Cidade  como a Melhor Atriz do Ano, prêmio que eu quero usar neste meio para agradecer aos meus familiares, fãs, amigos e colegas que votaram em mim.

Quantos filmes você atuou ao longo da carreira?
Eu realmente não posso contar, mas eu já me apresentei em mais de 60 filmes.

Você adora sair para eventos em vestidos curtos, quantos desses vestidos curtos você tem?
Tenho tantos vestidos curtos e longos, mas eu gosto de combinar minhas roupas. Então, o meu guarda-roupa está cheio de tudo o que uma mulher deve ter, de vestidos curtos, vestidos longos, calças, shorts e assim por diante.

Em média, quantas vezes você compra?
Eu sou uma aberração em compras, eu compro o tempo todo.

Que outras coisas você gosta de fazer?
Eu gosto de fazer negócios, compra e venda

O que você mais sente falta da sua infância?
Tenho saudades dos meus tempos de escola secundária, você sabe, os amigos da escola secundária são geralmente os amigos que permanecem em sua vida e não os amigos da universidade. Eu gostaria de poder ter uma sensação daqueles dias, mais uma vez. Meus amigos da escola secundária ainda são meus melhores amigos.

Isso quer dizer que você não tem amigos em Nollywood?
O que eu estou tentando dizer é que eu ainda tenho amigos universitários que são meus amigos, mas, vejo pessoas em Nollywood como os meus colegas, quando é hora de trabalhar, nos reunimos, fazemos o que devemos fazer e vamos embora. Mas os meus amigos da escola secundária me atendem mais. Quando você faz um novo amigo, a amizade tende a cair depois de algum tempo, porque você não o conheço muito bem, mas existem alguns amigos que você tem, e que estão sempre em sua volta, mesmo quando se ouvem rumores sobre você, eles acreditam que você não pode fazer tal. Porque a amizade é de defender um ao outro.

O que você faz para manter sua cor de pele?
Eu uso todos os tipos de produtos, não tenho opção particular sobre um, mas eu sei que eu uso mais o Clinique, mas também gosto de Mac e Mary Kay. Eu uso tantos produtos de grife. Meus amigos dizem que tenho cerca de sete diferentes produtos em pó facial que eu uso. Sempre que viajo, eu compro todos os meus produtos de beleza para que eu não fique sem nenhum. Eu também uso hidratantes, mas eu não uso nada ruim na minha pele.

E qual tem sido o seu papel mais desafiador?
Cada papel vem com seus próprios desafios, mas como profissional, eu não os tomo como um desafio, porque eu gosto do que eu faço.

Você é um dos mais jovens na indústria, você não se sente intimidado por colegas mais velhos?
Não, eu não, e eu fico inspirado em trabalhar com eles.

Quantas vezes você cuida de si?
Toda vez que tenho a oportunidade de.

Você pode descrever seu homem ideal?
Eu quero um homem temente a Deus, homem que me ama e carinhoso.

Quem são os atores de Nollywood que você tenha gostado de trabalhar mais?
Eu já trabalhei com praticamente todos os meus colegas e eu gostei de trabalhar com eles.

O que você diria do seu melhor trunfo físico?
Risos! Eu realmente não posso dizer.

É o sonho de toda mulher se casar um dia, mas como atriz, quando você encontrar alguém que você ama e fica viciada, quando você se casar, você já pensou em desistir de atuar?
Eu nunca pensaria em parar de agir, porque, para mim, este é apenas o começo, eu só abri um estúdio e ainda tem muito para dar a volta à sociedade, eu estou aqui para ficar e com quem que eu vou me casar realmente, só se ele realmente me ama, deve apoiar o meu sonho, e não tentar me puxar para fora.

Quando se trata de embelezar -se, o acessório é a sua fraqueza?
Quando se trata de minha moda, tudo importa para mim. Sou muito exigente com o que eu visto.

Seus pais daram apoio para você ser uma atriz?
Sim, eles apoiavam.

Quão longe você pode ir para atuar?
Como profissional, eu posso interpretar qualquer papel.

Todo mundo está aplicando tatuagens nos dias de hoje, você está pensando em começar um?
Nem um pouco.

Você disse uma vez que um harrasment sexual levou-a para fora de Nollywood, o que foi aquilo?
Isso foi um equívoco, eu ainda estou em Nollywood e sempre serei uma atriz de Nollywood. Atuar é uma paixão para mim, como uma questão de fato, eu estou trabalhando em três roteiros agora e eu também estou ansiosa para ter a minha própria produção em breve. Recentemente, abri minha própria produtora de cinema chamado, Academia de Cinema 50, onde temos todos os tipos de equipamentos de filme importado da América, para a produção de filmes e de contratação.

# tribune.com.ng

Namíbia: OPINIÃO - NUJOMA É UM STRATEGISTA.

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front sam 13 dec

Um LÍDER e analista político disse que as pessoas da região têm uma grande consideração e respeito pelo Presidente fundador da Namíbia Sam Nujoma e seus colegas o vêem como um estadista, pensador e estrategista. Após a morte do primeiro presidente da África do Sul e que é o Pai da Nação, Nelson Mandela, o analista político teve a oportunidade de refletir sobre a liderança de Mandela e citando como estadistas aqueles que ainda estão vivos, como o Presidente do Zimbábue, Robert Mugabe e o ex-Presidente e Fundador do Estado da Namíbia, Sam Nujoma.

Falando exclusivamente ao Observer Windhoek, o analista político Joseph Diescho disse que Nujoma, Mandela e Mugabe são todos estadistas, mas não se deve julgá-los usando as mesmas bitolas.

" Nujoma é uma chaleira de peixes e completamente diferente. O ponto de partida é que Nujoma é muito mais resistente do que Mugabe ou Mandela porque a luta que ele travou foi muito mais intensa, difícil e de muitas maneiras ", afirmou enfaticamente Diescho.

Namíbia, disse ele, teve que fazer campanha em todo o mundo "para explicar ao mundo que havia algo chamado Sudoeste Africano, hoje Namíbia ".

Ele continuou a explicar que Nujoma sensibilizou a potência estrangeira, com muito pouco e teve que começar com uma campanha para conscientizar o mundo sobre a existência de Namíbia.

" Na frente diplomática, portanto, Nujoma é de longe superior em comparação com outros líderes de libertação. "

" Por uma questão de facto, muito do que se tornou o sucesso da África do Sul é devido a Nujoma e campanha diplomática de sua equipe para isolar o apartheid na África do Sul", disse ele.

Diescho manifestou ainda a visão de que na Namíbia, os intelectuais, em particular, não têm servido Nujoma e sua equipe bem, pois eles são verdadeiros heróis que, em termos intelectuais divulgaram-se pouco em África.

"Uma das consequências dessa escassez de memorizar a nossa própria grandeza é o fato de que Nujoma é agora visto no continente e no mundo como um líder de Swapo, não um unificador de seu próprio povo. "

" Se tivéssemos levado verdadeiramente sério sobre a preservação e reconhecimento de Nujoma como líder incomum que ele é, ele estaria hoje de pé a operar acima da política de partidos políticos como o Pai da Nação com o papel para falar no comício de qualquer partido político neste país", comentou Diescho.

De acordo com Diescho, Nujoma é mais do que o líder de Swapo e, portanto, alguém que o mundo devia ter visto como um de seus estadistas mais velho e que devia ser chamado muitas vezes para mediar conflitos no continente e mais além.

No entanto, ele não pode fazer isso enquanto as pessoas de dentro e de fora da Namíbia  o vêem como um líder da Swapo " com baixa tolerância para outras perspectivas políticas ".

Concluindo ele afirma que, embora seja mais conhecido por Mugabe, mas ele tem uma consideração muito elevada por Nujoma, não só como um amigo, mas como um pensador e estrategista, ele também está certo que Mandela considerava Nujoma como um herói.

Por: diana@observer.com.na

# http://observer24.com.na

Senegal: Acordo entre a UE e o Senegal - 20 mil milhões de francos CFA para água potável, saneamento e vigilância das fronteiras.

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A União Europeia (UE) colocou à disposição os dois grandes fundos para o Senegal, cerca de 20 bilhões de francos CFA para melhorar o acesso à água potável em três regiões do país e para reforçar a segurança nas fronteiras.
O Ministro da Economia e Finanças, Amadou Ba, e o Chefe da Delegação da União Europeia (UE), Dominique Dellicour, assinaram ontem, dois acordos de financiamento de um montante total de cerca de 20 bilhões francos CFA ( € 30.300.000 ) para a realização de dois grandes projetos. O primeiro acordo está relacionado com o projeto de melhoria do acesso à água e saneamento ( PEPAM ) para um total de 17,9 bilhões de francos CFA e o segundo é o suporte para a gestão das fronteiras com o montante de 1,96 mil milhões de francos CFA. O Projeto PEPAM - Ue é totalmente financiado da ordem de 18 bilhões de francos CFA por Ue e visa a redução da pobreza e melhoria sustentável da saúde rural, através do acesso à água potável e ao saneamento em Tambacounda, Sédhiou e Kolda. Também irá fornecer apoio institucional para a gestão do sector da água e saneamento. O projeto tem como alvo três e quatro regiões, na opinião da Sra. Dellicour temos a mais favorável taxa de acesso à água em meio rural. Taxa, de acordo com o chefe da delegação da UE é de 36,8% em Kolda e Tambacounda para 63,2% . Quanto a taxa de acesso ao saneamento prosseguiu ela, é de apenas 8,4% para Kolda e 16,3% para Tambacounda. Assim, com este financiamento, será possível alcançar pelo menos 35 novos abastecimento de água potável (Aep ) para atender 98 mil pessoas, a extensão e substituição da canalização velha de Aep para 50.000 pessoas, um total de 148 mil novos beneficiários. Em suma, diz Amadou Ba, o projeto Pepam-Ue irá contribuir para alcançar as Metas de Desenvolvimento do Milênio ( ODM) nas três áreas citadas.

Lidar com fronteiras porosas
O segundo apoio é para o projeto de gestão de fronteiras, financiado na ordem de dois bilhões de francos CFA (três milhões de euros), destina-se a facilitar a livre circulação de pessoas e bens, mas também para contribuir para a segurança interna. É geralmente para lidar com fronteiras porosas através do reforço dos postos de controle.
O projeto concentra-se em duas grandes áreas ou seja, o monitoramento e controle do movimento ilícito de um lado, e a facilitação do movimento legítimo de pessoas e bens, por outro lado. Atividades de troca de experiência e transferência de know -how estão previstos neste projeto, bem como os investimentos, como a construção e equipamento de, pelo menos, cinco posições nas fronteiras com a Mauritânia e o Mali.
Fortalecimento da logística também é levada em conta com o equipamento de um monitoramento móvel no limites da fronteira. "Para atender o objetivo de facilitar a circulação de moradores, em particular, as consultas serão realizadas com as autoridades da Mauritânia e comunidades rurais.
Os procedimentos de passagem nos postos de fronteira serão normalizados a passageiros e as transportadoras serão mais bem informados sobre os procedimentos para reduzir irregularidades na fronteira" , disse Dellicour. O ministro da Economia e Finanças não deixou de salientar a cooperação da UE, que apoia os esforços do Senegal para reduzir a pobreza de forma sustentável através de crescimento sustentado e equitativo, uma boa governação e por uma maior integração regional.

Por: Adama Mbodj

# lesoleil.sn

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

NAMÍBIA: ZUMA PEGOU ' CHUVA BOO ' PARA ACORDAR, MAS VAI AGUENTAR.

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Nampa-Reuters EMBARRASSED ... O Presidente Sul-Africano Jacob Zuma mantém o programa oficial de serviço memorial para o final do Presidente Sul-Africano, Nelson Mandela.

JOHANESBURGO - As vaias ao presidente Sul-Africano Jacob Zuma no memorial de Nelson Mandela pôs a nu a ira popular contra ele, mas o líder do ANC casca-grossa pode chamar uma poderosa base política para conduzi-lo e o partido para as próximas eleições no próximo ano.

Zuma, que era popular quando ele assumiu a presidência da maior economia da África, em 2009, sofreu humilhação pública na terça-feira na frente de líderes mundiais, quando milhares de presentes na cerimónia em homenagem a Mandela que com o estádio encharcado de chuva vaiaram e zombaram dele.

O presidente, não é estranho às críticas em um mandato atormentado por escândalos, suportou o pelorinho público com um rosto de pedra. Mas deve tê-lo machucado para ouvir aqueles que o vaiaram, alguns vestindo camisas do Congresso Nacional Africano (ANC ), em seguida, torcendo pelo presidente dos EUA, Barack Obama, e do Zimbábue, Robert Mugabe.

Ainda mais doloroso foram os aplausos sonoros para último líder branco do apartheid, o ex-presidente FW de Klerk, e até mesmo para o ex-presidente Thabo Mbeki, o homem Zuma substituído-o como líder do ANC em 2000, em uma aquisição ao partido de forma tumultuada.

Jornal espirrou o incidente de vaias em suas primeiras páginas . " A humilhação de Zuma ", disse a estrela em sua manchete. A manchete Joanesburgo times Leia-se " Rainbow Nation ", um jogo sarcástico sobre o multi-racial  " Nação de Arco-Íris ", que Mandela proclamou, quando se tornou o primeiro presidente negro da África do Sul em 1994.

Escrevendo no jornal Daily Maverick, o comentarista político Stephen Grootes chamou a experiência de vaias a Zuma " uma espécie de ponto de viragem no nosso discurso público ".

" Para alguém que costumava ser atendido com ululação arrebatador onde quer que fosse, esta é uma grande mudança ", acrescentou.

Mas, enquanto em muitos países uma humilhação pública, com esmagamento, provavelmente teria levado a uma renúncia, ou pedidos de mudança de liderança rápida, o domínio monolítico do ANC no cenário político da África do Sul desde o fim do apartheid, em 1994, significa que tais resultados não são imediatamente provável.

" O ANC hoje não é ANC de Mandela. As pessoas podem ficar com raiva de Zuma, mas o cara é muito grosso, esfolado para aceitar qualquer coisa semelhante. Ele vai encarrar o episódio como mais um infeliz incidente ", disse um membro do Comitê Executivo Nacional do ANC (NEC), que pediu para não ser identificado, disse à Reuters.

Apesar de Zuma ter uma popularidade que está em um nível mais baixo entre os eleitores, amolgado por acusações quase diárias de má gestão e corrupção, o partido uma vez liderado por Mandela permanece com movimento político mais popular do país e ainda é provável que ganhe confortavelmente as eleições previstas para abril ou maio próximo ano.

Lealdade em face da adversidade ainda conta muito no antigo movimento de libertação. " Zuma é o presidente do ANC e que o partido não vai deixá-lo cair para enfrentar a eleição ", disse um outro membro sênior do partido que não quis se identificar.

" O executivo do ANC é empilhado com os apoiantes de Zuma cujas fortunas políticas estão vinculadas a ele. Liberando ele possivelmente ele vai terminar a sua carreira ", acrescentou a fonte.

SINAL DA DEMOCRACIA

Zuma, que sob o apartheid passou uma década preso em Robben Island, colônia penal, ao mesmo tempo, como Mandela, tinha esperança de que a onda de adorar emoção desencadeada pela morte da lenda anti- apartheid iria levantar imagem vacilante de seu governo, uma vez que lida com o trabalho violento de distúrbios e protestos sobre a persistência da pobreza, crime e desemprego.

Essa esperança saiu pela culatra , com episódio de terça-feira eloquentemente revelando o quão baixo a popularidade de Zuma caiu.

" Este é um sinal de amadurecimento da democracia. Quando as pessoas estão descontentes com a sua liderança, é o seu direito democrático de expressar que a infelicidade e é isso que eu acho que aconteceu ", disse Nhlonipho Dhlomo, uma das milhares de pessoas que testemunharam as vaias de Zuma no estádio Soccer City lotado.

Para reforçar a mensagem verbal, o tradutor hostil para mudos de Zuma, na terça-feira virou os polegares para baixo em sinal ou girando às suas mãos em sinal para uma substituição no futebol - um claro apelo para a substituição.

Porta-vozes do ANC procuraram minimizar o episódio de vaias, culpando-os como indivíduos indisciplinados e não amplamente representativos. Enquanto o partido alardeia uma mensagem da campanha inspirada em Mandela de criar " uma vida melhor para todos", a imagem de Zuma tem sido manchada por denúncias repetidas de que o presidente usou suas conexões políticas para beneficiar familiares e círculo interno em negócios. A presidência regularmente e rotineiramente rejeita tais acusações, se ele responde a todos.

Mas os escândalos são potencialmente prejudiciais. A África do Sul é uma das sociedades mais desiguais do mundo e o ANC tem a sua base de poder em milhões de pobres das zonas rurais da África do Sul que ainda estão para ver os frutos da luta ao longo da vida de Mandela para a liberdade.

O País que parar a oficial corrupção, o Protetor Público, está investigando os milhões R206 em financiamento público 'reforma para melhor segurança ' para casa particular de Zuma, que incluiu uma piscina e um cural de gado. Zuma nega qualquer irregularidade.

QUEM FOI VAIADO?

Nem toda a reação do público para as vaias de Zuma foi completamente crítico a ele. Cidadãos falando no Twitter e estações de rádio têm criticado os provocadores por estragar um tributo importante para o "pai da nação", Mandela.

" O que querem que as pessoas possam pensar de Zuma e suas peripécias - e há muitos - todos nós somos obrigados a dar-lhe o respeito ", disse o jornal The Sowetan em um editorial.

Alguns comentaristas dizem que o fato do incidente ter ocorrido com vaias em Gauteng , a província mais rica e populosa da África do Sul, é significativa. No Gauteng os membros do ANC fizeram campanha contra a reeleição de Zuma em uma conferência de liderança do partido há um ano, mas ele ganhou com o apoio de oito das nove províncias do país.

"É importante neste momento olhar para quem estava realmente fazendo as vaias ", escreveu Grootes.

" Este foi um longo caminho desde os pobres rurais. E certamente não foi a minoria branca ou urbana. Pelo contrário, foi a classe média negra residente na zona urbana ", acrescentou, argumentando que nunca teria ocorrido em um evento na base de poder de Zuma, em KwaZulu-Natal ou na base de Mandela, a província conservadora do Cabo Oriental.

" Devemos ter cuidado para não sobrepôr este episódio, Zuma tem o controle da empresa sobre o ANC, e sua base de poder é em KwaZulu -Natal, não em Gauteng ", disse John Campbell, ex- embaixador dos EUA na Nigéria, que é pesquisador sênior para estudos de políticas da África no Conselho de Relações Exteriores em Nova York.

Mas Zuma parece estar tendo problemas para obter confiança através dos sul-africanos comuns - Nampa - Reuters.

# www.namibian.com.na

As Linhas Aéreas da Etiopia crescem sete vezes em sete anos (entrevista).

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Ethiopian Airlines Grows Seven-Fold in Seven Years (interview)
Foto: Ethiopian Airlines

As Linhas Aéreas Etíopes iniciaram suas operações em 1946 com uma operação conjunta gerido pela operadora americana TWA, usando aviões da Segunda Guerra Mundial adquiridos dos militares dos EUA para o transporte de passageiros e carga para o Cairo e outros destinos próximos. Durante os anos 1960 e 1970, a companhia aérea de propriedade do governo expandiu o serviço em toda a África e para várias capitais européias e asiáticas. Serviço regular para os Estados Unidos começou em 1998. Em 2011, a companhia aérea se tornou o terceiro transporte aéreo Africano a se juntar à Star Alliance.
África é uma parte importante no plano de crescimento agressivo da companhia para a próxima década. Aceitando o reconhecimento de Airline Africano do Ano, no mês passado, o Chefe do Executivo Tewolde Gebremariam lamentou o fato de que as linhas aéreas não africanas são responsáveis ​​por 80 por cento do tráfego de passageiros do continente e pediu desregulamentação dos céus do continente. Um executivo da companhia aérea de carreira que pertenceu a CEO desde o início de 2001, Tewolde esboçou seu roteiro para a rápida expansão em uma entrevista com o AllAfrica, Reed Kramer. trechos da entrevista:

O que distingue a Etiópia Airlines de seus concorrentes?
Nós voamos para 76 destinos internacionais nos cinco continentes. O único continente populoso, onde nós não ainda não chegamos é a Austrália [ e ] no futuro próximo, vamos chegar lá também e ser uma companhia aérea Africana completamente global.
Com a adição de Niamey, Niger [ esta semana ] agora atingimos 47 destinos na África e 17 destinos aqui na Etiópia. Temos 61 aviões em serviço - nove Boeings 777, cinco novos 787s, doze 767s, quatro 757s, quatorze 737s e treze 400s Bombardeiros Q. Temos em ordem mais oito aviões 787, quatro 777 cargueiros, três 777-300 ERs e 14 Airbus A350.
Isso nos coloca em posição de dizer que somos a operadora que mais cresce na África e um dos mais rentáveis. Somos também a maior transportadora de carga na África, com seis aviões Boeing cargueiro, dois 757 cada um com capacidade de 35 toneladas, dois MD 11 cargueiros cada um com capacidade de 85 toneladas e dois de 777 cargueiros com capacidade de 100 toneladas.
Nós cobrimos o continente e temos um hub europeu em Liège, na Bélgica, um hub no Oriente Médio, em Dubai, um centro para o sub-continente indiano, em Madras e um centro em Hong Kong para a Ásia. Nós também estamos voando [ cargueiros ] para Cantão e, recentemente, nós adicionamos Xangai com aviões - tanto de passageiros como de carga. Nos últimos sete anos, a companhia aérea cresceu sete vezes - ou seja, 700 por cento em todos os parâmetros: tamanho, frota, receita, número de destinos, número de passageiros transportados. Planejamos continuar esta trajetória de crescimento rápido.
Visão 2025, 15 anos de projeto da companhia para a expansão, foi considerado por alguns como excessivamente ambicioso quando foi revelado em 2010. Você ainda acredita que essas projeções podem ser satisfeitas?
Muitos não estavam confiantes de que iríamos cumprir as metas. Mas em cada um dos últimos três anos, temos superado todas as metas que colocamos adiante. Neste quarto ano, o número da frota foi projetado para ser 58, mas já estamos com 61 - três aeronaves mais do que o previsto. Isso nos coloca em uma posição confiante para afirmar que Visão 2025 é realmente possível, embora seja muito desafiador. A companhia aérea vai crescer em termos de receita em dólar dos EUA, em $ 10 bilhões a partir de 2.100 milhões de dólares anualmente.

# http://addisababaonline.com


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Abidjan: Missão de prospecção econômica - Mambe assina um ato de cooperação com investidores chineses.

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Distrito de Abidjan assina um ato de cooperação com investidores chineses nesta
Quinta-feira 12 de dezembro de 2013. O Governador de Distrito, Beugre Mambe assina um ato de cooperação com os investidores chineses em pesquisa econômica da Costa do Marfim.

O eixo Costa de Marfim e China está ficando mais forte. O governador do distrito de Abidjan assina hoje, 12 de dezembro no hotel no distrito de Abidjan, um ato de cooperação com os investidores chineses em pesquisa econômica da Costa do Marfim . Beugre Mambe aproveitou a oportunidade para dizer que um país que se abre para o exterior é um país que está se desenvolvendo. É importante, como o patrono de Abidjan, que aqueles que ocupam posições de responsabilidade vão lá fora para divulgar a Costa do Marfim.
Com base no exemplo dos chineses, o governador Mambe disse que a China vai para fora para aumentar a conscientização e estabelecer relações comerciais. É o mesmo para a Costa do Marfim, que vai para fora para aumentar a conscientização e estabelecer relações comerciais. Isso permite que as relações comerciais, desenvolvam o país , isso também permite que outros países possam crescer, elevar os padrões de vida. "Este é um movimento de fluxo e refluxo para fazer as coisas acontecerem. "
" Contamos com os nossos amigos chineses para fazer as coisas acontecerem, criar empregos, aumentar os padrões de vida, proporcionar as melhores condições de vida para as pessoas", disse o governador Beugre Mambe aos seus anfitriões chineses liderados por Zhou Dewen, Presidente da Câmara de Comércio de Wenzhou, chefe da delegação de empresários chineses que veio para a prospecção econômica de Abidjan. Este último, no entanto, disse que estava feliz por dirigir esta delegação e enfatizando o objeto de sua visita à Costa do Marfim.
Diz-se que o Sr. Zhou, veio em busca de oportunidades de cooperação com a Costa do Marfim e compartilhar com os marfinenses, experiência e know -how da economia chinesa. Para ele, a Costa do Marfim é um país importante da África Ocidental com que o seu país quer estabelecer uma parceria ganha-ganha. Ele disse que a delegação dos empresários que lidera está muito interessado em alguns projetos do distrito de Abidjan, projetos, especialmente agrícolas, o mercado grossista apresentado durante uma sessão de trabalho que teve com as autoridades do distrito de Abidjan. De qualquer forma, ele espera uma cooperação frutuosa entre as duas partes.
Por sua parte, o embaixador chinês na Costa do Marfim tem-se centrado na nova página que se abre entre a Costa do Marfim e o seu país desde o fim da crise pós-eleitoral. Esta nova página resulta no fortalecimento das trocas entre a Costa do Marfim e os povos chineses. Ele também disse que a determinação do governo chinês em acompanhar a Costa do Marfim e espera-se que as relações de cooperação entre os dois governos estejam se fortalecendo. A política do governo chinês, acrescentou, é incentivar o investimento chinês público e privado em África.
Quanto ao Sr. Kouassi Camille, que falou em nome do embaixador da Costa do Marfim, na China, o Sr. Alain Koffi Nicaise Papatchi, agradeceu ao governador Beugre Mambe por ter concedido uma recepção calorosa para a delegação de empresários chineses e fizeram a sua angústia. Em seguida, assinalou as razões para o distrito de Abidjan e Costa do Marfim terem interesse em cooperar economicamente com a China. É a segunda maior economia do globo, ocupa o primeiro lugar no mercado. Além disso, a elevada taxa de crescimento da China é a locomotiva da economia mundial. E nos últimos anos, tem havido, de acordo com o Sr. Kouassi Nicaise, uma explosão de investimentos chineses no exterior.
Note-se que amanhã no centro de conferências do Ministério das Relações Exteriores, em Abidjan -Plateau, será a relação B ao comércio B, que verá os empresários chineses discutir com os seus homólogos da Costa do Marfim e as estruturas estatais, como o Cepici.

# abidjan.net


GÂMBIA: JAMMEH EXORTA O ANC PARA HONRAR LEGALMENTE MANDELA COM A RECONCILIAÇÃO.

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O presidente gambiano, pediu a liderança do Congresso Nacional Africano (ANC), da África do Sul, para homenagear o legado do herói anti-apartheid, Nelson Mandela, com a reconciliação e unificação.

O ícone e altaneiro político universal, que liderou a transição da África do Sul para a democracia multi- racial e que faleceu na quinta-feira, 5 dezembro de 2013, aos 95 anos .

Seu funeral, que será realizado no First National Bank ( FNB ) no Estádio - Soccer City - teve a participação de cerca de 100 líderes mundiais, incluindo o líder gambiano, Sua Excelência Sheikh Professor Dr. Yahya Jammeh Alhaji .

Falando em Banjul na quarta-feira à noite após seu retorno da África do Sul, o presidente Jammeh, que descreveu a morte de Mandela como uma " grande perda para todos os africanos que acreditam na liberdade, libertação e independência ", rapidamente desafiou a liderança do ANC para dar uma chance à reconciliação .

Tendo em conta que a morte de Madiba veio em um momento muito difícil quando o partido ANC está dividido, o presidente Jammeh expressou esperança de que sua morte não vai levar a uma maior divisão.

 " Para honrar o legado de Nelson Mandela ", o presidente reiterou : "Eu acho  que o ANC deve fazer todo o possível para conciliar dentro de suas fileiras e continuar a ser um partido político formidável ".

 " Eles devem sempre lembrar que em cada movimento ou organização, há pessoas com diferentes pontos de vista, mas a beleza da unidade é aceitar e chegar a um denominador comum. Eu acho que o ANC deve realmente esquecer o passado, uma vez que eles podem conciliar com os opressores e viver em paz, por que não podem perdoar uns aos outros como um ANC ( um dos mais antigos movimentos de libertação na África ) e seguir em frente ", ele perguntou .

O presidente opinou que a única maneira de fazer Mandela feliz em seu túmulo é que o ANC seja capaz de reconciliar suas diferenças e se unir como uma só família e continuar a marcha para a frente. " A unidade entre os negros na África do Sul vai garantir um futuro brilhante para todos os sul-africanos ", ressaltou.

O líder gambiano passou a exortar os jovens africanos a aprender com perseverança e fé de Mandela , dizendo que apesar do fato de que o ícone manteve-se preso nas condições mais desumanas e degradantes, ele não desistiu da luta. Essa luta, segundo ele, a luta de Mandela é uma grande lição para todos os jovens africanos.

"Por que nós temos que lutar na Gâmbia? Temos de lutar contra a pobreza e como podemos combater a pobreza? Você acha que é através de barcos frágeis que navegam no Oceano Atlântico e tornando os seus passageiros um jantar ou café da manhã para um tubarão ou ir para a Europa e começar a falar mal de seus países? Não! Você irá desenvolver o seu país pela perseverança, trabalho duro para que nós possamo-nos levantar  a sair da pobreza porque o governo não pode fazer isso sozinho ", comentou.

Ele no entanto deixou claro que ele não é desencorajador das pessoas de viajar para a Europa, mas em um propósito. Ele disse que se os europeus puderam construir a Europa, assim também podem os Gambianos construir a Gâmbia.

Estiveram presente no aeroporto para receber o presidente Jammeh e delegação que o acompanhou, o vice-presidente e ministro dos Negócios de Mulheres, Sua Excelência Dr. Aja Isatou Njie - Saidy, ministros, dirigentes de instituições e departamentos, chefes de serviços, membros da Assembleia Nacional, altos funcionários do governo, membros do Corpo Diplomático e Consulados, bem como grupos culturais.

Autor: Alieu Ceesay

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Senegal: Ousmane Sow novo membro da Academia de Belas Artes, na França.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Ousmane Sow Beaux Arts

Trinta anos após a eleição de Leopold Sedar Senghor para a Academia Francesa, o escultor senegalês Ousmane Sow foi ontem indicado como o primeiro Africano a se juntar a Academia Francesa de Belas Artes, dedicando seu acolhimento solene " a toda África inteira, a sua diáspora e também ao grande homem, Nelson Mandela. " Antes da cerimônia de posse, o centro cultural e artístico do Instituto da França fez um minuto de silêncio em memória do ex-presidente da África do Sul.

Como membro estrangeiro associado, Ousmane Sow, de 78 anos, foi eleito por unanimidade e na cadeira que pertenceu até então o pintor norte-americano Andrew Wyeth. Em 1999, o trabalho de Ousmane Sow, ficou famoso por suas esculturas em armações de metal com terra maceradas em sua composição, que tem sido objecto de uma grande retrospectiva sobre a "Pont des Arts", em Paris. "Minha nomeação obteve ainda mais valor em meus olhos e vocês tiveram sempre a sabedoria de não introduzir cota racial, étnico ou religioso para eu ser admitido entre vós ", disse o novo acadêmico em seu discurso.

Para o escultor Jean Cardot, Ousmane Sow traz para a Academia de Belas Artes " ( sua ) inteligência e ( seu ) gênio Africano. " "Você é o epítome da riqueza e da maravilhosa diversidade de expressão artística ", disse ainda o Sr. Cardot, em nome da Academia de Belas Artes. A espada foi repassada ao novo acadêmico por Abdou Diouf, Secretário-Geral da Organização Internacional da Francofonia e ex-presidente do Senegal. Desenhado por Ousmane Sow, é um Nuba Africano no processo de realização de um salto, recordando o seu próprio " salto de fé ", quando, com a idade de cinquenta anos, ele desistiu de seu trabalho como fisioterapeuta nos subúrbios de Paris para a sua paixão ao longo da vida, escultura.

Seu hábito acadêmico foi criado e oferecido pelo costureiro Azzedine Alaïa que participou da tomada de posse. Abdoul Aziz Mbaye, o ministro da Cultura, também estava presente.

A Academia de Belas Artes, assim chamada desde 1803, é uma das cinco academias que compõem o Instituto da França para ajudar a constituir a Academia Francesa, a Academia das Ciências, Academia de Inscrições, Belas - Letras e da Academia de Ciências Morais e Políticas.

(AFP)

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