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domingo, 5 de janeiro de 2014

Brasil: Cantor Nelson Ned morre em São Paulo - o corpo vai ser cremado.

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Nelson Ned morre aos 66 anos. Foto: Divulgação

Faleceu na manhã deste domingo (5) Nelson Ned. Ele tinha 66 anos e não resistiu a uma pneumonia. O cantor estava internado desde sábado no Hospital Regional de Cotia, na grande São Paulo.
O corpo de Nelson Ned está sendo velado no cemitério Horto da Paz, em Itapecerica da Serra e será cremado. A cerimônia de cremação está marcada para as 21h deste domingo. Segundo informações do site 'G1', ele morreu às 7h25 em decorrência de "choque septico, sepse, broncopneumonia e acidente vascular cerebral".
"O pequeno gigante da canção", apelido que recebeu por seu 1m12 de altura, nasceu em Ubá (MG) e se consagrou na década de 60 como uma das vozes românticas mais famosas do Brasil, e seu sucesso internacional veio com a gravação de vários discos em espanhol.
Ídolo em países como Argentina, México e Colômbia, entre outros, Nelson Ned enfrentava problemas de saúde há vários anos e que se agravaram em 2003 quando sofreu um acidente vascular cerebral (AVC).
Como consequência do AVC, o intérprete de "Tudo passará" perdeu a visão de um olho e precisava se locomover com a ajuda de uma cadeira de rodas, além de enfrentar diabetes, hipertensão arterial e foi diagnosticado também com Mal de Alzheimer em fase inicial.
Ned se converteu nos anos 90 à religião evangélica e, desde então, interpretava com sucesso músicas do gênero religioso, também em português e espanhol.
Com 45 milhões de cópias de discos vendidos em todo o mundo, Ned foi o primeiro latino-americano a vender um milhão de discos no mercado dos Estados Unidos, onde se apresentou junto com o espanhol Julio Iglesias e o americano Tony Bennett e no qual encheu três vezes o mítico Carnegie Hall, em Nova York.
(com informações da agência EFE)

OPINIÃO: CAUSA DE TROMBOSES E DIABETES NA GUINÉ-BISSAU.

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CD - CENTRO DEMOCRÁTICO

EDUCAR - DEMOCRATIZAR – DESENVOLVER.

O P.A.I.G.C. - PARTIDO AFRICANO PARA INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ E CABO -VERDE.

O P.R.S. - O PARTIDO DA RENOVAÇÃO SOCIAL.

SÃO AS PRINCIPAIS CAUSAS DE TROMBOSES E DE DIABETES NA GUINÉ-BISSAU.

POIS  ANTES  DE  LUTAS  DESCRIMINADAS  INTERNAS  E  A   NÍVEL  NACIONAL  PARA  OS PODERES DESSAS FORMAÇÕES POLITICAS, A SOCIEDADE GUINEENSE ERA SÃ E COESA. 

SÃO ELES OS RESPONSÁVEIS POR DESAGREÇÕES SOCIAIS DOS NÚCLEOS FAMILIARES.

SÃO ELES OS RESPONSÁVEIS PELA DEGRADAÇÃO E A INSTABILIDADE POLITICA NO PAÍS.

C.D. -  CENTRO DEMOCRÁTICO (PARTIDO DE OBRAS).

O PRESIDENTE
Rag. EMPOSSA IÉ (PAULINO).


VIVA  CD : PELA UNIDADE  NACIONAL - PAZ - JUSTIÇA -TRABALHO - PROGRESSO

Eusébio, lendário jogador português, morre aos 71 anos.

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Eusébio da Silva Ferreira, considerado em Portugal o melhor jogador de futebol de todos os tempos, morreu neste domingo aos 71 anos devido a uma parada cardiorrespiratória, informou o Benfica, clube do qual foi jogador.
Conhecido como "Pantera Negra", o jogador tinha sofrido diversos problemas de saúde desde 2012, quando foi hospitalizado por causa de um derrame cerebral enquanto acompanhava a seleção portuguesa na Eurocopa, na Polônia.
Nascido em 1942 na antiga colônia portuguesa, Moçambique, Eusébio se tornou o maior símbolo do futebol português, com o qual conquistou o maior sucesso de sua seleção, o terceiro lugar na Copa do Mundo da Inglaterra, em 1966, no qual foi o artilheiro, com 9 gols. EFE
Em Portugal começou sua trajetória no Benfica, onde foi contratado em 1960 e para o qual jogou no time principal desde os 19 anos.
Ao longo de sua carreira, ganhou 12 Campeonatos Portugueses, cinco Copas de Portugal e a Copa dos Campeões Europeus na temporada 1961-1962, na qual o clube português derrotou por 5 a 3 o Real Madrid de di Stéfano, Puskás e Gento na final em Amsterdã.
Também foi premiado com a Bola de Ouro concedida pela revista francesa "France Football" em 1965, e ficou em segunda lugar na votação final em outras duas ocasiões (1962 e 1966).
Desde sua aposentadoria, participou de vários atos públicos, seguiu como representante e símbolo do Benfica e embaixador da seleção em seus torneios no exterior.
EFE



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Eusébio no Mundial de 1966 no jogo com a Coreia do Norte DR

Eusébio morreu. Eusébio da Silva Ferreira, antigo futebolista do Benfica, morreu na madrugada de domingo em Lisboa, disse à Lusa fonte do clube. A mesma fonte adiantou que Eusébio, 71 anos, morreu às 4h30, vítima de paragem cardiorespiratória. Eusébio estava em casa, sentiu-se mal por volta das 3h30 da manhã e foi chamado o INEM, mas já foi demasiado tarde. O corpo do antigo futebolista deverá ser transportado ainda este domingo para o Estádio da Luz, onde ficará dois dias. O funeral deverá realizar-se na terça-feira. Nascido a 25 de Janeiro de 1942 na então Lourenço Marques, hoje Maputo, Eusébio tornou-se o maior símbolo do futebol português. Vindo de Moçambique, depois de ter jogado no Sporting de Lourenço Marques, chegou ao clube de Lisboa no Inverno de 1960. Foi nessa década que o “Pantera Negra” mais brilhou nos relvados, no Benfica e ao serviço da selecção de Portugal, no Mundial de 1966, onde foi o melhor marcador. Sete vezes melhor goleador do campeonato português (1963/64, 64/65, 65/66, 66/67, 67/68, 69/70 e 72/73), duas vezes melhor marcador europeu (1967/68 e 72/73), Eusébio foi uma vez eleito melhor futebolista europeu mas é considerado um dos maiores futebolistas mundiais de todos dos tempos. Foi 11 vezes campeão nacional pelo Benfica - alinhando em 294 jogos, nos quais marcou 316 golos -, ganhou cinco Taças de Portugal, foi campeão europeu em 1961/62 e finalista da Taça dos Campeões em 1962/63 e 67/68. No total, foram 546 os golos que marcou pela selecção portuguesa e ao serviço dos clubes por que passou. Pelo Benfica, foram 473, em 440 jogos oficiais. Cometeu a proeza de marcar 32 golos em 17 jogos consecutivos, tendo ainda conseguido marcar seis golos no mesmo jogo em três ocasiões. O guarda-redes que mais golos seus sofreu foi Américo, do FC Porto (17). Jogou no Benfica até 1975, tendo depois actuado ainda em clubes da América do Norte, no Beira Mar e no União de Tomar – esta última uma breve experiência que durou até Março de 1978, após o que regressou aos EUA para tentar uma efémera experiência no futebol indoorParticipou em 64 jogos da selecção de Portugal, pela qual se estreou em 8 de Outubro de 1961. No Mundial de 1966, em Inglaterra, em que Portugal foi o  terceiro classificado, venceu o troféu destinado ao melhor marcador da prova, com nove golos, e foi considerado o melhor jogador da competição. Ficou célebre a sua actuação no jogo com a Coreia do Norte, dos quartos-de-final desse mundial, em que marcou quatro golos, contribuindo decisivamente para a vitória de Portugal a por 5-3, depois ter estado a perder por 0-3. "Foi o meu dia", recordou mais tarde,quando, no Mundial de 2010, na África do Sul, a equipa portuguesa voltou a defrontar a asiática.

# publico.pt

Gabão: A visão do Presidente para 2014 - As reformas previstas.

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Les vœux du Président pour 2014 : les réformes à venir

A saudação tradicional do Chefe de Estado do Gabão na televisão é uma oportunidade de assumir grandes reformas que pontuam o ano de 2014. A paz, desenvolvimento e partilha estão no centro do discurso do presidente. Breve resumo do esboço do discurso.

Esta apresentação agora dirigida aos cidadãos gaboneses permite resumir o ano passado, mas também para fazer projeções ao longo dos próximos meses. Entre os assuntos abordados, a saúde tem sido citado como a principal pelo presidente Ali Bongo Ondimba.

2013 " um ano muito denso"

Este discurso televisionado começou em uma pequena folha retratando os 12 meses do ano. O Presidente observou com razão que " muitos projetos têm tomado forma. Eles ajudaram a consolidar ainda mais os fundamentos sobre os quais construímos a cada dia, o tríplice "A paz , desenvolvimento e partilha ".

Entre os principais sucessos inegáveis​​, a implementação da biometria nas últimas eleições locais. Um movimento que ajudou a " consolidar nossa democracia, depois de ter exercício um entendimento consensual envolvendo todas as partes interessadas na política nacional. " A recente eleição do Gabão para a presidência da Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas, também foi o símbolo de " esforços de nossos países para garantir os direitos humanos e proteger o exercício das liberdades individuais e coletivas. "

Finalmente, a captação de recursos na ordem dos 75 bilhões de FCFA realizado pelo Gabão atraindo mercados internacionais (lien ) foi um grande sinal de confiança que vai dar fôlego a " 2014 " para ir mais longe nas reformas e acelerar o ritmo de projetos de desenvolvimento e diversificação da nossa economia. " A entrega recente da barragem do Grand Poubara e da Central Térmica de Alénakiri são exemplos de concretização que podem capitalizar o futuro.

Na mesma linha de idéias, a rota Port-Gentil - Omboué, com mais de 12 km de pontes, vai ligar a capital econômica com o resto da rede rodoviária nacional em expansão. A rota Rally Port-Gentil em breve será uma realidade ", acrescentou o presidente.

Criação de um Conselho Nacional de Educação

Um pouco mais tarde, o presidente quis voltar para a importância do diálogo social, um vetor verdadeiro de serenidade para o progresso econômico e social. É neste sentido que o Chefe de Estado anunciou " a criação e a implementação do Conselho Nacional de Educação, da Formação e Pesquisa que irá agora ser parte da consulta para o tratamento global e definitivo de principais questões relacionadas com a educação e formação no nosso país. "

Extensão Universal da CNAMGS e aumento da ajuda aos mais desfavorecidos

Por fim, o Presidente longamente desenvolveu a questão da protecção social. O ano passado "foi marcado pelo início das inscrições para os empregados do setor privado e do direito de seus dependentes, CNAMGS. Esta afiliação dos nossos compatriotas encarna a extensão universal de cobertura da segurança social em 2014. "Agora, esse segmento da população, após essas dos gaboneses economicamente fracos e dos funcionários públicos, será apoiado.

O Chefe de Estado também pediu ao governo para " acelerar o processo de registro e transferência de competências para o CNSS CNAMGS, sobre benefícios de saúde. "

Outro ponto-chave a par de seus olhos: " acesso direto para a prestação dos cuidados de saúde. " O maior respeito pela atribuição regulamentar das receitas geradas pelas unidades de saúde no serviço público de saúde será analisado de perto.

Para conseguir isso, o presidente do Gabão anunciou a criação de uma " conta especial para investimentos em treinamento de Saneamento Público, a fim de melhorar a qualidade da prestação de cuidados de saúde. " Assim, enquanto apenas 20% é dedicado ao bem-estar e outros recursos são realmente concedidos para os grupos sociais mais desfavorecidos, o presidente está mais determinado: " Isso precisa mudar, e vai mudar em 2014. "

Um discurso especial que promete ser um ano mais uma vez voltado para o objetivo final: a emergência!

Fonte : gabonews.com com a colaboração de PP

GN/14

Angola: O terror continua nas Lundas.

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O supervisor da empresa privada de segurança Bikuar, conhecido como Ratinho, disparou à queima-roupa e atingiu, na cabeça, Maró Maria Franco, de 28 anos. O corpo do motorista inclinou-se ligeiramente para a frente. A cabeça tocou no volante, a chave continuou na ignição. O jovem morreu sentado, por volta das 13h45, na viatura que conduzia, a 27 de Dezembro, na área diamantífera de Calonda, no município do Lucapa, província da Lunda-Norte.

A seu lado, o jovem que o acompanhava, no Toyota Land-Cruiser, saiu ileso.
Matar tem sido o lema entre os guardas das empresas privadas de segurança, ao serviço das companhias diamantíferas, nas Lundas. A impunidade tem sido a palavra de ordem entre os proprietários das referidas empresas, por norma altos oficiais do exército e da Polícia Nacional.
Nesse cortejo de mortes, a diferença tem estado apenas nos detalhes sobre como a vida alheia, nas Lundas, não vale nada.

Segundo depoimentos prestados pelo irmão do malogrado, António Aleluia, de 19 anos, que se fez presente ao local, Maró Maria Franco foi morto porque se recusou a entregar a chave da viatura. O supervisor da Bikuar havia bloqueado a via com outra viatura e exigiu a chave para confisco do Toyota. “O meu irmão disse que estava conduzir na via pública e não tinha nada de entregar as chaves. Foi morto por isso”, reafirmou António Aleluia .

Maró Maria Franco trabalhava para um comprador de diamantes de nacionalidade senegalesa, conhecido localmente como o Boss Petit Ba. Transportou uma equipa de garimpeiros, ao serviço do seu patrão, para uma zona de exploração artesanal. A abordagem fatal aconteceu na sua viagem de regresso.

“Eu fui remover o corpo do meu irmão porque a polícia estava lá no local, incluindo o comandante da Polícia do Sector de Calonda, o intendente Mário Muandumba, mas não fazia nada e as horas passavam”, disse António Aleluia.

“ Só depois de eu ter pegado no corpo, um dos oficiais disse para eu esperar, para eles tirarem dados. Como eu estava muito nervoso, colocaram-me na viatura do próprio comandante Muandumba”, afirmou o irmão da vítima.

Na viatura do comandante encontrava-se já o motorista da Alfa-5, que transportava o supervisor da Bikuar e, segundo depoimentos recolhidos junto da polícia local, terá facilitado também a sua fuga da cena do crime.

A Alfa-5 e a Bikuar prestam serviços privados de segurança à Sociedade Mineira de Angola (Somipa), a empresa diamantífera que actualmente faz a prospecção de diamantes no Calonda.

O General JJ

De acordo com o depoimento de António Aleluia, na viagem de regresso à vila de Calonda, “o comandante Muandumba falou com o general JJ, a quem tratava por sua excelência, para ficar tranquilo. ‘Sua excelência, vou pôr tudo em ordem, fica calmo’ dizia o comandante”.

O general JJ, cuja verdadeira identidade a testemunha desconhecia, é o segundo comandante provincial da Polícia Nacional no Uíge, subcomissário José João. Até recentemente, o subcomissário exercia as mesmas funções na província da Lunda-Norte. É o principal responsável da empresa Bikuar, no relacionamento com as autoridades locais.
Maka Angola tem acompanhado as intervenções pessoais do general JJ junto da polícia local, sempre que os guardas da empresa cometem actos de homicídio e outros crimes.

João Inácio, tio do malogrado, interveio na narrativa para reafirmar o que é um segredo público na Lunda-Norte. “Os donos dessa empresa são o general JJ, o próprio governador provincial da Lunda-Norte, Ernesto Muangala, e o empresário Santos Bikuku. Não vamos esconder a realidade”.

“Essa empresa é um exército clandestino que criaram para dar cabo do povo”, alegou o tio da vítima.

Em reacção ao homicídio, centenas de populares tomaram de assalto o principal acampamento da Bikuar, situado fora do perímetro da mina, tendo os guardas abandonado o local em debandada. Efectivos policiais foram enviados ao local para dispersar a população a tiro, quando estes destruíam e saqueavam o referido acampamento.

Já no comando policial de Calonda, o comandante Muandumba telefonou ao “general JJ”, diante de vários membros da família do malogrado, para negociar uma compensação. “Na nossa presença, o comandante perguntou-nos o que queríamos, para transmitir ao general JJ”.

O tio João Inácio detalhou a conversa entre o padrasto, em representação da família, e o comandante, em nome do subcomissário José João. O padrasto recusou-se a negociar sem a presença dos familiares directos, na altura em viagem para o local, e exigiu apenas o montante devido para a realização das despesas do funeral, avaliadas em um milhão de kwanzas (US $10,000).

“O comandante Muandumba ligou outra vez para o general JJ [o subcomissário] apresentou a proposta e recebeu instruções e um número de telefone para ligar à direcção da Somipa, para a empresa efectuar o pagamento”, revelou João Inácio.

Maka Angola teve acesso às duas notas de entrega de um total de 900,000 kwanzas à família. A nota da Somipa, datada de 31 de Dezembro, indicava a contribuição de 500,000 kwanzas da concessionária diamantífera e foi assinada pelo seu director de operações, Viacheslav Savelyev. A segunda nota, de 400,000 kwanzas, como contribuição da Bikuar, foi assumida pela Esquadra policial de Calonda e assinada pelo seu comandante, Mário Muandumba.

“Venho por intermédio desta informar que Esquadra Policial do Calonda que em função do incidente ocorrido no dia 27 de Dezembro de 2013, às 13:45 que vitimou o cidadão Maró Maria Frank procedemos à entrega de 400,000,00 Kz (quatrocentos mil kwanzas) valores provenientes da direcção da Bikuar à mãe da vítima senhora Maria Tchabua Ngamba (…)”, lia-se na nota de entrega da polícia.

No entanto, os montantes só foram entregues a 2 de Janeiro.

Injecções de Gasolina no Corpo

Apesar dos grandes anúncios de desenvolvimento que têm ocorrido no país, a morte de Maró Maria Franco expôs a falta de uma morgue no município do Lucapa, uma área com mais de 80,000 habitantes e rica em diamantes.

Os familiares tiveram de levar o corpo directamente para casa. O enterro seria realizado no dia seguinte, enquanto aguardavam pela chegada de mais familiares provenientes de Luanda e Cafunfo.

“Para não inflamar e manter o corpo até ao enterro, tínhamos de injectá-lo regularmente com gasolina. É assim que fazemos aqui para conservarmos os nossos mortos até serem enterrados”, explicou João Inácio.


# makaangola

sábado, 4 de janeiro de 2014

O Líder do Movimento Democrático da Guiné Bissau - Silvestre Alves quebra o silêncio.

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# RDP.PT

Gana: Eu não sou rico! - Diz o ministro Mahama.

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elvis ankrah

Elvis Afriyie - Ankrah

O Ministro da Juventude e Desportos, Elvis Afriyie - Ankrah, está fugindo da lista de milionários.

Isto segue uma lista recém-lançada de supostas pessoas mais ricas em Gana, em que o ministro foi avaliado como uma das 13 pessoa mais ricas com valores estimados em cerca de US $ 112 milhões, com nomes apontados como o do presidente John Dramani Mahama e dois de seus irmãos, Ibrahim e Alfred Mahama, no topo da lista.

O indignado Afriyie - nkrah, estava obviamente preocupado com alegações de que era susceptível de atrair para ele um governo que está lutando para afastar-se da marca de corrupção, emitiu um comunicado para negar as alegações.

No comunicado, que foi emitido em 31 de dezembro de 2013, o ministro disse: "Eu não vejo o meu nome aparecer na lista, mesmo que haja uma lista de 10 mil pessoas mais ricas do Gana que foi feita. "

Embora ele alegremente admiti que "Eu não sou pobre ", ele insisti em dizer que "é um absurdo que alguém queira atribuir tal riqueza em seu nome. "

"Eu me considero abençoado, em que pela graça de Deus, eu tenho o suficiente para cuidar de mim e da minha família e de fato, tentar compartilhar com os mais desfavorecidos ".

Sr. Afriyie - Ankrah, que era o gerente da campanha do presidente Mahama durante campanha 2012 campanha eleitoral, disse: " O quê que eu tenho para que alguém me vá classificar como a 13 ª pessoa mais rica do Gana? "

Ele acrescentou que "os números estão sendo cotados para H. E. Presidente Mahama e outros, incluindo Ibrahim Mahama, que todo mundo sabe que é rico, e é ridículo, para dizer isso no mínimo a mim. "

De acordo com ele, ele falou a uma parente no telefone nos Estados Unidos e com o seu marido. Depois de parabenizá-los para a qualificação do Gana para a Copa do Mundo, eles rapidamente aplaudiram para falar-lhe da Forbes.

"Eu ouvi 'Fox ', então eu pensei que eles estavam falando de Fox TV. Quando perguntei se era sobre o sorteio da Copa do Mundo, eles esclareceram que eles queriam dizer Forbes - que citou 20 pessoas mais ricas do Gana ".

Ele também negou alegações de que possuía seis casas em East Legon que ele comprou e pagou a dinheiro, insistiram: "A minha residência na East Legon não é segredo e é fácil de determinar o seu valor. "

Mesmo que ele dissessem essas histórias podem ser destinadas para uma agenda diferente, o ministro indicou que eles estavam afetando-o de outras formas, uma vez que " eu posso me tornar um alvo de meliantes que falsamente acreditam que eu tenho essa quantia em dinheiro. "

Além disso, o Sr. Afriyie - Ankrah notou que ela a revista estava "pronta e disposta a tornar os meus bens conhecidos pelo público.

"É óbvio que esta lista inventada é destinada não só para lançar poeira nos olhos dos ganenses ', mas também calculada para gerar ódio ao H. E. John Mahama e sua família, alguns ministros alvos, bem como NDC em geral ", disse ele, acrescentando que deixou-se a impressão de que a NDC e seus substitutos foram acumulando riquezas.

Por Charles Takyi - Boadu

# http://www.dailyguideghana.com

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Libéria: 2014 o Foco é: agricultura, estradas, energia, água.

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A Presidente Ellen Johnson Sirleaf

A Presidente Sirleaf diz em Reunião com chefes.

A Presidente Ellen Johnson Sirleaf descreveu 2014 como um ano de desenvolvimento e trabalho duro para todos, exortando os liberianos para abraçar o novo ano como um só povo em impulso deste país para o desenvolvimento contínuo e novo.
Ela nomeou a agricultura, estradas, energia e água, como áreas que o governo vai perseguir vigorosamente em 2014, ela destacou a " união de liberianos como um só povo " como um ingrediente vital que vai dar um impulso ( unidade para a frente) para o impulso de desenvolvimento.
De acordo com um comunicado da Mansão Executiva, a Presidente Sirleaf falou na terça-feira, o último dia de 2013, quando uma delegação do Conselho Nacional tradicional da Libéria fez-lhe uma visita de cortesia.
Durante a troca, o presidente pediu aos líderes da nação --- líderes tradicionais, em particular --- para ajudarem a espalhar a mensagem de unidade e desenvolvimento para o seu povo ao longo do campo, instando-os a acelerar um pouco mais em suas áreas, a produção de alimentos.
" Ao produzir mais alimentos , a população local vai ajudar a desenvolver o país através da redução da importação de arroz --- um enorme fardo sobre o governo e as pessoas ", disse ela.
Falando mais cedo, o presidente do Conselho Tradicional, Chefe Zanzan Karwar, disse que a delegação tinha vindo para dizer a presidente o quanto eles apreciam sua administração para o nível de apoio recebido, e agradecer-lhe por assinar a Lei que criou o Conselho Nacional Tradicional da Libéria como uma agência autônoma.
O Conselho vê-se agora como parte do corpo político da Libéria. Ele disse que era por causa do respeito e a confiança depositada na Presidente Sirleaf e nos costumes tradicionais, que se tornou possível a autonomia e o senso de inclusão que engendram ( o criado, provocado ) que desfrutamos hoje .
Como resultado da lei, ele passou a descrever, que o Conselho tem agora apoio orçamental directo do governo, que o apoio ajudou-os a tomar iniciativas significativas incluindo a realização de diálogos de paz , sem ter que implorar para financiamento, eles explicaram.
De acordo com o Chefe, esta é a primeira vez que as pessoas tradicionais foram incluídas no processo de tomada de decisão --- ao contrário do passado, quando foram vistos e tratados como mendigos.
Como sinal de agradecimento por seu apoio ao Conselho, a delegação presenteou a presidente com uma vaca e um saco de produtos produzidos localmente, o arroz processado, mas também ofereceu uma oração especial para a força e sabedoria, enquanto ela dirige os assuntos da nação.
Presidente Karwar foi acompanhado por 12 membros do Conselho, incluindo o Chefe Gbeley Gray de Bomi e Chefe Saah Korsor de Lofa County.

http://www.liberianobserver.com




Gâmbia: BANJUL SAÚDA 2014 em grande estilo.

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A chegada de um novo ano sempre desperta festas tradicionais em todo o mundo com as atividades durante a noite espectacular e esplêndidas ocorrendo nas grandes cidades. É um período em que as pessoas em seus grandes números migram para grandes centros urbanos para se despedir do ano anterior com um adeus e saudar o Ano Novo com alegria e diversão, bem como o renovado senso de compromisso para torná-lo ainda mais retumbante.

Na Gâmbia celebrações tiveram lugar em diferentes cidades, incluindo o subúrbio tradicional a Senegâmbia Área de Desenvolvimento do Turismo ( TDA ), onde Gambianos e turistas acolhem com entusiasmo o início do novo ano. No entanto, a maior celebração para acolher este período especial ocorreu na quarta-feira na Praça 22 de julho em Banjul, com a cortesia do presidente da República, Sua Excelência Sheikh Professor Dr. Yahya Jammeh Alhaji.

Nos últimos anos, a dinâmica das celebrações do Ano Novo na cidade tem mudado um pouco, graças ao Presidente Jammeh que ressuscitou atividades na cidade. Todo Ano Novo, o líder gambiano pessoalmente junta-se a milhares de celebrantes para receber o Ano Novo.

Na quarta-feira, ele se juntou a multidão de Gambianos que convergiram na Praça 22 de julho para passar uma noite toda em atividades que atraiu pessoas de todo o espectro da sociedade. De ministros, incluindo o vice-presidente e ministro de Assuntos da Mulher, o secretário-geral, o chefe do Serviço Civil e ministro da Presidência e Assuntos da Função Pública, secretários permanentes, simpatizantes, turistas e outros espectadores, todos comemoraram o alvorecer do ano de 2014 em uma atmosfera caracterizada pela exibição musical intensa por sempre crescentes artistas Gâmbianos.

Comparecimento do líder gambiano não foi inteiramente concebido para celebrar o evento, mas também para reafirmar o seu apoio incessante aos atores da indústria da arte e cultural do país. Na verdade é por isso que a celebração deste ano foi a mais original e coincidiu com a Semana Cultural de Banjul, uma iniciativa do Conselho da Cidade de Banjul que impulsionou com D750, 000. Isso foi um ponteiro de seu apoio a iniciativas culturais no país.

Falando ao Daily Observer logo após o evento, o SG Momodou Sabally expressou satisfação com as celebrações espetaculares. "Eu acho que este é um evento impressionante, poderoso e bem atendido que eu já testemunhei na Praça aqui e acho que é um evento maravilhoso. Ele mostra paixão e compromisso com o bem-estar de seu povo e de Sua Excelência ", disse ele ao Daily Observer.

A taxa de participação, de acordo com ele, mais uma vez demonstra o amor das pessoas para com o líder gambiano, que descreve o evento como um bom presságio para o Ano Novo. Em sua opinião sobre o ano anterior, ele descreveu como " muito bem sucedida " para o país citando a paz e a segurança existente e foi além dos inúmeros ganhos que foram registrados em termos de evolução do país.

"Nós também temos visto tantas Gambianos se aventurando mais em empreendedorismo e também a cena musical nos trouxe mais estrelas como Bai Babu ", e que voltou graças ao Deus Todo-Poderoso para as conquistas.

Olhando para a frente para um ano mais bem sucedido, SG Sabally disse que sua resolução é viver uma vida mais produtiva e contribuir mais para a realização de projetos de desenvolvimento do país, conforme descrito pelo presidente.

 "Estou particularmente animado com a sua Visão para 2016, que analisa a auto-suficiência alimentar e espero que consigamos uma maior produção no próximo ano, de modo que, em 2016, vamos todos celebrar com o presidente a conquista da auto -suficiência alimentar no país, " prometeu ele.

Autor: Alieu Ceesay

# www.observer.gm

OPINIÃO: Laurinda Hoygaard - Crises podem representar oportunidades para países.

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Laurinda Hoygaard, economista. (Foto: D.R.)

As medidas tomadas pelo Governo angolano para assegurar competitividade no mercado nacional devem ser tidas em conta pelos países do continente na formulação de programas de desenvolvimento.
A economista e docente uni­versitária, Laurinda Hoy­gaard, avalia as implica­ções do desen­volvimento da economia mundial para os países africa­nos. Nesta entrevista, explica como vai conciliar as suas tare­fas universitárias com as novas funções no Departamento Africano do Fundo Monetário Internacional (FMI), onde foi convidada a integrar, por um período de dois anos, o grupo consultivo para a África Sub­sahariana, que corresponde a cerca de 75 por cento do con­tinente.
De que forma a África pode aplicar todo o seu potencial de riqueza para o transformar em vantagens na rela­ção económica com o mundo desen­volvido?
Permita que comece por agrade­cer a oportunidade que me con­cede para falar um pouco sobre tão importantes questões.
A dimensão, segundo territó­rio e terceira maior população mundial e a grande diversidade linguística, cultural, religiosa, política, económica e social desa­conselham a aplicação de mode­los pelos 55 países do continente africano, visando obter vantagens na relação com o mundo desen­volvido.
Infelizmente, muitos paí­ses africanos continuam a ser palco de terríveis conflitos que, sob a capa étnica ou religiosa, são, na verdade, lutas económi­cas motivadas pela ambição de actores internos e externos. Na esfera económica, que se reper­cute, naturalmente, nos planos social e político, o denominador comum a muitos países africanos é a posse de riquezas minerais.
A exploração e comercialização destes minérios está, geralmente, na posse dos conglomerados estrangeiros que alimentam as suas indústrias com estas maté­rias- -primas, pois dão emprego à sua população e criam valor e riqueza que naturalmente os engrandece. A questão é se os ren­dimentos auferidos pelos países africanos por cederem os direitos de exploração e exportação na forma de rendas, salários, juros, lucros e impostos têm dimensão suficiente para alavancar os res­pectivos processos de industria­lização. Por outro lado, apesar de nem todos os países africanos terem a mesma situação, con­sidera-se que a maior parte não possui as competências técni­cas e científicas para transfor­mar todo o potencial existente nos seus subsolos em condições de competitividade e rentabili­dade.
A agricultura africana é outro sector económico em situ­ação desfavorável em compara­ção com os países desenvolvidos. As diferenças na composição dos solos, o acesso à água e os termos de troca entre produtos agríco­las e industriais desfavorecem a agricultura familiar onde está radicada a maioria dos campo­neses. Não podendo alongar-me mais nesta temática gostaria de referir que, em linhas gerais, a estratégia que está a ser seguida em Angola me parece a mais ade­quada para responder à pergunta.
As condições muito sucintamente expressas nos parágrafos anterio­res também se aplicam a Angola. As soluções estão expressas nas prioridades e política económica estabelecidas; 1. estratégia 2000-2015, no plano nacional de desen­volvimento (PND) 2013 – 2017 e nos orçamentos anuais; 2. a redu­ção da dependência da extrac­ção de recursos minerais com o alargamento da base produtiva, incluindo a indústria manufac­tureira; 3. a implementação do fundo soberano e outros meca­nismos financeiros de apoio aos investimentos e ao empresariado nacional; 4. a política de forma­ção de quadros e progressiva implantação da angolanização.
No discurso de fim-de-ano do Presidente da República é par­ticularmente acolhedor o inte­resse e exigência manifestados pelo atendimento prioritário da formação técnica e profissional a todos os níveis. Gostaria de real­çar igualmente outras políticas que visam a inclusão económica e social, a garantia da paz e o reforço da democracia.
O que representa para o continente as mudanças no cenário económico mundial, pós-crise financeira?
A crise no sistema económico mundial afectou e afecta, evi­dentemente, os países africa­nos em geral. Num mundo cada vez mais globalizado, acentu­am-se as interdependências entre os países e, neste caso concreto, a Europa mantém relações privilegiadas com os países africanos no âmbito do grupo ACP – África, Caraíbas e Pacífico. Por outro lado, as cri­ses podem representar oportu­nidades, o que ajuda a justificar progressos que se observam nos domínios da definição de estratégias políticas e econó­micas e também alguns avan­ços no crescimento do produto interno bruto de alguns países.
O estabelecimento de parcerias que reconhecem o princípio do “win-win” na cooperação comer­cial e económica e a indepen­dência dos países africanos em escolher o seu próprio percurso e meios são vitórias importan­tes, embora careçam ainda de ser fortalecidas. Um campo importante da cooperação está associado aos objectivos de desenvolvimento do milé­nio (ODM) e alguns progressos já se alcançaram.
Também considera que a África tem falta de recursos humanos capazes para acelerar o desenvolvimento?
Sim, embora seja necessário rela­tivizar a referida “falta”, por­que nem todos os países têm a mesma quantidade de recur­sos humanos relativamente à sua população e necessidades e a composição da formação tam­bém difere. Quanto à capacidade é também relativa.
O que devem, na verdade, priorizar os governos face ao actual contexto económico e financeiro?
As prioridades dos governos devem estar adequadas aos elementos estruturais e não apenas às conjunturais. Ou, de outro modo, só se estabe­lecem e aplicam prioridades em função de um contexto de conjuntura desde que ali­nhadas com os objectivos de longo – médio prazo. E os pro­blemas da grande maioria dos países africanos residem nas estruturas económicas como já referi.
Considerando que o actual contexto ainda revela crise as medidas a adoptar podem ins­crever-se numa política “key­nesiana” onde o Estado ou os estados têm maior interven­ção na economia estimulando o emprego através do investi­mento e mesmo do consumo. Con­tudo, esta só actua desde que a estrutura económica seja flexí­vel no sentido de ter espaço de alargamento e exista confiança política e social que permita criar efeito multiplicador no investimento privado, nacional e estrangeiro, despoletado pela iniciativa governamental.
A região Austral tem desafios espe­cíficos, atendendo a um quadro com­parativo?
Claro que sim. Cada região, cada país, e dentro destes as suas regiões, têm especifici­dades e devem ser tratados com a atenção particular que merecem. A região austral do continente tem a particulari­dade de existir a África do Sul, país com uma agricultura forte e auto-suficiente para o con­sumo interno. Só a África do Sul detém cerca de um quinto do produto interno bruto de toda a África, que corresponde apenas a um por cento do mun­dial e é o único país africano membro dos BRICS. A África Austral trabalha no sentido de criar complementaridades entre as economias dos 14 paí­ses membros da SADC onde Angola e a África do Sul tam­bém pertencem. Mas existem diferenças grandes pelo que o desafio da integração regional tem que ser estudado e moni­torado com muito cuidado, estabelecendo-se prioridades e prazos para que haja sucesso de forma efectiva.
Uma zona de comércio livre daria res­posta a muitos dos problemas que vivem os países desta comunidade?
Creio que não. A SADC esta­belece estratégias de desen­ volvimento e realiza de forma integrada investimentos em sectores económicos e sociais. Cada país é suposto especiali­zar-se numa esfera de activi­dade. Angola detém a energia. Moçambique os transportes e assim sucessivamente. Quanto ao comércio livre ainda é pre­maturo porque as diferen­ças de condições produtivas e, sobretudo, de produtivi­dade mantêm-se grandes e o grau de complementaridade económica é muito baixo. A África do Sul tem vantagens relativas imensas devido à força da sua estrutura produ­tiva e à correspondente capa­cidade de exportar para os vizinhos. A maior parte dos membros da SADC são impor­tadores líquidos e a elimina­ção de barreiras tarifárias e, em geral, alfandegárias ou outras iria fazer perigar as res­pectivas e débeis capacidades produtivas domésticas.
Quais as responsabilidades de Angola no relançamento económico de África?
Angola não tem responsabi­lidades directas nesta maté­ria. Apesar disso, a política externa de Angola com con­tribuição activa na indepen­dência de países irmãos, na resposta aos frequentes pedi­dos de aconselhamento de esta­distas e altos quadros de países e organizações de África junto das nossas autoridades e nos exemplos dados com a conso­lidação da paz, tem actuado nesta conformidade. As defi­nições de política económica, como se afirmou atrás são bons exemplos. Esperamos que os resultados sejam conforme as intenções.
Estudos indicam um forte potencial em sectores não minerais. Como tor­ná-los verdadeiros ganhos às popu­lações?
Com muito trabalho, muita clareza na definição e aplica­ção das políticas e programas. O Estado tem o papel de faci­litador a desempenhar. Mas, os cidadãos têm o maior papel que é fazer com que as políti­cas e medidas sejam aplicadas.
Poupando, investindo, traba­lhando, voltando a poupar e a investir e trabalhar sempre, com método, de organização e disciplina.
Vê potencial na agricultura nacional como sector estratégico para liderar no futuro o desenvolvimento eco­nómico?
A agricultura é um sector estra­tégico mas não creio que venha a liderar no futuro o desenvolvi­mento económico nacional, pelo menos num futuro próximo. Mas a agricultura tem que se desenvol­ver para alimentar os cidadãos, de forma directa, pelo consumo, e alimentar a indústria forne­cendo produtos para transfor­mar em bens industriais.
As novas atribuições funcionais junto do FMI para o continente africano sig­nificam o quê, concretamente?
Fui convidada pelo Departa­mento Africano do Fundo Mone­tário Internacional para integrar, por um período de dois anos, o grupo consultivo para a África Subsahariana que corresponde a cerca de 75 por cento do conti­nente. O primeiro grupo foi criado há três anos. Cabe a este forta­lecer a parceria do FMI com os países a Sul do Sahara e ajudar a que o FMI seja melhor compre­endido, elabore e aplique polí­ticas económicas que ajudem a garantir resultados mais efica­zes para a região e seus povos. O exercício da função não obriga a tempo integral e posso, por­tanto, continuar a praticar a minha agenda com um pouco mais de sacrifício pela redução do tempo disponível.
Com isso, cessa a colaboração na representação do Banco Mundial em Angola?
Relativamente ao Banco Mundial não tenho colaboração perma­nente. Apenas tenho participado, quando convidada, na realização de alguns estudos e debates sobre temas específicos. (Jornal de Economia & Finanças)
Por: Isaque Lourenço
# Portaldeangola

7ª. Conferência de países africanos tratará de desenvolvimento sustentável.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


África. Foto: Banco Mundial

Encontro com participação de ministros da Economia e das Finanças ocorrerá no fim de março em Abuja, na Nigéria; evento é realizado em parceria com a Comissão Económica das Nações Unidas para África, Uneca.

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova Iorque.*
As Nações Unidas anunciaram a realização de uma conferência internacional em África para tratar da questão do desenvolvimento sustentável e inclusivo no continente.
Participam da Sétima Conferência Conjunta de Ministros da Economia e das Finanças várias delegações e especialistas africanos.
Propostas
A reunião, realizada em parceria com a Comissão Económica da ONU para África, está marcada para começar em 27 de março, em Abuja, capital da Nigéria.
Os organizadores pretendem lançar uma plataforma para legisladores com o objetivo de articular propostas concretas que possam ajudar a implementar o plano acelerado de desenvolvimento da África, Aida (na sigla em inglês).
Segundo especialistas, a razão para a industrialização do continente existe no fato de que a maioria das economias africanas concentra suas atividades nos setores de extração e produção de mercadorias.
O setor primário é caracterizado por baixa produtividade e baixos salários o que levam a uma situação de pobreza dos empregados.
No ano passado, os países-membros foram conclamados a adotar políticas industriais coerentes, além de criarem mecanismos e melhorarem a implementação dessas medidas.
A Conferência da Uneca e dos ministros africanos está marcada para terminar em 1 de abril.
*Apresentação: Denise Costa.

# Rádio ONU

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