Postagem em destaque

MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Bissau desafia empresários portugueses de Sintra a INVESTIR na Guiné.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Basílio Horta e Djarga Seidi em ambiente de boa disposição

«A Guiné-Bissau é uma pérola por descobrir». O autor da frase é Basílio Horta, presidente da Câmara Municipal de Sintra, durante o seminário «Oportunidades de Negócio na Guiné-Bissau», que decorreu hoje naquela vila histórica.   Além do edil, estiveram na mesa de honra, como preletores, Mbala Fernandes, encarregado da Embaixada da Guiné Bissau em Lisboa; Maria José Alvarenga, representante do AICEP (Agência para o INVESTIMENTO e Comércio Externo de Portugal), Djarga Seidi, presidente da Balodiren (Associação de Solidariedade e Apoio à Comunidade Guineense), Eduardo Fernandes, economista e consultor do Governo guineense, e Carlos Fernandes, coordenador do Gabinete de Apoio Empresarial da autarquia de Sintra.  As quatro áreas de INVESTIMENTO  Foi o economista Eduardo Fernandes que explicou as questões de pormenor relacionadas com o plano económico que o Governo apresentou para a próxima década. E identificou as quatro áreas de INVESTIMENTO prioritário: Agricultura/agroindústria; Pescas; Turismo; Minas.  «Na agricultura temos de nos livrar da cujudependência. Com 200 mil toneladas de castanha de caju por ano, a Guiné-Bissau é o maior produtor do Mundo per capita. Mas não pode ser apenas o Caju a sustentar a economia, porque isso nos torna vulneráveis às oscilações bruscas de marcado. Como se prova no caso angolano, petroleodependente, que está a atravessar uma grave crise», referiu Eduardo Fernandes.   Por outro lado, a Guiné-Bissau não pode ser apenas um exportador de caju em bruto para ser processado noutros países. «O nosso caju, que é processado em parte na Índia, é responsável pela criação de 18 mil postos de trabalho naquele país. Imaginem o impacto económico e social se fosse transformado na Guiné-Bissau», juntou Eduardo Fernandes.  Em termos de agricultura, prioridade absoluta para a plantação de arroz, grande responsável pelo desequilíbrio da balança comercial. Em terceiro lugar, o milho, para alimentação das pessoas e do gado. «A Guiné-Bissau dá colheitas duas vezes por ano. É uma aposta segura», juntou Eduardo Fernandes.  Em relação às pescas, a vontade é a criação de uma frota guineense, ou em parceria, em vez da simples venda de licenças a frotas estrangeiras, gestão de stock e criação de indústrias transformadoras.  O Turismo passa por explorar as belezas paisagísticas, com uma fauna e flora ímpares, e nas Minas a extração e exploração de buchite e fosfatos.  Venham visitar Bissau  O encarregado da Embaixada da Guiné-Bissau, Mbala Fernandes, salientou a «estabilidade política» que a Guiné-Bissau atingiu, a «confiança dos credores internacionais», como se comprovou na reunião de dadores de março último, que disponibilizou ajudas de 1,3 mil milhões de euros, as «relações afetivas entre portugueses e guineenses» e a «hospitalidade do povo» do seu país.  «Lanço um desafio aos empresários aqui presentes, o mesmo quando sou abordado por potenciais INVESTIDORES. Vão à Guiné. Conheçam o país, conheçam o povo, sintam o palpitar no local. Depois, seguramente, falemos de negócios», disse. O repto foi aceite e a Câmara Municipal de Sintra vai organizar uma delegação empresarial para visitar a Guiné-Bissau. Mbala Fernandes garantiu ainda que «um potencial investidor encontrará na Embaixada quem o informe, o acompanhe e o encaminhe em todo o processo de investimento». «A administração está a modernizar-se e hoje já temos instrumentos que visam desburocratizar e enquadrar, como a criação da empresa na hora».  Apesar de serem quatro as grandes prioridades no Plano Estratégico do Governo guineense, Mbala Fernandes fez questão de frisar que «para um país que precisa de tudo, qualquer investimento é bem vindo». «Pode ser uma simples tipografia, um pequeno negócio, uma pequena ou média empresa. E todos serão bem vindos. A título individual, em associação empresarial ou através de parcerias com empresários guineenses», juntou.   65 milhões de exportações, 200 mil de importações  Os números são do AICEP: De 2010 a 2014, o investimento de português na Guiné Bissau cresceu à média de 13 por cento. No último ano, as exportações de Portugal para Bissau foram de 65 milhões de euros; as importações de 200 mil. Valores ainda irrisórios e que coloca Portugal muito atrás de outros países INVESTIDORES. Até de Espanha... «Os espanhóis estão a INVESTIR mais do que os portugueses, o que deve servir de alerta. Portugal pode não ter os recursos de outros países, mas tem algo que joga a seu favor: a afetividade e a língua», resumiu Eduardo Fernandes.

Jorge Pessoa e Silva

#abola.pt

Costa do Marfim: Abertura da segunda Edição do Fórum Internacional das Finanças da África Sub-saariana.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Conférence

Abidjan - A Ministra da Economia e das Finanças, Kaba Nialé, representando o Primeiro-Ministro, Daniel Kablan Duncan, procedeu nesta segunda-feira à abertura da segunda edição do Fórum Internacional de finanças na África sub-saariana (sigla em francês - FIFAS), durante uma cerimônia no Sofitel Hotel Marfinense, em Abidjan, na presença do ministro dos Transportes Gaoussou Touré.

Sra. Kaba, que congratulou-se com a escolha da Costa do Marfim para sediar FIFAS 2015, disse que está convicta de ver este fórum traçar as formas de criação de um "modelo financeiro Africano, a fim de impulsionar o desenvolvimento e as economias dos países africanos ".

Ela expressou a expectativa dos governos africanos sobre as conclusões desta reunião, e instou os participantes a se envolverem no trabalho.

"Gostaria de convidar os participantes a seguirem activamente as conferências e a participarem nos debates a fim de obterem o melhor lucro, mas também para fazerem as recomendações", aconselhou Kaba Nial.

Durante três dias, de segunda a quarta-feira, os participantes de vários países africanos discutirão nove temas, incluindo a inclusão financeira como motor do crescimento inclusivo na África sub-saariana ".

Esta segunda edição do FIFAS cujo tema é "criar um modelo financeiro Africano", é co-organizada pela Fundação FinAfrique e Gestão BNI.

ik / AKN / tm

#abidjan.net

Rwanda: o partido no poder favorável a um terceiro mandato do presidente Paul Kagame.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


A FPR (Frente Patriótica Ruandesa), partido no poder, pronunciou-se a favor de um terceiro mandato de Paul Kagamé. © Julie Jacobson/AP/SIPA

Os líderes da Frente Patriótica Ruandesa (FPR), o partido no poder em Ruanda, deu o seu apoio nesta segunda-feira, a uma possível reforma constitucional que permitiria o presidente Paul Kagame buscasse legalmente um terceiro mandato.

O partido do presidente Paul Kagame falou a favor de uma alteração no artigo 101 da Constituição, nesta segunda-feira, 15 de junho de 2015, autorizando-o a concorrer para a eleição presidencial de 2017, de acordo com a Reuters. A decisão foi tomada na sequência de um retiro da FPR de dois dias na periferia de Kigali.

Em seu estado atual, a Constituição ruandesa limita o presidente a dois mandatos de sete anos. Paul Kagame, que foi eleito em 2003 e reeleito em 2010 com uma vitória esmagadora, por isso não poderia buscar um terceiro mandato. No entanto, o ex-chefe do Estado de Ruanda nunca descartou a idéia de modificar o artigo 101, se o povo assim o quizesse. Quadros do Partido haviam "prometido seguir seriamente o debate para emendar a Constituição", escreveram eles no Twitter.

#jeuneafrique.com











domingo, 14 de junho de 2015

Guiné-Bissau busca retomada da cooperação militar com o Brasil.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Foto: Jorge Cardoso - Assessoria de Comunicação Social (Ascom) Ministério da Defesa

A ministra da Defesa da República da Guiné-Bissau, Cadi Seidi, encontrou-se nesta quarta-feira com o colega brasileiro, o ministro Jaques Wagner. A visita teve como principal objetivo a retomada da cooperação militar entre os dois países.
Durante o encontro, o ministro Wagner lembrou o esforço de Guiné-Bissau na reestruturação de suas forças armadas. “Temos experiências exitosas na colaboração com países da África como Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Namíbia. Podemos contribuir no sentido de trazer as boas práticas brasileiras das nossas centenárias Forças Armadas”, completou. Wagner disse ainda que “a África é nosso entorno estratégico e o oceano Atlântico nos une”.
Já a ministra Cadi relatou que gostaria de contar com a experiência brasileira. “Contamos com o vosso apoio e solidariedade. Estamos reorganizando nossas forças armadas, elaborando uma reforma institucional nas áreas de defesa e segurança com novas leis”.
Entre as questões levantadas pela ministra Cadi estão a criação de uma escola de formação de oficiais, o intercâmbio com instituições de ensino militar brasileiro. “Está lançado o desafio, mas para isso tem que haver paz e estabilidade”.
De acordo com a ministra de Guiné-Bissau, o país possui um efetivo das Forças Armadas de 5 mil integrantes. Uma das prioridades do país também é o restabelecimento do serviço militar obrigatório.
Na conversa com o ministro Jaques Wagner, Cadi relatou que seu país possui uma grande área insular com uma rica biodiversidade que contribui para a preservação e reprodução de várias espécies do continente africano.
A ministra está em viagem ao Brasil desde terça-feira (09) quando visitou as instalações do Quartel General do Exército nas áreas de logística, engenharia e serviço militar.  Hoje pela manhã, a ministra foi condecorada com a Ordem do Mérito da Defesa, em comemoração pelos 16 anos do MD.

Durante a estada na capital do país, conhecerá também o Hospital das Forças Armadas, o Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília, a Secretaria de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto, a Chefia de Logística do Ministério da Defesa, e o Colégio Militar de Brasília.

Em abril do ano passado, Guiné-Bissau realizou as primeiras eleições presidenciais após o golpe militar ocorrido em 2012.

#defesanet.com.br


Guiné-Bissau: PR dá posse aos novos membros do conselho de estado e avisa : “Não é aceitável que alguém, ainda que titular de um órgão de soberania, decida pronunciar-se em nome de todas as autoridades guineenses”.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



O Presidente José Mário Vaz conferiu posse esta sexta-feira aos 13 membros do Conselho de Estado da República da Guiné-Bissau, dos quais três por inerência de funções, cinco representantes dos partidos políticos e cinco cidadãos de reconhecida idoneidade.

Na cerimónia de investidura o PR defendeu que as instituições da República devem ser interdependentes e interligadas, sobretudo, num contexto em que a unidade do Estado deve constituir uma realidade inquestionável na superação dos desafios do país.
José Mário Vaz fez questão de sublinhar que “não é aceitável que alguém, ainda que titular de um órgão de soberania, decida pronunciar-se em nome de todas as autoridades guineenses, dos partidos políticos ou do povo guineense, sem mandato para o efeito e sem consulta ou articulação prévia com os órgãos normalmente competentes para tal pronuncio ou posicionamento político.” 
Dessa forma o PR criticou o presidente da Assembleia Nacional Popular que na sua recente visita à Angola, no dia 20 de Maio, apresentou, publicamente, desculpas às autoridades angolanas pelo incidente ocorrido em 2012 que resultou na retirada das tropas da MISSANG que se encontravam em Bissau.

“O mais das vezes, não está em causa a assertividade do que se disse mas sim a legitimidade de quem o diz” considerou JOMAV para a seguir sublinhar que, “há que haver maior responsabilidade, há que haver um esforço de contenção do impulso mediático da vontade de aparecer.”

Para o PR “os titulares dos órgãos de soberania, por vezes, podem ser mais úteis à República se conseguirem manter uma dose adequada deRESERVADescrição: http://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png e discrição na sua conduta pública.”
JOMAV disse que a constituição da república impõe ao Primeiro Magistrado da nação a obrigação de garantir o regular funcionamento do Estado, conferindo-lhe poderes e responsabilidades únicas.
“As instituições públicas devem estar ao serviço dos cidadãos, defendendo a legalidade e combatendo firmemente a impunidade. Porque ninguém está acima da lei”, referiu o PR mencionando que a legitimidade para reclamar as honras e os privilégios, que esta nobre missão proporciona, tem de corresponder a uma cultura de exemplo e de elevados padrões éticos.

Por isso, considerou que este estado de coisas não ajuda aos esforços conjuntos de reabilitação da imagem das instituições do país.
No entanto, afirmou que a confiança dos cidadãos nas instituições da república e nos titulares dos órgãos da soberania depende da eficácia e discrição da atuação do servidor público pautadas pela apresentação de resultados concretos aos cidadãos, pela contenção e por um enorme sentido de Estado.

A estabilidade política e governativa são, segundo José Mário Vaz, resultados de instituições perenes porque são consequências de um Estado de direito no qual a justiça constitui um pilar fundamental.
“Tem que se combater a corrupção, o nepotismo e a impunidade, em suma tem que se fazer justiça perante os prevaricadores, para que possamos ter instituições fortes e estáveis, independentemente de quem nomeadamente as dirija”, exortou.

Aos membros do Conselho de Estado recém empossados, realçou a sua importância, por reunirem um conjunto invejável de qualidades através do qual irão contribuir, de forma determinante, na formação das opiniões do Conselho de Estado (CE).

O Presidente da República prometeu que vai continuar o processo de consultas e que “proximamente” vai reunir-se com o setor privado, com o conselho superior da defesa nacional, com o poder judiciário, com os partidos políticos com e sem assento parlamentar.

#gaznot.com

Guiné-Conacry: DIÁLOGO POLÍTICO - Cheick Sako solicitou a CNEI para parar suas atividades.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

É no quadro de um diálogo político renovado entre o campo presidencial e a oposição republicana para uma eventual saída da crise que a Guiné conheceu nos últimos meses, e que o ministro da Justiça, Cheick Sacko, em uma carta, exigiu a Comissão Nacional Eleitoral Independente, para parar por momento, suas atividades relativas aos preparativos para as eleições locais e presidencial de 2015.


Portanto, em correspondência, o provedor de justiça nacional para a crise na Guiné, também estendeu a mão para os dois protagonistas, o do movimento e da oposição, de que eles devem vir para a mesa de diálogo em 16 de Junho a fim de chegar a um consenso no âmbito da organização destas eleições, e, finalmente, uma verdadeira saída da crise.

Por: Leon KOLIE para GCI
2015-GuineeConakry.Info

Angola: Presidente está em Abu Dhabi.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


Fotografia: Rogério Tuti

Angola e os Emirados Árabes Unidos assinam hoje, em Abu Dhabi, um Acordo Geral de Cooperação que vai definir o âmbito da cooperação pretendida pelos dois países, afirmou ontem o ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, momentos depois do Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, ter desembarcado naquele país, onde cumpre uma visita oficial.

Edeltrudes Costa disse que Angola defende que antes seja assinado o Acordo Geral de Cooperação, para que depois se passe para o memorando de entendimento para a criação da Comissão Bilateral. Edeltrudes Costa referiu que só depois disso são tratados todos os instrumentos que tragam benefícios para ambas as partes. “Essa é, para nós, a grande expectativa dessa visita do Chefe de Estado angolano”, sublinhou.

O Acordo Geral de Cooperação é assinado no Mushirif  Palace, durante conversações oficiais ao mais alto nível. A delegação angolana é chefiada pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, enquanto a dos Emirados Árabes Unidos pelo príncipe herdeiro de Abu Dhabi e vice-comandante das Forças Armadas, Mohammed Bin Zayed Al Nahyan.
Ainda hoje, no período da tarde, o Chefe de Estado angolano e a delegação que o acompanha visitam os projectos da Cidade Ecológica e da Nova Ilha Cultural.

O ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti, disse que se está, neste momento, no início de uma relação importante entre Angola e os Emirados Árabes Unidos, que têm algumas afinidades, como a produção de petróleo, mas sublinhou que a cooperação vai além do ouro negro. Chikoti apontou, como exemplo, a cooperação já existente entre a TAAG e a Emirates, que vai permitir uma boa relação entre as duas companhias aéreas.
O ministro admitiu que os Emirados Árabes Unidos podem apoiar o processo de diversificação da economia angolana. Sem entrar em pormenores sobre o assunto, Georges Chikoti disse apenas que o Acordo Geral de Cooperação vai permitir que os dois países cooperem em muitas áreas, como as dos petróleos e hidrocarbonetos, comércio e turismo, além do já existente entre a TAAG e a Emirates.

Questionado sobre a possibilidade de um acordo para a supressão de vistos nos passaportes de serviço, Chikoti assegurou que o mesmo está previsto, mas a sua assinatura não é para já.

Empresários angolanos

Alguns empresários angolanos acompanham a visita do Presidente da República aos Emirados Árabes Unidos, para que, no local, possam constatar as melhores formas deINVESTIR naquele país do Médio Oriente, ou então colher experiências dos seus homólogos.

Paulo Gaspar, presidente da Associação Agropecuária e Comercial da Huíla, disse que os empresários angolanos têm nos Emirados Árabes Unidos grandes oportunidades, caso consigam fazer parcerias bem estruturadas. Os angolanos, acrescentou, têm muito a ganhar com a parceria dos Emirados Árabes Unidos, porque este é um país com uma economia sólida e estável. “Queremos tirar muitos bons exemplos desse país para podermos fazer também no nosso país”, afirmou. Entre as áreas que podem interessar os empresários angolanos, Paulo Gaspar apontou as energias renováveis, nas quais os Emirados Árabes Unidos têm uma grande experiência, assim como o comércio e o turismo, que pode ser uma das grandes apostas do Executivo para a diversificação da economia.
Paulo Gaspar disse que uma das apostas de Angola é também poder incentivar os empresários dos Emirados Árabes Unidos a investirem no país. “Numa primeira análise que fiz, percebi que eles estão interessados no nosso granito e outras pedras ornamentais que temos. Como sabem, a Huíla é muito forte nesta área.
 
Então, estamos apostados em poder levar daqui empresários que queiram investir em Angola”, referiu.
O empresário anunciou a realização, na primeira quinzena de Outubro, na Huíla, de um fórum de investidores, tendo afirmado que a sua presença em Abu Dhabi serve também para convidar os empresários dos Emirados Árabes Unidos a estarem presentes no fórum, que vai servir para reforçar os laços e estabelecer parcerias mutuamente vantajosas.
Angola mantém boas relações com os Emirados Árabes Unidos, tendo uma Embaixada em Abu Dhabi e um Consulado no Dubai. 

O país árabe também vai abrir, em breve, uma Embaixada em Angola. O pedido de abertura da Embaixada foi formalizado em Março de 2013, em Luanda, pelo ministro dos Negócios Estrangeiros dos Emirados Árabes Unidos, Abdallah Bin Zayed, durante uma audiência que lhe foi concedida pelo Chefe de Estado angolano.

Acordos na  China

Angola e China assinaram acordos sobre a Acta da primeira sessão da Comissão Orientadora para a Cooperação Económica, Técnica e Comercial entre os dois países e o respectivo Memorando de funcionamento, acordos de Cooperação Económica e Técnica, Aviação Civil e também no domínio financeiro.

As partes concordaram em encorajar as empresas a alargarem a cooperação às áreas da indústria, agricultura, pescas, transportes, energia, telecomunicações e cooperação pragmática, de vantagens recíprocas, susceptíveis de contribuir para a diversificação económica de Angola e um maior crescimento da China, potencializando os mecanismos já existentes e buscando outras soluções inovadoras.

Neste contexto, as partes concordaram em apoiar as visitas recíprocas de grupos empresariais dos dois países, promover o estabelecimento de parcerias e encorajar as respectivas associações e câmaras de comércio e empresas a participarem nas exposições e feiras comerciais a ter lugar em ambos os países, recorrendo ao uso dos diversos meios e mecanismos para aumentar o volume do comércio.
Com o objectivo de permitir um maior fluxo nas trocas comerciais e a consequente facilitação do intercâmbio entre os agentes económicos, as instituições académicas e, de um modo geral, entre as sociedades civis dos dois países, os dois Chefes de Estado acordaram que devem prosseguir os trabalhos no sentido de chegar a um acordo de facilitação de vistos entre os respectivos países.

As duas partes concordaram em aprofundar os contactos e a cooperação em assuntos internacionais e regionais no quadro da Organização das Nações Unidas e de outras organizações multilaterais e em prol da promoção de uma ordem política e económica cada vez mais justa e equilibrada em benefício dos respectivos povos e nações. 

Felicitações mútuas


O Presidente Xi Jinping felicitou o homólogo angolano pelo seu papel cada vez mais activo na busca de soluções que concorram para a estabilidade do Continente Africano, bem como pela eleição de Angola a membro não permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidades para o biénio 2015-2016.
O Presidente José Eduardo dos Santos felicitou o homólogo chinês pela sua liderança e clarividência no processo de desenvolvimento político, económico, social e cultural da República Popular da China.

A parte chinesa manifestou igualmente a sua disponibilidade em ajudar Angola a estabelecer um centro piloto de Tecnologia Agrícola, dando prioridade aos projectos de planificação agrícola, cooperação técnica agro-industrial e armazenamento. Para o efeito e no quadro do programa de ajuda ao desenvolvimento, as partes assinaram um acordo de cooperação económica e técnica, prevendo-se a construção de um centro de formação técnica e profissional de quadros.

No âmbito do reforço da cooperação e intercâmbio, Angola considera que a República Popular da China pode ser também um parceiro estratégico no domínio da ciência, da tecnologia e de inovação, designadamente, no desenvolvimento de projectos de investigação e apoio aos centros de pesquisa e na criação de infra-estruturas de investigação de ponta. As partes manifestaram-se  também particularmente interessadas em continuar a trabalhar para o estabelecimento do Instituto Confúcio em Angola.
O Chefe de Estado angolano convidou o seu homólogo chinês a efectuar uma visita de Estado a Angola. O convite foi aceite com satisfação, devendo a respectiva data ser acordada através dos canais diplomáticos.

#jornaldeangola.sapo.ao

sábado, 13 de junho de 2015

Guiné-Bissau empata a zero com a Zâmbia.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

TURMA DE PAULO TORRES CONSEGUE PRIMEIRO PONTO


A seleção da Guiné-Bissau empatou este sábado sem golos com a Zâmbia, na capital daquele país, Lusaca, numa partida a contar para a fase de qualificação da Taça das Nações Africanas (CAN 2017).

O guarda-redes guineense, Jonas Mendes, esteve em destaque, ao defender uma grande penalidade quase no final da partida.

No primeiro jogo da fase de qualificação e mesmo sem treinar, a seleção da Guiné-Bissau conseguiu conquistar o primeiro ponto no Grupo E, depois de uma viagem até à Zâmbia que esteve envolta em polémica.

Os jogadores manifestaram-se indignados na sexta-feira com as dificuldades na viagem de Lisboa, onde se concentraram, até Lusaca.

A equipa treinada pelo português Paulo Torres viajou para Itália e dali para a Etiópia, onde ainda se encontrava na sexta-feira para fazer uma longa viagem de autocarro e chegar à Zâmbia poucas horas antes do jogo.

"Gostava de saber quem escolheu esta rota. Isto é um crime, o que estão a fazer connosco", referiu Zezinho, um dos jogadores, ouvido através de telefone por uma rádio local de Bissau.

Ivanildo, jogador da Académica, também lamentou o sucedido: "Quem escolheu este itinerário não percebe nada de futebol. Nem uma caravana de turistas merece este tratamento".

Os jogadores guineenses tiveram ainda que pagar do seu próprio bolso a estadia num Hotel em Roma.

#record.xl.pt

Cuba: Um mundo melhor não é só possível mas também é imprescindível.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


O Primeiro Vice-Presidente do Conselho de Estado e de Ministro da República de Cuba, Miguel Diaz -Canel Bermúdez


BRUXELAS.—O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, Miguel Díaz-Canel, declarou em 11 de junho, na Cúpula dos Povos, que teve lugar na capital belga, que um mundo melhor não só é possível mas também é imprescindível para a sobrevivência da humanidade.
Na Cúpula, Díaz-Canel transmitiu aos presentes a saudação solidária do líder histórico da Revolução, o comandante-em-chefe Fidel Castro, e também a do presidente cubano, general-de-exército Raúl Castro Ruz.
Díaz-Canel sustentou, ainda, que na América Latina, depois de décadas de luta contra as tentativas de isolar a Revolução Cubana, se iniciaram novos caminhos de transformações em benefício dos povos.
Assinalou que a proclamação da América Latina e o Caribe como Zona de Paz reafirmou os princípios que devem reger entre nossos países e o direito indissolúvel a eleger o sistema político, econômico, social e cultural próprio como condição para assegurar a convivência pacífica.
A reunião coincidiu com a celebração na capital belga da 2ª Cúpula entre a Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) e a União Europeia (UE).
Em uma intervenção amplamente aplaudida, o dirigente reiterou, também, o apoio de seu país à Venezuela, Argentina, Equador, Porto Rico e reafirmou que os cubanos seguiremos reclamando o fim do criminal bloqueio econômico, comercial e financeiro contra nossa nação.
#granma.cu

Moçambique em alerta máximo sobre ameaça da Renamo.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


Presidente Filipe Nyusi. ARQUIVO | NATION MEDIA GROUP

O governo de Moçambique está em alerta máximo após ameaças da oposição, a Renamo, que  pode retomar a luta armada para a mudança.

Os militares e a polícia reforçaram a sua presença na sexta-feira nas cidades de Nampula e Beira, em antecipação a qualquer tipo de violência.

A Renamo disse quinta-feira que usaria a força para impor seu governo nas províncias em que venceu as eleições.

Na quinta-feira, a Renamo prometeu usar a força para instalar seu governo nas províncias do centro e norte, com a criação de uma unidade de polícia e a redistribuição dos seus militares.

O Parlamento moçambicano tinha optado por ficar fora do debate sensível da Renamo em favor da autonomia para as províncias e a descentralização do poder.

A Renamo e a Frelimo no poder já travaram uma guerra de 16 anos que terminou em 1992, na qual se estima que um milhão de pessoas morreram.

Um tempo recorde

A Renamo quer governar as províncias onde venceu na votação presidencial de outubro.

A maioria de seu apoio vem do norte e do centro do país.

A Renamo anunciou na quinta-feira durante a sua Sessão Ordinária do Conselho Nacional que tinha pessoal de combate em todo o país, que poderia contrariar a Frelimo se o governo bloquear o impulso para a autonomia das províncias.

"A disponibilidade de pessoal é para se defender e nós avisamos a Frelimo para não usar qualquer tipo de força para criar agitação nas zonas da Renamo," a Radio VOA citou o porta-voz da Renamo José Manteigas como o relator.

"No caso de o governo usar a força para combater os nossos militares, que estarão disponível para responder em tempo recorde", a estação citou o Sr. Manteigas como que proferiu esse comentário.

O Presidente Filipe Nyusi, sem mencionar a Ranamo, reiterou a sua disponibilidade para se reunir com os líderes da oposição e representantes da sociedade civil para o diálogo.

"É difícil de acreditar que a Renamo fez esses pronunciamentos", disse o Secretário-Geral da Frelimo Eliseu Machava.

#africareview.com



Senegal: Habré sofreu um ataque cardíaco, seus advogados apresentam queixas por não-assistência.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



O ex-presidente do Chade foi vítima de um ataque cardíaco ontem, por volta duas horas. Muitas deficiências foram observadas por parte da administração da prisão na pessoa do diretor da prisão o Cap. Manuel, Ali Ba Konté, mas também pelo médico da prisão, observou o advogados do ex-presidente do Chade.

Srs. Ibrahima Diawara e François Serre, ambos dois conselheiros do Sr. Habré denunciaram o tratamento desumano o qual faz objeto do seu cliente. Daí a sua intenção de dar início a acusação contra o Sr. Ba. A reclamação será depositada na próxima semana anunciou o Sr. Diawara para, entre outros, citar "não assistência à pessoa é perigoso".

Como prova,disseram eles, " o presidente Hissène Habré estava doente na noite de segunda-feira 8, de terça - feira, 9 de junho, chegando na parte da manhã, a Sra Habré constatou o seu estado de saúde e pediu imediatamente ao diretor da prisão para ele ser assistido por um cardiologista. O diretor da prisão manifestou a má vontade evidente e declarou que antes, deve informar previamente a gestão da administração penitenciária. A Sra. Habré respondeu-lhe que face a urgência, ele poderia lidar com isso rapidamente com o médico da prisão. "

No entanto, lamentaram os conselheiros de Habré, eles mesmo "partiram para informar a gestão da administração às 15 horas na terça-feira, e não retornaram até quinta-feira." É o que fez com que a defesa do ex-presidente do Chade, no entanto "diga que o médico da prisão também se recusou a vir. Foi assim que o Presidente Habré passou 48 horas sem tratamento. Na última quinta-feira, às duas da manhã, ele teve uma recaída. Os guardas tentaram, sem sucesso, entrar em contacto com o diretor da prisão que estava inacessível. O médico da prisão mora justamente do outro lado da prisão, os guardas correram para informá-lo. Eles tiveram que voltar para lá 5 vezes antes que o médico concordasse em ir ver o estado de saúde do presidente. Chegando no local, ele então correu para uma equipe de cardiologistas para uma intervenção na emergência, quando eram 5h da manhã ".

Sr. Diawara e Serre informaram que a situação é tal que, seria mais judicial autorizar a transferência de seu cliente em estruturas de emergência capazes de suportar o Sr. Habré, se necessário. Os advogados de defesa lembraram que, neste momento, eles próprios ainda não viram o seu cliente. "Nós encontramos um tratamento que nos assusta. Não é de todo tranquilizador. Nós gostaríamos de informar ao público para que ninguém diga que eu não sei ", eles declararam.

Por Youssoupha MINE

#seneweb.com

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Burkina Faso: A Lei Eleitoral em debate na União Africana. - UA.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



O grupo de contacto internacional sobre o controlo da transição no Burkina se reuniu nesta sexta-feira, em Joanesburgo, à margem da cimeira da UA. Uma reunião durante a qual o grupo discutiu longamente a nova lei eleitoral.
Faz sentido ou não excluir os apoiantes do Presidente Blaise Compaoré nas próximas eleições presidenciais e legislativas no Burkina Faso? Mais de dois meses após a adopção da nova lei eleitoral pelas autoridades de transição, que torna inelegíveis as pessoas que apoiaram a proposta de emenda constitucional de "Blaise", esta questão espinhosa suscita sempre as interrogações de parceiros regionais e internacionais de Burkina.

Sexta-feira, 12 de junho, o grupo de contacto internacional sobre o controlo da transição para Burkina Faso, reuniu-se à margem da 25ª cimeira da União Africana (UA) em Joanesburgo. O objetivo desta reunião foi para fazer um balanço da evolução do processo de transição e o processo eleitoral. Os membros do Grupo de Contacto acolheram por unanimidade o êxito da transição e têm mostrado confiante sobre a realização do primeiro turno das eleições presidenciais e legislativas em 11 de Outubro.

A vizinha Burkina dividida sobre lei eleitoral

Mas eles tiveram também um longo debate sobre a nova lei eleitoral. "O governo Burkinabé (representado por Nebie Moussa, Ministro da Cooperação Regional, etc) explicou isso. Ele não exclui ninguém e todos os candidatos serão submetidos ao Tribunal Constitucional, que decidirá sobre a sua validade ", declarou Smail Chergui, Comissário para a Paz e Segurança da União Africana (UA). De acordo com uma fonte diplomática que participou das discussões, os representantes da Comissão Económica dos Estados Oeste Africano (CEDEAO), mais uma vez expressa a favor das eleições "inclusivas". Os franceses terão eles também reclamado de que  "as eleições abertas também são possíveis." A nível regional, a opinião está mais que dividida. A Costa do Marfim e Senegal se opõe a qualquer exclusão, enquanto Mali e Níger são bastante autoridades favoráveis as autoridades de transição Burkinabés.

"Este debate realmente não tem lugar para acontecer, deu com a língua um diplomata fora da reunião. Todo mundo joga com palavras, mas na realidade, esta medida diz respeito a apenas duas ou três pessoas, cujos nomes não foram mencionados ". Nenhuma personalidade foi mencionada, mas, sem dúvida, o caso de Djibril Bassolé, o ex-ministro das Relações Exteriores de Compaore agora está disputando a presidência, estaria na cabeça de todos.

Além da lei eleitoral, também foi discutida a questão do financiamento eleitoral. Segundo Smail Chergui, ele ainda carece de cerca de vinte milhões de dólares para a organização de eleições, mas a UA, a CEDEAO e a União Económica e Monetária do Oeste Africano (UEMOA) anunciou as suas contribuições para preencher esse vazio.

#jeuneafrique.com

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Nigéria: Boko Haram mata 43 em atentados.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


O novo presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, prometeu acabar com os rebeldes e pôr fim a seis anos de revolta sangrenta.

Pelo menos 43 pessoas foram mortas na terça-feira em ataques do grupo extremista Boko Haram contra três aldeias do nordeste da Nigéria, informaram esta quinta-feira habitantes em fuga citados pela agência France Presse. Dezenas de rebeldes 'jihadistas' que se faziam transportar em motos atacaram as aldeias de Matangale, Buraltima e Dirmant, no estado de Borno, abrindo fogo contra os moradores e saqueando e incendiando casas, disseram as testemunhas. Matangale foi a aldeia mais atingida devido aos agressores terem aberto fogo contra um poço à saída da vila onde os moradores se juntam para ir buscar água potável e para lavarem a roupa. "O número de vítimas poderia ter sido muito mais elevado, não fosse o caso de alguns moradores estarem ausentes devido ao mercado semanal a cerca de 40 quilómetros de distância", disse Bulama Karuye, um dos moradores que fugiu. Centenas de moradores das aldeias atacadas fugiram para Damboa, uma cidade nas proximidades, para procurarem refúgio numa escola primária, disseram ainda os habitantes fugidos. Mais de 150 pessoas já foram mortas pelo Boko Haram desde que, em 29 de maio, o novo Presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, assumiu o poder e prometeu acabar com os rebeldes e pôr fim à revolta sangrenta que já soma seis anos. 

#correiodamanha.pt

Relatório diz que casos de exploração sexual por soldados são frequentes.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Exército francês enfrenta escândalo por abuso de crianças africanas ERIC FEFERBERG/AFP
Soldado francês monta guarda junto a fila de refugiados à espera de abrigo na igreja de Boali, na República Centro-africana, em janeiro de 2014Foto: ERIC FEFERBERG / AFP

Nações Unidas - Soldados das Nações Unidas ofereceram dinheiro e bens materiais a centenas de mulheres em troca de favores sexuais no Haiti e na Libéria, denuncia um relatório interno da ONU.

A experiência de missões de manutenção da paz das Nações Unidas no Haiti (MINUSTAH) e na Libéria (UNMIL) "mostra que estas trocas de natureza sexual são comuns e não são suficientemente denunciados", diz o documento dos serviços de controle interno da ONU (OIOS). O relatório, datado de 15 de maio e ainda confidencial, foi obtido pela AFP e seria publicado em sua forma final na próxima semana.

Tal como indicado no relatório, 231 mulheres haitianas afirmaram ter tido relações sexuais com soldados da paz em troca de serviços ou bens materiais (sapatos, roupas, telefones celulares, computadores pessoais, perfumes).

Para as mulheres nas zonas rurais, "a fome, falta de moradia e privação das necessidades básicas e medicamentos" foram os principais fatores que levaram à prostituição.

Outra pesquisa realizada em Monrovia indica que um quarto entre 489 mulheres, com entre 18 e 30 anos, "realizou transações sexuais com capacetes azuis, geralmente por dinheiro."

Trata-se de uma flagrante violação das regras da ONU, que assegura praticar uma "política de tolerância zero" em relação ao abuso sexual em suas missões e "desaprova fortemente relações sexuais" entre membros das forças de paz e as pessoas que eles protegem.

Este é um problema recorrente 10 anos após o lançamento pela ONU de uma estratégia para combater o abuso sexual em suas missões, que reúnem cerca de 125 mil pessoas no mundo.

Quatro das 16 missões de paz da ONU são particularmente afetadas, de acordo com o relatório: Haiti, República Democrática do Congo, Libéria, Sudão e Sudão do Sul.

#correiobraziliense.com.br

Nigéria e países vizinhos discutem ameaças do Boko Haram.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


O presidente nigeriano Mohammadu Buhari (2) ladeado por homólogos Boni Yayi do Benin (2º a Esquerda), do Níger, Mahamadou Issoufou (2º a Direita) e do Chade, Idriss Deby, depois de participarem na cimeira da Comissão da Bacia do Lago Chade em Abuja, em 11 de junho de 2015. Nigéria solicitou que um de seus comandantes seja colocado no comando de uma nova força regional até que o Boko Haram seja esmagado. PHILIP OJISUA | AFP


Os líderes do Chade, do Níger e do Benin chegaram em Abuja nesta quinta-feira e imediatamente começaram uma reunião sobre a ameaça do Boko Haram ao Presidente anfitrião Muhammadu Buhari.

Presidente Paul Biya dos Camarões, ou o seu representante ainda eram aguardados.

Encontram-se já na Nigéria os presidentes Mohammadou Issoufou do Níger, Idriss Deby do Chade e Boni Yayi do Benin.

A reunião é um follow-up para a visita do presidente Buhari pago ao Chade e Níger na semana passada eo contato com os Camarões sobre a mesma questão.

A reunião a portas fechadas visa chegar a uma resolução sobre a insurgência e as operações da Força Tarefa Conjunta militar e multinacional.

A reunião nesta Quinta-feira estava sendo realizada no salão presidencial do Aeroporto Internacional Nnamdi Azikiwe.

A insurgência

O Presidente Buhari  se reuniu na quarta-feira com o chefe da Defesa Civil, Chefe da Força Aérea Marshall Alex Badeh e o Chief da Força Naval, Usman Jubrin, em preparação para a reunião de quinta-feira com os líderes regionais.

O Secretário Permanente do Ministério da Defesa, o Sr. Ismali Aliyu, confirmou a reunião na noite de quarta-feira, cuja Comissão também discutirá a Bacia do Lago Chade.

Os chefes da Comissão e ministros da Defesa dos países membros tinham anteriormente se reunido em Abuja.

"Discutimos a questão da operacionalização da Força-Tarefa Conjunta Nacional multinacional e citando sua sede em N'Djamena e a contribuição dos Estados envolvidos.

"O objetivo é combater a insurgência dentro dessa região com a finalidade de alcançar a paz, segurança e prosperidade", disse ele

Mais de US $ 30 milhões serão necessários para executar a Tarefa Conjunta militar da Força Multinacional nos próximos 12 meses, o Secretário Executivo da Comissão da Bacia do Lago Chade, Sr. Sanusi Imran Abdullahi, confirmou.

#africareview.com

quarta-feira, 10 de junho de 2015

24 verdades sobre o ISIS e a Al- Qaeda que não querem que você saiba.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

24 verdades sobre o ISIS e a Al- Qaeda que não querem que você saiba. 22339.jpeg


O Estado Islâmico, ISIS ou Daesh, foi criado pela CIA, o MOSSAD e o MI6 para acabar com a Síria. O professor Michel Chossudovsky, economista canadense e diretor do Centro de Investigação sobre a Globalização, de Montreal, enumerou 24 verdades que os governos ocidentais não querem que a população conheça sobre o ISIS ( Estado Islâmico) e a Al-Qaeda… Como é possível que sigam o jogo dos Estados Unidos encaminhado a criar um estado mundial policial? Passando pela destruição de povos, culturas ancestrais e restos de antigas civilizações. A barbárie em sua máxima dimensão.
Michel Chossudovsky/Resumen Latinoamericano/Global Research
COISAS QUE NÃO QUEREM QUE SAIBAMOS SOBRE A AL-QAEDA
1 – Os Estados Unidos apoiaram a Al Qaeda e suas organizações afiliadas durante quase meio século, desde o apogeu da guerra afegano-soviética.
2 – A CIA criou campos de treinamento para a Al-Qaeda no Paquistão. No período de dez anos, desde 1982 até 1992, cerca de 35.000 jihadistas procedentes de 43 países islâmicos foram recrutados pela CIA para lutar na jihad afegã contra a União Soviética.

3 – Desde a época da Administração Reagan, Washington apoiou a rede terrorista islâmica. Ronald Reagan qualificou esses terroristas como “lutadores pela liberdade”.
Os EUA forneceram armas às brigadas islâmicas. Tudo era por “uma boa causa”: a luta contra a União Soviética e a mudança do regime, o que levou ao desaparecimento de um governo secular no Afeganistão.

Apenas precisamos lembrar os filmes de propaganda da época, como o célebre Rambo III…
4 – Os livros de textos jihadistas publicados pela Universidade de Nebraska. Os Estados Unidos gastaram milhões de dólares para fornecer livros de textos repletos de imagens violentas e ensinamentos islâmicos às escolas afegãs.
5 – Osama bin Laden, fundador da Al Qaeda e homem mais odiado dos Estados Unidos, foi recrutado pela CIA em 1979, no próprio começo da guerra jihadista do Afeganistão contra a União Soviética. Na época, Bin Laden tinha 22 anos e foi treinado em um campo de treinamento de guerrilhas patrocinado pela CIA.
Segundo o Professor Chossudovsky, a Al Qaeda se encontrava por trás dos ataques do 11 de setembro. De fato, o ataque terrorista de 2001 proporcionou uma justificativa para uma guerra contra Afeganistão, sob o argumento de que o Afeganistão era um estado patrocinador do terrorismo da Al Qaeda.
6 – O Estado Islâmico ou ISIS era originalmente uma entidade afiliada à Al Qaeda, criada pela inteligência dos Estados Unidos, com o apoio do M16 Britânico, o Mossad Israelense, os serviços da Arábia Saudita (GIP ou Ri’āsat Al-Istikhbarat Al-‘Amah (رئاسة الاستخبارات العامة).
7 – As brigadas do ISIS sempre estiveram envolvidas no apoio à insurgência que os EUA e a OTAN têm dirigido contra o governo sírio de Bashar al Assad.
8 – A OTAN e o Estado Maior da Turquia foram os responsáveis pela contratação de mercenários do ISIS e Al Nusrah desde o início da insurgência síria, em março de 2011.
Segundo fontes da inteligência israelense, publicadas na web DEBKA, esta iniciativa consistiu em: “Uma campanha para recrutar milhares de voluntários muçulmanos em países do Oriente Médio e do mundo mulçumano para lutar junto dos rebeldes sírios. O exército turco aloja estes voluntários, os treina e assegura sua entrada na Síria”.
9 – Existem membros das forças especiais ocidentais e agentes de inteligência ocidentais dentro das fileiras do ISIS. Membros das Forças Especiais Britânicas e do M16 participaram do treinamento dos rebeldes jihadistas na Síria.
10 – Especialistas militares ocidentais contratados pelo Pentágono treinaram os terroristas no uso das armas químicas.
“Os Estados Unidos e alguns aliados europeus estão utilizando contratados da defesa para treinar os rebeldes sírios sobre como assegurar os arsenais de armas químicas na Síria, segundo informou um alto funcionário dos Estados Unidos e vários diplomatas de alto nível à CNN”.
11 – As decapitações brutais realizadas pelos terroristas do ISIS constituem os programas de treinamento patrocinados pela CIA nos campos da Arábia Saudita e Qatar e cujo objetivo é causar pavor e comoção.
12 – Muitos dos criminosos recrutados pelo ISIS são presidiários condenados libertos dos cárceres da Arábia Saudita, país aliado do Ocidente. Entre eles encontram-se cidadãos sauditas condenados à morte, que foram recrutados para se unirem às brigadas terroristas.
13 – Israel apoiou as brigadas do ISIS e Al Nusrah dos Altos do Golán, em sua luta contra o governo de Al-Assad e as forças xiitas da Hezbollah.
Combatentes jihadistas se reúnem regularmente com oficiais das Forças de Defesa Israelenses (FDI), assim como com o primeiro ministro Netanyahu.
O alto comando das FDI reconhece tacitamente que: “elementos da jihad global dentro da Síria, membros do ISIS e Al Nusrah, são apoiados por Israel”.
14 – Os soldados do ISIS dentro da Síria trabalham sob as ordens da aliança militar ocidental. Seu mandato tácito é causar estragos e destruição na Síria e Iraque.
Uma prova disso é a foto em que o senador estadunidense John McCain se reúne com líderes terroristas jihadistas na Síria.
15 – As milícias do ISIS, que atualmente são o alvo de uma campanha de bombardeios dos Estados Unidos e da OTAN sob o manto da “luta contra o terrorismo”, continuam sendo apoiadas secretamente pelo Ocidente.
Forças xiitas que lutam contra o ISIS no Iraque, assim como membros do próprio exército iraquiano denunciaram repetidamente as ajudas militares fornecidas pelos Estados Unidos aos terroristas do ISIS, enquanto combatiam contra eles.
16 – Os bombardeios estadunidenses e aliados não estão apontando o ISIS, mas possuem o objetivo de bombardear a infraestrutura econômica do Iraque e Síria, incluindo suas fábricas e refinarias de petróleo.
17 – O projeto do ISIS de criar um califado faz parte de uma agenda política exterior dos Estados Unidos, que pretende dividir o Iraque e a Síria em territórios separados: um califado islâmico sunita, uma República Árabe xiita e a República do Curdistão.
18 – “A Guerra Global contra o Terrorismo” se apresenta frente à opinião pública como um “choque de civilizações”, uma guerra entre os valores e as religiões quando, na realidade, trata-se de uma guerra de conquista, guiada por objetivos estratégicos e econômicos.
19 – As brigadas terroristas da Al Qaeda, patrocinadas secretamente pelas agências de inteligência ocidentais, foram implantadas no Mali, Níger, Nigéria, República da África Central, Somália e Iêmen para levar o caos a esses países e justificar uma intervenção militar ocidental.
20 – Boko Haram na Nigéria, Al Shabab na Somália, o Grupo de Combate Islâmico da Líbia, (apoiado pela OTAN em 2011), Al Qaeda no Magreb Islâmico e Jemaah Islamiya na Indonésia, entre outros, são grupos afiliados à Al Qaeda, que são secretamente apoiados pela inteligência ocidental.
21 – Os Estados Unidos também estão apoiando organizações terroristas afiliadas à Al Qaeda na região autônoma Uigur, na China. Seu objetivo é desencadear a instabilidade política no oeste da China.
22 – A ameaça terrorista local, como a que vemos nos EUA ou Europa, é uma fabricação promovida pelos governos ocidentais e apoiada pelos meios de comunicação com a finalidade de criar uma atmosfera de medo e intimidação, que leve a uma anulação das liberdades civis e favoreça a instalação de um estado policial.
Por sua vez, as prisões, julgamentos e condenações de “terroristas islâmicos” servem para sustentar a legitimidade do Estado de Segurança Interna dos Estados Unidos e a crescente militarização de suas forças de segurança.
O objetivo final é inculcar na mente de milhões de estadunidenses que o inimigo é real e que a Administração dos Estados Unidos protegerá a vida de seus cidadãos.
O mesmo podemos dizer de países como França, Reino Unido ou Austrália.
23 – A campanha “antiterrorista” contra o Estado Islâmico contribuiu com a demonização dos muçulmanos que, aos olhos da opinião pública ocidental, se associam cada vez mais aos jihadistas, assentando assim as bases para um choque de religiões e civilizações.
24 – Qualquer um que se atreva a questionar a validade da “Guerra Global contra o Terrorismo” é qualificado como terrorista e se vê submetido às leis antiterroristas.
Estabelece-se com isso, um primeiro instrumento para perseguir qualquer tipo de dissidente ideológico, associando-o ao terrorismo.
Esta ferramenta poderá ser estendida posteriormente a qualquer outro tipo de dissidência ideológica.
Como vemos, a administração Obama finalmente impõe um consenso diabólico, com o apoio de seus aliados e do papel cúmplice do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
A imprensa ocidental abraça esse consenso de forma obediente e entusiasta; descreve o Estado Islâmico como uma entidade independente, surgida do nada, um inimigo exterior que ameaça os valores “pacíficos e democráticos” do mundo ocidental.
Criou-se um inimigo que pode aparecer e atuar em qualquer momento, como um fantasma com o qual se assusta a população quando mais convenha e empurrá-la a aceitar qualquer tipo de política repressiva das liberdades e qualquer tipo de ação militarista a serviço dos grandes poderes ocidentais.
E pelo visto, este drama, apenas começou…
Fonte: http://www.resumenlatinoamericano.org/2015/05/26/24-cosas-sobre-isis-y-al-qaeda-que-no-quieren-que-sepas/
Tradução: Partido Comunista Brasileiro (PCB)


#pravda.ru

Sociedade civil denuncia intimidação de jornalistas em Angola.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Diretor e funcionários do jornal "O Crime" estão a ser ouvidos pela Procuradoria angolana pela divulgação de uma reportagem sobre o envolvimento de oficiais da Polícia e das Forças Armadas no contrabando de droga.


Mariano Brás, diretor do semanário independente "O Crime"


Mariano Brás, diretor do jornal independente "O Crime", e Gabriel dos Anjos, editor-chefe da mesma publicação, estão a ser interrogados na Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal (DNIAP) sob a acusação de crimes de abuso da liberdade de imprensa, difamação e injúria a autoridades públicas.
A queixa foi apresentada pelo ministro do Interior de Angola, Ângelo de Veigas Tavares, o chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas, general Sachipengo Nunda, e o vice-procurador-geral militar das Forças Armadas de Angola (FAA), general Hélder Pitta Gróz.
Em causa está a publicação de uma reportagem que denunciava alegados crimes de tráfico e venda de drogas no país. Segundo a publicação, estão envolvidas de altas patentes da Polícia Nacional e das FAA.
O artigo em causa não foi assinado. De acordo com o artigo 73 da Lei de Imprensa, em situações dessa natureza, a responsabilidade civil e criminal deve ser atribuída ao director da publicação.
No entanto, não é essa a interpretação da Procuradoria-Geral da República (PGR) angolana que, num caso inédito, acabou por notificar todos os funcionários do jornal "O Crime", desde repórteres, colaboradores, secretárias e até mesmo empregadas de limpeza, para serem ouvidos no processo.
Intimidação e perseguição
A postura do Ministério Público é, no mínimo, "estranha" para o Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA). A secretária-geral, Luísa Rogério, fala em clima de intimidação e insegurança no seio dos jornalistas.
O funcionamento do jornal pode estar em perigo, "Imaginemos que, por exemplo, todos os jornalistas que vão a tribunal sejam condenado. Não são só jornalistas, são todos os trabalhadores do jornal. Isso é muito preocupante".
Luísa Rogério mostra-se ainda preocupada pelo facto de o Ministério Público ter questionado se o jornal em causa teria alguma ligação com algum partido da oposição.
O SJA vai prestar apoio ao semanário "O Crime" e também vai pedir assistência jurídica à Associação Mãos Livres. "Neste momento está em perigo toda a continuidade e futuro de mais um jornal", sublinha a secretária-geral do sindicato.
Instrumentalização da justiça
O processo contra os jornalistas e demais funcionários da publicação mereceu igualmente a reação da delegação angolana do Instituto de Comunicação Social da África Austral (MISA), uma organização de defesa da liberdade imprensa. Em declarações à DW África, o presidente do MISA-Angola, Alexandre Neto Solombe, disse que o que se passa com o jornal "O Crime" é exemplo claro de como à justiça em Angola é instrumentalizada.

Alexandre Neto Solombe, presidente do MISA-Angola,
"As autoridades deixaram cair este disfarce, esta maquilhagem que durante algum tempo sustentou a imagem do Estado angolano no exterior. E vemos um órgão, que devia usar as denúncias dos jornalistas, a ser instrumentalizado precisamente para a perseguição dos jornalistas", critica.
Para o presidente do MISA-Angola, 2015 afigura-se como um ano bastante preocupante e difícil para o exercício livre da actividade jornalística. "Começa a ser particularmente turbulento para o exercício de um elemento essencial da democracia que neste caso é o exercício da liberdade de imprensa e também de expressão".
Alexandre Solombe lembra também que maio foi um mês marcado pela detenção do jornalista da Rádio Despertar Marcelino Gimbi, em Malanje, e pelo julgamento de Rafael Marques. "Tentaram chantageá-lo e comprometê-lo, aterrorizando-o e desgastando-o para ver se ele desiste de publicar os seus trabalhos", afirma.
#dw.de

Total de visualizações de página