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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

ACABEM COM A ONU!...

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mugabe-deus

A Organização Mundial de Saúde (OMS) apontou hoje os esforços do Zimbabué na luta contra o tabaco e doenças não transmissíveis para justificar a polémica escolha do presidente Robert Mugabe como embaixador da boa-vontade daquela instituição. Uma vergonha. Só falta atribuir tal “galardão” a Kim Jong-un e, a título póstumo, a Adolf Hitler.

Aorganização especializada da ONU, dirigida desde Julho pelo antigo ministro da Saúde da Etiópia, Tedros Adhanom Ghebreyesus, pediu ao criminoso, déspota e ditador Robert Mugabe, de 93 anos, para ser embaixador da boa-vontade e promover a luta contra doenças não transmissíveis como ataques cardíacos e asma em África.
A nomeação suscitou a indignação de activistas que consideram que o sistema de saúde do Zimbabué (tal como todo o país) colapsou durante o regime autoritário de Roberto Mugabe, que está no poder desde 1980.
O Reino Unido, antiga potência colonial, juntou-se hoje às críticas, considerando a decisão da OMS “surpreendente e decepcionante, em particular à luz das sanções dos Estados Unidos da América e da União Europeia contra ele”.
Comunicámos a nossa preocupação ao director-geral da OMS”, indicou um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico.
O activista e defensor dos direitos humanos no Zimbabué, Doug Coltart, escreveu no Twitter: “Um homem que apanha o avião para Singapura para tratamento médico porque destruiu o sistema de saúde do Zimbabué é embaixador da boa-vontade da OMS”.
O sistema de saúde no Zimbabué, como muitos outros serviços públicos, entrou em colapso com o regime de Robert Mugabe. A maior parte dos hospitais tem falta de medicamentos e equipamentos, enfermeiros e médicos ficam muitas vezes sem salários.
Iain Levine, um dos directores da organização não-governamental Human Rights Watch apontou a escolha como “embaraçosa” para a OMS e para o seu director-geral.
No Zimbabué, o principal partido da oposição, MDC, considerou a nomeação “ridícula”. “O sistema de saúde do Zimbabué está numa estado caótico, é um insulto”, declarou à AFP um porta-voz do partido, Obert Gutu.
Mas os criminosos (não têm de facto outro nome) não estão só na ONU. Em Janeiro de 2015 Robert Mugabe assumiu a presidência rotativa da União Africana.
Se o coronel Theoneste Bagosora, acusado de ser o “cérebro” do genocídio ruandês de 1994, que causou mais de 800.000 mortos, foi condenado a prisão perpétua pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) para o Ruanda, que punição deveria ser dada a Robert Mugabe, por exemplo?
Robert Mugabe, tal como Hitler na Europa, começou por ser um dos mais fiáveis governantes africanos, mas depressa resvalou para o autoritarismo.
Nascido na antiga colónia britânica da Rodésia do Sul em 21 de Fevereiro de 1924, durante o reinado de Jorge V, avô de Isabel II, Robert Gabriel Mugabe viria a ser um dos heróis da guerra pela independência do Zimbabué, que travou de 1972 a 1979. O antigo rapaz de etnia shona que vivia a nordeste da cidade de Salisbúria, a actual Harare, capital do país, transformou-se num homem autoritário e apegado ao poder.
Após a proclamação da independência, em 18 de Abril de 1980, Mugabe ainda estendeu a mão à minoria branca do país, mas insistindo sempre em que defendia uma política social para beneficiar a maioria negra, anteriormente marginalizada pelo regime de Ian Smith.
Nos primeiros anos, como primeiro-ministro, enquanto a Presidência cabia ao reverendo Canaan Banana (afastado depois de ser acusado de práticas homossexuais), Mugabe ainda desenvolveu uma política de saúde e de educação considerada exemplar no continente africano.
Durante a década de 1980, Robert Mugabe era tido inclusive pela antiga potência colonial como um dos dirigentes africanos mais fiáveis, mas na viragem do século tudo mudou, depois da rejeição em referendo de um projecto de Constituição que deveria permitir a expropriação de fazendeiros brancos sem direito a qualquer tipo de indemnização.
Foi a partir de Fevereiro de 2000 que o regime enviou antigos combatentes para ocuparem as terras da minoria branca, num processo cheio de arbitrariedades.
A campanha para as legislativas de Junho daquele ano e as ocupações violentas de terras fizeram 32 mortos, em grande parte militantes e simpatizantes do Movimento para a Mudança Democrática (MDC), do líder sindical Morgan Tsvangirai, que se constituiu como uma ameaça para a continuidade do regime.
Depois disso, a violência contra a oposição não cessou. O regime procurou concretizar uma reforma agrária que daria aos negros sem terra, pelo menos em teoria, a quase totalidade das propriedades que eram dos brancos, onde se produzia, em grandes quantidades, tabaco, algodão e cana-de-açúcar. Só que, na prática, muitas dessas herdades foram parar às mãos de generais e de altos quadros da União Nacional Africana do Zimbabué (ZANU-Frente Patriótica), que as deixaram por cultivar ou não as souberam desenvolver.
Foi depois destas invasões que, no fim de Dezembro de 2001, Mugabe incitou o seu partido a fazer uma campanha presidencial como se de uma guerra se tratasse.
Uma série de leis repressivas amordaçou a oposição e o Presidente do Zimbabué firmou uma reputação de ditador equiparável à do zairense Mobutu ou do togolês Gnassingbé Eyadéma.
A pouco e pouco, foi caindo o véu de respeitabilidade que há um quarto de século cobria o antigo aluno dos jesuítas que se julgou talhado para libertar o Zimbabué e que, nessa caminhada, foi neutralizando todos os que poderiam fazer-lhe sombra, como Joshua Nkomo, de etnia ndebele.
A ZANU surgiu, em 1963, de uma cisão verificada na União Popular Africana do Zimbabué (ZAPU), de Nkomo, seis anos mais velho do que Mugabe e que morreu em 1999.
Na primeira parte da década de 1980, perante a quase indiferença internacional, milhares de civis da região de Matabeleland, simpatizantes de Joshua Nkomo, foram mortos pelas tropas governamentais, onde se incluía a famigerada V Brigada, treinada pela Coreia do Norte.
Robert Mugabe, então na plenitude da sua popularidade externa, varreu o episódio da historiografia oficial e, magnânimo, ofereceu em 1987 a Nkomo uma das vice-presidências.
Foi depois de a ZANU ter engolido a ZAPU que veio a acrescentar ao seu nome a pomposa designação de Frente Patriótica, com que actualmente procura perpetuar-se no poder, perante a complacência de governos respeitáveis, como é o da África do Sul.
Em Dezembro de 2008 eram cada vez mais os que pediam a rápida demissão do presidente Robert Mugabe. Ao apelo para que se usasse a força feito por Desmond Tutu, prémio Nobel da Paz, juntou-se a secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice.
Um violento ataque contra Mugabe foi feito pelo arcebispo anglicano Desmond Tutu para quem, “entre outros crimes”, o presidente do Zimbabué “destruiu um país lindo que até foi um celeiro da região”.
Sobre a forma de destituir Mugabe, Tutu disse: “Sim, pela força. Se lhe disserem ‘demita-se’ e ele se recusar a fazê-lo, deveriam afastá-lo militarmente”.
“É tempo de Robert Mugabe partir. Penso que isso é a partir de agora uma evidência”, afirmou Rice, qualificando de “farsa” as negociações sobre o acordo de partilha do poder com a Oposição, depois de uma “eleição simulada”.


Dando o exemplo da assustadora epidemia de cólera, a maior da história segundo a ONU, Rice afirmou que “se isto não é prova para a comunidade internacional defender o que é correcto, a saída de Mugabe, não sei o que será”, acrescentando que “as nações da região têm de o fazer”. Mais de quatro milhões de pessoas fugiram nessa altura do país.
fonte: http://jornalf8.net

GUINÉ-BISSAU: Partidos realizam comício em Bissau para denunciar crise.

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O Colectivo de Partidos Democráticos realiza um comício popular, esta sexta-feira, para denunciar o caos que se instalou na Guiné-Bissau. A declaração foi lida pelo presidente do PAIGC, Domingos Simões Pereira, que acusa o chefe de Estado de promover a internacionalização da crise.




Vinte e um partidos agrupados no Colectivo de Partidos Democráticos dizem que a Guiné-Bissau caminha para o caos e a anarquia e apontam o dedo ao Presidente José Mário Vaz, que acusam de estar a desrespeitar a Constituição da República e os acordos internacionais.
O líder do PAIGC, o antigo primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira, foi quem leu o manifesto do colectivo que hoje se apresentou ao público. No documento todas as críticas foram dirigidas a José Mário Vaz.
"O Presidente da República, José Mário Vaz, após provocar o descrédito das decisões do Supremo Tribunal de Justiça e paralisar o funcionamento da Assembleia Nacional Popular (...) e promoveu a internacionalização da crise ao solicitar a intervenção e mediação da CEDEAO".
Domingos Simões Pereira acusa o Presidente José Mário Vaz de ser o responsável pela crise que se instalou no país: "não quer aplicar o acordo de Conacri, não respeitar a Constituição e de que quer viciar as próximas eleições".
Razões suficientes, na opinião do líder do PAIGC, para a criação do Colectivo de Partidos Democráticos que tem como objectivo "prevenir a instalação do caos e da anarquia, proteger a liberdades fundamentais dos cidadãos e restaurar a democracia e a construção de um Estado de direito democrático".
fonte: RFI

"A China é uma Civilização, e não apenas um País".

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Xi Jinping, em companhia de outros membros do Poliburo, no Palácio do Povo, em Pequim, a 25 de Outubro de 2017. REUTERS/Jason L




REUTERS/Jason Lee
Foi sem surpresas que o Presidente chinês Xi Jinping obteve hoje um novo mandato à frente do Partido Comunista da China (PCC). A cerimónia decorreu no Grande Salão do Palácio do Povo, onde Xi Jinping apresentou os novos membros do Politburo e do Comité Central. Para José Carlos Matias, jornalista em Macau, "pode considerar-se a China, em grande medida, uma Civilisação, e não apenas um País".





"Assumo minha reeleição não só como a aprovação ao meu trabalho, mas também com um estímulo para continuar em frente", declarou Xi Jinping no seu discurso, apresentado na televisão.
O líder do Partido comunista chinês apareceu ladeado por seis membros do Comité Permanente do Politburo, que foi eleito nesta quarta-feira pelo XIX Comité Central do PCC.
Todos os novos membros têm mais de 60 anos, o que deixa prevêr que nenhum deles sucederá a Xi Jinping no próximo Congresso, em 2022.
Lembre-se que nesta Terça -feira, Xi Kinping tornou -se o primeiro dirigente chinês desde Mao Tsé - Tung a ter seu nome incluído nos estatutos do Partido, estando ainda no poder.
"O pensamento de Xi Jinping será a linha ideológica da China e do novo comunismo", afirmou a agência oficial Xinhua.
O jornalista José Carlos Matias, da Radio Macau, afirma que "a China começa a competir com as economias mais avançadas do G7, e esse é um movimento que se poderá acentuar nas próximas décadas".
fonte: RFI

BRASIL: Presidente Temer sente-se mal e é hospitalizado.

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Michel Temer

Sessão na Câmara dos Deputados que debateria acusação contra Presidente brasileiro foi cancelado por falta de quórum
O Presidente brasileiro Michel Temer teve um mal-estar na manhã desta quarta-feira, 25, no Palácio do Planalto e foi levado para o centro cirúrgico de um hospital militar em Brasília.
As primeiras informações, indicam que o problema seria urológico e não tem relação com a obstrução parcial numa artéria coronária que lhe foi diagnosticada nos últimos dias.
Também hoje começava a ser votada na Câmara dos Deputados a acusação contra Temer por obstrução de justiça e organização criminosa, mas a sessão foi adiada por falta de quórum.
Além do presidente, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) também são alvo da Procuradoria-Geral da República.
fonte: VOA

Governo angolano quer reduzir inflação para um dígito, especialistas duvidam.

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A curto prazo é "muito difícil" avisam


A inflação em Angola continua a afectar o dia-a-dia dos angolanos e o Executivo de João Lourenço diz que quer para este ano fazer baixar o nível de inflação de dois, para um dígito, para controlar os preços de bens essenciais da população.
O ministro das Finanças, Archer Mangueira, assegurou que está em curso uma série de medidas para que este objectivo seja concretizado mas especialistas na matéria ouvidos pela VOA duvidam que este objectivo seja alcançado este ano.
Ao falar à imprensa, o ministro das Finanças Archer Mangueira mostrou-se preocupado com o nível actual de inflação e assegurou que o seu pelouro está a trabalhar para que consiga baixar este nível de inflação de dois para um dígito.
"Há um conjunto de medidas que concorrem para o alcance deste objectivo principal e que estão já em curso", disse Mangueira.
Mas o economista Faustino Mumbica diz não acreditar que esta meta seja alcançada pelo menos neste ano económico.
"As medidas mais eficazes para o combate à inflação não devem ser apenas de carácter administrativo mas sobretudo de natureza económica, a aposta na produção nacional, só que nesta altura do ano, no desfecho, falar em baixar a inflação para um digito, para este ano não acredito que seja possível", defendeu.
Para Galvão Branco, outro especialista, enquanto Angola for totalmente dependente do exterior não há qualquer possibilidade de redução da inflação.
"Enquanto formos um país essencialmente dependente de importações e para fazer face a isso temos de recorrer à moeda externa, naturalmente esta questão não se resolve”, advogou, acrescentando "não ser possível assegurar um fundo mercantil essencialmente de bens importados, pela escassez de moeda externa que temos e significa que vai haver alteração e perturbação na oferta de de produtos essenciais".
fonte: VOA

    Quénia vai a votos ao som de protestos.

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    As urnas já abriram no Quénia, mas opositores tentaram impedir o escrutínio em várias assembleias de voto. Presidente Uhuru Kenyatta destacou forças de segurança para garantir a ordem.
    fonte: dw África
    Kenia Krawalle zwischen Protestlern und Polizei (picture-alliance/AP Photo/D.Bandic)
    De manhã cedo, houve confrontos entre a polícia e apoiantes do líder da oposição, Raila Odinga, que apelou ao boicote destas eleições presidenciais por não serem "credíveis". Manifestantes tentaram impedir a votação em várias cidades, montaram barricadas nas ruas e atiraram pedras à polícia, que lançou gás lacrimogéneo para dispersar os protestos.
    O Supremo Tribunal anulou a 8 de agosto as últimas eleições presidenciais, que davam a vitória ao Presidente cessante Uhuru Kenyatta, devido a irregularidades. O líder da oposição pediu reformas na Comissão Eleitoral, mas isso não aconteceu. Por isso, retirou-se das novas eleições.
    Kenia Wahlen Wähler Wahl-Büro
    Fila para votar esta quinta-feira (26.10) numa assembleia de voto em Nairobi, no Quénia
    Num comício em Nairobi, na véspera das eleições, o líder da oposição Raila Odinga prometeu um novo escrutínio nos próximos 90 dias, além de "desobediência civil" e resistência.
    "A resistência torna-se um dever. Se não houver justiça para as pessoas, não haverá paz para o Governo. A partir de hoje vamos transformar a Super Aliança Nacional [a coligação da oposição] num movimento de resistência", afirmou.
    Solução para impasse político
    Entretanto, cresce a tensão política e o receio de que se repitam os atos de violência pós-eleitoral de 2007-2008, em que morreram mais de mil pessoas.
    "Os líderes da oposição jamais aceitarão Kenyatta como líder eleito", diz Pat Thaker, especialista do instituto de pesquisa económica britânico Economist Intelligence Unit. "Eu acredito que a melhor solução agora seria adiar as eleições para o próximo ano. Assim o Supremo Tribunal e a Comissão Eleitoral poderão organizar e criar um ambiente mais transparente para as eleições."
    Esta quarta-feira (25.10), o Supremo Tribunal foi incapaz, por falta de quórum dos magistrados, de alterar a data das presidenciais.
    Outra possível saída para o impasse político, segundo a analista Pat Thaker, seria uma "intervenção" direta da comunidade internacional.
    Mais de 20 milhões de quenianos estão inscritos para a votação desta quinta-feira. O Presidente cessante Uhuru Kenyatta disse que destacaria forças de segurança para garantir a ordem nas eleições presidenciais.

    quarta-feira, 25 de outubro de 2017

    África do Sul: Visita Estado à África do Sul - Uma agenda carregada do Presidente Senegalês Macky Sall.

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    Cidade do Cabo (África do Sul), (APS) - O chefe de estado, presidente Macky Sall, está na Cidade do Cabo, na África do Sul, desde ontem, para uma visita de três dias ao estado, disse o enviado especial da Aps.

    O Presidente Sall é acompanhado pelos Ministros do Interior e da Segurança Pública, Aly Ngouille Ndiaye, Forças Armadas, Dr. Augustin Tine, Infra-estrutura, Transportes Terrestres e Desenclavamento, Abdoulaye Daouda Diallo, Transporte Aéreo, Sra. Maimouna Ndoye Seck, Tourismo, Mame Mbaye Niang e do Comércio, Os Pme, Alioune Sarr.
    A agenda do Chefe de Estado estará carregada durante sua visita de Estado à África do Sul.

    Durante essa visita de três dias, o presidente Macky Sall participará, entre outras coisas, de um fórum de negócios e da assinatura de um memorando de entendimento, a APS registrou.
    O Senegal e África do Sul assinam um memorando de entendimento no campo do turismo antes da realização do fórum de negócios, informa a presidência da República do Senegal. Durante esta visita de estado, várias audiências também estão previstas. Assim, o Chefe de Estado receberá, em audiência, o grupo Transmet, a maior empresa sul-africana de construção e reabilitação das ferrovias, o grupo Mkp South Africa, um investidor na construção de moradias e centros sociais, a companhia Denel Land Systems, especializada na venda de equipamentos militares e cães detectores, e o grupo Nautic e Paramount, especializado em transporte marítimo.

    O Chefe de Estado também se reunirá com a comunidade senegalesa

    fonte: lesoleil.sn

    A política externa americana e suas ações para com a União Soviética e a Rússia.

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    24.10.2017 | Fonte de informações: 

    Pravda.ru

     
    A política externa americana e suas ações para com a União Soviética e a Rússia. 27548.jpeg

    Ensaio introdutório à política externa americana e suas ações para com a União Soviética (no passado) e a Rússia (atualmente)

      
    Fred Leite Siqueira Campos (professor e pesquisador da UFSC)
    Beatriz Marcondes de Azevedo (pós-doutoranda da UFSC)
    Sérgio Roberto Gouveia Lopes (egresso do curso de Relações Internacionais da UFSC)
    Os principais formuladores da política externa dos Estados Unidos, durante os últimos anos da Segunda Guerra Mundial e, posteriormente, na Guerra Fria, estipularam diretrizes à ação do seu país no cenário do pós-guerra. Dentre esses cenários, o principal, em torno do qual giravam todos os demais, dizia respeito à União Soviética. Além disso, convencionou-se, entre os estudiosos do tema, denominar de "estratégia de contenção", o conjunto de políticas e ações levadas a cabo pelos Estados Unidos contra a potência socialista. Esse agregado de políticas seria guiado, principalmente, pelo artigo "The Sources of Soviet Conduct", escrito pelo diplomata estadunidense George Kennan, em 1947, e pelo documento "NSC-68" redigido pelo Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, em 1950.
    Mas, mesmo com o fim da Guerra Fria e da bipolaridade no sistema internacional, esse conjunto de estratégias e políticas teve continuidade e, apesar da mudança de cenário, sua lógica essencial parece não ter mudado. As disposições táticas e as diretrizes de política externa dos Estados Unidos para a Europa Oriental e países da extinta União Soviética possuem traços semelhantes àqueles da antiga "estratégia de contenção", dessa vez tendo como alvo a Federação Russa. Apesar da mudança sistêmica, a política externa dos Estados Unidos naquela região demonstra profunda semelhança com as teorizações geopolíticas do período anterior (DUGIN, 2014).
    Em relação à política externa dos Estados Unidos, na Guerra Fria, é possível afirmar que no seu início, os americanos buscavam compreender a natureza da ameaça soviética e, para tal, o documento "NSC 68" foi um dos primeiros e mais importantes instrumentos para o entendimento das motivações sobre as decisões tomadas pelos norte-americanos sobre essa questão (WELLS, 1979).
    O documento começa com uma breve reflexão sobre o período anterior àquele no qual era escrito. Na sequência, faz-se uma distinção entre o propósito precípuo dos Estados Unidos e a configuração fundamental do Kremlin. Neste sentido, diz-se que o objetivo essencial da potência norte-americana é descrito como o de assegurar a segurança e vitalidade da "sociedade livre" e da dignidade do indivíduo. Além disso, defende-se a ideia de que os Estados Unidos estão determinados a defender as "liberdades individuais, criar as condições para que floresça o sistema democrático" e, se necessário, lutar para defender esse estilo de vida. Sendo assim, se a luta se delineava nesses parâmetros, caberia então aos Estados Unidos se colocarem na posição de liderança mundial, ajudando outros povos do "mundo livre" no desenvolvimento de capacidade militar e moral para que seja resguardada a segurança nacional norte-americana e para que a União Soviética tomasse conhecimento da "falsidade de suas crenças" e se acomodasse ao sistema internacional, convivendo de forma pacífica com os demais países e abandonando os seus desígnios. O documento revela, ainda, que a política externa norte-americana não objetivava a subjugação do povo russo, o que poderia fazê-lo apoiar ainda mais o "governo que os oprimia", mas, auxiliá-lo a conseguir uma nova chance de seguir rumos diferentes na sua comunidade nacional.
    Ao prosseguir na estratégia delineada para os Estados Unidos, o documento propõe o fortalecimento econômico e defensivo da Europa Ocidental e, sobretudo, da Grã-Bretanha. Assim, seria de suma importância que os aliados ou potenciais aliados dos americanos não caíssem em condições de neutralidade, o que potencializaria o perigo do domínio soviético. Entende-se que se isso viesse a acontecer com a Alemanha, as consequências para a Europa e, posteriormente para os Estados Unidos, seriam catastróficas. Em relação à Ásia, seria recomendado o fortalecimento dos governos "moderados" daquele continente e, também, o fortalecimento social, das instituições e economias para que os recursos materiais e humanos daquela região pudessem ser melhor utilizados.
    Assim, resumindo-se a prática da política externa dos Estados Unidos (no passado e atualmente), têm-se os seguintes pontos: a defesa dos valores da "democracia e liberdade do indivíduo contra o totalitarismo"; o auxílio dos Estados Unidos ao desenvolvimento militar, econômico e moral do "mundo livre"; a insuficiência da vitória militar; a necessidade de reeducar os povos segundo os valores Ocidentais, para que a União Soviética (no passado) e a Rússia (atualmente) não se expandisse; o fortalecimento da Europa Ocidental, especialmente Reino Unido e Alemanha, já que, se o país germânico se tornasse neutro ou aliado da União Soviética (Rússia), essa teria predominância na Europa, produzindo uma "grande catástrofe" à segurança nacional norte-americana.

    Presidente da federação guineense de futebol em liberdade.

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    Na Guiné-Bissau depois de seis adiamentos por falta de comparência de Manuel Nascimento Lopes, "Manelinho", que é o presidente da federação guineense de futebol, o tribunal regional da capital iniciou hoje o julgamento do dirigente desportivo que é acusado de agressão e lesões corporais a um cidadão idoso.




    O caso remonta a 2011 e só agora vai ao julgamento depois de Manelinho ter sido detido, ontem, pela policia judiciaria em cumprimento da ordem do tribunal.
    O julgamento de Manuel Nascimento Lopes, Manelinho, preencheu a actualidade informativa esta terça-feira na Guiné-Bissau, com dezenas de pessoas a afluírem ao Tribunal Regional de Bissau, lotando por completo a sala para acompanhar ao vivo a sessão.
    Conduzido sob custódia das celas da polícia judiciária onde passou a noite de segunda para terça-feira para a sala do julgamento, "Manelinho" como é conhecido, chegou tranquilo e sentou-se no banco dos réus, mas não respondeu às questões da juíza titular do caso.
    O advogado que o acompanhava, um estagiário, apenas disse que o dirigente federativo poderia responder na presença do seu representante legal, o advogado Basilio Sanca, que é também o bastonário dos advogados da Guiné-Bissau.
    Basílio Sanca encontra-se em viagem no estrangeiro.
    A sessão do julgamento que acabou por ser preenchida apenas com apresentações dos factos por parte do agredido e do seu advogado, foi interrompida, quase três horas depois, para ser retomada no próximo dia 03 de novembro.
    Mas, até lá, o tribunal decidiu aplicar algumas medidas de coacção a "Manelinho": Apresentação no tribunal duas vezes por semana, impedimento de viajar e retenção do passaporte.
    fonte: RFI

    Secretário-geral da ONU na RCA com mensagem de estabilidade.

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    O secretário-geral da ONU, o português António Guterres, está em visita à República centro-africana, para se inteirar sobre a situação de segurança local, devido à instabilidade e também aos desafios humanitários, naquele país, donde saíram há um ano soldados franceses, mas, que dispõe, duma missão das Nações Unidas, MINUSCA.




    O secretário-geral das Nações Unidas, o português, António Guterres, chegou esta terça-feira, 24 de outubro, a Bangui, capital da República centro-africana, no quadro da sua primeira visita, àquele país, desde que assumiu funções, em janeiro.
    Mas, António Guterres, está em terreno conhecido, pois, visitou no passado, a RCA, quando era Alto Comissário da ONU para os refugiados.
    Foi assim recebido por uma efusiva multidão à sua chegada hoje ao aeroporto, no norte da capital, Bangui, nesta sua operação de manutenção da paz, na República centro-africana.
    Durante 4 dias, António Guterres, vai inteirar-se da situação naquele país, onde as milícias voltaram a criar uma situação de instabilidade, com cenas de violência, em Bangassou, no sudeste, que nas últimas semanas, fizeram dezenas de mortos.
    O secretário-geral da ONU, António Guterres, encontrar-se-á, com as autoridades do país, as diferentes partes no conflito, a sociedade civil e visitará, a MINUSCA, missão das Nações Unidas na Centro-africana, mas também, com militares da União europeia, que formam o exército nacional centro-africano.
    A chegada de António Guterres, à RCA, coincide com o dia ONU, organização mundial, proclamada, em 1947, portanto, há 70 anos.
    O caboverdiano, Vladimir Monteiro, porta-voz da MINUSCA, missão das Nações Unidas, em entrevista à RFI, comenta esta visita do secretário-geral da ONU, que vai inteirar-se da situação de "segurança, devido à instabilidade" naquele país.
    fonte: RFI

    Brasil: Por que o Presidente Temer deve vencer mais uma vez?

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    Falta de pressão popular, desorganização da oposição e ausência de alternativa devem garantir mais uma vez na Câmara a sobrevida de um presidente denunciado criminalmente e que amarga recordes de desaprovação.
    fonte: DW África
    O presidente Michel Temer: gravidade do caso não deve influenciar cálculos da maior parte dos deputados
    O presidente Michel Temer: gravidade do caso não deve influenciar cálculos da maior parte dos deputados
    Michel Temer deve sobreviver mais uma vez. Pouco antes de a Câmara votar a segunda denúncia criminal contra presidente, o Planalto não esconde sua confiança em mais uma vitória. Entre os oposicionistas, são poucos que apostam que um número mínimo de 342 deputados vai aceitar as acusações e votar pelo afastamento do presidente.
    Nesta quarta-feira (25/10), a dúvida parece ser apenas se Temer vai ser capaz de repetir os 263 votosreunidos na primeira denúncia, em agosto.    
    Mesmo amargando uma taxa de apoio popular que mal alcança 3%, digna de decretar a morte de um governo, Temer deve conseguir costurar a nova vitória graças aos mesmos fatores que prevaleceram na primeira votação: a ausência de pressão popular, a distribuição da favores aos deputados, a falta de uma alternativa e a fraqueza da oposição.
    Nenhum desses fatores mudou de agosto até a data desta segunda votação. Em alguns casos, eles foram até mesmo reforçados, ainda que as acusações desta vez sejam mais severas.
    Enquanto a primeira denúncia por corrupção focalizava em dois episódios - a conversa entre Temer e o empresário Joesley Batista e a prisão de um ex-assessor do presidente flagrado com uma mala de dinheiro -, a segunda leva de acusações detalha um grande esquema de desvios que se estendeu por 15 anos.
    "É um caso bem mais grave, e diz muito sobre o caráter do presidente", afirma o professor de direito constitucional Rubens Glezer, da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo.
    Mas a gravidade do caso não deve influenciar substancialmente os cálculos da maior parte dos deputados. São vários os motivos por que Temer deve sobreviver.
    A falta de uma alternativa
    Nas semanas que antecederam a votação da primeira denúncia, a imprensa e o mundo político especularam possíveis nomes que poderiam substituir Temer. Eram figuras como presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) ou até mesmo o ex-ministro Nelson Jobim. Nenhum desses nomes gerou concesso entre a classe política e as próprias figuras não se mostraram muito interessadas.
    Desta vez, nem sequer houve uma discussão sobre possíveis substitutos e nenhum nome se apresentou para suceder Temer. No caso do impeachment de Dilma Rousseff, a presença de um vice e o comportamento ambicioso de Temer ofereceram ao mundo político uma alternativa para colocar no lugar da petista. Temer simplesmente não tem um Temer como adversário.
    "Não aparecem alternativas no meio político, nas lideranças sociais e na sociedade civil para substituir Temer", afirma o cientista político suíço Rolf Rauschenbach, do Centro Latino-Americano da Universidade de St. Gallen.  
    A distribuição de favores e agrados
    Temer mais uma vez repetiu o que já havia feito em junho e julho: distribuiu emendas parlamentares (verbas que são pedidas pelos deputados para uso em suas bases eleitorais) e ofertou cargos para garantir apoios de deputados. Na véspera da primeira denúncia, o presidente distribuiu 4,4 bilhões de reais. Desta vez, os valores foram um pouco mais "modestos", totalizando 1,8 bilhão em setembro e outubro.
    E assim como ocorreu na primeira votação, Temer voltou a atender a pedidos de bancadas da Câmara, em especial a ruralista, que reúne mais de 200 votos. Em agosto, uma primeira leva de agrados já havia garantido 146 votos da bancada.
    A oposição simplesmente não conta com uma máquina semelhante. Ela também não desenhou um plano de divisão das áreas do governo em uma eventual nova administração, ou uma espécie de "cheque pré-datado" para conquistar deputados interessados em favores, como Temer e seu círculo haviam feito ainda na articulação para afastar Dilma.
    A reação do mundo político contra a PGR
    Na sua derradeira distribuição de "flechadas", o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot também apresentou duas novas denúncias contra os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, além de outros nomes do PT, do PMDB e do PP. Isso ampliou o discurso de vitimização que já vinha sendo usado por parte da classe política.
    "O universo político em geral não gostou do que Janot fez", afirma o cientista político Rodrigo Prando, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, sugerindo que parte da oposição também atingida pelas denúncias não deve se empenhar pela aprovação de "mais uma denúncia do Janot".
    Essa leva de denúncias foi apresentada depois de concluída a segunda votação, o que deve dificultar mudanças de posição entre deputados que votaram a favor de Temer e que temem ser alvos da Justiça.
    O comportamento da oposição  
    A fraqueza da oposição em pressionar pelo afastamento de Temer ficou evidente na primeira votação. Vários deputados conseguiram bastante exposição ao discursar contra o presidente, mas nenhum deles emergiu como um grande articulador ou estrategista para reunir votos contra o Planalto, tal como Eduardo Cunha no caso do impeachment de Dilma.
    Dois meses depois da vitória do Planalto, a oposição só tem oferecer mais uma tentativa de articular um esvaziamento da sessão de votação para pressionar por um adiamento. Em agosto, a tática fracassou quando vários deputados simplesmente ignoraram o plano.
    E mais uma vez a oposição não apresentou uma proposta para a substituição de Temer. Nos bastidores, muitos rejeitam uma eventual ascensão de Maia, que poderia fortalecer o DEM e mudar o xadrez eleitoral de 2018.    
    A linha de frente contra Temer também continua sendo ocupada pelo PSOL e a Rede, que, apesar de barulhentos, não têm influência suficiente. A fraqueza e falta de empenho de parte da oposição, em especial dos deputados do PT, já levantou acusações de que alguns deputados estão apenas interessados em deixar Temer "sangrar" até 2018.
    Silêncio das ruas
    Temer pode ser o presidente mais impopular da história recente do Brasil, segundo algumas pesquisas, mas nos últimos meses as ruas não refletiram esse quadro. Na votação da primeira denúncia, apenas um manifestante solitário ocupou a Esplanada dos Ministérios para pedir a saída do presidente. Simplesmente não ocorreram protestos como na derrocada de Dilma.
    E mais uma vez os deputados vão votar sem qualquer pressão das ruas. Os grupos de direita que organizaram as convocações contra Dilma decidiram novamente não convocar manifestantes. Entre a esquerda, apenas algumas poucas manifestações localizadas devem ocorrer nesta quarta-feira, em contraste com os atos rotineiros em apoio ao ex-presidente Lula.   
    E assim como ocorreu na primeira denúncia, nenhuma grande entidade empresarial se manifestou a favor da saída de Temer. "Com sinais, embora ainda tímidos, de recuperação da economia, o incentivo para que o empresariado deseje a saída de Temer é ainda menor", afirma o cientista político Prando.
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    Termina mais uma fase do julgamento dos angolanos acusados de pertencerem ao Estado Islâmico.

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

    Os seis muçulmanos angolanos ensinavam o Islão nas ruas e nas redes sociais. Segundo a defesa, não se pode fazer uma acusação baseando-se em provas virtuais.
    fonte: DW África
    Provinzgericht in Luanda (Tribunal Provincial de Luanda) (DW/N. Sul d'Angola)
    Tribunal Provincial de Luanda
    Terminou na noite desta terça-feira (24), a  fase de produção de provas do julgamento dos seis jovens angolanos acusados de jurar fidelidade ao grupo extremista Estado Islâmico (EI). O tribunal questionou a relação dos declarantes com os réus, assim como o objetivo da página do Facebook "Predicar Angola". Segundo os acusados, a página tem a finalidade de pregar a fé Islâmica.
    Provas virtuais
    À imprensa, Ismael Campos, um dos declarantes, disse que a acusação que pesa sobre os seis muçulmanos angolanos não tem nenhum fundamento, somente porque os arguidos ensinavam o Islão nas ruas e nas redes sociais. "Acho que é uma acusação basicamente vaga. Não se pode fazer uma acusação dessa dimensão baseando-se em provas virtuais. Não se pode fazer uma acusação baseando-se num livro muitas vezes comprado em livrarias públicas”, explicou.
    Campos disse ainda que o Islão não compactua com o extremismo. O muçulmano angolano afirmou que os seus "irmãos” estão a ser acusados de pertencerem à organização terrorista por causa de uma suposta "diabolização contra a religião, que alega ser criada pela imprensa”.
    Crime ou preconceito?
    Angola - Gericht (DW/B. Ndomba)
    O jovem declarou que os crimes dos cidadãos não devem ser associados às suas crenças. "Em todo sítio, onde há criminosos, podemos encontrar pessoas de diferentes denominações e confissões religiosas. Porquê é que se um muçulmano comete um crime, é sempre associado à religião?”, questionou.
    De acordo com a acusação, datada de 26 de abril, os suspeitos criaram em 2015, em Angola, o "Grupo muçulmano radical denominado 'Street Da Was'".
    Para o presidente da Comunidade Islâmica em Angola, Mateta Nzola, que também foi constituído declarante,  o grupo pregava apenas o evangelho. Ele desconhece, no entanto, a informação de que seus fiéis se tenham aliado ao Estado Islâmico.
    A próxima sessão foi marcada para o dia 8 de novembro, e será o dia das alegações finais.

    «AFINAL QUEM MANDOU MATAR AMÍLCAR CABRAL?» "BEM, ESTAMOS TRAMADOS", RESPONDEU ANTÓNIO SPÍNOLA AO SABER DO ASSASSÍNIO DE AMÍLCAR CABRAL.

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    A reação de António de Spínola ao saber da morte do líder do PAIGC, Amílcar Cabral, assassinado em circunstâncias nunca totalmente esclarecidas a 20 de janeiro de 1973, em Conacri, foi clara: "bem, estamos tramados".

    A reação do na altura comandante militar na então província portuguesa da Guiné consta do livro "A PIDE no Xadrez Africano" da historiadora espanhola María José Tíscar, saída de uma conversa com o também então inspetor da polícia secreta do regime português António Fragoso Allas, em que dá conta de ações e subversões praticados por Portugal para manter o império em África e abafar os movimentos independentistas (1961/74).

    Segundo Allas, não foram os portugueses que mataram o então líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) - o inspetor nega que tenha havido "mão da PIDE" -, atribuindo responsabilidades aos "guineenses dissidentes" do movimento de Amílcar Cabral.

    Conosaba/Lusa

    Spínola


    CASO "MANELINHO":: JULGAMENTO ADIADO PARA 3 DE NOVEMBRO E TRIBUNAL DECIDIU APLICAR ALGUMAS MEDIDAS DE COAÇÃO.

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    Na Guiné-Bissau depois de seis adiamentos por falta de comparência de Manuel Nascimento Lopes, "Manelinho", que é o presidente da federação guineense de futebol, o tribunal regional da capital iniciou hoje o julgamento do dirigente desportivo que é acusado de agressão e lesões corporais a um cidadão idoso.

    O caso remonta a 2011 e só agora vai ao julgamento depois de Manelinho ter sido detido, ontem, pela policia judiciaria em cumprimento da ordem do tribunal.

    O julgamento de Manuel Nascimento Lopes, Manelinho, preencheu a actualidade informativa esta terça-feira na Guiné-Bissau, com dezenas de pessoas a afluírem ao Tribunal Regional de Bissau, lotando por completo a sala para acompanhar ao vivo a sessão.

    Conduzido sob custódia das celas da polícia judiciária onde passou a noite de segunda para terça-feira para a sala do julgamento, "Manelinho" como é conhecido, chegou tranquilo e sentou-se no banco dos réus, mas não respondeu às questões da juíza titular do caso.

    O advogado que o acompanhava, um estagiário, apenas disse que o dirigente federativo poderia responder na presença do seu representante legal, o advogado Basilio Sanca, que é também o bastonário dos advogados da Guiné-Bissau.

    Basílio Sanca encontra-se em viagem no estrangeiro.

    A sessão do julgamento que acabou por ser preenchida apenas com apresentações dos factos por parte do agredido e do seu advogado, foi interrompida, quase três horas depois, para ser retomada no próximo dia 03 de novembro.

    Mas, até lá, o tribunal decidiu aplicar algumas medidas de coacção a "Manelinho": Apresentação no tribunal duas vezes por semana, impedimento de viajar e retenção do passaporte.

    Conosaba/RFI.

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