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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... O combate aos incêndios está prestes a entrar numa nova fase em Kins...
quarta-feira, 18 de janeiro de 2023
ANGOLA: HÁ, OU NÃO, CARENCIADOS NO BAILUNDO?
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Dezanove mil famílias carenciadas da comuna do Lunje, município do Bailundo, província do Huambo, foram cadastradas para beneficiarem do Programa de Fortalecimento de Protecção Social (Kwenda).
OPrograma de Fortalecimento de Protecção Social “Kwenda” prevê assistir, no município do Bailundo, um total de 80.670 famílias carenciadas, segundo a Angop. Ora, se o concelho do Bailundo tem cerca de 380 mil habitantes, se cada família tem – no mínimo – quatro pessoas, quer dizer que quase toda a população é carenciada. Isto ao fim de 47 anos de governo do MPLA.
A directora do Instituto de Desenvolvimento Local (FAS) na província do Huambo, Chimuma de Oliveira, que falava à imprensa, disse que o Kwenda está a permitir a redução dos índices de pobreza nas famílias, com a transferência, de três em três meses, de um total de 25.500 Kwanzas para cada uma delas.
Disse também que, após o cadastramento, serão cumpridas algumas acções burocráticas, desde a escrita correcta dos nomes e das aldeias em que estão localizadas, de modo a não dificultar a entrega dos valores monetários.
Chimuma de Oliveira referiu que o processo contou com a ajuda da Administração municipal do Bailundo e da comissão de moradores, por ainda existirem dificuldades no acesso a algumas localidades e apelou às famílias para saberem usar o montante a ser entregue, nos próximos dias, pois visa, sobretudo, a promoção da auto-sustentabilidade.
Até ao momento, disse, foram cadastradas, no município do Bailundo, 13.737 famílias carenciadas da comuna de Luvemba, que já beneficiam das transferências sociais monetárias.
Por seu turno, o administrador comunal do Lunje, Adelino Cambuta, disse que a acção vai permitir o combate à pobreza na comunidade, numa altura em que já foram cadastradas maior parte das famílias vulneráveis das 164 aldeias da localidade.
Alertou aos beneficiários a utilizarem o dinheiro para a facilitação económica e desenvolvimento familiar, para que saiam da condição actual de carenciados.
Depois de cadastrado, o cidadão Azevedo Arão disse ser uma alegria constar do programa, pois os valores monetários vão resolver algumas necessidades básicas da família.
Horácio Chitumba, outro beneficiário do projecto Kwenda, enalteceu a iniciativa do Executivo angolano, por permitir o fortalecimento das famílias vulneráveis, de modo a fomentar as actividades económicas nas comunidades rurais, acrescentando que o montante a ser recebido vai contribuir na compra de animais para a actividade pecuária, de modos a facilitar na auto-sustentabilidade familiar.
O beneficiário Pedro Pessela disse que o kwenda vai aliviar as carências com que muitas famílias locais se debatem, bem como permitir o desenvolvimento de pequenas actividades económicas.
Na província do Huambo, até ao momento, um total de 76.527 famílias desfavorecidas dos municípios do Bailundo, Cachiungo, Londuimbali e Mungo, beneficiaram do Programa de Fortalecimento de Protecção Social “Kwenda”, em curso desde 2021.
O Kwenda é um programa do Executivo angolano, que visa criar políticas de apoio às famílias mais vulneráveis, com a duração de três anos e abrange quatro componentes, nomeadamente as Transferências Sociais Monetárias, a Inclusão Produtiva, a Municipalização da Acção Social e o reforço do Cadastro Social Único.
Segundo o Governo, é notório, nos últimos tempos, o crescimento nos sectores da Educação, Saúde e Habitação, proporcionando um desenvolvimento reforçado com a execução de projectos do Programa de Combate à Pobreza e do Plano de Intervenção nos Municípios (PIIM).
O administrador do Bailundo, Irineu Cândido Sacaála, destacou em Julho do ano passado que, nos últimos cinco anos, as acções do Governo da província do Huambo, permitiram mudar, significativamente, a vida das populações, com a construção de escolas com sete salas de aula em cada comuna, nomeadamente Hengue, Luvemba, Bimbe e Lunje, além de centros e postos de saúde em cada uma das quatro localidades.
Muitas escolas que antes eram comunitárias, construídas com material precário, estão a dar lugar a novas estruturas de carácter definitivo. Isso, segundo o administrador, está garantir melhor qualidade de ensino e aprendizagem da massa estudantil do Bailundo.
O sector da Educação no Bailundo tem registados cerca de 121 mil estudantes matriculados em todos os subsistemas de ensino. O município tem dois mil professores, considerados insuficientes, pelo que necessita de pelo menos de mais 785 professores e cerca de 157 escolas para fazer face à cobertura do município.
O administrador municipal explicou que a jurisdição conta, igualmente, com uma extensão universitária, afecta a um dos Institutos Superiores Politécnicos privados do mercado local, que está a absorver todos os estudantes que terminam o II ciclo.
Ainda segundo o MPLA/Governo, o Bailundo está bem servido no sector da Saúde. Possui 33 unidades sanitárias, das quais um hospital municipal, seis centros e postos de saúde construídos nas quatro comunas.
A agricultura é dos sectores que mais cresce no Bailundo. O município produz quase tudo e a população é maioritariamente camponesa. No quadro do combate à pobreza, a administração municipal tem apoiado cerca de 94 cooperativas e associações de camponeses, com sementes e fertilizantes, para aumentar a produção e garantir a dieta alimentar das famílias.
O administrador municipal destacou que a prioridade da sua administração estava focada no combate à fome no seio da população. ”Depois do desafio ser alcançado, haverá maior auto-suficiência alimentar e um progresso significativo”, adiantou.
Irineu Cândido prevê que, nos últimos cinco anos, a situação socioeconómica do Bailundo venha a melhorar, com o combate à fome e à pobreza no seio das populações rurais.
A piscicultura, sublinhou, é outro sector em que o município do Bailundo se tem mostrado bastante forte nos últimos anos. Trata-se de um sector no qual tem sido canalizado investimento privado. A título de exemplo, disse, na comuna de Luvemba, há um empresário que desenvolveu um projecto ambicioso, com a colocação de tanques de criação de peixe que tem estado a abastecer o mercado do Huambo e diferentes pontos do país.
Ainda de acordo com o Executivo, a chegada da energia proveniente da Barragem Hidroeléctrica de Laúca mudou a vida dos comerciantes, pelo facto de motivar o ressurgimento de pequenas e médias indústrias, como serralharia, carpintaria e moageiras, tendo reafirmado que o município do Bailundo é um dos que mais beneficiou nos últimos anos,f ruto dos investimentos de âmbito central.
Uma subestação com capacidade de 20 mega watts, ligada ao sistema de Rede Nacional de Electricidade, garante o fornecimento de energia a mais de 130 mil famílias.
Ainda no quadro de novos investimentos, foi, igualmente, inaugurada pelo Presidente da República, João Lourenço, a Centralidade de Halavala, com capacidade de 3.005 apartamentos de tipologia T3.
Estava igualmente em construção o sistema de captação e distribuição de água potável que vai abastecer a vila municipal e os seus bairros, bem como os futuros habitantes da Centralidade Halavala. Em fase de conclusão estava a construção da “Cidadela dos Jovens de Sucesso” e um centro de formação profissional, para a juventude aprender várias profissões.
Também foi lançada a primeira pedra para a construção do futuro Hospital Geral do Bailundo. Com capacidade para 200 camas, a unidade vai ter serviços de hemodiálise e outras especialidades, para evitar que os pacientes sejam evacuados para o Hospital Geral do Huambo.
O administrador mostrou-se satisfeito pelo facto de ver o desenvolvimento do município em vários domínios sociais, mas pede a participação de todos munícipes para que o Bailundo continue a ser uma referência no país. Pediu aos jovens que apostem igualmente na agricultura para que, com o apoio da administração municipal, seja garantida maior produção.
Irineu Cândido apontou a reabilitação das vias terciárias pressuposto fundamental para facilitar o escoamento dos produtos do campo para os centros de consumo.
O soberano da Ombala do Mbalundo mostrou-se satisfeito com o nível de desenvolvimento que o seu município está a ganhar nos últimos tempos, fruto dos investimentos que o Executivo angolano está a desenvolver nas comunidades, com intuito de melhorar a qualidade de vida das populações.
Isaac Francisco Lucas, com o cognome de Tchongolola Tchingonga I, destacou que, com a nova Centralidade de Halavala, muitos filhos do Bailundo e não só, vão concretizar o sonho da casa própria e muitos funcionários públicos, que actualmente vivem na cidade do Huambo, vão deixar de percorrer dezenas de quilómetros e gastos de dinheiro de táxi para cumprir as suas obrigações diárias nas comunas.
A energia eléctrica da barragem de Laúca, realçou o soberano, vai promover o desenvolvimento do empreendedorismo, visto que as pequenas e médias indústrias vão poder funcionar da melhor forma, bem como permitir conservar os frescos e melhorar a dieta das famílias.
Tchongolola Tchingonga I convidou os empresários nacionais e estrangeiros a investirem naquela região, para proporcionar mais emprego aos jovens, pelo facto de possuir muitos terrenos para desenvolver vários projectos agrícolas e a criação de indústrias.
O rei encorajou o Executivo a continuar a implementar o Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM). “Nós, na qualidade de autoridades tradicionais, vamos ajudar e a pelar as populações à conservação destes equipamentos sociais posto à disposição das comunidades, para evitar que o Estado invista sempre nas mesmas coisas”, garantiu.
Foto: A Presidente da Assembleia Nacional, Carolina Cerqueira, com o Rei Tchongolola Tchingonga, do Bailundo.
fonte: folha8
ANGOLA: CHEFE CORRUPTOR E AGENTE CORRUPTO (AMBOS) SÃO FARINHA DO MESMO SACO.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Angola tem o sistema de Justiça mais incapaz ou incompetente para combater a corrupção, tendo chefes e juízes corruptos. O ano 2023, só é mais um ano desagradado que começa no domínio cívico, político e nas instituições públicas dirigida pelo Presidente do MPLA e da República, João Lourenço.
Por Elias Muhongo
As lutas de egos, tráficos de influência, abuso de poder, a negligência, corrupção, amiguismo, nepotismo, falta de pedagogia, falta de preparação técnica para lidar com o público e actuar com profissionalismo em momentos de tensão, são situações que afectam negativamente o Ministério do Interior, deixando-o numa situação fragilizada aos olhos dos cidadãos.
O país está a registar, mais uma vez, uma vergonha que deveria envergonhar o Ministério do Interior. Um agente afecto ao Comando Provincial de Luanda, com a patente de Agente, colocado no município de Luanda, está a contas com a Inspecção da Polícia Nacional, depois de supostamente ter extorquido cinco mil kwanzas, justamente a Francisco Monteiro Ribas da Silva, que é o novo comandante de Luanda, agora comissário-chefe, nomeado pelo Presidente da República, João Lourenço, para o cargo de delegado provincial do Ministério do Interior e comandante de Luanda da Polícia Nacional, em substituição do comissário-chefe Eduardo Cerqueira que passa a conselheiro do comandante geral.
O caso do agente da Polícia Nacional exposto durante a formatura por ter extorquido 5 mil kwanzas, através do famoso “pente” ou da famosa “gasosa” que custou caro ao agente que todos viram ser totalmente humilhada durante a exposição feita pelo Comissário-chefe, aos demais agentes. Tudo isto, aconteceu recentemente nos arredores do Ana Ngola por volta da uma madrugada, de acordo o vídeo em posse do Jornal Folha 8.
O Comandante Provincial convocou os agentes numa parada em chamou atenção dos riscos que os agentes correm ao extorquir um cidadão. E o agente que desconheceu a autoridade máxima interpelou-o, fazendo parar a viatura conduzida pelo comandante provincial e em seguida pediu-lhe dinheiro, isto de acordo com as palavras do Comissário-Chefe.
“É o segundo Comandante do Município de Luanda que nos trouxe aqui o agente, senhor agente, apareça! O agente parece muito disciplinado, dá-me cá o meu dinheiro, ah, já está entregue, ao comandante, obrigado, este agente ontem penteou-me 5.000,00 (kzs). Isto é grave, meus camaradas, é extremamente grave. Eu tenho dito que a nossa vida é permanente… aqueles que gostam estar a extorquir nunca sabem a quem estão a extorquir, podem estar a extorquir um ministro, podem estar a extorquir um juiz, podem estar a extorquir um procurador, um administrador, um embaixador que quer andar de forma descaracterizada, quero dizer que, é risco tremendo quando vamos extorquir um cidadão, logo a mim! No Ana Ngola deveria ser mais ou menos, meia noite ou quase uma da manhã, este agente extorquiu-me cinco mil kwanzas! O que fazer com o agente?”, questiona o comandante.
Os agentes na formatura respondem em caro, “Perdoar”. O comandante responde, “Eu não estou acreditar que, estamos aqui num comando de penteadores nem posso acreditar nisto”, questiona novamente, “o que fazer com o agente?”. Em coro: “perdoar”. “Ok, a mensagem foi bem passada, passo ao inspector, o agente é seu, instruir o processo”, ordena.
Quando o agente tentava ajoelhar-se, grita, o comandante, “levanta-te lá pá, você é um homem pá, você é um polícia e polícia nunca deve estar de joelho pá, incorpora-te e vai ter com o inspector”, ordena o Comissário-chefe.
A falta de acção formativa em matérias de pedagogia policial tem estado a carregar várias negligências no modelo de policiamento de proximidade com os pacatos cidadãos e não só, que também foram os factos mais negativos, quer pelo índice de brutalidade como de assassinatos, sem qualquer justificativa da Polícia Nacional, em 2022.
O ano 2023 começou a ser igualmente apontado com vários abusos na atitude, na actuação, da polícia, violência gratuita e uso excessivo de força como estando na base dos desvios comportamentais no seio da Polícia Nacional. Desde sempre, foram pratos e continuam a ser os pratos preferidos da Polícia Nacional de Angola. Pedagogicamente, a PNA não consegue sensibilizar, ensinar, informar e educar, no acto da actuação, dando mostras claras de que ambos fazem parte da corrupção.
As críticas são da sociedade angolana e surgem na sequência de episódios da Polícia envolvendo o Comandante Provincial de Luanda, Comissário-Chefe, Francisco Ribas, que tentou criar um teatro de “trabalhar mais e comunicar melhor”. Mas, infelizmente, pelos entrevistados contactados pelo Jornal Folha 8, tudo indica que, o chefe estragou o que estava bem e piorou o que estava mal.
«Isso é publicitação da imagem do Comandante. Quais as irregularidades, passíveis de multas, que a viatura ou o condutor apresentava? Ou qual era a infracção que o automobilista (Comandante) cometeu? Com toda a documentação correcta e sem nenhuma infracção os agentes de trânsito passam multas, que são substituídas pelo “pente”? Penso que não é bem assim. Interpelar a viatura, verificar a documentação e, sem problemas nenhum, pedir 5 mil kwanzas. Se cometeu uma infracção ou tem uma documentação em falta, que seja aplicada também as sanções ao automobilista (Comandante).
«Comandante, o teatro foi mal montado. O Comandante deve ser alvo dos procedimentos de trânsito, com a respectiva sanção. Qual a infracção ou o documento que estava em falta? Ou os “tangos” já estão malucos e só cobram dinheiro, por mais que esteja tudo em dia? Apresenta-se a pagar a multa, retida a viatura ou outra sanção, dependente da infracção. Queremos ver o Comandante a submeter-se ao trânsito para ser sancionado de acordo a infracção. Será que os trânsitos, ou ordem pública, já chegaram ao nível de parar um carro e simplesmente pedir 5 mil kwanzas? Quer trabalhar para a corrupção? Agentes foram promovidos e vão procurar patente, comprar ou pedir a que o colega utilizou. Compra de farda. Efectivos não tem fardas de acordo ao regulamento de distribuição de farda.
«Os familiares directos dos efectivos, pais, companheiro e filhos, têm direito a urnas. No CPL, cobram o suposto 52 mil kwanzas (50%) do caixão. Dinheiro este que é em mãos, nada de ir aos cofres do Estado. Nas esquadras sem comidas, sem condições de aquartelamento, arroz com cheiros de carne, polícias a comerem na barraca ou bolachas tudo porque não existe alimentação. Polícias que vão tirar cópias fora da unidade. Os efectivos não estão identificados, não têm passes, e há um orçamento anual para identificação. Há quem não tem passe, nem o provisório como mandam as normas castrenses. É rios de dinheiros que comem anualmente nesta questão da identificação dos efectivos.. Epá, Ribas, poderia descrever-te melhor os problemas que tens aí nessa polícia que é mais do MPLA do que outra coisa. Em que vocês querem agradar os patrões ditos dirigentes. Podes enganar alguns, mas, não enganas a todos», denuncia o activista e Jornalista, Osvaldo Kaholo.
Pese o processo de modernização e desenvolvimento em curso, no Ministério do Interior, liderado por Eugénio Laborinho considerado como um dos mais terríveis “carrascos” do 27 de Maio de 1977, não consegue até honrar mais uma vez o seu mandato, em sistema de multipartidarismo, como um verdadeiro servidor público. A Polícia Nacional de Angola (PNA), não faz sentir a diminuição da criminalidade, muita movida pela corporação, que detém meios tecnológicos de ponta e não só, mas, infelizmente, peca na contribuição para a identificação dos problemas, que possam melhor prevenir a proliferação de crimes, como garantia da ordem pública. Actualmente, não existe satisfação dos musseques, face à intervenção da polícia, que se contraria, poderia estimular a participação dos cidadãos em iniciativas de maior cooperação com a corporação, para prevenir o crime, com um longo caminho, que levará muitos anos para corrigir. Em muitos casos, os cidadãos denunciam o caso de, infelizmente, a própria polícia tem medo com os verdadeiros bandidos de luxo.
De recordar que o ano de 2020 ficou marcado por um acontecimento transversal a todos países do mundo, com o surgimento da pandemia da Covid-19, que obrigou ao encerramento de fronteiras, afectando as economias dos países e, em alguns casos, como Angola, tornando as autocracias mais duras, com governantes mais ricos, através da corrupção, aproveitando-se da doença para a extorsão dos cidadãos. O país transformou-se numa extrema miséria e pobreza, superando a herdada em 1975, quando o “ditador” Agostinho Neto proclamou a independência do país, que saiu do colonialismo e entrou no neocolonialismo. Hoje, passados 47 anos, quando se poderia consolidar a democracia, o respeito entre profissionais, infelizmente, os ministérios das Forças Armadas Angolanas e a Policia Nacional andam em sentido contrário, a execução do ódio continua a maquilhar também a pilhagem dos recursos do país e extorsão dos cidadãos.
“Caro Jornalista, Angola pode ter os maiores e mais eficazes corruptos e corruptores do mundo, o assunto de momento é das drogas e cocaínas, a SIC tem vindo a deter, mas nunca mencionou os verdadeiros responsáveis, apenas os “peixinhos”, várias denúncias estão sendo feitas sim, a população está a despertar. Mas, infelizmente, os narcos estão a controlar o executivo ou o executivo são os narcos. Dizia um grande amigo meu, a credibilidade que o executivo angolano perdeu após as denúncias postas a circularem nas redes sociais tem estado a despertar ou já acordou mesmo o povo angolano! O nosso país está sendo governado por pessoas muito doentes e pessoas tristes. O nosso governo e Estado, foi mesmo raptado. O nosso executivo está sem respostas para combater o crime organizado porque o organizador do crime são os chefes e comandantes que violam sempre as regras e depois, quando pretendem abafar os grandes casos, são humilhados os pequenos agentes em plena parada”, lamenta e choraminga o agente da Polícia Nacional que não queria ser identificado e preferiu o anonimato.
O Jornal Folha 8 procurou, sem sucesso, contactar o porta-voz do Comando Provincial de Luanda da Polícia Nacional, superintendente-chefe Nestor Goubel.
fonte: folha8
POKO WEEK: 12 coisas que os homens amam em uma mulher.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Esta semana, em nossa seção "Semana de Poko", tentamos agrupar os critérios que os homens geralmente procuram em uma mulher. Muitas mulheres gostariam de ter as chaves para entender melhor seu parceiro. Saber o que os homens gostam nas mulheres permitiria que eles tivessem uma vida amorosa mais satisfatória. Se é verdade que o primeiro contato é sempre baseado no físico, este não é o único critério para iniciar um relacionamento. Seja você homem ou mulher, você precisa mais do que isso. Para se apaixonar por uma pessoa, tanto homens quanto mulheres precisam se encantar igualmente com as qualidades mentais de seu parceiro. Aqui estão 12 coisas que os homens amam nas mulheres.
1-Uma mulher independente
Os homens odeiam mulheres dependentes, especialmente financeiramente. Para agradá-lo, tente manter o máximo de independência possível. Não sacrifique seu trabalho ou seus estudos sob o pretexto de que você quer estar com ele ou que ele pode pagar. Sua independência não tem preço e será benéfica tanto para você quanto para seu casal, se cada um mantiver um pouco de liberdade e deixar o outro respirar. Se você sacrificar seus estudos ou seu trabalho para agradá-lo, e se vier a se separar? Além disso, não esqueçamos que cada um de nós está destinado a desaparecer um dia ou outro. Quando ? Só Deus sabe. Conheço uma mulher que ficou viúva muito jovem, depois de desistir do emprego por ordem do marido. Ela pagou o alto preço com seus filhos após a morte deste último. Também vi o caso de um senhor que ficou desempregado depois que sua esposa largou o emprego para cuidar dos filhos. Você pode ser rico hoje e amanhã acabar pobre. Senhoras, o futuro nos reserva muitas surpresas!
2-Uma mulher que se cuida
Não é uma vantagem para você, ou para o seu casal, se você passar o dia de roupão e desgrenhado. Cuidar de você. Primeiro por você, mas também para continuar a agradá-lo. Numa relação, o carinho do outro nunca é adquirido definitivamente e por isso é necessário colocar um pouco do seu. E se ele negligenciar a si mesmo, mostre isso a ele, especialmente com respeito.
3-Mulher que não dá o primeiro passo
A menos que sejam particularmente tímidos, os homens não gostam que as mulheres se joguem sobre eles. Mesmo se você estiver interessado no cavalheiro, controle seu entusiasmo e deixe-o saber que você gosta dele usando pequenos truques discretos.
4-Mulher que se faz desejada
Fazer amor juntos pela primeira vez é sempre um passo muito importante em um relacionamento. Senhoras, aprendam a suprimir sua libido no início de um relacionamento. Quanto mais você esperar antes de ir para a cama com ele, mais ele vai te respeitar e mais vai te querer. Sinta-se desejado pelo maior tempo possível.
5-Uma mulher sexy
Não se trata de cair na vulgaridade ou usar roupas ousadas demais. Em vez disso, trata-se de aprender a conversar com seu corpo discretamente, seja no início ou ao longo do relacionamento. A maneira como você anda, come ou bebe de um copo, a maneira como você olha para ele, faz cócegas nele... tantas oportunidades para permanecer sensual, para seu maior prazer. Por que não se vestir só para ele quando estiver sozinha em casa? Também use roupas de dormir sexy.
6-Uma mulher romântica e carinhosa
Os homens são sensíveis aos pequenos sinais de atenção que você pode dar a eles: suas roupas passadas, um pequeno jantar surpresa com seus pratos favoritos, perguntas sobre sua vida cotidiana, mostrar interesse por suas paixões, assistir a jogos com ele... marcá-lo. Acima de tudo, você tem que ouvi-lo. Haverá dias em que tudo o que ele quer fazer é ir para casa e contar sobre o dia horrível que teve. Então, se ele voltar, pergunte se ele teve um bom dia!
7-Uma mulher que não pressiona
Homens odeiam pressão. Algumas mulheres costumam querer muitas coisas muito rapidamente: um casamento, filhos, morar juntos, fazer projetos conjuntos... Enquanto os homens gostam de tomar seu tempo em assuntos que os comprometam a longo prazo. Evite colocar pressão ou corre o risco de assustá-lo.
8-Uma mulher com caráter
Os homens têm pouco respeito por mulheres que não têm caráter. Se você deixá-lo fazer o que quiser sem nunca dizer nada e, em vez disso, mostrar a ele o quanto você é grato a ele por querer ficar com você, ele vai desprezá-lo. Nunca deixe o mau comportamento passar e expresse sua desaprovação assim que perceber que ele passou dos limites.
9- Uma mulher respeitosa e respeitável
O respeito é um valor básico, fundamental para qualquer relação de casal. Ele permite que você construa um relacionamento sólido todos os dias. Esse respeito deve ser respeito mútuo, respeito por si mesmo e respeito pelo outro. Em outras palavras, é importante respeitar e respeitar uns aos outros. Isso pode ser sentido em seu comportamento e em suas roupas.
10 – Autoconfiança
Todo mundo se torna mais atraente quando se sente bem consigo mesmo. Esse tipo de pessoa é menos sensível, menos ciumenta e fica mais à vontade consigo mesma e com os outros. Em suma, há menos toxicidade quando a pessoa se aceita. Quando você está satisfeito com quem você é, as pessoas ao seu redor também ficam satisfeitas. Ser confiante em quem você é funcionará para você de várias maneiras. Se você realmente quer a atenção de um homem, seja confiante e aceite quem você realmente é. Você ficará instantaneamente mais atraente.
11- Uma mulher sorridente
Não há nada mais agradável do que uma mulher que está sempre com um sorriso no rosto, que exala alegria de viver e sempre vê o lado bom das coisas. Quando você tem um sorriso grande e feliz, isso não apenas mostra sua confiança, mas também faz você parecer feliz, amigável e aberto. Então, senhoras, sorriam o máximo que puderem. Um belo sorriso pode fazer maravilhas.
12-Uma mulher aventureira
Relacionamentos são feitos para serem divertidos. Você tem que romper com a mesma velha rotina chata repetidamente. Os homens adoram emoção e experimentar coisas novas. Você tem que fazer coisas novas. Saia nos fins de semana. Vá ao seu evento esportivo favorito! Esteja aberto a qualquer coisa que possa interessá-lo e tente coisas novas. Aprenda novas receitas na cozinha, por exemplo. Inove em roupas de dormir. Adicionar um pouco de emoção e talento à sua vida cotidiana melhorará qualquer relacionamento.
Rahamatou SANON
fonte: le pays
REVELAÇÕES SOBRE O CASO DE 49 SOLDADOS DA COSTA DO MARFIM LIBERTADOS POR BAMAKO: Será que algum dia saberemos a verdade?
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Julgou-se encerrado definitivamente o debate sobre o caso dos 49 militares marfinenses detidos anteriormente em Bamako que os acusaram de desestabilizar a atividade mercenária, antes de os perdoar no início de 2023, na sequência de negociações clandestinas. Foi no final de um julgamento que resultara em pesadas sentenças algumas semanas antes.
Desde então, os referidos militares regressaram a casa, para grande alegria das respectivas famílias e grande alívio das autoridades marfinenses que agora apenas pedem para evitar qualquer mal-entendido e para estreitar as suas relações de boa vizinhança com um país irmão com o qual os seus país está ligado pela história e pela geografia. Mas, nos últimos dias, as revelações despertaram o interesse e a curiosidade de muitos observadores que desejam ser edificados sobre o lado de baixo de uma caixa que, em seu tempo, fez correr muita tinta e saliva, e que, com toda certeza, ainda está longe de ter revelado todos os seus segredos.
A Alemanha não pode ser a única a ser apontada neste caso delicado em que a própria ONU parecia pisar em ovos.
Em síntese, notamos que é o contingente alemão da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização do Mali (MINUSMA), que está na origem da chegada de soldados marfinenses ao solo maliano. Mas a operação teria passado por irregularidades administrativas que ajudaram a acender a pólvora, num contexto em que a confiança não parecia ser a coisa mais bem compartilhada entre os sócios. Uma situação que não deixa de questionar, pois essas revelações levantam muitas questões. Com efeito, se Abidjan acabou por reconhecer “falhas e mal-entendidos” no alívio deste contingente que se encontrava na sua oitava rotação, por outro lado Berlim, que é apontada como estando na origem da chegada destes soldados marfinenses a solo maliano , parecia manter um perfil baixo sobre o assunto. Em todo caso, ela era quase inaudível, embora sua intervenção pudesse ter lançado alguma luz que pudesse diminuir a tensão. Porque ? É um desejo de não ver toda a responsabilidade por uma situação que de repente se tornou explosiva? Foi para evitar jogar óleo no fogo? Seria para evitar o agravamento das tensões num contexto em que, visivelmente cada vez mais constrangida na sua colaboração militar com as autoridades interinas de Bamako, Berlim já tinha declarado a intenção de pôr fim ao destacamento das suas tropas no seio da MINUSMA até 2024? Foi por outras razões ainda mantidas em segredo? A história, sem dúvida, dirá. Nesse ínterim, a Alemanha não pode ser a única a ser apontada neste assunto delicado, onde a própria ONU parecia estar pisando em ovos. Em todo o caso, é justo que não misturasse as escovas ao não se mostrar capaz de esclarecer suficientemente a opinião quanto ao estatuto dos militares incriminados.
É um bem para um mal, que permite colocar as coisas em seu contexto e corrigir erros
Qualquer coisa que pudesse aumentar a confusão. Nessas condições, é de se perguntar se um dia saberemos a verdade sobre esse caso. A questão é tanto mais justificada quanto, apesar da libertação dos militares marfinenses ao abrigo do indulto presidencial que lhes foi concedido pelo chefe da junta militar no poder em Bamako, continuamos a desconhecer o conteúdo do memorando .segredo celebrado entre as autoridades do Mali e da Costa do Marfim. E nada diz que até lá não haverá outras revelações. O principal é que isso não afete negativamente a dinâmica de aproximação em que Mali e Côte d'Ivoire estão engajados, no melhor interesse de seus respectivos povos, mas também da sub-região ocidental, que precisa de uma sinergia de ações para se dar uma chance de se livrar da hidra terrorista que não conhece fronteiras. É por isso que, de toda esta história, vamos recordar o seu final feliz que permitiu desanuviar o ambiente e diminuir a tensão entre estes dois vizinhos que parecem determinados a recomeçar juntos. É o que somos levados a crer, através do convite do chefe de Estado marfinense ao seu homólogo do Mali, para uma visita oficial, segundo certas confidências. Em todo o caso, olhando para trás, tudo nos leva a crer que Bamako não estava totalmente errado em chorar as probabilidades. Assim como Abidjan achou que estava no caminho certo, depois de mais de sete rotações de sua equipe sem problemas. No fundo, podemos dizer que é um bem para um mal, o que permite repor as coisas no seu contexto e corrigir a falta de jeito na origem das disfunções que poderiam ter tido consequências muito mais nefastas. Isto é, se em tudo é preciso saber aprender com a história.
fonte: " O país "
Senegal: A resposta de Cheikh Yerim Seck a Ousmane Sonko.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
O jornalista foi rápido em responder ao líder do Pastef, que pretende entrar com uma ação judicial após trechos que o incriminam no livro "Macky Sall enfrentando a história". Aqui está o texto completo do Sheikh Yerim Seck.
“Li sua publicação esta manhã sobre mim que confirma minha ideia: você é desprovido de qualquer qualidade necessária para ser um líder. O casaco do estadista é muito largo para os seus ombros. Esta dedicatória que revelas, e que me foi pedida para ti por um amigo comum, nada tem de comprometedor para mim. Ocupa uma frase contida no livro. Publicá-lo, porém, dá-me razão sobre o que sempre pensei: você é o protótipo do homo pastefensis desprovido de cultura política e inteligência sociológica que descrevo neste livro.
Sr. Sonko, vou usar esta citação direta para dar mais detalhes sobre sua viagem a West Corniche, que aliás foi objeto de uma barreira policial.
Macky Sall assumiu muito mais do que você neste livro, que apresenta sua dieta ao longo de vários capítulos. No entanto, enviei-lhe uma dedicatória que não vi nas redes sociais. Ou seja... Você ainda tem a maturidade e a espessura de um estadista para poder se gabar de liderar este país.
PS: Peguei dois exemplos para apoiar a tese de não conspiração em torno de sua escapada noturna em Sweet Beauté. Se eu tivesse que falar sobre sua moral, poderia ter escrito um livro. »
fonte: seneweb.com
Senegal: Acusações de estupro contra uma massagista - Cheikh Yérim Seck dá palestras para Ousmane Sonko.
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Pode-se dizer que no livro "Macky Sall diante da história: passagem de um escâner de uma potência africana", Cheikh Yérim Seck corrigiu severamente o líder do Pastef, Ousmane Sonko. No capítulo 16, intitulado "Este caso Sonko que combina com Macky Sall", o autor voltou ao caso Sweet Beauty. Após inocentar o Chefe de Estado, Macky Sall desta "conspiração", manifestou no entanto dúvidas sobre a comitiva presidencial. “Por outro lado, houve parentes do Chefe de Estado que tiveram que se envolver direta ou indiretamente, que instigaram ou ajudaram a fazer a denúncia, que armaram o braço desse jovem massagista para matar Sonko? Provavelmente sim, ou mesmo com certeza, dado o grande número de inimigos do líder de Pastef que passou por cima de cadáveres no caminho de sua ascensão política. À força de desempacotar, ataques sangrentos, ele realmente destruiu carreiras, famílias, vidas, ponto final. Entre suas vítimas, políticos, altos funcionários do Estado, empresários, personalidades da sociedade civil...".
Mas, ele repensa, se seus inimigos amarraram seu caso ou tentaram piorá-lo, eles o arrastaram à força para esta casa de massagens que parecia um bordel, uma noite de encobrimento? “Não deveríamos, se quisermos ser honestos, dizer-lhe que assuma a sua própria responsabilidade por sair mascarado, sem condutor ou guarda-costas, em noite de toque de recolher, para se encontrar num local onde não está apenas massagem de prazer? ", ele se pergunta.
Segundo ele, "o argumento da dor lombar não engana ninguém". Por um bom motivo, Cheikh Yérim Seck indicou que o país está cheio de fisioterapeutas que ele poderia ter consultado, mesmo em uma emergência sob o toque de recolher. “Os médicos foram autorizados a circular, assim como os doentes. Ir para Sweet Beauty nessas condições sombrias não é uma ofensa criminal, no entanto. Assim como ter uma relação sexual com um adulto e uma massagista consentida. Dessa saída noturna, porém, começou uma das piores convulsões da nossa história política recente”, lembra.
seneweb.com
Senegal: Derek Chauvin, o policial que matou George Floyd, busca a anulação de seu julgamento.
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O polícia que matou o afro-americano George Floyd e inflamou os Estados Unidos em 2020 tenta, desde quarta-feira, ver anulada a sua condenação por homicídio durante um julgamento de recurso de âmbito essencialmente simbólico.
Derek Chauvin, 46, foi condenado por assassinato por um tribunal estadual do norte de Minnesota após um julgamento de alto nível em 2021 e sentenciado a 22 anos e meio de prisão. Ele acredita que seus direitos a um julgamento justo foram violados, principalmente devido à "publicidade" em torno do caso e às "ameaças de violência" que deveriam ter levado a uma mudança de cenário nas audiências, e pede que o veredicto seja anulado .
Seja qual for o resultado deste recurso, Derek Chauvin permanecerá na prisão, porque se declarou culpado de "violações dos direitos civis" de George Floyd perante um juiz federal e recebeu em 2022 uma sentença final de 21 anos de prisão.
O Assassinato de George Floyd
Em 25 de maio de 2020, esse policial de Minneapolis, no cargo há 19 anos, permaneceu ajoelhado no pescoço do quarenta preto por quase dez minutos, indiferente aos seus gemidos e às intervenções de transeuntes em pânico. A cena, filmada e postada online, gerou grandes protestos contra o racismo e a brutalidade policial nos Estados Unidos e além.
fonte: seneweb.com
Senegal: bandeira superior Crônica do Banner Principal o estranho destino do livro de Cheikh Yérim Seck (por Adama NDIAYE).
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Inquestionavelmente, Cheikh Yérim Seck é atualmente o rei do buzz. Infelizmente para ele, o barulho em torno de seu livro “Macky Sall confrontado com a história” provavelmente não aumentará os números de vendas. O PDF do livro pode ser compartilhado no Whatsapp como os áudios do MC Niasse ou a última sextape fazendo manchetes. Sem falar nas capturas de tela que publicamos aqui e ali no Twitter e no Facebook. Curioso tempo em que não nos damos mais ao trabalho de ler um livro inteiro para captar sua quintessência. Mas o suficiente do hasbeenerie.
O mais interessante do livro do ex-jornalista da Jeune Afrique é seu curioso, para não dizer saboroso, destino. Após o anúncio da publicação do livro, e ao ler a contracapa, Cheikh Yérim Seck foi elogiado, em certos círculos, digamos "patriotas", como um jornalista corajoso e rebelde. Aquele que ia dar o golpe de misericórdia em Macky Sall, já em má situação entre os escândalos político-financeiros, as séries negras nas estradas e sua incapacidade de realmente colocar em prática suas reformas sociais. Do lado do poder, a raiva era forte. Mamadou Lamine Massaly lança também uma primeira banderilla, numa contribuição, ao qualificar Cheikh Yérim Seck de “tolo” e ao exumar a história da violação pela qual foi condenado.
Setenta e duas horas depois, o conteúdo do livro, começando a "vazar", incluindo detalhes sobre a vida noturna de Ousmane Sonko, Cheikh Yérim Seck rapidamente se tornou o principal agente de mais uma conspiração para impedir a marcha irresistível do PROS em direção ao palácio presidencial . Basicamente, dizem-nos que o título, assim como as revelações perturbadoras sobre o poder, seriam apenas uma cortina de fumaça para esconder a verdadeira natureza do livro: uma empresa de demolição, o Sr. Ousmane Sonko. Uma trama, é claro, fervida e financiada pelo casal executivo.
Nas redes sociais, ele é, portanto, alvo de uma polícia patriótica particularmente irada.O ângulo de ataque é, também aqui, o mesmo de seus detratores próximos ao poder: eles trazem à tona suas velhas panelas judiciais.
Por uma tremenda inversão da situação, é agora a vez dos militantes e simpatizantes de Benno Bokk Yaakaar, exultarem, encantados por ver Sonko respingar no que parecia ser um desabafo contra o Presidente da República.
Ainda não terminei de ler o livro de Cheikh Yérim Seck para formar uma opinião definitiva, mas pelo menos tem o mérito de destacar as artimanhas do debate público.
fonte: seneweb.com
ANGOLA: POR SER PRESIDENTE, LADRÃO PASSA A SER IMPOLUTO?
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A Unicef pediu hoje medidas urgentes para evitar que em Junho próximo cerca de 25 milhões de pessoas passem fome na Nigéria, devido à violência armada aliada aos impactos da crise climática e aumento do preço dos alimentos. Em Angola não há violência armada mas há 20 milhões de pobres, há crianças a morrer à fome. É só para lembrar ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
As previsões daquela agência das Nações Unidas baseiam-se em dados recolhidos para elaborar um quadro analítico sobre segurança alimentar, em Outubro passado.
Assim, a Unicef alertou em comunicado que a insegurança alimentar na Nigéria, que afecta actualmente cerca de 17 milhões de pessoas, continuará a aumentar de forma “alarmante”. Em Angola a fome continua a aumentar. É só para lembrar à Unicef.
“A situação de segurança alimentar e nutricional na Nigéria é profundamente preocupante. Há centros de saúde cheios de crianças que lutam para manter a vida. Devemos agir agora”, afirmou o representante da ONU naquele país africano, Matthias Schmale.
O aumento preço dos alimentos somou-se “à violência persistente nos estados nordestinos de Borno, Adamawa e Yobe”, onde os ataques de grupos terroristas são habituais, e ao “banditismo armado e sequestros em estados como Katsina, Sokoto, Kaduna”, Benue e Níger, realçou a Unicef.
Esta circunstância obrigou muitas famílias a abandonarem as suas casas, deixando cerca de 8,3 milhões de pessoas dependentes de ajuda humanitária só nos três primeiros estados. Em Angola (é só para lembrar à Unicef) muitas famílias abandonam as suas cubatas e as suas aldeias à procura de qualquer coisa que sirva para enganar a barriga… vazia.
Por outro lado, a Nigéria registou, em 2022, fortes inundações que danificaram mais de 676.000 hectares de cultivo, o que evitou que muitos camponeses pudessem fazer as suas colheitas.
Segundo a Unicef, “as inundações são um dos efeitos da crise climática na Nigéria e prevêem-se padrões climáticos mais extremos, que afectarão a segurança alimentar no futuro”.
De facto, cerca de seis milhões dos 17 milhões de pessoas que passam fome na Nigéria são crianças menores de cinco anos que vivem nos estados de Borno, Adamawa, Yobe, Sokoto, Katsina e Zamfara, segundo dados recolhidos pela Unicef. Em Angola as crianças são geradas com fome, nascem com fome e morrem pouco depois com fome. É só para lembrar.
Nos três primeiros estados, o número de crianças com desnutrição aguda (fome, em bom português) pode aumentar este ano de 1,74 milhões para dois milhões. A tal desnutrição aguda debilita o sistema imunitário, colocando assim estas em risco de contraírem outras doenças ou mesmo de morrerem. Da mesma forma, se não for tratada a tempo, pode alterar gravemente o desenvolvimento físico e cerebral das crianças.
Os estados do centro e noroeste da Nigéria sofrem constantes ataques de “bandidos”, termo usado no país para designar grupos criminosas, que cometem assaltos, roubos e sequestros em massa para conseguir resgates lucrativos. Em Angola as populações sofrem constantes ataques de “bandidos” (os políticos do MPLA que estão no Poder há 47 anos e que não vivem para servir os cidadãos mas para deles se servirem, tornando-os escravos).
A insegurança é também causada, desde 2009, pela actividade do Boko Haram no nordeste e, desde 2016, por cisão deste, pelo Estado Islâmico na Província da África Ocidental (ISWAP, na sigla em inglês). Em Angola o drama é causado pelo MPLA.
UNICEF QUER FAZER AQUILO QUE O MPLA NÃO FAZ
Em Novembro de 2021, a Unicef queria garantir o tratamento imediato da desnutrição severa de 10 mil crianças no sul de Angola, região que enfrentava (e continua a enfrentar) uma das piores secas dos últimos 40 anos, anunciou a organização. Ao que parece, o MPLA (que está no Poder há 47 anos) desconhecia que o sul de Angola faz parte de… Angola!
Em comunicado, a Unicef adiantava na altura estar a trabalhar com os governos de províncias do sul de Angola num projecto financiado pela Direcção de Protecção Civil e Ajuda Humanitária da União Europeia (ECHO) que visava “fornecer serviços nutricionais essenciais de qualidade para crianças menores de cinco anos de idade”.
A agência da ONU lembrava que o sul de Angola enfrentava uma das piores secas dos últimos 40 anos, que provocou uma redução da produção agrícola e pecuária, originando o aumento da insegurança alimentar e um número cada vez maior de crianças a sofrer de desnutrição. A morrer de fome, dizemos nós. E dizemos há muito, muito tempo.
O programa da Unicef incluía a avaliação da situação nutricional de crianças menores de cinco anos nas províncias de Benguela, Cunene, Huambo e Huíla. O programa de resposta à desnutrição incluía ainda a formação dos profissionais de saúde sobre o protocolo nacional para gestão da desnutrição aguda, para que as equipas designadas para actividades de nutrição sejam totalmente formadas em práticas de salvamento de crianças.
“Algumas mães e cuidadores de crianças também estão a aprender a medir a circunferência do braço das crianças, como uma técnica que pode ajudar a diagnosticar atempadamente os casos de desnutrição”, acrescenta-se no comunicado, explicando-se que o diagnóstico imediato de desnutrição ajuda a garantir que as crianças recebam tratamento adequado em tempo útil.
Entre Janeiro e Setembro de 2021, o apoio da Unicef já permitiu a mais de 215.000 crianças serem rastreadas nas suas comunidades e a mais de 35.000 crianças com desnutrição severa serem encaminhadas para serviços de atendimento em várias províncias do sul de Angola.
NASCER COM FOME E MORRER COM… FOME
No dia 20 de Novembro “comemorou-se” o Dia dos Direitos da Criança. Celebrou-se mais um aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança, o tratado internacional mais ratificado em toda história. Nunca mais chega a altura de todos os dias do ano serem dia das crianças. Então em África, então em Angola…
Como sempre, Angola ratificou a Convenção em 1990 manifestando desta forma o seu pleno compromisso com a realização de cada direito da criança. Contudo, as nossas crianças continuam a ser geradas com fome, a nascer com fome e a morrer, pouco depois, com… fome. Tal desiderato foi traduzido em vários instrumentos legais com particular destaque para a Lei 25/12 sobre a Protecção e Desenvolvimento Integral da Criança onde estão descritos os 11 Compromissos com a criança.
O Governo do MPLA mostra, também nesta matéria, que assinar “coisas”, legislar, propagandear é a sua principal arma. Quando toca a cumprir é que o rabo torce a porca…
A Convenção sobre os Direitos da Criança continua a ser um instrumento orientador para os países no sentido de implementarem uma agenda que vá de acordo as necessidades das crianças e das suas famílias, particularmente em períodos desafiadores como o que vivemos. No cosso caso, se mesmo sem os tais períodos desafiadores este e outros direitos humanos nunca foram cumpridos, agora a situação é ainda mais dramática.
“O cenário actual é desafiador mas é importante que esta crise não se transforme numa crise dos direitos da criança. Falhar com a criança e os seus direitos hoje, é falhar com o presente e o futuro. Nenhuma sociedade prospera se os direitos da criança não forem protegidos”, afirmou na altura Ivan Yerovi, Representante da Unicef em Angola.
Diante dos desafios, a Unicef recomendou que se mantenha a criança no centro das decisões, e que ela continue a ser prioridade absoluta. Para isso é urgente materializar e monitorizar a implementação dos 11 Compromissos, para garantir a sustentabilidade de todos os avanços alcançados até a data ao mesmo tempo que se reforça o investimento no sector social.
Oficialmente Angola fez progressos na implementação da Convenção sobre os Direitos da Criança, destacando-se por exemplo o aumento da cobertura do registo de nascimento, o aumento do acesso ao ensino ou o aumento do investimento na aquisição de vacinas. É claro que, no terreno, o registo de nascimento não enche barriga e a compra de vacinas não é sinónimo de que elas sejam ministradas.
Outros passos importantes, dados recentemente (de acordo com a propaganda oficial e que conta com a cobertura da Unicef) foram a aprovação do Decreto Executivo Conjunto que aprova os Procedimentos Operacionais Padrão no âmbito da Lei do Julgado de Menores; a inclusão no Orçamento Geral do Estado para 2022, de recursos para o programa de Transferências Monetárias destinado às crianças menores de 5 anos assim como a definição de um orçamento que contempla questões sensíveis ao género. Estas e outras acções promovem, de certa forma, um ambiente mais propício para o desenvolvimento da criança. Para as que estiverem vivas…
“Reconhecemos que muito tem sido feito, mas não devemos descansar enquanto ainda existirem crianças sem vacinas, fora da escola, crianças sem nenhum documento de identificação; enquanto existirem crianças caladas vítimas da violência, e crianças a padecerem de malnutrição ou alguma doença prevenível”, apelava o representante da Unicef, certamente inspirado pela conforto de ter, todos os dias, pelo menos três coisas que faltam a milhões de crianças angolanas: refeições.
A Unicef tem trabalhado com o Governo, as comunidades e parceiros do sector privado a fim de reduzir o impacto das mudanças climáticas com o reforço de serviços como água, higiene e saneamento, nutrição, saúde, protecção e educação, nas comunidades mais atingidas.
É tempo de (re)imaginar um presente e futuro diferente, é tempo de definir e agir sobre metas claras que trarão mudanças na vida das crianças a curto, médio e longo prazo. É isso que se espera de um país rico, independente há 47 anos e em paz total há mais 20 anos. As crianças angolanas contam com todos e cada um ou cada uma, para poderem viver num ambiente seguro e favorável para o seu desenvolvimento, um ambiente onde tenham voz e vez.
A Unicef apela para um esforço conjunto na construção e fortalecimento de uma rede de protecção da criança onde actores do Governo, famílias, sociedade civil, sector privado trabalhem em conjunto para providenciar o necessário a cada criança, porque ela não pode esperar.
CRIANÇAS SÃO ESCRAVOS EM DUPLICADO
Angola fracassou no alcance das metas definidas no protocolo internacional dos 11 compromissos da criança, dizem analistas angolanos para quem é necessário que o Governo do MPLA tenha (como é seu dever) um papel mais activo para que se cumpram esses objectivos.
Os 11 compromisso são “a esperança de vida ao nascer”, a “segurança alimentar e nutricional”, o “registo de nascimento”, a “educação da primeira infância”, “a educação primária e formação profissional”, “ justiça juvenil”, “prevenção e redução do impacto do VIH/SIDA nas famílias e nas crianças”, “a prevenção e combate à violência contra criança”, “a protecção social e competências familiares”, “a criança e a comunicação social, a cultura e o desporto” e “a criança no plano nacional e no Orçamento Geral do Estado”.
Recordar-se-á o general João Lourenço que o seu partido/Estado garantiu que “o Governo iria materializar o estabelecido nos instrumentos jurídicos, nacionais e internacionais, aplicáveis à protecção e à promoção dos direitos inalienáveis da pessoa humana e da criança em particular”?
Como anedota até não esteve mal. Mas a questão das nossas crianças não se coaduna com os histriónicos delírios de um regime esclavagista que as trata como coisas.
O Governo de João Lourenço, tal como o de José Eduardo dos Santos, é signatário da Convenção sobre os Direitos da Criança e por isso Angola adoptou e incorporou na legislação nacional os princípios estabelecidos naquele instrumento jurídico internacional, no que diz respeito à garantia da sobrevivência e ao bem-estar das crianças.
Assinar convenções, o governo assina, não é senhor general João Lourenço? Cumpri-las é que é uma chatice. Por alguma razão, por cada 1.000 nados vivos morrem em Angola mais de 150 crianças até aos cinco anos, apresentando por isso uma das mais altas taxas de mortalidade.
O Governo garante que tem adoptado medidas administrativas, legislativas e de outra natureza, com vista à implementação dos direitos da Criança universalmente reconhecidos e plasmados na Constituição da República, sem distinção de sexo, crença religiosa, raça, origem étnica ou social, posição económica, deficiência física, lugar de nascimento ou qualquer condição da criança, dos seus pais ou dos seus representantes legais.
Muito gosta o regime de João Lourenço de gozar com a nossa chipala, fazendo de todos nós um bando de malfeitores matumbos. Como se não soubéssemos que as nossas crianças são geradas com fome, nascem com fome e morrem, pouco depois, com fome.
“Angola registou avanços consideráveis com o estabelecimento de um quadro legal de referência para a promoção e defesa dos direitos da criança em vários domínios, designadamente com a adopção da Lei sobre a Protecção e Desenvolvimento Integral da Criança, que incorpora os princípios da Convenção dos Direitos da Criança e da Carta Africana e os 11 Compromissos para a Criança, que se constituem, de facto, no núcleo de uma agenda nacional para a criança angolana”, lia-se num dos documentos que acompanham João Lourenço nas suas nababas viagens pelo mundo.
O Governo do reino nababo afirma igualmente que a materialização dos Planos de Reconstrução e Desenvolvimento Nacional, associados às Políticas e Programas de Protecção Social, têm favorecido a melhoria das condições de vida da população e, consequentemente, das crianças angolanas.
Será por isso, senhor general João Lourenço, que a esperança média de vida à nascença em Angola cifrou-se nos 52,4 anos, apenas à frente da Serra Leoa, com 50,1 anos?
Diz o regime de João Lourenço que, apesar das condições conjunturais difíceis por que passa a economia nacional e internacional, o Governo vai continuar a desenvolver esforços significativos para reconstruir os sistemas e infra-estruturas sociais, para aumentar a oferta, cobertura e qualidade dos serviços de saúde materno-infantil, para a expansão da educação e para a implementação dos programas de vacinação, de água potável e saneamento, a fim de se verificarem progressos substanciais no Índice de Desenvolvimento Humano.
Folha 8 com Lusa
terça-feira, 17 de janeiro de 2023
Guiné Equatorial: Teodoro Obiang Nguema manda prender um dos filhos.
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Um dos filhos do Presidente da Guiné Equatorial, Ruslan Obiang Nsue, suspeito de ter vendido um avião da companhia aérea nacional, foi detido na segunda-feira e colocado em prisão domiciliária, anunciou esta terça-feira a televisão estatal (TVGE).
No final de novembro, as autoridades abriram uma investigação “após constatar o desaparecimento da aeronave ATR 72-500 pertencente à empresa nacional”, Ceiba Intercontinental, que se encontrava em revisão de rotina em Espanha desde 2018, explica a TVGE.
Segundo a mesma fonte, Obiang Nsue, teria “vendido o avião ATR à empresa Binter Technic”, especializada em manutenção aeronáutica e sediada em Las Palmas, na ilha espanhola de Gran Canaria.
O ex-Secretário de Estado do Desporto e Juventude, Ruslan Obiang Nsue, atual diretor do Aeroporto de Ceiba, foi primeiro vice-diretor do Ceiba Intercontinental e depois seu gerente geral.
"Ruslan Obiang confessou que foi ele quem vendeu o ATR de Ceiba, não vou me deixar levar por familismo ou favoritismo, por isso mandei prender imediatamente e libere a justiça", disse seu meio-irmão, o vice-presidente Teodoro Nguema Obiang Mangue, apelidado de "Teodorin", twittou.
O próprio Teodorin Obiang foi condenado a título definitivo pela justiça francesa no final de julho de 2021 a uma pena de prisão suspensa de três anos e a uma multa de 30 milhões de euros e ao confisco dos seus bens em França por ter aí estabelecido de forma fraudulenta um negócio de luxo. no contexto de casos de "ganhos ilícitos".
Em julho de 2021, Londres também congelou seus ativos financeiros no Reino Unido e o baniu de seu território após investigações anticorrupção. Malabo então fechou sua embaixada no país para protestar contra essa decisão.
A prisão de Ruslan Obiang Nsue, um dos filhos do presidente, não tem precedentes para um membro da família presidencial deste pequeno estado centro-africano rico em petróleo.
Em dezembro passado, a notícia do desaparecimento deste avião e sua suposta venda pelo Sr. Obiang Nsue provocou indignação nacional.
A Guiné Equatorial é governada há mais de 43 anos pelo presidente Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, que acaba de ser reeleito para um sexto mandato de sete anos e detém o recorde mundial de longevidade no poder para um chefe de Estado vivo, excluindo monarcas.
A Guiné Equatorial é o terceiro país mais rico da África subsaariana em PIB per capita em 2021, de acordo com o Banco Mundial, mas ficou em 172º lugar globalmente entre 180 no barômetro de corrupção da Transparência Internacional.
domingo, 8 de janeiro de 2023
Uganda: O discurso de Museveni - Filtrando fatos da ficção.
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O que você precisa saber:
Em seu discurso que terminou em 2022 e deu início a 2023, o presidente Museveni culpou a inflação com a qual os ugandenses estão lutando na guerra russa na Ucrânia, mas ao mesmo tempo afirmou que Uganda não está tomando partido na guerra, mas como Derrick Kiyonga escreve, as evidências mostram que A neutralidade de Uganda na guerra é duvidosa.
Pela enésima vez, o presidente Museveni culpou os altos preços das commodities pela evasão russa da Ucrânia, iniciada em 24 de fevereiro de 2022.
“Está claro que o principal fator dos altos preços das commodities e da escassez de algumas commodities é a guerra na Ucrânia e as sanções que foram impostas ao petróleo russo e outros produtos pelos países ocidentais”, disse Museveni.
Já faz um ano desde que as nações ocidentais impuseram amplas sanções à Rússia, mas está ficando cada vez mais difícil vincular a inflação de Uganda à guerra. Os EUA impediram a Rússia de fazer pagamentos de dívidas usando moeda estrangeira mantida em bancos americanos, com os principais bancos russos removidos das mensagens financeiras internacionais e o efeito foi atrasar os pagamentos à Rússia por suas exportações de petróleo e gás. Por sua vez, o Reino Unido (Reino Unido) omitiu os principais bancos russos de seu sistema financeiro, congelou os ativos de todos os bancos russos, impediu que as empresas russas tomassem dinheiro emprestado e impôs limites aos depósitos que os russos podem fazer nos bancos do Reino Unido.
O Reino Unido, a UE e os EUA também proibiram a exportação de bens de dupla utilização – com fins civis e militares, como peças de veículos; uma proibição de importação de ouro russo e uma proibição de exportação de bens de luxo para a Rússia. Ativos aparentemente pertencentes ao presidente russo Vladimir Putin e ao ministro das Relações Exteriores Sergei Lavrov foram congelados nos EUA, UE, Reino Unido e Canadá e superiates no valor de bilhões de dólares ligados aos chamados oligarcas russos foram apreendidos e muitas marcas internacionais foram suspensas operando na Rússia ou totalmente retiradas.
Segundo o Banco Mundial, o potencial impacto da guerra na Ucrânia sobre os mercados de commodities ocorre de duas formas: o impacto físico dos bloqueios e a destruição da capacidade produtiva; e o impacto no comércio e na produção após as sanções. “Essas sanções estão tendo grandes ramificações globais. A Rússia e a Ucrânia exportam muitas commodities.
A Rússia é o maior exportador mundial de trigo, ferro-gusa, gás natural e níquel, e responde por uma parcela significativa das exportações de carvão, petróleo bruto e alumínio refinado. A Rússia e a Bielorrússia são importantes fornecedores de fertilizantes. A Ucrânia é um importante exportador de commodities alimentares, como trigo e óleo de semente de girassol”, disse o Banco Mundial no ano passado, quando os preços das commodities subiram em todo o mundo. Com muito em jogo, Museveni afirmou que Uganda evitou tomar partido nessa guerra porque seu governo pensa que poderia ter sido evitado e que eles disseram aos envolvidos nossas opiniões em particular.
“Consequentemente, evitamos negociar com a Rússia amiga por petróleo mais barato, como a Índia fez, porque também somos amigos dos EUA e de todos os países ocidentais”, disse Museveni. No entanto, depois que o jornal americano The Wall Street Journal revelou o discurso de Museveni após sua incursão na Ucrânia, a Rússia expandiu sua cooperação com o governo de Museveni.
O jornal disse que elementos dentro do regime lhes disseram que os russos ofereceram os serviços de uma rede de propaganda conhecida como Africa Back Office para criar uma estratégia de comunicação destinada a dissipar a desaprovação do governo de Museveni, uma oferta que foi aceita de bom grado.
As pessoas também apontaram para o acordo que o canal de notícias propagandista controlado pelo estado russo, conhecido como RT, havia firmado com a estatal Uganda Broadcasting Corporation (UBC) ostensivamente para dar sua versão da guerra. O Wall Street Journal disse que agora, por várias horas por dia, milhões que sintonizam o que é chamado de estação de TV nacional mais assistida de Uganda, a UBC, estão vendo a narrativa de Moscou sobre a guerra como uma campanha bem-sucedida para libertar a Ucrânia e as sanções ocidentais. sobre a Rússia como a causa do agravamento da fome na África.
“Em um grupo do WhatsApp, altos funcionários de comunicação de Uganda direcionam pessoas em sites de notícias amigáveis ao governo para publicar artigos pró-Rússia retratando o Ocidente como fraco e Moscou como um parceiro mais confiável, de acordo com trechos vistos”, informou o Wall Street Journal.
Após a incursão da Rússia na Ucrânia, que Putin chamou de “operação especial”, o jornal americano disse que três helicópteros de ataque Mi-28 fabricados na Rússia chegaram a uma base da força aérea de Uganda. Os helicópteros, disse, são para apoiar os militares de Uganda em sua operação de codinome Shujaa, contra as Forças Democráticas Aliadas ou ADF na República Democrática do Congo (RD Congo).
No discurso, Museveni não revelou muito em termos de relações exteriores de Uganda, pois se concentrou muito nas questões básicas com as quais os ugandenses estão lutando atualmente. Durante todo o ano passado, os ugandenses lutaram com os preços do óleo vegetal de cozinha. “Também estamos intensificando os esforços para produzir produtos como o óleo de palma, usado na fabricação de sabão, em vez de importá-lo da Indonésia e da Malásia”, disse Museveni.
No entanto, uma pesquisa de linha de base Sauti za Wananchi de Twaweza em 2021, na qual 3.000 entrevistados foram amostrados por meio de entrevistas pessoais entre 15 de setembro e 14 de outubro de 2021, sugeriu que a crise alimentar em Uganda é anterior à invasão da Ucrânia pela Rússia.
“Em outubro de 2021, 24% das famílias mais ricas e 55% das famílias mais pobres ficaram sem comer por um dia”, diz o relatório da pesquisa de base em parte.
Embora os ugandenses desejem que os preços dos alimentos caiam, Museveni não lhes deu muita esperança, dizendo que estão se concentrando em sua disponibilidade e não em acessibilidade.
“Embora os itens importados possam ser escassos, nossos próprios itens produzidos localmente serão abundantes. São bananas, mandioca, painço, feijão, milho, carne bovina, leite, peixe, ovos, galinha, etc. Podem ser caros por causa da gasolina que é usada para transportá-los, mas estarão disponíveis. Mesmo os preços de alguns deles ficaram estáveis durante o Natal, como a carne bovina, por exemplo”, disse Museveni. Embora Museveni afirme que os preços dos alimentos estão se estabilizando, os números do National Bureau of Statistics mostraram que os ugandenses lutaram para comprar comida com porções de comida no prato reduzindo drasticamente.
Uma pesquisa realizada pela Monitor em mercados que lotam as cidades de Kampala e Jinja durante a época festiva indica que o óleo vegetal custa Shs 10.000 por litro; cebola Shs2.500 por quilograma; tomate Shs4, 000 por quilograma; cenoura Shs2.500 por quilograma; pimenta verde Shs3.000 por quilograma; sal Shs1.000 por sachê; curry em pó Shs10.000 e muchuzi mix Shs8.000. O presidente Museveni insistiu que esses preços agora estão estáveis e atribuiu ao que chamou de algum elemento de especulação de alguns fornecedores de bens e serviços que ele acusou de aumentar desnecessariamente os preços.
“Quando os consumidores se afastam por causa dos preços altos, eles são, então, obrigados a baixar os preços e ainda lucrar. O que isso significa? Isso significa que eles eram muito gananciosos por superlucros e estavam tirando vantagem da situação. Eles estavam lucrando. Essa ganância também distorce a imagem da luta para reduzir os custos dos negócios e o custo de vida”, disse Museveni.
Os preços dos combustíveis ainda estão altos e é improvável que os preços dos alimentos caiam e Museveni, como antes, disse que a solução seria o uso de veículos elétricos.
“Estamos trabalhando em planos para mudar para ônibus elétricos, carros elétricos e piki pikis [motocicletas] elétricos. O movimento mais rápido pode ser em Piki pikis. Acordamos com alguns investidores para retirar os a gasolina/diesel e dar aos proprietários os elétricos”, disse Museveni, acrescentando que os investidores recuperam seu dinheiro com o licenciamento do governo para operar estações de carregamento onde as baterias elétricas são recarregadas.
Mudando para os carros e motocicletas elétricos, Uganda está apostando na Kiira Motors Corporation, a empresa estatal que anunciou pela primeira vez que começaria a fabricar 5.000 veículos anualmente em 2019 e continuou a produzir protótipos. Estima-se que um veículo elétrico Kiira híbrido de cinco lugares custe cerca de Shs100 milhões, muito além do que os ugandenses podem pagar.
Embora Museveni tenha defendido a mudança de veículos movidos a combustíveis sujos para veículos elétricos, ele nunca perde a chance de lembrar ao mundo que o petróleo de Uganda começará a fluir em 2025.
fonte: https://www.monitor.co.ug/
RDC: Tshisekedi presta homenagem ao Cabo Kunyuku, último combatente da 2ª Guerra Mundial.
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O Presidente da República, Félix-Antoine Tshisekedi Tshilombo prestou homenagem ao cabo Kunyuku Ngoma Albert, esta sexta-feira, 6 de janeiro de 2023, na esplanada da morgue do hospital Cinquantenaire em Kinshasa, informa um despacho da imprensa presidencial com cópia chegou a Digitalcongo.net
Morto desde 25 de novembro de 2022 aos 100 anos de idade (nascido em 11.08.1922), o cabo Kunyuku, veterano da Segunda Guerra Mundial (1940-1945) foi o último sobrevivente congolês que participou deste conflito mundial. .
Aos grandes homens, o país agradecido, dizem. O cabo Kunyuku Ngoma Albert serviu às nossas forças armadas então "La force publique" desde a era colonial até a independência, ou seja, de 1940 a 1960. Isso lhe rendeu reconhecimento mundial pelo fato de ter servido sob a bandeira belga para o Congo-belga no exército da coalizão para acabar com a Segunda Guerra Mundial e derrotar o regime nazista.
Este reconhecimento foi materializado pelas várias condecorações honoríficas aqui na RDC, na Rússia e no ano passado pelo Rei dos Belgas, Philippe que o condecoraram pessoalmente no dia 08 de junho de 2022 em Kinshasa. Acrescente-se a isso o realizador congolês José Adolphe Voto que lhe dedicou ainda dois documentários: “A Sombra dos Esquecidos” e “Mon Cabo” para saudar a sua bravura e reivindicar os seus direitos.
O Presidente Félix Tshisekedi depositou a sua coroa de flores diante dos restos mortais da ilustre figura perante o Primeiro-Ministro e os responsáveis, presentes nesta comovente cerimónia, fizeram o mesmo, informa a fonte.
Gisele Tshijuka
(GTM/DNK/Sim)
África Os 46 militares marfinenses indultados no Mali regressam a Abidjan.
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Quarenta e seis soldados marfinenses detidos no Mali há quase seis meses e condenados a 20 anos de prisão chegaram a Abidjan no sábado, um dia depois do indulto que lhes foi concedido pelo chefe da junta maliana, Assimi Goïta.
O avião da Força Aérea da Costa do Marfim que os transportava aterrissou às 23h40 no aeroporto de Abidjan. Os soldados em uniforme militar saíram um a um, brandindo uma pequena bandeira da Costa do Marfim, e foram saudados ao descerem da aeronave pelo Presidente Alassane Ouattara.
fonte: seneweb.com
Senegal: Macky Sall esperado em Kaffrine.
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O Chefe de Estado, Macky Sall, é esperado este domingo em Kaffrine por volta das 13h30, soubemos pelo serviço de comunicação da Presidência da República.
A visita do Presidente da República surge na sequência do grave acidente ocorrido na noite de sábado para domingo em Kaffrine, provocando 40 mortos e numerosos feridos, segundo um balanço inicial.
Numa publicação na rede social twitter, Macky Sall disse estar ''profundamente triste'' com este trágico acidente de viação, antes de enviar as suas «sinceras condolências» às famílias das vítimas e desejar «rápida recuperação aos feridos». ''. Foi decretado luto nacional de três dias a partir de segunda-feira, 9 de janeiro, anunciou o chefe de Estado.
Referiu ainda a realização na mesma data de um conselho interministerial para a “tomada de medidas firmes em matéria de segurança rodoviária e transporte público de passageiros”.
fonte:seneweb.com
Forças russas atacam postos de comando, destroem sistemas de artilharia fabricados nos EUA.
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As tropas russas atacaram quatro postos de comando das Forças Armadas da Ucrânia perto da cidade de Kherson, bem como em assentamentos de Kupyansk, Novoosinovo, região de Kharkiv e Gavrilovka, região de Dnepropetrovsk, disseram representantes do Ministério da Defesa da Rússia a repórtere.
Segundo o ministério, também foram destruídas 83 unidades de artilharia em postos de tiro, efetivos e equipamentos militares em 102 distritos.
Além disso, três depósitos de artilharia das Forças Armadas da Ucrânia foram destruídos em áreas dos assentamentos de Seversk e Artemovsk na República Popular de Donetsk (DPR), bem como na cidade de Stepne na região de Zaporozhye, acrescentou o Ministério da Defesa.
As Forças Armadas Russas continuaram sua ofensiva na direção de Donetsk e tomaram novas linhas vantajosas. Durante a ofensiva, os militares russos eliminaram e feriram até 80 soldados das Forças Armadas da Ucrânia.
Forças russas destroem sistemas M777 e HIMARS fabricados nos EUA
Durante a luta de contra-bateria na região de Kharkiv, os militares russos destruíram dois sistemas de artilharia americanos M777, disse o Ministério da Defesa da Rússia em 29 de dezembro.
Na região de Konstantinovka, na República Popular de Donetsk (DPR), um lançador múltiplo de foguetes HIMARS fabricado nos EUA foi destruído, acrescentou o ministério.
Desde o início da operação militar especial na Ucrânia, as forças russas destruíram um total de:
399 sistemas de mísseis antiaéreos,
7.296 tanques e outros veículos blindados de combate,
bem como 953 viaturas MLRS.
Além disso, as Forças Aeroespaciais Russas destruíram duas aeronaves Su-25 e Su-24 ucranianas.
“Aviões de caça das Forças Aeroespaciais Russas abateram aeronaves Su-25 e Su-24 da Força Aérea Ucraniana nas áreas dos assentamentos de Krasny Lyman e Kramatorsk”, disse o Ministério da Defesa.
fonte: port.pravda.ru
NEGAL: Procedimento, ações, eventos: O que você precisa saber sobre o luto nacional.
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Na sequência do trágico acidente deste domingo, 8 de janeiro de 2023, em Kaffrine, que deixou 40 mortos e 87 feridos, o Presidente da República, Macky Sall, decretou três dias de luto nacional a partir desta segunda-feira, 9 de janeiro. Uma oportunidade aproveitada pelo Seneweb para varrer certas ideias preconcebidas sobre o processo de luto nacional. Com efeito, falamos de luto nacional quando o Presidente da República decreta excepcionalmente a necessidade de a Nação prestar homenagem ao falecido de acontecimento significativo ou a um luminar do Estado que tenha deixado este mundo inferior.
O Presidente da República é a única autoridade do Estado que goza do poder de decretar luto nacional no país. O procedimento não se limita a um simples anúncio. A decisão é, aliás, indicada por decreto e assinada pelo Chefe de Estado. Em seguida, é publicado no Diário Oficial. Ao contrário de alguns feriados, este dia (atualmente) não é um dia de folga, ao contrário de algumas crenças populares. Portanto, as empresas não são obrigadas a fechar durante este dia de luto nacional decretado.
As ações que serão realizadas pela República durante este dia (ou nestes dias) são: o estabelecimento de um minuto de silêncio e o hasteamento a meio mastro (bandeira hasteada a meio mastro) das bandeiras em prédios públicos.
O luto nacional foi decretado várias vezes no Senegal por eventos ocorridos no território nacional ou fora do território. Entre os acontecimentos que levaram ao luto nacional podemos citar:
a morte de 11 bebês no hospital Tivaouane em 26 de maio de 2022 (3 dias de luto); o massacre de Boffa-Bayotte em 7 de janeiro de 2018 (dois dias de luto); naufrágio do barco Joola em 26 de setembro de 2002 (3 dias de luto); Morte de Lamine Guèye, em 1968 (dia de luto nacional); falecimento de Léopold Sédar Senghor em 20 de dezembro de 2001 (dia de luto); morte de Sua Majestade o Rei Fahd Bin Abdel Aziz Al-Saud em 2005 (3 dias de luto de 1 a 3 de agosto de 2005); morte de Serigne Saliou Mbacké em 28 de dezembro de 2007 (3 dias de luto nacional); falecimento de Jules François Bocandé em 2012 (luto nacional); Morte de Mandela em 2013 (3 dias de luto nacional); Debandada de Mouna durante a peregrinação a Meca em 2015 (3 dias de luto nacional); ataque em Bamako em novembro de 2015 (3 dias de luto nacional); incêndio em Daaka em Medina Gounass em abril de 2018 (3 dias de luto nacional).
fonte: seneweb.com
quinta-feira, 5 de janeiro de 2023
Os cinco princípios da Surovikin farão com que a Ucrânia desapareça como fumaça ao vento.
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A nova estratégia militar de Sergei Surovikin acabará varrendo o regime de Kyiv, disse o Financial Times. A publicação com sede nos EUA listou cinco princípios que a Rússia utiliza em sua oposição a Kyiv e ao Ocidente.
Assim, os princípios do comandante russo da operação especial na Ucrânia incluem:
Confiança na indústria de defesa independente;
Guerra híbrida no espaço de informação;
Melhor gerenciamento do comando;
Apoio público ao regime de Kyiv;
Impacto econômico e energético na Ucrânia.
A Rússia está tentando fugir da dependência de microchips importados. Além disso, Moscou precisa de enormes estoques de armas e participação em coalizões militares. A Rússia já coopera com o Irã, a China e até a Coréia do Norte - estes países são conhecidos por suas indústrias de defesa altamente desenvolvidas.
O Ocidente também precisa de um quadro geral positivo de si mesmo. Entretanto, a situação não parece ser tão brilhante quanto o Ocidente gostaria que fosse: enviar mais de 40 bilhões de dólares e sistemas Patriot para a Ucrânia aumenta as tensões dentro da sociedade ocidental.
Aqui está um quadro das taxas de inflação nos países europeus:
Estônia - 21%,
Lituânia - 17,6%,
Letônia - 16,5%,
os Países Baixos - 12%,
Itália - 11,8%,
Bélgica - 9,5%,
Espanha - 8,8%,
Áustria - 5,1%.
Após sua nomeação como comandante da operação especial na Ucrânia, Sergei Surovikin melhorou a logística, combinou táticas de armas e gerência intermediária.
Ele tirou as tropas russas de Kherson tendo encurtado a linha de contato e tornado as posições da Rússia vantajosas e seguras. Ele também mudou de lutas em larga escala para ataques coordenados. Tais hostilidades eternas são extremamente dolorosas para as Forças Armadas da Ucrânia.
Depois de Bakhmut, as Forças Armadas da Ucrânia terão que se retirar para as linhas defensivas em Kramatorsk e Slavyansk, e depois para Kyiv. Isto aumentará muito o moral das tropas russas.
Além disso, as Forças Armadas da Ucrânia não podem tomar a ponte terrestre que corre ao longo da costa do Mar de Azov e liga a Rússia à Crimeia, disse o jornal The Financial Times.
A sociedade ucraniana está cansada do conflito. As pessoas querem paz, e o Ocidente pode ver claramente que o regime de Kyiv tem perdido apoio, disse Gallup.
A guerra de desgaste provocou um golpe imenso na economia ucraniana.
"A estratégia militar e política da Rússia é distanciar a Ucrânia do Ocidente e espalhá-la aos ventos", disse Marc Galeotti, um membro sênior do Instituto de Relações Internacionais de Praga.
Injeções infindáveis de fundos na Ucrânia que se tornou irremediavelmente dependente dos Estados Unidos não rendem nada. Tentativas de fazer a Rússia pagar uma quantia espantosa de mais de US$ 1 trilhão alegadamente para a restauração da infra-estrutura destruída são ainda mais inúteis, concluem os autores do artigo.
Ver mais em https://port.pravda.ru/mundo/57403-surovikin_ukraine/
Margarida Corceiro reage a rumor de proximidade a Neymar: "Que vergonha".
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Margarida Corceiro voltou a estar em destaque na imprensa nacional nos últimos dias devido a uma alegada proximidade com Neymar.
Apesar de ter passado o Ano Novo com João Félix, confirmando que a relação de ambos está para durar, surgiu o rumor de que o jogador brasileiro estaria 'de olho' na atriz portuguesa.
A especulação começou depois de Margarida Corceiro ter partilhado no Instagram diversas fotografias de uma viagem a Paris, imagens que alegadamente receberam o 'gosto' de Neymar. De acordo com algumas publicações, o atleta chegou mesmo a, durante alguns dias, seguir a namorada de João Félix na rede social.
Ao ver o seu nome envolvido neste novo rumor, Margarida reagiu: "Como não sabem absolutamente nada, têm mesmo que pegar em qualquer coisa. Que vergonha".
fonte: https://www.noticiasaominuto.com/
Ouvido o apelo de Infantino: Cabo Verde quer nomear o seu estádio nacional com o nome de Pelé.
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Durante o velório do rei Pelé no início desta semana no Brasil, o presidente da Fifa teve a ideia de homenagear a lenda. De fato, Gianni Infantino deu a entender que sua instituição iria pedir a todos os países do mundo que dessem o nome de Pelé a um de seus estádios. Esta ideia agrada obviamente ao primeiro-ministro cabo-verdiano Ulisses Correia e Silva. Anunciou ontem quarta-feira nas redes sociais que pretende mudar o nome do estádio nacional de Cabo Verde. Isso agora deve ser chamado Stade Pelé. Silva acrescenta que já comunicou à Fifa a intenção de mudar o nome dessa infraestrutura esportiva.
A federação cabo-verdiana de futebol não foi consultada
O Estádio Nacional de Cabo Verde foi inaugurado em 2014. Tem capacidade para 15.000 lugares. A decisão do primeiro-ministro foi obviamente tomada sem consultar a federação cabo-verdiana de futebol. Seu presidente disse na quinta-feira que o governo não o contatou para discutir a possibilidade de mudar o nome do estádio nacional. “Fiquei sabendo disso nas redes sociais e a FCF não foi consultada sobre essa possibilidade”, garantiu.
Uma decisão unilateral, portanto, do Sr. Silva que não encontra o consentimento de todos os seus compatriotas. Os que ainda apoiam a ideia dizem que só vai promover o país, lembrando que o nome de Cesária Évora; a famosa cantora cabo-verdiana tem dado as ruas de França e de outros países.
“O nome Pelé não significa nada para o desporto cabo-verdiano”
“Não vejo nada de errado, sabendo que nós e o Brasil somos um país quase parecido, na minha humilde opinião”, disse outro. Os opositores a esta iniciativa fazem primeiro saber que os cabo-verdianos devem ser consultados sobre o assunto. Então, há uma necessidade de promover as estrelas nacionais. Pelé é certamente um grande jogador mas há “certamente personalidades nacionais que engrandeceram o desporto nacional e por isso merecem esta homenagem” sublinha um utilizador.
O nome Pelé nada representa para o desporto cabo-verdiano ainda que faça parte da língua portuguesa, diga-se dos mais mordazes. Outros sugeriram abertamente que a Fifa financie a construção de estádios em todo o mundo e os nomeie com o nome de Pelé.
fonte: seneweb.com
Ex-presidente Aziz impedido de deixar a Mauritânia.
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O ex-presidente da Mauritânia, Mohamed Ould Abdel Aziz, que será julgado a partir do final de janeiro por suposta corrupção, anunciou que foi impedido de viajar ao exterior na quarta-feira, denunciando uma medida ilegal.
“Estava no aeroporto para viajar, mas fui impedido pela polícia política que disse ter recebido instruções para o fazer, embora não esteja sujeito a controlo judicial ou qualquer outra disposição que me possa afetar. em um vídeo compartilhado em sua página no Facebook.
O ex-chefe de Estado mauritano será julgado em tribunal por alegada corrupção com outros 11 dignitários do seu regime a partir de 25 de janeiro, segundo fonte judicial.
O senhor Ould Abdel Aziz foi indiciado em março de 2021, junto com várias personalidades de alto escalão, por esses supostos atos que teriam sido cometidos quando governou o país de 2008 a 2019.
Entre seus co-réus estão um de seus genros, dois ex-primeiros-ministros e vários ex-ministros e empresários.
"Há apenas dois dias, uma pessoa que estava na mesma lista que eu pôde viajar. Aparentemente é um mau tratamento que este mau sistema de má gestão em vigor me reserva, que deixa o país à deriva", acrescentou Ould. Abdel Aziz.
Seu passaporte também foi confiscado na quarta-feira, de acordo com um oficial da gendarmaria que pediu anonimato.
Mais cedo na quarta-feira, o porta-voz do governo Nany Ould Chrougha disse a repórteres que as ações do ex-presidente visam influenciar os procedimentos legais em andamento.
O antigo chefe de Estado foi detido em junho de 2021 por incumprimento das suas medidas de controlo judicial e perturbação da ordem pública, antes de ser libertado no início de janeiro de 2022 por motivos de saúde.
A Justiça havia apreendido em agosto de 2020 o relatório de uma comissão parlamentar de inquérito responsável por esclarecer supostos atos de corrupção e desvio de dinheiro público durante os mais de 10 anos no poder de Aziz.
A comissão abordou vários aspetos: gestão das receitas petrolíferas, venda de bens do Estado, liquidação de uma empresa pública fornecedora de produtos alimentares ao país, atividades de uma empresa de pesca chinesa, etc.
O ex-presidente, que grita com o "acerto de contas", sempre se recusou a falar com o juiz de instrução. Considera-se protegido pela imunidade que lhe confere a Constituição.
fonte: seneweb.com
GABÃO: COALIÇÃO OPOSIÇÃO POLÍTICA / OSC CONTRA ALI BONGO: Enquanto houver Haut-Ogooué.
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2023 é ano eleitoral no Gabão. De fato, o país organizará eleições gerais: presidenciais, legislativas, locais e senatoriais. O mínimo que se pode dizer é que os partidos da oposição e as organizações da sociedade civil levam muito a sério esses grandes eventos eleitorais. Em 3 de dezembro de 2023, eles se fundiram em um vasto grupo chamado "Plataforma Alternância 2023" com o objetivo de derrubar Ali Bongo e seu partido, o Partido Democrático do Gabão (PDG), que governa o país há 55 anos. Preparando o palco para mostrar sua determinação, os 42 membros da nova coalizão se seguiram para assinar o pacto de compromisso e confiança que os obriga não apenas a arrancar o poder das mãos da dinastia Bongo, que pretende concorrer a um terceiro mandato , mas também para governar juntos em caso de vitória. Com Paulette Missambo, presidente da União Nacional como porta-estandarte, os novos membros da coligação têm feito soar a mobilização geral para salvar o país, dizem, “de um poder em que a maioria dos gaboneses não se reconhece”.
O primeiro reflexo que a Plataforma Alternance 2023 deve ter é lutar pela transparência do processo eleitoral.
E para o conseguir, os novos membros da coligação juraram “agir agora com responsabilidade, na mais sincera unidade para constituir uma alternativa credível”.
Enquanto esperamos para ver qual a estratégia eleitoral que esta nova plataforma da oposição irá implementar para atingir os seus fins, podemos desde já dar os parabéns aos actores deste grupo, que decidiram juntar forças para tentar acabar com a dinastia Bongo. “A unidade, dizem, é a força” e isto é particularmente verdadeiro no caso em apreço, onde a ação da oposição visa desobstruir um poder com mais de meio século. A iniciativa do agrupamento é tanto mais de felicitar quanto deverá garantir uma maior visibilidade à oposição e sobretudo evitar a fragmentação dos seus votos nas várias eleições. Isto para dizer se a ideia deste agrupamento pode espalhar petróleo nesta selva gabonesa ou mesmo africana onde, tradicionalmente, os adversários preferem ser cabeça de rato do que rabo de leão.
Dito isso, a pergunta que podemos nos fazer é a seguinte: o conjunto oposição-organizações da sociedade civil será suficiente para derrotar Ali Bongo? Nada é menos certo na medida em que no reino de Bongo, as urnas não elegem reis. Recordamos, aliás, a última eleição presidencial em que o candidato derrotado Jean Ping, a acreditar na sua versão dos factos, teve a sua vitória roubada. É por isso que o primeiro reflexo que a Plataforma Alternance 2023 deve ter é não atacar o eleitor, mas lutar pela transparência do processo eleitoral. Recordamos, de facto, que o que incendiou a pólvora entre Bongo e Ping nas últimas eleições presidenciais foi a fraude eleitoral, nomeadamente na província de Haut-Ogooué, assim batizada com o nome deste reduto da etnia Bongo Téké, que se tornou, ao mesmo tempo, o símbolo de todas as travessuras eleitorais.
O processo eleitoral deve ser ainda mais monitorado porque as instituições democráticas, em particular o Tribunal Constitucional do Gabão, são totalmente subservientes ao poder e, portanto, incapazes de resolver uma disputa em favor da oposição. É necessário, por isso, tomar todas as medidas para evitar litígios, dotando-nos de meios para acompanhar de perto o processo eleitoral para o desobstruir de eventuais percalços e assegurar os resultados das urnas. E a oportunidade é boa para a oposição definir os pressupostos das condições de um voto transparente durante o encontro político entre a maioria e a oposição, anunciado pelo Chefe de Estado na sua mensagem de votos à Nação. Com efeito, no seu discurso aos gaboneses, o Presidente Ali Bongo tinha estas palavras: "Ouvi o apelo dos meus compatriotas, em particular dos actores políticos da maioria e da oposição, pedindo a organização de um encontro para definir em conjunto as bases para a preparação das eleições no rescaldo pacífico". É preciso, portanto, para a plataforma, agarrar a bola no salto e lançar os verdadeiros marcos no caminho íngreme da corrida às eleições presidenciais de 2023, cuja data ainda não foi especificada.
Assim sendo, se as condições de transparência do voto são essenciais para a vitória, o maior adversário da oposição continua a ser a própria oposição num país onde a traição, a transumância e os cálculos políticos acabaram por desacreditar toda a classe política. E a ameaça é para ser levada a sério contra um adversário formidável como Ali Bongo que, mesmo diminuído fisicamente, tem todos os cantis de dinheiro do Tesouro e de todo o aparato do Estado. Ele, portanto, certamente manobrará para esmagar a coalizão e, portanto, não hesitará em afrouxar os cordões à bolsa para atingir seus objetivos. Mas como diz um provérbio africano, "quando você conhece seu inimigo, você deve ter o antídoto para frustrar seus planos malignos". Dito isto, cabe a Paulette Missambo e seus aliados mostrar engenhosidade para bloquear todas as manobras de Bongo junior.
fonte: " O país "
Cabe a Paulette Missambo e seus aliados mostrar engenhosidade
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