Djemberém é um blog que aborda temas de carácter social, cultural e educativo; colabore com os seus arquivos, imagens, vídeos, para divulgação. O objectivo principal de sua criação é de divulgar informações privilegiadas sobre a África e o seu povo, assim como outras notícias interessantes. Envie para - vsamuel2003@gmail.com
Postagem em destaque
Selecionador e jogadores tentam reconduzir Cristiano Ronaldo para o jogo de adeus. Ele está em silêncio.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... A seleção portuguesa alcançou um marco inédito na Liga das Nações, mas...
domingo, 11 de outubro de 2026
Selecionador e jogadores tentam reconduzir Cristiano Ronaldo para o jogo de adeus. Ele está em silêncio.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
A seleção portuguesa alcançou um marco inédito na Liga das Nações, mas o ambiente interno continua dominado pela delicada ausência do seu principal símbolo.
No seu primeiro jogo em casa sem Cristiano Ronaldo, Portugal derrotou no domingo a Noruega por 2-1, tornando-se a primeira seleção a chegar aos quartos de final da Liga das Nações da UEFA.
A situação em torno de Cristiano Ronaldo continua a ser um dos principais assuntos do futebol português. Depois de um conflito com o selecionador Jorge Jesus, o avançado de 41 anos deixou a seleção. A seleção portuguesa parece estar a trabalhar incansavelmente para convencer Cristiano Ronaldo a regressar, mas para um último jogo.
A ideia é que CR7 jogue uma partida de despedida perante os adeptos portugueses, dando-lhe a oportunidade de se despedir em campo e terminar o seu percurso de sucesso internacional.
"Cristiano Ronaldo é o nosso capitão e o símbolo da seleção nacional. Estou confiante de que tudo se resolverá da melhor forma. Todos queremos que a situação seja resolvida com calma e com o respeito que Cristiano merece", afirmou o jogador da seleção portuguesa João Cancelo.
Outro jogador, Nuno Mendes, escreveu nas redes sociais que os jogadores da seleção estão "mais focados naquilo que precisamos de fazer agora e naquilo que o selecionador nos quer oferecer".
"Quanto ao resto, isso não depende de nós. Teremos todo o gosto em receber qualquer jogador que se junte a nós", escreveu o jogador.
Depois disto, Cristiano deixou de seguir Mendes nas redes sociais.
O selecionador português, Jorge Jesus, afirma que Cristiano continua a ser um jogador que pode ser convocado. No entanto, ele próprio precisa de estar pronto para regressar.
De acordo com Jesus, o conflito foi "muito exagerado" e surgiu de um "mal-entendido". Jorge Jesus também respondeu aos pedidos de desculpa após a saída de Cristiano Ronaldo:
"Pedir desculpa porquê? A quem e porquê? Assumo a responsabilidade pela minha decisão e pelo que aconteceu, mas pedir desculpa porquê? Isso é absurdo.Eu sou o treinador. Convenço quem eu quiser. Não peço a opinião de ninguém sobre quem escolho ou quem joga."
O próprio Ronaldo ainda não se pronunciou sobre a possibilidade de um regresso.
"Ele compreende que tudo tem um fim — nada dura para sempre", disse Jesus. "Mas gostaria que ele se retirasse da seleção por vontade própria." Quando o convoquei pela primeira vez para a seleção, disse que precisava dele. Independentemente de jogar ou não, preciso dele. Isso continua a ser verdade hoje."
Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, tentou persuadir Ronaldo a regressar, dirigindo-se-lhe através dos meios de comunicação portugueses: "É o maior jogador de todos os tempos, um futebolista que se dedicou ao futebol português durante mais de vinte anos. Hoje, é um verdadeiro símbolo da identidade portuguesa."
Leia mais: Pedro Proença reúne Ronaldo e Jesus para evitar impacto no Mundial 2030
fonte: pravda.ru
Domingos Simões Pereira espera que militares não se eternizem no poder.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
O líder do PAIGC reagiu, esta quinta-feira 8 de outubro, aos recentes anúncios de impossibilidade de realizar as eleições, na Guiné-Bissau a 6 de Dezembro. Domingos Simões Pereira afirmou que o Alto Comando Militar não se deve eternizar no poder.
Questionado sobre as declarações do primeiro-ministro guineense e da CNE, segundo as quais não existem condições para a realização de eleições a 6 de dezembro, Domingos Simões Pereira disse não estar surpreendido.
O líder do PAIGC apelou os militares a não se eternizar no poder, e a provar que querem o regresso à normalidade constitucional.
"Já sabíamos que seria praticamente impossível, porque o prazo para a deposição das candidaturas caducou, portanto, era só uma questão de confirmação política daquilo que, técnicamente, já estava ultrapassado. Continuo a reiterar que se as entidades que controlam o país neste momento querem um voto de confiança e uma oportunidade, devem alinhar-se com os princípios da reposição da normalidade constitucional", sublinhou o presidente da Assembleia Nacional Popular.
Domingos Simões Pereira saudou a decisão judicial da CEDEAO que atribui uma indemnização de 30 milhões de francos CFA (cerca de 46 mil euros) aos cinco políticos presos no golpe militar, incluindo ele próprio.
"Isto vem confirmar, por um tribunal da CEDEAO, que a leitura que se faz, mesmo a nível internacional, é igual àquela que nós já tínhamos", afirmou.
Uma decisão judiciária reforça a ilegalidade da detenção a que os cinco opositores foram submetidos.
"Absolutamente, não só ilegal, como arbitrária", insiste o líder do PAIGC.
Domingos Simões Pereira disse ainda esperar que a Guiné-Bissau não envereda pelos caminhos que os Estados da Aliança do Sahel (Niger, Mali e Burkina Faso), em que os militares permaneceram no comando depois de tomarem o poder pela força.
Quanto ao seu regresso a Bissau, o presidente do PAIGC afirma que não sabe quando será, nem o que vai fazer ao completar-se, neste mês de outubro, o prazo de três meses que lhe foi dado para se deslocar a Portugal, quando foi libertado em julho.
fonte: rfi.fr
Hutis renovam ameaças a Riade após ataque, Arábia Saudita promete responder.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Riade – Os rebeldes Hutis, grupo xiita pró-iraniano, renovaram as suas ameaças a aeroportos sauditas, após um ataque ao aeroporto King Khalid, em Riade, que fez pelo menos 12 mortos e mais de 300 feridos, no sábado, 10 de Outubro. O reino promete responder, e os Estados Unidos disseram estar a ponderar participar nessa resposta.
Sem reivindicarem o ataque de sábado, os Hutis reiteraram, no domingo, o seu aviso aos viajantes, funcionários e companhias aéreas para que não utilizem o espaço aéreo saudita nem os aeroportos do país, “com excepção” dos situados nas cidades sagradas de Meca e Medina.
A Arábia Saudita atribui o ataque aos rebeldes pró-Irão, denunciando “um crime de guerra” ao qual responderá “com firmeza”. Já na quarta e na quinta-feira, os Hutis tinham reivindicado ataques contra o aeroporto de Riade, que causaram um total de seis mortos.
A amplitude e a frequência dos ataques contra Riade nos últimos dias são inéditas desde 2014, ano em que começou a guerra no Iémen, que opõe as forças governamentais sunitas, apoiadas pela Arábia Saudita, aos rebeldes Hutis, de orientação xiita e aliados do Irão. O cessar-fogo entre as partes, estabelecido em 2022, foi rompido em Julho, quando o Iémen entrou na guerra regional desencadeada pela ofensiva lançada no final de Fevereiro pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão.
A comunidade internacional, incluindo a ONU, a União Europeia, a Liga Árabe e países como o Reino Unido, o Iraque e o Paquistão, já condenou o ataque. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, considerou o incidente uma “escalada perigosa”.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que “o que aconteceu na Arábia Saudita é inaceitável”, indicando que iria analisar uma possível participação dos Estados Unidos nas operações militares contra os Hutis. Acrescentou ainda que se iria reunir com o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, líder de facto do reino.
Após o anúncio do encerramento, na noite de sábado, o aeroporto da capital saudita permanecerá encerrado durante o domingo. Além disso, o Ministério da Educação saudita ordenou que as escolas de Riade passassem a ministrar aulas à distância durante uma semana.
No terreno iemenita, as hostilidades prosseguem após a ofensiva-relâmpago lançada em Setembro pelos Hutis, que assumiram o controlo do estratégico estreito de Bab el-Mandeb, no mar Vermelho, desencadeando uma contra-ofensiva governamental. Fontes militares indicaram, no sábado, à agência noticiosa AFP que as forças iemenitas tinham avançado nas imediações do estreito, sem, contudo, conseguirem garantir a sua segurança.
Segundo estas fontes e um responsável dos Hutis, os rebeldes continuam a controlar a ilha de Mayyoun, situada no centro da passagem marítima, que ganhou importância desde que Teerão restringiu a navegação no estreito de Ormuz, do outro lado da Península Arábica.
fonte: rfi.fr
Guineé-Conacri: Concurso para recrutamento de 6.000 professores reagendado para 17 de Outubro.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Os candidatos ao concurso para preencher 6.000 novas vagas de professores terão de se preparar mais cedo do que o previsto. Originalmente agendadas para quarta-feira, 21 de outubro de 2026, as provas serão agora realizadas no sábado, 17 de outubro, segundo um comunicado do Ministério da Modernização Administrativa e da Função Pública.
Esta alteração de data foi feita por determinação do Presidente da República. O Ministério afirmou que o objetivo é acelerar o processo de seleção para responder à procura de professores, uma vez que o ano letivo de 2026-2027 já começou.
Os exames serão realizados exclusivamente em território nacional, nas capitais de sete prefeituras: Kindia, Boké, Mamou, Labé, Kankan, N’Zérékoré e Faranah.
Os candidatos devem aguardar a publicação da lista final de aprovados para saber o local da prova. O Ministério informa ainda que os professores aprovados serão apenas alocados a escolas localizadas em território nacional.
O prazo final para a inscrição mantém-se sendo o dia 11 de outubro de 2026, às 23h59. O reagendamento dos exames não altera as demais disposições do aviso inicial.
Para obter informações sobre o exame ou solicitar assistência, os candidatos podem aceder ao site oficial concours.gov.gn ou ligar para o 1017.
Os casos suspeitos de fraude ou burlas podem ser denunciados em alerte.concours.gov.gn.
O Ministério recomenda que os candidatos estejam atentos aos comunicados oficiais, sobretudo os referentes aos locais de prova e aos procedimentos práticos para a realização dos exames.
Através desta campanha de recrutamento, as autoridades pretendem reforçar o corpo docente, garantindo, em conformidade com os seus compromissos, um processo baseado no mérito, na transparência, na equidade e na igualdade de oportunidades.
fonte: guineé360.com
Assinar:
Postagens (Atom)


