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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Oposição angolana em busca da unidade antes das eleições de 2017.

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Isaías Samakuva, líder do principal partido da oposição em Angola, a Unita. ARQUIVO

Partidos de oposição de Angola estão buscando unidade para ficar como uma frente única na eleição geral de 2017.

Unita, CASA-CE, PRS e FNLA - realizaram uma reunião de terça-feira a quarta-feira para deliberar sobre a plataforma conjunta.

A eleição de 2017 será o terceiro desde o fim da guerra civil em 2002. O MPLA ganhou todos os anteriores com folga.

Em 2012, o partido governante garantiu 74 por cento dos votos. O principal partido de oposição, a Unita, só conseguiu 18 por cento.

Na reunião da oposição inter-partes discutiram o colapso do preço do petróleo bruto no mercado mundial e como isso afetou Angola.

Muitas instituições foram negativamente afetadas, com atrasos nos pagamentos salariais, um caso jamais que fora vistos antes. Os atrasos de salário têm afetado até mesmo o exército, de acordo com deputados da oposição.

Dois anos atrás, o governo cancelou as aplicações públicas e novos slots de emprego para funcionários públicos.

Também houve atrasos no pagamento dos cubanos que estão ajudando o país nos sectores da educação e saúde, o que poderia forçá-los a deixar Angola.

A sociedade civil

No mês passado, um deputado da oposição disse que o parlamento angolano não tinha dinheiro para levar a cabo as suas funções.

CASA-CE (Convergência Ampla para a Salvação de Angola) do Presidente Abel Chuivukuvuku disse que o país estava prestes a ir à falência devido a ações e omissões do partido no poder.

O líder da Unita (União Nacional para a Independência Total de Angola), o Sr. Isaías Samakuva, avalia que o país vive por meio da corrupção, suborno e peculato.

No conclave da oposição também teve a participação de membros da sociedade civil.

A iniciativa teve como resultado de posições e debates no interior, de acordo com o coordenador, o Sr. Adalberto da Costa Júnior, a Unita MP.

"Queremos estar perto da população", disse o Sr. Costa Júnior.

"Os grupos parlamentares do PRS (Partido da Renovação Social), CASA-CE, FNLA (Frente Nacional para a Libertação de Angola) e os da Unita compartilham as mesmas posições no parlamento para a defesa de valores universais", acrescentou o MP.

Além de discutir a situação económica e política, a reunião da oposição também avaliou o processo de paz pós-2002.

#africareview.com

Ruanda: oposição espera bloquear as chances para o Presidente Kagame à terceira candidatura.

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O líder do Partido Democrático Verde de Ruanda, Sr. Frank Habineza, e seu advogado, Sra. Antoinette Mukamusoni, compareceram perante o Supremo Tribunal Federal em Kigali em 09 de setembro de 2015, procurando parar o lance ao terceiro mandato do presidente Paul Kagame. FOTO | CYRIL NDEGEYA

Oposição Democrática do Partido Verde de Ruanda (sigla em inglês - DGPR) diz que está confiante de que irá parar o processo para alterar a Constituição que visa eliminar os limites do mandato presidencial.

DGPR expressa os sentimentos após a Suprema Corte decidir na quarta-feira que tem a competência para julgar o caso.

A Procuradoria do Estado tinha pedido para bloquear o caso visando anular o que DGPR chama de  "tentativas inconstitucionais" para remover o limite de mandatos presidenciais para permitir que o presidente Paul Kagame concorra novamente em 2017.

Advogados do Estado argumentaram que a Suprema Corte não tinha competência para julgar casos relacionados com a constituição ou quaisquer outras reformas nas leis nacionais que foram feitas através do parlamento, que opera de forma independente.

No entanto, usando a jurisprudência de casos de diferentes países, um painel de juízes da Suprema Corte presidido por Immaculee Nyirinkwaya rejeitou os argumentos e decidiu que tinha competência para julgar o caso, que foi arquivado pelos ruandeses do Partido Verde em 3 de junho.

A Constituição

"À medida que a mais alta corte do país, o Supremo Tribunal considera que ele tem a competência prevista pela lei para ouvir o caso relacionado a proteger a Constituição do país se surgir essa necessidade.

"Isso é tão especial que, se a parte autora fornece motivos convincentes para indicar que não é um processo contínuo que levaria a violar a Constituição da República e, como tal, este tribunal concluiria que ele pode seguir em frente e ouvir o caso arquivado pelo Partido Democrática Verde de Ruanda ", disse o juiz.

A audiência substantiva será retomada em 23 de setembro.

Apesar da campanha em curso, o presidente Kagame está ainda por declarar se ele irá concorrer a um terceiro mandato em 2017.

Na semana passada, os EUA disseram que não apoiariam planos para alterar a Constituição para permitir que o presidente Kagame possa continuar.

#africareview.com

Há menos analfabetos em Angola.

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A taxa de analfabetismo em Angola baixou de 85 para 27 por cento, nos últimos 40 anos, afirmou em Luanda o ministro da Educação, Pinda Simão, num acto de celebração do Dia Internacional da Alfabetização, celebrado ontem.
Pinda Simão Ministro da Educação (Foto: Antonio Escrivao)
Pinda Simão Ministro da Educação (Foto: Antonio Escrivao)

O ministro da Educação disse que a revitalização, em 2012, do Plano Estratégico de Alfabetização deu um novo impulso ao processo, elevando para mais de dois milhões o número de adultos alfabetizados em todo o país.
A Campanha Nacional de Alfabetização foi lançada em 1976, meses depois da Independência Nacional, pelo primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto, numa altura em que mais de 85 por cento da população do país era iletrada.
A alfabetização é um instrumento de promoção do desenvolvimento sustentável, mas é sobretudo um direito fundamental do cidadão, sublinhou o ministro da Educação.
Dos mais de 527 mil alfabetizandos inscritos no ano passado, mais de 400 mil tiveram um bom aproveitamento. As actividades alusivas ao Dia Internacional da Alfabetização foram assinaladas sob o lema “Alfabetização e Sociedade Sustentáveis”.
Mensagem da UNESCO
A directora-geral da UNESCO, Irina Bokova, disse, numa mensagem tornada pública ontem, esperar que a promoção da alfabetização permaneça no centro da nova agenda para a educação e desenvolvimento para os próximos 15 anos.
Na mensagem, produzida por ocasião do 8 de Setembro, Dia Internacional da Alfabetização, assinalado ontem, Irina Bokova insistiu na necessidade de se erguer a bandeira da alfabetização como um direito humano, uma força para a dignidade humana e uma base para sociedades coesas e para o desenvolvimento sustentável.
“Esta mensagem é especialmente vital este ano, porque os Estados vão adoptar uma nova agenda para a educação e desenvolvimento para os próximos 15 anos”, lê-se na mensagem sobre o Dia Internacional da Alfabetização, instituído pela ONU em 1967.
Na opinião de Irina Bokova, ao capacitar homens e mulheres, a alfabetização ajuda no avanço para um desenvolvimento sustentável, para a melhoria dos cuidados de saúde e segurança alimentar, para a erradicação da pobreza e a promoção do trabalho digno.
Embora tenha reconhecido a existência de progressos no combate ao analfabetismo no mundo desde 2000, a responsável pela UNESCO declarou que ainda permanecem desafios enormes. Hoje, salienta Irina Bokova, a 757 milhões de adultos, dos quais dois terços são mulheres, ainda faltam competências básicas de alfabetização. O número de crianças e de adolescentes fora da escola está em ascensão – 124 milhões em todo o mundo -, enquanto a 250 milhões de crianças do ensino primário estão a faltar as competências de alfabetização básica.
“Nós não podemos permitir que esta situação continue”, salienta a directora-geral da UNESCO, para quem a alfabetização é essencial para que seja atingida a meta de desenvolvimento sustentável, proposta para promover uma “educação inclusiva e equitativa de qualidade e uma aprendizagem ao longo da vida para todos”.
Na visão da ONU, aprender a ler e a escrever está directamente relacionado com o desenvolvimento de um país. Quanto mais pessoas analfabetas, menor é o índice de desenvolvimento. Por esse motivo, nas últimas décadas vários países têm assumido o compromisso de combater o analfabetismo. Actualmente, a alfabetização atinge cerca de 84 por cento da população mundial. (jornaldeangola.ao)
#portaldeangola.com

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Angola: Encontro de Solidariedade para com os 15 Presos Políticos.

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Familiares de alguns presos políticos num encontro com a eurodeputada Ana Gomes, que lhes prestou solidariedade.

#Makaangola.org
Rádio Despertar e o defensor dos direitos humanos Rafael Marques organizam, a 12 de Setembro de 2015, na Sala de Conferências da Sovsmo, em Viana, o Encontro de Solidariedade para com os Presos Políticos e as Vítimas da Intolerância Política.
O Encontro, que irá ter a duração de três horas, terá início às 10 horas da manhã, com transmissão em directo pela Rádio Despertar e através das redes sociais. A sala situa-se no mesmo recinto da emissora que co-organiza o evento, e tem capacidade para mais de 500 pessoas.
Estão convidados todos os sectores da sociedade civil, activistas, entidades religiosas, partidos políticos, artistas e todos os cidadãos comprometidos com a causa da liberdade, dos direitos humanos, da justiça e do bem-estar espiritual do povo angolano.
O encontro tem por objectivo a criação de uma corrente de solidariedade aberta para com os 15 presos políticos, acusados arbitrariamente de preparação de golpe de Estado contra o presidente José Eduardo dos Santos.
Essa corrente de solidariedade será extensiva ao activista José Mavungo, em Cabinda, que foi julgado a sós por tentativa de rebelião armada. A sua sentença será proferida a 16 de Setembro, em Cabinda.
Além disso, o encontro servirá para manifestar o repúdio diante do massacre de Monte Sumi, a 16 de Abril passado, bem como para expressar solidariedade para com as famílias enlutadas.
O programa do Encontro visa sobretudo criar uma oportunidade para que os familiares dos detidos partilhem os seus testemunhos com a sociedade solidária, em directo, de modo a que alcancem o maior número possível de pessoas.
Estão detidos há 80 dias, no processo dos 15, Afonso Matias “Mbanza Hamza”, Albano Bingobingo, Arante Kivuvu, Benedito Jeremias, Domingos da Cruz, Fernando Tomás “Nicola Radical”, Hitler Jessia Chiconda “Itler Samussuku”, Inocêncio Brito “Drux”, José Hata “Cheik Hata”, Luaty Beirão, Nelson Dibango, Nito Alves, Nuno Álvaro Dala, Osvaldo Caholo e Sedrick de Carvalho. O capitão Zenóbio Zumba, detido a posteriori por suposta amizade com Osvaldo Caholo, é o prisioneiro político número 16.












Brasil: A Raça posta à venda - os abutres têm fome.

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Flávio Leandro - É cineasta, professor de Produção de Cinema e Vídeo e de Produção Teatral
Meus amigos e minhas Amigas,
Tão nefasto e nocivo quanto o racismo e a exclusão sócio-economico-educativo-cultural imposta à negritude brasileira, é o conluio politiqueiro, entreguista e mercantilista dos que se autointitulam líderes dessa mesma negritude.
Nas páginas sociais, no youtube, sites e blogs, feitos urubus famintos, lá estão negros e negras, que se auto intitulam líderes de movimentos negros, apoiando com veemência os governos dos quais estão chafurdados e encabrestados. Falam e exaltam os avanços e conquistas de espaços e de saberes da raça. Só que a raça não toma conhecimento, não vê e nem recebe essas tais conquistas eavanços. Só essas e esses tais líderes.
Não bastasse colocarem a Causa Negra e a Causa Quilombola nos balcões de negócios encabeçados pelo lixo chamado SEPPIR – e seus similares estaduais e municipais – agora, para esconderem suas inutilidades, oportunismos e hipocrisias, criaram uma tal de direita calculista branca a qual lançam a culpabilidade do racismo e todas as mazelas lançadas contra a negritude. Para essa turminha, boa para a negritude é a esquerda. Essa mesma esquerda, há dezesseis anos no poder; tempo em que aumentou em 46% o genocídio de jovens negros praticado por forças do Estado. E não houve nenhum avanço as legítimas conquistas dos Quilombolas pelas suas terras.
Nas matérias exibidas nos noticiários televisivos anunciando o cancelamento de 40% dos inscritos no FIES (Pátria educadora?) a maioria dos jovens que aparecem na tela chorando e lamento a exclusão do programa é NEGRA. Não seria o caso de se investigar que critério o governo usa para excluir os jovens beneficiados pelo programa? Seria pela cor da pele? Ou vamos deixar para lá porque a esquerda sabe o que faz?
Em Alcântara (MA), de grande população negra, o prefeito esquerdista do PT fechou mais de 30 escolas, deixando fora das salas de aulas centenas de crianças e jovens negros. Cadê o lixo SEPPIR e suas centenas de similares estaduais e municipais? Cadê os movimentos negros? Aonde estão os líderes negros? E os Conselhos Estaduais e Municipais dos Negros o que fazem ou farão para reverter esse crime? Ou vamos deixar assim porque a esquerda sabe o que faz?
E ainda me acusam de ser porta voz dos brancos. Os caras são pajens e serviçais de politiqueiros brancos e eu é que eu sou o por ta voz? 
Aqui no Rio, tem um líder negro, presidente de uma desses milhares de siglas inúteis, que me acusa de ser cúmplice dos brancos, mas ele próprio age como papel higiênico reciclado de uma deputada branca. Ela manda, ele obedece. Ocupa as redes sociais para enaltecer e agradecer a esquerda pelas conquistas e avanços da negritude.
Ainda, aqui no Rio, há um outro líder, da mesma estirpe, tal qual incompetente de carteirinha, puxa saco de políticos, do PT e do lixo chamado SEPPIR, que grava mensagens postadas no youtube enaltecendo o governo do PT e as suas conquistas de saberes para a negritude. Zombam da própria raça e dos infortúnios lançados contra ela.
Acontece que esses líderes não conhecem os bairros da periferia de Duque de Caxias, São João de Meriti, Belford Roxo e Nova Iguaçu, de grande maioria populacional negra, que dependiam do seu sustento e da sua família, do polo de óleo e gás da Refinaria Duque de Caxias, a REDUC, em Campos Elísios. Com a roubalheira na Petrobrás, patrocinada pelos partidos de esquerda, desseslíderes, 90% dos trabalhadores negros e nordestinos perderam seus empregos. É quase uma situação de calamidade pública o número de pais e mães de família e jovens negros desempregados na Baixada Fluminense.
E não para por ai...
Outro grande empreendimento petrolífero, as obras do COMPERJ, em Itaboraí, região metropolitana do Grande Rio, encontram-se na mesma situação e, talvez, pior. Cidadãos e cidadãs, de grande maioria negra, pais e mães de família e jovens negros estão com as luzes de suas casas cortadas; estão com ordem de despejos por não ter condição de pagar o aluguel; obrigados a tirar os filhos das escolas particulares por falta de pagamento, sem conseguir vagas nas escolas públicas; estão sem poder dar o sustento digno aos seus filhos; não tem dinheiro para pagar o alto custo das passagens para irem à busca de outra opção de trabalho em outra cidade ou região.
E os movimentos negros exaltando a esquerda boazinha para os negrosque tem propiciado as conquistas e avanços da negritude! Isso é piada ou deboche? São líderes negros ou puxa sacos dos governos das quais são pajens, capitães do mato e papel higiênico reciclado?
Tão cruel quanto o racismo imposta à raça negra é a complacência desses e dessas líderes com o sistema, que está lançando os seus iguais num hediondo holocausto social. São verdadeiros capitães do mato da modernidade e feitores da nova ordem social, que contribuem para marginalização da sua própria raça. 
Esses líderes negros são plantonistas do descaso e da inércia. Afloram-se raivosamente contra uma artista que publica foto das babás de seus filhos sem uniformes, mas se calam perante seus patrões, governantes responsáveis pelo genocídio dos jovens negros. No dia seguinte da morte dos doze da Cabula, os principais autointitulados líderes negros da Bahia aparecerem numa foto sorridentes ao lado do governador e do secretário de segurança, que apoiaram a ação genocida da polícia.
Aqui, no Rio, o manifesto chulo e pífio da Comissão da Igualdade Racial da OAB sobre as crianças e adolescentes negros, retirados à força do ônibus pela PM, quando se dirigiam ao lazer da praia, omitiu propositadamente o nome governador Pezão, do Secretário de Segurança e do comandante da Polícia Militar. Essas três autoridades foram à imprensa declarar apoio irrestrito às ações racistas e sem sentido da PM. Para que então essa tal Comissão existe? Existe como sucursal do PT na OAB, e para blindar os genocidas da raça negra, seus patrões e senhores. É de se admirar que uma instituição tão honrosa e de um passado de lutas pelo estado de direito, como a OAB, empreste sua honrosa sigla a uma inutilidade desse calibre!
Dos inúmeros e-mails que recebo semanalmente, de todo o país, há um grande número de mensagens de negras e de negros, tão indignados quanto eu. Todos revoltados contra esses vendilhões da raça chafurdados nos partidos políticos, que se apresentam como salvadores e defensores da raça, que na verdade transformaram a Causa Negra e Causa Quilombola num hediondo balcão de negócios. Só eles é que tem razão e não admitem pensamentos aos seus.
Nos e-mails recebidos, alguns atores e atrizes negros reclamam bastante da perda de espaço nas novelas por causa da ingerência dos movimentos negros. Qualquer cena com negros, os urubus se juntam a massa falida chamada SEPPIR para atacar os novelistas e as emissoras de TVs. Resultado: para evitar problemas com os vendilhões da raça, personagens negros estão sumindo das dramaturgias. Eis o trecho de um dos e-mails que recebi de uma jovem atriz carioca:
"A série O Sexo e as Negas em nada agrediu ou constrangeu a mulher negra, mas os caras dos movimentos negros, sem nos consultar, partiram para a guerra contra o Falabella e a Globo. Resultado: a novela do Emanuel Carneiro, A Regra do Jogo, teve vários personagens negros transformados em personagens brancos. Tudo para que o autor e a Globo não tivessem que enfrentar a fúria desses caras, que você chama de vendilhões da raça. Na novela há uma comunidade chamada Morro da Macaca. A jornalista Fabíola Riport, do site R7, publicou que o autor achou por bem colocar uma branca, a Suzana Vieira, vivendo uma personagem que seria de uma negra. Um outro personagem, que seria um Rapper negro, está sendo vivido por um ator branco.  Eu pergunto: que benefício a gente que é atriz ganhou com o movimento negro metendo o nariz onde não foi chamado?Quem vai agora dar emprego para os atores e as atrizes negras? Estou puta da vida com esses caras do movimento negro. Que raiva!!!"
O desabafo dessa jovem atriz não é solitário. Existem dezenas de outros e-mails recebidos, com pessoas tão indignadas quanto.
Muitos desses e-mails, também alertam-me para tomar cuidado contra essa turminha. São todos perigosos. Ameaçaram de morte até mesmo o ícone da raça, o ex-ministro Joaquim Barbosa. Os caras são capazes de tudo para não perderam a boquinha conquistada à custa do sofrimento, das dores e das mazelas imposta aos seus irmãos de raça.
Agora mesmo um bonde lotado de líderes negros voou do Rio para Brasília, com passagem pagas ninguém sabe por quem, para exigir do governo federal que não acabe ou diminua o cabide de emprego do lixo chamado SEPPIR. Para isso os caras são bons: fazem de tudo pela manutenção das diversas boquinhas que os sustentam e os mantém na atividade de venda da raça negra.
Por causa da minha posição contrária à nefasta prática de negociata da raça, pelo próprio cidadão e cidadã da raça, venho sofrendo boicotes em eventos negros e similares. Contra mim, o racismo interno há tempo já suplantou o racismo branco. Fora as ameaças, xingamentos e calúnias. Todas devidamente registradas e cadastradas nos órgãos competentes.
Não estou querendo aparecer ou chamar atenção. É o meu desejo somente de vir a minha raça deixar de ser explorada e vilipendiada pelos seus próprios iguais. Bem sei que é uma utopia, mas sonho em vir a negritude politizada, sim, e participando de decisões políticas. Afiliada aos partidos políticos, mas sem estar encabrestada por eles ou a eles. Participar de atividades políticas é o direito de todos, mas usar essa atividade para negociar o infortúnio da raça negra é hediondo, nefasto e indigno.
Ao invés de apoiarem um governo falido, que está massacrando a negritude com sua política de recessão, porque os movimentos negros não convida esse mesmo governo para reativar as obras das refinarias que estão paradas. Elas são necessárias e fundamentais não somente à raça negra, mas a todo o nosso Brasil.
Usar as páginas sociais, e-mails, blogs e sites para defender os acusados da roubalheira da Petrobras, elogiar esse governo e compactuar contra as mazelas e infortúnios impostos à negritude é uma grande traição à Raça Negra. Raça Negra que já por demais explorada.
Foi ou não é?
Abraços a todos (as).
Flávio Leandro
#afropress.com

Novos estudos sobre empreendedorismo e criação de emprego em África.

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 Novos estudos sobre empreendedorismo e criação de emprego em África. 22887.jpeg
Amplo estudo para apoiar o lançamento inaugural da Djembe Insights, a nova funcionalidade de pesquisa em consultoria e Resultados de inquéritos feitos a mais de 4 mil angolanos, ganeses, moçambicanos e nigerianos serão revelados numa série de encontros de alto nível em cada mercado.

Luanda, 7 de Agosto de 2015: Djembe Communications, a mais recente agência de consultoria em comunicações no mundo pan-africano, anunciou hoje que vai apresentar um relatório sobre "Empreendedorismo em África", em conjunto com Forbes Insights. Os resultados da pesquisa, que envolveu mais de 4 mil africanos com idades entre os 16 e os 40 anos oriundos de Angola, Gana, Moçambique e Nigéria, serão apresentados durante uma série de encontros a terem lugar em cada mercado. O estudo inaugural, a ser revelado no dia 22 de Setembro, também assinala o lançamento da nova plataforma de pesquisa da Djembe, a Djembe Insights.

A Djembe Insights foi criada para apoiar a constante procura da jovem agência em providenciar estratégias de consultoria de alta qualidade com perspectivas rigorosas de mercado a todos os seus clientes por todo o continente.
"Temos o prazer de anunciar o lançamento do nosso trunfo de pesquisa, a Djembe Insights, uma nova funcionalidade para publicação de relatórios de pesquisa anuais de alta qualidade em temas-chave e tendências com impacto em África. Enquanto líderes de consultoria em comunicação, acreditamos que uma plataforma de pesquisa nos irá permitir entregar soluções orientadas para perspectivas que vão de encontro às necessidades dos nossos clientes e as partes interessadas (stakeholders) em toda a África Subsaariana", disse Mitchell Prather, Director Geral da Djembe Communications.

O Relatório "Criação de emprego na África Subsaariana: Empreendedores. Governos. Inovação" terá apurado o modo como os jovens de países-chave da África Subsaariana vêm o estado do empreendedorismo na região; o seu papel na criação urgente de emprego sustentável; onde sentem haver mais oportunidades; e como podem procurar incentivos para a criação de emprego orientado para o empreendedorismo, tal como hoje é exigido pelas economias de inovação.

"A Forbes tem o prazer de se associar à Djembe Communications para uma pesquisa que ilustra os motivos pelos quais os empreendedores são os principais condutores do crescimento económico e das mudanças sociais em África", refere Bruce Rogers, Chief Insights Officer da Forbes Media, e Director da Forbes Insights Practice."

"Um dos temas mais prementes da atualidade em África é a criação de emprego para a população jovem em crescente expansão. É crucial impulsionar as competências empreendedoras dos jovens africanos e ajudar as Pequenas e Médias Empresas (PMEs) nos sectores-chave a criar emprego sustentável. A nossa pesquisa, em conjunto com Forbes Insights, tem como meta colocar à disposição dos stakeholders africanos, incluindo governos e líderes empresariais, perspectivas valiosas em relação ao papel fundamental que os empreendedores têm no avanço da economia regional", acrescentou Prather.

Os relatórios serão divulgados numa série de encontros em:
·         Luanda, Angola, 22 de Setembro de 2015, no Hotel Epic Sana
·         Acra, Gana, 6 de Outubro de 2015, no Mövenpick Ambassador Hotel Accra
·         Maputo, Moçambique, 20 de Outubro de 2015, no Polana Serena Hotel
·         Lagos, Nigéria, 3 de Novembro de 2015, no Hotel Intercontinental.

Os encontros irão contar com um painel de líderes distintos de governos, empresas e ramos industriais em cada mercado. Para mais informações, visite: www.djembeinsights.com
Sobre a Djembe Communications
O nome tem origem num batuque oriundo da África Ocidental. A Djembe Communications é uma agência de consultoria independente, pioneira no ramo em toda a África, cuja missão é tornar-se a parceira de eleição para a comunicação na África Subsaariana, combinando um know-how global com as competências do mercado local e soluções adaptadas e, assim, entregar os melhores serviços de consultoria aos seus clientes.

A Djembe combina uma rede internacional organicamente desenvolvida com o mercado local e está presente em Angola, Moçambique, Nigéria, Suíça, Reino Unido, EAU e EUA. A contínua expansão da Consultora apoia-se no sucesso extraordinário que alcançou em apenas um ano e meio, providenciando as indústrias líderes de competências reconhecidas. Na primeira metade de 2015, a Djembe recebeu o prémio de Excelência na PRSA Silver Anvil Award, graças ao Programa de Gestão de Reputação da Consultora para o Fundo Soberano de Angola (FSDEA) no valor de USD 5 biliões. A Djembe também foi finalista no Holmes Report EMEA como Nova Empresa do Ano, SABRE Awards EMEA Gold e IPRA Golden World Awards, fazendo de 2015 um ano de expansão para a consultora jovem pan-africana.

Sobre a Djembe Insights
A Djembe Insights é a mais recente plataforma de pesquisa on-line. Enquanto líderes de consultoria em comunicações, acreditamos que uma funcionalidade dedicada à pesquisa nos irá permitir entregar aos nossos clientes e stakeholders de toda a África Subsaariana soluções orientadas para o impacto com base em perspectivas rigorosas do mercado.O extenso foco do nosso trabalho é apoiar as necessidades de comunicação dos nossos clientes nos sectores-chave de crescimento em África, pois compreendemos a importância de se tomar as rédeas dos desenvolvimentos essenciais em todo o continente. Ao trabalhar em parceria com as melhores autoridades de pesquisa mundiais, a Djembe Insights imitirá relatórios de pesquisa anuais de alta qualidade nas tendências mais prementes e nos desenvolvimentos com maior impacto no crescimento socioeconómico em África.

Sobre a Forbes Insights       
A Forbes Insights é o departamento de pesquisa estratégica e troca de ideias-chave da Forbes Media, editora da revista Forbes e Forbes.com. O conjunto da sua presença nos media chega, mensalmente, a quase 75 milhões de responsáveis por decisões de negócios em todo o mundo. A Forbes Insights beneficia da sua própria base de dados de executivos seniores na comunidade Forbes, realizando pesquisas sobre uma série de tópicos de interesse para executivos de topo, profissionais de marketing seniores, proprietários de pequenas empresas e para todos os que ambicionam posições de liderança, providenciando também uma perspectiva aprofundada sobre temas e tendências em volta da criação e gestão de riqueza.

#pravda.ru

Chikoti avisa para perigo de instabilidade política na Guiné-Bissau.

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George Chikoti

O Governo angolano aconselha os decisores políticos da Guiné Bissau a resolverem a crise política instalada no país, tendo em conta o resultado das últimas eleições legislativas.
A opinião é do ministro das Relações Exteriores de Angola Gorge Chikoti que, de passagem por São Tomé e Príncipe, advertiu para o perido de instabilidade política regressar ao país caso os resultados das últimas eleições não seja respeitado.
"O ideal era que a Guiné-Bissau pudesse manter a sua legalidade constitucional", afirmou Chikoti, adiantando não ter certeza "que possa haver estabilidade na Guiné-Bissau, se não se tiver em conta o que foram os resultados das eleições".
O chefe da diplomacia angolana manifestou a vontade de a CPLP se reunir para tratar a questão, o que, segundo ele, infelizmente não aconteceu no tempo oportuno.
#VOA

Guiné-Conacry: JUSTIÇA - Os militantes de Dadis Camará foram absolvidos.

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Na sequência de duas tentativas fracassadas de retornar A Guiné-cONACRY para o ex-chefe da junta militar guineense, Moussa Dadis Camará que é líder do Partido das Forças Patrióticas para o Desenvolvimento e Democracia (FPDD) no exílio a mais de cinco anos na capital burkinabé, são objectos de várias detenções de seus militantes insatisfeitos pelos agentes de aplicação da lei no Aeroporto Internacional de Conakry.



Foi depois de uma laboriosa batalha da jornada jurídica, na segunda-feira 7 de setembro de 2015 entre a parte civil e da defesa, que o tribunal Dixinn emitiu o veredicto absolvendo os quatorze réus de  FPDD de Dadis Camará, incluindo quatro mulheres acusadas ​​de reunião ilegal. Elas também foram liberadas por delito não constituído.
O promotor de justiça Mohamed Samura, disse que os réus foram interpelados por serviços de manutenção da ordem, depois um protesto para revindicar o retorno de seu líder político Dadis Camará a Guiné, na segunda - feira, 31 de agosto. '' Seu movimento devia deixar a rotunda Enco5 até a Embaixada dos Estados Unidos, '' disse ele.
Sendo chamados um por um para barra da justiça, os réus todos se declaram inocentes. Da mesma forma, um dos acusados ​​na barra de nome de Maoumou Martin, Contador de profissão, disse que estava indo para obter o seu extrato bancário em Kipé, quando a polícia o interpelou em Bambéto.
 Após a audiência, o juiz Noel Kolomou, na sua decisão, a que se refere a todos os acusados, para efeitos de procedimento penal por ofensa não constatado. Um veredicto seguido de uma explosão de alegria se ecoou pela sala.

Aqui está a lista completa dos réus absolvidos:
    Martin Maoumou,
    Mamy Délamou,
    Pola Lamah,
    Pascal Bamba,
    Gabou Doré,
    Henri Loua,
    Frank Haba,
    Seny Lamah,
    Karamo Haba,
    Robert Thea
    Nathalie Kolié,
    Michel Martin Camara,
    Mavolo Lamah.

#guineeconakry.info


Presidente português pede à Guiné-Bissau que coloque o povo em primeiro lugar.

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Presidente Cavaco Silva

O presidente de Portugal, Cavaco Silva, pediu hoje (8) aos líderes da Guiné-Bissau que coloquem “em primeiro lugar as preocupações do povo”. Ele afirmou que a comunidade internacional continuará a trabalhar em busca de uma solução para a crise política no país.
Ao final de uma audiência concedida ao presidente do Senegal, Macky Sall, no Palácio de Belém, Cavaco Silva disse que Portugal é solidário com o povo guineense e lembrou que a destituição do governo era “a última coisa desejável”.

Em agosto, o presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, demitiu o primeiro-ministro eleito, Domingos Simões Pereira, nome que voltou a ser apresentado pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde, que venceu as eleições. O nome, no entanto, foi rejeitado por Vaz, que nomeou para o cargo Baciro Djá, empossado nessa segunda-feira.
“Essa crise política era a última coisa que Portugal desejaria para a Guiné-Bissau neste momento, depois da esperança criada com as eleições do ano passado e depois da conferência de Bruxelas, que disponibilizou apoio financeiro significativo para o desenvolvimento do país”, disse Cavaco Silva.

O presidente lembrou que Portugal e o Senegal continuarão a buscar a normalização na Guiné. O presidente senegalês destacou a necessidade de diálogo entre os líderes políticos, visando a retomar a estabilidade. “Esperamos, com o apoio da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, da União Europeia e das Nações Unidas, poder ajudar as autoridades guineenses e a classe política a sair da crise”, afirmou Macky Sall.

Edição: Graça Adjuto
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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Novo Governo da Guiné-Bissau tem 15 ministérios e 15 secretarias de Estado.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O novo governo da Guiné-Bissau, anunciado esta segunda-feira (07.09), tem 15 ministérios e 15 secretarias de Estado e tomou posse perante o Presidente guineense, José Mário Vaz.

Guinea-Bissau Ministerpräsident Baciro Dja
Baciro Dja Primeiro-ministro da Guiné-Bissau

Lista completa do novo Governo: 

Primeiro Ministro Baciro Djá 
Ministro da presidência do Conselho de Ministros - Aristides Ocante da Silva 
Ministro dos Negócios Estrangeiros - Rui Dia Sousa 
Ministro da Administração Interna- Octávio Alves 
Ministro dos Recursos Naturais - Epifânio Carvalho de Melo 
Ministro da Defesa Nacional - Eduardo Costa Sanhá
Ministro da Saúde Publica- Domingos Malu
Ministra da Educação Nacional - Nharebat Ntchasso 
Ministra da Mulher, Família Coesa Social- Evarista de Sousa 
Ministro da Comunicação Social - Respício Nunes 
Ministro da Energia e Industria- Florentino Mendes Pereira 
Ministro do Comercio- Serifo Embaló
Ministro da Função Pública e Trabalho- Carlitos Barai 
Ministro da Justiça- Dionísio Caby
Ministro da Agricultura - Rui Nene Djatá
Ministro Obras Publicas - Malam Banjai

Secretário de Estado do Plano e Integração Regional- Doménico Sanca 
Secretário de Estado da Juventude, Cultura e Desporto- Mário Martins 
Secretário de Estado da Cooperação Internacional e das Comunidades - Dino Seidi
Secretaria de Estado dos Combatentes da Liberdade da Pátria- Anita Sani
Secretário de Estado dos Transportes e Comunicações - Florentino Dias 
Secretário de Estado Orçamento e Assuntos Fiscais - José Vieira 
Secretário de Estado Ordem Publica- Marcelino Cabral 
Secretário de Estado Ordenamento e Administração do Território- Alassane Queta
Secretário de Estado Ensino e da Investigação Cientifica- João Butian Co
Secretário de Estado das Pescas e Economia Marítima- Fernando Correia Landim
Secretário de Estado do Ambiente - Luís Olundo Mendes 
Secretário de Estado do Tesouro - Henrique Horta 
Secretário de Estado da Gestão Hospitalar - Maria Inácia Sanha 
Secretário de Estado da Segurança Alimentar - Vítor Pereira 
Secretária de Estado do Turismo - Fatumata Djau
A posse dos novos membros do Governo ocorreu esta tarde na presença do presidente guineense, embaixadores acreditados no país, Procurador-Geral da República entre outras individualidades do país.

Fonte ligada ao novo Governo adiantou à agência de notícias Lusa que os ministros das Finanças e da Economia (duas pastas que estavam juntas no anterior executivo) devem ser nomeados nos próximos dias.
Baciro Djá assinou Pacto de Estabilidade com PRS

O novo Primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Baciro Djá, assinou o que chamou de "Pacto de Estabilidade" com o Partido da Renovação Social (PRS), segunda maior força no Parlamento do país, para a viabilização do seu Governo.
Parlamento da Guiné-Bissau
O acordo rubricado entre Baciro Djá e o líder do PRS, Alberto Nambeia, permitiu a formação de um novo Governo guineense para substituir o executivo liderado por Domingos Simões Pereira, demitido no passado dia 12 de agosto pelo Presidente do país, José Mário Vaz.

Com o acordo, o PRS, que detém 41 dos 102 deputados no Parlamento, passou a dispor de dez pastas, cinco ministérios e outras tantas secretarias de Estado, ou seja, o dobro das pastas que detinha no Governo demitido.

O líder do PRS, Alberto Nambeia, frisou que o seu partido decidiu entrar para o Governo de Baciro Djá "como forma de salvar o país", mas salientou que em caso de incumprimento do acordo hoje assinado terá a coragem de abandonar o executivo.

Por sua vez, o novo Primeiro-ministro disse que o acordo com o PRS "foi assinado dentro de um espirito patriótico e de responsabilidade" para com o povo da Guiné-Bissau.
#dw.de

Guiné-Bissau tem novo Governo liderado por Baciro Djá.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Novo executivo do PAIGC tem 16 ministros e conta com o apoio da segunda maior força política, o Partido da Renovação Social.


Baciro Djá foi nomeado depois de o Presidente ter demitido Domingo Simões Pereira SIA KAMBOU/AFP

O novo primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Baciro Djá, conseguiu finalmente formar Governo, quase um mês depois de o Presidente ter destituído Domingo Simões Pereira. 
As últimas semanas trouxeram de volta o receio de que o país pudesse cair numa nova espiral de violência, depois da crise política provocada pela demissão do anterior Governo. 
Apesar das dificuldades para se encontrar um novo Governo – devido à incompatibilidade entre as duas facções no interior do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), uma afecta ao Presidente e outra leal ao antigo primeiro-ministro –, a garantia dos militares de que não iriam intervir permitiu que se chegasse a um entendimento. 
Segundo um decreto presidencial citado pela agência AFP, o novo Governo, liderado por Baciro Djá, é formado por 16 ministros e 15 secretários de Estado, e conta com o apoio fundamental da segunda maior força política na Assembleia Nacional Popular, o Partido da Renovação Social (PRS). 
Durante as últimas semanas houve negociações entre o PAIGC e o PRS, mas até agora não era claro se seria possível chegar-se a um acordo e evitar a convocação de eleições antecipadas. Com este entendimento, o novo Governo conta com o apoio dos 55 deputados do PAIGC e dos 41 do PRS, numa assembleia com 100 lugares – os restantes são ocupados pelo Partido da Convergência Democrática (2), Partido da Nova Democracia (1) e União para a Mudança (1). 
O Presidente guineense demitiu o antigo primeiro-ministro Domingo Simões Pereira a 12 de Agosto. Para além de atribuir ao Governo de então "preocupantes sinais" de querer obstruir a actuação da Justiça, José Mário Vaz não escondeu, e escreveu-o no decreto presidencial, as "incompatibilidades de relacionamento institucional" com o primeiro-ministro. 
Numa entrevista ao jornal cabo-verdiano Expresso das Ilhas, Simões Pereira, líder do PAIGC, disse que o Presidente (também do PAIGC) não lhe explicou os motivos que o levaram a demiti-lo e atribuiu ao chefe de Estado "uma vontade desmedida de chamar a si todos os poderes". 
A meio da semana passada, o representante especial do secretário-geral das Nações Unidas para a Guiné-Bissau, Miguel Trovoada, disse que a situação de impasse no país "não se deve prolongar", insistindo no diálogo para solucionar a crise, e apontando para a impaciência da comunidade internacional. 
"Penso, e foi o sentimento que colhi da comunidade internacional, que é talvez altura de reatar o diálogo a ver se com base num consenso se pode chegar a uma plataforma de entendimento para viabilizar um Governo, as instituições e o país", disse o antigo Presidente de São Tomé e Príncipe.

#publico.pt

Angola: José Eduardo dos Santos pediu para Comissão Eleitoral reduzir sua vitória em 1992.

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A ideia é que Jonas Savimbi fosse à segunda volta das eleições,revela o antigo secretário de Estado americano para os Assuntos Africanos Herman Cohen.

Herman J. Cohen
Herman J. Cohen


O Presidente angolano José Eduardo dos Santos obteve mais votos do que foi oficialmente anunciado nas eleições de 1992.
A afirmação é do antigo secretário de Estado adjunto para os Assuntos Africanos dos Estados Unidos Herman Cohen, que revela ainda que Jonas Savimbi teria sido um ditador “tirânico” se tivesse ascendido ao poder.
Na obra The Mind of the African Strongman: Conversations with dictators, statesmen, and fahter figures (A mente do homem forte africano: conversa com ditadores, estadistas e figuras paternai),  Cohen escreve que, após as eleições no final de Setembro de 1992, ele deslocou-se a Angola para se encontrar com o Presidente da República.
Nas conversas, José Eduardo dos Santos disse recear que Jonas Savimbi não iria aceitar o resultado das eleições.
“Por essa razão”, escreve o antigo diplomata americano, “José Eduardo dos Santos implorou ao presidente da Comissão Eleitoral independente, presidente por um diplomata português,  para baixar o total de votos conseguidos por ele de 51% para 49% - o único resultado tornado publico - para que Savimbi pudesse ter uma oportunidade de ir à segunda volta”.

Herman J Cohen
Herman J Cohen
No capítulo referente a Angola, Herman Cohen diz que as relações entre os Estados Unidos e a Unita deterioraram-se a partir de então devido à recusa de Washington de classificar  as eleições de fraudulentas, como exigido pelo partido liderado por Savimbi.
Cohen afirma ainda que, mesmo entre os apoiantes conservadores de Savimbi, o entusiamo pela Unita tinha diminuído.
Ele cita um dos seus grandes apoiantes, o senador Dennis DeConcini, como tendo dito que os Estados Unidos tinham dado a Savimbi o que ele queria, nomeadamente eleições livres. e que, portanto, a Unita tinha deixado de merecer o apoio americano.
O então Secretário de Estado americano James Baker foi mais longe e disse a Cohen que, com o fim da guerra fria, “a Unita tinha deixado ser uma questão política quente no congresso”.
“Tínhamos sido inteligentes em fazer os acordos quando os fizemos”, escreve Cohen no seu livro, mas ressalta que “tínhamos de esquecer a Unita”.
O antigo diplomata americano  considera o líder da Unita “um dos mais carismáticos e sofisticados dirigentes africanos” que encontrou ao longo da sua carreira.
Jonas Savimbi, escreve Cohen, tinha “um profundo conhecimento do povo angolano, especialmente das populações agrícolas da sua zona de origem”, mas considera que a sua campanha eleitoral foi um erro ao apresentar-se “como um líder da guerrilha, com armas e uma retórica que sublinhava a vingança”.
“As declarações de Savimbi assustaram praticamente todos os eleitores angolanos”, escreve Cohen, que diz ter ficado com “sentimentos contraditórios” quando soube da morte do líder da Unita.
“Ao ver o seu charme e sofisticação ao longo dos anos, bem como a sua legitima revindicação de ser o único verdadeiro africano entre os diversos combatentes da liberdade (em Angola), senti que ele deveria ter sido presidente de Angola”, reconhece Cohen que, no entanto, mais à frente  acrescenta: “Mas depois de ver o crescimento do seu ego e a sua arrogância autoritária ao longo dos anos, senti no meu coração que o povo de Angola tinha evitado o Governo de um discípulo tirânico de Mao Zedong”.

O livro do antigo secretário de Estado Adjunto americano para os Assuntos Africanos foi lançado este ano nos Estados Unidos.
#VOA

Guiné-Bissau deve ter novo Governo hoje.

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Acordo assinado hoje entre Baciro Dja e PRS.


Baciro Dja, primeiro-ministro da Guiné-Bissau
Baciro Dja, primeiro-ministro da Guiné-Bissau

O primeiro-ministro da Guiné-Bissau Baciro Dja deve anunciar nesta segunda-feira, 7, a composição do seu Governo.
O mesmo deve ser empossado logo de seguida pelo Presidente da República José Mário Vaz.
O acordo entre Baciro Dja e o PRS foi assinado no final da manhã de hoje.
Duas semanas depois da sua posse, o novo primeiro-ministro viu aberto o caminho para a formação do Executivo depois de na sexta-feira, 4, o PRS, o segundo partido mais votado em 2014, ter garantido o seu apoio.
Caso venha a garantir todos os 41 deputados do PRS, Dja precisa do apoio de mais 11 parlamentares para fazer aprovar o programa de Governo.
A VOA sabe que, dos três partidos da oposição, PND, UM e PCD, apenas o deputado do Partido da Nova Democracia, cujo presidente é conselheiro de José Mário Vaz
Como terceiro vice-presidente do PAIGC, mas ameaçado de expulsão pela direcção liderada por Domingos Simões Pereira pela sua aliança ao PR, Baciro Dja espera contar com alguns "camaradas" para garantir a sua governabilidade.
Entretanto, fontes da VOA em Bissau admitem que o Supremo Tribunal de Justiça, enquando Tribunal Constitucional, deve pronunciar-se na quarta ou quinta-feira sobre a constitucionalidade dos decretos presidenciais que demiram o Governo do PAIGC e nomearam o novo primeiro-ministro.
Caso os juízes optem pela inconstitucionalidade, o novo Executivo pode não entrar em funções.
Em sentido contrário, resta ao novo primeiro-ministro apresentar o seu programa de Governo à Assembleia Nacional Popular para aprovação.
#VOA

Guiné-Bissau: Líder do MDG aponta como solução para a crise a revogação do decreto que nomeou Baciro Djá.

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Baciro Djá, primeiro-ministro guineense

Silvestre Alves, jurista e líder do Movimento Democrático Guineense (MDG), apontou como solução para a crise política na Guiné-Bissau a revogação do decreto presidencial que nomeou Baciro Djá novo primeiro-ministro. 

Segundo o jornal O Democrata , o responsável afirmou que o decreto presidencial que nomeia Baciro Djá novo chefe de governo é inconstitucional. 

Silvestre Alves acrescentou que «a constituição não manda que o primeiro-ministro seja nomeado sob a proposta do partido vencedor». «A constituição manda que o primeiro-ministro seja nomeado tendo em conta os resultados eleitorais e ouvidas as forças representadas no parlamento», defendeu o líder do MDG.

#abola.pt

SENEGAL: CATÁSTROFE - DRAMA NOS CÉUS DE DAKAR.

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Tudo parece ter acontecido muito rapidamente. Um bimotor 125 HS da Air Senegal, teria '' CHOCADO" com outra aeronave da Guiné Equatorial a 10.000 metros de altitude, provocando um choque que teria desestabilizado este último. A aeronave tinha a bordo cerca de sete pessoas, dos quais três membros da tripulação, uma francesa da evacuação médica, dois enfermeiros e um médico da empresa SOS Médicos no Senegal. O avião desequilibrou no piloto automático, depois de consumir seu combustível completamente, mergulhou nas águas do Senegal. Dramático.



Este desastre aéreo vem reavivar a questão da segurança das empresas africanas. Na verdade, foi no sábado, cerca de 16:35h que esta pequena ''coucou '' de Senegalair, um avião de empresa privada, partindo de Ouagadougou para Dakar, desapareceu dos radares para sempre a oeste de Dakar.
Às 19h 08 min, seu desaparecimento infelizmente foi registrado, porém não sem antes relatar o choque com o avião da guiné-equatorial, que entretanto tinha interrompido o seu percurso de volta para aterrizar em Malabo. As equipes de busca foram constituídas para encontrar rapidamente o os destroços, mas é improvável que não encontrarão os sobreviventes, os especialistas confirmaram que a despressurização que se seguiu ao choque, foi fatal para todos os passageiros. Mais, a investigação prossegue.

De Momo Soumah para GCI
2015-GuineeConakry.Info

Hissène Habré: ex-líder do Chade enfrenta o tribunal.

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O ex-ditador chadiano Hissène Habré (em branco) é escoltado por guardas da prisão para o tribunal de Dakar para os primeiros trabalhos do seu julgamento pelas Câmaras Extraordinárias africanas em Dacar, em 20 de julho de 2015.

Ex-líder do Chade Hissène Habré teve de ser aprisionado por agentes de segurança mascarados na sala do tribunal na retomada do seu julgamento por crimes de guerra na capital senegalesa Dakar.

Habré teria de ser forçosamente levado ao tribunal se recusasse a participar.

Ele foi contido na sala do tribunal, enquanto o promotor lia uma lista de nomes de algumas de suas supostas vítimas.

O ex-ditador, que está sendo julgado por crimes de guerra por um tribunal especial apoiado pela União Africana, escolheu um caminho de não-cooperação com o tribunal que ele denomina de ilegal.

O porta-voz da Human Rights Watch, Reed Broody disse que nem mesmo a estratégia de Habré de se manter em silêncio por não responder ao tribunal estava contribuindo para ajudá-lo a obter um outro adiamento.

Os advogados de Habré se recusaram a comparecer no tribunal argumentando que o tribunal constituído era ilegal.

Os advogados juraram nunca mais aparecer no tribunal e pediram que seu cliente permanecesse em silêncio.

Na sequência do adiamento do seu caso no mês passado, o tribunal montou uma equipe de advogados para defender o acusado, mas ele esnobou-os.

Na contagem regressiva para o julgamento de segunda-feira, outras vítimas do regime de Habré tinham apresentado uma queixa no tribunal contra o atual presidente do Chade, Idriss Deby.

Alegaram que ele também desempenhou um papel activo em cometer crimes de guerra, crimes contra a humanidade e outras imposições já levantadas contra Habré.

Marco do julgamento

Enquanto isso, testemunhas e vítimas e seus familiares participaram na conferências de imprensa em Dakar destacando que, o que eles estão dizendo era sobre os males cometidos pelo ditador quando ele detinha o poder entre 1982-1990.

Habré é acusado de ordenar a morte de 40.000 pessoas durante seu governo na década de 1980, são acusações que ele nega.

O julgamento marca a primeira vez que um país Africano processa um ex-líder da outra.

Logo cedo, novos advogados designados para representá-lo, disseram à BBC que Habré se recusou a falar com eles.

Se ele se recusa a reconhecer sua equipe de advogados recém-nomeados, o juiz terá que decidir se quer adiar o processo ou tentar o Habré contra a sua vontade.

Com muitos africanos a denunciar o Tribunal Penal Internacional como uma neo-colonia, este julgamento é considerado uma oportunidade para o continente mostrar que ele pode obrigar seus líderes a prestar contas.

O julgamento segue uma campanha de 25 anos para trazer o ex-ditador à justiça.

Muitas das supostas vítimas de Habré apelaram para que ele enfrentasse a justiça desde a sua derrubada e no exílio no Senegal desde 1990.

Paralelamente tenta-se traçar o processo de Habré ao do ex-líder militar chileno Augusto Pinochet extraditado e julgado por crimes contra a humanidade na Espanha em 1998, o que levou Habré a ser chamado de "Pinochet da África".

A comissão da verdade do Chade constatou em 1992 que o regime de Habré foi responsável por 40.000 mortes e desaparecimentos.

Em 2005, o tribunal da Bélgica emitiu um mandado de prisão contra ele, alegando jurisdição universal, mas, depois o Senegal remeteu a questão para a União Africana, a UA pediu ao Senegal para julgar Habré "em nome de África".

#africareview.com

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