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Costa do Marfim: Indivíduo detido em Bouaké após roubar 10 milhões de francos CFA de uma empresa.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

terça-feira, 29 de maio de 2018

Quénia: É preciso licença para divulgar vídeos nas redes sociais.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Seja no Facebook, Instagram, Twitter ou YouTube: no Quénia, quem quiser publicar vídeos nas redes sociais terá de pagar dezenas de dólares em licenças. Vloggers falam em violação da liberdade de expressão.
fonte: DW África
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As redes sociais têm sido uma plataforma usada pelos vídeo-bloggers (ou vloggers) quenianos para falar sobre vários assuntos - desde a corrupção ou má governação a notícias de última hora, entretenimento, tutoriais ou marketing de produtos.
Mas agora a Comissão estatal de Classificação de Filmes do Quénia (KFCB, na sigla em inglês) exige que os cidadãos que desejem publicar vídeos nas redes sociais paguem uma licença, antes de publicar as suas criações online.
Os vloggers estão furiosos com as novas leis, que consideram absurdas e desrespeitadoras do direito à liberdade de expressão.
"O Artigo 33º da Constituição declara que toda pessoa tem direito à liberdade de expressão, o que inclui, mas não se limita à liberdade de criatividade artística. Por que devem então os criadores pagar para se expressarem em plataformas ondem o podem fazer livremente?", questiona a youtuber Marilyn Wanjiru.
Taxas, multas e até prisão
De acordo com a Comissão de Classificação de Filmes do Quénia, um criador de conteúdo poderá ser multado em 100 mil xelins quenianos (aproximadamente mil dólares) se violar as novas regras ou condenado a até cinco anos de prisão.
Qualquer pessoa que produza vídeos para consumo público em todas as plataformas terá de obter uma licença anual ao custo de 120 dólares. Além disso, deve pagar 50 dólares por qualquer produção destinada a ser publicada nas redes sociais. E mais: por cada dia de gravação terá de pagar dez dólares para criar um único vídeo. A licença deve ser obtida antes da publicação do vídeo para garantir que ele está em conformidade com as leis nacionais sobre a produção de filmes.
"Não entendo como se pode pedir tanto dinheiro a um indivíduo que não está a ganhar nada com isso. Eu nem sei se vou postar alguma coisa, porque não posso pagar 70 dólares todas as semanas e não estou a receber nada do YouTube", afirma a vlogger Teresia Murithi.
Ameaça a liberdade de expressão
O presidente da Comissão de Classificação de Filmes do Quénia, Ezekiel Mutua, esclarece, no entanto, que, para entrar em direto no Facebook, não será preciso obter uma licença de filmagem. Além disso, também não será necessário obter licenças para filmar eventos privados como "um casamento, um funeral ou festa de aniversário".
"O conselho entra como um regulador de conteúdo para monitorar o que é distribuído - transmissão e exibição, bem como a posse", afirma Mutua.
Mas organizações de defesa dos direitos humanos consideram que as novas leis ameaçam a liberdade de expressão, particularmente a expressão artística.
A organização "Artigo 19" lembra que as novas regras colocam os quenianos comuns, que partilham vídeos artísticos, cómicos ou factuais nas redes sociais, em risco de prisão. Dado o papel das redes sociais na comunicação moderna, isso também limitaria significativamente o acesso do público a informações sobre eventos importantes como, por exemplo, protestos.

Moçambique: Falta de transparência na gestão dos recursos naturais.

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Plataforma da Sociedade Civil Moçambicana denuncia falta de transparência na canalização das receitas dos recursos naturais e petrolíferos às comunidades das áreas exploradas.
fontr: DW África
Kohlemine Minas de Moatize (DW/ J.Beck)
Num encontro entre o Governo e Plataforma da Sociedade Civil para a Indústria Extrativa e Petrolífera, esta segunda-feira (28.05) em Maputo, as autoridades moçambicanas foram acusadas de falta de transparência na gestão e canalização de receitas provenientes da exploração de recursos minerais e petrolíferos para as comunidades das áreas exploradas. 
As empresas, que exploram os recursos, canalizam 2,5 por cento das receitas anuais às comunidades para desenvolver vários projetos. As comunidades, segundo ainda as organizações, são excluídas da tomada de decisões pelo Governo. É o que constatou Hortêncio Lopes da organização Joint-Liga das ONG em Moçambique.
"E a comunidade não é envolvida, não faz parte destes projetos. Quando na verdade a comunidade tem de estar informada tendo em conta que o espaço lhes pertence. Há necessidade de negociar, sempre que possível, com essas pessoas", afirma Lopes.
Esta é também a constatação feita pela Associação Nacional da Extensão Rural, AENA. A agremiação diz que as comunidades não são envolvidas na escolha de projetos.
Mosambik Zivilgesellschaft (Romeu da Silva)
Foto de arquivo: Sociedadede civil moçambicana na apresentação do terceiro relatório de transparência na indústria extrativa, em Maputo (2013)
Imposição do Governo sobre tipo de projetos
Segundo Jordão Júnior, coordenador da AENA, há imposição por parte do Governo sobre que tipo de projetos devem ser implementados no terreno.
"Graves problemas sobretudo no que tange à participação das comunidades e o envolvimento delas na escolha dessas oportunidades. Às comunidades são impostas um processo em que elas gostariam de serem desenvolvidas numa perspetiva em que pudessem saber quanto foi o dinheiro canalizado e desse dinheiro canalizado para as obras, ou os investimentos que estão lá, quanto custaram".
Falta de transparência sobre as receitas
Por seu lado, a organização WWF (Fundo Mundial para a Natureza), explica que não há clareza sobre o valor das receitas que as empresas canalizam às comunidades.
Anabela Rodrigues, diretora da WWF-Moçambique, refere que as empresas canalizam um valor ao Governo mas este encaminha outro abaixo do acordado com as comunidades.
"As empresas dão um determinado valor, o Estado que o recebe dá um outro montante e essa informação não é facilmente acessível. Por outro lado há muitos atrasos nos desembolsos. Os desembolsos chegam tarde aos distritos e é usado o sistema de desembolsos do Estado".
Esta situação cria, segundo a WWF, dificuldades como a demora na implementação de projetos das comunidades.
"O que significa que se não são gastos até ao fim do ano é preciso devolver esses fundos e isso cria muitas dificuldades à implementação de projetos que levem mais do que um certo período anual a realizar. Portanto, há obstáculos à realização de projetos multi-anuais", destaca Anabela Rodrigues. 
No encontro desta segunda-feira o executivo moçambicano prometeu que estes problemas serão analisados e corrigidos.

Brasil: Após pedido de intervenção, Congresso discute saída de Temer.

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A oposição também é contra apoiar o pedido de intervenção militar manifestado por grupo de manifestantes.

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pedido de intervenção militar manifestado em protestos pelo Brasil fez com que o risco de derrubada de Michel Temer chegasse a pauta do Congresso Nacional. De acordo com a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, um parlamentar da base do governo defendeu a saída do emedebista durante uma reunião a portas fechadas no Senado.
No entanto, até mesmo a oposição se manifestou contrária e o presidente da Casa, Eunício Oliveira (MDB-CE), relembrou que em cinco meses o país elegerá novo presidente. Segundo ele, é preciso garantir estabilidade até lá.
+ Em resposta a atos pró-intervenção, Câmara defende democracia
A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) também reagiu à possível derrubada de Temer e afirmou que, dado o cenário, o presidente precisava ficar no cargo até o fim do mandato.
Na segunda-feira (28), o presidente da Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros), José da Fonseca Lopes, afirmou que a paralisação não é mais dos caminhoneiros, mas de pessoas que querem "derrubar o governo".
"Não é o caminhoneiro mais que está fazendo greve. Tem um grupo muito forte de intervencionistas nisso aí. Eles estão prendendo caminhão em tudo que é lugar. [...] São pessoas que querem derrubar o governo. Eu não tenho nada que ver com essas pessoas, nem nosso caminhoneiro autônomo tem. Eles estão sendo usados por isso", disse.
fonte: noticiasaominuto

EM DEZ ANOS A SONANGOL ENDIVIDOU-SE EM 31 MIL MILHÕES DE DÓLARES.

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ANGOLA. A petrolífera estatal angolana Sonangol endividou-se no mercado internacional, nos últimos 10 anos, em 31.000 milhões de dólares (26.400 milhões de dólares), mas terminou 2017 com uma dívida de 4.900 milhões de dólares (4.180 milhões de euros).
A informação consta de um documento do Governo angolano disponibilizado este mês aos investidores, referindo que esses empréstimos foram obtidos pela Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) através de sindicatos bancários.
Entre os bancos que têm apoiado o financiamento do grupo petrolífero estatal angolano encontram-se o Credit Agricole Corporate and Investment Bank, o Standard Chartered Bank, o China Development Bank, o Industrial and Commercial Bank of China e o BNP Paribas, de acordo com a mesma documentação.
A informação aos investidores refere igualmente que a Sonangol contava em 31 de Dezembro de 2016 com uma dívida externa de 9.900 milhões de dólares (8.450 milhões de euros), valor que um ano depois desceu para 4.900 milhões de dólares (4.180 milhões de euros).
Em 2018, a administração da Sonangol, liderada desde Novembro último por Carlos Saturnino, após a exoneração de Isabel dos Santos, prevê captar mais 4.000 milhões de dólares (3.400 milhões de euros) em dívida a contrair junto dos bancos comerciais.
Historicamente, a política de endividamento da Sonangol baseou-se em fluxos de receitas dedicados decorrentes das vendas de petróleo bruto.
No entanto, recorda o documento, desde 2006 que os empréstimos pedidos pela Sonangol assumiram uma estrutura “tipicamente corporativa” e passaram a ser contraídos pela subsidiária Sonangol Finance Limited, suportados por contratos de compra e venda de créditos petrolíferos.
“Uma vez que o Governo estabeleceu uma política de não contrair empréstimos contra as suas futuras receitas de vendas de petróleo, a Sonangol descontinuou a sua antiga política de cobertura contra alterações nos preços do petróleo”, explica igualmente o documento governamental.
No final de 2016, a então presidente do conselho de administração da petrolífera, Isabel dos Santos, anunciou no processo de reestruturação em curso na Sonangol que foi detectado um “sobredimensionamento da estrutura” daquele grupo, com cerca de 22.000 pessoas ligadas ao universo da empresa, dos quais 8.000 colaboradores activos e mais de 1.100 colaboradores não activos – estes representando um custo anual superior a 40 milhões de dólares (37 milhões de euros).
Acresciam mais de 8.000 trabalhadores pertencentes a empresas de trabalho temporário.
Lusa

CPLP? MAS O QUE É ISSO? FRANCOFONIA? É CLARO!

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Durante a visita oficial que está fazer a França, o presidente João Lourenço manifestou o interesse de Angola em ser membro da Organização Internacional da Francofonia, considerando que Paris é para o MPLA a porta de entrada na Europa. Não poderia ter sido mais claro.

Por Orlando Castro
João Lourenço dá (quer dar) um xeque-mate à CPLP e, não satisfeito por ver Portugal de cócoras, quer mesmo enxovalhar ao máximo o velho colonizador.
Portugal começa já, aliás, a ter saudades de José Eduardo dos Santos. Revelando um enorme complexo de inferioridade, João Lourenço quer a todo o custo banir da sociedade angolana aquilo que, de facto, só existe na torpe mentalidade de alguns dirigentes do MPLA – o Síndrome de Estocolmo.
João Lourenço quando olha ao espelho arrepia-se. Sofre (mas não o admite) de um estado psicológico em que a submissão durante muito tempo a um processo de intimidação o leva a querer matar o “pai” e assim erradicar a simpatia e até mesmo sentimento de amor ou amizade que sente pelo seu suposto agressor.
Quanto à entrada para a Francofonia, como já fez Moçambique, João Lourenço tem razão. Portugal está a começar a pagar os juros da sua inépcia. Durante muito tempo, durante sempre, Portugal olhou só para a Europa e a França, sem esquecer o velho continente, olhou para o mundo inteiro.
Portugal está há muito tempo (há demasiado tempo) adormecido com o sonho europeu, esquecendo que a sua História está também e sobretudo em África. Ou seja, o presente (já com cheiro a passado) é em Bruxelas mas o futuro será (ou deveria ter sido) certamente em Luanda ou Maputo.
Quando acordar vai ter um enorme pesadelo. De uma forma geral, Portugal continua a valorizar o acessório e a subestimar o essencial, seja qual for o governo. Por isso, julga que o idioma (preferimos falar da língua) é algo que não precisa de ser alimentado, que não precisa de ser valorizado.
É pena. Por este andar, não tardará muito que a Lusofonia dê lugar à francofonia ou a outra fonia qualquer. É isso que João Lourenço quer, não tanto por razões estratégicas mas apenas para mostrar que já ultrapassou o complexo do colonizado.
Em vez de se potenciar a língua como o principal elo de ligação, como factor decisivo de todas as outras vertentes da sociedade globalizada, Portugal pensou – adoptando uma máxima do MPLA – a que vitória não só era certa como era eterna. E não é.
No seio da Europa, Portugal apenas está a aguentar-se. Provavelmente a certidão de óbito já está passada. Apenas isso. E até mesmo em matéria cultural poderia dar, ou voltar a dar, luz ao mundo. No entanto continua a olhar para o umbigo.
Nas comunidades de origem portuguesa, as novas gerações pouco ou nada falam português. Nos PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) assiste-se ao legítimo proliferar dos dialectos locais e ao galopante êxito do inglês. O Português tenderá (se nada for feito, se tudo continuar na mesma) a ser apenas uma língua residual.
Ao contrário do que fazem franceses e ingleses, os portugueses têm por hábito deixar para amanhã o que deveriam ter feito anteontem.
Não existe, na língua como noutros sectores, uma conjugação estratégica de objectivos. Cada um rema para o seu lado e, é claro, assim o barco comum (a Lusofonia) não chega a nenhum porto. Em muitos casos nem chegou a sair do porto… de abrigo. Há projectos sobrepostos, e muitas áreas onde ninguém chega. Ninguém não é verdade. Chegam os ingleses, os franceses, os norte-americanos e até os chineses.
A CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa) deveria ser o organismo que, por excelência, poderia divulgar a língua. Está, contudo, adormecida. Quando acordar verá que a Lusofonia já morreu…
É claro que o futuro de Portugal passa necessariamente por África. Mas o futuro dos PALOP não passa obrigatoriamente por Portugal. Ao contrário de outros tempos, Lisboa não está interessada em dar luz ao mundo. Ao contrário de muitos outros países que estão na UE mas também em África. Mas não só.
Ou seja, a China, por exemplo, está a preparar muitos dos seus melhores quadros para que dominem a língua portuguesa. Fazem-no para conquistar os mercados lusófonos. Nada mais do que isso.
De uma forma geral, todos (mais uns do que outros, importa dizê-lo) continuam à espera que o burro aprenda a viver sem comer. Mas, quando olharem para o lado, vão ver que quando o burro estava quase a saber viver sem comer… morreu.
Acresce que Portugal ainda não percebeu que foi o «pai» mas que os «filhos» já são independentes. Os países africanos ainda não compreenderam que o «pai» errou em muitas coisas mas que não é por isso que deixou de ser «pai».
A Lusofonia, essa realidade que em muito ultrapassa os 250 milhões de cidadãos em todos os cantos do planeta, parece condenada a ser ultrapassada, ou até mesmo aniquilada. Parafraseando Luís de Camões, em português se canta o peito ilustre lusitano e, na prática, importa recordar que a ele obedeceram Neptuno e Marte. Além disso, importa dizê-lo, manda cessar (se para tal todos os lusófonos tiverem engenho e arte) «tudo o que a Musa antiga canta».
Quando será que, de forma consciente e consistente, Portugal entenderá que «outro valor mais alto se alevanta»? Por culpa (mesmo que inconsciente) dos poucos que não vivem para servir e que, por isso, não servem para viver, continuam os milhões que se entendem em português a comer e a calar, amordaçados pela mesquinhez dos que se julgam detentores da verdade.
É claro que, como em tudo na vida, não faltarão os que dirão que não é possível entregar a carta a Garcia. Dirão isso e, ao mesmo tempo, apontarão a valeta mais próxima.
A História do Mundo desmente-os. A História de Portugal desmente-os. Além disso, não custa tentar o impossível, desde logo porque o possível fazemos nós todos os dias. Mas não será com esses que se fará a História da Lusofonia apesar de, reconheça-se, muitos deles teimarem em flutuar ao sabor de interesses mesquinhos e de causas que só se conjugam na primeira pessoa do singular.
Para nós, a Lusofonia deveria ser um desígnio de todos. Defender esta tese é, provavelmente, pregar para os peixes. Mas vale a pena continuar a lutar. Lutar sempre, apesar da indiferença de (quase) todos os que podiam, e deviam, ajudar a Lusofonia.


Será que este xeque à CPLP dado por João Lourenço vai acordar quem tem responsabilidades? Não cremos.
fonte: folha8

segunda-feira, 28 de maio de 2018

O 1º CONGRESSO DE APU-PDGB FICARÁ NOS ANAIS DA HISTÓRIA.

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1º CONGRESSO DA APU-PDGB ESTÁ REGISTRADO COM LETRAS DE OURO NUMA DAS PÁGINAS DO LIVRO DE HISTÓRIA DESSE PARTIDO CRIANÇA DE APROXIMADAMENTE 4 ANOS, MAS QUE CRESCEU RAPIDAMENTE ATRAVÉS DE VOTO DE CONFIANÇA DE SEUS MEMBROS E DIRIGENTES COMPROMETIDOS COM OS OBJETIVOS DO PARTIDO. AS AÇÕES DE COMPROMETIMENTO COM O PARTIDO FORAM REVELADAS PELOS DELEGADOS NESSE 1º CONGRESSO NO ILHÉU GARDETE, COM SALÃO REPLETO DE GENTE DE DIFERENTES CLASSES SOCIAIS, MAS UNIDOS NUM SÓ PROPÓSITO QUE SONO ALGUM ABALOU A CONSCIÊNCIA. O ÂNIMO DOS DELEGADOS NA NOITE DE 26/05/2018 VARANDO A MADRUGADA DE 27/05/2018, COM TODOS OS DELEGADOS DETERMINADOS A VOTAR EM MASSA, NO ÚNICO CANDIDATO À PRESIDÊNCIA DO PARTIDO – DR. NUNO GOMES NABIAM, É ALGO PARA NINGUÉM ESQUECER.


Vídeo: O Líder do APU-PDGB chegando ao Congresso. 



Falar desse partido revelação e de ações envolvendo todos os militantes e simpatizantes deste pequeno, porém grande partido em termos de progressão; significa presenciar os debates calorosos dos delegados ao Iº Congresso de APU-PDGB, no Ilhéu Gardete, onde as brisas marítimas testemunharam tudo, e registraram uma ligeira comparação do esforço dos delegados ao congresso de APU-PDGB ao esforço dos delegados ao Congresso de Cassacá. Não numa comparação ideal, porque foram dois congressos realizados em tempos diferentes e em circunstâncias diferentes, mas a determinação dos delegados ao congresso e a persistência desses para aprovar as decisões do partido, permite de modo exemplar destacar que, o sucesso do 1º Congresso de APU-PDGB foi inspirado na energia dos nossos antigos combatentes que, em plena Mata de Boé, realizaram o seu 1º Congresso apesar de riscos de ataque do exercito colonial português.   

A presença permanente dos dirigentes de APU-PDGB durante todo o processo que conduziu à aprovação das emendas e conservação de artigos que não requerIam mudanças no Estatuto do Partido, foi acompanhada com a intervenção direta e sistemática do Secretário Geral Juliano Fernandes, justificando, para efeito, as alterações necessárias e as não necessárias e porquê. Houve também a participação do 1º Vice Presidente do Partido Armando Mango e, em raras ocasiões, quando a situação requeria, acontecia intervenção do próprio Presidente do Partido, Nuno Gomes Nabiam.

O 1º Congresso de APU-PDGB foi acompanhado com muito entusiasmo pelos populares através de rádios, que difundiram as ações que decorriam no salão do Ilhéu Gardete. Viva APU-PDGB, viva o Presidente Nuno Gomes Nabiam, era o ecoar de vozes e brios de entusiasmo que transpareciam em sorrisos alegres de todos os delegados espalhados pelo salão. O Partido saiu forte desse congresso, os delegados agora estão cientes das orientações do partido para cumprir com ações a desenvolver para apoiar o partido nas próximas eleições.

Viva APU-PDGGB!
Viva o Presidente da APU-PDGB, Nuno Gomes Nabiam!
Viva o 1º Vice Presidente do Partido, Armando Mango!
Viva o Secretário Geral do Partido, Juliano Fernandes!
Viva os Delegados ao 1º Congresso de APU-PDGB!

quinta-feira, 24 de maio de 2018

ANGOLA: ATÉ VER AINDA É DEUS NO CÉU E, CLARO, SANTOS NA TERRA!

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O Presidente da República do MPLA (se fosse de Angola teria, necessariamente, outro comportamento), João Lourenço, qualificou hoje, em Luanda, José Eduardo dos Santos, famigerado “escolhido de Deus” e “arquitecto da Paz”, como exímio diplomata, “que conduziu, com mestria e saber, o processo de reconhecimento, pela comunidade internacional, do Estado angolano, fundado a 11 de Novembro de 1975”.

João Lourenço discursava na 8ª Reunião de Embaixadores de Angola no Exterior, que decorre, até sexta-feira, em Luanda e que pretende – segundo a fidedigna informação do MPLA – alicerçar uma diplomacia mais eficiente e virada para a promoção da boa imagem do país, para a captação do investimento privado estrangeiro e para a sua eleição como destino turístico.
Nesse discurso, o Chefe do Estado do MPLA apreciou, também, o seu antecessor, em toda a sua acção, “que permitiu à Nação angolana sobreviver perante a hostilidade do regime do apartheid e dos seus aliados e afirmar-se como Nação solidária com os povos oprimidos da África austral e do resto do Mundo”.
De recordar que o José Eduardo dos Santos, que, em 1979, viria a ser eleito, pelo Comité Central do MPLA, Presidente do Partido e da República Popular de Angola, foi o primeiro ministro das Relações Exteriores do Governo angolano, constituído em 11 de Novembro de 1975, com a proclamação da Independência Nacional feita pela MPLA.
Um ano depois, a 1 de Dezembro de 1976, discursava na cerimónia de admissão de Angola, como membro de pleno direito da Organização das Nações Unidas (ONU), onde, ladeado pelo seu secretário-geral da época, Kurt Waldheim, agradeceu “todas as deferências com que a delegação da República Popular de Angola foi cumulada, nesta data histórica para o nosso povo e para ao nosso país”.
“Quero, por isso, realçar o facto de que, ao longo de toda a nossa história, ter sido crucial o papel desempenhado por exímios diplomatas angolanos, dentre os quais quero destacar a figura do Presidente José Eduardo dos Santos”, disse o Presidente João Lourenço, 41 anos depois do ingresso de Angola na ONU.

À espera do Nobel

Custa a compreender a dificuldade que o mundo tem em reconhecer o papel único – como muito corrobora João Lourenço – de José Eduardo dos Santos, tanto em Angola como em África e até nos restantes continentes. Esperemos que, tão rapidamente quento possível, a Academia Sueca não se esqueça de lhe atribuir um Prémio Nobel. Qual? Tanto faz. Sua majestade o general do Exército presidente do MPLA até não é, nesta matéria, esquisito.
Ao excluírem sistematicamente o “escolhido de Deus”, o “arquitecto da Paz”, a revolta vai instalar-se no regime e as repercussões mundiais serão graves. Todos sabemos que quando regime do MPLA, sob comando do general JLo, espirra o mundo apanha uma grave pneumonia. O MPLA através dos impolutos órgãos de comunicação social do regime, vai com certeza – se acaso ela se voltar a esquecer – declarar a Academia Real Sueca “persona non grata”, prevendo-se a promulgação de um decreto, com efeitos retroactivos, em que se corta todo o tipo de relações com aquela instituição.
De facto, e aqui o Folha 8 manifesta a sua solidariedade, não se compreende que já tenha atribuído o Prémio Nobel da Paz a, por exemplo, Malala Yousafzai, uma jovem paquistanesa que alertou o mundo para o direito à educação, em particular das raparigas, juntamente com o activista indiano pelos direitos das crianças, Kailash Satyarthi, esquecendo-se de José Eduardo dos Santos.
Todo o mundo sabe, ou devia saber, que José Eduardo dos Santos foi a figura africana do ano dos últimos 38 anos e, certamente, a figura mundial dos últimos 16.
Todos os anos, quem manda no país diz que o Prémio Nobel para o presidente, que – como João Lourenço – nunca foi nominalmente eleito e esteve 38 anos no poder, seria o mais elementar reconhecimento de que Eduardo dos Santos é “o líder de um ambicioso programa de Reconstrução Nacional”, que a “sua acção conduziu à destruição do regime de “apartheid”, teve “um papel de primeiro plano na SADC e na CDEAO”, que “a sua influência na região do Golfo da Guiné permitiu equilíbrios políticos, tal como permitiu avanços significativos na crise de Madagáscar”.
Como escreveu o órgão oficial do regime, “Angola já foi um país ocupado por forças estrangeiras, se por hipótese hoje Angola fosse a Líbia, o país estava novamente a atravessar um período de grande instabilidade e perturbação. Mas como o tempo não recua, Luanda é uma cidade livre”. E tudo graças a quem? A quem? Eduardo dos Santos, obviamente.
“Se Angola fosse a Líbia (e não é graças ao “querido líder”, ao “escolhido de Deus”) estava a ser cercada militarmente e bombardeada por uma aliança militar e submetida a todos os outros membros dessa organização bélica, que tinham escolhido para presidente de um qualquer CNT um “rapper” com nome de oxigénio, devidamente ajudado por outro com apelido de marechal”, dizia o Boletim Oficial do alto da sua cátedra de correia de transmissão de um regime que colocou o país no topo do mais corruptos do mundo e na liderança mundial da mortalidade infantil.
A Academia Sueca parece, contudo, esquecer pontos fundamentais:
“O Presidente José Eduardo dos Santos não governa há 38 anos. Ele é o líder de um povo que teve de enfrentar de armas na mão a invasão de exércitos estrangeiros e os seus aliados internos”;
“José Eduardo dos Santos foi o líder militar que derrubou o regime de “apartheid”, o mesmo que tinha Nelson Mandela aprisionado. José Eduardo dos Santos só aceitou depor as armas quando a Namíbia e a África do Sul foram livres e os seus líderes puderam construir regimes livres e democráticos”;
Foi graças a José Eduardo dos Santos que Portugal adoptou a democracia, que a escravatura foi abolida, que D. Afonso Henriques escorraçou os mouros, que Barack Obama foi eleito e que os rios passaram a correr para o mar;
O divino carisma de José Eduardo dos Santos tornou-o o mais popular político mundial, pelo menos desde que Diogo Cão por cá andou. Tão popular que bate aos pontos Nelson Mandela, Martin Luther King e até mesmo Cristiano Ronaldo ou Lionel Messi.
Também concordamos que Eduardo dos Santos merece um Prémio Nobel que, contudo, ainda não existe. Ou seja, um Nobel que distinga quem é o principal responsável por Angola ser – entre muitas outras realidades – um dos países mais corruptos do mundo, por ser um dos países com piores práticas democráticas, por ser um país com enormes assimetrias sociais, por ser o país com o maior índice de mortalidade infantil do mundo.
Escrever sobre José Eduardo dos Santos, abordando tanto a sua divina e nunca vista (nem mesmo pelo Vaticano) qualidade de Presidente da República como a de simples, honrado, incólume, impoluto, honorável e igualmente divino cidadão, tem tanto de fácil como de complexo. Fácil porque basta conjugar o verbo bajular. Complexo porque não há qualificativos que cheguem…
Por outras palavras. Fácil, porque se trata de uma figura que lidera o top das mais emblemáticas virtudes da humanidade, consensualmente (desde a Coreia do Norte à Guiné Equatorial) aceite como possuidora de uma personalidade até hoje acima de qualquer outra, forte, férreo e de novo divino carisma que o torna o mais popular político mundial.
Não admira, pois, que seja considerado com toda a justiça – como hoje fez João Lourenço – não só pai da nação do MPLA, de África, do Mundo e de tudo o mais que se vier a descobrir nos próximos séculos.
A complexidade de se escrever sobre José Eduardo dos Santos resulta, afinal de contas, da soma dos factores que o tornam unanimemente como a mais carismática, impoluta, honorável divina etc. etc. etc. figura da história da humanidade.
Quem com ele conviveu na infância e na juventude reconhece-lhe o mérito de, ao longo dos anos, se ter mantido fiel a si mesmo, mostrando já desde pequeno (talvez até mesmo antes de nascer) a sua faceta de futuro cidadão carismático, impoluto, honorável, divino etc. etc. etc. figura da história da humanidade.
Dizem os muitos milhões de amigos que tem espalhados por todo o universo conhecido, que sempre foi amigo dos seus amigos, que nunca esqueceu de onde veio e muito menos de onde nasceu e com quem conviveu nos bancos da escola.
Sempre disponível para ajudar quem a si recorre nas mais variadas circunstâncias, como podem comprovar os mais de 20 milhões de angolanos pobres, José Eduardo dos Santos é o rosto da generosidade, da determinação, do carisma que caracterizam um ser impoluto, honorável, divino etc. etc. etc. figura da história da humanidade.
Mas há mais. Para além da sua faceta enquanto cidadão carismático, impoluto, honorável, divino etc. etc. etc. e figura da história da humanidade, é igualmente um homem (talvez o único) de paz e de uma só palavra, discreto a ponto de se recusar a dar ordens para que seja escolhido como vencedor do Prémio Nobel da Paz, preferindo passar os louros da sua excelsa, impoluta e honorável governação para os seus colaboradores.
A sua dedicação à família, caso a merecer estudo científico por ser único desde a pré-história, é assumida sem grande alarido, mas com uma total devoção, fazendo sempre questão de separar claramente que aquilo que é dos angolanos ao Estado pertence, e que o que é do Estado aos… seus familiares pertence.
Homem de uma só palavra, cidadão carismático, impoluto, honorável, divino etc. etc. etc. figura da história da humanidade, José Eduardo dos Santos carrega consigo o segredo de ser amado por 99,6% dos angolanos… incluindo João Lourenço.
Embora seja um cidadão carismático, impoluto, honorável, divino etc. etc. etc. figura da história da humanidade, dizem os seus acólitos que é uma pessoa normal, de carne e osso. E é aqui que reside o busílis. Assim não será eterno.
fonte: folha8

Aumenta percepção da corrupção em Cabo Verde.

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Palácio da Justiça da Praia
Palácio da Justiça da Praia

Arquipélago é citado em investigação sobre paraísos fiscais na África Ocidental
O Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação (CIJI), responsável pelo conhecido caso Panama Papers, começou a divulgar, em mais de 27 milhões de páginas, esquemas de planeamento fiscal que passaram por alguns territórios da África Ocidental, alguns dos quais ligados a políticos, diplomatas e empresários locais.
Também nesta quarta-feira, 23, um estudo divulgado pela Afrosondagem revela que aumentou a percepção da corrupção no país.
Cabo Verde é um dos países no centro das investigações, embora por agora não haja muita informação sobre o arquipélago que, no ano passado, chegou a um compromisso com a União Europeia para melhorias no aspecto fiscal, evitando assim sofrer represálias do bloco.
O caso citado, até agora, é do empresário italiano Gilberto Pachotticujo nome aparece alegadamente nos documentos do Swissleaks por estar associado a uma conta secreta na Suíça.
Entretanto, um estudo divulgado pela Afrosondagem revela que aumentou a percepção da corrupção no país.
Para 23% dos cabo-verdianos inquiridos a Polícia é a instituição onde existem mais sinais de corrupção, seguida dos vereadores das câmaras municipais (17%) e da administração pública (15%).
O sector privado também é alvo deste sentimento de crescimento da corrupção, com 20 por cento dos cabo-verdianos a acreditar que existe corrupção no sector empresarial cabo-verdiano.
Apesar deste aumento da percepção da corrupção, 60 por cento dos entrevistados disseram ter receio em divulgar casos de corrupção com receio de represália, enquanto quatro por cento dos entrevistados admitem ter praticado algum acto entendido como corrupção para terem acesso a um serviço público.
Na luta contra a corrupção,o Governo é avaliado negativamente por 61% da população.
No que respeita à confiança nas instituições, o estudo mostra que as Forças Armadas são a instituição em quem os cabo-verdianos mais confiam, com cerca de 62 por cento de aprovação.
Entre as instituições eleitas, o Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, tem 49 por cento de aprovação, seguido do primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, com 43 por cento.
Já em termos de performance o Primeiro-ministro tem uma actuação positiva para 77% dos inquiridos enquanto o Presidente da República mantém o valor alcançado no inquérito de 2014 (67%).

fonte: VOA

Coreia do Norte desmantela instalações nucleares.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Centro de testes nucleares de Punggye-ri

Os alvos foram três túneis no centro de testes nucleares Punggye-ri
As autoridades da Coreia do Norte desmantelaram três túneis do centro de testes nucleares Punggye-ri, informou nesta quinta-feira, 24, agência de notícias da Coreia do Sul, Yonhap,
Por seu turno, a agência de notícias Associated Press e a rede televisiva americana CNN, que têm jornalistas no local, revelaram que uma série de explosões foi desencadeada durante horas com foco em três túneis no subsolo e em várias torres de observação em volta deles.
O Governo de Pyongyang prometeu fazer em Maio um "desmantelamento público" desse centro de testes, como parte do compromisso de desnuclearização assumido na reunião dos presidentes do Norte e do Sul realizada a 27 de Abril.
O Pyongyang convidou alguns jornalistas estrangeiros para acompanharem o desmantelamento da instalação de Punggye-ri mas tudo indica que não terão estado no local.

fonte: VOA

ANGOLA E RUANDA ACORDAM LIGAÇÕES AÉREAS.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

ANGOLA. As companhias aéreas nacionais de Angola e do Ruanda vão avançar com ligações entre Luanda e Kigali, segundo um acordo no domínio da aviação civil assinado hoje pelo governo dos dois países.
De acordo com informação do Governo angolano disponibilizada à Lusa, o acordo foi assinado na cidade de Kigali, capital do Ruanda, pelo ministro dos Transportes de Angola, Augusto da Silva Tomás, e pelo ministro de Estado e dos Transportes, Jean de Dieu Uwihanganye, e visa “estabelecer e operar serviços aéreos entre os dois Estados”.
O acordo aéreo, precisou a mesma fonte, contará inicialmente com sete frequências semanais, que serão operadas pela TAAG (Angola) e pela RwandAir (Ruanda), companhias aéreas designadas por ambos os governos.
A 15 de Maio tinha já sido assinado um memorando de entendimento entre os dois países, pelo Instituto Nacional da Aviação Civil (INAVIC), de Angola, e pela Autoridade Aeronáutica do Ruanda, que resulta das orientações dos chefes de Estado dos dois países, João Lourenço e Paul Kagame, respectivamente.
A nova ligação aérea entre Luanda e Kigali vai permitir reduzir das oito horas de viagem, em média, incluindo o tempo de escala, para até 2:40 minutos, dependendo do tipo de aeronave a operar.
De acordo com a informação do Ministério dos Transportes de Angola, o processo de transformação de Luanda num “Hub” para a região “está em curso” e apresenta já “bons resultados”, tendo em conta que os passageiros que da África Austral utilizam a TAAG para a Europa, via Lisboa, e para América central e do sul, via Brasil, “ultrapassam um terço da taxa de ocupação dos voos” da companhia aérea estatal angolana.
Lusa

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