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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Cabo Verde: Ulisses Correia e Silva insiste na regionalização.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Ulisses Correia e Silva, primeiro-ministro de Cabo Verde
Ulisses Correia e Silva, primeiro-ministro de Cabo Verde
Assegura que a regionalização trará ganhos assinaláveis para o desenvolvimento socioeconómico









Na estreia do debate mensal do primeiro-ministro no Parlamento, Ulisses Correia e Silva defendeu que o projecto da regionalização não pode esperar mais, por isso exorta os partidos com assento parlamentar a votarem favoravelmente na aprovação da lei que cria as regiões administrativas.
Na mesma linha, o MPD destaca a necessidade de se aprovar a lei, enquanto o PAICV na oposição, continua a defender a realização de outras reformas políticas antes de se implementar a regionalização.

Ulisses Correia e Silva assegura que a regionalização trará ganhos assinaláveis para o desenvolvimento socioeconómico equilibrado de todas as ilhas do país, daí a necessidade da sua aprovação sem mais delonga.
A presidente do PAICV e deputada, Janira Hopher Almada, disse que o primeiro-ministro devia neste primeiro debate concentrar-se na questão dos transportes aéreos e marítimos que neste momento preocupam os cabo-verdianos, ao invés de apressadamente e sem os consensos necessários agendar a regionalização.
O líder do grupo parlamentar do MPD, Rui Figueiredo Soares justificou a escolha da regionalização para o debate, por entender que se trata de uma matéria de relevante importância para o desenvolvimento equilibrado das diferentes regiões do arquipélago.
No decorrer do debate, os transportes aéreos mereceram realce com a Binter e a necessidade do regresso dos voos internacionais da TACV aos aeroportos da Praia e Mindelo no centro das atenções.

fonte: VOA

    CNE confirma vitória da FRELIMO nas autárquicas.

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    Foram anunciados esta quarta-feira os resultados definitivos das eleições autárquicas de 10 de outubro em Moçambique, que confirmam a vitória da FRELIMO em municípios cujos resultados são contestados pela RENAMO e MDM.
    fonte: DW África
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    Foram longas as filas para votar em Tete a 10 de outubro
    A Comissão Nacional de Eleições (CNE) confirmou esta quarta-feira (24.10 ), numa cerimónia pública, a vitória da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) nas autárquicas. O partido no poder venceu em 44 municípios, enquanto o maior partido da oposição, a Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), saiu vencedora em oito e a terceira força política, o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), em apenas um.
    O maior partido da oposição reclama vitória noutras cinco autarquias, cujos resultados oficiais dão vitória à FRELIMO, nomeadamente Matola, Monapo, Alto Molocue, Moatize e Marromeu.
    A RENAMO e o MDM recorreram junto dos tribunais distritais, mas todos os pedidos foram chumbados porque as reclamações não tinham sido apresentadas previamente nas mesas de voto ou ainda porque foram submetidos fora do prazo.
    Divergências na CNE
    O presidente da CNE, Abdul Carimo, reconheceu que durante o apuramento geral dos resultados registaram-se divergências de opinião entre os membros do órgão quanto ao tratamento da matéria, particularmente no que se refere às irregularidades de natureza administrativa e dos ilícitos eleitorais reportados.
    Parte dos membros defendia que não obstante o processo estar a correr os seus trâmites em fórum judicial nada obsta que a CNE aprecie o mérito dos factos independentemente dos indeferimentos exarados pelos tribunais competentes.
    A outra parte da CNE, que acabaria vencendo através do voto maioritário, entendeu que encontrando-se os casos em fase de contencioso eleitoral julgou pertinente deixar correr os trâmites legais, em virtude da incompetência material da CNE em matéria de contencioso eleitoral.
    Abdul Carimo disse que o processo de centralização nacional e apuramento geral dos resultados eleitorais foi realizado com base nas atas e editais do apuramento intermédio e no mapa da centralização provincial. Considerou ainda que as eleições decorreram de forma positiva, com êxito e civismo, mas condenou os atos de violência registados.
    "Lição de democracia" ou "grosseira fraude"?
    Reagindo aos resultados anunciados pela CNE, o partido no poder afirmou que está satisfeito e sai seguramente reforçado. "Mais uma vez obrigado aos moçambicanos por estas lições, sobretudo por esta lição de democracia que demonstraram ao país e ao mundo", disse a mandatária da FRELIMO, Verónica Macamo. "Estamos satisfeitos, é evidente que gostaríamos de ganhar em todas as autarquias, mas nós respeitamos a vontade dos moçambicanos. Em democracia é assim", acrescentou.
    Já o mandatário da RENAMO, André Magibire, afirmou que apesar de várias irregularidades e violência registadas, o seu partido saiu vencedor porque foi às eleições com apenas um município e obteve vitória num total de oito, para além de reclamar vitória noutras cinco autarquias. "O que acabamos de assistir é o anúncio de resultados resultantes de uma grosseira fraude", considerou.
    Magibire antevê uma grande disputa na gestão de alguns municípios: "Mesmo nos municípios onde o partido FRELIMO sai vencedor em muitas autarquias, a diferença, se forem a reparar, é de dois ou três membros de Assembleia, o que significa que vai ser um trabalho muito renhido."
    O mandatário do MDM, José de Sousa, disse que o seu partido está pronto para tudo aquilo que vier e que esteja inserido na prossecução da democracia em Moçambique. "Lamentamos profundamente as várias irregularidades que tiveram lugar durante o processo, iniciando pelo recenseamento, votação e antes disso a campanha eleitoral", destacou.

    Trump e Melania condenam violência e pedem união nos EUA.

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    Segundo o presidente americano, "uma grande investigação federal está em andamento.

    Trump e Melania condenam violência e pedem união nos EUA

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, junto com a primeira-dama, Melania, condenou nesta quarta-feira (24) as supostas bombas endereçadas a políticos democratas e para a rede de TV CNN e disse que "é tempo de unir o país".
    "A segurança dos americanos é nossa principal prioridade. Os atos de violência política de qualquer gênero não têm nenhum lugar neste país", disse durante coletiva na Casa Branca.
    Segundo Trump, "uma grande investigação federal está em andamento. Todo o poder do nosso governo está sendo usado para conduzir esta investigação e levar os responsáveis por esses atos desprezíveis à Justiça", Estamos extremamente zangados, chateados, descontentes com o que testemunhamos esta manhã e vamos chegar ao fundo disso".
    Antes de sua declaração, a primeira-dama norte-americana também condenou as tentativas de ataque. "Não podemos tolerar estes ataques covardes e condeno veementemente todos os que escolhem a violência", afirmou Melania, dizendo que os atos "são um ataque contra a democracia inaceitável".
    Nesta manhã, uma série de suspeitas de bomba envolvendo ícones progressistas, incluindo o ex-presidente Barack Obama e a ex-candidata à Casa Branca Hillary Clinton, colocou os Estados Unidos em alerta.
    A tensão culminou na evacuação do complexo de edifícios Time Warner Center, que abriga os estúdios da emissora "CNN", em Nova York, devido à presença de um suposto explosivo. Antes disso, o Serviço Secreto havia interceptado pacotes contendo supostas bombas e endereçados para Obama e Hillary.
    Nenhum dos dois artefatos, no entanto, chegou a seu destino. Um deles era destinado à casa de Bill e Hillary Clinton em Chappaqua, no estado de Nova York.
    Apenas o ex-presidente estava na residência, já que a ex-secretária de Estado está em campanha pelo Partido Democrata na Flórida. Segundo um oficial citado pela agência "Associated Press", a suposta bomba foi interceptada durante uma inspeção de rotina e os Clinton nunca correram o risco de recebê-la.
    A Casa Branca condenou as tentativas de ataque contra Obama e Hillary. "Esses atos terroristas são deploráveis, e os responsáveis serão punidos", declarou a porta-voz do governo, Sarah Sanders. O caso é investigado pelos Serviços Secretos e pelo FBI.
    Os pacotes foram interceptados na noite da última terça (23) e na manhã desta quarta-feira, e suspeita-se que eles tenham ligação com a bomba encontrada na caixa de correio do bilionário húngaro-americano George Soros, um dos principais financiadores do Partido Democrata, na segunda passada (22).
    Outra democrata que foi alvo dos explosivos foi a deputada Maxine Waters, da Califórnia. O pacote destinado a ela foi localizado no centro de triagem da correspondência do Congresso, em Capitol Heights, Maryland.
    "Essas ações covardes são desprezíveis e não têm lugar neste país. Os responsáveis serão levados à Justiça", reforçou o vice-presidente Mike Pence. Imprensa Uma terceira bomba provocou a evacuação do Time Warner Center, que abriga os estúdios da emissora "CNN", em Manhattan. O pacote foi encontrado na sala de correio e estaria endereçado ao ex-diretor da Agência Central de Inteligência (CIA), John Brennan, comentarista da emissora e crítico do governo de Donald Trump.
    O artefato já foi removido da sede da CNN e era formado por um explosivo e pó branco, segundo o chefe da Polícia de Nova York, James O'Neill. "Não permitiremos que esses bandidos terroristas mudem a maneira como vivemos nossas vidas", disse o governador Andrew Cuomo.
    O pacote é similar aos enviados para Obama, Hillary e Soros.
    "Esse é um tempo de divisões, e devemos fazer todo o possível, tudo o que pudermos, para manter o país unido", comentou a ex-secretária de Estado.
    O prefeito de Nova York, Bill De Blasio, anunciou um reforço das medidas de segurança, mas descartou riscos iminentes à população. Fontes do Serviço Secreto, por outro lado, desmentiram a interceptação de um pacote suspeito endereçado à Casa Branca.
    As tentativas de ataque acontecem às vésperas das eleições legislativas de meio de mandato, que renovarão toda a Câmara dos Representantes e um terço do Senado e podem fazer o Partido Republicano, de Donald Trump, perder o controle do Congresso. (ANSA)
    fonte: VOA

    terça-feira, 23 de outubro de 2018

    CAN 2019: Angola, Moçambique e Cabo Verde fazem contas e Guiné-Bissau quase apurada.

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    Mambas, Palancas Negras e Tubarões Azuis ainda estão de calculadora na mão a fazer as contas. Já os Djurtus dependem apenas de si próprios para marcar presença no Campeonato Africano das Nações de 2019, nos Camarões.
    fonte: DW África
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    CAN 2019 terá lugar nos Camarões
    Três derrotas e apenas uma vitória é o balanço dos jogos das quatro seleções lusófonas que disputam a fase de grupos de qualificação para o Campeonato Africano das Nações, CAN 2019, que terá lugar nos Camarões, de junho a julho.
    À passagem da quarta jornada de grupo K, Moçambique perdeu esta terça-feira (16.10) diante da Namíbia, por 0-1, e caiu para a terceira posição, somando os mesmos 4 pontos com a Zâmbia, que está no fundo da tabela.
    A Guiné-Bissau, que venceu a Zâmbia (2-1), no domingo, e a Namíbia lideram o grupo K com 7 pontos, estando a três pontos de carimbar a passagem para a fase final do CAN 2019. Em caso de apuramento, será a segunda presença dos guineenses na prova.
    A 15 de novembro, a Guiné-Bissau e a Namíbia disputam o primeiro lugar do grupo e a consequente passagem à fase final, em Windhoek, capital da Namíbia. No mesmo dia e à mesma hora, Moçambique vai receber em casa a Zâmbia para a quinta jornada.
    Fussball Africa Cup 2017 - Gabon vs Guinea-Bissau
    Jogadores da selecção nacional de futebol da Guiné-Bissau no CAN 2017
    Angola em terceiro com 6 pontos
    Ainda esta terça-feira, Angola perdeu por 1-0 na Mauritânia, em jogo da quarta jornada do grupo I e complicou as contas para a fase final. Com a vitória, a Mauritânia ascendeu ao primeiro lugar do grupo I, com nove pontos, mais dois do que o Burkina Faso, do treinador português Paulo Duarte, que é segundo, e com mais três pontos do que Angola. O Botswana é o último com apenas um ponto.
    A quinta jornada do grupo I disputa-se a 15 de novembro, com Angola a deslocar-se ao Botswana, enquanto o Burkina Faso recebe a Mauritânia.
    Cabo Verde em terceiro com 4 pontos
    Na outra partida desta terça-feira do grupo L, Cabo Verde foi derrotado pela Tanzânia 0-2 e caiu para o terceiro lugar do grupo, com os mesmos quatro pontos, enquanto a Tanzânia é agora o segundo classificado, com cinco.
    Kapverden feiert Qualifikation zum Afrika-Cup (DW)
    Adeptos cabo-verdianos
    Por sua vez, o Uganda, venceu Lesoto por 2-0, lidera o grupo L com 10 pontos e está quase apurada para a fase final do CAN2019.
    Na quinta jornada do grupo L, a realizar-se a 15 novembro, Cabo Verde vai jogar no Uganda, enquanto o Lesoto vai receber a Tanzânia.
    Os dois primeiros de cada um dos 12 grupos qualificam-se para o torneio. O CAN 2019 vai ter 24 equipas, seguindo o modelo do Euro 2016, realizado em França.
    Confira todos os resultados e a tabela classificativa após os jogos da quarta jornada.
    Grupo I
    Burkina Faso 3-0 Botsuana
    Mauritânia     1-0 Angola 
    Classificação:
    1. Mauritânia - 9 pontos
    2. Burkina Faso - 7 pontos
    3. Angola  - 6 pontos
    4. Botsuana - 1 pontos
    Grupo L
    Tanzânia 2-0 Cabo Verde
    Lesoto  0-2 Uganda
    Classificação:
    1. Uganda - 10 pontos
    2. Tanzânia - 5 pontos
    3. Cabo Verde - 4 pontos
    4. Lesoto - 2 pontos
    Grupo K
    Guiné-Bissau 2-1 Zâmbia
    Namíbia 1-0 Moçambique 
    Classificação:
    1. Guiné-Bissau - 7 pontos
    2. Namíbia - 7 pontos
    3. Moçambique - 4 pontos
    4. Zâmbia - 4 pontos 

    Quedutar Ialá é o primeiro ciclista da Guiné-Bissau com contrato na Europa.

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    O sonho tornou-se realidade para Quedutar Cul Ialá, hexacampeão guineense que se transferiu de Nhacra para a Corunha para competir no campeonato de ciclismo da sub-21. Guineenses sentem-se orgulhosos pelo feito inédito.
    fonte: DW África
    Guinea-Bissau Radsportler Quedutar Iala (DW/B. Darame)
    Chama-se Quedutar Cul Ialá. Nasceu na vila de Nhacra, a norte da Guiné-Bissau, onde muito cedo começou a pedalar pela vila para ajudar a sua pobre família que sobrevivia das atividades do campo. O jovem de apenas 21 anos de idade acaba de protagonizar a histórica transferência no ciclismo guineense, uma modalidade ainda em afirmação na Guiné-Bissau. Por 10.000 euros assinou o primeiro contrato profissional na Europa, em Espanha, anunciou a Federação guineense de Ciclismo.
    Cul Ialá sempre soube o que realmente queria ser no futuro, mas devido às bases da sua origem familiar e inserção rural, trabalhou primeiro no campo da produção do cereal para a subsistência familiar, base da agricultura camponesa guinense. Mais tarde, aprendeu a cavar um poço artesiano, com qual, de forma ambulante, de tabanca em tabanca oferecia serviços comunitários para que os populares pudessem ter acesso à água para as suas necessidades diárias e para que ele também pudesse ganhar algum dinheiro e satisfazer as necessidades familiares - sempre com o "bichinho" de pedalar.
    Nasceu para ser ciclista
    Guinea-Bissau Radsportler Quedutar Iala
    Quedutar Ialá: "Quando pescava no rio, imaginavam-me numa pista internacional de ciclismo"
    Em busca do seu maior sonho, ser ciclista campeão africano pela Guiné-Bissau, começou a pedalar em casa, em Nhacra, numa bicicleta enferrujada do pai pendurada na varanda, sem pneus nem correntes. O "ferro-velho" servia mesmo só para esticar os músculos e sentir a sensação de estar em alta competição.
    "Quando pescava no rio, imaginavam-me numa pista internacional de ciclismo. Até que um dia decidi voltar a casa despendurar a bicicleta e obriguei o meu pai a montá-la peça por peça para participar num concurso nacional. Acabei por perder contra as pessoas que tinham mais experiências e bicicletas profissionais."recorda em entrevista à DW África.
    Quando nasceram os dois filhos, o jovem promessa abandonou o liceu, no 9º ano da escolaridade, porque não tinha mais condições de prosseguir os estudos na capital Bissau, cidade em que nunca quis viver. Mas foi na capital que despontou a mostrar músculos na estrada, quando venceu a corrida do aeroporto ao centro da cidade com uma bike velha e amador, diante de uns concorrentes com bicicletas profissionais: “dizia-se em Bissau que Quedutar ganhou a corrida com uma lata-velha”, recorda a sorrir.
    Hexacampeão aos 21 anos 
    Quedutar fez da derrota o ponto de partida para se chegar ao pódio, quando dedicou a vida a pedalar nas estradas do interior da Guiné-Bissau. Nunca mais parou e foi seis vezes campeão nacional das corridas de bicicleta que se faz no país: de Farim, no norte, a capital Bissau (118 km), Mansôa, no norte, a Bissau (60 km), Bafatá-Gabú, no leste (50 km) entre outras.
    "Na altura, muita das vezes quando saía dos treinos ou das competições chegava a casa e não tinha nada para comer. Dormia com fome e cansaço, mas nunca quis desistir da bicicleta, sempre sonhei que o dia melhor chegaria se lutasse mais."
    Guinea-Bissau Radsportler Quedutar Iala
    Ciclista com dirigentes da Federação de Ciclismo (de esquerda para a direita):Henrique Salgueiro, Quedutar Cul Ialá, Sabino Nhasse e Bien João Emília Embana
    Antes de assinar o contrato profissional na Europa, pela Guerciotti-Kiwi Atlântico, equipa espanhola de Corunha, Quedutar Cul Ialá ficou na décima quarta posição, na 13ª edição do Campeonato Africano de Ciclismo Continental, que contou com a participação de 60 países e decorreu em Casablanca, nos Marrocos, em 2017. 
    Pronto para pedalar na Europa
    Agora, com o contrato profissional, Quedutar sente-se preparado para começar a primeira época na Europa. "Sinto que estou mais bem preparado agora para competir ao mais alto nível. Porque aqui vejo que tenho melhores condições, as que sempre sonhei ter na carreira profissional. Prometo levantar a bandeira do meu país bem alto nesta equipa."
    O ciclista guineense, que ainda treina num centro de alto redimento em Portugal, quer ganhar dinheiro e conhecimento na Europa para desenvolver a modalidade no seu país de origem, criando um centro de formação profissional na vila de Nhacra, onde nasceu.
    O presidente da Federação de Ciclismo da Guiné-Bissau, Sabino Nhassé, disse acreditar na afirmação do atleta a nível internacional porque sempre foi o melhor do país e demonstrou sempre ser competente na prova africana.
    Quedutar assinou um contrato de um ano renovável com o clube espanhol de Guerciotti-Kiwi Atlântico e tornou-se no primeiro ciclista da Guiné-Bissau com contrato profissional na Europa. Feito histórico para um país com cerca de 50 ciclistas, conta ainda Sabino Nhassé.

    ARTIGO DE OPINIÃO: OLHOS NOS OLHOS – PONTO DE SITUAÇÃO DO PAÍS !!!

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                                                                   Filomeno Pina

    Uma“desorganização-organizada”, é este processo eleitoral estagnado na Guiné-Bissau! Uma pedra no caminho tem sido esta “crise-criactiva” inventada com segundas intenções, que vai mantendo tudo no mesmo lugar, servindo como bloqueio propositado, para mais justificativa dos erros ou fracasso deste processo! Nesta imagem triste, aparentemente temos um “motor” a trabalhar num carro parado, e não arranca, porque as mudanças não entram, tratando de avaria provocada, para o País marcar passos no mesmo lugar sem avançar tão cedo. Acredite se quiser, Camarada (…) 
    .
    Neste círculo vicioso deparamos com os mesmos protagonistas de serviço, políticos, que não conseguem criar soluções positivas para o Povo Guineense. Pois não fazem e também não largam o tacho – EIS O PARADOXO - pois ninguém/politico abandona este barco “furado”, parece estranho, perguntamos nós E porquê, estarão confiantes na bóia de salvação ou numa fuga para frente, será apenas isto?
    .
    Este retrato de situação limite é muito grave, e não só.

    .
    Há que cuidar deste foco de tensão (descriminação no recenseamento; tratamento desigual na cobertura do território nacional e na diáspora; partidarização da Instituição/CNE), e também, controlar este “inconsciente colectivo”, que afecta maior parte de políticos inexperientes ou maldosos deste processo estagnado.
    Denota-se pouco cuidado no tocante à perigosidade subjacente e crescente tensão social, devido ao impasse e falta de transparência no processo, i. é, se este “processo politizado” não terminar positivamente dando a palavra ao Povo nas urnas.
    Pois tudo pode acabar pessimamente e mal, para todos sem excepção, pois absolutamente ninguém prevê um desfecho repentino desta natureza e ou a que poderá chegar este foco de tensão social e político, no entanto “bom”, com certeza que NÃO!
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    Djarama. Filomeno Pina.


    Intelectuais alemães alertam para riscos no Brasil.

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    Manifesto assinado por grandes nomes do mundo acadêmico alemão, como o filósofo Axel Honneth e o sociólogo Claus Offe, expõe preocupação diante de crescente discurso de ódio no país.
    fonte: DW África
    Partidários de Bolsonaro queimam modelo de urna eletrônica no primeiro turno em São Paulo
    Partidários de Bolsonaro queimam modelo de urna eletrônica no primeiro turno em São Paulo
    Um grupo de mais de 40 acadêmicos alemães de diversas áreas lançou uma carta aberta sobre os riscos à democracia e aos direitos humanos no Brasil, em meio ao cenário de discurso de ódio, violência e polarização às vésperas do segundo turno da eleição presidencial.
    "Aprendemos, dolorosamente, com a história europeia e, em especial, com a história alemã, que a apologia da tortura e da violência e o desrespeito a concidadãos e minorias jamais serão solução para crises econômicas e políticas", afirma o documento assinado por importantes personalidades da ciência alemã.
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    Entre os signatários estão o filósofo e sociólogo Axel Honneth, professor nas universidades de Frankfurt e Columbia, nos Estados Unidos, e o sociólogo Claus Offe, da Hertie School of Governance, em Berlim.
    Autor de Luta por reconhecimento: a gramática moral dos conflitos sociais e O direito da liberdade, Honneth é considerado um dos filósofos mais importantes da atualidade. Aluno de Jürgen Habermas como Honneth, Offe é conhecido por suas relevantes contribuições sobre capitalismo e democracia.
    Além dos dois, assinam ainda o documento o sociólogo Stephan Lessenich, que foi presidente da Associação Alemã para Sociologia (DGS) e atualmente dá aula na Universidade Ludwig Maximilian de Munique; a historiadora especializada em América Latina Barbara Potthast, da Universidade de Colônia; e a economista Barbara Fritz, da Universidade Livre de Berlim.
    Os signatários da carta destacam que não desejam interferir em assuntos internos, mas defender "valores inegociáveis como democracia, direitos humanos e o caráter laico das instituições públicas" e expressam preocupação com os recentes desenvolvimentos políticos no Brasil.
    O documento não cita abertamente o candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL), mas faz referências a declarações dadas pelo presidenciável e seus apoiadores: "Temos observado como, durante a presente campanha eleitoral, difamações, desinformação e perseguição vem colocando em questão o tratamento igualitário de mulheres e homens, a dignidade de gays, lésbicas e pessoas transgênero, assim como a legitimidade política dos movimentos sociais e os direitos de minorias ameaçadas – entre estas, indígenas e quilombolas".
    A carta destaca ainda que o "estímulo deliberado de conflitos entre os diferentes grupos da população e o anunciado armamento da população civil vão gestando uma catástrofe humanitária de dimensões incalculáveis".
    Por fim, os cientistas pedem que o Judiciário brasileiro defenda os direitos humanos e a democracia e puna aqueles que violam esses princípios com palavras ou atos. "As forças democráticas no Brasil não podem ficar omissas", acrescentam.
    Manifestos pelo mundo
    Além da carta aberta alemã, pesquisadores europeus e americanos também lançaram petições em defesa da democracia no Brasil. O primeiro manifesto foi publicado por cientistas em atividade nos Estados Unidos em meados de outubro. O documento já conta com 1.291 assinaturas.
    Intitulado Em defesa da democracia no Brasil, diga não a Jair Bolsonaro, o texto lembra que o presidenciável do PSL elogia a tortura e torturadores, além de não esconder sua admiração pela ditadura militar que esteve no poder no Brasil entre 1964 e 1985.
    "A vitória da extrema direita radical no Brasil reforçará um movimento internacional que levou ao poder políticos reacionários e antidemocráticos em vários países nos últimos anos", destaca o manifesto. "Seu programa visa destruir avanços políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais das quatro últimas décadas, bem como as ações empreendidas pelos movimentos sociais e os setores progressistas para consolidar e ampliar a democracia no Brasil", acrescenta.
    O manifesto afirma ainda que a eleição do ex-militar ameaça as "frágeis instituições democráticas" brasileiras e destaca que seu governo representaria um obstáculo "a toda política internacional ambiciosa de defesa do meio ambiente e de preservação da paz".
    Entre os primeiros signatários da petição americana aparecem historiadores de renome como Stuart Schwartz, James Green, Lilia Moritz Schwarcz, Sidney Chalhoub, Barbara Weinstein, que chegou a presidir a Associação Americana de História (AHA), e o antropólogo John Burdick.
    A iniciativa americana foi seguida por europeus, coordenados pela Associação de Pesquisa sobre Brasil na Europa (Arbre), com sede na França, que reuniu um grupo de pesquisadores, políticos e artistas que atuam na Europa e no Canadá em torno de um manifesto semelhante.
    O documento já conta com mais de 1,3 mil assinaturas. Entre os 226 primeiros signatários estão o economista francês Thomas Piketty, autor de O capital no século 21, e a historiadora Laura de Mello e Souza, da Universidade Paris-Sorbonne.
    Além dos manifestos de cientistas, as declarações e atitudes de Bolsonaro também foram repudiadas por eurodeputados. Na terça-feira passada, representantes de cinco das sete bancadas do Parlamento Europeu se reuniram para defender uma posição contrária clara diante do candidato.
    "Uma vitória de Bolsonaro – uma figura patética que será a vergonha do Brasil – significaria um retrocesso civilizatório para o país e para o mundo", afirmou o eurodeputado português Francisco Assis, do bloco socialista, durante o evento de lançamento do manifesto Democracia brasileira em risco, em Bruxelas.
    Bolsonaro é o líder nas pesquisas de intenção de voto. Na última pesquisa Datafolha, o candidato apareceu com 59% dos votos, contra 41% de Fernando Haddad (PT).
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    ANGOLA PRESENTE NO MUSEU DE HUMBOLDT, EM BERLIM

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    Angola e Alemanha analisaram nesta segunda-feira, em Luanda, a cooperação cultural entre os dois Estados, com foco na formação artística, intercâmbio cultural e iniciativas no âmbito da troca de exposições na vertente museológica.

    Durante uma audiência que a ministra da Cultura, Carolina Cerqueira, concedeu ao embaixador germânico em Angola, Dirke Lolke, as duas entidades analisaram a proposta de alargamento do programa de formação e de digitalização de peças que o Goethe Instituto leva a cabo no Museu Nacional de Antropologia em colaboração com a Fundação do Património Prussiano, que será reforçado com a assinatura, em Dezembro próximo, em Luanda, de um memorando de entendimento entre as duas partes.
    A duas personalidades trocaram também pontos de vista sobre a importância do Museu de Humboldt que será inaugurado em Dezembro, em Berlin, e que contará com amostras de artefactos angolanos, representativos da vasta cultura de várias regiões do nosso país e que poderá constituir, segundo Carolina Cerqueira, uma oportunidade para a internacionalização da Cultura Angolana.
    A ministra reafirmou igualmente a importância do reforço do intercâmbio e de troca de experiência que servirá de base dos contactos dos técnicos do Ministério da Cultura que vão deslocar-se a Alemanha, em Novembro deste ano, para analisar com os congéneres alemães as áreas a serem prioridades no futuro plano de acção sobre a cooperação conjunta no domínio da Cultura e Artes.
    O embaixador alemão informou ainda a ministra da Cultura que o Goethe Institut terá como missão principal consolidar as relações com Angola nos domínios da arqueologia e da antropologia, com vista a ajudar a garantir a modernização da rede museológica nacional, a promoção da língua alemã e as trocas culturais em vários domínios.
    A ministra Carolina Cerqueira congratulou-se pela perspectiva da dinamização das relações culturais com a Alemanha, reforçando que as mesmas devem acompanhar o ritmo das perspectivas de reforço das relações económicas anunciadas aquando da visita do Presidente da Republica, João Manuel Gonçalves Lourenço, aquele país, salientando que a Cultura é uma ponte sólida, de extrema importância para o incremento da amizade, da cooperação e da mutualidade entre os povos e nações.
    Carolina Cerqueira identificou também como áreas de grande interesse a formação de jovens na arte cinematográfica, a realização da semana do cinema alemão em Angola e a diversificação das actividades culturais e artísticas em ambos os países, através de iniciativas conjuntas, que devem envolver a diáspora , instituições culturais e associações da sociedade civil dos dois países.
    A propósito da inauguração do grandioso Museu de Berlim, que contará com colecções e obras de países de todos os continentes, o embaixador da Alemanha manifestou interesse de poderem ser expostas peças e documentários que reflictam a riqueza cultural de Angola, designadamente a Arte Rupestre do Tchitunduhulu, no Namibe, e da Cidade de M’Banza Kongo, Património da Humanidade.
    A ministra agradeceu o privilégio do nosso país poder estar representado no exterior, designadamente no grande centro cosmopolita que é Berlim, naquele que será um dos maiores museus do mundo e reafirmou o apoio institucional para se concretizar a iniciativa, que se insere no âmbito da diplomacia cultural que o executivo angolano está a levar a cabo.


    O embaixador da Alemanha aproveitou a ocasião para convidar a ministra da Cultura a visitar Alemanha no próximo ano, de modo a constatar o impacto que a cultura tem naquele país, bem como assistir ao Festival de Cinema de Berlim, convite que foi aceite com agrado.
    fonte: folha8

    UM CANALHA À PORTA DO PLANALTO

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



    Equiparar Haddad a Bolsonaro constitui um acto moral e politicamente inqualificável. Quem o faz torna-se cúmplice de Bolsonaro, da sua vertigem proto-fascista, da sua propensão para o culto da violência. . É por isso que não pode haver hesitações neste momento da história do Brasil e, de uma certa maneira, da própria história da Humanidade.

    Por Francisco Assis (*)
    1.Carlos Alberto Brilhante Ustra foi um dos maiores, senão mesmo o maior torcionário, no tempo da ditadura militar que vigorou no Brasil entre 1964 e 1985. Em 2008 foi o primeiro oficial condenado por sequestro e tortura. Comprovadamente, maltratou física e psicologicamente centenas de pessoas e chegou ao limite de obrigar crianças a presenciarem o dilacerante espectáculo do espancamento dos respectivos progenitores. Nunca reconheceu os seus crimes nem manifestou o mais leve arrependimento pelos seus actos desumanos. Era um canalha. Morreu em 2015, em Brasília, na cama de um hospital.
    Foi precisamente este torcionário miserável que o então deputado federal Jair Bolsonaro homenageou no momento em que votou a favor do impeachment da Presidente Dilma Rousseff. Nessa ocasião, Bolsonaro pronunciou uma declaração que o define integralmente: dedicou o seu voto à “memória do Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff”. É impossível imaginar, naquele contexto, uma afirmação mais vil, um comportamento mais indigno, uma atitude mais asquerosa. Bolsonaro revelou-se ali o que ele verdadeiramente é: um canalha em estado puro.
    O que é um canalha em estado puro? É alguém que contraria qualquer tipo de critério moral e se coloca num plano comportamental pré ou anticivilizacional. Quem elogia o torturador de uma jovem mulher absolutamente indefesa atribui-se a si próprio um estatuto praticamente sub-humano. Bolsonaro é dessa estirpe, desse rol de gente que leva à interrogação sobre o que subsiste de humano no homem que literalmente se desumaniza. Theodore Adorno levou essa questão até ao limite do pensável, quando formulou a sua célebre afirmação: “escrever um poema depois de Auschwitz é um acto bárbaro e isso corrói até mesmo o conhecimento de porque se tornou impossível escrever poemas”. E, contudo, a poesia sobreviveu. O Homem resiste ao que de desumanizador ele inscreve na história. Isso não é razão para renunciar à denúncia da barbárie.
    A barbárie tem muitos rostos: é estúpida, boçal, intolerante, sectária, fanática, simplista, racista, xenófoba, homofóbica, sexista, classista, irremediavelmente preconceituosa, inevitavelmente primária. Jair Bolsonaro é um dos rostos perfeitos dessa barbárie em versão actual. Tudo nele aponta para a pequenez: é um ser intelectualmente medíocre, eticamente execrável, politicamente vulgar. Nele observa-se uma prodigiosa ausência de qualquer tipo de grandeza e uma assustadora presença de tudo quanto invalida um cidadão para o desempenho da mais humilde função pública. Por isso mesmo ele é extraordinariamente perigoso: é a expressão quase exemplar do homem sem qualidades subitamente erigido a um papel de liderança.
    Bolsonaro não é Hitler, não é Mussolini, não é sequer Franco. Em bom rigor, se quisermos ater-nos a um debate intelectual de natureza escolástica, ele não é bem a representação do fascismo. Há nele, contudo, na dimensão medíocre que a sua pobre personalidade proporciona, tudo aquilo de que a tradição fascista historicamente se alimentou. O anti-iluminismo, a exaltação sumária da unicidade nacional, a apologia da violência, o culto irracional do chefe. Bolsonaro é pouco mais do que um analfabeto ideológico com todos os perigos que isso mesmo encerra. Ele e a sua prole de jovens tontos significam hoje o maior perigo com que se depara o mundo ocidental.
    2.Alguns analistas políticos, uns por ignorância, outros por má-fé, tentam convencer-nos que os brasileiros terão de escolher nas eleições presidenciais entre a cólera e a peste. Isso não corresponde minimamente à verdade. Equiparar Haddad a Bolsonaro constitui um acto moral e politicamente inqualificável. Quem o faz torna-se cúmplice de Bolsonaro, da sua vertigem proto-fascista, da sua propensão para o culto da violência. É por isso que não pode haver hesitações neste momento da história do Brasil e, de uma certa maneira, da própria história da Humanidade. Haddad é um intelectual sofisticado, um democrata respeitador dos princípios fundamentais das sociedades abertas e pluralistas, um homem de reconhecida integridade cívica e moral. O PT cometeu erros nos anos em que governou o Brasil? Cometeu decerto, como todos os demais partidos que desempenharam funções governativas durante muito tempo em qualquer parte do mundo.
    Há, porém, uma coisa que é preciso afirmar enfaticamente nesta hora especialmente dramática: nem Lula, nem Dilma Rousseff alguma vez puseram em causa o Estado de Direito brasileiro. Ambos pugnaram por um Brasil mais justo e contribuíram fortemente para o alargamento das condições de afirmação da liberdade individual de milhões de brasileiros a quem o destino aparentava não conceder outra vida que não fosse a miséria, o sofrimento e absoluta exclusão social. Fizeram-no sempre no respeito pelas regras da democracia liberal, enfrentando a hostilidade de uma comunicação social globalmente desfavorável e os ferozes ataques dos grandes oligopólios económicos. Muitas vezes é difícil percebermos o que isso significa a partir de uma perspectiva europeia. Mas quem viajou dezenas de vezes para a América Latina, como eu fiz nos últimos anos, sabe bem o que isso traduz naquele sacrificado continente. Ali, ser pobre corresponde a ser muito mais pobre do que no nosso velho continente europeu; ali, ser mulher, ser homossexual, ser indígena, ser desempregado, ser mãe solteira, comporta uma carga sem correspondência com o que se passa no mundo que nós próprios habitamos.
    (*) Jornal Público, de Portugal
    Ilustração da responsabilidade do Folha 8

    segunda-feira, 22 de outubro de 2018

    Marcelo quer jogar na Juventus a partir de janeiro e já avisou ao Real.

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

    A informação foi publicada pelo jornal italiano “Tuttosport”.

    Marcelo quer jogar na Juventus a partir de janeiro e já avisou ao Real

     Marcelo quer deixar o Real Madrid. De acordo com o jornal “Tuttosport”, o lateral-esquerdo brasileiro avisou ao clube espanhol que deseja mudar de ares e se transferir para a Juventus. A notícia estampa a capa desta segunda-feira (22) do diário italiano, que adiantou a manchete na noite deste domingo (21).

    O “Tuttosport” afirma que o negócio deve ser fechado em janeiro de 2019, na metade da temporada europeia. Segundo os italianos, Marcelo deseja voltar atuar ao lado do português Cristiano Ronaldo.
    A contratação de Marcelo por parte da Velha Senhora seria viabilizada com a venda do também brasileiro Alex Sandro para um clube da Premier League.
    Marcelo está com 30 anos e defende o Real Madrid desde 2007. O contrato dele com o time da capital espanhola tem validade até junho de 2022.
    fonte: noticiasaominuto

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