Postagem em destaque

Costa do Marfim: Indivíduo detido em Bouaké após roubar 10 milhões de francos CFA de uma empresa.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

ONU alerta para desconfiança entre atores políticos na Guiné-Bissau.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Conselho de Segurança debateu crise guineense esta terça-feira (14.02) e missão de consolidação da paz no país deverá ser renovada a 23 de fevereiro. Autoridades estão preocupadas com incumprimento do Acordo de Conacri.
Guinea-Bissau Umaro Sissoco und José Mário Vaz (DW/B. Darame)
Primeiro-ministro Umaro Sissoco e Presidente José Mário Vaz

A chamada de atenção chegou esta terça-feira à sede do Conselho de Segurança, em Nova Iorque, na voz do representante do secretário-geral da ONU para a Guiné-Bissau, Modibo Ibrahim Touré: "Assistimos, de facto, à instauração progressiva de um clima de desconfiança entre os atores políticos, agravado por ataques verbais e acusações mutuais de diversas ordens".
Touré, que é também o líder do Gabinete Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS), falava durante o debate sobre a atual situação da Guiné-Bissau no Conselho de Segurança, na apresentação das conclusões de um relatório do secretário-geral.
O respresentante da ONU lembrou que "quatro meses depois [da assinatura do Acordo de Conacri], dia após dia, o impasse perdura" e que o espírito de colaboração do documento "foi substituído por uma lógica de dissensão e polarização".
USA UN-Sicherheitsrat tagt in New York zu Syrien (Getty Images/AFP/D. Reuter)
Conselho de Segurança das Nações Unidas

O acordo entre dirigentes políticos da Guiné-Bissau, assinado em outubro, na Guiné-Conacri, previa a nomeação de um governo de consenso e a resolução da crise interna no PAIGC, partido que venceu as eleições de 2014, mas não foi cumprido.
O representante da ONU defendeu que "em resultado da deterioração da crise institucional, uma abordagem mais sustentável e bem coordenada será necessária daqui em diante". A missão das Nações Unidas no país, segundo Modibo Ibrahim Touré, está a "rever a sua abordagem e a desenhar uma nova estratégia em linha com as exigências atuais".
O Conselho de Segurança deve renovar a sua missão de consolidação da paz no país no dia 23 de fevereiro.
Crise institucional agrava vulnerabilidade
Falando perante o Conselho de Segurança, o representante da CEDEAO, embaixador da Libéria junto da ONU, Lewis G. Brown, salientou que "não deve haver hesitações na implementação dos acordos chave para que se garanta estabilidade". "Os diferentes atores devem conjugar esforços para apoiar a mediação da CEDEAO, reafirmando que o Acordo de Conacri é a única via para a resolução pacífica da crise institucional e política na Guiné-Bissau", frisou.
"Com a continua ausência de um Governo em pleno funcionamento, a ONU e as instituições financeiras internacionais devem continuar a colaborar para mitigar riscos e reduzir vulnerabilidades socioeconómicas", salientou também o representante especial do secretário-geral, Modibo Ibrahim Touré.

Touré disse ainda que "qualquer avanço no diálogo político será de curta duração se as causas estruturais de instabilidade não forem resolvidas", dando o exemplo de reformas da lei eleitoral, que devem estar prontas antes das eleições legislativas de 2018, e reformas no setor de segurança, justiça, direitos humanos e economia.
Esta crise política, a mais recente na Guiné-Bissau, iniciou-se em agosto de 2015, quando o Presidente da República, José Mário Vaz,  demitiu o primeiro-ministro eleito, Domingos Simões Pereira. Desde então, já houve mais quatro governos, mas nenhum conseguiu a aprovação do Parlamento.
Dado o contexto de incerteza e face à anunciada desmobilização da força militar e policial de estabilização, a ECOMIB, no dia 30 de junho, as Nações Unidas anunciam ainda que vão trabalhar com todos os parceiros “para garantir que a saída não resulta num vazio que leve à instabilidade”.
Eleições antecipadas?
Analistas são unânimes na leitura que fazem da conjuntura política guineense: "preocupação profunda" face à mais recente crise. Para o investigador do Instituto Português das Relações Internacionais e Segurança (IPRIS) Paulo Gorjão, o regresso da estabilidade à Guiné-Bissau é "a questão que vale um milhão de dólares".
Paulo Gorjao (DW/Joao Carlos) Paulo Gorjão, analista internacional
"Remetendo-me estritamente ao ciclo mais recente deste fenómeno de crise, das crises dentro das crises, como numa matriosca, não vejo solução sem ocorrerem eleições", afirma o investigador. "Não me parece de todo possível ultrapassar esta crise institucional entre o PAIGC e o Presidente sem renovar a legitimidade destes órgãos ou, pelo menos, de um deles para clarificar as relações de poder".
O acordo de Conacri, para uma solução governativa consensual, não está a ser aplicado, embora o Governo guineense insista no contrário. Sem uma aparente vontade política para a realização de novas eleições, procura-se um mínimo denominador comum que garanta a estabilidade até ao próximo período eleitoral.

#dw.de

ONU ALERTA PARA "CLIMA DE DESCONFIANÇA ENTRE ATORES POLÍTICOS" NA GUINÉ-BISSAU

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Chega de relatórios e poucas ações! Na nossa opinião a ONU deve fechar o seu escritório na República da Guiné-Bissau, porque tem gasto rios de dinheiro ao longo das décadas sem conseguir  resolver os problemas que ajudou criar,  a título de exemplo, o próprio Secretário Geral da ONU, o português António Guterres, contribuiu para a desestabilização do nosso país quando era Primeiro-ministro de Portugal, financiou a junta militar durante a guerra de 07 de Junho de 1998, deu apoio diplomático e forneceu telefones satélites aos homens de Ansumané Mané, o mesmo Mané, foi condecorado pelo Presidente da República Portuguesa,   Jorge Sampaio, sob proposta do governo de Guterres. Porquê condecorar o líder de uma rebelião?  Se a ONU quisesse acabar com as cíclicas crises políticas no nosso país podia ter feito melhor, mas isso não faz parte dos seus planos, ou seja, o país deve continuar instável até porque se a situação se normalizar o escritório fecha as portas. De recordar que a ONU é uma organização ao serviço das grandes potências em certas regiões do globo. Com a crise e instabilidade muitas empresas e organizações internacionais ganham dinheiro na base da roubalheira, por exemplo: pesca ilegal, abate de árvores, assinatura de contratos que não beneficiam o país etc. 
 
Lusa, 14 Fev 2017 - O representante do secretário-geral da ONU para a Guiné-Bissau chamou hoje a atenção para a "instauração progressiva de um clima de desconfiança entre os atores políticos" guineenses, "agravado por ataques verbais e acusações mutuais de diversas ordens".
 
"Assistimos, de facto, à instauração progressiva de um clima de desconfiança entre os atores políticos, agravado por ataques verbais e acusações mutuais de diversas ordens", disse o representante especial do secretário-geral e líder do Gabinete Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS), Modibo Ibrahim Touré.
 
O Conselho de Segurança da ONU debateu, à porta fechada, a atual situação na Guiné-Bissau e deve renovar a sua missão de consolidação da paz no país no dia 23 de fevereiro.
Durante a sua intervenção, Modibo Ibrahim Touré, descreveu os mais recentes desenvolvimentos no país.
 
Touré disse que "quatro meses depois [da assinatura do Acordo de Conacri], dia após dia, o impasse perdura" e que o espírito de colaboração do documento "foi substituído por uma lógica de dissensão e polarização".
 
O acordo entre dirigentes políticos da Guiné-Bissau assinado em outubro na Guiné-Conacri previa a nomeação de um governo de consenso e a resolução da crise interna no PAIGC, partido que venceu as eleições de 2014, mas não foi cumprido.
 
Touré, que apresentava as conclusões de um relatório do secretário-geral, defendeu que "em resultado da deterioração da crise institucional uma abordagem mais sustentável e bem coordenada será necessária daqui em diante" e que a missão da ONU está a "rever a sua abordagem e desenhar uma nova estratégia em linha com as exigências atuais."
 
"Com a continua ausência de um governo em pleno funcionamento, a ONU e as instituições financeiras internacionais devem continuar a colaborar para mitigar riscos e reduzir vulnerabilidades socioeconómicas", explicou. 
 
Touré disse ainda que "qualquer avanço no dialogo político será de curta duração se as causas estruturais de instabilidade não forem resolvidas", dando o exemplo de reformas da lei eleitoral, que devem estar prontas antes das eleições legislativas de 2018, e reformas no setor de segurança, justiça, direitos humanos e economia. 
 
O embaixador da Libéria junto da ONU, Lewis G. Brown, falou em nome da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), que reafirmou o seu compromisso para com o país, mas disse que a não aplicação do Acordo de Conacri e a nomeação de um primeiro-ministro "não consensual" são "motivos de grande preocupação para o desenvolvimento de uma agenda da paz".
 
"O desafio que o governo (guineense) agora enfrenta é ter um plano de desenvolvimento aprovado pelo Parlamento, o que, se falhar, significa que o recém-nomeado primeiro-ministro terá de se demitir", defendeu o representante da CEDEAO. 
 
O relatório apresentando no encontro diz que o mandato da UNIOGBIS deve ser prolongado por mais um ano e focar-se nas próximas eleições. 
 
O Conselho de Segurança deve votar esse prolongamento na quinta-feira da próxima semana. 
 
Apesar do aplauso generalizado da comunidade internacional para o processo eleitoral de 2014, a Guiné-Bissau entrou novamente numa crise política sem solução à vista depois de o Presidente da República, José Mário Vaz, ter demitido o primeiro-ministro eleito, Domingos Simões Pereira em agosto de 2015.
 

ONU QUER FIM DE "INTRANSIGÊNCIA EM POSIÇÕES" DE POLÍTICOS NA GUINÉ-BISSAU

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

                             Reunião no Conselho de Segurança da ONU nesta terça-feira. Foto: ONU/Rick Bajornas


Relatório convida as partes ao diálogo genuíno para buscar posição comum para resolver urgentemente a crise; documento ao Conselho de Segurança indica que falta de progresso prejudica esforços para o avanço do país.

O Conselho de Segurança acompanhou esta terça-feira o relatório do secretário-geral das Nações Unidas sobre a Guiné-Bissau que destaca "profunda preocupação com a prolongada crise política" no país.

O documento apresentado pelo enviado especial do chefe da ONU, Modibo Touré, sublinha o impacto negativo da situação na estabilidade e no desenvolvimento socioeconómico do país.

Divisões

A recomendação do enviado aos atores políticos da Guiné-Bissau é que "se afastem da sua intransigência nas posições que serve para perpetuar as divisões".

O apelo é que estes coloquem os interesses do povo acima de todos os outros. A nota lança um convite a um diálogo genuíno e que se encontre uma posição comum para resolver urgentemente a crise política.

A Guiné-Bissau foi representada no evento pelo conselheiro político do primeiro-ministro. Soares Sambú disse que independentemente da atitude de bloqueio persistente da Comissão Permanente da Assembleia Nacional, órgão onde o Paigc tem a maioria, "há ainda espaço para o diálogo".

Sambú declarou que tais conversações seriam com partes com "diferentes interpretações do Acordo de Conacri para que programa do governo seja aprovado.

Progresso

Touré alertou que a falta de progresso para identificar e implementar uma solução sustentável prejudica os esforços do país para "enfrentar desafios emergentes e de longa data" para a paz, a segurança, o desenvolvimento e os direitos humanos.

A situação é também considerada um obstáculo para o avanço de uma agenda viável de consolidação da paz no país lusófono.

A ONU realça que o Governo da Guiné-Bissau beneficiou do "apoio inabalável e da boa vontade dos seus parceirssoos regionais e internacionais".

Conosaba com Eleutério Guevane, da ONU News em Nova Iorque

SIMÕES PEREIRA ACUSA PRESIDENTE GUINEENSE DE PRETENDER PRENDÊ-LO

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Presidente do PAIGC diz que regressará em breve ao país

O antigo primeiro-ministro guineense e presidente do PAIGC Domingos Simões Pereira disse não temer regressar ao país apesar das denúncias do seu partido de que o Ministério Público quer prendê-lo.

No dia em que o Conselho de Segurança das Nações Unidas analisa o relatório do representante do secretário-geral em Bissau, Domingos Simões Pereira aponta o dedo ao Presidente da República e diz que a pretensão de o prender integra-se numa estratégia de José Mário Vaz.

Em declarações à VOA, Simões Pereira acusa José Mário Vaz de ter uma estratégia para afastar todos que pensem de forma diferente e respeitam a lei.

A título de exemplo, o antigo primeiro-ministro apontou que “quando o primeiro Procurador-Geral da República não correspondeu às suas orientações ele o substituiu, quando o presidente do Tribunal de Contas pediu a certificação de contas, incluindo os anos em que ele era ministro das Finanças, ele o substituiu, quando a directora-geral da Polícia Judiciária deixou de prender aquelas pessoas que ele indicava substituiu-a, o director-geral dos Serviços de Informação do Estado foi substituído, o comissário-geral da Polícia foi substituído, bem como o chefe de Estado-Maior das Forças Armadas”, tendo Simões Pereira questionado se a comunidade internacional irá apenas agir quando José Mário Vaz decidir pela sua prisão.

O presidente do PAIGC acusa também o Presidente da República de querer prendê-lo, e não o Ministério Público ou o Governo, mas garante que regressará em breve ao país.

Domingos Simões Pereira garante não ter medo de ser preso “porque está a defender a legalidade e o que a grande maioria do povo da Guiné-Bissau pensa e diz”.

Domingos Simões Pereira deixou Nova Iorque na segunda-feira, 13, e pretende assistir ao congresso do PAICV, em Cabo Verde, que começa no dia 17.

Conosaba com a Voa

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Guiné-Bissau em debate nas Nações Unidas.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Secretário-geral diz estar "profundamente preocupado". Especialistas ouvidos pela DW África afirmam que a situação exige consenso entre parceiros internacionais. Solução pode passar “ao lado” da Constituição.
O Conselho de Segurança da ONU debate esta terça-feira (14.02) o relatório elaborado pelo Gabinete Integrado para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS) que pretende ajudar ao restabelecimento da estabilidade política no país.
No documento, do qual foram já revelados, na semana passada, alguns conteúdos, António Guterres, secretário-geral da ONU, assume-se "profundamente preocupado com a prolongada crise política” no país e recomenda que o mandato da missão das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS) seja prolongado por mais um ano, ou seja, até 28 de fevereiro de 2018. A missão deverá focar-se agora nas eleições legislativas e presidenciais, marcadas para 2018 e 2019, respetivamente.

Apelo a José Mário Vaz
Neste relatório, o Gabinete Integrado das Nações Unidas para a UNIOGBIS apela ao Presidente guineense, José Mário Vaz, e aos signatários do Acordo de Conacri, que honrem o compromisso firmado em outubro do ano passado. Detalhando que os objetivos da missão para os próximos três anos passam por "implementar reformas-chave para o êxito das eleições e para um período pós-eleitoral estabilizado”, o documento deixa ainda um alerta: se até ao final da atual legislatura e mandato presidencial "não houver progressos significativos", o Conselho de Segurança "deve reconsiderar as opções para o futuro papel da UNIOGBIS”.
Situacão exige consenso entre parceiros internacionais
Com o objetivo de estabelecer contactos com os parceiros internacionais, vários políticos guineenses deslocaram-se a Nova Iorque, incluindo o primeiro-ministro, Umaro Sissoco Embaló, o presidente do Parlamento, Cipriano Cassamá, e o líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira.
Ovídio Pequeno, representante da União Africana na Guiné-Bissau, considera que o momento é delicado e exige uma posição comum entre os principais parceiros internacionais do país. "É preciso que os parceiros internacionais ajam em consonância, que tenham posições comuns”, afirma.
Guinea-Bissau Jose Mario Vaz (Getty Images/AFP/S. Kambou) Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz

Para este responsável, a tensão política que se vive em Bissau é preocupante. "Necessitamos que haja diálogo e que as partes possam sentar-se, discutir e encontrar caminhos que possam levar o país para a frente. Precisamos de paz e estabilidade social”, afirma o representante da União Africana, acrescentando que "a linguagem está muito extremada".
Por seu lado, Rui Nené Djata, vice-presidente do Supremo Tribunal de Justiça, admite que a solução pode passar por acções não previstas na Constituição. Segundo este, para o país sair desta crise e alcançar a "almejada estabilidade politica”,  "é preciso um Pacto Nacional Político e Social que pode até derrogar a Constituição”.
Declaracões "incendiárias” de José Mário Vaz
A crise política no país teve inicio em agosto de 2015 quando o Presidente da República, José Mário Vaz, demitiu o primeiro-ministro eleito – líder do PAIGC -, Domingos Simões Pereira. A partir daí, o país mergulhou numa crise política que continua sem fim à vista – mesmo depois de Umaro Sissoco Embaló ter sido nomeado primeiro-ministro, no final do ano passado.
Na semana passada, a participação de José Mário Vaz na cerimónia de encerramento de um simpósio internacional para a Paz, Desenvolvimento e Estabilidade na Guiné-Bissau acabou por intensificar a troca de críticas. O presidente guineense afirmou que, tirando o "bloqueio deliberado" do Parlamento, a Guiné-Bissau vive numa situação de calma e tranquilidade total.

Cipriano Cassamá (Braima Darame) Cipriano Cassamá, presidente do Parlamento da Guiné-Bissau.

#dw.de

Assessor de Trump renuncia após mentir sobre Rússia

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Michael Flynn, ex-conselheiro de segurança nacional, negou às autoridades em Washington ter conversado com embaixador russo sobre sanções. Conversas, porém, haviam sido interceptadas pelo FBI.
USA Donald Trump und Michael Flynn in Palm Beach (Reuters/C. Barria) Donald Trump e Miachel Flynn (ao fundo): assessor mentiu ao vice Mike Pence
Michael Flynn, assessor de Segurança Nacional do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, renunciou ao cargo na noite desta segunda-feira (13/02) em meio a controvérsias sobre telefonemas com autoridades russas, cujo conteúdo ele teria omitido das autoridades em Washington.
Nos telefonemas, interceptados pelo FBI (a polícia federal americana) antes da posse do novo governo em janeiro, Flynn mencionou as sanções impostas pelo ex-presidente Barack Obama contra Moscou em reação a uma suposta interferência russa nas eleições americanas.
"Infelizmente, pelo andamento rápido dos acontecimentos, informei inadvertidamente o vice-presidente [Mike Pence] e outros com informações incompletas sobre meus telefonemas com o embaixador russo", afirmou Flynn em sua carta de renúncia.
O ex-assessor mentiu para o vice-presidente e outras autoridades americanas ao afirmar que não havia conversado com o embaixador russo, Sergey Kislyak, sobre as sanções. A atitude de Flynn fez com que Pence negasse à imprensa que tais contatos tivessem ocorrido.
Uma reportagem publicada pelo jornal Washington Post na semana passada afirmava que Flynn discutiu com Kislyak a remoção das sanções contra o Kremlin no dia 29 de dezembro, no mesmo dia em que Obama as lançou.
Transcrições das conversas interceptadas mostravam que o ex-assessor tinha, de fato, conversado sobre as sanções. Flynn sustenta que esse tipo de conversa é "prática comum, em qualquer transição dessa magnitude" e que visavam "facilitar uma transição suave e começar a construir uma relação necessária entre o presidente, seus assessores e líderes estrangeiros".
A então procuradora-geral dos EUA Sally Yates afirmou que Flynn poderia ter se colocado em posição vulnerável e, possivelmente, se tornar alvo de chantagens em razão dos telefonemas. Mais tarde, Yates seria demitida do cargo por sua oposição à proibição da entrada pessoas vindas de países majoritariamente muçulmanos nos EUA.
Antes mesmo da posse do novo governo, Flynn já havia se envolvido em controvérsias ao utilizar as redes sociais para propagar noticias falsas sobre a candidata democrata e adversária de Trump na corrida pela Casa Branca, Hillary Clinton, divulgadas por portais de internet de extrema direita.
Após aceitar a renúncia de Flynn, o presidente americano nomeou o tenente-general reformado Joseph Keith Kellogg, um militar de carreira com diversas condecorações, como assessor de segurança nacional interino.

#RC/efe/ap/afp/dpa/rtr

Quem usa a Imprensa e a Justiça contra Trump & Fillon?

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

13.02.2017 | Fonte de informações:

Pravda.ru

 
Quem usa a Imprensa e a Justiça contra Trump & Fillon?. 26006.jpeg

Quem usa a Imprensa e a Justiça contra Trump & Fillon?

Como não ficar impressionado com a semelhança entre as campanhas visando abater Donald Trump e François Fillon? Como não notar que estes dois homens, de personalidade e ideologia muito diferentes, ameaçam os mesmos interesses?
Thierry Meyssan
Simultaneamente, enormes campanhas de imprensa são desenvolvidas, no mundo Ocidental, tanto contra o Presidente norte-americano Donald Trump e, em menor escala, contra um candidato à eleição presidencial francesa, François Fillon. O primeiro é acusado de ser um supremacista branco irresponsável; o segundo é acusado de ter cometido aquilo que é descrito como um pecado moral não sancionado pela lei.
Jamais, apenas há um ano atrás, se poderia ter imaginado tais campanhas contra um antigo Primeiro-ministro francês e mais ainda contra o Presidente em exercício dos Estados Unidos da América.
Estas campanhas espelham os dez argumentos tradicionais da propaganda guerra, tal como observado, em 1928, por Lord Arthur Ponsonby (Falsehood in Wartime) ("Mentiras em Tempo de Guerra"- ndT) e depois aperfeiçoado pela Prof. Anne Morelli (Princípios elementares da
Propaganda de guerra) : 

  Nós lamentamos este afrontamento com um presidente em exercício (USA) e durante uma campanha presidencial (França).
 Os Srs. Trump & Fillon são os únicos responsáveis pelo que acontece.
 Os Srs. Trump & Fillon são personalidades perigosas.
 Nós defendemos uma causa nobre, a dos princípios da nossa Constituição (USA) e a da igualdade (França), enquanto os Srs. Trump & Fillon só se preocupam com a sua fortuna pessoal.
 Os Srs. Trump & Fillon comportam-se muito mal. O primeiro ataca os muçulmanos, o segundo é um ladrão. Certo, nós também cometemos erros, mas nunca na mesma escala.
 Os Srs. Trump & Fillon utilizam métodos não ortodoxos.
 Os Srs. Trump & Fillon estão em perda. O primeiro acaba de ser desautorizado pelos tribunais federais, o segundo pelas sondagens.
 Os artistas e intelectuais partilham a nossa indignação.
 A nossa causa é uma causa sagrada.
 Aqueles que põem em dúvida os nossos média não são nem verdadeiros «Americanos», nem verdadeiros Franceses.
Em ambos os casos, esta campanha é acompanhada por acções legais condenadas ao fracasso. A primeira visa invalidar um decreto relativo à imigração muito embora este seja perfeitamente legal e constitucional, a segunda para justificar as investigações políciais enquanto o alvo não é suspeito de qualquer violação da lei. Estas acções avançam contra toda a lógica.
Quem está em posição para activar ao mesmo tempo a Média e a Justiça?
Tendo em conta o carácter internacional destas campanhas, é claro que os seus comanditários não reagem a questões nacionais e não são, eles próprios, Norte-americanos ou Franceses comuns.
Em anos anteriores, essas campanhas aconteceram por instigação da OTAN. As mais recentes visavam a República Árabe Síria. No entanto nada permite acusar desta vez a OTAN de agir contra a Casa Branca, nem de estar a perturbar a eleição presidencial francesa.
Além da hipótese da OTAN como possível mandante, pode-se imaginar uma coligação (coalizão-br) de interesses financeiros trans-nacionais capaz de influir sobre alguns magnatas da imprensa ; o efeito de rebanho provocando o resto para arrastar os outros média (mídia-br).
Que interesses se sentem ameaçados por estes dois homens ao ponto de organizar tais campanhas ?
O único ponto comum entre os Srs. Trump e Fillon é o de querer acabar com o imperialismo substituindo-o, em todo o lado onde for possível, pela cooperação em vez da confrontação. Muito embora outros responsáveis políticos no mundo defendam este objectivo, os Srs. Trump e Fillon são os únicos a ir até ao fundo desta lógica. Segundo eles, não será possível restaurar a paz e a prosperidade sem, para tal, acabar primeiro com a instrumentalização do terrorismo islâmico, sem libertar o mundo muçulmano das garras dos jiadistas, e sem ir até ao ataque da matriz do terrorismo: os Irmãos Muçulmanos

«CUMA NÓ DUÁNHIS TACA MUSS TOK É KATA PUDI YANDA DIRITU!» BOTCHE CANDÉ ACUSA ALFANDEGAS E GUARDA NACIONAL DE DESVIO DE SETE MILHÕES DE FRANCOS CFA POR MÊS NA FRONTEIRA .

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


O ciclone da crise politica já sopra forte penetrando nos pulmões dos oficiais do Estado que garantam a manutenção da ordem pública e o controle eficaz do erário público.


O Estado guineense perde sete bilhões de francos CFA por mês, num universo de mil camiões carregados de produtos que entram pelas fronteiriças do país.

O desvio é feito por alguns agentes dos serviços aduaneiros e de Guarda Nacional (GN), junto a linha de fronteira com Senegal e Guiné-Conakry.

A denúncia o ministro do Interior, Botche Candé, no último fim-de-semana, após ter visitado o posto fronteiriço de Pirada, região de Gabú.

“Se aceitamos colocar o dinheiro de Estado no cofre de Estado, vamos acabar com a pobreza”, assegurou o governante.

O titular da pasta do Interior garante que o Governo passa a disponibilizar cinquenta milhões de francos Cfa aos centros hospitalares e outras instituições públicas por forma a minimizar as dificuldades e prestarem melhores serviço ao povo.

No posto de controlo de Alfandegas na povoação de Buruntuma, Leste do país, Botche Candé ordenou o fim de serviço do comandante da Brigada da Acção Fiscal, Fodé Camará, alegadamente por ter cometido algumas irregularidades graves.

Recordamos que, equipa de Notabanca já teria denunciado a prática desde de o dia 02 outubro de 2016. Na qual mais de dez camiões carregados de mercadorias provenientes de Djaubé, Senegal, foram descarregados nas povoações de Sintcham Botche e Candjufa sector de Pirada, Leste do país, fugindo de pagar imposto ao Estado. Transformando o processo num autêntico rolo de mafia de uma rede já enraizada envolvida sucessivamente em fuga ao fisco naquela dista cerca de vinte quilómetros à fronteira do Senegal, com único propósito enriquecer de forma ilicita, prejudicando o erário público.

Ainda, a bem pouco tempo, um agente de Serviço de Informação de Estado (SIE) foi envolvido e capturado no roubo de gado bovino nessa localidade.

Coisas nossas!

Conosaba/Notabanca

"COMUNIDADE INTERNACIONAL DEVE ASSUMIR SUAS RESPONSABILIDADES EM RELAÇÃO À GUINÉ-BISSAU!, DIZ DOMINGOS DIMÕES PEREIRA

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Presidente do PAIGC acusa PR pela crise e espera que Comité de Sanções da ONU seja activado

O presidente do PAIGC, o partido mais votado nas eleições na Guiné-Bissau, acusou, uma vez mais o Presidente da República de ser o responsável pela crise actual no país, ao optar por não cumprir nem as leis do país, nem o Acordo de Conacri.

Domingos Simões Pereira diz aguardar que a comunidade internacional, nomeadamente o Conselho de Segurança das Nações Unidas que debate a amanhã a situação do país, e a CEDEAO assumam as suas responsabilidades.

Em entrevista à VOA, afirma esperar que o Comité de Sanções deve ser activado.

Domigos Simões Pereira, que se encontra em Nova Iorque na sua ofensiva diplomática, diz ter chegado o momento de a comunidade internacional, nomeadamente o Conselho de Segurança das Nações Unidas que, em princípio, deve renovar a missão na Guiné-Bissau por um ano.

O antigo primeiro-ministro aponta o dedo ao Presidente da República, a quem acusa de não respeitar a lei nem o Acordo de Conacri e, por isso, acredita ser “o momento também de se activar o Comité de Sanções contra aqueles políticos, e em primeiro plano o Presidente da República, que têm posto e causa o exercício da democracia”.

Simões Pereira espera que na terça-feira, “as Nações Unidos sejam firmes, sejam muito claras na posição de exigir o respeito pela ordem constitucional”.

Semelhança com a Gâmbia

O líder do PAIGC vê alguma semelhança ao que passou na Gâmbia, onde a CEDEAO teve de intervir para repor a legalidade constitucional, o que, para ele, está a acontecer na Guiné-Bissau.

Frente ao que diz ser a recusa de José Mário Vaz de respeitar o Acordo de Conacri, no âmbito do qual foi escolhido Augusto Olivais como primeiro-ministro, segundo Simões Pereira, cabe também à CEDEAO intervir.

“O não reconhecimento dos resultados eleitorais poria em causa o Estado de Direito e é o que está a acontecer na Guiné-Bissau, em que há um órgão de soberania, o Presidente da República, que não entende, nem respeita o facto de outros órgãos de soberania terem autonomia de funcionamento e de decisão política”, explica Simões Pereira para quem “se o Presidente não respeita a Constituição e evoca o Acordo de Conacri, é um convite à responsabilização da comunidade internacional”.

PR quer envolver o exército

Ao atribuir toda a responsabilidade da crise actual ao Presidente da República, Domingos Simões Pereira acusa-o também de incentivar a intervenção as Forças Armadas que, no entanto, têm resistido.

O presidente do PAIGC é peremptório ao dizer que José Mário Vaz “tem feito tudo para envolver o exército nessa crise política, mas as Forças Armadas não querem se imiscuir porque todo o passado que tem pendido sobre elas tem funcionado como eventual dissuasor nessa eventual pretensão”.

Domingos Simões Pereira desloca-se a Cabo Verde para participar no congresso do PAICV, que começa na sexta-feira, 17.

Conosaba/Voa

GUERRA EM ANGOLA: INDEPENDENTISTAS DE CABINDA REIVINDICAM MORTE DE 18 MILITARES ANGOLANOS

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


Para conhecimento do  Conselho de paz da união Africana, que vai reunir-se brevemente sobre a crise politica  vigente na Guiné-Bissau: Independentistas de Cabinda reivindicam morte de 18 militares angolanos.

Para o conselho de paz da União Africana, a situação politica na Guiné-Bissau é mais grave que as Guerras em curso em Angola e  Moçambique,  por isso merece maior atenção e reunião de urgência a porta fechada. Que estranho! Quando a esmola é demais, o santo/cego desconfia, a pressão exercida pela angola no conselho de paz da União Africana para a realização da reunião, não é para ajudar a Guiné-Bissau a sair da crise politica em que se encontra mergulhada, mas sim salvar as negociatas da máfia lusófona que estavam em curso na nossa terra mas travadas por bons filhos da nação, essa gentalha está desesperada, faz contas a vida, não esperava  que as negociatas com DSP, fossem por água abaixo.

O Comando das Forças Armadas de Cabinda (FAC), dos independentistas da FLEC, reivindicou hoje ataques a quatro localidades daquele enclave e a morte de 18 militares das Forças Armadas Angolanas (FAA).

Em "comunicado de guerra" assinado pelo 'tenente-general' Alfonso Nzau, a FAC refere que os três primeiros ataques aconteceram a 03 e 06 de fevereiro e envolveram assaltos "contra vários povoados detidos pelas FAA", informação que a Lusa não conseguiu confirmar junto das autoridades angolanas.

A Frente de Libertação do Estado de Cabinda -- Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) refere que na localidade de Ntungo registaram-se seis mortos entre elementos das Forças Armadas Angolanas (FAA) e na de Tchivovo três vítimas mortais e quatro feridos.


Na área do Dinge e Massabi, na povoação de Tchibueta, os independentistas afirmam que se registou a morte de cinco elementos das FAA mortos e um das FAC.



Num ataque já no dia 10 de fevereiro, na localidade de Mbuco Nkangu, na Montanha de Mbata Nkazu, "as FAA sofreram quatro mortos e seis feridos, e nós recuperámos armas pesadas", reclamam os guerrilheiros.



Neste comunicado, as FAC exigem que as empresas exploradoras de ouro a operar na região de Buco-Zau, na área de Mongo Mbucuco, "suspendam Imediatamente as suas atividades ilegais".




"A sua presença no nosso território é contrária à proibição de toda a exploração na floresta do Maiombe. Cabinda está em guerra, pelo que nós não podemos garantir a segurança daqueles que exploram as nossas riquezas", lê-se no mesmo comunicado.


A FLEC, através do seu braço armado, recorda que a 01 de fevereiro de 1885 foi assinado o Tratado de Simulambuco, que tornou aquele enclave num "protetorado português", o que está na base da luta pela independência do território.

No final de janeiro, os independentistas da FLEC-FAC anunciaram a morte de dois militares das FAA, num ataque daquelas forças, tendo divulgado imagens de alegados cartões de identificação das vítimas.

Durante o ano de 2016, vários ataques do género provocaram, nas contas da FLEC-FAC, desmentidas pelo Governo angolano, mais de meia centena de mortes entre as operacionais das FAA, em Cabinda.

O ministro do Interior de Angola afirmou em outubro que a situação em Cabinda é estável, negando as informações das FAC, que só entre agosto e setembro tinham reivindicado a morte de mais de 50 militares angolanos em ataques naquele enclave.

"Em Cabinda, o clima de segurança é estável, é uma província normal, apesar de algumas especulações e notícias infundadas sobre pseudo-ações militares que se têm realizado", disse o ministro Ângelo da Veiga Tavares.

O chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas também desmentiu em agosto, em Luanda, a ocorrência dos sucessivos ataques reivindicados pela FLEC-FAC, com dezenas de mortos entre os soldados angolanos na província de Cabinda.

Geraldo Sachipengo Nunda disse então que a situação em Cabinda é de completa tranquilidade, negando qualquer ação da FLEC-FAC, afirmando que aqueles guerrilheiros "estão a sonhar".

PVJ // VM

NIGÉRIA: APÓS SUPOSTA GRAVIDEZ DE DOIS ANOS, MULHER DIZ TER DADO À LUZ UMA CABRA

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Que estranho!

Uma mulher nigeriana afirma ter dado à luz uma cabra após ter, supostamente, passado por uma gravidez de dois anos de duração.

A história chocante foi divulgada pela mídia local e acabou aparecendo no noticiário internacional. A mulher, que não foi nomeada em nenhuma das reportagens feitas sobre o assunto, teria buscado ajuda em um centro comunitário depois de manter sintomas de gravidez por um período muito extenso.

Assim, por causa de uma longa gravidez, o suposto trabalho de parto foi induzido em uma clínica médica de tratamento gratuito que havia sido montada por um pastor local. A população se aglomerou para assistir ao nascimento quando, ao invés de uma criança, a mulher teria expelido um pequeno animal semelhante a uma cabra.

Imagens capturadas mostram o animal rodeado por uma poça de sangue e, logo ao lado, algo como uma placenta, ambos no jogados no chão de concreto. O caso aconteceu na cidade de Port Harcourt, ao sudeste da Nigéria, e foi divulgado primeiro nas redes sociais e depois pela mídia local.


Por enquanto, não surgiu nenhuma possível explicação para o longo período gestacional da mulher ou para a presença do filhote de cabra e da estrutura parecida com uma placenta no chão logo após o parto.

Gestação animal

Não é a primeira vez que uma mulher alega ter gestado um animal. Em 2014, uma parteira afirmou ter realizado o parto de uma indonésia que teria dado à luz um lagarto. O animal, que normalmente nasce a partir de ovos, supostamente teria nascido depois de oito meses de gravidez.

Por mais que, cientificamente, o caso seja completamente absurdo, na época não foi encontrada nenhuma explicação lógica para o ocorrido. Por causa de sua gestação bizarra, a mulher e sua família foram vítimas de acusações de bruxaria na vila de Oenunto.

Vizinhos confirmaram que ela apresentava diversos sintomas de gravidez e, de acordo com a parteira, realmente entrou em trabalho de parto. Entretanto, pela falta de um bebê, médicos acreditam que a parteira se equivocou e a gravidez provavelmente foi apenas psicológica.

Último Segundo, em https://noticias.mmo.co.mz

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

José Mário Vaz: “NÃO PERDOAREI QUALQUER OPERADOR ECONÓMICO QUE FAZ OPERAÇÃO DE DROGA NO PAÍS” .

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


O Presidente da República, José Mário Vaz, advertiu esta sexta-feira, 10 de fevereiro 217, que não perdoará qualquer operador económico na área turística que faz operação do tráfico de droga na Guiné-Bissau. Chefe de Estado guineense falava durante um encontro mantido com o titular da pasta do Turismo e Artesanato e os operadores do setor turístico no país.
José Mário Vaz aconselhou os operadores económicos que se abstenham dessas práticas ilícitas, caso contrário correm riscos de verem encerradas suas atividades, além de um processo na justiça.
“Ninguém quer droga na Guiné-Bissau. Queremos utilizar as nossas potências turísticas que temos para fazer avançar o país, droga não! Por isso, marcamos este encontro para unir as pessoas e defender o turismo guineense. Podem contar com a Presidência da República”, advertiu.
Vaz anunciou que se deslocará com o ministro do Turismo e Artesanato para Lisboa, com objetivo de mobilizar os investidores no sector do turismo, nomeadamente, agências de transportadoras aéreas, no sentido de, nessa “primeira fase”, consentirem uma redução do preço de bilhetes de passagens.
Para o titular da pasta do Turismo e Artesanato, Fernando Vaz, a Guiné-Bissau é um país, cujo desenvolvimento económico é baseado no potencial dos recursos naturais. Acrescentou ainda que o turismo é considerado como terceiro pilar do desenvolvimento sócioeconómico, depois da agricultura e pesca e, razão pela qual, o executivo está a dar uma atenção especial para este sector.
“Pretendemos promover uma nova imagem do país no mercado internacional de modo a suscitar interesses dos investidores em explorar o potencial do nosso património natural e cultural, visando contribuir para crescimento económico do país, e não descurando da sua sustentabilidade a nível ambiental da biodiversidade, promovendo consequente combate à redução da pobreza”, espelhou o governante.
 Conosaba vom odemocratagb

Total de visualizações de página