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Costa do Marfim: Indivíduo detido em Bouaké após roubar 10 milhões de francos CFA de uma empresa.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

terça-feira, 21 de março de 2017

SEXO ORAL NO TELEMÓVEL? SIM, JÁ PODEMOS.

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App permite enviar estímulos sexuais ao parceiro. Há 12 orgasmos disponíveis.

A empresa norte-americana CamSoda está a lançar uma loja virtual erótica chamada O-Cast.  Através desta aplicação, em vez de músicas, filmes e séries, pode comprar e enviar movimentos sexuais que se assemelham às sensações dadas pelo sexo oral.

A ideia é que os utilizadores possam usar a app para gravar padrões lambendo a tela do smartphone. Os dados são posteriormente enviados para o O-Cast e, de lá, podem ser descarregados num vibrador por bluetooth. Assim os casais que estão longe um do outro podem manter-se sexualmente ativos mesmo à distância.

Além da língua, o remetente pode também utilizar o dedo para criar estímulos. Contudo, de acordo com o porta-voz da empresa, Darren Press, "as lambidelas são mais sedutoras".

Na loja virtual há 12 amostras de orgasmos disponíveis para download. Entre os mais descarregados estão o 'Ficando Louco', o 'Banho Sensual' e a 'Nuvens de Marshmallows', mas outros podem ser adicionados à medida que os utilizadores começarem a fazer upload das suas performances.

O vibrador da O-Cast custa 100 dólares, cerca de 93 euros, e o download de cada um dos estímulos custa 1 dólares, 0.93 centimos.

Esta não é a primeira vez que a CamSoda faz apostas num modelo de loja virtual. Há alguns meses lançou um produto semelhante com o O-Cast, mas que simulava sexo oral para homens. O remetente utilizava um pénis artificial e os estímulos eram enviados para a internet e posteriormente carregados numa espécie de luva que seria usada pelo homem para receber as sensações.

As vendas desta aplicação não foram muito altas devido ao valor demasiado elevado. Só a luva custava 250 dólares, cerca de 234 euros.

Fonte: cm

Rússia: Desarmamento e massacre da população civil.

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 Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
Desarmamento e massacre da população civil. 26223.jpeg

O mundo do crime declarou guerra ao mundo do trabalho. Nós produzimos e eles tomam nosso ganho - o dinheiro do bolso, o automóvel, a carga do caminhão, o gado no pasto. Guerra na cidade e no campo.  Guerra sem dia ou hora de armistício. Não se trava contra o Estado de Direito, que bandido não é doido. Em muitos casos, formam um estado dito paralelo, mas não andam por aí atirando contra quartéis, porque sabem que lá dentro há bala e, de lá, vem bala. Não, eles querem o trabalhador da parada de ônibus, descendo do carro, entrando em casa, saindo do banco. E, não raro, tomam-lhe a vida.

 Por : Percival Puggina

 É uma guerra desigual, assimétrica. Enquanto o mundo do crime tem armas, o pessoal do trabalho árduo não dispõe de meios de defesa. Na tese oficial, esse seria encargo prioritário do Estado, mas ele, há muito tempo, jogou no tablado a toalha e a própria vergonha diante de sua impotência. O mesmo Estado, que tornou impeditiva a posse e o porte de armas pelos cidadãos, apresenta-se à sociedade como uma impotente, "mãos amarradas" pelas próprias leis, decisões judiciais, carência de recursos humanos e materiais.  Vendo e ouvindo o Estado, dá vontade de parafrasear João Bosco e cantarolar: "Tá lá o Estado estendido no chão... Em vez de reza uma praga de alguém". Estatisticamente está comprovado: esse Estado não consegue defender o mundo do trabalho.
          Em tais condições, quando um lado está armado e o outro indefeso, toda guerra vira massacre. É como ataque de força armada hostil contra população civil desarmada. Deu para perceber a semelhança com as ações do Estado Islâmico? Temos a mesma coisa aqui, de modo fragmentado, mas tão ou mais letal, com 60 mil homicídios anuais e um número várias vezes milionário de "expropriações" ou butins levados a cabo, todo ano, pelas forças vitoriosas do mundo do crime.
           Se você reclamar, se cobrar o direito ao uso e porte de armas,  imediatamente se insurgirão as falanges opiniáticas da esquerda, acusando-o de ser um sanguinário irresponsável, militante pró bancada da bala, uma espécie de Comando Vermelho com sinal trocado. O massacre das vítimas, a impossibilidade prática de promoverem a própria defesa, deveria ser objeto de escândalo como escandalizam as ações do ISIS. Mas aqui é o Brasil e estamos habituados aos necrológios da sociedade nas páginas policiais.
       Como escrevi outro dia, ao direito natural da pessoa humana à própria vida corresponde o direito de defendê-la. A proibição do Estado retira-lhe a efetividade, mas por ser ele natural, ele está ali, inerente à condição humana. É direito recusado, mas persiste sendo da pessoa. Se a legislação me permitisse ter e portar armas, eu até poderia, livremente, renunciar a isso.  Mas não digo o mesmo do dever de proteger a vida dos meus familiares! Eu, ao menos, não sinto que possa dele abrir mão. É um dever moral, que considero inerente à condição de homem de família, com mulher e filhos sob seu zelo.
             Por isso, em nome disso, mais e mais persistente deve ser o clamor nacional por um novo estatuto sobre a matéria. Danem-se as carpideiras de bandidos, os adversários de toda repressão sobre as práticas criminosas e as atitudes suspeitas, os sócios do clube da maconha e "otras cositas mas"; danem-se  os eternos fiscais da polícia, os censores das opiniões alheias, os esquerdinhas militantes de todas as causas erradas. Quem assina este artigo é pacífico mas não é pacifista, não está a soldo de nenhuma indústria de arma, não é homicida em potencial e está indignado, sim, com o que fizeram do Brasil.
N.A. - No próximo domingo, dia 19/03, às 15 horas, no Parcão, em Porto Alegre, ato pelo Direito de Defesa.

#pravda.ru

«TURISMO» ESTABELECIDAS PARCERIAS COM COMPANHIAS AÉREAS PORTUGUESES PARA DIVULGAÇÃO DO DESTINO TURÍSTICO DO PAÍS.

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Bissau,20 Mar 17(ANG) – O ministro do Turismo revelou hoje em entrevista a ANG que a margem da sua participação na Bolsa de Turismo de Lisboa, rubricou acordos com as Transportadoras Aéreas Portuguesas (TAP) e Euro Atlantic para a divulgação do destino turístico da Guiné-Bissau.

Fernando Vaz fazia o balanço da sua participação na Bolsa de Turismo de Lisboa que decorreu de 15 à 19 do corrente na capital portuguesa, e considerou de positivo a presença do país no evento.

“Foi uma presença com dignidade. Temos um Stand a altura do evento e daquilo que os outros países demonstraram ao longo do evento”, informou.

O governante frisou que o acordo rubricado com as duas companhias aéreas portuguesas visa instituir uma parceria para trazer alguns jornalistas portugueses especialistas na área do turismo ao pais para a divulgação do destino turístico da Guiné-Bissau e em particular as ilhas de Bijagós.

“Portanto penso que vai ser um evento mais forte a acontecer proximamente”, prometeu.
Fernando Vaz disse ainda que assinou igualmente a margem da Bolsa de Turismo de Lisboa vários acordos com várias empresas de guineenses que operam no estrangeiro nos domínios áudio visual e turístico.

Perguntado sobre que condições irão criar para, de facto, atrair os turistas a visitarem o país, Fernando Vaz respondeu que a Guiné-Bissau recebe anualmente cerca de 40 mil turistas, acrescentando que isso é muito pouco tendo em conta o potencial que o sector representa .

“O turismo é um sector transversal na economia dos países e pode contribuir significativamente no aumento do Produto Interno Bruto do país. Por isso nós envidamos esforços no sentido de tornarmos o sector mais atraente”, explicou.

O governante sublinhou que o grande problema é que as pessoas não conhecem esse lado na Guiné-Bissau, salientando que, por isso, apostaram em mostrar exteriormente as potencialidades do país e trazer os turistas que vão trazer divisas para engrossar a economia nacional.

Abordado sobre como será essa aposta e com que meios financeiros, o titular da pasta do Turismo respondeu que estão a fazer os seus trabalhos com os parcos meios de que dispõe.

“É preciso infra-estruturar o sector. Existe carências de infraestruturas turísticas e aos poucos vamos ao essencial porque não se pode fazer tudo num dia”, disse.

Vaz declarou que dispõe de um Plano Estratégico de três anos, acrescentando que na primeira fase vão, no mínimo, criar as condições para passar a receber turistas de todo o mundo.

Confrontado com a situação do arquipélago dos bijagós ser uma zona privilegiada no sector turístico mas que se encontra isolado devido a falta de meios de transporte condigno que assegura a ligação com Bissau, o governante disse que estão a espera da chegada, no próximo mês, de um barco de uma empresa espanhola denominada de Consul Mar.

“A referida embarcação será denominada de Bijagós e terá a capacidade para transportar 400 pessoas e assegurará uma carreira regular para as ilhas de pelo menos duas vezes por semana”, anunciou.

O ministro do Turismo sublinhou no entanto que o governo recomendou um outro barco de carga para incentivar a construção das unidades hoteleiras e na evacuação de mercadorias do continente para as ilhas.

“Iremos ter ainda uma vedeta rápida que irá servir de ligação inter ílhas e servirá igualmente de meio de evacuação de doentes”, disse a concluir Fernando Vaz.

Conosaba/ANG/ÂC/SG

Moçambique: O silêncio das autoridades sobre as câmaras de vídeo.

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Há criticas ao Estado por não informar sobre os objetivos das câmaras montadas em Maputo e Matola. Embora se suponha que sejam em nome da segurança pública, alguns acusam-no de pôr em causa o direito à privacidade.
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Foto ilustrativa
Desde meados de 2016 que se assiste nos municípios de Maputo e Matola a montagem de câmaras de vídeo em espaços públicos. O Estado nunca informou oficialmente ao cidadão, através de decreto, qual a finalidade do equipamento. Mesmo a Polícia e os municípios em causa nessa altura diziam desconhecer os objetivos e a entidade responsável pelas câmaras.
Até mesmo há deputados que desconhecem os objetivos, como é o caso de Isiquiel Gusse, da RENAMO, o maior partido da oposição. Ele  diz que "é estranha essa colocação, [seria bom que se] clarificasse o que é, tratando-se até do facto de ser equipamento novo. É diferente da colocação de um semáforo, que nós sabemos qual é a sua importância no processo de regulação do trânsito na via pública."
O deputado continua a aguardar por uma informação: "No caso do equipamento a que se refere, espero que alguma entidade apareça na boa fé e diga o que é, porque no fim do dia o cidadão que é o destinatário último das ações de quem governa tem de saber o que esse Governo está a fazer para si."
Mas pelo menos é conhecida a empresa que faz a sua montagem, trata-se da chinesa ZTE, pois os seus funcionários são vistos em plena atividade.
O Estado não pode ser o primeiro a violar as leis para combater a violação das leis
Por outro lado, importa recordar que os índices de criminalidade no país têm aumentado, com destaque para essas duas cidades. Raptos, assassinatos e assaltos são o pão de cada dia. Por isso interpreta-se esta ação como um reforço da segurança.
Spanien Mobile World Congress in Barcelona - Stand von ZTE
Logotipo da marca chinesa ZTE
O jurista Eliseu Sousa reconhece o facto, bem como a necessidade de combater o crime com alguns meios eficazes e até contundentes, "mas que essa contundência não fira, eventualmente, qualquer direito constitucional, porque também o próprio Estado não pode ser o primeiro a violar as leis para combater a violação das leis. É preciso que possa haver esta comunicabilidade entre os interesses públicos e privados", ressalva.
E o jurista chama a atenção para a possibilidade de um conflito de leis: "Já me manifestei no sentido de questionar os direitos dos cidadãos e o direito do Estado de monitorar as pessoas, mesmo que seja na vida pública. Aqui entram em colisão os direitos da privacidade das pessoas, mesmo que seja na via pública, e outra que é o direito a segurança."
Empresa do filho de Guebuza é a responsável?
Eliseu Sousa sublinha que é igualmente importante dar informação técnica sobre o equipamento instalado em espaços públicos. E a não acontecer isso estar-se-ia perante mais um tipo de violação: "No âmbito de todos os direitos, e um deles é de ter direito a informação por parte do Estado, entendo que seria premente que o Estado se explicasse. Mas penso que até hoje não houve uma explicação plausível."
Segundo noticiou o jornal moçambicano Canal de Moçambique em meados de 2016, a responsável pelo projecto é a Msumbiji Investiment Limited, empresa de Mussumuluku Guebuza, filho do ex-presidente de Moçambique, Armando Guebuza. E esta terá contratada a empresa chinesa ZTE para fazer a montagem. Mas a que instituição a empresa do filho de Guebuza presta serviços é o que ainda não tem resposta.
#dw.de

BRASIL: LULA DA SILVA PREPARA CANDIDATURA PARA 2018.

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                                    Dilma Rousseff fala em "segundo golpe"

O antigo Presidente brasileiro Lula da Silva voltou a discursar como pré-candidato à Presidência da República em 2018.

Em visita ao município de Monteiro (PB), no domingo, 19, o petista disse que os seus opositores devem rezar para que ele não seja candidato novamente.

E ressaltou que querem evitar sua volta ao poder.

"Nem sei se estarei vivo para ser candidato em 2018, mas sei que o que eles querem é tentar evitar que eu seja candidato. E está longe para decidir candidatura. Só quando tiver convenção do partido", disse Lula.

Ao lado da também ex-Presidente Dilma Rousseff, governadores, senadores e deputados que o apoiam, Lula voltou a dizer que é vítima de perseguição política e judicial.

"Vocês estão vendo o que querem fazer com a esquerda, o que fizeram com a Dilma Rousseff e o que estão tentado fazer comigo também. Só queria avisar, dar o recado para eles. De que, se eles quiserem brigar, vão brigar na rua para que o povo possa na verdade ser o senhor da razão nessa disputa", afirmou.

O ex-presidente brasileiro é réu em cinco processos e corre o risco de ficar inelegível em 2018 caso seja condenado em segunda instância pela justiça.

Ele também foi citado nas delações da Odebrecht, mas o conteúdo ainda não foi divulgado.

"Digo todo santo dia: eu estou à espera de um empresário me denunciar. Que eles digam se tem um real na minha conta. Eu duvido que algum deles seja melhor ou igual a mim. Duvido! Aprendi a andar de cabeça erguida, de pescoço esticado, não por arrogância. Quero dizer para eles se querem me prejudicar criem vergonha", reforçou o antigo Presidente.

Dilma Roussef também ressaltou que um "segundo golpe" está a ser articulado para impedir a candidatura de Lula.

"Estou aqui para dizer, assim como vieram aqui e contaram mentiras da transposição, eles contarão mentiras para que não tenhamos eleições livres, abertas, amplas. Impedirão? Não! O povo desse país não suporta um segundo golpe. Esse segundo golpe é impedir que os candidatos populares sejam colocados à disposição do povo. O Lula é um desses. Vamos nos encontrar com a democracia. É o único jeito da gente lavar a alma do povo", concluiu Dilma.

Conosaba/Voa

PARTIDO GUINEENSE PEDE DESCULPA À CEDEAO POE DECLARAÇÕES DO PM DO PAÍS ??.

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Nada de desinformação, ninguém insultou a CEDEAO, apenas foram visados os inimigos do nosso país, Alhpa Condé e Marcel de Souza. Esses senhores mentiram por isso foram tratados de mentirosos.  Portanto, pedir desculpas aos inimigos da Guiné-Bissau, Alpha Condé e Marcel de Souza, é um insulto à nação. 
 
O líder do Partido Socialista de Salvação Guineense?, também designado Partido Jovem(satélite da equipa mafiosa de DSP), Serifo Baldé(Boca de aluguer de DSP), pediu hoje desculpa à comunidade da Africa Ocidental (CEDEAO) pelas palavras do primeiro-ministro do país, Umaro Sissoco Embaló contra um dirigente da organização.
 
Recentemente Umaro Embaló chamou "mentiroso" ao presidente da comissão da Comunidade Económica de Estados da Africa Ocidental (CEDEAO), Marcel de Souza, ao reagir às declarações deste segundo as quais a organização estaria empenhada em pressionar o Presidente guineense, José Mário Vaz, para que acabe com a crise política na Guiné-Bissau.

O líder do Partido Jovem, igualmente coordenador do Movimento Nova Esperança, entende que o primeiro-ministro guineense "excedeu-se nas suas palavras" pelo que, disse, "alguém tinha que pedir desculpa à CEDEAO".
 
"Nós fazemos parte da CEDEAO, o nosso primeiro-ministro não tem o direito de insultar ninguém dessa comunidade", notou Serifo Baldé, em declarações aos jornalistas a saída de uma audiência com o representante da organização em Bissau, Blaise Diplo.
 
Serifo Baldé(Boca de aluguer de DSP), cujo partido não tem representação parlamentar, criticou igualmente o discurso do ministro do Interior, Botche Candé, em Gabu, no âmbito dos contactos do chefe do Estado guineense com a população do interior, quando este afirmou que vai ordenar à juventude que abra à força a sede do Parlamento.
 
O hemiciclo guineense tem estado bloqueado há mais de ano e meio devido ao banditismo do PAGCWOO(laboratório de intabilidade).
 
O líder do Partido Jovem avisou o ministro do Interior de que no dia em que colocar a juventude na rua para forçar a abertura do Parlamento ele também irá pôr no local um outro grupo de jovens para impedir tal ato.
 
Serifo Baldé(Boca de aluguer de DSP) instou o Presidente guineense a "demitir o atual governo e devolver o poder ao PAIGC", na qualidade de vencedor das últimas eleições legislativas, para que este partido forme um novo executivo.
 
Baldé afirma que só desta forma a Guiné-Bissau poderá voltar a ter estabilidade governativa.

MB // EL


segunda-feira, 20 de março de 2017

«AINDA O RETRATO DA MINHA VIAGEM AO MEU PAÍS PARTE III» OPINIÃO: ANÁLISES, REFLEXÕES E CRÍTICAS OS DETENTORES DOS CARGOS POLÍTICOS E DA INSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU – JUSTINO SANCHES CORREIA – BOLAMENSE.

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O cidadão José Mário Vaz (vulgo, Zeca-JOMAVAZ), após alguns anos a esta parte, apoiado pelo seu partido [PAIGC] a eleições presidenciais/2014, fora eleito por sufrágio universal e direto, ascendeu o cargo máximo do magistrado da nação guineense, com pompas e circunstancias, tornando-se o SEXTO presidentes da República da Guiné-Bissau.

A nação guineense depositara e acalentara a esperança, de que: chegara o momento de viragem da página de: com o [homem] a sua formação, poderia ajudar, em uníssono para o desenvolvimento do país e bem-estar do Povo; onde todo se poderia coabitar sem divisionismo. A sociedade guineense está profundamente, dividida, desencantada com [ele…] e com os atores políticos do nosso rossio…

Mas, este POVO é digno, poderão vir a ser chamados de novo a rua, para exercerem os seus direitos de votos; são únicos instrumentos que dispõem para escolherem os seus legítimos representantes da nação guineense, como tenha sido feito, no início das eleições/92, e assim, sucessivamente. Mais, foi sol de pouca dura, somando sucessivos fracassos, interrompidos de más interpretações políticas do conceito da democracia e da liberdade.

Os eleitos lutam freneticamente, o único ganha-pão que dispõem, na [ANP] sem alternativa para a vida-, sem este exercício, tornavam-se vida (deles) difíceis e, as suas próprias sobrevivências que estariam em causa, são por estas razões, vão se digladiando para obterem uns lugarzinhos no governo ou como deputados. Não sabem fazer nada; corrupção e nepotismo. (celebres frases no discurso do presidente da república 12agosto2015, para justificar demissão do ex-primeiro ministro, Domingos Simões Pereira).

Intrigas, más formações, sem éticas, enfermam e ensombrarem a nossa sociedade.

O Presidente Zeca-JOMAVAZ, fora uma grande deceção, dia após dias; mês após meses; ano após anos de tudo o que tenham acontecidos nestes últimos três anos no nosso País, foram um desastre, arrogante, oportunista, incompetente e tosca visão, da realidade premente do País e dos guineenses.

Em 10 de março último, o PR Zeca-JOMAVAZ, anunciara a sua visita: presidência aberta no leste do país, esquecera de que: o foco principal do seu início, deveria ter lugar em Bissau, na sua “rua”. Esgoto a céu aberto e quanto mais nas algumas artérias da nossa cidade: enormes crateras, buracos, nomeadamente: bissau velho; orla marítima de pindjiguiti; área da alfândega; amura; santa luzia; cupilon de cima; cupilon de baixo; impantcha; mercado de bandim; bairro de ajuda; bairro internacional; bairro militar e proliferam barracas nas vias públicas e vendedores ambulantes, etc…. (Deveria ser este, o roteiro da presidência aberta na nossa cidade) e, sem subestimar a sua ação a 200 km.

Fizera um discurso no [missurum]; o sitio a bem pouco tempo, festejara o seu sexagésimo aniversário, prometeu construi-lo com que?!... O discurso em crioulo como é habitual sem nexo, dizia como presidente da república, poderia mandar MATAR!... Com que propósitos!... Tem prorrogativas? Está consignada na Constituição da República da Guiné-Bissau?!... Ficará para [ele] esclarecesse o POVO.

Este ato do presidente Zeca-JOMAVAZ, deveria ser condenado veementemente, por todos os partidos políticos da inoperância do cargo, irresponsável, o homem sem carácter, contudo, sem noções da sua responsabilidades que penderia sobre os seus ombros. [Deceção!]

 [PR…], deve efetuar com o seu ilegítimo 1º ministro “in loco”, visitas nos hospitais de Bissau, sem mínimas condições, inexistências, praticamente de tudo. Entra um paciente a pedir ajuda, passando trinta minutos, veem a declarar (óbito cadáver).

O corpo do malogrado entregue à família e, sem quaisquer procedimentos protocolares, para saberem a causa e origem de tais acontecimentos. Aconteceu com um familiar, ninguém são responsabilizados por más práticas médicas nas suas intervenções.

Ora, maior parte dos indivíduos doentes na Guiné-Bissau, com condições e pouco mais afortunados com almofadas financeiras, preferem, efetuar viagem a Gâmbia, Zinguinchor, Senegal e Portugal, para serem tratados dignamente. No seu país não tem o sistema de saúde para ajudar os outros com maiores dificuldades, poderem morrer sem responsabilização do ato médico.

Contudo, continuo a lutar pela posse de um lugar no governo versus deputados.

Sucessivos, ilegítimo 1º. ministro não se poderá esperar que de tudo vem do céu e o contato com amigos da sub-região para daí extrair o benefício (dinheiro). Sem trabalho sério e honesto, arrumarem a casa, com estabilidade governativa, poderão resgatar o país no marasmo onde se encontra, encalhado.

O Presidente da Assembleia Nacional Popular [ANP] neste momento é uma figura central, intransigente na manutenção da ordem Constitucional. - Órgão Supremo da Soberania Guineense- Não   pode ser alienável a qualquer preço e posto em causa a sua relevância política. Bem hajam!....

Apelo aos jovens guineenses que abdiquem de compra de consciência e procurarem o caminho da verdade de PAZ e de desenvolvimento do nosso país. Não entrarem em confrontos em quaisquer preços-, em quaisquer circunstâncias-. Não poderem, tolerarem os arruaceiros para alteração à ordem constitucional. Continuarem as manifestações, são direitos inalienáveis na nossa constituição, mais com regras à instituição e pela diferença.

Em face disso, percorrendo todas as regiões da Guiné-Bissau, são autênticos escombros, com este Presidente da República (Zeca-JOMAVAZ) o nosso país está entregue a bicharada. Parado!
Transporte público inexistente, existem “dito” táxis mais, transportam [cinco e seis] pessoas enlatadas, nem se conseguirem respirar com cheiro nauseabundo, percorrendo, diferentes artérias em diferentes destinos, vão entrando conforme a vagatura. 

Os estrados dos táxis corroído bastante obsoleto, do século passado, quando entra, tem que ter cuidado, se poisarem mal os pés, sem recomendação do condutor, uns dos pés vai passar para via pública. O estado não funciona [falta de regulamentação].

Estes veículos, se fossem noutros países, a muito, deixariam de circular na via pública caótica e o trânsito.

Transporte privado [toca-toca] tem um percurso limitado, não entra na cidade, percorrem diversas zonas e destino. Tem características diferentes, apanham quantidades de passageiros, não têm paragens. 

Vão se apanhando conforme necessidades dos utentes, se fossem noutros países, a muito que não estariam a circular, ficam abarrotadas das pessoas, cheiro fétido, nem sequer, têm lugares suficientes para se sentarem. [falta de regulamentação], inexistência do estado.

Polícia de trânsito fazem o seu papel, quando quiserem pequeno almoço (mata-bicho), mandam parar o veículo [toca-toca], pedem os documentos aos condutores, começarem a dar volta ao carro, o motorista se perceba da situação, retenham DEZ MINUTOS o veiculo, com utente, quando receberam 1500,00 cfas (mil e quinhentos cfas), deixam partir o carro, correspondendo 2,30 € (dois euros e trinta), [corrupção]. Falta de ética profissional, inexistência do estado.

Os deputados eleitos nas suas respetivas regiões, nem aparecem para auscultarem os eleitores quais são as suas reais necessidades.

O país contínuo, adiado, pobre, mineiros a ser explorados! Aquém ganham?... com isso?... Exploração haliêutica?!... agricultura parada!... Mau funcionamento do estado, ninguém controla ninguém. É pena!....

Com desplante do presidente da república a anunciar que a Guiné-Bissau, somente, a “agricultura e o mar” o país não precisa de ajuda, autentico perversão deste fantoche.

Estamos cientes à Guiné-Bissau, precisa de todas as ajudas, bem- -vinda ao nosso país, não somos ricos e pobre e mal-agradecido. 

A minha vivência de dois meses e 14 dias, no meu país, vi, como é possível, que o estado passa ao lado, não controla rigorosamente nada.  

Esta é minha análise, reflexão e críticas os detentores dos cargos da soberania da Instituição da República da Guiné-Bissau, da minha viagem ao meu País; que me viu a nascer, após quarenta anos a viver na Europa.  Ausente fisicamente, mas a minha contribuição é relevante.  Encontrei situação bem pior, caótica, permanente guerrilha em diversos contendores políticos   sem diálogo entre órgãos de soberania. Obrigado aos meus pais, por ter nascido em Bolama – Guiné-Bissau-, com esta força que me anima.

Por. JUSTINO SANCHES CORREIA

Angolanas marcham pela despenalização do aborto.

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Com frases de efeito como "pega nesta lei e atira no contentor de lixo", mulheres exigiram a despenalização do aborto em Angola e protestaram contra a lei que poderá criminalizar totalmente a prática no país.
Angola Proteste in Luanda (DW/P. Borralho Ndomba)
"Chega de Mulheres Mortas por Abortos Clandestinos” é o lema da marcha que ocorreu na capital angolana
Centenas de mulheres angolanas marcharam este sábado (18.03), em Luanda, a favor da despenalização do aborto. Durante a caminhada, que teve início no cemitério de Santa Ana e que culminou no Largo das Heroínas, as senhoras, acompanhadas de vários homens, disseram não à lei que está em discussão no Parlamento de Angola, e que poderá ser aprovada no dia 23 de março com várias contestações.
A ativista feminista Âurea Mouzinho, que é uma das organizadoras da marcha, disse à DW África que os legisladores devem discutir o assunto com justiça social. "Espero que os legisladores ouçam este grito, este apelo, para que haja mais auscultação e para mais justiça no processo legislativo".
Âurea Mouzinho defende a despenalização total do aborto: "Nós entendemos que uma despenalização em absoluto é necessária para garantir os direitos das mulheres – os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres", afirmou a ativista.
Atualmente o Código Penal de Angola autoriza o aborto em casos específicos, como o perigo de vida da mãe, inviabilidade do feto e violação que resulte em gravidez.
Discussão do aborto
Esta semana o tema foi discutido em diferentes plataformas. Canais de rádio, TV e também as redes sociais foram os meios usados para o debate da penalização do aborto.
Angola Proteste in Luanda
Âurea Mouzinho defende a despenalização do aborto afirmando que a interrupçãoda gestação é um direito feminino
Na quinta-feira passada (16.03), o grupo de Mulheres Parlamentares reuniu-se com senhoras de vários extratos sociais. No encontro, as progenitoras pediram maior aprofundamento das discussões à volta do aborto, uma vez que a prática poderá ser totalmente criminalizada por meio da proposta de lei do novo Código Penal, que segue para votação final na próxima semana.
Na abertura da reunião, a primeira vice-presidente da Assembleia Nacional, Joana Lina, reiterou que o "processo ainda não está terminado", e que o Parlamento "não abandonou totalmente a discussão". Joana Lina referiu que "durante as discussões, as pessoas estavam mais ou menos distanciadas, no que se refere às exceções", sobre como as tipificar, "para não tornar o aborto liberal".
Polémica pode ser adiada
No entanto, sentido-se pressionado pela polémica em torno da nova lei do aborto, o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) sugeriu o adiamento da aprovação do Código Penal, prevista para o dia 23 deste mês na Assembleia Nacional.
Angola Proteste in Luanda
A posição foi assumida pelo presidente do grupo parlamentar do MPLA, Virgílio de Fontes Pereira. "O Código Penal tem estado a preocupar a sociedade luandense e os nossos internautas, principalmente [as questões] relacionadas com o aborto. Por essa razão, o grupo parlamentar do MPLA é de opinião que o mesmo deve ser retirado da agenda da plenária do dia 23 de março e, em tempo oportuno, voltar à Assembleia Nacional”, disse Fontes Pereira, citado pela Angop, no final de um encontro de parlamentares do MPLA.
Segundo a agência de notícias Lusa, Virgílio de Fontes Pereira pediu mais diálogo com a sociedade civil a fim de não precipitar a aprovação da nova legislação. 
Igreja condena o aborto
A Igreja Católica lamentou nesta semana a "banalização" com que está a ser abordada a questão do aborto e Angola.O porta-voz da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST), Manuel Imbamba, em declarações à agência Lusa, afirmou que a vida é um "bem inalienável".
"Nós, como Igreja, lamentamos que o assunto 'vida' seja banalizado desta maneira, porque a vida é um valor absoluto, um valor inalienável, um valor que não passa sobre as mesas de negociações", referiu o também arcebispo da diocese de Saurimo.
Por sua vez a ativista do Ondjango Feminino, Âurea Mouzinho, disse que o Estado não pode ser influenciado por opiniões religiosas.
"A Igreja pode aconselhar as mulheres religiosas para não abortarem, porque é pecado sendo a religião cristã, mas não é a forma como a sociedade é feita", disse a jovem, destacando que, na sua opinião, o aborto é um direito fundamental das mulheres.
"Várias pessoas na nossa sociedade não são cristãs. Acima de tudo é um assunto de direito. O aborto nos casos médicos, é um direito fundamental consagrado na Constituição da República de Angola por causa da assinatura do protocolo de Maputo. Não podemos retirar os direitos fundamentais por causa de convicções religiosas, não podemos tocar neles. Cabe ao legislador e ao Estado protegerem a vida das mulheres".
A marcha contou com o auxílio da Polícia Angolana.
#dw.de
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«MINISTROS ATÉ DAR COM PAU!» GANA: PRESIDENTE FORMA GOVERNO COM 110 MINISTROS

O presidente de Ghana, Nana Akufo-Addo

Accra - O presidente de Ghana, Nana Akufo-Addo, justificou sexta-feira a sua decisão de formar um gabinete com 110 ministros, afirmando que trata-se de um “investimento necessário para endireitar o país”.

Na quarta-feira, Akufo-Addo realizou uma série de nomeações, que elevou o número de membros do gabinete ao recorde de 110, sendo 40 ministros, 50 ministros delegados e 20 ministros regionais.

“Tenho consciência de que a população está preocupada por este grande gabinete porque o considera custoso, mas entre os ministros delegados, 42 de 50 são legisladores, e o custo desta mudança será mínimo para as finanças públicas”, declarou o presidente do Ghana, um país com pelo menos 25,9 milhões de habitantes.

O chefe de Estado afirmou ainda que os integrantes deste governo chegam para trabalhar, e não para sair de férias.

Eleito em Dezembro de 2016, Akufo-Addo, ganhou o escrutínio sob a promessa de endireitar a economia do país e combater a corrupção. “É um investimento necessário”.

OPINIÃO: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O ACTUAL VAZIO POLÍTICO NA GUINÉ-BISSAU.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Por: Fernando Casimiro(nosso Didinho), via facebook

1 - A Presidência Aberta

Na minha perspectiva, uma presidência aberta, mais do que um meio de promoção da figura do Presidente da República, deve ser um meio de facilitação da comunicação directa entre o Povo e o Presidente da República.

Uma presidência aberta deve servir mais, para o Presidente da República ouvir o Povo, tomar nota das suas opiniões, reivindicações e sugestões, tendo em conta as suas constatações, dificuldades e preocupações.

Uma presidência aberta, na minha perspectiva, não deve servir para manipular consciências, instrumentalizar o nosso Povo, em função das intervenções previamente elaboradas pelo Presidente da República.

Os problemas do país, concretamente a crise política guineense, deve ser abordado pelo Presidente da República numa perspectiva e abrangência nacionais, ou seja, sempre que necessário, através de uma Comunicação ao País e não numa presidência aberta.

Não faço ideia quanto custou a organização e realização da recente presidência aberta na zona leste do país, contudo, pelo que se deu a observar, não foram poucos os milhões de Francos CFA gastos no evento, que certamente seriam melhor aplicados em acções concretas de interesse das populações.

Não é preciso gastar rios de dinheiro dos cofres do tesouro público para se falar da corrupção, para repetir justificações sobre demissões de governos. Isso faz-se numa comunicação ao país, com partilha nas rádios, nos jornais e na Televisão.

Uma presidência aberta visa ouvir, auscultar, o Povo, as Comunidades locais, que devem ser os principais protagonistas.

O que vimos e ouvimos, foi um Presidente da República figura central de uma presidência aberta que deveria ter nas populações do leste do pais, a razão de ser da sua organização e realização.

2 - A (ir)responsabilidade do PRS enquanto partido que "sustenta" o actual governo

Não posso aceitar que o PRS permita que o ainda Primeiro-ministro, nomeado pelo Presidente da República, sem soluções para apresentar o seu programa de governo e o Orçamento Geral do Estado em tempo legal, o que o torna duplamente ilegal, também por via da argumentação da sua nomeação com base no acordo de Conacri, entre em discursos de âmbito político usando e abusando de uma certa impreparação política, tal a ausência de ética política nas suas recentes intervenções quer sobre abordagens internas, quer sobre abordagens com referências a instituições e personalidades externas.

Um Primeiro-ministro que não sendo parte da estrutura política do partido que apoia o governo, não deve entrar em disputas políticas, tentando atingir outros partidos políticos.

Deve sim, ficar à margem das disputas políticas e tentar encontrar uma solução de harmonia entre os diversos partidos políticos, sobretudo, com assento parlamentar, para conseguir um consenso, um pacto político capaz de desbloquear o Parlamento e viabilizar a governação, quiçá, o país.

Temos visto e ouvido nas últimas semanas, com espanto e preocupação, um Primeiro-ministro desenquadrado com o exercício do cargo, convencido de ter poderes e competências, constitucionais e legais, que na verdade não tem.

Se de facto, o ainda governo, é apoiado pelo PRS, onde está a responsabilidade política e governativa do PRS, que nunca se preocupou com o processo político e governativo do ainda governo, permitindo que o Primeiro-ministro ponha em causa a própria sustentação da governação pelo PRS?

3 - Depois da primeira sessão recente do Conselho de Estado, mais uma sessão, dada a conhecer através de um Comunicado, do Presidente da República e assinado pelo próprio Presidente da República da Guiné-Bissau.

O que é feito do Sr. Fernando Mendonça, Conselheiro e Porta-voz do Presidente da República, que nunca mais assinou ou apresentou um comunicado da Presidência da República, sendo que os últimos comunicados, ao que tudo indica, são feitos e rubricados pelo próprio Presidente da República?

Foi exonerado, demitido o Sr. Fernando Mendonça?

Se foi ou não, na sua ausência, não há quem o possa substituir?

Tem que ser o Presidente da República a elaborar os comunicados da Presidência da República?

Sobre a segunda sessão do Conselho de Estado, constatamos até que ponto existem fortes contradições nos diversos posicionamentos de políticos guineenses face à crise política, com base nas competências dos órgãos de soberania.

Se a Assembleia Nacional Popular, o nosso Parlamento, está bloqueado há tantos meses, sem que se consiga agendar e realizar uma sessão plenária e sendo o Parlamento um órgão colegial, que precisa de decisões por maioria dos seus membros, como é que o Presidente da Assembleia Nacional Popular, enquanto membro do Conselho de Estado decide apresentar uma proposta para a resolução da crise política, em nome do órgão de soberania colegial que é o Parlamento, sem conhecimento e consentimento de todos os Deputados da Nação?

Se o Parlamento tem estado bloqueado; se os Deputados não se têm reunido em conformidade com a agenda e o calendário prévio e legal das sessões parlamentares, como pode o Presidente da Assembleia Nacional Popular levar ao Conselho de Estado uma proposta que não foi apresentada, discutida, votada e validada pelos Deputados da Nação?

Como pode também o próprio Presidente da República, o suposto garante da Constituição da República, aceitar receber uma proposta que não foi elaborada com base numa visão colegial, de legitimidade constitucional?

Na minha perspectiva, o agendamento e realização da segunda sessão do Conselho de Estado é mais um dos muitos erros do Presidente da República, que continua com a sua agenda de promoção e afirmação de um presidencialismo de Estado contrário à definição constitucional do nosso sistema político.

Já que o Presidente da República continua a fazer afirmações públicas de que o actual governo, mesmo tendo entrado em ilegalidade com a não apresentação, discussão e aprovação do seu programa de governo, vai continuar em funções até final da legislatura, sem dissolução do Parlamento e consequentemente queda do governo, sugeria que em nome da legalidade democrática e no respeito pela Constituição da República da Guiné-Bissau, algum cidadão residente na Guiné-Bissau avançasse com um pedido de fiscalização da constitucionalidade junto do Supremo Tribunal de Justiça da Guiné-Bissau, sobre a legalidade e legitimidade do ainda governo.

Positiva e construtivamente.
Didinho 

sexta-feira, 17 de março de 2017

RÚSSIA: A inveja que fingimos não ter.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
A inveja que fingimos não ter. 26194.jpeg

A inveja é o sentimento que move a humanidade para frente. Sem ela estaríamos ainda na idade da pedra.  O mais mal visto dos atributos do ser humano, tanto que figura como um dos sete pecados capitais, a inveja é quem dá a adrenalina que todos nós precisamos para enfrentar a concorrência dos outros, em casa, na escola, no trabalho, no amor, sempre, todos os dias.

Ninguém se orgulha dela. Pelo contrário, todos apontam o seu potencial de auto-destruição, esquecidos de que ela é como certas substâncias ,  que, em pequenas doses funcionam como remédio, mas que em doses maiores são venenos mortais.
Para dar um caráter mais técnico à afirmação acima, fui pesquisar no Google, como todo mundo faz quando quer se exibir, e descobri qual é a substância mais letal do mundo e que mesmo assim virou remédio para a vaidade de homens e mulheres.
Abrir parênteses:

“Ela é tão perigosa que só pode ser fabricada em instalações militares com custo elevadíssimo.

Apesar de ser tão tóxica, esta substância está em altíssima demanda. Muitas pessoas pagam grandes fortunas para injetá-la em suas testas.
Trata-se da toxina botulínica – popularmente conhecida como Botox – que é produzida pela bactéria que foi descoberta em uma fábrica de salsichas no século 18. O nome "botulus" vem da palavra em latim para "salsicha".
Fechar parênteses.
 
No momento em que a inveja se instala na mente de uma pessoas, ela  cresce de forma incontrolável e nos acompanha desde que acordamos até a hora de dormir.
Como a nossa civilização se construiu através da repressão desse sentimento natural,  exibimos sua imagem de uma forma pasteurizada, quase sempre disfarçada sob outros nomes,  espírito crítico, na maioria das vezes.
Não admitimos, nem mesmo para nós mesmos, que o sucesso dos outros nos faz mal e que nos sentimos mais merecedores do que eles dos seus prêmios e honrarias.
O sentimento de inveja está potencialmente, em todos nós. Em alguns, ele fica adormecido a vida inteira e nesses casos, as pessoas são consideradas quase santas. Noutros, ele explode com uma violência arrasadora e pode destruir, não apenas contra quem ele se volta, como também contra o seu autor.
Como sempre acontece, é nas artes e não nas descrições científicas, que podemos ver como este sentimento funciona.

Talvez a mais rica e criativa descrição desse sentimento tão perverso, seja do filme Amadeus, que Milos Forman fez em 1984, a partir de um roteiro de Peter Schaff, colocando em dois extremos a genialidade instintiva de Wolfgang Amadeus Mozart e a mediocridade musical de Antonio Salieri.

A inveja extrema e teatralizada de Salieri pelo sucesso de Mozart vai levá-lo a uma guerra com o Deus, que ele jurou servir e no final à loucura e Mozart, à morte.
Veja o filme (no youtube você vai encontrá-lo) e não se envergonhe pela sua inveja, pequena ou quase tão grande como a de Salieri.

#pravda.ru

ANGOLA: JÔJÔ É OU NÃO ALDRABÃO?

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Já chegámos à conclusão acerca do lema a adoptar durante a campanha de entronização do sucessor de José Eduardo dos Santos, nomeado por José Eduardo dos Santos, para ocupar o trono da nação: João é Aldrabão! – Ou será que não?

Por Domingos Kambunji
Apesar das diversas teorias de distracção sobre a visão do herdeiro que irá ocupar o alto cargo da nação, só nos resta uma convicção: O João é aldrabão! – Ou será que não?
O João já ameaçou acabar com os vícios do passado. Será que está envergonhado por ter feito parte desse passado? O João é apenas mais um viciado.
O João já prometeu fazer um cerco à corrupção. Ele tem que ter muito cuidado porque poderá ficar cercado, juntamente com o seu dono, o que lhe ofereceu o trono.
O João já prometeu baixar consideravelmente o preço das obras. Não sabemos como irá fazer porque toda a gente sabe que os dirigentes do MPLA sempre se baixaram para poderem obrar a governar. Por isso é no estrangeiro o re(i)gime angolano é designado, não por democracia, por escatologia.
O João promete garantir a qualidade das infra-estruturas construídas. Por favor, não, João, estão demasiadamente corrompidas, comprometidas com tanta corrupção: Poder Executivo com comportamento furtivo, Poder Judicial é boçal, Poder Legislativo é primitiv0, as instituições são umas aberrações…
O João defende a constituição de parcerias público-privadas. Ainda mais, João, para tornar mais famílias angolanas pobres, desgraçadas? O teu patrão, o presidente da corrupção, já tem as suas crias muito endinheiradas, graças à privatização do dinheiro da nação.
O João promete continuar a obra de Zédu e de Agostinho Neto. Fomentar mais miséria e iniciar mais guerras civis, por favor, não faças isso João. Esse tipo de intervenção não melhora a qualidade de vida da população e essa prioridade partidária só favorece o lucro de quem for proprietário de uma agência funerária. Queres outro 27 de Maio, como fez o Agostinho Neto? Queres ter um filho ou filha como presidente da Sonangol? Queres que os teus filhos enriqueçam a vender ovos?
O João promete que o “Joãocutivo” vai alterar as políticas do “zéducutivo”, que promove acções de alcoolismo na juventude e venda de bebidas alcoólicas em locais próximos de escolas. Cuidado, João, essa poderá ser a pior decisão que há, porque diminuirá o número de militantes do MPLA. Só quem tiver uma grande bebedeira poderá apoiar o MPLA.
O João declara guerra aos traficantes de droga. Que tenha muita paciência mas continuar a apoiar o MPLA, depois de este partido praticar tanta corrupção, nepotismo e incompetência é toxicodependência. O MPLA não tem dirigentes, tem traficantes…
O João promete a estruturação familiar. Como, João? Incentivando e defendendo a prostituição na governação?
O João promete a construção de mais estradas e pontes. Para onde João? Para levares o dinheiro para um paraíso fiscal ou para o lavares para Portugal?
O João promete a construção de mais habitações sociais. Pra quem, João, para os generais?
O João promete construir mais hospitais. Hospitais psiquiátricos para tratarem as doenças mentais dos membros da governação que vivem muito apoquentados com as alucinações de tentativas de golpe de estado?
Será que com tanta falácia o João irá prometer mudar o nome de Angola e o nosso país passará a chamar-se Canadá, Austrália ou Suécia?
O João é aldrabão?!… Tens razão!

ANGOLA: EM FRENTE, ROUBAR! (ANEDOTAS DO JOÃO).

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Têm muita piada as tiradas que, involuntariamente, o herdeiro do Presidente vai enviando para o ar, quase diariamente. Ele é o sucessor na divulgação da demagogia zéduardana na cleptocracia angolana. O grande problema é que esses discursos já cheiram a ranço e já há quem lhe chame o João Lourranço.

Por Domingos Kambunji
Alguém será capaz de duvidar que Robert Mugabe ou Teodoro Obiang não serão conduzidos “democraticamente” no cargo de presidente? Alguém será capaz de acreditar que Putin não continuará a desempenhar o cargo de czar? Alguém será capaz de imaginar que Zédu escolheria, para ocupar o cargo de presidente, um herdeiro um pouquinho mais inteligente, honesto e competente? É por isso que João Lourranço será o próximo Presidente do Gamanço!
Num país democrático, moderno e desenvolvido o herdeiro do Presidente, João Lourranço, o General, seria investigado pelo seu enriquecimento tão anormal.
Em Angola não é assim porque, na realidade, é crime defender a honestidade e os seus defensores são acusados de pertencerem a organizações de malfeitores.
Angola é um caso muito especial. Parece irracional mas até Kangamba é general. Daí poderemos imaginar que capacidades especiais terão os restantes generais.
São várias as anedotas espalhadas pelo João Lourranço durante a campanha pré-eleitoral, duma eleição de que já se sabe o resultado final.
A primeira anedota foi de que irá fazer um cerco à corrupção quando iniciar a função de Presidente. Toda a gente riu, riu muito, demoradamente. Percebeu-se rapidamente que vai cercar a corrupção, num gesto de concentração do abifamento das receitas provenientes da venda dos recursos naturais pelos principais generais. Sendo assim, não haverá muitas mais promoções a generais porque os que existem são suficientes, muito competentes a exercerem a função de delinquentes.
A segunda anedota do João Lourranço foi aquela em que ele dizia que iria baixar o preço das obras públicas. Foi uma risada geral ao ouvirmos esta afirmação do General. Houve quem acreditasse que iriam para a reforma todos os generais kapercentagem no gamanço de dinheiro destinado às obras públicas.
Esta anedota é uma cantiga de embalar para tentar adormecer o boi. (Todos nós sabemos que os bovinos não dormem porque, depois a ingestão de alimentos, passam o tempo a ruminar.)
O João é Ministro da Guerra no governo cá da nossa terra. Se fosse realmente competente a exercer essa função já teria guerreado para tentar acabar com a corrupção. Se tal tivesse acontecido o João não teria enriquecido.
Nós sabemos que as verbas desviadas das obras públicas são uma receita muito evidente para o enriquecimento da oligarquia cleptocrática reinante. Também sabemos que, nos acordos de cooperação de interesse bilateral com a China, os chineses emprestam o dinheiro, vendem as matérias primas e obrigam Angola a aceitar a mão-de-obra chinesa. Grande rebaldaria nesta angolana Reipublicana Monarquia. Os interesses bilaterais são respeitados para favorecerem a China e os angolanos generais, a agiotagem, os generais kapercentagem.
O João não pode admitir publicamente que existe gamanço do dinheiro destinado às obras públicas e corrupção por parte dos governantes porque ele faz parte da governação. O João não pode afirmar que o seu patrão é ladrão porque, senão, o rei presidente ainda descamba, muda de ideias e designa para seu sucessor, herdeiro do trono, o Kangamba.
Cheira muito mal esse perfume com cheiro a ranço, dos discursos do João Lourranço.

Crise da dívida em África: quais as soluções?

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Crescente endividamento dos países africanos é uma realidade. Moçambique já entrou em incumprimento financeiro ('default'). Que medidas podem tomar as instituições financeiras para encontrar soluções?
Aufgespießte Kassenzettel (picture-alliance/ASA)
No continente africano o problema da crescente dívida externa é real. Cada vez mais real. Faz mesmo lembrar os anos 70 e 80 do século passado, quando os credores dos países endividados em África e na América Latina se viram obrigados a perdoar parte da dívida, por recomendação do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial. Não havia outra solução: em muitos países do denominado "terceiro mundo", a dívida tornara-se insuportável e, por conseguinte, insustentável.
Segundo os critérios do FMI e do Banco Mundial há 40 países africanos com indicadores preocupantes em termos de dívida externa, sendo que a situação em Moçambique é a mais difícil de todas elas. O país entrou em incumprimento financeiro ('default') em janeiro.
Momento era esperado
Para Jürgen Kaiser, coordenador político da organização não-governamental alemã "Erlassjahr.de”, que propõe o perdão parcial da dívida como solução mais racional, pelo menos para alguns dos países endividados, a situação atual era esperada.
Jürgen Kaiser (Gökcen Bürlükkara)
O especialista Jürgen Kaiser diz que a atual situação de endividamento já era esperada
"Não é surpreendente o que está a acontecer, visto que as constelações económicas atuais são muito parecidas com as que se verificavam nos últimos anos da década de 70 e nos primeiros da década de 80. Na altura falava-se de uma crise da dívida no terceiro mundo”, lembra o especialista.
Kaiser desenvolve a sua posição: "Essas constelações são, nomeadamente, as seguintes: juros extremamente baixos nos países ricos e industrializados, o que torna bastante atrativas as aplicações em países africanos, que pagam juros de entre 7 e 15 por cento. Enquanto o ministro das finanças alemão, [Wolfgang] Schäuble, não paga nada. Como se não bastasse os preços das matérias-primas estão a cair. Todos esses fatores contribuem para que os países africanos contraiam créditos em grande escala. Só que depois têm dificuldades quando se trata de pagar de volta”.
Para a maior parte dos países africanos em dificuldade o problema do sobre-endividamento, de fato, não é novo. Muitos desses países já viram as suas dívidas reestruturadas, ou seja, parcialmente perdoadas, nos anos 80. Agora 26 deles encontram-se, de novo, em situações, no mínimo, "desconfortáveis".
O caso de Moçambique
Moçambique é um caso emblemático. Desde 2012 a dívida externa subiu de 40% para 130% do Produto Interno Bruto (PIB). Nos anos passados, os bancos estrangeiros concediam créditos a Moçambique com facilidade, uma vez que o país parecia ter liquidez devido aos grandes recursos de gás e carvão. Mas o dinheiro desapareceu e ninguém consegue explicar bem como e para onde. Parte dele terá sido utilizado para armamento. 
Infografik Schulden Mosambiks, portugiesisch
A "bomba explodiu” com a descoberta de dívida escondida e com a falência das três empresas estatais - a Proindicus, a Empresa Moçambicana de Atum (EMATUM) e a Moçambique Asset Management (MAM).
Para Jürgen Kaiser "Moçambique é um caso particularmente dramático”. O coordenador da ONG alemã lembra ainda que "é também o primeiro país que se viu obrigado a declarar-se incapaz de pagar as suas prestações aos credores, depois de ter passado pelo programa internacional de perdão da dívida HIPC”.
Mas Moçambique não é caso único: "Outros países que se encontram numa situação particularmente crítica são o Gana ou a Zâmbia, igualmente países ricos em matérias-primas. Mas também podemos nomear o caso do Senegal, um país não muito rico em matérias-primas, mas que também está a passar por dificuldades”, nota Kaiser.
Endividamento discutido na Alemanha
O problema do endividamento está de novo na agenda das instituições financeiras internacionais e será também discutido à margem de uma reunião dos ministros das Finanças e presidentes dos Bancos Centrais do G20, que terá lugar no fim de semana em Baden-Baden, na Alemanha. Algumas ONG's, entre elas a  "erlassjahr.de” só veem uma solução: uma declaração formal de falência por parte dos países africanos mais afetados.
"Acho que esse seria de facto um instrumento suscetível de contribuir para uma solução. Uma declaração formal de insolvência significaria que os credores deixariam de poder decidir sobre a possibilidade de um eventual perdão das dívidas”, conclui Jürgen Kaiser.

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