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Costa do Marfim: Indivíduo detido em Bouaké após roubar 10 milhões de francos CFA de uma empresa.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Senegal: Um meeting em Fatick - Mahammed Dionne sela a unidade entre as autoridades locais

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En meeting à Fatick : Mahammed Dionne scelle l’unité entre les responsables locaux

Apesar da rivalidade entre líderes locais, o meeting de Fatick juntou e envolveu uma multidão de filhos do local, ao presidente Macky Sall. Envolveu os cafetões do Chefe de Estado para se concentrar no essencial, ou seja, ter uma maioria na Assembleia Nacional em 30 de julho, e a re-eleição em 2019, Mahammed Dionne selou a unidade entre os teores de aliança para a República.

O chefe da lista nacional Mahammed Dionne segura a mão direita do Dr. Cheikh Kanté e a mão esquerda do prefeito de Fatick, Matar Ba. Os Prefeitos  Ngayokhem, Mbagnick Ndiaye, estão de pé ao lado do edil Fatick. A multidão entoa ao presidente gritos favoráveis. No pódio também estavam presentes Faye Therese Diouf Biram Faye Sitor Ndour, Woula Ndiaye ... ... É claramente a imagem que o primeiro-ministro procurava em Fatick. Sorrindo, Mahammed Boun Abdallah Dionne lançou desafios aos ativistas colocar: "É Fatick reconciliado e juntos para uma vitória em 30 de julho."

A mensagem fez relaxar visivelmente a tensão elevada que se vivia em Fatick, poucas horas antes do início da reunião. Cada líder local, cercado por homens com grandes bíceps, marcaram o seu território. Alguns gritavam o nome de Cheikh Kanté, outros de Ba Matar. A Ativistas Mame Adama Ndour, autoridade local, bem como aqueles de Maïssa Mahécor Diouf, Diouf e Faye Therese Alla Guène também não querem ficar para trás. A demonstração de força foi iniciada na entrada da cidade às 16 horas quando o comboio do primeiro-ministro chegou no Sine.

Durante a exibição da determinação, os líderes locais não esqueceram seu objetivo. "Vocês não votam para mim ou para Matar Ba. Vocês votam para o presidente, Macky Sall. Fatick já votou a favor da coalizão. Não há ambiguidade entre Matar Ba e eu. Há uma continuação, Presidente Macky Sall, "disse o Dr. Cheikh Kanté que ampliou a fidelidade e lealdade da lista nacional de topo «Benno» vis-à-vis a cabeça de Estado. Matar Bâ focou intensamente na mesma direcção. "Temos o prazer de recebê-lo em Fatick. Você permaneceu no combate para a eleição do presidente Macky Sall. Não devemos nos enganar com objetivo. Devemos conquistar a maioria para o presidente Macky Sall. E todos estamos mobilizados para lhe dar o maior ", disse o ministro do Esporte.

Mbagnick Ndiaye , ele, disse que "é Sine que mobilizou." "Estamos atrás da cabeça da lista nacional. Na noite de 30 de julho toda Sine votará para a coalizão «Benno Bokk Yakaar». Diga ao presidente que Fatick disse obrigado por todo o trabalho feito para abrir a região. Apenas Macky Sall é importante para nós ", disse o ministro da Comunicação. Thérèse Faye Diouf, em nome dos departamentos dos prefeitos Fatick, saudou a mobilização. "Todo o departamento de Fatick está unida para votar para a coalizão", disse ela.

Visivelmente satisfeito por ter selado a unidade entre os líderes, a cabeça da lista pediu às populações para conseguirem 100% de votos para a coalizão. "Nós já devemos pensar na eleição presidencial de 2019", salientou o primeiro-ministro.

Babacar DIONE (Enviado Especial)

fonte: lesoleil.sn



Portugal: Mbappé, a tentação de 180 milhões que revoluciona o mercado.

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A concretizar-se a saída do Mónaco para o Real Madrid, o francês de 18 anos custaria mais do que 
Ronaldo e Figo juntos
Kylian Mbappé, 18 anos, prepara--se para pulverizar todos os recordes de transferências no futebol
realizadas até ao momento, caso se confirme a notícia avançada ontem pelo jornal Marca: O Real Madrid
já tem um princípio de acordo com o Mónaco para contratar o avançado numa operação que vai custar... 180 milhões
de euros (160 fixos e mais 20 em variáveis). Fonte do clube monegasco desmentiu a meios de comunicação
franceses a existência de um acordo (não as negociações), mas a verdade é que há muito que Mbappé é associado ao
campeão europeu e é opinião generalizada de que vai mesmo ser colega de Ronaldo na nova época.
O jogador lançado pelo português Leonardo Jardim na temporada 2015/16 é a prova de que o mercado
 de transferências está a atingir proporções nunca antes vistas. Isto numa altura em que está em marcha
uma outra negociação milionária - o PSG está disposto a pagar os 222 milhões de euros da cláusula de
rescisão para tirar Neymar do Barcelona.
Só para se ter uma ideia, o custo da eventual contratação de Mbappé vai custar quase o dobro do que
o Real Madrid pagou por Cristiano Ronaldo (94 milhões, em 2009) e três vezes mais do que Luís Figo (60 milhões,
 em 2000). Isto demonstra como a indústria do futebol tem vindo a evoluir a nível financeiro nos últimos
anos, com os clubes poderosos a gerarem cada vez mais receitas. São sinais dos tempos, numa altura em
que a UEFA estuda medidas para colocar um travão a estas loucuras com a introdução de um novo modelo
de fair-play financeiro mais restritivo.
fonte: dn.pt

Eleições Angola: João Lourenço e Bornito de Sousa dispensados por José Eduardo dos Santos.

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Bornito de Sousa (esq) com João Lourenço, candidatos à vice-presidência e presidência respectivamente pelo MPLA nas eleições de 23 Agosto em Angola
Bornito de Sousa (esq) com João Lourenço, candidatos à vice-presidência e presidência respectivamente 
pelo MPLA nas eleições de 23 Agosto em Angola


Ministros deixam os seus cargos para se dedicarem à campanha eleitoral
A informação, avançada pela Agência de Notícias angolana, a Angop, consta de uma nota de imprensa
da Casa Civil do Presidente da República, dando conta que José Eduardo dos Santos assinou, no dia 24 de Julho
de 2017, dois despachos, através dos quais aprova a dispensa de exercício de funções de João Manuel Gonçalves
Lourenço, como ministro da Defesa Nacional, e de Bornito de Sousa Baltazar Diogo, como ministro da Administração
do Território.
Noutros despachos, José Eduardo dos Santos nomeia Salviano de Jesus Cerqueira, secretário de Estado para
os Recursos Materiais, para responder pelos assuntos correntes do Ministério da Defesa Nacional, e Adão Francisco
Correia de Almeida, secretário de Estado para os Assuntos Institucionais, para os assuntos correntes do Ministério
da Administração do Território.
Os despachos presidenciais tiveram como fundamento a Constituição da República de Angola e a Lei Orgânica sobre
às Eleições Gerais, que estabelece que os candidatos a Presidente da República, a vice-presidente da República
e a deputados a Assembleia Nacional têm direito à dispensa do exercício das respectivas funções, sejam públicas
ou privadas, nos 30 dias anteriores à data do escrutínio.
fonte: VOA


Conselho de Segurança da ONU preocupado com a Guiné-Bissau.

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Bissau vive momentos de instabilidade.

Bissau vive momentos de instabilidade.

Todos os líderes políticos do país deverão respeitar o Acordo de Conacri, alerta.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas manifestou, segunda-feira, 24, a sua preocupação com a situação na Guiné-Bissau.
A ONU NEWS reporta que o órgão pediu a todos os líderes políticos do país para respeitarem o Acordo de Conacri e acções da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental para ajudar a encontrar uma saída para a crise política.
Em declaração presidencial, o Conselho de Segurança saudou os recentes avanços políticos nalguns países da África Ocidental, mas expressou preocupação com a ameaça do terrorismo na região.
O órgão condenou de forma veemente todos os ataques terroristas realizados na região, especialmente no norte e centro do Mali e da Bacia do Lago Chade, pelos grupos terroristas Boko Haram e Estado Islâmico do Iraque.
Face ao cenário, o Conselho encorajou os Estados-membros e parceiros multilaterais a darem apoio à Força Conjunta Multinacional para "garantir a sua plena operacionalização" e aumentar as acções colectivas para combater o Boko Haram.
Através do Escritório da ONU na África Ocidental e Sahel, o órgão ressaltou o seu compromisso de trabalhar para fortalecer a cooperação para combater ameaças de seguranças entre fronteiras e impedir a propagação do terrorismo.
E pediu à comunidade internacional que "apoie imediatamente o fornecimento" de assistência urgente às pessoas mais afectadas pela crise nos Camarões, no Chade, no Níger e na Nigéria, incluindo com o pleno financiamento do apelo da ONU para a região.

fonte: VOA

Parlamento santomense debate orçamento rectificativo.

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O Parlamento santomense iniciou, nesta Terça – feira, o debate do orçamento rectificativo, avaliado em mais de um milhão de euros. Os 55 deputados do conclave aprovarão o documento, depois da sua discussão na generalidade, e na   especialidade.




O orçamento rectificativo está a ser debatido na generalidade, prioriza os sectores das infra-estruturas e da educação, e regista uma diminuição de mais de 2% comparativamente ao anterior orçamento.
O Primeiro - ministro santomense, Patrice Trovoada,  afirmou que a actual situação do País ainda exige sacrifícios: "O ano de 2017 não deixará de ser um ano difícil e de sacrifícios. E quando assim é, outra solução haverá que a de uma gestão rigorosa dos fundos públicos, e uma execução criteriosa dos investimentos".
Por isso, o orçamento rectificativo actualmente em debate no Parlamento santomense é de ajuste etre receitas e despesas.
Oiça aqui a correspondência de Maximino Carlos, em São Tomé

Correspondência de Maximino Carlos, em São Toméfonte: RFI

Luaty Beirão: "Estou a ver uma repetição do filme em Angola".

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À DW África, o ativista Luaty Beirão explica como podem os cidadãos tornar-se fiscais nas eleições deste ano e denunciar abusos. Sobre a transparência do processo eleitoral afirma que "é trágico" o "longo déjà vu".
fonte: DW ÁFRICA
Luaty (DW/J. Carlos)
A associação Handeka, da qual fazem partes figuras bastante conhecidas do panorama angolano, como o ex-primeiro-ministro de Angola Marcolino Moco ou os ativistas Luaty Beirão e Mbanza Hamza, lançou, recentemente, o projeto Jiku. É uma iniciativa que pretende que, para além de eleitores, os cidadãos angolanos assumam também o papel de fiscais eleitorais no próximo dia 23 de agosto. 
Em entrevista à DW África, o ativista Luaty Beirão explica que a ideia do Jiku, que é uma "reedição do que foi o Movimento pela Verdade Eleitoral" em 2012,  é "incentivar as pessoas a não se comportarem como eleitores numa democracia comum onde as pessoas vão, votam, escolhem o seu candidato e voltam para casa. Porque todos nós nos queixamos de vícios e irregularidades eleitorais, então é preciso que todos se comportem como monitores eleitorais e que estejam atentos".
Este projeto pretende centralizar a informação numa só plataforma - Jikuangola.org - , dando às pessoas um local para onde podem redirecionar as suas denúncias e reclamações. De acordo com Luaty Beirão, "todo o tipo de irregularidade deve ser denunciada" - desde as durações de tempos de atena na televisão ou em outros orgãos de imprensa ao abuso dos espaços onde são colocados os cartazes e as bandeiras, por exemplo.
Wahl Angola (Reuters)
O projeto Jiku pretende que os cidadãos angolanos assumam também o papel de fiscais eleitorais no próximo dia 23 de agosto (foto de arquivo)
Até às eleições, a associação Handeka pretende que os cidadãos continuem a aceder ao site da Jiku, não só para assitir aos vários vídeos pedagógicos que serão publicados, mas também para fazerem as suas denúncias. No dia das eleições – 23 de agosto – a equipa da Jiku vai focar-se nas irregularidades do momento e nos resultados das eleições. Luaty Beirão explica que, em casos de, por exemplo, "as urnas não terem chegado" ou "não haver cadernos de eleitorais", as "denúncias devem ser feitas em  tempo real".
A informação é publicada na página da Jiku, assim como nas redes sociais, (Facebook e, possivelmente, Twitter) e posteriormente encaminhada para a polícia ou para a Comissão Nacional de Eleições (CNE). O objetivo, acrescenta Luaty Beirão, é que "qualquer pessoa que queira acompanhar esta monitorização [do ato eleitoral] possa dirigir-se à página para ter noção das coisas que estão a acontecer ao longo do dia".
No fim do dia, a associação espera poder dar conta dos resultados eleitorais no site, através da informação que chegará através de "observadores independentes, delegados de lista", etc.
Participação da sociedade civil
Luaty Beirão constata que o número de jovens que utiliza hoje as redes sociais é muito superior ao que utilizava em 2012, ano das últimas eleições em Angola.
As pessoas, afirma o músico, estão à "procura de uma forma de participar nas eleições e serem úteis no controlo do processo".
Ainda assim, o ativista considera que é cedo para falar da aceitação do projeto Jiku junto da sociedade, ainda que acredite que a participação dos angolanos será mais significativa do que há cinco anos atrás. "Em 2012, com a pouca divulgação que a plataforma teve, ficámos assoberbados com a quantidade de pessoas que tomou conhecimento da iniciativa. Acredito que com a divulgação que começámos a fazer agora, vamos começar a ter maior abrangência", dá conta.
Transparência: "filme repete-se"
Apesar de todos estes esforços, o ativista confessa não ter grandes expetativas em relação à transparência do processo eleitoral do próximo dia 23 de agosto. À DW África, Luaty Beirão afirma que "a coisa vai repetir-se".
"É trágico como isto é um longo déjà vu. As notícias são iguais, as reações e ameaças daqueles que são lesados são iguais, até as empresas envolvidas nos processos são as mesmas. Estou a ver uma repetição do filme", lamenta o ativista, acrescentando que não vê "da parte dos partidos políticos da oposição nada de original, infelizmente". 
Luaty Beirão dá conta ainda que, já durante esta semana, foi denunciado "um comportamento que configura um crime que é corrupção eleitoral, ou seja, "oferecer coisas para seduzir eleitores em troca de votos", conclui.

«INFRA-ESTRUTURAS» PRIMEIRO-MINISTRO DA GUINÉ-BISSAU, GENERAL UMARO SISSOCO ANUNCIA REABILITAÇÃO EM SETEMBRO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE.

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Bissau,25 Jul 17 (ANG) – As obras de reabilitação das instalações do Ministério da Saúde Pública, em estado de degradação progressiva, vão começar no mês de Setembro do ano em curso anunciou hoje o Primeiro-ministro.

Em declarações à imprensa, depois da visita àquela instituição sanitária, Umaro Sissoco Embalo disse que neste momento não é possível executar as obras devido as chuvas.
Umaro Sissoco Embaló procedeu na ocasião a reabertura dos Serviços de Urgência do Hospital Nacional Simão Mendes, totalmente reabilitado e com melhores condições para acolher e tratar os doentes.

O Chefe do Executivo afirmou que a recuperação desses serviços foi possível graças a política adoptada pelo governo, relativamente a concentração das receitas do estado no Ministério da Economia e Finanças ou seja no Tesouro Público.

O Primeiro-ministro aconselhou aos familiares dos doentes internados para não deitarem lixos nos corredores e no recinto do serviço de urgência do hospital.

Por outro lado, referiu que o Centro de hemodiálise do hospital Simão Mendes poderá entrar em funcionamento ainda no decurso deste ano, uma vez que os técnicos contratados para instalação de equipamentos já se encontram em Bissau.

O Director-geral do Hospital Nacional Simão Mendes garante apoio medicamentoso aos doentes com dificuldade económica.

Instado a falar sobre atendimento tardio dos doentes por falta de dinheiro, o director do hospital, Francisco Aleluia Lopes reconheceu a existencias dessas praticas mas garantiu que a sua direcção está a tentar combatê-la.

Conosaba/ANG/LPG/JAM/SG

Guiné-Bissau: «FOTOS» ONTEM, CELSO DE CARVALHO, JOSÉ ANTÓNIO MARQUES, ARAFAM MANÉ E MUTARO PROMOVIDOS GENERAIS DE BRIGADAS NA POP.

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Quatro oficiais superiores da polícia foram promovidos aos generais de brigadas. 
A cerimónia foi presidida pelo primeiro-Ministro, o general umaro el mocktar sissoco. Os quatro oficiais são: Celso de Carvalho, José António Marques, Arafam Mané e Mutaro Djalo.













terça-feira, 25 de julho de 2017

Novo livro sobre Mandela retirado das prateleiras a pedido da família.

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Nelson Mandela

Nelson Mandela

A viúva de Mandela, Graça Machel, ameaçou processar o autor, o que foi apoiado pela família.
A editora Penguin retirou, ontem, do mercado sul-africano o livro “Mandela´s Last Years” (os últimos anos de Mandela), após familiares próximos terem apresentado queixas sobre o seu conteúdo.
O livro escrito pelo médico militar Vejay Ramlakan, que assistiu Mandela nos últimos anos, apresenta detalhes que a família considera confidenciais.
A editora disse que o livro pretendia revelar a coragem e determinação de Mandela até os seus últimos momentos de vida e não pretendia de forma nenhuma desrespeitá-lo.
A viúva de Mandela, Graça Machel, ameaçou processar o autor, o que foi apoiado pela família.
Machel sublinhou que o autor violou a confidencialidade médico-doente.
Nelson Mandela morreu em 2003, aos 95 anos, após prolongada doença. Foi esculado que o carismático líder era mantido vivo por aparelhos por razões políticas.
A Fundação Nelson Mandela informou que o livro não deveria ter sido publicado e que estava a avaliar as suas imprecisões.
O autor disse à imprensa sul-africana que tivera permissão da família, sem contudo especificar.
fonte: VOA

ANGOLA: POLÍCIA IMPEDE ASSISTÊNCIA E ESCONDE JOVEM “PERIGOSO”.

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A Polícia (mais ou menos) Nacional, mais concretamente da esquadra do “Bone Chapéu”, Zona da Fubu, em Luanda, está a ser acusada de ter escondido o jovem Mariano Ribeiro, que na madrugada do dia 21 de Julho foi violentamente espancado, por desconhecidos.

                                                                                             bone
Encontrado por um cidadão no seu quintal, este levou-o ao hospital geral de Luanda, pois estava com os membros inferiores partidos e os olhos semi-arrancados.
De acordo com a Polícia, que reconheceu o jovem gravemente ferido, tratava-se de um delinquente altamente perigoso. E com esse carimbo, a Polícia impediu que Mariano Ribeiro ali fosse tratado, transferindo-o para o Maria Pia. Aqui chegado, foi atirado para o chão e quando os familiares chegaram viram uma cena macabra.
Sem poder abrir os olhos, todo quebrado e inconsciente, Mariano Ribeiro foi usado pela investigação do SIC que – para “provar” o seu alto grau de perigosidade – fez um vídeo obrigando o jovem a confessar que tinha assaltado um camião com uma arma de fogo e que fora apanhado pelo camionista.
Estranho é o facto de alguém apanhado e desarmado ter sido violentado de forma selvagem, provavelmente com blocos e paus, e o dito motorista nem sequer ter aparecido.
E, mais grave, segundo o Folha 8 apurou, no final a família assistiu à colocação do jovem, doente e gravemente ferido, no porta bagagens de um turismo dos homens do SIC (Serviços de Investigação Criminal). Desde esse dia que a família não sabe do seu paradeiro, pois a Polícia nega-se a dar pormenores, limitando-se a informar a família, segundo uma irmã da vitima, de que “se trata de um delinquente altamente perigoso, que já estávamos à procura dele há muito tempo, cerca de 10 anos, para o matar”.
Ora, mesmo tratando-se de um delinquente perigoso (segundo a versão do SIC) não deixa de ser – presumimos – um ser humano, pelo que a Polícia deveria antes de tudo dar ou permitir assistência médica, mesmo mantendo-o sob vigilância ou detenção policial, e quando estivesse recuperado e autorizado pelo corpo clinico, então ser interrogado.
Registe-se que uma possível vítima de Mariano Ribeiro, garante não ter sido o jovem a roubar a sua casa, como diz o SIC, pois encontrou vestígios de um crime praticado fora e depois arrastado para o local onde foi encontrado.
“Eu acho impossível ser esse moço que roubou na minha casa. Eles apanharam-no às três da manhã e depois trouxeram-no para aqui, mas bem partido e sem os olhos. Levei-o ao hospital, mas ainda tive de levar os polícias que não tinham carro e só diziam que esse é bandido e assaltou um camião”, conta a testemunha.
Até este momento, o jovem continua desaparecido e a mãe angustiada, não sabe o que fazer, pois a Polícia está – tanto quanto admitem os familiares – a escondê-lo num porta bagagens, apesar do seu estado crítico.
Contactada a Polícia de “Bone Chapéu” essa limita-se a dizer estar o mesmo com o SIC, por se tratar de um delinquente altamente perigoso.
Estranha-se esse comportamento da Polícia Nacional de denegar assistência médica a quem considera delinquente perigoso, por ser do povo e pobre, mas mantém à solta os grandes delinquentes que delapidam os cofres do Estado e mantém a maioria dos cidadãos e o país nessa crise.


Este comportamento da Polícia contraria, aliás, as instruções e a metodologia operacional que o Comandante Provincial da Polícia de Luanda, José Sita, tenta implantar na corporação. Admite-se, na circunstância, que esteja a ser enganado quanto aos reais motivos deste tipo de actuação da polícia.
fonte: http://jornalf8.net


Camarões lançam novo programa para combater HIV/SIDA.

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Em breve, grávidas da região norte dos Camarões poderão ser testadas para saber se estão infetadas com o HIV/SIDA, de modo a prevenir a transmissão do vírus para os seus bebés. Governo espera melhorias já este ano.
fonte: DW África
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Asta Gumanji, de 26 anos, vive com a doença há seis anos, mas só recentemente soube disso. Por isso, também a sua bebé foi infetada.  "No hospital, disseram-me que ela precisava de uma transfusão de sangue e que, para isso, teria de fazer testes ao HIV. Foi aí que me informaram que tanto eu, como a minha filha, éramos portadoras do vírus", recorda.
Agora, Asta Gumanji e a filha estão ambas em tratamento. O marido morreu pouco depois de lhes ter sido feito o diagnóstico. A jovem mãe sonha encontrar um novo parceiro nas mesmas condições que ela, para ter algum apoio na educação da sua filha. "Quando lhes digo que estou infetada com o vírus, eles fogem", conta.
O seu marido já sabia que era portador do vírus, mas recusou-se a contar-lhe e, em segredo, estava a fazer tratamento antirrretroviral. Asta também não teve quaisquer cuidados pré-natais e teve a bebé em casa.
Hourei Issa, representante do Governo camaronês e porta-voz da prevenção contra o vírus da imunodeficiência humana, confirma que Asta Gumanji faz parte da lista de mulheres que deu à luz em casa em 2016, sem saber qual o seu estado de saúde.
"Temos promovido programas para que as parteiras tradicionais não retenham as mulheres nas suas comunidades", explica Hourei Issa. O trabalho passa também pelas aldeias, onde se procura ajuda para a passar a mensagem dos riscos que advém da falta de acompanhamento natal e pré-natal. "Esperamos que as coisas melhorem este ano", afirma o porta-voz.
Testes a recém-nascidos
Também se espera que diminua o tempo de espera dos resultados dos testes ao HIV feitos aos recém-nascidos nos hospitais da região, com a hipótese de usar máquinas de análise ao sangue que permitam realizar o diagnóstico a bebés com menos de 18 meses.
Isto iria permitir testar as amostras localmente, sem terem que percorrer grandes distâncias até ao centro de análises mais próximo, explica Wekang Georgette, oficial do Ministério da Saúde e responsável pelo combate à doença.
"Os resultados demoram seis meses, às vezes sete, a chegar. Já aconteceu os resultados chegarem já depois da morte da criança", explica. Além disso, lembra Wekang Georgette, "há um estigma muito grande" e muitas mulheres não regressam com os seus bebés para saber os resultados.
Nos Camarões, as mulheres são o principal grupo de risco, sendo o maior número de pessoas a viver com a doença. São também muito mais estigmatizadas do que os homens portadores da doença.

México: Comemora-se aniversário de Simón Bolívar.

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México: Comemora-se aniversário de Simón Bolívar

25.07.2017 | Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
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México: Comemora-se aniversário de Simón Bolívar

Simón Bolívar nasceu em 24 junho de 1783 em Caracas, Venezuela.
Simon Bolivar, o Libertador, foi um precursor da unidade da América Latina e do anti-imperialismo e seu alto valor militar e governamental, deve unir suas habilidades de excelente orador e escritor de ensaios notáveis entre os quais estão "Meu delírio no Chimborazo".
Quando Simón Bolívar obteve a importante vitória de Carabobo não pediu as honras que merecia, mas pediu ao Congresso da Grande Colômbia que os filhos de escravos nascidos no território das novas repúblicas fossem considerados livres.
No aniversário do nascimento de Simón Bolívar, a Embaixada da Venezuela no México convida a exibição do filme Diário de Bucaramanga do realizador Carlos Fung e cuja filmagem foi realizada na Venezuela, França e Colômbia.
O filme é uma adaptação de um romance escrito pelo francês Luis Peru de Lacroix, durante seu mandato como ajudante de Simón Bolívar por três meses em 1828.
O filme recria os últimos dois anos Simón Bolívar e tudo o que aconteceu com sua ideologia política, que incluiu a unidade para toda a América Latina.
Segunda-feira 24 de julho de 2017
18.00
Schiller 326, Colónia Chapultepec Morales.

Cidade do México

Rússia: A vida não é touch screen - leia -->é interessante!

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25.07.2017 | Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
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A vida não é touch screen

Pensava ser uma geração que só olha para baixo. Agora tenho certeza: é uma Era que só olha para baixo, para o celular, o próprio umbigo. Extasiados, tomados por um autismo pós-moderno, ficamos focados no mundo desfocado e virtual, contabilizando coisas que não têm importância e estão ao alcance apenas das pontas dos nossos dedos. Não sentimos mais o relevo, apenas clicamos. Tudo robotizado, quase um mundo separado, onde não se pode olhar para os lados, estender a mão, dar um abraço demorado. Tão pequeno que cabe na tela de um telefone.
Assim tem sido esse tempo virtual, em nuvem, nebuloso, sem o cheiro das coisas simples ou de um carinho preguiçoso. As casas se tornaram imensas lan houses, cada um em seu compartimento, seu mundo on line, falando com todos, menos com nós mesmo. É um tempo das coisas vãs, das conversas vazias, fugazes, da ausência do afago, da pergunta simples de quem olha nos olhos e lança um despretensioso "como você está?". Estamos todos abduzidos por esse 'tempo do tudo' e não 'do todo'.
Nas redes sociais, onde deveria ser o mundo das interações e trocas de experiências, encontramos os guetos virtuais, multiplicados e compartilhados em suas muitas versões e possibilidades. Tudo direcionado, reto, quando o aberto fica delimitado e se torna, espontaneamente, quase que privado. Nossas prisões internas, nossa primitiva necessidade de grupo, de pertencimento, exercem seu poder primitivo e nos conduzem ao mais amplo, planetário e intransponível encarceramento virtual.
Pelas ruas, caminhamos em linha reta, deixando claro que não queremos ir muito longe, pois o mundo raso que cabe em nossas mãos nos basta! É pouco, é desprovido de sentimento, de sutilidades, povoado apenas pelas coisas que não vivemos e que fazem nenhuma falta. Não estendemos mais as mãos por que elas seguram o celular. Falta poesia, falta cumplicidade, falta o abraço amigo em campos de trigo.
Um dia vi em uma cidade do interior, tarde da noite, jovens espalhados pela calçada de um pequeno prédio, à meia luz, olhando fixamente para o chão. Achei estranha a cena, pensei ser uma legião de drogados naquela pacata cidade. Quando alguém alertou: "eles estão utilizando o wi fi do escritório". Estavam mesmo entorpecidos por aquele momento de viagens e conexões. Usavam assim sua solidão para falar com todos, falar com o mundo, o que não conseguem dizer para os que estão próximos. Esse é um tempo de silêncio e de insuperáveis distâncias. Assim os sentidos vão regredindo na mesma proporção que as palavras e suas descrições. É um tempo de contração do sentimento, do verbo e do verso.
É preciso ser livre para olhar para os lados, sentir o vento bater no rosto, escolher um caminho e seguir apreciando as cores da estrada. É preciso ser livre para exercer o poder da contemplação, com tempo para o coração. É preciso ser livre para sentir as coisas boas das horinhas de descuido e que enchem nossas vidas de sintilâncias e inutilidades. Além desse tempo, a vida vai, por dentro de nós, com nossos sonhos e carências mais infantis. Para nossa sorte, a vida não é touch screen.
Petrônio Souza Gonçalves é jornalista e escritor


segunda-feira, 24 de julho de 2017

O silêncio das ruas do Brasil

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Impopular, suspeito de corrupção e à frente de controversas reformas, Michel Temer tem sido poupado de grandes manifestações. O que está por trás da atual passividade dos brasileiros?
fonte: DW ÁFRICA
Protesto contra o impeachment de Dilma em maio de 2016: atual presidente tem sido preservado
Protesto contra o impeachment de Dilma em maio de 2016: atual presidente tem sido preservado
Um presidente extremamente impopular que tenta aprovar reformas rejeitadas pela maioria da população; escândalos de corrupção envolvendo diretamente o próprio ocupante do Planalto; economia que dá sinais apenas tímidos de recuperação; apoio parlamentar sendo largamente negociado com verbas e loteamento de cargos; pesquisas que apontam que a maioria da população deseja eleições diretas. 
Diante de cenários com bem menos elementos, os ex-presidentes Fernando Collor e Dilma Rousseff tiveram que enfrentar multidões que foram às ruas do Brasil para pedir suas cabeças.
Por que então Michel Temer, que foi gravado em uma conversa comprometedora com um empresário e amarga popularidade de apenas 7% (segundo último levantamento do Datafolha) não está sofrendo com grandes protestos tal como ocorreu com seus antecessores?
Temer enfrentou em seu governo algumas manifestações convocadas por centrais sindicais contra as reformas ou concentrações de apoio à Lava Jato. Mas todas as iniciativas tiveram adesão que ficou longe dos números registrados ao longo de 2015 e início de 2016. Uma greve geral organizada no final de junho acabou sendo um evento esvaziado, mesmo após a apresentação da denúncia criminal contra o presidente. Mais de 2.500 policiais foram convocados para acompanhar manifestantes em Brasília, mas pouca gente apareceu. 
O mesmo se repetiu nos dias do julgamento da Chapa Dilma-Temer pela Justiça Eleitoral, no julgamento pelo Supremo sobre a permanência de Edson Fachin como relator da delação da JBS e após a divulgação do fim da força-tarefa da Polícia Federal em Curitiba que se encarregava dos casos da Lava Jato.
Fadiga?
O silêncio das ruas tem chamado a atenção da imprensa internacional. O jornal Süddeutsche Zeitung, da Alemanha, chegou a publicar em junho que é "surpreendente que não haja milhões nas ruas para exigir a saída de Temer.” Sensação de "fadiga” e "apatia” foram algumas das palavras usadas por jornais estrangeiros para explicar a passividade das ruas diante dos escândalos e da insatisfação com o governo. 
À DW Brasil, o brasilianista Peter Hakim, presidente emérito do Inter-American Dialogue, com sede em Washington, opina que "fadiga” não é a definição mais precisa para explicar o que está acontecendo. "Não é que as pessoas não queiram protestar, mas elas estão sendo desencorajadas pela conjuntura”, afirma.
Segundo Hakim , muitos que protestaram contra Dilma desejam a saída de Temer, mas agora hesitam em sair porque isso pode beneficiar o PT e Lula – aqueles que foram originalmente alvo de protestos.
"A polarização da sociedade continua a desempenhar um papel que impede as pessoas de se unirem. Já o PT e parte da esquerda que convoca protestos transformam regularmente seus atos em um ‘volta, Lula', e não em um ‘Fora, Temer' ou algo que aponte para uma solução política eficaz que seja capaz atrair mais pessoas”, completa o brasilianista. 
Ainda de acordo com Hakim, isso cria um efeito em que "muitas pessoas acabam ficando com a sensação de que a ação política não está resolvendo a situação”. "Não há liderança, não há ninguém que seja capaz de apresentar uma direção ou novas ideias. As pesquisas mostram que a maioria das pessoas quer eleições diretas, mas fica claro elas também não sabem o que  vai acontecer na sequência. Nesse meio tempo, ninguém quer fazer algo que acabe beneficiando o outro lado.”
Agenda oculta
Entre os principais movimentos que pediram a saída de Dilma em 2015 e 2016, a mensagem adotada nas convocações dos protestos esvaziados deste ano tem, por enquanto, passado longe de um "Fora, Temer”, sendo substituída  pela defesa da Lava Jato e repúdio às medidas de anistia para políticos envolvidos com corrupção.
Já o lado que defendeu Dilma tem mostrado oficialmente repúdio às reformas de Temer e pedido eleições diretas para presidente. Mas os eventos muitas vezes se transformam em palco para comícios do ex-presidente Lula, que não esconde o desejo de voltar ao poder.
Segundo o professor de gestão de políticas públicas Pablo Ortellado, da USP, a explicação para a falta de protestos mais incisivos pode ser explicada também pelo comprometimento e agenda de interesses das lideranças que têm a influência para fazer grandes mobilizações.
"Não acho que seja fadiga, não há uma pesquisa que não demonstre insatisfação. O que parece claro é que as lideranças que tem conquistaram legitimidade para mobilizar manifestações, seja na esquerda ou na direita, não estão se empenhando na organização de novos protestos”, diz.
Segundo Ortellado, essas lideranças de ambos os lados "estão altamente comprometidas com o sistema político, que naturalmente não está interessada em manifestações”.
"É preciso muito esforço para mobilizar, são os poucos os grupos que conseguem fazer isso. Mas justamente esses atores têm feito pouco ou nenhum esforço. As lideranças dos grupos que pediram a saída de Dilma deixaram claro que defendem as reformas econômicas de Temer, então não querem que o presidente saia.”
"Já na esquerda petista e nos sindicatos ligados ao partido, a falta de empenho ficou nítida na última e esvaziada greve geral", continua o especialista. "Esses grupos adotam um discurso oficial de ‘Fora, Temer', mas é possível especular que a manutenção do presidente interessa aos políticos aos quais eles são ligados. Quanto mais impopular Temer fica, mais Lula conquista a preferência do eleitorado. Então é interessante que eles deixem Temer sangrando até 2018. O presidente atual também está empenhando em fazer reformas similares àquelas que a própria Dilma propôs no final do seu governo. Dessa forma, também é conveniente deixar outro presidente enfrentar o desgaste de aprová-las.”
Histórico
Em maio, logo depois da divulgação da delação do empresário Joesley Batista, da JBS, que acabou rendendo ao presidente uma denúncia por corrupção, os movimentos de direita Vem Pra Rua (VPR) e Movimento Brasil Livre (MBL) chegaram a convocar um ato em São Paulo contra o presidente. Mas esses movimentos que tanto se esforçaram para encher as ruas contra Dilma logo voltaram atrás e cancelaram a manifestação.
A justificativa foi que a PM não poderia garantir a segurança – a decisão contrastou com o ato que foi convocado em cima da hora em março de 2016 logo após a divulgação de um grampo de um diálogo entre o ex-presidente Lula e Dilma. Dias depois da divulgação do escândalo envolvendo Temer, o MBL recuou da sua posição de pedir a renúncia do presidente.
Oficialmente, até agora o VPR é o único que abraçou publicamente o "Fora, Temer”. O grupo chegou a anunciar um site com um mapa da intenção de voto de cada deputado em relação à denúncia criminal contra Temer. Por outro lado, uma convocação para protestos, com o slogan genérico de "contra a impunidade”, só foi marcada para o distante 27 de agosto, quando se espera que a denúncia já tenha sido votada pela Câmara.
Na quinta-feira (20/07), centrais sindicais e o PT convocaram uma série de protestos pelo país. Apesar de as demandas incluírem um "Fora, Temer”, a pauta principal foi mesmo a exaltação do ex-presidente Lula, recentemente condenado pelo juiz Sérgio Moro.

Rússia: Sem achar nas contas de Lula, Justiça bloqueia previdência do ex-presidente.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

22.07.2017 | Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
Sem achar nas contas de Lula, Justiça bloqueia previdência do ex-presidente. 26984.jpeg

Jornal GGN - Na sequência do congelamento das contas de Luiz Inácio Lula da Silva, em decorrência da condenação do juiz da Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, após não encontrar 94% do montante estimado nas quatro contas vasculhadas do ex-presidente, os planos de aposentadoria privada de Lula foram sequestrados.

Conforme o GGN divulgou nesta quarta-feira (19), Moro calculou que o triplex não alcançaria a quantia de R$ 16 milhões, faltando restituir R$ 13,7 milhões dos supostos desvios. Para chegar a essa quantia, três apartamentos de Lula foram bloqueados e o juiz de Curitiba pediu que o Banco Central congelasse outros R$ 10 milhões de possíveis contas relacionadas ao ex-presidente, o que também não foi possível pela inexistência dos recursos nas contas.
Assim, apenas R$ 606.727,12 foram congelados, o que representa pouco mais de 6% da quantia que o magistrado de primeira instância previa para a condenação do ex-presidente. A Justiça recorreu, então, a pagamentos de previdência. O BrasilPrev, do Banco do Brasil, mirou um total de R$ 9 milhões: R$ 7,19 milhões do plano empresarial de previdência privada da empresa de palestras de Lula, a LILS, e mais R$ 1,84 milhões do plano individual do líder petista.
"Esclarecemos que conforme determinação, procedemos com o bloqueio total dos planos em tela, até segunda ordem deste juízo. Desta feita, aguardamos a manifestação de Vsa. Exa. quanto a eventual resgate e transferência para os autos do processo supracitado, hipótese em que incidirá o imposto de renda na forma da lei", informou o departamento jurídico do fundo.
Tratam-se dos planos de previdência complementar abertos pela pessoa física de Lula e pela jurídica, por meio da empresa de palestras, que era destinada aos empregados e dirigentes da LILS.
Caso a sentença de Sérgio Moro pela restituição de R$ 16 milhões seja confirmada pelas outras instâncias da Justiça, os dois carros e três imóveis de Lula, incluindo o de sua atual residência, serão leiloados e o dinheiro - agora do plano de previdência privada de Lula - transferido à União e à Petrobras.
Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula

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