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Costa do Marfim: Indivíduo detido em Bouaké após roubar 10 milhões de francos CFA de uma empresa.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

sábado, 26 de novembro de 2011

De volta da Bélgica: Alassane Ouattara vai tomar decisões importantes.


NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O Presidente da República da Côte d'Ivoire, Alassane Ouattara, permaneceu por vários dias em Bruxelas, Bélgica. Ele está de visita a este país a partir da União Europeia (UE).
Após o seu regresso a Abidjan, Costa do Marfim um número de fontes confiávei disse que, ele tomará decisões importantes em vários níveis da vida do Estado. O primeiro será a nível político com a assinatura de um decreto definindo a data de início e fim da campanha para as eleições parlamentares de 11 de Dezembro de 2011. O atraso, como ressaltou o presidente da Comissão Eleitoral Independente (IEC), Youssouf Bakayoko, em entrevista publicada quinta-feira, 24 novembro, 2011, na imprensa nacional,''deve girar em torno de uma semana.'' Provavelmente a partir de 02 de dezembro. Uma declaração na televisão do chefe de Estado poderia ser na véspera da abertura da campanha. Militarmente, o chefe de Estado, disseram as autoridades, vai convocar a alta hierarquia militar, e os ministros responsáveis ​​pela segurança e defesa. Ele vai avaliar o processo de normalização a este nível. Alassane Ouattara pode decidir fornecer mais orientações às forças de segurança. Melhor, dizem as nossas fontes, ele pode prosseguir nas próximas semanas, para compromissos ou reafectações em comandos no exército, polícia e gendarmerie. No plano económico, o Presidente Ouattara vai anunciar oficialmente os benefícios de suas muitas viagens à África e Europa, ele irá tomar decisões importantes em sectores sensíveis, tais como água, saúde, segurança. Alegadamente, o chefe de Estado já instruiu o Ministério da Infra-estrutura económica e SODECI / Cie, para ligar em um curto espaço de tempo, o trabalho de equipamentos de construção para acabar com a grave carência de água no distrito de Abidjan e subúrbios. Em relação à saúde, o presidente da Costa do Marfim poderia anunciar a reorganização do atendimento gratuito no setor de medicina. No que diz respeito a limpeza da cidade de Abidjan, nossas fontes afirmam que Alassane Ouattara vai reforçar o orçamento para o Programa de Emergência do Presidente (SPP), lançado em crise pós-eleitoral. Várias outras medidas serão tomadas pelo Presidente da República em Conselho de Ministros particularmente no alto custo de vida para reduzir o sofrimento dos marfinenses. Para esta temporada, enfatizam as nossas fontes, Alassane Ouattara está determinado a assegurar que a Costa do Marfim é um lugar com boas condições e com menos stress. O chefe de Estado que deixou Abidjan seguindo para Bruxelas no dia 22 de novembro de 2011, é esperado para recuperar a capital econômica da Costa do Marfim no domingo, 27 de novembro.


fonte: abidjan.net

Conheça o Daguestão, o local mais perigoso da Europa.

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Foto: Medved durante uma visita ao Daguestão em 2009. (Reuters)
Lucy Ash, BBC

No passado recente foi a Chechênia, mas hoje, a República do Daguestão, no mar Cáspio, é o local mais explosivo da Rússia - e da Europa.

Quase que diariamente, o país registra ataques a bomba, tiroteios entre a polícia e militantes, relatos de tortura e de desaparecimentos.

O Daguestão é uma república que faz parte da Federação Russa.

A exemplo da Chechênia e de outras 19 repúblicas sob controle russo, a região é nominalmente autônoma, tendo sua própria Constituição e legislatura.

Bomba no balcão

Dois homens em roupas camufladas e empunhando rifles Kalashnikov entram em uma loja e mandam os clientes sair. Apavorado, o caixa cambaleia para fora, enquanto um dos homens coloca uma bomba no balcão e ajusta o cronômetro.

 Ele não se preocupa em esvaziar o caixa, ele somente sai pela porta. Segundos depois, a loja está repleta de fumaça.

Ataques como este, registrados por câmeras de segurança de supermercados - nos quais combatentes islâmicos punem lojas que vendem bebidas alcoólicas -, tornaram-se eventos rotineiros na capital do Daguestão, Makhachkala.

Os proprietários normalmente recebem um aviso antes, geralmente entregue por meio de uma mensagem de texto, em pen-drives jogados das janelas de carros ou em pacotes enviados pelo correio.

Se eles ignoram os avisos, correm sério risco de serem atacados a tiros ou a bomba. Uma opção é concordar a pagar por proteção.

"Os combatentes gostam de se mostrar como muito devotos", diz um tenente-coronel da polícia antiterrorista, identificado como "Bashir".

"Mas muitos são apenas criminosos cínicos que comandam esquemas de proteção."

Eu encontrei Bashir em um jogo de futebol, acompanhando uma partida do clube Anzhi Makhachkala, onde jogam o atacante camaronês Samuel Eto'o - considerado o jogador mais bem pago do mundo - e os brasileiros Roberto Carlos, Diego Tardelli, Jucilei e João Carlos.

A atmosfera dentro do estádio era relaxada, até animada, com homens idosos mastigando sementes de girassol e crianças tremulando bandeiras, apesar do forte esquema de segurança do lado de fora.

Depois do jogo, um sorridente Eto'o me disse que se sente orgulhoso de jogar no Daguestão - apesar de não passar muito tempo no país, seguindo diretamente para a segurança de Moscou depois de cada partida.

Puritanismo

No centro de Makhachkala, há policiais armados em praticamente toda esquina.

Bashir me leva a um lugar onde dois carros-bomba recentemente mataram um policial e uma jovem garota, além de ferir mais 60 pessoas, entre policiais e cidadãos comuns.

"Quando nossos homens correram para o local da primeira explosão, ocorreu uma outra explosão, cerca de 12 vezes mais poderosa", diz.

"Era uma armadilha. Eles queriam pegar o maior número de nós possível."

Ele me pede para não usar o seu nome verdadeiro, ou para fotografar o seu rosto. Autoridades do governo e policiais são os principais alvos dos cada vez mais violentos insurgentes islâmicos.

Muitos policiais estão assustados demais para ir às ruas em seus uniformes. Os agentes que precisam parar e revistar carros frequentemente usam máscaras.

Mas ao contrário de muitos de seus colegas, Bashir parece querer entender por que tantos jovens daguestaneses se uniram aos rebeldes e foram para a clandestinidade - algo chamado aqui de "ir para a floresta".

Na universidade, eu o observo ensinar a estudantes sobre os perigos de sites fundamentalistas. Bashir conta a eles a história de um jovem estudante de medicina que fez alguns supostos amigos online, e que depois o forçaram a instalar um carro-bomba.

Um imã se une a Bashir, para pedir moderação e o cumprimento das leis russas. "Se um homem tiver somente educação secular, ele não terá coração - se ele tiver somente educação religiosa, ele será um fanático", diz o imã.

Muitos muçulmanos do Daguestão são adeptos do sufismo (um prática do Islã considerada mais "mística"), mas os jovens estão cada vez mais inclinados ao ramo salafista, que é menos místico, mais puritano e, principalmente, fora do controle do Estado - algo visto como um problema pelo Ministério do Interior.
Assassinato

Said Gereikhanov, o jovem imã da mesquita do vilarejo de Sovietskoye, três horas ao sul de Makhachkala, me conta sobre um dia no último mês de maio, quando dezenas de crentes salafistas foram detidos e agredidos pela polícia.

Integrantes das forças de segurança à paisana invadiram a mesquita em botas enlameadas, durante as orações de sexta-feira, e mandaram que todos saíssem, segundo o imã.

Do lado de fora, os fiéis se viram cercados de homens mascarados com armas, e toda a congregação de 150 pessoas, incluindo 15 meninos em idade escolar, foram levados a uma delegacia de polícia em uma cidade vizinha.

A polícia então intimou o diretor da escola secundária do vilarejo, Sadikullah Akhmedov. Said diz que ficou chocado com o tratamento brutal dispensado ao adolescentes - e com o fracasso de Akhmedov em interceder em seu favor.

Ele me mostra fotografias de corpos feridos e de jovens com metade de suas barbas raspadas.

Na noite de 9 de julho, dois meses depois das prisões na mesquita, houve mais um incidente grave - um que repercutiu fortemente na Rússia. Akhmedov foi morto a tiros por desconhecidos, em sua sala de estar.

Na escola, ninguém quer falar sobre o assunto. A viúva, Djeramat, me diz não ter ideia das razões que teriam levado à morte de seu marido.

Mas Said, o imã, diz que Akhmedov havia banido o hijab (véu islâmico) na escola, e tratava as alunas que os usavam "como se estivessem armadas".

Said acredita que somente os combatentes muçulmanos poderiam ser os responsáveis pelo assassinato do diretor de escola. "Você não pode fazer justiça com assassinatos. Eles só fazem as coisas piorar. Esta guerra já está durando 20 anos", diz o imã.

Persuasão

Assim como Bashir, o vice-primeiro-ministro do Dagestão, Rizvan Kurbanov, que é responsável pela polícia e pela segurança, se mostra disposto a se dirigir à juventude descontente.

Operando seu iPad, Kurbanov me mostra sua conta no Facebook. Ele diz que mais de 20 sites de temática extremista atuam no ciberespaço do Daguestão, e que o governo se viu obrigado a fazer uso das redes sociais para impedir que jovens sejam seduzidos pelos jihadistas online.

"Nenhum lugar do mundo está livre do terrorismo. Hoje, o Cáucaso, incluindo o Daguestão, é de grande interesse para organizações terroristas, e elas tentam espalhar a inquietação por aqui", diz.

Um homem enérgico com um punhado de cabelos grisalhos, Kurbanov preside uma nova comissão para persuadir combatentes a deixar as armas e voltar para suas famílias.

"A comissão é como uma ponte entre uma pessoa que perdeu seu caminho, que foi enganada e está na 'floresta', e a sociedade. Ele pode caminhar por esta ponte e dizer que fez isto e aquilo, e pedir perdão."

Isto parece ser uma abordagem nova no norte do Cáucaso, onde táticas truculentas e a repressão têm sido a regra por muito tempo, com total apoio do Kremlin.

Na vizinha Chechênia, forças leais ao presidente Ramzan Kadyrov foram acusadas de incendiar as casas de supostos militantes, deixando suas famílias desabrigadas.

Kurbanov, por outro lado, pede aos pais que rastreiem seus filhos rebeldes e os tragam à mesa para que estes peçam por clemência.

Até agora, no entanto, a comissão lidou somente com representantes menores da insurgência, e a leniência do governo só vai até aí, diz Kurbanov.

"Aqueles que não entendem, aqueles que eu chamo de não-pessoas - porque, como animais, eles somente têm sede de sangue e querem lutar -, serão tratados rapidamente pelas agências de poder apropriadas."


Fonte: BBC

Os projectos que a “espinha dorsal” viabiliza.

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Actualmente, a linha de energia parte de Tete à África do Sul e só depois volta a Maputo.
Com a “espinha dorsal”, caberá a Moçambique utilizar ou não a linha vinda da África do Sul. A importante infra-estrutura viabiliza a barragem de Mpanda N’kuwa e a central norte da HCB.
O governo moçambicano lançou, ontem, em Maputo, o projecto de instalação da linha de transmissão Tete-Maputo, mais conhecido por “espinha dorsal”. É uma importante infra-estrutura que abre caminho para a construção da barragem de Mpanda N’kuwua e da central norte da Hidroeléctrica de Cahora Bassa – HCB.
A linha Tete-Maputo viabiliza ainda as centrais térmicas, unidades industriais que produzem energia a partir de carvão, já em fase de estudos a cargo da Vale e da Riversdale. 
Denominado Cesul, o projecto vai também aliviar a actual linha, que, construída para alimentar a África do Sul, tem, agora, que servir o país no quadro da electrificação rural.
A “espinha dorsal” vai permitir que o abastecimento de energia ao sul de Moçambique seja afectuado internamente, contrariando a actual realidade em que a linha parte de Tete para a África do Sul, retornando depois a Moçambique.
O projecto inicial desta linha estava orçado em cinco biliões de dólares americanos, mas um estudo de opção técnica de menor custo, encomendado pelo Governo, reduziu o valor para menos de metade, portanto, 2,4 biliões de dólares.
Deste valor, 1,8 bilião de dólares será aplicado na primeira fase e o remanescente – 600 milhões de dólares - na segunda. A primeira fase compreende uma capacidade de transporte de 3 100 MW e a segunda 2 900 MW.
O projecto de engenharia, já concluído, estabelece a construção de 1 340 km de linha em corrente alternada de 400 kV e 1 250 km de linha em corrente contínua de 500 kV, com capacidade para escoar cerca de 3 100 MW.

fonte: www.opais.co.mz

Lula, a voz do Brasil.

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Frei Betto
LULA é, hoje, a voz do Brasil. De modo especial, a voz dos que não têm voz. Nenhum brasileiro tem, no exterior, tanta audiência. Os chefes de Estado prestam atenção no que ele diz, inclusive Dilma Rousseff.
LULAUniversidades dos cinco continentes o homenageiam com o diploma de doutor "honoris causa". Empresários, dentro e fora do Brasil, querem conhecer seu ponto de vista sobre a conjuntura. Organismos internacionais se interessam pelo modo como o seu governo combateu a fome e reduziu a desigualdade social no Brasil.
A vida é imprevisível. Frágil como uma folha seca. E o futuro a Deus pertence. Súbito, Lula vê-se afetado por um câncer na laringe. Até parece que a natureza decidiu atingi-lo em seu calcanhar de Aquiles. Como ocorreu ao pianista João Carlos Martins, cujos dedos das mãos, afetados por uma sucessão de problemas de saúde, quase o obrigaram a se afastar da música. Hoje, ele é reconhecidamente um exímio regente.
O câncer parece perseguir os chefes de Estado: Lugo, Chávez, José Alencar… Lula é feito da mesma matéria-prima de Alencar. Os dois foram dotados de um imbatível otimismo frente à vida, sustentado por consistente fé cristã. Como Alencar, Lula se sabe predestinado – não no sentido messiânico que o termo possa sugerir, e sim como resultado de uma convergência de fatores que o levaram à vida pública e, graças à sensibilidade social trazida de berço, se empenha em minorar a desigualdade social e promover uma ampla política de inclusão dos empobrecidos.
Todo o poder de comunicação de Lula se centra na voz. Ele nasceu brindado pelo dom da oratória. Lembro do início de nossa amizade, nas grandes assembleias metalúrgicas do ABC, no estádio da Vila Euclides, nos primeiros anos da década de 1980. Lula, antes de sair de casa, elencava num pedaço de papel os temas a serem abordados em seu discurso de encerramento da concentração operária. Era sempre o último a falar. Seu discurso marcava a culminância da assembleia.
Ocupado o palanque, iniciava-se a sucessão de pronunciamentos: diretores do sindicato dos metalúrgicos, líderes operários, advogados trabalhistas, políticos… À medida que o ato avançava, os pontos elencados por Lula brotavam da boca dos oradores que o precediam. Eu me sentia aflito por ele, preocupado se, ali no palanque, ele teria ideia de outros temas que ninguém tivesse abordado.
Terminada a lista de oradores, a palavra de coroamento da manifestação cabia a Lula. Todos prestavam silenciosa atenção, como se cada uma de suas frases devesse ser absorvida pela multidão. Então, Lula surpreendia. Não por arrancar da cartola retórica, como um mágico, temas inéditos. A pauta era a mesma. A novidade consistia no modo como a abordava.
Não falava com a cabeça, e sim com o coração. Não proferia teorias nem se perdia na ênfase de frases demagógicas. Discursava a partir de experiências oriundas de sua trajetória pessoal, criava parábolas, contava "causos". Exortava, advertia, expressava metáforas bem humoradas, destilava ironias em torno da ditadura, caricaturava ministros e empresários, cobrava de cada grevista empenho na mobilização, atiçava os brios éticos da massa trabalhadora. Seu pronunciamento soava mais moral do que político. Sua voz inflamava a assembleia.
Agora, a voz padece. Descansa. Exige cuidados. Lula, como ocorre às águias ao atingirem 40 anos de idade, se recolhe à montanha para adquirir novo vigor. E, em breve, retomar seu voo por uma política, no Brasil e no mundo, centrada no fim da miséria e da pobreza – onde a sua vida teve início. 

  fonte: granma

A Guiné Equatorial irá aderir à CPLP.

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A Guiné Equatorial irá aderir à CPLP.

fonte: voanews

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

'Fuga' de médicos custa US$2 bilhões à África Subsaariana.

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Reuters
LONDRES - Países da África Subsaariana que investem na formação de médicos já perderam US$ 2 bilhões devido à emigração desses profissionais em busca de emprego em nações mais prósperas, segundo um estudo divulgado na sexta-feira, 25.
Profissionais da área de saúde não conseguem bons empregos na África - Mohamed Nurdldin Abdallh/Reuters
 
Mohamed Nurdldin Abdallh/Reuters.
 
Profissionais da área de saúde não conseguem bons empregos na África.
Pesquisadores canadenses liderados por Edward Mills, chefe do departamento de saúde global da Universidade de Ottawa, concluíram que África do Sul e Zimbábue são os países mais prejudicados, ao passo que Austrália, Canadá, Grã-Bretanha e Estados Unidos são os mais beneficiados com a contratação de médicos formados no exterior.
Mills disse que os países receptores precisam admitir esse desequilíbrio e investir mais na formação e desenvolvimento dos sistemas de saúde nos países de onde ocorre a "fuga". "Os países em desenvolvimento estão na prática pagando para treinar pessoal que então sustenta os serviços de saúde nos países desenvolvidos", escreveu o grupo no artigo publicado no British Medical Journal.
Em 2010, a Organização Mundial da Saúde (OMS) adotou um código de conduta para o recrutamento de pessoal da área médica, e pediu aos países ricos que ofereçam ajuda financeira às nações mais pobres que são afetadas por esse problema.
Esse código é particularmente importante para a África Subsaariana, onde a emigração de profissionais dificulta o combate a problemas como as epidemias de Aids, tuberculose e malária.
A equipe de Mills usou dados educacionais da Unesco e de outras fontes para calcular o custo na formação de um médico desde a escola primária até o final da faculdade em nove países africanos: África do Sul, Etiópia, Quênia, Malaui, Nigéria, Tanzânia, Uganda, Zâmbia e Zimbábue.
Os resultados mostram que formar um médico custa entre US$ 21 mil (em Uganda) a US$ 59 mil (na África do Sul). Esse investimento é perdido se o profissional vai procurar emprego num país mais rico. Nesses nove países, a soma de todo o dinheiro investido na formação de médicos que acabaram emigrando supera os US$ 2 bilhões.
O estudo calculou que a Grã-Bretanha já lucrou US$ 2,7 bilhões com a importação desses profissionais. O benefício foi de US$ 846 milhões nos EUA, US$ 621 milhões na Austrália e US$ 384 milhões no Canadá.

fonte: www.estadao.com.br

Chefe da Nigéria anti-corrupção demitido.

Farida Waziri

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Mabvuto Phiri, AfricaNews repórter em Lusaka, Zâmbia.
 
O presidente da agência anti-corrupção da Nigéria , os Crimes Económicos e Financeiros da Comissão (EFCC), Farida Waziri, foi dispensado de seus deveres. Ela estava bem consciente desse dilema, o que ela captou adequadamente quando ela observou certa vez: " Se você combater a corrupção, a corrupção vai lutar com tudo o que ele tem".
Na quarta-feira, sua batalha contra a corrupção chegou ao fim com Presidente Goodluck Jonathan aliviando-a de seu trabalho como presidente da Comissão .

Ela disse ter sido informada do seu caso por seu assessor, que ouviu a notícia, quando foi transmitido.

Presidente Jonathan, desde então, nomeou o Sr. Ibrahim Lamorde, que até agora tinha sido diretor da Comissão de Operações, como presidente em exercício.

Este desenvolvimento foi contido em uma declaração eletrônica pelo Assessor Especial do Presidente em Media, Dr. Reuben Abati e disponibilizados aos meios de comunicação.

Mas o comunicado não revelou porque Waziri ficou aliviado de sua nomeação antes do término do seu mandato.

A declaração diz: "Presidente Goodluck Jonathan aprovou a nomeação de Ibrahim Lamorde como o presidente em exercício / director-geral de Crimes Económicos e Financeiros da Comissão (EFCC)  (EFCC).
 
fonte: Africa News

Condenação nas votações Gambianas.

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  1. Urnas presidenciais
    A equipe de AfricaNews Monitorou
    Gambianos que estão votando nas eleições presidenciais condenados por corpo regional Oeste Africano, a CEDEAO, como falta de legitimidade. CEDEAO disse que a eleição foi marcada pela intimidação de grupos de oposição e os eleitores. O atual presidente Yahya Jammeh, que tomou o poder em 1994, está buscando a reeleição.
    CEDEAO organismo regional, em uma crítica forte de um Estado membro, disse na terça-feira que não iria enviar uma missão para observar a votação ", porque os preparativos e o ambiente político ... são julgados pela comissão de não serems propício para a realização de eleições livres, com enquetes justas e transparentes. "

    Ele disse que uma missão de investigação tinha encontrado "um nível inaceitável de controle da mídia eletrônica pelo partido no poder ... e uma oposição e o eleitorado intimidado pela repressão e intimidação".

    Quase 800 mil gambianos estão registrados para votar na eleição de Jammeh contra dois rivais da oposição.

    Por causa de altas taxas de analfabetismo, os eleitores dão o seu voto, colocando uma bola de gude de vidro em um tambor de cor que representa o seu candidato.

    Analistas dizem que eleição de Jammeh para um novo mandato de cinco anos é uma conclusão precipitada após 17 anos de governo que começou com um golpe de Estado de 1994 e tem sido marcada por repressão letal em protestos, prisões em massa de opositores e remodelações militares.
     
    fonte: Africa News 




quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Zimbabwe o PM Morgan Tsvangirai quebra o tabu sobre o casamento.

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O primeiro-ministro do Zimbábue Morgan Tsvangirai fez um discurso durante um comício de seu Movimento para a Mudança Democrática (MDC), partido em 20 de Novembro de 2011, Chibuku Stadium, em Chitungwiza  
Morgan Tsvangirai deu a entender a seus partidários em um comício no fim de semana que um casamento foi nos cartões.
Primeiro-ministro do Zimbábue, Morgan Tsvangirai tinha quebrado o tabu local de se casar em novembro.
Culturalmente é temido um casamento em novembro porque traz ao casal sorte ruim.
Mas a  empresária Locadia Tembo e PM casaram em uma cerimônia tradicional na segunda-feira, pagando um preço a noiva de 36 mil dólares (R $ 23.000) e 10 vacas.
Sua primeira esposa, Susan, morreu quando eles foram envolvidos em um acidente de carro e pouco tempo depois ele se juntou ao Presidente Robert Mugabe em um governo de unidade em 2009.
Os dois líderes assinaram um pacto de coalizão após as disputadas eleições do ano anterior, que foram marcadas por violência generalizada.
 
Pedido de casamento branco
O primeiro indício de que Tsvangirai estava pensando em amarrar o nó foi em um comício em final de semana de seu Movimento para a Mudança Democrática (MDC) do partido em Chitungwiza, fora da capital, Harare.
O líder do MDC, 59 anos, brincou com a multidão de que os jornalistas estavam sempre escrevendo sobre ele ter namoradas.
"Mas pode a um solteirão ser negado esse direito?" ele se dirigiu para um rugido de risos e aplausos. Ms Tembo, 39 anos, é um comerciante de commodities e irmã de um deputado no partido de Mugabe, o Zanu-PF - uma fonte de controvérsia entre alguns membros do MDC.
Mas a maioria dos apoiantes do MDC parece feliz por seu líder, dizendo que com as eleições provisoriamente definidas para o próximo ano, um candidato presidencial vai se beneficiar de ter a ajuda de uma esposa e companheira na campanha eleitoral.
Nas ruas de Harare, havia pontos de vista divergentes, no entanto, algumas pessoas mostraram-se preocupadas com a questão de um casamento em novembro.

Depois de pagar o preço da noiva, conhecido como "lobolo", as parentes da Senhora Tembo na cerimônia tradicional em Christon Banco, cerca de 25 km (15 milhas) ao norte de Harare, Tsvangirai teria solicitado um casamento branco para acompanhar a cerimônia tradicional.
É nesta celebração que se possa aderir mais à tradição do Zimbábue, com indicações de que será realizado durante as férias de Natal.
Jameson Timba, um ministro de Estado no gabinete do primeiro-ministro, disse à BBC que Tsvangirai iria "fazer um anúncio apropriado em seus planos de casamento no momento certo".

 fonte: BBC

Cambaleia SA em guerra contra a corrupção.

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Kofi Adu Domfeh relatórios de Joanesburgo, África do Sul.

Altos níveis de corrupção são as conversações do dia na África do Sul, um país respeitado no continente Africano pela sua vivacidade econômica e democracia próspera. Uma das razões para a maior visibilidade da corrupção tem sido a forte posição tomada por Thuli Madonsela, o Protetor oficial público, que dirige serviços do país.
África do Sul a polícia
Seu registro na busca de queixas de corrupção desde sua nomeação há dois anos pegou a decisão do governo ANC de surpresa e ganhou aclamação pública em larga escala.

No entanto, David Lewis, diretor executivo do Relógio sobre Corrupção, uma nova instituição de anti-enxerto, não tem confiança no sucesso do país no combate à corrupção, citando declínio constante da África do Sul, em índices de corrupção, incluindo Percepção de Corrupção da "Transparency International Index".
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"Eu não acho que ninguém é de todo confiante de que estamos vencendo a guerra contra a corrupção", disse ele.

Segundo ele, o trabalho do Protector Público tem contribuído para um ultraje público contra a corrupção, mas "eu acho que as pessoas ainda sentem que são politicamente protegidas e elas vão fugir com ela [a corrupção] ... e é isso que tem que mudar ".

David estava se dirigindo a um grupo de jornalistas financeiros a partir de Gana, Nigéria, Quênia, Uganda e Zâmbia, que estão participando de uma Oficina de Relatórios Avançados em Finanças e Governança.

O programa, holding do Instituto da África do Sul para o Avanço de Jornalismo (IAJ), está sendo organizado pela Thomson Reuters Foundation e da Agência Norueguesa contra Cooperação para o Desenvolvimento (NORAD).

A questão da corrupção, de acordo com David, está a gerar "danos econômicos e de reputação enorme para as instituições políticas do país".

Há em curso investigações e processos de casos de "mega corrupção", incluindo os escândalos que têm envolvido Chefes das Polícias e do presidente em exercício, Jacob Zuma.

Há também a experiência cotidiana de muitos ricos, classe média e sul-africanos pobres que estão expostos aos que praticam "inadequadamente" a "pequena corrupção".

De acordo com um relatório do Willie Hofmeyr, chefe da Unidade Especial de Investigação, um órgão estatutário independente, pelo menos 20 por cento do orçamento do governo de compras estão perdidos para a corrupção.

"Há investigações fornecidas pela unidade de investigações especiais de que a realização de contratos de compras governamentais no valor de cerca $R9bilhões de Rands que se diz ter sido corrompido de alguma forma profunda", afirmou David Lewis.

África do Sul tem uma constituição forte, um poder judiciário independente, mídia robusta e com bastante influêencia na sociedade civil. O Congresso de Sindicatos do Comércio de África do Sul (COSATU) também tem sido mais vocal na luta contra a corrupção.

Os esforços destes pilares fundamentais têm no entanto sido revelados, mas não ajudou para aliviar o ambiente de corrupção.

Até recentemente, não houve vozes poderosas dentro do governo contra a corrupção.

Assista a corrupção quer ajudar o público a responsabilizarem as autoridades públicas por meio do estabelecimento de um "grande site interativo" para o agrupamento, análise e disseminação de informações sobre práticas de corrupção.

A plataforma, que ele imaginava, vai colaborar com mídia e outros grupos de interesse para gerar campanha sobre exposição pública sobre corrupção -, além de investigar denúncias de corrupção.
 
fonte: Africa News 

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