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Costa do Marfim: Indivíduo detido em Bouaké após roubar 10 milhões de francos CFA de uma empresa.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

sábado, 25 de janeiro de 2014

Guiné-Bissau: Responsável da ONU termina visita.

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O presidente da Comissão de Apoio para Consolidação da Paz das Nações Unidas, onde estão inscritos cinco países africanos, Guine-Conakry, Libéria, Serra leoa, Burundi e República Centro africana, terminou sua visita a Bissau.
Foi uma visita de cinco dias. António Patriota esgotou a sua agenda por ter reunido com diferentes figuras do actual executivo de transição na Guiné-Bissau, estruturas ligadas directamente ao processo eleitoral, assim como com representantes de organizações internacionais sedeadas no país.
Nestas ocasiões o diplomata brasileiro transmitiu uma mensagem uniforme a todos os seus interlocutores.
De referir que esta mensagem, referida por Patriota, consta também da última declaração do Presidente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, em Dezembro último, na qual salientava ainda que a importância da Consolidação da Paz e Estabilidade na Guiné-Bissau, não passa apenas pelo respeito a ordem constitucional ou ao processo eleitoral, mas sim pelas reformas judiciais, no sector da defesa e segurança, neste particular, com a cessação da interferência dos militares nos assuntos civis.
António Patriota foi ainda categórico em reafirmar a vontade da Comunidade Internacional em ver cumprido o calendário eleitoral, ou seja, que as eleições gerais tenham lugar no dia 16 de Março deste ano.
Advertência diplomática do Embaixador brasileiro ao serviço das Nações Unidas, António Patriota, no termo da sua visita de cinco dias a Bissau convite do Escritório Integrado da ONU para a Consolidação da Paz no país, chefiado pelo Premio Nobel de Paz, o timorense José Ramos Horta. 
# voa.com

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Angola: Lopo do Nascimento termina carreira política.

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Lopo do Nascimento termina carreira política

O antigo primeiro-ministro de Angola Lopo do Nascimento anunciou hoje em Luanda, em discurso no parlamento, o abandono da política ativa.
Lopo do Nascimento, que em três momentos do discurso de despedida foi interrompido com palmas dos deputados da oposição, centrou a sua intervenção num apelo à juventude de Angola para que encontre "posições de ações comuns verdadeiramente importantes" para o futuro do país.
O histórico dirigente do MPLA, partido no poder em Angola desde a independência em 1975, invocou "razões particulares" para abandonar a política ativa.
Lopo do Nascimento, 71 anos, exerceu o cargo de primeiro-ministro desde oprimeiro dia de independência, a 11 de novembro de 1975, até 09 de dezembro de 1978, e foi entre 1991 e 1992 ministro da Administração do Território.
No plano partidário, em 1993 ocupou o cargo de secretário-geral do MPLA.
No seu discurso de hoje, Lopo do Nascimento dirigiu-se particularmente aos líderes das organizações juvenis dos partidos com assento parlamentar, referindo que "o futuro do país" está nas mãos dos jovens.
"Vocês, jovens, não podem perder-se em discussões de infantários, que apenas vos dividem e impedem posições de ações comuns em relação ao que é verdadeiramente importante para o futuro do país", acentuou.
"O futuro deste país, cujo presente custou sangue, suor e lágrimas está nas vossas mãos", acrescentou.
O histórico dirigente de Angola ressaltou ainda o facto de em África as eleições serem importantes, "mas não suficientes" para a criação de uma nação.
"Vocês, jovens, têm de estudar em conjunto novos rumos para África", disse Lopo do Nascimento, pedindo para não sejam "meros papagaios repetidores".
"Em África, a maioria dos partidos são muito assentes numa base étnico, linguístico, cultural, de modo que quando as eleições excluem um partido, não é uma organização política que está a ser excluída, mas sim um grupo social, étnico, linguístico e cultural", frisou.
Segundo Lopo do Nascimento, a exclusão resultante dos processos eleitorais está na base de vários conflitos em África.
"Criamos os Estados, fizemos os Governo, mas falta criarmos a Nação. Os vossos pais, os vossos avós meteram-se na trilha da libertação que levou à independência de África. Agora é altura de vocês meterem-se na trilha da construção da nação", acentuou.
O ex-deputado lembrou ainda que "a nação não é de nenhum partido, é obra de todos e pertence a todos".
"Hoje em muitos países do nosso continente, o importante para subir na vida é a cor do cartão do partido, é o vir de onde vêm ou a raça da pessoa e vocês jovens africanos têm de preparar-se para ajudar a mudar esses critérios a favor da educação, da formação e da competência", enfatizou Lopo do Nascimento.
Nos seus 34 anos de experiência parlamentar, desde 1980, Lopes do Nascimento destacou os nomes de três antigos camaradas que marcaram a sua trajetória.
"Lúcio Lara (histórico do MPLA) pela sua capacidade de ouvir os outros, Mfulupinga Landu Victor (falecido líder do PDP-ANA, partido hoje sem assento parlamentar) pela sua personalidade inconformista, pois elas fazem mudar o mundo, e Agostinho Mendes de Carvalho (histórico do MPLA) pela sua retidão na defesa das causas do povo angolano", referiu.
No final, agradeceu ainda aos demais deputados o ensinamento de que não detém o monopólio da verdade e os outros dos erros.
Logo que terminou a intervenção, todas as bancas da oposição aplaudiram-no de pé, tendo então os deputados do seu partido, MPLA, a pouco e pouco acompanhado também com palmas, e ficando igualmente de pé.

# LUSA/A24

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

África do Sul quer tirar coelho da orelha de estátua de Mandela.

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Governo sul-africano retirará um pequeno coelho esculpido dentro da orelha da estátua gigante do Nelson Mandela



Coelho foi esculpido por artista

O governo sul-africano retirará um pequeno coelho esculpido dentro da orelha da estátua gigante do Nelson Mandela inaugurada em dezembro em Pretória, indicou nesta quarta-feira um porta-voz.

"Queremos restaurar a integridade da escultura o mais rápido possível", disse à AFP o porta-voz do ministério da Cultura, Mogomotsi Mogodiri.

Os dois escultores, André Prinsloo e Ruhan Janse van Vuuren, explicaram ao jornal Beeld que haviam colocado um coelho na orelha direita da estátua de bronze como forma de assinatura, já que o ministério proibiu que escrevessem seus nomes.

Segundo os escultores, o coelho representa o pouco tempo que tiveram para acabar a obra, porque na língua africana a palavra "haas" quer dizer "coelho", mas também "pressa".

"Não posso dizer quanto tempo levará para tirar o coelho. Estamos discutindo isso com as autoridades do ministério e da empresa encarregada de fabricar a estátua", declarou o ministro da Cultura.

A obra, de 9 metros de altura, que representa um Nelson Mandela sorridente com os braços abertos, foi inaugurada no dia 16 de dezembro nos jardins do Union Buildings, a sede da presidência sul-africana em Pretória, um dia após o enterro do herói da luta contra o apartheid.

Mandela, o primeiro presidente negro da África do Sul, que passou 27 anos nas prisões do regime racista do apartheid, morreu no dia 5 de dezembro de 2013 aos 95 anos. 

# istoénotícia


Giap, o general que não se rendeu. Vale a pena conferir!

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Giap, o general que não se rendeu. 19645.jpeg

Giap, o general que não se rendeu.
Por Lincoln Secco* , especial para o Vermelho.
Conta-se que um general francês disse a Ho Chi Minh que ele deveria se render. Ho respondeu: "De três possibilidades eu lhe ofereço duas: na primeira vocês são derrotados, na segunda nós vencemos". Ele não disse qual seria a terceira...Giap e Ho Chi Minh. O professor de historia e o político
Para muitos historiadores militares a liderança vietnamita só venceu a França e os Estados Unidos porque desejava uma vitória a qualquer custo, não importando o sacrifício das vidas de seus soldados. Nesta acepção, Giap justificava os meios pelos fins e foi culpado pela morte de seus compatriotas que combateram as potências colonialistas. Em curiosa inversão, o agredido é culpado pela agressão que sofreu.
Um dia depois da morte do General Vo Nguyen Giap aos 102 anos (4 de outubro de 2013), na Folha de São Paulo lia-se que o General William Westmoreland, que comandou as forças americanas no Vietnã entre 1964 e 1968, disse: "Qualquer comandante americano que suportasse as mesmas baixas imensas que o general Giap suportou não teria durado três semanas no cargo". Já o coronel francês Marcel Bigeard (um dos derrotados em Dien Bien Phu) disse: "para Giap, a vida de um homem não valia nada" (1) .
O jornalista Ricardo Bonalume Neto escreveu: "Giap e a liderança comunista vietnamita deixaram claro que os fins justificavam os meios". E acrescentou que "Giap era um excelente organizador e provedor de logística; como tático, não era tão notável assim" (2) .
Curiosamente, a opinião destoa de uma fonte brasileira de época. O Estado de S. Paulo de 11 fevereiro de 1968 (na época da ofensiva Tet) destacava que Giap era "um dos melhores comandantes táticos de sua geração", pois era capaz de "movimentar as tropas mais depressa do que seria de se esperar".
Tantas incompreensões podem ser sintetizadas na indagação: Como um professor de história pôde tornar-se um bem sucedido general? O coronel estadunidense Cecil Currey escreveu uma tendenciosa biografia do General para tentar responder a esta pergunta (3) . Mas não é a biografia de Giap quem pode nos explicar e sim a história em cujo processo ele e outras lideranças vietnamitas desempenharam um papel ativo.

História
A Revolução Vietnamita, como a chinesa, hauriu suas fontes do desequilíbrio das formas tradicionais de vida, ocasionado pela penetração imperialista no século 19. Até 1914 a resistência baseou-se em exércitos camponeses em trincheiras camufladas e armadilhas; estabelecimento de zonas autônomas; apoio ao banditismo e queima de registros de impostos (4) .
Depois de 1914, a luta obteve um direcionamento político oriundo de ideologias ocidentais (nacionalismo e marxismo). Qualquer luta precisava considerar o gênero de vida local: florestas pantanosas, clima de monções, cultivo do arroz e expansão para o sul em busca de novas terras (5): "Ter perturbado a particular concepção vietnamita da vida e do mundo, com seus reflexos econômicos, sem conseguir substituí-la por outra, foi a causa fundamental do fracasso da colonização francesa" (6) .
Os franceses monopolizaram as terras do sul para seus colonos e para a produção de cautchu (árvore produtora da borracha) em latifúndios e sob trabalho compulsório de vietnamitas arrancados de suas aldeias. Esta situação impediu a marcha secular para o sul, a harmonia entre seres humanos e natureza, o equilíbrio e as formas de evasão e escape para o crescimento populacional nas aldeias; a manutenção do artesanato (já que as importações da França inundaram o mercado interno). Além disso, os franceses monopolizaram o sal, o álcool e o ópio e proibiram a maioria dos letrados vietnamitas de ocupar cargos na administração colonial. Não surgiu ali uma burguesia nativa devido às poucas possibilidades de acumulação interna (7) .
O comunismo se tornou uma força nacional quando harmonizou o marxismo com as realidades locais. Foi durante o período entre as guerras que o partido comunista foi fundado, Ho Chi Minh iniciou suas atividades políticas e Vo Nguyen Giap aderiu à causa. Ele era um professor de História no Liceu de Hanói entusiasmado pelas lições das guerras napoleônicas.
Nomeado por Ho Chi Minh para chefiar a defesa militar do partido, Giap seguiu para a China ainda durante a Segunda Guerra. Na base de Hunan, ele e mais 28 vietnamitas receberam treinamento militar no Exército Vermelho de Mao Tsetung.
Vitória
Em março de 1945, quando os japoneses expulsaram os franceses (após o fim do governo de Vichy), eles ocuparam as cidades e deixaram o campo livre aos comunistas. Em agosto, após a rendição japonesa aos EUA, os comunistas assumiram o controle do governo, sendo empossados pelo imperador outrora fantoche dos franceses.
O Partido Comunista teve como base social o pequeno proprietário aldeão que participava da periódica divisão de terras comunais. Socializar tornou-se o termo para disponibilizar a aldeia. Os comunistas, com essa base social, se impuseram às ideologias concorrentes. Por ordem de Giap os trotskistas foram reprimidos, por exemplo. Em 1953, na zona francesa, o líder trotskista foi eleito deputado ao conselho comunal com apoio da base sindical junto aos taxistas. Já os comunistas se recusavam a legitimar uma zona colonizada (8) .
A retomada francesa obrigou Ho Chi Minh e Giap a levarem o partido para a selva, no norte do país e usar o Laos e, mais tarde, a China como zonas (santuários) de descanso e treinamento a salvo de ataques inimigos. È por isso que Dien Bien Phu foi um local estratégico para os franceses naquela etapa. A 120 km de Hanói, no Viet-Bac, área cercada por colinas e vales profundos, Giap estabeleceu seu quartel general após a retomada da capital pelos franceses.
O exército opressor será sempre derrotado se não vence. Embora pareça um truísmo, significa que o impasse permanente leva à desmoralização das tropas de ocupação. Elas não podem ocupar todo o território. Quanto mais se amplia a área de atuação, mais dispendiosa é a guerra, mais condenável do ponto de vista político e moral e mais frágeis as linhas de abastecimento e comunicação. Estender as linhas de ação é enfraquecer o poder de fogo e se expor aos ataques da guerrilha.
A impossibilidade de vencer a resistência levou os franceses à derrota. Também contou para isto a impossibilidade política de uso de armas atômicas contra os guerrilheiros, conforme queriam os franceses. O impasse estratégico ao qual chegaram as tropas colonialistas francesas em 1954 foi fruto do prolongamento de uma guerra de desgaste contra uma guerrilha móvel que podia se deslocar muitas vezes a poucos metros das estradas controladas pelos franceses; que não precisavam transportar artilharia pesada e nem tinham interesse em estabelecer-se nas cidades.
Em 1953 o problema do ponto de vista francês era o seguinte: os franceses ocupavam o delta do Rio Vermelho de onde atacavam a zona liberada do Vietminh. Deveriam antão concentrar ali suas forças para atacar os comunistas? Mas ao fazer isso não iriam expor toda a cadeia de pontos fortificados através da qual mantinham o governo de grande parte do país?
Do ponto de vista do Vietminh o problema era o seguinte: seria melhor concentrar forças para atacar os franceses ali (delta do Rio Vermelho) ou mobilizá-las para atacar em outras direções?
Atacar ali seria expor-se à destruição diante do ponto forte do inimigo. Mas atacar alhures significaria deixar ameaçada a zona liberada do Vietminh (9) .
Os franceses não tinham uma solução estratrégica para o problema. Os comunistas apresentaram a solução dialética. Giap e seus camaradas sabiam que não precisavam vencer os franceses em muitas batalhas, só precisavam levá-los a desistirem. A solução para o conflito não era militar, mas política.
Seguindo o pensamento de Clausewitz, o Comitê Central do Partido Comunista decidiu atacar vários pontos frágeis do inimigo, obrigando-o a dispersar suas forças, fustigando seus flancos visando destruir suas forças vivas. Tratou-se de uma decisão pela ofensiva dinâmica. De acordo com Ho Chi Minh, ao final daquele encontro, "na arte militar é preciso ser muito flexível...até o infinito" (10) .
Dien Bien Phu é uma região situada no Noroeste do Vietnã, próximo à China e ao Laos. Era uma fortificação francesa que visava controlar o acesso do Vietminh ao Laos (como zona de reserva e fuga: santuário) e aos arrozais da região. Era abastecida inteiramente por aviação (100 km de Hanói). Segundo Giap:
"Nós estávamos tão longe das nossas bases, a 500 quilmetros, 600 quilómetros. Eles estavam persuadidos, fundados na experiência de batalhas anteriores, que não podíamos abastecer de víveres e munições um exército num campo de batalha para além de 100 quilóômetros e somente durante 20 dias. Porém, nós abrimos pistas, mobilizámos 260.000 carregadores - os nossos pés são de ferro, diziam eles - milhares utilizando bicicletas fabricadas em Saint-Étienne que nós transformamos para poder transportar cargas de 250 kg. Para o estado-maior francês era impossível que pudéssemos içar a artilharia para as elevações que dominam a bacia de Diên Biên Phu e atirar à vista. Ora, nós desmontamos os canhões para os transportar peça por peça para esconderijos cavados no flanco da montanha e sem que o inimigo soubesse".
Pensamento Militar
Entre as fontes do pensamento de Giap podemos destacar: Resistência vietnamita aos chineses ao longo da história. Estudo de batalhas de resistência (a exemplo de Mao); Estudo das batalhas de Napoleão e de T.E. Lawrence; Estudo crítico de Sun Tzu e de Mao (adotou os princípios da guerrilha e da defensiva estratégica ou defesa ativa; Aprendizado político de Ho Chi Minh: unidade política antes de qualquer guerra (Perseverança); Lênin: o objetivo pelo qual se luta é mais importante que os meios; Clausewitz: política e luta armada constituem um processo contínuo.
Notas
1 - Gregory, Joseph. "General Vo Nguyen Giap expulsou França e EUA do Vietnã". Folha de São Paulo, 4 de outubro de 2013.
2 -Folha de São Paulo, 4 de outubro de 2013.
3 -Currey, C. Vitória a qualquer custo. Rio de Janeiro: Bibliex, 2002, p.248
4 -Marchese, S. A Revolução Vietnamita, São Paulo, Ed. Três, 1974, p. 650.
5 -Id. Ibid.
6 -Id. Ibid.
7 -Id. Ibid.
8 -Currey, C. Op. cit.
9 -Taber, R. Teoria e prática da guerrilha. A Guerra da Pulga. Lisboa: Iniciativas Editoriais, 1976, p. 109.
10 - Giap, V. N. Mémoires, T. III, Paris: Anako, 201, p. 28.
*Lincoln Secco é professor de História Contemporânea na USP
# pravda.ru

Fim da visita a DUBAI: Macky Sall saúda o interesse dos industriais dos Emirados Árabes Unidos para com o Senegal.

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Dubai - O Chefe de Estado, Macky Sall, congratulou-se nesta terça-feira em Dubai, com interesse dos empresários dos Emirados Árabes Unidos para com o Senegal, antes de pedir a seus compatriotas que vivem neste país para " acompanhar " as suas boas intenções "em relação ao nosso país. "

O Chefe de Estado, que se reuniu com a comunidade senegalesa em Dubai, depois de uma visita oficial de três dias, aproveitou a oportunidade para explicar aos seus companheiros sobre os grandes projetos que ele tem para o desenvolvimento do Senegal, nomeadamente as relativas aos novos centros urbanos organizados que exigem pesados ​​investimentos e parcerias.
A este respeito, o presidente Sall disse que a ele compete acompanhar os privados e líderes de projeto da diáspora senegalesa, a fim de permitir-lhes " expandir e crescer " suas atividades.
O presidente também disse que espera impulsionar o crescimento do Senegal por desenvolver as vias de comunicação através de novas estradas e a interligação marítima em todo o país. Ao mesmo tempo, assegura o Chefe de Estado, o quadro jurídico que será reforçado para dar mais segurança aos investidores, à luz da conclusão do projeto Senegal emergente. No início da manhã de terça-feira, ele se reuniu com as autoridades da Câmara de Comércio de Dubai, em que ele pediu para aumentar o volume de trocas comerciais com Senegal.

Vários membros dos empregadores senegaleses participaram da reunião e aproveitaram a oportunidade de aprender com os seus homólogos dos Emirados Árabes Unidos de comércio sobre as oportunidades de negócios. Por seu lado, as autoridades consulares de Dubai têm expressado ao Chefe de Estado para promover à sua disponibilidade em promover com o Senegal o relacionamento em negócios abraçando todas as áreas da vida econômica. Durante a mesma jornada de terça-feira, a última etapa da visita do Chefe de Estado, Macky Sall também teve uma audiência com o primeiro-ministro dos Emirados Árabes Unidos. Com uma parte da delegação que o acompanha o chefe de Estado deixou ontem, Abu Dhabi, para seguir para Davos, na Suíça, onde vai participar do 44º Fórum Mundial, do qual a primeira jornada é consagrada ao Renascimento Africano.

# ( PSA ) em colaboração com lesoleil.sn

Madagascar recebe o novo presidente; o predecessor quer ser Primeiro Ministro.

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O Presidente eleito Hery Rajaonarimampianina de Madagascar. Sua posse está prevista para o próximo sábado. RIVONALA RAZAFISON | GRUPO Nation Media

Como Madagascar se prepara para a cerimônia oficial de posse do presidente eleito Hery Rajaonarimampianina no sábado, o presidente cessante Andry Rajoelina está visivelmente inclinando para se tornar o próximo primeiro-ministro em uma semelhança do poder constituído na Rússia por Vladimir Putin e Dmitry Medvedev.

" Se Andry Rajoelina é necessário como [ primeiro-ministro ], eu o serei. Se Andry Rajoelina não é necessário, ele tem outras opções ", disse o líder aos repórteres na abertura de um novo hospital na capital Antananarivo na quarta-feira .

Em um comentário muito revelador, ele disse que não é ele que procura o cargo ", mas é o assento que ele precisa . "

Rajoelina havia apoiado o presidente eleito Rajaonarimampianina durante eleição presidencial de dezembro e presume-se que ele vai desfrutar de muita influência sobre seu sucessor.

A formação política constituída juntamente com Andry Rajoelina ' agora compreende mais de 80 dos 151 deputados na próxima Assembleia Nacional, de acordo com a sua estimativa.

Tal bloco parlamentar pode realmente comandar o direito de nomear o primeiro-ministro, se as coisas continuam as mesmas.

"Eu já não serei o presidente depois de sábado. No entanto, eu sempre estarei com vocês todos. Se Andry Rajoelina não procurar o cargo, mas é o assento que ele precisa ", disse ele.

"O futuro político de Rajoelina é óbvio. O povo malgaxe que votou os deputados da plataforma "Juntos com Andry Rajoelina ' tem confiança nele. Não enganar o povo ! ", Alertou.

Cerimônia de repasse de cargo 

Antes de sábado marcado para a posse do presidente eleito Rajaonarimampianina - pronunciado como RAH- DJAW - NAH -RI- MAM- PEE- AH- NEE- N - Rajoelina deve entregar o cargo a seu sucessor na sexta-feira de manhã, disse uma fonte oficial.

A entrega, que terá lugar no State House será exibido diretamente na TV e estações de rádio estatais.

A comemoração no Sábado será no estádio municipal de Mahamasina na capital Antananarivo.

A cerimônia será seguida por um mega comício de reconhecimento aos eleitores durante a tarde.

Líderes das ilhas vizinhas, incluindo Seychelles ' Presidente James Michel, líder da Maurícia Kailash Purryag e Comores do Grande Homem Ikililou Dhoinine, participarão dos dois eventos, disse o Serviço de Imprensa Presidencial.

O Líder Namibiano Hifikepunye Pohamba representará a Comunidade de Desenvolvimento dos Sul Africanos (SADC).

Parabenizando o Presidente de Madagascar eleito, Ban Ki-moon, Secretário-Geral da ONU pediu ao novo governo para estender a mão à oposição e para liderar o país no interesse de todos os seus cidadãos.

Entrevistado pela rádio francesa RFI, o presidente eleito Rajaonarimampianina disse que a restauração do Estado de Direito será sua prioridade.

" Isto constitui uma garantia de confiança entre a população e os seus comandados ", disse ele.

Ele no entanto se absteve de revelar que será o seu primeiro-ministro.

" Ele (o Premier ) será conhecido depois que o tribunal eleitoral publicar os resultados oficiais das eleições legislativas (que são esperados após 08 de fevereiro ) ", disse ele.

Questionado sobre o eventual retorno do líder exilado Marc Ravalomanana, ele disse: " A minha prioridade é o destino dos 22 milhões de malgaxes. "

O presidente eleito também está esperando o convite para participar da cúpula da União Africana, em Addis Abeba, na próxima semana. Madagáscar foi suspenso pelo corpo após a derrubada militar de Ravalomanana em 2009.

Madgascar também não foi convidado ainda para a cimeira de líderes EUA-África que o presidente Barack Obama será o anfitrião em Washington DC, em agosto.

Mas a União Africana diz o contrário, a ilha do Oceano Índico, em conjunto com o Egito, a República Centro- Africano e Guiné-Bissau, permanecem oficialmente suspensos da organização continental.

# africareview

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Catherine Samba-Panza: Meu plano para salvar a África Central.

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A Presidente de transição, recém-eleita da República Centro Africana,, Catherine Samba-Panza dá uma conferência de imprensa em 21 de janeiro de 2014 em Bangui. O novo líder da República Centro-Africana prometeu hoje formar um governo baseado em habilidades, em vez de religião. FOTO | AFP

A Nova líder da República Centro-Africana prometeu nesta terça-feira escolher seu gabinete baseado em habilidades, em vez de religião como ela testemunhou há meses o derramamento de sangue entre cristãos-muçulmanos.

Um dia depois de Catherine Samba-Panza, a prefeita da capital Bangui, que foi eleita presidente de transição pelo Parlamento, os moradores disseram que a cidade está estranhamente calma, além de atos isolados de saques por gangues de jovens.

Mas as tropas de uma missão militar apoiada pela União Africana encontrou uma dúzia de corpos em uma cova ao norte de Bangui, um lembrete do assombro dos assassinatos inter-religiosos que eclodiram depois que o grupo rebelde de maioria muçulmana Seleka derrubou o governo em março do ano passado.

Desde que a crise eclodiu, os trabalhadores da Cruz Vermelha encontraram corpos em uma base quase normal e em torno de Bangui, embora a situação de segurança tem vindo a melhorar desde que a França lançou uma operação militar em favor da sua ex-colônia há um mês e meio atrás.

A França tem 1.600 tropas no terreno - apoiando as 4.400 fortes tropas africanas no terreno, a Misca. A União Europeia concordou segunda-feira a enviar mais 500 soldados para ajudar.

Na segunda-feira os soldados da vizinha Camarões mataram três combatentes da África Central - dois homens e um miliciano cristão Seleka  anti- Balaka - quando um tiroteio eclodiu em toda a fronteira, disse o ministro da Defesa da República dos Camarões.

Olhando no sentido de restaurar o estado pô-lo em funcionamento e curar o ódio religioso, a Sra. Samba- Panza disse que queria um governo de tecnocratas livres de corrupção, dizendo a uma emissora de rádio francesa que iria nomear as pessoas, independentemente da sua filiação religiosa. ( Leia-se: A mulher que iria salvar a África Central)

" Eu não tenho nenhuma animosidade, eu estou procurando habilidades, um governo de tecnocratas, com forte probidade moral. Se eu tiver um primeiro-ministro que atenda a esses critérios e é da religião muçulmana, não vejo por que eu não deveria nomear ele ", disse ela à Radio France Internationale (RFI) .

O público e os políticos tanto elogiaram a escolha da primeira mulher a liderar a República Centro-Africana após 10 meses de crescente violência entre ex-rebeldes muçulmanos e cristãos vigilantes, o que provocou um milhão de pessoas deslocadas no país de 4,6 milhões.

Moradores saudaram o " apelo sonoro" da " Madame Catherine" para que ambas as milícias de auto-defesa cristãos, conhecidos como " anti-Balaka " (anti- facção ) e os combatentes muçulmanos para deporem as armas.

Ficar sem suprimentos

Um representante das forças anti-Balaka, Levi Yakete, disse à rede de notícias AFP que ele havia " passado sobre o apelo de cessar-fogo por nossos lutadores e está sendo atendido ".

A Sra. Samba-Panza substitui o líder rebelde Michel Djotodia, que se mostrou incapaz de frear seus combatentes quando eles entraram numa fúria de matar, estuprar e saquear depois que ele assumiu o poder. Ele foi forçado a renunciar sob pressão internacional em 10 de janeiro.

O Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas alertou que estava ficando sem suprimentos para um número crescente de pessoas sem-abrigo, incluindo cerca de 100.000 residentes em Bangui que fugiram para uma cidade de tendas alastradas perto do aeroporto, onde as tropas estrangeiras se situam.

"Eu, eu não vou mexer ", disse Nathalie Kossimou à AFP no acampamento aeroporto. "Não tenho nada , a minha casa foi saqueada, estou com medo, e enquanto o Seleka ainda tem armas, eu vou ficar aqui. "

O Motorista de caminhão Jean-Firmin Passire achou a Sra. Samba-Panza como uma figura " conciliadora ".

"Esta é que é uma senhora, ela vai invidar esforços ", disse ele. " Desde a independência, nós não evoluímos em nada, mas os homens e todos eles se comportavam como bandidos. "

Depois de décadas de corrupção desde a independência da França em 1960, os doadores internacionais estão ansiosos para apostar num líder credível para lidar com eles. Na segunda-feira eles se comprometeram a doar 496 milhões de dólares (365 milhões de euros) em ajuda para este ano.

Advertiu contra a corrida

As Nações Unidas alertaram para um potencial de "genocídio" no país, onde as comunidades religiosas já haviam vivido juntos em paz.

A Sra. Samba-Panza, que ainda tem de ser empossada perante o Tribunal Constitucional provisório, está encarregado de organizar eleições gerais em fevereiro de 2015, no qual ela será impedida de candidatar.

Ela disse à RFI que um primeiro-ministro interino " será nomeado dentro de dois ou três dias ".

Apesar da pressão da França para realizar eleições este ano, a Sra. Samba-Panza propõe fevereiro 2015 que seria " administrável ", e advertiu contra apressar-se às eleições.

O chanceler francês, Laurent Fabius disse que a Sra. Samba-Panza seria empossada nesta quinta-feira, e elogiou-a como "uma mulher notável ".

" Sua tarefa é imensa, mas ela deve saber que pode contar com o apoio da França", disse ele ao Parlamento francês.

O Ministro da República Centro-Africana para a comunicação e reconciliação, Adrien Poussou, disse que a Sra. Samba-Panza "conhece a classe política Centro-Africana bem ".

" O fato de que ela não tem um rótulo político irá dissuadir aqueles que seriam tentados a manter a violência ", disse ele em uma visita a Roma.

Mas ela teve o seu trabalho cortado para eles, acrescentou.

"O Estado Centro-Africana existe apenas no nome . " (AFP)


# africareview

O Presidente do Quênia faz parte da cúpula de África convidado por Obama.

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O Presidente Uhuru Kenyatta do Quênia  cumprimenta o presidente dos EUA, Barack Obama, durante a tarde do serviço memorial de Nelson Mandela no estádio FNB, em Joanesburgo, África do Sul, em 10 de dezembro de 2013. Sr. Kenyatta foi convidado para uma reunião de cúpula dos líderes africanos nos EUA, marcada para agosto. IMAGEM

A Casa Branca anunciou nesta terça-feira que o presidente Barack Obama vai sediar o primeiro encontro de Líderes de África  nos EUA, a realizar em Washington, em agosto, para o presidente queniano Uhuru Kenyatta, Obama disse estar na lista de convidados.

A reportagem sobre a inclusão do cabeça de Estado queniano, que está lutando contra acusações feitas por TPI, contra 47 líderes africanos, marca uma virada decisiva para a melhoria nas relações entre as administrações Obama e Kenyatta.

O ex- chefe da diplomacia de Obama para a África tinha um ano atrás advertido em termos velados de que a eleição do Sr. Kenyatta teria "consequências negativas " para os laços entre os dois aliados de longa data.

O presidente dos EUA, em seguida, esnobou Quênia, durante sua turnê a três nação da África em junho e julho do ano passado.

Indiciamento do presidente Kenyatta pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) por acusações de crimes contra a humanidade foi reconhecido pela Casa Branca como o principal motivo pelo qual o Sr. Obama pulou uma visita tão esperada à terra natal de seu pai.

O presidente americano, posteriormente, telefonou para o presidente queniano, no entanto, tanto após o incêndio do terminal do Aeroporto Internacional Jomo Kenyatta, em agosto e o massacre de Westgate provocado por terrorista no mês seguinte.

O caso tem, no entanto corrido em ventos fortes após a Procuradora Fatou Bensouda apelar mais tempo para reforçar a sua prova, que é cada vez mais vista como um caso plenamente enfraquecido.

Do Quênia o embaixador dos EUA Jean Kamau disse no mês passado que as relações com os EUA eram " fortes", acrescentando que ele não vê nenhuma indicação das "consequências" que as relações estariam ameaçadas.

A Cúpula de 5-6 agosto " terá como base os progressos realizados desde a viagem do presidente para a África no último verão, que avança o foco do governo sobre o comércio e o investimento em África, e destacar o compromisso dos EUA com a segurança em África, o seu desenvolvimento democrático e seu povo", disse a Casa Branca na terça-feira.

Os Convites são para todos os países africanos que estão em boa posição com os Estados Unidos ou não estão suspensos da União Africana - o que significa que não haverá lugar para o Egito, Zimbábue, Sudão, Madagascar e Guiné-Bissau.

Washington tem cobrado sanções contra o Sudão e se refere ao seu presidente, Omar al- Bashir, como persona non grata devido a sua recusa em cooperar com o TPI, que o acusou de genocídio e crimes contra a humanidade.

Os EUA também há muito tempo tem más relações com do Zimbábue, de Robert Mugabe.


E a administração Obama fez declarações críticas sobre retrocessos para a governação democrática em Madagascar e Guiné-Bissau, embora o primeiro realizou recentemente uma eleição que poderia permitir  a sua readmissão na arena internacional.

# africareview.com

Barack Obama convida 47 líderes africanos para cúpula na Casa Branca.

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Barack Obama convida 47 líderes africanos para cúpula na Casa Branca

O presidente Barack Obama convidou os dirigentes de 47 países africanos a participarem numa cúpula na Casa Branca que será realizada nos dias 5 e 6 de agosto em Washington, anunciou hoje o executivo norte-americano .
"O presidente Obama espera dar as boas-vindas a líderes do continente africano na capital da nação para fortalecer os vínculos com uma das regiões mais dinâmicas e de crescimento mais rápido no mundo", indicou o comunicado.
A concretização desta cúpula, e quando Washington manifesta crescentes preocupações pela importante presença da China no continente, tinha já sido abordada durante a deslocação de Obama a África em junho, num discurso na Cidade do Cabo.
"Este ano marca o 50º aniversário da Organização da Unidade Africana, agora a União Africana", lembrou Obama nessa ocasião. "Os EUA desejam continuar sua vinculação não só sobre assuntos de segurança, mas também sobre o ambiente, a economia e a educação", acrescentou.
Para isso, Obama disse que convidaria os chefes de Estado de toda África Subsaariana para "iniciar um novo capítulo nas relações entre Estados Unidos e África".
A União Africana é integrada por 54 países. A troca comercial dos EUA com toda África em 2013 teve um valor de US$ 99,6 bilhões, comparado com um valor total de US$ 4,5 trilhões em todo o comércio exterior americano.
Com uma troca anual de US$ 24 bilhões, principalmente em comércio petroleiro, a Nigéria é o maior parceiro comercial americano na África e mesmo assim está no posto 31 entre os maiores mercados para os EUA.
Segundo o comunicado emitido hoje pela Casa Branca, esta reunião em agosto continuará trabalhando sobre "o progresso feito desde a viagem do presidente à África, e avançará as propostas de seu governo para o comércio e o investimento na África".
A intenção de Obama, acrescentou o comunicado, é "destacar o compromisso dos Estados Unidos com a segurança da África, seu desenvolvimento democrático e  seus povos".
Obama vai enviar convites a todos os países africanos que mantenham boas relações com os Estados Unidos ou não tenham sido suspensos da União Africana, o que exclui o Egito ou o Zimbábue.
Outros países não incluídos na lista, que se estende desde Angola à Zâmbia, serão o Sudão e Madagáscar.
A presidente da comissão da União Africana, Nkosazana Dlamini-Zuma, também estará presente no evento.

# EFE/A24

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Encontrado na África do Sul diamante azul excepcional.

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Diamante foi considerado "excepcional" por especialistas

Um diamante azul de 29,6 quilates, avaliado em milhões de dólares, foi encontrado na semana passada na mina de Cullinan, perto de Pretória, anunciou nesta terça-feira a empresa Petra Diamonds, que qualificou a pedra de "excepcional".
"A pedra é de um azul intenso notável, com uma saturação, um tom e uma clareza extraordinárias, e conta com o potencial para produzir uma pedra polida de grande valor", comemorou, em um comunicado, o grupo britânico, que explora a mina sul-africana desde 2008.
A empresa foi evasiva no que diz respeito ao valor exato que sua nova descoberta poderia alcançar, lembrando que os diamantes azuis são os mais cobiçados.
"Estamos realmente entusiasmados com o potencial deste diamante", declarou a porta-voz do grupo, Cathy Malins, à AFP, lembrando que um diamante azul de 25,5 quilates foi vendido, em abril de 2013, por US% 16,9 milhões;
O maior diamante do mundo - o "Cullinan" -, uma pedra de 3.106 quilates, foi descoberto na mina de Cullinam, em 1905. Foi talhado em seguida e dois de seus fragmentos mais impressionantes fazem parte das joias da coroa britânica.
# bol.uol.com.br

Romances do Presidente Hollande se transforma em um espetáculo político na França.

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PARIS - Como um candidato para a presidência francesa, em 2012, François Hollande prometeu ser esposo mais chato do que o sedutor flamboyant. 

Determinado a se diferenciar do homem que ele estava tentando derrubar - Nicolas Sarkozy, cujo casamento com a ex-modelo Carla Bruni havia ajudado a torná-lo alvo dos tablóides - Sr. Hollande proclamou: "Eu, presidente da República, vou me certificar de que o meu comportamento é exemplar a cada momento. "

Vinte meses na presidência, promessa de campanha do Sr. Hollande está se saindo ainda menos do que a economia francesa amaldiçoado pelo desemprego. 

Flagrado em um romance clandestino que é mais uma farsa no quarto do que o drama de Shakespeare - uma bela atriz, uma mulher desprezada em casa, por idas e vindas clandestinas em uma scooter presidencial - Sr. Hollande está testando os limites de tolerância da França para a indiscrição privada e ficando vulnerável ​​ao ridículo.

Já sob o peso de historicamente revelado o baixo apoio nas pesquisas, ele também enfrenta o desafio de manter o caso de se diminuir sua capacidade de avançar com uma nova agenda ambiciosa destinada a restabelecer o desvanecimento na competitividade global da França e movendo seu Partido Socialista para o centro.



Julie Gayet: Antonio de Moraes Barros Filho/WireImage



Um grande teste poderia vir no próximo mês, quando ele vai viajar para Washington para uma visita aos Estados Unidos para um encontro com o presidente Obama. Parceira oficial do Sr. Hollande, Valérie Trierweiler, estava programada para acompanhá-lo em seu papel como primeira-dama de facto, mas agora a visita parece provável para atrair a atenção considerável para a sua eventual escolha de, ou a falta de uma companheira de viagem.

"Ele é sempre odiado quando a política se transforma em um espetáculo, e agora ele se vê no meio de um", Julien Dray, um socialista proeminente, que disse em uma entrevista . " A questão é como ele vai lidar com isso a longo prazo. Se isso se tornar vaudeville, isso poderia prejudicar sua presidência."

Hollande, de 59 anos, tem tido pouca trégua desde uma publicação na revista, Closer, que o flagrou em um apartamento ao redor do Palácio do Eliseu com Julie Gayet, uma atriz de cinema de 41 anos de idade, que tem desempenhado papéis tão variados como um "Foreign Ministry official", um cabeleireiro e um viciado, com cenas de nudez. A revista publicou fotos dele ao chegar para seus encontros em uma scooter, usando um capacete com a viseira para baixo, mas, aparentemente, reconhecida por seus sensatos sapatos de amarra preta.

Os membros do público francês de princípio tomou as revelações em seu habitual passo sexualmente sofisticado, mas não da Sra. Trierweiler. As pessoas que a conhecem bem disseram que ela estava tão devastada pela notícia e que ela foi para em um hospital.

Hollande a visitou apenas uma vez durante seus oito dias de estadia. Desde que deixou o hospital no fim de semana ( e agradecendo seus apoiantes via Twitter para os seus bons desejos ), ela foi descansar no La Lanterne, o refúgio presidencial em Versalhes. No Paris Match, onde a Sra. Trierweiler manteve-se empregada como uma jornalista, mesmo enquanto servia como consorte oficial do Sr. Hollande, informou em seu site que o presidente pediu-lhe mais tempo.

Hollande disse segunda-feira em uma coletiva de imprensa na Holanda que a Sra. Trierweiler está " cada vez melhor ", mas ele não respondeu à questão que querem saber se ela continua como a primeira-dama da França, de acordo com relatos de serviços de notícias.

Se ele a deixar, ela será sua segunda separação de alto nível em sete anos, após o fim de seu relacionamento de 25 anos com Ségolène Royal, candidata presidencial do Partido Socialista em 2007 e mãe de seus quatro filhos.



Valérie Trierweiler Pool photo by Thomas Samson 


O Drama pessoal do Sr. Hollande que está jogado para fora ao longo das últimas duas semanas, mas ele está tomando uma das decisões mais substantivas do seu mandato até agora, propondo cortar impostos corporativos e reduzir os gastos públicos, movimentos que enervou a ala esquerda de seu Partido Socialista, mas também atraiu aplausos do mundo dos negócios.

A confluência das duas linhas de história fez o Sr. Hollande, que tinha sido caricaturado como vacilante como um creme francês popular, em uma figura mais complexa.

Para seus defensores, este é o início de um novo capítulo para o Sr. Hollande em que ele está a emergir como um líder mais maduro e pragmático que pode ser ignorado a partir do que havia se tornado uma relação complicada com a Sra. Trierweile.

Eles estão apostando no pressuposto de que o que seria um circo da mídia para um presidente americano que será tratado como um espetáculo à parte pelos franceses, e que a história vai morrer para baixo.

" Há um novo Hollande, mais em harmonia consigo mesmo ", disse um de seus amigos mais próximos.

Muito dependerá do que acontecer nas próximas semanas, especialmente se a Sra. Trierweiler falar publicamente. Como o Sr. Hollande visitou seu eleitorado político de Tulle, no centro de França no fim de semana, ele foi cercado por 90 jornalistas, quase todos eles franceses. Ele se recusou a responder às poucas perguntas que foram colocadas sobre a sua vida pessoal.

Mas, mais do que seus antecessores na era pré- Twitte , que poderia contar com jornalistas para manter um comportamento mais privado com funcionários públicos fora dos holofotes, o Sr. Hollande agora se encontra a trabalhar em um clima de escrutínio mais intenso e intrusivo.



Ségolène Royal Eric Piermont/Agence France-Presse — Getty Images


" Isso faz com que olhem os franceses como idiotas ", disse Arlette da Rocha, que comanda o restaurante Le Pressoir em Tulle, onde o Sr. Hollande começou sua carreira política. " Ele tem que dizer a verdade. Este comportamento não convencional na sua vida privada, não dá uma imagem limpa de um presidente ".

Hollande parece ser demasiado para assumir que ele poderia viver por suas próprias regras.

Como líder do Partido Socialista, fez campanha para Sra. Royal quando ela concorreu à presidência em 2007. Ambos esconderam o fato de que ele já tinha deixado para Sra. Trierweiler. Os Jornalistas franceses que sabiam sobre o rompimento não escreveram sobre isso até que a Sra. Royal anunciou isso após a eleição.

"Quem traiu vai trair ", disse Sra. Royal depois.

Hollande nunca foi o tipo que se casa - uma raridade para os políticos de alto escalão, embora assim não seja para muitos casais franceses. Não que a Sra. Royal não estava disposta a dar o nó . Questionada sobre o casamento em uma entrevista na televisão conjunta em 2006, durante o prelúdio de sua campanha presidencial, ela respondeu maliciosamente : " Nós nos amamos, por isso estou esperando que ele proponha. François, você quer casar comigo? "

Hollande riu, sem jeito, e não disse nada.

" Você vê - ele ainda hesita ", disse Royal.


" Não, não é isso que eu quero dizer ", disse Hollande. "Eu vou te responder depois do programa. "

Aparentemente, a resposta foi não.

Hollande nunca se casou com a Sra. Trierweiler, mesmo que ele a descrevesse em uma entrevista à revista Gala em outubro de 2010 como "a mulher da minha vida. " Mas no mês de fevereiro seguinte, ele havia reprimido seu entusiasmo. A sentença foi "maladroit ", disse ele. "Eu deveria ter dito: ' Ela é a mulher da minha vida hoje."

Não só ele não se casou com a Sra. Trierweiler quando ele se tornou presidente, ele também concordou que ela poderia continuar trabalhando para Paris Match, embora ela parasse de cobrindo política. Hollande e seus assessores descreveram isso como um exemplo de uma parceria moderna ao invés de um conflito de interesses. Ela foi instalada como a primeira-dama de facto, com escritórios na ala leste do Palácio do Eliseu, uma equipe de quatro pessoas e um orçamento mensal de cerca de US $ 27.000.

No início de sua presidência, ele tinha a liberdade de entrar e sair do Palácio do Eliseu a hora que quisesse. Em " Mas até agora tudo está indo mal ", em um novo livro sobre a presidência Hollande, de autor, Cécile Amar, disse que logo após que o Sr. Hollande foi eleito, ele pediu aos membros do pessoal do Eliseu: "Como faço para sair sem pessoas me vendo? "

Preocupados de que ele pudesse tentar escapar da Élysée em sua motoneta, seus assessores venderam, e o Sr. Amar escreveu.

Ele pegou o trem de alta velocidade para uma reunião de cúpula europeia em Bruxelas contra a vontade de sua equipe de segurança, e insistiu que vive no apartamento que divide com a Sra. Trierweiler - com grandes janelas expostas - que tiveram de ser protegidas.

Ele rapidamente fez algumas concessões: Ele parou de tomar trens e abandonou sua promessa de que sua comitiva iria parar no sinal vermelho, como os motoristas ordinários ( um risco de segurança óbvio ).

Mas ele ainda acredita que ele sabe melhor sobre a sua segurança. "Eu vou por onde eu quero e quando eu quiser, disse ele em sua coletiva de imprensa na semana passada.

Entrevistas com mais de uma dúzia de amigos e colegas políticos sugerem que Hollande muitas vezes desvia-se das questões mais profundas sobre seu caráter.

"Ele é muito difícil de compreender ", disse François Rebsamen, um amigo próximo, o prefeito de Dijon e um membro do Senado, em uma entrevista. "Ele é muito afável, borbulhante, alegre, com uma mente rápida e de grande inteligência. Mas ele também é uma pessoa muito fechada. O verdadeiro Hollande se revelou nos últimos dias. Ele é 100 por cento político. Nada vem antes disso. Ele adora isso. Ele é casado com a política. "

As pessoas descrevem-no como tendo um bom senso de humor, ser um bom ouvinte e fazer julgamentos políticos astutos. Mas essas características por si só não caracterizam-no totalmente .

Hollande uma vez confessou sua relutância ou incapacidade de se revelar. " Você me pergunta quem eu sou ", disse ele em uma coletiva de imprensa em maio passado, respondendo a uma pergunta sobre a sua estreita ideologia política em termos mais amplos. " Essa é uma pergunta terrível.

# nytimes.com com tradução para o português por Samuel Vieira. 







Carta aberta aos líderes africanos.

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A agenda internacional que iremos ajudar a forjar não é só para nós, para o momento, mas para as próximas gerações e para o mundo.

JOAQUIM CHISSANO

Este é um momento de transformação para África e, certamente, para o mundo. Líderes do continente inteiro, sob o hábil comando da Presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, estão a finalizar um documento crucial que definirá a posição comum africana sobre a nova agenda para o desenvolvimento que irá substituir os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (MDG) após 2015. África, desde os anos 90, tem vindo a ganhar uma força considerável nas negociações internacionais, mantendo-se unida e forjando consenso em assuntos importantes. É uma estratégia que nos reforçou em muitos aspectos e significa que as nossas vozes serão escutadas quando for negociado o enquadramento que vai guiar governos, doadores e parceiros para o desenvolvimento nos anos futuros. Por isso, precisamos de ser cautelosos quanto ao que almejamos. Peço que os nossos líderes se apoiem nas lições do passado, mas que também prestem atenção às realidades presentes e que olhem para o que o futuro nos oferece, porque esta nova agenda para o desenvolvimento vai afectar as vidas de milhões de africanos numa época muito crítica para o continente. Encorajo os líderes a tomarem uma posição forte em prol dos direitos humanosfundamentais e garantam as liberdades básicas de todos os seus cidadãos. Isto significa avançar nas três prioridades que estão no centro dodesenvolvimento sustentável: o empoderamento das mulheres e a igualdade do género; os direitos e o empoderamento dos adolescentes e dos jovens; e a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos de todos os cidadãos. Estas prioridades interligadas e as suas implicações nas políticas foram cuidadosamente analisadas pela High-Level Task Force for the ICPD, à qual eu co-presido. Descobrimos que representam não só imperativos dos direitos humanos, mas também investimentos inteligentes e rentáveis para desenvolver sociedades mais equitativas, saudáveis, produtivas, prósperas e inclusivas e um mundo mais sustentável.
A saúde e os direitos sexuais e reprodutivos, em particular, são um pré-requisito para o empoderamento das mulheres e das gerações de jovens das quais depende o nosso futuro. Isto significa simplesmente garantir a liberdade de todos – e o poder para tomar decisões informadas sobre os aspectos mais básicos das suas vidas – a sua sexualidade, saúde e se, quando e com quem ter relacionamentos, casar ou ter filhos sem nenhuma forma de discriminação, coerção ou violência. Isto também implica acesso conveniente e acessível a informação e serviços de qualidade e a educação sexual integrada. Não podemos mais discriminar as pessoas com base na idade, sexo, etnicidade, estatuto migrante, orientação sexual e identidade de género, ou outra qualquer base, precisamos de libertar o potencial inteiro de todos. Como africano que já viveu muito, percebo a resistência a estas ideias, mas tenho também uma visão mais clara e longa do curso da história humana, especialmente a do século passado, que é o da expansão dos direitos humanos e das liberdades fundamentais. Os líderes africanos devem estar no leme desta causa e não refrearem. Não neste momento crítico. A agenda internacional que iremos ajudar a forjar não é só para nós, para o momento, mas para as próximas gerações e para o mundo. Quando penso nestes assuntos, recordo-me das palavras do nosso estadista recentemente falecido, que ganhou tanta sabedoria no decorrer da sua longa caminhada para a liberdade. “Ser livre não é um mero rebentar das correntes de alguém”, disse Nelson Mandela, “é viver de um modo que respeite e melhore a liberdade dos outros”.

Sejamos fiéis às suas palavras imortais. Antigo Presidente da República de Moçambique e actual co-presidente do High-Level Task Force for the ICPD (International Conference on Population and Development)

# publico.pt



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