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Costa do Marfim: Indivíduo detido em Bouaké após roubar 10 milhões de francos CFA de uma empresa.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

domingo, 25 de maio de 2014

Dia da África é a comemoração anual realizada em 25 de maio desde 1963 pela fundação da Organização de Unidade Africana (OUA).

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dia da africa

Neste dia, os líderes de 30 dos 32 Estados africanos independentes assinaram uma carta de fundação, em Addis Abeba, na Etiópia.
Em 1991, a OUA estabeleceu a Comunidade Económica Africana, e em 2002, a OUA estabeleceu o seu próprio sucessor, a União Africana .
No entanto, o nome e a data do Dia de África foi mantido como uma celebração da unidade Africana tema do Dia de África 2012 é “África e da Diáspora”.
A celebração de Nova York foi realizada em Nova York em 31 de maio de 2011. Em Nairobi, foi comemorado no Parque Uhuru Recreational Park.
Também deve ser notado que o Dia da África é celebrada como um feriado público em apenas cinco países africanos, Gana, Mali, Namíbia, Zâmbia e Zimbabwe.
No entanto, as celebrações são realizadas em alguns países africanos, bem como pelos africanos na diáspora.

Recorde alguns dos acontecimentos mais importantes do continente

Ao longo dos tempos, o continente africano sofreu vários flagelos, quer a nível político, económico e social que mudaram para sempre o rumo da sua história. Em jeito de celebração, a cronologia apresentada retrata os momentos mais marcantes do continente-berço.
3100 AC - Os Faraós unificam o Estado Egípcio. Durante o Antigo Império foram construídas obras de drenagem e irrigação, que permitiram a expansão da agricultura. São desse período ainda as grandes pirâmides dos faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos, construídas nas proximidades de Mênfis, a capital do Egito na época.
Os Faraós unificam o Estado Egípcio
Os Faraós unificam o Estado Egípcio
1240 - Fundação do Reino do Congo. Na sua máxima dimensão, estendia-se desde o oceano Atlântico, a oeste, até ao rio Cuango, a leste, e do rio Oguwé, no actual Gabão, a norte, até ao rio Kwanza, a sul. O reino do Congo foi fundado por Ntinu Wene, no século XIII.
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Ntinu Wene
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Na sua máxima dimensão, estendia-se desde o oceano Atlântico, a oeste, até ao rio Cuango, a leste

1460 – Embarcação portuguesa avista as ilhas do arquipélago de Cabo Verde. O navegador português Diogo Afonso avista Santiago e aporta no local que viria mais tarde a chamar-se de Cidade Velha, o berço da nação cabo-verdiana. Afonso V de Portugal toma o arquipélago como território português e transfere as ilhas para o irmão, o Infante D. Fernando, que se torna no seu administrador.

Ilhas de Cabo Verde
Ilhas de Cabo Verde

1884-1885 - Consolidação do Domínio Europeu em África - Na conferência de Berlim, na Alemanha, África é partilhada pelas potências europeias. Cabinda, em Angola, é colocada como protectorado português.
divisao da africa
1896 - Etiópia sob o comando do Imperador Menelik II. A Etiópia consegue resistir à invasão Europeia, vencendo os italianos na batalha de Adwa. Em 1914, apenas a Etiópia e a Libéria mantêm-se independentes do controlo colonial europeu.

 Imperador Menelik II
Imperador Menelik II

1899 -1902 - Guerra Anglo-Boer na África do Sul - Enquanto os britânicos vencem a guerra, necessitam na mesma de fazer concessões aos Boer e suas organizações políticas para o controlo interno da África do Sul, abrindo caminho para os sul-africanos libertarem-se eventualmente do domínio britânico e, de seguida, dominar a maioria negra em todo país.
 

Guerra Anglo-Boer na África do Sul
Guerra Anglo-Boer na África do Sul

1914-1918 - 1ª Guerra Mundial - África mantinha-se dividida pelos poderes coloniais europeus. A guerra mundial, contudo, diminui o mito da invencibilidade, superioridade e do intitulado direito europeu de comandar o mundo. Alemanha perde as suas colónias africanas para França e Grã-Bretanha, que tinham a missão de preparar o processo de descolonização, dada pela Liga das Nações.

1ª Guerra Mundial
1ª Guerra Mundial
1920 - Congresso Pan-Africano - Sedeado em Paris, o Congresso Pan-Africano é alimentado pela agitação anti-colonial e o nacionalismo africano de missionários negros e das elites do Ocidente. Essa agitação é expressa nos ataques de Serra Leoa e Nigéria. 

Congresso Pan-Africano
Congresso Pan-Africano

1939-1945 - 2ª Guerra Mundial - Na maior parte das regiões africanas o ressentimento da presença colonial transforma-se em agitação política. No período após a Europa manter-se concentrada nos seus próprios problemas, como lidar com mais uma guerra, formavam-se políticos africanos que eventualmente iriam liderar os seus países até a independência.

Africanos na Gerra
Africanos na Gerra

1946 - Os poderes coloniais variam na sua vontade em diminuir o controlo. França demonstra a iniciativa oferecendo poderes reais a políticos africanos, mas sem aceitar mudanças na Tunísia, Marrocos e, acima de tudo, Argélia. Portugal, o pioneiro do colonialismo em áfrica, luta arduamente para manter-se no continente, mantendo brutas e dispendiosas guerras em várias frentes até 1975.
colonialismo em áfrica
1950 - As graves consequências da descolonização no Quénia. Com uma enorme população branca, o Quénia é palco de uma longa campanha de terror e guerrilha contra os britânicos liderada por Jomo Kenyatta e seus rebeldes, denominados “Mau-Mau”.
Mau-Mau
Mau-Mau
1957 - Grã-Bretanha perde influência nas colónias. Segue um caminho mediano, apreciando as aspirações africanas mas instintivamente à procura de compromissos que o fariam preservar algum do seu status quo. Contudo, a pressão para mudanças nas colónias britânicas mais desenvolvidas prova-se irresistível. Ghana torna-se nesse ano, na primeira colónia na África Sub-Sahariana a ganhar a independência.
Ghana torna-se nesse ano, na primeira colónia na África Sub-Sahariana a ganhar a independência.
Ghana torna-se nesse ano, na primeira colónia na África Sub-Sahariana a ganhar a independência.
1963 - Guerra Fria - Período conturbado para o continente. As nações africanas emergentes beneficiam e ao mesmo tempo são prejudicadas pela competição global entre os Estados Unidos e a antiga URSS. O “jogo de xadrez” entre as duas super-potências faz com que estas procurem clientes-estado. A vantagem seria o apoio financeiro em troca de uma simples ideologia: comunismo ou capitalismo. Contudo, vários ditadores africanos mantiveram-se no poder com este patrocínio.
Guerra Fria - Período conturbado para o continente
Guerra Fria – Período conturbado para o continente
1974 – Fim da ditadura em Portugal – O dia 25 de Abril acordou em Portugal num ambiente de revolução contra a ditadura que se iniciou sobre a imagem de António Salazar com o Estado Novo, implementado em 1933. Nesse dia, sob as ordens dos Capitães de Abril, seguidos do apoio popular, o regime foi deposto e deu início à libertação das colónias portuguesas. Cabo Verde foi uma das incluídas.
 António Salazar
O dia 25 de Abril acordou em Portugal num ambiente de revolução contra a ditadura que se iniciou sobre a imagem de António Salazar com o Estado Novo, implementado em 1933
1975 – Cabo Verde torna-se independente. A 5 de Julho é proclamada a independência de Cabo Verde. Motivado pelo fim da ditadura em Portugal, o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), juntamente com Portugal instauraram um governo de transição que preparou as eleições da Assembleia Nacional Popular. Nesse ano é formado o primeiro governo cabo-verdiano. Em 1991, o país faz as primeiras eleições mulipartidárias do PAICV, juntamenteo com o Movimento para a Democracia (MpD).
1975 – Cabo Verde torna-se independente
1975 – Cabo Verde torna-se independente
1989 - O fim da guerra fria. As lutas internas pelo poder aumentam de escala e os conflitos étnicos são uma constante na maioria dos países africanos, consequência também do final da Guerra Fria e O genocídio do Rwanda que mais tarde assola o país com a rivalidade étnica entre tutsis e hutus é um exemplo da ingenuidade do mundo em relação aos problemas africanos.
O genocídio do Rwanda
O genocídio do Rwanda
1994 - A “libertação” sul-africana. O poder político é finalmente concedido aos sul-africanos com as primeiras eleições presidenciais. Nelson Mandela, antigo preso político e herói nacional, vence as eleições com maioria absoluta.
Nelson Rolihlahla Mandela é um importante líder político da África do Sul, que lutou contra o sistema de apartheid no país. Nasceu em 18 de julho de 1918 na cidade de Qunu (África do Sul). Mandela, formado em direito, foi presidente da África do Sul entre os anos de 1994 e 1999.
Nelson Rolihlahla Mandela é um importante líder político da África do Sul, que lutou contra o sistema de apartheid no país. Nasceu em 18 de julho de 1918 na cidade de Qunu (África do Sul). Mandela, formado em direito, foi presidente da África do Sul entre os anos de 1994 e 1999.
2010 - Primeira Miss universo Africana. Leila Lopes, fruto de África e de Angola é considerada a mulher mais bonita do mundo.
Leila Lopes
Primeira Miss universo Africana
2011 - “Nasce” o Sudão do Sul. A 9 de Julho, o mundo “ganha” um novo país. O Sudão do Sul torna-se num Estado independente, após um referendo de autodeterminação e vários conflitos com o Sudão do Norte.
Estes são alguns dos acontecimentos mais marcantes do continente que simbolizam a capacidade de superação do povo africano.
Sudão do Sul
Sudão do Sul
sudao-mulher-bandeira-reuters
Sudão do Sul Mulher e a bandeira

Montagem e imagens: Portal Geledés
Fontes: Sapo & Wikipédia

Papa diz que impasse Israel-Palestina é 'inaceitável'.

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Pontífice afirmou que ambos os lados precisam fazer sacrifícios para a criação de dois Estados.

O Papa Francisco desembarcou neste domingo, 25, em Belém, berço do cristianismo, num gesto simbólico em prol das aspirações palestinas para criação de um estado próprio. Ele considerou "inaceitável" o atual impasse nas conversas de paz e parou brevemente para orações na barreira israelense que cerca a cidade bíblica da Cisjordânia.

Palestinos festejaram a presença do Papa em seu segundo dia de peregrinação pelo Oriente Médio. Grandes bandeiras palestinas e do Vaticano decoraram a Praça da Manjedoura durante a passagem de Francisco.
Ao final de uma missa ao ar livre na praça, o Papa convidou o presidente palestino Mahmoud Abbas e o presidente de Israel Shimon Peres para orarem com ele pela paz. "Eu ofereço minha casa no Vaticano como um lugar de encontro para oração", disse. Outros papas sempre visitavam a Cisjordânia depois de passarem por Tel Aviv, em Israel. Francisco, porém, desembarcou num heliponto em Belém saindo da Jordânia, a bordo de um helicóptero jordaniano, e foi imediatamente recebido numa cerimônia oficial com Abbas. Ao lado do presidente palestino, Francisco declarou que "chegou a hora de colocar um fim a essa situação que se torna cada vez mais inaceitável".
# estadao.com.br

sábado, 24 de maio de 2014

Mali: Cesar-fogo entre Bamako e os grupos armados que controlam Kidal.

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Mohamed Ould Abdel Aziz et le président malien Boubacar Keita le 22 mai 2014 à Bamako.

Mohamed Ould Abdel Aziz e o presidente maliano Boubacar Keita em 22 de maio de 2014 em Bamako. © AFP

Um cessar-fogo foi assinado sexta-feira em Bamako entre e os três principais grupos armados norte  do Mali que controlam a cidade de Kidali, após discussões com o presidente da União Africano Mohamed Ould Abdel Aziz. O chefe da missão da ONU no Mali ( Minusma ), " Albert Gerard Koenders ( disse Bert Koenders , NDLR ) informa que às 9:30 horas ( horário de Brasília) desta sexta-feira, 23 de maio de 2014, um cessar-fogo foi assinado entre o Governo do Mali e MNLA, HCUA e o MAA", disse o Minusma em um comunicado.



MNLA ( Movimento Nacional para a Libertação de Azawad, MNLA rebelião tuaregue ), o Alto Conselho para a unidade da Azawad ( HCUA formada por dissidentes de um grupo jihadista ) e o Movimento árabe de Azawad (MAA) são os três grupos armados, disse o presidente da União Africana, o mauritaniano, Mohamed Ould Abdel Aziz , que reuniu com os representantes nesta sexta-feira à tarde em Kidal ( extremo nordeste ).

O cessar- fogo entrou em vigor após a assinatura do acordo, o que tem sido o caso "às 04:30 " por grupos armados em Kidal, e às " 21:30 " em Bamako pelo governo maliano através do Ministro do Interior, disse o presidente Aziz. " Foi o que ele (o presidente Aziz ) Recebeu ( ... ) é admirável, ( ... ) um cessar-fogo que precisamos ", comentou seu homólogo maliano Ibrahim Boubacar Keita.

Intensos combates
Intensos combates opôs em 17 maio em Kidal ( Nordeste, 1500 km de Bamako ) forças armadas do Mali e os grupos armados, composto principalmente por combatentes tuaregues, mas também árabes. Eles tomaram o controle da cidade, tradicionalmente um reduto do Touareg, mas também Ménaka ( 660 km ao sudeste de Kidal ), de acordo com a ONU, depois de novos confrontos mortais na quarta-feira.

De acordo com a declaração de Minusma, as partes " concordaram com um cessar das hostilidades em todo o território nacional, para voltar ao acordo preliminar, de 18 de junho de 2013, " eles assinaram em Ouagadougou "para uma retomada imediata de negociações com o apoio das Nações Unidas e seus parceiros regionais e internacionais. "

Bamako e grupos rebeldes ", também concordaram com a libertação de prisioneiros, logo que possível, facilitar as operações humanitárias das Nações Unidas e outros parceiros humanitários e os princípios do direito humanitário", disse o Minusma.

Eles finalmente concordaram " sobre a criação de uma comissão internacional de inquérito sobre os acontecimentos, começando com Kidal ", salientaram.

O Presidente mauritano, chegou em Kidal na sexta-feira de manhã, juntamente com Bert Koenders, o chefe da missão da ONU no Mali ( Minusma ), depois dos apelos para a abertura de discussões que foram múltiplas, na sequência de violento combate, a 17 de maio em Kidal.
Esses desenvolvimentos foram conduzidos ao presidente da UA que fez ele encurtar sua visita a Ruanda para chegar a Bamako, quinta-feira e sexta-feira em Kidal.

O chefe da manutenção de operações da paz da ONU Hervé Ladsous tinha por seu lado solicitado um "cessar -fogo " e voltou " à situação anterior. " Também pedidos feitos pela França, que liderou uma intervenção militar internacional em curso no período janeiro 2013 no Mali.

Redirecionamento
Redirecionamento do dispositivo militar francês no Sahel, decidido após os confrontos no norte do Mali, deverá ser adiado " por um mês ou dois, se as coisas caminharem bem. " Ele deve ser marcado notadamente pela partida de 600 homens, dos quais 300 homens vindos do Chade e da manutenção 1.000 homens locais.

Uns vinte soldados malianos foram mortos e trinta feridos no combate, de acordo com o ministro maliano da Defesa, enquanto o MNLA falou em 40 soldados malianos mortos e 70 capturados desde o início das hostilidades, em 17 de maio.

Segundo a ONU, e mais em Kidal, o MNLA tomou a cidade de Ménaka, o que é contestado pelo governo do Mali, que admitiu a derrota só de Kidal.
Kidal é um desafio para o governo do Mali: apesar da intervenção militar internacional em andamento desde 2013, ele nunca conseguiu recuperar completamente o ponto de apoio desta área, que é o berço dos Tuaregues.

De acordo com o escritório da Agência de Refugiados da ONU (UNHCR), os confrontos levaram 3.000 pessoas a fugir de Kidal.

# jeuneafrique.com


OPINIÃO: Na montagem do quebra-cabeça para composição do novo elenco governamental guineense, acho imprescindível que o Sr. Primeiro Ministro Domingos Simões Pereira eleito em 2014, analise com carinho, alguns candidatos que perderam a eleição, mas que podem constituir peças importantes para assumirem algumas pastas ou ministérios, para a concretização da tão almejada recuperação económica e, em última análise, o desenvolvimento do país.

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Hélder Vaz apresentou o Programa do Governo dele caso fosse eleito. O Programa é voltado principalmente para setores chaves como: Agricultura & Pesca, Educação, reformas a vários níveis e envolvendo várias áreas. Para você que não teve oportunidade de ouvir o que ele detalhou no seu programa, eu disponibilizo para você nesse Blog, o seu pronunciamento retratando essas duas áreas de grande interesse e prioritárias para o desenvolvimento do nosso país - Agricultura & Pesca.



Escuta o pronunciamento de Hélder Vaz: Clicka AQUI.


Candidato Presidencial Paulo Gomes, Independente
O Sr. Paulo Gomes é um outro candidato que perdeu a eleição, mas que pode figurar nesse governo ocupando, por exemplo, a pasta de economia. Uma boa contribuição ele poderá dar em virtude de sua apreciável experiência internacional na área económica e sua integração com instituições económicas internacionais.


Espera-se ( a vontade do povo, é claro! ) que o novo Primeiro Ministro, o Sr. Domingos Simões Pereira não compactuará com o "APADRINHAMENTO" ou outras formas de nomeação de alguns elementos para cargos chaves...Situação que a Guiné-Bissau viveu nos últimos 40 anos e que verteu-se em nosso subdesenvolvimento. Nossa estagnação tem no seu bojo a incompetência revelada por anos a fio por alguns elementos que ocupavam cargos incompatíveis com sua área de competência. Não há dúvida que o Sr. Primeiro Ministro não vai se deixar levar. Sábiamente apresentará em breve o novo elenco governamental rodeado de pessoas de alta competência. Seus ministros, por sua vez, escolherão seus colaboradores a dedo de uma só mão, fundamentando-se em critério rigoroso de avaliação. A experiência do Sr. Ministro como ex-secretário executivo da CPLP nos engradece como guineense que somos. Daí, conduzir-nos a um bom porto é uma grande expectativa... e todos nós acreditamos que o senhor vai surpreender. 

A opinião aqui manifestada por mim é apenas a opinião de um cidadão guineense. Ela pode não ter nenhuma influência na decisão do Sr. Primeiro Ministro, mas é uma opinião que pode ser apreciada.

Mantenhas!

Samuel Vieira 




sexta-feira, 23 de maio de 2014

O Banco Mundial ajuda a Guiné-Bissau a expandir o Setor Agrícola, a criar oportunidades de Emprego para a Juventude.

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WASHINGTON, 22 de maio 2014 - A Diretoria Executiva do Banco Mundial  aprovou um montante de 8.2 milhões de dólares americanos em crédito da Associação Internacional de Desenvolvimento ( IDA) * para ajudar a Guiné-Bissau a criar empregos e combater a insegurança alimentar e a pobreza através da expansão de agronegócio e do caju do país, aumentar a oferta de produção de arroz, e apoio ao empreendedorismo em outros setores da economia.

Hoje o Crédito da IDA suporta o Sector Privado na Reabilitação e Desenvolvimento do Agronegócio, e tem como objetivo estimular o crescimento económico, reforçando simultaneamente a prosperidade compartilhada.

" A Guiné-Bissau, tem condições de abastecer os países vizinhos com arroz e ser o terceiro maior produtor de caju do mundo ", disse Vera Songwe, Diretora do Banco Mundial para a Guiné-Bissau. " Ao concentrar-se nas lacunas importantes que inibem o crescimento do agronegócio, o projeto de hoje vai ajudar a reconstruir o potencial do setor, estimular o crescimento e permitir aos pequenos agricultores para aumentar os seus rendimentos, além de criar empregos para os jovens e aumento dos rendimentos para as mulheres. "

Caju é o mais importante produto agrícola do país e é cultivado por cerca de 55 por cento de todas as famílias de agricultores. O projeto vai ajudar a expandir a indústria do caju com programas-piloto para aumentar a produtividade dos agricultores e melhorar as práticas de produção de caju, e apoiará novas instalações de armazenamento local para fortalecer o poder de negociação dos produtores de caju.

Estimular a produção de arroz com atividades tais como o fornecimento de insumos para aumentar a produção de arroz vai ajudar a diversificar o setor agrícola do país, melhorar a segurança alimentar e reduzir a pobreza.

Mais da metade - cerca de 60 por cento - da população da Guiné-Bissau tem menos de 25 anos de idade e os mais jovens estão desempregados. Para ajudar a alavancar a economia do país, o projeto de hoje visa dotar os jovens empresários na Guiné-Bissau com capital e habilidades gerenciais, a fim de lançar novas ideias em negócios sustentáveis. Esses recursos serão alocados através de um plano de negócios, uma competição que irá agregar cerca de 200 participantes com treinamento intensivo no planejamento e desenvolvimento de micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) de negócios.

" As atividades visam reforçar a indústria do caju e a expandir a produção de arroz, combinado com a criação de oportunidades para os jovens empresários para aprender habilidades de negócios, obter acesso ao crédito e lançar novos negócios, vai ajudar a proteger os fazendeiro de choques externos, criar empregos e ajudar a reduzir a pobreza para muitas famílias pobres da Guiné-Bissau ", afirmou Francisco Campos, do Banco Mundial e Líder da Equipa de Trabalho para este projeto.

" Estamos ansiosos para o sucesso da implementação deste projecto, que irá percorrer um longo caminho no sentido de reduzir os riscos de instabilidade social em toda a Guiné-Bissau ", disse Aniceto Bila, do Banco Mundial que vai Liderar a Equipe de Co-Tarefa para este projeto.

# http://www.worldbank.org/

Guiné-Bissau: Nuno Nabiam aceita resultados das eleições em nome da "paz e estabilidade".

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O candidato derrotado nas eleições presidenciais da Guiné-Bissau aceita os resultados da votação de domingo, mas mantém a tese de que lhe roubaram votos. Observadores sustentam que eleições foram credíveis.


Numa declaração em crioulo na sua sede de campanha, em Bissau, Nuno Nabiam disse que houve um alegado "roubo de votos" porque os números anunciados na terça-feira (20.05) pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) não coincidem com os que foram recolhidos pela sua direção de campanha.
De acordo com os dados oficiais da CNE, José Mário Vaz, candidato do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e antigo ministro das Finanças do Governo deposto no golpe de Estado de abril de 2012, venceu as eleições presidenciais na Guiné-Bissau com 61,9 por cento dos votos.

Por seu lado, o candidato Nuno Nabiam recolheu 38,1 por cento, no escrutínio cuja taxa de participação foi de 78,2 por cento.
Apoiantes de Nabiam contestam resultados
Na altura do anúncio dos dados provisórios da CNE, o candidato derrotado não aceitou imediatamente os resultados, tendo mesmo anunciado que iria pedir a impugnação dos mesmos. Agora, em nome da "paz e estabilidade", Nabiam disse já ter comunicado à CNE que os resultados divulgados devem ser proclamados.

O candidato derrotado anunciou ainda que está a preparar um projeto político que dará a conhecer em breve para dar resposta à "popularidade" conquistada e para lançar as suas soluções para o país porque não vai estar de "boca calada".

Apesar de o candidato apelar à calma, vários apoiantes exaltados gritaram palavras de ordem contra os resultados eleitorais durante a conferência de imprensa. À saída da sede de campanha, houve vários empurrões provocados por alguns deles.
Jose Ramos Horta Präsident von Ost-Timor
José Ramos-Horta, felicita povo guineense pelo regresso à ordem constitucional
ONU satisfeita com processo eleitoral
Nesta quinta-feira (22.05), através de comunicado, o representante das Nações Unidas na Guiné-Bissau, José Ramos-Horta, felicitou os guineenses pelo regresso à "ordem constitucional".

Horta diz-se "felicíssimo" com o encontro realizado entre o presidente de transição, Serifo Nhamadjo, o presidente eleito, José Mário Vaz, o primeiro-ministro eleito, Domingos Simões Pereira, o candidato presidencial derrotado, Nuno Gomes Nabiam, e toda a chefia militar. No comunicado, o representante da ONU felicita o vencedor, José Mário Vaz, mas elogia também o candidato derrotado, Nuno Gomes Nabiam, "pela sua conduta serena e apaziguadora durante toda a campanha eleitoral e o anúncio oficial dos resultados provisórios."
As missões internacionais de observadores consideram que a votação decorreu de forma credível e transparente e não foi anunciada qualquer reclamação face aos resultados. O processo eleitoral põe termo a um período de transição de dois anos, na sequência do golpe de Estado militar de abril de 2012, que, de acordo com organizações nacionais e estrangeiras, agravou a crise económica e social no país.


# DW.DE

Moçambique: Renamo anuncia Afonso Dhlakama como candidato.

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Afonso Dhlakama
Afonso DhlakamaFotografia © Natacha Cardoso

O secretário-geral da Renamo, principal partido da oposição em Moçambique, Manuel Bissopo, anunciou hoje que o líder do movimento, Afonso Dhlakama, será o candidato presidencial da organização às eleições gerais de 15 de outubro próximo.
Afonso Dhlakama reapareceu em público há cerca de duas semanas, na Serra da Gorongosa, centro do país, para se recensear com vista às eleições gerais (presidenciais, legislativas e assembleias), alguns meses após ter-se refugiado em local incerto, na sequência do ataque do exército, em outubro do ano passado, ao acampamento em que vivia em Sadjunjira, também no centro do país.
"Mesmo que o presidente Dhlakama não consiga sair para circulação, de forma a exercer a atividade política por motivos de segurança, vai candidatar-se", afirmou hoje o secretário-geral da Renamo (Resistência Nacional Moçambique) durante uma reunião de quadros do partido na cidade de Quelimane, capital da província da Zambézia, centro do país.
Na entrevista que concedeu aos jornalistas em Gorongosa, após recensear-se, Afonso Dhlakama afirmou que a decisão de se candidatar às eleições gerais de 15 de outubro está dependente da decisão do partido.
A Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, elegeu Filipe Nyusi, como seu candidato presidencial, e o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), a terceira maior força política no país, escolheu Daviz Simango, presidente do partido, para a corrida à Ponta Vermelha, a residência oficial do chefe de Estado moçambicano.
Após se recensear, cercado por membros da sua segurança, Afonso Dhlakama voltou para o local onde está refugiado, caminhando pela mata cerrada da Serra da Gorongosa.
# jn.pt





quinta-feira, 22 de maio de 2014

Caos na Líbia é culpa de Kadafi.

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Para não ser surpreendido por golpe, líder líbio enfraqueceu demais as Forças Armadas.

A Líbia parece correr o risco de descambar para a guerra civil com as piores manifestações de violência desde a derrubada de Muamar Kadafi. Homens armados leais ao general da reserva Khalifa Haftar invadiram o Parlamento do país em Trípoli, no domingo, e intensos tiroteios ocorreram em Benghazi durante o fim de semana. A milícia de Haftar combatia grupos islâmicos, incluindo o Ansar al-Sharia, ao qual se atribui o ataque em 11 de setembro de 2012 ao consulado americano.

O estado atual de coisas ou prenuncia um golpe militar de Haftar ou não passa de uma luta entre milícias rivais, dependendo de como se observem os fatos. Este não é o primeiro "quase golpe" que o país enfrenta nos últimos meses e Haftar não é o único ex-comandante militar mercenário no país com sua própria milícia.
Diferentemente de alguns de seus colegas ditadores, Kadafi nunca construiu um setor militar forte na Líbia. Por isso, agora que ele se foi, não há uma força militar central poderosa no país. Como disse à TV Al-Jazira Claudia Gazzini, do International Crisis Group, há um forte contraste entre a Líbia e o vizinho Egito, onde a estrutura de liderança militar permaneceu intacta e parece estar prestes a instalar um novo homem forte no poder.
"O problema é que na Líbia não se tem um segmento militar como o egípcio. Tem-se um cenário político e de segurança fragmentado, o que é uma receita para conflitos intermináveis sem resultados conclusivos."
Como escreveu Robert Haddick, do Small Wars Journal, em 2011, o Exército de Kadafi provavelmente era fraco de propósito. O dirigente líbio sempre teve mais receio de golpes e sublevações internas do que de ameaças internacionais. Para fins de segurança, ele preferiu se apoiar em instituições como a Brigada Khamis, uma "guarda pretoriana" treinada para operações especiais sob o comando de seu filho.
Combinação. Um relatório do Center for Strategic and International Studies, de 2010, descreveu o estado "militarmente absurdo" das Forças Armadas do país. "A Líbia investiu em equipamento e instalações em vez de fazê-lo num sólido potencial humano, em infraestrutura e numa base de apoio. Seus recrutas e 'voluntários' mal treinados sofreram uma derrota decisiva no Chade nas mãos de forças chadianas levemente armadas. Depois disso, suas forças declinaram em qualidade."
A análise fala ainda da compra de armas. "A compra de equipamento militar da Líbia tem sido caótica. Durante a Guerra Fria e o período anterior, a Líbia foi submetida a sanções da ONU e suas compras de armas envolveram desperdícios incríveis e gastos exagerados em equipamentos. Eles eram feitos sem a preocupação de preparar o material humano e as forças de apoio adequadas, além de não refletir um conceito claro de desenvolvimento de força ou armas combinadas. Por piores que sejam as forças militares da Líbia, nenhum país poderia ignorar o vasto arsenal acumulado de equipamentos militares, embora os laços com seus vizinhos sejam mais quentes do que no passado."
"A Líbia precisa manter parados muitos de seus aviões e mais de mil tanques. Suas outras compras de equipamento para o Exército precisam de mais pessoal que seu pequeno Exército na ativa e seus reservistas de baixa qualidade podem oferecer. A relação geral de armas por pessoa no país é militarmente absurda e a Líbia reforçou seus problemas adquirindo uma ampla diversidade de tipos de equipamentos, o que torna quase impossível criar uma base de apoio e treinamento eficazes."
O que a paranoia de Kadafi criou, basicamente, foi um país com uma força militar central desorganizada e subdesenvolvida, carregada de uma quantidade enorme de armamentos pesados. Em outras palavras, tão logo surgiu um vácuo de poder, estava a postos uma combinação perfeita para a violência e o caos. / TRADUÇÃO DE CELSO PACIORNIK
É JORNALISTA
# estadao.com.br

Reconciliação Marfinense: 150 prisioneiros pro-Gbagbo serão libertados " dentro das próximas horas ".

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Laurent Gbagbo, ancien président ivoirien.
Laurent Gbagbo, ex-presidente marfinense

Cerca de 150 prisioneiros pró-Gbagbo devem ser libertados nesta quinta-feira à tarde. O anúncio foi feito ao meio-dia por Pascal Affi N'Guessan, presidente do FPI, após a retomada das negociações com o governo.

" Cento e cinquenta prisioneiros pró-Gbagbo serão libertados nas próximas horas ", disse Pascal Affi N'Guessan, líder do principal partido da oposição, a Frente Popular Marfinense (FPI ), ao sair de uma reunião com uma delegação governamental, nesta quinta-feira, 22 de maio, a primeira oficial depois de junho de 2013. Essas 150 pessoas devem ser postas em liberdade provisoria nesse dia.

A (FPI ) tinha avançado uma lista de 700 nomes de pessoas que foram, segundo ele, presos durante a crise pós-eleitoral de 2010-2011. Após pesquisa na administração penitenciária, o governo reconheceu o encarceramento de 200 presos e decidiu libertar, portanto, 150.

Estas libertações ocorrem após o descongelamento de cinqüenta contas bancárias de pessoas próximas a Laurent Gbagbo, anunciou quarta- feira, 21 de maio, a justiça marfinense, das quais, de Gilbert Marie Ake N'Gbo seu último primeiro-ministro. De acordo com um comunicado do Ministério Público, apoiado pela Agência de Imprensa Africana (APA), o promotor de Plateau-Abidjan, Christophe Richard Adu, tem, de facto, realizado o " descongelamento no banco de contas de cinqüenta indivíduos cujas contas tinham sido congeladas após a crise pós-eleitoral. "

" A acusação continua a analisar os pedidos apresentados ( ... ) Outras diligências poderão ser incessantemente feitas em breve", acrescentou o comunicado. Cerca de 43 contas tinham sido descongeladas no início de abril.

Reconciliação à vista
Cerca de 300 pessoas tinham visto suas contas serem congeladas subsequentemente após a crise pós-eleitoral, de acordo com a Frente Popular Marfinense (FPI ), a confiscação de bens e de casas de militantes da oposição " e " o congelamento de bens e contas bancárias " de seus líderes dificultam o processo de reconciliação.

" Gbagbo e amigos, uma nova associação para o ex-presidente da Costa do Marfim "
Nos últimos meses, as autoridades de Abidjan intensificaram os esforços para acalmar a tensão que foi levantada com um entalhe após o lançamento da operação de recenseamento geral da população e habitação ( GPHS ), em 17 março e após cinco dias, o ex-líder pró-Gbagbo, Charles Ble Goude foi entregue a TPI.

Retomada do diálogo entre FPI e oposição
Esta medida vem depois que o governo e a Frente Popular Marfinense (FPI ), retomaram nesta quinta-feira, 22 de maio, o diálogo político interrompido há quase um ano. O Presidente da FPI, Pascal Affi N'Guessan, anunciou nesta quinta-feira que o seu partido está " totalmente empenhado " no processo.

" A FPI retorna à mesa de negociações "
"Viemos para responder a este convite para mostrar a nossa disponibilidade constante para participar do diálogo político. Estamos totalmente comprometidos com este caminho, porque é por isso que a Costa do Marfim pode superar suas dificuldades ", ele disse.

# jeuneafrique.com

Nigéria: “Pensei: vão-nos matar a todas”, diz menina que fugiu ao Boko Haram.

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Uma rapariga que conseguiu escapar ao cativeiro do grupo radical, no nordeste da Nigéria, critica a polícia e os professores por não terem feito mais para impedir o rapto de quase 300 colegas em meados de abril.


Esthér (nome fictício) foi uma das vítimas do ataque do grupo radical islâmico Boko Haram contra uma escola na cidade de Chibok, no nordeste da Nigéria. A 14 de abril, membros do grupo raptaram quase 300 meninas e levaram-nas para lugar incerto.
"Quando fui sequestrada, pensei: isto é o fim da minha vida. Vão-nos matar a todas! Só conseguia pensar nisso", diz. Esthér.
"Quando fui sequestrada, pensei: isto é o fim da minha vida"
Mas a jovem conseguiu fugir. Escapou para a floresta num momento de distração dos guardas do Boko Haram. Depois voltou para o colo da família. Mas o trauma é grande e a família não recebeu qualquer apoio das autoridades. "Não consigo dormir, pois estou constantemente a pensar nos malfeitores", conta.
Professores acusados
223 colegas de Esthér estão ainda em cativeiro, em parte incerta. O Boko Haram ameaçou vender as raparigas. As autoridades nigerianas continuam a procurá-las, agora com a ajuda dos Estados Unidos da América, Reino Unido e França.
Na escola em Chibok havia guardas para proteger as meninas, mas eles não conseguiram impedir o seu sequestro. Esthér responsabiliza-os pelo que aconteceu. E responsabiliza também os professores. O diretor-adjunto terá mesmo trancado as portas do estabelecimento de ensino quando chegaram os homens armados do grupo radical.
"Os professores fugiram todos e deixaram-nos abandonadas na escola", diz a jovem em entrevista à DW África.
Sentimento de impotência
Os pais de Esthér não entendem como isso pôde acontecer. Ainda há muitas perguntas por responder. O pai de uma rapariga que está há mais de um mês nas mãos do Boko Haram queixa-se da falta de apoio do Governo nigeriano às famílias afetadas.
"O que sabemos é através da comunicação social. Ninguém do Governo nos abordou, ninguém nos forneceu qualquer informação sobre as nossas filhas", diz.
Os pais das rapatigas dizem ter perdido a confiança no Governo nigeriano. Sentem-se impotentes. Por isso, esperam que alguém os ouça fora da Nigéria. Acreditam que só com apoio internacional poderão encontrar as suas filhas.
Indignação internacional: manifestantes em Paris pedem "tragam as nossas meninas de volta!"

# DW.DE

Vídeo de faíscas frescas sobre a especulação sobre a saúde de Mugabe.

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Presidente do Zimbabué Robert Mugabe. Arquivo | NATION MEDIA GROUP
Um vídeo sobre Robert Mugabe posto a circular no Zimbabwe  teria sido feito no hospital top de Cingapura e gerou especulações recentes sobre a saúde do presidente de 90 anos.
Presidente Mugabe deixou o país na quarta-feira da semana passada para um " check-up de rotina no olho " e que tinha sido obrigado a esperar passar cinco dias no Extremo Oriente.No entanto, na quarta-feira desta semana, ele perdeu o enterro de um general da cúpula do exército que foi declarado um herói nacional e de seu partido Zanu-PF o que adiou uma reunião do seu órgão de decisão superior que ele preside.

O Canal 4 britânico publicou em seu site o vídeo do Presidente Mugabe ao entrar no Parkway Hospital Gleneagles acompanhado de sua esposa Grace.

No clipe, a primeira-dama tenta protestar contra as filmagens de seu marido, que é visto andando com um ligeiro coxear.

Channel 4 diz que Gleneagles Hospital tem um centro de câncer de renome e também tem uma seção que trata de catarata.

O Presidente Mugabe fez operações para remover a catarata em seus olhos, mas ele rejeitou rumores persistentes de que ele tinha câncer de próstata.

Seu porta-voz George Charamba na quinta-feira se recusou a comentar sobre o vídeo.

" Eu não trabalho para o Channel 4 e você quer que eu comente sobre isso ", disse a um jornal local.

Em voz baixa

"Eu não digo que o Presidente está a chegar, uma vez que está em nosso comunicado de imprensa inicial, que foi emitido quando ele viajou para fora do país na semana passada. "

O Presidente Mugabe está no poder desde 1980.

Em fevereiro, ele disse ao seu partido para parar de discutir sua sucessão, e disse ao partido que promove partidarismo.

Ele também alertou aqueles identificados como líderes de facções que corriam o risco de serem expulsos do seu partido Zanu-PF.

O Presidente Mugabe, o mais longo líder servindo em África, prometeu esmagar impiedosamente os adversários de seu partido que vai seguir em frente.

Sucessão do governante veterano tem sido discutido em voz baixa ao longo de décadas e ele tem sublinhado repetidamente que ele não estava pensando em aposentadoria.

No entanto, a portas fechadas, seus seguidores se preocupam que seus problemas de saúde que podem não deixá-lo terminar o seu mandato, que termina em 2018.

Há duas facções no governo Zanu-PF que estariam de olho na sua sucessão.

Zanu-PF vai realizar um congresso eletivo em dezembro, mas é quase que improvável que o presidente Mugabe será desafiado.
# africareview.com

Guiné-Bissau/eleições: Cenário é positivo no país após escrutínio – Investigador.

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O atual cenário na Guiné-Bissau é positivo após a realização das eleições legislativas e presidenciais e vários fatores contribuíram para esta situação de normalidade e estabilidade política, disse hoje um investigador do Instituto Marquês de Valle Flôr (IMVF).
“Eu creio que, pela primeira vez, em muito tempo, o cenário na Guiné-Bissau é positivo”, disse à agência Lusa Fernando Jorge Cardoso.
“O facto relevante dos resultados da segunda volta das eleições presidenciais na Guiné-Bissau é o comunicado emitido pelo chefe do Estado-Maior das forças armadas, o general António Indjai, a dizer que aceita os resultados das urnas”, acrescentou o investigador.
Para Fernando Jorge Cardoso, a posição tomada por Indjai confirma que os resultados das eleições “inauguram uma situação de estabilização da situação política na Guiné-Bissau” e espera-se ainda melhorias “na situação geral do país”.
A Guiné-Bissau – depois do golpe de Estado militar de abril de 2012, liderado por Indjai, e a composição de um governo de transição – realizou eleições legislativas e presidenciais a 13 de abril.
A segunda volta das presidenciais foi realizada no passado domingo e o vencedor, anunciado na terça-feira pela Comissão Nacional de Eleições, foi o candidato do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), José Mário Vaz.
No início de maio, o embaixador dos Estados Unidos para o Senegal e Guiné-Bissau, Lewis Lukens, pediu ao líder das forças armadas guineenses, general António Indjai, que os militares não voltassem a interferir na ordem constitucional do país.
Segundo o investigador, este encontro serviu como “recado” da Administração norte-americana para o general Indjai “ficar quieto, não tentar nenhuma ação de natureza militar” que pudesse desestabilizar a situação do país.
Um antigo chefe da marinha guineense, Bubo Na Tchuto, foi preso em 2013 pelos Estados Unidos por tráfico de drogas. António Indjai também é acusado pela justiça norte-americana de estar envolvido em tráfico de droga, que teria a Europa e Estados Unidos como destino.
“Na verdade, a estabilização da Guiné-Bissau interessa, nesta altura, a um conjunto muito vasto de atores externos, para além dos próprios guineenses”, sublinhou o investigador.
Para o investigador, a estabilização política na Guiné-Bissau interessa à Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), porque o grupo africano quer provar que sua intervenção (com um contingente armado) na Guiné-Bissau, depois do golpe militar de abril de 2012, foi um sucesso.
Também interessa, de acordo com Cardoso, à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), pois os candidatos vencedores do PAIGC nas eleições têm uma linha de pensamento positivo relativo ao reforço dos laços com o bloco lusófono e, também, com Portugal.
“Apesar das fricções entre a CEDEAO (que aceitou o governo de transição em Bissau depois do golpe militar) e a CPLP (que não aceitou o governo de transição), as duas organizações estão de acordo em que estas eleições têm de ser respeitadas e o país tem de voltar a normalidade”, referiu.
Para o investigador do IMVF, tudo se conjuga para que haja “uma situação de acalmia, de normalidade no relacionamento da Guiné-Bissau com o mundo”.
“Desde logo, com a União Europeia, com o retomar das ações de financiamento e de apoio dos países europeus e da Comissão Europeia para o desenvolvimento do país e, particularmente, para a estabilização e a continuação do esforço que estava a ser feito para a reforma do setor de segurança”, acrescentou. 
#rtp.pt


quarta-feira, 21 de maio de 2014

Esta "gestante" aguarda o seu 17º filho.

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Na Inglaterra, a mãe da família mais numerosa do país aguarda o seu 17º filho. Ela compartilha sua gravidez com sua filha de 20 anos, que também está grávida.

A mais numerosa família da Inglaterra vai se expandir. Aos 39 anos, Sue Radford está grávida de seu 17º filho, relata o Daily Mail. Ela contraiu sua gravidez em março, um " acontecimento feliz ", que ocorre depois de uma falsa gravidez no final de 2013.

Esta mãe de nove filho e sete filhas saúda a chegada de uma nova criança na família. Especialmente quando ela irá compartilhar esta nova gravidez com sua filha mais velha com 20 anos. Esta última espera, com efeito, o seu segundo filho.

Ambas as mulheres devem dar à luz em novembro e dezembro, com cinco semanas de intervalo.

Uma 18ª gravidez  plausível

O pai, Noel Radford, também está animado com a chegada da 17ª criança.

A família é proprietária de uma padaria, na pequena cidade de Morecambe noroeste do país. É totalmente auto-suficiente, apesar de um consumo impressionante diário: 3 fatias de pão, duas caixas de cereais, 18 garrafas de leite ...

O 17º filho da família Radford poderá ainda não ser o último. Questionado sobre uma possível gravidez , a 18ª, Sue Radford disse: " Nunca diga jamais ".

# seneweb.com

PR de Cabo Verde saúda eleição de José Mário Vaz na Guiné Bissau.

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O chefe de Estado de Cabo Verde saudou hoje o presidente eleito da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, defendendo que, com o fim do processo eleitoral, o "país irmão" inaugura "uma nova fase", balizada pelo reforço da democracia.
António Amaral/LUSA

Cidade da Praia, 21 maio (Lusa) - O chefe de Estado de Cabo Verde saudou hoje o presidente eleito da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, defendendo que, com o fim do processo eleitoral, o "país irmão" inaugura "uma nova fase", balizada pelo reforço da democracia.

Num comunicado da Presidência cabo-verdiana, Jorge Carlos Fonseca salientou o caráter "livre e democrático" da segunda voltas das eleições presidenciais guineenses de domingo, em que, segundo os resultados provisórios, José Mário Vaz, apoiado pelo Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAIGC), obteve 61,9% dos votos
"Firmemente esperançado em que o povo da Guiné-Bissau acaba de inaugurar uma nova fase da sua vida, desejo que ela seja balizada pelo reforço da democracia, do Estado de Direito e do desenvolvimento", afirmou.

Jorge Carlos Fonseca reafirmou o "firme propósito" de trabalhar para o estreitamento das relações de amizade, de entendimento e de cooperação que existem entre os dois países e povos e para a estabilidade e progresso político, económico, social e cultural na sub-região oeste-africana.

José Mário Vaz, candidato apoiado pelo PAIGC, vencedor das eleições legislativas de 13 de abril, derrotou o independente Nuno Nabian, suportado pelo Partido da Renovação Social (PRS), que recolheu 38,1% dos votos.

# JSD // APN

GUINÉ-BISSAU: Depois do Parlamento PAIGC ganha a presidência.

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JOSÉ Mário Vaz venceu as eleições presidenciais na Guiné-Bissau, de acordo com os resultados provisórios anunciados ontem por Augusto Mendes, presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE).
Mário Vaz, apoiado pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), obteve 61,9 por cento dos votos na segunda volta das eleições presidenciais, realizada no domingo, enquanto o candidato Nuno Nabian recolheu 38,1 por cento.
O PAIGC já tinha conquistado a maioria absoluta nas eleições legislativas de 13 de Abril (mesma data da primeira volta das presidenciais) e consegue agora eleger o Presidente.
Na contagem total, Vaz conseguiu 364.394 votos contra 224.089 de Nuno Nabian, candidato independente apoiado pelo Partido da Renovação Social (PRS), principal força da oposição, e conotado com os militares autores do golpe de Estado de 2012.
O Presidente eleito venceu em 22 dos 29 círculos eleitorais da Guiné-Bissau.
A nível regional, Nabian venceu nas regiões de Tombali (sul) e Oio (centro), enquanto Vaz venceu nas restantes sete (Bissau, Quinara, Biombo, Bolama, Bafatá, Gabú e Cacheu) e também na diáspora.
A abstenção subiu em comparação com a primeira volta das presidenciais, de 10,71 por cento para 21,79.
AVALIAÇÃO DOS OBSERVADORES
As eleições de domingo, que complementam as realizadas a 13 de Abril, põem fim ao período de transição que sucedeu ao golpe de Estado militar de 12 de Abril de 2012.
Várias organizações internacionais já vieram a terreiro congratular a conclusão com sucesso do processo eleitoral.
As missões de observação eleitoral da União Africana (UA), da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP), da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), da União Económica e Monetária do Oeste Africana (UEMOA) e da União Europeia (UE) consideraram que a segunda volta das presidenciais de domingo decorreu num clima de “liberdade, transparência e credibilidade”.
Para o antigo presidente de Moçambique, Joaquim Chissano, que chefia a missão da UA, “o sucesso destas eleições não deve unicamente ser avaliado em relação às disposições tomadas” para a votação, o processo deve ser visto como sendo “um virar de página” na Guiné-Bissau.
A organização africana considere que o povo guineense quis demonstrar a vontade de acabar com a instabilidade e a incerteza política dos últimos anos.
“Pelos esforços envidados até ao presente para abrir um novo capítulo da sua história”, a Guiné-Bissau “deve ser encorajada e acompanhada” pela comunidade internacional, considerou ainda Joaquim Chissano.
# jornalnoticias.co.mz

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