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domingo, 17 de maio de 2015

O desafio de ser mulher e fazer política em África.

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As africanas que desejam mudar os seus países pela via política têm algo em comum: não se rendem diante das dificuldades que enfrentam diariamente. E o seu progresso transformou-se num exemplo para todas as mulheres que lutam pela igualdade de género num espaço historicamente dominado por homens.


Muitos países africanos estão acima da média global dos 22% de representação feminina nos parlamentos, segundo os dados do Banco Mundial. O Ruanda, com 64%, é o país com o maior número de deputadas de todo o mundo. 
Apesar das estatísticas, ser mulher e política em África não é fácil. É preciso força de vontade para embarcar neste desafio e conseguir fazer-se ouvir. Nadifa Mohammed Osman, engenheira, entrou em 2012 no parlamento da Somália - onde só 14% das cadeiras são ocupadas por mulheres - porque queria mudar o seu país e provar que as mulheres podem ter lugar na política. Dois anos depois tornou-se ministra de Obras Públicas e Reconstrução. 
«Era a única mulher com um alto perfil no ministério. As mulheres eram apenas empregadas de limpeza, e o resto era tudo homens. Não foi fácil trabalhar com essa situação», conta.
Durante o ano em que ocupou o cargo, sofreu o desprezo de muitos dos seus colegas, mas, apesar disso, continuou a lutar pelos seus valores e tentou recrutar várias engenheiras para o ministério. «Muitos achavam que eu não estava preparada para o cargo, que uma mulher não podia liderar um ministério, nem dizer-lhes o que tinham de fazer. Isto dificultou e muito o meu trabalho», explicou.
Fora do gabinete, e agora como parlamentar, Osman mantém a sua batalha para equilibrar uma sociedade que encurrala as mulheres fora das esferas de decisões importantes. O primeiro passo, opinou, é criar uma lei de paridade que garanta a presença feminina no parlamento, «porque não há nenhuma norma que regule o processo de seleção dentro dos partidos, é o líder que se encarrega disso».
Na Serra Leoa as mulheres não têm facilidades para impulsionar a sua liderança. Hon Veronica Sesay, que tem 54 anos e está há dez na política, reconhece que o caminho foi feito com muitas dificuldades. «Se não houver mulheres na representatividade elas tornam-se seres mais vulneráveis - se ficarem sem uma voz que exponha as suas reivindicações e sem ninguém que escute as suas demandas», alertou.
Um dos grandes obstáculos que as mulheres enfrentam na hora de avançar na sua carreira política é a falta de financiamento. «Por razões de tradição, o financiamento é muito complicado. Os homens contam com muito mais recursos, o que torna ainda mais difícil concorrer contra eles», lamenta Sesay.
Noutros países do continente a situação melhorou nos últimos anos, como na Etiópia, onde as mulheres passaram de um irrelevante 2,3% das cadeiras em 1995 para os atuais 33%. «Não me senti discriminada na hora de entrar na política», afirma Chernet Haile Mariam, que há cinco anos é deputada no parlamento etíope.
Noutros países ainda há muito mais a fazer, como por exemplo na Costa do Marfim e no Botswana, onde só 9% dos parlamentares são mulheres.
Estas histórias, tão diversas como África, são apenas um pequeno exemplo da luta contínua feminina. Osman, Sesay e Mariam participaram na última edição do Fórum Global de Mulheres Parlamentares (WIP), realizado em Adis Abeba, onde trocaram as suas experiências com mais de 400 colegas.

#africa21online.com

O Presidente Nkurunziza do Burundi reaparece em público.

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Presidente Pierre Nkurunziza. ARQUIVO | NATION MEDIA GROUP

O Presidente Pierre Nkurunziza do Burundi fez sua primeira aparição oficial neste domingo, desde uma tentativa de golpe. Ele parecendo relaxado e assertivo de seu controle total do país no centro da África.

Vestido com um blazer e camisa pólo azul, o presidente sorriu e apertou as mãos de jornalistas na presidência, no centro da cidade de Bujumbura, e deu apenas uma breve declaração sem sequer mencionar tentativa desta semana para derrubá-lo.

Nkurunziza vem enfrentando semanas de protestos de rua, protestos violentos e mortais por causa do lance polêmico para ficar para um terceiro mandato consecutivo na presidência, e na quarta-feira generais anunciaram que estavam derrubando-o, enquanto ele estava fazendo uma visita à vizinha Tanzânia.

Mas na sexta-feira, não tendo conseguido capturar a emissora estatal depois de violentos combates com as tropas legalistas, os líderes do golpe admitiu a derrota e foram detidos ou ter ido na corrida, permitindo carreata de Nkurunziza para rolar de volta para a cidade.

Nkurunziza falou apenas sobre ameaças relatadas a partir de Al-Qaeda ligados aos militantes de Al-Shabaab da Somália, que têm alertado para os ataques contra Burundi e outros países que contribuem com tropas para a força da União Africana na Somália.

"Temos tomado medidas contra a Al-Shabaab. Nós tomamos esta ameaça a sério", disse o presidente. Bujumbura estava calma no domingo, apesar da oposição, da sociedade e ativistas civis se comprometeram de que a cidade de Bujumbura estava calma no domingo, apesar da oposição da sociedade e ativistas civis se comprometeram a retomar os protestos de rua na segunda-feira. Semanas de protestos já deixaram pelo menos 20 mortos, muitos deles baleado pela polícia na dispersão das manifestações.

"Há uma trégua para que possamos enterrar os nossos mortos", disse Pacifique Nininahazwe, um dos líderes da campanha para acabar com vontade do presidente permanecer em pé para concorrer a um terceiro mandato. "Os protestos vão começar novamente na segunda-feira de manhã."

#africareview.com

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Nkurunziza regressa a Bujumbura depois de fracassada a tentativa de golpe de Estado no Burundi.

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Pierre Nkurunziza, regressou à capital do país, Bujumbura, onde os líderes da tentativa de golpe de Estado estão em fuga ou presos.

Pierre Nkurunziza, Presidente do Burundi

O presidente do Burundi, Pierre Nkurunziza, regressou na tarde desta sexta-feira (15.05) à capital do país, Bujumbura, onde os líderes da tentativa de golpe de Estado estão em fuga ou presos enquanto recomeçaram as manifestações hostis ao chefe de Estado em alguns bairros.

Pierre Nkurunziza, que parece ter saído vitorioso da tentativa de golpe de Estado, regressou na tarde desta sexta-feira ao Palácio presidencial em Bujumbura. Ele agradeceu as forças de defesa e de segurança pela sua “rapidez e eficácia” em travar a tentativa de golpe, tendo anunciado por outro lado a reabertura das fronteiras do país.
Num discurso publicado no site da presidencia em kirundi (a língua nacional) e que deverá ser mais tarde difundido pela rádio e televisão nacional, o presidente Nkurunziza relacionou o grupo dos golpistas com as manifestações de opositores à sua candidatura a um terceiro mandato presidencial.
Presidente Nkurunziza sai mais forte desta tentativa golpista
Para Fidel Bafilemba, especialista sobre a região dos Grandes Lagos na organização “Enough Project” o presidente Nkurunziza saiu mais forte ao sobreviver à esta tentativa de golpe de Estado “mas tudo ainda não terminou. A divisão permanece no seio do exército e se o presidente cometer o erro de desencadear represálias de vingança só irá reforçar os riscos no seio do exército como da população."
Segundo Fidel Balifenda, este fracasso na tentativa de golpe de Estado pode ser por enquanto considerado temporário por tres razões e explica:
"Houve um mau cálculo por parte dos golpistas nomeadamente na falta de preparação e de coordenação da ação; a desproporção em termos de armamento entre os golpistas e os militares que permaneceram fiéis ao presidente; finalmente e talvez a mais importante, a hipocrisia da comunidade internacional. Não se pode condenar um presidente que em todo caso violou a Constituição e ao mesmo tempo dar-lhe um certo apoio como está a acontecer."
Manifestações prosseguem em Bujumbura
Apesar do regresso de Pierre Nkurunziza ao Palácio presidencial, as manifestações da oposição a um terceiro mandato do presidente, recomeçaram esta sexta-feira, tendo a polícia disparado para o ar para dispersar os contestatários.
Burundi Proteste gegen den Präsidenten Nkurunziza
Manifestação em Bujumbura contra um terceiro mandato presidencial
As manifestações contra um terceiro mandato presidencial, desencadeadas nos finais de abril, tinham cessado com o anúncio da tentativa de golpe de Estado lançado na tarde de quarta-feira (13.05) pelo general Godefroid Niyombare. Mas nas primeiras horas desta sexta-feira, o líder do coletivo da sociedade civil contra o terceiro mandato, Vital Nshimirimana, apelou os manifestantes a irem para as ruas.

Os manifestantes continuam a considerar um terceiro mandato de Pierre Nkurunziza, já eleito em 2005 e 2010, como uma medida anticonstitucional e principalmente contrária aos acordos de reconciliação assinados em em Arusha (Tanzânia) que deram lugar à abertura para o fim da longa e mortífera guerra civil burundesa entre 1993 e 2006.
#dw.de

GUINÉ-CONACRY: LUTA CONTRA Ebola - Uma Jornada Mundial da Juventude com a UNICEF em Forecariah.

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Por quase três meses, a UNICEF apelou a experiência de Justin Morel Junior, ex-funcionário internacional da organização e ex-ministro das TIC e da Cultura, para apoiar as atividades de resposta a febre hemorrágica vírus Ebola, com a Unidade de Coordenação Nacional da luta contra a Transmissão '' do amaldiçoado vírus ''.



Neste contexto a JMJ está trabalhando diretamente com a equipe a qual é 'liderada por Fodé Sylla Tass, jornalista-roteirista e diretor da Televisão Nacional. Sob a supervisão do Dr. Sakoba Keita, o Sr. Morel e o norueguês Anne Skatvedt cuja principal função, em nome da UNICEF, é aconselhar e apoiar a Unidade de Coordenação Nacional da Comunicação, como uma interface para catalisar inteligências na elaboração de estratégias relevantes em via da erradicação do Ebola.

Amplo desafio os coloca em contato diário com as realidades no terreno, estatísticas e o drama dos pacientes e dos pais. Juntos, eles estão comprometidos na luta para motivação daqueles que realmente acreditam no que eles fazem. O risco é naturalmente grande, mas eles decidiram enfrentá-lo no terreno. Em algumas aldeias, os doentes se escondem ou escondem-nos, entretanto, nós temos estratégias de divulgação para encontrar seus '' contatos '' suspeitos até que se prove o contrário. Em seguida, as equipes especializadas irão traçar a sua rota a seguir com todos os outros contactos a fim de evitar que a doença se espalhe nestas aldeias, os últimos bastiões do Ebola.
 Assim, a JMJ está atualmente em Forecariah nos quadro dos preparativos da campanha de detenção ativa dos casos e de sensibilização além fronteira que será lançado neste sábado, 16 de maio em Pamalape na presença dos Presidentes guineense e Serra-leonense, para se engajar no que Fodé Tass chama de - "o assalto final contra o Ebola.''

Esperemos realmente...

DE: Pivi BILIVOGUI para GCI
2015-GuineeConakry.Info

Como o Presidente Nkurunziza furtivamente voltou para o Burundi.

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Presidente Pierre Nkurunziza. ARQUIVO | NATION MEDIA GROUP.  

Detalhes dramáticos de como o aguerrido Presidente do Burundi, Pierre Nkurunziza que sofreu tentativa de golpe foi deslocado de volta para seu país devastado pela crise com ele ainda na Tanzânia e que só agora pode ser revelado.

Um cidadão relatou a rota que o presidente usou para chegar à capital Bujumbura, na quinta-feira, à noite, para recuperar a sede do poder depois de uma tentativa de derrubá-lo espetacularmente.

Fontes no governo e nos círculos de segurança confidenciaram o cidadão de como o Presidente Nkurunziza estava desesperado para voltar ao Burundi e teria recusado uma oferta de asilo na África do Sul.

Presidente Nkurunziza foi a Dar es Salaam na quarta-feira para uma Cimeira de Chefes de Estado da Comunidade da África Oriental sobre a crise no Burundi, quando generais do exército e policiais renegados deram um golpe contra ele.

Quando a notícia do golpe eclodiu, a cúpula foi cancelada e, mais tarde, à noite, o Presidente Nkurunziza tentou retornar para Bujumbura.

No entanto, sua fuga foi abortada no ar e voltou para Dar es Salaam quando os golpistas ordenaram que o aeroporto estava fechado.

O Presidente do Burundi, então, passou quarta-feira em um hotel de Dar es Salaam, mas seu paradeiro no dia seguinte permaneceu como uma questão de especulação até que ele twittou sobre sua bem sucedida re-entrada em Burundi, onde ele estava no comando na sexta-feira.

Fontes detalharam que o presidente Nkurunzia passou a maior parte de quarta-feira em uma reunião de maratona no palácio com o presidente Jakaya Kikwete com uma equipe de seus assessores de segurança máxima. Eles estavam explorando a melhor maneira de responder ao cenário de rápidas mudanças em Bujumbura.

Foi nessa reunião que o Presidente Nkurunziza declaradamente recusou uma oferta da África do Sul para seu asilo, explicando que as coisas iriam se deteriorar em seu país durante sua ausência. Ele queria voltar para acalmar seus partidários e terminar a luta.

Sua própria casa

"Ele disse a seu anfitrião que o ônus estava na Tanzânia para garantir que ele voltasse para casa com segurança. Ele rejeitou o golpe e disse que tudo estava bem dentro de seu governo ", revelou uma das fontes de segurança.

Na quinta-feira, o líder do Burundi permaneceu escondido em um lugar não revelado de onde ele foi levado para o Aeroporto Internacional Julius Nyerere às 03:00h (+ 3GMT) para a primeira etapa de sua jornada quando suas forças tinham recuperado uma boa parte de área sob comando dos golpistas.

Ele embarcou em seu avião que tinha sido alocado a partir de África do Sul e voou para a cidade de Kigoma, na parte ocidental da Tanzânia na fronteira com Burundi, de onde ele esperava para atravessar.

Segundo fontes, o presidente Nkurunziza chegou em Kigoma depois de uma hora. Às 17:30, ele foi levado a bordo de um helicóptero da Força de Defesa  do Povo da Tanzânia (TPDF)   que foi levá-lo à sua região em sua própria casa no Ngozi.

O helicóptero, sob o comando de oficiais de inteligência, foi cercado por civis e cobriu uma distância de cerca de 450 km de Kigoma a Ngozi. Aqui, o Presidente Nkurunziza foi entregue a uma equipe avançada de seus oficiais de segurança e inteligência que haviam sido expedidos de Bujumbura.

De acordo com informantes, o helicóptero chegou e ele foi levado para sua sala VIP às 7h. Os planejadores do itinerário acharam a rota muito mais segura para o presidente tal como era em sua fortaleza.

Ele foi então conduzido à noite em um pequeno comboio de carros para chegar a Bujumbura de onde ele falou para a mídia social em cerca de meia-noite para apelar à calma e anunciar que ele estava no país e estava seguro e responsável.

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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Líderes da Região dos Grandes Lagos vão se reunir em Angola.

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Presidente Angolano Jose Eduardo dos Santos. ARQUIVO | NATION MEDIA GROUP

Os chefes de Estado e de Governo vão se reunir na Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (ICGLR - sigla em inglês) em Angola na próxima segunda-feira.

Se espera que a reunião extraordinária em Luanda, vai avaliar a instabilidade prevalecente em alguns países membros do bloco, a mídia estatal confirmou nesta quarta-feira.

A crise do Burundi deve ter lugar de destaque na reunião, disse o Secretário Executivo da ICGLR Alphonse Ntumba Luaba.

Sr. Luaba disse a repórteres em Luanda que a situação no Burundi estava tensa, daí a necessidade de uma vigilância apertada.

Não ficou claro quem nesta quinta-feira estava no comando do país que foi mergulhado em uma crise com a insistência do presidente Pierre Nkurunziza em concorrer a um terceiro mandato.

Os militares anunciaram na quarta-feira que o governo do presidente Nkuruziza 'havia sido derrubado.

Capital de Burundi, Bujumbura, alberga a sede da ICGLR.

A agitação prevalece

Sr. Luaba apontou que Bujumbura não foi acolhida para a reunião por causa da agitação prevalecente.

O ambiente em Bujumbura não é propício para negociações com o pessoal da CIRGL temendo por suas vidas, acrescentou.

Angola é atual presidência da ICGLR.

O bloco é composto por 12 membros, nomeadamente Angola, Burundi, República Centro Africana, Congo-Brazzaville, República Democrática do Congo (RDC), Quênia, Uganda, Ruanda, Sudão, Sudão do Sul, Tanzânia e Zâmbia.

A reunião na próxima segunda-feira, convocado pelo líder angolano e chefe do bloco, o Sr. José Eduardo dos Santos, também vai discutir a situação no Quénia, Burundi, RDC e Sudão do Sul.

O encontro será precedido por uma reunião de Ministros dos Negócios Estrangeiros 'agendado para sexta-feira em que os documentos serão preparados para os chefes de Estado e de Governo na sessão.

A reunião do comité de ministros da Defesa, na terça-feira, concluirá os debates dos delegados militares e serviços de inteligência da região.

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Burundi: o que precisamos saber sobre a situação na segunda noite do golpe de Estado de Pierre Nkurunziza (121) - Bujumbura (32) - golpe de Estado (15) - Nyombare Godefroid (1).

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Outra noite de incerteza esperando burundienses nesta quinta-feira depois que os militares golpistas e os fiéis do Presidente Nkurunziza continuaram a batalha pelo controle da mídia. Aqui está o que sabemos sobre a situação.

Un Burundais enjambant une barricade dans Bujumbura.
Um burundiense abrangido numa barricada em Bujumbura. © Erik Esbjörnsson / AP / SIPA

Quem detém o poder?

Difícil de dizer. A confusão na sua totalidade reina. O General Niyombare anunciou nesta quarta-feira a destituição do Presidente Pierre Nkurunziza e os golpistas declararam nesta quinta-feira, à tarde, o controle da quase totalidade da capital. Mas a Presidência continua por sua parte a afirmar que a tentativa de golpe foi fracassada. Contactado por Jeune Afrique, Willy Nyamitwe, conselheiro responsável pela comunicação do presidente do Burundi, diz que "a situação se normaliza cada vez mais" em Bujumbura.

Revivendo a jornada de 14 de maio no Burundi com o nosso correspondente ao vivo
Contatado por telefone pela RTNB, a rádio nacional, Pierre Nkurunziza enviou entretanto uma mensagem ao povo do Burundi em Kirundi, apelando-o para manter a calma. Ele também agradeceu as forças de defesa e segurança do Burundi pelo "bom trabalho que frustrou a tentativa de golpe de Estado." No decorrer da mesma operação, o presidente do Burundi também disse que "muitos líderes do golpe se renderam" e chamou aqueles que ainda resistem a se desarmarem.

Pierre Nkurunziza também assegurou que "as fronteiras do pais não estão fechadas", enquanto que os legalistas e golpistas afirmam que do lado deles controlam o aeroporto.


Quinta-feira à tarde, enquanto a chuva se abateu sobre Bujumbura, o equilíbrio de poder permanece incerta e a população espera os novos combates nesta sexta-feira. Os membros da sociedade civil do Burundi na vanguarda e na anti-campanha ao terceiro termo de Nkurunziza, teriam dito a Jeune Afrique que temiam por suas vidas. "Vivemos na clandestinidade, diz um deles. Se as tropas leais de Pierre Nkurunziza nos encontrarem, vamos ser mortos."
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Presidente francês culminou a visita bem-sucedida a Cuba.

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Raul marcou presença no aeroporto internacional José Marti para dar a despedida. Depois, fez declarações à imprensa.

O general-de-exército Raúl Castro despediu-se no aeroporto internacional José Martí, do presidente da França, François Hollande. Photo: Estudio Revolución.

TERÇA-FEIRA, bem cedo na manhã, o presidente Raúl Castro esteve presente no aeroporto internacional José Martí, para se despedir do presidente francês, François Hollande, que chegou a Havana na noite do domingo 10, para uma visita oficial, descrita como histórica, por ter sido a primeira de um dignitário francês à nação caribenha.
Após uma troca nos salões do terminal, Raúl acompanhou Hollande até a escadaria do avião que o levaria ao Haiti, último ponto de sua turnê pelo Caribe. Minutos antes de sair, o presidente francês agradeceu ao general-de-exército “por esta visita tão útil”, e previu a presença aqui de muitos outros presidentes, além de um bom desenvolvimento para a nação, “vocês poderão fazer o que quiserem com seu país”, disse.
Após a despedida, o presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba deu à imprensa suas considerações sobre a estada aqui do presidente francês, bem como de outras questões da realidade cubana. Raul disse que na noite anterior havia dito a Hollande que viria para se despedir dele, “o que é um sinal da satisfação que temos com os resultados de sua visita”.
Raul resumiu o programa de atividades do presidente francês na capital, que incluiu uma visita ao comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz, uma palestra na Aula Magna da Universidade de Havana, a inauguração da nova sede da Aliança Francesa e da realização do Fórum Empresarial Cuba-França, onde se mostraram grandes perspectivas nos negócios. “Foi muito claro, muito claro, muito amigável”, disse o general-de-exército.
Quanto às relações com a União Europeia (UE), o presidente cubano explicou que em junho será realizada em Bruxelas, a Cúpula UE-Celac, na qual “esperamos não ter que falar tanto quanto na do Panamá, porque, em última análise, a posição comum da União Europeia em relação a Cuba nunca deveria ter existido, isso foi uma importação... cuja instrução foi feita em inglês, mas isso vai se resolver”.
Sobre o aperfeiçoamento do modelo econômico e social, comentou que “vai a um bom ritmo, muitos criticam que vai devagar, mas eu me pergunto por que nós temos que ir correndo para cometer erros... Não queremos tomar qualquer medida para sacrificar nosso povo, que é o mais importante e nosso povo entende isso”.
Raul disse que "a questão do bloqueio não foi resolvida, está começando agora". Sobre a inclusão de Cuba na lista de países que patrocinam o terrorismo, ele observou que este era um ‘título honorário’ imposto injustamente. “Como eu disse no Panamá, que tipo de terrorismo é esse que os mortos são nossos e aqueles que nos atacam têm nenhum. Nós não temos assassinado ninguém, nem temos colocado qualquer bomba em qualquer hotel”.
Raúl comentou que em 29 de maio próximo conclui o prazo de 45 dias após a certificação do presidente Obama ao Congresso. “Essa acusação vai ser eliminada e então podemos avançar no processo de restabelecimento das relações diplomáticas e a reabertura de embaixadas, incluindo a acreditação dos embaixadores de ambos os países”.
Depois, referiu-se às restrições de movimento impostas aos diplomatas cubanos nos Estados Unidos, de cerca de 20 milhas, a partir da administração Reagan. “Então, nós impusemos as mesmas restrições aos seus diplomatas aqui. Agora eles alegam que seus diplomatas não devem ter mais limitações de movimentos que em outros países”. E a seguir, Raul expressou que o que mais nos preocupa é que eles continuem cometendo ilegalidades como antes, o que nos obriga a tomar medidas. “O que propomos, simplesmente, é que temos de ajustar-nos aos acordos sobre o comportamento dos diplomatas de todo o mundo, aprovados na Convenção de Viena”, precisou.
Uma vez que as relações diplomáticas sejam restauradas, podemos avançar em direção à normalização, significou Raul. Mas isso é outro assunto. Para isso “deve ser removido o bloqueio e a Base Naval de Guantánamo deve ser devolvida”.
Enquanto Raul proferia estas palavras, o avião do presidente francês se preparava para a decolagem, culminando assim uma visita qualificada de histórica e útil para ambos os países, que mais uma vez evidenciou a boa recepção do povo cubano a seus hóspedes. Não por acaso, as últimas palavras de Hollande aos repórteres, antes de sair foram, “obrigado pela hospitalidade”.
#granma.cu

Bruxelas choca com a Grã-Bretanha sobre o plano de imigrantes que atravessam o Mediterrâneo.

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Fuzileiros navais britânicos ajudam os migrantes a desembarcar de um barco inflável em um navio de desembarque de HMS Bulwark após serem resgatados há cerca de 40 milhas ao largo da costa da Líbia, em 13 de maio de 2015. FOTO | AFP

A União Europeia entraram em confronto com a Grã-Bretanha nesta quarta-feira sobre um plano para salvar milhares de imigrantes africanos, principalmente, os que tentam atravessar o Mar Mediterrâneo, o que inclui quotas de reinstalação controversas para os refugiados.

O ministro do Interior britânico Theresa May solicitou que os imigrantes sejam enviados de volta, dizendo que a forma de lidar com os pedidos de asilo de pessoas resgatadas no mar da UE encorajou mais os africanos para arriscar suas vidas tentando a viagem.

Os elementos mais controversos do plano são uma redistribuição obrigatória dos requerentes de asilo em todo o bloco de 28 países membros e do uso da força militar europeia contra contrabandistas em águas líbias.

A Grã-Bretanha, Irlanda e Dinamarca têm a intensão de optar por sair do plano, que vem em meio a uma onda sem precedentes de imigrantes que fogem de conflitos e da pobreza no Norte da África e no Oriente Médio.

"Eu me pergunto como é que alguém poderia afirmar que isso poderia tornar a situação pior", disse o Sr. Frans Timmermans primeiro vice-presidente  da Comissão Europeia numa conferência de imprensa em resposta aos comentários da Sra. May.

"Se depois não fazer nada, fazemos a situação piorar para as pessoas em dificuldades e perdermos credibilidade aos olhos dos nossos cidadãos que têm exigido que façamos algo sobre as tragédias no Mediterrâneo."

Sr. Timmermans, o braço direito de chefe da Comissão Europeia Jean-Claude Juncker, pediu aos membros da UE para mostrar "solidariedade" com países como a Itália, Grécia e Malta, que carregam o fardo da maioria das chegadas de migrantes.

Factor de atracção

Mais de 5.000 imigrantes, da África, bem como da Síria, morreram nos últimos 18 meses, enquanto tentavam atravessar o Mediterrâneo, muitas vezes em botes de borracha ou em frágeis barcos de pesca.

Escrevendo no jornal The Times, de Londres, a Sra May confirmou que a Grã-Bretanha não tomaria parte no plano da quota da Comissão e disse que a UE deve mandar de volta os imigrantes.

"Eu não concordo com a sugestão da Alta Representante da UE, Federica Mogherini, de que " os imigrantes interceptados no mar 'deve ser' enviados de volta contra a sua vontade '", escreveu ela.

"Tal abordagem só contribuiria para o aumento do factor de atracção através do Mediterrâneo e incentivaria mais pessoas a colocar suas vidas em risco."

Os comentários da Sra. May podem também ressaltar os confrontos por vir entre recém-reeleito primeiro-ministro britânico David Cameron e seus parceiros europeus que querem a reforma em matéria de migração e outras questões antes de um referendo sobre a adesão da Grã-Bretanha à União Europeia.

Se a Grã-Bretanha, Irlanda e Dinamarca optarem por sair, em seguida, os outros 25 membros da UE ainda podem elaborar o plano, que está pronto para sair antes que os líderes europeus participem da cúpula no final de junho.

Mas isso poderia provocar a ira de outros países, especialmente porque a imigração é uma questão política tão sensível para muitos Estados membros.

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban - cujo país não tem saída - na semana passada chamou o plano de quota "louca e injusta".

Força naval

Até agora, os Estados da UE têm admitido refugiados numa base voluntária, sob o princípio de que os seus pedidos de asilo são tratados no país em que estão, e não no país que eles estão tentando chegar.

A comissão disse que iria apresentar uma proposta legislativa até ao final do ano para estabelecer quotas vinculativas aos Estados-membros a admitir migrantes para se estabelecerem há números de contingente imediatos.

Sob o plano da UE pretende-se também reassentar 20 mil refugiados directamente de países terceiros.

A Amnistia Internacional saudou o plano da Comissão como uma "mudança de boas-vindas" para não só diminuir um maior estresse sobre as operações de busca e salvamento para os imigrantes, mas também no estabelecimento de rotas seguras e legais para eles puderem entrar na UE.

Mas ele advertiu que os Estados membros não ponham em causa o plano.

"Hoje vimos a Comissão Europeia dar um primeiro passo na mudança de sua atitude, a Fortaleza Europeia para a crise de refugiados, mas terá de ser implementado expansivamente e com o apoio integral de todos os estados membros da UE", disse John Dalhuisen, diretor da Anistia para Europa e Ásia Central.

A atuação militar também é executado com dificuldades, com o pedido da Sra Mogherini a ganhar pouco apoio durante um apelo ao Conselho de Segurança da ONU na segunda-feira, seu pedido de apoio é para o uso da força militar europeia contra contrabandistas nas águas territoriais da Líbia.

Durante a conferência de imprensa em Bruxelas, Sra. Mogherini reiterou que não seria com "botas no chão" que os europeus no norte da África empreenderiam qualquer ação para destruir barcos de contrabandistas com pessoas, mas seria puramente com navíos.

AFP


terça-feira, 12 de maio de 2015

Presidente da França visitou Fidel.

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O líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz, conversou nesta segunda-feira, 11 de maio, com o presidente da República Francesa, Ex.mo sr. François Hollande, por ocasião da sua visita oficial a nosso país.

Photo: Alex Castro


O líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz, conversou nesta segunda-feira, 11 de maio, com o presidente da República Francesa, Ex.mo sr. François Hollande, por ocasião da sua visita oficial a nosso país.
Durante o encontro Fidel e o distinto chefe de Estado tiveram um interessante diálogo acerca dos laços históricos entre Cuba e a França, bem como examinaram importantes temas do acontecer internacional e trocaram opiniões acerca de suas complexidades e desafios, em um clima cordial e amistoso.
O companheiro Fidel expressou seu agradecimento ao presidente Hollande por ser o primeiro chefe de Estado da França que visita Cuba, e comentou que um dos primeiros textos que leu quando iniciava o bacharelado foi um extenso livro sobre a Revolução Francesa, embora na época nem sequer conhecesse o valor dos estudos políticos e o complexo mundo que estava por trás das ciências históricas.
Photo: Alex Castro
Photo: Alex Castro
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#granma.cu

GUINÉ-CONACRY: ECONOMIA - Por que a nova cédula de 20.000 GNF ?

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Na presença de meios de comunicação público-privados no país, o governador do Banco Central da Guiné-Conacry, Louceny Nabé anunciou segunda-feira, 11 de maio de 2015, a circulação de novas notas de vinte mil francos guineenses. Acompanhado por funcionários da instituição, os representantes dos bancos privados e outros executivos da administração guineense, Lounceny Nabé não deixou de explicar as razões que impulsionaram a instituição para criar esta nova cédula.



Segundo ele, a família de cédulas do nosso país está a precisar de duas sequência. "A família atual de notas de nosso país é do período de final de 1985, início de 1986. A família incluiu recortes de 5000, 1000, 500, 100, 25, e as moedas de 10 e 1 franco. Posteriormente, aconteceram duas evoluções que nos conduziram a duas moedas: de 25 e 50 francos. Em 2007, houve uma nova denominação de 10000. Vocês entendem que a família de notas permaneceu inalterado durante 21 anos. E continua a ser um grande fracasso em comparação com todas as outras famílias de notas na sub-região, em África e no mundo ", ele argumentou.

"Um dinheiro moderno em três seqüências principais a saber: Sequência 1 é representada hoje pela cédula de: 100 GNF, 1000 GNF e 10.000 GNF. Há a sequência 5, que é representada por notas de 500 GNF e 5000 GNF. Mas em todos as outras famílias de notas, há a sequência 2, exceto a nossa que não têm cédulas de 200 ou 2000 GNF ou 20.000 fg. Eis porque temos preenchido essa lacuna, introduzindo dentro de nossa família de notas a sequência 2. Os golpes são, portanto, mais elevados, que os valores faciais que são denominados fracos. Isso porque ", no que concerne a equivalência de valores faciais mais elevados em número de áreas em relação à nossa própria moeda. Disse ele.
Portanto, em 1986, uma nota de 5000 era equivalente a cerca de 13 dólares, mas hoje não é nem um dólar.
Além disso, estamos preparando para colocar o valor para uma denominação mais alta. Nós percebemos que os indicadores do próprio Fundo Monetário Internacional, quando da reforma da moeda de um país, era para garantir que o valor da face mais alta não fosse menos do que o equivalente a 20 dólares dos EUA e que faz equivaler a 150.000 Francos da Guiné. Numa economia equilibrada, o valor da nota per capita devia ser tal que, o golpe na fabricação do banco central fosse ideal.
As notas de  20.000, não seriam destinadas para as emissões. Mas, elas servirão intimamente no quadro de uma das atribuições essenciais do Banco Central, ou seja, a melhoria da situação financeira. Assim, a emissão da nota de 20.000 GNF não é um problema suplementar. Nota de 20.000 GNF é fabricado por cerca de um terço do preço da nota de 10.000  GNF.
As mil notas de 20.000 fg é cerca de 50 dólares americanos. Portanto, se nós fabricamos mil notas de 5.000 fg equivalem a 85 dólares, como nós ganhamos um pouco em custos. Os bilhetes emitidos 20.000 fg, portanto, participariam no financiamento do orçamento do Estado.

Por: Mariama Sylla para GCI 2015-GuineeConakry.Info

CEDEAO discute xenofobia, eleições e migração.

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Ex-President da Nigéria Jonathan Goodluck. ARQUIVO | NATION MEDIA GROUP

A recorrência de ataques xenófobos na África do Sul, a situação dos migrantes africanos no mar Mediterrâneo e eleições realizadas em dois Estados-Membros no topo da agenda do Parlamento da CEDEAO na sua primeira sessão em 2015 em Abuja, na segunda-feira.

O Presidente do Parlamento nigeriano Ike Ekweremadu, abriu a sessão para felicitar seus compatriotas do Togo pela realização de eleições presidenciais pacíficas neste ano.

Ele também parabenizou o presidente cessante nigeriano Goodluck Jonathan por este aceitar sua derrota graciosamente.

"O presidente Jonathan estabeleceu um novo padrão para o qual todos os líderes Africanos serão agora encarregados de emular para garantir a verdadeira democracia, a santidade das urnas e desejos das pessoas de serem respeitadas", disse o presidente.

"De fato, as eleições bem sucedidas na Nigéria e Togo efetivamente, combinam para anunciar ao mundo que a democracia veio para ficar na África Ocidental".

O Presidente exortou a Costa do Marfim,, Burkina Faso e Guiné, cujas eleições estão chegando, para seguirem exemplos da Nigéria e Togo.

Boa governação

Em relação aos ataques xenófobos na África do Sul, o parlamento observou que isso contradiz tratados e cartas internacionais sobre direitos humanos e estava fora de sincronia com as realidades da globalização.

"Todos nós devemos levantar contra a nova cara do apartheid e garantir que os envolvidos sejam postos fora e possivelmente levados perante o Tribunal Penal Internacional", disse o senador Ekweremadu.

Sobre a questão de migrantes africanos que cruzam o Mediterrâneo para a Europa, onde muitas pessoas estavam se afogando, o Presidente apelou para a colaboração com a comunidade global para deter as migrações perigosas.

"Nós devemos, como os parlamentos regionais e nacionais, intensificar os nossos esforços legislativos para consolidar a boa governação que irá proporcionar postos de trabalho, igualdade de oportunidades, e servir para o bem-estar e a segurança dos nossos povos, '' disse ele.

Ele elogiou a Nigéria, Níger, Chade e Camarões por sua ofensiva concertada contra os insurgentes do Boko Haram, que já resultou em sucesso considerável.

Enquanto isso, o presidente da Comissão da CEDEAO, o Sr. Kadre Quedraogo, felicitou a Libéria após o anúncio Organização Mundial de Saúde (OMS), no sábado que agora ela está livre de  Ebola.

Ele desejou que a Guiné e a Serra Leoa a mesma.

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ONU: Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos acusa a França de atrasos na investigação de Caso de Abuso Sexual de crianças por soldados franceses na República Centro Africana.

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Tropas francesas patrulham as ruas de Bangui, na República Centro-Africana
LUC GNAGO/REUTERS.

NAÇÕES UNIDAS - O alvoroço sobre as alegações de abuso sexual de crianças por soldados franceses na República Centro-Africana espalhou-se nesta sexta-feira, com o alto funcionário dos direitos humanos das Nações Unidas a acusar a França de atrasos na investigação de suas tropas, os Estados Unidos pressionam por um inquérito, e os Estados Unidos enfrentam o novo controlo sobre a responsabilização das forças de paz que são enviados para proteger os civis, mas os exploram.

Em suas primeiras declarações públicas desde que as acusações vieram à tona, de que as tropas francesas abusaram sexualmente de vários meninos de dezembro 2013 a maio de 2014, disse Ra'ad Zeid al-Hussein, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, que fortemente questionou por que a França não tinha investigado os seus próprios soldados antes de os membros do pessoal das Nações Unidas começarem sua própria investigação.

As Nações Unidas recolheram depoimentos de seis rapazes, alguns dos quais descreveram em detalhes como tinham sido abusados sexualmente; outros disseram que testemunharam.

"Como é que ninguém sabia sobre esses abusos entre dezembro e maio?", Disse al-Hussein, ex-defensor da paz das Nações Unidas na Bósnia que, em um papel anterior, tinha pressionado as Nações Unidas para melhorar a forma como ela lida com alegações de abuso sexual em suas missões de manutenção da paz.

"Se você tem uma febre durante cinco meses, você não precisa de um médico para entrar no quinto mês para lhe dizer que você não está bem", acrescentou.

As Nações Unidas não estavam no comando das tropas que servem na República Centro-Africana no momento. A França tinha implantado soldados para acabar com um conflito sectário e amargo no país, sua ex-colônia, muito antes de uma missão de paz das Nações Unidas sert estabelecida.

Ninguém foi acusado de um crime, no entanto, oito meses após as acusações vieram à tona, e esta semana o apontar de dedo começou há mais para de quem é a culpa pelos atrasos.

As autoridades francesas disseram apenas que a maioria dos soldados acusados ​​foram removidos da operação na República Centro-Africana, mas não ofereceu detalhes de quando eles foram repatriados e onde eles foram implantados agora. O Ministério Público de Paris na quinta-feira anunciou que iria investigar através de juízes franceses formalmente as alegações.

Autoridades francesas abriram uma investigação criminal preliminar em julho passado, depois de um funcionário das Nações Unidas que vazou para as autoridades francesas um inquérito interno das Nações Unidas sobre as alegações de abuso sexual.

Esse inquérito, preparado pela agência e dos direitos humanos das crianças agência das Nações Unidas, continha os nomes das vítimas, todos menores. O membro do pessoal das Nações Unidas acusado de ter vazado informações para a França foi suspenso, com salário retido, enquanto se aguarda uma investigação. As Nações Unidas têm dito repetidamente que as suas regras proibem a divulgação pública dos nomes das vítimas e dos investigadores.

Esta semana, o membro do pessoal, Anders Kompass, de nacionalidade sueca, foi reintegrado a seu posto por um tribunal das Nações Unidas.

Enquanto isso, a França tem procurado desviar as acusações de que ele está a arrastar os pés na investigação, argumentando que as Nações Unidas não cooperava plenamente.

O Presidente François Hollande da França prometeu "dar o exemplo", com os soldados que foram considerados culpados, e seu ministério de defesa prometeu proceder a uma investigação militar interna e torná-la disponível para os investigadores judiciais.

Um porta-voz do chefe do exército francês, o coronel Gilles Jaron, disse: "Quando estes eventos - e todos estes eventos não forem comprovados até hoje - se forem trazidos à nossa atenção, nós agimos naquele mesmo dia."

O embaixador americano nas Nações Unidas, Samantha Power, disse a repórteres na sexta-feira que toda a maneira em que as "graves e grotescas alegações" tinha sido tratadas devem ser investigadas por um órgão imparcial, independente, acrescentando que os testemunhos das crianças deveriam ter sido encontrados o mais rapidamente.

"É essencial que os países cujos soldados são acusados ​​de terem sido envolvidos em crimes dessa magnitude e atos agressivos", disse ela. "Nós, novamente como todo mundo, estamos preocupados com o tempo."

Mesmo que os franceses digam que tinham enviado imediatamente investigadores para a República Centro Africana, ao receber os depoimentos, o inquérito inicial aparentemente não deu informações suficientes para apresentação de acusações criminais.

Em setembro, as autoridades francesas pediram para falar com o investigador das Nações Unidas que recolheram os testemunhos, um pedido que levou um mês para chegar a sede das Nações Unidas através dos canais diplomáticos, de acordo com um porta-voz das Nações Unidas.

Em seguida, as Nações Unidas pediram à França para responder uma lista de perguntas, que demorou até fevereiro para chegar. Só em 30 de março é que as Nações Unidas deram às autoridades francesas uma cópia editada do inquérito inicial, e apenas na quinta-feira - um ano inteiro após o abuso sexual é que foi dito o que tinha ocorrido - o que fez os franceses abrirem uma investigação.

O episódio coloca o Sr. al-Hussein em um lugar peculiar. Há dez anos, como o principal autor de um relatório crítico sobre a forma como as Nações Unidas lida com alegações de abuso sexual contra suas próprias forças de paz, ele propôs que os acusados ​​sejam julgados em processos judiciais marcial no país, onde as acusações são feitas e que apresentem DNA amostras para ajudar os investigadores.

Ele também pediu que as Nações Unidas tenham um papel na condução da investigação completa, juntamente com as autoridades dos países de origem das forças de paz. Dessa forma, seu relatório afirma, que poderia haver um segundo par de olhos para assegurar a responsabilização.

Nenhuma dessas reformas foram feitas, depois que os países que contribuem com tropas para missões de paz rejeitaram. Outras mudanças foram feitas, incluindo a oferta de serviços para vítimas.As Nações Unidas têm meios para forçar países de origem para punir os seus soldados. Ele pode exortá-los a fazê-lo, ele pode pedir informações sobre as suas investigações - embora por vezes os países não respondem - e, em princípio, pode recusar-se a aceitar forças provenientes desses países.

Falando a jornalistas em Genebra na sexta-feira, o Sr. al-Hussein manteve sua posição de que um documento contendo os nomes das vítimas e testemunhas não deveria ter sido lançado a uma parte externa antes de as Nações Unidas terem a oportunidade de redigir nomes. "Ninguém tem o monopólio da indignação", disse ele. "Estamos todos indignados."

Em sua coletiva de imprensa de 45 minutos, o Sr. al-Hussein repetidamente disse que a França deveria ter agido mais cedo para investigar as acusações contra seus soldados. "Seria impossível acreditar", acrescentou, "que eram apenas os soldados como ninguém sabe?."

#nytimes.com

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Senegal: Serigne Modou Kara, sobre o envio de tropas à Arábia Saudita - "Nada vai acontecer com os Diambars se ..."

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Serigne Modou Kara Mbacke falou novamente. Presidente fundador do Partido da verdade para o Desenvolvimento "Parti de la vérité pour le développement (Pvd - sigla em francês)", ele reuniu a imprensa esta tarde em sua casa para acolher a decisão do Presidente Macky Sall de enviar soldados à Arábia Saudita.

Congratulando-se com a intenção e os motivos que animaram a decisão, ele apelou os senegaleses à serenidade. Especialmente desde que de acordo com ele, ninguém pode escapar ao seu destino. "De que estamos conscientes de que ninguém pode escapar da morte. Que esteja o soldado na guerra ou não. Quando chega a hora da morte, ninguém pode escapar. Que os civis entendam que o espírito de um militar é muito diferente do de um civil. Eles são animados pela mesma vontade e determinação que um motorista é ordenado pelo seu chefe para chegar ao volante ".

Guia espiritual do PVD, Kara quis recordar que, em seu tempo, as autoridades religiosas de Senegal havia feito atos semelhantes para apoiar os colonos que estavam sob a ameaça do exército alemão. "Em seu tempo líderes religiosos deste país tinha enviado homens para apoiar os franceses contra os alemães. Nesta fase, gostaria de recomendar a todos a adotar o comportamento do bombeiro enfrentando um incêndio. Esta é a melhor postura para vivermos em paz ", ele recomenda.

Ele também lembrou que "Serigne Touba também tinha sido solicitado por sete grandes Imames de Medina e Meca que tiveram problemas com o reino, em uma carta da qual eu tenho uma cópia. É o Serigne Cheikh Ndiol, filho mais velho de Serigne Moustapha Bassirou que me tinha dado. Um texto intitulado '' curar qualquer doença '' é composto por 7 versos. Um de seus versos, se um soldado é martirizado, a ele nada acontecerá. Que os senegaleses tenham o espírito tranquilo sobre os seus soldados que serão implantados na Arábia Saudita, em nome do Profeta Muhammad (PSL) ", tranquiliza Serigne Modou Kara.

#seneweb.com

Bélgica suspenderá ajuda se Burundi não deixar agitação.

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Presidente Pierre Nkurunziza. ARQUIVO | NATION MEDIA GROUP.

As campanhas para as eleições legislativas e comunais no Burundi continuaram nesta segunda-feira em meio a protestos promovidos contra a candidatura do Presidente Pierre Nkurunziza para um terceiro mandato

Manifestantes bloquearam nesta segunda-feira, de manhã, estradas com pneus queimados e formaram barricadas em torno de Bujumbura, em desafio de uma directiva do Ministério da Defesa que ordena para parar com agitação.

Pelo menos uma pessoa foi morta no dia anterior quando o pessoal de segurança rebateram nos manifestantes na área de Musaga na periferia de Bujumbura.

Centenas de mulheres viraram as celebrações do dia de mães em uma marcha de protesto em Bujumbura, no domingo, quando elas exigiram a libertação de seus filhos presos durante as escaramuças em oposição à recusa do Presidente de retirar sua candidatura para a próxima eleição.

"Queremos que nossos filhos inocentes sejam libertados incondicionalmente. Estamos aqui hoje para protestar também contra o terceiro mandato de Pierre Nkurunziza", disse uma das mães durante a marcha pacífica em Bujumbura, no domingo.

"Apelamos para um fim a todos os protestos e retiradas de todas as barricadas (a partir das estradas), enquanto nos preparamos para as eleições dentro de 48 horas", disse o ministro da Defesa Potien Gaciyubwenge.

General Gaciyubwenge disse que a lei do Burundi não permite quaisquer protestos durante o período eleitoral.

O país foi linchado

Enquanto isso, a Bélgica suspendeu uma ajuda estimada em 2 milhões de Euros para as eleições do Burundi.

A ex-potência colonial também suspendeu o apoio à polícia nacional devido às declarações de Nkurunziza.

A sociedade civil do Burundi e a oposição prometeram continuar com os protestos, apesar de os candidatos apresentarem suas credenciais para a Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI).

"Apresentámos a nossa candidatura a CENI, mas isso não significa que tenhamos aceitado o terceiro mandato de Nkurunziza. Nós ainda precisamos da constituição e do Acordo de Arusha ser respeitado", disse o Burudense.

O Presidente Domitien Ndayizeye, que assumiu o país através do governo de transição de 2004.

O presidente do partido no poder CNDD-FDD, o Sr. Pascal Nyabenda, condenou o assassinato na última semana de um homem que disse ser um membro do Imbonerakure em Nyakabiga.

"Os rebeldes que atacaram o país no ano passado foram alvo em Imbonerakure e é isso que estamos experimentando agora", disse ele.

O homem foi linchado segundo as alegações de que os membros de Imbonerakure tinham recebido uniformes para operar em conjunto com a polícia e tinham como alvo invadir casas dos manifestantes à noite.

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domingo, 10 de maio de 2015

Governo cabo-verdiano apresenta proposta de combate ao financiamento do terrorismo.

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Lei vai ser entregue ao Parlamento para aprovação.

O Governo de Cabo Verde vai apresentar ao Parlamento uma proposta de lei de combate ao financiamento do terrorismo.
Ao anunciar a medida, o ministro da Presidência da República Démis Lobo disse que, entre outros dispositivos, vai reduzir para metade (cerca de 6 mil dólares) o montante que cada passageiros pode ter ao sair do país.
A proposta estabelece “medidas destinadas a prevenir e reprimir o crime de lavagem de capitais, bens, direitos, valores, terrorismo e seu financiamento”.
O ministro adiantou que o Governo pretende “alterar e modernizar as leis relativas à lavagem de capitais e ao financiamento do terrorismo, visando consignar medidas internas apropriadas, no sentido de prevenir e combater esses fenómenos, como forma de devolver a paz e a tranquilidade à sociedade”.
Já no que respeita ao terrorismo e seu financiamento, Démis Lobo anunciou que a proposta de lei, aprovada em Conselho de Ministros, vai permitir a “incriminação da disponibilidade ou recolha deliberada de fundos por cidadãos nacionais ou estrangeiros que estejam no território cabo-verdiano com a intenção ou o conhecimento de que os fundos serão utilizados para financiar a viagem de indivíduos para um terceiro Estado que não o seu Estado de residência ou nacionalidade com o objectivo de perpetrar, planificar, preparar ou participar em actos terroristas, ou fornecer ou receber treinamento de terroristas”.
#VOA

Guiné-Conacry: DIÁLOGO POLÍTICO - Cellou de novo disposto a reencontrar com o Presidente Alpha Condé.

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Por ocasião da assembleia geral de seu partido, neste sábado, 9 maio de 2015, o presidente da UFDG (União das Forças Democráticas da Guiné), Cellou Dalein Diallo considerou necessário dar uma chance para recomeçar o diálogo. Para uma eventual saída da crise. É para esse fim que a oposição decidiu, segundo ele, suspender a greve em seu apelo a partir de segunda-feira, 11 de maio.



O líder da oposição guineense estava disposto a reunir-se com o chefe de Estado, apesar das reclamações constantes contra ele, e que prevalecem para a declinação do convite que o Presidente Condé dirigiu a ele. Uma reunião no palácio Sekhoutoureya, a fim de retomar o diálogo.
Ele também condicionou a suspensão "difinitiva" das marchas da oposição até às conclusões que saem de sua próxima reunião com o chefe de Estado, com base em um acordo.

De Aliou Mamadou Diallo para GCI

Senegal: Envio de soldados para Arábia Saudita - Sr. Doudou Ndoye em linha com Macky Sall

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O ex-ministro da Justiça, Sr. Doudou Ndoye, ex-presidente da Comissão Nacional de Reforma Agrária, disse que apoia a decisão do Presidente da República, Macky Sall, que Senegal envie 2.100 soldados para Arábia Saudita.

"Desde 1960, todos os governantes da Arábia Saudita, incluindo reis Fahd, Abdullah e outros, foram os companheiros do Senegal. Todos eles apoiaram os Presidentes da República do Senegal, de Léopold Sédar Senghor a Macky Sall. Eles sempre nos ajudaram e cada vez que nós necessitamos de um apoio orçamental.

Todos os Presidentes do Senegal fizeram suas idas e retornos à Arábia Saudita para fazer um monte de dinheiro sempre que tivemos problemas de orçamento ", explicou. Uma maneira de dizer que o Senegal não pode derrogar quando a Arábia Saudita precisa dele.


Segundo o ex-ministro da Justiça, quando alguém ajudou você ao longo de 50 anos, é muito normal apoiá-lo quando necessário. "Alguém que me apoiou em toda a minha vida, que vem em meu socorro cada vez que eu preciso dele, quando ele precisa de mim, eu tenho que estar presente", argumentou. O Sr. Doudou Ndoye era o convidado do programa "Grand Jury '' da Rádio mídia futura (RFM), neste domingo, 10 de maio de 2015.

De: Cheikhou Aidara para Seneweb.com

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África do Sul: Oposição elege Maimane como primeiro líder negro.

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Mmusi Maimane é um membro recente do DA, juntou-se em 2009. FOTO | BBC

Principal partido de oposição da África do Sul, a Aliança Democrática (DA sigla em inglês), elegeu seu primeiro líder negro.

Mmusi Maimane, de 34 anos, sucede Helen Zille, que renunciou inesperadamente no mês passado.

Ele enfrentou o presidente do partido Wilmot James para o trabalho, e foi eleito em uma conferência partidária em Port Elizabeth.

O promotor tem lutado ao longo de sua história é uma festa de brancos e que representa aqueles que beneficiaram do apartheid.

O partido aumentou a sua percentagem de votos nas eleições de 2014, mas tem lutado para se apresentar como uma alternativa para o ANC, que têm regido a África do Sul desde o fim do apartheid.

Sra. Zille sugeriu que o partido precisa de um líder negro, mas nunca para derrubar o ANC, nosso correspondente acrescenta.

Ela disse ao jornal Citizen que ela estava "aliviada" ao deixar de ser líder, mas continuaria a fazer campanha para o partido.

"Vou fazer o que a nova liderança gostaria que eu fizesse sem tentar levar por trás e interferir", disse ela.

Sr. Maimane progrediu rapidamente no partido, desde sua adesão ao DA, em 2009.


Os críticos dizem que ele é muito jovem e inexperiente para quebrar o ANC no poder.

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sábado, 9 de maio de 2015

Rússia exibe força militar em desfiles que festejam vitória na 2ª Guerra.

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Foram ao país líderes como Xi Jinping, Raúl Castro e Nicolás Maduro.
Maior desfile militar foi realizado na Praça Vermelha, em Moscou.

Presidente russo, Vladimir Putin, fala na Parada da Vitória, que marcou os 70 anos do fim da Segunda Guerra Mundial, neste sábado (9) (Foto: AP)
Presidente russo, Vladimir Putin, fala na Parada da Vitória, que marcou os 70 anos do fim da Segunda Guerra Mundial, neste sábado (9) (Foto: AP)

Milhares de soldados marcharam pela Praça Vermelha em Moscou neste sábado (9) e tanques ressoaram pelas ruas para marcar o 70º aniversário da vitória contra a Alemanha nazista, um evento boicotado por líderes do Ocidente por conta do papel da Rússia na crise ucraniana.
O presidente russo, Vladimir Putin, tem usado o aniversário para elevar o patriotismo e estimular o sentimento anti-Ocidente, e em uma parada em Kiev o presidente ucraniano, Petro Poroshenko, disse que Moscou estava tentando monopolizar o crédito pela vitória da Segunda Guerra Mundial às custas da Ucrânia.
Em seu discurso para soldados e veteranos, Putin disse que a matança ocorrida na guerra sublinhou a importância da cooperação internacional, mas que "nas últimas décadas temos visto intenções de se criar um mundo unipolar", criticando o suposto objetivo americano de dominar os assuntos mundiais.
Apesar de líderes ocidentais terem ficado de fora, Putin teve ao seu lado 30 líderes estrangeiros, incluindo o presidente chinês, Xi Jinping, sentado ao seu lado direito.
Em um sinal de laços fortes entre os dois, uma coluna de tropas chinesas participou da parada. O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, também estava entre os que assistiam ao evento.
Dignitários da Índia, ex-repúblicas soviéticas e aliados da era comunista, como Cuba, também participaram, reforçando o papel da Rússia como uma excluída na Europa.
A chanceler alemã Angela Merkel não compareceu ao desfile, assim como o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e os líderes francês e britânico, mas Merkel assistirá a uma cerimônia de colocação de coroa de flores em Moscou no domingo.
Putin advertiu que o fascismo poderia estar em ascensão novamente e tem sugerido que outros países estão reescrevendo a história ao minimizar o papel de Moscou na vitória na guerra.
"Os princípios básicos da cooperação internacional têm sido ignorados com mais frequência nas últimas décadas. Os princípios que foram duramente conquistados pela humanidade após as dificuldades globais da guerra", disse ele a fileiras de soldados em posição de sentido.
Soldados russos da unidade de cerimoniais. (Foto: RIA Novosti / Via Reuters)Soldados russos da unidade de cerimoniais. (Foto: RIA Novosti / Via Reuters)









#g1.globo.com

Ameaças de bomba contra a embaixada dos EUA em Dakar: Um estudante de terminal preso.

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Ele tinha enviado um e-mail para a Embaixada dos Estados Unidos da América no Senegal. Mensagem na qual Saër Kébé, aluno finalista, proferiu ameaças de ataque. Uma carta que foi levado muito a sério pelas autoridades senegalesas, pelo que uma investigação foi aberta. E o estudante em causa tinha sido acusado e colocado sob mandato de detenção preventiva pelos juízes de instrução por actos terroristas, apologia ao terrorismo e associação de malfeitores, de acordo com Libération que deu a informação na íntegra, no sábado.

#seneweb.com

Libéria declarou-se livre de Ebola depois de semanas sem algum caso.

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Agora o cloro foi colocado na água  fora de edifícios públicos. A Libéria foi declarada livre de Ebola. FOTO | BBC

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a Libéria livre do vírus Ebola, confirmando que o país não teve casos novos em 42 dias.

A Presidente Ellen Johnson Sirleaf disse à BBC que a Libéria tinha "atravessado o Rubicão" e estaria comemorando um esforço concertado para conter a doença.

Mais de 4.700 mortes por Ebola foram registrados na Libéria, mais do que em qualquer outro país afetado.

A vizinha Guiné e Serra Leoa continuam a lutar contra o surto.

A Organização revelou mais de 11.000 vidas perdidas em toda a região desde o ano passado.

A OMS considera um país está livre de Ebola depois de um período de 42 dias sem um novo processo (caso) - o que corresponde duas vezes o período máximo de incubação.

A última morte confirmada na Libéria foi em 27 de março. No sábado, a Organização Mundial da Saúde disse em um comunicado: "O surto de doença do vírus Ebola na Libéria foi longo."

A Presidente Sirleaf disse à BBC: "Vamos celebrar com nossas comunidades que tiveram responsabilidade e participaram na luta contra este inimigo desconhecido e, finalmente, nós temos atravessado o Rubicão na Libéria, na verdade ela hoje é uma nação feliz.".

Uma nação traumatizada

Oficialmente Ebola foi finalmente conquistado na Libéria através de um coletivo. Centros de cuidados e estações de lavagem de mãos foram criados para tentar conter a doença, que se espalha através do contato com pessoas doentes.

Outdoors foram exibidos com slogans como "O Ebola é real", "lavar as mãos e não toque..." e "não seja a próxima vítima".

"Tem sido uma época terrível na história do nosso país", escreveu o residente em Monróvia Emmanuel Tokao em uma página da BBC e Facebook. "Eu sou grato a Deus em primeiro lugar, que eu acredito que nos trouxe de volta à normalidade."

No auge do surto, ele disse: " as ambulâncias teriam quer conduzir um corpo morto ou doente. Isso me lembrou os dias de guerra".

A Libéria perdeu cerca de 250.000 vidas em uma guerra civil que terminou em 2005.

O correspondente da BBC Jonathan Paye-Layleh residente em Monróvia, disse que presidente teve a sensação de que como traumatizado ficou a noção com o surto  após a eclosão.

Em um discurso à nação no sábado, ela disse: "Mesmo hoje, se você ouvir a sirene de uma ambulância você se agita um pouco."

Embora a Libéria agora foi declarada livre de Ebola, correspondentes dizem que o surto terá um impacto de longo prazo sobre a frágil economia da Libéria.

O surto atual é o mais mortal na história. Ele inicialmente estava centrado na remota região do sudeste da Guiné em Nzerekore no início de 2014, e mais tarde se espalhou para a Libéria e Serra Leoa.

A OMS alerta contra a complacência. Sua declaração adverte que há "um alto risco de que as pessoas infectadas podem passar para a Libéria sobre as fronteiras porosas excepcionalmente da região".

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sexta-feira, 8 de maio de 2015

Reposta normalidade das relações entre Cabo Verde e Guiné-Bissau -- PM guineense.

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Cidade da Praia, 08 mai (Lusa) - O primeiro-ministro guineense afirmou hoje, na Cidade da Praia, que a normalidade das relações entre Cabo Verde e a Guiné-Bissau "está reposta" e revelou que o seu homólogo cabo-verdiano visitará Bissau em breve.
Domingos Simões Pereira, que se encontra desde hoje à tarde na capital cabo-verdiana, falava aos jornalistas após ter efetuado uma visita de cortesia ao Presidente de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, personalidade que, destacou, "muito tem apoiado" o processo de normalização institucional na Guiné-Bissau.
Para Simões Pereira, que participa sábado de manhã no II Fórum de Diálogo Estratégico, promovido pelo Instituto Pedro Pires para a Liderança (IPPL), afastados que estão os obstáculos surgidos após o golpe de Estado de abril de 2012, que levou a Cidade da Praia a cortar as relações diplomáticas com Bissau, o que importa é "olhar para a frente".
"A normalidade (das relações) está reposta e agora temos é de olhar para as oportunidades e sermos capazes de criar as condições para que as oportunidades possam ser apresentadas aos homens de negócios, para que possam transformá-las em ganhos reais", salientou o chefe do executivo guineense.
Simões Pereira lembrou que, na sequência da visita oficial que fez a Cabo Verde, em janeiro deste ano, uma "extensa" delegação empresarial esteve em Bissau, tendo sido identificado um conjunto de ações, a que falta o aval político.
"Agora tivemos a indicação de que o primeiro-ministro de Cabo Verde deverá deslocar-se à Guiné-Bissau e acreditamos que, nessa altura, poderemos já entrar nos detalhes e começar o estabelecimento de ações muito concretas", sublinhou, deixando para José Maria Neves o anúncio da data.
Reiterando que há vários domínios em que a cooperação económica e empresarial bilateral pode ser desenvolvida, Simões Pereira destacou, porém, as áreas do agronegócio e dos transportes aéreos e marítimos como prioritárias.
Sobre a participação no Fórum - fará uma intervenção sobre o tema central do encontro, "Inovação na Gestão do Desenvolvimento" -, Simões Pereira, indicou que, por um lado, vai partilhar a sua visão sobre um assunto "atual", mas que, por outro, vem sobretudo "aprender".
"Tive a atenção de verificar a lista dos participantes, que são eminentes pensadores dessa área. A minha ambição é aprender com gente que tem outros pergaminhos e valências", afirmou.
No Fórum estarão presentes os académicos português, Boaventura Sousa Santos, e moçambicano, Óscar Monteiro, o senador brasileiro Cristóvão Buarque, o economista e ex-governador do Banco de Cabo Verde (BCV), Carlos Burgo, o professor francês Claude Rochet, da Universidade de Marselha, e o investigador português Luís Barros, ligado ao MIT Portugal Program Venture.
JSD // EL
Lusa/Fim

Paraguai impede menina de dez anos violada pelo padrasto de abortar.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Paraguai impede menina de dez anos violada pelo padrasto de abortar

A menina tem 10 anos, pesa 34 quilos, mede 1,39. Está grávida de cinco meses. Soube há menos de duas semanas, depois de a mãe a ter levado ao hospital, por causa de dores de estômago. A mãe, que tinha denunciado no ano passado possíveis abusos do padrasto à sua filha, foi presa por cumplicidade, o padrasto fugiu.
A mãe propôs que fosse permitido à filha abortar. Mas as autoridades do Paraguai rejeitaram o pedido. “Para abortar, tinha de ser antes das 20 semanas”, disse o ministro da Saúde, António Barrios, que foi antes médico pessoal do Presidente, Horácio Cartes. “O aborto é uma opção que descartámos completamente.”
Várias organizações não-governamentais estão a tentar pressionar para que o Paraguai mude de opinião. “Este é um atentado contra os direitos humanos”, disse Elba Núñez, da associação CLADEM, ao diário espanhol El País. A vice-directora da Amnistia Internacional para a América, Guadalupe Marengo, defende que esta recusa é uma violação da lei internacional. “O impacto físico e psicológico de obrigar esta menina a continuar uma gravidez não desejada é equivalente a tortura.”
A organização americana Center for Reproductive Rights está a preparar um processo contra o Governo do Paraguai alegando que o parto poderá trazer “danos permanentes” para a menina, e tem uma petição online sobre o caso. O Paraguai apenas permitiu uma vez um aborto selectivo por estar em causa a saúde da mãe, em 2009, por uma gravidez ectópica (fora do útero). Nunca num caso de uma menina, e segundo as estatísticas, estes não são assim tão raros: 680 meninas com idades entre dez e 14 anos deram à luz em 2014. As ONG dizem que a maioria foram vítimas de violação por parentes.
A América Latina tem algumas das leis mais restritivas do aborto do mundo, com seis países a proibirem-no totalmente. No Paraguai há apenas uma excepção, a do risco para a saúde da mãe. Assim, muitas mulheres optam por fazer abortos ilegalmente (haverá entre 26 e 30 mil abortos ilegais por ano, segundo a ONU).

“Equivalente a tortura”

A CLADEM e a Amnistia Internacional pedem que uma junta médica independente avalie os riscos – que para ambas as ONG são evidentes – de um parto numa menina tão pequena. Uma mulher em idade reprodutiva (15 a 44 anos) tem uma probabilidade de morrer por complicações de parto de um em cada 310 partos. Estatísticas internacionais mostram que mães com menos de 15 anos têm um risco cinco vezes maior de morrer de complicações da gravidez e parto do que as mulheres adultas.
Adolescentes muito jovens, com menos de 15 anos, têm riscos especiais comparado com mulheres adultas, nota Dalia Brahimi, directora da organização Ipas (de defesa dos direitos reprodutivos das mulheres), ao jornal britânico The Guardian: eclampsia (hipertensão), infecção, parto prematuro ou restrição de crescimento intra-uterino.
De momento, a menina está num hospital da Cruz Vermelha separada da família, de Luque, uma pequena localidade perto da capital, Assunção. A mãe está presa e teme pela sua vida, porque as outras detidas a culpam por não se ter separado do padrasto, conta Elba Núñez. A única família que a menina pode ver são as suas tias, duas horas por dia.
A juíza que se ocupa do caso, Pili Rodrigués, falou por telefone ao diário El País. Invocou a Constituição, que “protege a vida desde a concepção”. Acrescentou que no Paraguai “não se conhecem casos de médicos que tenham interrompido gravidezes de meninas”, e que os médicos é que decidem. Ao juiz cabe apenas “proteger a menina, porque o pai está há muito ausente, a mãe na prisão e o padrasto em fuga”, declarou. “O que temos a fazer é voltar a accionar o sistema de prevenção para que não volte a acontecer.”
#OPAIS

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