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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

MINISTÉRIO DAS PESCAS PRETENDE COBRIR O CÉU COM AS MÃOS SOBRE O CADÁVER NO MEIO DE PESCADO .

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O gabinete de informação do Ministério das Pescas afasta qualquer possibilidade de contaminação do pescado pelo cadáver transportado pelo navio, “YI FENG 16” , que atracou no porto de Bissau, a 28 de Dezembro de 2016.

Em comunicado de imprensa que a Notabanca teve acesso hoje 04 de janeiro, justifica-se que, o cadáver foi “embalsamado, transportado em compartimento fechado e o corpo foi retirado do navio na presença das entidades competentes”, pelo que, segundo o ministério, “não há necessidade de especulação”.

Recorde-se que, o navio trouxe o cadáver em estado de decomposição no meio de pescado para Bissau, perante olhares de alguns jornalistas, técnicos de Instituto Marítimo Portuário e o médico, Augusto Bluté.


Presente no acto, Augusto Blute, qualificou na altura, a situação de crime, um atentado à saúde dos consumidores, e conforme disse, o pescado deve ser queimado. Porque segundo o médico, quem consumir os peixes, estará em risco de consumir pescado contaminado de cadáver.

Uma situação que, o gabinete de informação do Ministério das Pescas acaba de afastar qualquer possibilidade de contaminação do pescado.

Bom, resta nos reafirmar que, não fomos testemunhados mas sim presenciamos o facto insalubre e criminoso, cujos autores devem ser conduzidos à justiça. Porque a vida deste povo não tem preço.  

Ainda reafirmamos que o cadáver estava dentro de um compartimento no meio do pescado fechado. E há sim, toda a possibilidade de contaminação do pescado.


Se haver especulação, isto não veio da nossa parte e nem dos órgãos de comunicação que veicularam a notícia. Pelo que, não há necessidade de desinformar a população, à ponte de conduzi-la à consumir peixes contaminados.

Outro sim. O facto aconteceu na presença de autoridades que acabaram de proferir declarações sobre o estado de composição do cadáver e consequente contaminação do pescado.

As autoridades competentes devem assumir as suas responsabilidades perante o povo que merece à verdade e uma vida saudável e não desinformação e mentiras para colocar a vida de inocentes em perigo.

Saibam disto!…A mentira, não tem pernas para andar e nem valor perante burla. Apenas um crime punível na lei.

A vida deste povo não pode estar na bandeja, à venda.  

Que Deus proteja o povo guineense!

Conosaba com Notabanca







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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Primeiro medicamento oncológico português testado com sucesso

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O primeiro medicamento oncológico português mostrou resultados significativos no ensaio clínico de prova de conceito e foi assim dado um passo assinalável no tratamento dos cancros da cabeça e pescoço, disse hoje o responsável pelo ensaio.

O médico angolano Lúcio Lara Santos (foto), do Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto, responsável pelo ensaio clínico do primeiro medicamento oncológico português, explicou à agência Lusa que este passo assinalável no tratamento dos cancros da cabeça e pescoço abre a possibilidade de tratamento para outros tumores sólidos.
A primeira fase do ensaio decorreu no Porto, no Instituto Português de Oncologia (IPO) e Hospital da CUF, com um grupo de doentes voluntários e com o objectivo de avaliar a segurança (tolerância) e o efeito anti-tumoral (eficácia) da Redaporfin, um fármaco fotossensibilizador produzido em Portugal que tinha demonstrado já uma grande eficácia em ensaios não clínicos em modelos animais.
“Verificámos que o tratamento com este medicamento de tumores malignos da cabeça e pescoço (espinocelulares) revelou elevada segurança, uma vez que os efeitos colaterais e adversos foram raros, não foram severos e revelaram-se de fácil controlo”, sublinhou o oncologista cirúrgico Lúcio Lara Santos, do IPO.
O primeiro medicamento oncológico português começou a ser desenvolvido em Coimbra, a partir de 2010, pela empresa Luzitin, que nasceu a partir da Bluepharma, farmacêutica que produz medicamentos para mais de 100 marcas, exportando 85% da sua produção para 40 territórios, entre os mais exigentes do mercado.
Os ensaios clínicos tiveram início há cerca de dois anos e meio em doentes para os quais já “não existiam soluções terapêuticas”, explicou Sérgio Simões, presidente da Luzitin.
“O ensaio foi realizado num grupo restrito de doentes, nos quais se registaram resultados muitíssimo interessantes e que provam que o medicamento é seguro e não desencadeia efeitos secundários severos”, frisou.
O presidente da Luzitin salienta ainda que, no ensaio clínico, foi possível mudar a vida de alguns doentes que estavam em cuidados paliativos, impossibilitados de comer e falar, devido às características do tumor, e que após a terapêutica já conseguiam comer e falar.
Antes de chegar ao mercado, o medicamento vai passar ainda por uma nova fase de ensaios com um grupo de doentes maior e depois, segundo Sérgio Simões, é necessário encontrar parceiros para financiarem o investimento para a sua produção.
O responsável farmacêutico disse ainda que a Redaporfin pode ser usado como tratamento do cancro das vias biliares, tumor muito raro, mas extremamente severo e sem terapêutica. O medicamento vai também ser candidatado à Agência Europeia do Medicamento com o estatuto de “medicamento órfão”.
“Chama-se medicamento órfão porque vai dar resposta a uma necessidade que não está colmatada. É uma mais-valia e vamos investir nesta área e utilizar as ‘vias-verdes’ para as doenças raras para dar um salto importante e fazer o medicamento chegar o mais rapidamente ao mercado”, sublinhou.
Sérgio Simões prevê que, em 2020, o medicamento possa chegar ao mercado como terapêutica para os tumores das vias biliares.
Lúcio Lara Santos, por outro lado, adiantou que o “efeito antitumoral observado foi muito rápido, destruiu a totalidade do tumor tratado e que este efeito parece ser sustentado ao longo do tempo”, salientando que “a sua associação a outros tipos de tratamentos sistémicos parece ser também promissor”.
“Adicionalmente, a aplicação deste tratamento em doentes com outro tipo de tumores com prognóstico muito desfavorável, como o colangiocarcinoma, poderá conduzir a ganhos muito significativos para os doentes em termos de qualidade de vida e de sobrevivência”, acrescentou.
Perante os resultados obtidos, Lúcio Lara Santos considera que há razões científicas para que a comunidade envolvida no estudo e tratamento destes tumores venha a integrar esta opção terapêutica no protocolo de tratamento destes tumores.
Segundo o especialista, posteriormente, será conduzido um novo ensaio clínico num número de doentes mais alargado, “o que permitirá definitivamente demonstrar o valor e os benefícios da terapia fotodinâmica com Redaporfin em oncologia”.
Lúcio Lara Santos nasceu no Huambo a 01/09/1959. Fez o curso de Medicina em Angola. Desde cedo dedicou-se à cirurgia geral e em especial à oncologia. Dedica-se à investigação em oncologia e é docente de oncologia cirúrgica.

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COMENTADOR POLÍTICO DA RÁDIO SOL MANSI CONSIDERA QUE ANO 2017 NÃO SERÁ MOTIVADOR .

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O comentador político da Rádio Sol Mansi afirmou que o ano 2017 pode não ser motivador quando se tem como linha de continuidade a situação política que se iniciou desde 2014.
Rui Jorge Semedo que fazia a perspectiva deste ano novo falou igualmente da actuação do presidente da república que considerou de populista e tímido. “ Ficámos ainda muito preocupado porque aquilo que podia ser saídas para actual crise (acordo de Conacri) segundo CEDEAO, não foi o caso. A actuação do presidente não vai ser diferente daquilo que a sociedade guineense conhece pelo facto do seu discurso do final de ano ser populista e muito tímido”, frisou.
Por outro lado, sublinhou que o presidente no seu discurso de final do ano não mencionou o acordo de Conacri ou a sobrevivência do governo de Sissoco, adiantando que observando o cenário politico actual nota-se que existe ainda algumas situações embaraçosa.
Ao PAIGC diz que o ano 2017 não vai ser fácil porque vai continuar a guerra entre o partido e o presidente da república. “ Vamos continuar a ter a guerra entre o PAIGC e o presidente da república com o PRS tentando tirar o proveito da situação”, concluiu.
Por: Nautaran Marcos Có com Conosaba do Porto

GÂMBIA: GOVERNO REPRIME OPOSIÇÃO E IMPRENSA .

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PRESIDENTE DA GÂMBIA, YAHYA JAMMEH

Banjul - O Governo gambiano lançou uma repressão massiva contra os membros da oposição, detendo alguns deles e encerrando uma estação de rádio independente, a rádio FM Tanraga, soube a PANA esta segunda-feira, em Banjul.

O opositor Daba Muhammed Kuyateh foi detido, domingo, na sua residência em Bakoteh, e está actualmente aprisionado na sede da Agência Nacional de Inteligência (NIA).

Sam Sar, editor-chefe do jornal independente "Foroyaa", confirmou o encerramento da rádio FM Tanraga em declarações à PANA, segunda-feira.

A repressão segue-se à afixação de cartazes nas ruas de Banjul, a capital, e a impressão em camisolas das palavras "GambiaHasDecided" (A Gâmbia Já Decidiu), por membros da oposição.

A NIA ameaçou deter a equipa de campanha #GambiaHasDecided e os seus simpatizantes, indicaram fontes na cidade comercial de Serrekunda, onde testemunhas oculares revelaram que elementos das Forças Armadas retiraram todos os cartazes e perseguiram jovens nas suas casas.

A rádio FM Tanraga, que foi alvo de várias perseguições sob o Governo do presidente Yahya Jammeh, já foi encerrada quatro vezes e seu director-geral, Alhagi Ceesay, também conheceu várias detenções.

Não foi dada nenhuma razão para o encerramento desta estação de rádio.

"Não devemos permitir que isto aconteça. Não devemos deixar a nossa liberdade ser derrubada por criminosos sob a cobertura da NIA. Vistam as vossas camisolas #GambiaHasDecided e levem as vossas bandeiras porque a Gâmbia decidiu", declarou Madi Jorbateh no programa oficial na ONG gambiana "TANGO".

"A Gâmbia decidiu e nenhuma força na terra não pode parar isto. Todos os gambianos no país e no estrangeiro devem manter-se de pé e não permitir que a nossa liberdade duramente conquistada seja destruída ou derrubada", acrescentou.

Conosaba

O NOVO SECRETÁRIO ONU: "NÃO SOU MILAGREIRO", DIZ GUTERRES AOS FUNCIONÁRIOS DA SEDE DA ONU

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O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse hoje aos funcionários que o receberam na sede da organização que não é capaz de fazer milagres.

"Sei que a forma como o processo de eleição decorreu gerou muitas expectativas. Acho que é útil dizer que não há milagres e tenho a certeza de que não sou milagreiro", disse o português.

"A única forma de atingir os nossos objetivos é trabalhar juntos, como equipa, e ganhar o direito de servir os valores globais consagrados na Carta, que são os valores da ONU e os valores que unem a humanidade", acrescentou.

O antigo primeiro-ministro português, que entrou em funções no primeiro dia do ano, falava a várias dezenas de funcionários que o aguardavam no momento em que entrou na sede da ONU em Nova Iorque.

"Não devemos ter ilusões, estamos a enfrentar tempos muito desafiantes", começou por dizer, lembrando o ataque terrorista na noite de passagem de ano em Istambul que vitimou 39 pessoas.

"Podem imaginar como é para mim, que trabalhei com as pessoas da Turquia enquanto Alto-Comissário, país que se tornou o maior recipiente de refugiados de todo o mundo, ver que se tornam agora vítimas deste terrível ataque terrorista", disse o secretário-geral.

Fazendo um balanço em que lembrou que os números da pobreza extrema desceram e que aumentaram as proteções sociais nas últimas décadas, Guterres notou que "a verdade é que as desigualdades sociais aumentaram".

"E num mundo em que tudo se tornou global, em que as comunicações se tornaram globais, o facto de seres excluído torna-se ainda mais insuportável. As pessoas podem ver como os outros vivem, podem ver a prosperidade em outras partes do mundo. Esta exclusão desperta e invoca raiva e torna-se um fator de instabilidade e conflito", disse.

António Guterres referiu-se ainda àquele que deve ser um dos grandes desafios do seu mandato: os ataques crescentes ao multilateralismo vindos de políticos nacionalistas, como Donald J. Trump, que toma posse a 20 de janeiro como presidente dos EUA.

"Este é o momento em que temos de afirmar o valor do multilateralismo. Este é o momento em que temos de reconhecer que apenas soluções globais podem resolver problemas globais e que a ONU é a pedra basilar dessa abordagem multilateral", afirmou.

"Quando olhamos para as grandes tendências mundiais, como o crescimento da população e o aquecimento global, vemos que os problemas se tornaram globais e que não há forma de serem resolvidos país por país", acrescentou.

Guterres disse ainda que não se deve "tomar nada como garantido" e que estes sentimentos "não são partilhados por muitas pessoas no mundo."

"Vemos em muitos países a crescente divisão entre opinião pública, governos e classe política. Também vemos em muitas partes do mundo, em relação a organizações internacionais como a ONU, resistência e ceticismo quanto ao papel que a ONU pode desempenhar", disse o sucessor de Ban Ki-moon.

É por isso, explicou, que os funcionários da organização devem estar orgulhosos do seu trabalho e "reconhecer os seus feitos" na melhoria da qualidade de vida de pessoas em todo o mundo.

"Também precisamos reconhecer aquilo em que ficamos aquém, as nossas falhas, e reconhecer as situações em que não conseguimos ajudar, como deveríamos, as pessoas com quem nos preocupamos", disse, indicando erros, por exemplo, na resolução de conflitos e manutenção de paz.

Numa mensagem dirigida para a própria organização e os seus colaboradores, António Guterres referiu-se ainda à reforma institucional que pretende implementar.

"Precisamos livrar-nos deste colete de forcas de burocracia que nos torna a vida tão difícil em tantas das coisas que fazemos", disse.

"Estes tempos vão ser desafiantes. Mas precisamos saber que não é suficiente fazer a coisa certa. Temos de ganhar o direito para fazer a coisa certa. E isto é algo que, claramente, precisamos fazer todos juntos", concluiu.

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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Obiang julgado em Paris.

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Teodorin Obiang, acusado de ter fraudulentamente conseguido em França um património considerável, deverá começar a ser julgado em Paris na segunda-feira, mas o filho do presidente da Guiné Equatorial quer o adiamento da audiência.

Dados a reter, desde já. Ele é acusado – entre muitas outras “qualidades” – de fraude e é filho de Teodoro Obiang, um querido e velho amigo de José Eduardo dos Santos. Ambos, como se sabe, paladinos da implantação em África da mais avançada democracia do mundo, a da Coreia do Norte.
Trata-se do primeiro julgamento francês sobre “ganhos ilícitos”, sendo Teodorin Obiang, promovido no final de Junho de 2016 pelo seu pai (onde é que nós já vimos coisas semelhantes?) a vice-presidente da Guiné Equatorial, acusado pela justiça francesa de abuso de bens sociais, desvio de dinheiros públicos, abuso de confiança e corrupção.
O julgamento, cujas datas foram fixadas no final de Outubro, está previsto para os dias 2, 4, 5, 9, 11 e 12 de Janeiro, mas segundo um dos advogados do acusado, Emmanuel Marsigny, os prazos são “demasiado curtos” e não respeitam a lei, tendo em conta que o seu cliente declarou morada em Malabo (capital do reino do seu pai que, recorde-se, pertence à Comunidade de Países de Língua Portuguesa – CPLP).
Os advogados de Teodorin Obiang, que estarão ausente na segunda-feira, pedem “que ele possa beneficiar do tempo razoável para poder organizar efectivamente a sua defesa”, segundo Marsigny, que planeia citar várias testemunhas, algumas das quais residem no estrangeiro.
Especificamente, o vice-presidente da Guiné Equatorial é acusado de ter comprado [em França] bens imobiliários, carros de luxo e obras de arte com o produto dos delitos cometidos no seu país, onde mais de metade dos habitantes vive abaixo do limiar da pobreza. Já agora, onde é que nós também vimos e vemos algo parecido?
O património inclui um edifício na Avenue Foch, um dos bairros mais caros de Paris, avaliado em 107 milhões de euros e com uma sala de banho turco, discoteca, ginásio, cabeleireiro e cinema, assim como viaturas Porsche, Ferrari, Bentley e Bugatti.
O inquérito foi aberto após queixas das associações Sherpa e Transparency International.
Teodorin Obiang, de 47 anos, “sempre disse que ganhou legalmente o dinheiro no seu país” e que é “inocente dos factos de que é acusado”, assegura Marsigny.
De acordo com os juízes de instrução, entre 2004 e 2011, perto de 110 milhões de euros provenientes do Tesouro Público da Guiné Equatorial deram entrada na conta pessoal de Teodorin.
Os investigadores crêem que ele impôs uma “taxa revolucionária” sobre a madeira, cujo pagamento em nome da Somagui Forestal lhe era entregue directamente. Esta empresa, responsável pela exploração da madeira preciosa que representa com o petróleo uma das principais riquezas da Guiné Equatorial, é controlada por Teodorin e assegurava muitas das suas despesas.
O acusado tem multiplicado os recursos para evitar ser julgado. Indiciado em 2014, tentou cancelar o processo invocando o estatuto na época de segundo vice-presidente da Guiné Equatorial que considerava dar-lhe imunidade.
Mas a justiça francesa considerou que os factos imputados se prendem com a vida privada do acusado em França e estão separados das suas funções de Estado, protegidas por normas internacionais.
Recentemente tentou, sem sucesso, que o Tribunal Internacional de Justiça obrigasse a França a suspender os processos contra si.
À luz do Código de Processo Penal francês, Teodorin Obiang não pode ser forçado a comparecer em tribunal, mas poderá ser julgado à revelia.
“Abre-se um processo inédito, sem precedente na Europa e além dela”, sublinha William Bourdon, advogado da Transparency International, “o capítulo Obiang vai encerrar-se”, mas outros vão iniciar-se.
A justiça francesa investiga igualmente os patrimónios reunidos em França pelas famílias de vários outros dirigentes africanos, como Denis Sassou Nguesso (Congo), do já morto Omar Bongo (Gabão) ou ainda do presidente da República Centro Africana derrubado François Bozizé.

Lavagem de dinheiro e corrupção

A riqueza Teodorin é conhecida por causa dos processos que lhe foram interpostos na justiça dos EUA, de França e de Espanha, por lavagem de dinheiro e corrupção.
Trata-se de um playboy excêntrico, que gosta de se apresentar como “príncipe”, e de fazer uma vida consentânea, entre Paris e os EUA, no seu jacto, que usa como se de um táxi se tratasse, e na qual, segundo a Foreign Policy, não faltam festas com acompanhantes de luxo, drogas e até tigres. Na Cidade Luz, é dono de uma mansão de seis andares, na Avenue Foch, uma das mais caras da cidade, e tem automóveis avaliados em mais de 40 milhões de euros.
Na Califórnia, é proprietário de uma mansão em Malibu e tem como vizinhos Mel Gibson e Britney Spears. Mas esta não é uma mansão qualquer, mesmo para os padrões locais: são 1 400 m2 de construção, com oito casas de banho e um número igual de lareiras, piscina com vista para o Pacífico, campo de ténis e de golfe – e há 36 carros de luxo na garagem (sete Ferraris, cinco Bentley, quatro Rolls Royce’s; dois Maybach…). O príncipe faz questão de pôr todo o pessoal (jardineiros, seguranças, criados) em fila, quando chega e quando parte deste seu “palácio”.
O seu antigo motorista, Benito Gialcone, conta que ele pedia os carros de forma a condizerem com a indumentária: “Estou de sapatos azuis, traz-me o Rolls azul”). Certa vez, no Hermitage, fê-lo regressar de táxi à mansão, pois, quando verificou que as pessoas paravam para admirar o seu Bugatti Veyron, quis que fosse buscar o segundo, para que os visitantes do museu soubessem que tinha dois. Trata-se, diz um diplomata americano à Foreign Policy, “de um idiota imprudente e instável”. Mas um com o qual os EUA terão de lidar, num futuro próximo.
Prisões arbitrárias, execuções extrajudiciais, tortura, ausência de liberdade de expressão e de associação. Ausência de tribunais independentes e de Estado de direito, corrupção oficial generalizada. Eleições fraudulentas, restrições à existência de partidos políticos. Violência e discriminação contra crianças, mulheres, gays e pessoas com HIV. Estas são, para o Departamento de Estado dos EUA, algumas das características da Guiné Equatorial.

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Mensagem à Nação de Sua Excelência Dr. José Mário Vaz, Presidente da República Bissau, 31 de Dezembro de 2016    

Caros Guineenses, 
Estamos no limiar de mais um ano, oportunidade que aproveito para desejar prosperidade a todos os Guineenses, residentes no país e os que residem na diáspora, ainda aos estrangeiros que escolheram a Guiné-Bissau como terra de residência e de trabalho.  
Igualmente aproveito esta ocasião para aqui deixar uma palavra de apreço e de solidariedade às mulheres e homens que integram a força da ECOMIB que, longe das suas famílias, num país que não é o seu, numa missão de paz, passam connosco mais uma quadra festiva. 
Desejo a todos, um Feliz Ano de 2017, fazendo votos que seja um Ano de paz, saúde, harmonia, tolerância e prosperidade.   

Caros Compatriotas,  
O ano que ora termina foi marcado por momentos difíceis, pois, vimos mais uma vez o país parado/ estagnado devido às divergências políticas.  
Se é verdade que 2015 não foi um ano de resultados concretos e tangíveis, o mesmo não se poderá dizer em relação ao ano 2016.   
Ainda que reconheçamos que o ano 2016, conseguimos obter pequenos sinais de mudanças, mas o facto de dois Governos sucessivos não terem conseguido aprovação do programa e consequentemente o Orçamento Geral do Estado, não permitiu alcançar os objectivos inicialmente traçados.  
Devemos fazer um balanço da actual situação política e responsabilizar os actores políticos por esta crise, que têm feito o país refém. Onde não se aprovaram os programas do governo que é o instrumento fundamental da Governação.  
Devemos aprender com os erros do passado recente, servindo de lição do que deve ser evitado no futuro, a partir de amanhã.  
Neste amanhã que queremos construir e reerguer o nosso país. 
No passado vários países, fizeram igualmente percursos difíceis como o nosso, esses países eram frágeis e deficientes de recursos. E, nós hoje temos condições de superar as dificuldades atuais, fazendo mais e melhor pelo nosso país.  

Ao longo deste ano, também assistimos com serenidade e elevado sentido de responsabilidade, a forma como os guineenses têm feito o seu exercício democrático, aqui aproveito para realçar o papel republicano das nossas Forças de Defesa e Segurança que, distanciando-se completamente das querelas político-partidárias e restringindo-se ao seu papel constitucional de subordinação aos poderes civis democraticamente estabelecidos e de garante da soberania e segurança nacional, dando assim mais um elevado exemplo de patriotismo.  
Aproveito igualmente este momento para enaltecer o apoio da Comunidade Internacional e de todos os nossos parceiros e, em particular, o importante contributo da CEDEAO na mediação da crise político-institucional e reiterar a minha saudação aos meus pares da CEDEAO.  
Ainda no decurso do Ano 2016, tive o privilégio de representar o nosso país em eventos de relevante importância, permitindo-me destacar: Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York, entre outros. Esta representação ofereceu-nos a oportunidade de manter importantes encontros bilaterais.  
No plano interno, recebemos visitas de cortesia de Chefes de Estado, com o bem receber característico do povo guineense.  

Mulheres e Homens Guineenses,  
O novo Governo é a derradeira esperança para resgatarmos a confiança do cidadão guineense no homem político responsável pela coisa pública. Muitas soluções de Governo foram já ensaiadas, quase todas não deram os resultados almejados por todos nós. 
Não podemos perder a esperança nos nossos políticos, mas também não podemos continuar a dar cheque em branco aos nossos governantes sem que se dignem resolver os nossos problemas mais prementes. É chegada a hora de os políticos atenderem às demandas da população. 
Sei que a vida dos guineenses não está fácil nos dias de hoje.  
Embora num Estado democrático devemos respeitar a opinião de todos, porque nada os impede de dizerem o que lhes vai na alma, fabricar rumores para criar preguiça, medo, pânico, com o objectivo de desviar a atenção dos guineenses, sobretudo, dos nossos jovens na batalha de criação de riqueza e de emprego. 

Mas, eu Acredito no Amanhã.  
Vamos iniciar um ANO NOVO, e com ele temos de ter a esperança e a coragem para transformar as nossas dificuldades em oportunidades. 
Temos de ser capazes de aumentar a nossa produção para atingir a auto-suficiência alimentar e gerar mais riqueza. 

É minha convicção de que no dia em que o guineense, adulto, chefe de família, deixar de se preocupar com a comida que vai colocar na sua mesa, o nosso país será outro. O nosso país será outro porque esse chefe de família começará a ter outra preocupação. Nesta lógica das coisas, a produção em quantidade e qualidade daquilo que comemos, designadamente o arroz torna-se hoje mais de que nunca, num imperativo nacional. 
Temos de combater o desemprego e promover, sobretudo, o emprego jovem. Um país essencialmente jovem não pode dar-se ao luxo de desperdiçar toda a energia da juventude, afastando-a da tarefa da criação de riqueza e do impulso para o desenvolvimento. 
Temos que ter a coragem de fazer as Reformas Administrativas. 
Façamos de 2017 o Ano da Reforma na Administração Publica e de Trabalho. 

Caras irmãs e irmãos Guineenses, 
No acto da tomada de posse do Governo, tive a oportunidade de partilhar com os actuais membro do Executivo aquilo que entendo serem as prioridades da governação até ao fim da presente legislatura, ou seja, darem respostas concretas aos problemas dos guineenses. Para resolver este problema, o novo Governo deve concentrar-se nas reformas, sobretudo, a reforma na administração pública e dedicação ao trabalho.  
Como sabem a reforma na administração pública nunca foi fácil. Muitas vezes, focamo-nos demasiadamente em questões muito teóricas, com o risco de ficarmos presos em grandes conceitos. Tudo isso, o cidadão comum não encontra utilidade e não sente qualquer benefício no seu dia-a-dia. 
Quando assim acontece, entendo que o desafio desta equipa governamental consiste em apoiar, facilitar, simplificar e ser pragmática, se quiser realmente superar a nossa incapacidade colectiva de resolver os problemas há muito identificados. A título de exemplo: 
Em 2008, no quadro do Programa de Apoio à Reforma da Administração Pública, foi feito um diagnóstico em que se concluiu que temos uma administração pública «com cerca de 12 mil pessoas, um grande desfasamento face as receitas previstas no OGE. A despesa pública cresce a um ritmo assustador, essencialmente devido ao peso da massa salarial que ultrapassa as receitas fiscais, situação insustentável. Uma administração pública opaca, de difícil acesso, distante, centralizada, desestruturada, não qualificada, não credível, ineficaz, não responsável e nem presta contas. E mais, o próprio Estado também não cumpria com as suas obrigações, o que permitia aos funcionários públicos invocassem esse não cumprimento para justificarem a sua inércia». 
Em 2011, o então Ministro da Função Pública, Trabalho e Modernização do Estado também dizia que «O maior handicap da nossa administração pública é que não se apura responsabilidades, não se faz avaliação para saber quem trabalha e quem não trabalha, as promoções são feitas de forma discriminatória ao prazer das amizades, do clientelismo, de favores políticos… Isso tem que acabar na nossa administração pública. Temos que seleccionar, temos que abrir espaço só para os mais competentes, mais capazes de dar a sua contribuição nesta fase do nosso desenvolvimento». 
 
Perante todo este quadro de diagnóstico, pergunto, o que mudou até hoje na nossa Administração Pública, dia 31 de Dezembro de 2016?   
Praticamente quase nada mudou, só mudaram os governantes. Por isso, «O grande desafio deste Governo é implementar as reformas fundamentais para termos um Estado mais eficiente, um país melhor e uma sociedade mais aberta e transparente. Isso permite a este Governo ser diferente de tantos outros que já passaram neste país». 
As reformas devem ser implementadas doa a quem doer, a fim de emagrecer a estrutura do nosso Estado até aos limites da real capacidade financeira do país.  

Caros Compatriotas,  
A Guiné-Bissau e um Estado institucionalmente frágil, agravado pela circunstância de estar desprovido de recursos para financiar a sua construção e o seu desenvolvimento económico. 
Apesar de dispormos somente de 18 meses para o término desta legislatura ainda é tempo bastante para concretizar a esperança do nosso povo. É importante que este Governo seja capaz de inspirar confiança ao país e de fazer os guineenses, sobretudo, os jovens, a saírem da zona de conforto e das respectivas bancadas e acreditarem que não há motivos para pessimismo e que o futuro esta nas suas próprias mãos.  
Quero acreditar que todos saberemos estar a altura das nossas responsabilidades, desde o Presidente da República, o Primeiro-Ministro e os restantes membros do Governo. 
Espero que os nossos mandatos sejam exercidos em benefício das gerações futuras, olhando para o nosso amanhã comum e projectando a nossa acção para lá da luta política e dos interesses de hoje.  
Caras irmãs e irmãos Guineenses, 
O país não pode continuar a desaproveitar os seus quadros jovens que todos os anos são diplomados, formados em escolas e faculdades guineenses e no estrangeiro devido ao facto da reforma na Função Pública ainda não ter avançado. 
No futuro a nossa Administração Pública tem que se regenerar, isso passa necessariamente pela absorção dos nossos quadros, porque são jovens com competências e valências que o mundo globalizado hoje demanda. 
Desafio o novo Governo a espelhar as reformas necessárias no seu programa do Governo e nos próximos Orçamentos Geral do Estado.   
Um Estado com dificuldades como o nosso não pode persistir no erro crasso de continuar a gastar sempre e de forma abusiva. A viver sempre acima das suas possibilidades. 
 
O combate à corrupção é um trabalho de todos os cidadãos, em particular, das forças de segurança nacional. Um aviso, cuidado que a máquina de combate a corrupção desta vez esta montada e quem arriscar sofrerá consequências. 
O nosso país encontra-se num momento de viragem política e económica, para acompanhar a competitividade das outras economias. Isso exige uma Administração Pública célere, transparente e eficaz, servida por agentes competentes e motivados. 
É importante que ao longo do novo ano possamos implementar as várias reformas administrativas, que serão transversais aos vários sectores da nossa sociedade. 
Temos que adoptar uma vez por todas o “DJITU TEM QUE TEM”, TERRA RANKA e MON_NA_LAMA, que perspectivam o futuro desejado para a Guiné-Bissau.   
Guineenses, Meus Compatriotas, 
Antes de terminar, permitam-me uma saudação muito especial aos “Djurtus”.  
Quero reafirmar o meu apoio incondicional à Selecção Nacional e farei tudo para estar presente no Gabão, no jogo da abertura do CAN2017 para desta forma simbolizar, enquanto Chefe do Estado, a presença de todos os guineenses neste acontecimento transcendental para o nosso país.  

Caros Guineenses, 
Estou convicto de que, com a determinação e coragem que sempre caracterizaram o povo guineense, vamos vencer, também, estes desafios. 
Eu acredito. Peço-vos que acreditem! 
Termino como iniciei, desejo a todos, coragem e mais esperança no futuro, fazendo votos que seja um Ano de paz, saúde, harmonia, tolerância, concórdia nacional e prosperidade. 
Um Feliz e Próspero Ano Novo a todos! 
Viva a República da Guiné-Bissau! 
Viva os “Djurtus” 
Que Deus abençoe a Guiné-Bissau e ao seu povo!

#odemocratagb.com

MAL-ESTAR ENTRE SISSOCO E O DIRECTOR DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO DE ESTADO ESTÁ LIGADO COM AMEAÇAS DE ESCUTAS TELEFÓNICAS .

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Umaro Sissoco


Afinal! A exoneração do diretor-geral adjunto dos Serviços de Informação de Estado, tenente-coronel Alfredo Malu está ligado com as correspondências telefónicas entre o agente de segurança e o Primeiro-ministro, Umaro Sissoco Embaló e resultou-se em ameaças mútuas entre os dois.


Conforme fontes fidedignas de Notabanca, em causa está uma chamada telefónica feita por Sissoco alegando que o número de telefone de Malú está em escuta. Daí a reação não se fez esperar, Alfredo Malú surgiu dizendo que não pode ser ameaçado por quem quer que seja e prometeu processá-lo criminalmente no fórum judicial para se apresentar alegações de provas que disse ter em mãos.

A fonte avança que, o oficial dos Serviços Secretos de Estado era visto pelos governantes como uma peça decorativa e foi acusado, exonerado e consequentemente transferido de mediato por constituir uma pedrinha nos calçados dos políticos de dificultar na altura as negociações entre o PRS e o Primeiro-ministro sobre a constituição do novo elenco governamental, quanto a pasta do ministério da Economia e das Finanças que os renovadores pretendiam titular, mas que o Sissoco não apetecia.

A fonte esclarece que a exoneração do Malu não tem nada a ver com as especulações políticas que se pairam na praça pública sobre a ligação do agente secreto à política partidária na oposição.

As fontes confiáveis dão conta ainda que a troca de palavas entre os dois, supostamente atrapalhou o juízo do primeiro-ministro e ordenou a exoneração do Alfredo Malu no cargo, pelo facto do agente recusar acatar “chantagem”.

O mais estranho de tudo, adianta os informantes, é que, após a sua exoneração no cargo foi transferido para Argélia, como forma de afastá-lo do país e de eventuais intervenções que possam advir durante a crise política vigente na Guiné-Bissau.

Como não se bastasse, o Primeiro-ministro ordenou para desarmá-lo. 

Ainda, a fonte indica que o diretor-geral adjunto da inteligência Interna, Alfredo Malu exercia o cargo desde 2012. Para ocupar a vaga deixada por Malu, foi nomeado o major, Amadu Ndur.

Convém salientar que, a segurança e a tranquilidade deste povo é mais importante que qualquer jogada política dos titulares dos órgãos da soberania da Guiné-Bissau.

Paz e amor!

Conosaba com Notabanca


Alfredo Malu

NASCE NO PAIGC O MOVIMENTO PARA A INSTAURAÇÃO DA DISCIPLINA E A ORDEM NO PARTIDO .

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Os dirigentes e militantes do PAIGC estão determinados para a implementação da disciplina partidária e a ordem no seio do partido.

Com o efeito, criou o “Movimento para a Instauração da Disciplina e a Ordem no PAIGC”, cujo lançamento oficial agendado para o dia três deste mês, (terça-feira), no hotel Coimbra, em Bissau às 10 horas.

Segundo os seus mentores, visa “na necessidade de se continuar com a implementação da disciplina no PAIGC, para que o país possa trilhar nos caminhos da Paz, estabilidade, justiça e uma verdadeira reconciliação”.

De salientar que, se a disciplinar partidária e ética dos cidadãos e dos políticos são violadas, o país nunca pode viver numa verdadeira democracia e concórdia nacional com vista à um desenvolvimento almejado pelos guineenses.

Quem viola a regra de trânsito, corre risco de perder a vida ou punido conforme a lei da infracção.

Que Deus nos abençoe! 

Conosaba com Notabanca

«COMANDO MILITAR» SISSOCO ADVERTE QUE O PAÍS NÃO VAI SER REFÉM DE NINGUÉM E ANUNCIA FORMAÇÃO DE 49 MILITARES NA ÁREA DE BANDA MUSICAL EM MARROCOS .

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O Primeiro-ministro, Umaro Sissoco Embaló advertiu que a Guiné-Bissau não vai ser refém de ninguém por isso garante disciplinar o país durante o seu mandato.



Disse à imprensa, domingo dia 01 de janeiro, durante um encontro reservado com as chefias militares, na sequência de dois meses da sua governação. 

O chefe do executivo anunciou que, no dia oito deste mês, 49 militares guineenses vão para Marrocos, para receberem formação na área de banda musical. 

Satisfeito com a iniciativa, o Chefe de Estado Major-General das Forças Armadas, Biaguê Na N´Tam reafirmou que os militares vão manter-se na subordinação ao poder político e distanciarem-se da agenda política.

Conosaba com Notabanca




sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

BOAS FESTAS!

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Resultado de imagem para IMAGENS DE BOAS FESTAS

O BLOG DJEMBERÉM AGRADECE A TODOS OS USUÁRIOS DE INTERNET QUE PREVILEGIAM O SEU TRABALHO COM ACOMPANHAMENTO DIÁRIO DAS INFORMAÇÕES AQUI DIFUNDIDAS. QUER APROVEITAR TAMBÉM PARA DESEJAR A TODOS OS VISITANTES DESSE ESPAÇO, OS VOTOS DE UM FELIZ ANO NOVO, SAÚDE,  PAZ E  BEM-ESTAR.

CONSIDERAÇÕES:

Estimado usuário, mais um ano se encerra, mais um ciclo se fecha e é tempo de fazermos uma retrospectiva. É tempo de olharmos para trás e rever os planos que foram traçados, o caminho que foi percorrido, as metas e os objetivos que foram alcançados.

É tempo também de olharmos para a frente, refazer planos, vislumbrar novos horizontes, e abrirmos o coração para sonhar.

Nós do Blog Djemberém em particular, agradecemos pela oportunidade de fazer parte da sua história e por contribuir com informações privilegiadas para manter você actualizado no mundo das notícias. Esperamos que esta parceria continue ainda por muitos e muitos anos.

Feliz Natal e um Ano Novo muito próspero! Boas Festas e Felicidades!

DSP AFLITO E DESCONTROLADO PROCURA DENEGRIR A IMAGEM DO PRIMEIRO MINISTRO - GENERAL UMARO SISSOKO.

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MAS SISSOKO DEIXA UM AVISO:
DE QUE ESTE GOVERNO NÃO VAI TOLERAR QUE DESRESPEITEM AO POVO E AOS INTERESSES SOBERANOS DA NAÇÃO. 


UMARO SISSOKO NUNCA FOI RECEBIDO EM NIGÉRIA COMO UM SIMPLES EMISSÁRIO.  MAS SIM  RECEBIDO COMO PRIMEIRO MINISTRO  DA GUINÉ BISSAU. 
EM NENHUMA PARTE DO MUNDO SE ESTENDEM UM TAPETE VERMELHO A UM EMISSARIO..., MAS AO SISSOKO LHE FORAM ESTENDIDAS O TAPETE.
POR OUTRO LADO, O GENERAL SISSOKO FAZ SABER QUE JAMAIS SAIU COM O PRESIDENTE JOMAV EM VIAGEM ALGUMA COMO EMISSARIO MAS SIM COMO PRIMEIRO MINISTRO

SISSOKO FOI RECEBIDO COM TODAS AS HONRAS E REGALIAS PELO MAIS PODEROSO PRESIDENTE DE ÁFRICA, E COMO AQUI NO DOKA INTERNACIONAL FALAMOS E MOSTRAMOS  VERDADE,  EIS A PROVA.
LEIAM.

POR OUTRO LADO EXISTEM DIFERENÇAS ENORMES ENTRE DSP E SISSOKO;  

UMA DELAS QUE SISSOKO FEZ DE TUDO E MAIS ALGUMA COISA PARA AJUDAR DSP NO PASSADO PARA QUE ESTE CONSEGUISSE ALGUM DINHEIRO  FINANCIADO  POR ALGUNS PRESIDENTES OU PERSONALIDADES IMPORTANTES. 

TER EM CONTA QUE  SISSOKO SEMPRE VIAJOU EM AVIÕES PRIVADOS..., AO CONTRÁRIO DE DSP...., O QUE SIGNIFICA A GRANDE DIFERENÇA DE PODERIO  FINANCEIRO E EM TERMOS DE INFLUÊNCIA PARA COM A COMUNIDADE INTERNACIONAL.

GUINEENSES, VAMOS DAR AO CÉSAR O QUE PERTENCE AO CÉSAR:
O POLITICO GUINEENSE COM MAIOR INFLUENCIA E MAIS CONHECIDO A NÍVEL DA ESFERA POLITICA INTERNACIONAL, CHAMA- SE UMARO SISSOKO, E QUANTO A ESSE ASPECTO, TEMOS QUE O RECONHECER E O VALORIZAR. 

DSP NESTE MOMENTO SABE QUE ESTE GOVERNO VEIO PARA FICAR E DE QUE A ANP VAI ABRI AS PORTAS, PORQUE A GUINE BISSAU JAMAIS SERA REFEM DO DSP E DO CIPRIAS CASSAMA.

MAS VEJAM BEM ESTA DIFERENÇA EM TERMOS DE PRESENÇA PESSOAL E DIGAM O QUE ACHAM:

Se bu corda parmanha cedu, bu odja fiundadi di bu papeh, keh ku pudi fassi???  Si ka sufri kel???
SEGUNDO AS ESTATÍSTICAS LEVADAS AO CABO, OS GUINEENSES POR UNANIMIDADE FALAM EM VIVA VOZ DE QUE OS PRIMEIROS MINISTROS DA GUINE BISSAU EXISTENTES E MAIS FEIO NA NOSSA HISTORIA FORAM DOIS:
CARLOS CORREIA E DSP..., E O MAIS BONITO, CONSIDERADO PELOS MESMOS FOI O GENERAL SISSOKO.
REALMENTE, AO VERMOS ESTA FOTO, CONSTATAMOS QUE O UNIVERSO CONSPIROU MESMO CONTRA ESTE HOMEM.

General Umaro Sissoko..., garante que o governo liderado por ele, nunca sera bandalhado ou tratado que nem lixo como DSP pensa.

O General garante ainda de que o seu governo esta e vai sempre defender os interesses do povo.

OBS- 
SISSOKO AJUDOU MUITO AO DSP PARA QUE ESTE OBTESSE MUITO DINHEIRO, LEVANDO- O AO ENCONTRO DE VÁRIOS CHEFES DE ESTADO.





EUA expulsam diplomatas russos por interferência em eleição.

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, impôs hoje (29) sanções contra dirigentes do governo e da inteligência da Rússia por conta da suposta interferência do país na eleição vencida por Donald Trump. As informações são da agência Ansa.

Para Obama, a decisão é uma resposta necessária aos esforços para prejudicar os interesses dos EUA Foto: Agência Brasil

De acordo com a Casa Branca, os cinco indivíduos e seis entidades afetados estão envolvidos em "significativas atividades cibernéticas maliciosas". O Departamento de Estado também expulsou 35 diplomatas da Embaixada de Moscou em Washington e do consulado em São Francisco, dando a eles e suas famílias 72 horas para deixarem o solo norte-americano.

Além disso, os russos não terão mais acesso a dois complexos estatais em Maryland e Nova York. "Ciberativistas da Rússia tentaram influenciar a eleição, erodir a fé nas instituições democráticas dos EUA e levantar dúvidas sobre a integridade do nosso processo eleitoral", informou um comunicado da Casa Branca.
As sanções serão impostas pelo Departamento do Tesouro e atingirão o Diretório Principal de Inteligência (GRU) e o Serviço Federal de Segurança (FSB), sucessora da KGB. A lista inclui três companhias que deram apoio a operações do GRU, quatro oficiais da agência e dois civis acusados de "usar meios cibernéticos para causar a apropriação indevida de informações pessoais".
"Essas ações se seguem a repetidos avisos públicos e privados que nós demos ao governo da Rússia e são uma resposta necessária e apropriada aos esforços para prejudicar os interesses dos EUA", disse Obama por meio de uma nota.
A notícia de que o presidente estava estudando sanções contra Moscou surgiu na quarta-feira (28), elevando a tensão com o Kremlin na reta final de seu mandato. Recentemente, a CIA afirmou que hackers russos vazaram emails do Partido Democrata para beneficiar Trump, que promete adotar uma postura mais amigável a Putin.
Divulgadas pelo WikiLeaks, as mensagens indicavam um suposto favorecimento da cúpula da legenda à candidata Hillary Clinton, em detrimento de Bernie Sanders. Segundo os serviços de inteligência dos EUA, o ataque cibernético teve o aval do próprio presidente da Rússia, que nega as acusações.
Ao assumir a Casa Branca, Trump colocará no Departamento de Estado o CEO da petrolífera Exxon Mobil, Rex Tillerson, que mantém boas relações com Putin.

#terra.com.br

GUINÉ BISSAU : O ACORDO DE CONACRI AINDA EM QUESTÃO

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DSP, desinformador-mor, licenciado em mentiras, mestre em manipulação e doutorado em máfia. Pare de enganar o povo, a CEDEAO não está consigo e nem quer nada consigo. Aconselhamos-lhe a demitir-se do cargo de presidente do PAIGC e consequentemente deixar a política visto que não é a sua praia. Desde que assumiu a liderança do PAIGC, só semeou intriga, desunião, conflito e ditadura no seio desse partido, e por sua teimosia o país ficou parado há mais de um ano. Pense bem.
 
De regresso a Bissau, depois de um périplo a vários países africanos, depois de assistir à cimeira da CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental), na Nigéria, o líder do PAIGC juntou esta quinta-feira os militantes e dirigentes do seu partido para os informar do que se passou na cimeira de Abuja.

Domingos Simões Pereira disse ter ficado confortado com a posição dos líderes da CEDEAO, 

 por terem sido unânimes em recomendar ao Presidente guineense, José Mário Vaz, que cumpra com o Acordo de Conacri.
 
Disse também que que a própria CEDEAO não terá outra alternativa que não seja fazer cumprir o Acordo de Conacri, uma vez que a organização oeste - africana está mandatada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Num tom de confiança total no futuro, Domingos Simões Pereira tranquilizou os militantes do seu partido, dizendo-lhes que, quem não cumprir com os compromissos assumidos perante a comunidade internacional, será sancionado.

Domingos Simões Pereira voltou a frisar que o PAIGC e outras três formações políticas com assento parlamentar não reconhecem o Governo de Úmaro Sissico Embaló, e que nada pode amedrontar os defensores da democracia na Guiné-Bissau.

 

Mussá Baldé, em Bissau, para a RFI

"UMARO SISSOCO EMISSÁRIO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA A SUA MENSAGEM NO ESTRANGEIRO É PEDIR DINHEIRO", Diz DSP

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O líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira (DSP) qualifica de “golpe de Estado constitucional”, o que está acontecer no país. Para depois afirmar que, a “democracia está à venda” na Guiné-Bissau. 

DSP que falava em conferencia de imprensa após o seu regresso ao país, disse que o Presidente da República veio de Abuja com “oportunidade extraordinária de por fim a crise”, reunir a família guineense e pedir desculpa. Mas acabou de desperdiça-la. Com tudo, disse esperar da CEDEA, clareza e determinação para repor a legalidade, ao menos que essa organização pretende pôr em causa a sua idoneidade. 

Simões Pereira disse que, José Mário Vaz não tem outra saída a não ser o cumprimento escrupuloso do acordo de Conakry e questiona; “Estamos ou não determinados a salvar os nossos valores da democracia? Se temos a coragem de o fazer, Deus nos ajudará. O Presidente da República cumpri com o acordo de Conacri na íntegra”, defendeu DSP.

O presidente do PAIGC denuncia que, o Presidente Mário Vaz está a enviar o seu primeiro-ministro ao estrangeiro como seu emissário, quando esse chegar tira fotografia para confirmar a sua presença, mas o conteúdo da mensagem é pedir dinheiro.

Conosaba com Notabanca

LÍDER DO PAIGC AFIRMA QUE O POVO GUINEENSE NÃO ESTÁ ESCLARECIDO SOBRE CIMEIRA DE ABUJA

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O presidente do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde afirma que o povo guineense ainda não está esclarecido sobre o nome do consenso para a escolha de o primeiro-ministro porque os participantes na cimeira da Abuja não testemunharam de forma “clara” e “inequívoca” o conteúdo tratado
Domingos Simões Pereira que falava, esta quarta-feira (28/12), a quando da sua chegada, no aeroporto internacional Osvaldo viera, depois uma ronda de esclarecimentos na CEDEAO sobre a figura do primeiro-ministro, sustenta ainda que, durante a cimeira, a presidente em exercício da CEDEAO afirmou que está “categoricamente desiludida” porque nenhum conselho dado ao presidente José Mário Vaz está a ser cumprido.
“O Presidente da república da Guiné-Conacri (mediado da CEDEAO) afirmou que houve consenso em Conacri e não só chamou o nome de consenso que é Augusto Olivais como também instou o representante do Secretario Geral das Nações Unidas no país, o representante e o presidente da comissão da CEDEAO para contrariá-lo caso estaria a faltar com a verdade”, revela Simões Pereira que adianta, no entanto, que este desafio foi lançado depois de a cimeira ser interrompida por Alpha Conde.
Segundo o líder dos libertadores foi afirmado ao presidente da república de que “não está a cumprir o acordo de Conacri e foi instado a regressar ao acordo” assinado por partes desavindas.
“O desfecho cabe sempre ao povo guineense que deve ser capaz de perceber que existem pessoas que não têm condições e nem merecem representar o povo guineense”, defende.
“Quando chegar o momento, os guineenses saberão escolher os seus verdadeiros representantes”.
Estas declarações de Simões Pereira vêm contrariar as de o presidente da república, José Mário Vaz, que garante que em nenhum momento, durante a conferência de chefes de Estado da CEDEAO, foi posta em causa a legitimidade ou a continuidade de o governo de Umaro Sissoco Embalo.
Esta quinta-feira (29/12) o líder do PAIGC deve falar aos militantes do partido para falar dos encontros realizados com a comunidade i internacional com vista a “esclarecer” o acordo de Conacri.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos/radiosolmansi com Conosaba do Porto

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