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quinta-feira, 19 de junho de 2014

Angola: Presidente em Cuba.

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Fotografia: Francisco Bernardo | Havana

O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, está desde ontem em Havana, para uma visita oficial no âmbito do relançamento da cooperação bilateral.


Em Havana, além do encontro com o seu homólogo cubano, Raul Castro Ruz, ponto mais alto da visita a Cuba, o Chefe de Estado angolano presta homenagem ao poeta e escritor José Martí ((1853-1895), mártir da independência de Cuba, e vai à Zona de Desenvolvimento Especial de Mariel.
Situada a oeste de Havana, a ZEDM foi criada para ser um grande pólo de atracção de investimentos estrangeiros, além de ter a função de posicionar o país como localidade estratégica para o comércio internacional e o transporte marítimo. Para estímulo à atracção de investimentos para a região do Porto de Mariel, o governo cubano coloca ao dispor dos investidores incentivos e regimes de tratamento especial.
Os laços de cooperação entre Angola e Cuba remontam há décadas. Desde os primórdios da independência de Angola, sendo a saúde, a educação e aformação de quadros os sectores que mais se destacam. Com o andar do tempo, a cooperação estendeu-se às áreas da cultura, desportos, indústria, construção civil e obras públicas, transportes marítimos, pesca, geologia e minas, petróleo, turismo e comunicação social. No âmbito dessa visita, é esperada a assinatura de acordos que vão reforçar os existentes, especialmente nos sectores da saúde e formação de quadros.

Emancipação de África

Antes de viajar para Cuba, o Presidente da República, José Eduardo dos Santos, manteve em Brasília, a capital federal do Brasil, um encontro com embaixadores africanos acreditados naquele país, durante o qual defendeu a “emancipação económica” de África.
O Chefe de Estado angolano, que havia momentos antes se reunido com a Presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, naquele que foi o ponto mais alto da sua visita oficial ao Brasil, disse que depois de vencer o colonialismo e conquistar a libertação política completa, África luta agora pela libertação económica.
José Eduardo dos Santos, que é igualmente o líder da ConferênciaInternacional sobre a Região dos Grandes Lagos (CIRGL), considerou fundamental para as nações africanas a aposta na formação do capital humano. “Vendemos a matéria bruta barata e importamos os produtos industrializados muito caros. Nem sempre estamos em condições de negociar os contratos de tal maneira que África tenha as vantagens que devia ter. É fundamental a formação do capital humano para valorização dos recursos e da riqueza nacional”, defendeu.
O Presidente da República falou da formação de capital humano como “elemento estratégico do desenvolvimento”, na medida em que os africanos nem sempre estão a altura de valorizar como desejam os abundantesrecursos naturais que existem no seu território. “Por causa disso, normalmente os nossos países assinam acordos de cooperação de exploração de recursos naturais com grandes companhias estrangeiras, sobretudo de países ocidentais, em que normalmente África sai sempre a perder”, referiu.

Auto-suficiência


O Chefe de Estado lembrou aos diplomatas africanos os grandes propósitos que nortearam o surgimento de agrupamentos económicos regionais, como a SADC e CEEAC. “Temos um grande propósito que é conseguir a auto-suficiência em África, no domínio alimentar, da prestação de serviço de assistência médica, na produção e distribuição de água potável a todas as populações, enfim, uma série de desafios que se colocam diante de nós”. Para o líder angolano na actual era da globalização, em que surgem nomundo grandes grupos e agrupamentos económicos, como na Europa, na América e na Ásia, o continente africano está proibido de se deixar ficar para atrás.
“Temos a União Europeia unida, o continente americano procura unir-se, assim como o continente asiático. África não pode ficar atrás”, defendeu, alertando para “outro grande desafio” do continente berço: “a unidade de todos e de todas as forças para melhor conduzirmos a luta pelo desenvolvimento económico e social e para a conquista do lugar que a África merece no mundo”.
O Presidente expressou o desejo do Governo angolano de fortalecer relações de amizade com cada um dos países africanos e de levar para outros povos do continente a experiência angolana de ter desenhado e implementado um “programa de paz que felizmente deu certo”, pondo fim a longos anos de conflito armado.
O Presidente considerou o Brasil um país “muito importante” para o continente africano”, por ter uma sociedade cuja génese teve a participação de descendentes do continente berço, mas também pela política “bastante positiva” em relação a África.
“Aqui estão muitos descendentes de países africanos, que contribuíram com o seu génio, seu trabalho, para o desenvolvimento deste país, e trouxeram elementos da sua cultura, valores que ainda hoje ligam os povos da América e os povos de África”, referiu o Presidente José Eduardo dos Santos.
O líder angolano também destacou o papel desempenhado pelo Brasil na promoção da paz, da estabilidade, do desenvolvimento económico, social e científico, sobretudo na transmissão das suas experiências para resolução dos problemas que afligem as populações mais pobres.
“Os embaixadores africanos têm no Brasil uma grande fonte de inspiração, pois são experiências que podem transmitir aos seus governos, aos chefes de Estado de como os problemas dos mais simples aos mais complexos podem ser equacionados e resolvidos mesmo nas circunstâncias actuais”, salientou.

Bom aliado

O Presidente recordou que além de contribuir para o desenvolvimento de África formando milhares de quadros e técnicos africanos, o Brasil tem desenvolvido uma acção importante no quadro das Nações Unidas, das relações bilaterais e a nível da União Africana, no sentido da promoção da paz, da estabilidade e da consolidação dos processos democráticos, especialmente em África.
Nós os africanos precisamos de mais parceiros e de aliados que,  neste mundo complexo, em que ainda há quem queira ver África em lugares subalternos, nos possam ajudar a defender as nossas posições e assumir no contexto das nações as posições que merecemos. Acho que o Brasil é um destes parceiros,  declarou.
# http://jornaldeangola.sapo.ao

quarta-feira, 18 de junho de 2014

O vírus ébola continua a se propagar na África Ocidental.

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Une équipe de Médecins sans Frontières.
A equipe de médicos sem fronteira

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o vírus Ebola continua a se espalhar em três países da África Ocidental. Ponderação do balanço, a atual epidemia já é a pior já registrada na sub-região.
"Ebola se espalha em três países da África Ocidental", disse nesta quarta-feira em Genebra, a Organização Mundial da Saúde (OMS). Dezenas de novos casos foram registrados na Guiné, Serra Leoa e Libéria, com 337 mortos no total.

 "Cinco coisas a saber sobre o Ebola, um assassino cruel"
O balanço aponta que continua a crescer na Guiné, onde foram registrados sete novos casos e cinco mortes entre sábado e segunda-feira. O número de casos agora é de 398 (254 confirmados, 88 prováveis ​​e 56 suspeitos), com 264 mortos. Desde o início da epidemia deste ano, 4.100 contatos com pessoas doentes foram identificados na Guiné, e 1258 continuam a ser seguidos, segundo a agência da ONU.

Na Serra Leoa, a OMS relatou 31 novos casos de Ebola, com quatro mortes entre domingo e terça-feira. Eles elevam para 97 o número total de casos no país (92 confirmados e três dos prováveis ​​dois suspeitos), com 49 mortes. Na Libéria, em uma semana, nove novos casos e cinco mortes foram relatados. O número de casos no país é agora de 33 (18 confirmados e dos oito suspeitos, 7 prováveis ​), com 24 mortos.

O nosso mapa interativo de identificação de surtos de 1976 a abril de 2014: "Ebola na África, 40 surtos"
Que requereu mais especialistas e fortaleceu a cooperação entre os três países. Ele não recomenda quaisquer restrições sobre as viagens e o comércio com os três países, mesmo que a atual epidemia já é a mais grave já registrada na África Ocidental.

# jeuneafrique (Com AFP)

Egito e Guiné-Bissau reintegram a União Africana, somente a RCA continua suspensa.

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Le siège de l'UA à Addis Abeba.
A Sede da OUA em Adis-Abeba, Etiópia.

O Egito e a Guiné-Bissau são novamente admitidos na União Africana. Quarta-feira, a UA anunciou por fim a suspensão que afetava ambos os países. 
Egito e Guiné-Bissau estão de volta no seio da União Africana. "O Egito está de novo autorizado a participar em todas as actividades da União Africana ", declarou assim o Comissário para a Paz e Segurança da UA, Smail Chergui, nesta quarta-feira 18 de junho. A organização pan-Africano havia suspendido o Egito em julho de 2013, após o golpe de Estado contra o presidente Morsi, democraticamente eleito em Junho de 2012. 

De acordo com diplomatas, o Conselho de Paz e Segurança (CPS) da UA decidiu em uma reunião nesta terca-feira 17 junho a reintegrar o Egito, embora as regras da organização estipulam que os governos dos Estados-Membros devem ser democraticamente eleito. Em seguida, o chefe do exército egípcio, Abdel Fattah al-Sisi que tinha deposto e feito prisioneiro Mohamed Morsi em 03 de julho de 2013, depois de reprimir seus partidários no sangue, nomeadamente a Irmandade islâmica Muçulmana. Em maio passado, Abdel Fattah al-Sisi foi eleito presidente com 96,9% dos votos, depois de eliminar grande parte da oposição na cena política. 

Decisão unânime 
Smail Chergui disse que a decisão de reintegrar o Egito foi tomada por unanimidade, apesar da controvérsia em torno da eleição presidencial. "Todos nós achamos que a eleição foi regular e ele (Abdel Fattah al-Sisi) foi eleito", disse ele acrescentando, que a UA iria apoiar as próximas eleições legislativas no país e tentar melhorar os direitos humanos e a liberdade de imprensa. 

A União Africana igualmente reintegrou à Guiné-Bissau, que tinha sido suspenso após um golpe militar em 2012. A UA tem por política suspender qualquer país membro onde se produz uma mudança inconstitucional de poder, geralmente até o retorno à ordem constitucional. O único país Africano que ainda está suspenso é a RCA ( República Centro Africana), presa à uma crise sem precedentes desde o início de 2013.

# jeuneafrique em colaboração (Com AFP) 

Cabo Verde: Cristina Fontes - “Não estou no Governo ou na política para sobreviver”.

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“Não tenho necessidade de estar no Governo ou na política para sobreviver”, reage Cristina Fontes Lima em resposta às críticas contra os membros do Governo que se lançaram como candidatos à liderança do PAICV. Fontes revela ainda que não vai colocar o cargo à disposição porque está a cumprir na íntegra todos os compromissos que assumiu enquanto Ministra da Saúde.
Cristina Fontes: “Não estou no Governo ou na política para sobreviver”

Em declarações à RCV, Cristina Fontes disse estar à vontade perante um cenário de eventual remodelação no executivo de José Maria Neves. Acrescenta que se o PM entender que não está a desempenhar as suas funções de Ministra de Saúde de forma adequada aceitará de forma natural a sua saída do Governo.
“Até agora não considerei esta hipótese de não ter tempo para o MS e fazer apenas a campanha. Desde que cumpra integralmente os compromissos que tenho com o Primeiro-ministro, com o parlamento e com o povo cabo-verdiano não vejo razões para estarmos neste frenesim, a condicionar o exercício da política. Acho que é uma atitude antidemocrática”, acusa Cristina, adiantando que “as pessoas têm que se lembrar que para haver democracia é preciso haver partidos políticos e que o MS também tem funções políticas.
Cristina Fontes nega que essas críticas tenham partido dos demais candidatos à liderança do PAICV, mas de fazedores de opinião com pretensão de dar lições de moral. Por isso avisa :“Não me sinto nada constrangida porque não uso o meu desempenho como ministra para fazer outro papel. Temos que ter democracia política, portanto acabemos de vez com essas lições de moral".
# sapo.cv




Guiné-Bissau: Ex-ministro Cipriano Cassamá eleito presidente do Parlamento guineense.

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A eleição ocorreu esta terça-feira, em Bissau, durante a investidura dos parlamentares eleitos nas legislativas de 13 de abril. Segundo observadores, o país terá um Parlamento funcional sem grandes bloqueios iniciais.


Casado e pai de cinco filhos, o novo presidente da ANP é engenheiro e vice-presidente de Comité Interparlamentar da União Económica e Monetária da África Ocidental (CIP-UEMOA).
Com uma maioria absoluta, o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) vai ocupar 57 dos 102 lugares da ANP. Em segundo lugar ficou o Partido da Renovação Social (PRS), que já era o principal partido da oposição, e que elege 41 deputados.
O Partido da Convergência Democrática (PCD) elegeu dois deputados, enquanto o Partido da Nova Democracia (PND) vai ocupar um lugar, tal como o União para a Mudança (UM).
Parlamento funcional
Vários observadores adiantam que a Guiné-Bissau terá um Parlamento funcional sem grandes bloqueios no início, com muitas caras novas. Por outro lado, alertam para o facto de a nova ANP ter também vários empresários que se dedicaram à política nos últimos anos e muito deles são refugiados que pretendem usar o escudo da imunidade parlamentar para prosseguir os seus negócios ilícitos e fugir à justiça.
Olhando para a composição das bancadas parlamentares do PAIGC e do PRS, o analista Fodé Mané acredita que o novo executivo do PAIGC não terá grandes problemas no Parlamento para aprovar diplomas essenciais de governação.
“Os deputados são eleitos pelas listas do partido, mas quando chegam à Assembleia acabam por jogar com os interesses pessoais, não obedecendo às orientações partidárias”, afirma Fodé Mané, lembrando os vários casos de parlamentares que no passado desertaram das suas bancadas para se tornarem deputados independentes. Portanto, “se não houver essa desobediência à orientação do partido, a governabilidade torna-se funcional”, acrescenta o analista.
Numa clara alusão à última legislatura, quando o PAIGC tinha 63 deputados contra os atuais 57, o professor universitário afirma que há mais coesão no seio destes parlamentares do que na oitava legislatura.
“Aqueles 63 [deputados] não estavam muito sob o controle da direcção do partido”, afirma, defendendo que é preferível ter “57 que sejam obedientes, orientados e com alguma disciplina em termos político-partidários.”
Portugal presente na cerimónia
Cipriano Cassamá, novo presidente do Parlamento guineense (à esq.) e José de António Almeida, deputado do PAIGC
O secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Portugal, Luís Campos Ferreira, foi o único governante estrangeiro a assistir à cerimónia e o primeiro europeu a visitar a Guiné-Bissau depois do golpe de Estado de 2012.
“É um sinal político muito forte de que Portugal é um forte aliado da Guiné-Bissau e está muito empenhado neste novo ciclo da Guiné-Bissau”, que regressou à ordem constitucional, sublinhou o governante português.
Campos Ferreira disse ainda que Portugal pretende também desenvolver e aprofundar os programas de cooperação com a Guiné-Bissau, lembrando que muitos desses programas nunca foram postos de lado, “mesmo em tempos de relações diplomáticas mais difíceis.”
Esta tomada de posse foi a primeira de quatro que devem levar o país a regressar à ordem constitucional depois do golpe de Est ado de abril de 2012. Para a próxima segunda-feira (23.06) está agendada a tomada de posse do Presidente da República recém-eleito, José Mário Vaz, que nos dias seguintes deverá conferir posse ao novo primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira.
As promessas do Presidente do Parlamento guineense
O novo presidente do Parlamento da Guiné-Bissau, Cipriano Cassamá, prometeu hoje no seu primeiro discurso oficial que o órgão que dirige irá fazer uma "apreciação cuidada" dos contratos de exploração de recursos naturais do país. Nos últimos anos, as florestas da Guiné-Bissau têm sido dizimadas devido ao abate desregulado de árvores para exportação de madeiras.

Os contratos de exploração e prospeção de recursos como areias pesadas, fosfatos e bauxite têm sido questionados pela população que pedem a intervenção
das novas autoridades eleitas.Cipriano Cassamá disponibilizou-se a cooperar com as outras instituições para a recuperação da credibilidade e imagem do país, mas defendeu uma atuação "decisiva" dos deputados na ação fiscalizadora das tarefas do executivo.
Abate desregulado de árvores afeta floresta da Guiné-Bissau
Nesse particular pediu aos novos deputados que reforcem a sua presença junto das populações e destacou a necessidade de "grandes reformas" nomeadamente a do setor militar. O novo presidente do Parlamento guineense prometeu "mais abertura" do Parlamento aos cidadãos bem como às instituições similares de outros países dos quais espera colher experiências.

Cipriano Cassamá destacou a contribuição dos parceiros internacionais da Guiné-Bissau durante os dois anos do período de transição e enalteceuo papel de Ramos-Horta, o representante do secretário-geral das Nações Unidas.

Para o cargo de primeiro vice-presidente do Parlamento foi eleito o deputado Inácio Correia do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Alberto Nambeia, líder do Partido da Renovação Social (PRS, segunda maior fora no Parlamento) é o segundo vice-presidente, Dan Iaia do PAIGC, primeira secretária e Serifo Djaló do PRS, segundo secretário.

# DW.DE


terça-feira, 17 de junho de 2014

Nigéria: O Exército nigeriano NAbs prendeu 486 supostos insurgentes em Abia.

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Foto Vanguard

Verificou-se que as autoridades do Exército do Batalhão 144, Asa em Ukwa na parte Ocidental, o governo do estado de Abia, no domingo, prendeu 486 pessoas suspeitas de serem insurgentes em alguns estados do norte.

O desenvolvimento foi dado a conhecer na segunda-feira pelo comissário estadual de Informação e Estratégia, o Chefe Eze Chikamnayo, enquanto informava aos jornalistas na base militar em Asa sobre a detenção.

O Comandante-em-chefe do batalhão, o tenente-coronel. Rasheed Omolori, que estava na coletiva de imprensa, também confirmou a prisão. No entanto, ele se recusou a dar mais detalhes, dizendo que o relatório da prisão foi enviado para a sede do Exército Abuja.

Mas o comissário explicou que os suspeitos estavam se movendo em uma carreata de 35 ônibus(autocarros) Toyota Hummer quando foram interceptados por volta de 02h00 no domingo, acrescentando que dois ônibus escaparam.

Ambos os suspeitos e os veículos apreendidos foram detidos na base do Exército em Asa. Os números de registro dos veículos incluíam: Jigawa RNG 98XA; Osun RLG 176XA; Kano AF 411 DAL; Lagos BDG 487 XK; Abuja EP 86 ABC e Bauchi ZAK 48 XA, entre outros.

Os ônibus foram apreendidos pelas autoridades militares.

De acordo com o comissário de informação, o comboio dos supostos insurgentes foi truncado pelo Exército entre Arungwa Junction e Imo Gate (Abia / Rivers na fronteira), junto a Port Harcourt - Enugu Expressway.

Ele explicou que as investigações preliminares do exército mostraram que os suspeitos, com idades entre 16 anos e acima, vieram de Kano, Taraba e Jigawa.

Embora a verdadeira missão dos suspeitos não foi imediatamente conhecida, Chikamnayo, disse que uma investigação mais aprofundada poderia ajudar a desvendar a verdadeira missão dos suspeitos que, segundo ele, pretendiam viajar para Port Harcourt "a procura de trabalho".

"O movimento é suspeito", disse ele, imaginando como a longa comitiva viajou a longa distância a partir do norte para o leste antes de ser interceptado.

Ele elogiou o Exército e outras agências de segurança do Estado por estarem vivos para a sua responsabilidade e exortou os seus homólogos de outros Estados para enfrentar o desafio, tendo em vista a insegurança enxurrada no país.

# allafrica.com

Angola x Brasil: Uma sólida parceria estratégica.

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Fotografia: Francisco Bernardo | Brasília


“Brasil e Angola são países irmãos e actores importantes para a democratização das relações internacionais”, disse ontem a Presidente brasileira, Dilma Rousseff, que manifestou apoio à candidatura angolana a membro não permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
O Presidente José Eduardo dos Santos retribuiu o gesto e anunciou o apoio de Angola à candidatura do Brasil para a Conferência Internacional para os Direitos Humanos, destacando o desempenho de quadros e especialistas brasileiros em diferentes organizações e instâncias internacionais. 

O Presidente expressou-se grato pelo convite da sua homóloga brasileira para assistir à cerimónia de abertura do Campeonato do Mundo Fifa 2014, “um momento de grande emoção”, como disse, e declarou que torce pela selecção canarinha e espera que o Brasil seja o próximo campeão do mundo.

Os dois líderes fizeram declarações a jornalistas no final de um encontro privado em que passaram em revista os principais temas da cooperação bilateral, em especial a promoção de investimentos no sector industrial e agrícola e a cooperação técnica, mas em que analisaram também aspectos da conjuntura regional e internacional, de interesse para os dois países.

José Eduardo dos Santos e Dilma Roussef mostraram-se satisfeitos com a conclusão das negociações sobre o acordo de facilitação de vistos que vai promover a circulação dos cidadãos nos dois sentidos, especialmente parahomens de negócios e técnicos, angolanos e brasileiros, o que resulta num importante impulso das trocas comerciais entre os dois países.

Acompanharam o Chefe de Estado à sede do Governo brasileiro o ministro de Estado e Chefe da Casa Civil, Edeltrudes Costa, os ministros das Relações Exteriores, Georges Chikoti, das Finanças, Armando Manuel, o Assessor Diplomático, Carlos Alberto da Fonseca, e o embaixador de Angola no Brasil, Nelson Cosme. Coube aos ministros das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo e Georges Chikoti, assinarem o documento de foro consular, que entre outras inovações traz a extensão para 24 meses do prazo de validade dos vistos de negócios. Angola e o Brasil desenvolvem há décadas uma relação de parceria bastante estreita e cooperativa, o que se tem reflectido numa intensa agenda de consultas ao mais alto nível e nos inúmeros acordos que fazem da cooperação entre ambos uma das mais dinâmicas e diversificadas. 

Em Junho de 2010, durante a visita oficial do Chefe de Estado angolano ao Brasil, os dois países assinaram um Acordo de Parceria Estratégica, com base no qual  decidiram estimular a “concertação nos assuntos bilaterais e internacionais, a diversificação das áreas e dos meios de cooperação, o desenvolvimento sustentável, a preservação ambiental e a troca de conhecimentos científicos e tecnológicos”.

Com base no mesmo acordo, os dois países criaram uma Comissão Bilateral de Alto Nível para coordenar, acompanhar, avaliar, orientar e assegurar o desenvolvimento da parceria estratégica, que se reúne pelo menos uma vez por ano em ambos os países, alternadamente. A última sessão da Comissão Bilateral decorreu em Brasília, em Novembro de 2012, altura em que foi assinado o ajustamento complementar ao Acordo de Parceria Estratégica entre Angola e o Brasil

Recepção a diplomatas 

Ainda na noite de ontem, o Presidente José Eduardo dos Santos reúniu-se em Brasília com o corpo diplomático africano acreditado no Brasil. Esta é uma iniciativa que o Chefe de Estado angolano faz questão de manter na sua agenda de visitas oficiais ao exterior.

Tal como se verificou nas recentes deslocações a França e Santa Sé, o Chefe de Estado, que é o presidente em exercício da Conferência Internacional da Região dos Grandes Lagos (CIRGL) promove este encontro de confraternização com o intuito de interagir com os diplomatas africanos nos países em que visita. 
Em Roma, o Presidente José Eduardo dos Santos destacou que a actividade dos diplomatas africanos, especialmente os que estão acreditados na Santa Sé, é importante para a promoção do diálogo e da concertação e a solução dos conflitos em África e no Mundo.

Em parceria com a Organização das Nações Unidas e a União Africana, Angola desenvolve um trabalho importante para a pacificação e restabelecimento da segurança na região dos Grandes Lagos, zona afectada por conflitos que impedem a realização de projectos de desenvolvimento económico e social dos países da região.
Os casos mais marcantes são o Sudão do Sul, a República Democrática do Congo e a República Centro Africana, que praticamente dominam a agenda diplomática da presidência angolana na Conferência Internacional da Região dos Grandes Lagos.

O trabalho positivo e com resultados encorajadores, principalmente na República Democrática do Congo e República Centro Africana, já mereceu elogios de líderes mundiais e da própria Organização das Nações Unidas. Há uma semana, o Presidente José Eduardo dos Santos reuniu-se em Luanda com os seus homólogos do Congo, Denis Sassou Nguesso, e do Chade, Idriss Deby, para avaliar a situação na República Centro  Africana, na perspectiva da busca de caminhos para uma actuação concertada e asolução definitiva do conflito inter-religioso que assola o país há mais de um ano.

Idriss Deby, que é o presidente em exercício da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC), elogiou o empenho do Chefe de Estado angolano na busca de soluções para a paz na região e em África. Denis Sassou Nguesso, que preside ao Comité de Acompanhamento e deMediação do Conflito na República Centro Africana, reconheceu que os resultados da cimeira tripartida vão permitir à  Comunidade Económica dos Estados da África Central e ao Grupo Internacional de Contacto realizarcom sucesso a sua reunião de Addis Abeba no mês de Julho.

O Chefe de Estado deixa hoje a capital federal brasileira e segue em visita oficial para Havana, a convite do seu homólogo cubano Raúl Castro Ruz.

http://jornaldeangola.sapo.ao

Senegal: Aissata Sall Tall - "Ao Podor, eu fiz face ao poder e não é uma tarefa fácil".

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Após o golpe interno no seio do Partido Socialista que a conduziu ao desvio do cargo do Secretário-Geral, Aïssata Tall Sall, ela mesma tinha digerido a pílula desse desastre. Mesmo que ela diga ser apresentada para este cargo, com o único propósito de evitar que o seu partido seja taxado de formação soviética como muitos a culpam. Como, acredita ela, um partido velho com  66 anos de idade, um dos mais antigos na África, depois do ANC, deve soltar a voz para a mudança e renovação. E, apesar de sua promessa de felicitar Ousmane Tanor Dieng no final do congresso, a advogada disse esperar o aval de sua coordenação.

Hoje, o foco está nas eleições locais. A leoa do Podor exige uma vigilância das pessoas para enfrentar um concorrente sério na área, Racine Sy, candidata da maioria presidencial. É ela mesma com quem ela dividiu a mesma coligação nas eleições presidenciais de 2012 e, que agora, ela anda em bandas planas. Uma ruptura que ela acha bem suspeita.

# seneweb.com

segunda-feira, 16 de junho de 2014

PM senegalesa sublinha impacto negativo do défice de infraestruturas em África.

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A primeira-ministra do Senegal, Aminata Touré, sublinhou sábado, em Dakar, o impacto negativo do défice de investimentos em infraestruturas de desenvolvimento económico em África, que faz perder anualmente ao continente dois porcento de crescimento.
Primeira-ministra do SENEGAL, Aminata Touré (Foto: afp)
Primeira-ministra do SENEGAL, Aminata Touré (Foto: afp)


“É geralmente reconhecido que o défice de investimentos em infraestruturas obstrui o crescimento económico em África em quase dois porcento cada ano”, declarou.
Ao intervir  durante a cerimónia de abertura duma reunião preparatória da cimeira dos chefes de Estado e de Governo sobre o financiamento de projectos da NEPAD,  Touré indicou que a diminuição deste défice necessita de despesas intensas num período de mais de uma década.
“A amplitude das necessidades de investimentos imporá uma conjugação acrescida do incremento previsto dos financiamentos privados  e um aumento considerável dos financiamentos públicos”, disse.
Segundo a ministra do Senegal, o desafio para África consiste em mobilizar novos investimentos, nomeadamente nos sectores do transporte, da energia eléctrica e das estradas de tráfego médio ou fraco.
Face a estes desafios, Touré,  que presidiu à reunião preparatória, instou os países africanos a conjugar os seus esforços e lançar-se em projectos comuns.
“A natureza encravada e o tamanho reduzido de vários dos nossos países impõem a necessidade de desenvolver, por um lado, projectos transfronteiriços eficazes e elaborar, por outro lado, soluções regionais de serviço de menor custo “, disse.
Um trabalho de harmonização, acrescentou, regulamentar e administrativo será assim necessário a fim de garantir um correto aproveitamento  do carácter multinacional de tais projectos.
# portalangop.co.ao


domingo, 15 de junho de 2014

Cuba: Infância significa direito pleno à vida.

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Lisanka González Suárez
DENTRE as infâmias que alguns lançam contra Cuba, nenhuma se refere ao tema do atendimento das crianças. É impossível deixar de reconhecer a importância que concede o Estado revolucionário ao cuidado, preparação e formação das novas gerações, em cujas mãos amanhã estará o destino do país.
 Desde há algum tempo a esta parte, a pequena Ilha do Caribe tem sido reconhecida como exemplo em setores muito difíceis de garantir em qualquer nação, inclusive entre as mais poderosas e ricas, que são vitais para o bem-estar dos seres humanos: a educação e a saúde.
 E há uma coisa que nem seus inimigos mais acérrimos puderam ignorar. A prioridade que se dá às crianças ainda antes destas nascerem. Em Cuba não há uma só delas que more nas ruas, que não tenha acesso ao ensino, ou que morra por falta de atendimento médico.
 Nenhum país melhor que este para desenvolver a segunda edição daConferência Internacional de Proteção à Infância, que teve lugar na última semana de maio, em Havana. A realização deste evento fez-me lembrar as palavras proferidas, um tempo antes, pelo representante da Unicef na Ilha, nessa época, Juan José Ortiz: “Acaso porque este é o único país onde se coordena integralmente o desenvolvimento da infância, onde as crianças cubanas são das mais afortunadas do mundo, o que demonstra que a solução aos problemas urgentes deste grupo da população assenta na decisão política e não na situação econômica das nações”.
 Por ocasião da 2ª Conferencia Internacional, a assessora regional de Proteção da Unicef para a América Latina e o Caribe, Nadine Perrault, fez um apelo aos governos da região a adequarem suas normativas internas e proibirem de maneira explícita e absoluta a violência contra as meninas e os meninos, em todas suas manifestações.
 Durante o encontro, coordenado pelo Ministério do Interior, em parceria com a Unicef, foram ministradas várias palestras acerca da proteção das crianças e dos adolescentes em Cuba.
 A especialista do Departamento de atenção ao Direito Cidadão, da Procuradoria Geral da República, Idania Silot Navarro, comentou à imprensa que o panorama da infância cubana é totalmente oposto ao do resto do mundo: “Nosso Código de Família estabelece o papel que a esta instituição cabe na educação e cuidado dos filhos; ainda, ordena que na hora de adotar decisões, os tribunais de justiça se norteiem fundamentalmente por aquilo que seja mais benéfico para os menores de idade”, explicou.
 E acrescentou que em Cuba funciona um sistema de atendimento a menores de idade com transtornos no comportamento, uma rede deLares para Crianças sem Amparo Familiar, enquanto que a prevenção e a previdência sociais estão instituídas desde os municípios até o nível nacional.  

# granma.cu

Costa do Marfim: Os governantes e governados (Africanos) são todos culpados.

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Nós conhecemos os Slogans de lamentações: "A África é ruim", "líderes políticos africanos são ineficazes", "elite Africana é corrupta", "África está mal governada", "o Estado decepciona o povo ", etc. O fio condutor de todas essas afirmações é que ao longo dos tempos os governantes não desempenharam o seu papel para atender as necessidades das populações as quais eles estão cientes que deveriam melhorar o cotidiano.
Les gouvernants et les gouvernés (africains) sont tous coupables


Surge, assim, uma forma de maniqueísmo, onde a plena recuperação do país é executada exclusivamente nas mãos dos governantes (infelizmente corruptos) e onde os governados (infelizmente, são deixados à própria sorte), entretanto, eles não se sentem nem preocupados nem envolvidos. Em um nível psicológico, isso leva a um afastamento dos cidadãos que, consciente ou inconscientemente leva-os, a estimar que o Estado, são os outros que o encarnam e o desenvolvem.

A postura mental de tais cidadãos comum pode ser justificada na medida em que os líderes brilham-se por instinto ou monopolização do nepotismo institucional. O que até aqui tem dado impressão ao povo de que o património nacional pertence aos outros e que ele não tem algum direito soberano que lhe permite exigir as Contas aos seus governantes. O que é certamente errado!

Não só as autoridades à cabeça dos estados africanos serão considerados responsáveis ​​perante o grande "Tribunal da história", mas também o povo lamentador, preguiçoso, agradável e seguidor de "como vamos fazer? "Ele não será poupado. Na verdade, um povo que se resigna em auto-censura a causa da violência institucional, que não avalia os seus líderes, que não participa (através de críticas constantes ) ao desenvolvimento moral, intelectual e profissional dos seu país e, ao mesmo título que seus governos sem visão política e culpados perante a história.


Entretanto, a sorte atual de uma África que dorme e / ou aquela que espera passivamente a vinda de Jesus, não é apenas uma questão dos governantes. Importa a todos e a cada um dos seus interrogadores sobre a contribuição pessoal a adotar para o redirecionamento integral do continente Africano a fim de que, o presidente da república, o agricultor da aldeia mais remota, todos, para que ninguém possa sentir-se excluído. 

Por: Homem Bene
cameroonvoice

# abidjan.net

Brasil: Drogba sai do banco e Costa do Marfim vence o Japão no Recife.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

N/A

Gervinho, de cabeça, colocou os elefantes na frente do placar e comemorou perto da bandeira de escanteio

A garra e força dos times africanos surgem em momentos inesperados. Na Arena Pernambuco, fechando o terceiro dia de jogos da Copa do Brasil, a Costa do Marfim venceu o Japão de virada por 2 a 1. Mesmo entrando no segundo tempo, Didier Drogba mostrou porque é essencial para o sucesso dos elefantes no Mundial.
Na primeira etapa, Keisuke Honda abriu o placar para os japoneses. Um golaço do camisa 4. Porém, em dois gols relâmpagos dos marfinenses, a virada aconteceu. Bony aos 19 e Gervinho aos 21 minutos da etapa final, garantiram a vitória dos africanos na rodada de abertura.
Em um grupo totalmente aberto, onde tudo pode acontecer, como é o caso da chave C da Copa, japoneses e marfinenses protagonizaram este mesmo cenário no início de jogo. Com um time repleto de jogadores que atuam nos principais clubes da europa, a Costa do Marfim tomou conta das ações da partida, mesmo com Didier Drogba no banco de reservas.
N/A
Honda, na primeira etapa, abriu o placar em Recife
Mas foram os japoneses que atacaram primeiro. E foi fatal. Até então sumido no jogo, Keisuke Honda recebeu belo passe na entrada da grande área. O camisa 4 do time do sol nascente dominou, fintou um adversário e com a perna esquerda chutou forte, alto, sem chance para o goleiro Barry. O gol não abalou os marfinenses que continuaram pressionando no ataque. Bony, o atacante escolhido pelo técnico Sabri Lamouchi, perdeu ao menos duas oportunidades de igualar o marcador em Recife.
A entrada de Drogba já era mais do que pedida pelos torcedores na Arena Pernambuco, até que o camisa 11 finalmente entrou. Sempre conhecido pelo seu faro de gol, Drogba teve papel importante na armação e criação de jogadas no ataque da Costa do Marfim. E funcionou melhor do que o esperado e praticamente da mesma forma. O pé direito santo do lateral Aurier foi pra lá de essencial. Primeiro, cruzamento perfeito na cabeça de Bony que venceu a marcação do zagueiro Yoshida.
Dois minutos depois veio a virada. De novo do lado direito do ataque, Aurier mostrou mais um belo cruzamento. Dessa vez foi Gervinho que testou firme. Com muita chuva e bola molhada, Kawashima não conseguiu fazer a defesa. Quer queira quer não, a presença de seu principal jogador dentro de campo mudou por total.
Os japoneses não encontravam mais forças de buscar um empate, quiçá uma vitória. Com Drogba e Gervinho, a Costa do Marfim criou mais oportunidades para ampliar o placar e fazer saldo em um grupo tão equilibrado como é o caso do C. Uma vitória importante do time que foi melhor. A sempre contagiante torcida marfinense mostrava para o mundo o amor pelos elefantes.
Três na bagagem e segundo lugar do grupo garantido já que a Colômbia está em primeiro por conta do saldo. Os japoneses lamentam a derrota, ainda mais pelo fato de ter sido de virada. Mas ainda crê que seus principais jogadores possam reverter a situação complicada na rodada de abertura.
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Os elefantes marfinenses agradeceram a torcida que esteve presente na Arena Pernambuco
FICHA TÉCNICA
Costa do Marfim 2 x 1 Japão
Local: Arena Pernambuco, em Recife (PE)
Árbitro: Enrique Osses (CHI)
Cartões amarelos: Bamba e Zokora (CDM); Morishige (JAP)
Cartões vermelhos: Não houve.
Gols: Honda (16'/1T); Bony (19'/2T) e Gervinho (21'/2T)
COSTA DO MARFIM: Barry; Aurier, Bamba, Zokora e Arthur Boka (Djapka); Tioté, Serey Die (Didier Drogba) e Yaya Touré; Kalou, Gervinho e Bony (Ya Konan). Técnico: Sabri Lamouchi.
JAPÃO: Kawashima; Uchida, Morishige, Yoshida e Nagatomo; Yamaguchi, Hasebe (Endo), Kagawa (Kaitani) e Honda; Osako (Okubo) e Okazaki. Técnico: Alberto Zaccheroni.
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