Postagem em destaque

Costa do Marfim: Indivíduo detido em Bouaké após roubar 10 milhões de francos CFA de uma empresa.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Nelson Mandela recebe Hillary Clinton em viagem a África do Sul.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, encontrou-se com o ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela na casa dele nesta segunda-feira, em um momento de recesso de sua viagem a vários países da África para tratar sobre segurança e comércio.
Hillary se encontrou com o líder negro no povoado de Qunu, a sudeste da Cidade do Cabo, em uma de suas casas, em que se reuniram e almoçaram juntos. A região é próxima do clã onde nasceu Mandela.
Hillary Clinton se encontra com Nelson Mandela durante viagem à África do Sul; encontro foi em Qunu

"Madiba não apenas representa o que está bem neste mundo, mas é um amigo próximo da secretária [de Estado], que aprendeu muito com ele", explicou um membro da delegação americana, utilizando o nome do clã do primeiro presidente negro da África do Sul utilizado carinhosamente pelos habitantes do país.
Mandela, que está com a saúde debilitada, recebeu apenas alguns visitantes fora a sua família nos últimos anos. Ele se encontrou com o marido de Hillary, o ex-presidente dos EUA Bill Clinton, no mês passado, por ocasião do 94º aniversário do líder antiapartheid e prêmio Nobel da paz.
O único mandato dele como presidente, de 1994 a 1999, ocorreu durante o governo de Clinton, e ambos encontravam-se frequentemente durante este período.
Em 1995, o ex-chefe de Estado mostrou a Hillary e a filha Chelsea sua pequena cela na prisão em Robben Island, onde ele passou a maior parte de seus 27 anos na cadeia por tentar derrubar o regime do apartheid da minoria branca.
A última grande aparição pública de Mandela foi na final da Copa do Mundo de 2010 em Johanesburgo. Desde então, ele passa a maior parte do tempo em sua casa em Johanesburgo e em Qunu.

fonte: terra.com.br

Congo(RDC): As lamentações pelos Congoleses, mas não por Kabila.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

A guerra que tem devastado o leste do Congo Kinshasa não deve levar em conta à simpatia do presidente.

Presidente congolês Joseph Kabila, em Kampala, Uganda, 12 de maio de 2011, REUTERS / Stringer.

Por iniciativa da Igreja Católica, a marcha dos congoleses em 1 de Agosto em Kinshasa foi para dizer "não" à guerra e à partição do país na guerra. Estranhamente, não havia poder para proibir a marcha pela paz. As forças da polícia de choque foram mobilizadas em todo o país.


Desde a eleição de novembro de 2011, é a primeira vez que as autoridades de Kinshasa permitiram comícios. Em dezembro passado, os cristãos tinham tentado demonstrar a denuncia a fraude eleitoral. Eles foram violentamente dispersos.


Buscando um vínculo francês


Desta vez, a mensagem é consensual, e poderíamos contar na procissão os apoiantes da oposição. Depara-se o fato de que quando as coisas são adequadas, o filho de Kabila encontra todo o seu significado, e ele milagrosamente esta aberto para o lugar daqueles que se opõem a seus ditames.


No ambiente atual, perto da cimeira da Francofonia, o interesse do regime de não estar aberta. Pois, poucas vozes a favor de manter a reunião na RDC, especialmente a participação do novo chefe de Estado francês, François Hollande.


Esta última foi dito oficialmente contra a fraude eleitoral e a ditadura, é agora objecto de todos os tipos de pressão para que ele não venha em outubro deste ano na capital congolesa.


Seria, digamos, um prêmio de megalomania e da ditadura. Especialmente desde que Joseph Kabila ainda não deu como penhor sério sobre democracia e direitos humanos.



Falha em todas as frentes


Mas o atual chefe do Estado congolês está igualmente traumatizados por seu "alter ego de Ruanda". O Presidente Joseph Kabila da RDC explicou na TV. O homem explica a sua derrota pela pronta assistência de Ruanda, à sua oposição armada.


Presidente Kagame também dominou a arte de dominar toda a oposição, é regularmente indexados pelos líderes da RD Congo. Mas Ruanda nega essas acusações nunca.


Se Kabila é realmente patético, então o país que ele governa é dramático. Chegou ao poder após o assassinato de seu pai, Laurent Kabila, o homem nunca vai realmente saber como gerenciar este legado tanto pesado e patético! Politicamente, o homem não tem visão. Ele nunca teve um ideal democrático?


De qualquer forma, Kabila filho, cuja juventude poderia ser um trampolim, têm dificuldade em reunir os congoleses em torno dele. A repressão se manteve quase sistemática. Não é possível construir uma democracia real, como seus compatriotas chamarem todas as suas orações, Joseph Kabila se estende diariamente para acender sua falta de visão e liderança. Seu fracasso é indiscutível em quase toda parte.


Financeiramente, por exemplo, a República Democrática do Congo é uma vítima de pilhagem descarada dos seus recursos por uma elite política muito ganancioso e resignado. No plano Militar, ele está derrotado.



O exército é parte do problema


Na verdade, o exército congolês definitivamente não é tão bom quanto aqueles que administram e governam o país. Joseph Kabila tem sérias dificuldades em controlá-la. Está mais do que rachado. Os soldados conhecidos por sua disciplina, bem como pela sua covardia com a aproximação do inimigo, parecem estar especialmente preparado para roubar, estuprar, e mudar de lado à mercê dos acontecimentos.


Os jornalistas e defensores dos direitos humanos são os alvos favoritos. O que eles podem fazer e muito mais, é que se esses soldados, a maioria dos quais realmente aprendeu alguma coisa? Aqueles com os fundamentos, geralmente pertencem à guarda pretoriana, criado para garantir a sobrevivência do regime, e geralmente tratados com respeito.


É um facto que desde a queda e morte do ditador Mobutu, do antigo Zaire, embora imensamente rico, mas o país está sempre imerso em uma má governação em todos os níveis. Ele se sente muito socialmente, com a incapacidade do poder de Kabila trazer  a tranquilidade social indispensável. Terrível é a situação e frustrante, porque este país tem a natureza escandalosamente cheia de recursos inimagináveis.


Então, quais são as soluções para velhos problemas RD do Congo? Em todos os casos, um verdadeiro diálogo com a oposição congolesa é indispensável. Ela e o governo, devem então, preparar as eleições limpas, transparentes e credíveis.


E uma vez que nenhum ideal sério parece animar o topo do Estado, a República Democrática do Congo, precisa entretanto, permanecer um longo tempo neste país imensamente rico, mas com o futuro sombrio por causa de ambições coloniais, e da ganância de suas elites políticas.


Mas quem ainda quer derramar lágrimas por aqueles anos difíceis após a dominação cruel de Kabila?



fonte: slateafrique

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Julgamento do mensalão pode afetar imagem de Lula, dizem especialistas.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Processo pode marcar o fim da impunidade para crimes parlamentares e uma mudança no comportamento da classe política brasileira, avalia analista. Imagem da presidente Dilma não deve ser afetada.
Nesta quinta-feira (02/07), o Supremo Tribunal Federal brasileiro (STF) inicia o julgamento dos 38 réus de um dos maiores esquemas de corrupção da história da política do país, o mensalão. Para especialistas, o início do julgamento e o retorno do tema à mídia poderá desgastar a imagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deixou o Palácio do Planalto com quase 80% de aprovação da população, e do Partido dos Trabalhadores (PT), partido da presidente Dilma Rousseff.
"Aparentemente Lula está muito preocupado com a imagem dele, tanto que ele fez lobby e pressão em cima de ministros do STF para adiar o julgamento para novembro", ressalta o cientista político David Fleischer, da Universidade de Brasília, lembrando que alguns integrantes do suposto esquema já ameaçaram "abrir a boca", soltando mais detalhes que poderiam envolver diretamente o ex-presidente.
"Lula sempre alegou que foi traído, que não sabia de nada, que ficou sabendo de tudo pelos jornais. A população mais ou menos concordou com a afirmação do presidente, tanto que ele foi reeleito em 2006. Agora ele quer preservar sua imagem para a história", avalia o professor.
O cientista político Tim Wegenast, da Universidade de Constança, concorda que a imagem de Lula pode ser arranhada tanto dentro como fora do país, caso o julgamento receba a atenção da mídia internacional. Mas ele acredita que, apesar de Dilma pertencer ao mesmo partido de seu antecessor e da forte ligação dela com Lula, a presidente deve atravessar imune o processo do mensalão.
"O julgamento pode até fortalecer a Dilma dentro do PT, pois tem uma ala do partido que gostaria que Lula voltasse em 2014", afirma Wegenast, que também é pesquisador do Instituto Alemão de Estudos Globais e Regionais (Giga), em Hamburgo. "Ela tem uma imagem muito forte de renovação, de integridade, mais seriedade do que o Lula e o José Dirceu", avalia o especialista. "Claro que a imagem do mensalão está muito associada ao PT. Mas vale lembrar que, se não fosse o mensalão, a Dilma hoje não seria presidente."
Em seu segundo ano de mandato, Dilma vem buscando dar ao seu governo uma imagem de transparência e de combate à corrupção. Em 2010 ela demitiu seis ministros acusados de corrupção – a maioria com alguma ligação com o governo anterior. "Isso aumentou o prestígio dela perante o eleitorado", comenta Fleischer.
Lula ao lado do seu então chefe da Casa Civil, José Dirceu.
Eleições municipais
Chamado por parte da imprensa brasileira como o "julgamento do século", o processo poderá se estender por até dois meses, alcançando assim o período das eleições municipais (para escolha de vereadores e prefeitos), que acontecem em outubro. Especialistas, no entanto, não acreditam que o julgamento afetará o pleito, que ajuda a desenhar o mapa político para a campanha presidencial em 2014.
Para Wegenast, partidos da oposição podem ganhar votos apenas nos casos em que envolvidos diretamente com o mensalão estejam concorrendo. Como no caso do ex-presidente da Câmarta dos Deputados João Paulo Cunha, hoje candidato a prefeito de Osasco, em São Paulo. Ele é um dos réus do processo no STF.
"As eleições municipais são muito distantes do centro do poder em Brasília, por isso duvido que haja algum impacto", concorda Fleischer.
O caso
Os 38 réus do processo vão responder pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, peculato e formação de quadrilha. "O julgamento vai mostrar que a imunidade parlamentar, que eu chamo de impunidade parlamentar, já caiu por terra, porque demostrou que o STF tem coragem de assumir e processar gente acusada de corrupção. Isso vai fazer com que a classe política tome muito mais cuidado e cautela em suas transações políticas", afirma Fleischer.
Denunciado em 2005 pelo então deputado Roberto Jefferson, o processo do mensalão é aberto sete anos depois do estouro do escândalo, batizado de mensalão por envolver o suposto pagamento mensal a deputados da base aliada do governo Lula.
A previsão é de que os juízes do STF julguem cada réu separadamente, a começar pelo ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, apontado como sendo o chefe do esquema.
De acordo com a denúncia, os subornos aos deputados da base aliada eram financiados a partir da verba de publicidade destinadas a empresas estatais. O dinheiro era distribuído então por empresas publicitárias do empresário Marcos Valério de Souza, um dos acusados.
Entre os réus estão várias figuras importantes da cúpula do PT. Entre os principais envolvidos do grupo político estão o ex-tesoureiro do partido, Delúbio Soares; o ex-secretário geral, Sílvio Pereira; além do ex-presidente da sigla, José Genoino.
O grupo de réus ligados a empresas privadas, bancos e publicitários deverá ser julgado em seguida, entre os quais estão Marcos Valério e Duda Mendonça, ex-publicitário da campanha eleitoral do PT.
Na época, a popularidade de Lula não foi afetada pelo caso. Ele saiu praticamente ileso da crise política instaurada pela descoberta do esquema de corrupção e se fortaleceu após o afastamento de Dirceu. Quando o escândalo veio à tona, o chefe de governo se disse traído e pediu desculpa publicamente, negando ter conhecimento dos subornos.
Ao final de sua gestão, Lula tinha cerca 80% de aprovação pública. Dirceu, então ministro da Casa Civil e considerado o segundo homem na hierarquia do governo, foi substituído no cargo pela então ministra das Minas e Energia, Dilma Rousseff.
Autores: Marcio Damasceno/Mariana Santos
Revisão: Alexandre Schossler
fonte: DW

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

O Brasil um modelo para o Marrocos.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O crescimento econômico, a demografia, religião ... da atual semana marroquina traça um paralelo entre Brasil e Marrocos, e convida o reino Sharifian a seguir o modelo brasileiro.


O Rei Mohammed VI e o Presidente Lula da Silva, em 26 Novembro de 2004, em Brasília. © REUTERS / Jamil Bittar.


É um país cheio de sol e rico em contrastes: riqueza opulenta da burguesia arrogante esfrega favelas enormes.

Este é um país religioso e quase mística, um país que gosta de festa e pegar fogo nos jogos de futebol.

A população está concentrada nas cidades costeiras e sua capital económica é um trabalho em frente para o Atlântico. É um país que se assemelha a nós. Esta poderia ser a nossa referência.

Como o Brasil emergiu de seus anos de chumbo e seu aprendizado democrático é combinado com um crescimento econômico sem precedentes.

Hoje, este país é a sexta maior economia à frente do Canadá e do Reino Unido.

Nós nunca vamos atingir o tamanho de tal gigante, mesmo com o Magrebe unida ainda sim poderia chegar perto, mas isso não é o ponto. Este é o método que deve ser aclimatados no lado leste do nosso oceano comum.

Compartilhar a riqueza

Se o Brasil esteve fora por cerca de dez anos de uma longa estagnação econômica e sobreviveu à crise desde 2008, foi graças a uma política voluntarista desenvolvida pelos presidentes que deixaram em torno de dois eixos: o apoio as indústrias de exportação e, sobretudo, a partilha da riqueza.

No governo do presidente Lula, a classe média ultrapassou 50% da população.

Estes velhos pobres tornaram-se os novos consumidores que têm impulsionado o mercado nacional, atraindo capital estrangeiro.

Diante de um abrandamento do crescimento devido à nova crise europeia, o Brasil mantém suas metas e se recusa a alinhar com as medidas de austeridade do velho continente.

"O nosso caminho é manter o investimento, garantindo que os subsídios, benefícios e ganhos de desenvolvimento são distribuídos", disse apenas a presidente Rousseff.


Penúria doméstica

Efeito colateral desse círculo virtuoso, agora há uma falta de bom em São Paulo!

O preto interno ou misto na região de Salvador da Bahia já não precisa ir longe como escravo no Sul rico.

Mesmo as províncias mais remotas se beneficiaram com o desenvolvimento, e na região Nordeste muito tempo longe de milagre brasileiro hoje dá emprego aos seus habitantes.

O equilíbrio de poder mudou a favor dos trabalhadores domésticos que são sindicalizados em massa, como aprendemos em um recente artigo no L'Express, o preto é o passado e o poder de compra dos trabalhadores domésticos aumentou 40% em uma década ...

Graças às suas políticas sectoriais e fortalecendo sua infra-estrutura, o Marrocos tem também experimentado um enorme crescimento em sua economia.

Mas quem fez? O Reino pode se orgulhar de sua taxa de crescimento, para não despencar no ranking de desenvolvimento humano.

O desafio de redistribuição da riqueza

Enquanto quedas de crescimento e de sofrimento económico por parte dos nossos parceiros, sentimos agora cruelmente a estreiteza de nosso mercado interno para estimular a economia.

Redistribuição da riqueza, e não de caridade, como evidenciado pelo modelo brasileiro.

Uma ambiciosa política social pode se tornar um veículo para o desenvolvimento econômico. Este é o desafio que devemos enfrentar nos próximos anos. Mesmo se passar de bom ...

fonte: slateafrique

terça-feira, 31 de julho de 2012

Uganda: Museveni um bom conselho para evitar o vírus Ebola.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O vírus do Ebola da febre hemorrágica fez sua estréia, em Kampala, a capital de Uganda. Desde então, o Presidente Yoweri Museveni multiplica os conselhos e advertências, para repelir o perigo para as pessoas.

Operação de isolamento de Ebola em Kasai província, na RDC. © REUTERS / Handout.


Febre hemorrágica Ebola está de volta e ela chegou a Kampala, capital de Uganda, onde cerca de 1,5 milhões de habitantes vivem.

Nunca uma cidade (ou mesmo uma cidade de tamanho médio) foi afetada por este patógeno formidável.

Segunda-feira 30 de julho, o Presidente de Uganda, Yoweri Museveni  rapidamente tomou medida contra ameaça e alertou seus compatriotas a absterem-se de apertar as mãos para evitar ser contaminado e se tornar contaminante.

O Chefe de Estado também pediu aos ugandeses que evitem a relação sexual desprotegida e absterem-se de enterros de conduta às escondidas.

Muitas medidas para limitar a propagação deste vírus altamente contagiosa transmitida através do contato próximo.

Este vírus provoca infecção freqüentemente fatais conseqüências hemorrágicas (entre 25 e 90% dos casos) e vis-à-vis que não tem nem cura nem uma vacina preventiva.

O vírus Ebola foi encontrado  no rio entre o Sudão e Zaire, quando foi identificado pela primeira vez e depois isolado. Foi 1976.

Quase 15 epidemias foram registradas na África, RDC, Uganda, Sudão do Sul, Gabão e Congo.

Oficialmente, o vírus já infectou mais de 1.800 pessoas e deixando mais de 1.300 mortos. A primeira droga "promissora" está sendo pesquisada, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) atualmente sendo avaliado em laboratório.

Pesquisas estão sendo realizadas em uma vacina, o uso criminoso do vírus ser temido pelos peritos de bioterrorismo.

Apareceu no início de julho a epidemia e já matou 14 pessoas em Uganda. Foi relatada pela primeira vez na área de Kibaale, cerca de 200 quilômetros a oeste de Kampala.

Ele só fez a sua aparição na capital, onde pelo menos um paciente morreu. A informação foi anunciada pelo presidente de Uganda, pessoalmente.

Foi confirmado pelos serviços da OMS, que imediatamente disseram que ninguém havia contraído a doença em Kampala, somente a vítima que visitou a capital para tratamento.


Museveni falando de riscos

Outros pacientes que, segundo o presidente Museveni, também foram recebidos no Hospital Mulago em Kampala.

"O Ministério da Saúde busca localizar qualquer um que tivesse contato com as vítimas. Os sete médicos e 13 técnicos de saúde que tiveram o cuidado com um dos que chegaram ao Mulago e que morreu no local, por exemplo, os outros foram colocados em quarentena ", disse o presidente.

Por sua vez, Christine Ondoa, Ministro da Saúde de Uganda disse que a vítima morreu em 27 de julho no  Hospital Mulago e foi o auxiliar de enfermagem que cuidou das vítimas no hospital Kagadi ( Distrito  de Kibaale).

"Sua filha também morreu três meses depois de ser internado no hospital Kagadi 28 de julho", anunciou ela.

Dennis Lwamafa, Comissário de Uganda  e responsável pelo controle de doenças, por sua vez, disse que o cuidado com pacientes é, no momento, apenas "dado como morto" de infecção com o vírus Ebola.

Ele acrescentou que havia visitado Kampala por conta própria, presumivelmente através de transportes públicos, e que as medidas haviam sido tomadas para traçar seu caminho.

Um número de pessoal médico em Mulago que teve contato com este paciente devem ter sido colocado sob a supervisão (mas não em quarentena).

É o mesmo para 34 de 34 empregados em Kagadi.

"O Hospital Mulago está em processo de reativar uma unidade de isolamento para abrigar todos os casos registrados em Kampala e distritos vizinhos", assegurou o ministro da saúde.

Isto não é a primeira vez que o Uganda está voltada para o vírus da ameaça infecciosa.

Uma epidemia se alastrou principalmente no período de 2007-2008, oficialmente fazendo trinta a sete vítimas. Outra, em 2000, tinha causado pelo menos cento e trinta e sete vidas.

Presidente Museveni também pediu que as pessoas "para relatar todos os casos de prioridade semelhante a Ebola, isto é, febres significativas, diarréia, vômitos, às vezes acompanhados de sangramento."

"Eu te chamei para ser vigilante, evite apertos de mão, não peçam para enterrar alguém que morreu de sintomas de Ebola, mas chamar os trabalhadores de saúde, porque eles sabem como fazer, disse ele. Evite a promiscuidade, porque a doença também pode ser transmitida sexualmente ".

"Queira Deus que as almas daqueles que morreram descansem em paz eterna", ele concluiu o seu discurso, desejando "boa sorte" aos seus concidadãos.


Vigilância e reactividade

A reatividade do presidente ugandense e seu compromisso com a transparência são enfatizadas. Eles não são novos, Yoweri Museveni já demonstrou a importância que atribui ao combate aceso contra doenças infecciosas virais.

Graças a ele Uganda foi um dos países onde a fase de desenvolvimento de negação da Aids era a mais curta e um dos mais ativos na prevenção.

Na década de 1980, quando os países africanos se recusaram a reconhecer a existência do mal ou acusar seus vizinhos e do Ocidente por ser a causa de Uganda foi o primeiro a admitir os fatos e tentar retardar a progressão da epidemia.

E para homenagear o esforço coletivo neste país, funcionários de organizações internacionais envolvidas na luta contra a AIDS na África tinham, em Dezembro de 1995, optado por manter a sua nona conferência em Kampala.

Rompendo com o ritual de discursos solenes, enquanto Museveni falava de sua experiência.

"Tenho ouvido falar de SIDA, pela primeira vez no rádio. Eu estava no mato e eu estava lutando contra os poderes constituídos, disse Museveni. Ninguém falou enquanto uma doença de gays. Em 1984, ouvi um especialista italiano explicando que esta não era apenas uma doença de gays. Eu peguei os meus homens e eu lhes disse que havia um perigo. "

Museveni chegou ao poder em janeiro de 1986.

"Naquele ano, enviei 60 dos meus soldados a Cuba para fazer o teste, se tivessem sido contaminados. Dezoito eram HIV positivos. Na Conferência de Organizações de Não-Alinhados, em setembro de 1986 em Harare (Zimbabwe), Fidel Castro me disse que deve haver um grande problema no meu país. Eu, então, conversou com os médicos. "

O Presidente do Uganda, a AIDS, muitas vezes usou a metáfora de "queimadas".

"Se a faísca caiu sobre a grama molhada, ela se apaga. Se a grama está seca, o fogo pega e cresce. Como nós, a grama está seca por causa da pobreza, a ignorância, o analfabetismo, os nossos problemas de comunicação ", ele então teve a coragem de declarar.

E se a grama Africana é seca, é também porque a mulher não é igual a homem, resumiu o presidente, ressaltando a urgência de conceder aos "órfãos de AIDS" o acesso a educação, de modo a quebrar o ciclo que vê os homens ricos continuarem a explorar os jovens, acelerando a propagação do vírus.

Febre hemorrágica de Ebola é uma outra forma de "incêndio florestal". Como as origens animais de AIDS que são ainda muito debatidos e principalmente em círculos científicos especializados.

Assim como a Aids, exige uma resposta coletiva para que a participação política seja de suma importância. Mas esta resposta também deve ser parte da maior urgência.

Jean-Yves Nau




fonte: slateafrique

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Brasil: Alunos usam bicicletas de bambu para ir à escola em SP.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


Veja o vídeo - montagem de bicicletas de bambu.

Costa do Marfim: Qual a fórmula mágica para acabar com a corrupção?

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O governo da Costa do Marfim é pró-ativa na sua gestão moralista. Mas é preciso mais do que apenas uma lei para erradicar práticas profundamente enraizadas.

O Presidente A. Ouattara (à direita). E o primeiro-ministro J. Ahoussou-Kouadio (à esquerda)., Abidjan, 14 de março de 2012, REUTERS / T. Gouegnon.


Não é segredo que a luta contra a fraude e a corrupção continuam a ser o desafio para todos os estados Africanos, confrontados com as exigências da boa governação.

Costa do Marfim, por exemplo, para o atual chefe de Estado, Alassane Ouattara, fez disso uma das prioridades.

Se ele tiver sucesso neste desafio, escusado será dizer, que ele não vai entrar para sempre na história do nosso país e da África como um todo.


Corrupção denunciada, mas banalizada

Fraude e corrupção estão profundamente enraizadas em todas as nossas atividades diárias, tanto que elas parecem fundamentalmente inscritas nos nossos genes e transmitidas de geração em geração, naturalmente.

Que também pode ser visto como um comportamento imoral e ilegal, são consideradas entre nós como práticas comuns e banais.

Em seu discurso de política aos parlamentares, 16 de julho de 2012, o primeiro-ministro marfinense Jeannot Ahoussou-Koudiao anunciou que iria apresentar à Assembleia Nacional, um projeto de lei na luta contra a fraude e corrupção.

Para ele, a "boa governança deve ser uma realidade na Costa de Marfim. Devemos acabar com bolsões de corrupção que assola nossa economia novamente. Este é um desafio importante que o governo pretende levar a cabo, seja qual for o preço.

Assim, o foco será sobre o combate à corrupção e moralização da vida pública, através da brigada de operacionalização anti-corrupção e de auditoria dos órgãos públicos para assegurar a estrita observância dos contratos de desempenho, envolvendo os dirigentes de empresas públicas. "


Podemos dizer que é um direito, mas que não se aplica

Essa declaração reflete a vontade de moralização da política, económica e social, na luta contra a fraude e a corrupção, e estabelecer uma política de uma boa governança .

Dada a escala desses fenômenos, essa vontade política ela pode ser suficiente para erradicá-las por lei?

Na França, por exemplo, apesar de artigo 40 do Código de Processo Penal exige que qualquer funcionário com conhecimento de um ato criminoso e reprovável, pode dar a conhecer ao Ministério Público, mas esses atos ainda permanecem.

Assim, ao abrigo do presente projeto de lei por unanimidade elogiou os cidadãos a fazerem esta pergunta: como implementar essa vontade política através de legislação, se aprovada?

Como todos sabemos, uma lei pode ser aprovada pelo parlamento, seguido por um decreto de execução e nunca ser aplicada na vida cotidiana, porque vai contra velhos hábitos, que são estabelecidos em regras de governar nossas ações na sociedade.

A vigilância de "pequeno grupo de pessoas"

Este é, talvez, o pequeno, mas um que não comunga com essas práticas ilegais, que sofre faltas diárias, para reagir, assumindo o controle de seu próprio destino.

É ainda até ele para impor sua vontade sobre todos os nossos funcionários eleitos, a quem ele confiar a gestão da nossa nação, por um tempo limitado.

É também para ele, esse pequeno grupo de pessoas, que tem o poder supremo de punir por má conduta tal, que penaliza, por aqueles que devem constantemente reabastecer os cofres do Estado através dos impostos que são indevidamente desperdiçadas.

É, finalmente, a ele que cabe assumir a responsabilidade em denunciar todos os abusos, todas as fraudes e corrupção no governo, serviços públicos, empresas e da participação financeira do governo.

Para isso existem vários órgãos responsáveis ​​pelo monitoramento, fiscalização e auditorias de órgãos públicos.

Macário Dagry (Manhã Brotherhood)

fonte: slateafrique



NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Estudantes tiraram dúvidas com a procuradora Nilce Cunha

A permanência dos estudantes africanos de Guiné-Bissau com vistos vencidos no Brasil ainda é incerta. Apesar do Ministério Público Federal no Ceará ter firmado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre as faculdades Fatene e Evolução para renegociar as dívidas dos alunos, o TAC não tem o poder de regularizar a documentação. 
O visto de estudante no Brasil precisa ser renovado anualmente. Quando os alunos deixam de se matricular nos cursos ou mudam de faculdade, isso impossibilita que continuem legalmente no País.

“Procuramos o Ministério das Relações Exteriores e o da Educação em Brasília, mas nada foi resolvido. Afora isso, temos uma ação na Justiça pedindo a regularização dos vistos pela Polícia Federal. Mas é muito difícil conseguir isso sem que os estudantes saiam do País e paguem as taxas novamente”, afirma a procuradora da república Nilce Cunha. Até que saia o veredito, uma decisão judicial impede a deportação dos estudantes.

Mesmo com os débitos parcelados, os estudantes temem não conseguir honrar os compromissos com as instituições de ensino superior, devido às instabilidades polícias no país africano.

“O problema não é com as faculdades, mas nosso, porque as famílias não têm condições de sustentar os filhos aqui”, afirma o presidente da associação de estudantes de Guiné-Bissau no Ceará, Miatte Bonte Có. Ele pede cooperação entre os dois governos para prestar auxílio aos estudantes.

“Esses alunos vêm para estudar e voltar com um diploma para Guiné-Bissau, no intuito de contribuir com o país. Retornar sem o diploma seria uma decepção”, comenta Miatte. (Geimison Maia)

fonte: opovo.com.br

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Costa do Marfim: Os pró-Gbagbo decepcionados com François Hollande.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Os partidários do ex-presidente da Costa do Marfim esperam que a nova regra francesa ignore Alassane Ouattara.

François Hollande e Alassane Ouattara sobre os passos do Eliseu, Paris, 26 de julho de 2012, REUTERS / Charles Platiau.



Partidários do ex-presidente Laurent Gbagbo estão muito amargos. Eles haviam fixado grandes esperanças na eleição de François Hollande.


Hoje, eles estão desapontados e por uma boa razão: ele estendeu o tapete vermelho para Alassane Ouattara no Elysee.


E na chegada, o novo chefe do Estado marfinense chegou a um acordo para cancelar dívida da Costa do Marfim sobre a soma de 3,76 bilhão de euros. O que poderia ser melhor?


Os pró-Gbagbo acusam o chefe de Estado francês de ter recebido aquela que pode ainda vir a defender os interesses do povo da Costa do Marfim.


O Clan Gbagbo é ingênuo


Desiludidos, eles esquecem que, acima de tudo, ADO (Ouattara) e Holanda têm em comum o fato de terem sido democraticamente eleitos para liderar os seus países.


Além disso, ambos estão fortemente empenhados em ser o presidente de todos os seus concidadãos, e não de seus apoiadores exclusivos.


As lamentações do clã Gbagbo na Hexagon mostra que tem uma visão curta das coisas. Isso poderia até traduzir-se como medo de voltar e ser parado por um dia pela justiça da Costa do Marfim por imprudências cometidas durante o qual ele estava bebendo e comendo por uma minoria com pressa de ficar rico.


Pode-se entender que nem todo mundo está feliz com a vinda do presidente marfinense em Paris.


Partidários do ex-presidente Laurent Gbagbo, que dançaram e cantaram na eleição de François Hollande, tinha realmente pensado que Nicolas Sarkozy derrotado, as portas se fechariam, uma por uma, antes para o seu amigo Alassane Ouattara e sua família.


Mas, no Ocidente, o adversário político não é um inimigo. Gbagbo clã paga por ser tão ingênuo. Seu cálculo estava errado, mesmo quando há dois meses, Guillaume Soro, presidente da Assembleia Nacional, já havia sido recebido pelo seu homólogo francês.


Alain Toussaint, o ex-assessor do presidente e defensor marfinense de Laurent Gbagbo, ele tem até esquecido que durante a sua longa presidência, o seu líder não deixou de chegar a um acordo com o direito francês e seus contratantes.


Na época, o dinheiro da burguesia francesa não cheirava mal. Os partidários de Gbagbo zelosos procuram obscurecer o fato de que a dívida é para ser paga, e que a FPI (Frente Popular Marfinense do partido de Gbagbo) deixou como legado para o povo da Costa do Marfim e ADO.


fonte: slateafrique



quinta-feira, 26 de julho de 2012

A Biografia do falecido Presidente do Gana: o Presidente John Evans Atta Mills.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
image name

Nome: Mills
Outros Nomes: President John Evans Atta
Data de nascimento: 21/07/1944
Local: Tarkwa

Biografia detalhada

O professor John Evans Atta Mills Fiifi nasceu em 21 de julho de 1944, em Tarkwa na Região Oeste do Gana e vem de Ekumfi Otuam na Circunscrição Oriente Mfantsiman da Região Central. Ele lançou um interesse contínuo na aquisição de conhecimentos na Escola Secundária Achimota, onde obteve o Certificado Geral de Educação (GCE) Nível avançado em 1963. Para continuar a seus estudos, ele freqüentou a Universidade de Gana, Legon, onde recebeu um diploma de bacharel e um certificado profissional em Direito (1967). Nos anos seguintes continuo os seus estudos onde ganhou um PhD em Direito pela prestigiosa Escola de Estudos Orientais e Africano (SAOS) em Londres, John Evans Atta Mills foi selecionado como bolsista de Fulbright na Escola igualmente prestigiada de Direito em Stanford nos Estados Unidos da América. Aos 27, ele recebeu o seu PhD depois de defender com sucesso sua tese de doutorado na área de tributação e desenvolvimento econômico. Atribuição de título de Prof Mills e primeiro ensinamento formal foi como um professor na Faculdade de Direito da Universidade de Gana, Legon onde passou cerca de vinte e cinco anos transmitindo conhecimento (assim como outras instituições de ensino superior) passando de professor para professor sênior então a professor associado. Sua contribuição para o desenvolvimento intelectual é notável tendo atuado em inúmeras placas e comitês. Durante os anos 30 quase ocupados em ensino e pesquisa, o Prof Mills atuou como professor visitante e professor em várias instituições de ensino em todo o mundo e apresentou trabalhos de pesquisa em simpósios e conferências em todo o mundo. O professor John Evans Atta Mills Fiifi, o candidato presidencial do Congresso Democrático Nacional (NDC) para as Eleições gerais de 2008, é um homem de grande integridade, humilde, uma pessoa liberalmente, que é consultor de paz é o relógio da palavra. Ele é conhecido em Gana como "Asomdweehene", que literalmente significa o "Rei da Paz". Ele é um acadêmico, esportista e um político astuto. John Evans Atta Mills é a única pessoa que concorreu à presidência na chapa do Congresso Democrático Nacional (NDC) por três vezes consecutivas na história do Partido. Ele ganhou a Presidência na terceira tentativa nas eleições de 2008 em geral. (07 de dezembro e 28 de 2008 e 02 de janeiro de 2009 a 28 de Dezembro de 2008 e 2 de janeiro de 2009 as eleições foram eleições presidenciais). Publicações do Professor Mills, que fez campanha em "mudar" durante as eleições de 2008 tem mais de uma dúzia de publicações para o seu crédito. Estes incluem: Tributação dos pagamentos periódicos ou diferidos decorrentes da venda de Capital Fixo (1974), isenção dos dividendos a tributação de renda: análise crítica (1977), Relatório da Comissão de Revisão Fiscal no Gana, partes 1,2 e 3, (1977 ) e as leis de Gana. Imposto de Renda e do investidor. (Uma palestra na faculdade inter-publica pela Universidade de Gana). Sua experiência vai muito além da sala de aula, e é evidenciado pelas posições do examinador que manteve com várias instituições financeiras relacionadas com o todo Gana (isto é Institute of Chartered Accountants, Instituto de Banqueiros, Comissão de Revisão Imposto de Gana). Como um defensor para a recreação e um ventilador de esportes e esportista ativo, Professor Mills tem apoiado a comunidade acadêmica e toda a nação através de sua contribuição para o Hockey do Gana e Associação Nacional do Conselho de Esporte, de Gana, Accra e corações de Oak Sporting Club. O professor de Direito adora esportes e ele é um jogador de hóquei afiado e jogou uma vez pela seleção nacional e é ainda membro da equipa de hóquei de Veteranos. Ele também mantém seu corpo em forma nadando, gastando cerca de duas horas todos os dias quando ele tem tempo. A seguir estão algumas de suas atividades e projetos:

A seguir, algumas de suas atividades e projetos:
- Membro da Bolsa de Gana do Conselho de Mudança
- Conselho de Curadores, Minas e Confiança
- Membro do Comitê de Gestão de Commonwealth e Administração de Peritos Fiscais, grupo das Nações - Unidas Ad Hoc de Peritos em Cooperação Internacional em Matéria Fiscal e Lei das Nações Unidas Projeto População
- Um Estudo sobre aluguel de equipamento em Gana
- Preparação Casebook sobre o Imposto de Renda de Gana e Revisão do Acordo de Gana de dupla tributação com o Reino Unido
-Um histórico de conhecimento financeiro e fortes credenciais profissionais levou a vários compromissos importantes:
- Em 1988, John Evans Atta Mills tornou-se o comissário interino da Receita Federal do Gana e nomeado Comissário em setembro de 1996.
- Em 1997, o Prof Mills recebeu outra nomeação importante quando em 7 de janeiro de 1997, ele foi jurado como o Vice-Presidente da República de Gana.
- Em 2002, o Prof Mills foi professor visitante no Centro de Liu para o Estudo de Assuntos Globais, University of British Columbia, Canadá.
- Em dezembro de 2002, John Evans Atta Mills foi eleito por seu partido para ser seu porta-bandeira e levou-os para as eleições de 2004.
- John Evans Atta Mills foi reeleito em Dezembro de 2006 por uma esmagadora 81,4%, batendo três outros concorrentes, e volta a ter o mandato para liderar seu partido nas eleições de 2008 em geral.
- 03 de janeiro de 2009-Professor Mills declarou o presidente eleito nas eleições de 2008. Ele teve 4.521.032 votos que representam 50,32 por cento ao bater o seu rival Nana Addo Dankawa Akufo-Addo do Novo Partido da decisão Patriotic Party (NPP), que teve 4.480.446 votos que representam 49,77 por cento. Mills 7 de janeiro de 2009 o professor toma posse como terceiro presidente da República de Gana.


fonte: ghanaweb.com


Angola: 29ª Edição da FILDA abre com 700 empresas.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

29ª Edição da FILDA abre com 700 empresas

Arrancou nesta terça-feira, em Luanda, a maior bolsa de negócios de Angola. A Feira Internacional de Luanda (FILDA), está engalanada e esperam-se muitos contactos comerciais e muitos negócios. Até domingo, 22, todos caminhos vão dar ao recinto da FIL, onde as empresas vão poder promover as suas potencialidades.
Na abertura do evento, o Ministro da Indústria, Geologia e Minas, Joaquim David, destacou a participação dos empresários nacionais e estrangeiros e expressou a vontade do governo angolano de trabalhar em parceria com o empresariado em outras instituições para o crescimento económico.
“O governo de Angola vai continuar a trabalhar em parceria com outras instituições, com vista a garantir o desenvolvimento da economia e do empresariado”, referiu, para depois sublinhar que o Executivo angolano vai continuar a trabalhar para garantir a presença do investimento estrangeiro, trocas comerciais, aprendizagem tecnológica para uma melhor convivência e promoção do crescimento económico para o bem dos povos.
 Joaquim David disse igualmente que a paz que o povo angolano vive, permitiu a reabilitação das infraestruturas, estabilização da macroeconomia, preparação dos sistemas legais propícios aos investimentos, os incentivos e apoio do sector bancário ao empresariado. ‘Os programas levados a cabo após o advento da paz em termos de reabilitação de infraestruturas, estabilização da nossa macroeconomia, preparação de diplomas legais propícios para o investimento, os incentivos, todo o apoio do sector bancário ao empresariado, enfim, demonstram a vontade do Governo angolano e do seu povo de promover a estabilidade, prosperidade e bem-estar’, sublinhou.
O presidente do conselho de administração da FIL, Matos Cardoso, organizadora do evento disse que ‘ a FILDA vem consolidando ao longo dos tempos a sua vocação de internacionalizar a economia angolana, quer na perspectiva de encontrar os melhores parceiros para investir no mercado angolano, quer na perspectiva de encontrar os melhores parceiros que nos possam fornecer os produtos com a qualidade e com os preços mais ajustados que é o interesse de muitos aqui presentes’.
O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Portas, reiterou a sua confiança e orgulho nos empresários portugueses presentes na feira, realçando a importância das relações entre Angola e Portugal evidenciadas nas trocas comerciais entre dois países. Paulo Portas considerou que ‘as exportações de Portugal para Angola cresceram muito, as importações de Angola para Portugal também cresceram e quando isto acontece satisfaz os dois povos’, sublinhando entretanto que ‘o investimento de Angola em Portugal é bem-vindo e o investimento de Portugal em Angola também o é’. ‘Portugal mais uma vez apresenta um dos maiores pavilhões da feira, com empresas não só portuguesas, mas também luso-angolanas’, acrescentou.
TURQUIA SUPERA PORTUGAL  EM NÚMERO DE EXPOSITORES
A edição deste ano da Filda decorre sob o lema “ Os Desafios da Atracção de Investimentos: Estratégia, Legislação, Instituições, Infraestruturas” e conta com a presença de pelo menos 700 expositores nacionais e internacionais. São 87 as empresas portuguesas presentes e, ao contrário do ano passado, Portugal já não é o país com mais expositores, tendo sido superado pela Turquia, que trouxe à FILDA mais de 100 stands.
A área disponível para a exposição corresponde a 28 metros quadrados e espera-se pelo menos uma frequência de 50 mil visitantes, durante os seis dias de actividade.
Vários são os sectores em exposição entre outros, destacam-se a banca, turismo, tecnologias de informação e comunicação, indústrias, construção, hotelaria, energia, petróleo e gás, ambiente, móveis e decoração, agricultura, alimentação, imprensa, marketing, telecomunicações, cosméticos, beleza, peças auto, segurança e serviços e papelaria.
 Na feira, que se realiza de 17 a 22 de Julho, participam 35 países, nomeadamente Angola (país organizador), Brasil, Portugal, Espanha, China, França, Inglaterra, EUA, Índia, Tunísia, Noruega, Itália, Ghana, Argentina, Quénia, Alemanha, Guiné Equatorial, Paquistão, Cabo Verde, Turquia, Holanda, Paquistão, Moçambique, Coreia do Sul, Tailândia, Egipto, Zâmbia, Cuba, Nigéria, Malásia Indonésia, Senegal, Macau e Singapura.
ANGOLA PARTICIPA COM 315 EMPRESAS
Pelo menos 315 empresas angolanas participam na 29ª edição da feira internacional de Luanda (FILDA).
Dados avançados pela Fil, indicam que inscreveram-se empresas nacionais e estrangeiras, e 45 porcento das quais são angolanas. Da lista de empresas angolanas inscritas constam, entre outras, a Sonangol, Unitel, Movicel, Taag, Sistec, Porto de Luanda.
 A FILDA é um evento multissectorial de exposição e negócios que junta anualmente, desde 1983, empreendedores nacionais e de países de áfrica, américa, europa e ásia para expor produtos e serviços, assim como estabelecer contactos para parceiros.
 Na 29ª edição da Feira Internacional de Luanda, a Turquia é o país com a maior representação internacional, com uma participação de pelo menos 95 empresas.
As empresas turcas ocuparam, integralmente, um pavilhão e trouxeram empresas de vários ramos de actividade, tendo ultrapassado Portugal que é habitualmente, o maior expositor internacional e que este ano participa com 90 empresas.
O CEO da Tuckson, entidade responsável pela delegação Turca, Rizanur Meral, disse sentir-se feliz por estar em Angola neste excelente evento através da comunidade turca. ‘Estou feliz por estar neste país que é Angola e neste excelente evento que é a Filda através da comunidade turca. Quer o governo, quer a comunidade empresarial é um acto bastante importante e de elevada importância para nós’, destacou, referindo ainda que ‘em sinal desta nossa dedicação trouxemos 95 empresas num total de 105 stands’.
CINCO PAÍSES ESTREIAM-SE
A edição deste ano da Feira Internacional de Luanda (FILDA), conta com a estreia de cinco países. Tratam-se da Indonésia, Macau, Malásia, Senegal e Singapura.
Os expositores que estão a participar na 29ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA), valorizaram a realização do evento como uma montra para mostrarem os seus produtos e serviços e desta forma marcarem a sua presença no mercado angolano e contribuírem para o desenvolvimento do país.
Em declarações a O País destacaram, uma vez mais, a organização do certame, que se realiza num momento crucial em que a economia angolana regista um ‘boom’ de crescimento.
José Loureiro, da empresa Esinal-tecnologias de informação, disse não ser a primeira vez que a sua empresa participa na feira e considerou o certame como ideal para os negócios. ‘A Filda para nós é extremamente importante, é um local onde se pode reunir todos os empresários e todos as pessoas que têm interesse nas áreas das tecnologias e têm necessidades nestas áreas e o sítio certo para nós encontrarmos os nossos parceiros’, disse.
O presidente da Comissão Executiva do BFA, Emídio Pinheiro, disse a O País, que ‘o BFA participa na FILDA em todas as edições com um grande pavilhão, aqui no pavilhão central, e no pavilhão de Portugal. Queremos significar a predisposição para servir o povo e a servir o país para o desenvolvimento’, disse, adiantando que ‘ o BFA está a crescer equilibradamente, está um banco muito robusto. O cash-flow está a crescer e o volume de crédito também e é nisso que estamos a trabalhar para proporcionar a economia e aos cidadãos cada vez melhores serviços e melhores produtos’.
  AS PROPOSTAS DA ENSA
A Ensa, segundo o seu Presidente do Conselho de Administração, Manuel Gonçalves, trouxe para a feira 38 produtos de seguros, fundamentalmente seguros ligados à área de habitação. ‘Nós privilegiamos o seguro multirisco habitação por sabermos que a habitação é uma preocupação fundamental do Estado e do Executivo angolano, sendo certo que se torna necessário implementar políticas de seguro para protecção da habitação em todas as suas modalidades, seja habitação social, seja outros tipos de habitação’, indicou.  Manuel Gonçalves disse que o seguro multi-risco habitação que a sua empresa apresenta tem tarifas diferenciadas ‘que vão de um prémio de apenas Kz 14 mil para um capital de USD 30 mil, isso significa que um cidadão que tenha uma determinada casa social e que faça um seguro e pagando à seguradora Ensa o montante de Kz 14 mil, em caso de algum dano, em caso de algum sinistro, poderá ver o seu prejuízo reparado  na medida em que a Ensa poderá  vir a pagar a esse cidadão uma indeminização que vai ao montante de USD 30 mil. Obviamente nos casos de habitação social, sendo certo que existem outras modalidades de valor mais alto e igualmente de capital mais alto em função do valor da habitação a proteger’, disse.
Quanto à participação na Filda, Manuel Gonçalves, considerou a mesma decisiva ‘ porque estamos perante a maior bolsa de negócios do país em que temos a oportunidade de, por um lado, publicitar, divulgar os produtos que temos, contribuindo para que as pessoas conheçam a Ensa e os seus produtos, mas contribuindo também para aumentar a cultura de seguro no país, e, por outro lado, é também importante a participação da Ensa nesta bolsa porque queremos estar presentes no mercado, nós queremos ocupar o nosso espaço modestamente, embora de contribuição para a construção do país, a criação de condições para o crescimento cada vez maior e por essa via a geração de empregos e elevação dos níveis de vida da nossa população’.
Hermenegildo Tchipilica
fonte: OPAIS

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Libéria: 165 anos independente.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

http://blog.liberiapastandpresent.org/wp-content/uploads/2012/07/LIBERIA-July-26-celebration.jpg


Todos os anos, como 26 de julho próximo, o primeiro que o povo fica sobrecarregado pela alegria, em seguida, entrar em um humor melancólico. Este ano em 26 de julho marcará os 165 anos de aniversário da independência da Libéria.


Quase 200 anos - 190 anos para ser preciso, em 1822 - o primeiro grupo de escravos negros libertos e livres nascidos ou não nos Estados Unidos regressaram ao solo oeste Africano, foi criado uma colônia - com material, apoio logístico, financeiro e militar da Estados Unidos - e declarou-se independente em 26 de julho de 1847. Nasceu assim, a primeira República de país Africano. A história foi feita.


 A colônia se expandiu, os colonos trataram a população indígena, como indivíduos, não cidadãos, e a semente da discórdia, brigas, até mesmo o ódio era serrada. Enteado da América na África, como Libéria foi chamado, permaneceu sob a proteção dos EUA - mesmo após a elite Américo-liberiano, como os descendentes dos colonos ou pioneiros gostavam de chamar-se, tinham sido retirados à força do poder e substituído pelo primeiro presidente tribal da Libéria, 133 anos após sua criação, em 1980. O assassinato do presidente William Tolbert e na execução pública de treze ex-funcionários governamentais e líderes políticos em uma das praias de Monróvia foram notícias do mundo.


O fim da Guerra Fria no final dos anos 1980 trouxe consigo o fim da proteção dos EUA ao pequeno pa´s Oeste Africano, o tamanho de Ohio. Uma coincidência? Talvez. O que se seguiu foi uma das guerras mais cruéis que se alastraram no continente Africano. A invasão de 1989 militares que tentaram remover o primeiro presidente da Libéria, de descendência tribal - se transformou em um ditador opressivo - degenerados. Comumente referido como "guerra civil", o conflito violento na verdade foi uma guerra tribal. Ele chamou a atenção mundial por causa das atrocidades, os soldados ea insanidade da guerra - como a maioria se não todas as guerras. Mais de 250.000 pessoas morreram, mais de 1,5 milhões de deslocados. Na verdade, toda a população de quase 3 milhões de pessoas foram afetadas.


 Um dos senhores da guerra - Charles Taylor - que tinha conseguido ser eleito presidente foi forçado a demitir-se, foi para o exílio - na Nigéria - mas mais tarde foi entregue ao Tribunal Especial para Serra Leoa. Libéria novamente fez história quando no início deste ano o ex-presidente Charles Taylor foi acusado de armar, apoiar e orientar um movimento rebelde brutal cuja atrocidades em massa cometidas em Serra Leoa e condenado a 50 anos de prisão, o primeiro ex-estado  a ser julgado e condenado por um tribunal internacional desde o fim da Segunda Guerra Mundial.


 Enquanto isso, seu sucessor também fez história: Ellen Johnson Sirleaf, primeira africana presidente democraticamente eleito do sexo feminino. E no ano passado a Libéria novamente fez história quando ela recebeu o Prêmio Nobel da Paz que foi atribuído a três mulheres entre os quais dois liberianos: Presidente Sirleaf e ativista pela paz e Leymah Gbowee.


 Mas, como um recente editorial no The Heritage, um dos jornais independentes da Libéria, perguntou: "relógio marca  data para comemoração dos 165 ano da Independência, mas o que há para celebrar?"


O Heritage menciona o papel da Libéria na cena internacional: a co-signatário da Carta da ONU, em 1945, um papel ativo na criação em 1963 da Organização de Unidade Africana, o antecessor da União Africana, e lutador ferrenho contra o colonialismo Português e um opressivo sistema de apartheid na África do Sul nos anos 1960 e 1970 - apesar da exclusão econômica e social e da discriminação legal de a grande maioria do povo da Libéria por uma minoria de menos de 3% da população.


A realidade é que 165 anos após a sua criação a Libéria ainda não possui a infra-estrutura e capital necessário para seu desenvolvimento. A taxa de desemprego é de 90% ou até mais. Há apenas alguns poucos professores qualificados e médicos. A maioria dos liberianos têm acesso a água limpa e instalações sanitárias modernas. Falta de drenagens transforma ruas e becos em Monrovia e as cidades maiores nos córregos de lama em quase rios, estradas do interior do país se tornam intransitáveis ​​durante a estação das chuvas pesadas. O fornecimento público de energia elétrica é escassa e praticamente limitado a prédios do governo. Monrovia é uma das poucas capitais do mundo - se não a única - sem semáforos.


 Então, o que há para comemorar? Liberdade? Sim, é verdade. Na Libéria não há presos políticos. Existe liberdade de imprensa, liberdade de opinião, liberdade de religião, liberdade de associação. Claro, ainda existem alguns ossos de contenção, tais como os direitos dos gays e lésbicas e as práticas tradicionais das sociedades tribais, como a circuncisão na sociedade Sande. Mas em comparação com outros países africanos Libéria faz bem.


Outro juízo positivo diz respeito ao ambiente da política econômica. Liderados por um economista de Harvard treinado com uma riqueza de experiência em assuntos internacionais, da política e da banca e com excelentes ligações em organizações internacionais - Presidente Sirleaf - os padrões estabelecidos são altos. Isso resultou no cancelamento da dívida dos EUA $ 4,6 bilhões em 2010 e um forte apoio das instituições de Bretton Woods, o Banco Mundial e o FMI, e os doadores bilaterais, incluindo os Estados Unidos.


 Infelizmente, a corrupção - apesar de nunca ter sido eliminada, a guerra de Sirleaf sobre a corrupção anunciada depois de sua posse, em 2006 - má gestão e as preocupações crescentes de nepotismo ameaçam destruir a avaliação positiva na área das políticas económicas. Mas como boas políticas econômicas, os recursos do governo continuam a ser escassos. O orçamento nacional proposto para o ano fiscal 2012/2013 equivale a uma escassa moeda dos EUA $ 650 milhões - com uma dívida pública que já atingiu mais de $ 530 milhões dólares em dezembro de 2011.


 Sem dúvida, uma grande conquista diz respeito à estabilidade política e paz aos liberianos que está sendo  desfruto, garantida por uma missão de paz das Nações Unidas e é importante manter, UNMIL, e permitindo que a Administração Sirleaf faça realização das ambições políticas do septuagenário. No entanto, a frágil paz é ameaçada e estabilidade política comprometida pela retirada anunciada das tropas da ONU, também porque os problemas básicos do país não estão a ser abordadas: a reconciliação entre os perpetradores de atrocidades cometidas durante a guerra e suas vítimas, e unificação: colmatar o fosso separar os vários grupos sociais e comunidades tribais, que constituem a sociedade liberiana.


 No dia 26 de julho dia da independência as celebrações na Libéria e os liberianos serão novamente confrontados com a dura realidade da vida cotidiana em um país pobre - eu deveria dizer: de pessoas pobres em um país rico, porque a Libéria está bem dotada de recursos naturais: ouro, diamantes, minério de ferro e - mais recentemente descoberto - o petróleo, e tem um importante potencial agrícola: borracha, produtos de palma, as frutas tropicais, a madeira.

fonte: Africa News

Gana recebe novo presidente depois da morte de Mills.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
John Mahama
Em uma rápida transição no Gana John Dramani Mahama foi empossado como novo presidente do país na África Ocidental após a morte de seu falecido presidente John Evans Atta Mills. John Mahama tomou posse como o novo presidente menos de seis horas depois de ter sido oficialmente confirmado que o seu antecessor tinha morrido no hospital militar 37 em Accra.


Pouco depois ele foi empossado como presidente-, John Mahama pagou uma vibrante homenagem ao seu ex-patrão a quem descreveu como um amigo, pai, companheiro sênior e mentor. Ele porém disse que todas as bandeiras do país será executado a meio mastro para a semana seguinte como o país lamenta o presidente falecido.


 Sr. Atta Mills tinha governado o país Oeste Africano desde 2009.


 "É com o coração pesado ... que anunciamos a morte súbita e prematura do presidente da República de Gana," a declaração do presidente do gabinete.


 Enquanto doença Sr. Atta Mills tinha sido sempre um assunto de grande debate, nunca foi confirmada oficialmente. Ele sempre insistiu que ele estava bem, e pretendia buscar a reeleição na votação de dezembro.


 John Evans Atta Mills serviu como vice-presidente de Jerry Rawlings, entre 1997 e janeiro de 2001.


 Ele chegou ao poder após estreita vitória contra um candidato do então governante do Novo Partido Patriótico, Nana Akufo-Addo, nas pesquisas em dezembro de 2008.

 Seu antecessor, John Kufuor, deixou o cargo depois de ter servido o máximo permitido de dois mandatos de quatro anos.


 Sob a liderança do Sr. Atta Mills, Gana se juntou às fileiras dos produtores do mundo em larga escala do petróleo.


 Esta é a primeira vez que um presidente morreu enquanto trabalhava no escritório em Gana. Em um país saudado como uma democracia sólida, a morte súbita John Atta Mills 'não deve provocar uma crise política, mas certamente vai testar as instituições democráticas do país.


Com a morte de John, o Vice-Presidente Dramani Mahama em como chefe de Estado interino, o povo está a perguntar  e pedindo na capital ganesa Accra : "Quem é que vai se candidatar para presidente com o partido no poder em dezembro?"

fonte: Africa News

terça-feira, 24 de julho de 2012

Ex-ditador do Chade vai ser julgado.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Ex-ditador do Chade, Hissène Habré


O Senegal quer julgar Hissène Habré, acusado de crimes de guerra e contra a humanidade no Chade.
Tribunal Penal Internacional em Haia
Tribunal Penal Internacional em Haia
O processo contra Hissène Habré parece andar finalmente a passos rápidos. Na última sexta-feira (20.07.2012), o Tribunal Penal Internacional em Haia decidiu que Habré deve ir a julgamento. Poucos dias depois, o porta-voz do Ministério da Justiça do Senegal informou que as autoridades do país já estão a preparar o processo contra o Habré.
Durante anos nada aconteceu no caso de Hissène Habré. O ex-presidente do Chade vive desde 1990 em Dacar, a capital do Senegal. Foi lá que ele se refugiou depois de ser deposto por insurgentes. De 1982 a 1990, Habré liderou uma ditadura no Chade. Nesses oito anos, ele terá mandado matar cerca de 40 mil opositores políticos, segundo estimativas de uma comissão de investigação. Os capangas de Habré caçaram membros de minorias étnicas e milhares de prisioneiros foram torturados.
À espera de justiça
Um deles é Clément Abaifouta, que dirige hoje a Associação das Vítimas de Hissène Habré. Quando esteve na prisão, ele foi obrigado a cavar a sepultura para várias centenas de prisioneiros.
A pobreza e a violência continuam a fazer parte do dia-a-dia no Chade
A pobreza e a violência continuam a fazer parte do dia-a-dia no Chade
Abaifouta tem raiva da justiça senegalesa. Foram os tribunais do Senegal que acusaram pela primeira vez Habré de crimes contra a humanidade, no ano de 2000, mas declaram-se depois como "incompetentes" para julgar a ação.
Clément Abaifouta espera que o processo decorra agora de forma mais rápida: "Em dez anos não avançámos com o Senegal. Na minha opinião, o processo agora deve andar depressa". Também porque, entretanto, muitas vítimas já morreram, segundo ele.
Já que as autoridades no Senegal não se consideraram competentes para julgar o caso, a justiça na Bélgica apresentou um pedido de extradição do processo em 2005, para assumir o caso.
De acordo com a lei belga, crimes contra a humanidade podem ser julgados na Bélgica, não importando o lugar do mundo em que foram cometidos. Mas não foi o que aconteceu com o caso Habré. As autoridades senegalesas chegaram a prender o ex-ditador. No fim, declararam-se mais uma vez incompetentes e deixaram Habré sair em liberdade.
Julgamento à vista
Wolfgang Kaleck, advogado de direitos humanos
Wolfgang Kaleck, advogado de direitos humanos
No entanto, o governo belga não desistiu. Em 2009, foi ao Tribunal Penal Internacional. Assim o Senegal foi obrigado a proceder com o julgamento ou a entregar Habré. Na última sexta-feira, 20 de julho, o tribunal das Nações Unidas decidiu que o Senegal deve executar o processo de Habré. A decisão é vinculativa.
Agora, tudo depende da seriedade da justiça senegalesa na forma como vai proceder com o julgamento. O processo contra Habré é necessário, mesmo 22 anos depois da fuga do ex-ditador. Só assim o Chade poderá curar as suas feridas, explica Wolfgang Kaleck, advogado de direitos humanos e secretário-geral do Centro Europeu de Direitos Humanos e Constitucionais:
"Se as vítimas de tortura de Hissène Habré e os familiares de cidadãos assassinados e desaparecidos tiverem a oportunidade de depor em tribunal, reduzem-se também os efeitos da injustiça. Enquanto isso não acontecer, será difícil construir um futuro democrático e de direito no Chade."
Autor: Peter Hille / Francis França
Edição: Guilherme Correia da Silva / António Rocha
fonte: DW

As destinações de férias de Presidentes africanos.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Ajudem os chefes de Estado africanos para obterem ideias para a sua estância de férias. Texto e desenho inédito de Damien Glez.





Não é tão fácil relaxar no verão. Há presidentes que estão cansados ​​de viajar, as reuniões ordinárias de vértices excepcionais, mas cuja casa é atormentado diariamente por uma série de demandas sociais nacionais ou locais.

Há também líderes indesejáveis, que querem fugir só para ter as suas listas de visto, sendo reduzido a um fio.

Chefes de Estado em um monte de folhas, você escava as meninges, os operadores turísticos SlateVoyages estão lá para você! Eles sugerem uma série de feriados adaptados para satisfazer seus gostos e específicas restrições políticas.

Destino de sonho atenção ...

- Jacob Zuma, presidente da África do Sul

Nosso operador turístico vai sugerir uma reconciliação com um amor de infância. Reconectando com Nkosazana Dlamini-Zuma, você terá acesso a uma melhor acomodação e restaurante em Addis Abeba. Degustação Injera, khat mastigação e atmosfera nostálgica de um feriado para flertar ...


- Dioncounda Traore, presidente em exercício do Mali

Após o seu tratamento no hospital militar de Val de Grace, em Paris, nosso operador turístico oferece uma cura thalassothérapique Mata-Utu, na capital do arquipélago idílico de Wallis e Futuna.

Duas vantagens:

Primeiro, estas ilhas que formam uma comunidade no exterior francês, visto parisiense se permanece válida (e é cada vez mais difícil obter um).

Em segundo lugar, o arquipélago é precisamente entre Nova Caledónia e Tahiti, que é dizer em Oceania polinésia, isto é, no Oceano Pacífico ocidental, isto é, em hemisfério sul, isto é exatamente o oposto do Mali ... Ou seja, a salvo de ataques a Bamako.

Você nunca pode ser muito cuidadoso ...

Note-se que, em termos de residencia sanitária Achérif Ag Bilal, outra do Mali, o ex-secretário-geral do Movimento Nacional para a Libertação da Azawad e agora presidente do novo Conselho de Transição do Estado de Azawad, que se estende a Burkina Faso. Uma boa escolha: o Guineense(Guiné-Conacry) Moussa Dadis que aprecia oferta turística Burkinabe que nunca mais retornou ao seu país.


- Iyad Ag Ghaly, o dirigente aprendiz no norte do Mali

O operador turístico oferece para você e para todos os membros de sua milícia Gandakoye, uma viagem a carácter que irá satisfazer o seu gosto pelo minimalismo. Destino Meca ... Vá com calma!

- Blaise Compaoré, presidente de Burkina Faso que hospeda no Ag Achérif

Para você, por um preço mais barato de férias, graças ao princípio da troca de moradia. Você pode, a um custo menor, tirar proveito dessas casas deixando o vazio do Mali vizinho, desde que você chegue lá pela estrada, o seu último vôo de Bamako foi abortada.

Durante uma longa viagem de turismo repleto de autenticidade, você pode visitar os mausoléus ... as ruínas de mausoléus de Timbuktu.

- Joseph Kabila e Paul Kagame (Ruanda e RDC)

Encontrar-se em Goma para um jogo de xadrez cujas peças já não são indígenas.

O jogo será arbitrado pela força internacional neutra que você apenas, em Adis Abeba, pode aceitar a implantação.

- Omar al-Bashir, Presidente do Sudão

O operador turístico favorito oferece-lhe a preços competitivos, uma longa permanência em um apart-hotel em Scheveningen, perto de Haia, onde você estará seguro através de paredes enormes radiais com arame farpado.

Todas as refeições incluídas, directamente servido no quarto, graças ao Inn Palace Complex (ICC).


- Salva Kii, o presidente do Sudão do Sul

Aproveite a estadia Batavian do presidente Bashir para vir desfrutar de um "Kiir" Royal em um hotel em Cartum, uma cidade agora para você, dentro de poucos meses, um destino exótico.

- Teodoro Obiang Nguema, Presidente da Guiné Equatorial

Deixar de ter estado presente, 17 de julho de 2012, para participar na feira de Ciência Unesco-Guiné Equatorial para a investigação em ciências da vida, então você pode considerar uma pequena estadia parisiense na mansão da Avenida Foch 42, onde seu proprietário, seu filho não pode residir agora.

Você pode desfrutar de se perder no labirinto de 101 de quartos de luxo. Porém, há o risco de ser acordado no meio da sesta, pela polícia francesa.

Adote turística técnica, em seguida, atravessa um safari aberto a rinoceronte: ficar parado e em silêncio, deixe que a busca da polícia prossiga, então você volta a dormir o sono dos ricos. Deixar o país antes que você está falando de uma taxa de imposto para 75% ...

- Abdelaziz Bouteflika, Presidente da Argélia,

Todo galvanizado por suas festividades do quinquagésimo aniversário da independência, encontrar uma segunda vida através da prática de trekking entre Tombuctu e Gao.

Bivouacing, estoque de oxigênio, rejuvenesça no coração do Sahel e desfruta da união masculina de alguns milhares de soldados armados até os dentes, só para empurrá-lo para longe da ameaça islâmica.

- O rei Mohammed VI de Marrocos

Em uma praia de sua escolha, você pode entrar em sua paixão favorita: corridas de jet ski durante o qual não se atreve a ultrapassar o seu concorrente pessoa real, não para minar a santidade do trono.

O Sahara Ocidental, navega regiamente o descontentamento expresso em 15 de julho de 2012, em Barcelona, ​​durante as manifestações anuais para a independência da República Democrática Árabe Saharaui.

- E então o outro?

Para aqueles que não são mais cabeças ou não de estado, A viagem de Slate ainda oferece propostas belo resort:

- A Suíça discreta para um El Zine Abidine Ali, que certamente deseja remover parte da Helvética 8 milhões de seus ativos, ele promete voltar para a Tunísia.

Oportunidade para sublocação seguinte a Paul Biya, no Hotel Intercontinental, em Genebra. Leila B. caso contrário tem o mesmo barbeiro como Chantal B.

- A área VIP da prisão Tora para Hosni Mubarak, que foi reincarcerado. Ágio na lealdade.

- A favela de Nairobi para o queniano Barack Obama deve reavivar o meio-irmão de George, uma entrevista com o Repórter de Hollywood a 10 de julho para retornar à superfície. Férias em família, férias ideal ...

- Uma cratera marciana para o astrofísico Cheick Modibo Diarra, que certamente precisa para decolar ...

- Uma turnê asiática para Didier Drogba, membro do clube de futebol Shanghai Shenhua.

Ele poderá visitar os ateliers onde as crianças costuram hexágonos e pentágonos, com 18 metros de fios sintéticos, ou 650 pontos feitos com seus pequenos dedos.

Uma viagem que liga as fábricas chinesas que produzem a bola da Copa do Mundo 2010 na oficina da cidade paquistanesa de Sialkot.

- Qualquer destino para Nelson Mandela que acaba de celebrar seus 94 anos em qualquer lugar, mas especialmente na medida do possível no clamor de Winnie ...

Damien Glez




fonte: slateafrique

segunda-feira, 23 de julho de 2012

A crise pós-eleitoral, uma fatalidade em África?

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Devemos superar a falta de cultura democrática e cívica que é observada em alguns países africanos.


Manifestações em Toumodi, centro da Costa do Marfim, 17/02/2010, REUTERS / Luc Gnago.


Tornou-se um ritual. Muitas vezes, durante a eleição presidencial, em todo o continente Africano, as pessoas se deparam com uma série de violência pós-eleitoral.

Às vezes até mesmo antes, como foi o caso recentemente no Senegal, com um "hypermédiatisation" de todas as imprensas do mundo, dando a cada vez que uma imagem desastrosa do continente.

Porque é que este fenômeno que culminou na eleição presidencial da Costa do Marfim passado, é mais prevalente em África, mais do que em outro lugar? É inevitável?

Ou a conseqüência de um mecanismo psicossocial ligados às nossas culturas tradicionais africanas, que nos aprisionam na cegueira clã , étnica, ideológica ou religiosa?

Povo ignorante, população manipulada

Ou talvez, é o resultado de uma falta de base educacional, permitindo que o nosso povo para adquirir formação intelectual e psicológico suficientemente forte para evitar a manipulação política dos nossos dirigentes, que muitas vezes usam isso para alcançar suas ambições políticas?

Costa do Marfim por exemplo, como em outros lugares no continente, as crises pós-eleitoral nascido de manipulação política e pessoas da mídia, muitas vezes ignorantes, incultos e ideologicamente intoxicadas.

Às vezes, gerações inteiras são sacrificadas para a realização pessoal e de batalhas políticas.

Sempre à custa de muitas vidas. Em uma guerra, conchas e balas não fazem distinção entre a população. A realidade da guerra é repentinamente substituída pela euforia do sentimento de onipotência.

Com o horror do bombardeio e muitas das vítimas, parentes que morrem em casa, na impotência completa da comitiva, ou em hospitais por falta de cuidado, ataque cardíaco ou uma violenta escalada de tensão. Esta realidade, de repente se transforma em um pesadelo.

Todos esses dramas não escolhem suas vítimas com base em sua política de persuasão, etnia ou religião. Muitos destes jovens combatentes não se sabe por que eles vão matar e serem mortos.

População solidária, população informada.


Hoje, em países desenvolvidos, onde praticamente todos os nossos líderes têm sido educados, torna-se difícil para qualquer líder político manipular as pessoas, a fim de matá-los para satisfazer as suas ambições políticas.

Mesmo utilizando a fibra religiosa para fins políticos, não é que as pessoas que estão isoladas e marginalizadas, doentes mentais ou que tenham sido acolhidas favoravelmente por estas estas manipulações políticas. A razão é simples.

Essas populações chegaram a um nível elevado de educação, formação, trabalho em mandatos, mas particularmente, a um elevado grau de autonomia vis-à-vis junto dos líderes políticos e de ideologias de seu partido.

É igualmente suspeita de religião ou de política. Em cima disso, essas pessoas se definem primeiro como cidadãos de uma nação ", unidaa e indivisível", acima de tudo, senso de regionalismo e até mesmo religiosa.

Nestas condições, é realmente difícil para as pessoas que têm um emprego, uma qualidade de vida digna e viver em uma sociedade organizada, para matar uma pessoa para manter e ter acesso ao poder.

Educação como um remédio

Assim, as crises e guerras civis geradas pela ganância dos nossos líderes políticos, elas são fatalidades relacionadas em nossa ingenuidade, ou o peso das nossas tradições que nos fazem prisioneiros do nosso grupo étnico ou religioso? Ou a falta de educação e instrução?

Talvez um pouco de todos estes parâmetros, o que deve adicionar a taxa de desemprego em nossa população, particularmente entre os jovens é manipulada por prometer-lhes um emprego e dinheiro, muitas vezes ilícitos.

Hoje, o melhor caminho para reconciliar antigos inimigos, é a construção de escolas, universidades, centros de formação profissional, fortalecer os laços sociais em toda a área e, especialmente, para criar empregos para essas pessoas entregues a si.

Uma população educada, trabalhadora, educada e ocupada pode preparar as gerações futuras, uma corporação organizada e segura, com regras e disciplina não pode sacrificar tudo o que foi aprendido em prejuízo da luta fomentada contra seus próprios povos correndo o risco de manter-se viva.

Um chefe de Estado havia dito a dias ", lá, mil mortes a direita e à esquerda mil mortos, eu digo." Isso deve nos fazer refletir sobre nossos compromissos ideológicos para que essa mensagem não nos escapa.

Macário Dagry

fonte: slateafrique



sexta-feira, 20 de julho de 2012

CPLP reafirma condenação do golpe de Estado na Guiné-Bissau.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
CPLP reafirma condenação do golpe de Estado na Guiné-Bissau

Na 9ª cimeira, esta sexta-feira (20.07), em Maputo, a CPLP reiterou o apoio ao governo deposto da Guiné-Bissau, adiou a adesão da Guiné Equatorial e decidiu criar um Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional.
O encontro dos chefes de Estado e de governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) era aguardado com bastante expetativa. Em cima da mesa estavam dossiers quentes, como a situação interna da Guiné-Bissau, após o golpe de Estado de 12 de abril, a possível adesão da Guiné-Equatorial à comunidade lusófona e ainda as eleições em Angola, que se realizam a 31 de agosto.
O Presidente interino deposto da Guiné-Bissau, Raimundo Pereira, representou o país na 9ª cimeira da CPLP
O Presidente interino deposto da Guiné-Bissau, Raimundo Pereira, representou o país na 9ª cimeira da CPLP
Em relação à Guiné-Bissau, a CPLP reafirmou o seu apoio ao governo deposto e comprometeu-se a fazer um "acompanhamento regular da situação interna” do país, “com vista à normalização política, institucional e social", segundo consta na declaração final da conferência, divulgada pela agência de notícias Lusa. A comunidade lusófona defendeu ainda a realização de uma reunião nas Nações Unidas para elaborar uma estratégia que permita restaurar a ordem constitucional no país.

Na cimeira, na capital de Moçambique, a Guiné-Bissau foi representada por membros da autoridade deposta no golpe de Estado, nomeadamente por Raimundo Pereira, Presidente interino, e por Mamdou Djaló Pires, que ocupava o cargo de chefe da diplomacia guineense.

Angola foi também tema de discussão, em particular em relação às eleições gerais agendadas para 31 de agosto. Na declaração final do encontro, a CPLP manifestou "disponibilidade" para enviar "uma missão de observação”.

Ainda não
Teodoro Obiang Nguema, Presidente da Guiné Equatorial, vê adiada a adesão do país à comunidade lusófona
Teodoro Obiang Nguema, Presidente da Guiné Equatorial, vê adiada a adesão do país à comunidade lusófona
O pedido de admissão da Guiné-Equatorial como membro de pleno direito da organização voltou, novamente, a não ser aceite. A CPLP elogiou os esforços desenvolvidos pelas autoridades do país, com vista ao cumprimento do programa de adesão.

Mas ainda assim, os líderes das nações lusófonas consideraram que a Guiné-Equatorial, presidida por Teodoro Obiang, deve continuar a trabalhar com vista à implementação do roteiro acordado para a sua admissão. E, ao contrário do que aconteceu há dois anos na reunião de Luanda, não foi estipulado um prazo para voltar a debater o assunto.

Vai haver um Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional da lusofonia

O tema central da 9ª cimeira de chefes de Estado e de governo da CPLP era a segurança alimentar e nutricional. Nesse sentido, a organização aprovou a criação de um Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional.

O Presidente de Moçambique, Armando Guebuza, que assumiu a presidência rotativa da CPLP, para os próximos dois anos, afirmou que “a aprovação deste importante mecanismo simboliza a reafirmação clara e inequívoca do nosso compromisso com a erradicação da fome e da pobreza”.
Armando Guebuza, chefe de Estado de Moçambique, país que assume a liderança rotativa da CPLP
Armando Guebuza, chefe de Estado de Moçambique, país que assume a liderança rotativa da CPLP
Uma outra decisão da cimeira tem que ver com a revisão dos estatutos da organização. Segundo Guebuza, “as inovações introduzidas permitirão a adequação funcional, institucional da nossa comunidade aos desafios contemporâneos, particularmente no domínio da paz, estabilidade no seio da CPLP. Um dos desafios está ligado à situação que se vive na Guiné-Bissau”.

Sob a presidência de Moçambique, até 2014, Armando Guebuza anunciou que “iremos centrar a nossa ação na promoção, no reforço da cooperação em busca de sinergias para assegurar a implementação da estratégia da segurança alimentar e nutricional da CPLP, sempre em articulação com os Estados membros. Iremos, igualmente, continuar a promover uma maior aproximação da CPLP aos diversos parceiros, tais como a sociedade civil, as instituições académicas, o sector privado e as organizações especializadas da família das Nações Unidas”.

A Declaração de Maputo, divulgada no final do encontro, recomendou “o desenvolvimento de esforços para a implementação do Acordo Ortográfico, instando à sua ratificação". 
Domingos Simões Pereira termina as funções de secretário executivo da CPLP, cargo que passa para Isak Murargy
Domingos Simões Pereira termina as funções de secretário executivo da CPLP, cargo que passa para Isak Murargy
A cimeira da CPLP elegeu o diplomata moçambicano de carreira Isak Murargy para ocupar o cargo de secretário executivo da organização. Um dos convidados da cimeira foi o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, que na sua intervenção reiterou o empenho da União Europeia em contribuir para o desenvolvimento e consolidação da CPLP, organização com a qual, segundo disse, partilha valores e princípios.

Durante a sessão de encerramento foi atribuído, pela primeira vez, o Prémio José Aparecido de Oliveira ao antigo Presidente do Brasil, Lula da Silva. Foram igualmente homenageados a título póstumo os antigos Presidentes Aristides Pereira, de Cabo verde, Francisco Xavier do Amaral, de Timor-Leste, e Malan Bacai Sanhá, da Guiné-Bissau.

A próxima cimeira da CPLP terá lugar em Díli, a capital timorense, em 2014.

Autor: Leonel Matias (Maputo)
Edição: Glória Sousa / Cristina Krippahl
fonte: DW

Total de visualizações de página