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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

quarta-feira, 29 de março de 2017

ANGOLA: MALANDROS (TAMBÉM) FALAM DE CORRUPÇÃO.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

fosfatoscabinda


Francisco Manuel de Queiróz, ministro da Geologia e Minas, diz que o combate à corrupção será uma das preocupações principais do próximo Presidente de Angola e lamenta que não se fale dos corruptores. Atestado de incapacidade a José Eduardo dos Santos? Insinuação sobre as ligações do Presidente à corrupção? Branqueamento da imagem do Malandro (João Lourenço)?

Acorrupção em Angola é um “fenómeno complexo” que será uma prioridade do próximo Presidente, afirmou hoje, o ministro da Geologia e Minas, Francisco Manuel de Queiróz, em Londres. Que ele, como todos no Governo, sabe do que fala, isso sabe. Ou não estivesse o MPLA no poder há 41 anos. Consequências? Nenhumas. Mudam-se – eventualmente – as moscas, mas o essencial fia na mesma.
“A corrupção é um fenómeno que tem alguma complexidade. Por vezes aborda-se de forma limiar e superficial sem conhecer os contornos e a forma como se desenvolve”, disse, durante o Fórum de Comércio e Investimento Reino Unido-Angola, que decorre na capital britânica.
O ministro lamentou, numa resposta ao ex-ministro britânico Peter Hain sobre a existência de corrupção em Angola, que os corruptores nem sejam referidos quando se fala do fenómeno e defendeu a necessidade do combate à corrupção.
“É algo que faz parte das consciências e tem de se combater como se combatem os comportamentos, mas demora tempo”, admitiu, mostrando-se confiante de que a pressão social e política no país vai ajudar a que a corrupção desapareça ou diminua para níveis menores.
Se durante 41 anos o MPLA/regime não teve tempo para debelar e epidemia, se calhar precisa de continuar no poder durante mais 59 anos. E, talvez, ao completar um século de governação voltemos a falar. É isso, não é?
Francisco Manuel de Queiróz referiu que as eleições gerais de Agosto próximo, que colocarão um ponto final (melhor, ponto e vírgula) a 38 anos de José Eduardo dos Santos no cargo de chefe de Estado, serão uma oportunidade para se avançar neste domínio.
“Estamos num processo de mudança política. Essa é uma das preocupações principais do próximo Presidente de Angola”, garantiu, certamente na convicção de que agora o “deus” da bajulação vai mudar, mas esquecendo que até 2021 que vai continuar a mandar no MPLA é José Eduardo dos Santos. Francisco Manuel de Queiróz poderá ser mais um exemplo de que pela boca morre o peixe.
O ministro da Geologia e Minas participava num painel onde foi apresentada a estratégia do governo para o sector mineiro, que declarou assentar em três pilares: informação e mapeamento geológico e mineiro de todo o território, através do Plano Nacional de Geologia (Planageo); um ambiente regulatório, robusto e estável, “que protege os interesses do Estado e dos investidores”; e um ambiente de negócios, “baseado nos princípios da transparência, lealdade e rigor técnico, profissional e de boas práticas internacionais”.
Francisco Manuel de Queiróz destacou a importância do Planageo para a abertura de oportunidades de negócio no sector mineiro e ajuda na diversificação da economia em Angola, promovendo a exploração não só de pedras preciosas, como diamantes, mas também de cobre, ouro, magnésio, ferro, platina, sódio, níquel, além de pedras ornamentais.
Miles Kennedy, presidente do Conselho de Administração da australiana Lucapa Diamond Company, que possui a concessão de uma mina no Lulo, na província de Lunda Norte, que descreveu como “a 5ª maior mina de diamantes do mundo”, falou da sua experiência.
“Tem sido absolutamente fantástica: pode demorar algum tempo, mas se dizem que vão fazer alguma coisa, acaba por acontecer”, assegurou.
Enfatizando o respeito pelas leis australianas contra a corrupção, que podem decretar a prisão de administradores de empresas nacionais envolvidas no pagamento de subornos no estrangeiro, Miles Kennedy negou ter sido abordado em Angola.
“Nunca me pediram para que fizesse pagamentos ilegais ou que pagasse subornos”, afirmou numa mentira de pé curto que, aliás, foi desmentida, no local e no mesmo evento, pelo próprio ministro angolano.
O Fórum de Comércio e Investimento Reino Unido-Angola pretende apresentar oportunidades de investimento em Angola a investidores britânicos e internacionais, nomeadamente nos sectores energéticos, minas, energias renováveis e infra-estruturas.
Entre os participantes, além de representantes de empresas e instituições financeiras dos dois países, estiveram o embaixador britânico em Angola, John Dennis, o antigo ministro britânico para África, Henry Bellingham, e a enviada especial da primeira-ministra britânica para o Comércio em Angola, Lindsay Northover.
Em representação das autoridades angolanas estiveram o embaixador angolano no Reino Unido, Miguel Neto, o embaixador itinerante António Luvualu de Carvalho, o ministro da Geologia e Minas, Francisco Manuel Queiróz, e o secretário de Estado da Construção, António Flor.
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Aliança entre Angola e Guiné Equatorial é “coligação de fracos”, diz analista.

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Para o analista Rui Verde a Guiné Equatorial procura reconhecimento internacional e afirmar-se na CPLP. O jurista defende ainda que Portugal devia tomar uma posição junto da comunidade lusófona face a este núcleo.
Rui Verde (DW/J. Carlos)
Foi uma visita de poucas horas do Presidente Teodoro Obiang Nguema a Angola para se reunir com o homólogo, José Eduardo dos Santos, esta segunda-feira (27.03). Nenhum chefe de Estado prestou declarações. O encontro focou vários temas, desde a cooperação bilateral aos problemas em países da África Central e da região dos Grandes Lagos. Mas para o jurista português Rui Verde esta é "uma coligação de fracos".
"São dois países com dois ditadores há demasiado tempo no poder, que vão perdendo o apoio internacional e que se têm que se juntar. Mas é uma espécie de coligação de fracos. Não vejo nada de força nestas atividades. Pelo contrário, é um sinónimo de decadência talvez de final de regime. Veremos”.
Reforço das relações
Äquatorialguinea Präsident Teodoro Obiang Nguema neu (AP)
Teodoro Obiang Nguema, Presidente da Guiné Equatorial
Ao mesmo tempo que o Presidente da Guiné Equatorial se reunia José Eduardo dos Santos, delegações ministeriais dos dois países discutiam, em conversações oficiais, novos mecanismos de cooperação.
Ficou decidido a realização da segunda Comissão Bilateral de Cooperação a ter lugar já no próximo ano. Sendo que os governos de Angola e da Guiné Equatorial pretendem reforçar a cooperação bilateral nos domínios da formação de quadros, transportes, agricultura e pescas.
O estabelecimento de ligações aéreas entre as duas capitais, Luanda e Malabo, está igualmente em cima da mesa.
Para além disso, Angola está a formar 200 oficiais das forças de segurança da Guiné Equatorial.
As petrolíferas estatais dos dois países estão também a estudar um reforço da cooperação, nomeadamente na área do gás.
Sobre o que procura a Guiné Equatorial em Angola, Rui Verde, aponta o "reconhecimento internacional, sobretudo porque tem sido muito fustigada pelos Estados Unidos”. "E os angolanos sabem defender-se melhor dos Estados Unidos do que a Guiné”, acrescenta.
Afirmação na CPLP
Rui Verde não vê implicações políticas nesta aliança entre Angola e a Guiné Equatorial, ainda assim considera que vai colocar, "mais uma vez, a diplomacia portuguesa em cheque”.
"Acho que Portugal devia tomar posições em relação à permanência da Guiné Equatorial na comunidade lusófona e, sobretudo, à criação deste núcleo duro Angola-Guiné Equatorial. É preocupante para Portugal que, supostamente, é um Estado de Direito”, defende.
Segundo o analista, esta aliança "balança demasiado a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) no sentido autoritário e ditatorial e Portugal devia ter uma espécie de contrabalanço”.
O apoio angolano permitiu a adesão da Guiné Equatorial, em 2014, à CPLP. Este aproximar dos dois países é, para Rui Verde, também uma forma de a Guiné Equatorial se afirmar na comunidade lusófona, ainda assim sem efeitos práticos, "uma vez que não tem novidade”.
"Acho que, para já, é mais uma espécie de um efeito bandeira”, afirma.

«FISCALIZAÇÃO MARÍTIMA» "GREENPEACE" DETECTA MAIS DE 90 NAVIOS NA PESCA ILEGAL NAS ÁGUAS DA GUINÉ-BISSAU.

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Bissau,28 Mar 17(ANG) – A organização ecológica internacional denominada “Greenpeace” denunciou a existência de mais de 90 navios em prática de pesca ilegal nas águas territoriais da Guiné-Bissau.

O denúncia consta num relatório sobre trabalhos de fiscalização levados a cabo pelo navio da organização durante quatro dias nas águas territoriais da Guiné-Bissau, e que foi apresentado ao Presidente da República, José Mário Vaz durante a visita que efectuou ao referido barco que se encontra atracado no Cais de Bissau.

Pavel Klinckhamers, chefe do projecto da organização Greenpeace, informou ao chefe de Estado que durante a operação de fiscalização conseguiram capturar oito navios que se encontram a pescar ilegalmente nas águas territoriais da Guiné-Bissau e que já se encontram ao largo do Cais de Bissau.

Aquele responsável do navio ecológico aconselhou as autoridades competentes do sector das pescas a inspecionarem todos os navios de pesca estrangeira com licenças para a pesca no país.

Klinckhamers recomendou as autoridades guineenses a criação de frotas regionais para o abastecimento do pescado em todas as regiões do país.

Em resposta às denúncias da Greenpeace, o Presidente da República disse estar triste e chocado com a notícia da existência de mais de 90 barcos a pescar ilegalmente nas águas do país.

“Isso vem confirmar tudo o que tenho vindo a dizer. Nos primeiros tempos chamei a atenção de que havia desvios de procedimentos. Confirmou-se quando o novo ministro das Finanças tomou posse, porque 72 horas depois conseguiu-se dizer claramente como é que os recursos do país estavam a ser geridos”, disse.

O Presidente da República sublinhou que igualmente chamou a atenção sobre a situação da Zona Económica Exclusiva do país.

“Confirma-se. Hoje acabamos de receber todas as informações acerca do nosso mar. São 90 barcos a pescar de uma forma ilegal. Isso é extremamente grave para o nosso país” São as 90 escolas, hospitais, estradas perdidas”, lamentou José Mário Vaz.

O chefe de Estado disse que existem pessoas por detrás de tudo isso e a ganhar muito dinheiro à custa do povo guineense, acrescentando que “chegou a hora de abrirmos os olhos para fiscalizar os recursos do país”.

“Vamos tomar medidas. Eu vou falar com o Primeiro-ministro para tomarmos as medidas para sanear a situação, doa a quem doer”, prometeu José Mário Vaz. 

Conosaba/ANG/ÂC/SG

Brexit: Uma oportunidade para os países africanos?

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O Reino Unido vai informar esta quarta-feira a União Europeia de que quer sair do bloco. Esta notificação oficial do Brexit não passa despercebida no continente africano, sobretudo nos países-membros da Commonwealth.
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A primeira-ministra britânica, Theresa May, assinou, na terça-feira (28.03), a carta a formalizar o pedido de saída do Reino Unido da União Europeia. E, na quarta-feira, notificará o bloco da decisão.
A saída do Reino Unido significa que os acordos comerciais europeus existentes deixam de ser aplicados ao país e terão de ser renegociados, algo que preocupa os parceiros africanos do Reino Unido, particularmente o Gana, a Nigéria, o Quénia e a África do Sul, que têm beneficiado de concessões comerciais e ajuda ao desenvolvimento. Teme-se que o Brexit abra caminho a restrições às relações comerciais.
Ainda assim, o analista do Gana Courage Martey mantém-se otimista: "Se o Reino Unido ficar sozinho, isto também poderá ser vantajoso para nós. Podemos negociar diretamente com os britânicos", afirma.
"Atualmente, importamos mais do que exportamos para o Reino Unido. Podemos conseguir uma balança comercial mais equilibrada, garantir acordos mais vantajosos para nós e para os negócios locais."
Infografik Karte Afrikanische Mitgliedsländer des Commonwealth POR
Na África do Sul há expetativas semelhantes. Segundo Azar Jammine, economista-chefe do gabinete de estudos Econometrix, em Joanesburgo, o Brexit já está a ter um impacto positivo no ambiente de negócios sul-africano - as empresas britânicas estão a dar sinal de um "aumento do interesse" em investir no país e ampliar as relações comerciais, para compensar a perda de oportunidades na Europa.
"Acredito que as empresas britânicas vão ver oportunidades em África e vão querer usar a África do Sul como a base para entrar nesses mercados", diz o economista.
Jammine lembra, no entanto, que o Brexit poderá ter um impacto negativo no crescimento económico da União Europeia, uma importante parceira comercial da África do Sul.
#dw.de
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No cenário atual, nenhum questionamento deve ser descartado.

Quem mandou fuzilar guineenses perante seus familiares anos após a independência?

Em 1980, Luís Cabral e Nino, eram de que lado (partido)?

Em 1997, Nino e Saturnino, pertenciam que lado?

Em 1998, Nino e Ansumane, eram de que mandjuandadi?

No ano de 2005, Nino e Cadogo Jr, ambos eram de que linhagem política?

Em 2009, Cadogo Jr, "Nino", Hélder, Baciro Dabó comungavam o quê em conjunto? Malam Bacai e Cadogo Jr, o quê que os uniu politicamente?

Em 2012, quais as origens do "golpe contra o "governo" do Paigc?"

Ainda em 2012, quem desencadeou lobby contra o apoio da comunidade internacional para a realização das eleições gerais? E, quem finalmente ganhou essas mesmas eleições em 2014?

Em 2014, JOMAV e DSP, pertenceram qual formação política?

Quem é o responsável pelos assassinatos políticos que ocorreram? Quem é o responsável pelos roubos do dinheiro do povo, nepotismo no aparelho de estado, fuga ao fisco, etc? Por conseguinte, e, em defesa do bem comum, nós alinharemos com qualquer pessoa que vá contra essas práticas perversas, independentemente do lugar que a pessoa vier.

Por outro, essas sucessivas crises, por exemplo, a atual, nos fez conhecer algumas pessoas que andam a gritar em tudo quanto é lado, só porque têm seus progenitores ou parentes dentro do sistema implantado, e por serem frutos da orquestra, nos mandam calar. Uns conseguiram estudar graças a roubalheiras no aparelho de estado. Em consequência disso, o nosso único e verdadeiro desafio nesta história, reduz-se em ir contra este cancro que tem fustigado a nossa pátria amada.

Alertamos a você que vai contra esses valores da pátria ou, que defende aculturação das práticas que vão contra o princípio de um estado de direito e democrático, que está remando contra si mesmo e contra os seus herdeiros.

Ser cidadão é ter consciência de que é sujeito de direitos. Direito à vida, à liberdade, à propriedade, sobretudo direito à igualdade, enfim, direitos civis, políticos e sociais. Direitos esses negados por uma "parcelinha" de pessoas em BISSAU. Entretanto, cidadania pressupõe também deveres. O cidadão tem que ser consciente das suas responsabilidades enquanto parte integrante de um grande e complexo organismo que é a coletividade e, para que alcancemos o bom funcionamento, todos têm que dar sua parcela de contribuição. Somente assim se chega ao objetivo final, coletivo: a justiça em seu sentido mais amplo, ou seja, o bem comum. Pois a verdadeira democracia se baseia nisso. Também esclarecendo que, o ato de votar ou de receber votos na URNA é apenas um detalhe dentro desse universo.

Em razão disso, chamamos os guineenses, principalmente os jovens à reflexão sobre os questionamentos supracitados. Por favor, neguemos esse papel de advogado que esses políticos da mesma organização partidária nos incumbiram.

Um bem haja a todos os guineenses!

Ciro Batchicann (28/03/2017), via facebook
 

BOMBA: JILÓ CIPRIANO CASSAMÁ, GANANCIOSO, TENTOU ALDRABAR AS FIANÇAS PÚBLICAS E O COMITÉ SINDICAL DESMENTE-O.

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Fonte do comité sindical do Parlamento disse à Lusa que os ordenados foram pagos na semana passada, pelo que não há, neste momento, qualquer salário em atraso em relação aos trabalhadores.
TIO CIPRIAS REI DI KAFUNBAM (MENTIRAS)

Enquanto isso, OS POPULARES REFORÇAM O Presidente JOMAV o ainda Líder do PAIGC (DSP) torna-se cada vez mais Radical e promove Grupinhos, na sua ala do PAIGC. Do seu lado o Presidente da Assembleia Nacional Popular, Cipriano Cassamá é cada vez mais um POLÍTICO MENTIROSO. Os dois comparsas e cúmplices andam a brincar com o povo guineense, fingindo que reúnem órgãos da ANP, o que não passa de uma pura demagogia e farsa para “o P5 Ver” e pensar que estão a trabalhar. Mentira, mas pura mentira mesmo.

De facto, a mentira têm pernas curtas.

O Presidente da ANP na ânsia de conseguir KATIBO DI DINHERU, entra na cena porca de invenções e mentiras. Fez uma encenação vergonhosa, apelando algumas organizações verdadeiras da Sociedade Civil para pedir que intercedam junto do Governo para que este pague “hipotético salários em atraso” aos servidores da ANP,alegando hoje a existência de salários em atraso aos funcionários da instituição e pediu a intervenção da sociedade civil junto do governo para resolver a situação, anunciou hoje uma organização não-governamental.

Augusto Mário da Silva, presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, disse à agência Lusa, que Cipriano Cassamá pediu às organizações da sociedade civil que o ajudem "a resolver um problema que afeta várias pessoas" no Parlamento.

No que foi logo e prontamente desmentido pelo Sindicato dos Trabalhadores da ANP:

 Fonte do comité sindical do Parlamento disse à Lusa que os ordenados foram pagos na semana passada, pelo que não há, neste momento, qualquer salário em atraso em relação aos trabalhadores.

A Lusa contatou o Ministério da Economia e Finanças - que gere os pagamentos -, tendo fonte da instituição afirmado que os salários foram pagos e que os Encargos com a Saúde (subsídio pago pelo Estado conforme a necessidade) só não são pagos porque o Parlamento "consome só em salários todo o orçamento que recebe mensalmente".

Uma vez que a Guiné-Bissau não tem um orçamento aprovado pelo Parlamento desde 2015, todas as despesas têm sido calculadas com base em duodécimos elaborados a partir do último orçamento legal, pelo que o órgão recebe mensalmente 258 milhões de francos CFA (cerca de 168 mil euros), disse a fonte do Ministério da Economia e Finanças.

Para alterar esta situação, ou o presidente do Parlamento escreve uma carta ao ministro da Economia e Finanças, pedindo uma dotação extra suportada politicamente, ou então os próprios deputados aprovam o orçamento já com uma nova dotação para o funcionamento do órgão, concluiu a fonte.

Fonte: Lusa

terça-feira, 28 de março de 2017

ANGOLA: O ABORTO, O MPLA E A POLÍCIA.

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O MPLA permitiu a realização, no dia 18.03 de uma manifestação de mulheres, maioritariamente (como não poderia deixar de ser), do MPLA, para gritarem contra uma lei, que eles, MPLA aprovaram, sobre a criminalização do aborto.

Não fosse o grupo feminista reivindicador do partido no poder (MPLA) e o melhor que poderia ter, era uma carga de porrada policial. Mas não. As camaradas até são elitistas, muitas colaboradoras de altos gabinetes ministeriais, do partido no poder há 41 anos e até da Presidência da República, logo a Polícia Nacional do MPLA estaria lá, não para agir da forma como o fez, faz e fará contra os 15+2 jovens revolucionários, sociedade civil não bajuladora e oposição, que é pancada, bastonadas, mordidelas de cães e prisões arbitrárias, mas no caso, para ordenar a marcha e até distribuir flores…
O comportamento da Polícia Nacional do MPLA, braço armado de quem está, por enquanto, acima das leis e da Constituição, reflecte as “ordens superiores” que não permitem misturas entre os angolanos de primeira e os outros. Um estado esclavagista é assim que funciona.
Elas, pelo que deram a entender, até mesmo no direito a cobertura televisiva e não só, parecem, pois não queremos acreditar que estejam, “camaradamente” unidas, dentre outras coisas, com o controlo de natalidade (um a dois filhos); filhos laboratoriais (sem pai); mães solteiras; interrupção descontrolada; abortos por conveniência (família não gosta do parceiro); mulheres que decidem sem consentimento do parceiro, etc..
Este punhado de mulheres, algumas desconhecedoras do instituto de poligamia, na vertente sócio-antropológica angolana e africana, das culturas e tradições, não representa a maioria das angolanas. É certo que também não estão preocupadas com isso. Limitam-se a progredir na hierarquia social e profissional fazendo o que os seus “queridos líderes” mandam.
As suas reclamações até podem ter legitimidade, mas não devem engajar todo mundo feminino angolano, sem mandato. Isso, não! Ademais, o aborto criminoso ou violento, não é regra, entre nós, mas a excepção e é sobre essa excepcionalidades desviante que se devem concentrar esforços de prevenção, justiça e equidade da lei.
Pelos vistos o que se pretende (é isso, que passou), é a institucionalização da excepção como regra normativa. Convenhamos, em teoria, que esta tese é uma aberração não só jurídica como social em qualquer Estado de Direito. Ainda não é o caso de Angola.
A evolução académica e científica, tantas vezes importada de sociedades antípodas, não pode subjugar a cultura e tradição dos povos, daí o costume ser uma das fontes do Direito, vide art.º 7.º da CRA (Constituição da República de Angola): “É reconhecida a validade e a força jurídica do costume que não seja contrário à Constituição nem atente contra a dignidade da pessoa humana”.
Ora, será que todas as mulheres que aceitam a poligamia, devem ser presas ou castradas e os homens considerados uns tresloucados, como quase deixa perceber, nas suas infelizes e recorrentes afirmações, a Dra. Ana Paula Godinho, avessa (ou até mesmo inimiga) à cultura e tradição angolanas, por mais próxima da portuguesa e europeia?
Não parece crime essa opção da advogada, mas impõe-se que ela respeite as opções de milhares e milhares de angolanas, que contribuem com o seu sentir de mãe, companheiras e esposas, para o aumento da natalidade de que o país tanto carece.
Angola não é o único acervo da poligamia, tal como o mundo árabe, nos Estados Unidos da América, no Estado de Utah, mais concretamente, em Salt Lake City, existe uma comunidade fortemente implantada; os Mórmon ( Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias) mais de 7 milhões, que também a praticam oficialmente.

O que pretendem as elitistas

Esta manifestação não deixou claro o que se pretende, sobre o aborto, mas provou que quando o MPLA quer, elas (manifestações) podem percorrer as artérias, gritando o que o regime quer ouvir e que manda que seja ouvido, mesmo que seja contra as leis, por ele aprovadas. Afinal, um pequeno grupo, na rua, pode revogar uma lei, mesmo com simples histerias resultantes de um improviso devidamente ensaiado. O MPLA complexadamente, sempre pode tudo: aprovar e desaprovar, melhor, revogar, para satisfazer uma minoria.
Com tanto ruído ficamos, “mulheristicamente” falando, sem saber o que este grupo de mulheres, urbanas e feministas pretende, sem mandato das mulheres da Angola profunda, da Angola real.
Precisamos discutir o aborto? Sim! Mas não na vertente europeia ou americana, mas na Angolana, com a salvaguarda dos costumes e tradições dos nossos povos.
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15+2 prometem continuar a lutar por sociedade justa em Angola.

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fonte: dw.de

Os 17 ativistas foram condenados há um ano por atos preparatórios de rebelião e associação de malfeitores. Um ano depois, estão em liberdade. E afirmam que a condenação provou que os angolanos vivem "numa ditadura".
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Alguns dos 15+2 ativistas durante julgamento, em novembro de 2015
Depois de quase quatro meses de audiências, a 28 de março de 2016, o Tribunal Provincial de Luanda condenou os ativistas do processo conhecido como 15+2 a penas de dois a oito anos de prisão efetiva.
Hoje em liberdade, desde junho do ano passado, após uma amnistia, um dos 15+2 ativistas, José Gomes Hata, diz que a condenação confirmou que Angola vive "numa ditadura".
"Para uns somos heróis, mas para outros somos vilões", comenta Hata em entrevista à DW África. "Infelizmente, temos de conviver com estas duas visões antagónicas que o regime incutiu na mentalidade da própria sociedade."
Benedito Jeremias, outro dos ativistas condenados em 2016, considera o 28 de março como uma data histórica: "Mais uma vez, conheceu-se o verdadeiro carácter do regime angolano. Fomos condenados de forma injusta e irresponsável pelo regime. Não nos deviam ter condenado, porque não havia razões para nos condenar", diz.
Angola Aktivisten Nito Alves und Arante Kivuvu in Luanda
Dois dos 15+2 ativistas, Nito Alves e Arante Kivuvu, durante a marcha contra a penalização do aborto em Angola, em março de 2017
Liberdade condicionada
Mas, um ano depois, a liberdade dos ativistas continua condicionada, refere Hata.
Recentemente, a 24 de fevereiro, um grupo de jovens tentou realizar uma manifestação pacífica para solicitar o afastamento do ministro da Administração do Território, Bornito de Sousa, por conduzir o processo eleitoral e ser, simultaneamente, candidato do partido no poder, o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), às eleições gerais marcadas para agosto. Mas a polícia reprimiu o protesto.
A organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch condenou a ação das forças de segurança: "As autoridades angolanas estão a responder a protestos pacíficos com bastões e cães policiais. O Governo precisa de investigar a repressão policial contra os manifestantes e responsabilizar os responsáveis", afirmou Daniel Bekele, diretor da HRW para África, em comunicado.
Ainda assim, os jovens prometem continuar a protestar contra ações do Governo angolano, sempre que os direitos dos cidadãos estejam a ser violados.
José Gomes Hata avisa que nem mesmo ameaças de morte impedirão os jovens de lutar por uma sociedade justa em Angola: "Isso não nos vai demover dos nossos ideais, por uma sociedade transparente, inclusiva e democrática", afirma.

«WAMU FÉ NHAU!» LÍDER PARLAMENTAR GUINÉ-BISSAU ALEGA FALTA DE PAGAMENTO SALÁRIOS A FUNCIONÁRIOS.

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«WAMU FÉ NHAU!» LÍDER PARLAMENTAR GUINÉ-BISSAU ALEGA FALTA DE PAGAMENTO SALÁRIOS A FUNCIONÁRIOS



O líder do Parlamento guineense, Cipriano Cassamá, alegou hoje a existência de salários em atraso aos funcionários da instituição e pediu a intervenção da sociedade civil junto do governo para resolver a situação, anunciou hoje uma organização não-governamental.

Augusto Mário da Silva, presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, disse à agência Lusa, que Cipriano Cassamá pediu às organizações da sociedade civil que o ajudem "a resolver um problema que afeta várias pessoas" no Parlamento.

Além de falta de pagamento de salários aos funcionários, Cipriano Cassamá também disse que os subsídios que a lei determina que o Estado deve dar aos dirigentes do órgão em tratamento médico, não estão a ser pagos.

Cassamá não adiantou desde quando as duas situações começaram a verificar-se, limitando-se a dizer que a falta de pagamento dos subsídios o afetam a si próprio e ao vice-presidente do parlamento, Inácio Correio, uma vez que ambos não conseguem viajar para o estrangeiro para tratamento médico especializado, acrescentou o presidente da Liga dos Direitos Humanos.

Augusto Mário da Silva, que promete inteirar-se da situação junto do governo, diz que não se pode aceitar que "haja pagamento diferenciado" de salários aos funcionários públicos.

Fonte do comité sindical do Parlamento disse à Lusa que os ordenados foram pagos na semana passada, pelo que não há, neste momento, qualquer salário em atraso em relação aos trabalhadores.

A Lusa contatou o Ministério da Economia e Finanças - que gere os pagamentos -, tendo fonte da instituição afirmado que os salários foram pagos e que os Encargos com a Saúde (subsídio pago pelo Estado conforme a necessidade) só não são pagos porque o Parlamento "consome só em salários todo o orçamento que recebe mensalmente".

Uma vez que a Guiné-Bissau não tem um orçamento aprovado pelo Parlamento desde 2015, todas as despesas têm sido calculadas com base em duodécimos elaborados a partir do último orçamento legal, pelo que o órgão recebe mensalmente 258 milhões de francos CFA (cerca de 168 mil euros), disse a fonte do Ministério da Economia e Finanças.

Para alterar esta situação, ou o presidente do Parlamento escreve uma carta ao ministro da Economia e Finanças, pedindo uma dotação extra suportada politicamente, ou então os próprios deputados aprovam o orçamento já com uma nova dotação para o funcionamento do órgão, concluiu a fonte.

Conosaba/Lusa

«ELIS CU FALA="ELES DISSERAM"»“CIPRIANO CASSAMÁ ESTÁ DOENTE E DEVE SER ENCAMINHADO PARA TRATAMENTO HOSPITALAR ”-Diz ANP

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«ELIS CU FALA»“CIPRIANO CASSAMÁ ESTÁ DOENTE E DEVE SER ENCAMINHADO PARA TRATAMENTO HOSPITALAR ”-Diz ANP






Conosaba/Notabanca

GUINÉ-BISSAU: COMUNICADO À IMPRENSA.

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Agora virou moda na Guiné-Bissau, nenhum militante dos partidos aliados de DSP pode discordar ou ter opinião diferente, logo é suspenso ou expulso do partido. Que democracia é essa?


fonte: bambaramdipadida.blogspot.com

segunda-feira, 27 de março de 2017

Seminário discute os riscos da política econômica de Trump para o Brasil e América Latina.

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Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
Seminário discute os riscos da política econômica de Trump para o Brasil e América Latina. 26249.jpeg

Seminário discute os riscos da política econômica de Trump para o Brasil e América Latina

Qual o risco da agenda neoconservadora de Donald Trump interromper ou perverter políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável com inovação e democratização de oportunidades? Como os mercados e instituições financeiras nacionais e multilaterais reagirão ao novo cenário político que prega o unilateralismo? O que significa o novo populismo em escala global?
por Fernanda Rezende
Para responder a estas e outras perguntas, o economista Gilson Schwartz, professor da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP e em ano sabático no IEA em 2017, organiza o seminário Novas Fronteiras da Geopolítica Econômica: Trump, Brasil e América Latina. Realizada no dia 28 de março, das 14h30 às 18h, na Sala de Eventos do IEA, a atividade é uma parceria entre o IEA, o Núcleo de Pesquisa em Relações Internacionais (Nupri) da USP e o Grupo de Pesquisa Cidade do Conhecimento, coordenado por Schwartz na ECA-USP.
A participação presencial exige inscrição prévia. Também é possível acompanhar ao vivo pelo site do IEA.
"O foco do debate é a identificação dos novos desafios de longo prazo para a economia e a sociedade na América Latina após a surpreendente vitória de Trump. É urgente rediscutir o modelo de desenvolvimento, não apenas as armadilhas macroeconômicas de curto prazo", indica Schwartz.
O formato em mesa-redonda reunirá Otaviano Canuto, diretor executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) para um grupo de países que inclui o Brasil; Demétrio Magnoli, colunista da Folha de S. Paulo e GloboNews; Gesner de Oliveira, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e diretor da GO Associados; Octavio de Barros, ex-economista-chefe do Bradesco e criador do Instituto República; Marcelo Carvalho, economista-chefe para América Latina do BNP Paribas; Marcelo P. Cypriano, pesquisador do Brazil Investment Link, no Nupri-USP, e estrategista da Mont Capital; Guilherme Ary Plonski, vice-diretor do IEA; Rafael Duarte Villa, coordenador-científico do Nupri, e Alberto Pfeifer, professor do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP.
Segundo Schwartz, a discussão será norteada pelo tema da inovação, considerando suas dimensões financeiras, tecnológicas e culturais. O grupo debaterá as políticas públicas da nova emergência digital e as questões econômicas nacionais que se recolocam frente à crise internacional desatada pela crise financeira mundial iniciada em 2008. A pergunta central será: está a América Latina, e especialmente o Brasil, preparada para a nova agenda global?
O seminário inaugura uma série de atividades voltadas para a formulação de uma nova agenda e de cenários globais voltados para políticas de desenvolvimento econômico centradas na digitalização da produção, do consumo e das finanças. É também o marco de lançamento do portal "Brazilian Investment Link", que dará continuidade a essa agenda de debates e pesquisas.
Foto: Gage Skidmore

Opiniões divergem sobre 5 anos de Presidência de Macky Sall.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Macky Sall foi eleito como Presidente do Senegal há cinco anos. A 25 de março de 2012, na segunda volta das presidenciais, Sall derrotou Abdoulaye Wade, fortemente criticado pela candidatura a um terceiro mandato.
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Uma das prioridades estabelecidas pelo então recém-eleito Presidente foi o combate à corrupção. Macky Sall reativou, por isso, o Tribunal de Repressão do Enriquecimento Ilícito, um tribunal especial que julgou, nomeadamente, Karim Wade, o filho do seu antecessor, acusado de desvio de fundos públicos.
Durante a campanha presidencial, Sall fez também várias promessas no que diz respeito a reformas políticas, à boa governação e à justiça social.
Mas, cinco anos depois, os senegaleses estão divididos quando ao desempenho do chefe de Estado.
"Estou desiludido. Os problemas que existiam no Governo de Wade mantêm-se", diz Albert Coly, reformado. Outro residente na capital senegalesa, Dakar, concorda: "Acho que a situação está pior, porque tivemos mais do mesmo", afirma Adja Fatou.
É preciso paciência, dizem alguns
Nas ruas da capital senegalesa, há, porém, quem também esteja satisfeito com o desempenho do Presidente Macky Sall nos últimos anos: "Não é fácil, quando nos comprometemos a reconstruir. Há quem não consiga esperar e há quem tenha uma visão prospetiva. Mas os cinco anos de Macky Sall foram, no geral, positivos", comenta Khalifa Ababacar Gaye.
Macky Sall fez muito no plano social, considera Eric, outro residente. Apesar de continuar a apoiar o Presidente, o senegalês condena, no entanto, os abusos de poder: "A única coisa que lamento é que ele é visto como alguém que faz uma 'caça às bruxas'. No seu mandato houve momentos de grande tensão política em que opositores foram detidos.
Macky Sall deverá continuar na Presidência até 2019, apesar de ter prometido, em 2012, que iria reduzir de sete para cinco anos os mandatos presidenciais no Senegal. No ano passado, o chefe de Estado senegalês anunciou que a Constituição não permite reduzir o mandato em curso.

O norte do Mali aguarda por soluções.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O lançamento de uma conferência de unidade nacional vocacionada para a paz e a reconciliação devia constituir um sinal de esperança para a população no norte do Mali. Mas na região reinam o ceticismo e o desalento.
Markt Gao Afrika Mali (picture-alliance/AP Photo)
Fim da tarde em Gao, no norte do Mali. Um grupo de jovens adultos está sentado num quintal no centro da cidade. Entre eles está Issa Boncana, membro do Movimento de Resistência Civil. O grupo foi formado durante a crise de 2012. Em vez de fugir, os seus aderentes tentaram ajudar a população e resistiram pacificamente aos ocupantes islamitas e a muitos bandidos armados que se aproveitaram da situação, conta o jovem à DW. E explica porque é que o quintal se tornou no ponto de encontro diário: "Aqui não há nada para fazer. Não há fábricas. Ninguém investe na juventude que ficou”. Boncana diz que os jovens têm esperança que o Governo os ouça e crie emprego: "Mas, neste momento, não há nada", remata.
Mesmo antes da crise, que começou nos finais de 2011 com a revolta tuaregue e atingiu um ponto culminante com a ocupação dos extremistas islamitas, o turismo já tinha sofrido uma quebra importante. Até hoje não chegam aqui investimentos, porque a situação é considerada precária. Moussa Souma Maiga, o líder tradicional do grupo étnico do songai em Gao, diz: "É evidente que a segurança aqui não funciona. Não nos podemos movimentar livremente e até estamos mais limitados agora. O que não é aceitável."
Mali Gao (DW/K. Gänsler)
O líder tradicional dos songai em Gao, Moussa Souma Maiga
A sensação de insegurança
Nalgumas esquinas de Gao, onde o exército alemão participa na missão de paz das Nações Unidas MINUSMA com 727 soldados, vêem-se capacetes azuis. De vez em quando, passam patrulhas. O exército maliano e as milícias aliadas estão acampados perto do aeroporto. Mas para além do centro da cidade não se avista um único posto militar. Circulam rumores que ainda há jihadistas ativos na cidade. O que é confirmado por Moussa Souma Maiga, que recorda o atentado de janeiro passado, no qual morreram 70 soldados. Ainda hoje ocorrem pequenos atentados que agravam o medo e a sensação de insegurança. Algo que está a influenciar o processo de paz.
Em maio de 2015, o Governo e vários grupos rebeldes tuaregue assinaram um acordo, que está a ser progressivamente implementado. A próxima etapa é a conferência de unidade nacional com início marcado para segunda-feira, 27 de março. Os temas que serão debatidos incluem a paz, a unidade nacional e a reconciliação. Mas no norte do país, que é, afinal a região que é o tema central da conferência, as expetativas são muito modestas. Vários grupos armados e partidos da oposição anunciaram um boicote ao encontro, em que participam representantes do Executivo. A incerteza e a falta de perspetivas são as características que continuam a marcar a vida dos habitantes da cidade de Gao. 
Sentado no quintal, Issa Boncana afirma: "Nem nós, nem outros grupos juvenis, fomos contactados. Ninguém nos convidou. Ninguém nos perguntou nada. Se houver um acordo, será um acordo de Bamako. Não é um acordo do Mali ou sequer do norte. Não consideramos que isso seja um acordo".
Mali Bundeswehrsoldaten (picture-alliance/dpa/K. Nietfeld)
O exército alemão participa na missão de paz das Nações Unidas no Mali, MINUSMA

#dw.de

«EM CATIÓ» FOTOS/JOMAV: PRESIDÊNCIA ABERTA EM CONTAGEM DECRESCENTE.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


Os Balantas de Catió, ofereceram um 'Barrete Vermelho' à Kumba Iala ao nosso Presidente da República.

"Obrigado Catio", agradeceu o Presidente da República











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