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Costa do Marfim: Indivíduo detido em Bouaké após roubar 10 milhões de francos CFA de uma empresa.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

DIPLOMATAS DO MPLA DIZEM: – ELEIÇÕES FORAM CREDÍVEIS.

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Eis a grande novidade do MPLA que, de uma vez por todas, esclarece tudo sobre as eleições. Assim, um grupo de 149 diplomatas (angolanos, obviamente) observou as eleições gerais de 23 de Agosto, em Angola, tendo concluído que foram “livres, justas e credíveis”. O anúncio foi, é claro, feito pelo seu chefe, o ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti.

De acordo com o chefe da diplomacia do regime, para este processo de observação eleitoral, a convite da sucursal eleitoral do MPLA (Comissão Nacional Eleitoral – CNE), foram constituídos oito grupos que cobriram 116 assembleias de voto em oito municípios da província de Luanda, acrescida da observação também nas províncias de Cabinda, Cunene, Cuando Cubango, Zaire e Benguela.
“Face ao que observou, considera que as eleições foram livres, justas e credíveis, premissas que contribuem para o reforço da democracia e coesão nacional”, referiu o ministro Georges Chikoti, na leitura da declaração final (previamente aprovada pelo general Kopelipa) da equipa de observadores nacionais do Ministério das Relações Exteriores.
Estes diplomatas (do MPLA) assistiram ainda ao processo de encerramento das urnas e contagem de votos, tendo constatado que foi “rigoroso” e “acompanhado pelos delegados de lista dos partidos concorrentes e observadores”.
“As eleições gerais foram realizadas de acordo com as práticas internacionais e no respeito dos princípios democráticos e direitos políticos consagrados na Constituição da República de Angola e em consonância com a sua lei eleitoral”, declarou Georges Chikoti, que coordenou este grupo de observadores.
Tal como outros observadores, nacionais e internacionais, a equipa de diplomatas reconheceu dificuldades na garantia de alimentação aos técnicos eleitorais presentes nas mesas de voto, bem como dificuldades logísticas no processo de contagem dos votos: “Em algumas assembleias tiveram de recorrer a luz artificial. A contagem foi lenta, mas eficaz”.
Até mesmo, presume-se, a contagem dos votos com recurso “a luz artificial” respeitaram os “princípios democráticos e direitos políticos consagrados na Constituição da República de Angola e em consonância com a sua lei eleitoral”. Para quem tiver dúvidas sobre esse respeito pela regras das mais evoluídas democracias do mundo pode, é claro, ver que estas eleições não ficaram a dever nada ao que é praticado na Guiné Equatorial e na Coreia do Norte.
Os mais recentes resultados provisórios, divulgados pelo MPLA mas na voz da CNE, colocam o MPLA na frente da contagem com 61,05%, e 4.115.302 votos, elegendo João Lourenço como próximo Presidente da República.
No entanto, estes resultados preliminares – os finais só serão divulgados depois de 6 de Setembro -, com quase 99% das mesas de voto escrutinadas, não são reconhecidos pelos partidos da oposição, que estão a fazer um escrutínio paralelo, com base nas actas-síntese e de operações enviadas pelos respectivos delegados às assembleias de voto.
É claro que todos os delegados de todos os partidos, com a divina excepção dos do MPLA, são matumbos e nem sequer sabem ler e escrever. Por alguma razão a elite do regime, de Luvualu de Carvalho a Bento Kangamba, de João Pinto a Higino Carneiro, entendia que as assembleias de voto só deveriam ter delegados do MPLA.
Na contagem anunciada pelo MPLA via CNE, a UNITA conta com 26,72%, chegando aos 1.800.860 votos. À CASA-CE são atribuídos 639.789 votos (9,49%), ao PRS 89.763 votos (1,33%) e à FNLA 61.394 votos (0,91%). A APN soma 33.437 votos (0,50%).
Folha 8 com Lusa

ANGOLA: BLOCO DEMOCRÁTICO ARRASA A CNE.

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ANGOLA. “A CNE não disse uma única palavra sobre os acontecimentos do dia das eleições, onde se fala em tiros, detenções e esfaqueamento junto a Assembleias de Voto. Mais uma vez a CNE faz o papel do tipo Jornal de Angola que cria uma Angola ilusória para procurar intoxicar os menos informados.
A TPA apresenta painéis de comentaristas em que todos são personalidades bem conhecidas do MPLA. A imparcialidade é vergonhosamente violada. De vez em vez salpicou com um ou outro comentarista “da oposição”. Cidadãos mortos votam. O Doutor Savimbi foi encontrado na base de dados.
Notada uma sincronização estranha de alguns camiões do lixo com algumas Assembleias de Voto à medida que vão encerrando as contagens dos votos. Esfaqueado delegado de lista no Bailundo. Misturas de urnas fantasma com urnas verdadeiras. Delegados de lista dos partidos da oposição são afastados à força de perto das urnas.
Polícia retira urnas. Administradores municipais detectados junto a técnicos eleitorais. Em Assembleias de Voto dá-se um apagão da luz, a polícia dá uns tiros e dirigentes do partido da situação – MPLA, levam as urnas.
Polícia Nacional leva urnas sem estas terem sido contadas e devidamente seladas. Assembleias de Voto transferidas de local à última da hora. Assembleias de voto fecham inexplicavelmente antes das 18h00, tudo some, nem actas ficam afixadas. Eleitores que votaram nessas Assembleias de Voto estão incrédulos. Cidadãos e membros de partidos políticos detidos por protestarem”.
Nota: Comunicado do Bloco Democrático (CASA-CE).

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

COMISSÁRIOS ELEITORAIS RECUSAM SER FANTOCHES.

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Os comissários nacionais eleitorais representantes dos partidos UNITA e CASA-CE demarcaram-se hoje dos resultados apresentados também hoje pela Comissão Nacional Eleitoral (CNE), que dá a vitória ao MPLA, nos primeiros resultados provisórios divulgados em Luanda.

Em conferência de imprensa, os comissários da UNITA e da CASA-CE que fazem parte do grupo técnico, referem que a posição é tomada devido ao procedimento como foi feito e avaliado o documento que reportou hoje os resultados provisórios.
O grupo de comissários sublinharam que “não se revêem” na comunicação da CNE, porque “não foi feita com base nos termos legais”. Ou seja, numa tradução linear, a CNE assumiu o seu papel de sucursal do MPLA, divulgando de forma manifestamente ilegal uma decisão que terá sido ditada da própria Presidência da República.
Segundo os comissários, a lei estabelece que é à CNE que cabe congregar os resultados eleitorais, apurar cada uma das candidaturas nas mesas de voto, com base nas informações produzidas pelas comissões municipais e provinciais.
“Nenhuma comissão provincial eleitoral, de Cabinda ao Cunene, se reuniu para produzir-se os resultados que foram anunciados. Aqui estão membros que fazem parte da coordenação técnica do centro de escrutínio, igualmente eles não participaram na produção daqueles resultados”, disse o comissário da UNITA, Cláudio da Silva.
Por sua vez, o comissário da CASA-CE, Miguel Francisco, referiu que a condução de “lisura e transparência” na produção desses resultados não foi observada, respeitando-se “escrupulosamente a lei”, pelo facto os comissários não se vinculam ao documento que, alegou, “foi produzido por pessoas que a gente não conhece”.
“Os resultados provisórios tornados públicos hoje, por isso, volto a reiterar, não compete aos comissários aqui presentes contestar resultados, o que nós viemos aqui fazer é (dizer) não nos revemos na forma como foi produzido o documento, porque nós não fomos tidos nem achados e tivemos a oportunidade de reiterá-lo ainda mesmo hoje na reunião plenária”, disse.
Já o comissário da UNITA, Isaías Chitombe, referiu que o objectivo é manifestar o seu “distanciamento” dos resultados anunciados hoje pela CNE, já que não foram produzidos pelos presentes, enquanto membros do grupo de coordenação técnica nem pelo plenário.
“Não posso assumir nem posso subscrever, um documento cuja origem eu desconheço”, disse.
Isaías Chitombe lembrou que no início do processo eleitoral, um grupo de comissários nacionais eleitorais deu conta de irregularidades, através de uma petição que enviou à Assembleia Nacional.
“Porque já nessa altura tínhamos entendido que o processo não estava a andar bem, infelizmente até aqui não obtivemos nenhuma resposta do presidente da Assembleia Nacional. E a partir daí temos estado a acompanhar os atropelos que se fazem à lei, temos estado a reclamar e a denunciar em fórum próprio da CNE”, salientou.
Segundo Isaías Chitombe, o que está a ocorrer hoje é sequência de determinadas irregularidades que sempre ocorreram.
Também a comissária da CASA-CE, Maria Pascoal, manifestou indignação por terem sido apenas informados, numa plenária com o ponto único “informação sobre a divulgação dos resultados provisórios sobre as eleições gerais”, sem ter feito parte da produção dos resultados, salientando que os comissários presentes, que fazem parte do grupo técnico “não observaram em momento algum a chegada e a recepção de actas vindas das diversas províncias de Angola”.
A conclusão de mais esta palhaçada do regime e dos seus acólitos é simples. Angola não é uma democracia e um Estado de Direito, assumindo-se como uma ditadura em que o dono do país é a lei. Ou seja, o MPLA para além de concorrente é quem estabelece, altera e anula as regras do jogo a seu belo prazer.
Folha 8 com Lusa

Observadores dão nota positiva às eleições em Angola.

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Ex-Presidentes de Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Timor-Leste, na qualidade de observadores, afirmaram que as eleições angolanas decorreram "de forma ordeira e pacífica", aparentemente sem graves irregularidades.
fonte: DW ÁFRICA
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Contagem de votos em Luanda
Os ex-Presidentes de Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, classificaram hoje (24.08) as eleições gerais em Angola, realizadas esta quarta-feira (23.08), de "pacíficas, livres, justas e transparentes". Em declaração lida por Pedro Pires, ex-Presidente de Cabo Verde, na capital angolana, os ex-líderes observaram que as eleições decorreram "de forma ordeira e pacífica, aparentemente sem incidentes ou irregularidades relevantes".
Joaquim Chissano, Pedro Pires, Manuel Pinto da Costa e José Ramos-Horta elogiaram o comportamento dos eleitores angolanos, salientando que "o eleitorado demonstrou civismo e determinação de ir às urnas para exercer o direito democrático de eleger os seus dirigentes políticos".
Pedro Pires (DW/A. Cascais)
Pedro Pires: "Ficamos impressionados com a fluidez da votação"
Pediram ainda à população para que aguarde "com calma e serenidade pelos resultados finais das eleições". Segundo os ex-chefes de Estado, a taxa de participação foi "acima da média e a existência de muito poucos votos nulos e a em branco, certamente, fruto de uma campanha de educação cívica bem-sucedida."
Elogios também à Comissão Nacional Eleitoral (CNE). "Ficamos impressionados com a fluidez da votação, sem grandes demoras desde a identificação do eleitor ao ato de voto. Observamos que a votação e a contagem de votos foram conduzidas com competência e numa atmosfera pacífica", sublinham.
Convite de José Eduardo dos Santos
Os quatro ex-Presidentes foram convidados a observar as eleições pelo Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, do MPLA. Eles testemunharam, em diferentes locais de Luanda, a abertura e o fecho das urnas, o processo de votação, a contagem dos votos e o apuramento dos resultados em algumas assembleias de voto.
Na declaração, os ex-presidentes destacaram que o mesmo ato foi igualmente cumprido por observadores internacionais da Comunidade de Desenvolvimento de Países da África Austral (SADC), da União Africana (UA), da Comunidade Económica da África Central, da Conferência Internacional da Região dos Grandes Lagos (CIRGL) entre outros, bem como por observadores nacionais.

CNE DIVULGA PRIMEIROS RESULTADOS VIOLANDO A LEI.

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julia-cne

Júlia Ferreira, porta-voz da CNE, está a apresentar os primeiros resultados provisórios das eleições de ontem, violando desde logo a lei eleitoral que, nos seus artigos 130 e 131, diz que essa divulgação deve basear-se nos apuramentos provinciais e não, como está a fazer a CNE, nas actas-síntese.

Como reacção a esta violação da lei, resultante da pressão política iniciada pelo MPLA ao dizer que vencera com maioria qualificada o pleito (68%), os comissários políticos dos partidos da oposição preparam-se para, em conjunto, se demarcarem desta iniciativa da Comissão Nacional Eleitoral.
O apuramento feitos pelos partidos, no caso MPLA e UNITA, baseia-se esse sem qualquer violação da lei, nas actas-sínteses fornecidas pelos seus respectivos delegados às assembleias.
Recorde-se que a UNITA diz venceu o escrutínio em 11 das 18 províncias de Angola.
A disparidade de resultados revelados pelos partidos está a adensar perigosamente o clima social e político do país. Sendo certo que só à CNE cabe divulgar os resultados, esta mostrou mais uma vez não estar à altura para realizar um acto desta envergadura, mostrando assim estar cada vez mais dependente das ordens superiores dadas pelo MPLA.
Eis os dados apresentados:
Assembleia de voto: 25.474 – 64,57%, mesas 16.693 – 65%
Eleitores- 5.938.853 – 86,74%
MPLA – 2.802.206 – 64,57%
UNITA – 1.043.25.5 – 24,40%
CASA-CE – 371.724 – 8,56%
PRS – 5.9357 –  1, 37% 
FNLA – 4.1034- 0,95%
APN – 22471 – 0, 52%.
O MPLA fala em maioria qualificada mas ainda não existe, pois para a cifra teria de alcançar 66,66%, o que ainda não acontece mas é a pretensão da fraude e para lá caminha.
Notícia em actualização.
fonte: http://jornalf8.net

CABO VERDE INICIA NEGOCIAÇÕES PARA ASSUMIR PRESIDÊNCIA ROTATIVA DA CEDEAO.

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Praia, Cabo Verde (PANA) – O Governo de Cabo Verde já iniciou negociações para assumir a presidência da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) na próxima cimeira dos Chefes de Estado e de Governo desta organização em 2018, acabou de anunciar o primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silv, na cidade da Praia.

Ulisses Correia e Silva disse tratar-se de um processo normal de rotatividade preventivo nos estatudo da comunidade oeste-africana e "que faz com que no próximo ano seja a vez de Cabo Verde presidir à comissão da CEDEAO.

“Nós temos todo o interesse e está convergente com aquilo que nós defendemos relativamente a termos Cabo Verde com posicionamento muito forte a nível da integração regional e à ocupação de cargos de responsabilidade”, afirmou o chefe do Governo cabo-verdiano, esperando que o país possa conseguir atingir este objetivo.

Questionado pelos jornalista se Cabo Verde já tem identificada a personalidade que irá assumir o cargo de presidente da comissão da CEDEAO, o primeiro-ministro cabo-verdiano disse que "ainda não" mas que as negociações estão a decorrer para posteriormente se fazer essa escolha.

“Nós temos que criar condições como estamos a fazer, com negociações tranquilas junto da CEDEAO para podermos ter acesso ao cargo e, logo depois, definirmos e negociarmos o melhor perfil para um cargo internacional e regional muito importante.”, sublinhou.

Por sua vez, o ministro dos Negócios Estrangeiros e Comunidades, Luís Filipe Tavares, anunciou que vai aproveitar a sua participação na VII Conferência Internacional de Tokyo (Japão) sobre o Desenvolvimento em África (TICAD) a ter lugar em Maputo (Moçambique), de 23 a 26 de agosto corrente, para analisar, com vários ministros de países membros da CEDEAO presentes no evento, a questão da presidência da Comunidade que Cabo Verde deverá assumir no próximo ano.


fonte: bambaramdipadida.blogspot.com

Comissários da UNITA e da CASA-CE questionam resultados da CNE.

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Resultados em dúvida

Resultados em dúvida

Afirmam desconhecer autoria dos resultados e acusam órgão de não respeitar a lei
Sete comissários da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) pertencentes à UNITA e à CASA-CE demarcaram-se dos resultados provisórios parciais apresentados por aquele órgão por considerar que o seu apuramento não obedeceu os trâmites exigidos pela lei
Em conferência de imprensa realizada na noite desta quinta-feira, 24, em Luanda, os comissários afirmaram não ter participado na produção daqueles resultados, enquanto membros do Grupo de Coordenação Técnica do Centro de Escrutínio.
“Não nos revimos nos resultados provisórios da CNE porque não foram feitos com base nos preceitos legais e não participámos na produção daqueles resultados”, disse Cláudio Silva, da UNITA, lembrando que, “com base na lei, cabe à CNE congregar os resultados eleitorais apurados por cada uma das candidaturas nas mesas de voto, com base nas informações fornecidas pelas comissões provinciais eleitorais que são os órgãos locais da CNE”.
Silva adiantou ainda que a Comissão Provincial Eleitoral, de Cabinda ao Cunene, não se reuniu para produzir os resultados que foram anunciados.
“Aqui estão membros que fazem parte da Coordenação Técnica do Centro de Escrutínio e igualmente eles não participaram na produção daqueles resultados”, acrescentou o comissário eleitoral.
Resultados produzidos por desconhecidos
Por sua vez, o comissário da CASA-CE, Miguel Francisco, referiu que a condução de "lisura e transparência" na produção desses resultados não foi observada e, pelo facto, os comissários não se vinculam ao documento que, alegou, "foi produzido por pessoas que a gente não conhece".
O comissário da UNITA, Isaías Chitombe, também na conferência de imprensa, referiu que o objectivo do grupo foi o de manifestar o seu "distanciamento" dos resultados anunciados hoje, 24 de Agosto, pela CNE, já que não foram produzidos pelos presentes, enquanto membros do grupo de Coordenação Técnica, nem pelo plenário.
"Não posso assumir nem posso subscrever um documento cuja origem eu desconheço", advertiu.
Maria Pascoal, da CASA-CE, afirmou estar indignada por terem sido apenas informados numa plenária com o ponto único "informação sobre a divulgação dos resultados provisórios sobre as eleições gerais", sem terem feito parte da produção dos resultados.
Pascoal disse que os sete comissários "não observaram em momento algum a chegada e recepção de actas vindas das diversas províncias de Angola".
Os comissários alertaram, entretanto, que a denúncia não visa contestar os resultados eleitorais.
“Que fique bem claro que o que estamos a fazer nesta comunicação nada tem a ver com a contestação dos resultados, mas sim demarcarmo-nos dos resultados pela não observância dos procedimentos legais”, concluiu Cláudio Silva.
Os resultados
No final da tarde, a porta-voz da CNE, Júlia Ferreira, apresentou através da leitura de vários papéis os resultados provisórios, depois de contabilizados 5.938.853 votos dos 9.317.294 eleitores inscritos.
De acordo com Ferreira, o MPLA tinha, na altura, 64 por cento dos votos,seguido da UNITA com 24 por cento, CASA-CE CASA-CE, oito por cento e PRS 1,37 por cento.
A FNLA e APN não chegaram a um por cento.
fone: VOA

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Dia de reflexão em Angola.

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Dia de reflexão eleitoral em Angola. A véspera das eleições gerais é vivida no país com normalidade.
media


















Neste dia de reflexão antes das eleições gerais, a enviada especial da RFI a Angola, Neidy Ribeiro, sondou o ânimo e as expectativas dos angolanos.
Para amanhã, quarta-feira, estão previstas as eleições gerais em Angola. Ao pleito concorrem seis forças políticas: Aliança Patriótica Nacional (APN), Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral (CASA-CE), Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), Partido de Renovação Social (PRS) e União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA).
A Comissão Nacional Eleitoral de Angola constituiu 12.512 assembleias de voto, que incluem 25.873 mesas de voto. 9.317.294 eleitores em condições de votar.
O cabeça-de-lista pelo círculo nacional do partido ou coligação mais votado é automaticamente eleito Presidente da República e chefe do executivo.
fonte: RFI

Analistas e políticos dizem que Acordo de Conacry é incontornável para resolver crise guineense.

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José Mário Vaz criticado
José Mário Vaz criticado

Grupo P5 também pede solução para a crise
Dois anos após o despoletar a crise político-institucional na Guiné-Bissau, o grupo conhecido por P5, integrado pelas Nações Unidas, 
União Europeia, União Africana, CEDEAO e CPLP, voltou a pedir aos líderes do país que respeitem o Acordo Conacry
As reacções por parte dos guineenses não se fizeram esperar.
O jurista e político Silvestre Alves diz compreender a preocupação do P5, mas alerta que “quando 
se pede três meses de prorrogação das forças de ECOMIG, isso alimenta esperança, às pessoas, de que
neste lapso de tempo, vai haver uma solução”.
Entretanto, Alves complementa que “quando não se chega a esta solução e quando se reforça a convicção
de que a questão já era conhecida, apenas faltava a confirmação, isso vai deixar as pessoas mais desgastadas
e impacientes e tudo isso vai criar um mal-estar”.
Vicente Fernandes, presidente do Partido da Convergência Democrática, um dos signatários do acordo
de Conacry, defende uma posição enérgica da comunidade internacional para fazer o Presidente José Mário Vaz
cumprir o acordo:
“O P5 e a CEDEAO está a ser muito maleável e muito tolerante porque já levamos tempo mais que que suficiente
para obrigar o Sr. Presidente da República a cumprir os compromissos assumidos a nível internacional. 
Tem sido sucessivo esse desgaste. Todas as vezes que os organismos internacionais vêm, alimentam o nosso ego e a nossa esperança de que é desta vez. Já la vão dois anos, o Sr. Presidente da Republica não se digna em respeitar”, conclui Fernandes.
Silvestre Alves diz que “o acordo de Conacry, numa certa dimensão, é incontornável, enquanto repositório
de grandes entendimentos e de linha de solução dos grandes problemas do país”. Grupo P5 também 
pede solução para a crise.

fonte: VOA

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Rússia: Médicos dos Estados Unidos graduados em Cuba levantam a voz contra bloqueio.

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 Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
Médicos dos Estados Unidos graduados em Cuba levantam a voz contra bloqueio. 27145.jpeg

Médicos dos Estados Unidos graduados em Cuba levantam a voz contra bloqueio.

Washington, 14 ago (Prensa Latina) Cinco graduados estadunidenses da Escola Latino-americana de Medicina em Cuba (ELAM) participarão na Jornada contra o Bloqueio 2017, que acolherá esta capital do 11 a 16 de setembro, anunciaram hoje os seus organizadores.
Dito evento, organizado por agrupamentos solidários com Cuba, centrar-se-á no impacto que tem sobre o setor da saúde o cerco de Washington, a mais 55 anos de duração e recusado pela comunidade internacional, em abrumadora maioria.
Segundo a informação conhecida por Prensa Latina, os médicos mencionados unir-se-ão a profissionais cubanos convidados ao encontro, o terceiro deste tipo.
Criada pelo Governo cubano em 1999 a raiz de uma iniciativa do líder histórico da Revolução, Fidel Castro, a ELAM tem graduado a mais 28 mil e 500 galenos de 103 países, entre eles 170 dos Estados Unidos.
Na semana anterior, a União Nacional de Enfermeiros Unidos, o sindicato maior desses profissionais registados neste país com mais 150 mil membros, ofereceu seu apoio à Jornada contra o Bloqueio.
Estamos em plenos preparativos do encontro, precisou dias atrás a Prensa Latina a coordenadora nos Estados Unidos do Comité Internacional Paz, Justiça e Dignidade dos Povos, Alicia Jrapko.
Focamos-nos neste ano no tema da saúde pois resulta um momento crítico para o setor nos Estados Unidos e achamos que Cuba pode ser um exemplo, manifestou em alusão a um contexto marcado pelas discussões no Congresso norte-americano para uma reforma sanitária.
A ideia, agregou Jrapko, é debater sobre os efeitos negativos que causa o bloqueio no país caribenho, e o impacto nos próprios estadunidenses, quem se vêem privados de aceder a serviços e tratamentos médicos cubanos contra doenças como o cancro e a diabetes.
Mesmo assim, o Comité Internacional Paz, Justiça e Dignidade dos Povos, deseja encontrar formas de trabalho conjunto entre ambas as nações para pôr fim ao cerco e apoiar a atenção médica universal dos norte-americanos todos.
Durante quase uma semana de atividades realizarão diversos eventos públicos, e membros do agrupamento e outras pessoas interessadas visitarão o Congresso...
fonte: pravda.ru

Rússia: Por que ser contra o pagamento do ensino universitário público?

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22.08.2017 | Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
Por que ser contra o pagamento do ensino universitário público?. 27164.jpeg

O pagamento de mensalidades pelo ensino universitário público no Brasil sempre vem à tona quando as universidades enfrentam problemas financeiros.  A pergunta  retórica que se ouve amiúde é : por que não cobrar de quem pode pagar? Pois bem, aqui vão algumas razões.

Por Roberto Kraenkel/GGN
O que está em jogo quando se fala da cobrança pelo ensino público é muito mais do que uma questão financeira, que - de toda forma -  é sempre momentânea. Trata-se, antes de mais nada,  de aumentar o campo de influência dos valores (neo)liberais. Explico-me:  ao tornar as  universidades pagas, faz-se com que nelas se introduza uma nova escala de valores, uma escala monetária. Assim, com o passar do tempo certamente as melhores universidades quererão cobrar mais caro que outras - pois na ética neoliberal isto é absolutamente natural. Haverá diferença de preço entre cursos. E, internamente, haverá valorização de atividades que atraiam mais dinheiro para a universidade. Docentes mais populares ou que atraiam mais verbas tornam-se mais prestigiados. Estudantes transformam-se em clientes. Valores passam, portanto, a ser monetizados. O conteúdo ideológico é óbvio, levando a uma naturalização do conceito de que o valor em dinheiro é um fundamento ético adequado para todo tipo de decisões, não só universitárias.
Está, portanto, explícito o caráter ideológico do embate ao redor da questão do pagamento do ensino. Mas a discussão sobre o tema não para aí.
Para um liberal, a situação acima parecerá normal, desejável até.  Trata-se aí de questão de fé, ou de definição de valores morais.  Pouco há, portanto, a debater. A quem não concorda com esta visão, caberá combate-la dentro do jogo de forças na sociedade.
Mais importante, parece ser a questão que se origina da constatação de que, em países como os Estados Unidos e o Reino Unido, o ensino universitário é pago.  É verdade que algumas das melhores universidades do mundo são pagas  - mas não todas(há universidades de ponta na Europa continental que são totalmente gratuitas). E antes que surja alguém argumentando que as universidades no topo dos rankings mundiais são pagas, cabe notar que tais rankings foram desenhados para elas e não são instrumentos sérios de avaliação.  Mas, de todo modo, sim,  há boas universidades pagas.  Não há portanto como se dizer que o pagamento acabará com as  universidades, mas sim que as tornará mais elitistas e organizadas ao redor de princípios de mercado. As exceções de praxe são universidade de longa tradição. Mas, cabe mesmo comparar nossas universidades com estas exceções?
É muito mais cabível comparar nossas melhores universidades com universidades médias do mundo desenvolvido. E o que se constata nelas?  Constata-se que as universidades que adotam o modelo mercantil  são extremamente problemáticas. Abrem-se e fecham-se cursos por demanda, interferindo assim na própria autonomia intelectual que o corpo docente delas deveria gozar.  Traçam-se planos estratégicos que inibem a criatividade que está na raiz do saber científico e intelectual.  Criam-se metas de captação de verbas pelos docentes. E criam-se estudantes devedores vida afora.
No contexto brasileiro,  os problemas apontados acima são mais agudos. É impossível não se espantar com  o enorme grau de desigualdade social no Brasil.  O ensino público gratuito para camadas de mais baixa renda é uma das bases de combate a estes desiquilíbrios históricos. É dar a estas camadas o acesso a um instrumental intelectual que as grande maioria das universidades privadas baratas está muito longe de oferecer.  É dar-lhes o grão do saber.
E desenha-se aqui o confronto de classes impresso na questão do pagamento do ensino universitário.  Os pobres brasileiros não tem como paga-las.  Em silêncio,  certa classe média regozija-se de não ter que conviver com eles em pé de igualdade. A ideia de que tal situação poderia ser evitada com um programa de bolsas é ingênua. Tomada de novos valores, a universidade funcionará com os valores de eficiência financeira. Algumas poucas bolsas serão dadas para fins de  gerenciamento de imagem.
Não é de se estranhar que, no desastroso cenário político brasileiro, esta questão volte a ser debatida. Quem a levanta, e quem defende o pagamento do ensino público universitário, são setores da sociedade que obviamente poderiam pagar por ele. Defendem apenas sua posição social.
pravda.ru

Terminada a campanha, Angola espera por "dia da verdade".

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Os candidatos às eleições gerais angolanas de quarta-feira terminaram um mês de campanha, cada um com os seus meios, argumentos e cabeças-de-lista. Seis partidos políticos lutam pelos 220 assentos no Parlamento.
fonte: DW ÁFRICA
Apoiantes da UNITA no Cazenga, local onde o partido encerrou a sua campanha
Apoiantes da UNITA no Cazenga, local onde o partido encerrou a sua campanha
No dia de encerramento da campanha eleitoral, ninguém quis perder os kuduristas que estavam anunciados para atuarem no palco da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), o partido que promete o que muitos jovens aqui desejam: mudança.
Esta segunda-feira (21.08), logo pela manhã, o denominado terreiro da Filda, no Cazenga, Luanda, começou a encher-se, sobretudo de jovens vindos a pé ou em táxis comuns, para ouvir o líder da UNITA, Isaías Samakuva.
"Por todo o lado por onde nós passamos ouvimos o grito da mudança", disse Isaías Samakuva. "Todos os angolanos nos dizem que estão a sofrer muito", sublinhou.
MPLA confiante
Nesta campanha, o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) usou outra tática e deixou uma mensagem de otimismo e de auto-confiança. Segundo João Lourenço, não passa pela cabeça de ninguém, dentro do MPLA, a possibilidade de uma derrota.
"Temos a certeza que vamos ter um bom resultado. Vamos atingir a maioria qualificada de mais de dois terços", disse o candidato do MPLA no sábado (19.08), no comício de encerramento do partido no poder.
A mensagem do MPLA foi bi-facetada e em parte contraditória. Por um lado, o partido apresentou-se como partido renovado, com um novo cabeça-de-lista e candidato à presidência da República. João Lourenço foi ao longo das semanas apresentado como homem que vai abrir uma nova página na história do país, diversificando a economia e combatendo a corrupção.
Por outro lado, Lourenço foi apresentado como "homem do sistema",  que dará continuidade à obra do Presidente cessante, José Eduardo dos Santos, que apareceu uma única vez ao lado do cabeca do cabeça-de-lista, no último comício do MPLA.
Problemas de transparência
Segundo os observadores, a campanha correu de forma calma e ordeira e não se registaram casos significativos de intolerância política, nem de violência entre apoiantes e militantes dos diferentes partidos concorrentes.
A mesma avaliação positiva não se pode fazer do processo eleitoral em si, que apresenta bastantes problemas, afirma o rapper angolano MCK. "Infelizmente, os processos eleitorais em Angola, e em África de um modo geral, ainda não obedecem à transparência e lisura dos procedimentos de justiça", lamenta.
Rapper MCK aus Angola
MCK: "Este escrutínio está muito viciado"
Segundo o músico, "este escrutínio está muito viciado", por práticas de tratamento desigual - por exemplo, por parte da imprensa pública. "Os partidos politicos da oposição têm um espaço de antena muito reduzido. O MPLA tem muitas horas, usa os meios do Estado, está a fazer inaugurações cíclicas", critica ainda MCK.
Críticas à CNE
Ao longo da campanha eleitoral, surgiram também críticas à Comissão Nacional Eleitoral (CNE). As críticas não são novas e tinham também sido levantadas nas últimas e penúltimas eleições angolanas. Fala-se, por exemplo, de muitas dificuldades na acreditação dos delegados de lista dos partidos concorrentes, problema levantado sobretudo pelo terceiro maior partido angolano, a Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral (CASA-CE) de Abel Chivukuvuku.
Critica-se ainda o facto da CNE, que tem ao todo 17 comissários, ter no seu seio 10 representantes indicados pelo partido no poder, incluindo o seu presidente e a sua porta-voz. Fala-se ainda de milhares casos que indiciam, no mínimo, alguma falta de organização, vendo-se muitos eleitores obrigados a votar em mesas de voto muito distantes das suas residências.
Apesar de todos os problemas, também já registados nas eleições de 2008 e de 2012, os resultados acabaram por ser validados, tanto pela CNE, como pelos tribunais, como pelos observadores e pelos próprios partidos concorrentes.
Amanhã, terça-feira (22.08), é dia de reflexão. Quarta-feira, dia 23 de agosto, é o "dia da verdade".

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Aumenta para 499 número de vítimas do deslizamento de terras na Serra Leoa.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Mais de 600 pessoas continuam desaparecidas
O número de corpos resgatados na Serra Leoa devido aos deslizamentos de terra do passado dia 14 subiu para 499, enquanto mais de 600 continuam desaparecidas.
A informação foi avançada à Reuters pelo chefe da polícia de Freetown, Seneh Dumbuya, neste domingo, 20.
Um dos maiores desastres naturais da África aconteceu na passada segunda-feira, quando fortes chuvas levaram abaixo parte do Monte Sugar Loaf, soterrando partes da cidade de Regent e mobilizando equipas de Socorro.
Na quinta-feira e sexta-feira, 461 corpos foram enterrados em covas comuns num cemitério perto de Waterloo, não muito longe do local onde aconteceu o enterro colectivo de muitas das vítimas da ébola, que matou cerca de quatro mil pessoas na Serra entre 2014 e 2016.
A Cruz Vermelha continua a estimar que mais de 600 pessoas ainda estão desaparecidas.
As autoridade concentram-se no resgate dos corpos para evitar que os fluidos de cadáveres doentes contaminem o abastecimento de água e disseminem doenças.



    Enterro colectivo em Freetown

    fonte: VOA

    Identificado condutor da carrinha que atropelou dezenas de pessoas em Barcelona Younes Abouyaaqoub, um marroquino de 22 anos, é confirmado como o autor do ataque, que as autoridades da Catalunha acreditam que foi planeado ao longo dos últimos seis meses. É procurado por toda a Europa.

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

    Younes Abouyaaqoub, um marroquino de 22 anos, é confirmado como o autor do ataque, que as autoridades da Catalunha acreditam que foi planeado ao longo dos últimos seis meses. É procurado por toda a Europa.

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