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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

ANGOLA: E OS ALBINOS, SENHORES?

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A Amnistia Internacional (AI) exortou hoje os países da África Austral para que os seus sistemas judiciais protejam os albinos, que são mortos na região devido à crença de que partes do seu corpo têm poderes mágicos. De facto, ser albino não é crime mas às vezes, demasiadas vezes, parece. Parece ou é?

AAI relembrou num comunicado, citado pela agência de notícias espanhola EFE, que em países como Maláui, Moçambique ou a Tanzânia é comum “a impunidade” por esses crimes, o que agrava o problema, acrescentando que as pessoas com albinismo são mortas devido à crença de que as partes do seu corpo têm poderes mágicos que dão boa sorte e riqueza.
“A realidade é que as pessoas com albinismo vivem com medo constante de serem capturadas ou mortas para lhes serem retiradas partes do seu corpo”, frisou Deprose Muchena, director regional da organização para a África Austral.
O responsável frisou que os albinos “vivem à mercê de gangues criminosos organizados que clamam pelo seu sangue na crença de que farão fortuna”.
Entre sexta-feira e sábado decorrerá uma cimeira da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), na Namíbia e, neste contexto, a AI solicitou à SADC a promessa de “dar prioridade” e tomar “as medidas necessárias para garantir o direito à vida, segurança e salvaguarda de pessoas com albinismo”.
No Maláui, de acordo com dados da AI, houve cerca de 150 casos de violência contra albinos desde o final de 2014, incluindo 14 assassínios. Em Junho do ano passado, apenas um processo judicial para 30% desses casos tinha sido concluído.
Partes dos corpos dos albinos são vendidos em países da África Austral, incluindo a República Democrática do Congo (RDCongo), África do Sul, Suazilândia, Tanzânia e sobretudo Moçambique.

Em Angola a situação é similar

Os albinos em Angola continuam a enfrentar “problemas e barreiras” que vão desde a dificuldade de inserção no emprego e no sistema de ensino, à falta de assistência social e medicamentosa, considera a Associação de Apoio aos Albinos de Angola.
O dedo na ferida foi posto pelo presidente da Associação, Manuel Vapor, durante uma palestra realizada no passado dia 13 de Junho, em Luanda, a propósito do dia mundial para a consciencialização sobre o Albinismo.
De acordo com aquele responsável, ainda há casos de discriminação no país e grande parte dos albinos em Angola não tem emprego e encontra dificuldades para adquirir cremes de protecção da pele, pedindo por isso ao Ministério da Saúde a subvenção desses fármacos.
“Porque o protector solar nas farmácias, o preço, é elevadíssimo e então gostaríamos que também ficassem naqueles produtos a custo zero e subvencionados pelo Governo. Por isso é preciso que o ministério ponha a mão neste caso, porque principalmente os adultos que não trabalham têm grande dificuldade”, disse.
Manuel Vapor referiu, igualmente, que o país “carece de uma política virada à pessoa albina”, que no seu entender deveria ser superintendida pelo Ministério da Saúde, exemplificando que as consultas nos hospitais ainda são feitas “graças ao bom senso dos dermatologistas”.
As consultas, acrescentou, são feitas com recurso às “parcerias” que a associação criou junto dos dermatologistas, no sentido de responderem às “necessidades diárias” da pessoa albina.
Durante a sua intervenção, o presidente da Associação de Apoio aos Albinos de Angola, considerou também que a falta de informação sobre o albinismo faz persistir o preconceito na sociedade angolana.
“Porque se desde tenra idade e sobretudo nos manuais escolares do ensino de base se começar a ministrar matérias sobre o albinismo, essas situações não deveriam colocar-se e a criança já não veria o albino como um fantasma e haveria melhor familiarização”, realçou.
No capítulo do emprego, aquela associação defende que o Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTESS) encontre mecanismos que “pelo menos reservassem vagas exclusivas” para a pessoa albina.
“Reconhecemos que o emprego no país está difícil, mas é possível o ministério adoptar esse mecanismo, porque muitos associados estão vulneráveis e isso agrava ainda mais a sua condição de saúde, devido à falta de cuidados”, adiantou.
A consciencialização à pessoa com albinismo e o albinismo no campo científico foi o tema desta palestra, animada pelo dermatologista e director do serviço de Dermatologia e Venereologia do Hospital Américo Boavida, Juliano Isaías.
Na ocasião, o responsável lamentou a situação de carência de albinos para aquisição de cremes de pele, tendo revelado que a unidade hospitalar acompanha regularmente cerca de 300 doentes albinos, na sua maioria com cancro de pele.
“E os nossos serviços ambulatórios continuam a registar novos casos, sobretudo ligados a lesões de pele em crianças e adultos”, explicou.
A Associação de Apoio aos Albinos de Angola conta com cerca de 600 associados e tem representações em seis das 18 províncias do país.
Folha 8 com Lusa

Jovens moçambicanos queixam-se da falta de oportunidades.

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Celebra-se este domingo (12.08) o Dia Mundial da Juventude. Na província moçambicana de Inhambane, muitos jovens lamentam a falta de oportunidades antes e depois de concluírem os estudos.
    
Mosambik Jugend in Inhambane (DW/L. da Conceicao)
Devido à falta de oportunidades, os jovens de Inhambane buscam diferentes meios para a subsistência. Há mais de dois anos que o Governo não tem disponibilizado fundos para iniciativas voltadas a esta grande parcela da sociedade, mas garante estar a par dos problemas.
A DW África conversou com alguns jovens e constatou que as dificuldades são muita e podem divergir, de acordo com o sexo. No caso das jovens, para conseguir algum rendimento, acabam por abandonar os estudos para se dedicar à prostituição.  É o caso da jovem V.M., natural da província de Maputo, que vive agora em Inhambane com a irmã mais velha. Ambas desistiram de frequentar a escola para se prostituírem.
V.M. lamenta o facto de que muitos jovens estejam nesta situação. "Tem aqueles que conseguiram se salvar, mas a maioria está perdida na prostituição, droga e bebida. O dinheiro é que nos induz, por isso estamos a fazer isso. Minha irmã também é prostituta. O arrependimento vem no dia que não bebemos e fumamos, porque pensamos nas consequências e no futuro", relata a jovem.
Apesar disto, V.M. apresenta uma solução para ultrapassar estes problemas. Para ela, "devia existir alguém com iniciativa para incentivar jovens a criarem clubes sociais com vários projetos positivos".
"Oportunidades não vêm, mesmo depois de formado"
Álvaro Joaquim formou-se no ensino técnico, mas, ainda assim, não consegue oportunidades melhores para garantir boa assistência à sua família. Atualmente, ele vive na base da pesca em pequena escala, porque não tem emprego.
"Estudei para nada. Hoje em dia vivo no mar a pescar para conseguir dinheiro, não consigo ter oportunidade de nada", lamenta Álvaro Joaquim que, entretanto, diz que "o Governo devia pensar melhor o destino da juventude".
Mosambik Jugend in Inhambane
Álvaro Joaquim tem formação técnica, mas, por falta de oportunidades, vive da pesca
O Governo de Moçambique distribuía fundos reembolsáveis para financiamentos de projetos da juventude principalmente nas áreas de agricultura, pecuária, criação de frango, serralharia, carpintaria, entre outros. Mas há cerca de dois anos o dinheiro não chega aos distritos.
Samuel Jeremias é licenciado em Geografia, mas, por causa do desemprego, tem pronto um projeto para a prática de agricultura sustentável. Devido à falta de financiamento, nada avançou até o momento.
"Estou a vender recargas de telemóveis para poder comprar açúcar, arroz, óleo, sabão e outras coisas para minha esposa e filhos. O Governo devia continuar a ajudar a idealizar e não apenas dizer que os jovens devem trabalhar sem nenhum incentivo. Tenho campo agrícola e projeto desenhado, mas não consigo materializar porque há dois anos estou a espera os fundos da juventude", afirma Jeremias.
Falta habitação
Além da falta de oportunidades de emprego e financiamento, a juventude na província de Inhambane debate-se com a falta de habitação. Apenas os que possuem um emprego formal têm acesso ao financiamento dos bancos para a construção de residências. Os desempregados, que são a maioria, continuam a viver nas casas dos seus pais juntos com esposas e filhos.
Para resolver o problema da falta de habitação, o Governo provincial distribuiu cerca de cinco mil Direitos do Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) a igual número de jovens desde o ano passado, mas muitos deles esbarram na burocracia e não conseguem todos os documentos exigidos pelas autoridades.
Celso Colege, porta-voz da Direção Provincial da Juventude e Desporto em Inhambane, disse à imprensa que o Governo está ciente dos problemas dos jovens. Segundo o porta-voz, o Governo já conseguiu "distribuir cinco mil DUAT aos jovens, mas alguns não têm conseguido legalizar os seus talhões e acabam entregando a um terceiro em troca de dinheiro".

Protesto em tom de rap contra o franco CFA.

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"7 minutes contre le CFA" (7 minutos contra o franco CFA) é o título de um novo tema rap muito popular, recentemente apresentado em Dakar, no Senegal. Os músicos protestam contra a moeda que consideram "neo-colonial".
7minutes contre le FCFA (DW/Mamadou Lamine Ba)
Dez artistas, oriundos de sete diferentes países, manifestam-se assim contra a moeda que circula em 14 países da África Central e Ocidental: o franco CFA. "Acabe-se com o bla-bla, queremos o fim do CFA, a história avança, um grito agudo nas nossas ruas!" - é esta a mensagem deste rap.
Grito contra neo-colonialismo financeiro
 
Ouvir o áudio03:47

Protesto em forma de rap contra o franco CFA

O franco CFA contraria a soberania dos estados africanos, é um reflexo neo-colonial, dizem os músicos, todos eles bastante conhecidos nos seus países de origem. É o caso do rapper Elom Vince (melhor conhecido por "Elom 20ce"), do Togo: "Resolvemos lançar este tema contra o franco CFA porque achamos que esta é a melhor maneira de espalhar uma mensagem que deve ser ouvida por um público mais vasto. Até agora o tema do franco CFA era discutido apenas entre jovens intelectuais em zonas urbanas. Ora isso está a mudar radicalmente. A mensagem é simples e está a passar: O franco CFA vai morrer e nós vamos festejar durante o funeral dessa hedionda moeda." 
Dois francos CFA formalmente diferentes 
Na realidade existem dois francos CFA diferentes: na África Ocidental aderiram, ao todo, oito países à zona CFA: Benim, Burkina Faso, Costa do Marfim, Guiné-Bissau, Mali, Níger, Senegal e Togo. A sede do Banco Central da África Ocidental é Dakar, capital do Senegal. O Franco CFA dos Países da África Central foi adotado por mais seis países: Guiné Equatorial, Gabão, Camarões, Congo Brazzaville, Chade e República Centro-Africana. A sede do banco da África Central é Yaoundé, capital dos Camarões. 
Ambas as moedas foram criadas em 1945 e desde o início mantiveram um valor de câmbio fixo, relativamente ao franco francês. Quando a França adotou o euro, o CFA passou a ter um valor fixo em relação à moeda europeia. Um euro equivale, nomeadamente, a 655,957 Francos CFA, aplicando-se o mesmo câmbio para ambos os francos CFA. 
7minutes contre le FCFA (DW/Mamadou Lamine Ba)
Elom Vince, rapper do Togo: "Vamos dançar no funeral do franco CFA."
50% das reservas CFA em Paris
O banco central de França continua a garantir o valor das duas moedas africanas. Em contrapartida os países africanos comprometeram-se a depositar pelo menos 50 por cento das suas reservas em Paris. Armin Osmanovic, chefe da sucursal da  Fundação Rosa Luxemburg, ligada ao partido alemão de esquerda "Die Linke", em Dakar, em entrevista à DW África, confirma: "O franco CFA é, de facto, uma moeda idealizada nos tempos coloniais, pela França colonial, para as suas ex-colónias. Mais de 50 anos depois das independências das ex-colónias francesas, o CFA constitui, por assim dizer, um anacronismo. Ou seja: continua a ser um instrumento da tradicional política de influência contínua de França sobre as suas ex-colónias, uma política que se convencionou apelidar de 'françafrique'."
Para além de argumentos políticos também há argumentos económicos que poderiam ser utilizados contra o CFA. "A moeda nao confere flexibilidade à política financeira dos países aderentes ao franco CFA. A moeda está crónicamente sobre-valorizada devido ao câmbio fixo em relação ao euro. Isso encarece as exportações e também desencoraja o investimento estrangeiro na zona do CFA."
Franco CFA: fator de estabilidade?   
7minutes contre le FCFA (DW/Mamadou Lamine Ba)
Jah Moko, rapper do Mali: "Damos voz aos anseios da juventude."
Por sua vez, o economista Thomas Koumou, do Togo, sublinha os aspetos positivos de uma moeda acoplada ao euro: "O facto do franco CFA estar 'acoplado' ao euro confere uma estabilidade muito importante à moeda e constitui por isso um bom travão contra uma inflação indesejável. O Franco CFA é, por assim dizer, uma boa defesa contra possíveis choques conjunturais, e isso é muito importante num sistema comercial cada vez mais interdependente e globalizado". 
Entretanto os rappers africanos que se uniram para fazer campanha contra o franco CFA, prometem intensificar a sua luta contra uma moeda que - na sua opinião - "cimenta o colonialismo". Palavras do músico Jah Moko, do Mali: "Nós somos a voz da juventude. Com este projeto vamos despertar a consciência de muita gente, que até agora não estava a par do assunto. Vamos fazer a diferença. Chegou a hora de África assumir as suas responsabilidades e pegar as rédeas do seu destino, adotando moedas que sirvam os interesses dos africanos e não os interesses dos europeus."
fonte: DW África

OPINIÃO: TEMOS “CHEFE-MAS-POUCO”.

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Há quem procure encontrar um único culpado, para apontar como responsável pelo estado da Nação! Simplesmente, não existe um único culpado do atraso de desenvolvimento do País. E nunca houve… Seria tapar o sol com a peneira e, pior ainda, julgar mal esta questão. Era mais uma vez um virar do disco e ouvir tocar a mesma música, ouvindo as mesmas vozes, com o mesmo falsete, o mesmo engano na ponta da língua.

Digamos que a mesma máfia política instalada há décadas continua a dar cartas, mantendo o nosso País na miséria ou num sub-desenvolvimento estrategicamente montado de fora para dentro, visando fins de exploração do Povo. Mantendo no território nacional e no estrangeiro os “cabecilhas” responsáveis deste crime económico, social e cultural (são Guineenses e de outras nacionalidades), fazendo parte da organização criminosa dentro de um esquema complexo, montado para exploração e controle da máquina do Estado!

Sua fonte de “ouro” está na manutenção de crises políticas sucessivas! O consequente derrame financeiro sai a cair nos bolsos dos líderes nacionais e seus patrões no exterior, e isto é apenas uma das consequências mais visíveis da situação triste do País, que caminha para mudança, só.
Muitos abandonaram o PAIGC, depois de exercerem cargos de liderança do País num longo período de tempo e saíram com uma única intenção central, fundar um partido político, “meu”. Será ele com certeza o primeiro a contar os tostões e a tirar dividendos disso mesmo. Aliás em 45 anos de independência, a Guiné-Bissau só tem 45 Partidos políticos (riso sem ofensa).
Se muitos já eram maus políticos na sua antiga organização (PAIGC), acredito que continuam muito pior nesta intencionalidade de assegurarem empresas na máfia instalada, corrupção onde estão simplesmente empresários politizados (todos os Partido políticos fazendo parte do problema), garantindo projectos de exploração ou suas comissões milionárias à custa de delapidação do “ouro” do Povo.

Há décadas que está instalada esta teia mafiosa sem limite, este sistema mafioso, onde políticos empresários são a elite favorecida e protegida da máfia organizada. Todos não querem este divórcio entre política e mercado empresarial, porque tudo é gerido directa ou indirectamente pelos mesmos políticos mafiosos no sistema parasita, que vigora no País, acredite se quiser, Camarada. Pior ainda, não há sinais de mudança e tudo farão, para continuarem a exploração do Povo! Factos comprovam como é verdade absoluta esta realidade já visível a olho nu, nestes 45 anos de in/dependência (…)
Hoje e ainda, estamos no fim de mais um ciclo de ingovernabilidade, já constatamos os mesmos discursos do engano, mafiosos, que escolhem alguém e condenam na praça pública como “único culpado”. No acto seguinte, assistimos à tentativa de se safarem eles próprios da lista extensa de abusadores ou criminosos responsáveis pelo estado caótico e banca rota, que colocaram e condenaram nosso Pais.

Cada vez mais surgem novas caras, oriundos deste ADN criminoso, a tentarem a sua sorte nesta corrente de esquemas mafiosos no País. Hoje cresceu o número de líderes criminosos. Se dantes formavam uma banda “musical” pequena, hoje não cabem na “garagem”, cresceram no tamanho, davam para formar uma orquestra sinfónica com dezenas de falsos políticos encostados ao Estado para roubar.
Na sua maioria serão incapazes de prestar conta de recado nos cargos que ocupam há décadas (só roubam), serão quadros impotentes e complexados, “não fazem e não deixam fazer”, nem com caterpillar são arrancados da “mama”. Quando acontece uma saída espontânea, deixam raízes aos filhos, netos ou capangas, para continuarem os abusos e desvios dos bens da Nação Guineense. Isto está à vista de todos!

Haverá crise de identidade da Nação. Pior do que isto, perdermos a dignidade como País, e por causa de ladrões do Estado, metidos em tudo quanto é fonte de rendimento ou património nacional, credo!?
Cuidado Camaradas, nunca houve um “único-culpado” nisto; são muitos (alguns desde a independência do País). Hoje ainda conseguem fazer jogo de cintura muito bem, permanecendo nos lugares de conveniência, para encher os bolsos. Procuram esconder o busílis da questão, este roubo constante ou desvio económico. Estamos atentos, bó na matyl, até um dia sDq. Pois ainda isto vai acabar mal (…)

Pecado único ou único pecado é a questão central desta reflexão, destacar a falsa busca de um culpado (que não existe aqui), para condenar na praça pública. Mas não é verdade! Este sistema permite corrupção e impunidade - onde ladrão acusa ladrão - é preciso estancar a corrupção e esta confusão na identificação de criminosos no País, e será TRABALHO DURO, não este jogo do empurrar as culpas ou acusações traiçoeiras, para fingir inocência, jamais! Nó kumssy ñ’utru, ok? A corrupção no País já tem netos (infelizmente) desta ninhada e sabemos quem são. kalerõm na fala panela, káu tysnãm, tudu dús symta na karbõm-gôrra… hy’kuma?, kkkkkkkkkk. E já agora, este Ministério Público tem a palavra, será capaz ou não, aguardamos pela sua urgente actuação esperada há décadas, i. é, sem se deixar influenciar por apelidos, cargos de liderança ou pela cor partidária!?
Quem acusa faz parte da quadrilha e só por hipocrisia política, tenta atirar o barro à parede, para ver se cola. Falamos de crime financeiro, ao longo de vários anos, na “rota” internacional de dinheiros da Guiné-Bissau, apoios internacionais em milhões de dólares, que nunca ninguém contabilizou ou que tenham sido investigados pelo Tribunal de Contas. São incontáveis perdas por evidência de factos desta contabilidade ausente por negligência ou leviandade dos líderes políticos. Pois com certeza muitos milhões ficaram fora do País ou entraram e logo desapareceram sem deixar rastos, sem contas refeitas num controle económico do País.

Nada disto se fala, é um assunto ocultado neste silêncio ruidoso, pois ainda não é objecto de reflexão responsável numa Guiné-Bissau deste tempo, por enquanto.
O País precisa de estimular o inconsciente colectivo para isto, acordar a maior parte adormecida perante os factos reais deste crime contra o estado, para mudarmos de filosofia
política e prática perversa na gestão danosa ou por corrupção generalizada no aparelho de Estado! É lamentável o estado de coisas negativas em crescimento, permanentes no País, algumas sem solução à vista. Fica claro que batemos no fundo. Pensar erguer o País do chão é palavra de ordem. Haja mudança de pessoas e de ideias, rapidamente (nô djamty)! Desde a independência, as eleições não têm servido para edificar a Democracia sólida no nosso País. Paradoxalmente, verificamos aumento da corrupção e impunidade dentro e fora das instituições.

Neste sistema, parece que só nomeamos “líder-aranha” para cada mandato viver nesta teia envenenada, rodeado por um governo inoperante, corrupto, e lento, típico dum efeito redutor de qualquer tentativa de sucesso institucional. Mantendo para o efeito um “líder” só de nome (chefe-mas-pouco), i. é, faz de conta - homem-aranha - nomeado chefe, que manda pouco e comete muitas asneiras (convém), naturalmente descredibilizando a imagem de Estado, frustrando expectativas politicas e institucionais no seu todo, afectando esta dinâmica total com elementos do elenco deste colectivo de lideres no poder, alguns referenciados ou suspeitos de crime público, mas, que usando colete à prova de justiça, colados à imunidade parlamentar, escapam constantemente à justiça e mesmo com telhados de vidro visíveis ou não. Triste situação marcante no mundo do Direito, no País da impunidade (…)

Mais uma vez repete-se o filme político, que podia ter como título: “único diabo no meio de santos”. Os actores são os mesmos de sempre, escolhidos talvez a partir dum role de crimes reconhecidos no estado social, com intervalos forçados, até serem novamente usados como peça reutilizada no mesmo jogo de poder, com o consentimento do “chefe-mas-pouco”, que por sua vez será mais tarde ele também sacrificado pela “família” política, vitima desta teoria do “único culpado” pelo mau estado do País, mantendo-se os restantes da mesma equipa como “invisíveis”, pensando escondidos atrás de alguém. Mas Camaradas, haverá “tolo” que acredita nisto, até estes já abriram os olhos!?
Vamos mudar de linha e construir nova teia, reconhecer a linha podre nesta máquina viciada. É preciso mudar as modas retrógradas, permitir criatividade empreendedora, cultivar novo perfil de servidores do Estado e rapidamente. Haja liberdade e separação de poder institucional rumo à Democracia plena, e não isto! Perguntamos que delírio é este – Guiné-Bissau com 45 Partidos Políticos – haja bom senso! Aliás este número de 45 partidos políticos (riso), vem confirmar: que antes de mais, não há unidade política pela Causa Guineense (daí, os 45 cinco partidos, para um País pequeno como o nosso, bó figa canhota, credo). Digo mais, não há projecto de unidade pautada por objectivo de levar o País para frente, mas um aumento gradual de desconfiança entre utilizadores do Estado (políticos e empresários politizados) - que começaram por entrar na política como projecto de vida pessoal. Em vez de pensarem servir o Povo, servem-se! Focalizados nos ganhos pessoais a partir da exploração do cofre de Estado ou desvios em comissões mafiosas instaladas para o efeito, só.
.
Há que ter cuidado com indivíduos patrioteiros, que gritam por Guiné-Bissau, na calada exploram tudo e todos, bens ou património do País.
Vamos criar um critério de eliminação como Partido político, para todos aqueles que não atingirem um determinado número de votos depois das eleições, i. e´, como forma de afastar/reduzir a maior parte que vive só do nome (partido), nada mais. Não conseguem convencer “X” número de Guineenses, então chega, que arranjem outra vida, só.
Por este andar chegaremos aos 50 anos de independência, com 50 partidos (riso), será?
.
Mais: é mau sintoma não haver eleições marcadas para Novembro deste Ano, penso! Acontecendo, penso que não vai haver eleições antes de Abril do próximo Ano, daí que, vale a pena reforçarmos a vigilância política e militar em todos os sectores de controle territorial e ou com destaque no terreno nacional (…)
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… que a natureza nos proteja, se Deus quiser…
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Djarama. Filomeno Pina.



Senegal: Disparada exploração de madeira - Os primeiros elementos de investigação.

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A polícia anunciou os primeiros elementos da investigação sobre Malal Mamadou Diallo, Fode Konaté e os dois Lamarana Mamadou Diallo, quatro explorações florestais disparados na floresta de Boussoloum (Ziguinchor). Libertação, que precede a investigação, a informação de que as primeiras investigações suiscitam inquietação.

Após oito dias de investigação, o Exército, que vasculhou toda a área, não encontrou nenhum vestígio dos desaparecidos. Nenhum corpo, nenhum sobrevivente. A gendarmerie, que detém os números dos desaparecidos, percebeu que as linhas se tornaram inacessível desde segunda-feira.

A Mfdc assumiu sua responsabilidade perante esses desaparecimentos, informa La Liberation. Que fala de um caso "preocupante".

Os quatro madeireiros em questão não deram sinal de vida desde o último domingo. Eles tinham ido à floresta Boussoloum  localizada no município de Poutou Camara Kounda  para escolher "maad" ou madeira morta.


Autor: Seneweb news - Seneweb.com

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

PERGUNTA A TINA: SERÁ QUE ORGASMO FEMININO É IGUAL PARA TODAS, ISTO É TODAS TÊM A MESMA REACÇÃO?

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Olá Tina, tudo bem? Tenho uma dúvida, se já atingi o orgasmo ou não. Será que orgasmo feminino é igual para todas, isto é todas têm a mesma reacção? Moly

Olá, Moly, tudo bem por aqui, obrigada. Se tens dúvidas, então é porque certamente não atingiste o orgasmo. O orgasmo é o nível mais elevado de prazer sexual, um prazer físico intenso pelo corpo todo, com perda do controle dos sentidos, em que tudo o resto “deixa de existir”, uma espécie de desligamento do ambiente envolvente. Embora dure apenas alguns segundos, o orgasmo não passa despercebido.

O orgasmo feminino é diferente de mulher para mulher, cada pessoa é uma situação diferente, um corpo e uma reacção individual, mas tem algumas características básicas comuns, como seja uma lubrificação vaginal mais intensa, contracções rítmicas dos músculos da área genital, incluindo os músculos vaginais, respiração mais rápida e batimentos do coração mais acelerados.

Em muitas mulheres, mas não todas, o orgasmo é acompanhado de manifestações externas de maior ou menor intensidade, especialmente gemidos de prazer, ou articulação de algumas palavras. Outras têm tremores, algumas contraem toda a musculatura do corpo, outras riem e algumas até choram, enfim, um sem número de reacções, as mais díspares.


Depois do orgasmo, dá-se um relaxamento muscular intenso, com uma agradável sensação de bem-estar geral.

Quase sempre, a causa de uma mulher não atingir o orgasmo é simplesmente a inexperiência ou inabilidade do parceiro. Para haver um orgasmo é indispensável a excitação prévia. Sem excitação não pode haver orgasmo. A tua preocupação não se trata de uma doença ou uma situação que não possa ser ultrapassada.

Em geral, as mulheres levam mais tempo a atingir o orgasmo. Elas precisam de mais tempo e de mais carícias do que os homens para chegarem ao orgasmo.

Normalmente, a situação pode melhorar se o casal prolongar e se concentrar mais nos preliminares, ou seja a troca de carícias e estímulos das zonas erógenas, as zonas do corpo onde somos mais sensíveis a carícias e sentimos prazer quando somos tocados de certa forma. Muitas mulheres conseguem atingir orgasmos durante os preliminares, mesmo sem penetração, especialmente se o parceiro for carinhoso e sem pressas. Embora seja muito variável de pessoa para pessoa, há quem diga que os preliminares devem durar pelo menos 10-15 minutos. Mas se o casal estiver focado somente nos órgãos genitais, o orgasmo não ocorrerá nos preliminares.

Não deve haver pressas para a penetração, nem a preocupação de atingir o orgasmo. A mulher tem que estar relaxada e a? vontade. Se estiver muito ansiosa ou nervosa, e? mais difícil atingir o orgasmo.

Naturalmente que a situação não se resolve de um dia para o outro, mas o facto de não se atingir o orgasmo, não significa que não se sinta prazer. Quando duas pessoas estão a? vontade uma com a outra, relaxadas, e a intimidade e? grande, o sexo pode ser muito bom mesmo sem atingir o orgasmo, se for partilhado sem pressas e com cumplicidade.

Querida Moly, não fiques preocupada, pois com certeza a tua situação será ultrapassada sem dificuldades de maior.

Fonte: http://www.verdade.co.mz
Fotos: internet

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

"É um dever como malgaxe apresentar uma solução para estabilidade e desenvolvimento do Madagáscar".

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A primeira volta da eleição presidencial no Madagáscar está prevista para 7 de novembro. O ex-Presidente da transição, Andry Rajoelina, foi o primeiro a entregar o seu "dossier" de candidatura.
fonte: DW África
Antanarivo, der ehemalige Präsident von Madagaskar, Andry Rajoelina (DW/E.Topona)
As duas voltas das eleições presidenciais no Madagáscar terão lugar a 7 de novembro e 19 de dezembro, segundo anunciou em finais de junho o primeiro-ministro do país, Christian Ntsay, altura em que foram encerradas várias semanas de especulações sobre as eleições.
Para Ntsay, nomeado em junho e com a missão de conduzir o país sem problemas até as eleições, "a divulgação destas datas é uma maneira de fortalecer o apaziguamento político e levar-nos a uma real eleição que resolva o problema do Madagáscar".
O país, localizado no oceano Índico, foi abalado no final de abril por uma crise aberta entre o Presidente, Hery Rajaonarimampianina, e a oposição.
Bildergalerie Herausforderungen für Madagaskars neuen Präsidenten Hery Rajaonarimampianina (DW/P. Hille)
Hery Rajaonarimampianina
A crise parece ter acalmado com a formação, em meados de junho, de um Governo de consenso, no qual a oposição tem participação.
O Presidente Rajaonarimampianina, eleito em 2013, ainda não anunciou se vai concorrer a um segundo mandato, mas Andry Rajoelina, de 44 anos de idade e chefe do Estado malgaxe de 2009 a 2013, já apresentou oficialmente a sua candidatura.
Recorde-se que Rajoelina, chegou ao poder na sequência de uma revolta do exército que derrubou o então chefe de Estado Marc Ravalomanana, tendo permanecido no poder como Presidente não eleito de uma transição que durou quatro anos. Em seguida Andry Rajoelina cedeu o poder a Hery Rajaonarimampianina, na sequência de uma eleição presidencial onde não conseguiu apresentar-se como candidato devido a pressões da comunidade internacional.
Numa entrevista exclusiva concedida à secção francesa DW África na terça-feira (07.08.) Andry Rajoelina fez o seguinte retrato do país:
"Uma corrupção generalizada, uma inflação não controlada e uma grande insegurança em todo o território margaxe. Face a tudo isso, considerei que é um dever, como cidadão deste país, apresentar uma solução visando a estabilidade e o desenvolvimento do país".
DW África: Mas será que não lamenta ter cedido o poder em 2013?
Andry Rajoelina (AR): O importante para mim é que a paz e a estabilidade reinem no país. Em 2013 não queria que confrontos tivessem lugar no país e por esta razão, com base nos supremos interesses da nação malgaxe, não me apresentei como candidato à eleição presidencial.
Wahlen Madagaskar Andry Rajoelina (picture alliance/ landov)
Andry Rajoelina
DW África: E quais são as suas chances de vir a ser eleito em novembro?
AR: Enquanto antigo edil de Antananarivo (capital do Madagáscar), há uma coisa que nunca irei esquecer. Em 2007, quando fui candidato para dirigir os destinos da capital malgaxe, a população elegeu-me com 70% dos votos e foi um recorde quando analisamos os resultados de todas as eleições municipais que já tiveram lugar nesse país. Sinto-me bem preparado e aconselhado e estou prontos para este embate eleitoral.
DW África: Pensa vencer os outros candidatos já na primeira volta do escrutínio?
AR: Compete à população deste país fazer a escolha. Mas já participei em muitas eleições e conheço muito bem os meus valores.
DW África: E quais são?
AR: A lealdade perante a juventude, para além de outros valores e convicções que visam servir a nação malgaxe e a sua população.
DW África: Na cerimónia na qual anunciou a sua candidatura, repetiu e por várias vezes que Rajoelina mudou. Pode dizer-nos em quê mudou?
AR: Aprendi muito com o passar dos anos. Em primeiro lugar mudei a minha forma de fazer política, a minha forma de ver o futuro de Madagáscar.
DW África: E como responde às pessoas que o consideram como um candidato da França?
AR: Não sou candidato de nenhum país. Trabalho com todas as pessoas, incluindo as grandes potências.

São Tomé: Prisão preventiva para cinco suspeitos acusados pelo Governo.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Segundo o Executivo são-tomense, os cinco detidos tentaram raptar o Presidente e o líder do Parlamento e matar o primeiro-ministro. Tratamento dado aos presos "roça a violação dos direitos humanos", dizem advogados.

fonte: DW África
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Palácio Presidencial em São Tomé
Os cinco arguidos são três cidadãos espanhóis e dois são-tomenses detidos no sábado e que, segundo o Governo, "atuavam no país como mercenários" e tinham na sua posse "material bélico, facas de mato, granadas, binóculos e óculos de visão noturna e uniformes estrangeiros com distintivos nacionais".
Fonte judicial disse à agência Lusa que o juiz de instrução criminal, António Bonfim Gentil, decretou a medida de coação mais gravosa para os cinco arguidos por considerar que uma eventual libertação dos mesmos sob termo de identidade e residência "poderia embaraçar a recolha de mais elementos de prova para o processo".  A decisão do juiz foi conhecida após 12 horas de audição.
Os cinco arguidos estão a ser defendidos por quatro advogados que se recusaram a falar sobre a decisão do tribunal, mas que lamentaram o "tratamento [sobre os detidos] que roça a violação dos direitos humanos" por parte dos elementos de segurança.
Os advogados, que não quiseram identificar-se, citaram como um dos exemplos o facto dos detidos estarem desde o período da manha "de mãos algemadas voltadas para as costas" e criticaram também a presença no gabinete do juiz de pelo menos "três seguranças fortemente armados, facto nunca visto", enquanto decorria a audição.
Um dos advogados que estava ao serviço do consulado de Espanha na capital são-tomense lamentou também o facto de, apesar da autorização do juiz, os seguranças não terem permitido que conversasse com os detidos espanhóis, cujas famílias deveriam "ser postas ao corrente da situação em que eles se encontram em São Tomé".
"Controlo total do país"
Na quarta-feira (08.08), em comunicado, o Governo são-tomense referiu que "face à gravidade da situação e dos atos perpetrados até então pelos indivíduos envolvidos, o Governo acionou imediatamente os mecanismos internacionais de entreajuda em casos semelhantes com países amigos e a Interpol que responderam prontamente na assistência à Procuradoria-Geral da República e à Polícia Judiciária". Na mesma nota, o Executivo assegurou ter "o controlo total do país".
Esta é a segunda tentativa de subversão da ordem constitucional em menos de dois meses em São Tomé e Príncipe. A 21 junho, o Governo anunciou que tinha detido o deputado do MLSTP-PSD Gaudêncio Costa, ex-ministro da Agricultura, e Ajax Managem, um sargento da Forças Armadas, por "tentativa de subversão da ordem constitucional".
Os dois suspeitos foram postos em liberdade sob termo de identidade e residência pelo juiz de instrução criminal Francisco Silva, que alegou falta de provas para manter os dois  acusados em prisão preventiva.

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